sexta-feira, 14 de março de 2008

Os EUA e o aquecimento global


Acompanhando o noticiário sobre as eleições americanas, percebe-se a dificuldade de posicionamento do candidato republicano John McCain à presidência dos EUA em questões sensíveis, como por exemplo impostos, imigração, união de pessoas do mesmo sexo, células-tronco e... aquecimento global.

Isso mesmo, esta questão é relevante no processo eleitoral americano, o que se demonstra óbvio diante da histeria coletiva adotada pela mídia, nem sempre escorada em fatos mas muitas vezes em interesses, como se pode observar nos paradigmas contraditórios transcritos neste blog.

Mais do que ser relevante no processo eleitoral como um todo, é uma questão importante para o segmento conservador americano, que tem um peso enorme neste contexto e, para minha surpresa, daí o motivo de elaborar estas linhas, afirma que a questão tem fundo moral.

Isso mesmo, o The Philadelphia Inquire no artigo "McCain deve mudar suas perspectivas em questões sociais" de 13 de Março de 2.008, autoria da Rick Santorum, que em determinado ponto do artigo até admite que votará em McCain, afirma com todas as letras:

"Conservadores vêem todas as três questões como questões morais [casamentos, células-tronco e aquecimento global]. Sim, até mesmo o aquecimento global. Por quê? Porque muitos dos fanáticos do aquecimento global parecem adorar a criação em vez do Criador e ver o homem e suas ações como os únicos suspeitos pelas alterações da natureza." (Destaque nosso)
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Como se vê, de forma ABSOLUTAMENTE clara, a questão final da história desta terra, como há quase dois mil anos profetizado na Bíblia (Ap 14) será sobre adoração.
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Para fechar essas linhas, ainda no mesmo tema, dada a celeuma do 'disse-não-disse' do Vaticano acerca dos 'novos pecados capitais', agora negados, a despeito da negativa não ter ocupado 1% do espaço dado à afirmação, o Cardeal Sandoval, de Guadalajara afirmou:
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"os pecados são os mesmos, o que vai mudando é a matéria de aplicação"
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Em outras palavra e no contexto: Aquecimento global é questão moral e contribuir para o mesmo, pecado. EUA e Vaticano - a nova encíclica social vem aí - estão cada vez mais alinhados...

Ainda sobre a próxima encíclica papal

Lendo um blog católico, achei alguns interessantes ítens acerca da próxima encíclica, que ao que parece se chamará "Caritas in veritate". Dentre outros, destaco:

- Ela pode ter especialmente palavras "áridas" sobre o cuidado com o ecossistema e o uso irresponsável de recursos;
- Ela pode pedir grande austeridade no estilo de vida;
- Ela deve fazer inferências aos textos das Encíclicas Populorum progressio e Centessimus annus, além do Compendium of Social Doctrine.

Neste quadro, algumas conclusões imediatas:

- Confirmando uma tendência que temos discutido longamente neste espaço, o Vaticano deve enfiar de vez o pé nas questões ecológicas;
- Neste contexto e, como já sinalizado anteriormente, o domingo pode ser finalmente alinhado de forma oficial como alternativas à varios problemas de ordem social, especialmente no que concerne às questões do trabalho, que afetam a família e a paz, como já asseverado por este Papa, bem como no contexto de "combate" ao aquecimento global;
- A ratificar estas conclusões, citamos parte do texto da Centessimus annus, do Papa JPII e o Compêndio da Doutrina Social da Igreja:

9. A tais direitos, Leão XIII junta outro, sempre a propósito da condição operária, que considero necessário recordar expressamente, devido à importância que tem: é o direito de cumprir livremente os deveres religiosos. O Papa quis proclamá-lo no mesmo contexto dos outros direitos e deveres dos operários, e isso não obstante o clima geral que, também no seu tempo, considerava certas questões como pertencentes exclusivamente ao âmbito individual. Ele afirma a necessidade do repouso festivo, a fim de que o homem seja levado ao pensamento dos bens celestes e ao culto devido à majestade divina. Deste direito, radicado num mandamento, ninguém pode privar o homem: «a ninguém é lícito violar impunemente a dignidade do homem, e o Estado deve assegurar ao operário o exercício dessa liberdade».

Não se equivocaria quem visse, nesta clara afirmação, o gérmen do princípio do direito à liberdade religiosa, que foi depois objecto de muitas Declarações solenes e Convenções internacionais, bem como da nossa Declaração conciliar e do meu constante ensinamento. A propósito, devemos interrogar-nos se os dispositivos legais vigentes e a práxis das sociedades industrializadas asseguram hoje efectivamente o exercício do direito elementar ao repouso festivo.

Fonte - Vaticano

284 O repouso festivo é um direito. Deus « repousou de toda a obra que fizera » (Gên 2, 2): também os homens, criados à Sua imagem, devem gozar de suficiente repouso e tempo livre que lhes permita cuidar da vida familiar, cultural, social e religiosa. Para tanto contribui a instituição do dia do Senhor.
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286 As autoridades públicas têm o dever de vigiar para que não se subtraia aos cidadãos, por motivos de produtividade econômica, o tempo destinado ao repouso e aoculto divino. Os empregadores têm uma obrigação análoga em relação aos seus empregados. Os cristãos devem envidar esforços, no respeito à liberdade religiosa e ao bem comum de todos, para que as leis reconheçam os domingos e os dias de festa da Igreja como feriados: «A todos têm de dar um exemplo público de oração, de respeito e de alegria e defender suas tradições como uma contribuição preciosa para a vida espiritual da sociedade humana». Todo cristão deverá «evitar impor sem necessidade a outrem o que o impediria de guardar o dia do Senhor».

Fonte - Vaticano

Portanto temos, com todas as letras, o possível norte que será adotado pelo Vaticano nos temas supra dispostos, faltando apenas que, assim como foi dado eco às demais Encíclicas Sociais em outras oportunidades, como relata a história, seja também esta adotada a tempo e modo pelo braço secular, uma vez que a "premente" questão ecológica certamente revistirá os temas em foco de poder para a esperada penetração na frande massa, que já está previamente "educada" pela mídia neste contexto.

Bispos irlandeses pedem iniciativas para levar jovens à missa de domingo

Chamado aos pais, treinadores esportivos e empregadores

MAYNOOTH, quinta-feira, 13 de março de 2008 (ZENIT.org).- Os bispos da Irlanda pediram aos pais, treinadores esportivos e empregadores que trabalhem juntos para ajudar os jovens a participar da missa no domingo.

