quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Não adianta rezar a Santo Obama

Revista EXAME - Tudo parece, hoje em dia, andar cada vez mais depressa. Que o diga, entre tantos outros, o presidente dos Estados Unidos. Ainda não faz um mês que Barack Obama assumiu seu posto na Casa Branca - e já começam a ser feitas perguntas do tipo "será que o governo Obama deu errado?" Os motivos dessa impaciência construída em tempo recorde estão, aparentemente, na súbita constatação de que Obama não é capaz de resolver com um golpe único e certeiro a crise econômica dos Estados Unidos e do mundo. Foi o que se viu na semana passada, quando ele anunciou seu pacote de medidas para estimular a economia americana com uma injeção de quase 3 trilhões de dólares. Os mercados não gostaram. O presidente mal tinha acabado de falar e as bolsas de valores já caíam de novo - enquanto investidores, economistas, analistas, comentaristas e quem mais tenha tido oportunidade de dar algum palpite expediam sentenças sumárias de condenação ao conteúdo, à forma e à eficiência das medidas que Obama propôs em seu discurso. Em sua maneira de ver as coisas, o pacote do presidente foi pouco específico, pouco articulado e pouco ambicioso. Faltou foco. O rombo a cobrir é superior aos recursos de que o governo dispõe. O problema da insolvência do sistema financeiro não foi enfrentado de modo coerente. O pacote apresenta questões erradas e respostas erradas. Deveria ser completo - e não foi. É ruim pelas medidas que tem. É ruim pelas medidas que não tem.

O que será que os mercados e os críticos esperavam? Pelo visto, esperavam uma solução imediata, correta e final para todos os problemas. Obama, por essa expectativa, teria dentro de um cofre, como no terceiro segredo de Fátima, um envelope com revelações só conhecidas por ele - e instruções precisas para resolver a crise. Aconteceu, então, o que acontece quando se espera um milagre: o milagre não vem. A crítica se decepciona, o público também e o resultado das esperanças frustradas é a sensação de fracasso. As bolsas voltam a despencar. As empresas cortam custos e demitem. Os investidores não investem e os compradores não compram. De quebra, aproveita-se a oportunidade para acusar o governo americano de protecionismo, por pedir que os consumidores comprem produtos locais, e de xenofobia, por não condenar manifestações sindicais contra a presença de estrangeiros no mercado de trabalho - como se os Estados Unidos fossem o único país do mundo onde esse tipo de coisa ocorre. Quanto ao presidente Obama, por fim, os mais respeitados observadores da economia mundial lançam um ultimato: ou faz muito depressa um novo pacote, e desta vez um pacote perfeito, ou o seu governo está morto.

É claro que a economia mundial não vive uma mera crise psicológica - um período prolongado de pânico e histeria no qual expectativas irreais de solução, ênfase nas más notícias e culto ao desastre se combinam para gerar fatos negativos, que, por sua vez, se multiplicam alimentando-se uns aos outros. Há questões objetivas de solvência do sistema financeiro. Há quedas concretas na produção e no consumo. Há, sobretudo, a depredação do mercado de trabalho - a crise é tragicamente real para o cidadão que perdeu o emprego e não pode marcar uma reunião no BNDES para discutir a reestruturação de seu capital com o professor Luciano Coutinho. Ao mesmo tempo, constata-se que o mundo, neste que é descrito como o pior momento da economia moderna, nunca teve um número tão grande de gente vivendo livre da pobreza - 2,5 bilhões de pessoas nos países emergentes, como lembrou na semana passada a revista The Economist. No Brasil, especialmente, o avanço é notável. Pela primeira vez em 500 anos de história, os não-pobres - ou seja, os que chegaram aos degraus iniciais da pequena classe média - são a clara maioria da população. Não há, por enquanto, um entendimento satisfatório do que isso significa. Mas é indiscutível que existe progresso aí, e muitas empresas estão operando com a cabeça nessa realidade. A Petrobras, por exemplo, acabou de anunciar que vai acelerar, em vez de reduzir, o ritmo de construção de duas novas refinarias, investimentos que realiza com seus recursos e sua capacidade de obter crédito; não faz isso por ser estatal, mas por uma lógica de negócio segundo a qual o mercado continuará querendo comprar gasolina e óleo diesel daqui a dez anos. Empresas que agem assim podem não estar tomando a decisão certa. Mas sem dúvida vale a pena prestar atenção no que estão fazendo, e por quê. A alternativa é começar uma novena para Santo Obama, pedindo que ele acerte da próxima vez.

Fonte - Exame

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Gordon Brown no Vaticano


Cidade do Vaticano, 19 fev (RV) - Bento XVI recebeu nesta quinta-feira, no Vaticano, o premiê britânico, Gordon Brown.

Segundo comunicado de imprensa da Santa Sé, a audiência permitiu analisar a atual crise econômica mundial. Em especial, reiterou-se o dever de prosseguir com as iniciativas em favor dos países menos desenvolvidos e favorecer a colaboração sobre projetos de promoção humana, respeito pelo meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

Fez-votos por um renovado empenho da comunidade internacional para resolver os conflitos em andamento, especialmente no Oriente Médio. Por fim, não faltou a referência a alguns temas bilaterais, de interesse, sobretudo, para a comunidade católica do Reino Unido.
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Do Rio de Janeiro a Roma e de Lagos a Londres, escreve o premiê, "nos encontramos diante de um dos maiores desafios econômicos da nossa geração". Gordon Brown afirma que a crise financeira ameaça o emprego e as perspectivas das famílias de todos os países e de todos os continentes, mas o maior impacto é sentido pelos mais pobres em países da África e da Ásia: "A crise econômica significa fome para milhões de pessoas, menos instrução e menos serviços de saúde".

