EUA devem passar a regular emissões de CO2.
O governo americano deverá passar a regular as emissões de dióxido de carbono, após uma decisão anunciada nesta sexta-feira de que o CO2 e outros cinco gases causadores do efeito estufa podem ser prejudiciais à saúde humana.
A decisão foi anunciada pela Agência de Proteção Ambiental americana (EPA, sigla em inglês) e marca uma mudança de postura em relação ao governo de George W. Bush. Na época, a EPA afirmava que não poderia regular as emissões porque o CO2 não era um gás poluente.
Agora, após a revisão de evidências científicas, a EPA cita alguns impactos que acredita serem provocados pelas emissões de CO2, como o aumento do risco de secas e enchentes, o aumento do nível dos mares, a ocorrência de tempestades e ondas de calor mais intensas e riscos à oferta de água, agricultura e vida selvagem.
Segundo a chefe da EPA, Lisa Jackson, as novas conclusões da agência "confirmam que a poluição de gases causadores do efeitos estufa é um problema grave agora e para as gerações futuras".
"Felizmente, estão em sintonia com a proposta do presidente (Barack) Obama de criação de uma economia de baixa emissão de carbono e uma firme liderança no Congresso sobre energias limpas e legislação climática", disse. "E a solução (para esse problema) vai criar milhões de empregos verdes e por fim à dependência de nosso país de petróleo estrangeiro."
Há grande expectativa em relação às medidas que serão adotadas pelo governo de Barack Obama na questão ambiental, e países em desenvolvimento já pediram aos Estados Unidos que mostrem liderança nas discussões sobre este tema.
Muitos desses países não pretendem cortar suas próprias emissões de gases causadores do efeito estufa a não ser que tenham fortes indícios de que os Estados Unidos estão dispostos a reduzir substancialmente suas emissões.
Um projeto de lei sobre redução de emissões de carbono está em tramitação no Congresso, mas a decisão da EPA permitirá à agência determinar alguns cortes sem ter de esperar que os projetos sejam aprovados e transformados em lei.
Segundo a chefe da EPA, os impactos dos gases causadores do efeito estufa serão sentidos desproporcionalmente pelas populações mais pobres ou com condições de saúde mais frágeis, como os povos indígenas.
A EPA citou um relatório elaborado em 2007 por um grupo de generais e almirantes de reserva segundo o qual as mudanças climáticas representam "desafios de segurança nacional" para os Estados Unidos.[grifo acrescentado]
A decisão da EPA irá agora a consulta pública.
Grupos ambientalistas afirmaram que a decisão da EPA é o mais recente sinal de que o governo de Obama está adotando uma postura em relação às mudanças climáticas bem diferente daquela de seu antecessor.
"(A decisão) recupera o papel dos EUA de líder no cenário internacional", disse à BBC o diretor do programa de aquecimento global do Pew Environment Group em Washington.[grifo acrescentado]
Fonte: BBC Brasil
NOTA Minuto Profético: Diminuir a poluição através da conscientização traz benefícios para todos, sem dúvida. Porém, o que está por trás da tese oficial sobre o aquecimento global (causa: CO2 emitido pelo homem), vai muito além da preocupação com o meio ambiente: tem a ver com a restrição das liberdades individuais e a implantação da Nova Ordem Mundial. As autoridades norte-americanas definirem as "mudanças climáticas" como questão de "segurança nacional" significa um passo mais perto do objetivo final...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Lesões na vida humana originadas na mídia
Será que a mídia – TV, rádio, jornais, revistas, internet – participa do surgimento de distúrbios comportamentais nas pessoas? Gravidez indesejada, sexualidade precoce, doenças sexualmente transmitidas, dependências químicas, depressão, transtornos de ansiedade, violência, podem ser, entre outros fatores, facilitados pela mídia? Estudos revelam que jovens que assistem muitos programas de TV carregados de cenas de sexo apresentam duas vezes mais chances de relacionamentos que terminam em gravidez do que os que não os assistem. A exposição precoce ao sexo na mídia facilita a gravidez indesejada e faz com que o início da vida sexual seja muito antecipado. Ter órgãos sexuais prontos para a relação sexual não é o mesmo que ter a mente pronta para isso e para as consequências disso. Os jovens adolescentes não estão prontos emocionalmente para sexo.
A sociedade se tornou pornográfica. Muito, infelizmente. Pornografia destrói um monte de coisas, desde a mente do praticante dela, até famílias. Programas humorísticos na TV, que antes eram “familiares” porque apresentavam algum humor “inocente”, hoje são carregados quase que totalmente de sensualidade e exposição sexual. Uma deseducação liberada e depravada. A censura do que destrói preserva a liberdade e a sanidade.
Jovens pré-adolescentes e adolescentes de ambos os sexos, estão sendo afetados negativamente apresentando estresse, ansiedade exagerada e tristeza importante por causa da sexualização prematura e também pelo estilo de vida materialista. São jovens que se sentem forçados a crescer precocemente tanto para “produzirem sexo” quanto dinheiro no mercado de trabalho. Tudo o que é precoce tem um preço. Seja no reino vegetal ou animal. Cada coisa tem seu tempo apropriado, mas se você força para estar pronto antes do timing, alterações negativas ocorrem na saúde.
Seria melhor para as crianças viverem livres em meio à natureza até os 6 ou 7 anos de idade, educadas pelos pais em casa ao invés de serem confinadas em creches. Os pais que entendem com o coração e a razão iluminada pela verdade do sentido não materialista da vida, podem decidir ganhar menos dinheiro e proteger seus filhos cuidando deles em casa com uma educação equilibrada.
Quanto menos exposição à má mídia, melhor para as crianças e todos. Preserva a mente de artificialidades que a destroem. Uma equipe de cientistas psicólogos liderada por Bjarne Holmes e Kimberly Johnson de uma universidade de Edimburgo, analisou 40 comédias românticas mais assistidas entre 1995 e 2005 em filmes e lidas em revistas e chegaram à conclusão de que elas oferecem uma falsa ideia de “amor perfeito” ou “alma gêmea” que poderia ser encontrada na vida.
As pessoas viciadas em novelas românticas perdem a capacidade de ter saudável comunicação com seus companheiros porque pendem para um mundo ilusório. Esses cientistas sugerem que a mídia fornece uma forte influência negativa na mente das pessoas através desses romances porque as mensagens passadas são as de que é possível encontrar pessoas perfeitas, sexo perfeito, “alguém” perfeito para você a ponto de não ser preciso conversar sobre os problemas, resolver as diferenças, lutar pela felicidade através da compreensão melhor de si e do outro.
Também a equipe de psicólogos verificou que apesar de a maioria das pessoas entender que não é realista encontrar um relacionamento perfeito, as imagens e conceitos da mídia exploradora e divulgadora de romances “perfeitos” exercem forte poder mental nas pessoas e isso de uma forma um tanto inconsciente. Esses romances não mostram a realidade de que um bom relacionamento leva anos para ser construído e exige de cada pessoa um trabalho individual de autocrescimento emocional.
As lesões na vida humana originadas na mídia são inevitáveis no que diz respeito à mídia comercial cujo interesse máximo é a produção de dinheiro, custe o que custar. Mas tem jeito se você resistir, selecionar o que é saudável e optar por ler, assistir, pensar e meditar no que produz bons pensamentos, emoções equilibradas e ações construtivas. A esperança é que temos a capacidade de escolha.
(Cesar Vasconcellos de Souza, Portal Natural)
Fonte - Michelson Borges
A sociedade se tornou pornográfica. Muito, infelizmente. Pornografia destrói um monte de coisas, desde a mente do praticante dela, até famílias. Programas humorísticos na TV, que antes eram “familiares” porque apresentavam algum humor “inocente”, hoje são carregados quase que totalmente de sensualidade e exposição sexual. Uma deseducação liberada e depravada. A censura do que destrói preserva a liberdade e a sanidade.
Jovens pré-adolescentes e adolescentes de ambos os sexos, estão sendo afetados negativamente apresentando estresse, ansiedade exagerada e tristeza importante por causa da sexualização prematura e também pelo estilo de vida materialista. São jovens que se sentem forçados a crescer precocemente tanto para “produzirem sexo” quanto dinheiro no mercado de trabalho. Tudo o que é precoce tem um preço. Seja no reino vegetal ou animal. Cada coisa tem seu tempo apropriado, mas se você força para estar pronto antes do timing, alterações negativas ocorrem na saúde.
Seria melhor para as crianças viverem livres em meio à natureza até os 6 ou 7 anos de idade, educadas pelos pais em casa ao invés de serem confinadas em creches. Os pais que entendem com o coração e a razão iluminada pela verdade do sentido não materialista da vida, podem decidir ganhar menos dinheiro e proteger seus filhos cuidando deles em casa com uma educação equilibrada.
Quanto menos exposição à má mídia, melhor para as crianças e todos. Preserva a mente de artificialidades que a destroem. Uma equipe de cientistas psicólogos liderada por Bjarne Holmes e Kimberly Johnson de uma universidade de Edimburgo, analisou 40 comédias românticas mais assistidas entre 1995 e 2005 em filmes e lidas em revistas e chegaram à conclusão de que elas oferecem uma falsa ideia de “amor perfeito” ou “alma gêmea” que poderia ser encontrada na vida.
As pessoas viciadas em novelas românticas perdem a capacidade de ter saudável comunicação com seus companheiros porque pendem para um mundo ilusório. Esses cientistas sugerem que a mídia fornece uma forte influência negativa na mente das pessoas através desses romances porque as mensagens passadas são as de que é possível encontrar pessoas perfeitas, sexo perfeito, “alguém” perfeito para você a ponto de não ser preciso conversar sobre os problemas, resolver as diferenças, lutar pela felicidade através da compreensão melhor de si e do outro.
Também a equipe de psicólogos verificou que apesar de a maioria das pessoas entender que não é realista encontrar um relacionamento perfeito, as imagens e conceitos da mídia exploradora e divulgadora de romances “perfeitos” exercem forte poder mental nas pessoas e isso de uma forma um tanto inconsciente. Esses romances não mostram a realidade de que um bom relacionamento leva anos para ser construído e exige de cada pessoa um trabalho individual de autocrescimento emocional.
As lesões na vida humana originadas na mídia são inevitáveis no que diz respeito à mídia comercial cujo interesse máximo é a produção de dinheiro, custe o que custar. Mas tem jeito se você resistir, selecionar o que é saudável e optar por ler, assistir, pensar e meditar no que produz bons pensamentos, emoções equilibradas e ações construtivas. A esperança é que temos a capacidade de escolha.
(Cesar Vasconcellos de Souza, Portal Natural)
Fonte - Michelson Borges
Qual será a maior crise?
Aproximando-nos a passos largos do final da primeira década do século XXI, podemos aperceber-nos, definitivamente, que hoje o mundo altera-se bruscamente num abrir e fechar de olhos. Ainda sem tempo para absorver uma mudança qualquer, logo outra nos é proposta. Resta cada vez menos oportunidade para pensar seriamente; e quando o fazemos, caímos na tentação de nos debruçarmos sobre aquilo que nos impõem, em vez de um raciocínio que provenha de uma reflexão própria.
Veja-se: à medida que o tempo vai passando neste mundo, mais e mais urgência se deveria colocar - para o fiel seguidor de Jesus - no assunto do breve retorno do Salvador do mundo. Mas é isso que está a acontecer? É sobre isso que o nosso pensamento medita? Ou estamos ocupados (e preocupados) com precisamente as mesmas coisas que o mundo está?
A crise econónimo-financeira mundial parece dominar a atenção de todos. Como que um pensamento implantado na mente das populações, a esmagadora maioria dos povos relembra esta palavra mais frequentemente do que, eventualmente, o nome de algum familiar que lhe é querido...