O pedido foi apresentado pelos prelados em uma declaração emitida em 11 de março passado, durante a reunião geral da Conferência Episcopal Irlandesa, em Maynooth, que acabou hoje.

No documento, os bispos chamam os adultos «a respeitar as necessidades espirituais das crianças e adolescentes, especialmente as relacionadas à vida familiar e à prática religiosa dos domingos, e que se abstenham de organizar eventos que coincidam com os serviços religiosos matutinos do domingo».

«Desde a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo, o domingo manteve um lugar especial nas vidas semanais de seus seguidores – afirmam os prelados. É um dia de caráter diferente dos outros seis dias da semana, um dia no qual deixamos de lado todo trabalho não-essencial.»

A nota afirma que até tempos recentes, os domingos estavam dedicados a um equilíbrio de atividades dedicadas à «família, práticas religiosas, visitar os doentes e os idosos e ao ócio e passatempos recreativos».

Mas devido à crescente tendência a pôr no calendário eventos esportivos e jovens trabalhadores de meio período no domingo de manhã, o equilíbrio se perdeu.

«Desejamos dirigir a atenção de todos os pais e tutores ao conflito de interesses que este calendário pode causar às crianças e adolescentes – afirmam os bispos. Desejamos também apresentar este conflito de interesses à atenção dos funcionários e dos treinadores, a quem reconhecemos como pessoas de generosidade e boa vontade.»

Os prelados indicam que uma pessoa jovem, temerosa de perder um jogo ou treino por medo de perder seu lugar em uma equipe, poderá «perder o hábito de ir à missa dominical», especialmente quando o conflito se produz com regularidade.

«Os pais católicos e os tutores também podem perder a visão de sua responsabilidade de ir à missa do domingo devido a que podem precisar viajar com os jovens a eventos ou assistir a apoiá-los», afirma a declaração.

Com relação aos jovens que trabalham, os bispos mostraram preocupação por aqueles que têm de trabalhar tanto no sábado à tarde como no domingo pela manhã, «sem que tenham tempo de assistir ou à Missa de véspera ou à da manhã do domingo».

Os bispos acrescentam: «Pedimos aos empregadores que assegurem a seus jovens empregados de meio período que tenham tempo para ir à igreja nos finais de semana».

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Neste sentido e para restabelecer este "equilíbrio", aguardemos os termos da "Encíclica Social" que se encontra no forno...

Leonardo Boff defende nova ética para salvar o planeta

O brasileiro Leonardo Boff, um dos principais expoentes da Teologia da Libertação, defendeu na última quarta-feira a criação de uma "ética global" para evitar a "destruição do planeta e construir um novo modo de produção, em harmonia com a natureza".

"Estamos vivendo uma grande crise da civilização que se expressa no aquecimento global, que ameaça bilhões de seres humanos com a devastação", disse Boff, durante uma conferência realizada no Teatro Melico Salazar, de San José.

Boff disse que o ser humano tem se empenhado em desenvolver um modo de produção que está levando os recursos do planeta a seu limite, o que já começou a alterar seu próprio modo de funcionamento. "Os cientistas que estudam o aquecimento climático nos dizem que se não ocorrer uma mudança de rumo, em 2030 ou 2040 estaremos com grandes problemas".

O teólogo alertou que "milhões e milhões de pessoas" serão vítimas da mudança climática global, que transformará em deserto grandes áreas do planeta, sem acesso à água e aos alimentos. "Hoje mesmo cerca de 3 mil espécies de plantas e animais desaparecem anualmente do planeta devido ao aquecimento global".

Lembrando a Bíblia, Boff disse que ao contrário do que ocorreu há milhares de anos, "desta vez não há uma Arca de Noé". Segundo ele, para se evitar que a atual crise leve à destruição do próprio ser humano e do planeta, é preciso "fundar uma nova ética, uma ética universal, uma ética mínima assimilável por toda a humanidade".

O teólogo reafirmou a necessidade de "se retomar a filosofia da opção preferencial pelos pobres e, o grande pobre, é o planeta Terra, no qual vivemos e que nos dá vida".

Fonte - Elnet

Nota Minuto Profético: A ideologia representada por Boff é totalmente coletivista, tendo, inclusive, já sido censurada pelo próprio Vaticano (acredito que a censura foi mais por conveniência do que por convicção). Contudo, mesmo que ele não seja porta-voz do Vaticano, essa notícia é relevante porque demonstra que já há outras vozes clamando por "união global" (consenso coletivo) em relação ao combate às mudanças climáticas. "Uma nova ética universal" é uma maneira de induzir as pessoas a olhar para o Decálogo (lembre-se que o interesse pagão por trás desse movimento ECOmênico é a exaltação do descanso dominical).

quinta-feira, 13 de março de 2008

Transmitir grandes valores no encontro de culturas: desafio atual, segundo Papa

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 12 de março de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI considera como desafio do momento presente a exigência de reconciliar as culturas para ensinar às novas gerações os grandes valores da fé e da convivência humana.

Ele sublinhou isso na audiência geral desta quarta-feira, celebrada na Basílica de São Pedro e na Sala Paulo VI, na qual apresentou os ensinamentos de dois grandes autores cristãos que viveram na transição entre a Idade Antiga e a Idade Média: Boécio (480-524), e Marco Aurélio Cassiodoro (nascido por volta do ano 485 e falecido por volta de 580).

Ambos, após carreira política, dedicaram-se a mostrar a riqueza do Evangelho, servindo-se das categorias da cultura clássica greco-romana, às culturas nascentes dos povos bárbaros.

«Vivemos, de fato, também nós, em um tempo de encontro de culturas, de perigo de violência que destrói as culturas, e no qual é necessário o compromisso para transmitir os grandes valores e ensinar às novas gerações o caminho da reconciliação e da paz», disse o Papa ao concluir sua evocação.

«Encontramos este caminho orientando-nos para o Deus com rosto humano, o Deus que se revelou a nós em Cristo», acrescentou.

O Papa recolheu o ensinamento que ambos autores deixam aos cristãos submergidos no mundo contemporâneo, repetindo estas palavras de Cassiodoro: «Buscai antes de tudo a saudável ajuda sugerida pelo primeiro salmo, que recomenda meditar dia e noite na lei do Senhor. O inimigo não encontrará, de fato, nenhuma entrada para assaltar-vos se toda vossa atenção está ocupada em Cristo».

