Londres, 31 ago (EFE).- Após obter dados sobre os processos de degelo mais recentes no Pólo Norte, há 9.000 e 7.600 anos, os cientistas temem que o aumento do nível do mar como conseqüência da mudança climática seja maior do que o estimado.
Em artigo publicado na revista britânica "Nature Geoscience", pesquisadores da Universidade de Wisconsin (EUA) explicam as causas e conseqüências da rápida fusão dos enormes camadas de gelo de Laurentide, uma região situada no atual Canadá e norte dos Estados Unidos.
A causa deste rápido degelo, que aconteceu em dois períodos no começo do Holoceno - atual época do quaternário, que começou há mais de 11.700 anos -, foi o aumento das temperaturas de verão e da radiação solar.
A fusão desta grande massa de gelo em dois períodos separados por 1.400 anos, fez com que o nível do mar aumentasse 0,7 e 1,3 centímetros por ano em um e outro processo.
A equipe de pesquisadores liderada por Anders Carlson chegou a estas conclusões após fazer uma reconstrução destes degelos a partir de evidências marinhas e terrestres.
A radiação solar que chegava à superfície terrestre era duas vezes mais intensa naquela época que a que, segundo os cientistas, causará o efeito estufa no ano 2100.
No entanto, advertem que o aumento da temperatura que aconteceu então é similar à registrada na Groenlândia nas últimas décadas.
Por isso, consideram que o aumento do nível do mar poderia ser muito maior do que o previsto até agora.
Fonte - Yahoo
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
EUA: estado intervencionista
NOTA: Na edição de ontem, a FOLHA reproduziu a matéria de Robert Kagan publicada recentemente no Washington Post, no qual afirma: "Os Estados Unidos devem 'liderar o mundo na batalha contra os males imediatos e na promoção do bem último'. Com essas palavras, Barack Obama pôs fim à idéia de que o suposto idealismo exuberante e a soberba 'americanocêntrica' dos anos Bush estariam prestes a abrir caminho para um realismo novo, uma visão mais restrita e modesta dos interesses , capacidades e responsabilidades dos EUA". Parece que qualquer um dos candidatos a presidente que seja eleito nos EUA não trará grandes mudanças ao cenário político mundial. Tão somente aprofundará o plano da Nova Ordem Mundial, o "bem último" de que falou Obama na matéria acima. Puro coletivismo...Fonte - Minuto Profético
Terremoto matou 32 e feriu 467 na China

Pelo menos 32 pessoas morreram e 467 ficaram feridas em um terremoto que atingiu o sudoeste da China no sábado, de acordo com informações da imprensa oficial chinesa.
O tremor de 6,1 graus na escala Richter abalou as províncias de Sichuan e Yunnan às 16h30 de sábado (3h30 no horário de Brasília).
Segundo a agência estatal de notícias Xinhua, os esforços de resgate estão sendo prejudicados pela chuva intensa que cai no local.
A imprensa oficial fala em mais de 250 mil casas danificadas ou destruídas pelo terremoto, com várias pessoas soterradas.
Mais de 150 mil pessoas tiveram de deixar suas casas. A rede de TV estatal CCTV mostrou várias pessoas – inclusive crianças e idosos – dormindo em cima de sacos de plástico no pátio de uma escola em Panzhihua.
"Moradores locais foram para as ruas. Rachaduras apareceram nas paredes das casas e muitas janelas se quebraram", disse uma das autoridades locais.
Tremores secundários continuaram no domingo. Um deles mediu 5,6 na escala Richter.
Parte das regiões atingidas está sem comunicação, o que dificulta a avaliação completa dos danos.
A província de Sichuan ainda está passando por trabalhos de reconstrução, depois que um terremoto no dia 12 de maio deste ano deixou mais de cinco milhões de desabrigados.
Fonte - BBC
Grã-Bretanha tem pior crise em 60 anos

A Grã-Bretanha enfrenta a sua pior crise econômica dos últimos 60 anos, admitiu o ministro da Fazenda, Alistair Darling, em entrevista na edição deste sábado do jornal britânico The Guardian.
Segundo Darling, esta crise econômica poderá ser "mais profunda e duradoura" do que a maioria das pessoas temia e é a pior desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
...
Fonte - BBC
Segundo Darling, esta crise econômica poderá ser "mais profunda e duradoura" do que a maioria das pessoas temia e é a pior desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
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Fonte - BBC
Americanos deixam Louisiana para se proteger de Gustav

Cerca de dois milhões de pessoas deixaram a costa da Louisiana, nos Estados Unidos, para se proteger do furacão Gustav, que deverá chegar à costa americana nesta segunda-feira.
Em Nova Orleans, longas filas de carro se formaram na estradas depois que o prefeito da cidade, Ray Nagin, determinou a evacuação obrigatória da cidade, de 239 mil habitantes.
As autoridades locais ajudam os que não têm como deixar a cidade por conta própria. Segundo a agência de notícias Reuters, apenas 10 mil pessoas teriam ficado na cidade.
Gustav trouxe de volta as memórias do furacão Katrina, em 2005, quando 80% de Nova Orleans ficou embaixo d'água. Cerca de 1,5 mil pessoas morreram e os prejuízos causadas foram estimados em US$ 80 bilhões.
Desta vez, a indústria do petróleo da região fechou quase todas as plataformas e refinarias próximas à rota do furacão.
...
Fonte - BBC
Em Nova Orleans, longas filas de carro se formaram na estradas depois que o prefeito da cidade, Ray Nagin, determinou a evacuação obrigatória da cidade, de 239 mil habitantes.
As autoridades locais ajudam os que não têm como deixar a cidade por conta própria. Segundo a agência de notícias Reuters, apenas 10 mil pessoas teriam ficado na cidade.
Gustav trouxe de volta as memórias do furacão Katrina, em 2005, quando 80% de Nova Orleans ficou embaixo d'água. Cerca de 1,5 mil pessoas morreram e os prejuízos causadas foram estimados em US$ 80 bilhões.
Desta vez, a indústria do petróleo da região fechou quase todas as plataformas e refinarias próximas à rota do furacão.
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Fonte - BBC
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
«Sobriedade para habitar a terra»
Segunda-feira, 1 de Setembro, celebra-se a 3ª Jornada para a Salvaguarda da Criação. Tem como tema: "Uma nova sobriedade para habitar a terra"
A Comissão episcopal para os Problemas Sociais e Trabalho, Justiça e Paz, e a Comissão para o Ecumenismo e Diálogo, de Itália, redigiram uma mensagem para assinalar a celebração. “Hoje a terra está ameaçada por uma degradação ambiental muito vasta”, escrevem os bispos.
E acrescentam: “Estamos conscientes que tal situação depende de numerosos factores históricos e culturais. Todavia está indiscutivelmente ligada a comportamentos e estilos de vida já típicos dos países industrializados e que gradualmente se vão difundindo noutras áreas”. Pelo que os bispos convidam a “uma conversão ecológica”.
Segundo os prelados italianos, “uma renovação eficaz das práticas – pessoais, familiares e comunitárias – não poderá realizar-se” sem uma verdadeira e própria “conversão ecológica”. Isto significa sem um olhar renovado sobre as nossas existências e sobre os bens que as caracterizam”.
Fonte - Fátima Missionária
[Pesquisa: Blog Resta Uma Esperança]
Nota DDP:
A questão já foi exaustivamente tratada neste espaço, com suas implicações de cunho político-religioso. A leitura de "Nós quem, cara pálida?" torna-se obrigatória sobre como esta questão certamente afetará nossas vidas no que concerne às liberdades individuais e, como isso se derá, pode ser vislumbrado em "Defesa do meio ambiente supõe uma mudança moral, diz o Papa"
A Comissão episcopal para os Problemas Sociais e Trabalho, Justiça e Paz, e a Comissão para o Ecumenismo e Diálogo, de Itália, redigiram uma mensagem para assinalar a celebração. “Hoje a terra está ameaçada por uma degradação ambiental muito vasta”, escrevem os bispos.
