quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

EUA estão esgotando munição para ativar economia, diz Obama

CHICAGO - O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, afirmou nesta terça-feira, 16, que o Fed está esgotando sua "munição" usual para estimular a economia e lidar com a recessão. Durante entrevista coletiva para anunciar o secretário de Educação de seu governo, Arne Duncan, Obama disse ainda que o plano de recuperação é ainda "absolutamente crítico".
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Fonte - Estadão

Mais de 75% da população de peixes está ameaçada

Berlim, 15 dez (EFE) - Mais de 75% da população de peixes do mundo está ameaçada devido à pesca predatória, segundo um estudo apresentado hoje em Hamburgo pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF, em inglês).

Uma das espécies mais ameaçadas é a Sebastes marinus, pelo que o WWF recomenda aos consumidores não incluir o peixe em seu menu.

A captura destes peixes tem também um efeito colateral especificamente ruim: a destruição de corais de água fria milenares.

A organização ambientalista exige, por esse motivo, a proibição absoluta de toda pesca em águas profundas e pede aos consumidores a comprar só peixe com o selo ecológico Marine Stewardship Council (MSC).

O WWF também desaconselha comprar camarões de peixarias procedentes do litoral tropical da América do Sul, pois para construir estes criadouros muitos mangues são destruídos.

Além disso, para cada camarão destinado à criação na feitoria, 100 peixes morrem nas redes.

Fonte - UOL

Por que as guerras acontecem?

Um relatório divulgado pelo think-tank Heidelberg Institute for International Conflict Research revelou que em 2008, até agora, houve nove guerras e quase 130 conflitos violentos em todo o mundo.

O think-tank considera como conflito tanto disputas pacíficas sobre política ou fronteiras (de baixa intensidade) quanto aquelas envolvendo violência constante ou esporádica (de média ou alta intensidade).

Em 2008, conflitos anteriormente pacíficos tornaram-se violentos em países como Quênia e Iêmen. A causa mais comum dos conflitos e a origem da maioria das guerras é a mudança ideológica, mas é raro haver apenas um motivo de controvérsia.

Fonte - Opinião e Notícia

Cientistas descartam a mentira do aquecimento global

A Conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas [1], foi surpreendida pelos 650 lideres da ciência que refutam os relatórios apocalípticos sobre a culpabilidade humana no aquecimento global, considerando-os como uma mentira e um embuste que fazem parte de uma nova religião. [2]

Amanhã, as suas vozes serão conhecidas através do relatório da minoria do Senado dos EUA que cita estes cientistas, muitos dos quais são antigos e actuais colaboradores do IPCC que pertence à ONU [2]

Cerca de 250 dos cientistas citados no relatório [do Senado] passaram a fazer parte dos cientistas dissidentes só no ano passado.

De facto, o número total de cientistas referidos neste relatório é 12 vezes superior ao número de cientistas, colaboradores da ONU, que redigiram o relatório do IPCC, de 2007.

Eis alguns excertos escolhidos do relatório [do Senado]:

