Cidade do Vaticano, 12 jun (EFE).- Os bispos da Igreja Católica estão preocupados com o desconhecimento da Bíblia entre os fiéis e lançam advertências sobre o perigo de interpretações "fundamentalistas" ou equivocadas do Antigo e do Novo Testamento.
...
Por isto, no Instrumentum Laboris os bispos advertem sobre "a necessidade urgente de superar a indiferença, a ignorância e a confusão sobre as verdades da fé sobre a Palavra de Deus".
Os bispos pedem "coragem e criatividade" para renovar o ensino da Bíblia, que leve em conta "o tempo presente, as diferentes culturas e os contextos de vida atuais".
Além disso, dizem que é necessário relançar a leitura da Bíblia, "considerada em sua totalidade", em diferentes ambientes, mas "privilegiando as celebrações litúrgicas e principalmente a missa dominical".
...
Outro dos assuntos que será tratado na assembléia dos bispos será "o risco" das "más e arbitrárias" interpretações do texto.
...
Fonte - Último Segundo
...
O texto, intitulado "A palavra de Deus na vida e na missão da Igreja", deve servir como guia para discussões de temas que causam muitas preocupações ao Vaticano, como a inúmeras seitas que, segundo o documento, "se servem da Bíblia para alcançar objetivos desviados com métodos estranhos à Igreja".
...
Fonte - AFP
Nota DDP:
Em primeiro lugar, causa espécie uma instituição que durante tanto tempo sonegou a Bíblia aos "leigos", pretender agora incentivar que estas mesmas pessoas a estudem, como se de um momento para o outro aqueles que era "incapazes" de entender a Palavra de Deus, tivessem "adquirido" tal capacidade.
Por outro lado, é absolutamente claro que está se pretendendo assinalar mais um rótulo para aqueles que não seguem os ditames da ICAR: "Seitas fundamentalistas". Serão assim considerados os seus "ensinamentos", especialmente nas missas dominicais, como acima...
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Outro encontro entre dois atores do Apocalipse
Casa Branca diz que encontro Papa-Bush foi 'maravilhoso'
PARIS - A Casa Branca definiu como 'maravilhoso' o encontro entre o presidente, George W. Bush, e o papa Bento XVI, realizado hoje no Vaticano. - Bush teve um encontro maravilhoso com o papa. Os dois criaram um vinculo estreito e pessoal - acrescentou.
Fonte - JB Online
ROMA, 12 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, disse ser "um enorme fã desse Papa", por quem tem um "respeito total", declarou hoje à ANSA a chefe de protocolo norte-americana, Nancy Goodman Brinker, na véspera da visita de Bush ao Vaticano.
Segundo Nancy, o fato de Bush ser protestante nunca influenciou seu relacionamento com Bento XVI. O presidente "apóia completamente o que o Papa está procurando fazer a favor da paz, da educação, contra a pobreza e em colaboração com outros líderes políticos", disse ela.
Fonte - Ansa
Bush diz que Vaticano é mais importante que o Texas
CIDADE DO VATICANO, 13 JUN (ANSA) - No encontro desta sexta-feira com o papa Bento XVI, o presidente norte-americano, George W. Bush, comentou que o Vaticano "é mais importante" que o Texas.
"Qual é o tamanho (da Cidade do Vaticano)?", perguntou Bush, junto ao papa Bento XVI, admirando a vista da Torre de San Giovanni. "Não tão grande quanto o Texas", respondeu o prefeito da Casa Pontifícia, o norte-americano James Harvey, ao que Bush replicou: "sim, mas é mais importante".
...
Que honra, que honra, que honra", exclamou Bush feliz e emocionado, descendo da limusine e apertando a mão de Bento XVI, acompanhado da esposa Laura.
...
Fonte - Ansa
Crise alimentar, defesa dos valores morais e paz na Terra Santa são os temas centrais do encontro
...
No “cordial colóquio” com o presidente Bush _ informa o referido comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé _ o papa “renovou, em primeiro lugar, a sua gratidão pelo caloroso e especial acolhimento recebido nos EUA e na Casa Branca durante a sua viagem em abril passado, e pelo compromisso na defesa dos valores morais fundamentais”. De fato, Bento XVI e Bush falaram dos principais temas de política internacional: “as relações entre os EUA e a Europa, o Oriente Médio e o compromisso pela paz na Terra Santa, a globalização, a crise alimentar e o comércio internacional”, por fim, “a aplicação das metas do Milênio”.
...
Fonte - Radio Vaticano
Encontro de Papa e Bush traz suspeitas de conversão do presidente
...
Nesta sexta-feira, a imprensa italiana faz especulações sobre a possibilidade de conversão ao catolicismo de George W. Bush ao fim do mandato presidencial em janeiro de 2009, devido à admiração incondicional que tem pelo Papa Bento XVI.
...
A chefe de protocolo da Casa Branca, Nancy Goodman Brinker, declarou que o presidente Bush é "um grande admirador do Papa e sente por ele um respeito total".
O mesmo jornal destaca que Bush e o Papa alemão compartilham a mesma visão sobre os "demônios" que ameaçam o planeta no século XXI.
Fonte - JB Online
Nota DDP:
Após afastar a possibilidade de receber outros líderes mundiais e, a despeito da pompa e circunstância com que foi recebido nos EUA, é de todo única a concessão aberta ao Presidente americano pelo Pontífice romano, uma absolutamente clara inferência aos tempos em que vivemos em relação ao cumprimento profético de Apocalipse.
