O diálogo inter-religioso obteve o apoio de mais um nome de peso: Mário Soares. Ex-presidente de Portugal, agora presidente da Comissão de Liberdade Religiosa.
Veja uns trechos de citações de notícia veiculada hoje nos jornais:
“O Mundo está muito complicado. Se as religiões não forem um factor de paz pode acontecer que se entre numa guerra de civilizações e isso seria o pior de tudo que pode acontecer”.
Ele disse que as religiões devem dialogar para obter a paz, e evitar a guerra entre civilizações “Há muitos princípios de natureza ética que são comuns às religiões. E é isso que é preciso desenvolver”.
“As religiões devem discutir umas com as outras. Todas têm a verdade revelada e quem tem a verdade revelada pensa que tem o exclusivo e por isso é difícil conjugar, mas tenho verificado, em encontros económicos, que é possível encontrar pontos comuns e é isso que é preciso desenvolver”.
Ele apela para que os debates sejam animados nesse sentido.
As igrejas estão se unindo, na aparência, para salvar o planeta das perigosas tendências visíveis, como a criminalidade e os maus tratos contra a natureza, mas, no fundo, é para formar uma única adoração, e não ao DEUS Criador.
Fonte - Cristo Voltará
terça-feira, 24 de junho de 2008
Conflitos deixam mais de 37 milhões de refugiados no mundo
INTERNACIONAL - Mais de 37 milhões de pessoas estão refugiadas em várias regiões do mundo ou deslocadas em seus próprios países por causa de conflitos armados ou perseguições de todo tipo, afirma um relatório apresentado hoje em Londres pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).
Em seu estudo, correspondente a 2007, a Acnur destaca que o número de pessoas refugiadas ou deslocadas alcançou números recordes entre 2005 e o ano passado, principalmente por causa das guerras no Afeganistão e no Iraque.
Segundo as estatísticas, no final de 2007 havia 11,4 milhões de refugiados e 26 milhões de deslocados – um total de 37,4 milhões –, mas este número não inclui os 4,6 milhões de palestinos (a cargo de outra agência da ONU) nem as milhões de pessoas afetadas por catástrofes naturais.
Mais da metade de refugiados sob o amparo da ONU é de afegãos (3 milhões, que vivem principalmente no Irã), eles são seguidos pelos iraquianos (mais de 2 milhões, refugiados sobretudo na Jordânia e Síria) e pelos colombianos (552 mil, que estão na Venezuela e Equador).
Quanto aos deslocados internos, a maioria é de colombianos (3 milhões), iraquianos (2,4 milhões), congoleses (1,3 milhão), ugandenses (1,2 milhão) e somalis (aproximadamente 1 milhão).
"Há um conjunto de crise (de refugiados) que está inter-relacionado, como a de Afeganistão, Palestina, Iraque, Sudão, Chade e Somália", declarou o alto comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres.
Guterres explicou que, "paralelamente existe uma multiplicação de crise por todas as partes, sobretudo na África, muitas das quais não são conhecidas, como as de Chade, República Centro-Africana, Eritréia, Zimbábue e Congo".
...
Fonte - Portas Abertas
Em seu estudo, correspondente a 2007, a Acnur destaca que o número de pessoas refugiadas ou deslocadas alcançou números recordes entre 2005 e o ano passado, principalmente por causa das guerras no Afeganistão e no Iraque.
Segundo as estatísticas, no final de 2007 havia 11,4 milhões de refugiados e 26 milhões de deslocados – um total de 37,4 milhões –, mas este número não inclui os 4,6 milhões de palestinos (a cargo de outra agência da ONU) nem as milhões de pessoas afetadas por catástrofes naturais.
Mais da metade de refugiados sob o amparo da ONU é de afegãos (3 milhões, que vivem principalmente no Irã), eles são seguidos pelos iraquianos (mais de 2 milhões, refugiados sobretudo na Jordânia e Síria) e pelos colombianos (552 mil, que estão na Venezuela e Equador).
Quanto aos deslocados internos, a maioria é de colombianos (3 milhões), iraquianos (2,4 milhões), congoleses (1,3 milhão), ugandenses (1,2 milhão) e somalis (aproximadamente 1 milhão).
"Há um conjunto de crise (de refugiados) que está inter-relacionado, como a de Afeganistão, Palestina, Iraque, Sudão, Chade e Somália", declarou o alto comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres.
Guterres explicou que, "paralelamente existe uma multiplicação de crise por todas as partes, sobretudo na África, muitas das quais não são conhecidas, como as de Chade, República Centro-Africana, Eritréia, Zimbábue e Congo".
...
Fonte - Portas Abertas
O retorno de Malthus – o apocalipse está perto novamente?

Revoltas por falta de comida estouram em vários países, e desacreditada teoria volta à tona. Mas isso não quer dizer que o mundo não vá ter problemas para alimentar sua população.
Nos anos de 1970, as pessoas estavam à beira da inanição em muitos lugares ao redor do mundo. Os preços dos grãos estavam bastante altos, os estoques de arroz estavam em queda. Na Etiópia e no Camboja, as pessoas estavam realmente à beira da fome, e a revolta da opinião pública por falta de comida contribuiu para a queda do Imperador Haile Selassie e a vitória do Khmer Vermelho.
Agora, isso está acontecendo novamente. Revoltas por falta de comida incendeiam Bangladesh, o Egito e outros países africanos. No Haiti, isso custou o cargo do primeiro-ministro. Países produtores de arroz, como China, Índia e Indonésia, restringiram as exportações, e o arroz é transportado sob escolta armada.
E, de novo, Thomas Malthus, economista britânico e demógrafo da virada do século 18 para o 19, está sendo chamado para o serviço. Sua teoria básica era a de que as populações, que crescem em progressão geométrica, irão inexoravelmente superar o ritmo da produção de alimentos, que cresce em progressão aritmética. O resultado seria a fome. Esse pensamento foi fundamentado em cenários apocalípticos, tanto reais quanto imaginários, da Grande Fome Irlandesa, em 1845, à Explosão Populacional de 1968.
Mas, com a Revolução Industrial, a Revolução dos Transportes, a Revolução Verde e a Revolução Biotecnológica, Malthus foi amplamente desacreditado. Os acontecimentos lancinantes dos últimos meses não mudam esse fato, diz a maioria dos especialistas. Mas eles mostram os problemas que podem surgir.
O mundo nunca chegou tão perto de superar sua capacidade de produzir alimentos. Hoje, há grãos suficientes crescendo no planeta para alimentar 10 bilhões de vegetarianos, afirma Joel E. Cohen, professor de populações da Rockefeller University em Nova York e autor de “How Many People Can the Earth Support?”. Mas muitos desses grãos estão servindo de alimento para gado, que são por sua vez consumidos pelas pessoas mais ricas do mundo.
Em teoria, existem terras plantadas suficientes para alimentar o planeta para sempre, porque as Nações Unidas prevêem que a população mundial irá se estabilizar em 10 bilhões de pessoas em 2060. Mas o sucesso depende do controle das porções; no final da década de 80, o Programa Fome Mundial da Brown University calculou que o mundo naquela época podia sustentar 5,5 bilhões de vegetarianos, 3,7 bilhões de sul-americanos ou 2,8 bilhões de norte-americanos, que comiam mais proteína animal do que os sul-americanos.
Mesmo que as taxas de natalidade voltassem a subir, muitos agrônomos acreditam que o mundo poderia suportar facilmente de 20 a 30 bilhões de pessoas.
Qualquer pessoa que tenha sobrevoado os Estados Unidos pode ver como isso é possível: há muitas terras desocupadas no país. Toda a população do mundo, com 93 metros quadrados de espaço vital cada, caberia no estado do Texas.
Água? Quando o barril atingir o preço de US$ 150, valerá mais a pena construir dutos da calota polar em derretimento, ou dessalinizar o mar, como fazem os sauditas.
O mesmo potencial é ainda mais evidente quando se sobrevoa o planeta. As favelas de Mumbai são extensas; mas também são extensas as áreas cultiváveis vazias em Rajasthan. A África, um continente enorme com meros 770 milhões de pessoas, parece praticamente vazia vista do alto. Ao sul do Saara, a terra é rica; ao sul de Zambezi, o clima é temperado. Mas a terra é cultivada em sua maior parte por gente que usa enxadas.
Como apontou Harriet Friedmann, especialista em sistemas de alimentos da Universidade de Toronto, Malthus escreveu em uma Grã-Bretanha que ecoava a dicotomia entre os países ricos de hoje e o Terceiro Mundo: uma elite de grandes latifundiários praticando “agricultura científica” de lã e trigo e obtendo grandes lucros; muitos agricultores de subsistência mal conseguindo sobreviver; migração desses agricultores para as favelas de Londres, seguido de emigração. A principal diferença é que a emigração naquela época era para colônias onde terras cultiváveis os esperavam, enquanto hoje é para países ricos onde estão os postos de trabalho.
O mundo de Malthus ficou cheio, e os agricultores, desafiando suas previsões, se tornaram ainda mais produtivos. Reconhecidamente, desmatar a terra para que se possa plantar trigo geneticamente modificado e colhê-lo com equipamentos da John Deere pode ser um processo brutal, mas está solidificado e já faz parte das regras ocidentais.
Mas, e os 800 milhões de pessoas que sofrem de miséria crônica, mesmo em anos sem conflitos?
Friedmann argumenta que há uma insustentabilidade malthusiana na forma como a grande agricultura é praticada. Ele afirma que ela degrada de tal forma a diversidade genética e o meio ambiente que certamente chegará um ponto em que a fome irá se alastrar.
Outros discordam veementemente. Na opinião deles, o mundo é quase infinitamente abundante. Se os alimentos se tornarem tão caros quanto o petróleo, poderíamos cultivar a terra da África, instalar viveiros de peixes nos oceanos e construir jardins vegetais hidropônicos no alto dos arranha-céus. Mas eles vêem os problemas por trás disso sob uma perspectiva mais marxista do que malthusiana: os ricos obtêm muito de tudo, incluindo biomassa.
Por ora, simplesmente acabar com subsídios a agricultores americanos e europeus permitiria aos agricultores pobres competir no mercado.
Tyler Cowen, economista americano, observa que os mercados globais de agricultura estão longe de serem livres e são administrados de forma imprudente. Países ricos subsidiam agricultores, mas governos pobres congelam preços locais de grãos ou proíbem a exportação somente quando os preços mundiais sobem – por exemplo, menos de 7% do arroz produzido no mundo cruza as fronteiras. Isso desmotiva os milhões de agricultores do Terceiro Mundo a plantar um pouco mais para venda no mercado, além do que plantam para si e sua família.
Cohen, da Rockefeller University, disse que os americanos gostam de Malthus porque sua teoria os livra da culpa pelo problema. Malthus afirma que o problema é existirem muitas pessoas pobres.
Ou, usando os termos com os quais a crise atual geralmente é explicada: muitos chineses e indianos trabalham duro e acham que deveriam poder comer pizza, carne e tomar café. Eles são os culpados por aumentar em tal nível os preços mundiais que africanos e asiáticos pobres não podem pagar o preço do arroz e do mingau. A verdade é que a pressão para o aumento dos preços já estava lá.