  • "Eu sou céptico … O aquecimento global transformou-se numa religião" – Ivar Giaever , Prémio Nobel da Física.
  • "Desde que deixei de fazer parte de qualquer organização e de receber algum financiamento [para investigação], falo com toda a franqueza … Como cientista continuo céptica" – Dra. Joanne Simpson , cientista da [Física da] Atmosfera, primeira mulher, a nível mundial, a receber o título de Ph. D. [Doutorada] em Meteorologia e ex-colaboradora da NASA, autora de mais de 190 estudos e designada como "pertencente aos mais proeminentes cientistas dos últimos cem anos".
  • O pânico climático é o "maior escândalo científico da história … Quando as pessoas souberem qual é a verdade, elas ficarão decepcionadas com a Ciência e com os cientistas" – Dr. Kiminori Itoh , colaborador japonês do IPCC, galardoado como Ph. D. da físico-química ambiental.
  • "O IPCC [2] ], actualmente, transformou-se numa organização fechada que não ouve mais ninguém. Não têm mentes abertas [os membros do IPCC] … Estou realmente espantado como foi atribuído o Prémio Nobel da Paz sobre conclusões cientificamente falsas que foram ditas por pessoas que não são geólogos" – Dr. Arun D. Ahluwalia , geólogo indiano da Universidade do Punjab, membro do comité da ONU do Ano Internacional do Planeta.
  • "Os modelos [informáticos do clima] e as previsões do IPCC [2] ] são incorrectos porque se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados baseados em cenários que não incluem, por exemplo, a actividade solar" – Victor Manuel Velasco Herrera , investigador do Instituto de Geofísica da Universidade Autónoma de México.
  • "É uma mentira descarada erguer a voz na comunicação social para afirmar que apenas uma franja de cientistas não reconhece o aquecimento global de origem antropogénica" – Stanley B. Goldenberg , cientista estatal da Hurricane Research Division , da NOAA - National Oceanic and Atmospheric Administration [equivalente ao Instituto de Meteorologia dos EUA].
  • "Mesmo a duplicação ou a triplicação da quantidade de dióxido de carbono [na atmosfera] teria pouco impacto [climático], já que o vapor de água e a água condensada em partículas das nuvens [existentes na atmosfera] são e continuarão a ser dominantes na cena mundial [isto é, no estado do temo e no clima a nível mundial]" – Geoffrey G. Duffy , Prof. do Departamento de Química e Engenharia de Materiais da Universidade de Auckland, Nova Zelândia.
  • "Depois de ler o comentário asinino de Rajendra Pachauri (Chairman do IPCC) sobre os Flat Earthers [3] (ao considerar os cépticos como tal), é difícil manter-me calado" – Dr. William M. Briggs , estatístico do clima, especialista em previsões estatísticas, trabalha no Comité de Estatísticas e Probabilidades da Associação Americana de Meteorologia, editor associado da Monthly Review Weather
  • "Quantos anos deve o planeta arrefecer até percebermos que ele não está a aquecer? Quantos anos mais deve continuar o arrefecimento do planeta [que entrou numa fase de arrefecimento depois de 1998, até nos inteirarmos disso]? – Dr. David Gee , geólogo, Chairman do Comité do Congresso Internacional de Geologia de 2008, publicou mais de 130 artigos científicos em revistas com revisão pelos pares, lecciona actualmente na Universidade de Uppsala, Suécia.
  • "Gore incitou-me a [realizar] uma investigação científica profunda que me levou rápida e solidamente para o campo dos cépticos … Os modelos climáticos, na melhor das hipóteses, podem servir para explicar as alterações climáticas depois delas terem sucedido" [4] – Hajo Smit , meteorologista holandês, inverteu a sua crença no aquecimento antropogénico para se tornar num céptico, ex-membro do Comité Holandês junto do IPCC.
  • "Muitos (cientistas) estão a tentar regressar a uma vida pacata (depois de promoverem o pânico climático) sem arruinar as suas carreiras profissionais" – James A. Peden , Físico da Atmosfera, ex-colaborador do Centro de Coordenação de Investigações Espaciais, em Pittsburgh, Pensilvânia.
  • "É um perigoso disparate criar uma ideologia suportada no dióxido de carbono … O alarmismo actual das alterações climáticas é um instrumento de controlo social, um pretexto para grandes negócios e para o combate político. Transformou-se numa ideologia preocupante"Prof. Delgado Domingos [Instituto Superior Técnico, Lisboa], Portugal, fundador do grupo de Previsão Meteorológica Numérica, tem mais de 150 artigos científicos publicados.
  • "As emissões de CO 2 não causam absolutamente qualquer problema … Qualquer cientista sabe isso, mas não lhe pagam para dizê-lo … [A alguns pagam para dizer o contrário!] O aquecimento global, como veículo político, mantém os europeus sentados no veículo e os países em desenvolvimento a andarem descalços" – Dr. Takeda Kunihiko , vice-reitor do Instituto de Ciências e Tecnologia da Universidade de Chubu, Japão.
  • "O alarmismo (do aquecimento global) tem a sua justificação no facto de que é algo que gera fundos [para investigação]" – Dr. Eduardo Tonni , Paleontólogo premiado, membro do Comité de Investigação Científica de Buenos Aires, chefe do Departamento de Paleontologia da Universidade de La Plata.
O relatório também inclui estudos científicos actuais, revistos pelos pares, refutando o medo do aquecimento provocado pelo homem e desenvolvendo conhecimentos climáticos que contradizem a [respectiva] teoria.

[1] Realizou-se em Poznan, Polónia, entre 1 e 13 de Dezembro de 2008.
[2] O autor refere-se aos relatórios do IPCC – Intergovernmental Panel on Climate Change e ao conjunto de políticos, ambientalistas e cientistas pouco sérios que tomaram conta do processo a nível internacional.
[3] Significado pejorativo para uma pessoa sem senso comum. " The idea of a flat Earth is the idea that the surface of the Earth is flat (a plane), rather than the view that it is a very close approximation of the surface of a sphere. This was a common belief until the Classical Greeks began to discuss the Earth's shape about the 4th century BC". – vide http://en.wikipedia.org/wiki/Flat_Earth .
[4] Não para isso, já que não representam a realidade total do sistema climático. Só podem ser úteis parcelarmente, em previsões de alguns dias, ou em estudos muito segmentados. – NT.

