terça-feira, 26 de setembro de 2006

Propostas do Sínodo ao Papa abordam temas cruciais sobre a Eucaristia

VATICANO, 2005-10-25 (ACI).- Os Pais Sinodais que participaram da XI Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos sobre a "A Eucaristia, fonte e cume da vida e da missão da Igreja", ofereceram ao Papa Bento XVI um elenco de 50 propostas para que elabore uma exortação apostólica sobre este sacramento. No documento sinodal, os bispos agradeceram a "influência benéfica" da reforma litúrgica do Concílio Vaticano, inclusive face aos abusos que até hoje, embora em menor medida que antes, ainda são cometidos. Ao reafirmar a validez da reforma, os Padres Sinodais pediram "prestar mais atenção à ‘ars celebrandi’", que favorece a participação ativa dos fiéis.

Sobre a relação da Eucaristia e o Sacramento da Reconciliação, os Padres pediram recuperar "a pedagogia da conversão que nasce da Eucaristia" e favorecer para isso a confissão individual freqüente. Do mesmo modo, recordaram que não se deve permitir as absolvições coletivas.

Diante da escassez de sacerdotes, o Sínodo apostou por "recorrer a iniciativas pastorais eficazes" como a maior promoção das vocações sacerdotais e a maior disponibilidade do clero para servir a Igreja e reafirmou a importância do "dom inestimável do celibato eclesiástico na praxe da Igreja latina" ao mesmo tempo em que reafirmou a não viabilidade da hipótese disseminada em suas congregações sobre "viri probati".

Os participantes do Sínodo, pediram um maior esforço em "valorizar e viver o Dies Domini" em toda a Igreja reafirmando o "caráter central do domingo". Do mesmo modo,
mostraram sua esperança em que o Dia do Senhor seja também o dia dos cristãos, "respeitado por toda a sociedade com o repouso do trabalho".

Os Padres pediram o impulso da utilização do latim nas celebrações litúrgicas para "expressar melhor a unidade e universalidade da Igreja". Assim propuseram que, exceto as leituras, a homilia e a oração dos fiéis, "a (con)celebração da Santa Missa seja em latim" e se revalorize o canto gregoriano.

Sobre os divorciados que voltaram a casar que desejam participar do sacramento eucarístico, os padres reiteraram que "não podem ser admitidos na Santa Comunhão" embora destacaram que eles pertencem à Igreja e podem participar dela e da Missa de diversas maneiras.

Em relação à admissão dos não católicos à Comunhão ("intercomunhão"), o texto sinodal indica que a "Comunhão eucarística e a comunhão eclesiástica se pertencem intimamente e por isso, a Comunhão eucarística com os cristãos não católicos não é possível geralmente". Por isso, os Padres excluíram, a "concelebração ecumênica".

Ao referir-se ao polêmico tema da coerência eucarística dos políticos e legisladores, o documento sinodal, assinala que "não há coerência eucarística quando se promovem leis que vão contra o bem integral do ser humano, contra a justiça e o direito natural" e explica que "não se pode separar a opção privada da pública".

A esse respeito, os padres pediram aos bispos que ao aplicar esta orientação, exerçam "a virtude da fortaleza e da prudência, tendo em conta as situações locais concretas".

Por último, o texto enfatiza a dimensão social da Eucaristia assegurando que "quem participa da Eucaristia deve comprometer-se na construção da paz em nosso mundo".


Fonte - ACI

O terceiro mandamento:

Deus nosso Senhor quer que a cada semana dediquemos a ele um dia de festa para dar-lhe glória e para nosso bem e descanso.

Esse dia já não é o Sábado como no Antigo Testamento, mas sim no Domingo, porque é o dia em que Jesus Cristo ressuscitou glorioso do sepulcro.

Os Apóstolos começaram a celebrar neste dia da Ressurreição e a Igreja colocou neste mesmo dia a obrigação de escutar a Missa inteira todos os domingos e feriados religiosos de preceito juntamente com o descanso dominical.

Quando não há sacerdote ou existe algum impedimento grave para assistir à Santa Missa, deve-se procurar participar em uma liturgia ou em orações especiais ao Senhor ; além disso deve-se santificar e observar o descanso dominical.

O que nos manda o terceiro mandamento da Lei de Deus?

O terceiro mandamentos da Lei de Deus nos manda participar da Missa nos domingos e demais feriados religiosos de preceito, observando o descanso dominical; e quem voluntariamente falta a esta obrigação comete pecado grave.

O que quer dizer descanso dominical?

Descanso dominical quer dizer que nos domingos e feriados religiosos de preceito devemos nos abster daqueles trabalhos que nos impeçam de dar culto a Deus, gozar da alegria do dia do Senhor ou desfrutar do devido descanso da mente e do corpo.

Quais são as festas religiosas de preceito?

1º de janeiro: A Maternidade divina da Virgem Maria.
1º de novembro: Todos os Santos.
8 de dezembro: A Imaculada Conceição da Virgem Maria.
25 de dezembro: O Nascimento do Senhor.
E as próprias do calendário de cada país, como podem ser Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), Finados (2 de novembro)

O que deve ser feito quando não há Santa Missa ou alguma causa grave nos impeça de assistir a ela?

Quando não há Santa Missa ou uma causa grave nos impeça de assistir a ela, recomenda-se vivamente participar em uma liturgia da palavra, ou permanecer em oração durante um tempo conveniente, individualmente, em família ou em grupo de famílias.

Fonte - ACI

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Vaticano e Casa Branca: uma aliança profética

Wendel Lima

Desde o ataque terrorista em 2001, talvez nenhum outro acontecimento tenha mexido tanto com o imaginário dos adventistas quanto a morte de João Paulo II. A iminente renúncia ou morte de Wojtyla e depois, a eleição de Bento 16, favoreceram com que alguns fizessem previsões apocalípticas equivocadas, e outros, escorregassem para o sensacionalismo. Porém, os últimos acontecimentos políticos e religiosos parecem compor um quadro singular na História. Afinal, Bento 16 será o último papa? Para responder essa e outras perguntas, Kerygm@ conversou com o professor e jornalista Vanderlei Dorneles. Ele é mestre em Teologia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), e mestre em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp).

Os artigos do professor Dorneles têm se popularizado entre os internautas, por relacionarem o atual contexto político-religioso com a interpretação adventista das profecias. Atualmente, Dorneles é professor de Jornalismo no Unasp, Campus Engenheiro Coelho (SP) e diretor da Unaspress, editora da mesma instituição. Ele é casado com a professora Luciene e tem dois filhos: Elina e Weber.

Kerygm@ - A reação de muitos diante da morte do papa demonstrou o quanto a religião ainda é importante para a maioria das pessoas. Por que em pleno século 21 a humanidade parece ter redescoberto a fé?

Prof. Dorneles - Muita gente achava, antes do final do século 20, que o interesse religioso fosse fruto da chegada do novo milênio. Isso colaborou, mas não foi o fator principal. A forte presença da religião é sem dúvida um refluxo. As culturas ocidentais parecem estar atemorizadas pelas crises econômica, social, política, moral, ecológica, e isso tem feito as pessoas se voltarem para Deus em busca de segurança. O fenômeno em que se transformou o velório de João Paulo II é uma evidência de que o mundo está ansioso por Deus. A figura religiosa e política de Karol Wojtyla catalisou boa parte desse despertamento.

Kerygm@ - João Paulo II procurou conquistar inimigos históricos do catolicismo, como os judeus, islâmicos e protestantes. Em que sentido João Paulo II foi um restaurador de feridas? Quais são as implicações proféticas do pontificado de Carol Wojtyla?

