Alterações climáticas pedem actuação ética
Os bispos da COMECE - Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia apelam aos cristão e às Igrejas que sejam exemplo na mudança de estilo de vida para combater as alterações climáticas.
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O documento sublinha que o enorme desafio do clima é “dirigido a toda a humanidade” e lança um apelo a todos os líderes europeus para “basearem as suas políticas num pensamento ético, na justiça inter-geracional e na solidariedade para com os países do Sul”. Os especialistas apelam ainda às Igrejas e aos cristãos para serem exemplo na adopção de um estilo de vida baseado na moderação.
“A luta contra as alterações climáticas deve ser reconhecida, acima de tudo, como um problema público e ético”.
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“Acima de tudo, os valores e princípios do ensino social da Igreja, justiça global, atenção aos pobres, subsidariedade, solidariedade e responsabilidade para o bem comum, poderia permitir uma avaliação sobre as políticas climáticas”, explicam os especialistas.
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Segundo o documento, “a Igreja Católica e todos os cristãos estão melhor posicionados para veicular mudanças nos modos de vida, através de propostas concretas e modestos exemplos”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: A solução calcada em um dia de descanso, é apenas questão de tempo, porque ela já salta das entrelinhas do discurso romano. Mais do mesmo em "Santa Sé alenta proteção do meio ambiente sem esquecer centralidade do ser humano":
NOVA IORQUE, 29 Out. 08 / 12:31 pm (ACI).- O Observador Permanente da Santa Sé ante a ONU, Dom Celestino Migliore, alentou a proteção global do meio ambiente sem deixar de ter em conta a centralidade da dignidade do ser humano que deve ser o primeiro protegido, especialmente no caso dos mais fracos e pobres.
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Dom Migliore também ressaltou que existe uma urgente necessidade de educar na "responsabilidade ecológica, apoiada no fato de que muitos valores éticos, fundamentais para o desenvolvimento de uma sociedade pacífica, têm uma relação direta com o assunto meio-ambiental. Do mesmo modo, a interdependência dos muitos desafios que o mundo enfrenta hoje confirma a necessidade de soluções coordenadas apoiadas em uma visão moral coerente do mundo".
Para o Observador permanente da Santa Sé "tal educação não pode simplesmente ficar em razões ideológicas ou políticas, nem seu propósito no rechaço do mundo moderno. Necessita uma conversão genuína e a mudança em patrões do pensamento e conduta e estas débito apoiada no valor e a dignidade da pessoa".
Coincidência que os temas sejam veiculados ao mesmo tempo, não? WWF, ONU, Vaticano...
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
A próxima crise é dos recursos naturais
A julgar pelos dados divulgados hoje, a próxima grande crise a assolar a humanidade será dos recursos naturais. E pode tomar proporções ainda maiores do que a atual crise financeira, que já consumiu nada menos que US$ 6,8 trilhões em recursos, o equivalente a 11% do Produto Interno Bruto (PIB) global.
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Fonte - Estadão
Nota DDP: A vinculação dos temas era esperada. Mais uma fonte de terrorismo para o controle mais rígido das nações.
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Fonte - Estadão
Nota DDP: A vinculação dos temas era esperada. Mais uma fonte de terrorismo para o controle mais rígido das nações.
Meta global de emissões será afetada pela crise
O consenso político para um acordo mundial em torno da redução das emissões de gases de efeito estufa, que deve ser fechado na Conferência Mundial sobre o Clima, em Copenhague, em 2009, está ameaçado pela crise financeira e pelo risco de recessão mundial.
De acordo com cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), reunidos em Brasília, a meta sugerida de 80% até o ano de 2015 pode não ser alcançada se ocorrer uma forte desaceleração do crescimento, especialmente entre as grandes potências.
Na avaliação do IPCC, o compromisso requer viabilidade e sustentabilidade. Com a crise financeira, as lideranças políticas terão outras prioridades.
Fonte - Opinião e Notícia
De acordo com cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), reunidos em Brasília, a meta sugerida de 80% até o ano de 2015 pode não ser alcançada se ocorrer uma forte desaceleração do crescimento, especialmente entre as grandes potências.
Na avaliação do IPCC, o compromisso requer viabilidade e sustentabilidade. Com a crise financeira, as lideranças políticas terão outras prioridades.
Fonte - Opinião e Notícia
Crise de recursos naturais será pior do que a contração do crédito
O relatório "Living Planet", feito pela Ong WWF, revelou que o mundo está caminhando para uma "contração do crédito ecológica", que seria bem pior do que a atual crise financeira. Isto porque a humanidade está utilizando em excesso os recursos naturais do planeta.
De acordo com o relatório, a população mundial está utilizando 30% a mais de recursos a cada ano do que a Terra é capaz de repor. Isto está levando ao desmatamento, à degradação dos solos, poluição do ar e da água, e a um declínio acentuado do número de peixes e outras espécies.
Segundo a WWF, a cada ano há um déficit ecológico estimado entre US$ 4 trilhões e US$ 4,5 trilhões -- o dobro do prejuízo previsto pelas instituições financeiras mundiais para a atual crise do crédito. Este número é baseado em um relatório da ONU que calculou o valor econômico dos ecossistemas destruídos todos os anos.
Fonte - Opinião e Notícia
De acordo com o relatório, a população mundial está utilizando 30% a mais de recursos a cada ano do que a Terra é capaz de repor. Isto está levando ao desmatamento, à degradação dos solos, poluição do ar e da água, e a um declínio acentuado do número de peixes e outras espécies.
Segundo a WWF, a cada ano há um déficit ecológico estimado entre US$ 4 trilhões e US$ 4,5 trilhões -- o dobro do prejuízo previsto pelas instituições financeiras mundiais para a atual crise do crédito. Este número é baseado em um relatório da ONU que calculou o valor econômico dos ecossistemas destruídos todos os anos.
Fonte - Opinião e Notícia
Dificuldades no diálogo com o Islã
Durante o sínodo dos Bispos, que se realizou em outubro no Vaticano, surgiu um problema para dificultar o diálogo entre a Igreja Católica e o islã: a não consideração dos direitos da mulher, no casamento e na família, conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Bispos de língua espanhola pedira cautela com os muçulmanos diante dessa questão.
Babilônia se unirá não doutrinariamente, mas, em um dado momento, e razão de um objetivo comum: a santificação do domingo. Isso levará, mais dia menos dia, a importância secundária questões como a que surgiu nesse sínodo.
O objetivo na verdade não é unir as religiões, é sim, adorar o inimigo de DEUS, pela santificação de seu dia, contra a santificação do dia estabelecido por DEUS, e que está na Bíblia.
Fonte: Jornal da Mídia
2008-10-28
Fonte - Cristo Voltará
Babilônia se unirá não doutrinariamente, mas, em um dado momento, e razão de um objetivo comum: a santificação do domingo. Isso levará, mais dia menos dia, a importância secundária questões como a que surgiu nesse sínodo.