E acrescentam: “Estamos conscientes que tal situação depende de numerosos factores históricos e culturais. Todavia está indiscutivelmente ligada a comportamentos e estilos de vida já típicos dos países industrializados e que gradualmente se vão difundindo noutras áreas”. Pelo que os bispos convidam a “uma conversão ecológica”.
Segundo os prelados italianos, “uma renovação eficaz das práticas – pessoais, familiares e comunitárias – não poderá realizar-se” sem uma verdadeira e própria “conversão ecológica”. Isto significa sem um olhar renovado sobre as nossas existências e sobre os bens que as caracterizam”.
Fonte - Fátima Missionária
[Pesquisa: Blog Resta Uma Esperança]
Nota DDP:
A questão já foi exaustivamente tratada neste espaço, com suas implicações de cunho político-religioso. A leitura de "Nós quem, cara pálida?" torna-se obrigatória sobre como esta questão certamente afetará nossas vidas no que concerne às liberdades individuais e, como isso se derá, pode ser vislumbrado em "Defesa do meio ambiente supõe uma mudança moral, diz o Papa"
A tempestade perfeita de uma recessão global
É cada vez maior a probabilidade de a economia a nível mundial e não apenas os Estados Unidos viver uma grave recessão. Os recentes desenvolvimentos sugerem que todas as economias do G7 estão já em recessão ou perto de mergulhar nela. Outras economias avançadas ou mercados emergentes (a restante Zona Euro, Nova Zelândia, Islândia, Estónia, Letónia e algumas economias do Sudeste da Europa) estão, também, prestes a cair numa forte recessão.
Quando isso acontecer, registar-se-á um forte abrandamento do crescimento nos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) e em outros mercados emergentes.
...
Esta recessão dos países do G7 vai levar a uma forte desaceleração do crescimento nos mercados emergentes e poderá arrastar as economias de todo o mundo para uma recessão. As economias que estão dependentes das exportações para os Estados Unidos e para a Europa e que apresentam fortes excedentes das suas contas correntes (China, grande parte da Ásia e a maioria dos restantes mercados emergentes) vão ser penalizadas com a recessão no G7.
...
Sem dúvida, todos os bancos centrais do G7 estão preocupados com o aumento temporário da inflação geral e todos ameaçam subir as taxas de juro. No entanto, o risco de uma grave recessão – e de uma grave crise bancária e financeira – acabará por obrigar todos os bancos centrais do G7 a cortarem as taxas de juro. O problema é que, especialmente fora dos Estados Unidos, esta flexibilização monetária só acontecerá quando a recessão no G7 e a nível global já estiver bastante entrincheirada. Assim, a resposta política terá pouca força e surgirá demasiado tarde para evitar essa situação.
Fonte - Jornal de Negócios
[Pesquisa: Blog Resta Uma Esperança]
“Sob a liderança de Satanás, há homens hoje em dia que estão fazendo tudo o que podem para mergulhar o mundo num conflito comercial. Assim, Satanás está procurando suscitar um estado de coisas que fará com que o mundo se torne incivilizado. Ele deseja ver a realização de coisas estranhas que Deus, O qual é demasiado sábio para errar, não ordenou. ... ... No futuro ocorrerão coisas estranhas. Digo isso para não se surpreendam quando acontecer.” (Este Dia Com Deus, pág. 307)
Quando isso acontecer, registar-se-á um forte abrandamento do crescimento nos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) e em outros mercados emergentes.
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Esta recessão dos países do G7 vai levar a uma forte desaceleração do crescimento nos mercados emergentes e poderá arrastar as economias de todo o mundo para uma recessão. As economias que estão dependentes das exportações para os Estados Unidos e para a Europa e que apresentam fortes excedentes das suas contas correntes (China, grande parte da Ásia e a maioria dos restantes mercados emergentes) vão ser penalizadas com a recessão no G7.
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Sem dúvida, todos os bancos centrais do G7 estão preocupados com o aumento temporário da inflação geral e todos ameaçam subir as taxas de juro. No entanto, o risco de uma grave recessão – e de uma grave crise bancária e financeira – acabará por obrigar todos os bancos centrais do G7 a cortarem as taxas de juro. O problema é que, especialmente fora dos Estados Unidos, esta flexibilização monetária só acontecerá quando a recessão no G7 e a nível global já estiver bastante entrincheirada. Assim, a resposta política terá pouca força e surgirá demasiado tarde para evitar essa situação.
Fonte - Jornal de Negócios
[Pesquisa: Blog Resta Uma Esperança]
“Sob a liderança de Satanás, há homens hoje em dia que estão fazendo tudo o que podem para mergulhar o mundo num conflito comercial. Assim, Satanás está procurando suscitar um estado de coisas que fará com que o mundo se torne incivilizado. Ele deseja ver a realização de coisas estranhas que Deus, O qual é demasiado sábio para errar, não ordenou. ... ... No futuro ocorrerão coisas estranhas. Digo isso para não se surpreendam quando acontecer.” (Este Dia Com Deus, pág. 307)
Nós quem, cara pálida?
A pergunta decisiva do índio Tonto, que de tonto não tinha nada, vem irresistivelmente à minha memória sempre que me vejo exposto àquela retórica global e retumbante, tão usual hoje em dia, que, tomando da palavra na primeira pessoa do plural, fala em nome da platéia universal sem ter-lhe pedido a mínima autorização para isso.
...
Vejam por exemplo esta definição da “tarefa do jornalismo”, produzida por Washington Novaes e encarregada de inspirar o painel sobre “Imprensa”:
“Sem ampliar o acesso à informação, a sociedade não terá como construir formatos de viver ‘sustentáveis’, que enfrentem as duas grandes questões do nosso tempo: mudanças climáticas e padrões de produção e consumo insustentáveis, incompatíveis com a capacidade de reposição da biosfera planetária... É preciso ver quais são ou serão os impactos; como evitá-los ou minimizá-los; como atribuir os custos a quem os gera. Essa é a tarefa do jornalismo.”
Traduzido do seu estilo alusivo e escorregadio para o português claro, o parágrafo diz o seguinte:
1) O clima da Terra está mudando catastroficamente por culpa da ação humana.
2) O principal vilão é o maldito capitalismo americano (“padrões de produção e consumo insustentáveis”).
3) A solução é, naturalmente, o imposto global obamiano (“atribuir os custos a quem os gera”), que estrangulará a economia americana e, mediante mera decisão burocrática, transferirá o poder dos EUA para o governo mundial instalado na ONU.
4) A tarefa do jornalismo consiste em lutar para que isso aconteça.
É uma maravilha. A maneira mais óbvia e tradicional de sonegar uma informação é fazer de conta que ela não existe e saltar direto para a conclusão que ela impugna, fingindo que essa conclusão jamais foi contestada por ninguém. Washington Novaes só inova ao dizer que isso é “ampliar o acesso à informação”. Normalmente, onde há uma questão controversa, cabe aos jornalistas informar ao público a substância das opiniões em confronto, para que ele as julgue por si. Para Washington Novaes, ampliar o acesso à informação consiste em dar sumiço à controvérsia, fazendo como se uma das idéias imperasse sozinha sobre o horizonte do pensamento humano. Por mais que Novaes aprecie a explicação do aquecimento global inventada pelo IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), resta o fato incontornável de que ela foi subscrita por 2.500 indivíduos, muitos deles meros funcionários da ONU alheios a estudos climatológicos, e imediatamente rebatida por um abaixo-assinado de 17.000 cientistas de profissão, em nada se assemelhando portanto a um consenso científico universal, diante do qual não restasse aos jornalistas senão sacramentá-lo com um unânime e altissonante “Amém”.