Prof. Dorneles - Esse papa tinha uma visão muito clara do papel da Igreja Católica no mundo atual. Ele sabia onde a Igreja deveria estar e como ela poderia conseguir isso. O escritor jesuíta Malachi Martin, em seu livro The keys of this blood (As chaves deste sangue), afirma que João Paulo II teria recebido uma visão da virgem Maria de que ele, o papa, colocaria a Igreja no centro da Nova Ordem e ocuparia a função de pastor e juiz universal. De posse desta visão do papel universal da Igreja, ele tentou tanto quanto pôde reparar as brechas históricas que minavam o poder global da Igreja. Buscou restaurar as relações com os protestantes, judeus, islâmicos, com a ciência e com o mundo político. A presença de centenas de lideranças políticas e religiosas de diversos credos em seu velório foi uma evidência de que ele conseguiu seu intento em grande medida. Mesmo assim, a figura de Karol Wojtyla, em si mesma, nada tem de natureza profética. Não se pode afirmar que seria o último nem o penúltimo papa. Mas é inegável que seu pontificado contribuiu grandemente para restaurar as feridas da Igreja e naturalmente para iniciar o processo de restauração da ferida de morte do papado, isto é, a perda de seus poderes políticos, imposta pela Revolução Francesa no século 18.

Kerygm@ - Em 1978, quando Carol Wojtyla iniciou seu papado, o comunismo era visto como um grande obstáculo para o cumprimento das profecias. Hoje, a barreira parece ser outra: o Islamismo. Como o Mundo Oriental será conquistado pelo Bispo de Roma?

Prof. Dorneles - João Paulo II foi o primeiro papa a entrar numa mesquita. Ele conseguiu granjear a simpatia de muitos chefes islâmicos, tanto religiosos quanto políticos. A primeira missa de seu sucessor contou com a presença de diversos líderes islâmicos, com os quais Bento 16 esteve reunido nos dois dias seguintes. Existe hoje uma ampla via de relações entre Catolicismo e Islamismo. Quanto ao Oriente, propriamente dito, creio que o caminho de aproximação ocorrerá por meio das relações comerciais mantidas com os Estados Unidos. A China ainda é muito fechada para a religião cristã. Foi um dos poucos lugares em que a missa de sepultamento de Wojtyla não foi transmitida. Mas ela tem uma relação econômica dependente e essencial com os Estados Unidos. Certamente a América poderá ser uma cunha para essa entrada da Igreja de Roma naquela cultura. De toda forma, talvez não possamos falar de conquista, mas de aproximação ecumênica.

Kerygm@ - João Paulo II ficou conhecido como o “papa da mídia”. Ratzinger tem uma fama de ultraconservador e tímido. Como o Vaticano tem trabalhado a imagem pública de Bento 16?

Prof. Dorneles - A imprensa já tem dado ao papa a imagem de um líder sábio e de pastor universal. Outro dado que tem sido enfatizado é a simpatia dos jovens pelo papa. A primeira viagem anunciada de Bento 16 foi à Alemanha para um encontro de jovens católicos. Se Ratzinger fosse o papa a começar seu pontificado em 1978, não teria muita presença na mídia. Mas como ele é o sucessor de João Paulo II, que abriu as portas do mundo secularizado para a Igreja, Bento 16 pegou carona nessa popularidade. Ele tem aparecido. A mídia está fazendo diversas inserções dele.

Kerygm@ - Bush disse que vê em Bento 16 “um servo do Senhor”. Ademais, a Casa Branca e o Vaticano parecem se identificar no discurso moralista. Qual será a ênfase do ecumenismo e da união entre Igreja e Estado?

Prof. Dorneles - Os religiosos americanos que integram o governo Bush e a força evangélica por trás da militância do partido Republicano se dizem conscientes da necessidade de reformas morais, que possam conter os avanços relativistas e liberalizantes da contracultura, e entendem que o Estado não pode mais continuar numa postura liberal como tem sido até aqui. Eles querem que o poder civil intervenha, colocando freios e criando instrumentos para contenção da onda destruidora da moral, da família e da religião. As encíclicas do pontificado de João Paulo II, muitas delas feitas por Ratzinger, vêem o papel do Estado dessa mesma forma. Portanto, há um amplo contexto preparado para uma atuação conjunta entre Estados Unidos e Vaticano em função de uma reforma religiosa e moral com perspectivas de intolerância para com os dissidentes dessa união entre Igreja e Estado.

Kerygm@ - O senhor afirma que uma “onda conservadora” tem influenciado a política americana. Como se explica esse fenômeno social das últimas décadas?

Prof. Dorneles - O atentado às torres gêmeas e o avanço do terrorismo despertaram os americanos para a necessidade de mais segurança. Contribuíram também para criar uma certa consciência de que a América poderia estar sendo destituída das bênçãos e proteção divinas, como sempre creram ter. Essa consciência de que a América estava chegando ao fundo do poço na destruição dos valores morais e religiosos, começou a se fortalecer na década de 1990, quando o ex-presidente Bill Clinton confessou diante das câmeras de televisão que tivera um caso amoroso com uma jovem na Casa Branca. Os americanos viram nesse escândalo a realidade de que a onda liberalizante, criada pela contracultura nos anos 1960, estava minando valores muito caros para eles, como religião, autoridade e tradição. Reconheceram então ter chegado a hora de uma retomada, de uma reforma. A onda liberal iniciada nos anos 1960 precisava então ser sucedida por uma onda conservadora. É o processo de emancipação sendo substituído por um novo momento de regulação, do Estado sobre a sociedade.

Kerygm@ - Qual é a visão religiosa de Bush acerca dos últimos acontecimentos da História?

Prof. Dorneles - A onda conservadora é uma espécie de credencial da missão profética do governo americano. Esses religiosos por trás da política republicana têm uma visão muito literalista das profecias bíblicas. Eles entendem que as profecias do Antigo Testamento acerca de Judá e de Jerusalém terão um cumprimento literal. Esse cumprimento se mistura com a profecia da segunda vinda de Cristo, resultando numa expectativa de que Jesus deverá descer sobre o Monte das Oliveiras para um primeiro contato com os judeus, com quem vai estabelecer seu reinado messiânico. Para isso ocorrer, crêem eles, os judeus precisam estar em Israel e os terroristas (os anticristos) precisam ser combatidos. George W. Bush acredita que tem uma missão profética no sentido de preparar o caminho para a segunda vinda de Cristo. Essa missão envolve o combate ao terrorismo e a manutenção do Estado de Israel. As políticas externas americanas relacionadas a Israel e aos palestinos confirmam essa visão.

Kerygm@ - Em que momento os adventistas deverão pregar mais explicitamente contra as doutrinas da Igreja de Roma?

Prof. Dorneles - Os adventistas não devem pregar contra nenhuma doutrina em particular. Devemos manter uma relação de simpatia com todas as religiões dando evidência do amor de Cristo entre e sobre nós. Essa é uma condição para que a Igreja de Deus possa atrair os fiéis para seu meio. Devemos pregar a verdade bíblica, a salvação pela graça de Cristo unicamente, a Criação bíblica, a imortalidade condicional da alma, a santidade do sábado. Essas verdades vão, no momento certo, desmascarar o erro, onde quer que ele esteja. Quanto mais ousado o erro se tornar, tanto mais os inimigos de Deus tornarem explícitos seus atos enganosos, mais alto deve a Igreja de Deus levantar o estandarte da verdade. A verdade sozinha esclarece e desmascara o erro.

Kerygm@ - Qual será o papel dos meios de comunicação de massa no cumprimento das profecias bíblicas?

Prof. Dorneles – A mídia vai potencializar a proclamação da última mensagem de salvação. Quando o mundo for sacudido pela pregação das verdades bíblicas anunciadas no contexto da ascensão dos poderes imperialistas americanos e romanos juntos, todas as pessoas verão essas verdades como altamente coerentes. Ellen White afirma que no contexto do engano final, a verdade terá um poder de atração nunca visto antes. Vamos ver gente inteiramente secularizada reconhecendo a legitimidade das verdades bíblicas e crendo nelas. Isso vai ser algo impressionante, de causar arrepio.

Kerygm@ - Afinal, Bento 16 será o último papa? Por quê?