O objetivo na verdade não é unir as religiões, é sim, adorar o inimigo de DEUS, pela santificação de seu dia, contra a santificação do dia estabelecido por DEUS, e que está na Bíblia.
Fonte: Jornal da Mídia
2008-10-28
Fonte - Cristo Voltará
China quer poder no mundo
A China vem crescendo em importância como nação poderosa, no mundo. Seu crescimento econômico há mais de 12 anos vinha sendo em torno de 10%, algo impressionante, jamais visto. Já se tornou uma potência industrial, científica e econômica. Com a crise, ela vem buscando aumentar o seu espaço pela solução dos problemas financeiros do planeta. Quer participar com os sete grandes. Ela tem 1,9 trilhão de dólares em reservas, é muito dinheiro, portanto, poder.
Mas o que a China quer mesmo? Quer desbancar os EUA de sua situação de maior nação do mundo, economicamente falando. Ela quer subir ao podium dos poderosos.
A situação agora é de definições e muita pressa. O Vaticano tem pressa diante da expansão do Islã e da pregação cada vez mais poderosa da Bíblia no mundo. E os EUA temem o fortalecimento das nações emergentes, dentre as quais, a mais importante é a China.
O mundo se prepara para o desfecho, obviamente com os EUA ainda no domínio. O fim vem logo!
Fonte: BBC
2008-10-29
Fonte - Cristo Voltará
[Pesquisa - Fernando Machado]
Mas o que a China quer mesmo? Quer desbancar os EUA de sua situação de maior nação do mundo, economicamente falando. Ela quer subir ao podium dos poderosos.
A situação agora é de definições e muita pressa. O Vaticano tem pressa diante da expansão do Islã e da pregação cada vez mais poderosa da Bíblia no mundo. E os EUA temem o fortalecimento das nações emergentes, dentre as quais, a mais importante é a China.
O mundo se prepara para o desfecho, obviamente com os EUA ainda no domínio. O fim vem logo!
Fonte: BBC
2008-10-29
Fonte - Cristo Voltará
[Pesquisa - Fernando Machado]
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Estilo de vida do homem extrapola capacidade do planeta
A Terra perdeu, em pouco mais de um quarto de século, quase um terço de sua riqueza biológica e recursos, e no atual ritmo, a humanidade necessitará de dois planetas em 2030 para manter seu estilo de vida, advertiu nesta terça o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, por sua sigla em inglês).
A demanda da população excede em cerca de 30% a capacidade regeneradora da Terra, segundo o Relatório Planeta Vivo 2008, divulgado por esta organização ambientalista a cada dois anos sobre a situação ambiental dos ecossistemas.
"O mundo está lutando atualmente com as conseqüências de ter supervalorizado seus ativos financeiros. Mas uma crise muito mais grave ainda virá: um desastre ecológico causado pela não valorização de nossos recursos ambientais, que são a base de toda a vida e da prosperidade", disse o diretor-geral da WWF, James Leape.
O estudo mostra que mais de 75% da população mundial vive atualmente em países que são "devedores ecológicos", onde o consumo nacional superou sua capacidade biológica de regeneração.
"A maioria de nós segue alimentando nosso estilo de vida e nosso crescimento econômico extraindo cada vez mais o capital ecológico de outras partes do mundo", afirmou Leape.
"Se as demandas em nosso planeta continuarem crescendo no mesmo ritmo, em meados dos anos 30 necessitaremos do equivalente a dois planetas para manter nosso estilo de vida", acrescentou.
...
Fonte - Terra
Nota DDP: Como se vê, não são mais somente os "fanáticos" crentes que estão anunciando o fim.
A demanda da população excede em cerca de 30% a capacidade regeneradora da Terra, segundo o Relatório Planeta Vivo 2008, divulgado por esta organização ambientalista a cada dois anos sobre a situação ambiental dos ecossistemas.
"O mundo está lutando atualmente com as conseqüências de ter supervalorizado seus ativos financeiros. Mas uma crise muito mais grave ainda virá: um desastre ecológico causado pela não valorização de nossos recursos ambientais, que são a base de toda a vida e da prosperidade", disse o diretor-geral da WWF, James Leape.
O estudo mostra que mais de 75% da população mundial vive atualmente em países que são "devedores ecológicos", onde o consumo nacional superou sua capacidade biológica de regeneração.
"A maioria de nós segue alimentando nosso estilo de vida e nosso crescimento econômico extraindo cada vez mais o capital ecológico de outras partes do mundo", afirmou Leape.
"Se as demandas em nosso planeta continuarem crescendo no mesmo ritmo, em meados dos anos 30 necessitaremos do equivalente a dois planetas para manter nosso estilo de vida", acrescentou.
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Fonte - Terra
Nota DDP: Como se vê, não são mais somente os "fanáticos" crentes que estão anunciando o fim.
Quantidade de gelo no Ártico 'despencou'
A espessura do gelo no Oceano Ártico "despencou" no último inverno, segundo uma pesquisa do University College de Londres.
Os cientistas britânicos afirmam que a espessura do gelo no mar Ártico diminuiu até 49 centímetros em algumas regiões, segundo informações enviadas por satélite.
De acordo com os pesquisadores, estes resultados fornecem a primeira prova definitiva de que o volume total do gelo no Ártico está diminuindo.
O gelo no mar do Ártico bateu o recorde negativo ao chegar ao se menor tamanho em 2007, quando sua área atingiu apenas 4,13 milhões de quilômetros quadrados.
O recorde anterior era de 5,32 quilômetros quadrados, medidos em 2005.
"A espessura do gelo estava constante nos últimos cinco invernos antes deste, mas despencou no inverno depois do mínimo (registrado) em 2007", afirmou uma das autoras da pesquisa Katherine Giles à BBC.
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Fonte - BBC
Nota DDP: Outro tipo de notícia que tem se tornado tão comum que tem perdido seu impacto. Mas o avanço do desequilíbrio continua avançando.
Os cientistas britânicos afirmam que a espessura do gelo no mar Ártico diminuiu até 49 centímetros em algumas regiões, segundo informações enviadas por satélite.
De acordo com os pesquisadores, estes resultados fornecem a primeira prova definitiva de que o volume total do gelo no Ártico está diminuindo.
O gelo no mar do Ártico bateu o recorde negativo ao chegar ao se menor tamanho em 2007, quando sua área atingiu apenas 4,13 milhões de quilômetros quadrados.
O recorde anterior era de 5,32 quilômetros quadrados, medidos em 2005.
"A espessura do gelo estava constante nos últimos cinco invernos antes deste, mas despencou no inverno depois do mínimo (registrado) em 2007", afirmou uma das autoras da pesquisa Katherine Giles à BBC.
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Fonte - BBC
Nota DDP: Outro tipo de notícia que tem se tornado tão comum que tem perdido seu impacto. Mas o avanço do desequilíbrio continua avançando.
Terremoto deixa ao menos 160 mortos no Paquistão
KARACHI - Equipes de resgate paquistanesas retiraram 160 corpos dos escombros de centenas de casas atingidas por deslizamentos na província de Baluchistan, após um forte terremoto atingir a região na quarta-feira (horário local), disse uma autoridade do governo distrital.