Pelo menos dois documentários ilustram o que estou dizendo: “The Great Global Warming Swindle” (“A Grande Patifaria do Aquecimento Global”), produzido pelo Canal 4 da TV inglesa, e “Global Warming or Global Governance?” (“Aquecimento Global ou Governança Global?”), da Sovereignity International. Em ambos a tese da origem humana do aquecimento global é não só contestada, mas denunciada como uma fraude proposital. Uma das provas mais eloqüentes é que o ex-presidente americano Al Gore exibe por toda parte um gráfico da evolução comparativa das emissões de CO2 e do aumento da temperatura global ao longo de 400 mil anos, daí concluindo triunfalmente que o primeiro desses fenômenos causa o segundo. Toda a credibilidade dessa conclusão advém de um pequeno detalhe: Gore mostra as duas curvas separadamente. Quando as superpomos, verificamos que as elevações de temperatura não se seguem aos aumentos emissões de CO2, mas os antecedem. O espertinho simplesmente trocou a causa pelo efeito.
Esconder a controvérsia e ao mesmo tempo fazer-se de bem intencionado apóstolo da “ampliação do acesso à informação” é trapaça, evidentemente. Mas as fraudes cientificas seriam impotentes se não secundadas pelas fraudes jornalísticas que lhes dão credibilidade popular. Essa é a missão do jornalismo segundo Washington Novaes.
Mas ele não está sozinho nisso. Outra frase inspiradora, no site do seminário [Veja], vem do economista Sérgio Besserman Viana:
"O desenvolvimento atual não é sustentável. As próximas décadas serão de profundas transformações econômicas, sociais, políticas e no pensamento humano, tendo como eixo a construção da sustentabilidade nas relações da humanidade com os limites do planeta.”
Al Gore não diria isso melhor. A quarentona Veja, ao mesmo tempo que desanca o comunismo na educação, parece ter subscrito alegremente o programa do burocratismo ecológico global, o qual nada mais é senão um upgrade pós-soviético do bom e velho plano comunista do Estado mundial controlador de tudo.
Lembro-me de, nos anos 70, ter lido numa revista cultural brasileira um ensaio de Jack Jones com o título “O conservacionismo, uma ideologia pós-marxista?” Naquela época, em que o ecologismo ainda atendia pelo nome de “conservacionismo”, essa transmutação do comunismo já era nítida para qualquer estudioso atento. Entre os atuais “formadores de opinião” no Brasil, ela ainda continua invisível ao ponto de que a mera sugestão da sua existência é repelida como “teoria da conspiração” – objeção ao alcance de qualquer cérebro atrofiado ao qual tenha chegado notícia de um filme com esse título.
...
Fonte - Olavo de Carvalho
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Vejam por exemplo esta definição da “tarefa do jornalismo”, produzida por Washington Novaes e encarregada de inspirar o painel sobre “Imprensa”:
“Sem ampliar o acesso à informação, a sociedade não terá como construir formatos de viver ‘sustentáveis’, que enfrentem as duas grandes questões do nosso tempo: mudanças climáticas e padrões de produção e consumo insustentáveis, incompatíveis com a capacidade de reposição da biosfera planetária... É preciso ver quais são ou serão os impactos; como evitá-los ou minimizá-los; como atribuir os custos a quem os gera. Essa é a tarefa do jornalismo.”
Traduzido do seu estilo alusivo e escorregadio para o português claro, o parágrafo diz o seguinte:
1) O clima da Terra está mudando catastroficamente por culpa da ação humana.
2) O principal vilão é o maldito capitalismo americano (“padrões de produção e consumo insustentáveis”).
3) A solução é, naturalmente, o imposto global obamiano (“atribuir os custos a quem os gera”), que estrangulará a economia americana e, mediante mera decisão burocrática, transferirá o poder dos EUA para o governo mundial instalado na ONU.
4) A tarefa do jornalismo consiste em lutar para que isso aconteça.
É uma maravilha. A maneira mais óbvia e tradicional de sonegar uma informação é fazer de conta que ela não existe e saltar direto para a conclusão que ela impugna, fingindo que essa conclusão jamais foi contestada por ninguém. Washington Novaes só inova ao dizer que isso é “ampliar o acesso à informação”. Normalmente, onde há uma questão controversa, cabe aos jornalistas informar ao público a substância das opiniões em confronto, para que ele as julgue por si. Para Washington Novaes, ampliar o acesso à informação consiste em dar sumiço à controvérsia, fazendo como se uma das idéias imperasse sozinha sobre o horizonte do pensamento humano. Por mais que Novaes aprecie a explicação do aquecimento global inventada pelo IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), resta o fato incontornável de que ela foi subscrita por 2.500 indivíduos, muitos deles meros funcionários da ONU alheios a estudos climatológicos, e imediatamente rebatida por um abaixo-assinado de 17.000 cientistas de profissão, em nada se assemelhando portanto a um consenso científico universal, diante do qual não restasse aos jornalistas senão sacramentá-lo com um unânime e altissonante “Amém”.
Pelo menos dois documentários ilustram o que estou dizendo: “The Great Global Warming Swindle” (“A Grande Patifaria do Aquecimento Global”), produzido pelo Canal 4 da TV inglesa, e “Global Warming or Global Governance?” (“Aquecimento Global ou Governança Global?”), da Sovereignity International. Em ambos a tese da origem humana do aquecimento global é não só contestada, mas denunciada como uma fraude proposital. Uma das provas mais eloqüentes é que o ex-presidente americano Al Gore exibe por toda parte um gráfico da evolução comparativa das emissões de CO2 e do aumento da temperatura global ao longo de 400 mil anos, daí concluindo triunfalmente que o primeiro desses fenômenos causa o segundo. Toda a credibilidade dessa conclusão advém de um pequeno detalhe: Gore mostra as duas curvas separadamente. Quando as superpomos, verificamos que as elevações de temperatura não se seguem aos aumentos emissões de CO2, mas os antecedem. O espertinho simplesmente trocou a causa pelo efeito.
Esconder a controvérsia e ao mesmo tempo fazer-se de bem intencionado apóstolo da “ampliação do acesso à informação” é trapaça, evidentemente. Mas as fraudes cientificas seriam impotentes se não secundadas pelas fraudes jornalísticas que lhes dão credibilidade popular. Essa é a missão do jornalismo segundo Washington Novaes.
Mas ele não está sozinho nisso. Outra frase inspiradora, no site do seminário [Veja], vem do economista Sérgio Besserman Viana:
"O desenvolvimento atual não é sustentável. As próximas décadas serão de profundas transformações econômicas, sociais, políticas e no pensamento humano, tendo como eixo a construção da sustentabilidade nas relações da humanidade com os limites do planeta.”
Al Gore não diria isso melhor. A quarentona Veja, ao mesmo tempo que desanca o comunismo na educação, parece ter subscrito alegremente o programa do burocratismo ecológico global, o qual nada mais é senão um upgrade pós-soviético do bom e velho plano comunista do Estado mundial controlador de tudo.
Lembro-me de, nos anos 70, ter lido numa revista cultural brasileira um ensaio de Jack Jones com o título “O conservacionismo, uma ideologia pós-marxista?” Naquela época, em que o ecologismo ainda atendia pelo nome de “conservacionismo”, essa transmutação do comunismo já era nítida para qualquer estudioso atento. Entre os atuais “formadores de opinião” no Brasil, ela ainda continua invisível ao ponto de que a mera sugestão da sua existência é repelida como “teoria da conspiração” – objeção ao alcance de qualquer cérebro atrofiado ao qual tenha chegado notícia de um filme com esse título.
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Fonte - Olavo de Carvalho
"The One"

Assitindo ontem a cobertura promovida pela Record News, que transmitiu ao vivo o evento onde se consumou a aceitação por parte de Barack Obama em relação à indicação realizada pelo Partido Democrata para concorrer a Presidência dos EUA, notei algumas nuances que foram sublinhadas por aquele canal televisivo, que passo aqui a expor.