"Sei que a Igreja Católica e Sua Santidade compartilham essas preocupações" – continua o premiê. E recorda que em 2 de abril, o G20 se reunirá em Londres para discutir a resposta aos problemas globais, pois, encontrá-la, afirma, é de vital importância.

Fonte - Radio Vaticano

Brown diz “apoiar” um apelo deixado pelo Papa, através do seu Secretário de Estado, pedindo uma “resposta eficaz para a crise económica que atinge diversas regiões do planeta” e a elaboração de um “plano concertado de acção internacional destinado a libertar o mundo da pobreza extrema”.

Para este responsável, a cimeira do G20, em Abril, deve “responder ao desafio”.
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A secretária-geral da organização católica, Lesley-Anne Knight, afirmou que a Cáritas espera que as palavras do Papa possam recordar aos líderes mundiais que não podem excluir os pobres dos planos para salvar a economia mundial.
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Fonte - Ecclesia

Ambos defenderam um “compromisso renovado da comunidade internacional para resolver os conflitos actuais, em particular no Médio Oriente”.

Fonte - Ecclesia

Ainda sobre a crise econômica

Kremlin enfim admite recessão

No ano passado, quando a economia da Rússia começou a ruir, o Kremlin abafou o debate público sobre a crise, limitando-se a acusar os EUA por "contaminar o mundo". Mas os preços do petróleo despencaram e milhares de russos perderam seus empregos. Agora, o presidente Medvedev diz ao povo "que é muito importante dizer a verdade".

Depois de passar semanas dizendo que a Rússia iria apresentar crescimento zero em 2009, ou talvez um pequena contração, o ministério da Economia agora admite que a taxa "provavelmente" será de - 2,2% -- um número que muitos economistas ainda consideram otimista. Para um país com crescimento médio do PIB de 8% nos últimos oito anos, este é um duro golpe.

Os dois principais índices do mercado de ações russo perderam quase 80% do seu valor no ano passado, o rublo já perdeu mais de 30% do seu valor frente ao dólar, e o déficit orçamental para este ano é de cerca de 8%. Os preços dos alimentos, a maioria importados, continuam a subir.

Fonte - Opinião e Notícia

Forte indústria alemã também sucumbe à crise

Até recentemente a ideia de que a Alemanha poderia ser afetada pela crise global parecia impensável, mas a eficiente economia industrial e de exportação do país anda devagar, quase parando, uma vez que a demanda mundo afora vem desaparecendo.

A Alemanha parecia imune à crise não só porque foi um país que cuidou com prudência das suas finanças -- tanto as públicas quanto as privadas --, mas também porque levou a cabo dolorosas reformas econômicas ao longo da década passada.

Para se ter uma ideia, há duas décadas o custo unitário do trabalho na Alemanha era cerca de 12% acima da média da zona do euro; hoje, é cerca de 13% abaixo. Mas nada foi capaz de deixar o país em posição de resistir à crise. A produção industrial da Alemanha já vem caindo a um ritmo mais acelerado do que nos EUA. As exportações devem diminuir cerca de 8% neste ano. É a maior retração em 15 anos, ou mais.

Fonte - Opinião e Notícia

Cristãos da Europa debatem compromisso ecuménico

A cidade de Esztergom, na Hungria, acolhe de 19 a 22 de Fevereiro o encontro anual do comité conjunto do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE – Igreja Católica) e da Conferência das Igrejas Europeias (KEK). As delegações são consituídas por sete membros de cada organismo.

Em cima da mesa estarão as actividades, experiências e projectos dos cristãos na Europa sobre o tema do ambiente, bem como um debate sobre a situação ecuménica.

Ambas as partes avaliarão ainda a acção do comité CCEE/KEK para as relações com os muçulmanos na Europa.

Fonte - Ecclesia

Pnuma propõe "Green New Deal"

Mais de cem ministros do meio ambiente, entre eles Carlos Minc, são instigados a inspirar e guiar a agenda econômica mundial durante Fórum Global em Nairóbi.

Desde que o mundo começou a sentir os impactos da crise, a idéia de um “Green New Deal” vem sendo anunciada por diversos especialistas como a saída para tentar resolver a questão financeira e, de quebra, a ambiental. Nesta semana, foi a vez de mais de cem ministros do meio ambiente apoiarem o pedido do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) por uma transição para o que chamam de economia verde, pois o meio ambiente seria parte da solução para a crise.
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Fonte - Envolverde

Degelo da tundra deve acelerar mudanças climáticas

Aumento da temperatura na região do Ártico pode causar a liberação de mais de um trilhão de toneladas de gases do efeito estufa, quase três vezes tudo o que já foi liberado pela humanidade desde a revolução industrial

Bilhões de toneladas de gases do efeito estufa, incluindo dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), resultantes da decomposição de animais e vegetais, estiveram armazenados por milhares de anos de maneira segura sob o gelo que cobre a vegetação predominante das regiões próximas ao Ártico. Porém, pesquisadores russos e finlandeses divulgaram esta semana a descoberta de que esses gases estão “vazando” em virtude do degelo de algumas áreas desse ecossistema.

Em experimentos na cidade russa de Vorkuta, realizados pelo pesquisador Pertti Martikainen da Universidade de Kuopio, foi encontrado um “vazamento” de N2O, resultado de um processo chamado crioturbação, que ocorre quando um solo se descongela e então congela novamente.

“Existem evidências de que o aquecimento do Ártico irá acelerar a crioturbação, o que poderá acarretar na abundância dos círculos de turfa (peat circles), que são os ambientes mais ricos de nitrogênio no mundo. Isto vai aumentar as emissões de N2O da tundra, e, por conseqüência, agravar o aquecimento global”, escreveu Martikainen no artigo publicado no último domingo no periódico Nature Geoscience.