«É uma advertência que também podemos considerar como válida para nós», concluiu.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Aberto outro campo de aplicação da Lei, a reconciliação das culturas, o que realmente seria interessante, não fosse as perguntas que ficam em aberto: Qual Lei? A de Êxodo 20 ou a do CIC?

quarta-feira, 12 de março de 2008

O Governador 'Moralizador' de Nova York

O governador do Estado de Nova York, Elliot Spitzer, foi eleito após ficar conhecido nacionalmente por sua campanha moralizadora do sistema financeiro de Wall Street. Ele pôs gente na cadeia por irregularidades na famosa Bolsa de NY, estratégica para a economia global. Agora descobriu-se que havia gasto, exercendo o cargo de governador, 80.000 dólares com prostitutas de alto luxo. Ele é casado e já pediu desculpas em público por seus escorregões morais, mas a pressão do partido e do público o levou a renunciar ao cargo.

Isso deixa o povo mais e mais desiludido com os políticos, e mostra a decadência moral da sociedade americana (só americana?!). Resultado--campanhas para “moralização nacional”, como essa da "Comissão dos 10 Mandamentos" patrocinada pela mais representativa liderança protestante do país. A campanha para estabelecer um “Dia dos 10 Mandamentos”, no 1o. domingo de maio, é fruto dessa decepção geral do público com a classe política e a sociedade em geral. O número de assinaturas para conseguir esse objetivo estava há pouco em 333.475.
Essas medidas parecem até positivas, mas são tendências preocupantes, pois são religiosos querendo influenciar a política segundo suas agendas, e isso nunca deu bom resultado.
Eis o link onde aparece o número de assinaturas da campanha referida:
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Nota DDP:
Bem a propósito das considerações supra, confeccionadas pelo Prof. Azenilto Brito, gostaria de indicar aqui outro link do referido site do 'Dia dos Dez Mandamentos', que desde agora, adota o quarto preceito de forma relativizada, demonstrando portanto ao que veio, para pregar o 'princípio', ou seja, aquela velha e surrada história do UM dia, não O dia, como fixado por Deus, o que já nos traz uma bela demonstração de que esse 'qualquer' dia, acabará sendo o dia o 'qual-quer' um determinado segmento religioso:
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Líderes da Convenção Batista do Sul (dos EUA) assinam compromisso ambiental

NEW YORK - Numa mudança de atitude de monta, um grupo de líderes batistas do sul disseram que a sua denominação tem sido “por demais tímida” em questões ambientais e tem um dever bíblico de deter o aquecimento global.

A declaração, assinada pelo presidente da Convenção Batista do Sul (dos EUA), entre outras, e divulgada na segunda-feira, mostra uma crescente urgência a respeito de mudança climática, mesmo dentro de grupos que outrora descartavam as alegações de um planeta super-aquecido como sendo exagero de liberais. A denominação, de 16,3 milhões de membros, de uma linha conservadora, é o maior grupo protestante dos EUA.
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Os subscritores do documento “Declaração dos Batistas do Sul Sobre Meio-Ambiente e Mudança Climática” reconheceram que nem todos os cristãos aceitam os dados da ciência por detrás do aquecimento global. Disseram que que não esperam que os crentes apoiem qualquer solução proposta que viole as Escrituras, como os que advogam controle de crescimento populacional mediante aborto.
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Contudo, os líderes disseram que a evidência atual de aquecimento global é “substantiva”, e que a ameaça é por demais grave para esperar por conhecimento perfeito sobre se, ou quanto, as pessoas contribuem para a tendência.
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“Cremos que nossas resoluções denominacionais atuais e comprometimento com essas questões têm muitas vezes sido por demais tímidas”, segundo consta da declaração. “Nossa resposta cautelosa a essas questões, em face da crescente evidência, pode ser vista pelo mundo como negligência, descuido e desinformação. Podemos fazer melhor”.
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Várias entidades ligadas à Igreja Batista, como a Universidade Samford, de Birmingham, Alabama, apoiam o documento com participação de seus líderes entre os 35 signatários do documento, que deverá ainda receber novas adesões e assinaturas na denominação.
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Em 1993 a “Declaração Evangélica Sobre Cuidado da Criação” tornou-se um documento modelar para a Evangelical Environmental Network (Rede Ambiental Evangélica). O Rev. Rich Cizik, diretor da Associação Nacional de Evangélicos, com base em Washington, tornou-se um destacado advogado do ambientalismo, tentando persuadir os cristãos conservadores de que o aquecimento global é real. Pesquisas entre evangélicos mais jovens apontam que consideram a proteção ambiental como item prioritário.
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Jonathan Merritt, estudante de um seminário batista, disse que uma aula do curso que fazia ohaviam inspirado a tornar-se um militante da causa ambiental. O seu professor havia comparado a destruição da natureza de Deus a “arrancar uma página da Bíblia”. Diz ele que isso o atingiu fortemente “e foi o ímpeto que iniciou uma mudança de vida, uma nova perspectiva para mim”.

[Condensado de msnbc.com (notícias da Associated Press)]
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Nota DDP:
O engajamento dos batistas americanos é significativo na análise dos próximos eventos acerca da "luta" contra o aquecimento global, principalmente diante da sua influência sobre o cenário político americano, uma vez que, como segmento cristão conservador, se alinha facilmente a projetos como o "Dia dos Dez Mandamentos".
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Essa notícia foi destaque na mídia mundial ontem:
"Igreja intensifica combate climático" (BBC).
"Líderes Batistas do Sul alteram posição sobre mudanças climáticas" (CNN).
"Batistas votam aumentar ação ambiental" (The Washington Post).
"Batistas do Sul apoiam alteração sobre mudanças climáticas" (The New York Times).
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A maior e mais influente Igreja protestante dos EUA acaba de aderir oficialmente ao ECOmenismo. Isso apenas um dia depois do Vaticano ter declarado ser pecado a poluição da Terra (você ainda acredita em coincidência de datas?). Pelo caráter conservador da Convenção Batista do Sul, isso significa dizer que, a partir de agora, o combate às mudanças climáticas estará no mesmo pé de igualdade da luta contra o aborto, e da luta contra o homossexualismo. Conseqüentemente, se o candidato republicano (apoiado pela Direita Cristã) vencer as eleições para presidente no próximo mês de novembro, certamente terá de colocar esse tema na sua agenda de governo. Quanto àqueles líderes Batistas que ainda não se convenceram da importância "moral" desse assunto, logo serão convencidos quando for feito a devida ligação com o descanso dominical. E a profecia se cumprirá mais uma vez. Quem viver verá...