Os Estados Unidos sempre foram caridosos, então a resposta nunca foi “deixem que eles comam brotos de feijão”. Mas tem sido “deixem que eles comam milho americano subsidiado transportado em navios americanos”. Talvez eles precisem mudar.
Fonte - G1
Nos anos de 1970, as pessoas estavam à beira da inanição em muitos lugares ao redor do mundo. Os preços dos grãos estavam bastante altos, os estoques de arroz estavam em queda. Na Etiópia e no Camboja, as pessoas estavam realmente à beira da fome, e a revolta da opinião pública por falta de comida contribuiu para a queda do Imperador Haile Selassie e a vitória do Khmer Vermelho.
Agora, isso está acontecendo novamente. Revoltas por falta de comida incendeiam Bangladesh, o Egito e outros países africanos. No Haiti, isso custou o cargo do primeiro-ministro. Países produtores de arroz, como China, Índia e Indonésia, restringiram as exportações, e o arroz é transportado sob escolta armada.
E, de novo, Thomas Malthus, economista britânico e demógrafo da virada do século 18 para o 19, está sendo chamado para o serviço. Sua teoria básica era a de que as populações, que crescem em progressão geométrica, irão inexoravelmente superar o ritmo da produção de alimentos, que cresce em progressão aritmética. O resultado seria a fome. Esse pensamento foi fundamentado em cenários apocalípticos, tanto reais quanto imaginários, da Grande Fome Irlandesa, em 1845, à Explosão Populacional de 1968.
Mas, com a Revolução Industrial, a Revolução dos Transportes, a Revolução Verde e a Revolução Biotecnológica, Malthus foi amplamente desacreditado. Os acontecimentos lancinantes dos últimos meses não mudam esse fato, diz a maioria dos especialistas. Mas eles mostram os problemas que podem surgir.
O mundo nunca chegou tão perto de superar sua capacidade de produzir alimentos. Hoje, há grãos suficientes crescendo no planeta para alimentar 10 bilhões de vegetarianos, afirma Joel E. Cohen, professor de populações da Rockefeller University em Nova York e autor de “How Many People Can the Earth Support?”. Mas muitos desses grãos estão servindo de alimento para gado, que são por sua vez consumidos pelas pessoas mais ricas do mundo.
Em teoria, existem terras plantadas suficientes para alimentar o planeta para sempre, porque as Nações Unidas prevêem que a população mundial irá se estabilizar em 10 bilhões de pessoas em 2060. Mas o sucesso depende do controle das porções; no final da década de 80, o Programa Fome Mundial da Brown University calculou que o mundo naquela época podia sustentar 5,5 bilhões de vegetarianos, 3,7 bilhões de sul-americanos ou 2,8 bilhões de norte-americanos, que comiam mais proteína animal do que os sul-americanos.
Mesmo que as taxas de natalidade voltassem a subir, muitos agrônomos acreditam que o mundo poderia suportar facilmente de 20 a 30 bilhões de pessoas.
Qualquer pessoa que tenha sobrevoado os Estados Unidos pode ver como isso é possível: há muitas terras desocupadas no país. Toda a população do mundo, com 93 metros quadrados de espaço vital cada, caberia no estado do Texas.
Água? Quando o barril atingir o preço de US$ 150, valerá mais a pena construir dutos da calota polar em derretimento, ou dessalinizar o mar, como fazem os sauditas.
O mesmo potencial é ainda mais evidente quando se sobrevoa o planeta. As favelas de Mumbai são extensas; mas também são extensas as áreas cultiváveis vazias em Rajasthan. A África, um continente enorme com meros 770 milhões de pessoas, parece praticamente vazia vista do alto. Ao sul do Saara, a terra é rica; ao sul de Zambezi, o clima é temperado. Mas a terra é cultivada em sua maior parte por gente que usa enxadas.
Como apontou Harriet Friedmann, especialista em sistemas de alimentos da Universidade de Toronto, Malthus escreveu em uma Grã-Bretanha que ecoava a dicotomia entre os países ricos de hoje e o Terceiro Mundo: uma elite de grandes latifundiários praticando “agricultura científica” de lã e trigo e obtendo grandes lucros; muitos agricultores de subsistência mal conseguindo sobreviver; migração desses agricultores para as favelas de Londres, seguido de emigração. A principal diferença é que a emigração naquela época era para colônias onde terras cultiváveis os esperavam, enquanto hoje é para países ricos onde estão os postos de trabalho.
O mundo de Malthus ficou cheio, e os agricultores, desafiando suas previsões, se tornaram ainda mais produtivos. Reconhecidamente, desmatar a terra para que se possa plantar trigo geneticamente modificado e colhê-lo com equipamentos da John Deere pode ser um processo brutal, mas está solidificado e já faz parte das regras ocidentais.
Mas, e os 800 milhões de pessoas que sofrem de miséria crônica, mesmo em anos sem conflitos?
Friedmann argumenta que há uma insustentabilidade malthusiana na forma como a grande agricultura é praticada. Ele afirma que ela degrada de tal forma a diversidade genética e o meio ambiente que certamente chegará um ponto em que a fome irá se alastrar.
Outros discordam veementemente. Na opinião deles, o mundo é quase infinitamente abundante. Se os alimentos se tornarem tão caros quanto o petróleo, poderíamos cultivar a terra da África, instalar viveiros de peixes nos oceanos e construir jardins vegetais hidropônicos no alto dos arranha-céus. Mas eles vêem os problemas por trás disso sob uma perspectiva mais marxista do que malthusiana: os ricos obtêm muito de tudo, incluindo biomassa.
Por ora, simplesmente acabar com subsídios a agricultores americanos e europeus permitiria aos agricultores pobres competir no mercado.
Tyler Cowen, economista americano, observa que os mercados globais de agricultura estão longe de serem livres e são administrados de forma imprudente. Países ricos subsidiam agricultores, mas governos pobres congelam preços locais de grãos ou proíbem a exportação somente quando os preços mundiais sobem – por exemplo, menos de 7% do arroz produzido no mundo cruza as fronteiras. Isso desmotiva os milhões de agricultores do Terceiro Mundo a plantar um pouco mais para venda no mercado, além do que plantam para si e sua família.
Cohen, da Rockefeller University, disse que os americanos gostam de Malthus porque sua teoria os livra da culpa pelo problema. Malthus afirma que o problema é existirem muitas pessoas pobres.
Ou, usando os termos com os quais a crise atual geralmente é explicada: muitos chineses e indianos trabalham duro e acham que deveriam poder comer pizza, carne e tomar café. Eles são os culpados por aumentar em tal nível os preços mundiais que africanos e asiáticos pobres não podem pagar o preço do arroz e do mingau. A verdade é que a pressão para o aumento dos preços já estava lá.
Os Estados Unidos sempre foram caridosos, então a resposta nunca foi “deixem que eles comam brotos de feijão”. Mas tem sido “deixem que eles comam milho americano subsidiado transportado em navios americanos”. Talvez eles precisem mudar.
Fonte - G1
Nota DDP:
Muito antes de Malthus, o Senhor Jesus já havia previsto tal estado de coisas, principalmente, que estas resultariam da ganância humana, porque como se vê, a natureza que saiu das mãos de Deus é abundante o suficiente para que nada disso estivesse acontecendo.
Lucas 21:11
haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Um Bush mais católico que Kennedy
E nquanto subia a escadaria da Torre de São João, George W. Bush não parava de exclamar "que honra, que honra, que honra!". Bento XVI decidiu oferecer este Junho uma recepção única ao Presidente americano, retribuição pelo acolhimento caloroso em Abril durante a visita papal aos Estados Unidos (até lhe cantaram os parabéns na Casa Branca). E em vez de encontrar-se com Bush na biblioteca do palácio apostólico, como é hábito com os chefes de Estado, acolheu-o antes no imponente edifício do século XII, plantado no meio desses jardins do Vaticano que Bento XVI costuma percorrer nas suas longas horas de reflexão.
Foi suficiente a meia hora de conversa entre Bush e Bento XVI para a imprensa italiana voltar a especular sobre uma conversão ao catolicismo, repetindo a série de argumentos que tinham sido já usados pela revista Panorama e pelo jornal Corriere della Sera quando Joseph Ratzinger esteve em Washington: Bush reclama ter lido livros do teólogo agora Papa; tem estado alinhado com o Vaticano no combate ao casamento homossexual, ao aborto e à investigação com células estaminais; é um homem profundamente religioso, tendo trocado um dia o álcool pela Bíblia sob pressão da mulher, Laura, e desde então feito da fé cristã o seu modelo de conduta; ter-se-á rodeado de católicos na Casa Branca e até pedido a um padre para benzer a célebre West Wing, ou ala ocidental.
No Texas, Bush pertence à igreja metodista e em Washington frequenta a episcopal. Tecnicamente, é um cristão protestante, como a maioria dos americanos. Mas a sua atracção pelo catolicismo é evidente. Começa logo pelo exemplo familiar, pois o irmão Jeb, ex-governador da Florida, converteu-se depois de casar com uma mexicana. Mas também é notada nas opções políticas, pois as suas escolhas para o Supremo tribunal foram John Roberts e Samuel Alito, juízes que proporcionaram a primeira maioria católica (cinco em nove) no órgão que molda a América. Não surpreende, pois, que um ex- -senador tenha classificado Bush como "o primeiro presidente católico da América". E a quem lhe relembra que já houve um católico na Casa Branca, Rick Santorum esclarece que o actual Presidente "é certamente muito mais católico que John Kennedy", mais não seja porque este tinha de manter distâncias em relação ao Vaticano. A favor de Bush também o facto de em 2004 ter obtido mais votos católicos que John Kerry, apesar de o rival ser um seguidor do Papa.
Foi na guerra ao Iraque em 2003 que Bush e o Vaticano estiveram em oposição. Mas se o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, amigo e aliado de Bush, entretanto se converteu ao catolicismo, nada indica ter-se aberto uma moda entre os políticos de pedirem perdão por terem ignorado os conselhos de João Paulo II, o antecessor de Bento XVI. Blair cedeu sobretudo às pressões da católica Cherie, a mulher. Laura Bush, que se saiba, é uma mulher religiosa, mas nada católica.
Fonte - Diario de Noticias
Comentário Cristo Voltará:
O jornalista Leonídio P. Ferreira considera o presidente americano mais católico que o único presidente católico que os EUA já tiveram, e que foi o Presidente Kennedi.
Por quê isso? Veja os argumentos:
1.ele recebeu o papa, em maio de 2008, com a maior pompa que algum presidente de país foi recebido até então;
2.foi recebido em junho de 2008 pelo papa, igualmente pela maior pompa que o papa já tenha recebido algum presidente anteriormente;
3.ao subir as escadas da Torre de São João, Bush exclamava: “que honra, que honra, que honra!” 4.ele nomeou católicos para serem seus ministros, inclusive, na Suprema Corte, formada por nove ministros, ele nomeou só católicos (dos três que pôde nomear), assim, na Suprema Corte há 5 ministros católicos, e 4 de outras denominações (isso favorece a decretos a favor dos católicos, como o decreto dominical)
5.a imprensa até especula se ele já se converteu para o catolicismo.
