A Europa está se aquecendo mais rapidamente do que o resto do planeta, e os governos do continente precisam começar a investir na adaptação às mudanças, aponta relatório lançado esta semana.
As mudanças climáticas que elevam a temperatura média do planeta poderiam alterar as características do clima do continente europeu, tornando o Mediterrâneo mais árido e o norte cada vez mais úmido. As cadeias de montanhas, áreas costeiras, o Mediterrâneo e o Ártico estão entre os pontos mais vulneráveis aos efeitos do aquecimento global, aponta o relatório conjunto elaborado pela Agência Européia de Meio Ambiente e departamentos da Organização Mundial da Saúde e da Comissão Européia.
O fato de a Europa ter se aquecido em 1,0Cº acima dos níveis pré-industriais, enquanto a média do planeta foi de 0,8Cº, pode trazer conseqüências drásticas para a Europa. Ondas de calor como a ocorrida em 2003, que vitimou 70 mil pessoas, podem tornar-se mais freqüentes.
Partes do Mediterrâneo poderão virar deserto, um processo que já está ocorrendo e somente seria intensificado. Dois terços das geleiras dos Alpes também desapareceu desde 1850.
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Fonte - DW World
Nota DDP: Interessante que a segunda parte da notícia trata do desencorajamento das nações na área de investimentos nesta área do aquecimento global. Medidas mais "baratas" devem apontar no horizonte, logo, logo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Ações contra as seitas
“Vivemos a era do terror das seitas. É terrível ver tantos falsos pregadores, pastores, profetas, missionários, "bispos", apóstolos, etc. fazendo um estrago tremendo no rebanho católico. Chega de ficar parado vendo os nossos irmãos caírem nas garras desses lobos devoradores. É hora de agir bravamente para cima desses cães ladrões e derrotá-los (Isaías 56,11; Filipenses 3,2).
Como é atual a exortação do Bispo e Doutor da Igreja São Francisco de Sales: "É caridade gritar ao lobo quando este encontra-se no meio dos cordeiros, em qualquer lugar que estivermos".
O católico não deve visitar templos de seitas. Não deve participar de eventos promovidos pelas seitas. Não deve ler nenhum material publicados pelas seitas. Não deve comprar e nem tão pouco ajudar as obras dos seitas.”
Isso foi escrito pelo Pe. Inácio José do Vale, em seu artigo: “As seitas, um alerta aos católicos”.
Que razões há para tal palavreado típico da Idade Média? Segundo o artigo, nos últimos dez anos surgiram no mundo 100.000 religiões novas. Só no Brasil existiriam 56.000 seitas e religiões. Nos EUA, já seriam mais de 300.000. Se a atual tendência não mudar, no ano 2022 a população de evangélicos de todos os tipos será a metade da população no Brasil. Essa maré cresce em toda América Latina, na Ásia e África, e até na Europa, ou seja, em todo o mundo.
A situação aponta para medidas a serem tomadas...
Fonte: Rainha Maria
2008-09-30
Fonte - Cristo Voltará
Como é atual a exortação do Bispo e Doutor da Igreja São Francisco de Sales: "É caridade gritar ao lobo quando este encontra-se no meio dos cordeiros, em qualquer lugar que estivermos".
O católico não deve visitar templos de seitas. Não deve participar de eventos promovidos pelas seitas. Não deve ler nenhum material publicados pelas seitas. Não deve comprar e nem tão pouco ajudar as obras dos seitas.”
Isso foi escrito pelo Pe. Inácio José do Vale, em seu artigo: “As seitas, um alerta aos católicos”.
Que razões há para tal palavreado típico da Idade Média? Segundo o artigo, nos últimos dez anos surgiram no mundo 100.000 religiões novas. Só no Brasil existiriam 56.000 seitas e religiões. Nos EUA, já seriam mais de 300.000. Se a atual tendência não mudar, no ano 2022 a população de evangélicos de todos os tipos será a metade da população no Brasil. Essa maré cresce em toda América Latina, na Ásia e África, e até na Europa, ou seja, em todo o mundo.
A situação aponta para medidas a serem tomadas...
Fonte: Rainha Maria
2008-09-30
Fonte - Cristo Voltará
Gendarmaria vaticana fará parte da Interpol
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 29 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- no dia 10 de outubro, o secretário-geral do governo da Santa Sé, Dom Renato Boccardo, assinará em São Petersburgo um protocolo de adesão da gendarmaria vaticana à Interpol, organização que reúne os corpos de polícia internacionais.
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Fonte - Zenit
Nota Cristo Voltará: A Interpol é a polícia internacional e só trabalha com inteligência, armazenamento de dados, troca de informações com investigadores de 182 países de todos os continentes. Não se envolve em assuntos políticos, religiosos ou raciais. Porém, tem um fantástico banco de dados muito útil às polícias dos países.
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Fonte - Zenit
Nota Cristo Voltará: A Interpol é a polícia internacional e só trabalha com inteligência, armazenamento de dados, troca de informações com investigadores de 182 países de todos os continentes. Não se envolve em assuntos políticos, religiosos ou raciais. Porém, tem um fantástico banco de dados muito útil às polícias dos países.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Colapso financeiro: prenúncio da Nova Ordem Mundial

A crise financeira nos EUA está se intensificando cada vez mais e muitos países ao redor do mundo já começam a temer por uma repetição da recessão de 1929. Dois pontos desta crise podem torná-la ainda mais fatal. Primeiro, a repetição dos desdobramentos da crise de 1929 que acabaram por contribuir para a ascensão do nazismo na Alemanha na década seguinte. Explicando: se a crise atual for igual ou maior que a de 1929, o contexto sócio-político poderá ser propício para a ascensão da Nova Ordem Mundial. Bingo!
O segundo ponto é que a atual falta de líderes (estadistas) à altura para enfrentar essa crise (como destacou VEJA esta semana) pode contribuir para o fortalecimento da ala religiosa na política (Vaticano e a Direita Cristã nos EUA) e para o futuro aparecimento do anticristo no cenário mundial como grande "salvador da pátria"!
Saiba mais:
"FBI criará o maior banco de dados do mundo" (Leia aqui).
"A conspiração final" (Leia aqui).
"Juros, poder e a Nova Ordem Mundial" (Leia aqui).
"A crise final do apocalipse anunciada nos quadrinhos" (Leia aqui).
Fonte - Minuto Profético
EUA: pastores pedem a fiéis que não votem em Obama
Os pastores de 33 igrejas dos Estados Unidos pediram a seus fiéis que não votem no candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, nas próximas eleições, o que é uma violação de uma lei de impostos de 1954, informaram nesta segunda vários meios de comunicação. Em alguns casos os pastores estimularam seus fiéis a votarem no candidato republicano à presidência dos EUA, John McCain, afirma o jornal americano The Washington Post.
Votar em Obama "demonstra uma grave esquizofrenia moral", disse em seu sermão o reverendo Ron Johnson Jr., pastor da igreja Living Stones Fellowship, em Crown Point (Indiana), segundo o Washington Post.
Segundo este pastor, as posições de Obama sobre o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo "contrariam diretamente a verdade de Deus, como revelam as Escrituras".
Já Luke Emrich, pastor da igreja New Life Church em West Bend (Wisconsin), disse que votará em McCain, em uma declaração de conteúdo político também proibida pela lei de isenção de impostos, informou o jornal The Washington Times.
"Mas cabe a vocês decidir. É uma decisão de vocês. Eu não entrarei com vocês na cabine de votação", acrescentou Emrich.
A CNN lembrou que uma lei de 1954 proíbe que as organizações isentas do pagamento de impostos, como congregações religiosas, se envolvam em campanhas políticas e declarem apoio a um ou outro candidato.
Jody Hice, pastor da Primeira Igreja Batista em Bethlehem (Geórgia), afirmou que após uma comparação entre as propostas de Obama e McCain sobre aborto e casamento de homossexuais chegou à conclusão de que o "candidato republicano tem uma visão mais bíblica".
O rabino Jack Moline, da congregação Agudas Achim, em Alexandria (Virgínia), e presidente da Interfaith Alliance, disse ao Washington Post que não tem objeções a que membros do clero se envolvam em campanhas políticas fora de templos, sinagogas e mesquitas.