Primeiramente a questão de seu plano de governo. No mesmo patamar de temas como guerra no Oriente Médio, imigração e impostos, por exemplo, Barack Obama tem o compromisso de cortes de emissões de carbono na ordem de 80% até 2.050. Isso não seria digno de nota se Obama não idealizasse também tornar os EUA líder mundial no combate ao aquecimento global. Lembram-se de quem chamou o Tio Sam à assumir esta condição?
A matéria fez referência ao aspecto "messiânico" da candidatura de Obama, seu background permeado pelos espectro raciais e luta de classes, seu ativismo social e até mesmo a realização do sonho de Martin Luther King, que há exatos 45 anos realizou o famoso disurso "Eu tenho um sonho". Não se perca de vista ainda sua ascenção meteórica no quadro político americano, uma vez que ele se tornou conhecido dentro do Partido Democrata há apenas 4 anos.
Neste aspecto inclusive e, levando-se em consideração que Obama é o primeiro candidato negro à Presidência dos EUA a concorrer por um grande partido, é interessante que ele tenha deixado para trás outras figuras de maior expressão e tradição no meio político americano que, jamais vislumbraram as possibilidades que ora se descortinam no horizonte do democrata.
Por fim, Barack admite expressamente sua admiração e consequente aproximação à figura do ex-presidente Kennedy. Obama, antes de eventualmente se tornar Presidente da maior potência mundial, já conta com problemas de segurança, pousando sobre sua cabeça ameaças de morte.
Enfim, um candidato absolutamente ímpar, ideologicamente alinhado com questões globais, visto como uma espécie de "salvador" por alguns, com raízes paralelas a outros personagens de expressão e de final duvidoso no quadro pólítico americano.
Penso que, dado o entendimento escatológico que temos como adventistas do sétimo dia e, o quadro geral do grande conflito que aos nossos olhos se descortina, cabe o olhar atento sobre este momento da política americana.
Foto - Terra
Derretimento no Ártico atingiu nível crítico

Cientistas americanos advertiram que a área coberta de gelo no Ártico se reduziu a seu segundo menor nível desde o início dos registros por satélite, há 30 anos - o pode indicar que o derretimento chegou a um nível em que seus efeitos começam a se tornar irreversíveis.
O derretimento este ano foi medido mais cedo que o normal. Por isso, os cientistas acreditam que a área pode diminuir ainda mais, para uma superfície menor que a registrada em setembro do ano passado, a menor já registrada.
"Podemos muito bem estar em uma rápida trajetória rumo a superar um ponto sem volta", disse o cientista sênior do Centro Nacional de Monitoramento de Neve e Gelo (NSIDC, sigla em inglês), no Colorado, Mark Serreze. "Estamos passando agora por esse ponto."
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Fonte - BBC
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Mudança climática pode matar milhões de pessoas até 2028
A mudança climática pode provocar a morte de milhões de pessoas nos próximos 20 anos em razão de seus efeitos sobre a nutrição e as doenças, segundo especialistas reunidos em Libreville para uma conferência interministerial sobre a saúde e o meio ambiente na África.
"Hipócrates já dizia que, para estudar medicina, é preciso estudar o clima. A mudança climática teria efeitos diretos e indiretos sobre a saúde das pessoas. Diretos com os desastres, as inundações, as secas, mas também indiretos com as doenças", analisou a doutora espanhola Maria Neira, diretora do departamento de Saúde pública e meio ambiente da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"Entre a segunda metade dos anos 1970 e os anos 2000, a mudança climática foi responsável por aproximadamente 150.000 mortes suplementares por ano. Ela atingiu de modo esmagador as populações mais pobres. Segundo nossas estimativas, os dados devem aumentar, e ainda estamos considerando apenas uma parte das causas (de mortes decorrentes da mudança climática). É somente a parte imersa do iceberg", afirmou à AFP o pesquisador Diarmid Campbell-Lendrum, especialista do assunto na OMS.
"Neste ritmo, o número de mortos, causados diretamente pela mudança climática, ficará em milhões daqui 20 anos", disse paralelamente à conferência interministerial sobre a saúde e o meio ambiente na África, que está sendo realizada esta semana.
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Fonte - Terra
"Hipócrates já dizia que, para estudar medicina, é preciso estudar o clima. A mudança climática teria efeitos diretos e indiretos sobre a saúde das pessoas. Diretos com os desastres, as inundações, as secas, mas também indiretos com as doenças", analisou a doutora espanhola Maria Neira, diretora do departamento de Saúde pública e meio ambiente da Organização Mundial da Saúde (OMS).
"Entre a segunda metade dos anos 1970 e os anos 2000, a mudança climática foi responsável por aproximadamente 150.000 mortes suplementares por ano. Ela atingiu de modo esmagador as populações mais pobres. Segundo nossas estimativas, os dados devem aumentar, e ainda estamos considerando apenas uma parte das causas (de mortes decorrentes da mudança climática). É somente a parte imersa do iceberg", afirmou à AFP o pesquisador Diarmid Campbell-Lendrum, especialista do assunto na OMS.
"Neste ritmo, o número de mortos, causados diretamente pela mudança climática, ficará em milhões daqui 20 anos", disse paralelamente à conferência interministerial sobre a saúde e o meio ambiente na África, que está sendo realizada esta semana.
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Fonte - Terra
Tempestade tropical Gustav mata 15 no Haiti e 8 na República Dominicana

A tempestade tropical Gustav deixou 15 mortos em sua passagem pelo Haiti, anunciou nesta quarta-feira (27) a Defesa Civil do país. Três pessoas estão desaparecidas e várias ficaram feridas em decorrência de enchentes e deslizamentos.
Na República Dominicana, oito pessoas -sete da mesma família- morreram na passagem de Gustav. Elas foram enterradas vivas quando a encosta de um morro desabou, em uma área ao norte da capital, Santo Domingo.
Fortes chuvas continuavam caindo sobre quase todas as regiões do Haiti, onde os tráfegos aéreo e marítimo seguiam suspensos.
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Fonte - G1
União Europeia relega religião para esfera privada
O presidente da Conferência Episcopal da Irlanda afirmou que as convicções religiosas estão a resumir-se à esfera privada, negando a exposição das convicções e das instituições eclesiais ao espaço público.
O Arcebispo Armagh, Cardeal Sean Brady, lembra o referendo ao Tratado de Roma onde “alguns que no passado eram entusiastas sobre os objectivos da União Europeia, hoje sentem algum mal-estar”. As razões apontadas são “complexas”, afirmou o Arcebispo durante um encontro de políticos e economistas na cidade irlandesa de Ballina.
A perda de memória nas instituições europeias está na base “do mau estar”.
O Cardeal Brady afirmou que a Igreja “vê com preocupação esta atitude pragmática prevalecente” na União Europeia. “Este facto acaba por negar aos cristãos o direito de intervir nos debates públicos. O mesmo pode-se dizer quanto às posições assumidas em relação às pesquisas sobre as células estaminais, sobre as uniões homossexuais ou sobre a importância da família fundada no matrimonio e na cultura da vida".
O cardeal Brady destacou, por fim, que a cultura dominante e a agenda da União Europeia parecem ser guiadas mais pela “tradição secular do que pela memória e pelas heranças cristãs que pertencem à ampla maioria dos Estados membros”.
O Arcebispo indicou que “sem respeito à própria alma e à memória cristã, o projecto europeu perderá coesão social”.
Fonte - Ecclesia
O Arcebispo Armagh, Cardeal Sean Brady, lembra o referendo ao Tratado de Roma onde “alguns que no passado eram entusiastas sobre os objectivos da União Europeia, hoje sentem algum mal-estar”. As razões apontadas são “complexas”, afirmou o Arcebispo durante um encontro de políticos e economistas na cidade irlandesa de Ballina.