Apreensão, incerteza e insegurança são palavras constantemente repetidas e impingidas às massas. O sentimento generalizado é de que o mundo se encaminha para um colapso qualquer, trajeto este que parece imparável. De todos os quadrantes se ouvem permanentes sinais de alarme, que talvez por receio não deixam sequer considerar hipoteses que não sejam de caráter negativo.
Uma coisa consigo discernir, sem dúvida alguma: nunca como agora, tudo foi tão global! Quero dizer, tornámos este mundo tão pequeno que hoje o que diz respeito a uma pessoa parece dizer respeito também a todas as outras.
Pretendo com este raciocínio sugerir que os desafios que estão perante nós são, provavelmente, maiores do que em qualquer outra época da existência humana. Mas, ao mesmo tempo, as oportunidades são fascinantemente mais alargadas.
Dou um exemplo: em 1929, as consequências da grave crise bolsista americana não foram alastradas ao mundo inteiro, como acontece com os problemas económicos de hoje. Como contraponto, em 1929, os esforços evangelísticos podiam consistir apenas em enviar homens e livros... somente até onde eles pudessem chegar; hoje, não há praticamente lugar algum onde o evangelho não tenha acesso! Seja por rádio, televisão ou (cada vez mais) internet, praticamente cada canto do mundo pode receber a mensagem da salvação 24 horas por dia!
O mundo aproxima-se da sua fase mais crítica. Nunca os cerca de seis mil anos de História deste triste planeta testemunharam um drama como o que em breve se desenrolará. Não fossem as palavras de segurança e conforto da Bíblia (oh, que contraste com os discursos fúteis e inconsequentes dos poderosos do mundo...), a visão do que está para vir seria terrivelmente trágica!
Está o povo de Deus, a Sua amada Igreja, preparada para se levantar contra as desgraças deste mundo? Estamos prontos para entrar na batalha que, finalmente, decidirá o destino dos milhões de almas ainda em trevas?
Ou, negligentemente, deixámos que a visão das coisas do mundo obscurecesse por completo a nossa capacidade espiritual de discernir os tempos?
Que tragédia é quando mesmo por amor ou amizade condescendemos em práticas que ofendem o próprio Deus, e permitimos que a bitola aferidora da nossa decisão seja a conformidade com os pensamentos e ideias mundanas e não a REVELADA VONTADE DE DEUS.
A um povo se pede que seja diferente! Que não tenha medo de anunciar uma boa nova surpreendente, por vezes impopular e desconfortável, em meio à crise que todos temem! Que não se detenha em tomar posição ao lado de Deus, ainda que isso signifique isolar-se dos restantes e sofrer por isso!
Cada um pergunte a si mesmo: aplica-se a mim a suave oração do salmista que diz 'a minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!' (Salmos 84:2)?
Se a resposta - revelada mais em atos do que em palavras - for não, então a maior crise não será a do mundo... mas a do próprio coração!
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
sexta-feira, 17 de abril de 2009
"Como folhas de outono..."

Semana de Oração dirigida pelo Pastor Ranieri Sales, Ministerial Associado da DSA.
Foi recentemente repetida no Unasp II - Engenheiro Coelho/SP e tem como tema "Um troféu nas mãos de Deus". Meditações importantes para o nosso tempo, mirando o exemplo de Jó.
1) O que eu ganho com isso?
2) Onde mora o perigo?
3) Por que eu, Senhor?
4) Quem se importa?
5) Quem sou eu Senhor?
6) Restrição ou proteção?
7) Um troféu nas mãos de Deus
Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
FAQ
Organizam em Nova Iorque simpósio sobre discurso de Bento XVI a ONU
NOVA IORQUE, 15 Abr. 09 / 06:54 pm (ACI).- A missão da Santa Sé ante as Nações Unidas realizará amanhã em Nova Iorque um simpósio para comemorar o primeiro aniversário do discurso que o Papa Bento XVI pronunciou ante a Assembléia Geral da ONU em 18 de abril de 2008.
Conforme assinala Rádio Vaticano, o evento se levará a cabo na sede da ONU “com a presença de diplomáticos, eclesiásticos, acadêmicos e outras personalidades convidadas”; e estará “dedicado à Cultura e ao Humanismo”.
Do mesmo modo, o Secretário Geral da ONU, Ban ki Moon, “lerá uma mensagem de bem-vinda a todos os que participem do simpósio dedicado a analisar o alcance desta mensagem do Santo Padre”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Quase nenhuma influência, não? Um ano depois e ainda dando "Ibope"...
Conforme assinala Rádio Vaticano, o evento se levará a cabo na sede da ONU “com a presença de diplomáticos, eclesiásticos, acadêmicos e outras personalidades convidadas”; e estará “dedicado à Cultura e ao Humanismo”.
Do mesmo modo, o Secretário Geral da ONU, Ban ki Moon, “lerá uma mensagem de bem-vinda a todos os que participem do simpósio dedicado a analisar o alcance desta mensagem do Santo Padre”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Quase nenhuma influência, não? Um ano depois e ainda dando "Ibope"...
Terremotos sacodem Chile, Indonésia e Afeganistão
Pelo menos 22 pessoas morreram nesta sexta-feira, 17, na província afegã de Nangarhar por causa de dois tremores de 5,5 e 5,1 graus na escala Richter.
A região fica próxima à fronteira com o Paquistão. Segundo o governador de Nangarhar, quatro aldeias foram fortemente danificadas e mais de 200 casas foram destruídas.
No Chile, o epicentro do forte terremoto de 6,3 graus de magnitude ocorrido nesta quinta-feira, 16, foi no oceano Pacífico, a 80 quilômetros da costa. Um terremoto moderado de 5,6 graus atingiu também a Indonésia. Não há informações sobre feridos.
Fonte - Opinião e Notícia
A região fica próxima à fronteira com o Paquistão. Segundo o governador de Nangarhar, quatro aldeias foram fortemente danificadas e mais de 200 casas foram destruídas.
No Chile, o epicentro do forte terremoto de 6,3 graus de magnitude ocorrido nesta quinta-feira, 16, foi no oceano Pacífico, a 80 quilômetros da costa. Um terremoto moderado de 5,6 graus atingiu também a Indonésia. Não há informações sobre feridos.
Fonte - Opinião e Notícia
China enfrenta escassez de água
Entre as mais de 600 cidades chinesas, 400 estão sofrendo com o problema.
Em fevereiro, o país foi atingido por uma das piores secas em 50 anos. Cerca de 5 milhões de pessoas e 2,5 milhões de animais foram afetados nas províncias de Hebei e Henan, perto de Pequim.
Hoje, a China enfrenta a pior crise de abastecimento de água da sua história. Após quase 30 anos de crescimento econômico de dois dígitos, e da migração de centenas de milhões de pessoas do campo para a cidade, o país vem tendo dificuldades para atender a demanda por água.
A poluição torna a água potável ainda mais escassa. Hoje, cerca de 300 milhões de chineses que vivem em áreas rurais, ou quase 25% da população do país, não têm acesso a água que possa ser consumida com segurança.
Fonte - Opinião e Notícia
Em fevereiro, o país foi atingido por uma das piores secas em 50 anos. Cerca de 5 milhões de pessoas e 2,5 milhões de animais foram afetados nas províncias de Hebei e Henan, perto de Pequim.
Hoje, a China enfrenta a pior crise de abastecimento de água da sua história. Após quase 30 anos de crescimento econômico de dois dígitos, e da migração de centenas de milhões de pessoas do campo para a cidade, o país vem tendo dificuldades para atender a demanda por água.
A poluição torna a água potável ainda mais escassa. Hoje, cerca de 300 milhões de chineses que vivem em áreas rurais, ou quase 25% da população do país, não têm acesso a água que possa ser consumida com segurança.
Fonte - Opinião e Notícia
De olho na crise
Os líderes do mundo estão realizando grandes esforços para ao menos suavizar a crise financeira global. A expectativa é que dê certo. Após a reunião, semana passada, do G20, houve uma euforia nas bolsas de valores, reagindo positivamente. Parece que o mundo está saindo do fundo do poço.
Não é essa a opinião do FMI, o Fundo Monetário Internacional. Ele que está recebendo R$1 trilhão para socorrer economias em apuros. Os países desenvolvidos destinarão mais R$5 trilhões nos próximos anos. Isso deveria reverter a crise. Segundo o FMI não é suficiente. “De acordo com o fundo, recessões associadas a crises financeiras, como a atual, e que atingem igualmente diferentes países simultaneamente, tendem a ser mais longas e profundas do que aquelas que atingem apenas uma região.” Também precisa resgatar a confiabilidade nos setores financeiros. “O FMI afirma que atualmente existe uma forte ligação entre o ''estresse financeiro''' nos países ricos e nos mercados emergentes e que crises tendem a ocorrer simultaneamente em ambos.” Portanto, segundo o FMI, a recuperação dessa crise será lenta e com grandes perdas. (BBC)
Fonte - Cristo Voltará
Não é essa a opinião do FMI, o Fundo Monetário Internacional. Ele que está recebendo R$1 trilhão para socorrer economias em apuros. Os países desenvolvidos destinarão mais R$5 trilhões nos próximos anos. Isso deveria reverter a crise. Segundo o FMI não é suficiente. “De acordo com o fundo, recessões associadas a crises financeiras, como a atual, e que atingem igualmente diferentes países simultaneamente, tendem a ser mais longas e profundas do que aquelas que atingem apenas uma região.” Também precisa resgatar a confiabilidade nos setores financeiros. “O FMI afirma que atualmente existe uma forte ligação entre o ''estresse financeiro''' nos países ricos e nos mercados emergentes e que crises tendem a ocorrer simultaneamente em ambos.” Portanto, segundo o FMI, a recuperação dessa crise será lenta e com grandes perdas. (BBC)
Fonte - Cristo Voltará
A cultura da violência
Aumenta o número de notícias de violência de todos os tipos. Pedofilia, agressões em família, agressões nas ruas, violência nas escolas e violência em todos os lugares. Basta ver os jornais. Estamos na cultura da violência.
De onde se origina tanta violência? Da ganância. Somos seres violentos, e apreciamos ver violência, e pagamos caro para poder vê-la. E principalmente tendemos a resolver tudo por meios violentos. Violência dá dinheiro e prestígio. Filmes de violência rendem grandes somas aos seus idealizadores. Histórias de violência fazem sucesso. A televisão mostra violência em seus programas, que assim conseguem grande audiência. Isso é a cultura da violência, que se alimenta da própria violência.
A cultura da violência é uma das estratégias satânicas para impedir os ensinamentos do amor de DEUS. Pensa ele, quem se interessará por palavras de amor se os seres humanos convivem todos os dias com violência? Se os seres humanos forem ensinados a viver violência, não se interessarão por um Céu calmo e harmonioso.
Mas ainda há quem queira saber sobre o amor de DEUS. São poucos, mas precisam ser encontrados.
Fonte - Cristo Voltará
De onde se origina tanta violência? Da ganância. Somos seres violentos, e apreciamos ver violência, e pagamos caro para poder vê-la. E principalmente tendemos a resolver tudo por meios violentos. Violência dá dinheiro e prestígio. Filmes de violência rendem grandes somas aos seus idealizadores. Histórias de violência fazem sucesso. A televisão mostra violência em seus programas, que assim conseguem grande audiência. Isso é a cultura da violência, que se alimenta da própria violência.
A cultura da violência é uma das estratégias satânicas para impedir os ensinamentos do amor de DEUS. Pensa ele, quem se interessará por palavras de amor se os seres humanos convivem todos os dias com violência? Se os seres humanos forem ensinados a viver violência, não se interessarão por um Céu calmo e harmonioso.
Mas ainda há quem queira saber sobre o amor de DEUS. São poucos, mas precisam ser encontrados.