Notas sobre o "vínculo estreito e pessoal", "fã deste papa" por quem tem um "respeito total", apoio ao que o papa "está procurando fazer", reconhecimento da importância do Vaticano e os laços em questões de cunho moral, com uma conversão já há muito anunciada é uma clara alusão ao cumprimento do quadro profético esperado.
Os "braços sobre o abismo" nunca estiveram tão perto de serem estendidos.
PARIS - A Casa Branca definiu como 'maravilhoso' o encontro entre o presidente, George W. Bush, e o papa Bento XVI, realizado hoje no Vaticano. - Bush teve um encontro maravilhoso com o papa. Os dois criaram um vinculo estreito e pessoal - acrescentou.
Fonte - JB Online
ROMA, 12 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, disse ser "um enorme fã desse Papa", por quem tem um "respeito total", declarou hoje à ANSA a chefe de protocolo norte-americana, Nancy Goodman Brinker, na véspera da visita de Bush ao Vaticano.
Segundo Nancy, o fato de Bush ser protestante nunca influenciou seu relacionamento com Bento XVI. O presidente "apóia completamente o que o Papa está procurando fazer a favor da paz, da educação, contra a pobreza e em colaboração com outros líderes políticos", disse ela.
Fonte - Ansa
Bush diz que Vaticano é mais importante que o Texas
CIDADE DO VATICANO, 13 JUN (ANSA) - No encontro desta sexta-feira com o papa Bento XVI, o presidente norte-americano, George W. Bush, comentou que o Vaticano "é mais importante" que o Texas.
"Qual é o tamanho (da Cidade do Vaticano)?", perguntou Bush, junto ao papa Bento XVI, admirando a vista da Torre de San Giovanni. "Não tão grande quanto o Texas", respondeu o prefeito da Casa Pontifícia, o norte-americano James Harvey, ao que Bush replicou: "sim, mas é mais importante".
...
Que honra, que honra, que honra", exclamou Bush feliz e emocionado, descendo da limusine e apertando a mão de Bento XVI, acompanhado da esposa Laura.
...
Fonte - Ansa
Crise alimentar, defesa dos valores morais e paz na Terra Santa são os temas centrais do encontro
...
No “cordial colóquio” com o presidente Bush _ informa o referido comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé _ o papa “renovou, em primeiro lugar, a sua gratidão pelo caloroso e especial acolhimento recebido nos EUA e na Casa Branca durante a sua viagem em abril passado, e pelo compromisso na defesa dos valores morais fundamentais”. De fato, Bento XVI e Bush falaram dos principais temas de política internacional: “as relações entre os EUA e a Europa, o Oriente Médio e o compromisso pela paz na Terra Santa, a globalização, a crise alimentar e o comércio internacional”, por fim, “a aplicação das metas do Milênio”.
...
Fonte - Radio Vaticano
Encontro de Papa e Bush traz suspeitas de conversão do presidente
...
Nesta sexta-feira, a imprensa italiana faz especulações sobre a possibilidade de conversão ao catolicismo de George W. Bush ao fim do mandato presidencial em janeiro de 2009, devido à admiração incondicional que tem pelo Papa Bento XVI.
...
A chefe de protocolo da Casa Branca, Nancy Goodman Brinker, declarou que o presidente Bush é "um grande admirador do Papa e sente por ele um respeito total".
O mesmo jornal destaca que Bush e o Papa alemão compartilham a mesma visão sobre os "demônios" que ameaçam o planeta no século XXI.
Fonte - JB Online
Nota DDP:
Após afastar a possibilidade de receber outros líderes mundiais e, a despeito da pompa e circunstância com que foi recebido nos EUA, é de todo única a concessão aberta ao Presidente americano pelo Pontífice romano, uma absolutamente clara inferência aos tempos em que vivemos em relação ao cumprimento profético de Apocalipse.
Notas sobre o "vínculo estreito e pessoal", "fã deste papa" por quem tem um "respeito total", apoio ao que o papa "está procurando fazer", reconhecimento da importância do Vaticano e os laços em questões de cunho moral, com uma conversão já há muito anunciada é uma clara alusão ao cumprimento do quadro profético esperado.
Os "braços sobre o abismo" nunca estiveram tão perto de serem estendidos.
O Papa, os EUA e a UE
Interessante o fluxo de informações aparentemente desconexas desta última semana. Vejamos:
Papa afirma que a Europa pode renascer a partir das raízes cristãs
Cidade do Vaticano, 11 jun (EFE).- O papa Bento XVI afirmou que a Europa pode renascer a partir das raízes cristãs, durante a audiência geral de hoje realizada na Praça de São Pedro do Vaticano, e que foi dedicada à figura de São Columbano.
...
Fonte - Último Segundo
Papa Bento XVI diz que a Igreja Católica 'não tem fronteiras'
...
O papa Bento XVI afirmou neste sábado (14) que a Igreja Católica "não tem fronteiras", "é universal" "e fala todos os idiomas do mundo", na missa celebrada no Santuário de Santa Maria di Leuca, na região italiana da Apúlia, aonde chegou em visita pastoral.
...
"Os limites geográficos, culturais, étnicos, ou inclusive as fronteiras religiosas são para a Igreja um convite à evangelização sob a perspectiva de uma comunhão na diversidade", disse.
Bento XVI acrescentou que a missão da Igreja Católica é "falar em todos os idiomas do mundo" e que sua originária vocação é "ser, como revelava o profeta Abraão, uma bênção para todos os povos da Terra".
...