A perda de memória nas instituições europeias está na base “do mau estar”.
O Cardeal Brady afirmou que a Igreja “vê com preocupação esta atitude pragmática prevalecente” na União Europeia. “Este facto acaba por negar aos cristãos o direito de intervir nos debates públicos. O mesmo pode-se dizer quanto às posições assumidas em relação às pesquisas sobre as células estaminais, sobre as uniões homossexuais ou sobre a importância da família fundada no matrimonio e na cultura da vida".
O cardeal Brady destacou, por fim, que a cultura dominante e a agenda da União Europeia parecem ser guiadas mais pela “tradição secular do que pela memória e pelas heranças cristãs que pertencem à ampla maioria dos Estados membros”.
O Arcebispo indicou que “sem respeito à própria alma e à memória cristã, o projecto europeu perderá coesão social”.
Fonte - Ecclesia
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Moradores da região Norte sentem abalo de terremoto no Peru
Moradores de cidades no Norte do país, especialmente Cruzeiro do Sul e Rio Branco, no Acre, e Porto Velho, em Rondônia, sentiram um tremor de terra na tarde desta terça-feira (26). Os tremores foram reflexos de um terremoto no Peru.
O chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), Jorge Sand França, afirmou ao G1 que o abalo teve epicentro localizado na região de Pucallpa, perto da fronteira entre Peru e Brasil, e magnitude de 6,3 graus na escala Richter.
A região de Pucallpa está localizada a cerca de 200 quilômetros de Cruzeiro do Sul. Em Rio Branco, o abalo provocou pânico. Servidores da Secretaria Estadual de Saúde tiveram que deixar o prédio do orgão às pressas, porque sentiram o edifício tremer. Não há informações sobre danos materiais ou vítimas.
Em Porto Velho, funcionários também abandonaram o prédio do Núcleo de Administração da Justiça de Rondônia. Após uma vistoria, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros decidiu interditar temporariamente o edifício até que seja feita uma avaliação de toda a estrutura.
Segundo França, os abalos costumam ser sentidos em prédios altos. Novos tremores podem acontecer na região.
"Após um grande terremoto, geralmente é comum a ocorrencia de tremores secundários. Em municípios localizados perto da fronteira, como Cruzeiro do Sul, a probabilidade de abalos secundários é maior", explicou França.
Fonte - G1
O chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), Jorge Sand França, afirmou ao G1 que o abalo teve epicentro localizado na região de Pucallpa, perto da fronteira entre Peru e Brasil, e magnitude de 6,3 graus na escala Richter.
A região de Pucallpa está localizada a cerca de 200 quilômetros de Cruzeiro do Sul. Em Rio Branco, o abalo provocou pânico. Servidores da Secretaria Estadual de Saúde tiveram que deixar o prédio do orgão às pressas, porque sentiram o edifício tremer. Não há informações sobre danos materiais ou vítimas.
Em Porto Velho, funcionários também abandonaram o prédio do Núcleo de Administração da Justiça de Rondônia. Após uma vistoria, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros decidiu interditar temporariamente o edifício até que seja feita uma avaliação de toda a estrutura.
Segundo França, os abalos costumam ser sentidos em prédios altos. Novos tremores podem acontecer na região.
"Após um grande terremoto, geralmente é comum a ocorrencia de tremores secundários. Em municípios localizados perto da fronteira, como Cruzeiro do Sul, a probabilidade de abalos secundários é maior", explicou França.
Fonte - G1
Ecossistemas marinhos atingem situação crítica limite
Uma loja de lembranças de praia parece um lugar inócuo, incapaz de deixar alguém de mau humor. Exceto se o cliente for o oceanógrafo Carlos Duarte, presidente do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC na sigla em espanhol), presidente da Sociedade Americana de Limnologia e Oceanografia e Prêmio Nacional de Pesquisa 2007. Duarte fotografou esta semana a vitrine de um desses - para ele - templos do horror, para mostrar o motivo de sua revolta. Restos de espécies ameaçadas como o Tridachna gigas, um molusco bivalve gigante do Indo-Pacífico; o Strombus gigas, um caracol do Caribe; e vários corais aparecem em uma fila perfeita.
Souvenires baratos de verão, desgraças ambientais caríssimas. "As espécies ameaçadas são exibidas em total impunidade em lojas de todo o mundo. Afinal, quem sabe o que é Strombus gigas?", lamenta Duarte.
Mas a coisa vai muito além. Para ele e muitos outros pesquisadores, o desconhecimento social e científico agravam problemas como a pesca excessiva, a mudança climática e a poluição, que estão levando muitos ecossistemas marinhos a uma situação limite. E, depois do alerta, uma advertência: a vida da humanidade e a dos oceanos correm paralelas e muito próximas.
A mensagem "Salvem os oceanos" não é nova. Mas ecoa cada vez mais alto. Nos últimos meses se acumulam relatórios alarmantes, e não é por acaso. Os especialistas em ciências marinhas sentem necessidade de chamar a atenção, admite Duarte. "Há evidências de que chegamos a pontos de não-retorno."
Há algumas semanas Jeremy Jackson, veterano pesquisador americano, publicou na revista "PNAS" uma revisão dos ecossistemas marinhos. Entre suas conclusões está a previsão de que a pesca excessiva levará à extinção de espécies comestíveis e terá um efeito indireto sobre toda a cadeia alimentar. Além disso, as chamadas zonas mortas, nas quais a falta de oxigênio impede o desenvolvimento da fauna marinha, se estenderão cada vez mais ao longo da costa e as correntes, alteradas pela mudança climática, modificarão os ciclos de nutrientes.
Jackson menciona os efeitos combinados da destruição do hábitat, da pesca excessiva, do aquecimento, da acidificação dos oceanos e da perda maciça de nutrientes entre os principais culpados por uma grande e rápida transformação de ambientes antes ricos e complexos, com redes ecológicas intricadas, em ecossistemas simples, dominados por microorganismos, algas tóxicas e medusas. "As coisas estão piorando muito depressa", diz Jackson. "Assim como a mudança climática, é um problema que ignoramos durante muito tempo. A situação dos oceanos poderia ser ainda pior, porque em muitos sentidos estamos muito perto do precipício."
Em fevereiro passado a revista "Science" publicou um Mapa Global do Impacto Humano nos Ecossistemas Marinhos. Mostra que em mais de 40% dos oceanos a ação humana tem um impacto maior do que se esperava. Um dos mares mais afetados é o Mediterrâneo. Entre os ecossistemas mais frágeis estão os corais.
Um estudo recente publicado em "Science" indica que estão mais ameaçados do que se acreditava. Uma equipe de especialistas dirigida por Kent Carpenter, da União Mundial para a Natureza, avaliou o estado de conservação das 845 espécies conhecidas de corais que constroem barreiras e vivem em simbiose com algas. Concluíram que cerca de um terço está em risco de extinção. As causas: os poluentes, a pesca destrutiva e o aquecimento. Dentro de algumas gerações mergulhar entre barreiras de corais será um luxo raro.
Todos esses resultados são agravados por duas questões. Uma é que, apesar de tudo, ainda se sabe muito pouco sobre o que acontece nos mares. O universo microbiológico marinho está muito pouco explorado, e os pesquisadores temem que muitos seres desapareçam antes de ser estudados e que alguns países comecem a explorá-los por conta própria. A ONU criou um grupo de trabalho sobre isso. A outra preocupação é que muito mais verbas são destinadas à pesquisa da terra do que à da água.
O Painel Intergovernamental para a Mudança Climática (IPCC na sigla em inglês) incluiu em seu último relatório apenas 85 mudanças biológicas relacionadas ao aquecimento detectadas em ecossistemas marinhos, contra 28.500 terrestres. E isso quando há evidências de que os organismos marinhos podem estar reagindo à mudança climática ainda mais depressa do que as espécies terrestres.