Fonte - Cristo Voltará
História da adoração – A criação de Adão e Eva
Capítulo 03
“Disse DEUS: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...” (Gên. 1:26, pp).
Por qual motivo DEUS criaria o Universo? Por que Ele faria tantas estrelas, que não se pode contar, numa imensidão que ainda não se encontrou a dimensão de seu tamanho? Qual a razão de DEUS ter criado a natureza com suas belezas e atrativos, as plantas, os animais e tudo o mais? E por que as pequenas coisas, como o minúsculo átomo, mesmo assim, tão complexo e os minúsculos seres vivos com suas atraentes particularidades? Para que tanta diversidade na criação?
DEUS deveria ter um propósito com a criação. Qual seria esse propósito? Ele queria ver seres parecidos com Ele mesmo vivendo felizes. Era Seu objetivo colocar nessas belezas seres capazes de usufruí-las, para a sua realização de vida. E DEUS queria alegrar-se com esses seres vendo-os alegres, queria estar com eles. Não queria ficar só no Universo. Ele queria fazer tudo para que seres à semelhança d’Ele vivessem eternamente, e que jamais conhecessem a infelicidade.
Foi por esse motivo que, um dia, depois de ter criado plantas e animais no planeta Terra, Ele criou o primeiro casal. Deveriam reproduzir-se e encher a Terra. E serem felizes. Era Seu propósito que tivessem filhos, que estes constituíssem novas famílias, novos núcleos de felicidade. Ele queria expandir a felicidade a todo planeta.
O que significa ser feliz? A felicidade vem de DEUS, O Criador. Não existe possibilidade de outra fonte, porque não há outro lugar no Universo, nem outro ser, que seja amor em sua essência, em seu caráter, em sua lei. Não há outro ser no Universo que haja sempre por amor. Felicidade vem da intimidade com quem se ama, com quem nos sentimos bem, com quem nos quer bem. Felicidade é resultante do relacionamento com outros seres que desejam nos fazer felizes, é o desejo profundo de fazermos esses seres felizes.
Como a felicidade se inicia? Pela adoração! E o que é a adoração? É o relacionamento profundo com O Criador, que por ser amor, nos ama a ponto de morrer por nós. Adoração é ligar-se intimamente com DEUS por alguns momentos a cada semana. E esse momento especial foi escolhido por DEUS, é o sábado. Nesse dia DEUS decidiu que devêssemos parar todas as atividades que não contribuíssem para nossa ligação com o amor de DEUS.
Veja só. DEUS criou os seres humanos para serem sempre alegres. Para esse fim, Ele queria estar sempre junto com os seres humanos. E de tempos em tempos, Ele queria estar junto em grande intimidade. Deveriam ser momentos para Ele promover mais intensamente a felicidade dos seres que criara. Assim separou um dia em cada semana, o sétimo, para nele reservar-Se a nós. Em contrapartida pediu que também nós fizéssemos o mesmo, que nesse dia O adorássemos com exclusividade. E adorar a DEUS é ligar-se a Ele com amor mais intenso.
Esse foi o propósito de DEUS ter criado a imensidão do Universo, e nele ter posto seres à semelhança d’Ele mesmo: encher esse Universo com felicidade.
Fonte - Cristo Voltará
“Disse DEUS: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...” (Gên. 1:26, pp).
Por qual motivo DEUS criaria o Universo? Por que Ele faria tantas estrelas, que não se pode contar, numa imensidão que ainda não se encontrou a dimensão de seu tamanho? Qual a razão de DEUS ter criado a natureza com suas belezas e atrativos, as plantas, os animais e tudo o mais? E por que as pequenas coisas, como o minúsculo átomo, mesmo assim, tão complexo e os minúsculos seres vivos com suas atraentes particularidades? Para que tanta diversidade na criação?
DEUS deveria ter um propósito com a criação. Qual seria esse propósito? Ele queria ver seres parecidos com Ele mesmo vivendo felizes. Era Seu objetivo colocar nessas belezas seres capazes de usufruí-las, para a sua realização de vida. E DEUS queria alegrar-se com esses seres vendo-os alegres, queria estar com eles. Não queria ficar só no Universo. Ele queria fazer tudo para que seres à semelhança d’Ele vivessem eternamente, e que jamais conhecessem a infelicidade.
Foi por esse motivo que, um dia, depois de ter criado plantas e animais no planeta Terra, Ele criou o primeiro casal. Deveriam reproduzir-se e encher a Terra. E serem felizes. Era Seu propósito que tivessem filhos, que estes constituíssem novas famílias, novos núcleos de felicidade. Ele queria expandir a felicidade a todo planeta.
O que significa ser feliz? A felicidade vem de DEUS, O Criador. Não existe possibilidade de outra fonte, porque não há outro lugar no Universo, nem outro ser, que seja amor em sua essência, em seu caráter, em sua lei. Não há outro ser no Universo que haja sempre por amor. Felicidade vem da intimidade com quem se ama, com quem nos sentimos bem, com quem nos quer bem. Felicidade é resultante do relacionamento com outros seres que desejam nos fazer felizes, é o desejo profundo de fazermos esses seres felizes.
Como a felicidade se inicia? Pela adoração! E o que é a adoração? É o relacionamento profundo com O Criador, que por ser amor, nos ama a ponto de morrer por nós. Adoração é ligar-se intimamente com DEUS por alguns momentos a cada semana. E esse momento especial foi escolhido por DEUS, é o sábado. Nesse dia DEUS decidiu que devêssemos parar todas as atividades que não contribuíssem para nossa ligação com o amor de DEUS.
Veja só. DEUS criou os seres humanos para serem sempre alegres. Para esse fim, Ele queria estar sempre junto com os seres humanos. E de tempos em tempos, Ele queria estar junto em grande intimidade. Deveriam ser momentos para Ele promover mais intensamente a felicidade dos seres que criara. Assim separou um dia em cada semana, o sétimo, para nele reservar-Se a nós. Em contrapartida pediu que também nós fizéssemos o mesmo, que nesse dia O adorássemos com exclusividade. E adorar a DEUS é ligar-se a Ele com amor mais intenso.
Esse foi o propósito de DEUS ter criado a imensidão do Universo, e nele ter posto seres à semelhança d’Ele mesmo: encher esse Universo com felicidade.
Fonte - Cristo Voltará
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Aumenta ameaça da extrema-direita nos EUA
A recessão econômica e a eleição do primeiro presidente negro da história dos EUA fizeram aumentar no país o extremismo de direita, que recruta novos membros entre os veteranos de guerra frustrados que voltam do Iraque ou do Afeganistão, segundo um relatório do Departamento de Segurança Interna divulgado na quarta-feira (15). Esses grupos exploram o medo dos cidadãos e utilizam os despejos, o desemprego e a pobreza como caldo de cultivo perfeito para que todos os descontentes com o sistema se somem às fileiras da extrema-direita.
Mas o relatório afirma que até o momento o departamento não tem "informação específica de que esses grupos de extrema-direita estejam planejando atos de violência". "A maioria das declarações de extremistas de direita foi retórica, expressando preocupação pela primeira eleição de um presidente negro", afirma o documento, que tem por título "Extremismo de direita: o atual clima econômico e político favorece o aumento da radicalização e do recrutamento".
Em suas nove páginas, o documento preparado conjuntamente com o FBI compara a atual situação com a sofrida na década de 1990, quando se viveu uma péssima situação econômica, a exportação de mão-de-obra e a percepção de que a soberania dos EUA estava ameaçada por potências estrangeiras.
O informe do Departamento de Segurança Interna (DHS na sigla em inglês) salienta que os veteranos de guerra são um alvo perfeito para esses grupos devido a suas altas qualificações para o combate e sua falta de perspectivas quando retornam à vida civil. Além disso, o fato de que em vários Estados estejam sendo estudadas restrições para a aquisição de armas fez que diferentes grupos comprassem e armazenassem munição e armamentos, afirma o documento.
"Existe uma relação direta entre a possibilidade de que se aprove um projeto sobre controle de armas e o maior acúmulo de munições, armas e atividades de treinamento entre os extremistas de direita", salienta o relatório.
Mas como o DHS define o extremismo de direita? Como aquele cujos grupos têm como orientação os crimes de ódio - os baseados no sexo, na religião ou na etnia - ou desafiam a autoridade federal. Esse extremismo também pode concentrar suas ameaças sobre um assunto concreto, como o aborto ou a imigração.
E, claro, a eleição do presidente Barack Obama, cuja chegada à Casa Branca representou um incentivo para o alistamento nas fileiras da extrema-direita. "Muitos extremistas são contrários à nova administração e a consideram uma ameaça", diz o relatório. "Em duas ocasiões antes das eleições (em novembro de 2008), esses extremistas pareceram estar na etapa inicial de alguma atividade ameaçadora contra o candidato democrata, mas as forças da lei intervieram", salienta o documento. O DHS foi criado em reação aos atentados de 11 de Setembro e se concentrou fundamentalmente nas ameaças do extremismo islâmico.
Segundo Sara Kuban, porta-voz do departamento, a análise não é nova e faz parte de uma série de avaliações que de tempos em tempos o órgão realiza "para facilitar um melhor conhecimento do fenômeno da radicalização violenta nos EUA".
Fonte - UOL
Mas o relatório afirma que até o momento o departamento não tem "informação específica de que esses grupos de extrema-direita estejam planejando atos de violência". "A maioria das declarações de extremistas de direita foi retórica, expressando preocupação pela primeira eleição de um presidente negro", afirma o documento, que tem por título "Extremismo de direita: o atual clima econômico e político favorece o aumento da radicalização e do recrutamento".
Em suas nove páginas, o documento preparado conjuntamente com o FBI compara a atual situação com a sofrida na década de 1990, quando se viveu uma péssima situação econômica, a exportação de mão-de-obra e a percepção de que a soberania dos EUA estava ameaçada por potências estrangeiras.
O informe do Departamento de Segurança Interna (DHS na sigla em inglês) salienta que os veteranos de guerra são um alvo perfeito para esses grupos devido a suas altas qualificações para o combate e sua falta de perspectivas quando retornam à vida civil. Além disso, o fato de que em vários Estados estejam sendo estudadas restrições para a aquisição de armas fez que diferentes grupos comprassem e armazenassem munição e armamentos, afirma o documento.
"Existe uma relação direta entre a possibilidade de que se aprove um projeto sobre controle de armas e o maior acúmulo de munições, armas e atividades de treinamento entre os extremistas de direita", salienta o relatório.
Mas como o DHS define o extremismo de direita? Como aquele cujos grupos têm como orientação os crimes de ódio - os baseados no sexo, na religião ou na etnia - ou desafiam a autoridade federal. Esse extremismo também pode concentrar suas ameaças sobre um assunto concreto, como o aborto ou a imigração.
E, claro, a eleição do presidente Barack Obama, cuja chegada à Casa Branca representou um incentivo para o alistamento nas fileiras da extrema-direita. "Muitos extremistas são contrários à nova administração e a consideram uma ameaça", diz o relatório. "Em duas ocasiões antes das eleições (em novembro de 2008), esses extremistas pareceram estar na etapa inicial de alguma atividade ameaçadora contra o candidato democrata, mas as forças da lei intervieram", salienta o documento. O DHS foi criado em reação aos atentados de 11 de Setembro e se concentrou fundamentalmente nas ameaças do extremismo islâmico.
Segundo Sara Kuban, porta-voz do departamento, a análise não é nova e faz parte de uma série de avaliações que de tempos em tempos o órgão realiza "para facilitar um melhor conhecimento do fenômeno da radicalização violenta nos EUA".
Fonte - UOL
Papa insiste na dimensão histórica da ressurreição
Bento XVI defendeu esta Quarta-feira a verdade histórica da ressurreição de Jesus, que a Igreja Católica celebra na Páscoa.