"Entretanto, um santuário não deveria ser lugar de agitação política a favor de um candidato. Sobre diferentes problemas, sim, mas não sobre os candidatos", declarou Moline.
O Fundo de Defesa da Aliança (ADF, em inglês) disse em seu site que coordenou a ação de dezenas de pregadores e pastores que disseram no domingo a suas congregações que os cristãos não podem votar em Obama.
Erik Stanley, assessor legal da ADF, grupo com sede no Arizona, disse ao Washington Times que centenas de igrejas tinham se oferecido para participar, mas apenas 33 foram escolhidas.
Fonte: Terra
Saiba mais:
"Direita religiosa inclinando-se em direção aos democratas" (Leia aqui).
"Cristãos teocratas usam seu megafone para promover a Comissão dos Dez Mandamentos" (Leia aqui).
"Bush mistura política e religião" (Leia aqui).
"Liberdade religiosa e Estado Laico" (Leia aqui).
"Não há outro Deus como este" (Leia aqui).
Votar em Obama "demonstra uma grave esquizofrenia moral", disse em seu sermão o reverendo Ron Johnson Jr., pastor da igreja Living Stones Fellowship, em Crown Point (Indiana), segundo o Washington Post.
Segundo este pastor, as posições de Obama sobre o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo "contrariam diretamente a verdade de Deus, como revelam as Escrituras".
Já Luke Emrich, pastor da igreja New Life Church em West Bend (Wisconsin), disse que votará em McCain, em uma declaração de conteúdo político também proibida pela lei de isenção de impostos, informou o jornal The Washington Times.
"Mas cabe a vocês decidir. É uma decisão de vocês. Eu não entrarei com vocês na cabine de votação", acrescentou Emrich.
A CNN lembrou que uma lei de 1954 proíbe que as organizações isentas do pagamento de impostos, como congregações religiosas, se envolvam em campanhas políticas e declarem apoio a um ou outro candidato.
Jody Hice, pastor da Primeira Igreja Batista em Bethlehem (Geórgia), afirmou que após uma comparação entre as propostas de Obama e McCain sobre aborto e casamento de homossexuais chegou à conclusão de que o "candidato republicano tem uma visão mais bíblica".
O rabino Jack Moline, da congregação Agudas Achim, em Alexandria (Virgínia), e presidente da Interfaith Alliance, disse ao Washington Post que não tem objeções a que membros do clero se envolvam em campanhas políticas fora de templos, sinagogas e mesquitas.
"Entretanto, um santuário não deveria ser lugar de agitação política a favor de um candidato. Sobre diferentes problemas, sim, mas não sobre os candidatos", declarou Moline.
O Fundo de Defesa da Aliança (ADF, em inglês) disse em seu site que coordenou a ação de dezenas de pregadores e pastores que disseram no domingo a suas congregações que os cristãos não podem votar em Obama.
Erik Stanley, assessor legal da ADF, grupo com sede no Arizona, disse ao Washington Times que centenas de igrejas tinham se oferecido para participar, mas apenas 33 foram escolhidas.
Fonte: Terra
Saiba mais:
"Direita religiosa inclinando-se em direção aos democratas" (Leia aqui).
"Cristãos teocratas usam seu megafone para promover a Comissão dos Dez Mandamentos" (Leia aqui).
"Bush mistura política e religião" (Leia aqui).
"Liberdade religiosa e Estado Laico" (Leia aqui).
"Não há outro Deus como este" (Leia aqui).
Imortalidade natural atrai multidões
A propósito dos 150 anos da publicação do Livro dos Espíritos (primeiro livro espírita publicado por Allan Kardec), a revista IstoÉ traz como matéria de capa esta semana mais um texto sobre os videntes e o espiritismo.
No mês de maio, a revista Super Interessante também havia dado destaque ao tema com uma matéria de capa. Tema, aliás, que tem feito a cabeça de muita gente ao redor do mundo que não conhece a fundo os ensinamentos bíblicos, incluindo mesmo a poderosa Igreja Católica.
Fonte - Minuto Profético
No mês de maio, a revista Super Interessante também havia dado destaque ao tema com uma matéria de capa. Tema, aliás, que tem feito a cabeça de muita gente ao redor do mundo que não conhece a fundo os ensinamentos bíblicos, incluindo mesmo a poderosa Igreja Católica.
Fonte - Minuto Profético
Crise nos EUA e os últimos eventos - Parte 2
“Irou-se o dragão contra a mulher e foi fazer guerra ao resto de sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17).
“Os que viverem durante os últimos dias da história terrestre saberão o que significa ser perseguidos por causa da verdade" (EF – Pág. 127).
“Congrega-te, congrega-te, ó nação que não tens desejo; Antes que saia o decreto, e o dia passe como a pragana; antes que venha sobre vós a ira do Senhor...” (Sofonias 2:1).
O nosso ponta pé inicial sem dúvida alguma está centralizada numa crise profunda na nação imperial (EUA). É nesta nação que os olhos dos Adventistas e dos demais religiosos que conhecem a verdade estão centralizados. Em breve as principais profecias esperadas estarão no palco dos acontecimentos, porque em breve a nação norte americana retirará completamente sua roupagem de cordeiro para falar como dragão. (Apoc. 13:11) É nesta circunstância que veremos cumprimento de profecias a tanto tempo esperados. Analisaremos quando e como se desencadearão os eventos que giram em torno da perseguição final ao povo remanescente que guarda os dez mandamentos de Deus (Apoc. 12:17). O ponta pé inicial para todos essas profecias apresentadas a baixo será com a introdução da lei dominical nos EUA. Vejamos:
1º- Fuga das grandes cidades - Assim como ocorreu em Jerusalém no ano 70 D.C. (Lucas 21:20-33).
Hoje a população está concentrada nas cidades. As cidades se constituem num foco de crime, imoralidade e violência. Os que puderem sair das grandes cidades e morar em lugares menores e mais tranqüilos, viverão melhor.
A pergunta que surge é: Quando será o limite para abandonarmos as cidades grandes?
“Não vem muito distante o tempo em que, como os antigos discípulos, seremos forçados a buscar refúgio em lugares desolados e solitários como o cerco de Jerusalém pelos exércitos romanos era o sinal de fuga para os cristãos judeus, assim o arrogar-se nossa nação o poder no decreto que torna obrigatório o dia de repouso papal será uma advertência para nós. Será então tempo de deixar as grandes cidades, passo preparatório ao sair das menores para lares retirados em lugares solitários entre as montanhas” (Eventos finais, Pág. 106).
A agitação dominical será uma prova de que o limite da paciência de Deus se esgotou.
As grandes cidades se constituirão em armadilhas, não somente para os guardadores do Sábado, e estarão sujeitas à destruição e mortandade.
2º- Ruína dos EUA - Lei dominical descrito na profecia como sinal da besta (Apoc 13:16 e 17).
O Decreto dominical significará a ruína dos EUA. Significará a ruína porque Deus não será mais com esta nação apostatada. A partir do momento em que esta nação abandonar por completo os preceitos divinos verá sucessivamente os passos de sua ruína e destruição.
“Quando esta substituição se tornar universal, Deus Se revelará... Sairá do seu lugar para punir os habitantes do mundo” (Test. Seletos – Pág. 142).
3º- Lei Dominical nos EUA e no mundo
Após o decreto dominical nos EUA, os demais países adotarão os mesmos princípios."A história se repetirá. A religião falsa será exaltada. O primeiro dia da semana, um dia comum de trabalho que não possui santidade alguma, será estabalecido como o foi a estátua de Babilônia. A todas as nações, línguas e povos se ordenará que venerem esse sábado espúrio...O decreto impondo a veneração desse dia se estenderá a todo o mundo" (Eventos Finais, pág. 118).
As nações estrangeiras seguirão o exemplo dos Estados Unidos. Posto que ela seja a líder, a mesma crise atingirá todo o nosso povo em toda parte do mundo (Test. Seletos, vol 3, Pág. 46).
4º- Perseguição ampliada - (Apoc. 12:17).
Após o decreto dominical, haverá uma crescente pressão sobre os que guardam os mandamentos de Deus. Diante dos Tribunais
“Nos tribunais prevalecerá a injustiça. Os juízes recusarão ouvir as razões dos que são leais aos mandamentos de Deus porque sabem que os argumentos em favor do 4º mandamento são irrefutáveis” (Eventos Finais, Pág. 127).