Segundo o Departamento Meteorológico do Paquistão, o tremor teve magnitude 6,5 e aconteceu às 5h10 (21h10 de terça-feira no horário de Brasília).
Autoridades disseram acreditar que várias pessoas ainda estavam enterradas nos escombros.
Em outubro de 2005 um terremoto de magnitude 7,6 matou 73 mil pessoas nas montanhas do norte do Paquistão. No ano passado, as piores enchentes da história de Baluchistan mataram centenas.
O epicentro do terremoto desta quarta-feira ficou próximo do vale de Ziarat, um dos principais destinos turísticos de Baluchistan.
...
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Não havia colocado posts relativos aos dois outros ocorridos na Califórnia. Já são tantos que começam a não chamar a atenção como relevantes profeticamente. Mas no meu coração fica o pedido de misericórdia por este povo tão sofrido do Paquistão.
Segundo o Departamento Meteorológico do Paquistão, o tremor teve magnitude 6,5 e aconteceu às 5h10 (21h10 de terça-feira no horário de Brasília).
Autoridades disseram acreditar que várias pessoas ainda estavam enterradas nos escombros.
Em outubro de 2005 um terremoto de magnitude 7,6 matou 73 mil pessoas nas montanhas do norte do Paquistão. No ano passado, as piores enchentes da história de Baluchistan mataram centenas.
O epicentro do terremoto desta quarta-feira ficou próximo do vale de Ziarat, um dos principais destinos turísticos de Baluchistan.
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Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Não havia colocado posts relativos aos dois outros ocorridos na Califórnia. Já são tantos que começam a não chamar a atenção como relevantes profeticamente. Mas no meu coração fica o pedido de misericórdia por este povo tão sofrido do Paquistão.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
O papa e a política
A Igreja e a política legislativa
A propósito de várias questões controversas, é frequente ouvir pôr em causa a legitimidade ou a oportunidade de tomadas de posição da Igreja em questões de política legislativa. Aquando da recente discussão sobre o regime do divórcio, houve quem invocasse o facto de estar em jogo apenas o regime civil do casamento, matéria estranha à Igreja. A propósito do aborto, diz-se que numa sociedade pluralista não pode ser juridicamente imposta uma determinada concepção moral de entre várias possíveis. A respeito de outras questões (organização económica ou legislação sobre imigração, por exemplo) também não é raro ouvir (neste caso normalmente a outros qua-drantes) que a Igreja deve abster-se de se pronunciar por se tratar de matérias alheias à sua missão específica.
A Igreja (a hierarquia e os leigos) tem, no entanto, o dever de se pronunciar sempre que a política legislativa envolva opções de alcance e relevância éticos (não, pois, quanto a questões de ordem técnica). E deve fazê-lo à luz da sua doutrina social.
...
Não se trata de pretender impor, em qualquer dos âmbitos, uma visão especificamente cristã numa sociedade pluralista. Trata-se de propor caminhos que conduzam à realização do bem comum (o bem de crentes e não crentes), à luz da razão e da lei natural, aquela lei inscrita no coração humano, independentemente de qualquer fé religiosa.
...
Fonte - Ecclesia
Papa diz que distinção entre religião e política é conquista do cristianismo
Cidade do Vaticano, 27 out (EFE).- O papa Bento XVI afirmou hoje que "se pode dizer que a distinção entre a religião e a política é uma conquista específica do cristianismo e é uma de suas contribuições históricas e culturais fundamentais".
...
"A Igreja está convencida de que o Estado e a religião são chamados a se apoiarem mutuamente, pois juntos servem ao bem-estar pessoal e social de todos".
"Esta cooperação harmoniosa entre a Igreja e Estado - acrescentou - requer de líderes eclesiais e civis que realizem suas funções públicas com uma preocupação indubitável pelo bem comum".
...
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: A contínua afirmativa de cooperação Igreja/estado, interfaceada pela ordem jurídica continua sendo uma prioridade do pontífice romano, tendo como base de suas pretensões a doutrina social da ICAR. Vejamos o que a mesma diz no que nos interessa:
O domingo é um dia a ser santificado com uma caridade operosa, reservando atenções à família e aos parentes, como aos doentes, aos enfermos, aos idosos; não se deve tão-pouco esquecer aqueles «irmãos que têm as mesmas necessidades e os mesmos direitos e não podem descansar por motivos de pobreza e de miséria»; de mais a mais, é um tempo propício para a reflexão, o silêncio, o estudo, que favorecem o crescimento da vida interior e cristã. Os fiéis devem distinguir-se, também neste dia, pela sua moderação, evitando todos os excessos e as violências que não raro caracterizam as diversões de massas. O dia do Senhor deve ser sempre vivido como o dia da libertação, que faz participar «da assembleia festiva dos primogénitos que estão inscritos nos céus» (Heb 12, 22-23) e antecipa a celebração da Páscoa definitiva na glória do céu.
Sendo esta uma das "opções de alcance e relevância éticos" que o Papa pretende seja observada pelo mundo para "realização do bem comum (o bem de crentes e não crentes), à luz da razão e da lei natural". O que se espera seja realizado por política legislativa.
A propósito de várias questões controversas, é frequente ouvir pôr em causa a legitimidade ou a oportunidade de tomadas de posição da Igreja em questões de política legislativa. Aquando da recente discussão sobre o regime do divórcio, houve quem invocasse o facto de estar em jogo apenas o regime civil do casamento, matéria estranha à Igreja. A propósito do aborto, diz-se que numa sociedade pluralista não pode ser juridicamente imposta uma determinada concepção moral de entre várias possíveis. A respeito de outras questões (organização económica ou legislação sobre imigração, por exemplo) também não é raro ouvir (neste caso normalmente a outros qua-drantes) que a Igreja deve abster-se de se pronunciar por se tratar de matérias alheias à sua missão específica.
A Igreja (a hierarquia e os leigos) tem, no entanto, o dever de se pronunciar sempre que a política legislativa envolva opções de alcance e relevância éticos (não, pois, quanto a questões de ordem técnica). E deve fazê-lo à luz da sua doutrina social.
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Não se trata de pretender impor, em qualquer dos âmbitos, uma visão especificamente cristã numa sociedade pluralista. Trata-se de propor caminhos que conduzam à realização do bem comum (o bem de crentes e não crentes), à luz da razão e da lei natural, aquela lei inscrita no coração humano, independentemente de qualquer fé religiosa.
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Fonte - Ecclesia
Papa diz que distinção entre religião e política é conquista do cristianismo
Cidade do Vaticano, 27 out (EFE).- O papa Bento XVI afirmou hoje que "se pode dizer que a distinção entre a religião e a política é uma conquista específica do cristianismo e é uma de suas contribuições históricas e culturais fundamentais".
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"A Igreja está convencida de que o Estado e a religião são chamados a se apoiarem mutuamente, pois juntos servem ao bem-estar pessoal e social de todos".