6.em 2004 os católicos votaram em massa nele.
É um sinal de que ocorre uma aliança entre o Vaticano e os EUA. A amizade está favorecendo.
CRISTO volta logo!
Foi suficiente a meia hora de conversa entre Bush e Bento XVI para a imprensa italiana voltar a especular sobre uma conversão ao catolicismo, repetindo a série de argumentos que tinham sido já usados pela revista Panorama e pelo jornal Corriere della Sera quando Joseph Ratzinger esteve em Washington: Bush reclama ter lido livros do teólogo agora Papa; tem estado alinhado com o Vaticano no combate ao casamento homossexual, ao aborto e à investigação com células estaminais; é um homem profundamente religioso, tendo trocado um dia o álcool pela Bíblia sob pressão da mulher, Laura, e desde então feito da fé cristã o seu modelo de conduta; ter-se-á rodeado de católicos na Casa Branca e até pedido a um padre para benzer a célebre West Wing, ou ala ocidental.
No Texas, Bush pertence à igreja metodista e em Washington frequenta a episcopal. Tecnicamente, é um cristão protestante, como a maioria dos americanos. Mas a sua atracção pelo catolicismo é evidente. Começa logo pelo exemplo familiar, pois o irmão Jeb, ex-governador da Florida, converteu-se depois de casar com uma mexicana. Mas também é notada nas opções políticas, pois as suas escolhas para o Supremo tribunal foram John Roberts e Samuel Alito, juízes que proporcionaram a primeira maioria católica (cinco em nove) no órgão que molda a América. Não surpreende, pois, que um ex- -senador tenha classificado Bush como "o primeiro presidente católico da América". E a quem lhe relembra que já houve um católico na Casa Branca, Rick Santorum esclarece que o actual Presidente "é certamente muito mais católico que John Kennedy", mais não seja porque este tinha de manter distâncias em relação ao Vaticano. A favor de Bush também o facto de em 2004 ter obtido mais votos católicos que John Kerry, apesar de o rival ser um seguidor do Papa.
Foi na guerra ao Iraque em 2003 que Bush e o Vaticano estiveram em oposição. Mas se o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, amigo e aliado de Bush, entretanto se converteu ao catolicismo, nada indica ter-se aberto uma moda entre os políticos de pedirem perdão por terem ignorado os conselhos de João Paulo II, o antecessor de Bento XVI. Blair cedeu sobretudo às pressões da católica Cherie, a mulher. Laura Bush, que se saiba, é uma mulher religiosa, mas nada católica.
Fonte - Diario de Noticias
Comentário Cristo Voltará:
O jornalista Leonídio P. Ferreira considera o presidente americano mais católico que o único presidente católico que os EUA já tiveram, e que foi o Presidente Kennedi.
Por quê isso? Veja os argumentos:
1.ele recebeu o papa, em maio de 2008, com a maior pompa que algum presidente de país foi recebido até então;
2.foi recebido em junho de 2008 pelo papa, igualmente pela maior pompa que o papa já tenha recebido algum presidente anteriormente;
3.ao subir as escadas da Torre de São João, Bush exclamava: “que honra, que honra, que honra!” 4.ele nomeou católicos para serem seus ministros, inclusive, na Suprema Corte, formada por nove ministros, ele nomeou só católicos (dos três que pôde nomear), assim, na Suprema Corte há 5 ministros católicos, e 4 de outras denominações (isso favorece a decretos a favor dos católicos, como o decreto dominical)
5.a imprensa até especula se ele já se converteu para o catolicismo.
6.em 2004 os católicos votaram em massa nele.
É um sinal de que ocorre uma aliança entre o Vaticano e os EUA. A amizade está favorecendo.
CRISTO volta logo!
Nova tragédia internacional

MANILA - Pelo menos 17 pessoas morreram e cinco estão desaparecidas por causa das inundações e deslizamentos de terra causados pela passagem do tufão "Fengshen", que atingiu o sul das Filipinas com ventos de até 140 km/h.
Dez pessoas morreram afogadas numa enchente na província de Maguindanao, onde ainda são buscadas outras cinco vítimas, e um homem de 50 anos e seu filho de 10 perderam a vida quando sua casa foi arrasada pela cheia de outro rio em Cotabato, também na ilha de Mindanao (800 km ao sul da capital Manila). Cinco outras estão desaparecidas.
Nas regiões leste e central do país, 200 mil pessoas foram tiradas de suas casas e todos os vôos domésticos foram suspensos, assim como o transporte por barco entre as ilhas.
A tempestade arrancou árvores e tetos das casas na cidade de Roxas, que na manhã deste sábado, 21, foi atingida por ventos de até 140 km/h. Durante o fim de semana, o tufão provocará chuvas torrenciais nas regiões centrais de Bicol e Visayas, assim como em Luzon, a ilha onde se encontra a capital, segundo a Administração de Serviços Atmosféricos, Geofísicos e Astronômicos (Pagasa).
Quase 800 passageiros e dezenas de veículos permanecem presos nos portos de Bicol, depois que a Guarda Litorânea impediu a saída de barcos, por causa dos vendavais e das fortes ondas.
Os residentes de zonas montanhosas e próximas à costa foram advertidos do risco de inundações e deslizamentos de terra, enquanto os habitantes de regiões litorâneas deverão proteger-se de possíveis ondas gigantes.
Caso a situação piore, não está descartada a intervenção das Forças Armadas. Já se iniciou o armazenamento de arroz e material de emergência, e os hospitais se encontram em estado de alerta máximo.
O "Fengshen" tocou terra na sexta-feira, 20, na ilha de Samar (180 km ao leste de Manila), antes de virar em direção ao Oceano Pacífico, onde no domingo passará próximo à cidade japonesa de Okinawa, segundo o último boletim meteorológico.
Fonte: Estadão
"Ao ouvir das terríveis calamidades que semana a semana estão ocorrendo, pergunto-me a mim mesma: Que significam estas coisas? As mais terríveis catástrofes seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Com que freqüência ouvimos de terremotos e furacões, de destruição por fogo e inundações, com grandes perdas de vida e propriedade! Aparentemente essas calamidades são caprichosas irrupções de forças desordenadas, irregulares, mas nelas se pode ler o propósito de Deus. São um dos meios pelos quais Ele procura despertar homens e mulheres, levando-os a reconhecer o seu perigo." Ellen G. White, "E recebereis poder - meditação Matinal", p. 287
Fonte - Questão de Confiança
ET: A Califórnia é novamente assolada por incêndios:
Tempestades de raios causam centenas de focos de incêndio no estado norte-americano da Califórnia.
Desde sábado, ao menos 400 pontos de queimadas foram registrados. No condado de Napa, a situação é crítica. Milhares de pessoas tiveram que deixar as casas às pressas. Ao menos 66 moradias e duas propriedades comerciais estão em risco. Na parte sul do estado, o avanço das chamas foi parcialmente contido. Mas, somente no Parque Florestal Shasta-Trinity, ainda há 60 incêndios. O condado de Santa Mônica enfrenta a terceira grande queimada do ano, e contabiliza prejuízos. O governador Arnold Schwarzenegger ordenou que a guarda estadual dê apoio ao trabalho dos bombeiros.
Fonte - BandNews
Dez pessoas morreram afogadas numa enchente na província de Maguindanao, onde ainda são buscadas outras cinco vítimas, e um homem de 50 anos e seu filho de 10 perderam a vida quando sua casa foi arrasada pela cheia de outro rio em Cotabato, também na ilha de Mindanao (800 km ao sul da capital Manila). Cinco outras estão desaparecidas.
Nas regiões leste e central do país, 200 mil pessoas foram tiradas de suas casas e todos os vôos domésticos foram suspensos, assim como o transporte por barco entre as ilhas.
A tempestade arrancou árvores e tetos das casas na cidade de Roxas, que na manhã deste sábado, 21, foi atingida por ventos de até 140 km/h. Durante o fim de semana, o tufão provocará chuvas torrenciais nas regiões centrais de Bicol e Visayas, assim como em Luzon, a ilha onde se encontra a capital, segundo a Administração de Serviços Atmosféricos, Geofísicos e Astronômicos (Pagasa).
Quase 800 passageiros e dezenas de veículos permanecem presos nos portos de Bicol, depois que a Guarda Litorânea impediu a saída de barcos, por causa dos vendavais e das fortes ondas.
Os residentes de zonas montanhosas e próximas à costa foram advertidos do risco de inundações e deslizamentos de terra, enquanto os habitantes de regiões litorâneas deverão proteger-se de possíveis ondas gigantes.
Caso a situação piore, não está descartada a intervenção das Forças Armadas. Já se iniciou o armazenamento de arroz e material de emergência, e os hospitais se encontram em estado de alerta máximo.
O "Fengshen" tocou terra na sexta-feira, 20, na ilha de Samar (180 km ao leste de Manila), antes de virar em direção ao Oceano Pacífico, onde no domingo passará próximo à cidade japonesa de Okinawa, segundo o último boletim meteorológico.
Fonte: Estadão
"Ao ouvir das terríveis calamidades que semana a semana estão ocorrendo, pergunto-me a mim mesma: Que significam estas coisas? As mais terríveis catástrofes seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Com que freqüência ouvimos de terremotos e furacões, de destruição por fogo e inundações, com grandes perdas de vida e propriedade! Aparentemente essas calamidades são caprichosas irrupções de forças desordenadas, irregulares, mas nelas se pode ler o propósito de Deus. São um dos meios pelos quais Ele procura despertar homens e mulheres, levando-os a reconhecer o seu perigo." Ellen G. White, "E recebereis poder - meditação Matinal", p. 287
Fonte - Questão de Confiança
ET: A Califórnia é novamente assolada por incêndios:
Tempestades de raios causam centenas de focos de incêndio no estado norte-americano da Califórnia.
Desde sábado, ao menos 400 pontos de queimadas foram registrados. No condado de Napa, a situação é crítica. Milhares de pessoas tiveram que deixar as casas às pressas. Ao menos 66 moradias e duas propriedades comerciais estão em risco. Na parte sul do estado, o avanço das chamas foi parcialmente contido. Mas, somente no Parque Florestal Shasta-Trinity, ainda há 60 incêndios. O condado de Santa Mônica enfrenta a terceira grande queimada do ano, e contabiliza prejuízos. O governador Arnold Schwarzenegger ordenou que a guarda estadual dê apoio ao trabalho dos bombeiros.
Fonte - BandNews
Gelo mostra mudança abrupta do clima na Terra
Um estudo do gelo da Groenlândia localizado entre 1.452 e 1.642 metros de profundidade indica que o clima se alterou abruptamente no fim da última era glacial e que a temperatura aumentou até 10C de um ano para outro.