Tratados com desprezo e escárnio
“De viva voz e com a pena, com ameaça, escárnio e zombaria, hão de tentar derrotar a sua fé" (Eventos Finais, Pág. 127 ).
Todo o tipo de perseguição
“Satanás tem milhares de meios de agressão disfarçados, que serão usados contra o leal povo de Deus que guarda os seus mandamentos, para forçá-los a renunciarem sua fé” (Eventos Finais, Pág. 128).
Não poderão comprar nem vender - (Apoc. 13:16 e 17).
“Logo sairá o decreto proibindo os homens de comprar ou vender a qualquer pessoa senão aos que tenham o sinal da besta. Satanás diz: Pelo temor de que lhes venha a faltar alimento e vestuário, eles se unirão com o mundo na transgressão da lei de Deus. A terra estará totalmente sobre o meu domínio” (Eventos Finais, Pág. 129).
Encarcerados
“Como os defensores da verdade se recusem a honrar o descanso dominical, alguns deles serão lançados na prisão,exilados, e outros tratado como escravos” (Eventos Finais, Pág. 130).
Alguns serão arrojados na escravidão, ou prisioneiros nos nauseabundos calabouços.
"O povo de Deus fugirá das cidades e vilas e reunir-se-á em grupos, habitando nos lugares mais desertos e solitários. Muitos encontrarão refúgio na fortaleza das montanhas” (Eventos Finais – Pág. 224).
“O povo de Deus, alguns na celas das prisões, outros escondidos nos retiros solitários das florestas e montanhas” (Grande Conflito – Pág. 635).
Condenados à morte
“Muitos serão encarcerados, muitos fugirão das cidades e vilas para salvar a vida, e muitos serão mártires por amor a Cristo, colocando-se em defesa da verdade. Há perante nós uma perspectiva de uma luta contínua, com risco de prisão, perda de propriedade, e da própria vida, para defender a lei de Deus. Os que forem fiéis a Deus serão ameaçados, denunciados, proscritos. Serão entregues “Pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos” até mesmo à morte. Logo chegará o tempo em que o povo de Deus, por causa da perseguição, será espalhado em muitos países. Os que receberam uma educação equilibrada sair-se-ão bem onde quer que estiverem" (Eventos Finais, Pág. 130).
“Quando, afinal se desencadear a tempestade da perseguição, haverá mártires no mar, nas cavernas dos montes, e nas masmorras dos conventos” (Crise e vitória – Pág. 33).
“O povo de Deus após o fechamento da porta da graça, não morrerá mais, porém deverão suportar o cansaço, a demora, a fome, a privação” (Crise e vitória – Pág. 45).
Todos passarão por tais provas
“Deus deseja que Seu povo se prepare para a crise prestes a vir. Preparados ou não, todos terão de anfrentá-la..." Atos dos Apóstolos, pag. 431 e 432).
Deus nos capacitará a suportar tais provas se nos prepararmos hoje
“Se formos chamados a sofrer por amor de Cristo, seremos capazes de ir para a prisão confiando nEle como uma criancinha confia em seus pais. Agora é o tempo de cultivar fé em Deus” (Eventos Finais, pág. 130).
"Caso deva haver uma volta da perseguição, será dada graça para despertar toda energia da alma para mostrar verdadeiro heroísmo” (Eventos Finais, pág. 131).
Tudo isso será possível de acontecer ?
“Para a sabedoria humana, tudo isto parece agora impossível: mas, ao ser retirado dos homens o Espírito de Deus, o qual tem o poder de reprimi-los, e ao ficarem eles sob o governo de satanás...hão de acontecer coisas estranhas” (Grande Conflito – Pág. 608).
“Quando o temor e o amor de Deus são removidos, o coração pode tornar-se muito cruel.” Grande Conflito – Pág. 608 Estamos preparados para suportar tal prova? “Se formos chamados a sofrer por amor de Cristo, seremos capazes de ir para a prisão confiando nEle como uma criancinha confia em seus pais. Agora é o tempo de cultivar fé em Deus” (Eventos Finais – Pág. 130).
5º- Operação do erro intensificada
Após os principais acontecimentos, satanás irá desencadear suas operações maravilhosas e o fim estará próximo. “A esse cuja vinda é segundo a eficácia de satanás, com todo o poder, e sinais, prodígios de mentira, e com todo engano da injustiça...” (II Tess. 2:9-11)
“Quando...a América do norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua constituição...e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de satanás e que o fim está próximo" (Meditações, 1977, Pág. 214)
O alto clamor de satanás está relacionado com a aceitação da proposta da emenda da constituição dos EUA.
“Satanás tem há muito estado a preparar-se para um esforço final de enganar o mundo” (Grande Conflito – Pág. 561).
“Com exceção dos que são guardados do poder de Deus, pela fé em Sua palavra, o mundo todo será envolvido por esse engano” (Grande Conflito – Pág. 562).
“Terríveis cenas de caráter sobrenatural logo se manifestarão nos céus, como indício do poder de demônios...” (Grande Conflito – Pág. 624).
Do mesmo modo que o decreto dominical será um sinal claríssimo para os que seguem a Deus, também satanás o tomará como ponto de partida para lançar a operação do erro, que enganará a todos.
6º- Satanás personifica a Cristo
Essa seria a vinda do falso cristo para o mundo cristão e para nova era a vinda do Maytreia (II Tess. 2:3 e 8).
“Satanás não somente aparecerá como ser humano, mas personificará a Jesus, e o mundo que tem rejeitado a verdade o receberá como senhor dos senhores e reis dos reis” (Eventos Finais – Pág. 146).
“Ele fará com que desça fogo do céu à vista dos homens...esse maravilhoso poder operador de milagres abrangerá todo o mundo” (Meditações, 1977, Pág. 206).
"Em várias partes da terra, satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante...” (Grande Conflito – Pág. 623).
“...Sua voz é meiga e branda, cheia de melodia... cura as moléstias do povo, e então, em seu pretenso caráter de Cristo, alega ter mudado o sábado para o domingo” (Grande Conflito – Pág. 623).
“É este o poderoso engano, quase invencível” (Grande Conflito – Pág. 624).
"Satanás personificará a Cristo, mas num ponto haverá notável diferença. Ele apartará as pessoas da lei de Deus. Cabeças coroadas, presidentes, governantes em altos postos curvar-se-ão ante suas falsas teorias” (Eventos Finais – Pág. 144).
Haverá também uma falsificação da ressurreição dos mortos
"Os santos precisam alcançar completa compreensão da verdade presente, a qual serão obrigados a sustentar pelas Escrituras. Precisam compreender o estado dos mortos; pois os espíritos de demônios lhes aparecerão, pretendendo ser amigos e parentes amados, os quais lhes declararão que o sábado foi mudado, bem como outras doutrinas não escriturísticas" (Primeiros Escritos, pág. 87).
Como estar preparado para esses acontecimentos?
“Vi que ninguém poderia participar do refrigério a menos que obtivesse a vitória sobre toda tentação, orgulho, egoísmo, amor ao mundo, e sobre toda má palavra e ação” (Primeiros Escritos – Pág. 71).
“A chuva serôdia virá, e a benção de Deus encherá toda alma que estiver purificada de toda contaminação” (Mensagens Escolhidas, vol. 1 – Pág. 191).
“Quando tivermos uma consagração completa, de todo o coração, ao serviço de Cristo, Deus reconhecerá esse fato mediante um derramamento, sem medida, de seu Espírito...” (Serviço Cristão – Pág. 253).
Qual será o problema de muitos, se em realidade a transformação, até mesmo completa é Cristo quem realiza em nossa vida?
O problema é que não tem havido genuína renuncia da parte de muitos. Veja Apoc. 3:18
“Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e vestidos brancos, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.” Ouro, vestidos Brancos e colírio, representam a fé, a justiça que não se encontra em nós e o poder do Espírito Santo nos transformando e amadurecendo para habitar na presença de um Deus santo. “Não precisamos nos preocupar com a chuva serôdia. Tudo quanto temos que fazer é manter o vaso limpo e com o lado certo para cima...” (Meditações 1983).
