quarta-feira, 16 de novembro de 2011

"Um dia sem compras"

Esta seria uma proposta indigesta pela fome de consumo das pessoas, e não simpática pelo lado da produção, muito menos ainda pelo comércio. Passar um dia inteiro sem fazer nenhuma compra não é uma tarefa impossível. Mas para quem está “duro” é até uma atitude comum.

A proposta não tem nada a ver com o discurso de economia, mas é uma reflexão sobre os hábitos de pessoas que compram sem qualquer sentido racional. Até na alimentação, para reduzir alguns gramas indesejáveis em nosso organismo, será bom para a saúde. A própria orientação cristã, em conceitos teológicos, promove o jejum como um exercício necessário de fé.

Este será um dia particular para refletir sobre nossos hábitos de consumo. É neste momento que se verá quanta besteira se faz ao comprar coisas que só atendem a um momento, um impulso pessoal e emocional, sem qualquer sentido prático para a vida. Em muitos casos é mais um entulho a ser guardado em casa, que apenas causou uma satisfação no ato da compra. Acreditamos que todos em algum momento tiveram a necessidade de mudança de endereço. É aquela correria, de empacotar coisas e mais coisas. Neste momento se verá quanto entulho ficou guardado anos e anos, sem qualquer uso e, pior, sem serventia por estar quebrado, aguardando tão só momento oportuno para consertar, "quando tiver tempo”. Se não consertou, certamente daquele bem você não mais tinha necessidade. Não fez falta.

Para aqueles que têm dificuldade de enfrentar este teste de ficar sem compra por um dia, comecem a tomar a postura de adiar por um dia a decisão de uma compra. Sem oferecer qualquer base científica e sim pela experiência, provavelmente mais de 80% esquecerão no dia seguinte, pelo fato de as compras serem na sua grande maioria um impulso sem alguma necessidade imperiosa. Temos a convicção de que haverá uma catarse emocional por este ganho subjetivo.

A não compra por um dia, para os economistas, será a redução do PIB. Para os empresários, uma redução de seus lucros. Para os filósofos, uma bela oportunidade para uma reflexão sobre a vida. Para a mãe Terra será seu dia de férias. Mesmo que a sociedade inteira assumisse esse compromisso, por hipótese, seria a redução de apenas 1/365 no sistema econômico. Isto nada significaria em termos relevantes para a economia. Mas para quem a pratica será inclusive uma poupança para o futuro.

Há 19 anos foi instituído por uma organização canadense (AdbustersMedia) o chamado dia sem compras (Buy nothing day), a ser praticado todo ano no dia 27 de novembro, perto da época de fim de ano, para que todas as pessoas pensem melhor antes de comprarem qualquer coisa por aí, refletindo principalmente sobre o impacto benéfico ao meio ambiente por esta escolha. Estamos chegando.

Esta é uma bela oportunidade para dar um basta ao bombardeio das mensagens de consumo desenfreado, promoções mágicas e prestações a perder de vista, tornando-se um escravo financeiro.

Este será um dia para ser lembrado, que não se precisa ter de tudo o que se vê por ai. Vivemos um modelo econômico do tipo bicicleta, impulsionado para o ato de comprar, se parar cai. Afundamos em dívidas e prestações para toda a eternidade, que nem sempre trarão beneficio para o nosso bem-estar, a própria saúde e a saúde do meio ambiente.

O essencial é estar bem consigo mesmo, em harmonia com o mundo ao redor. Vamos “comprar” esta ideia?

Fonte - Jornal do Brasil

Nota DDP: O viés mais óbvio da notícia é o condicionamento. A idéia de se parar e, parar em um domingo. A progressão do raciocínio aponta para a conclusão de que tal posicionamento apenas uma vez por ano não é suficiente. Uma vez por semana é bem mais factível...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

"O Clamor da Meia-Noite"


www.oclamor.org.br


Prévia:

01 - O Clamor da Meia Noite (Parte 1)
02 - O Clamor da Meia Noite (Parte 2)
03 - O Clamor da Meia Noite (Parte 3)
04 - O Clamor da Meia Noite (Parte 4)
05 - O Clamor da Meia Noite (Parte 5)



Programação:

O Clamor da Meia Noite – Sermão 01 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 02 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 03 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 04 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 05 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 06 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 07 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 08 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 09 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 10 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 11 - AUDIO - PDF - VIDEO
O Clamor da Meia Noite – Sermão 12 - AUDIO - PDF - VIDEO


Em breve a segunda temporada: O Clamor da Meia-Noite 2

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar (tanto os áudios, como a programação), "como folhas de outono", atendendo o "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)









Europa vive o pior momento desde 1945

LEIPZIG, Alemanha, 14 Nov 2011 (AFP) -"A Europa vive um dos piores momentos desde Segunda Guerra Mundial, talvez o pior momento", afirmou a chanceler alemã, Angela Merkel, em um discurso nesta segunda-feira em Leipzig para quase mil militantes no congresso de seu partido, a União Democrata-Cristã (CDU).