"Esta cooperação harmoniosa entre a Igreja e Estado - acrescentou - requer de líderes eclesiais e civis que realizem suas funções públicas com uma preocupação indubitável pelo bem comum".
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Fonte - Último Segundo
Nota DDP: A contínua afirmativa de cooperação Igreja/estado, interfaceada pela ordem jurídica continua sendo uma prioridade do pontífice romano, tendo como base de suas pretensões a doutrina social da ICAR. Vejamos o que a mesma diz no que nos interessa:
O domingo é um dia a ser santificado com uma caridade operosa, reservando atenções à família e aos parentes, como aos doentes, aos enfermos, aos idosos; não se deve tão-pouco esquecer aqueles «irmãos que têm as mesmas necessidades e os mesmos direitos e não podem descansar por motivos de pobreza e de miséria»; de mais a mais, é um tempo propício para a reflexão, o silêncio, o estudo, que favorecem o crescimento da vida interior e cristã. Os fiéis devem distinguir-se, também neste dia, pela sua moderação, evitando todos os excessos e as violências que não raro caracterizam as diversões de massas. O dia do Senhor deve ser sempre vivido como o dia da libertação, que faz participar «da assembleia festiva dos primogénitos que estão inscritos nos céus» (Heb 12, 22-23) e antecipa a celebração da Páscoa definitiva na glória do céu.
Sendo esta uma das "opções de alcance e relevância éticos" que o Papa pretende seja observada pelo mundo para "realização do bem comum (o bem de crentes e não crentes), à luz da razão e da lei natural". O que se espera seja realizado por política legislativa.
Inglaterra usa scanner de impressão digital para agilizar investigações

Foto divulgada pela polícia britânica mostra o 'Ident1', scanner de impressões digitais que pode identificar uma pessoa em até cinco minutos, cruzando informações de bancos de dados. Ao 'varrer' uma impressão digital, o aparelho a compara com as amostras do arquivo da polícia britânica, que tem ficha de cerca de 8 milhões de pessoas. A polícia deve começar a utilizar o scanner em um prazo de 18 meses (Foto: Northrop Grumman Information Technology/AP)
Fonte - G1
Crise mundial pode prejudicar a democracia
A expansão da democracia estagnou-se e a recessão derivada da crise financeira mundial pode fazê-la retroceder em alguns países, segundo a divisão de análise da revista inglesa The Economist.
O Economist Intelligence Unit Democracy Index 2008 (Índice de Democracia da Divisão de Análise da Economist) analisa os diferentes regimes políticos do mundo. Segundo o índice, 30 Estados gozam de democracia plena; 50, entre os quais o Brasil, têm democracias defeituosas; 36 contam com um regime híbrido e 51 com um Governo plenamente autoritário...
Além disso, o relatório alerta que a crise do capitalismo nos países com maiores liberdades civis poderia fazer os países emergentes enxergarem "o modelo chinês de capitalismo autoritário" como uma alternativa atraente. [Leia mais: Portal G1]
Fonte - Minuto Profético
O Economist Intelligence Unit Democracy Index 2008 (Índice de Democracia da Divisão de Análise da Economist) analisa os diferentes regimes políticos do mundo. Segundo o índice, 30 Estados gozam de democracia plena; 50, entre os quais o Brasil, têm democracias defeituosas; 36 contam com um regime híbrido e 51 com um Governo plenamente autoritário...
Além disso, o relatório alerta que a crise do capitalismo nos países com maiores liberdades civis poderia fazer os países emergentes enxergarem "o modelo chinês de capitalismo autoritário" como uma alternativa atraente. [Leia mais: Portal G1]
Fonte - Minuto Profético
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
O ecumenismo, as seitas e o ecomenismo
...
Na linha do que foi sendo defendido nos trabalhos da assembleia sinodal, as propostas abordam o tema do ecumenismo e, em seguida, defendem a importância do diálogo com os judeus a partir das escrituras judaicas, que “os cristãos denominam Antigo Testamento” e com os muçulmanos, centrado no elemento comum do “único Deus”.
Neste último caso, o Sínodo “insiste na importância do respeito pela vida, dos direitos do homem e da mulher, bem como na distinção entre a ordem sócio-política e a ordem religiosa na promoção da justiça e da paz no mundo”.
O texto lembra a importância da “reciprocidade, da liberdade de consciência e de religião”.
É recomendada a peregrinação e, se possível, o estudo da Sagrada Escritura na Terra Santa, “nos passos de São Paulo”. “Os peregrinos e os estudantes poderão, através desta experiência, perceber melhor o ambiente físico e geográfico das Escrituras e particularmente a relação entre os dois testamentos”, indicam os Bispos.
Estes pedem que o Papa avalie a oportunidade de oferecer um documento sobre “o mistério da Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, também à luz do ano dedicado a São Paulo”.
Os padres sinodais desejam também “um diálogo entre Bíblia e cultura, sobretudo diante das diversas buscas de sentido presentes no nosso tempo, de forma a encontrar nela a resposta definitiva aos seus anseios”.
Na última parte do documento manifesta-se uma “profunda preocupação em relação ao crescimento e mutação do fenómeno das seitas”.
As propostas não esquecem a importância da ecologia: “A redescoberta da Palavra de Deus, em todas as suas dimensões, leva-nos a denunciar toda as acções do homem contemporâneo que não respeitam a natureza como criação”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Um pouco ainda no contexto do post anterior, interessante notar como os temas se fundem e se interrelacionam.
Ao mesmo tempo em que se tergiversa sobre a questão dos direitos fundamentais do homem e o domingo, se costuram estes mesmos direitos à questão ecológica, ao ecumenismo e ao combate às seitas. Não há qualquer dúvida que todos estes temas poderão ser alcançados pela mesma lente.
Quando o domingo for instituído como regra de conduta para uma universalidade de pessoas, a oposição dos adeptos da seitas poderá ser interpretada como crimes contra a humanidade, uma vez que estes poderão ser vistos como violadores de direitos humanos, inimigos da natureza e opositores da paz entre as nações.
Na linha do que foi sendo defendido nos trabalhos da assembleia sinodal, as propostas abordam o tema do ecumenismo e, em seguida, defendem a importância do diálogo com os judeus a partir das escrituras judaicas, que “os cristãos denominam Antigo Testamento” e com os muçulmanos, centrado no elemento comum do “único Deus”.
Neste último caso, o Sínodo “insiste na importância do respeito pela vida, dos direitos do homem e da mulher, bem como na distinção entre a ordem sócio-política e a ordem religiosa na promoção da justiça e da paz no mundo”.
O texto lembra a importância da “reciprocidade, da liberdade de consciência e de religião”.
É recomendada a peregrinação e, se possível, o estudo da Sagrada Escritura na Terra Santa, “nos passos de São Paulo”. “Os peregrinos e os estudantes poderão, através desta experiência, perceber melhor o ambiente físico e geográfico das Escrituras e particularmente a relação entre os dois testamentos”, indicam os Bispos.