Outra pesquisa apresentada também no último fim de semana em um encontro da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) apontou que o solo congelado da tundra armazena uma quantidade bem maior de gases do efeito estufa do que se pensava.

“A nova estimativa para o total de CO2 armazenado em solos congelados é da ordem de um trilhão de toneladas”, afirma Chris Field, professor da Universidade de Stanford e cientista do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC). “O degelo desses solos, que eram permanentemente congelados, será como pisar forte no acelerador do aquecimento global”.

Para se ter uma idéia, a quantidade de CO2 que foi emitida pela queima de combustíveis fósseis desde o começo da revolução industrial é de cerca de 350 bilhões de toneladas.

Menos absorção

Para agravar ainda mais o cenário, um novo estudo reforça a idéia de que o Oceano Antártico está realmente absorvendo cada vez menos CO2.

Segundo Nicolas Metzl, cientista do Instituto Nacional Francês de Pesquisa, por causa das mudanças climáticas e de buracos na camada de ozônio, fortes ventos estão ficando cada vez mais freqüentes na região, o que movimenta de maneira incomum as águas marítimas e trazem o CO2 do fundo do mar para a superfície e então para a atmosfera.

“Isso se soma a pesquisas anteriores que apontavam para a queda da eficiência dos oceanos para absorver CO2. Hoje a humanidade emite cerca de 10 bilhões de toneladas do gás por ano. Antes os oceanos capturavam dois bilhões de toneladas dessas emissões, porém, infelizmente a tendência é diminuir”, conclui Metzl.

Fonte - Envolverde

Cantora católica é atração de evento carnavalesco na Paraíba

Com os instrumentos afinados e a voz aquecida, Adrielle Lopes se prepara para arrasar no carnaval da Paraíba. O tema escolhido para os figurinos e o repertório da cantora no evento Carnafolia foi “Alegria em Liberdade”

Adrielle chega ao carnaval paraibano à todo vapor e com um show de músicas inéditas reportadas ao Axé Music. A cantora, porém, não se abala com clima carnavalesaco e promete agitar os foliões sem deixar de lado sua característica pop de evangelizar.

No último sábado, 14, Adrielle Lopes esteve em Praia Grande, São Paulo, para o lançamento da música tema do Carnafolia. Em “Pra que Ficar?”, a cantora católica fala sobre carências afetivas e dá conselhos aos jovens para esperarem a pessoa certa ao invés de sair em busca de aventuras amorosas.

Agora, pode-se esperar um duelo: enquanto Salvador terá como hino “Eu quero mais é beijar na boca”, a Paraíba cantará com Adrielle “Pra que ficar?”.

Fonte - iG

Nota DDP: Sugiro a leitura dos comentários do Prof. Sikberto MArks sobre o papel "ecumênico" da música nestes últimos dias em "O trabalho de um profeta".

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Bento XVI recebe Nancy Pelosi no Vaticano


(Foto: Nancy Pelosi recepciona Bento XVI nos EUA - 2008)

O papa Bento 16 disse à presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, nesta quarta-feira [18], que políticos e deputados católicos não podem apoiar o aborto, reforçando a posição do Vaticano sobre um tema que divide a população norte-americana. Pelosi, que é católica e defende o direito da mulher poder escolher abortar ou não, foi acusada por bispos norte-americanos de distorcer os ensinamentos da Igreja sobre o aborto.

"Sua Santidade aproveitou a oportunidade para falar sobre as exigências da lei natural e moral e o consistente ensinamento da Igreja sobre a dignidade da vida humana desde a concepção até a morte natural", disse um comunicado do Vaticano. Portal G1

Bento XVI e Pelosi não se pronunciaram publicamente após o encontro, que durou cerca de 15 minutos e que foi considerado breve, visto que Pelosi é a primeira representante dos Estados Unidos a se reunir com o Pontífice após Barack Obama tomar posse. O Globo Online

"Na nossa conversa, eu tive a oportunidade de elogiar a liderança da Igreja na luta contra a pobreza, a fome e o aquecimento global, bem como a dedicação do Santo Padre à liberdade religiosa e sua próxima viagem e mensagem para Israel", disse seu escritório em uma declaração. Jewish Telegraphic Agency

NOTA Minuto Profético: O que realmente eles conversaram não se tornará público. A declaração oficial feita à imprensa além de enlatada foi preparada também para não levantar maiores suspeitas. A questão polêmica do aborto é para desviar a atenção do foco real: os próximos passos da cooperação entre o Vaticano e o maior país protestante do mundo no estabelecimento da Nova Ordem Mundial. A influência do Vaticano cresce a cada nova visita ilustre que recebe. Seu objetivo de reconquistar a supremacia mundial está cada vez mais próximo. Onde estão os verdadeiros herdeiros da reforma? Ninguém percebe o perigo?

Ainda sobre construir «Europa humana e cristã»

Como ontem aqui veiculado, BXVI convidou os cristãos à «construção de uma Europa profundamente humana e autenticamente cristã», durante a audiência geral celebrada nesta quarta-feira na Praça de São Pedro.

Segundo a Agência Zênit, o fez percorrendo a história do "Venerável Beda", sábio inglês cujas obras alcançaram grande renome em toda Europa, por quem o Papa alinhou que «também hoje haja personalidades à altura de Beda, para manter todo o continente unido».

Beda (672-735) foi um monge inglês, famoso por seus escritos espirituais e por suas investigações históricas, que viveu dedicado ao estudo e à vida contemplativa, e «a fama de santidade e sabedoria de que gozou já em vida lhe validou o título de venerável», explicou o Papa.

Entre suas obras, o Papa destacou a Chronica Maiora, que serviu de base à confecção do calendário cristão (que conta a história desde o nascimento de Cristo), assim como a História eclesiástica dos povos ingleses, pela qual foi reconhecido como «o pai da historiografia inglesa».