Acrescentou também que a Igreja Católica "não pode e não quer substituir as instituições", e que sua única missão é a de "estimulá-las e apoiá-las", e "colaborar com elas pelo bem de todos, a partir das situações mais difíceis".
...
Fonte - G1
Bush afirma que laços com Europa estão "mais firmes que nunca"
O presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou nesta sexta-feira que os laços de seu país com a Europa estão "mais firmes e vibrantes que nunca", já que foram superados os desacordos causados pela Guerra do Iraque.
...
"Ao invés de nos estabilizar em assuntos dentro da Europa, examinamos cada vez mais questões de alcance global, e, ao invés de nos apegarmos em nossas diferenças, cada vez mais estamos unidos em nossos interesses e ideais", declarou Bush.
...
Fonte - Folha
Bush fala de nova era em relações com Europa
PARIS, 13 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, ao celebrar nesta sexta-feira em Paris os 60 anos do Plano Marshall, disse que estava convencido de que está nascendo "uma nova era de unidade transatlântica", ao mesmo tempo em que prestou homenagem a seu "novo amigo", Nicolas Sarkozy.
...
Bush chegou hoje a Paris, onde ficará dois dias, procedente de Roma, onde pela manhã se reuniu com o papa Bento XVI no Vaticano, durante a sua viagem pela Europa.
...
Fonte - Ansa
Nota DDP:
É absolutamente notável se perceber a aproximação ensaiada nas notícias supra, onde se denota o interesse do Vaticano permeando as relações entre organismos internacionais, na condição de uma instituição "sem fronteiras". As falas de Bush em termos "mais firmes e vibrantes do que nunca", nascendo "uma nova era de unidade" é no mínimo curiosa. E certamente serão as raízes cristãs da Europa que tratarão de selar esta "nova unidade", encabeçada pela igreja "universal". Os fatos têm se acelerado neste sentido.
ET: Assim como Bush assinalou uma "nova era", o presidente russo espera uma "nova ordem" para a Europa. Os termos ocultistas vieram para ficar (Último Segundo), e obviamente não estão sendo lançados sem um objetivo pré-definido.
Papa afirma que a Europa pode renascer a partir das raízes cristãs
Cidade do Vaticano, 11 jun (EFE).- O papa Bento XVI afirmou que a Europa pode renascer a partir das raízes cristãs, durante a audiência geral de hoje realizada na Praça de São Pedro do Vaticano, e que foi dedicada à figura de São Columbano.
...
Fonte - Último Segundo
Papa Bento XVI diz que a Igreja Católica 'não tem fronteiras'
...
O papa Bento XVI afirmou neste sábado (14) que a Igreja Católica "não tem fronteiras", "é universal" "e fala todos os idiomas do mundo", na missa celebrada no Santuário de Santa Maria di Leuca, na região italiana da Apúlia, aonde chegou em visita pastoral.
...
"Os limites geográficos, culturais, étnicos, ou inclusive as fronteiras religiosas são para a Igreja um convite à evangelização sob a perspectiva de uma comunhão na diversidade", disse.
Bento XVI acrescentou que a missão da Igreja Católica é "falar em todos os idiomas do mundo" e que sua originária vocação é "ser, como revelava o profeta Abraão, uma bênção para todos os povos da Terra".
...
Acrescentou também que a Igreja Católica "não pode e não quer substituir as instituições", e que sua única missão é a de "estimulá-las e apoiá-las", e "colaborar com elas pelo bem de todos, a partir das situações mais difíceis".
...
Fonte - G1
Bush afirma que laços com Europa estão "mais firmes que nunca"
O presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou nesta sexta-feira que os laços de seu país com a Europa estão "mais firmes e vibrantes que nunca", já que foram superados os desacordos causados pela Guerra do Iraque.
...
"Ao invés de nos estabilizar em assuntos dentro da Europa, examinamos cada vez mais questões de alcance global, e, ao invés de nos apegarmos em nossas diferenças, cada vez mais estamos unidos em nossos interesses e ideais", declarou Bush.
...
Fonte - Folha
Bush fala de nova era em relações com Europa
PARIS, 13 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, ao celebrar nesta sexta-feira em Paris os 60 anos do Plano Marshall, disse que estava convencido de que está nascendo "uma nova era de unidade transatlântica", ao mesmo tempo em que prestou homenagem a seu "novo amigo", Nicolas Sarkozy.
...
Bush chegou hoje a Paris, onde ficará dois dias, procedente de Roma, onde pela manhã se reuniu com o papa Bento XVI no Vaticano, durante a sua viagem pela Europa.
...
Fonte - Ansa
Nota DDP:
É absolutamente notável se perceber a aproximação ensaiada nas notícias supra, onde se denota o interesse do Vaticano permeando as relações entre organismos internacionais, na condição de uma instituição "sem fronteiras". As falas de Bush em termos "mais firmes e vibrantes do que nunca", nascendo "uma nova era de unidade" é no mínimo curiosa. E certamente serão as raízes cristãs da Europa que tratarão de selar esta "nova unidade", encabeçada pela igreja "universal". Os fatos têm se acelerado neste sentido.
ET: Assim como Bush assinalou uma "nova era", o presidente russo espera uma "nova ordem" para a Europa. Os termos ocultistas vieram para ficar (Último Segundo), e obviamente não estão sendo lançados sem um objetivo pré-definido.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Bush diz que "religião é paz"
ROMA, 8 JUN (ANSA) - O presidente norte-americano, George W. Bush, declarou neste domingo que "a religião é paz" e que ninguém melhor que o Papa para "interpretar essa mensagem, inclusive em relação ao Islã".