Mas os oceanógrafos pedem, além de verbas, medidas políticas: criar reservas marinhas, respeitar os regulamentos sobre a pesca, combater o despejo de fertilizantes, aplicar seriamente as medidas para reduzir emissões de gases e promover medidas de conservação em escala local. Não parece haver outra receita para salvar os oceanos.
(Por Mónica Salomone, El País, UOL, 26/08/2008)
Fonte - Ambiene Já
Souvenires baratos de verão, desgraças ambientais caríssimas. "As espécies ameaçadas são exibidas em total impunidade em lojas de todo o mundo. Afinal, quem sabe o que é Strombus gigas?", lamenta Duarte.
Mas a coisa vai muito além. Para ele e muitos outros pesquisadores, o desconhecimento social e científico agravam problemas como a pesca excessiva, a mudança climática e a poluição, que estão levando muitos ecossistemas marinhos a uma situação limite. E, depois do alerta, uma advertência: a vida da humanidade e a dos oceanos correm paralelas e muito próximas.
A mensagem "Salvem os oceanos" não é nova. Mas ecoa cada vez mais alto. Nos últimos meses se acumulam relatórios alarmantes, e não é por acaso. Os especialistas em ciências marinhas sentem necessidade de chamar a atenção, admite Duarte. "Há evidências de que chegamos a pontos de não-retorno."
Há algumas semanas Jeremy Jackson, veterano pesquisador americano, publicou na revista "PNAS" uma revisão dos ecossistemas marinhos. Entre suas conclusões está a previsão de que a pesca excessiva levará à extinção de espécies comestíveis e terá um efeito indireto sobre toda a cadeia alimentar. Além disso, as chamadas zonas mortas, nas quais a falta de oxigênio impede o desenvolvimento da fauna marinha, se estenderão cada vez mais ao longo da costa e as correntes, alteradas pela mudança climática, modificarão os ciclos de nutrientes.
Jackson menciona os efeitos combinados da destruição do hábitat, da pesca excessiva, do aquecimento, da acidificação dos oceanos e da perda maciça de nutrientes entre os principais culpados por uma grande e rápida transformação de ambientes antes ricos e complexos, com redes ecológicas intricadas, em ecossistemas simples, dominados por microorganismos, algas tóxicas e medusas. "As coisas estão piorando muito depressa", diz Jackson. "Assim como a mudança climática, é um problema que ignoramos durante muito tempo. A situação dos oceanos poderia ser ainda pior, porque em muitos sentidos estamos muito perto do precipício."
Em fevereiro passado a revista "Science" publicou um Mapa Global do Impacto Humano nos Ecossistemas Marinhos. Mostra que em mais de 40% dos oceanos a ação humana tem um impacto maior do que se esperava. Um dos mares mais afetados é o Mediterrâneo. Entre os ecossistemas mais frágeis estão os corais.
Um estudo recente publicado em "Science" indica que estão mais ameaçados do que se acreditava. Uma equipe de especialistas dirigida por Kent Carpenter, da União Mundial para a Natureza, avaliou o estado de conservação das 845 espécies conhecidas de corais que constroem barreiras e vivem em simbiose com algas. Concluíram que cerca de um terço está em risco de extinção. As causas: os poluentes, a pesca destrutiva e o aquecimento. Dentro de algumas gerações mergulhar entre barreiras de corais será um luxo raro.
Todos esses resultados são agravados por duas questões. Uma é que, apesar de tudo, ainda se sabe muito pouco sobre o que acontece nos mares. O universo microbiológico marinho está muito pouco explorado, e os pesquisadores temem que muitos seres desapareçam antes de ser estudados e que alguns países comecem a explorá-los por conta própria. A ONU criou um grupo de trabalho sobre isso. A outra preocupação é que muito mais verbas são destinadas à pesquisa da terra do que à da água.
O Painel Intergovernamental para a Mudança Climática (IPCC na sigla em inglês) incluiu em seu último relatório apenas 85 mudanças biológicas relacionadas ao aquecimento detectadas em ecossistemas marinhos, contra 28.500 terrestres. E isso quando há evidências de que os organismos marinhos podem estar reagindo à mudança climática ainda mais depressa do que as espécies terrestres.
Mas os oceanógrafos pedem, além de verbas, medidas políticas: criar reservas marinhas, respeitar os regulamentos sobre a pesca, combater o despejo de fertilizantes, aplicar seriamente as medidas para reduzir emissões de gases e promover medidas de conservação em escala local. Não parece haver outra receita para salvar os oceanos.
(Por Mónica Salomone, El País, UOL, 26/08/2008)
Fonte - Ambiene Já
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Ainda sobre os caixões...
Confesso que fiquei surpreso com o rumo dos debates entre os adventistas neste particular. Não com o tema em si, mas como algumas pessoas conduzem sua linha de argumentação. É interessante, porque os termos e procedimentos que estão sendo dispensados a irmãos da mesma fé, apenas pela divergência de opinião (ainda que completamente absurdo se considerasse o mérito), são os mesmos que nos atingem como segmento religioso pelos que nos consideram um seita.
Admira-me a virulência com que se estão tratando aqueles que divergem do senso geral (?), mais ainda a forma pouco piedosa, para falar o mínimo, com que o irmão Amilton Menezes foi considerado. Por essas e outras é que não tenho dificuldade nenhuma em vislumbrar os guardadores de sábado sendo perseguidos no futuro pós decreto-dominical, inclusive por ex-adventistas. O linchamento moral e o escárnio coletivo é um sinal claro do tempo em que vivemos, especialmente potencializados pela facilidade no acesso à informação e às tribunas.
Eu também senti-me pouco à vontade com a 'justificativa' do Amilton para o procedimento que encampou. Também ficou-me a impressão de que a tal 'pesquisa' não era sua intenção inicial. Mas e daí? Só a crise financeira americana, aliada aos inúmeros outros sinais que vislumbramos em nosso tempo já deveriam ser motivo suficiente para permanecermos alertas aos fatos que nos rodeiam. Eu disse alertas, não alarmados. Somado a isso temos o testemunho de um irmão que confidenciou suas impressões particularmente por email e está sendo tachado de mentiroso sem nenhuma razão aparente. Ele mesmo não fez nenhuma aplicação inequívoca sobre a questão dos 'caixões' apenas elencou-a no rol de outras condições que considerou, especialmente a crise econômica.
Interessante como também ninguém comentou a questão do vídeo em que George Bush é absolutamente inequívoco em dizer, sem sequer pestanejar, que vê Deus quando fita os olhos do Papa Bento XVI.
Em nenhum momento o irmão Pablo colocou como fundamento de sua missiva a questão dos caixões, foi o título dado pelo Amilton que chamou a atenção para esse ponto. Em momento algum o Pablo falou sobre decreto dominical, muito pelo contrário, disse apenas que há um senso comum de que algo de ruim poderia estar para acontecer.
Mas a discussão centrou-se toda nos 'plastic coffins', no êxodo de um grupo de brasileiros dos EUA e especialmente no caráter dos irmãos que pouco conhecemos, esquecendo-se totalmente das demais nuances. Nenhuma profecia se cumpre de forma isolada, muito menos com base em assuntos como o que aqui se discute.
O que se deve analisar são as possibilidades. Ninguém espere ver na mídia tradicional, como alguns pregam, sejam veiculadas notícias de interesse dos adventistas. Neste ponto cito o próprio Pablo: Leia-se Ellen G. White! É ela quem diz que as resoluções que nos atingem ocorrem a portas fechadas por meio de organizações secretas!