"Cada geração tem seu desafio político", completou a chefe de Governo, que lembrou que a geração do chanceler do pós-guerra Konrad Adenauer (1949-63) construiu a Europa; e que a de Helmut Kohl (1982-98), a unidade alemã e europeia.

"A atual geração enfrenta um teste histórico com esta crise financeira", acrescentou Merkel em um discurso dedicado em boa parte à Europa.

Merkel, que tem um papel-chave na gestão da crise na Eurozona, insistiu no fato de que "chegou o momento de um novo passo para uma nova Europa".

"Se o euro fracassar, a Europa vai fracassar", advertiu a chanceler.

"A Eurozona é muito mais do que uma moeda, é um símbolo de meio século de paz, liberdade e bem-estar social", destacou a líder da CDU há 11 anos e chefe de Governo desde 2005, antes de recordar que "se a Europa vai mal, a Alemanha vai mal".

"Precisamos da Europa para que a Alemanha fique bem", disse, referindo-se à importância da União Europeia para o comércio exterior do país, já que 60% das exportações alemãs ficam nos 27 países membros da UE.

"Nove milhões de empregos dependem diretamente destas exportações", disse.

Ao exigir reformas na Europa, como já fez aos sócios europeus, lembrou que as reformas devem ser traduzidas em mais Europa, e não o contrário.

"Fazemos parte de uma política interna europeia. Se a Alemanha está disposta a ajudar os países em dificuldade, também espera que façam seus deveres, saneando as finanças públicas", concluiu.

Fonte - UOL

Nota DDP: Veja também "Está difícil saber que país vai sobreviver ao euro".

Além do sempre óbvio cumprimento da profecia de Daniel 2, uma vez que o projeto europeu de reunificação, seja pelo prisma que for, não vinga, ainda as possibilidades em torno dos desdobramentos de uma crise que parece séria o suficiente para modificar os centros de poder do velho continente.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Presidente do Conselho Europeu visitará BXVI

CIDADE DO VATICANO, 9 NOV (ANSA) - O papa Bento XVI receberá, no próximo sábado, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rumpuy, segundo a assessoria de imprensa do Vaticano.

O encontro ocorre no fim da semana em que dois chefes de Governo europeus, o grego Giorgios Papandreou e o italiano Silvio Berlusconi, anunciaram que renunciarão ao cargo, em meio a uma intensificação no risco de que a crise das dívidas públicas saia do controle.

Hoje, um grupo de especialistas da União Europeia (UE), junto com inspetores do Banco Central Europeu (BCE), iniciaram a supervisão da instalação das reformas econômicas na Itália, prometidas pelo premier em 26 de outubro.

O monitoramento foi uma solicitação do próprio Berlusconi na última Cúpula do G20, que teve como discussão central a possibilidade da Grécia não aceitar o pacote de ajuda da UE, que incluía um perdão de 50% de sua dívida pública.

Essa é a segunda reunião que o Papa tem com uma liderança europeia para tratar da crise econômica no continente. Em setembro, Joseph Ratzinger teve um encontro com a chanceler alemã, Angela Merkel, quando visitou a Alemanha.

Em agosto, o líder máximo da Igreja Católica também se reuniu com o presidente do governo da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero, com quem debateu a crise e os conflitos sociais no mundo.

Fonte - ANSA

Nota DDP: Apenas duas possibilidades óbvias podem ser abstraídas desta modalidade de encontro: troca de favores ou submissão espiritual, talvez as duas ao mesmo tempo.

Em um período em que a igreja romana tem se manifestado tanto sobre o assunto economia, não é impossível se subentender que as lideranças políticas que a procuram estejam propensas a aceitar as sugestões de eleição de um líder único, com peso moral para lidar com a situação.

As peças se encaixariam perfeitamente.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

FMI alerta para colapso na demanda mundial

A economia mundial está entrando em uma fase perigosa que poderá ver um colapso na demanda mundial, afirmou a diretora-gerente da Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, dias depois de uma reunião dos líderes mundiais não conseguir produzir uma solução para resolver a crise da dívida da Europa.

"Nuvens negras estão claramente no horizonte, no oeste da Rússia", disse Lagarde. "Se nós não trabalharmos juntos, nós poderemos enfrentar uma espiral descendente de incerteza, instabilidade financeira e colapso de demanda mundial".