A pesquisa, publicada na revista "Science", lança um alerta para os cientistas em tempos de aquecimento global: transições dramáticas e totalmente imprevistas no clima podem acontecer em períodos extremamente curtos.
...
"Nós analisamos a transição da última era glacial até o presente período interglacial, e as mudanças no clima estão acontecendo tão de repente que é como se alguém tivesse apertado um botão", disse Dorthe Dahl-Jensen, também da Universidade de Copenhague.
...
Fonte - Folha
"[Satanás] Estudou os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são pertubadores do povo..." O Grande Conflito, p. 589 e 590.
A pesquisa, publicada na revista "Science", lança um alerta para os cientistas em tempos de aquecimento global: transições dramáticas e totalmente imprevistas no clima podem acontecer em períodos extremamente curtos.
...
"Nós analisamos a transição da última era glacial até o presente período interglacial, e as mudanças no clima estão acontecendo tão de repente que é como se alguém tivesse apertado um botão", disse Dorthe Dahl-Jensen, também da Universidade de Copenhague.
...
Fonte - Folha
"[Satanás] Estudou os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são pertubadores do povo..." O Grande Conflito, p. 589 e 590.
Os limites do passaporte biométrico
O novo modelo de passaporte, que gradualmente tende a ser adotado no mundo todo, contém outros dados de identificação além da foto habitual.
De acordo com o regulamento da União Européia, o passaporte, que será obrigatório em todo o território a partir de 2009, contém um "chip" com a imagem digital do rosto do portador e duas impressões digitais. Outros dados que estão sendo cogitados em diferentes países incluem a imagem da íris. O passaporte é criticado por defensores dos direito civis, que o vêem com uma invasão de privacidade.
Fonte - Opinião e Notícia
De acordo com o regulamento da União Européia, o passaporte, que será obrigatório em todo o território a partir de 2009, contém um "chip" com a imagem digital do rosto do portador e duas impressões digitais. Outros dados que estão sendo cogitados em diferentes países incluem a imagem da íris. O passaporte é criticado por defensores dos direito civis, que o vêem com uma invasão de privacidade.
Fonte - Opinião e Notícia
George Soros fala de uma `superbolha´
Em seu livro mais recente, O novo paradigma dos mercados financeiros, o financista diz que uma superbolha se desenvolveu nos últimos 25 anos e agora está entrando em colapso.
Segundo George Soros, o declínio dos preços dos imóveis será mais acentuado e irá além do que as pessoas imaginam atualmente. Ele acredita que haverá uma longa recessão mundial, e que esta é a pior crise financeira desde a Grande Depressão.
Aos 77 anos, Soros quer ser lembrado principalmente como um filósofo, mas hoje é mais conhecido como um especulador, filantropo e ativista político.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Mais sobre a economia mundial e a questão da crise financeira no quadro profético em "Mais uma vez a economia e a profecia".
Segundo George Soros, o declínio dos preços dos imóveis será mais acentuado e irá além do que as pessoas imaginam atualmente. Ele acredita que haverá uma longa recessão mundial, e que esta é a pior crise financeira desde a Grande Depressão.
Aos 77 anos, Soros quer ser lembrado principalmente como um filósofo, mas hoje é mais conhecido como um especulador, filantropo e ativista político.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Mais sobre a economia mundial e a questão da crise financeira no quadro profético em "Mais uma vez a economia e a profecia".
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Israel está disposto a ceder territórios, diz Olmert
O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, disse em uma entrevista à BBC que está disposto a ceder "muito seriamente" em um acordo com os palestinos envolvendo questões territoriais.
Falando com exclusividade ao serviço árabe da BBC, Olmert insistiu que tal acordo exigiria que os palestinos também fizessem concessões.
"Estou preparado para assumir compromissos territoriais difíceis", disse o primeiro-ministro. "Eles também terão que assumir. Não é uma via de mão única."
"Chegou a hora de chegarmos a um entendimento baseado em um meio-termo", acrescentou Olmert. "E um meio-termo é sempre uma via de duas mãos. Eles têm que ceder, e nós temos que ceder."
"Progresso"
Olmert insistiu que as negociações entre seu governo e a Autoridade Palestina estão avançando.
"Fizemos progresso – eu acho que estamos no caminho certo", disse. "Ainda é necessário tempo, não é fácil."
A entrevista do primeiro-ministro israelense foi realizada no mesmo dia em que passou a vigorar um cessar-fogo entre Israel e o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Leia na BBC Brasil: Entra em vigor trégua entre Israel e o Hamas
Em outro trecho da entrevista, o primeiro-ministro israelense comentou as acusações de corrupção que recaem sobre ele.
Segundo Olmert, as alegações são uma tentativa de adversários políticos de sabotar seu governo.
"Em democracias, esses são sempre meios que seus oponentes políticos utilizam para tentar prejudicar seu desempenho como primeiro-ministro."
"Eu aceito isso", continuou, "mas estou absolutamente concentrado em meus objetivos. Este é o meu objetivo – eu quero fazer paz com os povos árabes."
Fonte - BBC
Nota DDP:
Aqui um contra-ponto profético.
Ao mesmo tempo em que vemos todos os fatos caminhando em direção ao cumprimento das profecias tal qual interpretadas há mais de um século pelos adventistas do sétimo dia, principalmente com a caracterização de um poder político (EUA) e outro eclesiástico (Roma), no centro da controvérsia para falseamento da adoração a Deus, vemos naufragar o entendimento que coloca Israel no centro destas mesmas profecias, com a contínua discussão acerca da devolução de terras aos palestinos.
Falando com exclusividade ao serviço árabe da BBC, Olmert insistiu que tal acordo exigiria que os palestinos também fizessem concessões.
"Estou preparado para assumir compromissos territoriais difíceis", disse o primeiro-ministro. "Eles também terão que assumir. Não é uma via de mão única."
"Chegou a hora de chegarmos a um entendimento baseado em um meio-termo", acrescentou Olmert. "E um meio-termo é sempre uma via de duas mãos. Eles têm que ceder, e nós temos que ceder."
"Progresso"
Olmert insistiu que as negociações entre seu governo e a Autoridade Palestina estão avançando.
"Fizemos progresso – eu acho que estamos no caminho certo", disse. "Ainda é necessário tempo, não é fácil."
A entrevista do primeiro-ministro israelense foi realizada no mesmo dia em que passou a vigorar um cessar-fogo entre Israel e o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Leia na BBC Brasil: Entra em vigor trégua entre Israel e o Hamas
Em outro trecho da entrevista, o primeiro-ministro israelense comentou as acusações de corrupção que recaem sobre ele.
Segundo Olmert, as alegações são uma tentativa de adversários políticos de sabotar seu governo.
"Em democracias, esses são sempre meios que seus oponentes políticos utilizam para tentar prejudicar seu desempenho como primeiro-ministro."
"Eu aceito isso", continuou, "mas estou absolutamente concentrado em meus objetivos. Este é o meu objetivo – eu quero fazer paz com os povos árabes."
Fonte - BBC
Nota DDP:
Aqui um contra-ponto profético.
Ao mesmo tempo em que vemos todos os fatos caminhando em direção ao cumprimento das profecias tal qual interpretadas há mais de um século pelos adventistas do sétimo dia, principalmente com a caracterização de um poder político (EUA) e outro eclesiástico (Roma), no centro da controvérsia para falseamento da adoração a Deus, vemos naufragar o entendimento que coloca Israel no centro destas mesmas profecias, com a contínua discussão acerca da devolução de terras aos palestinos.
Suécia aprova lei para monitorar ligações e emails

O Parlamento sueco aprovou, na quarta-feira, uma lei controversa que permite às autoridades grampear ligações telefônicas e interceptar emails e faxes. A nova legislação foi aprovada por uma maioria apertada de cinco votos depois de um longo debate no Parlamento em Estocolmo.
O governo afirma que a lei possibilitará rastrear comunicações entre pessoas que se servem da tecnologia para planejar ataques e tem como objetivo proteger a segurança nacional.
A partir de agora, as autoridades do Departamento de Inteligência sueco não precisarão mais da permissão de um tribunal para interceptar qualquer tipo de comunicação via internet ou telefone que cruzar as fronteiras do país.
Logo após aprovação da lei, um grupo de pessoas se reuniu em frente ao Parlamento para protestar.
Grupos de defesa de liberdades civis criticam a decisão dizendo que a lei é uma das mais intrusivas do mundo e que atividades terroristas “não são facilmente identificadas por serviços de vigilância deste tipo”.
Eles dizem que as pessoas comuns serão as mais prejudicadas pela lei.
“Ao introduzir a legislação, o governo sueco está seguindo exemplos de governos como o da China e da Arábia Saudita e do programa americano altamente criticado que faz escutas por trás das portas”, disse Peter Fleischer, do Google.
Fonte - BBC
O governo afirma que a lei possibilitará rastrear comunicações entre pessoas que se servem da tecnologia para planejar ataques e tem como objetivo proteger a segurança nacional.
A partir de agora, as autoridades do Departamento de Inteligência sueco não precisarão mais da permissão de um tribunal para interceptar qualquer tipo de comunicação via internet ou telefone que cruzar as fronteiras do país.
Logo após aprovação da lei, um grupo de pessoas se reuniu em frente ao Parlamento para protestar.
Grupos de defesa de liberdades civis criticam a decisão dizendo que a lei é uma das mais intrusivas do mundo e que atividades terroristas “não são facilmente identificadas por serviços de vigilância deste tipo”.
Eles dizem que as pessoas comuns serão as mais prejudicadas pela lei.
“Ao introduzir a legislação, o governo sueco está seguindo exemplos de governos como o da China e da Arábia Saudita e do programa americano altamente criticado que faz escutas por trás das portas”, disse Peter Fleischer, do Google.
Fonte - BBC
Relatório diz que mau tempo vai aumentar
Com mais emissões de gases estufa, a América do Norte experimentará mais secas, calor intenso, temporais e até mesmo mais furacões.
O estudo, feito pela Administração Nacional de Oceano e Atmosfera dos EUA (NOAA, na sigla em inglês), fornece a avaliação mais abrangente da forma como o aquecimento global vem transformando os climas nos EUA e no Canadá nos últimos 50 anos -- e o quanto pode transformar no futuro.
O estudo foi divulgado no momento em que o meio-oeste dos EUA enfrenta as piores inundações já registradas na região. Segundo o relatório da NOAA, as secas e as inundações serão ainda mais freqüentes no futuro em diferentes regiões do país.
Fonte - Opinião e Notícia
O estudo, feito pela Administração Nacional de Oceano e Atmosfera dos EUA (NOAA, na sigla em inglês), fornece a avaliação mais abrangente da forma como o aquecimento global vem transformando os climas nos EUA e no Canadá nos últimos 50 anos -- e o quanto pode transformar no futuro.
O estudo foi divulgado no momento em que o meio-oeste dos EUA enfrenta as piores inundações já registradas na região. Segundo o relatório da NOAA, as secas e as inundações serão ainda mais freqüentes no futuro em diferentes regiões do país.