Conclusão:
Se formos fiéis, Deus nos guardará do grande dia da provação, Apocalipse 3:10, mas precisamos nos preparar hoje. “A grande prova final virá no fim do tempo da graça, quando será tarde demais para se suprirem as necessidades da alma” (Parábolas de Jesus - 412).
Hoje é o momento de nos preparar para estes acontecimentos finais. Não tenho dúvidas de que Jesus virá em nossa geração. Qualquer pessoa temente a Deus que conhece os assuntos relacionados ao fim sabe identificar o tempo em que vivemos. Hoje é o tempo de abandonar as coisas do mundo. Hoje é o tempo de levar a vida cristã a sério. Hoje é o tempo de dizer: "Eis-me aqui Senhor, o que queres que eu faça". Hoje é o tempo de nos colocar c0mpletamente sem reservas aos pés de Cristo. Hoje é o tempo de abandonar qualquer pecado. Hoje é o tempo de pregar com mais força sobre o Redentor que está as portas. Hoje é o tempo de alertar os protestantes/evangélicos de que Deus os chama para sair da Babilônia. Hoje é o tempo de pregar aos vizinhos, aos amigos, aos pais e a todos. Hoje é o tempo de nos consagrarmos mais do que nunca, pois chegará o tempo em que não haverá mais tempo.
Fonte - Gilberto Theiss
Grave crise nos EUA e os últimos eventos - Parte 1
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
EUA: Dow Jones tem maior queda em pontos da história

O índice Dow Jones mergulhou nesta segunda-feira na maior queda em pontos da história em um único dia, após os parlamentares norte-americanos rejeitarem inesperadamente o plano de resgate de US$ 700 bilhões, assustando os investidores que diziam que o pacote era essencial para interromper a deterioração do mercado global.
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Fonte - Terra
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Fonte - Terra
Tremor de terra atinge Minas Gerais
Um tremor de terra de 3,1 graus na escala Richter atingiu a região Sudoeste de Minas Gerais, nesta segunda-feira (29). O chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), Jorge Sand França, afirmou ao G1 que o abalo foi sentido nos municípios mineiros de Delta, Conquista e Uberaba.
“Nós ainda não temos uma definição exata do que provocou o tremor ou o local exato onde ocorreu o epicentro. É uma região de falhas e esses abalos podem acontecer”, afirmou França.
Segundo França, novos tremores pós-abalo podem acontecer na região, porém, geralmente, possuem magnitude menor. Técnicos da UnB devem ir para a região para investigar o local exato e o que provocou o abalo.
De acordo com a Defesa Civil de Uberaba, não há registro de feridos ou desabrigados.
Fonte - G1
Nota DDP: Já é o quarto na terra onde não tinham terremotos...
“Nós ainda não temos uma definição exata do que provocou o tremor ou o local exato onde ocorreu o epicentro. É uma região de falhas e esses abalos podem acontecer”, afirmou França.
Segundo França, novos tremores pós-abalo podem acontecer na região, porém, geralmente, possuem magnitude menor. Técnicos da UnB devem ir para a região para investigar o local exato e o que provocou o abalo.
De acordo com a Defesa Civil de Uberaba, não há registro de feridos ou desabrigados.
Fonte - G1
Nota DDP: Já é o quarto na terra onde não tinham terremotos...
Um erro brutal nos EUA
Vamos falar claramente: ao rejeitar o plano de resgate financeiro, os 228 deputados americanos estão cometendo um erro histórico que, se não for reparado a tempo, vai impor consequências dramáticas para as economias americana e mundial.
O episódio mostra também o fracasso das lideranças políticas. O pacote tinha o apoio do presidente George W. Bush, dos candidatos McCain e Obama, das principais lideranças do Partido Democrata, majoritário na Câmara, e de muitas das melhores lideranças do Partido Republicano.
McCain atuou mal desde o início, sabendo da importância do pacote, mas querendo dar a impressão de que era contra.
Já as declarações de Obama de agora à tarde, tentando se aproveitar eleitoralmente da situação, foram muito ruins. Passa a impressão de que não foi convencido do que pode acontecer sem o pacote.
A única esperança é que a política nunca pára. Certamente, há lideranças americanas (e mundiais) conscientes do tamanho do problema. E é tão grande essa problema que chega a ser impensável que não encontrem uma saída. Mas se já cometeram muitos atos impensados ao longo da história.
Fonte - G1
O episódio mostra também o fracasso das lideranças políticas. O pacote tinha o apoio do presidente George W. Bush, dos candidatos McCain e Obama, das principais lideranças do Partido Democrata, majoritário na Câmara, e de muitas das melhores lideranças do Partido Republicano.
McCain atuou mal desde o início, sabendo da importância do pacote, mas querendo dar a impressão de que era contra.
Já as declarações de Obama de agora à tarde, tentando se aproveitar eleitoralmente da situação, foram muito ruins. Passa a impressão de que não foi convencido do que pode acontecer sem o pacote.
A única esperança é que a política nunca pára. Certamente, há lideranças americanas (e mundiais) conscientes do tamanho do problema. E é tão grande essa problema que chega a ser impensável que não encontrem uma saída. Mas se já cometeram muitos atos impensados ao longo da história.
Fonte - G1
Câmara dos EUA rejeita pacote
A Câmara dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira o pacote de socorro ao setor financeiro por 228 votos contra e 205 a favor (veja ao final deste texto os principais pontos da proposta). Para aprovação, seriam necessários 218 parlamentares favoráveis.
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Segundo informações da Casa Branca, após o anúncio da rejeição, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que ficou "muito decepcionado" e confirmou que se reunirá ainda nesta segunda-feira com seus assessores para determinar os próximos passos a serem dados.
Congressistas dos Estados Unidos haviam anunciado no domingo (28) que chegaram a um acordo sobre como seria o socorro do governo ao setor financeiro, informação que agora se mostra incorreta.
Ainda que as discordâncias entre parlamentares fossem nítidas, a rejeição à proposta pega muitos investidores de surpresa, uma vez que há um consenso entre os legisladores americanos de que é necessária alguma medida significativa contra a crise.
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Instituições financeiras dos Estados Unidos passam por seu pior momento desde a Grande Depressão, ocorrida no final da década de 1920 e nos anos de 30.
Fonte - UOL
Problemas no setor financeiro europeu somam-se às preocupações dos investidores com a crise nos Estados Unidos. "O efeito dominó que todo mundo temia começou a se propagar", disse Vanderlei Arruda, gerente de câmbio da corretora Souza Barros.
Fonte - UOL
Nota Michelson Borges: Em pouco tempo, uma crise financeira já sem precedentes se desencadeou na maior nação capitalista do mundo, tendo efeitos drásticos em vários países cuja economia está atrelada aos bancos norte-americanos. Isso mostra como as coisas podem mudar rapidamente neste mundo globalizado, levando à tomada de medidas extremas que interferem na vida de bilhões de seres humanos. Como se sabe, os eventos finais serão rápidos, e essa crise é apenas uma amostra disso.
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Segundo informações da Casa Branca, após o anúncio da rejeição, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que ficou "muito decepcionado" e confirmou que se reunirá ainda nesta segunda-feira com seus assessores para determinar os próximos passos a serem dados.
Congressistas dos Estados Unidos haviam anunciado no domingo (28) que chegaram a um acordo sobre como seria o socorro do governo ao setor financeiro, informação que agora se mostra incorreta.
Ainda que as discordâncias entre parlamentares fossem nítidas, a rejeição à proposta pega muitos investidores de surpresa, uma vez que há um consenso entre os legisladores americanos de que é necessária alguma medida significativa contra a crise.
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Instituições financeiras dos Estados Unidos passam por seu pior momento desde a Grande Depressão, ocorrida no final da década de 1920 e nos anos de 30.
Fonte - UOL
Problemas no setor financeiro europeu somam-se às preocupações dos investidores com a crise nos Estados Unidos. "O efeito dominó que todo mundo temia começou a se propagar", disse Vanderlei Arruda, gerente de câmbio da corretora Souza Barros.
Fonte - UOL
Nota Michelson Borges: Em pouco tempo, uma crise financeira já sem precedentes se desencadeou na maior nação capitalista do mundo, tendo efeitos drásticos em vários países cuja economia está atrelada aos bancos norte-americanos. Isso mostra como as coisas podem mudar rapidamente neste mundo globalizado, levando à tomada de medidas extremas que interferem na vida de bilhões de seres humanos. Como se sabe, os eventos finais serão rápidos, e essa crise é apenas uma amostra disso.