Fonte - WorldNetDaily

Tradução - Resistir.Info

Obama coloca o meio ambiente no topo da agenda norte-americana

O presidente eleito dos EUA defendeu estímulos "verdes" à economia dos EUA e nomeou o Nobel de Física Steve Chu como secretário de Energia. Tudo indica que o meio ambiente será a questão definidora da sua presidência.

Barack Obama aproveitou o anúncio em Chicago de sua equipe encarregada das políticas ambientais para reafirmar seu compromisso em prol da reforma energética, colocando a questão no centro do seu plano econômico. O presidente eleito dos EUA fez a ruptura mais decisiva com os últimos oito anos da administração de George Bush.

Assim como a indicação do novo secretário de Energia, a nomeação de Carol Browner -- ex-chefe da Agência de Proteção Ambiental do governo Bill Clinton -- como representante especial para energia e mudança climática dos EUA também foi bem recebida por ambientalistas.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Veja também no G1 - "UE pede que Obama se some à batalha contra a mudança climática" e no Último Segundo - "Al Gore diz que Obama promoverá acordo para reduzir emissões poluentes".

Aliás, desta última matéria, destaco:

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"Sim, nós podemos", disse Gore, usando o lema do novo líder americano, para terminar um discurso que começou com uma advertência: "A terra, nosso lar, está em perigo".
[...]
"Pode ser feito, vamos finalizar o caminho em Copenhague, é algo mais que um dever político, é uma questão moral"
[...]
Um esforço pelo meio ambiente criará empregos verdes e investimentos ecológicos capazes de impulsionar a economia em crise, insistiu o ex-vice-presidente americano, que ressaltou a "revolução verde" proposta na quinta-feira pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
[...]

Qualquer semelhança com outro discurso vindo do velho continente não é mera coincidência... EUA, Vaticano e ONU, juntos no "combate" ao aquecimento global, lembra-se das três rãs de Apocalipse?

Gelo do Ártico atinge o menor volume já registrado

-A Organização Meteorológica Mundial (OMM, um órgão da ONU), anunciou nesta terça-feira (16/12) que o volume de gelo no Ártico atingiu, em 2008, o menor nível já registrado.

A cobertura de gelo do Ártico caiu no verão/outono local para a segunda menor extensão desde o início dos registros com fotos de satélite, em 1979. No entanto, por se tratar de um gelo mais fino, os especialistas consideram que o volume ficou abaixo do recorde.

De acordo com a OMM, as mudanças climáticas já estão provocando morte e devastação em muitas partes do mundo. A OMM disse ainda que mesmo com a temperatura média do planeta em 2008 (14,3C) tendo sido, por uma fração de grau, a mais baixa do século, a tendência continua sendo de aquecimento.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Veja também no BOL - "Volume de gelo no Ártico é o menor já registrado, diz ONU", e no G1 - "Regiões polares perdem 2 trilhões de toneladas de gelo em cinco anos"

Quem foi Ellen G. White?

Uma profeta? Uma grande teóloga ou filósofa? Especialistas na área (Reinaldo Siqueira, Renato Stencel, Wilson Paroschi e Rodrigo Silva) foram chamados para dizer quem foi Ellen White e qual a importância dela para o cenário cristão.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Oceanos estão dez vezes mais ácidos do que se pensava

O aumento nos níveis de dióxido de carbono na atmosfera pode fazer os oceanos da Terra ficarem mais ácidos com maior rapidez do que se previa, desequilibrando ecossistemas no processo, afirma novo estudo.

Cientistas medem desde 2000 a acidez da água do mar em torno da ilha Tatoosh, no litoral do Estado de Washington. A acidez cresceu 10 vezes mais rápido do que os modelos climáticos haviam previsto. A pesquisa também revelou que o efeito corrosivo de oceanos ácidos pode iniciar uma mudança dramática nas espécies costeiras e colocar em risco os estoques de frutos do mar.

"O aumento da acidez que observamos durante o estudo foi quase da mesma magnitude que esperávamos para o decorrer do próximo século," disse o co-autor do estudo Timothy Wootton, biólogo marinho da Universidade de Chicago. "Isso é um alerta de que talvez os oceanos estejam mudando mais rápido do que as pessoas pensam", disse.
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A bióloga marinha Knowlton disse, "isso é comum em vários estudos climáticos - quase sem exceção as coisas parecem estar piores do que imaginávamos".