Providências devem ser mais urgentes e radicais ainda para deter as tendências negativas, avisam Cientistas


A tarefa de reduzir as emissões de gases com efeito suficiente para evitar um perigoso aumento das temperaturas globais pode ser muito mais difícil do que pesquisas anteriores sugeriam, dizem cientistas que acabam de publicar estudos indicando que seria requerido que o mundo cesse completamente as emissões de carbono no âmbito de uma questão de décadas.

Os seus resultados, publicados em revistas separadas nas últimas semanas, sugerem que tanto os países industrializados como os em desenvolvimento devem abandonar de vez o grande consumo de combustíveis fósseis até meados do século, a fim de impedir que o aquecimento venha a mudar padrões de precipitação e que as fontes de água no mundo sequem.

Utilizando modelos computacionais avançados para medir fatores de aquecimento de profundezas oceânicas e outros aspectos do ciclo do carbono, os cientistas, a partir de países, incluindo os Estados Unidos, Canadá e Alemanha, apresentam uma mensagem simples: o mundo deve baixar as emissões de carbono para perto de zero para impedir que a temperatura suba ainda mais.

“A pergunta é, que fazer se não queremos que a Terra não mais esquente?” indaga Ken Caldeira, cientista titular do Carnegie Institution, co-autor de uma dissertação científica publicada na semana passada na publicação Geophysical Research Letters. “A resposta implica uma mudança muito mais radical de nosso sistema energético do que as pessoas estão pensando.”

Emissões continuam a aumentar

Embora muitos países tenham se comprometido há quase uma década a tomar medidas para reduzir as emissões , a produção de carbono das atividades humanas pelo mundo totaliza cerca de 10 mil milhões de toneladas por ano e tem aumentado.

Schmittner, principal autor de um artigo, em 14 de fevereiro, na publicação Global Biogeochemical Cycles, disse que seu modelo de computador indica que se as emissões globais continuarem como é o padrão normal atual, a Terra vai aquecer por 7,2 graus Fahrenheit por 2100. Se as emissões não caírem a zero até 2300, ele calculou, a temperatura subiria por mais de 15 graus Fahrenheit.

“Isto é tremendo”, disse Schmittner. “Fiquei impressionado com o fato de que o aquecimento continua por muito mais tempo, mesmo após as emissões terem sido reduzidas.... Nossas ações agora terão consequências por muitas e muitas gerações. Não apenas por uma centena de anos, mas milhares de anos.”

Apesar dos ciclos naturais removerem cerca de metade das emissões de dióxido de carbono de origem humana da atmosfera dentro de cem anos, uma parte significativa persiste durante milhares de anos. Parte desse carbono desencadeia aquecimento do mar, o que leva a aumento da temperatura média global, mesmo após se deterem as emissões.

Investigadores têm predito há muito tempo que o aquecimento irá persistir mesmo após as emissões de carbono começarem a decrescer a nível mundial, e que os países terão de reduzir drasticamente sua produção de carbono, a fim de evitar graves alterações climáticas. No ano passado, o relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas Sobre Alterações Climáticas, disse que nações industrializadas teriam de reduzir as emissões de 80 a 95 por cento em 2050 para limitar as concentrações de CO2 para a meta de 450 ppm, e o mundo como um todo teria de reduzir as emissões de 50 a 80 Por cento.

Embora modelos informáticos utilizados pelos cientistas do projeto tenham se tornado cada vez mais poderosos, os cientistas reconhecem que não é um modelo perfeito que reflita a complexa dinâmica envolvida e de como as coisas vão evoluir com o tempo.

Ainda assim, O’Neill disse que a modelagem “ajuda a esclarecer a pensar a longo prazo as metas políticas comunitárias. Se queremos reduzir aquecimento a certo nível, não há um valor fixo de carbono que possa se colocar na atmosfera. Depois disso, não podemos emitir mais quantidade nenhuma.”

Steve Gardiner, professor de Filosofia na Universidade de Washington disse que os estudos sobre as alterações climáticas destacam que a discussão sobre o aquecimento global “é um clássico debate inter-geracional, em que os benefícios a curto prazo de emitir carbono acumulam-se sobretudo para nós e onde os perigos são adiados em grande medida para as gerações futuras.”

Quando se trata de decidir quão drasticamente reduzir as emissões de gases, O’Neill, diz “no final, este é um juízo de valor, não é uma questão científica.” A idéia de mudar para uma sociedade livre de carbono, acrescentou, “parece ser tecnicamente viável. A questão é saber se é politicamente viável ou economicamente viável.”

Fonte - Fórum Adventista
Nota DDP:
"Urgentes e radicais". Essa deve ser a tônica para tomada de medidas para "evitar" os efeitos do aquecimento global, muito embora, como já demonstramos aqui, não se saiba muito bem o que se está combatendo e se realmente existe algo a ser combatido...

terça-feira, 11 de março de 2008

Mera coincidência ?!


O mundo inteiro está sendo condicionado para a crise final que está às portas. A melhor maneira de alcançar isso é através do cinema, porque interpretando as cenas como mera ficção ou fantasia as pessoas "desligam" seu senso crítico e acabam por assimilar todo o conteúdo ideológico. Se o cinema sugere o contato com extraterrestres, as pessoas estarão mais preparadas para o futuro aparecimento de "seres de outros mundos". Se o cinema sugere uma crise ambiental como estopim para um "apocalipse global", o medo de que isso aconteça passará a fazer parte do inconsciente coletivo.

Vamos fazer um exercício mental: Imagine um filme mostrando uma crise ambiental de larga escala que força a humanidade a combater a natureza para sobreviver. Essa crise é iniciada por uma suposta toxina invisível, que leva a população à loucura e induz ao suicídio. Que acha? Muito parecido com a realidade atual (mudanças climáticas)?

Na verdade, esse filme já está pronto e será lançado mundialmente numa sexta-feira 13! O nome? "Fim dos Tempos"!! (The Happening, em inglês). Hollywood deveria, pelo menos, incluir o aviso: "Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência". E todos teriam oportunidade de se perguntar: "Será mesmo?"

Eleições dos Estados Unidos

O eleitorado evangélico, que teve um papel importante nas recentes eleições americanas aparecem agora com uma função diferente, porém novamente fundamental na corrida pela Casa Branca. Analistas acreditam que tanto o senador Barack Obama quanto Hillary Clinton têm grandes chances de ganhar os votos deste grupo.