Estes pedem que o Papa avalie a oportunidade de oferecer um documento sobre “o mistério da Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, também à luz do ano dedicado a São Paulo”.
Os padres sinodais desejam também “um diálogo entre Bíblia e cultura, sobretudo diante das diversas buscas de sentido presentes no nosso tempo, de forma a encontrar nela a resposta definitiva aos seus anseios”.
Na última parte do documento manifesta-se uma “profunda preocupação em relação ao crescimento e mutação do fenómeno das seitas”.
As propostas não esquecem a importância da ecologia: “A redescoberta da Palavra de Deus, em todas as suas dimensões, leva-nos a denunciar toda as acções do homem contemporâneo que não respeitam a natureza como criação”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Um pouco ainda no contexto do post anterior, interessante notar como os temas se fundem e se interrelacionam.
Ao mesmo tempo em que se tergiversa sobre a questão dos direitos fundamentais do homem e o domingo, se costuram estes mesmos direitos à questão ecológica, ao ecumenismo e ao combate às seitas. Não há qualquer dúvida que todos estes temas poderão ser alcançados pela mesma lente.
Quando o domingo for instituído como regra de conduta para uma universalidade de pessoas, a oposição dos adeptos da seitas poderá ser interpretada como crimes contra a humanidade, uma vez que estes poderão ser vistos como violadores de direitos humanos, inimigos da natureza e opositores da paz entre as nações.
Os direitos humanos e o domingo
Papa diz que obedecer Palavra de Deus desenvolve liberdade
25.10.2008 - A obediência à Palavra de Deus não é um ataque à liberdade individual, "mas desenvolve todas as possibilidades de nossa liberdade", disse hoje o papa Bento XVI aos 253 bispos que participaram do Sínodo e aos quais ofereceu um almoço de despedida.
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Bento XVI disse se sentir "um pouco preocupado", já que achava que estava violando "o direito humano de alguns ao repouso noturno e também ao descanso de domingo, que são direitos realmente fundamentais".
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Fonte - Terra
Santa Sé pede que se evite «interpretações relativistas» dos direitos humanos
PARIS, sexta-feira, 24 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- A Santa Sé pediu à comunidade internacional que evite interpretações relativistas dos direitos humanos ou interpretações segundo interesses partidaristas.
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«Não temos que ceder à tentação de interpretações relativistas dos direitos humanos ou a uma aplicação parcial e desigual, segundo o capricho de quem tem de aplicá-los», explicou o representante papal.
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Para o representante vaticano, uma atitude assim «significaria satisfazer exigências particulares, descuidando as exigências legítimas da pessoa humana, para quem estes direitos foram reconhecidos».
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Os direitos humanos se revelaram como um meio eficaz para preservar a paz no mundo, e sua promoção é uma arma eficaz para superar as desigualdades entre os países e grupos sociais.
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Estes direitos, declarou, são «expressão da lei natural, que está inscrita no coração do homem e que está presente nas diferentes culturas e civilizações».
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Fonte - Zenit
Nota DDP: O primeiro artigo se refere à "preocupação" do líder romano sobre o trabalho das pessoas envolvidas no sínodo encerrado na última semana. A segunda guarda vínculo com a questão da liberdade religiosa.
Mas ambas revelam uma verdade que ainda é comunicada nas entrelinhas. A guarda do domingo é um direito humano fundamental, que não permite ser relativizado, pois se relaciona com a paz no mundo e é expressão da lei natural, comum à toda cultura e civilização.
25.10.2008 - A obediência à Palavra de Deus não é um ataque à liberdade individual, "mas desenvolve todas as possibilidades de nossa liberdade", disse hoje o papa Bento XVI aos 253 bispos que participaram do Sínodo e aos quais ofereceu um almoço de despedida.
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Bento XVI disse se sentir "um pouco preocupado", já que achava que estava violando "o direito humano de alguns ao repouso noturno e também ao descanso de domingo, que são direitos realmente fundamentais".
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Fonte - Terra
Santa Sé pede que se evite «interpretações relativistas» dos direitos humanos
PARIS, sexta-feira, 24 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- A Santa Sé pediu à comunidade internacional que evite interpretações relativistas dos direitos humanos ou interpretações segundo interesses partidaristas.
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«Não temos que ceder à tentação de interpretações relativistas dos direitos humanos ou a uma aplicação parcial e desigual, segundo o capricho de quem tem de aplicá-los», explicou o representante papal.
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Para o representante vaticano, uma atitude assim «significaria satisfazer exigências particulares, descuidando as exigências legítimas da pessoa humana, para quem estes direitos foram reconhecidos».
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Os direitos humanos se revelaram como um meio eficaz para preservar a paz no mundo, e sua promoção é uma arma eficaz para superar as desigualdades entre os países e grupos sociais.
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Estes direitos, declarou, são «expressão da lei natural, que está inscrita no coração do homem e que está presente nas diferentes culturas e civilizações».
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Fonte - Zenit
Nota DDP: O primeiro artigo se refere à "preocupação" do líder romano sobre o trabalho das pessoas envolvidas no sínodo encerrado na última semana. A segunda guarda vínculo com a questão da liberdade religiosa.
Mas ambas revelam uma verdade que ainda é comunicada nas entrelinhas. A guarda do domingo é um direito humano fundamental, que não permite ser relativizado, pois se relaciona com a paz no mundo e é expressão da lei natural, comum à toda cultura e civilização.
A eleição americana
O candidato do medo
Chamado de “Messias” pelo líder radical muçulmano Louis Farrakhan e de “Meu Jesus” pela editora-chefe de um jornal universitário, Barack Hussein Obama informa: “Contrariamente ao que diz a opinião popular, não nasci numa manjedoura.” Já pensaram se ele não avisasse?
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Fonte - Olavo de Carvalho
Cientistas esperam impacientes o fim da obscurantista era Bush
Depois de oito anos de administração Bush, durante os quais a ciência esteve submetida à influência obscurantista da ideologia religiosa, os meios científicos vêem a chegada de um novo presidente quase como uma bênção divina, seja ele Barack Obama ou John McCain.
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Fonte - BOL
Nota DDP: Não é a primeira vez que se vê esta associação do nome de Obama com a figura de um messias. Interessante acompanhar esta vertente que se tem observado no quadro político americano, uma vez que não é necessário pensar muito para se vislumbrar os desdobramentos dessa ideologia em volta de um "salvador da pátria".
O colapso do socialismo real na Europa Oriental não acabou todas as esperanças (socialistas) e aqui e ali elas existem, aguardando silenciosamente uma nova forma.
(JOSEPH Cardeal RATZINGER - Truth and Tolerance, 2003)
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“Obama é mudança (…) Preparem-se para uma nova América (…) Nós o ajudamos a começar sua carreira e sempre estivemos a postos para ajudá-lo a avançar. Ele significa nossa luta por justiça não apenas para os negros, mas também para os que foram enganados (…) Hoje, muitos americanos querem mudanças e sabem que só Obama pode realizá-las. Os jovens americanos estão especialmente determinados a assegurar a vitória de Obama (…). Perdemos a confiança em nosso Presidente (como se Jackson alguma vez tivesse apoiado Bush!), no Congresso, em nosso sistema bancário, em Wall Street e em nosso sistema legar para proteger nossas liberdades individuais. Não vejo como recuperar a confiança nessas instituições sem uma mudança radical”.