Fonte - Terra

Bento XVI: separação Igreja-Estado

ROMA, segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- «A Igreja não só reconhece e respeita a distinção e autonomia do Estado com relação a ela, mas se alegra por este grande progresso da humanidade.»: assim afirmou Bento XVI durante sua visita, no sábado passado, à embaixada italiana na Santa Sé.

Para o Papa, esta separação e autonomia supõem para a Igreja «uma condição fundamental para sua própria liberdade e o cumprimento de sua missão universal de salvação entre todos os povos».

«Esta breve visita me é propícia para reafirmar que a Igreja é muito consciente de que «a distinção entre o que é de César e o que é de Deus pertence à estrutura fundamental do cristianismo», explicou Bento XVI.
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Fonte - Zenit

Nota DDP:
Apenas para assinalar o quanto constante do Espírito de Profecia: Roma nunca muda. Para confirmar tal assertiva, bastaria ler outra notícia desta semana: "Leigos devem evitar que lei civil suplante à moral". Separação na teoria, muito longe da realidade prática.

Papa constata aproximação dos ortodoxos sobre primado

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- «Deram-se significativos passos adiante» no diálogo com os ortodoxos sobre a relação entre o primado do Papa e a sinodalidade na Igreja, constatou Bento XVI na sexta-feira passada, ao receber em audiência os participantes da plenária do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, que durante a semana passada refletiram sobre «recepção e futuro do diálogo ecumênico».
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Diálogo com as comunidades da Reforma

De modo particular, dentro do chamado Harvest Project, examinaram-se quatro das frentes de diálogo que a Igreja Católica mantém atualmente: com a Federação Luterana Mundial, com o Conselho Mundial Metodista, com a Comunhão Anglicana e com a Aliança Reformada Mundial.

Sobre o estado de avanço para uma compreensão recíproca e para o reconhecimento de elementos de convergência, o Papa afirmou que «nos encontramos in via, em uma situação intermediária, na qual parece muito útil e oportuno um exame objetivo dos resultados obtidos».
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«A caridade ajudará os cristãos a cultivarem a ‘sede’ da plena comunhão na verdade e, seguindo docilmente as inspirações do Espírito Santo, poderemos esperar chegar logo à desejada unidade, no dia que o Senhor quiser», acrescentou.

Portanto, «o ecumenismo nos convida a um fraterno e generoso intercâmbio de dons, conscientes de que a plena comunhão na fé, nos sacramentos e no ministério é o fim e a meta de todo o movimento ecumênico», concluiu.

Fonte - Zenit

Nota DDP: De palpável nas intenções ecumênicas o apontamento dos "sacramentos", onde se insere a eucaristia e por consequência o domingo. Em relação ao "no dia que o Senhor quiser", seria uma subliminar?

Convenção sobre mudanças climáticas deve atender pobres

ROMA, segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- Mais de 80 bispos e representantes de mais de 170 grupos católicos pediram que a convenção da ONU sobre mudanças climáticas reflita sobre as necessidades dos pobres nos países em vias de desenvolvimento.

Dentro da recente Convenção das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (CMNUCC) em Poznan (Polônia), reuniram-se para lançar uma campanha mundial exigindo uma ação urgente em relação às mudanças climáticas.
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Esta campanha reunirá milhares de católicos que pressionarão seus governos para negociar um acordo climático socialmente justo após 2012, que deverá incluir o apoio seguro e suficiente dos países industrializados aos países em vias de desenvolvimento, para ajudá-los a adaptar-se aos impactos das mudanças climáticas. Também deverá incluir o compromisso destes países de reduzir pelo menos 30-40% das emissões de gases que geram o efeito invernadeiro para 2020, baseando-se nos níveis de 1990.

Fonte - Zenit

Sob o olhar do Google

Depois de conquistar o quase monopólio no segmento de buscas na internet, o Google quer atingir o domínio global em uma escala jamais vista antes em qualquer outro campo da atividade humana, seja político, militar ou cultural. A empresa tem a vontade e os meios de atingir seus objetivos.

O Google visa a digitalizar e armazenar toda a informação do mundo de modo que ela possa ser utilizada gratuitamente por qualquer pessoa com acesso à internet. Em troca de serviço tão meritório, a empresa quer todos os dados que seus usuários possam fornecer sobre hábitos de consumo e, a partir disso, conquistar toda a verba de publicidade disponível na rede.

São as 710 milhões de pessoas que recorrem ao seu serviço de busca pelo menos uma vez a cada mês dando informações sobre seus hábitos para a empresa.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota Questão de Confiança: Um banco de dados mundial, personalíssimo e capaz de rastrear perfis de usuários; na prática, nisto se tornará o Google (que já adquiriu o site de relacionamentos Orkut, o que significa ainda maior número de informações pessoais de todos os que fazem uso do sistema).