Cristo pode voltar em 100 anos ou mais, como eu já disse, no entanto, o que nos cabe, como Adventistas do Sétimo Dia é fazer a leitura dos acontecimentos que nos rodeiam. Pregar as boas novas do Evangelho não exclui e, nunca excluiu, anunciarmos aquilo em que acreditamos. Não há nada mais conspiratório que uma perseguição contra guardadores de sábado! Alguém já pensou nisso?!?! POIS É NO QUE VOCÊS ACREDITAM!!! Ou não mais?
Admira-me a virulência com que se estão tratando aqueles que divergem do senso geral (?), mais ainda a forma pouco piedosa, para falar o mínimo, com que o irmão Amilton Menezes foi considerado. Por essas e outras é que não tenho dificuldade nenhuma em vislumbrar os guardadores de sábado sendo perseguidos no futuro pós decreto-dominical, inclusive por ex-adventistas. O linchamento moral e o escárnio coletivo é um sinal claro do tempo em que vivemos, especialmente potencializados pela facilidade no acesso à informação e às tribunas.
Eu também senti-me pouco à vontade com a 'justificativa' do Amilton para o procedimento que encampou. Também ficou-me a impressão de que a tal 'pesquisa' não era sua intenção inicial. Mas e daí? Só a crise financeira americana, aliada aos inúmeros outros sinais que vislumbramos em nosso tempo já deveriam ser motivo suficiente para permanecermos alertas aos fatos que nos rodeiam. Eu disse alertas, não alarmados. Somado a isso temos o testemunho de um irmão que confidenciou suas impressões particularmente por email e está sendo tachado de mentiroso sem nenhuma razão aparente. Ele mesmo não fez nenhuma aplicação inequívoca sobre a questão dos 'caixões' apenas elencou-a no rol de outras condições que considerou, especialmente a crise econômica.
Interessante como também ninguém comentou a questão do vídeo em que George Bush é absolutamente inequívoco em dizer, sem sequer pestanejar, que vê Deus quando fita os olhos do Papa Bento XVI.
Em nenhum momento o irmão Pablo colocou como fundamento de sua missiva a questão dos caixões, foi o título dado pelo Amilton que chamou a atenção para esse ponto. Em momento algum o Pablo falou sobre decreto dominical, muito pelo contrário, disse apenas que há um senso comum de que algo de ruim poderia estar para acontecer.
Mas a discussão centrou-se toda nos 'plastic coffins', no êxodo de um grupo de brasileiros dos EUA e especialmente no caráter dos irmãos que pouco conhecemos, esquecendo-se totalmente das demais nuances. Nenhuma profecia se cumpre de forma isolada, muito menos com base em assuntos como o que aqui se discute.
O que se deve analisar são as possibilidades. Ninguém espere ver na mídia tradicional, como alguns pregam, sejam veiculadas notícias de interesse dos adventistas. Neste ponto cito o próprio Pablo: Leia-se Ellen G. White! É ela quem diz que as resoluções que nos atingem ocorrem a portas fechadas por meio de organizações secretas!
Cristo pode voltar em 100 anos ou mais, como eu já disse, no entanto, o que nos cabe, como Adventistas do Sétimo Dia é fazer a leitura dos acontecimentos que nos rodeiam. Pregar as boas novas do Evangelho não exclui e, nunca excluiu, anunciarmos aquilo em que acreditamos. Não há nada mais conspiratório que uma perseguição contra guardadores de sábado! Alguém já pensou nisso?!?! POIS É NO QUE VOCÊS ACREDITAM!!! Ou não mais?
Estatístico tenta convencer o mundo a não combater o efeito estufa
Em um evento recente em São Paulo, um jornalista perguntou a Bjorn Lomborg por que ele insiste em dizer que o combate ao aquecimento global é economicamente inviável. Afinal, o IPCC (o painel do clima da ONU) já mostrou que um corte de gás carbônico maior que a meta do Protocolo de Kyoto pode ser feito a custo zero.
O estatístico dinamarquês, um dos mais ilustres céticos da mudança climática, respondeu que não acreditava nesse tipo de conta. "Se é tão barato, por que ninguém está fazendo?"
No segundo parágrafo de seu livro "Cool It - Muita Calma Nessa Hora!", recém-lançado no Brasil (Campus/Elsevier, 224 págs., R$ 59,90), Lomborg parece cair vítima do próprio argumento. Diz que a "histeria e o gasto desenfreado" com programas "extravagantes" de corte de CO2 são uma escolha questionável num mundo em que "milhões morrem de doenças tratáveis e onde é possível salvar vidas, fortalecer a sociedade e melhorar o meio ambiente por uma fração do custo". Ora, é caso de perguntar: se é tão barato, por que ninguém está fazendo?
...
Fonte - Ambiente Brasil
O estatístico dinamarquês, um dos mais ilustres céticos da mudança climática, respondeu que não acreditava nesse tipo de conta. "Se é tão barato, por que ninguém está fazendo?"
No segundo parágrafo de seu livro "Cool It - Muita Calma Nessa Hora!", recém-lançado no Brasil (Campus/Elsevier, 224 págs., R$ 59,90), Lomborg parece cair vítima do próprio argumento. Diz que a "histeria e o gasto desenfreado" com programas "extravagantes" de corte de CO2 são uma escolha questionável num mundo em que "milhões morrem de doenças tratáveis e onde é possível salvar vidas, fortalecer a sociedade e melhorar o meio ambiente por uma fração do custo". Ora, é caso de perguntar: se é tão barato, por que ninguém está fazendo?
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Fonte - Ambiente Brasil
Gorbachov diz que o mundo corre risco de uma nova ruptura
MOSCOU, 26 Ago 2008 (AFP) - O ex-número um soviético Mikhail Gorbachov advertiu nesta terça-feira para a possibilidade de uma "nova cisão" e um novo "cataclismo" mundial, após o reconhecimento por Moscou da independência das regiões georgianas de Abkházia e Ossétia do Sul e sua condenação pela Otan (Organização do Tratado do Atlãntico Norte).
"A situação provocada pelos acontecimentos no Cáucaso desatou mecanismos políticos e militares na América, na Europa, na Rússia (...) O perigo de uma nova cisão apareceu e ameaça de um cataclismo mundial está aumentando", disse Gorbachov em um texto enviado à agência oficial russa Itar-Tass.
Fonte - BOL
"A situação provocada pelos acontecimentos no Cáucaso desatou mecanismos políticos e militares na América, na Europa, na Rússia (...) O perigo de uma nova cisão apareceu e ameaça de um cataclismo mundial está aumentando", disse Gorbachov em um texto enviado à agência oficial russa Itar-Tass.
Fonte - BOL
Presos quatro suspeitos de tentar matar Obama
Quatro pessoas foram detidas em Denver e a Polícia está investigando se estavam planejando tentar assassinar Barack Obama, informaram os meios de comunicação locais que citaram fontes policiais nesta terça.
A televisão local KCNC-TV-CBS4 de Denver disse que a Polícia deteve nas últimas horas quatro pessoas, entre elas uma mulher, que estavam em posse de dois rifles de alto calibre com lunetas telescópicas, roupa de camuflagem e drogas.
As detenções se produziram depois que a Polícia parou uma caminhonete em uma localidade rural do Colorado.
A emissora de televisão acrescentou que a suposta tentativa de assassinato de Obama estava previsto para na quinta-feira, quando o senador democrata deve aceitar em Denver a candidatura de seu partido à Presidência dos Estados Unidos.
Segundo CBS4, um dos suspeitos declarou a Polícia que "iam matar a Obama desde um ponto elevado utilizando uma espingarda" a uma distância de 685 metros.
A primeira detenção aconteceu na manhã do domingo na população de Aurora, no estado do Colorado. A informação facilitada pela emissora assinala que Tharin Gartrell, 28 anos de idade, foi detido por dirigir de forma errática.
No interior de sua caminhonete, a Polícia encontrou as armas, drogas, rádios, um colete anti-balas, matrículas e carteiras de dirigir.