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“A mudança que Obama promete não está limitada ao que fazemos na América. É uma mudança na maneira com que a América olha o mundo e seu lugar nele (…). A América precisa curar as feridas que causou em outras nações.” (Rev. Jesse Jackson)
Fonte - Mídia Sem Máscara
A pergunta que fica é: Só a América tem feridas para serem curadas? As observações de Ratzinger e Jackson se contradizem, ou se complementam em interesses?
Leia também: ""The One""
Chamado de “Messias” pelo líder radical muçulmano Louis Farrakhan e de “Meu Jesus” pela editora-chefe de um jornal universitário, Barack Hussein Obama informa: “Contrariamente ao que diz a opinião popular, não nasci numa manjedoura.” Já pensaram se ele não avisasse?
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Fonte - Olavo de Carvalho
Cientistas esperam impacientes o fim da obscurantista era Bush
Depois de oito anos de administração Bush, durante os quais a ciência esteve submetida à influência obscurantista da ideologia religiosa, os meios científicos vêem a chegada de um novo presidente quase como uma bênção divina, seja ele Barack Obama ou John McCain.
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Fonte - BOL
Nota DDP: Não é a primeira vez que se vê esta associação do nome de Obama com a figura de um messias. Interessante acompanhar esta vertente que se tem observado no quadro político americano, uma vez que não é necessário pensar muito para se vislumbrar os desdobramentos dessa ideologia em volta de um "salvador da pátria".
O colapso do socialismo real na Europa Oriental não acabou todas as esperanças (socialistas) e aqui e ali elas existem, aguardando silenciosamente uma nova forma.
(JOSEPH Cardeal RATZINGER - Truth and Tolerance, 2003)
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“Obama é mudança (…) Preparem-se para uma nova América (…) Nós o ajudamos a começar sua carreira e sempre estivemos a postos para ajudá-lo a avançar. Ele significa nossa luta por justiça não apenas para os negros, mas também para os que foram enganados (…) Hoje, muitos americanos querem mudanças e sabem que só Obama pode realizá-las. Os jovens americanos estão especialmente determinados a assegurar a vitória de Obama (…). Perdemos a confiança em nosso Presidente (como se Jackson alguma vez tivesse apoiado Bush!), no Congresso, em nosso sistema bancário, em Wall Street e em nosso sistema legar para proteger nossas liberdades individuais. Não vejo como recuperar a confiança nessas instituições sem uma mudança radical”.
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“A mudança que Obama promete não está limitada ao que fazemos na América. É uma mudança na maneira com que a América olha o mundo e seu lugar nele (…). A América precisa curar as feridas que causou em outras nações.” (Rev. Jesse Jackson)
Fonte - Mídia Sem Máscara
A pergunta que fica é: Só a América tem feridas para serem curadas? As observações de Ratzinger e Jackson se contradizem, ou se complementam em interesses?
Leia também: ""The One""
Crise já afeta o mercado de trabalho

Milhares de trabalhadores norte-americanos estão perdendo seus empregos à medida que a crise financeira vem afetando a demanda por mercadorias e serviços nos EUA.
As demissões chegaram com força. Só nas últimas duas semanas, inúmeras empresas anunciaram a intenção de cortar postos de trabalho. São elas: Merck, Yahoo!, General Electric, Xerox, Pratt & Whitney, Goldman Sachs, Whirlpool, Bank of America, Alcoa, Coca-Cola, as fabricantes de carro de Detroit e quase todas as companhias aéreas.
É provável que a taxa de desemprego nos EUA aumente -- atualmente é de 6,1% -- , e talvez se trate de um aumento significativo. Nigel Gault, da consultoria Global Insight, acredita que a taxa de desemprego será de 8% a 8,5% até o final de 2009. Caso esta previsão se concretize, será a maior taxa de desemprego nos EUA desde o início dos anos 1980.
Fonte - Opinião e Notícia
As demissões chegaram com força. Só nas últimas duas semanas, inúmeras empresas anunciaram a intenção de cortar postos de trabalho. São elas: Merck, Yahoo!, General Electric, Xerox, Pratt & Whitney, Goldman Sachs, Whirlpool, Bank of America, Alcoa, Coca-Cola, as fabricantes de carro de Detroit e quase todas as companhias aéreas.
É provável que a taxa de desemprego nos EUA aumente -- atualmente é de 6,1% -- , e talvez se trate de um aumento significativo. Nigel Gault, da consultoria Global Insight, acredita que a taxa de desemprego será de 8% a 8,5% até o final de 2009. Caso esta previsão se concretize, será a maior taxa de desemprego nos EUA desde o início dos anos 1980.
Fonte - Opinião e Notícia
O declínio do império americano

“Os Estados Unidos são uma potência hegemônica em declínio.” Essa frase não foi dita ontem por um analista econômico. Quem a disse foi um dos mais respeitados cientistas sociais, Immanuel Wallerstein, no livro O Declínio do Poder Americano (Contraponto, 2004). Ele continua: “Poucas pessoas acreditam nessa afirmação. Os únicos que acreditam são os ‘falcões’ dos Estados Unidos, que defendem políticas para inverter o declínio.”
Observador atento dos processos econômicos e culturais, Wallerstein já remava contra a opinião dominante de que os Estados Unidos navegavam sem medo por águas turbulentas. O poder nas mãos americanas ainda é grande, mas já é bem menor do que há cinqüenta anos. Os Estados Unidos cresceram vitaminados pelo monopólio comercial, pela pujança financeira e pela legitimação ideológica após duas grandes guerras (1914-18 e 1939-45), mas nos últimos anos sua economia enfrenta forte competição, sua agenda política é contestada até por antigos aliados e sua superioridade militar tem sido abalada por sucessivas derrotas (Vietnã, Somália) e por críticas ao intervencionismo (Nicarágua, Iraque).
A propalada conduta de excelência norte-americana nos campos do investimento em pesquisas acadêmicas, da liberdade de expressão e da eficiência produtiva tem sido sistematicamente contraposta pelo abandono da educação básica, pelo cerceamento do pensamento crítico e pela lucratividade exacerbada das megacorporações. Não é como se o rei agora estivesse nu, mas já se visualiza seus trapos de imundície e seus farrapos de lobo que estavam por baixo de seu traje de cordeiro a rigor.