Prof. Dorneles - Ninguém pode saber. Não há períodos proféticos definidos posteriores ao final dos 2.300 e 1.260 anos de Daniel e Apocalipse. No período do tempo do fim, iniciado em 1798 e 1844, Cristo está às portas, não sabemos, porém, quando Ele será visto. Os acontecimentos, contudo, indicam que está muito próximo mesmo.


Fonte - Kerigma

sexta-feira, 22 de setembro de 2006

No domingo, Dia do Senhor

Na pastoral destes últimos anos, o domingo se converteu em um grave problema, não só nos planos religioso e pastoral, mas também no cultural, social, político e econômico. Quando tentam realizar uma aproximação a este tema, não entram em causa somente a vivência da fé e o compromisso propriamente pastoral, mas sim toda a complexidade da malha social.

Diante de tal panorama nos perguntamos como entender realmente o domingo? O que é? O Catecismo da Igreja Católica nos dirá: "A Igreja, da tradição apostólica que tem sua origem no mesmo dia da ressurreição de Cristo, celebra o mistério pascal a cada oito dias, no dia que se chama com razão "dia do Senhor" ou domingo. O dia da Ressurreição de Cristo é de uma vez o "primeiro dia da semana", memorial do primeiro dia da criação, e o "oitavo dia" em que Cristo, depois de seu "repouso" do grande Sabbat, inaugura o Dia "que faz o Senhor", o "dia que não conhece ocaso". O "banquete do Senhor" é seu centro, porque é aqui onde toda a comunidade dos fiéis encontra o Senhor ressuscitado que os convida a seu banquete... [b]Para os cristãos deve ser o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor ("Hé kyriaké hémera", "dies dominica"), o "domingo"" (CIC, 1166.2174)[/u]. É mediante a Ressurreição do Senhor que no domingo é estabelecido como o dia privilegiado, como o dia da Reconciliação.

Apesar disto há quem critique fortemente à Igreja católica por ter trocado o preceito bíblico do descanso sabático, substituindo assim o ensino divino com preceitos humanos, tomando a liberdade de converter o domingo como o Dia dos dias, o Dia principal. Isto é verdade?

Para responder a esta crítica repassemos rapidamente os inícios da história de maneira que possamos entender o significado do sábado: "Deus concluiu no sétimo dia a obra que fizera e no sétimo dia descansou, depois de toda a obra que fizer. Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, pois nele descansou depois de toda sua obra de criação..." (Gén 2, 2-3). Este dia, o último dia da criação, onde Deus tinha terminado sua obra criadora foi declarado dia santo e dia de descanso no Monte Sinai; o dia para recordar a aliança de Deus com seu povo. "Recorda o dia do sábado (sabbath = descanso) para santificá-lo. Seis dias trabalhará, mas nos sétimo dia é dia de descanso para Yahvé, seu Deus. Não fará nenhum trabalho..." (Ex 20, 8, 10). Os elementos que podemos extrair do relato da Criação da Sagrada Escritura são os seguintes:

A. Último dia da criação.

O dia do descanso é "abençoado" e "santificado" por Deus, ou seja, separado dos outros dias para ser, entre todos o "dia do Senhor". É um dia para nos ocuparmos das coisas santas e não das profanas, trabalhar seria "profanar" o dia santo.

B. Dia de libertação.

Na sábado se estabelece como lei de libertação no Monte Sinai (ver Dt 5,15). Yahvéh quer que os judeus festejem o dia de sua libertação e do poder de Deus.

C. Dia santo e santificado por Deus.

O dia do descanso é "abençoado" e "santificado" por Deus, ou seja, separado de outros dias para ser, entre todos, o "dia do Senhor". É um dia para nos ocuparmos das coisas santas e não das profanas, trabalhar -para o judeu- seria "profanar" o dia santo

D. Dia consagrado a Yahvé.

O Senhor do sábado é Yahvé, os judeus chamavam de o dia do Yahvé, o dia consagrado a Yahvé (ver Ex 16, 23- 25).

Depois de ter visto tudo isto alguém poderia perguntar: há uma oposição entre o dito no Antigo Testamento e o anúncio do Senhor Jesus? Não há nenhuma oposição, todos os elementos que repassamos encontram sua plenitude com a vinda do Senhor Jesus; analogamente -sendo conscientes da limitação da analogia- é como se primeiro tivesse um televisor branco e preto onde o que se vê é a imagem tal como é mas logo tem um televisor a cores onde o que vê é a mesma imagem mas de maneira mais nítida e mais clara. O Papa João Paulo II menciona na carta apostólica Dies Domini: "no domingo, pois, mais que uma "substituição" do sábado, é sua realização perfeita, e em certo modo sua expansão e sua expressão mais plena, no caminho da história da salvação, que tem seu auge em Cristo... O que Deus obrou na criação e o que fez por seu povo no Êxodo encontrou na morte e ressurreição de Cristo seu cumprimento... É em Cristo que se realiza plenamente o sentido espiritual do sábado, como destaca São Gregório Magno: "Nós consideramos como verdadeiro sábado a pessoa de nosso Redentor, Nosso Senhor Jesus Cristo"" (Dies Domini, 18). Entre os elementos mais importantes sobre este ponto estão:

A. Jesus Cristo é o Senhor do sábado.

Os judeus se zangavam com Jesus porque trabalhava na sábado curando às pessoas. (Ver Mc 3, 1). Jesus se defende afirmando que Ele é "o Senhor do sábado". (ver Mc 2, 23-28). Com seu exemplo, o Senhor nos ensina que no sábado devemos trabalhar fazendo o bem a outros, porque a caridade não tem tempo, está por cima de outros mandamentos.

B. no domingo é o dia da fé, para confessar que "Jesus é o Senhor".

Jesus Cristo ao declarar-se Senhor do sábado, adjudica-se, além disso, um título divino, por isso os fariseus queriam matá-lo. No domingo é o dia em que os cristãos confessam a divindade e o senhorio de Cristo; nesse dia Tomé confessou sua divindade e senhorio: "meu senhor e meu Deus" (ver Jo 20,26-28). Ao trocar o dia de culto, confessamos Jesus como Deus e Senhor do tempo e da história.

C. Deus segue trabalhando.

O Antigo Testamento diz que Yahvé descansou de toda obra criadora, o Novo Testamento nos revela que Deus segue trabalhando (ver Jo 5,17). Se segue trabalhando, quer dizer que a obra de Deus não acabou no sábado. O pecado de Adão introduziu desordem no mundo e era necessário um dia mais de trabalho e um novo dia de descanso.

D. Um novo dia.

Com Cristo se inaugura um tempo novo e definitivo. Ele é o Alfa e o Omega, e como no domingo é o primeiro dia da semana e o último da criação. A Sagrada Escritura o chama e a Igreja o proclama: O dia do Senhor (ver Ap 1, 8.10).

E. Nova Criação.

Já com o profeta Isaías se prediz uma nova criação (ver Is 65,17). E qual é a Nova Criação? A nova criação é a iniciada com a ressurreição de Cristo porque ele é o primeiro nascido dentre os mortos, ele é o princípio dessa nova criação (ver Col 1,18).

Por último deve ficar muito claro que no domingo é "o dia do Senhor, o dia da Ressurreição, o dia dos cristãos, é nosso dia. Por isso é chamado dia do Senhor: porque é neste dia quando o Senhor subiu vitorioso junto ao Pai. Se os pagãos o chamarem dia do sol, também o fazemos com gosto; porque hoje amanheceu a luz do mundo, hoje apareceu o sol de justiça cujos raios trazem a salvação" (CIC, 1166).


Fonte - ACI

quarta-feira, 20 de setembro de 2006

Grupo religioso diz que papa não é bem-vindo na Turquia

Talvez a resposta pretendida no artigo anterior, possa ser dada por atos e não palavras...