“É fundamental para a nossa fé e para o nosso testemunho cristão que se proclame a ressurreição de Jesus de Nazaré como um acontecimento real, histórico, atestado por numerosas testemunhas que se tornaram autoridade”, disse na audiência geral, perante milhares de peregrinos reunidos no Vaticano.
...
Para o Papa, “a novidade surpreendente da ressurreição é tão importante que a Igreja não deixa de proclamá-la, prolongando a sua recordação, especialmente no Domingo, que é o dia do Senhor e a Páscoa semanal do povo de Deus”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: É importante se entender que a pregação romana acerca de ressurreição e páscoa estão intrinsicamente ligada com a questão do domingo, motivo pelo qual, em toda a manifestação aventada em relação aos primeiros, devemos contar com a inserção, ainda que subreptícia, do segundo.
“É fundamental para a nossa fé e para o nosso testemunho cristão que se proclame a ressurreição de Jesus de Nazaré como um acontecimento real, histórico, atestado por numerosas testemunhas que se tornaram autoridade”, disse na audiência geral, perante milhares de peregrinos reunidos no Vaticano.
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Para o Papa, “a novidade surpreendente da ressurreição é tão importante que a Igreja não deixa de proclamá-la, prolongando a sua recordação, especialmente no Domingo, que é o dia do Senhor e a Páscoa semanal do povo de Deus”.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: É importante se entender que a pregação romana acerca de ressurreição e páscoa estão intrinsicamente ligada com a questão do domingo, motivo pelo qual, em toda a manifestação aventada em relação aos primeiros, devemos contar com a inserção, ainda que subreptícia, do segundo.
A grande tomada de poder
- A crise económica global não é acerca de dinheiro – é acerca de poder.
- Como iniciados da Wall Street estão a utilizar o salvamento para um golpe de Estado
por Matt Taibbi
Está acabado — nós [EUA] estamos oficialmente e realmente tramados. Nenhum império pode sobreviver tornando-se objecto de riso permanente, como aconteceu há poucas semanas, quando os bufões que têm estado a dirigir as coisas neste país finalmente deram um passo demasiado grande. Aconteceu quando o secretário do Tesouro Timothy Geithner foi forçado a admitir que ele ia mais uma vez ter de encher com milhares de milhões de dólares do contribuinte a gigante moribunda dos seguros chamado AIG, ela própria um símbolo profundo do nosso declínio nacional — uma corporação que ficou rica segurando o betão e o aço da indústria americana no auge do país, só para destruir-se a perseguir fortunas fantasmas nas mesas de jogo da Wall Street, tal como a nobreza dissoluta dissipava a fortuna da família na decadência do Império Britânico.
...
O povo está irritado com esta crise financeira, e com este salvamento, mas não está irritado o suficiente. A realidade é que o colapso económico mundial e o salvamento que se seguiu foram ao mesmo tempo uma espécie de revolução, um golpe de Estado. Eles cimentaram e formalizaram uma tendência política que tem sido uma bola de neve durante décadas: a tomada gradual do governo por uma pequena classe de iniciados em conluio, os quais utilizam dinheiro para controlar eleições, comprar influência e enfraquecer sistematicamente as regulações financeiras.
A crise foi o golpe de misericórdia: Dando virtualmente rédea solta à economia, estes mesmos iniciados primeiro arruinaram o mundo financeiro, a seguir maliciosamente garantiram para si próprios poderes de emergência quase ilimitados para limpar a sua própria confusão. E assim os líderes viciados no jogo de companhias como a AIG acabaram sem um tostão e na cadeia, mas com uma morte em estilo exótico agarrada ao Tesouro e à Reserva Federal — "nossos parceiros no governo", como disse Liddy de um modo displicentemente chocante, como matéria de facto, após o salvamento mais recente.
O erro que a maior parte das pessoas comete ao olhar a crise financeira é pensar dela em termos de dinheiro, um hábito que pode levar a olhar a confusão que agora se desdobra como um enorme prémio-assassino deprimente para a classe da Wall Street. Mas se se olhar em termos puramente maquiavélicos, o que se vê é uma colossal tomada de poder que ameaça transformar o governo federal numa espécie de Enron gigante — uma enorme e impenetrável caixa negra recheada de iniciados em transacções para si próprios cujo esquema é conseguir lucros individuais a expensas de um oceano de inconscientes accionistas involuntários, anteriormente conhecidos como contribuintes.
Fonte - Rolling Stone
Tradução - Resistir
- Como iniciados da Wall Street estão a utilizar o salvamento para um golpe de Estado
por Matt Taibbi
Está acabado — nós [EUA] estamos oficialmente e realmente tramados. Nenhum império pode sobreviver tornando-se objecto de riso permanente, como aconteceu há poucas semanas, quando os bufões que têm estado a dirigir as coisas neste país finalmente deram um passo demasiado grande. Aconteceu quando o secretário do Tesouro Timothy Geithner foi forçado a admitir que ele ia mais uma vez ter de encher com milhares de milhões de dólares do contribuinte a gigante moribunda dos seguros chamado AIG, ela própria um símbolo profundo do nosso declínio nacional — uma corporação que ficou rica segurando o betão e o aço da indústria americana no auge do país, só para destruir-se a perseguir fortunas fantasmas nas mesas de jogo da Wall Street, tal como a nobreza dissoluta dissipava a fortuna da família na decadência do Império Britânico.
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O povo está irritado com esta crise financeira, e com este salvamento, mas não está irritado o suficiente. A realidade é que o colapso económico mundial e o salvamento que se seguiu foram ao mesmo tempo uma espécie de revolução, um golpe de Estado. Eles cimentaram e formalizaram uma tendência política que tem sido uma bola de neve durante décadas: a tomada gradual do governo por uma pequena classe de iniciados em conluio, os quais utilizam dinheiro para controlar eleições, comprar influência e enfraquecer sistematicamente as regulações financeiras.
A crise foi o golpe de misericórdia: Dando virtualmente rédea solta à economia, estes mesmos iniciados primeiro arruinaram o mundo financeiro, a seguir maliciosamente garantiram para si próprios poderes de emergência quase ilimitados para limpar a sua própria confusão. E assim os líderes viciados no jogo de companhias como a AIG acabaram sem um tostão e na cadeia, mas com uma morte em estilo exótico agarrada ao Tesouro e à Reserva Federal — "nossos parceiros no governo", como disse Liddy de um modo displicentemente chocante, como matéria de facto, após o salvamento mais recente.
O erro que a maior parte das pessoas comete ao olhar a crise financeira é pensar dela em termos de dinheiro, um hábito que pode levar a olhar a confusão que agora se desdobra como um enorme prémio-assassino deprimente para a classe da Wall Street. Mas se se olhar em termos puramente maquiavélicos, o que se vê é uma colossal tomada de poder que ameaça transformar o governo federal numa espécie de Enron gigante — uma enorme e impenetrável caixa negra recheada de iniciados em transacções para si próprios cujo esquema é conseguir lucros individuais a expensas de um oceano de inconscientes accionistas involuntários, anteriormente conhecidos como contribuintes.
Fonte - Rolling Stone
Tradução - Resistir
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Bento XVI, a democracia e a liberdade
O Papa Bento XVI admitiu recentemente ter cometido erros ao lidar com a Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, normalmente relacionada com a direita profunda política, e o bispo negacionista do Holocausto, Richard Williamson.
Mas, ao que parece, esta não é a primeira vez de Joseph Ratzinger é confrontado com notícias que envolvem aquela ala política…
Após largas semanas de silêncio sobre o assunto da negação do Holocausto em declarações proferidas pelo Bispo Williamson (ver aqui), o mesmo religioso que anteriormente já tinha causado celeuma ao defender que os ataques de 11 de Setembro de 2001 foram perpetrados pelos próprios americanos, e que existe uma conspiração judaico-maçónica mundial, Bento XVI finalmente emitiu uma declaração formal sobre o assunto, numa carta diriga aos bispos católicos, reconhecendo os erros cometidos (ver aqui, aqui e aqui).
Na referida carta aos bispos, o Papa refere que a excomunhão de quatro membros da Fraternidade pode ter sido erradamente interpretada como ‘a repudiação da reconciliação entre cristãos e judeus’, algo que ele poderia ‘simplesmente lamentar profundamente’.
Ficamos desde logo a saber que, ao contrário da doutrina proclamada pela Igreja Católica, a pregação dos dogmas pelo Papa pode ser falível (podemos ainda relembrar o pedido de perdão de João Paulo II a propósito da Inquisição).
Mas, esta não é a primeira vez que o teólogo Joseph Ratzinger se deixa usar, sem inocência visível, em situações que envolvem políticas de direita dura.
Em 1997, enquanto líder da Congregação Para a Doutrina e a Fé (curiosamente, a entidade que sucedeu à... Inquisição), permitiu que a editora austríaca Aula-Verlag usasse um texto seu, que tinha sido escrito para incluir numa coleção de ensaios, para marcar o 150º aniversário da Revolução de 1848, um ano de revolução não só na Alemanha, mas também em muitos outros locais na Europa.
Os editores dessa obra, intitulada ‘1848 – Erbe und Auftrag’ (1848 – Herança e Missão) foram Otto Scrinzi e Jürgen Schwab, duas conhecidas figuras entre os assumidos extremistas de direita da língua alemã.
Quando este assunto foi recuperado, já em 2009, a Kathpress, uma agência de notícias católica da Áustria, noticiou que ‘não foi pedida a Ratzinger autorização para a publicação do artigo’ em 1997.
No entanto, Gerhoch Reisegger, editor da revista Aula, refere que foi trocada correspondência entre a sua editora e o Vaticano procurando essa autorização, que foi obtida.
No dia 18 de Setembro de 1997, Reisegger solicitou a ‘Sua Eminência Cardeal Joseph Ratzinger permissão para reproduzir’ o artigo por este escrito e que havia sido publicado na revista Communio em 1995. Acrescentaram que o objetivo era ‘comentar o excecional pensamento de Ratzinger sobre a confusão relacionada com a Revolução de 1848'.
Somente 12 dias depois, o secretário de Joseph Ratzinger, Monsenhor Josef Clemens, respondeu: ‘em nome do Cardeal Ratzinger, informo-o que ele aprovou a republicação do seu texto na revista mensal Aula’.
Reisegger informou posteriormente Josef Clemens que em vez de republicar o artigo na revista mensal, um número especial contendo um olhar crítico sobre o liberalismo, a maçonaria e a Revolução de 1848 seria editado, que incluiria o artigo de Ratzinger.
O que é de espantar, para o comum observador, é que a simples menção ao nome desta publicação extremista austríaca deveria de imediato ter despoletado, no mínimo, suspeitas no Vaticano. Pelos vistos, tal não aconteceu ou Ratzinger foi totalmente consciente na autorização cedida. Isto porque, durante 12 anos não se moveu contra a referida publicação.
Rapidamente, o alcance da Aula ultrapassou as fronteiras austríacas, com a conotação política que se conhece. O novo editor da revista, Herwig Nachtmann tinha apoiado Walter Lüft, um negacionista do holocausto. O radicalismo da publicação era tal que até mesmo Jörg Haider, ex-líder do Partido da Liberdade Áustriaca, de extrema-direita, se demarcou da mesma, quando era entendido que a Aula era usada como órgão do partido.
Mas, então, o que inclui o texto de Ratzinger que despertou interesse nos membros desta fação politica (e não só)?
No artigo 'Liberdade e Verdade', Ratzinger critica o socialismo nacionalista, que, de acordo com o atual Papa é, a seguir ao marxismo, 'o maior sistema escavizante da história moderna'. No entanto, ao longo do artigo, Ratzinger igualmente critica o liberalismo e a democracia.
Ao questionar sobre a liberdade no mundo atual, Ratzinger escreve: 'a exigência por liberdade permanece intocável, mas no entanto questionam-se as formas de luta por movimentos de liberdade que até agora existiram e estão cada vez mais destacados'.