O presidente norte-americano, que visitará Roma entre 11 e 13 de junho, afirmou em entrevista ao TG1 do canal italiano RAI que o Pontífice "é uma personalidade significativa em todo o mundo", acrescentando que "foi uma honra recebê-lo na Casa Branca".
"Nossa conversa foi edificante. Falamos de diálogo interreligioso, ao qual eu atribuo grande importância para encontrar, por meio da religião, um termo comum para fazer frente à violência usada por alguns em nome da fé para perpetuar uma ideologia", prossegiu Bush.
"A religião é a paz e ninguém interpreta essa mensagem melhor do que o Papa, inclusive em relação ao Islã", concluiu Bush.
Fonte - ANSA
O presidente norte-americano, que visitará Roma entre 11 e 13 de junho, afirmou em entrevista ao TG1 do canal italiano RAI que o Pontífice "é uma personalidade significativa em todo o mundo", acrescentando que "foi uma honra recebê-lo na Casa Branca".
"Nossa conversa foi edificante. Falamos de diálogo interreligioso, ao qual eu atribuo grande importância para encontrar, por meio da religião, um termo comum para fazer frente à violência usada por alguns em nome da fé para perpetuar uma ideologia", prossegiu Bush.
"A religião é a paz e ninguém interpreta essa mensagem melhor do que o Papa, inclusive em relação ao Islã", concluiu Bush.
Fonte - ANSA
Novamente Bush e Bento XVI
Bush receberá atenção especial de Bento XVI durante visita ao Vaticano
O papa Bento XVI dedicará na sexta-feira especial atenção ao presidente norte-americano, George W. Bush, que será recebido pelo Sumo Pontífice em uma audiência excepcional na torre de San Juan, nos jardins do Vaticano, anunciou nesta segunda-feira o porta-voz da Santa Sé.
As audiências do Papa com os chefes de Estado são realizadas habitualmente na biblioteca do palácio apostólico, com um protocolo que não dá margem a improvisação nem a espontaneidade.
A audiência com Bush será diferente. Bento XVI pretende retribuir "a cordialidade" do presidente norte-americano quando este o recebeu na Casa Branca, no dia 16 de abril, durante sua viagem aos Estados Unidos, indicou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.
...
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Para quem recursou-se a receber todos os demais chefes de estado que quiseram conversar com o pontífice por ocasião da reunião da ONU, temos aqui uma estranha deferência. EUA e Vaticano se aproximam com uma velocidade espantosa.
O papa Bento XVI dedicará na sexta-feira especial atenção ao presidente norte-americano, George W. Bush, que será recebido pelo Sumo Pontífice em uma audiência excepcional na torre de San Juan, nos jardins do Vaticano, anunciou nesta segunda-feira o porta-voz da Santa Sé.
As audiências do Papa com os chefes de Estado são realizadas habitualmente na biblioteca do palácio apostólico, com um protocolo que não dá margem a improvisação nem a espontaneidade.
A audiência com Bush será diferente. Bento XVI pretende retribuir "a cordialidade" do presidente norte-americano quando este o recebeu na Casa Branca, no dia 16 de abril, durante sua viagem aos Estados Unidos, indicou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.
...
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Para quem recursou-se a receber todos os demais chefes de estado que quiseram conversar com o pontífice por ocasião da reunião da ONU, temos aqui uma estranha deferência. EUA e Vaticano se aproximam com uma velocidade espantosa.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Viver o Domingo com a Igreja Católica
O Domingo é das mais antigas e mais “importantes instituições cristãs” (Cf. «A Instrução Pastoral sobre o Domingo e sua celebração»). O respeito e a vivência do descanso e da missa dominicais são índices significativos da penetração do cristianismo na alma duma população. Publicada a 9 de Junho de 1978, esta instrução pastoral aborda as questões fulcrais sobre este dia da semana.
A reunião dos fiéis para a celebração do mistério pascal era a nota dominante do Domingo cristão nos primórdios. Actualmente, nas sociedades de velha tradição cristã “a vivência social do Domingo é sobretudo marcada por ser o dia de descanso” – sublinha o documento da Conferência Episcopal Portuguesa. E acrescenta: “mesmo que a muitos escape o sentido espiritual e religioso do descanso dominical, ele é um valor que a Igreja se empenha em defender”.
Depois do primeiro recenseamento à prática dominical realizado a 6 de Fevereiro de 1977, os bispos portugueses constataram que “é baixa a frequência das missas dominicais, quase se perdeu a tradição das devoções de Domingo à tarde”. Este dia da semana foi-se adaptando, ao longo dos séculos, às circunstâncias mutáveis da vida social. Hoje, ele defronta uma das “mais profundas mudanças socioculturais, a passagem da civilização da estabilidade – para a moderna civilização urbana – civilização da mobilidade”. A pastoral do Domingo tem de enfrentar com “realismo esta mudança, superando as dificuldades e aproveitando as oportunidades que dela advêm” – realça o documento.
Passados trinta anos, a realidade ainda continua em mobilidade constante. No entanto, no capítulo «Para uma Pastoral realista do Domingo», os bispos portugueses apontam as soluções: “A pastoral do Domingo tem, pois, de contar com realidades como a dispersão das pessoas nos fins de semana, férias e turismo, sem esquecer as peregrinações e visitas a santuários; os pequenos grupos, a começar pelos que se formam por motivos de vida espiritual e apostolado; e os meios de comunicação social, com tudo o que representam de distracção dos valores espirituais e religiosos, mas também de possibilidade novas de transmissão da mensagem evangélica ou de promoção dos valores cristãos”.