Se o Google chegar a controlar a vida de tantas pessoas desta forma, quem irá controlar o Google? Potencialmente, quem estiver à frente deste banco de dados universal, no mínimo terá o poder de manipular a opinião pública numa escala mundial (ou, pelo menos, sobre todos os que fizerem uso da web).

Mas seria uma influência exercida para apenas formar hábitos de consumo, ou também em áreas como cultura, política e espiritualidade? O leque se abre para especularmos as possibilidades para o uso de uma ferramenta tão potencialmente perigosa.

Para o estudante das profecias, parece haver uma ligação do crescimento do Google com as palavras do Apocalipse 13:17, que apresenta um tempo em que apenas os que tiverem certa conformidade com a religião a ser instituída através de alianças políticas ("aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome") poderão "comprar ou vender". Estaríamos testemunhando o surgimento das condições capazes de fomentar o cumprimento desta profecia? Apenas o tempo poderá dizer...

Vaticano promove encontro com representantes islâmicos em Roma

O Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso e a "World Islamic Call Society", com sede em Tripoli (Líbia), promovem desde esta Segunda-feira, em Roma, o seu 11.º Colóquio conjunto. A iniciativa decorre, de forma regular, desde 1989.

O tema do encontro destes dias é “Responsabilidade dos líderes religiosos, em especial em tempos de crise”. O colóquio encerra-se na Quarta-feira, dia 17, com uma audiência concedida por Bento XVI aos participantes.

Segundo comunicado divulgado pela sala de imprensa da Santa Sé, as cinco sessões do Colóquio destes anos serão dedicadas à apresentação e aprofundamento de três pistas de reflexão, seja por católicos, seja por muçulmanos: Responsabilidade religiosa, Responsabilidades culturais e sociais, Tempos de crise no caminho do diálogo inter-religioso.

As duas delegações, que contam com doze elementos cada, são presididas pelo Cardeal Jean-Louis Tauram, presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso e por Mohamed Ahmed Sherif, secretário-geral da "World Islamic Call Society".

Fonte - Ecclesia

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A Situação Atual da Musica na Igreja

Os tempos em que vivemos requerem que seja feita uma advertência solene:

Parece estar se desenvolvendo, em alguns lugares, uma tendência que não apenas obscurece, mas destrói a linha divisória entre o sacro e o profano. Esta tendência não prevalece meramente na musica em si, mas também, na maneira como é apresentada. A situação já seria bastante seria se apenas o ritmo da musica fosse considerado, mas, quando a plataforma da Igreja Adventista do Sétimo Dia são tratadas como palcos seculares, quando os cantores se balançam em uníssono com a música como dançarinos numa fila de coristas ou artistas numa boite, a situação se torna alarmante. Se o mestre entrasse em sua casa, como ele fez na passado, certamente ordenaria com autoridade: “Tirai daqui estas coisas” (Jo 2:16)

É necessário que se estudem quatro fatores essenciais, que serão a seguir citados:

1) A linha divisória entre a música aceitável ou não é, às vezes, estreita. Por exemplo, um ritmo ou a maneira de apresentação de uma determinada música tem pouca ou nenhuma diferença daqueles encontradas em outra. No entanto uma delas e sacra, vinda de cima, a outra e profana, vinda de baixo. isto leva alguns líderes a dizerem: música não é minha especialidade, e assim lavam suas mãos do problema. Outros ainda dizem: Não julgue, tão somente participe.

Infelizmente estas declarações são irresponsáveis e sem sentido. Jo 7:17 diz “que se alguém quiser fazer a vontade dEle, conhecera a respeito da doutrina, se ela é de Deus, ou se falo por mim mesmo”.

Todo o ser humano é capaz, com a graça de Deus, de fazer a distinção entre a musica aceitável e a inaceitável.

2) Outro fator conribuinte da decadência na musica da igreja é que muitas pessoas em posição de liderança procuram subestimar a importância de cuidadosa discriminação na escolha da música. Freqüentemente protestam. “que diferença faz?” Isto não é assim tão importante. Estão fazendo disto um cavalo de batalha... Talvez nos impressionasse mais essa maneira de pensar, se não conhecêssemos a história de Adão e Eva. Mas quando lembramos do fruto da árvore do conhecimento não era visivelmente diferente do fruto de outras árvores do Jardim, sentimos que algumas “pequenas” diferenças não são de fato “pequenas” - elas são “enormes”! Todos os que sinceramente desejam agradar a Deus, não as trarão levianamente. Procurarão ver as coisas como Deus as vê, e ouví-las como Deus as ouve.