Falando em Moscou durante sua primeira visita ao país no comando do FMI, Lagarde pediu que os líderes mundiais ajam decisivamente e previnam uma "volta negativa, onde um anêmico e letárgico crescimento colabora para o enfraquecimento financeiro".

Na última cúpula do G-20 na França, os líderes europeus não conseguiram avançar com seu plano para combater a bola de neve em que se transformou a crise da dívida. Eles também não conseguirem encontrar compradores de potências emergentes para expandir o fundo de resgate da região de € 440 bilhões para 1 trilhão de euros.

Lagarde alertou que, se a crise se aprofundar, os mercados emergentes da Europa Oriental poderão ser "severamente atingidos" pelas exportações menores e aumento das tensões financeiras. Os bancos da região poderão enfrentar aperto de liquidez, se os credores problemáticos ocidentais retirarem de repente sua exposição devido a problemas domésticos, acrescentou.

"Desta vez, os bancos do Ocidente controladores, que têm sido fundamentais para manter as economias à tona, não estarão mais aqui, necessariamente, para sustentar o crescimento e a saúde desses países", disse ela.

Ela se reuniu com o presidente russo, Dmitry Medvedev, e funcionários do Ministério das Finanças mais cedo. A Rússia afirmou que considera fornecer assistência, além de seu compromisso de US$ 10 bilhões, para o FMI, em troca de uma participação de voto maior no Fundo. As informações são da Dow Jones.

Fonte - Gazeta do Povo

domingo, 6 de novembro de 2011

"O papa e a política mundial"


Fonte - Questão de Confiança

Terremoto de intensidade 5,6 sacode o Estado de Oklahoma, nos EUA

Um terremoto de intensidade 5,6 atingiu no início da madrugada deste domingo (6) o Estado de Oklahoma, no centro dos Estados Unidos. De acordo com o Instituto Geológico dos EUA, é o segundo tremor seguido que atinge a localidade.

O epicentro do tremor ocorreu às 22h53 no horário local (1h53 de hoje, no horário de Brasília), cerca de seis quilômetros a leste da cidade de Sparks, a uma profundidade de cinco quilômetros.
Não há informações de danos ou vítimas até o momento.

O primeiro tremor, com intensidade 4,7, atingiu a região às 2h12 de ontem (5h12 no horário de Brasília).

De acordo com o instituto, não é comum a ocorrência de terremotos no Estado norte-americano de Oklahoma.

Fonte - UOL

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

"A Grande Esperança"

 


1. A Grande Esperança – Aos que lêem, ouvem e guardam. 
Apocalipse 1:3
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2. A Grande Esperança – Aos que morrem no senhor. 
Apocalipse 14:13
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3. A Grande Esperança – Aos que vigiam e guardam suas vestes. 
Apocalipse 16:15
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4. A Grande Esperança – Aos que são chamados à ceia das bodas cordeiro. 
Apocalipse 19:9
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5. A Grande Esperança – Aos que tem parte na primeira ressurreição. 
Apocalipse 20:6
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6. A Grande Esperança – Aos que guardam as palavras da profecia. 
Apocalipse 22:7
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7. A Grande Esperança – Aos que lavam sua vestiduras no sangue do cordeiro. 
Apocalipse 22:14
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8. A Grande Esperança – A todo aquele que crê. 
Apocalipse 14:14-16
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Clique na figura e faça o download gratuito do livro respectivo. Mais do que isso, distribua o arquivo digital para o maior número possível de pessoas.

CIA admite que monitora redes sociais e chats no mundo todo

Agência de Inteligência dos EUA emprega centenas de analistas atrás de pistas sobre o 'humor' da população local e reações ao país.

A CIA – a agência de inteligência dos EUA – monitora as redes sociais no mundo todo em busca de ameaças à segurança do país ou mesmo sobre o 'humor' da opinião local, revela reportagem da agência AP nesta sexta (4).

Instalada em um galpão industrial em local secreto, a equipe da agência, apelidada de "bibliotecários vingativos", acompanha 5 milhões de tuítes por dia, além de Facebook, jornais, canais de notícias de TV, estações de rádio no mundo todo, salas de chat na internet etc.

De acordo com a reportagem, do árabe ao mandarim, a partir de um tweet irado a um blog reflexivo, os analistas colhem informações e as cruzam com jornais locais ou até conversas telefônicas interceptadas clandestinamente. A partir daí, desenham um cenário sobre a quantas anda a percepção sobre os EUA naquele país ou mesmo o grau de satisfação da população.