Fonte - Opinião e Notícia
quinta-feira, 19 de junho de 2008
ONU proíbe que se fale de religião no Conselho de Direitos Humanos
Os oradores ante o Conselho de Direitos Humanos da ONU devem se abster de discutir questões religiosas, segundo uma decisão adotada pelo presidente dessa instância, depois de uma acirrada discussão entre países muçulmanos e ocidentais.
O direito de criticar a sharia (lei muçulmana) e o destino das mulheres nos países que a aplicam gerou uma acalorada discussão na noite de segunda-feira ante o Conselho de Direitos Humanos reunido em Genebra.
A discussão concluiu com uma declaração do presidente do conselho, o embaixador romeno Doru Romulus Costea, que deu a ordem ao representante de duas ONGs de se absterem de qualquer julgamento de valor sobre uma crença ou uma lei religiosa.
As críticas do Egito, Paquistão e Irã caíram sobre um orador que leu uma declaração conjunta das ONGs Associação para a Educação Mundial e União Ética e Humanística Internacional denunciando o apedrejamento de mulheres adúlteras e o casamento de meninas de 9 anos, praticados nos países "que aplicam a sharia".
"O Islã não será crucificado ante este Conselho", exclamou o representante do Egito, Amr Roshdy, que ameaçou solicitar uma votação no Conselho de Direitos Humanos para fazer calar o orador, acusando-o de islamofobia.
O presidente suspendeu então a sessão e, ao retomá-la, leu sua declaração pedindo que os temas religiosos não sejam mencionados.
Fonte - Elnet
Nota DDP:
Por enquanto a proibição será intra muros. Mas certamente se espalhará para um mundo globalizado onde se pretende implantar um governo único, que exige somente uma religião.
O direito de criticar a sharia (lei muçulmana) e o destino das mulheres nos países que a aplicam gerou uma acalorada discussão na noite de segunda-feira ante o Conselho de Direitos Humanos reunido em Genebra.
A discussão concluiu com uma declaração do presidente do conselho, o embaixador romeno Doru Romulus Costea, que deu a ordem ao representante de duas ONGs de se absterem de qualquer julgamento de valor sobre uma crença ou uma lei religiosa.
As críticas do Egito, Paquistão e Irã caíram sobre um orador que leu uma declaração conjunta das ONGs Associação para a Educação Mundial e União Ética e Humanística Internacional denunciando o apedrejamento de mulheres adúlteras e o casamento de meninas de 9 anos, praticados nos países "que aplicam a sharia".
"O Islã não será crucificado ante este Conselho", exclamou o representante do Egito, Amr Roshdy, que ameaçou solicitar uma votação no Conselho de Direitos Humanos para fazer calar o orador, acusando-o de islamofobia.
O presidente suspendeu então a sessão e, ao retomá-la, leu sua declaração pedindo que os temas religiosos não sejam mencionados.
Fonte - Elnet
Nota DDP:
Por enquanto a proibição será intra muros. Mas certamente se espalhará para um mundo globalizado onde se pretende implantar um governo único, que exige somente uma religião.
Gelo no Ártico está derretendo 'mais rápido do que se pensava'
BBC News - O gelo do mar do Ártico está derretendo mais depressa do que no ano passado, apesar de um inverno rigoroso, sugerem dados obtidos pelo US National Snow and Ice Data Center (NSIDC).
Os pesquisadores acreditam que nos próximos meses a calota polar pode encolher atingindo níveis jamais vistos antes, e se a tendência continuar, o mar do Ártico pode ficar sem gelo durante os meses mais quentes num prazo de cinco a dez anos. Eles observam que o gelo que se forma é fino e derrete com facilidade.
O inverno passado foi mais frio do que a média no Ártico, levando a sugestões de que a cobertura de gelo poderia se recuperar, mas os dados obtidos agora indicam o oposto. A retração do gelo também vai permitir que a água absorva mais energia do sol, elevando ainda mais as temperaturas.
Potencialmente isso acelera a perda de gelo da cobertura da Groenlândia, o que poderia elevar o nível dos oceanos. A camada gelada contém água suficiente para elevar este nível em até 7 metros, se derreter totalmente.
Em meados de julho, líderes do G8, grupo formado pelos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia, vão se reunir no Japão para discutir uma resposta política a mudanças climáticas.
...
Fonte - Estadão
Nota DDP:
A ameaça e o clamor por medidas estão a pleno vapor. As soluções é o que nos interessa.
Os pesquisadores acreditam que nos próximos meses a calota polar pode encolher atingindo níveis jamais vistos antes, e se a tendência continuar, o mar do Ártico pode ficar sem gelo durante os meses mais quentes num prazo de cinco a dez anos. Eles observam que o gelo que se forma é fino e derrete com facilidade.
O inverno passado foi mais frio do que a média no Ártico, levando a sugestões de que a cobertura de gelo poderia se recuperar, mas os dados obtidos agora indicam o oposto. A retração do gelo também vai permitir que a água absorva mais energia do sol, elevando ainda mais as temperaturas.
Potencialmente isso acelera a perda de gelo da cobertura da Groenlândia, o que poderia elevar o nível dos oceanos. A camada gelada contém água suficiente para elevar este nível em até 7 metros, se derreter totalmente.
Em meados de julho, líderes do G8, grupo formado pelos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia, vão se reunir no Japão para discutir uma resposta política a mudanças climáticas.
...
Fonte - Estadão
Nota DDP:
A ameaça e o clamor por medidas estão a pleno vapor. As soluções é o que nos interessa.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
«Esta é a hora da Eucaristia»
QUÉBEC, terça-feira, 17 de junho de 2008 (ZENIT.org).- «Esta é a hora da Eucaristia... É a hora de Cristo... Penso que podemos empreender a ‘revolução profunda’, a dos corações e da sociedade». Esta é a mensagem que o Pe. Nicolas Buttet, fundador da Fraternidade «Eucharistein», deseja transmitir ao Congresso Eucarístico Internacional, em Québec, Canadá, do qual participa desde o domingo.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Sempre necessário se lembrar que eucaristia é praticamente um sinônimo de missa dominical.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Sempre necessário se lembrar que eucaristia é praticamente um sinônimo de missa dominical.
O diálogo interreligioso hoje, segundo Bento XVI
...
Na inauguração do meu Pontificado, afirmei que "a Igreja deseja continuar a construir pontes de amizade com os seguidores de todas as religiões, com a finalidade de buscar o bem autêntico de todas as pessoas e da sociedade no seu conjunto" (Discurso aos Delegados das outras Igrejas e Comunidades eclesiais e das outras Tradições religiosas, 25 de Abril de 2005). Através do ministério dos Sucessores de Pedro, inclusivamente da obra realizada pelo Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, e mediante os esforços levados a cabo pelos Ordinários locais e pelo Povo de Deus no mundo inteiro, a Igreja continua a ir ao encontro dos seguidores das diferentes religiões. Deste modo, ela dá expressão daquele desejo de encontro e de colaboração na verdade e na liberdade. Segundo as palavras do meu venerável Predecessor, Papa Paulo VI, a principal responsabilidade da Igreja é o serviço à Verdade "verdade sobre Deus, verdade sobre o homem e o seu destino misterioso e verdade sobre o mundo. Verdade difícil que nós procuramos na Palavra de Deus" (Evangelii nuntiandi,78).
Os seres humanos buscam respostas para algumas questões existenciais fundamentais: qual é a origem e o destino do ser humano? O que é o bem e o mal? O que espera o ser humano no final da sua existência terrena? Todas as pessoas têm o dever natural e a obrigação moral de procurar a verdade. Uma vez que a conhecem, têm o dever de aderir à mesma e de ordenar a sua vida em conformidade com as suas exigências (cf. Nostrae aetate, 1; e Dignitatis humanae, 2).
...
A grande proliferação dos encontros inter-religiosos no mundo inteiro exige um discernimento. A este propósito, observo com prazer que durante estes dias vós reflectistes sobre as orientações pastorais para o diálogo inter-religioso. Desde o Concílio Vaticano II, prestou-se atenção aos elementos espirituais que as diferentes tradições religiosas têm em comum. De muitas formas, isto tem contribuído para lançar pontes de entendimento através das fronteiras religiosas. Compreendo que, durante os vossos debates, considerastes algumas questões de preocupação prática nos relacionamentos inter-religiosos: a identidade dos participantes no diálogo, a educação religiosa nas escolas, a conversão, o proselitismo, a reciprocidade, a liberdade religiosa e o papel dos líderes religiosos na sociedade em geral. Trata-se de questões importantes, às quais os líderes religiosos que vivem e trabalham no meio de sociedades pluralistas devem prestar grande atenção.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Como de costume, saliento que o Vaticano a despeito de demonstrar tanto interesse nas questões ecumênicas, uma prioridade na visão do atual Pontífice, não participa de nenhum organismo para este fim, ou seja, na realidade mantém-se no seu status de "superioridade", que os demais segmentos religiosos curiosamente não contestam.
Na inauguração do meu Pontificado, afirmei que "a Igreja deseja continuar a construir pontes de amizade com os seguidores de todas as religiões, com a finalidade de buscar o bem autêntico de todas as pessoas e da sociedade no seu conjunto" (Discurso aos Delegados das outras Igrejas e Comunidades eclesiais e das outras Tradições religiosas, 25 de Abril de 2005). Através do ministério dos Sucessores de Pedro, inclusivamente da obra realizada pelo Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, e mediante os esforços levados a cabo pelos Ordinários locais e pelo Povo de Deus no mundo inteiro, a Igreja continua a ir ao encontro dos seguidores das diferentes religiões. Deste modo, ela dá expressão daquele desejo de encontro e de colaboração na verdade e na liberdade. Segundo as palavras do meu venerável Predecessor, Papa Paulo VI, a principal responsabilidade da Igreja é o serviço à Verdade "verdade sobre Deus, verdade sobre o homem e o seu destino misterioso e verdade sobre o mundo. Verdade difícil que nós procuramos na Palavra de Deus" (Evangelii nuntiandi,78).
Os seres humanos buscam respostas para algumas questões existenciais fundamentais: qual é a origem e o destino do ser humano? O que é o bem e o mal? O que espera o ser humano no final da sua existência terrena? Todas as pessoas têm o dever natural e a obrigação moral de procurar a verdade. Uma vez que a conhecem, têm o dever de aderir à mesma e de ordenar a sua vida em conformidade com as suas exigências (cf. Nostrae aetate, 1; e Dignitatis humanae, 2).
...