19 de setembro de 2006 - 18:14

Manifestantes ameaçaram pedir a prisão de Bento XVI; atirador turco que tentou assassinar João Paulo II também aconselhou o papa a não visitar o país

AP

ROMA - Um dia após bispos católicos turcos confirmarem a visita do papa Bento XVI ao país, grupos religiosos protestaram em Ancara nesta terça-feira pedindo a retratação do pontífice por suas declarações consideradas ofensivas ao Islamismo. Os manifestantes, que pertencem a uma união de trabalhadores religiosos, exigiram do ministro da Justiça da Turquia a prisão do papa na sua chegada, caso ele se recuse a pedir desculpas. A visita de Bento XVI está programada para novembro.

Em um episódio paralelo, o atirador turco que tentou assassinar o papa João Paulo II em 1981 e hoje está preso em uma prisão da Turquia, Mehmet Ai Agca, também aconselhou o papa Bento XVI a não visitar o país. Em carta publicada no jornal italiano La Reppublica, Agca disse que o papa corre o risco de ser morto. "Sua vida está em perigo, não venha à Turquia", adverte ele, depois de observar que escreve como alguém que conhece bem a questão.

A carta do homem que tentou assassinar João Paulo II foi interpretada em Roma como uma advertência amiga a Bento XVI. Agca, que recebeu na cela a visita de João Paulo II, dois anos após o atentado, repudiou mais tarde o seu crime.

A origem dos protestos dos muçulmanos foi o discurso realizado no último domingo, no qual o pontífice citou um texto medieval que caracterizava alguns ensinamentos de Maomé como "maus e desumanos".

O editor-chefe do jornal turco The New Anatolian, Ilnur Cevik, comentou nesta terça que Bento XVI deverá convencer os cidadãos turcos com "sensibilidade religiosa" de que ele não é um inimigo do Islã. "Será muito difícil para o povo turco oferecer uma boa recepção, caso o papa falhe nessa tarefa", afirmou o jornalista.

Na Turquia, o comentário de Bento XVI reforçou a visão difundida de que o papa é hostil à entrada do país na União Européia (UE). Quando ainda era o cardeal Joseph Ratzinger, o papa questionou se a UE deveria abrir suas portas para o país de maioria muçulmana, dizendo que sua adesão poderia ser incompatível com a cultura européia.

Cevik disse que a visita papal seria uma oportunidade de "dissipar preconceitos de ambos os lados". "O papa deve observar o fato de que a Turquia secular e sua imensa população muçulmana pode ser o diferencial para a UE", afirmou ele.


Fonte - Estadão

Será que o discurso sobre violência e Islã foi um equívoco de Bento 16?

Dadas as conclusões do articulista - O que o novo papa está pedindo é um diálogo fundamentado na "razão": haverá, sim ou não, germes de violência nos textos sagrados? - imagino que um sim, autoriza in continenti, sejam os islâmicos perseguidos por serem contrários a paz. Ou não?

20/09/2006
Henri Tincq

Terá o novo papa cometido o seu primeiro equívoco? Diante da enxurrada de reações que o seu discurso de Ratisbona, na Alemanha, pronunciado em 12 de setembro - numa palestra intitulada "Fé, Razão e Universidade: Memórias e Reflexões" - por ocasião da sua visita a este país, despertou no mundo muçulmano, as suas declarações deixaram mais de um cristão perplexo. Muitos se perguntam até agora por que ele resolveu pinçar na história do Islã exemplos de contradição entre a fé e a razão, como se estes não existissem na longa série das querelas teológicas internas inerentes ao cristianismo, e que não raro se revelaram cruéis.

Por que será que ele não procurou fazer a faxina em frente à sua própria
porta em vez de ir buscar argumentos na literatura das controvérsias? Por que ter resgatado a polêmica levantada por um tal de Manuel Paleologus, um imperador bizantino do século 14, que proferia diatribes contra o Islã enquanto a ameaça turca estava às portas de Constantinopla? Ou aquela de Ibn Hazm, um autor espanhol do século 11 que condenava toda especulação teológica, mas que nunca fez escola no pensamento islâmico?

Por sua vez, os muçulmanos mostram-se indignados, a justo título, com o fato de o papa ter ido buscar seus elementos de argumentação contra a violência religiosa em contextos históricos assim datados ou em correntes marginais do Islã. Poucos são os que conseguem entender tamanho despautério em meio a um contexto de relações tão conturbadas entre o Islã e o Ocidente.

Bento 16, nascido Joseph Ratzinger, oriundo da grande tradição teológica
alemã (católica e protestante), foi um universitário consumado e brilhante e, durante o reinado de João Paulo 2º, um guardião muito ortodoxo da doutrina romana. Mas será que alguém poderia imaginar que a sua inexperiência política se revelasse tão evidente, e num prazo tão curto depois da sua eleição de abril de 2005 para o trono de Pedro?

Algumas semanas depois da sua ascensão ao topo da Igreja, ele havia
enumerado os nomes dos Estados vítimas do terrorismo, sem citar aquele de Israel, atraindo contra ele vivas críticas por parte de Jerusalém. Em 28 de maio, por ocasião da sua primeira visita na qualidade de papa alemão a Auschwitz, ele havia também atribuído a Shoah às exações de um "grupo de criminosos" nazistas, sem evocar a responsabilidade do povo alemão. E ele havia discursado em memória aos seis milhões de vítimas polonesas da guerra, sem precisar que metade deles eram judeus. Diante da emoção que isso suscitou na comunidade judaica, ele havia corrigido suas declarações.

Mais do que em inexperiência, é em desconfiança que é preciso falar a
respeito deste papa.
O seu secretário de Estado, o número dois da Cúria,
encarregado da diplomacia do Vaticano, foi recrutado por decisão própria, contrariamente a todos os costumes da casa, fora do rol dos muitos diplomatas de profissão aptos para esta tarefa. Bento 16 preferiu optar por alguém da sua confiança, escolhendo um outro teólogo próximo a ele, o cardeal Tarcisio Bertone, que fora o seu cúmplice na congregação da doutrina da fé.

Recentemente, Bento 16 explicou a confidentes que ele estava assustado com a incompetência dos núncios apostólicos. Aquele de Washington, por exemplo, nunca havia enviado qualquer relatório para Roma, e muito menos para ele, antes que arrebentasse o escândalo dos padres pedófilos nos Estados Unidos! Mas o papa não pode continuar confiando apenas no seu próprio faro e no seu apreço pela confrontação intelectual. Um diplomata astucioso do seu entourage poderia ter adivinhado a exploração que seria feita nos países muçulmanos das infelizes citações da sua "aula magistral" universitária em Ratisbona.

Bento 16 manifestou o seu "pesar", mas ele não apresentou nenhum pedido de desculpas. Para ele, trata-se de um mal-entendido lamentável. Mas - conforme o ciclo infernal instaurado por toda polêmica -, os países muçulmanos esperam que ele se retrate e se arrependa. Assim como fizera João Paulo 2º que havia manifestado seu "arrependimento" pelos crimes cometidos no passado pela Igreja: o anti-judaísmo das origens cristãs, as Cruzadas, a Inquisição, a guerra contra os protestantes. Mas um tal pedido de desculpas, a ser apresentado assim, "a quente", perante o Islã, seria um fato sem precedente na história da Igreja. Pode-se imaginar as vantagens que extremistas de toda laia tirariam desse "mea culpa" do papa para com os muçulmanos, assim como os riscos de incompreensão radical por parte dos católicos.

Um diálogo fundamentado na "razão"

Aquele foi um erro na forma, sem dúvida. Mas terá sido um erro quanto ao fundo da questão? Do ponto de vista do papa Ratzinger, certamente não. O discurso de Ratisbona não é produto de um acaso. Ele é o fruto de um encaminhamento que lhe é próprio em relação ao diálogo inter-religioso e que não se parece com as vias que haviam sido abertas por João Paulo 2º.

Bento 16 não renega as opções que foram feitas já no concílio Vaticano II (1962-1965) em favor do reconhecimento das outras religiões não cristãs e da abertura de um diálogo com elas. Mas ele sempre preferiu ficar distante dos encontros das religiões em Assis que haviam sido convocados por João Paulo 2º, neles enxergando um risco de sincretismo (fusão de elementos de doutrinas diferentes) e de diluição da identidade católica.