A equipe previu, por exemplo, a chamada "Primavera Árabe" no Egito. "Vimos que as redes sociais em lugares como o Egito poderiam tornar-se uma ameaça ao regime", disse Doug Naqim, diretor do chamado Centro Open Source da CIA.

O trabalho começou por recomendação do Congresso americano, após os ataques de 11/09. Hoje, reúne centenas de analistas (o número exato é segredo), que estudam do acesso à web na China ao humor nas ruas do Paquistão.

De acordo com a reportagem, embora a maioria dos analistas esteja na Virgínia, há "fuçadores virtuais" em embaixadas americanas no mundo todo.

O centro começou a focar-se em mídias sociais, depois de ver a reação dos usuários do Twitter contra o regime iraniano após o contestado resultado das eleições de 2009 naquele país, com a reeleição Mahmoud Ahmadinejad.

Depois que Bin Laden foi morto no Paquistão em maio, a CIA seguiu o Twitter para dar à Casa Branca um instantâneo da opinião pública mundial. O presidente Barack Obama recebe relatórios do grupo quase que diariamente, diz o texto.

A maioria dos tweets em urdu, a língua do Paquistão, e em chinês, foram negativos aos EUA à época. Autoridades paquistanesas protestaram contra o ataque como uma afronta à soberania do país, um ponto que continua a complicar as relações entre os países.

O centro também está comparando os resultados de suas observações em mídia social com as pesquisas de opinião, para gerar resultados mais precisos, disse Naquin à AP.

Sites como Facebook e Twitter também se tornaram um recurso fundamental para seguir uma crise, como os motins que se alastraram em Bangkok (Tailândia) em abril e maio do ano passado.

Fonte - IDGNow

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Princípio dia/ano

Amazônia por um fio: em 5 anos, cenário pode ser irreversível

A Amazônia está em seu limite. O alerta foi feito pelo biólogo Thomas Lovejoy, professor da George Mason University, de Virgínia, Estados Unidos. Segundo ele, a floresta "está muito próxima de um ponto de não retorno para sua sobrevivência, devido a uma combinação de fatores que incluem aquecimento global, desflorestamento e queimadas que minam o sistema hidrogeológico". De acordo com o pesquisador, restam apenas cinco anos para se inverter as tendências em tempo de se evitar consequências climáticas globais graves, como a desertificação de algumas regiões.

Os vilões são os métodos empregados em larga escala pelo setor extrativista predatório (madeireiros) e pela agricultura extensiva (pecuária) para ocupar áreas na Amazônia: motosserra, correntão e fogo. Para o doutor em Ciências da Terra e especialista em Amazônia Antônio Donato Nobre, se os legisladores do Brasil enxergassem o que a comunidade científica já vê, as ações do governo poderiam ser mais eficazes para a recuperação de biomas via mecanismos de valorização econômica para um uso sustentável da floresta.

"No entanto, o que vemos é uma busca frenética por alterar a lei das florestas (como ocorreu com o código florestal) na direção contrária ao que seria urgente: anistia para os desmatadores e estímulo continuado para o processo de desmatamento. A sociedade brasileira tem demonstrado preocupação com a floresta e com o clima de forma massiva e inequívoca, fato, entretanto, que não parece sensibilizar a maioria daqueles que fazem as leis", destaca Nobre.

Segundo o pesquisador brasileiro, há consenso na comunidade científica de que a floresta em pé, intacta, tenha alguma capacidade de resistir a mudanças climáticas externas. "Desde os anos 1970 estamos construindo o conhecimento de como a floresta influencia e é influenciada pelo clima. Ela transpira extraordinários volumes de água (aproximadamente 20 bilhões de toneladas evaporam por dia) e condiciona engenhosamente a própria chuva. Além de chuvas, ventos que succionam a umidade atmosférica do Atlântico para dentro da América do Sul. Esse sistema virtuoso parece ter resistido ao longo de eras geológicas, mas sempre contando com extensiva cobertura florestal nativa", explica.

Contudo, a alteração da cobertura florestal perturba o mecanismo da floresta amazônica e compromete sua capacidade de auto-regeneração. "A teoria da bomba biótica explica o motivo: sem floresta ocorre redução brusca do bombeamento de água via árvores do solo para a atmosfera; menos vapor é emitido pela superfície desmatada, menos condensação nas nuvens, menos ventos nos rios voadores, menor entrada de umidade na região". Os estudos observacionais de modelagem climática e análise teórica convergem na indicação de que limites importantes de desmatamento e degradação florestal estão se aproximando, reforça o pesquisador.