A grande proliferação dos encontros inter-religiosos no mundo inteiro exige um discernimento. A este propósito, observo com prazer que durante estes dias vós reflectistes sobre as orientações pastorais para o diálogo inter-religioso. Desde o Concílio Vaticano II, prestou-se atenção aos elementos espirituais que as diferentes tradições religiosas têm em comum. De muitas formas, isto tem contribuído para lançar pontes de entendimento através das fronteiras religiosas. Compreendo que, durante os vossos debates, considerastes algumas questões de preocupação prática nos relacionamentos inter-religiosos: a identidade dos participantes no diálogo, a educação religiosa nas escolas, a conversão, o proselitismo, a reciprocidade, a liberdade religiosa e o papel dos líderes religiosos na sociedade em geral. Trata-se de questões importantes, às quais os líderes religiosos que vivem e trabalham no meio de sociedades pluralistas devem prestar grande atenção.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Como de costume, saliento que o Vaticano a despeito de demonstrar tanto interesse nas questões ecumênicas, uma prioridade na visão do atual Pontífice, não participa de nenhum organismo para este fim, ou seja, na realidade mantém-se no seu status de "superioridade", que os demais segmentos religiosos curiosamente não contestam.
ECOmenismo - O novo comunismo
Resumo: Em seu livro Blue Planet in Green, o presidente da República tcheca Václav Klaus denuncia que o movimento para “salvar” o meio ambiente foi tomado por ideólogos que defendem o controle total do governo sobre as nossas vidas.
© 2008 MidiaSemMascara.org
Os norte-americanos estão buscando uma liderança neste ano eleitoral e eles a encontraram. Infelizmente, não é um político norte-americano. Václav Klaus, Presidente da República Tcheca, que sobreviveu ao sistema comunista e agora conduz um país emergente da dissolução do império soviético, adverte para uma nova forma de comunismo que está ameaçando a liberdade e o progresso humanos.
Como o ex-presidente Ronald Reagan, que desenvolveu seu conhecimento sobre a ameaça comunista lutando contra os comunistas em Hollywood, Klaus sofreu durante a era comunista na Tchecoslováquia. Por causa da sua experiência, contudo, ele compreendeu como o comunismo ao estilo soviético, que ruiu como império e criou as condições para a emergência da República Tcheca como uma nação livre e independente, nunca morreu de verdade como ideologia e que tem seus admiradores no Ocidente.
Seu livro, Blue Planet in Green Shackles (Planeta Azul, Obstáculos Verdes), publicado pelo Competitive Enterprise Institute, denuncia que o movimento para “salvar” o meio ambiente foi tomado por ideólogos que defendem o controle total do governo sobre as nossas vidas. Ele diz que o ambientalismo pode ser considerado uma forma de comunismo, socialismo ou mesmo fascismo. De qualquer forma que o chamemos, o resultado será a extinção da liberdade humana.
Raízes fascistas
De fato, o livro de Klaus cita o ensaio abalizado “Ideologia Fascista: a Asa Verde do Partido Nazista e seus Antecedentes Históricos”, de Peter Staudenmaier, como um pano de fundo para compreender a mentalidade que conduz à histeria fomentada pela mídia sobre o “aquecimento global” e a alegada necessidade de ação governamental imediata nos níveis nacional e global.
Staudenmaier escreveu que “a incorporação ao movimento Nazista de temas ambientalistas foi um fator crucial para a ascensão deles à popularidade e ao poder estatal”. Ele explicou: “Hitler e Himmler foram ambos vegetarianos radicais e amantes de animais, atraídos pelo misticismo da natureza e pelas curas homeopáticas e firmemente contrários à vivisseção e crueldade com animais. Himmler estabeleceu até mesmo fazendas orgânicas experimentais para o plantio de ervas para propósitos medicinais das SS. E Hitler, por vezes, soava como um verdadeiro utopista Verde, discutindo com autoridade e em detalhes várias formas de fontes de energia renovável (incluindo força hidráulica ambientalmente correta e a produção de gás natural de lodo) como alternativas ao carvão, e declarando ‘a água, os ventos e as marés como a base energética do futuro’”.
Enquanto o engajamento nazista nestas soluções energéticas e de saúde alternativa não as põem em descrédito, os fatos históricos deveriam fazer-nos refletir sobre as motivações daqueles que promovem tais causas no contexto atual. Os ataques às grandes empresas petrolíferas e a pressão por tecnologias energéticas alternativas estão sendo usados como pretexto para um maior controle governamental sobre a economia? As demandas por ação governamental para frear o aquecimento global estão sendo usadas para minar e subverter o capitalismo de livre iniciativa e os direitos de propriedade privada?
Mas enquanto o comunismo foi um sistema ateístico, nota Klaus, o ambientalismo moderno assumiu uma dimensão religiosa e tornou-se uma “religião verde”.
Fascismo liberal
Ao final das considerações de Klaus sobre este assunto em um jantar em Washington D. C. no Competitive Entrerprise Institute (CEI) e por ele patrocinado, o mestre de cerimônias Jonah Goldberg disse que ele gostaria que tivéssemos um Presidente dos EUA que fizesse tal pronunciamento. Tragicamente, Bush e o Senador John McCain, o provável indicado republicano à presidência, caíram no campo – que inclui Barack Obama, Hillary Clinton e a maior parte do Partido Democrata – que quer erodir a liberdade individual em nome da salvação do meio ambiente. É a visão moderna do marxista “de cada um de acordo com suas habilidades, para cada um de acordo com suas necessidades”, excetuando-se que as necessidades do meio ambiente estão agora sendo colocadas acima daquelas das pessoas.
Foi apropriado que Goldberg, que elogiou as considerações de Klaus, tenha escrito o excelente livro Liberal Fascism (Fascismo Liberal), sobre as tendências totalitárias do liberalismo moderno.
Klaus, por seu lado, escreve que “a atitude dos ambientalistas em relação à natureza é análoga à abordagem marxista relacionada à economia. O objetivo em ambos os casos é substituir a evolução livre e espontânea do mundo (e da humanidade) pelo suposto planejamento otimizado central ou – utilizando o adjetivo mais elegante atualmente – global, do desenvolvimento mundial. Tanto como no caso do comunismo, essa abordagem é utópica e levaria a resultados completamente diversos dos pretendidos. Como outras utopias, esta jamais pode se materializar, e os esforços para materializá-la só podem ser dispendidos com restrições à liberdade por meio de imposições de uma pequena e elitizada minoria sobre uma esmagadora maioria”.
Resumidamente, não perderemos apenas a nossa liberdade, mas também o progresso econômico e o avanço humano serão sufocados. E mais pessoas inevitavelmente morrerão. Klaus acrescenta: “nos últimos 150 anos (pelo menos desde Marx), os socialistas têm sido muito eficazes em destruir a liberdade humana sob slogans humanos e compassivos, como ‘preocupando-se com o homem’, ‘assegurando igualdade social’ e ‘promovendo bem-estar social’. Os ambientalistas estão fazendo o mesmo sob slogans igualmente nobres, expressando preocupação com a natureza mais do que com as pessoas (lembremos do motto radical ‘a Terra primeiro’). Em ambos os casos, os slogans foram (e continuam sendo) apenas uma cortina de fumaça. Em ambos os casos, os movimentos foram (e são) exclusivamente sobre poder, da hegemonia dos ‘escolhidos’ (como eles próprios se vêem) sobre o restante, pela imposição da única visão de mundo correta (a deles), para a remodelagem do mundo”.
Num apêndice, Klaus aborda diretamente a pressão popular por um sistema intitulado “cap-and-trade” (limitar-e-negociar), em uma base nacional e global, concedendo a burocratas o poder de decidir as “pegadas de carbono” das pessoas, companhias e nações, e limitando suas emissões de carbono e o uso de energia. Ele chama a proposta de completamente irracional e não-científica e sugere que seja apenas mais uma desculpa para conceder mais poder ao governo.
As forças da liberdade
Na introdução ao livro de Klaus, Fred L. Smith Jr., presidente da CEI, faz uma advertência a respeito da atração que a “classe intelectual” continua a ter pelo “estatismo” ou “coletivismo” que são os outros nomes para as ameaças que encaramos. Hoje, diz Smith, estamos testemunhando uma “guerra cultural contra a liberdade econômica” que requer “vozes pró-liberdade” para evitar escorregar ao totalitarismo. Klaus veio a Washington, D. C. no final de maio para liderar esta campanha. Mas ele retornará à República Tcheca. Várias figuras políticas conservadores dos EUA, incluindo o Ex-presidente Republicano da Câmara de Representantes, Newt Gingrich, estão também tentando parecer “verdes”. Gingrich, por exemplo, aparece num comercial, financiado pela Aliança pela Proteção Climática de Al Gore, com a atual Presidente Democrata da Câmara, Nancy Pelosi, advertindo sobre o aquecimento global. O Observatório Judicial afirma que o comercial é uma violação à lei eleitoral federal e uma contribuição ilegal à campanha de Pelosi. Gingrich tornou-se um advogado do “conservadorismo verde” e propõe agora um “Contrato com a Terra” ao estilo Gore.
Em seu livro, Klaus chama Gore de hipócrita em virtude de seu “próprio consumo desperdiçador de eletricidade” e diz que o ex-vice-presidente não tem interesse em fatos ou documentos para os seus protestos sensacionalistas. A “guerra cultural” sobre a qual Smith adverte pode ser percebida na quase total falta de cobertura que a mídia liberal deu às várias visitas de Klaus a Washington D. C., incluindo o jantar da CEI e no National Press Club (Clube de Imprensa Nacional). Ao invés de tentar refutar os argumentos de uma pessoa que tem um grande conhecimento sobre economia e relações econômicas internacionais, a mídia liberal fez o possível para ignorá-la.
Matéria de capa
Felizmente, o Washington Times destacou suas advertências na primeira página. “Ambientalismo, diz o Presidente Tcheco Václav Klaus, é o novo comunismo, um sistema de comando-e-controle da elite que mata a prosperidade e deveria semelhantemente ser condenado ao monte de cinzas da História”, relatou o jornal na matéria de capa de David R. Sands. “Eu entendo que o aquecimento global é uma religião concebida para suprimir a liberdade humana”, disse Klaus aos editores e aos repórteres no jornal.
Para demonstrar a natureza corajosa da posição que Klaus está assumindo internacionalmente, o livro inclui uma charge de uma pessoa que lembra Klaus sendo queimado na fogueira enquanto três pessoas zombam dele, dizendo: “Então, você acredita em aquecimento agora?”.
Onde estão os líderes políticos americanos que seguirão Klaus tomando uma posição franca em favor da liberdade humana?
Fonte - Mídia sem Máscara
© 2008 MidiaSemMascara.org
Os norte-americanos estão buscando uma liderança neste ano eleitoral e eles a encontraram. Infelizmente, não é um político norte-americano. Václav Klaus, Presidente da República Tcheca, que sobreviveu ao sistema comunista e agora conduz um país emergente da dissolução do império soviético, adverte para uma nova forma de comunismo que está ameaçando a liberdade e o progresso humanos.
Como o ex-presidente Ronald Reagan, que desenvolveu seu conhecimento sobre a ameaça comunista lutando contra os comunistas em Hollywood, Klaus sofreu durante a era comunista na Tchecoslováquia. Por causa da sua experiência, contudo, ele compreendeu como o comunismo ao estilo soviético, que ruiu como império e criou as condições para a emergência da República Tcheca como uma nação livre e independente, nunca morreu de verdade como ideologia e que tem seus admiradores no Ocidente.