Mal Bento 16 foi eleito papa, ele afastou o responsável das relações com o Islã, um Padre branco, experiente veterano de um diálogo considerado por demais convencional e que não corresponde a um sentimento profundo. Então, em nome de uma concepção mais cultural do que teológica da relação com o Islã, ele fundiu no Vaticano os dois "ministérios", da cultura e do diálogo inter-religioso. Logo depois do caso das caricaturas de Maomé, do assassinato de padres na Turquia e das violentas manifestações anticristãs em alguns países muçulmanos, aquela dupla decisão tivera o valor de um sinal. O diálogo com o Islã seria colocado no contexto de uma maior firmeza.

Portanto, o que o papa quis dizer exatamente em Ratisbona? Que o diálogo devia ser franco. Estava encerrada a fase do diálogo dos bons sentimentos, dos abraços, dos apelos solenes e sedutores, tão repetitivos quanto ineficazes, para a paz das religiões como forma de antecipar a paz do mundo.

O que o novo papa está pedindo é um diálogo fundamentado na "razão": haverá, sim ou não, germes de violência nos textos sagrados? Haverá, sim ou não, no Islã assim como nas outras confissões, instâncias críticas capazes de permitir uma hermenêutica livre - um direito de interpretação - dos textos? Haverá, sim ou não, autoridades magisteriais capazes e livres de enunciar o direito, de denunciar os excessos, de perseguir o fundamentalismo?

Então, sob o pretexto de que está havendo uma islamofobia ambiente, ou de que qualquer declaração corre o risco de ser utilizada em seu proveito por grupos radicais, será mesmo o caso de se calar em relação a essas questões?

Muitos são os muçulmanos moderados, que eles sejam ou não intelectuais, que se perguntam exatamente isso a cada dia que passa, de maneira aberta ou clandestina, por medo de represálias.

Além disso, o Islã deve estar se sentindo muito frágil. Isso porque, diante de cada interpelação externa, de onde quer que ela provenha - seja de um escritor tal como Salman Rushdie, dos caricaturistas dinamarqueses, e hoje do papa -, ele não encontra outro recurso, a não ser aquele da emoção transmitida pelo "Islã conectado a satélites" (os canais Al Jazeera ou Al-Arabiya, hoje o mais influente). Como explicar de outro modo que diante de qualquer contradição o mundo muçulmano não tenha outra forma de resposta a não ser gritar que um insulto foi proferido contra o profeta?

Tradução: Jean-Yves de Neufville
Visite o site do Le Monde ( http://www.lemonde.fr/ )


Fonte - UOL

Ecumenismo avançado

VOCÊ SABIA QUE...

O processo do ecumenismo está em estágio avançado, e pelo andar da carruagem, ainda que fosse possível aos ossos de Lutero sacudir a sepultura onde se encontram, em sinal de protesto, dificilmente o processo poderia ser revertido.

OS FATOS:

1. Na estratégia do Vaticano, um papa alemão eleito seria o ideal para fazer avançar o atual estágio do ecumenismo. Não por acaso, Bento XVI já fez duas viagens a sua terra natal. Na primeira, entre os dias 18 a 21 de agosto de 2005, o “bispo dos bispos” de Roma deixou claro que a Igreja Romana não mudou em nada desde a reforma, fato comprovado pela decisão de oferecer indulgências aos católicos conterrâneos e irmãos de sangue do reformador – quem, é bom lembrar, combateu arduamente as tais indulgências.


2. Na segunda viagem (09 a 14 de setembro de 2006), os esforços ecumênicos receberam uma ajuda benevolente do presidente da Alemanha, o protestante Horst Kohler, que no discurso de boas-vindas ao chefe católico feito por ele no sábado, no aeroporto de Munique, não só se dirigiu a ele como o “Supremo Pastor da Igreja Universal”, como também afirmou que “especialmente na Alemanha, que foi o berço da reforma evangélica, o desejo de muitos cristãos é um impulso decidido ao entendimento ecumênico”.

3. Deve-se lembrar que o presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, órgão responsável pela aproximação de todas religiões com Roma, também é alemão – o cardeal Walter Kasper. E que a Federação Luterana Mundial praticamente anulou suas diferenças com a Igreja Católica assinando em 1999 a Declaração Conjunta Sobre Justificação Pela Fé.

Tudo indica que o vôo para a consumação do ecumenismo obrigatoriamente tenha que fazer escala na Alemanha. Será que a obra de Lutero terá sido em vão?

“Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto [volta de Cristo] não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus”. II Tessalonicenses 2:3 e 4

Fonte - Blog Minuto Profético

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Religião estatal

Tuesday, September 05, 2006

Religião estatal

VOCÊ SABIA QUE...

O princípio da separação Igreja-Estado, que é a base da liberdade religiosa, será violado, e uma forma de Estado-Eclesiástico vai ser estabelecida?

“Faz com que a Terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada.” Apocalipse 13:12

O mundo presenciará em breve a imposição de leis religiosas pelo poder do Estado. E o caminho já está sendo sutilmente preparado para atingir esse objetivo.

OS FATOS:

1. Referindo-se ao atual presidente norte-americano, George W. Bush, a FolhaOnline afirmou que “críticos enxergam em sua gestão a maior ofensiva já feita contra a separação entre igreja e Estado”, isso porque o presidente “propôs canalizar recursos sociais para entidades religiosas, autorizar preces e sermões em escolas públicas, subsidiar faculdades geridas por grupos religiosos e financiar o trabalho de entidades religiosas em presídios”.

2. O governo da Inglaterra, por meio da ministra Ruth Kelly, está financiando escolas religiosas com dinheiro público, e isso tem gerado protestos por parte daqueles que acreditam que a separação Igreja-Estado está sendo violada.

3. A Rússia também está seguindo pelo mesmo caminho, e adotará em quatro regiões do país o ensino obrigatório de religião nas escolas públicas (usando verbas públicas).

4. Nos Estados Unidos, desde 1997, o governo tem financiado o projeto “Silver Ring Thing” (Coisa do Anel de Prata), que visa a conscientizar os jovens quanto à importância de permanecerem virgens até o casamento. Aqueles que aceitam o desafio são orientados a usar um anel de prata no dedo para demonstrar publicamente sua decisão. O problema, de acordo com entidades que lutam pela separação entre Igreja e Estado, é que o projeto, na prática, faz proselitismo e extrapola completamente o papel do Estado.

A história tem demonstrado que, para segurança da sociedade, o Estado deve preocupar-se tão somente com os deveres do cidadão para com outros cidadãos, e não deve, em hipótese alguma, legislar sobre os deveres do cidadão para com Deus.


http://minutoprofetico.blogspot.com/2006/09/religio-estatal.html

Poder opressivo

VOCÊ SABIA QUE...

Imediatamente antes do retorno de Cristo será formado, em âmbito global, um poder totalitário baseado no coletivismo, o qual vai oprimir as consciências individuais e restringir as liberdades civis?

“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”. Apocalipse 13:16 e 17

OS FATOS:

1. Depois do 11 de Setembro, sob o pretexto de combater o terrorismo, os Estados Unidos decretaram a Lei Patriótica, que reduz perigosamente as liberdades individuais. A partir de então, os cidadãos podiam ter suas ligações telefônicas monitoradas sendo até mesmo desnecessária uma ordem judicial.

2. Em nome do combate à violência urbana, o Brasil também tem sugerido caminhos perigosos para as liberdades civis. Exemplo disto aconteceu logo após os ataques do PCC, no mês de maio, quando um intelectual acadêmico sugeriu que o presidente do Brasil decretasse o Estado de Defesa. Para saber mais as implicações do Estado de Defesa, clique aqui.