Sob o sub-título ‘O Problema: a História e Conceito da Liberdade na Modernidade’, o então Cardeal Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, escreveu: 'o sentimento que a democracia ainda não é o método correto de liberdade é bastante comum e progressivamente crescente. (…) Quão livres são as eleições? Até que ponto é o seu resultado manipulado pela publicidade, isto é, pelo capital, por uns poucos homens que dominam a opinião pública? Não existe uma oligarquia daqueles que decidem o que é moderno e progressivo, o que um indivíduo esclarecido deve pensar? E o que dizer dos processos de decisão nas estruturas de representação democrática? (…) Quem poderá duvidar do poder de grupos de interesse, cujas mãos sujas são cada vez mais visíveis? E é o sistema de uma maioria e uma minoria realmente um sistema de liberdade acima de tudo?’
Aos olhos dos responsáveis da Aula, tanta desconfiança na democracia foi entendido como convergência de raciocínio, pelo menos neste ponto.
Quando o Cardeal Ratzinger foi eleito Papa eles proclamaram ‘Salvé (n.d.r.: a palavra usada foi Heil, a mesma saudação prestada a… Adolf Hitler) a tua chegada, protetor dos devotos’.
Naquele excerto, Ratzinger põe em causa algo que atualmente é tido como intocável no mundo livre: a democracia, com todas as liberdades que isso implica (o que inclui a liberdade religiosa).
Significativas, talvez já num âmbito ligeiramente mais abrangente do anterior, são as expressões que Joseph Ratzinger usou, nos seguintes excertos.
'É precisamente face aos limites da democracia que o grito por liberdade total se torna maior.' (...) A democraticamente ordenada forma de liberdade, não pode mais ser defendida por esta ou aquela reforma legal. A questão vai até à própria raiz; diz respeito ao que o homem é e como pode viver corretamente, tanto individual como coletivamente.'
Será que Ratzinger tem em mente uma nova forma de liberdade, que talvez venha a ser apelidada noutros termos? Ou será que o conceito de liberdade, conforme o conhecemos hoje, será substituído por uma outra norma, determinada por ordem de uns poucos (se calhar os mesmos 'poucos homens' que o atual Papa referiu anteriormente...)?
Este assunto, faz lembrar o conteúdo de Apocalipse 13, onde um poder oprime os fiéis servos de Deus, roubando-lhes todas as liberdades a seu belo prazer e conveniência. Sugiro a excelente e completa análise deste capítulo aqui.
Fonte - O Tempo Final
Mas, ao que parece, esta não é a primeira vez de Joseph Ratzinger é confrontado com notícias que envolvem aquela ala política…
Após largas semanas de silêncio sobre o assunto da negação do Holocausto em declarações proferidas pelo Bispo Williamson (ver aqui), o mesmo religioso que anteriormente já tinha causado celeuma ao defender que os ataques de 11 de Setembro de 2001 foram perpetrados pelos próprios americanos, e que existe uma conspiração judaico-maçónica mundial, Bento XVI finalmente emitiu uma declaração formal sobre o assunto, numa carta diriga aos bispos católicos, reconhecendo os erros cometidos (ver aqui, aqui e aqui).
Na referida carta aos bispos, o Papa refere que a excomunhão de quatro membros da Fraternidade pode ter sido erradamente interpretada como ‘a repudiação da reconciliação entre cristãos e judeus’, algo que ele poderia ‘simplesmente lamentar profundamente’.
Ficamos desde logo a saber que, ao contrário da doutrina proclamada pela Igreja Católica, a pregação dos dogmas pelo Papa pode ser falível (podemos ainda relembrar o pedido de perdão de João Paulo II a propósito da Inquisição).
Mas, esta não é a primeira vez que o teólogo Joseph Ratzinger se deixa usar, sem inocência visível, em situações que envolvem políticas de direita dura.
Em 1997, enquanto líder da Congregação Para a Doutrina e a Fé (curiosamente, a entidade que sucedeu à... Inquisição), permitiu que a editora austríaca Aula-Verlag usasse um texto seu, que tinha sido escrito para incluir numa coleção de ensaios, para marcar o 150º aniversário da Revolução de 1848, um ano de revolução não só na Alemanha, mas também em muitos outros locais na Europa.
Os editores dessa obra, intitulada ‘1848 – Erbe und Auftrag’ (1848 – Herança e Missão) foram Otto Scrinzi e Jürgen Schwab, duas conhecidas figuras entre os assumidos extremistas de direita da língua alemã.
Quando este assunto foi recuperado, já em 2009, a Kathpress, uma agência de notícias católica da Áustria, noticiou que ‘não foi pedida a Ratzinger autorização para a publicação do artigo’ em 1997.
No entanto, Gerhoch Reisegger, editor da revista Aula, refere que foi trocada correspondência entre a sua editora e o Vaticano procurando essa autorização, que foi obtida.
No dia 18 de Setembro de 1997, Reisegger solicitou a ‘Sua Eminência Cardeal Joseph Ratzinger permissão para reproduzir’ o artigo por este escrito e que havia sido publicado na revista Communio em 1995. Acrescentaram que o objetivo era ‘comentar o excecional pensamento de Ratzinger sobre a confusão relacionada com a Revolução de 1848'.
Somente 12 dias depois, o secretário de Joseph Ratzinger, Monsenhor Josef Clemens, respondeu: ‘em nome do Cardeal Ratzinger, informo-o que ele aprovou a republicação do seu texto na revista mensal Aula’.
Reisegger informou posteriormente Josef Clemens que em vez de republicar o artigo na revista mensal, um número especial contendo um olhar crítico sobre o liberalismo, a maçonaria e a Revolução de 1848 seria editado, que incluiria o artigo de Ratzinger.
O que é de espantar, para o comum observador, é que a simples menção ao nome desta publicação extremista austríaca deveria de imediato ter despoletado, no mínimo, suspeitas no Vaticano. Pelos vistos, tal não aconteceu ou Ratzinger foi totalmente consciente na autorização cedida. Isto porque, durante 12 anos não se moveu contra a referida publicação.
Rapidamente, o alcance da Aula ultrapassou as fronteiras austríacas, com a conotação política que se conhece. O novo editor da revista, Herwig Nachtmann tinha apoiado Walter Lüft, um negacionista do holocausto. O radicalismo da publicação era tal que até mesmo Jörg Haider, ex-líder do Partido da Liberdade Áustriaca, de extrema-direita, se demarcou da mesma, quando era entendido que a Aula era usada como órgão do partido.
Mas, então, o que inclui o texto de Ratzinger que despertou interesse nos membros desta fação politica (e não só)?
No artigo 'Liberdade e Verdade', Ratzinger critica o socialismo nacionalista, que, de acordo com o atual Papa é, a seguir ao marxismo, 'o maior sistema escavizante da história moderna'. No entanto, ao longo do artigo, Ratzinger igualmente critica o liberalismo e a democracia.
Ao questionar sobre a liberdade no mundo atual, Ratzinger escreve: 'a exigência por liberdade permanece intocável, mas no entanto questionam-se as formas de luta por movimentos de liberdade que até agora existiram e estão cada vez mais destacados'.
Sob o sub-título ‘O Problema: a História e Conceito da Liberdade na Modernidade’, o então Cardeal Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, escreveu: 'o sentimento que a democracia ainda não é o método correto de liberdade é bastante comum e progressivamente crescente. (…) Quão livres são as eleições? Até que ponto é o seu resultado manipulado pela publicidade, isto é, pelo capital, por uns poucos homens que dominam a opinião pública? Não existe uma oligarquia daqueles que decidem o que é moderno e progressivo, o que um indivíduo esclarecido deve pensar? E o que dizer dos processos de decisão nas estruturas de representação democrática? (…) Quem poderá duvidar do poder de grupos de interesse, cujas mãos sujas são cada vez mais visíveis? E é o sistema de uma maioria e uma minoria realmente um sistema de liberdade acima de tudo?’
Aos olhos dos responsáveis da Aula, tanta desconfiança na democracia foi entendido como convergência de raciocínio, pelo menos neste ponto.
Quando o Cardeal Ratzinger foi eleito Papa eles proclamaram ‘Salvé (n.d.r.: a palavra usada foi Heil, a mesma saudação prestada a… Adolf Hitler) a tua chegada, protetor dos devotos’.
Naquele excerto, Ratzinger põe em causa algo que atualmente é tido como intocável no mundo livre: a democracia, com todas as liberdades que isso implica (o que inclui a liberdade religiosa).
Significativas, talvez já num âmbito ligeiramente mais abrangente do anterior, são as expressões que Joseph Ratzinger usou, nos seguintes excertos.
'É precisamente face aos limites da democracia que o grito por liberdade total se torna maior.' (...) A democraticamente ordenada forma de liberdade, não pode mais ser defendida por esta ou aquela reforma legal. A questão vai até à própria raiz; diz respeito ao que o homem é e como pode viver corretamente, tanto individual como coletivamente.'
Será que Ratzinger tem em mente uma nova forma de liberdade, que talvez venha a ser apelidada noutros termos? Ou será que o conceito de liberdade, conforme o conhecemos hoje, será substituído por uma outra norma, determinada por ordem de uns poucos (se calhar os mesmos 'poucos homens' que o atual Papa referiu anteriormente...)?
Este assunto, faz lembrar o conteúdo de Apocalipse 13, onde um poder oprime os fiéis servos de Deus, roubando-lhes todas as liberdades a seu belo prazer e conveniência. Sugiro a excelente e completa análise deste capítulo aqui.
Fonte - O Tempo Final
O papel da Igreja Adventista nos nossos dias
Breve retrospetiva histórica
A Igreja Adventista do Sétimo Dia foi estabelecida há mais de século e meio com um propósito claro e definido. O seu surgimento e formação, não foram fruto de um acaso qualquer, de uma simples fusão de interesses e objetivos comuns, tampouco o resultado de um esporádico despertamento religioso. Pelo contrário, a mão divina esteve ao leme deste movimento desde o primeiro momento, suscitando entre as fileiras do povo crente de então, um remanescente para proclamar a última mensagem de advertência aos habitantes da Terra (Apocalipse 14:7).
Desde esses idos entre 1840 e, na sua forma já organizada, 1860, o mundo sofreu mudanças tão drásticas como nunca antes em qualquer fase da História. A ciência e o conhecimento (secular e espiritual) multiplicaram-se enormemente (Daniel 12:4), ao ponto de hoje vermos em poucos meses progressos que durante milénios foram simplesmente impensáveis. A própria sociedade aceitou, talvez forçada, essas mesmas mudanças, apresentando hoje características tão divergentes e mutáveis que quase não há tempo para as catalogar e gerir.
A Igreja Adventista no mundo atual
A própria Igreja Adventista do Sétimo Dia é prova disso; desde um pequeno grupo de crentes, primeiro na América do Norte, depois espalhando-se gradualmente por várias partes do mundo (Mateus 28:19), estamos hoje transformados numa comunidade mundial que cresce a um ritmo superior ao da própria população mundial. Em cada ponto do planeta onde há presença adventista, conseguimos identificar realidades distintas de todos os outros, quer sejam culturais, sociais, ambientais, ou de qualquer outra ordem.