De acordo com Lovejoy, restam apenas cinco anos para se inverter as tendências em tempo de se evitar problemas de maior gravidade. Além disso, o biólogo crê que 20% de desflorestamento em relação ao tamanho original da Amazônia é o máximo que ela consegue suportar e o atual índice já é de 17% (em 1965, a taxa era de 3%). Ou seja, a floresta como conhecemos estaria prestes a acabar.

Para Antônio Donato Nobre, nos melhores cenários teríamos um clima muito mais seco, parecido com aquele que produz savanas. Isso levaria a ocorrência de fogo, o que dificultaria o retorno da floresta. Já nos piores cenários imaginados, com o sumiço do "oceano verde" os ventos alísios enfraqueceriam até o ponto de não mais entrarem na América do Sul, o que poderia causar uma desertificação em determinadas áreas. "Em qualquer caso, é de se imaginar que uma alteração tão grande nas cabeceiras dos rios voadores deva afetar o transporte de umidade para o Centro Oeste, Sudeste e Sul, o que implicaria em esperar uma acidificação importante ou desertificante para a porção meridional da América do Sul (a região compreendida entre Cuiabá e Buenos Aires, e entre São Paulo e os Andes)", analisa.

Há estudos que sugerem ainda que um desaparecimento da Amazônia teria repercussões diretas nos dois grandes oceanos do mundo, Pacifico e Atlântico, com consequências climáticas globais.

Fonte - Terra

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Congresso dos EUA reafirma o lema "In God we trust"

A Câmara de Representantes dos Estados Unidos se pronunciou nesta terça a favor de uma proposta republicana de reafirmar o lema nacional "In God we Trust" (Em Deus confiamos) que aparece em todos bancos nacionais.

A resolução simbólica, proposta pela congressista republicana Randy Forbes, tomada por 396 votos a favor e 9 contra, reafirma a manutenção do lema nos bancos e "anima a colocação de notas" com essa mensagem nas escolas e edifícios públicos.

A proposta dessa votação pelos republicanos se dispôs a satisfazer a base religiosa do partido na perspectiva da eleição presidencial de novembro de 2012.

Os democratas do presidente Barack Obama desqualificaram duramente esta iniciativa, que consideram inútil.

"Segundo as últimas informações de que dispomos, 'In God we Trust' é o lema nacional adotado pelos Estados Unidos desde 1956", ironizou Nadeam Elshami, portavoz de Nacy Pelosi, a líder democrata na Câmara.

Fonte - Terra

Nota DDP: Sinal de como o debate religioso ainda permanece relevante no cenário político americano. Também em relação ao atual ambiente político americano atual, de se observar a afirmação do NYTimes, no sentido de que o país encontra-se em um "momento pré-revolucionário" na perspectiva do surgimento de um terceiro partido como alternativa aos democratas e republicanos, em muito motivada pelas manifestações sociais de insatisfação com o sistema. Grandes mudanças se demonstram cada vez mais viáveis.

[Pesquisa - Hiscael Moreno]

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Desastres climáticos fora do comum vão aumentar de frequência

"Desastres climáticos fora do comum - como a tempestade de neve no nordeste dos Estados Unidos e as inundações na Tailândia - vão ser cada vez mais frequentes, diz um relatórioPainel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas. Para além da frequência dos desastres incomuns, é possível que o aquecimento global provoque cada mais fenómenos climáticos adversos, segundo revela um relatório internacional sobre o clima, a que a Associated Press teve acesso.

A versão final do relatório elaborado por um painel de cientistas mundiais para as questões climáticas pinta um futuro dramático para um mundo já muito atingido por catástrofes climáticas, que acarretam custos de biliões de euros. O relatório sustenta ainda que os custos dos fenómenos climáticos vão aumentar, assim como o número de locais marginais para viver. (...)

"Os extremos são um aspecto realmente perceptível da mudança climática", disse Jerry Meehl, cientista sénior do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica. O estudo aponta ainda para oaumento de incidência de monções assim como para um aumento das chuvas torrenciaisaté ao final do século.

Vulcões e tempestades tropicais irão também aumentar ao nível da velocidade do vento mas poderão diminuir de intensidade e de frequência."

Fonte: Jornal de Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Não precisamos de muito esforço para perceber não apenas o cumprimento profético, mastambém o propósito:
"Antes que o Filho do homem apareça nas nuvens do céu, tudo na natureza estará em convulsão. Raios do céu unindo-se ao fogo na Terra farão com que as montanhas queimem como uma fornalha e lancem suas torrentes de lava sobre aldeias e cidades. Massas derretidas de rochas lançadas na água pela sublevação das coisas ocultas na Terra farão ferver a água e arremessarão pedras e terra. Haverá fortes terremotos e grande destruição de vidas humanas." (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 946)

"Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo." (Ellen White, Profetas e Reis, pág. 277)
Até a natureza parece gritar, avisando acerca dos sérios tempos em que estamos...