3. Na última quinta-feira (10/08), a atenção da mídia no mundo se voltou para a cidade de Londres, onde a polícia disse ter evitado um grande ataque terrorista. Os aeroportos foram fechados, os vôos cancelados, causando muita dor de cabeça para os passageiros. A polícia britânica afirmou ter provas da intenção dos terroristas de usar explosivos líquidos para derrubar os aviões com destino aos Estados Unidos. Medidas de segurança foram tomadas. E a cena que mais chamou a atenção foi a que mostra os passageiros obrigados a abrir suas bagagens para inspeção e tendo que descartar todas as embalagens contendo líquidos ou gel. (Confira aqui, aqui e aqui.)

4. Ainda sobre o incidente em Londres, o jornal Folha de S. Paulo, de 11 de agosto de 2006, publicou entrevista com um especialista em “terrorismo e contraterrorismo” da Universidade de Columbia, em Nova York. Perguntado sobre qual a saída para evitar ataques terroristas, sua resposta foi enfática: uso de “espionagens que violam as liberdades civis”.

5. Um exemplo atual de alguém que colocou as convicções pessoais (consciência) acima do consenso coletivo pode ser encontrado na guerra entre Israel e o Líbano, iniciada em 12 de julho passado. O capitão Amir Pasteur, 32 anos, do exército de Israel, recusou-se a participar dos ataques ao Líbano pelo fato de os militares israelenses estarem atacando também os cidadãos civis. “Participar dessa guerra vai contra os valores com os quais fui criado”, justificou o capitão. Além de interromper o doutorado que estava fazendo, também ficará preso por 28 dias, como conseqüência da escolha que fez (Jornal do Brasil, 13 de agosto de 2006).

“Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” Apocalipse 2:10


http://minutoprofetico.blogspot.com/2006/08/poder-opressivo.html

Controle mundial

VOCÊ SABIA QUE...

Antes de impor a marca da besta, o poder opressor desenvolverá meios de controlar os hábitos de vida da população?

“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.” Apocalipse 13:16 e 17

Ninguém constrói uma casa de uma só vez. O projeto escolhido sempre é executado em etapas. Primeiro o alicerce, depois as paredes, o telhado... Assim, também, a Babilônia do Apocalipse – aquele poder opressor que vai restringir as liberdades civis e impor a marca da besta – executará seu diabólico plano em etapas pré-definidas, calma e eficientemente, até atingir o acabamento final.

OS FATOS:

1. O primeiro passo para conseguir o controle total dos hábitos de vida das pessoas seria desenvolver uma tecnologia para armazenamento e identificação eletrônica de dados, e, com ela, o possível rastreamento de objetos, de animais e até mesmo de pessoas.

2. Em seguida, após comprovar os “benefícios” dessa nova tecnologia, deve-se estimular o seu uso para múltiplas finalidades:

a) Ajudar na localização de animais domésticos perdidos.

b) Melhorar a qualidade e a segurança dos produtos de origem animal: até o fim de 2007, todo o gado do Brasil estará usando um microchip, de acordo com o Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (SISBOV).

c) Substituir o uso de dinheiro em estabelecimentos comerciais.

d) Facilitar o atendimento médico para determinados pacientes.

e) Controlar o acesso de pessoas a áreas de segurança.

f) Facilitar a arrecadação do dízimo e das ofertas em igrejas.

g) Monitorar a entrada e saída de imigrantes nos Estados Unidos.

h) Monitorar os condenados em regime de liberdade condicional.

i) Para combater o roubo de carros e a inadimplência do IPVA, o governo brasileiro adotará o uso de microchips em toda a frota nacional de veículos.

j) Criar certas “facilidades” no dia-a-dia das pessoas.

3. E, finalmente, usar o “medo” como arma para persuadir aqueles mais resistentes ao uso do microchip implantável. Na Inglaterra, em 2002, houve uma onda “misteriosa” de crianças seqüestradas , e os pais apavorados disseram estar dispostos até mesmo a colocar um microchip em seus filhos para prevenir seqüestros. Depois dos incidentes com as crianças seqüestradas, um especialista em cibernética veio a público apresentar a solução ideal para os pais aflitos. Imagine qual foi...

Embora o microchip implantado não seja a “marca da besta” em si, pode-se afirmar que a popularização do seu uso está contribuindo em grande medida para criar as condições necessárias para o controle dos hábitos e costumes da população mundial.

“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos.” Romanos 13:11.


http://minutoprofetico.blogspot.com/2006/08/controle-mundial.html

O profético mundo novo

A revista Veja desta semana (6/09) traz como matéria de capa uma análise das 50 principais mudanças ocorridas no mundo após os atentados terroristas que levaram abaixo as Torres Gêmeas, nos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, e inauguraram a guerra contra o terror.

Quero destacar aqui algumas dessas mudanças que parecem ter relação mais direta com o panorama profético pintado pela Bíblia e que aponta para a breve volta de Cristo.

Os autores da reportagem, Diogo Schelp e Isabela Boscov, afirmam que “os Estados Unidos assumiram um papel que já vinham desempenhando com timidez durante a década de 90, nos anos que se seguiram ao fim da Guerra Fria: o de potência imperial, imbuída da missão de levar estabilidade ao mundo”. Exatamente como havia sido anunciado na profecia de Apocalipse 13 (que descreve, entre outras coisas, o papel hegemônico e dominador da segunda besta).

“Para impedir novos ataques terroristas”, prossegue a matéria, “governos e empresas resolveram colocar em prática medidas de segurança que têm como efeito colateral reduzir a liberdade e a privacidade dos cidadãos. Nos Estados Unidos, os agentes de inteligência podem grampear ligações telefônicas, vasculhar e-mails e inspecionar extratos bancários sem precisar de indícios consistentes de que a pessoa investigada é suspeita. Na Inglaterra, a lei foi alterada para que a polícia possa manter possíveis terroristas presos por 28 dias, sem provas.” Isso também já estava anunciado no Apocalipse.

Note outras conseqüências:

Os gastos militares voltam aos tempos da Guerra Fria
O orçamento de defesa americano bateu perto de 440 bilhões de dólares. É mais que nos tempos da URSS

Nem na Guerra Fria os gastos americanos foram tão grandes quanto nesta era de combate ao terror. O orçamento reservado para o Departamento de Defesa em 2007 é de 439 bilhões de dólares, 48% mais do que em 2001. Com outros itens embutidos na legislação, ele pode somar 580 bilhões. Esses gastos se voltam para a tecnologia: o número de soldados americanos é hoje um terço menor do que uma década atrás.

Religião na trincheira
Matar e morrer em nome de Deus virou lugar-comum

A moda macabra do mártir muçulmano ganhou impulso em 1982, quando um membro da milícia Hezbollah matou 75 pessoas num ataque suicida a um prédio do Exército israelense. Calcula-se que apenas o Hezbollah tenha gerado 1.200 mártires entre 1982 e 1998, e hoje também mulheres e crianças se suicidam – sempre com a idéia de lutar por Alá e chegar ao paraíso.

A banalização da morte violenta
O número de mortos em ataques terroristas aumentou cerca de 1.000% em relação à década passada

Em 2005, o terror fez 8.359 vítimas, dez vezes mais que a média da década de 90. Essa escalada enterra a esperança de um período de relativa paz no mundo, que o fim da Guerra Fria parecia prometer.

O medo vem pelo correio
Cartas com anthrax fizeram com que o modo de manipular correspondências mudasse no mundo inteiro

No ataque bioterrorista mais conhecido, cartas com o bacilo provocaram cinco mortes nos Estados Unidos, após o 11 de Setembro. No Brasil, funcionários dos Correios usam luvas para manusear a correspondência.

Os chips contra o terror
Até 2010, todos os países deverão adotar documentos de viagem com leitura digital

Vigiar a entrada e a saída de pessoas tornou-se prioritário para a segurança nacional. Em quarenta países, os passaportes já ganharam um chip para evitar falsificações. Até 2010, todos os países deverão ter documentos com leitura digital. (Leia mais aqui.)