Também se referiu ao Computo, «que ele elaborou cientificamente para estabelecer a data exata da celebração pascal e, portanto, de todo o ciclo do ano litúrgico, e converteu-se no texto de referência para toda a Igreja Católica».

Outra faceta foi seu conhecimento da liturgia, especialmente a unificação da celebração da páscoa e o uso da língua vernácula para dirigir-se aos povos não greco-romanos, assim como suas catequeses aos fiéis sobre os sacramentos.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Explorar um pouco mais esta referência ontem levantada é necessário face à radiografia da vida de Beda, de seus feitos para a igreja e, principalmente face ao momento político aberto pela proposição de resguardo do domingo apresentado no Parlamento Europeu.

BXVI já havia tentado introduzir no preâmbulo da constituição européia uma referência "às raízes cristãs da Europa", isto à época da liderança da Alemanha no bloco europeu, na pessoa de Angela Merkel. Naufragou em seu intento.

Com a propositura aviada por membros do Parlamento Europeu para consagrar o domingo como dia de descanso por via legislativa, rapidamente o pontífice aproveitou a abertura e voltou a carga com seu antigo discurso, agora revelando de forma mais clara onde quer chegar com o mesmo.

Ora o "Venerável Beda", como supra observado, é o responsável pela fixação do calendário da igreja, onde observamos a seguinte afirmativa: "Todos os domingos do ano são festas de nosso Senhor Jesus Cristo."

O domingo, portanto, vem no pacote do discurso. Reconhecer as raízes cristãs da Europa é em certo sentido voltar ao passado e trazer como base das diretrizes daquele continente os conceitos "cristãos", que interessam ao Vaticano claro. Daí a convicção que nada do que saia dos sete montes não tenha um destino definido.

Lagos aceleram degelo no mar Ártico

Cientistas descobriram que os lagos de neve e gelo derretidos que se formam sob a superfície do mar Ártico são o motivo do acelerado degelo na região, que vem sendo mais rápido do que o previsto.

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU previa para os anos de 1953 a 2006 uma perda média de 2,5% da extensão do gelo por década. Mas, na realidade, o gelo do mar do Norte diminuiu a uma taxa de aproximadamente 7,8% por década.

Como os lagos formados sob a superfície do Mar Ártico são mais escuros do que a neve e o gelo, eles absorvem os raios solares, ao invés de refleti-los, o que acelera o processo de degelo.

Fonte - Opinião e Notícia

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Em meio as controvérsias do Vaticano, os interesses do papa são questionados

ROMA – Depois da reabilitação do papa em relação ao grupo de bispos que causaram desentendimentos, incluindo aquele que negou o Holocausto, um segundo escândalo levantou um debate dentro da Igreja, sobre se o foco do Papa Bento 16 na doutrina e a insensibilidade perceptível em seu tom político está alienando os católicos e prejudicando a autoridade moral da instituição.

Neste domingo, um sacerdote conhecido por seus relatos provocativos, como ter culpado os pecados de New Orleans, nos Estados Unidos, pelo Furacão Katrina, pediu ao papa para cancelar seu compromisso como bispo auxiliar na Áustria.

O assunto desencadeou uma tempestade de críticas sobre a hierarquia da Igreja e levou a esforços frenéticos para acalmar a raiva e a confusão dos fiéis em todo o mundo. Enquanto isso, a última controvérsia criou uma preocupação de que as ações poderiam ser parte de um padrão de desordem.

George Weigel, especialista sobre Vaticano, criticou o Vaticano em um artigo recente na First Things, publicação religiosa dos Estados Unidos, pelo “caos, confusão e incompetência”.

Nesta segunda-feira, em Viena, 10 bispos austríacos se reuniram em uma sessão sobre a crise para lidar com suas consequências. Eirch Leitenberger, porta-voz da arquidiocese de Viena, disse que oficiais da Igreja em todo o país receberam centenas de cartas, ligações e e-mails, incluindo alguns sobre fiéis dizendo que estavam deixando a Igreja.

A Áustria, país com maioria católica e com um complicado passado nazista, ficou perturbada com o fato de o papa ter anulado a excomungação de quatro bispos, feita pela Sociedade de St. Pio 10, que é ultraconservadora, incluindo o bispo Richard Williamson, que negou a existência das câmaras de gás e a magnitude e intenção genocida do Holocausto.

Enquanto a confusão aumentava, Bento 16 deu início a outra ao indicar o reverendo Gerhard Maria Wagner, conhecido por seu comentário sobre Katrina e por dizer que o homossexualismo era curável, para ser bispo auxiliar de Linz.

O cardeal Christoph Schoenborn, que ocupa a posição mais elevada da Igreja Católica na Áustria, disse nesta segunda que as decisões feitas quanto aos bispos cismáticos e Wagner não tinham relação, e que elas foram “feitas sob diferentes circunstâncias”. Mas a proximidade delas intensificou o rancor entre os católicos austríacos que têm uma visão mais reformista. “A desaprovação cresceu exponencialmente”, disse Leitenberger.

Elisabeth Felbermair, 28, que estava do lado de fora da Catedral de São Estéfano em Viena, disse que estava aliviada por que Wagner seria colocado de lado. “Graças a Deus que ele vai embora”, disse, chamando as visões dele de “muito reacionárias”. Ela disse que provavelmente abandonaria a religião, embora por razões pessoais não diretamente relacionadas às controvérsias nas últimas semanas.

Para muitos católicos, as questões são mais profundas do que o caso de Wagner. Como foi publicado na primeira página do jornal austríaco, Die Presse, nesta segunda: “O nome dele apoia uma batalha de posições: Linz deveria ser mais fiel a Roma ou a Igreja deveria ser mais democrática e mais liberal?”