Bento XVI apela ao respeito pelo meio ambiente
O respeito pelo meio ambiente foi a tónica dominante do discurso que Bento XVI dirigiu aos cerca de 400 participantes no encontro promovido pelo "Centro Turístico Juvenil" e pelo Departamento Internacional do Turismo Social, por ocasião do Dia Mundial do Turismo.
A Organização Mundial do Turismo, escolheu para este ano o tema «O turismo enfrenta o desafio da mudança climática».
“A humanidade tem o dever de proteger este tesouro e de lutar contra o uso indiscriminado dos bens da terra”, sublinhou o Papa. “Sem um adequado limite ético e moral, o comportamento humano pode transformar-se em ameaça e desafio. A experiência ensina que a gestão responsável da criação faz parte, ou pelo menos assim deveria ser, de uma economia saudável e sustentável do turismo”.
Bento XVI destacou que o uso impróprio da natureza e o abuso da cultura das populações locais “causam prejuízo também ao próprio turismo”. Pelo contrário, “respeitar o ambiente quer dizer também respeitar a si mesmo e aos outros”.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Preciso sublinhar o que seja um dos contornos do limite moral?
A Organização Mundial do Turismo, escolheu para este ano o tema «O turismo enfrenta o desafio da mudança climática».
“A humanidade tem o dever de proteger este tesouro e de lutar contra o uso indiscriminado dos bens da terra”, sublinhou o Papa. “Sem um adequado limite ético e moral, o comportamento humano pode transformar-se em ameaça e desafio. A experiência ensina que a gestão responsável da criação faz parte, ou pelo menos assim deveria ser, de uma economia saudável e sustentável do turismo”.
Bento XVI destacou que o uso impróprio da natureza e o abuso da cultura das populações locais “causam prejuízo também ao próprio turismo”. Pelo contrário, “respeitar o ambiente quer dizer também respeitar a si mesmo e aos outros”.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Preciso sublinhar o que seja um dos contornos do limite moral?
Bento XVI quer que política e religião andem juntas
Seria a Igreja Católica uma perdedora problemática, lutando por uma voz na Europa secular, ou uma força ainda poderosa, exercendo sua influência na lei européia através de governos de centro-direita? Essa questão, que vem se construindo ao longo do papado de três anos de Bento XVI, veio à tona em sua recente viagem à França.
Ainda assim, mesmo enquanto o Papa pedia discussões mais animadas sobre Igreja e Estado e mais diálogos inter-religiosos, ninguém, provavelmente nem mesmo no Vaticano, espera que a Europa renove sua devoção em breve. A presença nas igrejas é cada vez menor, assim como o número de padres.
E ninguém espera que a França subverta sua tão adotada doutrina de "laïecité”, a separação estrita entre igreja e estado, apesar da advertência do Papa de que o secularismo leva ao niilismo, e dos pedidos do presidente Nicolas Sarkozy por uma “laïecité mais positiva”.
Mas a insistência de Bento para que religião e política se “abram” uma à outra – juntamente a sua forte renovação, em Lourdes, da oposição da igreja a casais do mesmo sexo, comunhão a divorciados e eutanásia – envia uma mensagem clara: a Igreja não quer que a lei européia entre em divergências com seus ensinamentos, e ele quer que os católicos façam algum barulho em relação a isso. O Papa está buscando reconquistar a Europa, se não em números, pelo menos na mesa política.
“Vamos deixar claro, há leis na Europa que o Vaticano gostaria de alterar”, diz John L. Allen Jr., colunista do “National Catholic Reporter”. As advertências de Bento na França “não foram uma reflexão apolítica”, diz ele.
O Vaticano, Allen acrescenta, está preocupado com “uma progressiva secularização de instituições européias” que é “fortemente influenciada pelo modelo francês”.
Para começar, a legislação da União Européia proíbe a discriminação com base em orientação sexual. Num confronto em andamento na Inglaterra, orfanatos católicos disseram que terão de fechar as portas ou se desligar da Igreja caso sejam obrigados a entregar crianças a casais do mesmo sexo. A Espanha legalizou o casamento homossexual em 2005, seguindo os passos da Holanda e da Bélgica.
Alguns dizem que a visita do Papa pode encorajar os católicos a levantar a voz em oposição. A recepção ao Papa na França foi “encorajadora”, disse numa entrevista o reverendo Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano. O clima na França, segundo ele, indicou que “a Igreja tem uma contribuição a fazer, e é aceita e respeitada como uma força cultural e de compromisso moral”.
Bento viajou a França supostamente para o 150º aniversário de quando uma camponesa de 14 anos, Bernadette Soubirous, disse ter tido visões da Virgem Maria numa gruta de Lourdes – que neste ano deve atrair um recorde de 8 milhões de peregrinos.
Lourdes sempre foi exemplo de “um tipo de contracultura católica” e “do poder da fé sobre a ciência”, diz Ruth Harris, professora em Oxford e autora de “Lourdes: Corpo e Espírito na Era Secular” (Lourdes: Body and Spirit in the Secular Age). Ao longo dos anos, diz ela, a popularidade da cidade “se fortalece nesses períodos onde a república é vista como perseguidora da Igreja”.
Esse pode ser o caso hoje, quando alguns católicos devotos europeus se enxergam como uma minoria perseguida enfrentando uma hegemonia secular.
Sociologicamente, “acho que as viagens papais desempenham a mesma função das paradas de orgulho gay”, diz Allen. “Trata-se de um grupo que se vê como uma minoria que esteve, em sua visão, fechada por muito tempo, e quer levar isso às ruas e proclamar ‘Estamos aqui.’”
Em Paris, estima-se que 250 mil pessoas tenham aparecido para ver o Papa celebrar a missa na Esplanada dos Inválidos. E milhares de jovens esperaram durante horas para ouvir o papa falar na Catedral de Notre-Dame.
Na Europa atual, muitos católicos “sentem a necessidade de manifestações públicas de quem eles são, pois não podem confiar nas instituições da cultura para transmitir isso”, diz Allen.
Mas essa estratégia não convenceu os críticos. Reivindicar o status de vítima “é uma jogada clássica, uma hábil jogada retórica”, diz Paolo Flores d'Arcais, editor do jornal italiano de esquerda “MicroMega”, que argumentou em favor do ateísmo num debate público contra Bento, então Cardeal Joseph Ratzinger, em 2000.
Alguns consideram a Igreja similar à direita americana, que continua a pintar a si mesma como intrusa lutando contra uma cultura liberal dominante mesmo depois de oito anos de governo republicano.
França, Alemanha e Itália são governadas por coalizões de centro-direita amigas da Igreja. Na última primavera, a direita italiana realizou desafios sem precedentes à lei que legaliza os abortos – uma lei de 30 anos. Em 2005, a Itália passou uma lei restringindo a inseminação artificial.
“Então como você pode dizer que é a minoria oprimida?”, pergunta Flores. “Isso é loucura.”
Hoje, a Europa é amplamente definida em termos econômicos, e não culturais. É incerta a respeito de sua identidade, seus valores compartilhados, seu futuro. A visita do Papa mudará a conversa?
“Não acho que isso irá mudar porque o papa falou”, diz Mario Marazziti, porta-voz da Comunidade de Sant'Egidio, um grupo católico. Mas Bento claramente está de olho na Europa. “É interessante”, diz Marazziti. “Os dois não se entendem, mas falam um com o outro.”
Fonte: Portal G1
NOTA Minuto Profético: Segundo o Dr. Marco Huaco (um dos principais defensores das liberdades laicas no Peru), a Igreja Católica sempre defendeu o conceito de Estado Confessional, onde o Estado "confessa determinadas crenças religiosas como únicas verdadeiras, responsabilizando-se por sua propagação e defesa oficial". Nos tempos modernos, porém, passou a defender uma "fórmula suavizada de confessionalidade", chamada de "confessionalidade histórico-sociológica" (para combater sutilmente o conceito moderno de Estado Laico), onde o Estado "privilegia uma [religião] em relação às outras por razões históricas (contribuição à identidade nacional) e sociológicas (ser maioria social)". Na verdade, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica passou a defender a coexistência de "um regime confessional ao lado do reconhecimento das liberdades religiosas". Por isso, tem orientado "seus bispos nacionais a reconhecerem e se pronunciarem claramente a favor da - antes injuriada - liberdade de culto, mas ao mesmo tempo não renuncia a que o Estado siga conservando sua confessionalidade", que pode ser "formal e substancial". "Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal" (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58).