ONU adverte líderes mundiais sobre protestos de 7 bilhões

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, advertiu nesta segunda-feira os líderes mundiais de que poderão enfrentar protestos de um mundo formado por 7 bilhões de pessoas, a menos que resolvam o problema da desigualdade. Fome no leste da África, conflitos na Síria e protestos em Wall Street: segundo Ban Ki-moon, há um "descontentamento crescente" e uma "perda de confiança em que os governos e instituições públicas farão a coisa certa".

"Nosso mundo tem contradições terríveis", disse Ban Ki-moon numa entrevista coletiva sobre o anúncio da ONU de que a população mundial chegou a 7 bilhões. "Há muita comida, mas 1 bilhão de pessoas passam fome. Esbanjamento para poucos e pobreza para muitos outros." O secretário-geral da ONU disse que levará seu alerta para a reunião do G-20 nesta semana, em Cannes. "Em que tipo de mundo nasceu o bebê de número 7 bilhões? Que tipo de mundo queremos para nossas crianças?"

Ban Ki-moon dirá aos líderes das 20 maiores economias do mundo que, apesar da crise internacional, "não podemos abandonar aqueles que são os mais atingidos (...) Temos que dar poderes às mulheres e aos jovens. Em todo o mundo, eles foram às ruas exigindo seus direitos, novas oportunidades, e voz em seu futuro." Segundo o secretário-geral da ONU, a reunião do G-20 em Cannes deve lidar com esses problemas "de modo direto". "A população mundial quer respostas de seus líderes. Ela espera soluções, e não meias medidas ou desculpas."

Ban Ki-moon e outros líderes fugiram das perguntas sobre onde o bebê de número 7 bilhões teria nascido, alegando que aquela era uma "declaração simbólica", com o objetivo de chamar atenção para os desafios da explosão demográfica.

Fonte - UOL

Nota DDP:
Veja também "O Vaticano e os manifestantes do Ocupe Wall Street". Cresce a preocupação no sentido de que primeiramente sejam reconhecidos em sua amplitude os movimentos sociais em todo mundo, que realmente tendem ao incontrolável. Em segundo plano, como toda ação enseja uma reação, é de se esperar que aqueles que mantém o poder, e logicamente não pretendem vê-lo deslocado para outras possibilidades, deverão se posicionar para a manutenção do "status quo". Vivemos dias de grandes mudanças.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

"Felicidade" - Pr. Edson Nunes Jr.

Terremoto atinge Peru e provoca pânico

Um forte terremoto de 6,9 graus de magnitude atingiu nesta sexta-feira uma área perto da costa no sul do Peru, de acordo com o Serviço Geológico dos EUA (USGS, na sigla em inglês), mas ainda não há informações sobre danos ou vítimas. Não foi emitido um alerta imediato de tsunami.

De acordo com o USGS, o abalo sísmico teve epicentro a 50 km de Ica e a quase 35 km de profundidade. Mas, segundo o Instituto Geofísico do Peru, o terremoto foi de 6,7 graus na escala Richter e ocorreu a cerca de 220 km ao sul de Lima, no Oceano Pacífico, a uma profundidade de 40 km.

O abalo foi sentido em várias cidades costeiras e dos Andes, incluindo Lima. O terremoto estremeceu edifícios na capital e causou pânico na população, que durante vários minutos esvaziou escritórios e casas. Também houve cortes temporários nas comunicações telefônicas.

"O epicentro foi perto da costa. Foi sentido em boa parte da serra, como Cuzco, Arequipa e Ayacucho, apesar de ali ter tido menor intensidade", disse o diretor do Instituto Geofísico peruano, Hernán Tavera.

Ruben Vargas, um policial em Ica, disse que as pessoas saíram correndo em pânico de suas casas, mas no momento não parece haver quaisquer danos. Segundo ele, as pessoas continuaram nas ruas quase meia hora depois do terremoto, que atingiu a região às 13h54 local (16h54 em Brasília).

O terremoto desta sexta-feira teve seu epicentro na mesma região onde em 15 de agosto de 2007 ocorreu um forte tremor, de 7,9 graus, que deixou mais de 500 mortos.

Fonte - iG

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Obama defende diálogo interreligioso em recado a Bento XVI

ROMA, 27 OUT (ANSA) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, escreveu hoje ao papa Bento XVI defendendo o "diálogo interreligioso" como maneira de se unir "para levar a paz onde há conflito" e criar "um mundo melhor".