Mas o escândalo por causa de Williamson não foi apenas devido sua negação sobre o Holocausto e a demora do Vaticano em condená-la, mas também pelas preocupações de católicos centristas sobre a direção da Igreja e seu papel dentro dela.

Mesmo com com a luta de muitas igrejas locais para garantir aos paroquianos que as controvérsias são excepcionais, muitos veem o interesse de Bento 16 em se aproximar dos tradicionalistas como perfeitamente coerente com suas visões no passado.

Bento 16, um teólogo mais na biblioteca de sua casa do que na frente de uma multidão, foi por duas décadas chefe da Congregação da Doutrina de Fé e estava mais ligado à teologia de questões de doutrina esotérica do que ao potencial de suas ramificações políticas. Mesmo que seus últimos erros tenham tido consequências acidentais, ainda assim eles demonstraram a muitos paroquianos que as preocupações do papa são bem diferentes das suas.

“Tínhamos recuperado muito da confiança daqueles que estavam insatisfeitos, aqueles que precisavam saber que reconhecemos as preocupações de muitos católicos”, disse monsenhor Bernard Podyin, porta-voz da Conferência de Bispos Franceses. “É um trabalho muito, muito grande”.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Penso que cada uns dos passos seguidos pelo Vaticano são milimetricamente calculados, inclusive para eventualmente tornar a figura do Papa altamente objetável, de forma a trazer um outro com um parelho discurso da linha "we can", afim de também ganhar a multidão, como recentemente tratado neste espaço.

No entanto, mesmo com todas as suas "trapalhadas", não se pode perder de vista que o pontífice está sempre na mídia e tem saído ileso de seus discursos políticos, o que demonstra o interesse dos segmentos em manter ligações com Roma, ainda que com um papa impopular.

Se vier um popular...

Papa pede que Europa reencontre suas raízes cristãs

Cidade do Vaticano, 18 fev (EFE).- O papa Bento XVI pediu hoje aos europeus que "reencontrem" suas raízes cristãs e que sejam construtores de uma Europa "cristã e profundamente humana".

O pontífice afirmou isto diante de cerca de 20 mil pessoas que estavam nesta manhã na praça de São Pedro para a audiência pública das quartas-feiras.

A mensagem de hoje foi dedicada à figura do santo britânico Beda, o Venerável, que segundo o papa contribuiu "eficazmente" para a construção de uma Europa cristã.

"Rezemos também hoje para que voltemos a encontrar nossas raízes cristãs e possamos assim construir uma Europa cristã e profundamente humana", declarou o líder da Igreja Católica, que em inúmeras oportunidades destacou as raízes cristãs do Velho Continente e expressou que sem o cristianismo Europa não se entende.

Citando São Beda e suas doutrinas, o pontífice afirmou que é necessário apresentar o Evangelho de forma "atraente" aos fiéis e expor as verdades dogmáticas "atendo-se à simplicidade católica".

Bento XVI pediu aos bispos que preguem "não apenas por meio da palavra, mas avaliando também as figuras, ícones, procissões e as peregrinações".

Da mesma forma que fazia São Beda, o papa recomendou o uso das línguas nacionais para apresentar o Evangelho e encorajou os jovens a levarem o Evangelho pelo mundo por meio de uma missão.

O pontífice se mostrou a favor de integrar o Evangelho "ao tecido social e às instituições culturais".

Além disso, defendeu a colaboração entre o judaísmo e o cristianismo e pediu aos pais cristãos que criem seus filhos segundos os preceitos ensinados por Jesus.

Fonte - G1

Nota DDP: Extremamente oportuno depois da proposta aviada junto ao Parlamento Europeu para reconhecimento do domingo, não? O assunto estava parado desde o afastamento da Chanceler Merkel da direção da União Européia.

Conselho vaticano analisa oportunidades de diálogo inter-religioso no Egito

CAIRO, terça-feira, 17 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).- As possibilidades e oportunidades do diálogo inter-religioso, especialmente nos países ribeirinhos do Mediterrâneo, é o tema chave do congresso que acontece nestes dias no Lar Saint-Etienne do Cairo, promovido pelo Conselho Pontifício para a Cultura.

Este congresso, o primeiro do gênero promovido pelo dicastério vaticano, reúne até esta quarta-feira não só personalidades do mundo da cultura pertencentes aos diversos ritos da Igreja Católica presentes no país, mas também da Igreja copta e do Islã, segundo informa L'Osservatore Romano em sua edição desta quarta-feira.

Em sua intervenção para apresentar o congresso, o Pe. Bernard Ardura, secretário deste dicastério vaticano, sublinhou que o Mediterrâneo foi durante os séculos, e continua sendo na atualidade, ponte entre culturas e religiões.

«Estamos convencidos de que o diálogo é a melhor maneira de aproximar-se do outro, do estrangeiro, de não ter medo dele, de encontrá-lo, de compreendê-lo, de acolhê-lo, de escutá-lo, de dar-lhe testemunho da nossa fé respeitando suas convicções», explicou.

Ao cristão «se pergunta algo fundamental: com quem se deve dialogar? O Papa Paulo VI respondeu isso na encíclica Ecclesiam suam: a Igreja deve estar disposta a manter o diálogo com todos os homens de boa vontade, dentro e fora de seu recinto».

Para Ardura, o diálogo intercultural «interpela todos os homens de boa vontade, seja qual for sua nacionalidade, cultura e religião, a construir uma autêntica cultura da paz», através da «educação da consciência, através da cultura».

Este diálogo, acrescentou, «leva a assumir profundamente o sentido do homem e da fraternidade humana, no respeito pela sacralidade da vida, no reconhecimento da solidariedade de todos os homens com o mundo criado, com os demais homens e com Deus».