Seu livro, Blue Planet in Green Shackles (Planeta Azul, Obstáculos Verdes), publicado pelo Competitive Enterprise Institute, denuncia que o movimento para “salvar” o meio ambiente foi tomado por ideólogos que defendem o controle total do governo sobre as nossas vidas. Ele diz que o ambientalismo pode ser considerado uma forma de comunismo, socialismo ou mesmo fascismo. De qualquer forma que o chamemos, o resultado será a extinção da liberdade humana.
Raízes fascistas
De fato, o livro de Klaus cita o ensaio abalizado “Ideologia Fascista: a Asa Verde do Partido Nazista e seus Antecedentes Históricos”, de Peter Staudenmaier, como um pano de fundo para compreender a mentalidade que conduz à histeria fomentada pela mídia sobre o “aquecimento global” e a alegada necessidade de ação governamental imediata nos níveis nacional e global.
Staudenmaier escreveu que “a incorporação ao movimento Nazista de temas ambientalistas foi um fator crucial para a ascensão deles à popularidade e ao poder estatal”. Ele explicou: “Hitler e Himmler foram ambos vegetarianos radicais e amantes de animais, atraídos pelo misticismo da natureza e pelas curas homeopáticas e firmemente contrários à vivisseção e crueldade com animais. Himmler estabeleceu até mesmo fazendas orgânicas experimentais para o plantio de ervas para propósitos medicinais das SS. E Hitler, por vezes, soava como um verdadeiro utopista Verde, discutindo com autoridade e em detalhes várias formas de fontes de energia renovável (incluindo força hidráulica ambientalmente correta e a produção de gás natural de lodo) como alternativas ao carvão, e declarando ‘a água, os ventos e as marés como a base energética do futuro’”.
Enquanto o engajamento nazista nestas soluções energéticas e de saúde alternativa não as põem em descrédito, os fatos históricos deveriam fazer-nos refletir sobre as motivações daqueles que promovem tais causas no contexto atual. Os ataques às grandes empresas petrolíferas e a pressão por tecnologias energéticas alternativas estão sendo usados como pretexto para um maior controle governamental sobre a economia? As demandas por ação governamental para frear o aquecimento global estão sendo usadas para minar e subverter o capitalismo de livre iniciativa e os direitos de propriedade privada?
Mas enquanto o comunismo foi um sistema ateístico, nota Klaus, o ambientalismo moderno assumiu uma dimensão religiosa e tornou-se uma “religião verde”.
Fascismo liberal
Ao final das considerações de Klaus sobre este assunto em um jantar em Washington D. C. no Competitive Entrerprise Institute (CEI) e por ele patrocinado, o mestre de cerimônias Jonah Goldberg disse que ele gostaria que tivéssemos um Presidente dos EUA que fizesse tal pronunciamento. Tragicamente, Bush e o Senador John McCain, o provável indicado republicano à presidência, caíram no campo – que inclui Barack Obama, Hillary Clinton e a maior parte do Partido Democrata – que quer erodir a liberdade individual em nome da salvação do meio ambiente. É a visão moderna do marxista “de cada um de acordo com suas habilidades, para cada um de acordo com suas necessidades”, excetuando-se que as necessidades do meio ambiente estão agora sendo colocadas acima daquelas das pessoas.
Foi apropriado que Goldberg, que elogiou as considerações de Klaus, tenha escrito o excelente livro Liberal Fascism (Fascismo Liberal), sobre as tendências totalitárias do liberalismo moderno.
Klaus, por seu lado, escreve que “a atitude dos ambientalistas em relação à natureza é análoga à abordagem marxista relacionada à economia. O objetivo em ambos os casos é substituir a evolução livre e espontânea do mundo (e da humanidade) pelo suposto planejamento otimizado central ou – utilizando o adjetivo mais elegante atualmente – global, do desenvolvimento mundial. Tanto como no caso do comunismo, essa abordagem é utópica e levaria a resultados completamente diversos dos pretendidos. Como outras utopias, esta jamais pode se materializar, e os esforços para materializá-la só podem ser dispendidos com restrições à liberdade por meio de imposições de uma pequena e elitizada minoria sobre uma esmagadora maioria”.
Resumidamente, não perderemos apenas a nossa liberdade, mas também o progresso econômico e o avanço humano serão sufocados. E mais pessoas inevitavelmente morrerão. Klaus acrescenta: “nos últimos 150 anos (pelo menos desde Marx), os socialistas têm sido muito eficazes em destruir a liberdade humana sob slogans humanos e compassivos, como ‘preocupando-se com o homem’, ‘assegurando igualdade social’ e ‘promovendo bem-estar social’. Os ambientalistas estão fazendo o mesmo sob slogans igualmente nobres, expressando preocupação com a natureza mais do que com as pessoas (lembremos do motto radical ‘a Terra primeiro’). Em ambos os casos, os slogans foram (e continuam sendo) apenas uma cortina de fumaça. Em ambos os casos, os movimentos foram (e são) exclusivamente sobre poder, da hegemonia dos ‘escolhidos’ (como eles próprios se vêem) sobre o restante, pela imposição da única visão de mundo correta (a deles), para a remodelagem do mundo”.
Num apêndice, Klaus aborda diretamente a pressão popular por um sistema intitulado “cap-and-trade” (limitar-e-negociar), em uma base nacional e global, concedendo a burocratas o poder de decidir as “pegadas de carbono” das pessoas, companhias e nações, e limitando suas emissões de carbono e o uso de energia. Ele chama a proposta de completamente irracional e não-científica e sugere que seja apenas mais uma desculpa para conceder mais poder ao governo.
As forças da liberdade
Na introdução ao livro de Klaus, Fred L. Smith Jr., presidente da CEI, faz uma advertência a respeito da atração que a “classe intelectual” continua a ter pelo “estatismo” ou “coletivismo” que são os outros nomes para as ameaças que encaramos. Hoje, diz Smith, estamos testemunhando uma “guerra cultural contra a liberdade econômica” que requer “vozes pró-liberdade” para evitar escorregar ao totalitarismo. Klaus veio a Washington, D. C. no final de maio para liderar esta campanha. Mas ele retornará à República Tcheca. Várias figuras políticas conservadores dos EUA, incluindo o Ex-presidente Republicano da Câmara de Representantes, Newt Gingrich, estão também tentando parecer “verdes”. Gingrich, por exemplo, aparece num comercial, financiado pela Aliança pela Proteção Climática de Al Gore, com a atual Presidente Democrata da Câmara, Nancy Pelosi, advertindo sobre o aquecimento global. O Observatório Judicial afirma que o comercial é uma violação à lei eleitoral federal e uma contribuição ilegal à campanha de Pelosi. Gingrich tornou-se um advogado do “conservadorismo verde” e propõe agora um “Contrato com a Terra” ao estilo Gore.
Em seu livro, Klaus chama Gore de hipócrita em virtude de seu “próprio consumo desperdiçador de eletricidade” e diz que o ex-vice-presidente não tem interesse em fatos ou documentos para os seus protestos sensacionalistas. A “guerra cultural” sobre a qual Smith adverte pode ser percebida na quase total falta de cobertura que a mídia liberal deu às várias visitas de Klaus a Washington D. C., incluindo o jantar da CEI e no National Press Club (Clube de Imprensa Nacional). Ao invés de tentar refutar os argumentos de uma pessoa que tem um grande conhecimento sobre economia e relações econômicas internacionais, a mídia liberal fez o possível para ignorá-la.
Matéria de capa
Felizmente, o Washington Times destacou suas advertências na primeira página. “Ambientalismo, diz o Presidente Tcheco Václav Klaus, é o novo comunismo, um sistema de comando-e-controle da elite que mata a prosperidade e deveria semelhantemente ser condenado ao monte de cinzas da História”, relatou o jornal na matéria de capa de David R. Sands. “Eu entendo que o aquecimento global é uma religião concebida para suprimir a liberdade humana”, disse Klaus aos editores e aos repórteres no jornal.
Para demonstrar a natureza corajosa da posição que Klaus está assumindo internacionalmente, o livro inclui uma charge de uma pessoa que lembra Klaus sendo queimado na fogueira enquanto três pessoas zombam dele, dizendo: “Então, você acredita em aquecimento agora?”.
Onde estão os líderes políticos americanos que seguirão Klaus tomando uma posição franca em favor da liberdade humana?
Fonte - Mídia sem Máscara
terça-feira, 17 de junho de 2008
Preços da gasolina poderiam cortar a semana laboral

O aumento dos preços da gasolina podem ter uma consequência inesperada: uma redução da semana laboral.
Muitas empresas estaduninenses estão considerando a possibilidade de estabelecer uma semana laboral de quatro dias, com turnos de dez horas, para reduzir os custos de transporte de seus empregados. Outra possibilidade em estudo é permitir que trabalhem desde suas casas.
O presidente da câmara baixa do estado da Georgia, Glenn Richardson, decidiu permitir que seus empregados trabalhem desde sua casa um dia por semana.
...
Fonte - ElNuevoHerald.com
Nota DDP:
Hoje o preço da gasolina, amanhã outras justificativas. A verdade é que se aproxima o dia que serão adotadas medidas globais neste sentido, a cada dia que passa a questão se estabelece com mais clareza.
Al Gore rompe silêncio e anuncia apoio a Obama

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos e Prêmio Nobel da paz, Al Gore, anunciou em uma mensagem em seu blog que irá apoiar a candidatura de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos, encerrando meses de silêncio do político democrata.
Gore havia se mantido distante do processo eleitoral até o momento, não tendo manifestado preferência por nenhum dos candidatos democratas durante a disputa das prévias.
O anúncio público do apoio foi feito nesta segunda-feira em um comício de Obama em Detroit, no Estado de Michigan.
''De agora até a o dia da eleição, pretendo fazer de tudo para garantir que ele seja eleito o próximo presidente dos Estados Unidos'', afirmou Gore em seu blog. ...
A imprensa americana vem especulando que Gore poderia ser candidato a vice em uma chapa comandada por Obama.
Fonte - BBC
O queridinho da elite global
Resumo: Barack Obama é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele.
...
As diferenças específicas do sr. Barack Obama são as seguintes:
1 . Desde William Z. Foster e Earl Browder, que na década de 40 concorreram pelo Partido Comunista e tiveram votações irrisórias, Obama é o esquerdista mais radical que já se apresentou a uma eleição presidencial americana.
2 . Ele apóia todas as medidas globalistas voltadas à destruição da soberania americana. Os círculos globalistas devolvem a gentileza, financiando-o generosamente.
3 . Ele é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, sendo menos uma pessoa historicamente identificável do que um amálgama de lendas e subterfúgios capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele. É, em toda a extensão do termo, uma figura construída, um fantoche.
4 . Ele é o primeiro candidato presidencial americano que jamais teve um emprego produtivo. Só trabalhou como ativista. É um comedor de subsídios por natureza, e não espanta que seu programa de governo consista essencialmente de quatro coisas: aumentar impostos, elevar as despesas estatais até às alturas da catástrofe pura e simples, estrangular a indústria americana por meio de mais leis restritivas e bloquear sob lindos pretextos ecológicos a exploração de petróleo, tornando os EUA ainda mais dependentes da OPEC.