Esta situação resulta tanto em desafios como em oportunidades. Daí que, mais do que elaborar a habitual lista de competências que a Igreja deve manter no mundo – que de tanto repetida e tão pouco posta em prática, já se banalizou como recorrente ferramenta de discurso a partir dos nossos púlpitos – há que tentar perceber o que pode cada Igreja ser na respetiva comunidade onde está inserida, que cumpra com a missão evangélica, de resto inalterável, que lhe foi dada no princípio, sem abdicar de qualquer dos valores e princípios que são inerentes ao nome Adventista do Sétimo Dia.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem hoje forte presença nas áreas da saúde, educação e auxílio humanitário por todo o mundo. Onde quer que haja necessidade ou oportunidade, ali está a mão auxiliadora da Igreja, fazendo-se reconhecer como uma força válida na procura do bem-estar e realização do ser humano, sendo admirada por governos e instituições. Nunca como motivo de orgulho vão, que leve a esconder as nossas responsabilidades individuais atrás do que está feito, deve ser este um forte incentivo à continuação dos esforços que a Igreja tem de provocar impacto positivo e decisivo onde quer que esteja.
A Igreja Adventista vista pelo lado de dentro
Entre os membros da Igreja, muitos há vivem numa quase solidão congregacional, onde os seus momentos espirituais se resumem à Lição da Escola Sabatina e à frequência da Igreja no Sábado de manhã. O seu contato pessoal com a liderança da Igreja resume-se à – por vezes mecânica e robotizada – saudação no final do Culto de Adoração. A palavra irmandade apenas torna formal um conceito, cuja realidade é bem distinta. Eles estão sozinhos, e precisam ser fortalecidos.
Ao contrário daquilo que é habitual entre aqueles que normalmente ocupam cargos de liderança na Igreja, uma boa parte dos crentes tem poucos ou mesmo nenhum outro familiar que partilhe da fé Adventista do Sétimo Dia. As influências que os rodeiam a cada instante são totalmente opostas àquilo que aprendem nos nossos templos ou com a nossa literatura. Estão permanentemente expostos a conversas e práticas que não se coadunam com a sua forma de pensar e atuar. Muitos são crentes recentes que se sentiram tão apoiados no período antes do batismo, para agora se verem como apenas mais um elemento na (e não da) comunidade.
Outros há que, membros há muito tempo, apenas ocupam formalmente os bancos da Igreja. Satisfazem-se em fazer parte numericamente, julgando dessa forma cumprir os requisitos para a salvação. Pior ainda, é verificar que enquanto as Escrituras fazem o constante apelo ao arrependimento e conversão como tema maior, muitos membros Igreja Adventista do Sétimo Dia cedem cegamente às conveniências imediatas, passeando o seu suposto e inquebrável estatuto de pré-salvação – algo que, de resto, apenas nos torna túmulos caiados (Mateus 23:27), nada mais.
Ser vs. fazer e dizer
Mantendo-se, como sempre, fiel à Sua promessa, deixou-nos o Senhor através da pena inspirada claras indicações adicionais de como nos devemos comportar e agir nestes últimos dias.
E, rebuscando os velhos compêndios que tanto valorizamos e nos distinguem – juntamente, e acima de tudo, com esse Eterno volume que é Bíblia – podemos olhar para o nosso movimento hoje, em particular no nosso país e dizer que estamos a mostrar Jesus ao mundo? Podemos afirmar que este movimento corre hoje para o encontro com o Senhor nos ares (I Tessalonicenses 4:17)? Ou estamos tão distraídos na nossa mornidão laodiceana que nem nos apercebemos do vómito divino (Apocalipse 3:16) que está prestes a atirar-nos para fora do Reino do Altíssimo?
Num mundo cada vez mais competitivo e arrasador para aqueles que perdem ou vão ficando desatualizados, que efemeramente honra vencedores e corrosivamente destrói os derrotados, a Igreja não pode correr o risco de valorizar mais o dizer e o fazer, em detrimento daquilo que provocou a real mudança de vida nos nossos pioneiros: o ser Adventista do Sétimo Dia (Levítico 20:26).
Exige-se que as comunidades adventistas, antes de pensarem sequer no que podem fazer ou em como podem atuar no lugar onde estão, se preparem para essa tarefa, sendo Adventistas do Sétimo Dia em tudo o que diga respeito à sua vida. Ser Adventista do Sétimo Dia não é um evento, um programa; é um estilo de vida. E enquanto cada membro não for capaz de se deixar transformar por Jesus num verdadeiro Adventista do Sétimo Dia, a Igreja, como grupo que reflete inexoravelmente as condições individuais, igualmente nunca o será na sua essência real, prática.
Os líderes da Igreja, principalmente Pastores mas também os seus oficiais mais destacados, precisam rever seriamente as suas posturas perante a vida.
Perguntemo-nos: através da nossa vida diária, que testemunha mais do que as nossas palavras, demonstramos estar a construir para a eternidade ou somente para este mundo? Os locais que frequentamos, as ocupações e entretenimentos que desfrutámos, as construções e compras que fazemos, manifestam uma disposição para as coisas do alto, ou uma distração e conformidade com as coisas de baixo (Colossenses 3:2)?
Mais cegos ficamos quando cedendo à tendência fácil de ser igual ao que nos rodeia, corremos o risco de perder o nosso foco ao gastamos demasiadas energias e recursos (de toda a espécie) em fórmulas ultra-modernas e técnicas super-avançadas de fazer avançar o evangelho. E sendo que novos métodos e estratégias não devem ser em caso algum descurados, não devemos valorizar demasiado a forma em detrimento do conteúdo.
Ao nos tornarmos demasiado profissionais, esquecemos o contato de amor, de amizade e companheirismo; e em vez de produzirmos almas para a salvação, quando muito apenas tentamos acrescentar números à estatística…
O que procura o mundo hoje?
As páginas dos jornais estão diariamente carregadas com notícias de índole económico, financeiro e social, que embora espalhem o pessimismo entre as pessoas, refletem a realidade do mundo de hoje. Talvez também por isso, uma qualquer visita rápida a uma livraria é o suficiente para nos apercebermos da quantidade, até há bem pouco tempo impensável, de livros sobre auto-ajuda, auto-realização, a procura da felicidade, etc..
Há que parar e perguntar: porque razão isto acontece? O que, de fato, procuram as pessoas?
Num mundo que de problema em problema, apenas dá a garantia de não ter solução para eles, surge no coração de muitos a necessidade de procurar por si próprios a segurança que não conseguem encontrar há muito. Desencantados com governantes e líderes em cujas mãos não está mais do que tentar evitar males maiores, procuram uma saída que lhes traga a paz, o sossego à alma e uma esperança maior em relação ao futuro.
Com certeza que encontraremos também pessoas que simplesmente não quererão ocupar as suas mentes com qualquer assunto espiritual, preferindo viver aquilo a que chamam os prazeres da vida. Para esses, é uma questão de tempo, se o tiverem, para se aperceberem que, na realidade, este mundo pouco tem de satisfatório. E nesse momento, passarão para o grupo descrito anteriormente, se souberem responder ao apelo do Senhor.
O papel a desempenhar pela Igreja Adventista
Em face disto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia deve assumir declaradamente a sua missão em anunciar Jesus ao mundo perdido. E aqui, ao contrário de quase tudo aquilo que nos rodeia, nada de essencial mudou ainda em 160 anos…
Naturalmente que contextualizando a Igreja na sociedade em que está inserida, encontramos uma explosão do evangelho nos países menos ricos e/ou desenvolvidos, e grandes dificuldades de expansão nas zonas onde o secularismo prevalece. Mas em todos os lados, encontraremos pessoas que querem ouvir falar de Jesus.
O momento crucial da História em que nos encontramos não pode ser assumido levianamente. Por todo o lado se ouvem notícias e rumores da degradação constante das condições de vida – talvez não seja difícil comprovar que a palavra mais usada hoje em todo o mundo é ‘crise’.
Como Adventistas do Sétimo Dia, devemos perceber que a maior crise de todas não é aquela propagandeada pelos mídia. Enquanto os poderosos do mundo entretêm as pessoas com discursos, estratégias e supostas medidas de resolução, os Adventistas do Sétimo Dia precisam urgentemente refocar as suas energias na urgente mensagem da Segunda Vinda de Jesus, tornando-a, primeiramente, o ponto central das suas vidas, para depois a entregarem ao seu próximo.
Este propósito, aliado à falta de respostas por parte de uma sociedade cada vez mais agonizante, fará brilhar a luz que o evangelho fala, e à qual a alma honesta, ainda em trevas, não ficará indiferente.
Áreas de intervenção
No âmbito das atividades e programas da Igreja Adventista do Sétimo Dia, sugiro alguns aspetos práticos para os quais deverá haver especial atenção.
a) Preparem-se programas de Escola Sabatina eficazes, completos em conteúdo, com profundo estudo e dedicação durante cada dia da semana por parte dos seus Animadores;
b) Os Pastores e outros pregadores, dediquem-se à meditação e oração frequente, não apenas e quando pela responsabilidade imposta de ocupar o púlpito;
c) Sejam apresentadas ao povo pregações que reflitam a real e profunda vocação da Igreja: o arrependimento dos pecados e a proclamação da breve volta de Jesus;
d) Potencie-se o maior número possível de irmãos nas diferentes tarefas do Sábado de manhã, e não apenas naquelas que são tidas como secundárias;
e) Organizem-se reuniões de Sábado à tarde atrativas e produtivas em real conteúdo bíblico, e não meros passatempos e entretenimentos para ocupar a mente por momentos;
f) Entreguem-se responsabilidades a jovens (desde a adolescência) consagrados que sirvam de exemplo, incentivo e liderança para outros;
g) Renovem-se as reuniões de oração para que não constem de um fardo a meio da semana mas de um vibrante refrigério, com hinos, testemunhos, etc.;
h) Promovam-se programas de caráter profundamente evangelístico, com forte empenho e entrega pessoal e de relacionamento, em que a componente técnica seja o mais discreta possível;
i) Visitem-se os membros e amigos da igreja nos seus lares, estude-se ali a Bíblia e transmita-se uma palavra de amizade, ânimo e conforto que saia do coração e não de lábios pré-formatados;
j) Os membros e respetivas famílias, principalmente os que residem mais afastados da igreja, reúnam-se nas casas estudando a Bíblia, o Espírito de Profecia e orando.
Conclusão
O tempo para se ser transformado pela graça de Deus é hoje (Hebreus 3:13, 15). Em breve não haverá mais dia para proclamar a mensagem. Por muito que pensemos ser essa uma responsabilidade alheia ou esquecida, está nas mãos de cada Adventista do Sétimo Dia abreviar o retorno majestoso do Rei no Universo.
Deus chama hoje cada membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia a dar esse passo em frente na Sua direção. Deus quer que cada alma provoque um impacto no lugar onde está ou para onde for chamado. No entanto, só o poderá fazer depois de renovada e transformada pelos méritos do Salvador do mundo.
Está nas mãos de cada membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia tomar a decisão de se entregar mais ao Senhor. Ao deixar de vez as cadeias que o prendem a esta terra estéril, prepare-se ele para o grande dia da volta de Jesus e ajude outros a fazer o mesmo.
Então, o fim chegará. E, como diz a pena inspirada, o pequeno rebanho finalmente encontrará um lar.
P.S.: esta reflexão foi escrita a pensar e tendo em conta a realidade da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Portugal. Cada leitor que a contextualize à sua realidade, caso não seja a mesma que foi objeto do artigo.
Fonte - O Tempo Final
A Igreja Adventista do Sétimo Dia foi estabelecida há mais de século e meio com um propósito claro e definido. O seu surgimento e formação, não foram fruto de um acaso qualquer, de uma simples fusão de interesses e objetivos comuns, tampouco o resultado de um esporádico despertamento religioso. Pelo contrário, a mão divina esteve ao leme deste movimento desde o primeiro momento, suscitando entre as fileiras do povo crente de então, um remanescente para proclamar a última mensagem de advertência aos habitantes da Terra (Apocalipse 14:7).