Com o aproximar dos tempos de veraneio, a mobilidade acentua-se. O valor do Domingo poderá cair no esquecimento de alguns. Para que tal não aconteça, os bispos portugueses apelam no referido documento para “um esforço de aprofunda-mento doutrinal, que ponha mais a claro a origem, o conteúdo de fé e a espiritua-lidade o dia do Senhor”. Encontrar o valor do Domingo é palavra de ordem...
Nesta linha de aprofundamento, os prelados portugueses aprovaram – a 11 de Novembro de 1993 – uma Nota Pastoral «O Domingo numa sociedade em mudança». Os pseudo-valores ganharam novo impacto. O documento continua com alertas. “A laicização da vida moderna e a crise de valores levaram ao amortecimento da fé ou das suas expressões”.
As melhores formas dos cristãos actuarem foram expressas na instrução pastoral, mas a nota pastoral reforça as linhas. “O trabalho contínuo, a multiplicação das indústrias e dos serviços dos tempos livres, a mobilidade das populações e a já referida crise de valores levantam, em muitos lugares, sérias dificuldades a uma autêntica vivência do Domingo”.
Apesar de ser um tempo reservado a Deus, o Domingo também é um tempo para o homem, para cada homem e para todos os homens. Este descanso dominical é um espaço aberto à convivência, ao encontro e prestação gratuita de serviços, extraordinariamente importantes para a vida comunitária e colectiva dos homens. “Antes de mais, para a vida familiar, hoje tão afectada pela dispersão dos membros da família, pelo desen-contro de horários, por dificuldades económicas e de habitação, pela degradação das ideias e costumes que infectam o ambiente e penetram mesmo, através dos meios de comunicação social, até ao interior dos lares” – expressa a Nota Pastoral «O Domingo numa Sociedade em Mudança».
A Igreja percebe as contingências da sociedade e convoca os cristãos para uma pastoral do Domingo com criatividade. “Criatividade pastoral e social” – avança o documento.
E finaliza: “Não podemos viver sem o Domingo”
Fonte - Ecclesia
A reunião dos fiéis para a celebração do mistério pascal era a nota dominante do Domingo cristão nos primórdios. Actualmente, nas sociedades de velha tradição cristã “a vivência social do Domingo é sobretudo marcada por ser o dia de descanso” – sublinha o documento da Conferência Episcopal Portuguesa. E acrescenta: “mesmo que a muitos escape o sentido espiritual e religioso do descanso dominical, ele é um valor que a Igreja se empenha em defender”.
Depois do primeiro recenseamento à prática dominical realizado a 6 de Fevereiro de 1977, os bispos portugueses constataram que “é baixa a frequência das missas dominicais, quase se perdeu a tradição das devoções de Domingo à tarde”. Este dia da semana foi-se adaptando, ao longo dos séculos, às circunstâncias mutáveis da vida social. Hoje, ele defronta uma das “mais profundas mudanças socioculturais, a passagem da civilização da estabilidade – para a moderna civilização urbana – civilização da mobilidade”. A pastoral do Domingo tem de enfrentar com “realismo esta mudança, superando as dificuldades e aproveitando as oportunidades que dela advêm” – realça o documento.
Passados trinta anos, a realidade ainda continua em mobilidade constante. No entanto, no capítulo «Para uma Pastoral realista do Domingo», os bispos portugueses apontam as soluções: “A pastoral do Domingo tem, pois, de contar com realidades como a dispersão das pessoas nos fins de semana, férias e turismo, sem esquecer as peregrinações e visitas a santuários; os pequenos grupos, a começar pelos que se formam por motivos de vida espiritual e apostolado; e os meios de comunicação social, com tudo o que representam de distracção dos valores espirituais e religiosos, mas também de possibilidade novas de transmissão da mensagem evangélica ou de promoção dos valores cristãos”.
Com o aproximar dos tempos de veraneio, a mobilidade acentua-se. O valor do Domingo poderá cair no esquecimento de alguns. Para que tal não aconteça, os bispos portugueses apelam no referido documento para “um esforço de aprofunda-mento doutrinal, que ponha mais a claro a origem, o conteúdo de fé e a espiritua-lidade o dia do Senhor”. Encontrar o valor do Domingo é palavra de ordem...
Nesta linha de aprofundamento, os prelados portugueses aprovaram – a 11 de Novembro de 1993 – uma Nota Pastoral «O Domingo numa sociedade em mudança». Os pseudo-valores ganharam novo impacto. O documento continua com alertas. “A laicização da vida moderna e a crise de valores levaram ao amortecimento da fé ou das suas expressões”.
As melhores formas dos cristãos actuarem foram expressas na instrução pastoral, mas a nota pastoral reforça as linhas. “O trabalho contínuo, a multiplicação das indústrias e dos serviços dos tempos livres, a mobilidade das populações e a já referida crise de valores levantam, em muitos lugares, sérias dificuldades a uma autêntica vivência do Domingo”.
Apesar de ser um tempo reservado a Deus, o Domingo também é um tempo para o homem, para cada homem e para todos os homens. Este descanso dominical é um espaço aberto à convivência, ao encontro e prestação gratuita de serviços, extraordinariamente importantes para a vida comunitária e colectiva dos homens. “Antes de mais, para a vida familiar, hoje tão afectada pela dispersão dos membros da família, pelo desen-contro de horários, por dificuldades económicas e de habitação, pela degradação das ideias e costumes que infectam o ambiente e penetram mesmo, através dos meios de comunicação social, até ao interior dos lares” – expressa a Nota Pastoral «O Domingo numa Sociedade em Mudança».