3) O gosto pessoal, tanto de jovens como de idosos estão levando a fazer pouco caso do uso ou não de música falsificada, simplesmente por que eles gostam e tem prazer em canta-las.

4) O quarto fator é que algumas pessoas são tão desprovidas de senso de crítica, quanto a seus pontos de vista, que estão dispostas a permitir qualquer tipo de música em seu lar, na escola, ou na igreja, baseadas no argumento de que esta é a maneira de manter os jovens sob o “manto” adventista.

A Igreja nunca presta um serviço ao pecador, compremetendo-se com o mundo. E melhor que os não regenerados permaneçam fora da Igreja até que se submetam aos princípios da igreja, do que ela se tornar semelhante ao mundo, alistando como membros, aqueles que desejam trazer suas normas, seus costumes e gostos consigo.

Será que a Igreja de Laodicéia, através de sua mornidão e satisfação própria, permanecera indiferente aos perigos que enfrenta? Permitirá ela que costumes, normas e valores mundanos alterem gradativa e imperceptivelmente sua natureza distinta? Tornar-se-á a música do mundo, música da igreja? Mas o que declara a palavra de Deus sobre tal assunto?

A resposta, cabe aos responsáveis pela liderança da Igreja nestes tempos solenes, e aos que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela ( Ez 9:4).

Falecido Kenneth H. Wood, que foi por 16 anos editor-chefe da Adventist Review (Revista Adventista, em inglês), e por 28 anos o diretor do Centro E.G. White.

Fonte - Blog Nisto Cremos

Os dissidentes do aquecimento global

A minoria republicana no Senado dos EUA emitiu um documento em que mais de 650 cientistas de todo o mundo afirmam discordar da noção segundo a qual o aquecimento global é causado pela ação do homem. Trata-se de uma atualização de relatório de 2007 em que 400 cientistas "expressaram ceticismo sobre o chamado 'consenso' do aquecimento global", diz o texto.

Segundo os republicanos, o grupo de especialistas dissidentes, "que continua crescendo", é "mais de 12 vezes o número de cientistas da ONU que deram autoridade às superdifundidas conclusões do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU)"".

A íntegra do documento pode ser lida aqui.

Fonte: Blog Marcos Guterman

NOTA Minuto Profético: A ciência (e em certo sentido também a religião) NÃO SE FUNDAMENTA EM CONSENSO, como muitos amantes da paz gostariam que fosse. Por isso, o tal "consenso" sobre o aquecimento global é uma das maiores farsas da história humana já implantadas no inconsciente coletivo. Funciona mais como uma arma política (porque evoca o MEDO e até o pânico, basta assistir as últimas produções de Hollywood). A grande mídia (controlada pelos líderes ocultistas globais) simplesmente divulga a "versão oficial" sem o mínimo de questionamento aceitável. Essa avalanche de ECOmenismo vai redundar na maior crise da história humana: a crise final profetizada no apocalipse 13:15-17. Quem conhece o Deus da Revelação e o Deus da História estará mais preparado para enfrentar essa crise...

"Como folhas de Outono..."


Nesta oportunidade, em continuação ao projeto "Como folhas de Outono..." deste blog, que me trouxe uma grata surpresa esta semana, como já compartilhei aqui, trago aos irmãos a Semana de Oração Jovem 2007 da IASD Riacho Grande dirigida pelo Pr. Edson Nunes Jr., da Comunidade Judaico-Adventista de São Paulo, com o nome "Identidade".

Absolutamente imprescindível aos Adventistas do Sétimo Dia, mormente no tempo em que estamos vivendo e, notadamente pela crise que vislumbramos neste mister.

1) Foto
2) RG
3) Nome
4) Caráter
5) Papel
6) Provação
7) Sobrenome
8) Fim

Espero que seja útil aos irmãos, principalmente aos líderes. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

O sagrado descanso dos franceses

Depois de todos os esforços feitos nas últimas semanas para votar na Assembléia Nacional francesa o projeto de lei que autoriza a abertura do comércio aos domingos, o governo Sarkozy entregou os pontos e admitiu que é melhor adiar. Essa semana os jornais divulgaram que, por causa da enorme polêmica que o tema gera e da obstrução ferrenha que a oposição tem conseguido fazer, o projeto deve ficar mesmo para o ano que vem.