O Big Brother aconteceu
Câmeras seguem os passos dos cidadãos e identificam ações suspeitas

Em todo o mundo, equipamentos de vigilância foram instalados em locais de grande concentração de pessoas. No metrô londrino, palco de um atentado que fez 56 vítimas em 2005, 6 mil câmeras vigiam os transeuntes.

Ressurge o “cavaleiro solitário”
Os Estados Unidos passaram a ignorar acintosamente as Nações Unidas e a agir unilateralmente

Há muito considerada um fórum irrelevante para lidar com as tensões surgidas no palco internacional, a ONU ainda não se recuperou do baque de os Estados Unidos decidirem invadir o Iraque em 2003, mesmo sem contar com autorização formal do organismo.

Os EUA se assumiram como império
Da esquerda à direita, os americanos perderam a relutância em aceitar o rótulo

Colosso militar e tecnológico, os Estados Unidos sempre hesitaram em se definir como império. A presença prolongada de forças americanas no Afeganistão e no Iraque fez com que a maioria dos americanos reconhecesse esse papel – ainda que para deplorá-lo. (Leia mais aqui.)

O campeão das liberdades as cerceia
O governo americano ampliou os poderes para vigiar, investigar e prender cidadãos

Os direitos individuais nos Estados Unidos, país cuja Constituição é um dos pilares da democracia moderna, sofreram um duro golpe com a aprovação do Patriot Act, em 2001. O pacote de leis permite ao governo monitorar conversas telefônicas de suspeitos de terrorismo sem necessidade de autorização judicial. Também permite manter estrangeiros presos por até sete dias sem acusação formal.

Nota: Do ponto de vista puramente histórico e político, esse pode ser mesmo um mundo novo, imerso no medo e na corrosão das liberdades individuais. Mas no panorama profético, é tão-somente mais uma evidência de que o que a Bíblia vem anunciando há milênios é a mais pura verdade. E Jesus logo vai voltar!


Fonte - Blog do Michelson Borges

Lutero

Lutero disse, “Temos, outrossim, a resposta a esta pergunta, 'O que é o Papa?' Concluímos que 'o Papa é o ANTICRISTO'. A despeito disso, portanto, resta um renitente e último tema de inquirição… Porque a chama em meu espírito tem acendido em face disso? É que sob (eu creio) a direção divina, eu tenho ateado fogo em todas as ordenações do Papa, ainda que seja do ‘mui sagrado Pai em Cristo', do seu ‘vice-deus na terra', e tenho as queimado como sendo os dogmas do ANTICRISTO” ( Martin Luther, The Pope Confounded and His Kingdom Exposed or Revelation Of Antichrist , Traduzido pelo Rev. Henry Cole , originalmente escrito em 1521).

Fonte - Apuritans Minds

Os 1260 dias

Entendemos que não aconteceu "há" 1260 anos, mas "por" 1260.
De 538 dC a 1798 dC.

Os textos:


Daniel 7:25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.
Um tempo = 1 ano
Um tempo + Dois Tempos + ½ Um tempo = 3 ½ Tempos = 3,5 anos
Um ano = 360 dias x 3,5 = 1260 dias


Apocalipse 13:5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses;
42 Meses x 30 dias = 1260 dias

Apocalipse 12:6 A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias.
Pediria mais uma vez que lesse o site judeu q indiquei, que em parte defende o q foi alegado aqui. Indico este para não dizerem que estou citando fontes ligadas ao meu credo.

Princípio dia/ano:

Números 14:34 Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos e tereis experiência do meu desagrado.
Ezequiel 4:7 Quarenta dias te dei, cada dia por um ano. Voltarás, pois, o rosto para o cerco de Jerusalém, com o teu braço descoberto, e profetizarás contra ela.


Sobre o período de 538 a 1798:

A perseguição aos santos
Durante os 1260 anos de perseguição, a bíblia relata que os santos estavam protegidos por D-us no deserto (Ap 12:6). A seguir, veja o relato da Inquisição pela igreja católica, descrita na Enciclopédia Barsa
“O processo era sumário.
Mulheres, crianças e escravos eram admitidos como testemunhas de acusação, mas não de defesa...
Considerava o crime de judaísmo acender velas ou usar toalhas limpas no começo do sábado, abster-se de comer carne de porco ou peixe sem escamas e jejuar no Dia do Perdão (Yom Kipur) ou da rainha Éster.
O tribunal acolhia denúncias de quem quer que fosse, mesmo feitas por carta anônima, Depois de preso, o réu era submetido a longos interrogatórios, não lhe sendo comunicado o motivo da prisão, nem o crime de que o acusavam ou o nome do denunciante. O advogado de defesa era nomeado pelo Santo Ofício.
Os réus que se declaravam culpados eram “reconciliados” com a igreja...
Os réus acusados de crimes mais graves... eram entregues ao “braço secular” para a execução da pena capital, em geral na fogueira.
O papa Inocênio IV autorizou o uso da tortura quando se duvidasse da veracidade da declaração dos acusados.
A perseguição durou de 538 até 1798, quando tem fim o domínio papal.


http://www.yerushalaim.com.br/estudos/estudosVer.php?id=16

O selo

A besta é o império romano pagão. O sinal da besta pode ser qualquer ensino religioso que se originou dentro do paganismo. Por exemplo, destacamos dois princípios que honram ao deus-sol Ninrode ou seu filho Tammuz:
a) O die-solis, “domingo”, que o relembra semanalmente.
b) o “natal”, em 25 de dezembro, festival de inverno do hemisfério norte que celebrava as saturnais de Roma em honra ao nasci-mento do deus-sol invencível.

http://www.yerushalaim.com.br/estudos/estudosVer.php?id=21

Lutero, Calvino...

2. Um segundo ponto de vista admitiu que o Anticristo deve realmente aparecer em uma forma concreta, mas identificou esta forma concreta com o sistema do Papado. Lutero, Calvino, Zwingli, Melanchthon, Bucer, Beza, Calixtus, Bengel, Michaelis, e quase todos os escritores protestantes do Continente são citados como suportando este ponto de vista; o mesmo pode ser dito dos teólogos ingleses Cranmer, Latimer, Ridley, Hooper, Hutchinson, Tyndale, Sandys, Philpot, Jewell, Rogers, Fulke, Bradford, King James, e Andrewes. Bramhall introduziu qualificações na teoria, e após isso sua ascendência começou a se desvanecer entre os escritores ingleses. Nem se deve supor que a teoria Papa-Anticristo foi mantida por todos protestantes do mesmo modo; o Falso Profeta ou segunda Besta do Apocalipse são identificados com o Anticristo e o Papado por Aretius, Foxe, Napier Mede, Jurieu, Cunninghame, Faber, Woodhouse, e Habershon; a primeira Besta do Apocalipse tem esta posição na opinião de Marlorat, King James, Daubuz, e Galloway; ambas as Bestas são assim identificadas por Brightman, Pareus, Vitringa, Gill, Bachmair, Fraser, Croly, Fysh, e Elliott.

Fonte - Portal Anjo

Frei Edward Daschbach

Edward Daschbach, um sacerdote católico, explica que tomar a Bíblia literalmente exigiria admitir que a mulher que se assenta sobre a besta em Apocalipse 17 é a Igreja Católica Romana! Ele escreve: (Dave Hunt)
A Igreja, portanto, não aceita... a interpretação literal dos primeiros capítulos do livro de Gênesis... Quando os que advogam o criacionismo aplicam suas ferramentas fundamentalistas a este último livro [Apocalipse], a Igreja muitas vezes se torna alvo de veementes ataques.(2)
2. Frei Edward Daschbach, S.V.D., "Catholics and Creationism", Visitor (21 de outubro de 1984), 3.

http://www.chamada.com.br/mensagens/evolucao.html

Os Metodistas se unem à Declaração católico-luterana sobre a Doutrina da Justificação

ZENIT - O mundo visto de Roma
Código: ZP06072810
Data de publicação: 2006-07-28

Os Metodistas se unem à Declaração católico-luterana sobre a Doutrina da Justificação

SEUL, sexta-feira, 28 de julho de 2006 (ZENIT.org).- A Conferência Metodista Mundial, celebrada na Coréia do Sul, de 20 a 24 de julho, aderiu à Declaração conjunta sobre a Doutrina da Justificação Justificação, assinada em 1999 pela Igreja católica e a Federação Luterana Mundial.

O cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, que participou da Conferência, declarou que este gesto constitui «um dom de Deus» e «um dos principais êxitos do diálogo ecumênico», segundo a «Radio Vaticana».

Com esta declaração se supera um dos motivos teológicos de divisão que deram origem ao movimento da Reforma, promovido por Martinho Lutero.

Segundo o reverendo George H. Freeman, secretario do Conselho Metodista Mundial, o acordo «abre as portas à novas relações ecumênicas».

A Federação Luterana Mundial também manifestou seu apreço. Seu secretário geral, o doutor Ishmael Noko, desejou que outras comunidades cristãs, como as Igrejas reformadas, a Igreja anglicana ou a própria Igreja ortodoxa, possam chegar a esta posição comum.

No final do ano passado, ao receber uma delegação do Conselho Metodista Mundial –encabeçada por seu presidente, o bispo Sunday Mbang da Nigéria–, Bento XVI afirmou: «No Caso do Conselho Metodista Mundial expressar sua intenção de associar-se à Declaração Conjunta, contribuiria à reconciliação que desejamos ardentemente e seria um passo significativo à meta da plena e visível unidade na fé», apontou Bento XVI ao encontrar-se com a delegação do Conselho Metodista Mundial (Zenit, 9 de dezembro de 2005).

O movimento metodista, de caráter evangélico, herdeiro da Reforma protestante do século XVI se originou na Inglaterra do século XVIII como um movimento de renovação espiritual, missionário e social. Hoje está presente em cerca de cem países.


http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=93264

Eqüidade nas relações comerciais entre países é urgente, recorda Santa Sé ao G8

ZENIT - O mundo visto de Roma
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Código: ZP06071409
Data de publicação: 2006-07-14

Eqüidade nas relações comerciais entre países é urgente, recorda Santa Sé ao G8
Comunicado do Conselho Pontifício Justiça e Paz

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de julho de 2006 (ZENIT.org).- O Conselho Pontifício Justiça e Paz faz um chamado de atenção às grandes potências --que estão prestes a se reunir em São Petersburgo-- para que se comprometam na plena participação de todos os Estados nas negociações comerciais.

Assim se desprende do comunicado do dicastério -- difundido nesta sexta-feira -- sobre os resultados da Reunião Miniministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), celebrada em Doha (Qatar) em 29 e 30 de junho.

O documento é assinado pelo cardeal Renato Martino e pelo bispo Giampaolo Crepaldi, respectivamente presidente e secretário desse dicastério.

O texto -- do qual se faz eco o VIS («Vatican Information Service») -- lamenta que a reunião tenha concluído deixando as questões principais em suspenso, um fato que contrasta com «a intensidade do compromisso demonstrado pelos negociadores e o pessoal da OMC, de concluir Doha com um acordo geral».

O Conselho Pontifício Justiça e Paz reconhece a complexidade desse compromisso «devido à dificuldade objetiva de mediar entre tantos Estados com interesses e expectativas diferentes», mas também as esperanças que encerram, pelas quais manifesta seu apreço.

O tema principal de Doha, «a eqüidade nas relações comerciais», foi e continua sendo «uma preocupação principal da Santa Sé», lê-se no documento, que cita as palavras de Paulo VI, que em sua Encíclica «Populorum progressio» afirmou: «O comércio livre pode chamar-se justo só quando obedece às exigências da justiça social».

O documento sublinha a necessidade de regressar ao espírito que inspirou a Ronda de Doha há cinco anos, quando se chegou a uma declaração conjunta «sobre o desenvolvimento e o alívio da pobreza e ao compromisso específico de melhorar a participação eficaz dos países menos desenvolvidos no sistema comercial multilateral».

«As semanas que os negociadores têm agora para alcançar um acordo frente à conclusão positiva e eficaz da Ronda são uma oportunidade única», observa o dicastério.

E manifesta a esperança de que a próxima reunião do G8 que se celebrará em São Petersburgo «desemboque nas decisões políticas necessárias para transformar os pontos técnicos em pontos operativos».

«A urgência particular desta tarefa não pode ser encarada superficialmente, sobretudo levando em conta as sérias repercussões das relações comerciais dos seres humanos e sua dignidade. Por isso, nas negociações comerciais devem considerar sempre o impacto que provocam na família humana», alerta.

De 15 a 17 de julho, a cidade russa de São Petersburgo acolherá a reunião dos chefes de Estado e de Governo do G8, o grupo dos oito países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Itália, França, Reino Unido, Japão e Rússia.

Está prevista a apresentação de uma mensagem conjunta de cristãos, muçulmanos, judeus, budistas, hinduístas e xintoístas, destinada especialmente aos integrantes do G8 -- mas também para todos os crentes --, fruto dos trabalhos que a Reunião Mundial de Líderes Religiosos -- de cinqüenta países -- realizou a semana passada em Moscou (Zenit, 6 de julho de 2006).

Os termos... (2/3)

Os mandamentos da Lei de Deus
...

2. Por tanto, o seguimento de Jesus Cristo exige o cumprimento de seus Mandamentos: “não todo o que diz: Senhor, Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai” (Mt 7,21). Esses Mandamentos estão contidos no chamado “Decálogo” -que significa ‘dez palavras’-, e que resume e proclama a Lei de Deus. Por isso, o Magistério da Igreja ensina que é necessário o cumprimento dos Dez Mandamentos para obter a salvação, já que expressam os deveres fundamentais do homem para com Deus e para com seu próximo. Os mandamentos revelam obrigações graves; por exemplo, a proteção e inviolabilidade da vida, o respeito da mútua e indissolúvel doação conjugal, e o dever da procriação e educação dos filhos…

...

Fonte - Vaticano

O domingo: a Eucaristia e outras formas de vivência da fé
...

1. O domingo é o núcleo de todo o ano litúrgico; porque celebra a morte e a ressurreição do Senhor, que são o centro de toda a história e a fonte da qual emana toda graça salvadora. Assim foi entendido e celebrado pelos Apóstolos e pelas primeiras comunidades cristãs.
...


Fonte - Vaticano

A chamada... (3/3)

ZENIT - O mundo visto de Roma
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Código: ZP06070610
Data de publicação: 2006-07-06

Movimentos asseguram que chegou momento das famílias levantarem-se
Intervenções de alguns de seus representantes

VALÊNCIA, quinta-feira, 6 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Carl Anderson, cavaleiro supremo dos Cavaleiros de Colombo, suscitou aplausos nesta quarta-feira entre os participantes do Congresso Teológico-Pastoral sobre a Família com esta frase: «Chegou o momento em que as famílias devem levantar-se».

Anderson foi apresentado pelo cardeal Bernard Francis Law, arcebispo emérito de palavra não permitida, que indicou que os Cavaleiros de Colombo contam com 1,7 milhão de membros no mundo e no ano passado realizaram obras de caridade por um importe de 128 milhões de dólares e 62 milhões de horas de voluntariado.

Anderson, filósofo americano e membro da Academia Pontifícia para a Vida, centralizou sua intervenção neste encontro que prepara o Encontro Mundial das Famílias com Bento XVI, entre 8 e 9 de julho, na «família, além da ideologia».

Ante os 6.000 congressistas, ele fez uma análise histórica de como tanto a ideologia marxista como a liberal tradicionais consideravam a família como algo que impedia o progresso e devia desaparecer.

Contudo, rebateu Anderson, «a relação de convivência na família faz com que cada pessoa seja mais humana e mais plenamente pessoa. É uma instituição natural que surge do homem e da mulher. É uma relação inalienável que nasce da realidade humana concreta e não das ideologias».


http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=92185
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