A Igreja percebe as contingências da sociedade e convoca os cristãos para uma pastoral do Domingo com criatividade. “Criatividade pastoral e social” – avança o documento.
E finaliza: “Não podemos viver sem o Domingo”
Fonte - Ecclesia
Santa Sé publica «decálogo cristão» sobre meio ambiente
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 5 de junho de 2008 (ZENIT.org).- O Conselho Pontifício «Justiça e Paz» elaborou um «decálogo» inspirado na visão cristã da Criação, por ocasião da celebração hoje da Jornada Mundial do meio ambiente, auspiciada pela ONU.
Trata-se, segundo explicou hoje na «Rádio Vaticano» o secretário do Conselho, Dom Giampaolo Crepaldi, de «explicar em dez pontos o mais importante do capítulo sobre o meio ambiente do Compêndio da Doutrina Social da Igreja».
Esta iniciativa, explica Dom Crepaldi, é para que se conheça, «por parte das comunidades cristãs, dos grupos e dos movimentos, o riquíssimo Magistério social da Igreja sobre a questão específica do ambiente e sua salvaguarda».
O secretário do Conselho Pontifício «Justiça e Paz» expressou seu apreço pela iniciativa da ONU de instaurar esta jornada, ainda que, em sua opinião, a questão da taxa de carbono deveria levar em conta outras variáveis, dentro das relações entre o mundo rico e o mundo pobre.
«O objetivo e a perspectiva delineada pelo Magistério social da Igreja, e confirmada muitas vezes pelo Santo Padre, é a de uma economia justa e solidária. É bom que caia a taxa do carbono, mas é necessário acrescentar também outras coisas.»
Com relação ao debate sobre a utilização de energias alternativas, o prelado afirmou que é necessário continuar avançando nesta direção. «Contudo, é necessário ser realista, já que atualmente não é possível, só com as energias alternativas, garantir a sustentabilidade dos sistemas econômicos» e, portanto, dar resposta «à pobreza, ao subdesenvolvimento em tantas áreas do planeta, e quando falamos de subdesenvolvimento, estamos falando de milhões e milhões de pobres, de pessoas que não têm nada».
Sobre a vontade da comunidade internacional de reduzir as emissões de carbono para combater o aquecimento global, Dom Crepaldi afirmou que se trata de uma questão «muito complexa e controversa» sobre a qual «é necessário um maior empenho no âmbito científico» para «esclarecer os termos desta questão, tentando avaliar os efeitos no longo prazo».
«É necessário também um maior empenho desde o ponto de vista político, porque de fato as políticas postas em prática pelos governos para controlar o chamado ‘aquecimento global’ são políticas dificilmente sustentáveis desde o ponto de vista econômico, são caras demais. Tanto os cientistas como os políticos, obviamente com a participação da sociedade civil, devem continuar trabalhando neste campo.»
Finalmente, sobre a energia nuclear, recordou que a Igreja «condena seu uso militar, mas não há nenhuma objeção a seu uso civil».
«Evidentemente, estamos diante de uma questão muito delicada, porque neste caso temos um problema cultural e político lá onde se afirma utilizar a energia nuclear para usos civis, enquanto no fundo, alguns pensam em utilizá-la para objetivos militares.»
O decálogo do meio ambiente e a doutrina social da Igreja serão apresentado nesta quarta-feira em Milão pelo bispo Giampaolo Crepaldi, no festival internacional sobre o ambiente.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Alguns pontos a serem considerados:
1) A iniciativa não é uma novidade, como pode ser visto em "«Decálogo católico» sobre ética e meio ambiente", não se devendo esquecer do relevo que é dado à necessidade de contemplar medidas globais a favor do meio ambiente por lei;
2) Não se pode perder de vista que a jornada foi patrocinada pela ONU e, na recente visita do Papa aos EUA, o Secretário Geral da ONU disse ao pontífice "sua santidade, de muitas maneiras, sua missão é a nossa", como em "Papa: A ONU deve intervir";
3) Há uma tentativa reiterada de se considerar condutas através de "decálogos", logicamente com intenção de condicionar a população;
4) A tábua final desta iniciativa está em se reconhecer os ensinos da igreja que possam colaborar nas questões em voga, onde entra o "sentido ecológico do domingo", inclusive em consonância com a assertiva de que medidas mais elaboradas são "caras demais".
Trata-se, segundo explicou hoje na «Rádio Vaticano» o secretário do Conselho, Dom Giampaolo Crepaldi, de «explicar em dez pontos o mais importante do capítulo sobre o meio ambiente do Compêndio da Doutrina Social da Igreja».
Esta iniciativa, explica Dom Crepaldi, é para que se conheça, «por parte das comunidades cristãs, dos grupos e dos movimentos, o riquíssimo Magistério social da Igreja sobre a questão específica do ambiente e sua salvaguarda».
O secretário do Conselho Pontifício «Justiça e Paz» expressou seu apreço pela iniciativa da ONU de instaurar esta jornada, ainda que, em sua opinião, a questão da taxa de carbono deveria levar em conta outras variáveis, dentro das relações entre o mundo rico e o mundo pobre.
«O objetivo e a perspectiva delineada pelo Magistério social da Igreja, e confirmada muitas vezes pelo Santo Padre, é a de uma economia justa e solidária. É bom que caia a taxa do carbono, mas é necessário acrescentar também outras coisas.»