Para concluir, o secretário do Conselho Pontifício para a Cultura refletiu sobre a importância do intercâmbio cultural para favorecer este diálogo.

«O diálogo passa essencialmente pelas matrizes da cultura e da educação, ou seja, pela escola, pela universidade, pelos centros culturais, pela ciência, pelas obras culturais, pelos ritos e costumes. Somos testemunhas da importância das instituições educativas e formativas para tomar consciência do diálogo cultural desde as idades mais novas.»

Fonte - Zenit

Reforma de Saúde: Deus ou EGW?

Invariavelmente os adventistas que repelem a mensagem de saúde e a tornam "opcional", apelam para o argumento de que esta é apenas um "conselho" de Ellen White, negando assim a inspiração da mensagem.

Este tipo de posicionamento gera uma enorme quantidadade de perguntas com o fundo "pode/não pode", como se houvesse um aparelhamento matemático para responder as questões, ao reverso de se procurar a origem da celeuma.

A primeira pergunta a se considerar, penso, é de onde vem a mensagem? De Deus ou de EGW? A resposta a este questionamento faz toda a diferença. E a resposta é absolutamente clara, tão clara, que os maiores objetores da reforma de saúde, não a respondem, como a experiência tem demonstrado.

A mensagem vem de Deus, mas o que vale é a forma como lidamos com a mensagem. Dizer que ela é de Ellen G. White para fazer de conta que para nós não se aplica, compromete a nossa identidade e os pilares da nossa fé.

Nós somos os que guardamos os mandamentos de Deus e temos o testemunho de Jesus, o Espírito de Profecia. Ora, então a mensagem é de Deus e aplicável para todos nós, portanto, a pergunta não é se eu posso ou não tomar café, mas se eu creio na fonte da mensagem, o próprio Trono da Graça!

Porque enquanto estivermos a defender que é um "conselho", ou outras tantas justificativas lançadas em todos os debates que falam sobre reforma de saúde, continuaremos sem receber o poder do alto para atender ao chamado.

Metaforicamente falando, a graça não é uma muleta onde me apoio para "passar" pela vida a salvo. A Graça Verdadeira é uma piscina onde "mergulho" e nela me mantenho pela misericórdia Divina, até sair do outro lado pronto para a glorificação. E isso somente pelo poder que emana da cruz, pelo poder de Cristo!

Quando o povo saiu do Egito, Deus queria lhes levar "de volta ao Éden", queria restituí-los pelo Seu poder. Concedeu-lhes o Seu maná, mas o povo queria a comida do Egito, resultado, duvidaram da direção de Deus na hora de entrar em Canaã e morreram no deserto! Isso quer dizer que todos eles estão perdidos? Não!

Isso quer dizer que perderam o melhor de Deus pela incredulidade gerada em não obedecê-Lo e não permitirem que a obra fosse neles completada.

Pois Deus quando nos deu a reforma de saúde mais uma vez estava nos convidando a "voltar ao Éden" e conhecer o melhor dEle, não mais para entrarmos na Canaã terrena, mas na Celestial. Também para cumprirmos a obra que Ele nos confiou e termos o privilégio de ver Cristo voltando sobre as nuvens.

Verdade presente! Tempo do fim!
E isso quer dizer que os que não fizerem a reforma de saúde estão perdidos? Não!

Porque isso vai depender da forma como cada um individualmente entende e vive a mensagem. É problema de cada um com Deus, portanto. Mas para todos aqueles que buscarem a água da vida, a promessa é absolutamente clara, para estes é garantido não terem mais sede.

O poder vem de Deus, graça em ação. E a todo que pedir lhe será dado e a todo que bater a porta lhe será aberta.

Portanto, a clássica pergunta "pode/não pode", é tão equivocada quanto não responder "de quem é a mensagem", ou simplesmente convencer-se que ela saiu da cabeça de Ellen G. White, pois claramente não é o que diz a revelação. Como diz um amigo, "fazer de conta que não sabe que o trem vem vindo não impede o atropelamento".

"Não obstante, quando mando um testemunho de advertência e reprovação, muitos de vocês declaram ser simplesmente a opinião da irmã White. Têm assim insultado o Espírito de Deus. Vocês sabem como o Senhor Se tem manifestado por meio do Espírito de Profecia. [...]
Essa tem sido minha obra por muitos anos. Um poder tem-me impelido a reprovar e censurar erros em que eu não pensara. É esta obra, dos últimos trinta e seis anos, de cima ou de baixo? ... Nessas cartas que escrevi, nos testemunhos de que sou portadora, lhes apresento aquilo que o Senhor me tem apresentado. Não escrevo nenhum artigo expressando meramente minhas próprias ideias. Eles são o que Deus me expôs em visão – os preciosos raios de luz que brilham do trono
(EGW, ME, v. 1, p. 27).

Os EUA terão revolução e rebeliões por comida e por causa de imposto até 2012




Prognosticador de tendências, conhecido pela sua precisão no passado, diz que a América deixará de ser uma nação desenvolvida dentro de 4 anos, a crise será “pior do que a grande depressão.”


O homem que previu o impacto do mercado acionário em 1987, e da queda da União Soviética está agora com uma previsão de revolução na América, distúrbios alimentares e rebeliões fiscais - tudo dentro de quatro anos, enquanto adverte que colocar comida na mesa será uma preocupação mais premente do que comprar presentes de natal em 2012.


Gerald Celente, the CEO of Trends Research Institute é conhecido pela sua acurácia em predizer eventos futuros e econômicos no mundo, fato que irá nos dar um calafrio na espinha, devido ao que ele disse a FOX NEWS.