"Acredito (que o voto evangélico) será diferente desta vez. A comunidade evangélica está mais dividida do que era", disse Allen Hertzke, diretor de estudos religiosos na Universidade de Oklahoma.

Um a cada quatro adultos norte-americanos considera-se evangélico ou cristão renovado, o que concede poder eleitoral ao grupo em um país onde freqüentemente política e religião se misturam.

Todos os candidatos para a corrida presidencial o republicano John McCain e os democratas Barack Obama e Hillary Clinton são cristãos protestantes. Obama teve uma "experiência de conversão" já adulto para a Igreja Unida de Cristo, fato importante aos olhos dos evangélicos. Já Clinton foi criada na Igreja Metodista e o candidato republicano, John McCain cresceu na Igreja Episcopal, mas agora freqüenta uma igreja batista em Phoenix.

Fonte - Elnet

Nota DDP:
Interessante, neste contexto, ler-se também a matéria veiculada no Minuto Profético o post Intolerância religiosa nas eleições americanas.

Ártico pode perder geleiras dentro de sete anos

O oceano Ártico poderia ficar sem gelo entre o verão de 2015 e o de 2020 (hemisfério norte), por causa, entre outros motivos, da aceleração da mudança climática, e isso significa reduzir em cerca de 80 anos as previsões iniciais da comunidade científica, segundo o oceanógrafo espanhol Carlos Duarte.

"Em apenas três anos, os pesquisadores começaram a prever esta redução do gelo do Ártico de 2100 para 2040, e agora já se fala em 2020 e 2015", afirmou Duarte em entrevista coletiva. Ele advertiu da aceleração progressiva da perda de gelo no Ártico, após ter dirigido em 2007 uma expedição científica à região.
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Fonte - Terra

Nota DDP:
Essa evolução de datas está toda documentada neste blog, pode ser acompanhada na guia Ecossistema ou, colocando "Ártico" na ferramenta de busca. O que eles pregavam para 2080 inicialmente, já está aí, para 2015, já falaram em 2013. O que se fará com esse tipo de afirmação é que é a questão a ser devidamente considerada. Neste ponto o estudo sobre ECOmenismo do Minuto Profético é indispensável.

O ecumenismo em marcha

Cardeal Bertone impulsiona diálogo com muçulmanos no Azerbaijão

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 10 de março de 2008 (ZENIT.org).- A visita realizada de 6 a 9 de março ao Azerbaijão pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, serviu para confirmar aos muçulmanos a vontade da Igreja Católica de colaborar no compromisso comum a favor da paz.

Fonte - Zenit

Diálogo judaico-cristão avança na Europa do Leste

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 10 de março de 2008 (ZENIT.org).- Examinar o estado de avanço e estimular o diálogo entre católicos e judeus na Europa do Leste: este será o objetivo do Congresso Internacional que acontecerá em Budapeste, Hungria, entre 9 e 12 de novembro.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Não vou me cansar de lembrar que tanto islâmicos quanto judeus, sentiram-se ofendidos em suas convicções acerca de manifestações recentes deste pontífice, no entanto, avançam no relacionamento com o Vaticano a passos cada vez mais largos e mais rápidos, acatando inclusive as afirmações tangentes do Papa no sentido de auto afirmar sua liderança em termos religiosos, o que confirma cada vez mais a aceitaçãos destes grupos, nesta "realidade".

Reino Unido: Base de dados identificatórios será "universal" em 2017


Todos os cidadãos britânicos estarão inseridos no esquema de identificação nacional nos próximos dez anos, segundo os planos expostos pelo governo.

Milhões de pessoas em cargos estratégicos, inclusive professores, assistentes sociais e profissionais da saúde estarão entre os primeiros a serem inseridos no registro de identidade.

Os funcionários de aeroportos serão munidos de identidade especiais, pontapé inicial para um projeto de multi-milhões de libras.
Os estrangeiros que trabalham na Grã-Bretanha terão emitidos cartões de identificação nos próximos dois anos. A partir de 2010 será a vez dos jovens teram a oportunidade de terem o seu cartão, se preferirem.
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Mais tarde em 2010, o programa será aberto a candidatos de qualquer idade voluntária. A partir de 2011 - após as próximas eleições gerais - nenhum passaporte será emitido sem que tenha automaticamente as impressões digitais e os seus detalhes pessoais registrado no banco de dados.
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O objectivo do calendário estabelecido é fazer a cobertura da população "universal" até 2017.

Quer nesse momento, ou mais cedo, haverá uma votação no Parlamento para cobrir o resto da população que continua a não constar do registo.
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Nota DDP:
Como falado no post TSE dá a largada para criação do maior cadastro biométrico do mundo, que "curiosamente" estabelece o mesmo prazo para cadastrar toda a população, o cerco está se fechando, sob diferentes justificativas, conforme a realidade de cada paías, é patente que a intenção é controlar a população, o melhor e o mais rápido possível. A profecia está cada vez mais exequível.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Holanda: parque libera sexo

A cidade de Amsterdã, na Holanda, decidiu legalizar o sexo em um dos parques públicos mais famosos do lugar. O problema é que, após aprovar a lei, os legisladores prometeram fechar o cerco contra o passeio de cachorros sem guia no local, segundo o diário online Ananova.
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Os vereadores concordaram que casais heterossexuais e gays podem fazer sexo ao ar livre no Vondelpark, que recebe milhões de visitantes todos os anos.
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"Desde que o parque foi criado, nós podemos levar nossos animais para correr livremente. É vergonhoso que sejamos punidos enquanto que o sexo em locais públicos não seja" - afirma um dos moradores.

Um dos membros do conselho da Prefeitura afirma que o órgão não é contra a decisão. "Não podemos nos opor contra uma lei. Apesar disso, não vai ser uma perturbação para quem visita o parque e vai gerar muito prazer para um certo grupo de pessoas", afirma Paul Van Grieken.

"Eles devem recolher seu lixo após o relacionamento e nunca fazê-lo perto de playgrounds e o sexo é limitado para o período da noite" - esclarece o conselheiro.

Fonte - Terra

Gênesis 19:4-5
Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles.

Lucas 17:28-30
O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar.