Com relação ao debate sobre a utilização de energias alternativas, o prelado afirmou que é necessário continuar avançando nesta direção. «Contudo, é necessário ser realista, já que atualmente não é possível, só com as energias alternativas, garantir a sustentabilidade dos sistemas econômicos» e, portanto, dar resposta «à pobreza, ao subdesenvolvimento em tantas áreas do planeta, e quando falamos de subdesenvolvimento, estamos falando de milhões e milhões de pobres, de pessoas que não têm nada».
Sobre a vontade da comunidade internacional de reduzir as emissões de carbono para combater o aquecimento global, Dom Crepaldi afirmou que se trata de uma questão «muito complexa e controversa» sobre a qual «é necessário um maior empenho no âmbito científico» para «esclarecer os termos desta questão, tentando avaliar os efeitos no longo prazo».
«É necessário também um maior empenho desde o ponto de vista político, porque de fato as políticas postas em prática pelos governos para controlar o chamado ‘aquecimento global’ são políticas dificilmente sustentáveis desde o ponto de vista econômico, são caras demais. Tanto os cientistas como os políticos, obviamente com a participação da sociedade civil, devem continuar trabalhando neste campo.»
Finalmente, sobre a energia nuclear, recordou que a Igreja «condena seu uso militar, mas não há nenhuma objeção a seu uso civil».
«Evidentemente, estamos diante de uma questão muito delicada, porque neste caso temos um problema cultural e político lá onde se afirma utilizar a energia nuclear para usos civis, enquanto no fundo, alguns pensam em utilizá-la para objetivos militares.»
O decálogo do meio ambiente e a doutrina social da Igreja serão apresentado nesta quarta-feira em Milão pelo bispo Giampaolo Crepaldi, no festival internacional sobre o ambiente.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Alguns pontos a serem considerados:
1) A iniciativa não é uma novidade, como pode ser visto em "«Decálogo católico» sobre ética e meio ambiente", não se devendo esquecer do relevo que é dado à necessidade de contemplar medidas globais a favor do meio ambiente por lei;
2) Não se pode perder de vista que a jornada foi patrocinada pela ONU e, na recente visita do Papa aos EUA, o Secretário Geral da ONU disse ao pontífice "sua santidade, de muitas maneiras, sua missão é a nossa", como em "Papa: A ONU deve intervir";
3) Há uma tentativa reiterada de se considerar condutas através de "decálogos", logicamente com intenção de condicionar a população;
4) A tábua final desta iniciativa está em se reconhecer os ensinos da igreja que possam colaborar nas questões em voga, onde entra o "sentido ecológico do domingo", inclusive em consonância com a assertiva de que medidas mais elaboradas são "caras demais".
quinta-feira, 5 de junho de 2008
«Guia» para o diálogo com as outras religiões
Vaticano procura definir orientações que ajudem os católicos a relacionar-se com pessoas e comunidades não cristãs
O Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso (CPDIR) está concentrado na elaboração de um documento com linhas de orientação que ajudem os católicos a “relacionar-se com pessoas e comunidades de outras religiões na verdade e no amor”.
A revelação foi feita pelo presidente do CPDIR, Cardeal Jean-Louis Tauran, na abertura da assembleia plenária deste organismo do Vaticano, que se prolonga até ao próximo dia 7, Sábado.
“Após muitos anos de hesitação a respeito da oportunidade de tal documento, parece ter chegado o tempo de apoiar os pastores e os fiéis com algumas orientações gerais que, obviamente, serão adaptadas às situações locais”, referiu o Cardeal francês.
Segundo este responsável, a inspiração virá dos “Dez Mandamentos, que são uma espécie de gramática universal que todos os crentes podem usar na sua relação com Deus e com todos os seus próximos”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Fico me perguntando se existe alguma dúvida por parte dos incrédulos, óbvio, sobre a plena possibilidade de os eventos finais ocorrerem exatamente como crêem os adventistas do sétimo dia, porque os fatos indicam que estes eventos encontram-se cada vez mais próximos. Penso que vivemos um tempo em que o preconceito deveria ser colocado de lado e deixar espaço para a sabedoria que vem de Deus, uma vez que o benefício da dúvida não é mais uma questão de tolerância, mas de inteligência.
O Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso (CPDIR) está concentrado na elaboração de um documento com linhas de orientação que ajudem os católicos a “relacionar-se com pessoas e comunidades de outras religiões na verdade e no amor”.
A revelação foi feita pelo presidente do CPDIR, Cardeal Jean-Louis Tauran, na abertura da assembleia plenária deste organismo do Vaticano, que se prolonga até ao próximo dia 7, Sábado.
“Após muitos anos de hesitação a respeito da oportunidade de tal documento, parece ter chegado o tempo de apoiar os pastores e os fiéis com algumas orientações gerais que, obviamente, serão adaptadas às situações locais”, referiu o Cardeal francês.
Segundo este responsável, a inspiração virá dos “Dez Mandamentos, que são uma espécie de gramática universal que todos os crentes podem usar na sua relação com Deus e com todos os seus próximos”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Fico me perguntando se existe alguma dúvida por parte dos incrédulos, óbvio, sobre a plena possibilidade de os eventos finais ocorrerem exatamente como crêem os adventistas do sétimo dia, porque os fatos indicam que estes eventos encontram-se cada vez mais próximos. Penso que vivemos um tempo em que o preconceito deveria ser colocado de lado e deixar espaço para a sabedoria que vem de Deus, uma vez que o benefício da dúvida não é mais uma questão de tolerância, mas de inteligência.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Papa não aceita audiência solicitada com líderes internacionais
A sala de imprensa da Santa Sé publicou esta manhã um comunicado oficial a explicar os motivos que levaram Bento XVI a não receber alguns dos líderes internacionais presentes em Roma para a cimeira da FAO.