Ainda assim, mesmo enquanto o Papa pedia discussões mais animadas sobre Igreja e Estado e mais diálogos inter-religiosos, ninguém, provavelmente nem mesmo no Vaticano, espera que a Europa renove sua devoção em breve. A presença nas igrejas é cada vez menor, assim como o número de padres.
E ninguém espera que a França subverta sua tão adotada doutrina de "laïecité”, a separação estrita entre igreja e estado, apesar da advertência do Papa de que o secularismo leva ao niilismo, e dos pedidos do presidente Nicolas Sarkozy por uma “laïecité mais positiva”.
Mas a insistência de Bento para que religião e política se “abram” uma à outra – juntamente a sua forte renovação, em Lourdes, da oposição da igreja a casais do mesmo sexo, comunhão a divorciados e eutanásia – envia uma mensagem clara: a Igreja não quer que a lei européia entre em divergências com seus ensinamentos, e ele quer que os católicos façam algum barulho em relação a isso. O Papa está buscando reconquistar a Europa, se não em números, pelo menos na mesa política.
“Vamos deixar claro, há leis na Europa que o Vaticano gostaria de alterar”, diz John L. Allen Jr., colunista do “National Catholic Reporter”. As advertências de Bento na França “não foram uma reflexão apolítica”, diz ele.
O Vaticano, Allen acrescenta, está preocupado com “uma progressiva secularização de instituições européias” que é “fortemente influenciada pelo modelo francês”.
Para começar, a legislação da União Européia proíbe a discriminação com base em orientação sexual. Num confronto em andamento na Inglaterra, orfanatos católicos disseram que terão de fechar as portas ou se desligar da Igreja caso sejam obrigados a entregar crianças a casais do mesmo sexo. A Espanha legalizou o casamento homossexual em 2005, seguindo os passos da Holanda e da Bélgica.
Alguns dizem que a visita do Papa pode encorajar os católicos a levantar a voz em oposição. A recepção ao Papa na França foi “encorajadora”, disse numa entrevista o reverendo Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano. O clima na França, segundo ele, indicou que “a Igreja tem uma contribuição a fazer, e é aceita e respeitada como uma força cultural e de compromisso moral”.
Bento viajou a França supostamente para o 150º aniversário de quando uma camponesa de 14 anos, Bernadette Soubirous, disse ter tido visões da Virgem Maria numa gruta de Lourdes – que neste ano deve atrair um recorde de 8 milhões de peregrinos.
Lourdes sempre foi exemplo de “um tipo de contracultura católica” e “do poder da fé sobre a ciência”, diz Ruth Harris, professora em Oxford e autora de “Lourdes: Corpo e Espírito na Era Secular” (Lourdes: Body and Spirit in the Secular Age). Ao longo dos anos, diz ela, a popularidade da cidade “se fortalece nesses períodos onde a república é vista como perseguidora da Igreja”.
Esse pode ser o caso hoje, quando alguns católicos devotos europeus se enxergam como uma minoria perseguida enfrentando uma hegemonia secular.
Sociologicamente, “acho que as viagens papais desempenham a mesma função das paradas de orgulho gay”, diz Allen. “Trata-se de um grupo que se vê como uma minoria que esteve, em sua visão, fechada por muito tempo, e quer levar isso às ruas e proclamar ‘Estamos aqui.’”
Em Paris, estima-se que 250 mil pessoas tenham aparecido para ver o Papa celebrar a missa na Esplanada dos Inválidos. E milhares de jovens esperaram durante horas para ouvir o papa falar na Catedral de Notre-Dame.
Na Europa atual, muitos católicos “sentem a necessidade de manifestações públicas de quem eles são, pois não podem confiar nas instituições da cultura para transmitir isso”, diz Allen.
Mas essa estratégia não convenceu os críticos. Reivindicar o status de vítima “é uma jogada clássica, uma hábil jogada retórica”, diz Paolo Flores d'Arcais, editor do jornal italiano de esquerda “MicroMega”, que argumentou em favor do ateísmo num debate público contra Bento, então Cardeal Joseph Ratzinger, em 2000.
Alguns consideram a Igreja similar à direita americana, que continua a pintar a si mesma como intrusa lutando contra uma cultura liberal dominante mesmo depois de oito anos de governo republicano.
França, Alemanha e Itália são governadas por coalizões de centro-direita amigas da Igreja. Na última primavera, a direita italiana realizou desafios sem precedentes à lei que legaliza os abortos – uma lei de 30 anos. Em 2005, a Itália passou uma lei restringindo a inseminação artificial.
“Então como você pode dizer que é a minoria oprimida?”, pergunta Flores. “Isso é loucura.”
Hoje, a Europa é amplamente definida em termos econômicos, e não culturais. É incerta a respeito de sua identidade, seus valores compartilhados, seu futuro. A visita do Papa mudará a conversa?
“Não acho que isso irá mudar porque o papa falou”, diz Mario Marazziti, porta-voz da Comunidade de Sant'Egidio, um grupo católico. Mas Bento claramente está de olho na Europa. “É interessante”, diz Marazziti. “Os dois não se entendem, mas falam um com o outro.”
Fonte: Portal G1
NOTA Minuto Profético: Segundo o Dr. Marco Huaco (um dos principais defensores das liberdades laicas no Peru), a Igreja Católica sempre defendeu o conceito de Estado Confessional, onde o Estado "confessa determinadas crenças religiosas como únicas verdadeiras, responsabilizando-se por sua propagação e defesa oficial". Nos tempos modernos, porém, passou a defender uma "fórmula suavizada de confessionalidade", chamada de "confessionalidade histórico-sociológica" (para combater sutilmente o conceito moderno de Estado Laico), onde o Estado "privilegia uma [religião] em relação às outras por razões históricas (contribuição à identidade nacional) e sociológicas (ser maioria social)". Na verdade, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica passou a defender a coexistência de "um regime confessional ao lado do reconhecimento das liberdades religiosas". Por isso, tem orientado "seus bispos nacionais a reconhecerem e se pronunciarem claramente a favor da - antes injuriada - liberdade de culto, mas ao mesmo tempo não renuncia a que o Estado siga conservando sua confessionalidade", que pode ser "formal e substancial". "Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal" (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58).
Quarteto para o fim dos tempos

Os furacões e terremotos de ordem natural e econômica das últimas semanas levaram os arautos do fim do mundo a soarem suas trombetas mais uma vez. Contudo, o que está acontecendo são sinais de tempos apocalípticos sérios e que merecem nossa compreensão? Ou será esta nova crise generalizada apenas mais uma turnê do fim do mundo? Se observarmos os eventos atuais de maneira isolada, compartimentada, obteremos somente uma visão parcial e pouco confiável do que se chama "eventos finais". Porém, se tivermos uma perspectiva mais global, se compreendermos a interrelação de fatos concretos, encontraremos evidências de uma crise conjuntural diferenciada. Consideremos, então, alguns acontecimentos utilizando a forma de um "quarteto para o fim dos tempos".
1º movimento - O declínio americano: a invasão do Iraque pelos Estados Unidos acirrou os ânimos anti-americanos de várias partes do mundo; a difusão de uma cultura estética erotizada, violenta e efêmera fez recrudescer o ímpeto ultra-conservador norte-americano; a queda dos mercados, a aguda crise de instituições financeiras centenárias, o declínio da pujança econômica estadunidense arrastando de roldão mercados emergentes. O país do “Estado laico” e do “livre-mercado” é a mesma nação tomada pela dissolução ética, por elevados índices de poluição e pelo clima anti-terror que produziu vigilância inconstitucional, prisões arbitrárias e tortura. Esse mesmo país governado pela ultra-direita cristã estende as mãos sobre o Atlântico para o Vaticano em nome da ética global, instaura uma fobia anti-terrorista e converge a opinião da grande mídia em defesa de suas ações, e agora “estatiza” organizações financeiras independentes e falidas.