Desde esses idos entre 1840 e, na sua forma já organizada, 1860, o mundo sofreu mudanças tão drásticas como nunca antes em qualquer fase da História. A ciência e o conhecimento (secular e espiritual) multiplicaram-se enormemente (Daniel 12:4), ao ponto de hoje vermos em poucos meses progressos que durante milénios foram simplesmente impensáveis. A própria sociedade aceitou, talvez forçada, essas mesmas mudanças, apresentando hoje características tão divergentes e mutáveis que quase não há tempo para as catalogar e gerir.
A Igreja Adventista no mundo atual
A própria Igreja Adventista do Sétimo Dia é prova disso; desde um pequeno grupo de crentes, primeiro na América do Norte, depois espalhando-se gradualmente por várias partes do mundo (Mateus 28:19), estamos hoje transformados numa comunidade mundial que cresce a um ritmo superior ao da própria população mundial. Em cada ponto do planeta onde há presença adventista, conseguimos identificar realidades distintas de todos os outros, quer sejam culturais, sociais, ambientais, ou de qualquer outra ordem.
Esta situação resulta tanto em desafios como em oportunidades. Daí que, mais do que elaborar a habitual lista de competências que a Igreja deve manter no mundo – que de tanto repetida e tão pouco posta em prática, já se banalizou como recorrente ferramenta de discurso a partir dos nossos púlpitos – há que tentar perceber o que pode cada Igreja ser na respetiva comunidade onde está inserida, que cumpra com a missão evangélica, de resto inalterável, que lhe foi dada no princípio, sem abdicar de qualquer dos valores e princípios que são inerentes ao nome Adventista do Sétimo Dia.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem hoje forte presença nas áreas da saúde, educação e auxílio humanitário por todo o mundo. Onde quer que haja necessidade ou oportunidade, ali está a mão auxiliadora da Igreja, fazendo-se reconhecer como uma força válida na procura do bem-estar e realização do ser humano, sendo admirada por governos e instituições. Nunca como motivo de orgulho vão, que leve a esconder as nossas responsabilidades individuais atrás do que está feito, deve ser este um forte incentivo à continuação dos esforços que a Igreja tem de provocar impacto positivo e decisivo onde quer que esteja.
A Igreja Adventista vista pelo lado de dentro
Entre os membros da Igreja, muitos há vivem numa quase solidão congregacional, onde os seus momentos espirituais se resumem à Lição da Escola Sabatina e à frequência da Igreja no Sábado de manhã. O seu contato pessoal com a liderança da Igreja resume-se à – por vezes mecânica e robotizada – saudação no final do Culto de Adoração. A palavra irmandade apenas torna formal um conceito, cuja realidade é bem distinta. Eles estão sozinhos, e precisam ser fortalecidos.
Ao contrário daquilo que é habitual entre aqueles que normalmente ocupam cargos de liderança na Igreja, uma boa parte dos crentes tem poucos ou mesmo nenhum outro familiar que partilhe da fé Adventista do Sétimo Dia. As influências que os rodeiam a cada instante são totalmente opostas àquilo que aprendem nos nossos templos ou com a nossa literatura. Estão permanentemente expostos a conversas e práticas que não se coadunam com a sua forma de pensar e atuar. Muitos são crentes recentes que se sentiram tão apoiados no período antes do batismo, para agora se verem como apenas mais um elemento na (e não da) comunidade.
Outros há que, membros há muito tempo, apenas ocupam formalmente os bancos da Igreja. Satisfazem-se em fazer parte numericamente, julgando dessa forma cumprir os requisitos para a salvação. Pior ainda, é verificar que enquanto as Escrituras fazem o constante apelo ao arrependimento e conversão como tema maior, muitos membros Igreja Adventista do Sétimo Dia cedem cegamente às conveniências imediatas, passeando o seu suposto e inquebrável estatuto de pré-salvação – algo que, de resto, apenas nos torna túmulos caiados (Mateus 23:27), nada mais.
Ser vs. fazer e dizer
Mantendo-se, como sempre, fiel à Sua promessa, deixou-nos o Senhor através da pena inspirada claras indicações adicionais de como nos devemos comportar e agir nestes últimos dias.
E, rebuscando os velhos compêndios que tanto valorizamos e nos distinguem – juntamente, e acima de tudo, com esse Eterno volume que é Bíblia – podemos olhar para o nosso movimento hoje, em particular no nosso país e dizer que estamos a mostrar Jesus ao mundo? Podemos afirmar que este movimento corre hoje para o encontro com o Senhor nos ares (I Tessalonicenses 4:17)? Ou estamos tão distraídos na nossa mornidão laodiceana que nem nos apercebemos do vómito divino (Apocalipse 3:16) que está prestes a atirar-nos para fora do Reino do Altíssimo?
Num mundo cada vez mais competitivo e arrasador para aqueles que perdem ou vão ficando desatualizados, que efemeramente honra vencedores e corrosivamente destrói os derrotados, a Igreja não pode correr o risco de valorizar mais o dizer e o fazer, em detrimento daquilo que provocou a real mudança de vida nos nossos pioneiros: o ser Adventista do Sétimo Dia (Levítico 20:26).
Exige-se que as comunidades adventistas, antes de pensarem sequer no que podem fazer ou em como podem atuar no lugar onde estão, se preparem para essa tarefa, sendo Adventistas do Sétimo Dia em tudo o que diga respeito à sua vida. Ser Adventista do Sétimo Dia não é um evento, um programa; é um estilo de vida. E enquanto cada membro não for capaz de se deixar transformar por Jesus num verdadeiro Adventista do Sétimo Dia, a Igreja, como grupo que reflete inexoravelmente as condições individuais, igualmente nunca o será na sua essência real, prática.
Os líderes da Igreja, principalmente Pastores mas também os seus oficiais mais destacados, precisam rever seriamente as suas posturas perante a vida.
Perguntemo-nos: através da nossa vida diária, que testemunha mais do que as nossas palavras, demonstramos estar a construir para a eternidade ou somente para este mundo? Os locais que frequentamos, as ocupações e entretenimentos que desfrutámos, as construções e compras que fazemos, manifestam uma disposição para as coisas do alto, ou uma distração e conformidade com as coisas de baixo (Colossenses 3:2)?
Mais cegos ficamos quando cedendo à tendência fácil de ser igual ao que nos rodeia, corremos o risco de perder o nosso foco ao gastamos demasiadas energias e recursos (de toda a espécie) em fórmulas ultra-modernas e técnicas super-avançadas de fazer avançar o evangelho. E sendo que novos métodos e estratégias não devem ser em caso algum descurados, não devemos valorizar demasiado a forma em detrimento do conteúdo.
Ao nos tornarmos demasiado profissionais, esquecemos o contato de amor, de amizade e companheirismo; e em vez de produzirmos almas para a salvação, quando muito apenas tentamos acrescentar números à estatística…
O que procura o mundo hoje?
As páginas dos jornais estão diariamente carregadas com notícias de índole económico, financeiro e social, que embora espalhem o pessimismo entre as pessoas, refletem a realidade do mundo de hoje. Talvez também por isso, uma qualquer visita rápida a uma livraria é o suficiente para nos apercebermos da quantidade, até há bem pouco tempo impensável, de livros sobre auto-ajuda, auto-realização, a procura da felicidade, etc..
Há que parar e perguntar: porque razão isto acontece? O que, de fato, procuram as pessoas?
Num mundo que de problema em problema, apenas dá a garantia de não ter solução para eles, surge no coração de muitos a necessidade de procurar por si próprios a segurança que não conseguem encontrar há muito. Desencantados com governantes e líderes em cujas mãos não está mais do que tentar evitar males maiores, procuram uma saída que lhes traga a paz, o sossego à alma e uma esperança maior em relação ao futuro.
Com certeza que encontraremos também pessoas que simplesmente não quererão ocupar as suas mentes com qualquer assunto espiritual, preferindo viver aquilo a que chamam os prazeres da vida. Para esses, é uma questão de tempo, se o tiverem, para se aperceberem que, na realidade, este mundo pouco tem de satisfatório. E nesse momento, passarão para o grupo descrito anteriormente, se souberem responder ao apelo do Senhor.
O papel a desempenhar pela Igreja Adventista
Em face disto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia deve assumir declaradamente a sua missão em anunciar Jesus ao mundo perdido. E aqui, ao contrário de quase tudo aquilo que nos rodeia, nada de essencial mudou ainda em 160 anos…
Naturalmente que contextualizando a Igreja na sociedade em que está inserida, encontramos uma explosão do evangelho nos países menos ricos e/ou desenvolvidos, e grandes dificuldades de expansão nas zonas onde o secularismo prevalece. Mas em todos os lados, encontraremos pessoas que querem ouvir falar de Jesus.
O momento crucial da História em que nos encontramos não pode ser assumido levianamente. Por todo o lado se ouvem notícias e rumores da degradação constante das condições de vida – talvez não seja difícil comprovar que a palavra mais usada hoje em todo o mundo é ‘crise’.
Como Adventistas do Sétimo Dia, devemos perceber que a maior crise de todas não é aquela propagandeada pelos mídia. Enquanto os poderosos do mundo entretêm as pessoas com discursos, estratégias e supostas medidas de resolução, os Adventistas do Sétimo Dia precisam urgentemente refocar as suas energias na urgente mensagem da Segunda Vinda de Jesus, tornando-a, primeiramente, o ponto central das suas vidas, para depois a entregarem ao seu próximo.
Este propósito, aliado à falta de respostas por parte de uma sociedade cada vez mais agonizante, fará brilhar a luz que o evangelho fala, e à qual a alma honesta, ainda em trevas, não ficará indiferente.
Áreas de intervenção
No âmbito das atividades e programas da Igreja Adventista do Sétimo Dia, sugiro alguns aspetos práticos para os quais deverá haver especial atenção.
a) Preparem-se programas de Escola Sabatina eficazes, completos em conteúdo, com profundo estudo e dedicação durante cada dia da semana por parte dos seus Animadores;
b) Os Pastores e outros pregadores, dediquem-se à meditação e oração frequente, não apenas e quando pela responsabilidade imposta de ocupar o púlpito;
c) Sejam apresentadas ao povo pregações que reflitam a real e profunda vocação da Igreja: o arrependimento dos pecados e a proclamação da breve volta de Jesus;
d) Potencie-se o maior número possível de irmãos nas diferentes tarefas do Sábado de manhã, e não apenas naquelas que são tidas como secundárias;
e) Organizem-se reuniões de Sábado à tarde atrativas e produtivas em real conteúdo bíblico, e não meros passatempos e entretenimentos para ocupar a mente por momentos;
f) Entreguem-se responsabilidades a jovens (desde a adolescência) consagrados que sirvam de exemplo, incentivo e liderança para outros;
g) Renovem-se as reuniões de oração para que não constem de um fardo a meio da semana mas de um vibrante refrigério, com hinos, testemunhos, etc.;
h) Promovam-se programas de caráter profundamente evangelístico, com forte empenho e entrega pessoal e de relacionamento, em que a componente técnica seja o mais discreta possível;
i) Visitem-se os membros e amigos da igreja nos seus lares, estude-se ali a Bíblia e transmita-se uma palavra de amizade, ânimo e conforto que saia do coração e não de lábios pré-formatados;
j) Os membros e respetivas famílias, principalmente os que residem mais afastados da igreja, reúnam-se nas casas estudando a Bíblia, o Espírito de Profecia e orando.
Conclusão
O tempo para se ser transformado pela graça de Deus é hoje (Hebreus 3:13, 15). Em breve não haverá mais dia para proclamar a mensagem. Por muito que pensemos ser essa uma responsabilidade alheia ou esquecida, está nas mãos de cada Adventista do Sétimo Dia abreviar o retorno majestoso do Rei no Universo.
Deus chama hoje cada membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia a dar esse passo em frente na Sua direção. Deus quer que cada alma provoque um impacto no lugar onde está ou para onde for chamado. No entanto, só o poderá fazer depois de renovada e transformada pelos méritos do Salvador do mundo.