"Em Sodoma havia regozijo e orgia, banquetes e bebedice. As mais vis e brutais paixões não eram refreadas. O povo desafiava abertamente a Deus e à Sua lei, e deleitava-se em ações de violência. Posto que tivessem diante de si o exemplo do mundo antediluviano, e soubessem como a ira de Deus se manifestara em sua destruição, seguiam contudo o mesmo caminho de impiedade." (Patriarcas e Profetas - Ellen G. White - Pág. 157)

Como nos dias de Ló... O que falta mais Senhor?

Vaticano divulga lista de novos pecados capitais

A manipulação genética, o uso de drogas, a desigualdade social e a poluição ambiental estão entre os novos pecados capitais pelos quais os cristãos devem pedir perdão, segundo a nova lista apresentada pela Santa Sé. O Vaticano atualizou a lista de pecados capitais para adaptá-la à "realidade da globalização". Os novos pecados capitais – merecedores de condenação segundo a Igreja Católica – serão agregados aos anteriores: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, vaidade e preguiça.

Publicada no domingo no jornal do Vaticano, Osservatore Romano, a lista foi divulgada depois que o Papa Bento 16 denunciou a "queda do sentimento de pecado no mundo secularizado", em meio à redução no número de católicos que praticam a confissão.

Em entrevista ao Osservatore Romano, monsenhor Gianfranco Girotti, responsável pelo tribunal da Cúria Romana que trata das questões internas do Vaticano, afirmou que, ao contrário dos anteriores, os novos pecados vão além dos direitos individuais e têm uma dimensão social.

"Há várias áreas relacionadas aos direitos individuais e sociais dentro das quais incorrer em atitudes pecaminosas. Antes de mais nada, a área bioética, dentro da qual não podemos deixar de denunciar algumas violações de direitos fundamentais da natureza humana, através de experiências e manipulações genéticas, cujos êxitos são difíceis de prever e manter sob controle."
Na avaliação do prelado, a injustiça social e os crimes ambientais também estão na lista das novas ofensas pelas quais os fiéis devem pedir perdão e fazer penitência. ...

(BBC Brasil)

Nota: Não duvido que logo chegue o dia em que aqueles que não "santificarem" o domingo serão acusados de cometer pecado contra o meio ambiente. (Se duvida, clique no marcador "ECOmenismo", aí embaixo.) Não adianta aumentar a "lista de pecados" achando que com isso as pessoas deixarão de fazer coisas erradas. O ser humano precisa é de Jesus.[MB]

Fonte - Michelson Borges

Nota Minuto Profético: A transgressão do ecologicamente correto agora virou pecado para a Igreja Católica. Essa "novidade" (e outras mais que virão) já era esperada, dado o interesse do Vaticano em promover o descanso dominical como panacéia para todos os males ecológicos (traduzindo: é uma jogada política para reconquistar a supremacia mundial perdida em 1798).

A música no contexto do fim - Final

Conclusões
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Uma das últimas batalhas que o povo de Deus terá que enfrentar, é a de decidir a quem adorar e como adorar. A adoração será o ponto de conflito entre o bem e o mal, e todos os cristãos, sinceros e falsos, estarão envolvidos neste conflito. Mas será preciso estar atento, pois o inimigo nunca vem de forma clara, aberta, e já declarando suas intenções. Sempre virá de forma velada, escondida, sem revelar a sua real intenção.
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Querendo proteger a Igreja, Deus deixou uma profecia alertando sobre os problemas que enfrentaria bem perto da volta de Jesus. A profecia diz que nos cultos apareceriam "gritos com tambores, música e dança".
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A profecia vai ser cumprida, mas ai de quem a cumprir. Jesus disse que os escândalos viriam, mas "ai" daqueles por quem vierem (Lc 17:1). Esta forma errada de adoração seria introduzida nos cultos, mas ai daqueles que a introduzissem. Este "ai", foi pronunciado pelo dono da Igreja, Jesus Cristo.
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O que choca é que muitos hoje, não estão querendo enxergar o que de fato estão vendo, e outros, simplesmente não estão percebendo nada, ou melhor, não vêem mal nenhum neste tipo de música. Alguns chegam a dizer que os tempos mudaram, e que os jovens precisam de algo mais alegre. É verdade os tempos mudaram, mas estas mudanças não são, infelizmente, produzidas por Deus (Rom. 12:2). Não se está combatendo a música e o uso devido dos instrumentos na adoração, mas a alertar acerca de um problema que aparece cada vez mais em nosso meio. É profundamente triste se ver que em muitas de nossas reuniões esta profecia já está se cumprindo.
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Até quando haverá silêncio diante do que está acontecendo em nosso meio? Quem vai se levantar e, com amor, ensinar a estes bons irmãos sobre qual é a vontade da Deus acerca deste assunto? Até quando será o povo do Senhor alimentado com músicas que não os aproximam de Deus, mas os ferem?
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Resta suplicar a Deus para que olhos sejam abertos, para que seja visto o perigo que está rondando e o engano que Satanás está tentando introduzir em nosso meio, de forma sutil, lenta e gradual, muitas vezes. A profecia diz que haveriam muitos gritos, música e dança, mas a pergunta que cada filho de Deus precisa fazer é: serei eu o cumpridor desta profecia? Note o alerta feito por Deus: "Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida". Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág.38. (Grifo nosso). A profecia, feita a mais de cem anos, é mais um indício de que estamos vivendo no fim da história deste mundo. A profecia esta aí, mas quem a cumprirá?
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(Fonte – “Quem cumprirá a profecia?” - Pr. Élbio Menezes)
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“Adequação de métodos, não contextualização de mensagem! O mundo evangélico está infestado desta praga que já assola o arraial adventista. Temos bebido em cisternas rotas e vazias e, de lá trazido águas sujas e a maldição da contextualização da verdade com adequação aos gostos e preferências do homem pós moderno. É uma maldição na história do povo Deus.”
(Pr. Jorge Mário de Oliveira – Aos formandos do Curso de Teologia – 10/12/05)