O abalo no coração do sistema financeiro mundial, resultante do entupimento das artérias do mercado imobiliário e da ganância especulativa nas bolsas de valores, não é visto como crise passageira pelas análises mais sérias. Noam Chomsky, autor de O Império Americano, diz que “estamos caminhando em direção a uma grande depressão”; o economista John Williamson afirma que “a recessão nos EUA é inevitável”, e ainda que “estamos vendo as conseqüências do modo como os Estados Unidos vêm se comportando há anos”. Recém-premiado com o Nobel, o guru da economia Paul Krugman prevê que estamos “a um passo do derretimento econômico global”. Mais? O historiador Harold James, no jornal Financial Times, garante que “a crise americana não tem precedentes históricos”.
A crise recessiva de proporções mundiais estaria criando condições para o aparecimento de uma nova frente hegemônica? Seria a China? Os analistas se dividem, mas nem tanto. Enquanto alguns acreditam numa hegemonia oriental com a China na dianteira, outros consideram as muitas fraquezas chinesas. Ainda em 1999, Callum Henderson publicava o polêmico, revelando os mitos e a realidade do modelo “asiático”. O alto grau de endividamento doméstico e o irrestrito subsídio oficial a boa parte das empresas no vermelho também levaram o especialista Peter Cohan a afirmar que a China pode estar vivendo à beira da explosão de seu sistema.
Somem-se as perdas causadas pelo desastre ecológico advindas da industrialização veloz e o recente esfriamento do crescimento econômico e entende-se porque alguns analistas não enxergam a China como a próxima primeira-potência. Vale considerar sua falta de legitimidade moral diante de outros países, que geralmente é conquistada por meio da exportação do estilo de vida – mas a China importa a cultura ocidental seja pelo modelo musical ou pela penetração do cristianismo e da corrente ideológica. Segundo Robert Solow, premio Nobel de economia do MIT, “a China por não ser democrática, consegue manter uma enorme população rural em situação de extrema pobreza, salários baixos e uma disciplinada força de trabalho”.
O historiador Boris Fausto diz que os olhos do mundo ainda se dirigem esperançosamente para os Estados Unidos, na expectativa de que a crise mundial, e por tabela o declínio americano, sejam revertidos. Noam Chomsky ainda vê os Estados Unidos, e o clube das nações dominantes (o G7), como os principais engenheiros da reforma do sistema, em que o capitalismo de Estado exercerá maior “regulação e controle sobre instituições financeiras”.
Ainda se dirá que não é a primeira vez que se põe a hegemonia americana em xeque e que a conjuntura religiosa é normal. Porém, durante a crise de 1873 e na depressão de 1929, o Vaticano desempenhava um papel mundialmente pouco relevante; durante os colapsos financeiros dos anos 1970 e 1980, já ocorria uma notável conjunção entre Estado e religião (observado nas viagens papais e nas nações islâmicas), mas a polarização ideológica capitalismo/comunismo mal permitia os acordos econômicos mundiais. Atualmente, a iminente recessão econômica global requer ações coordenadas globais, levando os países a compromissos que exigem uma ética igualitária nas relações comerciais e diplomáticas.
Cada vez mais o cenário profético de declínio moral e financeiro e de busca de entendimento mundial se observa por meio dos abalos nos sistemas políticos e econômicos e no estabelecimento de paradigmas globais como a ecologia e a ética. Deus não deixou suas criaturas sem uma guia clarividente através da história. Sua Palavra revela-se o nosso norte. A interpretação dos Seus profetas, nossa confirmação de que o planeta se dirige para os eventos finais.
“Não olhemos para trás com ódio, nem para frente com temor; mas, ao redor, com atenção” (J. Thurber).
(Joêzer Mendonça, editor do blog Nota na Pauta)
Leia também: "O fim da democracia norte-americana: a imprensa leva a culpa"
Fonte - Michelson Borges
Europa quer convencer Estados Unidos a fundar nova ordem financeira internacional
A dimensão da crise financeira actual é quanto baste para os líderes europeus pedirem uma nova ordem financeira mundial. É com esta ideia que Nicolas Sarkozy, presidente em exercício da União Europeia, e Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, se reúnem hoje com o Presidente norte-americano em Camp David, no estado de Maryland.
O objectivo da reunião na residência presidencial americana é fixar as regras do jogo de uma nova ordem financeira internacional, através de uma cimeira como a de Bretton Woods, em Julho de 1944.Sarkozy diz-se optimista quando à realização de um tal encontro antes do final deste ano. Para o Presidente francês, essa cimeira deverá reunir os países do G8 (os mais industrializados), do G5 (os “emergentes”) e “um país árabe”.
A Casa Branca não coloca muitas esperanças neste encontro de Camp David e salienta que Bush recebe Sarkozy e Barroso porque estes estão de passagem, no caminho de regresso entre o Canadá e a Europa, disse ontem a porta-voz de Bush, Dana Perino. “Não acredito que se reescreva Bretton Woods amanhã em Camp David”.
Bush não se mostra muito entusiasmado com uma reforma do sistema americano que, de qualquer forma, vai ser da responsabilidade do seu sucessor, em Janeiro de 2009. Já os europeus propõem uma forma de supervisão mundial dos mercados. O Presidente americano disse hoje que acredita “firmemente na liberdade dos mercados” e alertou para os efeitos perversos que poderão ter novas regulamentações sobre a actividade económica.Sarkozy lembrou ontem a necessidade de retirar lições desta crise e alertou para o risco de a considerar um mero “parêntesis” depois do qual tudo ficará como dantes. Por isso defendeu a emergência de um “mundo novo”. “Ou bem que o regulamos, organizamos e moralizamos – e então sairá desta crise um progresso para a humanidade – ou não conseguiremos e ficará cada um por si. Este mundo poderá ser bem pior do que aquele que conhecemos hoje”, disse ontem na Assembleia Nacional do Quebeque.
A reunião em Camp David surge depois de uma semana de altos e baixos nos mercados bolsistas, totalmente “maníaco-depressivos”, segundo as palavras do Prémio Nobel da Economia deste ano, Paul Krugman.
Fonte Última Hora
Nota: Assim começará a Nova Ordem Mundial. Brevemente seremos proibidos de comprar e vender. O livre comércio e o capitalismo está chegando ao fim. A democracia está sofrendo ataques como nunca antes. Disse Ellen White: "Eles estão agindo como cegos. Não vêem que se um governo protestante abandona os princípios que deles fizeram uma nação livre e independente, e, pela legislação, introduz na Constituição princípios que propaguem a falsidade e ilusão papal, eles estão se lançando nos horrores romanos da Idade Média". Review and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888. Esses princípios estão correndo sérios ricos e então virá o FIM!
Fonte - Resta Uma Esperança
O objectivo da reunião na residência presidencial americana é fixar as regras do jogo de uma nova ordem financeira internacional, através de uma cimeira como a de Bretton Woods, em Julho de 1944.Sarkozy diz-se optimista quando à realização de um tal encontro antes do final deste ano. Para o Presidente francês, essa cimeira deverá reunir os países do G8 (os mais industrializados), do G5 (os “emergentes”) e “um país árabe”.