Está nas mãos de cada membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia tomar a decisão de se entregar mais ao Senhor. Ao deixar de vez as cadeias que o prendem a esta terra estéril, prepare-se ele para o grande dia da volta de Jesus e ajude outros a fazer o mesmo.
Então, o fim chegará. E, como diz a pena inspirada, o pequeno rebanho finalmente encontrará um lar.
P.S.: esta reflexão foi escrita a pensar e tendo em conta a realidade da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Portugal. Cada leitor que a contextualize à sua realidade, caso não seja a mesma que foi objeto do artigo.
Fonte - O Tempo Final
Distanciada da ciência e da razão
O ARTIGO de Myanna Lahsen (Tendências/Debates", 3/4), em que pretendeu criticar dois artigos que escrevi nesta página, me fez lembrar duas pessoas. O comediante Groucho Marx disse: "Hoje, ciência é o nome do jogo, e, se você conseguir enganar, você está dentro". O filósofo Mario Bunge, no estudo "In Praise to Intolerance to Charlatanism in Academia" ("Louvando a Intolerância ao Charlatanismo na Academia", Anais da New York Academy of Sciences), critica os que falam de ciência e dela nada entendem. Bunge disse que Feyerabend "tem merecido atenção porque, erradamente, admitiram que ele conhece algo de física. Mas, de fato, a sua ignorância desse assunto, o único que procurou entender, era abismal". Lahsen entende menos de física que Feyerabend.
Para ela, "é fácil criar confusão sobre a ciência do clima", sem saber que na ciência não há confusão, há divergência, e que não existe a "ciência do clima". Lahsen, antropóloga dinamarquesa, diz que o IPCC "não é uma instituição de pesquisa" e "não faz previsões do tempo nem do clima. Ele avalia ciência já produzida", mas se desdiz ao afirmar que o IPCC tem "milhares de cientistas".
Levianamente, ela afirma que tenho "entendimento errado" do que é o IPCC e que me baseio em um relatório de 23 cientistas, "um número muito pequeno se comparado aos milhares de cientistas (...) do IPCC", o que é falso. Para Lahsen, a validade científica depende de votação, apesar de a frase de Galileu ter mais de 400 anos:
"Em questões de ciência, a autoridade de mil não vale o humilde raciocínio de um só indivíduo". O que fazem esses "milhares de cientistas" que frigiram 50 bilhões de dólares para provar a influência do CO2 no clima e nada conseguiram?
Deselegante, a antropóloga climatológica referiu-se a Singer, a Seitz e a mim como "aposentados". Seitz presidiu a Academia Nacional de Ciências dos EUA, deu importantes contribuições à física do estado sólido e deixou seu nome gravado na história da ciência -não foi menor a contribuição de Singer.
Lahsen, que é ignorante para ler Seitz, diz que ele "nunca fez nem publicou ciência sobre o clima"; é obvio que nada fez porque essa ciência não existe. O que é publicar ciência? Cabem perguntas: há prova científica sobre a influência do CO2 no clima? Não há.
Continue lendo...
Fonte: Folha de São Paulo, 16 de abril de 2009.
Outros textos do Dr. José Carlos Azevedo podem ser lidos aqui, aqui e aqui.
NOTA Minuto Profético: Pode-se ver claramente que o tal "consenso" científico sobre a causa do aquecimento global (CO2 produzido pelo homem) existe só na teoria. A insistência dos ECOmenistas nesta tese é fácil de compreender: se todos aceitarem que são a causa do problema, ficará mais fácil aceitarem as "soluções" propostas pela elite global, entre elas, mais cedo ou mais tarde, o descanso dominical compulsório, como panacéia para todos os males (cumprindo a profecia de Ap 13:15 -17) - daí então, afirmar que há interesses políticos (governo mundial - fim das liberdades individuais) e interesses religiosos (imposição do descanso dominical pelo poder civil, com o apoio dos pagãos, do Vaticano e dos protestantes norte-americanos que guardam o domingo) por trás do ECOmenismo. E se você ainda tem dúvida que o ambientalismo pode ser pura fachada para esses outros interesses religiosos leia este artigo "totalmente imparcial" disponibilizado aqui e tire suas próprias conclusões.
Saiba mais: "O condicionamento da sociedade para a crise final". "Berlim deve ter dia sem carro". "O condicionamento da população para a Lei Dominical continua".
Para ela, "é fácil criar confusão sobre a ciência do clima", sem saber que na ciência não há confusão, há divergência, e que não existe a "ciência do clima". Lahsen, antropóloga dinamarquesa, diz que o IPCC "não é uma instituição de pesquisa" e "não faz previsões do tempo nem do clima. Ele avalia ciência já produzida", mas se desdiz ao afirmar que o IPCC tem "milhares de cientistas".
Levianamente, ela afirma que tenho "entendimento errado" do que é o IPCC e que me baseio em um relatório de 23 cientistas, "um número muito pequeno se comparado aos milhares de cientistas (...) do IPCC", o que é falso. Para Lahsen, a validade científica depende de votação, apesar de a frase de Galileu ter mais de 400 anos:
"Em questões de ciência, a autoridade de mil não vale o humilde raciocínio de um só indivíduo". O que fazem esses "milhares de cientistas" que frigiram 50 bilhões de dólares para provar a influência do CO2 no clima e nada conseguiram?
Deselegante, a antropóloga climatológica referiu-se a Singer, a Seitz e a mim como "aposentados". Seitz presidiu a Academia Nacional de Ciências dos EUA, deu importantes contribuições à física do estado sólido e deixou seu nome gravado na história da ciência -não foi menor a contribuição de Singer.
Lahsen, que é ignorante para ler Seitz, diz que ele "nunca fez nem publicou ciência sobre o clima"; é obvio que nada fez porque essa ciência não existe. O que é publicar ciência? Cabem perguntas: há prova científica sobre a influência do CO2 no clima? Não há.
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Fonte: Folha de São Paulo, 16 de abril de 2009.
Outros textos do Dr. José Carlos Azevedo podem ser lidos aqui, aqui e aqui.
NOTA Minuto Profético: Pode-se ver claramente que o tal "consenso" científico sobre a causa do aquecimento global (CO2 produzido pelo homem) existe só na teoria. A insistência dos ECOmenistas nesta tese é fácil de compreender: se todos aceitarem que são a causa do problema, ficará mais fácil aceitarem as "soluções" propostas pela elite global, entre elas, mais cedo ou mais tarde, o descanso dominical compulsório, como panacéia para todos os males (cumprindo a profecia de Ap 13:15 -17) - daí então, afirmar que há interesses políticos (governo mundial - fim das liberdades individuais) e interesses religiosos (imposição do descanso dominical pelo poder civil, com o apoio dos pagãos, do Vaticano e dos protestantes norte-americanos que guardam o domingo) por trás do ECOmenismo. E se você ainda tem dúvida que o ambientalismo pode ser pura fachada para esses outros interesses religiosos leia este artigo "totalmente imparcial" disponibilizado aqui e tire suas próprias conclusões.
Saiba mais: "O condicionamento da sociedade para a crise final". "Berlim deve ter dia sem carro". "O condicionamento da população para a Lei Dominical continua".
Estudo indica que ainda há tempo para conter aquecimento
Um estudo científico descobriu que o pior cenário do aquecimento global ainda pode ser evitado se o mundo inteiro cortar emissões de gases estufa.
Uma simulação de computador do National Center for Atmospheric Research observou o que aconteceria ao final do século se os níveis de emissão fossem cortados em 70%. O resultado ainda seria um mundo mais quente em cerca de 1°C ao invés de 2°C. O oceano ártico diminuiria, mas não desapareceria e o nível do mar aumentaria menos.
O estudo encontrou que cerca de metade do aumento da temperatura e das mudanças em secas e enchentes podem ser evitadas pelo corte nas emissões.
O autor do estudo, Warren Washington, disse que fazer mudanças pode fazer uma grande diferença. (Fonte: Estadão Online)
Fonte - Ambiente Brasil
Uma simulação de computador do National Center for Atmospheric Research observou o que aconteceria ao final do século se os níveis de emissão fossem cortados em 70%. O resultado ainda seria um mundo mais quente em cerca de 1°C ao invés de 2°C. O oceano ártico diminuiria, mas não desapareceria e o nível do mar aumentaria menos.
O estudo encontrou que cerca de metade do aumento da temperatura e das mudanças em secas e enchentes podem ser evitadas pelo corte nas emissões.
O autor do estudo, Warren Washington, disse que fazer mudanças pode fazer uma grande diferença. (Fonte: Estadão Online)
Fonte - Ambiente Brasil
quarta-feira, 15 de abril de 2009
As mãos do Oleiro...
Foto - TerraGn 1:26
E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança
Sl 19:1
Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.
Ratzinger: inimigo da liberdade
Um artigo do papa Bento XVI, do tempo em que ainda era conhecido como cardeal Joseph Ratzinger, foi publicado na revista da extrema-direita austríaca Die Aula, em sua edição de 30 de setembro de 1997, com conhecimento e autorização expressa do prelado. A notícia foi dada no mês passado pelo semanário alemão Der Spiegel que revela a correspondência entre o Vaticano e a editora neonazi, em que fica claro que o secretário de Ratzinger aprovou a publicação do texto cumprindo ordens do então cardeal. Mas o pior mesmo, segundo o comentarista da Band News Milton Blay, é que, no artigo virulento "Liberdade e verdade", Ratzinger se mostra contra as liberdades individuais e o sistema democrático. Que o atual papa é linha dura e dirigiu a versão moderna da "santa" Inquisição, todo mundo já sabia. Mas, agora, graças a esse artigo trazido à luz, suas ideias reacionárias de um autoritarismo centralizador em descompasso com os tempos modernos (mas perfeitamente de acordo com as profecias) se tornam ainda mais evidentes.
Fonte - Michelson Borges
Fonte - Michelson Borges
Série Santificação
Irmãos,
Segue material disponibilizado no Blog do Gilberto Theiss, tratando-se de uma Semana de Oração conduzida pelo Pr. Judson Henrique Lino, Departamental da AMSUL. O enfoque se situa na questão da Reforma de Saúde e, da influência desta para a manutenção da mente em seu melhor estado, para que sejamos melhor impressionados pelas diretrizes do Criador.
Esse material será disponibilizado neste espaço todas as terças-feiras.
1) - Seminário Santificação 24122006
2) - Seminário Santificação 25122006
3) - Seminário Santificação 26122006
4) - Seminário Santificação 27122006
5) - Seminário Santificação 28122006
6) - Seminário Santificação 29122006
7) - Seminário Santificação 30122006
Não se esqueçam do usual apelo à duplicação da boa informação que Deus tem graciosamente nos concedido, afim de que nos preparemos para enfrentar ao Seu lado os eventos que se descortinam no horizonte dos adventistas do sétimo dia.
Soli Deo Gloria.
Segue material disponibilizado no Blog do Gilberto Theiss, tratando-se de uma Semana de Oração conduzida pelo Pr. Judson Henrique Lino, Departamental da AMSUL. O enfoque se situa na questão da Reforma de Saúde e, da influência desta para a manutenção da mente em seu melhor estado, para que sejamos melhor impressionados pelas diretrizes do Criador.
Esse material será disponibilizado neste espaço todas as terças-feiras.
1) - Seminário Santificação 24122006
2) - Seminário Santificação 25122006
3) - Seminário Santificação 26122006
4) - Seminário Santificação 27122006
5) - Seminário Santificação 28122006
6) - Seminário Santificação 29122006
7) - Seminário Santificação 30122006
Não se esqueçam do usual apelo à duplicação da boa informação que Deus tem graciosamente nos concedido, afim de que nos preparemos para enfrentar ao Seu lado os eventos que se descortinam no horizonte dos adventistas do sétimo dia.
Soli Deo Gloria.
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