CBS4 disse que o procurador-geral de Denver tem prevista oferecer uma entrevista coletiva na tarde da quinta-feira sobre o caso.
Fonte - Terra
Nota DDP:
Sugiro a leitura a partir de "O vice de Obama "
A televisão local KCNC-TV-CBS4 de Denver disse que a Polícia deteve nas últimas horas quatro pessoas, entre elas uma mulher, que estavam em posse de dois rifles de alto calibre com lunetas telescópicas, roupa de camuflagem e drogas.
As detenções se produziram depois que a Polícia parou uma caminhonete em uma localidade rural do Colorado.
A emissora de televisão acrescentou que a suposta tentativa de assassinato de Obama estava previsto para na quinta-feira, quando o senador democrata deve aceitar em Denver a candidatura de seu partido à Presidência dos Estados Unidos.
Segundo CBS4, um dos suspeitos declarou a Polícia que "iam matar a Obama desde um ponto elevado utilizando uma espingarda" a uma distância de 685 metros.
A primeira detenção aconteceu na manhã do domingo na população de Aurora, no estado do Colorado. A informação facilitada pela emissora assinala que Tharin Gartrell, 28 anos de idade, foi detido por dirigir de forma errática.
No interior de sua caminhonete, a Polícia encontrou as armas, drogas, rádios, um colete anti-balas, matrículas e carteiras de dirigir.
CBS4 disse que o procurador-geral de Denver tem prevista oferecer uma entrevista coletiva na tarde da quinta-feira sobre o caso.
Fonte - Terra
Nota DDP:
Sugiro a leitura a partir de "O vice de Obama "
Profecias bíblicas sobre o futuro do mundo tornam-se vivas e apavoram humanidade
Os gigantescos blocos de gelo que se desprendem na Antártica e no Ártico impressionam qualquer um. Eles são apenas o efeito mais visível de um fenômeno que também tem provocado tornados e furações devastadores na América do Norte, ondas de forte calor na Europa, secas rigorosas na África, inundações na Ásia e invernos rigorosíssimos no Hemisfério Norte. Sem falar nas epidemias, catástrofes naturais e extinção de espécies animais e vegetais que têm ocorrido como nunca nas últimas décadas. Aquilo que antes estava restrito a filmes de ficção científica ou às profecias bíblicas de Daniel e do Apocalipse, agora está em todos os noticiários – o mundo parece em convulsão. Nem os cientistas mais céticos se arriscam a colocar em dúvida a realidade do aquecimento global, processo provocado pela ação humana e que pode levar à extinção da vida no planeta que, um dia, foi chamado de azul pelo cosmonauta soviético Yuri Gagarin. Apesar das divergências sobre o tamanho e extensão do impacto da tragédia, cada vez mais gente acredita que se tratam dos “sinais dos tempos”, os acontecimentos preditos por Jesus Cristo nos evangelhos e que antecederiam sua volta. Tanto da parte da ciência moderna quanto da teologia, que tantas vezes são como água e óleo, a certeza é uma só: as coisas ainda vão piorar muito.
...
O efeito estufa, muita gente não sabe, é um fenômeno natural normal, que acontece desde que o mundo é mundo. Sem ele, as condições de temperatura e clima na Terra não permitiriam a existência de vida. Porém, o que se vê agora é outra coisa: graças à ação humana, a situação se tornou – com trocadilho – sufocante.
...
Uma das passagens bíblicas mais citadas quando se trata de escatologia é o capítulo 21 do Evangelho de Lucas. Ali, Jesus fala em grandes terremotos, pestilências, fome e outros eventos terríveis ocorrendo ao mesmo tempo em diversas partes do mundo. Pode ser mera coincidência, mas nunca houve a soma de tantos deles como nesses últimos tempos. De acordo com uma pesquisa feita pela BBC em 27 países, no ano de 2005 os eventos considerados mais significativos foram catástrofes. Naquele período, ocorreram 360 desastres naturais – e 259 deles podem ser considerados diretamente ligados ao aquecimento global. Segundo historiadores, não há comparação com o que acontecia no passado. No século 19, só para ter uma idéia, não havia mais de meia dúzia de episódios do gênero a cada ano. Enquanto isso, num único ano recente, o mundo experimentou 168 inundações, setenta tornados e furacões e duas dezenas de secas. A vida de 154 milhões de pessoas foi diretamente afetada.
...
Diante do quadro que se avizinha, as fantásticas cenas de grandes produções que falam de hecatombes provocadas pela queda de asteróides ou terríveis mudanças climáticas, como Impacto profundo e O dia depois de amanhã, já não parecem tão incríveis ou distantes assim. Porém, os fatos precisam voltar a ser percebidos, especialmente pela Igreja, que deveria ser uma das grandes interessadas no assunto, mas parece completamente despreocupada. “Hoje, em vez de ser voz profética, a Igreja figura como eco. Quer ser reconhecida como herdeira de João Batista, que preparou a primeira vinda de Jesus Cristo, mas não pensa em rejeitar status e benesses para viver no deserto, de modo mais natural, apontando o rumo para o mundo”, adverte Antônio Mesquita. em uma lembrança de que o caminho para a restauração de todas as coisas não precisa passar apenas pelas páginas do noticiário.
Fonte: Revista Eclésia - Edição 124
Fonte - O Verbo
Nota DDP:
Como se vê, o cenário está pronto para aceitação de diretivas religiosas que tratem do aspecto ecológico do viver cristão. Basta aparecer o líder.
...
O efeito estufa, muita gente não sabe, é um fenômeno natural normal, que acontece desde que o mundo é mundo. Sem ele, as condições de temperatura e clima na Terra não permitiriam a existência de vida. Porém, o que se vê agora é outra coisa: graças à ação humana, a situação se tornou – com trocadilho – sufocante.
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Uma das passagens bíblicas mais citadas quando se trata de escatologia é o capítulo 21 do Evangelho de Lucas. Ali, Jesus fala em grandes terremotos, pestilências, fome e outros eventos terríveis ocorrendo ao mesmo tempo em diversas partes do mundo. Pode ser mera coincidência, mas nunca houve a soma de tantos deles como nesses últimos tempos. De acordo com uma pesquisa feita pela BBC em 27 países, no ano de 2005 os eventos considerados mais significativos foram catástrofes. Naquele período, ocorreram 360 desastres naturais – e 259 deles podem ser considerados diretamente ligados ao aquecimento global. Segundo historiadores, não há comparação com o que acontecia no passado. No século 19, só para ter uma idéia, não havia mais de meia dúzia de episódios do gênero a cada ano. Enquanto isso, num único ano recente, o mundo experimentou 168 inundações, setenta tornados e furacões e duas dezenas de secas. A vida de 154 milhões de pessoas foi diretamente afetada.
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Diante do quadro que se avizinha, as fantásticas cenas de grandes produções que falam de hecatombes provocadas pela queda de asteróides ou terríveis mudanças climáticas, como Impacto profundo e O dia depois de amanhã, já não parecem tão incríveis ou distantes assim. Porém, os fatos precisam voltar a ser percebidos, especialmente pela Igreja, que deveria ser uma das grandes interessadas no assunto, mas parece completamente despreocupada. “Hoje, em vez de ser voz profética, a Igreja figura como eco. Quer ser reconhecida como herdeira de João Batista, que preparou a primeira vinda de Jesus Cristo, mas não pensa em rejeitar status e benesses para viver no deserto, de modo mais natural, apontando o rumo para o mundo”, adverte Antônio Mesquita. em uma lembrança de que o caminho para a restauração de todas as coisas não precisa passar apenas pelas páginas do noticiário.
Fonte: Revista Eclésia - Edição 124
Fonte - O Verbo
Nota DDP:
Como se vê, o cenário está pronto para aceitação de diretivas religiosas que tratem do aspecto ecológico do viver cristão. Basta aparecer o líder.
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