5 . O círculo de proteção erigido em torno dele pela grande mídia é tão sólido que mesmo sucessivamente desmascarado pelas mentiras tolas que profere e pela revelação de suas ligações com toda sorte de terroristas e vigaristas, ele continua sendo tratado como alma pura e santa. Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta.
...
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
É realmente singular pensar que todos os cenários possíveis da próxima eleição americana possuam um vislumbre profético assemelhado.
Obama isoladamente, como assinalado no texto do MSM está ligado a interesses da elite global e, co-ligado tanto a Hillary, como nesta nova possibilidade com Gore, remontaria o mesmíssimo papel, potencializando nuances de conspiração com a primeira (especula-se que ela em algum momento poderia ascender ao poder), ou com o segundo (o chamado ECOmenismo).
Já em relação a McCain teríamos talvez mais do mesmo e, esta aproximação de Bush explícita com o Vaticano, bem como a dependência do eleitorado católico americano para eleger-se, como já considerado neste espaço, poderia acabar por colocar o governo americano de joelhos aos interesses romanos.
Enfim, como afirmei de início, tanto um quanto outro cenário possivelmente nos reservará grandes avanços no cumprimento do quadro profético esperado.
Gore havia se mantido distante do processo eleitoral até o momento, não tendo manifestado preferência por nenhum dos candidatos democratas durante a disputa das prévias.
O anúncio público do apoio foi feito nesta segunda-feira em um comício de Obama em Detroit, no Estado de Michigan.
''De agora até a o dia da eleição, pretendo fazer de tudo para garantir que ele seja eleito o próximo presidente dos Estados Unidos'', afirmou Gore em seu blog. ...
A imprensa americana vem especulando que Gore poderia ser candidato a vice em uma chapa comandada por Obama.
Fonte - BBC
O queridinho da elite global
Resumo: Barack Obama é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele.
...
As diferenças específicas do sr. Barack Obama são as seguintes:
1 . Desde William Z. Foster e Earl Browder, que na década de 40 concorreram pelo Partido Comunista e tiveram votações irrisórias, Obama é o esquerdista mais radical que já se apresentou a uma eleição presidencial americana.
2 . Ele apóia todas as medidas globalistas voltadas à destruição da soberania americana. Os círculos globalistas devolvem a gentileza, financiando-o generosamente.
3 . Ele é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, sendo menos uma pessoa historicamente identificável do que um amálgama de lendas e subterfúgios capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele. É, em toda a extensão do termo, uma figura construída, um fantoche.
4 . Ele é o primeiro candidato presidencial americano que jamais teve um emprego produtivo. Só trabalhou como ativista. É um comedor de subsídios por natureza, e não espanta que seu programa de governo consista essencialmente de quatro coisas: aumentar impostos, elevar as despesas estatais até às alturas da catástrofe pura e simples, estrangular a indústria americana por meio de mais leis restritivas e bloquear sob lindos pretextos ecológicos a exploração de petróleo, tornando os EUA ainda mais dependentes da OPEC.
5 . O círculo de proteção erigido em torno dele pela grande mídia é tão sólido que mesmo sucessivamente desmascarado pelas mentiras tolas que profere e pela revelação de suas ligações com toda sorte de terroristas e vigaristas, ele continua sendo tratado como alma pura e santa. Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta.
...
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
É realmente singular pensar que todos os cenários possíveis da próxima eleição americana possuam um vislumbre profético assemelhado.
Obama isoladamente, como assinalado no texto do MSM está ligado a interesses da elite global e, co-ligado tanto a Hillary, como nesta nova possibilidade com Gore, remontaria o mesmíssimo papel, potencializando nuances de conspiração com a primeira (especula-se que ela em algum momento poderia ascender ao poder), ou com o segundo (o chamado ECOmenismo).
Já em relação a McCain teríamos talvez mais do mesmo e, esta aproximação de Bush explícita com o Vaticano, bem como a dependência do eleitorado católico americano para eleger-se, como já considerado neste espaço, poderia acabar por colocar o governo americano de joelhos aos interesses romanos.
Enfim, como afirmei de início, tanto um quanto outro cenário possivelmente nos reservará grandes avanços no cumprimento do quadro profético esperado.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Bento XVI recupera a comunhão de joelhos
Depois de recuperar a missa tridentina em latim, o Papa Bento XVI deu neste domingo mais um passo para a restauração dos antigos hábitos litúrgicos, dando a comunhão aos fiéis ajoelhados, uma prática em desuso nos últimos 40 anos.
A recuperação aconteceu durante uma missa ao ar livre oficiada pelo Papa em Brindisi (sul da Itália) diante de 60.000 pessoas.
Bento XVI já havia feito o mesmo na última missa pública que havia celebrado, no dia 22 de maio na igreja de São João de Latrão en Roma, mas o acontecimento teve menos repercussão porque o público era menos numeroso.
A partir de agora, os fiéis escolhidos para receber a comunnhão do Papa devem se ajoelhar diante do Sumo Pontífice em um reclinatório y receber a hóstia diretamente na boca.
Depois da reforma litúrgica do concílio Vaticano II (1962-65), a prática corrente era que os fiéis recebessem a hóstia (um pedaço de pão sem lêvedo que representa o "corpo de Cristo") de pé e nas mãos, para ques eles mesmo a levassem à boca.
Também podiam recebê-la na boca, mas de pé. A genuflexão nunca esteve proibida, mas ficou reservada às paróquias mais tradicionalistas.
Deste modo, Bento XVI quer dar exemplo ao clero.
"Nós, os cristãos, nos ajoelhamos apenas diante do Santíssimo Sacramento (a hóstia) porque, nele, sabemos e acreditamos estar na presença do único e verdadeiro Deus", disse em 22 de maio.
"Estou convencido da urgência de dar novamente a hóstia diretamente na boca aos fiéis, sem que a toquem, e de voltar à genuflexão no momento da comunnhão como sinal de respeito", acrescentou.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
O retorno ao passado é cada vez mais vigoroso. As fogueiras voltarão a se acender.
A recuperação aconteceu durante uma missa ao ar livre oficiada pelo Papa em Brindisi (sul da Itália) diante de 60.000 pessoas.
Bento XVI já havia feito o mesmo na última missa pública que havia celebrado, no dia 22 de maio na igreja de São João de Latrão en Roma, mas o acontecimento teve menos repercussão porque o público era menos numeroso.
A partir de agora, os fiéis escolhidos para receber a comunnhão do Papa devem se ajoelhar diante do Sumo Pontífice em um reclinatório y receber a hóstia diretamente na boca.
Depois da reforma litúrgica do concílio Vaticano II (1962-65), a prática corrente era que os fiéis recebessem a hóstia (um pedaço de pão sem lêvedo que representa o "corpo de Cristo") de pé e nas mãos, para ques eles mesmo a levassem à boca.
Também podiam recebê-la na boca, mas de pé. A genuflexão nunca esteve proibida, mas ficou reservada às paróquias mais tradicionalistas.
Deste modo, Bento XVI quer dar exemplo ao clero.
"Nós, os cristãos, nos ajoelhamos apenas diante do Santíssimo Sacramento (a hóstia) porque, nele, sabemos e acreditamos estar na presença do único e verdadeiro Deus", disse em 22 de maio.
"Estou convencido da urgência de dar novamente a hóstia diretamente na boca aos fiéis, sem que a toquem, e de voltar à genuflexão no momento da comunnhão como sinal de respeito", acrescentou.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
O retorno ao passado é cada vez mais vigoroso. As fogueiras voltarão a se acender.
«Não» da Irlanda é um sinal para a Europa, diz o Vaticano
O voto negativo da Irlanda no referendo ao Tratado de Lisboa deve ser entendido pelos líderes europeus como um sinal a “ter em conta”, afirma o observador permanente da Santa Sé no Conselho da Europa, D. Aldo Giordano, o qual remete para os políticos o juízo sobre este resultado.
Em entrevista à Rádio Vaticano, D. Giordano defende que “a Europa deve reencontrar os seus fundamentos, as suas raízes, deve encontrar o fundamento dos valores”.
“A Europa tem necessidade de um ideal, de uma visão, de uma ideia. Hoje não chega uma retórica vazia de valores: não podemos dizer que a Europa está comprometida em favor da dignidade humana, é preciso ver em concreto o que significa dignidade humana, onde está o seu fundamento”.
A Igreja, indica este responsável, está interessada “na Europa da história, da cultura, a Europa que hoje sabe estar em confronto com o mundo”, e avalia de forma positiva “tudo o que possa contribuir para uma maior estabilidade e unidade da Europa”.
O tema foi retomado pela edição de Domingo do jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano”, que intitulava “Mais incerto o futuro da União Europeia”.
“O destino da UE volta a ser dominado pela incerteza após a crise institucional desencadeada pelo voto contrário da Irlanda no referendo sobre o Tratado de Lisboa. De momento, ninguém está em situação de dizer o que acontecerá no futuro”, referia o jornal.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Parece questão de tempo para que a unificação da Europa passe a depender de acertamento ideológico/religioso. Como já assinalado pelo Vaticano recentemente, a Europa precisa encontrar as suas raízes no cristianismo, sendo esta há muito a intenção de Roma, inclusive para que se considere tal condição em uma constituição unificadora. As tentativas finais de nova união do continente europeu aponta para a proximidade dos últimos eventos desta terra.
Em entrevista à Rádio Vaticano, D. Giordano defende que “a Europa deve reencontrar os seus fundamentos, as suas raízes, deve encontrar o fundamento dos valores”.
“A Europa tem necessidade de um ideal, de uma visão, de uma ideia. Hoje não chega uma retórica vazia de valores: não podemos dizer que a Europa está comprometida em favor da dignidade humana, é preciso ver em concreto o que significa dignidade humana, onde está o seu fundamento”.
A Igreja, indica este responsável, está interessada “na Europa da história, da cultura, a Europa que hoje sabe estar em confronto com o mundo”, e avalia de forma positiva “tudo o que possa contribuir para uma maior estabilidade e unidade da Europa”.
O tema foi retomado pela edição de Domingo do jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano”, que intitulava “Mais incerto o futuro da União Europeia”.
“O destino da UE volta a ser dominado pela incerteza após a crise institucional desencadeada pelo voto contrário da Irlanda no referendo sobre o Tratado de Lisboa. De momento, ninguém está em situação de dizer o que acontecerá no futuro”, referia o jornal.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Parece questão de tempo para que a unificação da Europa passe a depender de acertamento ideológico/religioso. Como já assinalado pelo Vaticano recentemente, a Europa precisa encontrar as suas raízes no cristianismo, sendo esta há muito a intenção de Roma, inclusive para que se considere tal condição em uma constituição unificadora. As tentativas finais de nova união do continente europeu aponta para a proximidade dos últimos eventos desta terra.
Assinar:
Postagens (Atom)