Celente diz que a América em 2012 se tornará uma nação subdesenvolvida, que haverá uma revolução acentuada por revoltas de comida, rebeliões para ocupação de propriedades alheias, revoltas fiscais e marchas trabalhistas, e que em feriados e festas as pessoas irão querer comida ao invés de presentes.


Nós iremos ver o fim do varejo de natal, iremos ver uma mudança fundamental tomar o lugar, colocar comida na mesa irá ser mais importante do que colocar presentes em árvore de natal, disse Celeste. acrescentando que a situação irá ser “pior do que a grande depressão”.


A América irá passar por uma transição pela qual ninguém está preparado, disse Celeste. Lembrando que as pessoas se recusam a aceitar que a América está entrando em recessão, e ainda destaca que o grande problema está nessa negação, e que isso atrapalha para que todos estejam prontos para a real dimensão da crise.


Celente, previu com sucesso a crise monetária da Ásia em 1997, o colapso do subprime hipotecário, e desvalorização acentuada do dólar nos EUA, disse a UPI em novembro do ano passado que o ano seguinte seria conhecido como “O Pânico de 2008” , acrescentando que “gigantes iriam levar um tombo para a morte”, que é exatamente o que temos assistido com o colapso da Lehman Brothers, Bear Stearns e outros. Ele também disse que acabaria por ser o dólar desvalorizado em mais de 90 por cento.


A conseqüência daquilo que iríamos ver desdobrar ao longo do ano iria levar a uma redução dos padrões de vida, Celente predisse um ano atrás, que está sendo corroborado pelos dados de quedas das vendas à varejo.


A perspectiva de uma revolução era um conceito que foi ecoado pelo Ministério britânico da Defesa no relatório do ano passado, que previa que dentro de 30 anos, o crescente fosso entre os super ricos e a classe média junto com uma subclasse urbana significaria uma ameaça a ordem social. “As classes médias do “mundo” poderiam se unir, utilizando o acesso aos conhecimentos, competências e recursos para modelar processos transnacionais no interesse de sua classe”, e que” As classes médias poderiam se tornar uma classe revolucionária. “


Numa recente entrevista separada, Celente foi mais longe sobre o tema da revolução na América.

“Haverá uma revolução neste país”, disse ele. Não virá já, mas passará do nível aceitável, e o que foi o catalisador para isso: a posse de Washington DC em pleno dia em Wall Street neste incruento golpe. E isso vai acontecer pois as condições para isso continuam a agravar-se. “


“A primeira coisa a fazer é organizar as revoltas contra impostos. Isso vai ocorrer em grande quantidade porque as pessoas não têm dinheiro para pagar mais imposto escola, propriedade fiscal, qualquer tipo de imposto. Nós iremos começar a ver estes tipos de protestos começarem a desenvolver-se. “


“Vai ser muito sombrio, muito triste. Iremos ver muitas pessoas sem abrigo, coisa nunca vista antes. Barracas nas cidades estão brotando por todo o país e nós iremos ver muito mais.


“Iremos começar a ver grandes áreas com imóveis vagos, e também desabrigados que habitarão estes imóveis. Irá ser um panorama que os americanos não estão acostumados a ver. Isto virá com um grande choque e existirá uma grande quantidade de crimes. E a criminalidade irá ser bem pior do que antes, pois na Grande Depressão de 1929, as mentes das pessoas não eram tão corrompidas com estas drogas modernas, drogas vendidas sem receita médica, metanfetamina, ou qualquer coisas parecidas com isso. Então teremos uma enorme subclasse de pessoas desesperadas com suas mentes quimicamente transtornadas além da compreensão humana. O blog George Washington compilou uma lista das citações que comprovam a exatidão de Celente,com relação aos seus prognósticos.


“Quando a CNN quer saber sobre as Grandes Tendências, ela pede a Gerald Celente”
- CNN Headline News


“Uma rede de 25 peritos cuja gama de especialidades iria rivalizar com muitas faculdades universitárias”.
- The Economist


“Gerald Celente tem um talento pra pegar o espírito certo”.
- USA Today


“Não existe um prognosticador de tendência melhor do que Gerald Celente. O homem sabe o que ele está falando.”
- CNBC


“Aqueles que levam a sério as suas previsões….
Trends Research Institute.”
- O Wall Street Journal


“Gerald Celente está sempre a frente da curva das tendências, e sinistramente sobre a marca….ele é um dos mais precisos prognosticadores que temos”
- The Atlanta Journal-Constitution


“O Sr. Celente dá pistas e direções no mundo social, econômico e empresarial para clientes corporativos.
- The New York Times


“O Sr. Celente é um cara muito inteligente. Nós somos capazes de aprender sobre as tendências a partir de uma autoridade “
- 48 Hours, CBS News


“Gerald Celente possui um sólido histórico. Ele previu tudo, desde o colapso bolsista de 1987 e o desaparecimento da União Soviética para o “marketing verde” e a redução corporativa.”

- The Detroit News


“Gerald Celente, previu o impacto no mercado acionário de 1987, “marketing verde”, e o crescimento rápido dos cafés gourmets.”
- Chicago Tribune


The Trends Research Institute é o Padrão e Pobre da Cultura Popula.r”
- The Los Angeles Times


“Se Nostradamus estivesse vivo hoje, ele faria um páreo duro com Gerald Celente.”
- New York Post


Paul Joseph Watson


Fonte: Prison Planet



Tradução: Fim dos Tempos

OIT prevê que mais de 7 milhões perderão emprego na Ásia em 2009

Manila - Mais de sete milhões de pessoas perderão seus trabalhos na Ásia durante 2009, elevando o índice de desemprego a 5,1% no continente, segundo estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicadas nesta quarta-feira.