"Por meio do diálogo interreligioso podemos nos unir em uma causa comum para apoiar quem sofre, para levar a paz onde há conflito e encontrar o caminho para criar um mundo melhor para nós e para nossos filhos", defendeu o mandatário.

A mensagem do norte-americano foi enviada em razão da 25ª Jornada de Reflexão, Diálogo e Oração pela Paz e a Justiça no Mundo, realizada na cidade italiana de Assis. A data comemorativa foi criada pelo papa beato João Paulo II em 1986.

Obama enviou suas saudações a todos os participantes da celebração do dia, entre os quais judeus, budistas, muçulmanos e representantes de outras religiões, além de ateus.

Também compareceram a Assis o embaixador norte-americano para a liberdade religiosa Suzan Johnson Cook e o embaixador norte-americano junto à Santa Sé, Miguel Díaz.

Em seu discurso em Assis, o Pontífice declarou que a celebração "é a imagem de como a dimensão espiritual é um elemento chave na construção da paz".

"Por meio desta peregrinação, pudemos nos comprometer com o diálogo fraterno, aprofundar a nossa amizade, alcançar aqui juntos no silêncio e na oração", atestou.

"Após termos renovado nosso compromisso pela paz e termos trocado reciprocamente um sinal de paz, nos sentimos ainda mais profundamente envolvidos, juntos com todos os homens e mulheres das comunidades que representamos, no nosso caminho humano comum", sustentou.

Joseph Ratzinger disse aos líderes religiosos presentes que "no estamos separados". "Continuaremos a nos encontrar, continuaremos a estar unidos neste caminho, no diálogo, na construção cotidiana da paz e no nosso comprometimento com um mundo melhor, um mundo no qual todos os homens e todas as mulheres e toda pessoa possa viver segundo as suas próprias aspirações legítimas". (ANSA)

Fonte - ANSA

Nota DDP: Absolutamente sem palavras. O SENHOR logo vem.

"Pedras que Clamam" - Pr. Rodrigo Silva

Semana de Oração Universitária realizada durante os dias 29 de agosto a 02 de setembro de 2.011 no Unasp Campus São Paulo.

O título “Pedras que clamam” foi idealizado pelo orador, Pr. Rodrigo Silva, Pós-doutor em Teologia e Doutorando em arqueologia na Universidade de São Paulo – SP, também professor no Centro Universitário Adventista de São Paulo campus Engenheiro Coelho.

Para ele “há experiências que não se descrevem, se sentem.” E ele espera que todos venham sentir fascinantes experiências durante a semana, especialmente as experiências em relação a Deus.

Temas:

01) - 29.08.11 - "O Escaravelho do Egito"
02) - 30.08.11 - "Moisés, Chamado para Libertar"
03) - 31.08.11 - "A Porta dourada de Jerusalém"
04) - 01.09.11 - "Um Pão Sobre as Águas, um Odre de Fumaça"
05) - 02.09.11 - "Que Queres que Eu Faça?"


Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

Cristãos perseguidos

Morte de egípcios que protestavam contra atentado a uma igreja expõe o ódio aos seguidores de Jesus Cristo, algo que vai além do Oriente Médio

Imagine um país onde a filiação religiosa deva constar no documento de identidade de todos os cidadãos, onde sua crença implique restrições para ocupar postos de trabalho, ter acesso à educação e se casar. No Egito, predominantemente islâmico, isso acontece e as principais vítimas da intolerância religiosa são os cristãos, que representam 10% da população. Na semana passada, o mundo testemunhou um derramamento de sangue no país. Vinte e cinco pessoas – a maioria fiéis coptas, como são chamados os cristãos que não seguem o Alcorão – morreram no domingo 9, no Cairo, em confronto com outros civis e o Exército. Tanques passavam por cima dos manifestantes sem dó. Carregando cruzes e imagens de Jesus, milhares de pessoas estavam nas ruas em um protesto inédito contra a opressão histórica patrocinada pelos muçulmanos. Os representantes do cristianismo se revoltaram depois de mais um incêndio sofrido por uma igreja copta. “A primavera no mundo árabe parece que acordou muita gente, inclusive os coptas”, diz o sacerdote católico Celso Pedro da Silva, professor emérito da Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, de São Paulo.

Com o estado de insegurança que domina o Egito após a queda do ex-presidente Hosni Mubarak, em fevereiro, grupos muçulmanos tentam demarcar mais territórios em meio à indefinição do poder público. E os coptas, historicamente marginalizados pelo governo, estão levantando a voz. Há severas restrições – só para citar uma fonte de discriminação – para a construção e reformas de templos cristãos, patrulha que não ocorre entre os muçulmanos. Em solo egípcio há apenas duas mil igrejas perante as 93 mil mesquitas. Na quinta-feira 13, o papa Bento XVI manifestou-se no Vaticano: “Uno-me à dor das famílias das vítimas e de todo o povo egípcio, desgarrado pelas tentativas de sufocar a coexistência pacífica entre suas comunidades.” O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu proteção à minoria copta e afirmou estar profundamente preocupado com o Egito.