A música no contexto do fim - 4

O Espírito de Profecia


"a conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo" (O Grande Conflito, pág. 512)
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Admoestações sobre os caminhos que a música tomará no tempo do fim:
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"As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo." (Publicada em Mensagens Escolhidas, vol. 2 p. 36).
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"Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida. Deus convida Seu povo, que tem a luz diante de si na Palavra e nos Testemunhos, a ler e considerar, e dar ouvidos. Instruções claras e definidas têm sido dadas a fim de todos entenderem. Mas a comichão do desejo de dar origem a algo de novo dá em resultado doutrinas estranhas, e destrói largamente a influência dos que seriam uma força para o bem, caso mantivessem firme o princípio de sua confiança na verdade que o Senhor lhes dera." - Carta 132, 1900 a S. N. Haskell. (Publicada em Mensagens Escolhidas, vol. 2, p 38) (grifos acrescentados)
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Há de ser considerado em primeiro plano que a Sra. White não conhecia o termo “bateria”, nos moldes que hoje conhecemos, em segundo plano, que para o cumprimento específico destas profecias, nós certamente teremos de passar pela aceitação dos instrumentos de percussão em nosso meio, o que ora se discute.
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Admoestações sobre a a verdadeira adoração:
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"Vi que todos devem cantar com o Espírito e com o entendimento também. Deus não se agrada de algaravia e desarmonia. O certo é-Lhe sempre mais aprazível que o errado. E quanto mais perto puder chegar o povo de Deus do canto correto, harmonioso, tanto mais será Ele glorificado, a igreja beneficiada e os incrédulos impressionados favoravelmente".
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"Foi-me mostrada a ordem, a perfeita ordem do Céu, e senti-me arrebatada ao escutar a música perfeita que ali há. Depois de sair da visão, o canto aqui me soou muito áspero e dissonante. Vi grupos de anjos que se achavam dispostos em quadrado, tendo cada um uma harpa de ouro. Na extremidade inferior dela havia um dispositivo para virar, afinar e fixar a harpa, ou mudar os tons. Seus dedos não corriam pelas cordas descuidosamente, mas faziam vibrar diferentes cordas para produzir diferentes acordes. Há um anjo que dirige sempre, o qual toca primeiro a harpa a fim de dar o tom, depois todos se juntam na majestosa e perfeita música do Céu. Ela é indescritível. É melodia celestial, enquanto cada semblante reflete a imagem de Jesus, irradiando glória indizível." (Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 45)
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"Disse o anjo: 'Escutai!' Logo ouvi uma voz que soou como se fossem muitos instrumentos musicais, todos em perfeita afinação, doce e harmoniosa. Esta sobrepujou qualquer música que eu tinha ouvido. Pareceu ser tão cheia de misericórdia, compaixão, elevação e alegria santa, que fez estremecer todo o meu ser." (Testimonies, vol. 1, pág. 181) (grifos acrescentados)
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Não há muito que se falar, ela é absolutamente clara em dizer que após ouvir a música do céu, onde UMA VOZ lhe soou como se fossem muitos instrumentos musicais, afinados, doces, harmoniosos e, nosso CANTO a partir disso, áspero e dissonante. Imagine-se o efeito de um instrumento de percussão!
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“Não havendo profecia o povo se corrompe.” (Prov. 29:18)

A música no contexto do fim - 3

A Bíblia

Após a passagem pelo mar Vermelho, Miriam e as mulheres de Israel dançaram ao som de tamboris (Êxodo 15:20). Outras mulheres dançaram com tamboris após vitórias de Saul e Davi (1Samuel 18:6). O Salmo 149 (verso 3) incentiva a louvar ao Senhor com harpa e adufe.

A questão a ser respondida é: a menção de um costume mantido ou praticado pelos servos de Deus no passado é suficiente para autorizar o mesmo costume para todos os tempos e lugares? A resposta clara é "não". Pois, os servos de Deus no passado, sob a influência da cultura prevalecente, usaram bebida forte, tiveram mais de uma mulher e mantiveram escravos, entre outras coisas. Da mesma forma que a revelação posterior, corroborada por estudo e reflexão, iluminou esses fatos que aos poucos foram sendo eliminados, a questão da música também deve ser objeto de estudo para compreensão e juízo acertados.

Tanto a presença do tambor (ou da percussão) quanto a sua ausência em circunstâncias bíblicas específicas ajudam a indicar possíveis caminhos para a compreensão do assunto.

Tambores e danças foram usados em ocasiões festivas, celebradas com danças e muita alegria, segundo o costume da época (ver os textos citados acima). Na condução da arca de Quiriate-Jearim até a casa de Obede-Edom, houve música com tamboris e Davi dançou e se alegrou, ao ritmo da banda (1Crônicas 13:8 e 2Samuel 6:5). Nessa viagem, tudo deu errado. Os bois tropeçaram, a arca quase caiu e Uzá morreu ferido pelo Senhor (1Crônicas 13:8 e 2Samuel 6:5). Davi ficou triste e se perguntou: "Como trarei a mim a arca do Senhor?" (1Crônicas 13:12). Três meses depois, Davi juntou o povo para buscar a arca da casa de Obede-Edom. Desta vez, ele orientou que ninguém conduziria a arca, senão os levitas (1Samuel 15:2). Houve alegria, mas ao contrário da primeira tentativa, desta vez a orquestra não teve tambor, mas harpas, alaúdes e címbalos (1Crônicas 15:16). O transporte deu certo.

Davi quis fazer uma casa para Deus, mas não foi permitido. O rei era músico e Deus deu orientações a ele para que tomasse todas as providências para o templo, que Salomão edificaria. Entre essas orientações, Deus determinou os instrumentos (címbalos, alaúdes e harpas) que deveriam fazer parte da música do templo (2Crônicas 7:6 e 29:25). Davi fez instrumentos para serem usados pelos levitas. É significativo o texto de 2Crônicas 7:6, que diz: "...os levitas com os instrumentos músicos do Senhor, que o rei Davi tinha feito, para louvarem ao Senhor...". O artigo plural definido "os" indica um grupo específico de instrumentos, que ainda são qualificados como "do Senhor". Estes são os que Davi fez por ordem de Deus: címbalos, alaúdes e harpas. A lista desses instrumentos aparece em diversas ocasiões, sempre sem inclusão do tambor ou adufe (ver 1Crônicas 25:1 e 6, 16:5, 2Crônicas 5:12 e 13). Os únicos instrumentos que aparecem nas listas dos usados no templo, além dos que foram confeccionados por Davi, são as trombetas (2Crônicas 5:12 e 13 e 29:27).

A música que se fez no transporte da arca até Jerusalém, sem uso de tambores, foi chamada de "música de Deus" (1Crônicas 16:41 e 42), enquanto que a banda que deu o ritmo da dança, quando Uzá morreu, não recebeu essa adjetivação (ver 1Crônicas 13:8). No livro de Isaías, há juízos pronunciados contra pessoas que celebravam festas com embriaguez e música com tambores (ver Isaías 5:12 e 24:8 e 9).