A Casa Branca não coloca muitas esperanças neste encontro de Camp David e salienta que Bush recebe Sarkozy e Barroso porque estes estão de passagem, no caminho de regresso entre o Canadá e a Europa, disse ontem a porta-voz de Bush, Dana Perino. “Não acredito que se reescreva Bretton Woods amanhã em Camp David”.
Bush não se mostra muito entusiasmado com uma reforma do sistema americano que, de qualquer forma, vai ser da responsabilidade do seu sucessor, em Janeiro de 2009. Já os europeus propõem uma forma de supervisão mundial dos mercados. O Presidente americano disse hoje que acredita “firmemente na liberdade dos mercados” e alertou para os efeitos perversos que poderão ter novas regulamentações sobre a actividade económica.Sarkozy lembrou ontem a necessidade de retirar lições desta crise e alertou para o risco de a considerar um mero “parêntesis” depois do qual tudo ficará como dantes. Por isso defendeu a emergência de um “mundo novo”. “Ou bem que o regulamos, organizamos e moralizamos – e então sairá desta crise um progresso para a humanidade – ou não conseguiremos e ficará cada um por si. Este mundo poderá ser bem pior do que aquele que conhecemos hoje”, disse ontem na Assembleia Nacional do Quebeque.
A reunião em Camp David surge depois de uma semana de altos e baixos nos mercados bolsistas, totalmente “maníaco-depressivos”, segundo as palavras do Prémio Nobel da Economia deste ano, Paul Krugman.
Fonte Última Hora
Nota: Assim começará a Nova Ordem Mundial. Brevemente seremos proibidos de comprar e vender. O livre comércio e o capitalismo está chegando ao fim. A democracia está sofrendo ataques como nunca antes. Disse Ellen White: "Eles estão agindo como cegos. Não vêem que se um governo protestante abandona os princípios que deles fizeram uma nação livre e independente, e, pela legislação, introduz na Constituição princípios que propaguem a falsidade e ilusão papal, eles estão se lançando nos horrores romanos da Idade Média". Review and Herald Extra, 11 de dezembro de 1888. Esses princípios estão correndo sérios ricos e então virá o FIM!
Fonte - Resta Uma Esperança
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
OMS alerta para aumento de suicídios durante crise

Para autoridades da Organização Mundial de Saúde (OMS), a crise financeira global trouxe uma nova preocupação: o aumento da ocorrência de suicídios, como se junto da desvalorização da bolsa, se intensificasse a depreciação do valor da vida.
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"São conseqüências da crise, que multiplicarão os suicídios e os transtornos mentais", anuncia alarmada Margaret Chan, diretora da OMS.
Para esta entidade, o suicídio é um indicador de um problema de saúde pública e traz à tona riscos psico-sociais tão graves como os que põem em perigo a integridade física das pessoas, portanto, deve-se deixar de considerar o suicídio como tabu ou como exclusivamente efeito de uma crise.
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Ao lado dos especialistas que tratam de conjurar os demônios soltos da recessão e das quebras em cadeia, as autoridades da saúde pública têm acendido a luz vermelha pelo que pode acontecer com todas essas pessoas que desfrutavam dos outros em paraísos de consumo em que foram convertidos os países desenvolvidos e de altas classes.
Acostumados com as delícias que os créditos generosos colocavam ao alcance de suas mãos, as fáceis hipotecas e o dinheiro, hoje elas não conseguem resolver o conflito emocional que traz a venda do iate e a impossibilidade de reavê-lo; ou a substituição do carro de luxo por um mais modesto, ou a necessidade de abandonar o faustoso apartamento. Instalados em um modo de vida confortável que eles presumiam imutável e seguro, nunca elaboraram um plano B que lhes serviria de alternativa.
Em 1929, pela falta desse plano, algumas das vítimas da quebra geral optaram por saltar das janelas, como os indígenas que partiam em massa para os abismos ou se enforcavam diante da quebra que significava para eles o domínio do invasor espanhol; ou como os romanos que expunham no senado suas razões para deixar a vida, como o argumento para obter licença de suicídio.
Diante desta quebra do valor da vida - que não tem ações em Bolsa, mas que explica o que ali se joga - a OMS e todos os que velam pela saúde humana enfrentam a necessidade de um plano B, que seja uma alternativa ao desespero dos novos pobres: pôr ao seu alcance motivações para viver que não sejam o dinheiro; valores de sobrevivência em meio à crise, ou simplesmente, um pouco de esperança.
Fonte - Terra
Nota DDP: Deixo que a Bíblia fale por si mesma...
Mateus 7: 24-27
Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.
Fórum Ecuménico Jovem dá passos para «práticas comuns»
Mais do que momentos celebrativos ou encontros de boas intenções, o Fórum Ecuménico Jovem tem vindo a potenciar caminhos comuns entre as várias Igrejas cristãs.
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O caminho de comunhão “nunca dá saltos, mas deve ser de progressão”. O Pe. Tony Neves indica que “actualmente existem sinais que o ecumenismo não é meramente teórico”.
...
O sacerdote espiritano destaca ainda, no encontro, a abordagem de três temas que, “no âmbito ecuménico são fundamentais” – a interculturalidade “porque a comunhão também se faz na congregação da diferença e da riqueza de sermos interculturais e interconfessionais”, a oikologia “onde será abordada a ecologia, mas numa perspectiva de casa comum” e por último a espiritualidade “onde vamos reflectir sobre de que forma construímos comunhão e solidariedade”. Esta reflexão “trará consequências práticas na nossa vida de cristãos e de Igreja em Portugal”.
“Desfeitas algumas barreiras mais de carácter psicológico”, acrescenta, “temos condições para apresentar ao mundo, como cristãos, um projecto de felicidade e de resolução de alguns problemas graves”. O Pe. Tony Neves salienta ainda que “à medida que as pessoas têm mais formação, informação e experiência vivida sobre os caminhos de encontro, isso potencia, no futuro, mais entre-ajuda e comunhão”.
Fonte - Ecclesia
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O caminho de comunhão “nunca dá saltos, mas deve ser de progressão”. O Pe. Tony Neves indica que “actualmente existem sinais que o ecumenismo não é meramente teórico”.
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O sacerdote espiritano destaca ainda, no encontro, a abordagem de três temas que, “no âmbito ecuménico são fundamentais” – a interculturalidade “porque a comunhão também se faz na congregação da diferença e da riqueza de sermos interculturais e interconfessionais”, a oikologia “onde será abordada a ecologia, mas numa perspectiva de casa comum” e por último a espiritualidade “onde vamos reflectir sobre de que forma construímos comunhão e solidariedade”. Esta reflexão “trará consequências práticas na nossa vida de cristãos e de Igreja em Portugal”.
“Desfeitas algumas barreiras mais de carácter psicológico”, acrescenta, “temos condições para apresentar ao mundo, como cristãos, um projecto de felicidade e de resolução de alguns problemas graves”. O Pe. Tony Neves salienta ainda que “à medida que as pessoas têm mais formação, informação e experiência vivida sobre os caminhos de encontro, isso potencia, no futuro, mais entre-ajuda e comunhão”.
Fonte - Ecclesia
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