A intolerância religiosa contra os cristãos não ocorre só no Egito. Um levantamento feito, em maio, pela Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos mostra quanto a violência anticristã está disseminada mundo afora. Na China, segundo a comissão, pelo menos 40 bispos católicos estariam presos ou desaparecidos. Na Nigéria, cerca de 13 mil pessoas teriam morrido em conflitos violentos entre muçulmanos e cristãos desde 1999. Mais: na Arábia Saudita, lugares de cultos não muçulmanos são proibidos e livros escolares seguem pregando a intolerância a outras etnias. Irã e Iraque também são citados. No primeiro, mais de 250 cristãos teriam sido presos arbitrariamente desde meados de 2010. Já o país vizinho registra uma das maiores quedas no número de cristãos da sua história – em oito anos, esse grupo caiu pela metade e soma, hoje, 500 mil. “Os atos de violência têm como objetivo pressionar a população a abandonar suas terras”, explica Keith Roderick, secretário-geral da Coalizão para a Defesa dos Direitos Humanos.

Infelizmente tem funcionado. O Oriente Médio, berço do cristianismo, era constituído, no início do século XX, por cerca de 20% de seguidores de Jesus Cristo. Estimam os especialistas que o povo cristão atualmente não represente nem 2% dos habitantes daquela região. O papa Bento XVI chama a investida dos muçulmanos de “conquista à base da espada”. No ano passado, o Sumo Pontífice manifestou-se a favor da libertação de uma paquistanesa cristã condenada à forca por blasfêmia, no Paquistão, país onde mais de 30 pessoas foram assassinadas com essa justificativa. Asia Bibi, então com 45 anos, teria dito ao ser insultada por mulheres muçulmanas: “O que Maomé fez por vocês? Jesus, pelo menos, sacrificou-se por mim”. Graças à pressão internacional, a pena não foi cumprida, mas Asia aguarda novo julgamento. Ela é a primeira mulher na história a receber uma pena de morte por conta de perseguição religiosa. Um título que nenhum país deveria se orgulhar.

Fonte - Isto É

Nota DDP: Que a liberdade em Cristo seja recebida como benção que é aos que ainda podem professar sua fé e cumprir a missão sem restrições. Chegará o dia em que essa realidade terá seu fim não somente naquela região do globo.

'A bomba populacional' quatro décadas depois


O professor americano Paul R. Ehrlich fez uma previsão catastrófica em 1968. O mundo tinha pessoas demais, e milhões morreriam de fome, se não houvesse um controle do aumento populacional. A teoria era parte do livro "Population bomb" (Bomba populacional), que se tornou um dos mais vendidos da época e reabriu uma discussão antiga (a do economista inglês Thomas Malthus) sobre a sustentabilidade da vida de bilhões de pessoas no planeta.

Mais de 40 anos depois da publicação do seu trabalho mais conhecido, Ehrlich chegou a ser questionado por "erros" em suas estimativas, mas ele mantém a defesa da gravidade da situação. "Fui otimista na época em que publiquei o livro", disse, em entrevista ao G1 às vésperas de o número de pessoas no mundo atingir 7 bilhões - quase o dobro da população global na época em que o livro foi lançado.

"Quando o livro saiu, em 1968, ainda não sabíamos exatamente o que ocorria na bacia amazônica, em termos de desmatamento. Também não sabíamos do aquecimento global, não esperávamos que houvesse um aumento das desigualdades sociais como se vê atualmente em todo o mundo", explicou. Segundo ele, o risco de colapso global ainda existe, por mais que o crescimento populacional esteja perdendo velocidade. "O risco é menor de que o que prevíamos em 68, mas ele ainda existe."

Ehrlich nega que suas previsões tenham sido equivocadas, por tratarem de crescimento desenfreado. Mesmo que a ONU preveja atualmente uma estabilização do crescimento e até redução de população de alguns países até o fim do século, ele diz que a população atual já sobrecarrega o planeta. "Fala-se em 7 bilhões de pessoas como sendo menos do que o que esperávamos, mas não veem que estávamos certos em alguns aspectos, como a existência de um bilhão de pessoas que passam fome, ou 2 bilhões que vivem em pobreza extrema e se alimentam mal", disse.
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Fonte - G1
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