Segundo a mesma análise, caso as condições sejam ainda piores que o esperado, o número de desempregados na região poderia subir dos 97 milhões atuais a 113 milhões, em um continente onde um terço da população vive com renda de pouco mais de US$ 1 ao dia.

"No pior cenário possível, a pobreza poderia subir de forma dramática a 140 milhões de pessoas em 2009, se aproximando de níveis de 2004", diz o estudo.

A crise também poderia provocar a diminuição das imigrações internas do campo à cidade, obrigando muitos trabalhadores a retornar aos trabalhos agrícolas mal pagos, segundo a Organização que tem sede em Genebra.

Em 2008, o índice de desemprego no continente foi de 4,8%.

Fonte - Último Segundo

Ártico "deixará de existir" em duas décadas

O atestado de óbito do Ártico está assinado. Nas próximas duas décadas, a região, pelo menos na forma como ela é conhecida hoje, deixará de existir.

Por causa do aquecimento global, uma reação em cadeia já é percebida todos os anos na região, afirmaram especialistas em ciência polar reunidos ontem em Chicago, na 175ª Reunião Anual da AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência). Nada indica, dizem eles, que se trate de um mero ciclo passageiro. A temperatura na região norte do globo pode aumentar em até 7º C até o meio deste século.

"Teremos um verão sem gelo no Ártico em 2030 ou antes disso", calcula Mark Serreze, da Universidade de Colorado (Boulder). Segundo o pesquisador, o que tem acontecido recentemente em toda a área já pode ser explicado pela ciência.

Enquanto o ar próximo à superfície marinha aquece, causando o derretimento da camada de gelo sobre o mar --e também sobre a terra--, o oceano Atlântico, que também está mais quente, tem jogado esse calor para o norte.

A consequência é que esquenta tanto por cima quanto por baixo, explica Serreze. E isso é que tem causado a diminuição do gelo em toda a região, com números recordes nos últimos verões principalmente.

Com menos gelo, a preocupação com uma certa ocupação da região ártica também deve aumentar, disse Serreze durante sua conferência.

Para ele, pode aumentar não apenas a navegação em toda a área --e nos últimos anos algumas rotas antes bloqueadas por gelo ficaram navegáveis-- como a exploração de petróleo. E, sobre isso, também existem vários projetos em curso, principalmente nos Estados Unidos.

Todo cuidado é importante, disse o cientista, porque na verdade o "Ártico está mais quente em todas as estações do ano, não apenas no verão".

A questão, se passa pelo problema do urso-polar e de toda a fauna, é muito mais ampla que isso, disse Serreze. "Já temos problema de erosão costeira em algumas zonas. Sem gelo, o vento movimenta mais a água."
...
Fonte - Folha

Bloco de gelo maior que Havaí se desprende da Antártida

Um bloco de gelo de 14 mil km², maior que a ilha do Havaí, se desprendeu da Plataforma de Gelo Wilkins, na península antártica, como "consequência do aquecimento global", informou nesta terça-feira o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC), na Espanha. Os icebergs gigantes nos quais este bloco de gelo se fragmentou começam a se espalhar pelo Oceano Austral.

Uma equipe de pesquisadores do CSIC analisa desde o último domingo, a bordo de uma embarcação de pesquisa oceanográfica, o impacto do fenômeno sobre o ecossistema do Mar de Bellingshausen. A equipe científica também presenciou como a frente de gelo do Mar de Bellingshausen retrocedia 550 km em duas semanas.

Os cientistas disseram que as temperaturas de água são extraordinariamente quentes nesta região. Segundo os pesquisadores, o desprendimento e a fragmentação do enorme bloco de gelo produzirá o conseqüente aumento do nível do mar.

Nos últimos 50 anos a península antártica experimentou o maior aumento de temperatura registrado no planeta: 0,5 grau centígrado por década.

Fonte - Terra

Doses diárias de vinho são condenadas por pesquisadores

O Instituto Nacional Francês do Câncer anunciou nesta terça-feira (17/02) que uma dose diária de vinho não é eficaz na prevenção do câncer.

Os pesquisadores disseram que ao contrário do que se acreditava anteriormente, "as pequenas e repetidas doses são as mais nocivas", porque seus efeitos são invisíveis.

A conclusão dos pesquisadores franceses é uma síntese de trabalhos internacionais mais recentes sobre a relação entre o que comemos e bebemos e as possibilidades de vir a ter um câncer. Além da bebida alcoólica, o estudo alerta para o excesso de carne vermelha e frios.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: A ciência vai e volta, mas a orientação divina permanece para sempre.

"O único caminho seguro é não tocar, não provar, não manusear o chá, o café, vinhos, o fumo e o ópio e as bebidas alcoólicas. A necessidade de os homens desta geração chamarem em seu auxílio a força de vontade fortalecida pela graça de Deus, a fim de resistir às tentações de Satanás, e vencer a mínima condescendência com o apetite pervertido, é duas vezes maior que a de algumas gerações passadas. Mas a geração atual tem menos poder de domínio próprio do que os que viviam então. Os que têm condescendido com o apetite quanto a esses estimulantes, transmitiram aos filhos os depravados apetites e paixões, tornando-se a esses filhos necessário maior força moral para resistir a toda sorte de intemperança. O único procedimento perfeitamente seguro é ficar firme ao lado da temperança, e não se arriscar na perigosa vereda."
(Conselhos sobre Saúde - pág. 125)

Produção mundial de alimentos deve cair 25% até 2050

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) divulgado nesta terça-feira (17/02) alerta para a queda na produção mundial de alimentos em 25% até 2050.

O volume de produção pode ser perdido em função do impacto das mudanças climáticas, da degradação do solo, da escassez de água e de pragas.

O estudo indica que a redução atingirá o planeta no momento em que haverá 2 bilhões de pessoas a mais no mundo.

Fonte - Opinião e Notícia
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