2º movimento - Condenação do materialismo: na reformulação de suas identidades, as religiões universais encontram na ecologia e na ética um referente global. A denúncia do consumismo também faz parte da nova retórica religiosa. O budismo prevê o equilíbrio na produção de bens e de consumo, o islamismo combate o mundo materialista como um anátema demoníaco e a idéia de holismo media a perspectiva do pensamento ecológico integrado. A crítica a uma sociedade esbanjadora e consumista, porém, opõe-se visivelmente à ascese e moderação do protestantismo tradicional e das religiões orientais. Na China, prega-se o budismo econômico para os pobres enquanto o capitalismo mais desenfreado é adotado pelas outras classes sociais. O neopentecostalismo e o novo protestantismo estimulam agressivamente o consumo de bens “sacralizados e ungidos”. E Bento XVI condena o materialismo e ao mesmo tempo usa sapatos Prada, casula com 15 km de fios de prata e anel de ouro 24 quilates.
3º movimento - A defesa da Terra: aumento da poluição, escassez de água, desmatamento irrefreável, aquecimento global, esgotamento dos recursos materiais de sobrevivência. Um cenário apocalíptico de destruição do homem pelo homem causando a agonia lenta e gradual do planeta. Pano de fundo próprio para os defensores do ambiente atenderem ao pedido de socorro da Terra, certo? Certo, mas não é só isso. Não apenas os ambientalistas do verde-que-te-quero-verde, não só os xiitas do GreenPeace, mas a Igreja Católica entrou pra valer na ecologia (digite "ecologia" no site zenit.org de informação católica). Leonardo Boff, o padre que relia o evangelho segundo o marxismo, direciona suas boas intenções para o alerta eco-teológico, a olhar para o recente conteúdo de seus livros – Ecologia, mundialização e espiritualidade e Nova Era: a civilização planetária. Sua visão do evangelho agora privilegia a existência de um Deus ecologicamente orientado e de um conhecimento ecocentrado em que o universo divino e o planeta Terra holisticamente se fundiriam no mesmo cosmos, inaugurando um novo modo de ser. A ecologia torna-se um paradigma que reorienta os caminhos da humanidade.
4º movimento - Uma ética global: fome, pobreza, crime organizado, corrupção política, opressão econômica, conflitos raciais e guerras étnicas. Retratando o colapso dos sistemas laicos de governo e regulação social, o Parlamento das Religiões Universais, realizado em Chicago-1993, enfatiza em sua declaração final a necessidade de um consenso global e uma atualização de vínculos morais entre pessoas que dividem o mesmo destino e o mesmo planeta. Caberia, então, às entidades religiosas o papel de administrar, em conjunto com as instituições democráticas legais, a profusão de problemas e sua complexidade de resolução. Assim, o discurso religioso voltaria a ter uma dimensão de atuação planetária ao pressupor uma moral planetária, desta vez sob a justificativa de uma nova ética mundial.
Como num concerto erudito, os “movimentos” quando escutados separadamente proporcionam uma audição incompleta. Contudo, ao escutarmos todas as seções do mesmo concerto, podemos entender a intenção do compositor, o estilo da interpretação do instrumentista, o que o autor e o intérprete estão comunicando. Relacionando os quatro “movimentos” acima é possível situar-se no tempo e na história e compreender de forma mais abrangente tanto os eventos que já se foram quanto aqueles que estão por vir.
O título desse texto é uma referência à obra-prima musical de Olivier Messiaen.
(Nota na Pauta)
Fonte - Michelson Borges
Europa nacionaliza bancos
O Congresso dos Estados Unidos deve aprovar nesta segunda-feira o plano de ajuda ao setor financeiro de US$ 700 bilhões, mas o anúncio não foi suficiente para impedir a queda das Bolsas e a propagação da crise à Europa, que amanheceu nesta segunda-feira com vários bancos nacionalizados.
Depois de uma semana de negociações, os líderes parlamentares e o governo de George W.Bush fecharam um acordo sobre os termos do plano, que será votado nesta segunda-feira na Câmara de Representantes e no Senado.
No entanto, o anúncio não freou a onda de estatizações e aquisições.
Na Grã-Bretanha, o governo anunciou a nacionalização do banco Bradford & Bingley, que segue assim o mesmo destino dos compatriotas Northern Rock, Alliance & Leicester e HBOS, adquirido pelo rival Lloyds TSB.
No domingo à noite, os governos da Bélgica, Holanda e Luxemburgo anunciaram a nacionalização parcial do banco e seguradora Fortis, com uma injeção de liquidez de € 11,2 bilhões.
Na Dinamarca, o banco Roskilde foi comprado por três instituições financeiras, enquanto o Vestjysk Bank adquiriu o Bonus Bank e vai realizar uma fusão com outra instituição regional.
Na Alemanha, o Hypo Real Estate (HRE) escapou da falência no último minuto ao obter uma linha de crédito de um consórcio de bancos do país.
As autoridades belgas se comprometeram ainda a ajudar o banco franco-belga Dexia, como fizeram com o Fortis, após uma queda superior a 29% das ações do primeiro.
O Banco Central Europeu (BCE) segue injetando liquidez nos mercados monetários para permitir o funcionamento dos bancos e evitar que a economia fique sem possibilidades de crédito.
Em uma operação coordenada com o Federal Reserve (Fed) americano, a instituição européia vai colocar nos mercados US$ 30 bilhões.
Apesar de todas as medidas para conter a crise, as Bolsas européias operavam em baixa na manhã desta segunda-feira.
As ações dos bancos afetados desabaram, como as do Hypo Real Estate (HRE), que chegaram a registrar desvalorização de 58,86% em Frankfurt.
As Bolsas asiáticas também não reagiram muito bem ao plano de Washingtom: Tóquio perdeu 1,26% e Hong Kong 4,3%. Sydney retrocedeu 2% e Seul 1,35%.
O presidente dos Estados Unidos, que discursará à nação antes da abertura da Bolsa de Nova York, declarou que o plano é "uma mensagem enérgica aos mercados mundiais, que mostra o compromisso dos Estados Unidos de devolver a confiança e a estabilidade ao sistema financeiro".
O plano constitui a maior intervenção do Estado no setor privado da história americana e deve ser aprovado seis semanas antes da eleição presidencial na maior potência econômica mundial.
O projeto do governo americano prioriza as cobranças do Estado, depois de um gasto inicial muito pesado para as finanças públicas, e servirá, sobretudo, para que o país assuma os créditos podres que os bancos concederam ao setor imobiliário.
Fonte - DGABC
Depois de uma semana de negociações, os líderes parlamentares e o governo de George W.Bush fecharam um acordo sobre os termos do plano, que será votado nesta segunda-feira na Câmara de Representantes e no Senado.
No entanto, o anúncio não freou a onda de estatizações e aquisições.
Na Grã-Bretanha, o governo anunciou a nacionalização do banco Bradford & Bingley, que segue assim o mesmo destino dos compatriotas Northern Rock, Alliance & Leicester e HBOS, adquirido pelo rival Lloyds TSB.
No domingo à noite, os governos da Bélgica, Holanda e Luxemburgo anunciaram a nacionalização parcial do banco e seguradora Fortis, com uma injeção de liquidez de € 11,2 bilhões.
Na Dinamarca, o banco Roskilde foi comprado por três instituições financeiras, enquanto o Vestjysk Bank adquiriu o Bonus Bank e vai realizar uma fusão com outra instituição regional.
Na Alemanha, o Hypo Real Estate (HRE) escapou da falência no último minuto ao obter uma linha de crédito de um consórcio de bancos do país.
As autoridades belgas se comprometeram ainda a ajudar o banco franco-belga Dexia, como fizeram com o Fortis, após uma queda superior a 29% das ações do primeiro.
O Banco Central Europeu (BCE) segue injetando liquidez nos mercados monetários para permitir o funcionamento dos bancos e evitar que a economia fique sem possibilidades de crédito.
Em uma operação coordenada com o Federal Reserve (Fed) americano, a instituição européia vai colocar nos mercados US$ 30 bilhões.
Apesar de todas as medidas para conter a crise, as Bolsas européias operavam em baixa na manhã desta segunda-feira.
As ações dos bancos afetados desabaram, como as do Hypo Real Estate (HRE), que chegaram a registrar desvalorização de 58,86% em Frankfurt.