O estudo dos textos bíblicos que citam os instrumentos musicais esclarece que o tambor não fazia parte da música do templo, por orientação do próprio Deus a Davi. Sugere também que Deus não proibiu as cerimônias ou celebrações em que as pessoas tocavam tambor e dançavam. Embora não tenha sido reprovada por Deus, os fatos relacionados com o santuário indicam que aquela não era a música ideal para a adoração.

A exclusão do tambor no templo pode indicar também que esse instrumento, por sua relação direta com o misticismo pagão e por sua influência no sentido de embotar a consciência e o juízo, deveria estar fora do culto que requer a lucidez da mente para o conhecimento de Deus e compreensão de Sua vontade revelada.

Uma vez que o templo de Israel era uma representação do santuário celestial e do trono de Deus, a música na igreja hoje deve ter sua referência maior na música usada nesse templo. Não só a música do templo, mas tudo a que se fazia ali reproduzia a ordem, a beleza e a perfeição do templo de Deus no Céu. O santuário terrestre representava o templo celestial feito pelo próprio Deus. Portanto, a música a ser executada ali perante o Senhor deveria ser diferente daquela usada nas festas comuns.

(Fonte - “A Bateria à Luz da Antropologia e da Bíblia” – Pr. Vanderlei Dorneles)

Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo, e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus; e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações! (Ap 15:2-3)

A música no contexto do fim - 2

Introdução

Este pequeno trabalho de pesquisa estabelece-se em um contexto global, analisando a discussão da temática em foco nos próprios meios adventistas, de forma ABSOLUTAMENTE abstrata, no entanto, abrangente o bastante para, mesmo não se enquadrando de forma específica em igrejas em particular, estabelecer marcos teóricos necessários ao enfrentamento da questão, como de fato fazem os teólogos infra citados.

Breve contexto histórico

Será que os motivos da polêmica quanto ao uso da bateria são os mesmos dos demais instrumentos? Todos os instrumentos são iguais quanto ao seu potencial no louvor e na influência que exercem sobre a mente?

Um estudo dos cultos de mistérios, das cerimônias nativas e dos rituais da África esclarecem que a música ritual é basicamente o som do tambor, essa música é acompanhada de dança e o transe é o objetivo pretendido e alcançado com o ritual primitivo.

Aguiar Bastos diz que "o tambor não é um simples instrumento de ritmo quanto à sua mais antiga tradição ligada às danças sagradas. Ele é, por sua vez, um instrumento de correspondência, isto é, de comunicação entre o homem e os seres misteriosos que governam a natureza" (Aguiar Bastos, Os Cultos Mágico-Religiosos no Brasil [São Paulo: Hucitec, 1979], pág. 99).

Muitas pessoas ignoram esse lado místico do tambor, apesar da clara relação entre o instrumento e o transe místico ou fenômeno de possessão ou ainda perda da consciência.

Quanto à função e ao uso difundido do tambor ou qualquer outro instrumento percussivo nas religiões primitivas ou pagãs, não parecem restar dúvidas. Sua função mística e a maneira como favorece a busca do transe ficam bastante claras mediante os textos citados. Possivelmente o que mais dificulta a compreensão do assunto por parte dos cristãos seja a menção do uso do tambor e de danças entre o povo de Israel.

(Fonte - “A Bateria à Luz da Antropologia e da Bíblia” – Pr. Vanderlei Dorneles)

"Que gostoso é o candomblé! Mesmo se você não tem nada a ver com a religião, quando escuta os tambores não tem jeito: começa a balançar os ombros."
Filha-de-santo do terreiro de Gantois, Salvador, Bahia

A música no contexto do fim - 1

Tendo em vista o aspecto recorrente e controverso deste assunto no seio adventista atualmente e, referindo-se principalmente à utilização ou não de instrumentos de percussão para o louvor em atividades de adoração, levando-se em conta ainda o referencial histórico deste tipo de instrumento, os exemplos e lições que a Bíblia nos traz acerca da utilização dos mesmos e as orientações de Ellen G. White que, inspirada por Deus, deixou-nos instruções valiosas neste particular, serve a presente sequência de estudos compilados da internet para traçar algumas linhas no tema, inclusive, por honestidade intelectual, para a necessária reavaliação do uso de “play-backs”, nos limites e argumentos aqui declinados.

Pensamos que a profunda reflexão sobre o tema reflete-se em muito mais que uma simples decisão sobre um tema emergente e palpitante nos arraiais adventistas - quase sempre adstrita a gostos e preferências pessoais - mas acima de tudo versa sobre os caminhos dos Filhos de Deus nesta terra até que Ele volte, especialmente diante das admoestações específicas da Serva do Senhor neste particular, asseverando de forma absolutamente clara e inequívoca que a música será uma das pedras de tropeço utilizadas pelo inimigo nos últimos dias, o que pensamos, deveria nos deixar em estado de mais absoluto alerta sobre os caminhos a serem trilhados nesta área sensível e a responsabilidade que temos face ao que nos foi revelado.

Além disso, os problemas aqui levantados não nos deveria constituir novidade, dados os exemplos que temos em outros segmentos evangélicos que, de contextualização em contextualização, neste e em outros temas, infelizmente, já nos têm demonstrado os resultados perigosos da adoção de certas práticas que, de forma lenta, paulatina, mas constante, se alastra também para o nosso meio.

Cabe salientar que considerar o tema visa não apenas prestar um louvor aceitável ao nosso Deus, conforme orientações que Ele mesmo nos deixou, como também sanar um estado de desconforto que este tema tem trazido, por dividir opiniões até mesmo entre os jovens de nossa igreja.

Roguemos a Deus seja concedida à liderança geral e local de nossas Igrejas a iluminação necessária à tomada de atitudes alinhadas ao propósito da obra de Jesus Cristo nesta terra, por ser de extrema importância, para nossos jovens, juvenis, primários e até mesmo participantes do rol do berço, que um dia, por decisões de nosso passado recente e destas que ora se impõem, talvez não tenham dois caminhos a considerar, como nós, pela graça de Deus, hoje ainda temos.

“Prudência e entendimento. Perceberam que eu não usei a palavra equilíbrio? Ela é perigosa. Ela é usada de maneira errônea,
para justificar uma série de coisas ruins.”
(Pr. Jorge Mário de Oliveira – Aos formandos do Curso de Teologia – 10/12/05)
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