A reviravolta é reflexo do passionalismo com que os franceses tratam qualquer medida que se relacione com direitos trabalhistas. Pesquisas feitas pelos jornais mostram que entre 60% e 84% das pessoas são contra qualquer tipo de trabalho aos domingos. Hoje, salvo uma ou outra exceção bem fundamentada (estabelecimentos que vendem alimentos, o bairro dos judeus que compensa as portas fechadas aos sábados) o descanso dominical é mesmo sagrado.

Logo que cheguei em Paris fiquei chocada de ver que nem a farmácia, nem a padaria ao lado de casa abriam aos finais de semana. No caso da padaria, nem sábado nem domingo. Pior: durante o verão, em julho, é normal eles simplesmente fecharem as portas por um mês inteiro. É a licença anual a que cada estabelecimento comercial tem direito. Colocam uma placa na porta: informamos nossa amável clientela que estamos em férias, nos vemos dia 1° de agosto. E assunto encerrado.

É verdade que o senhor Sarkozy se elegeu no ano passado prometendo revolucionar o ritmo econômico na França. Como mencionar o fim das sacrossantas 35 horas semanais talvez fosse forte demais, o discurso falava da valorização das horas suplementares – trabalhar mais para ganhar mais. Hello, neoliberalismo. A maior parte dos eleitores assinou embaixo, acenando para a disposição de sacrificar a qualidade de vida em nome do poder de compra. Na prática, no entanto, ele ainda não conseguiu fazer muita coisa.

Verdade que as grandes redes capitalistas francesas (sim, elas existem) andaram dando seus pulinhos por conta própria. Discretamente, o Carrefour do meu bairro aumentou em uma hora seu funcionamento, passando a fechar às 22h e não às 21h como sempre foi. Ainda assim, pensar que o maior supermercado de Paris funciona das 9h às 22h e não abre aos domingos parece piada para quem vive no Brasil.

Não é piada, não. Trabalho aqui é assunto muito sério. Mas descanso também é.

Fonte - Blog do Noblat

Nota DDP: E ainda tem gente que acha ser muito difícil a adoção em escala global de um dia único de descanso. Não são só os franceses que teriam facilidade em entender esse dia como um descanso sagrado...

Reflexos da crise mundial

Automobilística: entre cortes e demissões, "setor pode ruir", sugere economista

Grupo dono do "LA Times" e "Chicago Tribune" pede concordata

Mundo é abalado por uma crise econômica brutal de amplitude imprevisível

Falência de empresas na Bolsa do Japão bate recorde pós-guerra
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Fonte - Michelson Borges

Globalização precisa de «código ético comum», constata Papa

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 11 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- A globalização precisa de um «código ético comum», constata Bento XVI na mensagem que escreveu por ocasião da Jornada Mundial da Paz, que acontecerá em 1º de janeiro.

No texto, publicado nesta quinta-feira pela Santa Sé, afirma que para combater a pobreza e assegurar a paz «hoje, uma das vias mestras é a globalização que tenda aos interesses da grande família humana» e requer «uma forte solidariedade global».

«É preciso ter um ‘código ético comum’, cujas normas não sejam só fruto de acordos, mas que estejam arraigadas na lei natural inscrita pelo Criador na consciência de todo ser humano», já que a globalização, ainda que «abata certas barreiras», «não significa que não se possam construir outras novas».

Segundo o bispo de Roma, «a marginalização dos pobres do planeta só pode encontrar instrumentos válidos de emancipação na globalização se todo homem se sentir pessoalmente ferido pelas injustiças que há no mundo e pelas violações dos direitos humanos vinculadas a elas».

Para isso, o pontífice propõe uma série de iniciativas, entre elas uma «integração das economias», e faz um convite «a que todos os países tenham as mesmas possibilidades de acesso ao mercado mundial, evitando exclusões e marginalizações», especialmente os países africanos.

Com relação às finanças, considera, devem «orientar-se a longo prazo e ao bem comum». «Finanças restringidas ao curto ou curtíssimo prazo chegam a ser perigosas para todos, também para quem consegue beneficiar-se delas durante as fases de euforia financeira».

Em resumo, afirma o Papa, a luta contra a pobreza requer «uma cooperação, tanto no plano econômico como no jurídico, que permita à comunidade internacional, em particular aos países pobres, maior participação para enfrentar tais problemas».

Por outro lado, adverte, «é inegável que as políticas marcadamente assistencialistas estão na base de muitos fracassos na ajuda aos países pobres».

«Que o verdadeiro projeto a médio e longo prazo seja investir na formação das pessoas e desenvolver de maneira integrada uma cultura da iniciativa», explica.