As Bolsas asiáticas também não reagiram muito bem ao plano de Washingtom: Tóquio perdeu 1,26% e Hong Kong 4,3%. Sydney retrocedeu 2% e Seul 1,35%.
O presidente dos Estados Unidos, que discursará à nação antes da abertura da Bolsa de Nova York, declarou que o plano é "uma mensagem enérgica aos mercados mundiais, que mostra o compromisso dos Estados Unidos de devolver a confiança e a estabilidade ao sistema financeiro".
O plano constitui a maior intervenção do Estado no setor privado da história americana e deve ser aprovado seis semanas antes da eleição presidencial na maior potência econômica mundial.
O projeto do governo americano prioriza as cobranças do Estado, depois de um gasto inicial muito pesado para as finanças públicas, e servirá, sobretudo, para que o país assuma os créditos podres que os bancos concederam ao setor imobiliário.
Fonte - DGABC
Governos querem monitorar dados da população

Segundo os termos de um acordo assinado em julho do ano passado, empresas aéreas que voam da União Européia para os EUA têm que fornecer às autoridades alguns dados sobre os passageiros, como raça, religião, profissão, parentes e reservas de hotéis.
Defensores das liberdades civis estão tentando impedir que o monitoramento de dados se torne uma ferramenta rotineira para o FBI vigiar cidadãos norte-americanos comuns.
No mês passado, um grupo de legisladores escreveu ao procurador-geral dos EUA, reclamando que algo assim permitiria ao FBI vigiar cidadãos sem qualquer justificativa.
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Fonte - Opinião e Notícias
Defensores das liberdades civis estão tentando impedir que o monitoramento de dados se torne uma ferramenta rotineira para o FBI vigiar cidadãos norte-americanos comuns.
No mês passado, um grupo de legisladores escreveu ao procurador-geral dos EUA, reclamando que algo assim permitiria ao FBI vigiar cidadãos sem qualquer justificativa.
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Fonte - Opinião e Notícias
Plano 'não salvará economia'
Os principais jornais americanos afirmam nesta segunda-feira que o acordo fechado pelo Congresso em torno do plano de resgate econômico proposto pelo governo George W. Bush não será suficiente para salvar a economia.
Uma análise publicada no Wall Street Journal afirma que o pacote pode ajudar a curar os mercados financeiros, mas a ameaça de recessão ainda persiste à medida que "os pilares do crescimento continuam a erodir".
"Os principais sustentáculos do crescimento da economia - gastos dos consumidores, empresas e governo e as exportações continuam se esfarelando", afirma o diário.
"A demanda externa por bens americanos, que ajudou o setor industrial a evitar uma desaceleração mais profunda este ano, deve secar à medida que as maiores economias mundiais flertam com a recessão e nações de rápida expansão como China e Índia perdem o pulso".
O texto destaca que o pacote de US$ 700 bilhões não resolverá o problema fundamental da crise do setor imobiliário e acredita que o preço dos imóveis continuará caindo.
Analistas ouvidos pelo jornal prevêem que "na melhor das circunstâncias é esperada uma recessão que resultará no aumento da taxa de desemprego no país de 6,1% para 8%".
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Fonte - UOL
Uma análise publicada no Wall Street Journal afirma que o pacote pode ajudar a curar os mercados financeiros, mas a ameaça de recessão ainda persiste à medida que "os pilares do crescimento continuam a erodir".
"Os principais sustentáculos do crescimento da economia - gastos dos consumidores, empresas e governo e as exportações continuam se esfarelando", afirma o diário.
"A demanda externa por bens americanos, que ajudou o setor industrial a evitar uma desaceleração mais profunda este ano, deve secar à medida que as maiores economias mundiais flertam com a recessão e nações de rápida expansão como China e Índia perdem o pulso".
O texto destaca que o pacote de US$ 700 bilhões não resolverá o problema fundamental da crise do setor imobiliário e acredita que o preço dos imóveis continuará caindo.
Analistas ouvidos pelo jornal prevêem que "na melhor das circunstâncias é esperada uma recessão que resultará no aumento da taxa de desemprego no país de 6,1% para 8%".
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Fonte - UOL
Estudo revela que UE deve se preparar para efeitos do aquecimento global
(Embargada até as 22h) Bruxelas, 28 set (EFE).- A União Européia (UE) deve continuar seus esforços para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa, mas, ao mesmo tempo, tem que se preparar para as conseqüências inevitáveis do aquecimento global.
Essa é a principal conclusão de um relatório elaborado pela Agência Européia do Ambiente, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Centro Comum de Pesquisa (JRC, em inglês) da UE, divulgado pela agência "Belga".
O estudo lembra que, devido ao aumento das emissões poluentes, a temperatura média da Terra aumentou em 0,8°C em comparação a antes da Revolução Industrial, uma alta sentida especialmente na Europa.
Esse aumento da temperatura já provocou o derretimento de geleiras, a redução em cerca de 20% do volume de chuva em algumas regiões mediterrâneas nos últimos 100 anos, migrações animais rumo ao norte, inundações e erosão do solo, entre outras mudanças.
O relatório adverte que, se esses efeitos se agravarem, trarão sérias conseqüências tanto para a saúde humana quanto em diferentes setores econômicos, como o energético, de transportes, agricultura e turismo.
Segundo o documento, os países da UE deveriam começar a se preparar para enfrentar esse novo cenário, pois, até o momento, os esforços se concentraram na gestão do risco de inundações.
As regiões européias mais afetadas pelo aquecimento serão, segundo este estudo, as regiões montanhosas, as áreas litorâneas, a bacia mediterrânea e o Ártico, onde a superfície da calota polar foi reduzida à metade entre 1950 e 2007.
Entre as principais conseqüências para a saúde humana, o relatório afirma que o aquecimento reduzirá a qualidade do ar e favorecerá a chegada à Europa de insetos transmissores de doenças atualmente limitadas aos trópicos.
Fonte - Último Segundo
Essa é a principal conclusão de um relatório elaborado pela Agência Européia do Ambiente, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Centro Comum de Pesquisa (JRC, em inglês) da UE, divulgado pela agência "Belga".
O estudo lembra que, devido ao aumento das emissões poluentes, a temperatura média da Terra aumentou em 0,8°C em comparação a antes da Revolução Industrial, uma alta sentida especialmente na Europa.
Esse aumento da temperatura já provocou o derretimento de geleiras, a redução em cerca de 20% do volume de chuva em algumas regiões mediterrâneas nos últimos 100 anos, migrações animais rumo ao norte, inundações e erosão do solo, entre outras mudanças.
O relatório adverte que, se esses efeitos se agravarem, trarão sérias conseqüências tanto para a saúde humana quanto em diferentes setores econômicos, como o energético, de transportes, agricultura e turismo.
Segundo o documento, os países da UE deveriam começar a se preparar para enfrentar esse novo cenário, pois, até o momento, os esforços se concentraram na gestão do risco de inundações.
As regiões européias mais afetadas pelo aquecimento serão, segundo este estudo, as regiões montanhosas, as áreas litorâneas, a bacia mediterrânea e o Ártico, onde a superfície da calota polar foi reduzida à metade entre 1950 e 2007.
Entre as principais conseqüências para a saúde humana, o relatório afirma que o aquecimento reduzirá a qualidade do ar e favorecerá a chegada à Europa de insetos transmissores de doenças atualmente limitadas aos trópicos.
Fonte - Último Segundo
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LONDRES - O governo britânico apresentou nesta quinta-feira um novo documento de identidade para estrangeiros de fora da União Européia (UE) que vai aumentar o controle sobre os imigrantes. Semelhantes a um cartão de crédito, a nova identificação inclui um chip com informações pessoais, foto e impressões digitais dos imigrantes. Além disso, o novo documento carregará detalhes sobre a situação do estrangeiro, se é estudante, se pode trabalhar e há quanto tempo está na Inglaterra.
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Fonte - O Globo
Empréstimos de bancos atingem recorde nos EUA
O valor dos empréstimos tomados por instituições financeiras dos Estados Unidos atingiu um recorde de US$ 187,75 bilhões ao dia, em média, na última semana, em meio ao aprofundamento da crise financeira em Wall Street, informou o Federal Reserve nesta quinta-feira.
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Fonte - Invertia
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Fonte - Invertia
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