Por outro lado, afirma, «não devemos nos iludir pensando que uma política de pura redistribuição da riqueza existente resolve o problema de maneira definitiva», mas que é necessário utilizar o benefício como «um instrumento importante para alcançar o objetivo da luta contra a fome e a pobreza absolutas».

Em resumo, conclui o Papa, é necessária uma globalização que leve em conta «em primeiro lugar as exigências dos pobres da terra, superando o escândalo da desproporção existente entre os problemas da pobreza e as medidas que os pobres adotam para enfrentá-los».

Esta desproporção «é de ordem cultural e política, assim como espiritual e moral», explica o Papa, e afirma que o combate contra a pobreza não deve limitar-se «a suas causas superficiais e instrumentais» sem referir-se «às que estão no coração humano, como a avidez e a falta de amplitude de horizontes».

«A luta contra a pobreza precisa de homens e mulheres que vivam em profundidade a fraternidade e sejam capazes de acompanhar as pessoas, famílias e comunidades no caminho rumo a um autêntico desenvolvimento humano», conclui.

Fonte - Zenit

Nota DDP: E a nova Encíclica Social deve sair do forno no começo de 2009. Economia e ecologia muito provavelmente serão as molas a serem utilizadas para justificar o reconhecimento do domingo nesta nova frente abarcada durante esta última semana de defesa dos direitos humanos no contexto da lei natural, leia-se mandamentos católicos.

Nota Minuto Profético: A apologia aos Dez Mandamentos é visível no discurso papal. Só não vê quem não quer... Se é verdade que o Decálogo é a melhor lei (e a mais objetiva) já criada para o ser humano, é também verdade que as regras ali prescritas não podem ser impostas mediante lei civil (especialmente os quatro primeiros mandamentos que prescrevem tão somente o relacionamento entre Deus e o homem, e fogem da jurisdição civil), pois isso violaria a separação entre Igreja/Estado. A Santa Sé, infelizmente, pensa diferente, e procura esconder sua verdadeira intenção (alcançar a supremacia política mundial) por detrás de um discurso politicamente correto de ajuda aos pobres, proteção do meio ambiente e proteção dos direitos trabalhistas. O mais triste nesta história toda é que os protestantes, em geral, têm perdido seu discernimento espiritual e sua capacidade de levantar a voz contra as injustiças do mundo e a ganância do poder (muitas vezes encontradas dentro dos próprios muros do Vaticano). Os EUA (maior país protestante) estão cada vez mais distantes do exemplo de defensores da liberdade e da justiça. Pelo contrário, estão seguindo os passos de Roma, e em breve, tomarão a iniciativa que a Igreja Romana tanto espera: imposição de uma Lei Dominical compulsória como forma de "salvar" o mundo. É a crise final e o fim de todas as coisas cada vez mais perto. Só Jesus, então, poderá nos salvar... "Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa" (Ap 3:11).

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A música na Igreja

A música é um poderoso recurso para inúmeras utilidades. Serve tanto para aproximar da pureza de DEUS quanto para o sensualismo mundano; para ensinar preciosidades como para aviltar; para elevar culturalmente como para rebaixar o comportamento moral, para separar do mundo e aproximar de DEUS como para associação com o mundanismo, para louvar a DEUS como para homenagear a satanás. Tudo na vida que se faz com música não é igual ao que sem faz sem ela. Sempre há algum tipo de propulsão havendo música. Poderosa, influencia a nossa mente, é forte recurso para a formação de princípios e hábitos de vida, seja para o bem, seja para o mal. A música jamais é neutra, ou é útil para elevar nossos referenciais de vida, ou para rebaixá-los.
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Fonte - Cristo Voltará

Download do artigo em formato .doc

Nota DDP: O tema é amplo e, penso que tem sido dada pouca atenção às suas reais implicações, muito pelo contrário, tem se caminhado rapidamente para o modelo pentecostalista, o que pessoalmente me parece um grande, um enorme erro.

Em complementação ao estudo supra articulado, podem ser acessados ainda, também de lavra do Prof. Sikberto Marks, os seguintes artigos, indispensáveis:

1) - Princípios da música de louvor
2) - Ellen G. White e a música
3) - A música prevista profeticamente
4) - Adoração a quem?
5) - Teste da música

Outro material que penso deveria ser distribuído em profusão em nossas igrejas para que as pessoas se posicionem conscientemente sobre o tema, que já nos afeta de forma absolutamente clara.

Este post será reeditado todas as quintas-feiras.

Para aqueles que tiverem facilidade com o idioma inglês, sugiro acessarem também o material do palestrante Brian Neumann, que esteve no Unasp II/EC no início deste ano explorando o tema da música e que pode ser acessado em "Conselhos sobre música".
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