A nota refere a “algumas ilações jornalísticas” que circularam por estes dias, a respeito dessa recusa, com a Santa Sé a precisar que “Bento XVI não pôde responder positivamente aos pedidos de audiência privada” feitos por vários chefes de Estado e de Governo, “por causa do número de pedidos, da restrição do tempo e dos compromissos já assumidos”.
O Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, escreveu a cada um dos interessados, dando conta da “tristeza” do Papa por esta “impossibilidade”, mas reafirmando “a disponibilidade de os receber numa próxima ocasião”.
O comunicado da Santa Sé lembra que não estamos na presença de um facto inédito, dado que desde Abril de 2006 foi comunicado às missões diplomáticas junto da Santa Sé que “seria muito difícil acolher os pedidos de audiência por ocasião de conferências e congressos internacionais”.
Fonte Ecclesia
Nota: Há algumas semanas atrás foi divulgada uma lista de 100 personalidades mais influentes no mundo, o Papa não estava entre elas, isso despertarou algumas críticas. O Papa realmente não influencia na roupa que veste, na comida ou na bebida que gosta ou em aspectos da vida normal. A influência do Papa é na política, isto é provado pela quantidade de audiências solicitadas, o que o levou a recusar receber a visita de alguns lideres mundiais. Hoje podemos perceber que a sua influência é maior do que se imagina e não demorará muito para vermos sua influência impor o domingo como dia da família e de proteção ao meio ambiente, levando milhões a reverenciar este dia no lugar do Sábado do Senhor e assim cumprindo a profecia de Apocalipse 13:14 - "E engana os que habitam na terra, com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra, que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia". [...]
Leia mais em Resta uma esperança
Nota DDP:
Impressiona como a influência do Vaticano tem crescido exponencialmente nos últimos meses. De fato JPII deixou preparado o terreno e, BXVI que naquela época era o mentor intelectual de seu pontificado, vem colhendo os frutos rapidamente.
A nota refere a “algumas ilações jornalísticas” que circularam por estes dias, a respeito dessa recusa, com a Santa Sé a precisar que “Bento XVI não pôde responder positivamente aos pedidos de audiência privada” feitos por vários chefes de Estado e de Governo, “por causa do número de pedidos, da restrição do tempo e dos compromissos já assumidos”.
O Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, escreveu a cada um dos interessados, dando conta da “tristeza” do Papa por esta “impossibilidade”, mas reafirmando “a disponibilidade de os receber numa próxima ocasião”.
O comunicado da Santa Sé lembra que não estamos na presença de um facto inédito, dado que desde Abril de 2006 foi comunicado às missões diplomáticas junto da Santa Sé que “seria muito difícil acolher os pedidos de audiência por ocasião de conferências e congressos internacionais”.
Fonte Ecclesia
Nota: Há algumas semanas atrás foi divulgada uma lista de 100 personalidades mais influentes no mundo, o Papa não estava entre elas, isso despertarou algumas críticas. O Papa realmente não influencia na roupa que veste, na comida ou na bebida que gosta ou em aspectos da vida normal. A influência do Papa é na política, isto é provado pela quantidade de audiências solicitadas, o que o levou a recusar receber a visita de alguns lideres mundiais. Hoje podemos perceber que a sua influência é maior do que se imagina e não demorará muito para vermos sua influência impor o domingo como dia da família e de proteção ao meio ambiente, levando milhões a reverenciar este dia no lugar do Sábado do Senhor e assim cumprindo a profecia de Apocalipse 13:14 - "E engana os que habitam na terra, com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra, que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia". [...]
Leia mais em Resta uma esperança
Nota DDP:
Impressiona como a influência do Vaticano tem crescido exponencialmente nos últimos meses. De fato JPII deixou preparado o terreno e, BXVI que naquela época era o mentor intelectual de seu pontificado, vem colhendo os frutos rapidamente.
Hindus reconhecem no amor ponto de encontro com católicos
ROMA, terça-feira, 3 de junho de 2008 (ZENIT.org).- «Deus, homem e natureza» é o tema do simpósio concluído em 29 de maio pelo Movimento dos Focolares em Roma, que acolheu pela terceira vez representantes hindus e católicos.
A professora Shashi Prabha Kumar, da Universidade Jawaharlal Nehru em Nova Deli, Índia, reconhece que «o elemento fundamental que nos une às duas religiões é o amor de Deus e a fraternidade universal entre os seres humanos».
Esta docente hindu acrescenta: «O amor de Deus é infinito e é o elemento que pode unir as duas tradições religiosas».
Por sua parte, o professor S.A. Upadhyaya, do Instituto Bharatiya Vidya Bhavan em Mumbai (Índia), afirma que com estes encontros «não só entendemos outras religiões, mas esses diálogos nos fazem compreender nossa própria religião melhor e nos aproxima porque no final entendemos que cada religião enfatiza os valores eternos, éticos, morais como o amor, a verdade, o dar, compartilhar e a compaixão, etc.».
O diálogo mais importante é o da vida, explica a professora Shubhada Joshi, docente na Universidade de Mumbai, Índia: «O que une é o sentimento e a emoção do amor e a atitude de centrar-se em Deus e o que é muito importante é o diálogo que se leva a cabo entre os cristãos, o diálogo da vida, e o diálogo da cultura».
A doutora e professora Uma Vaidya, da mesma universidade, acrescenta: «De fato, nós, hindus, temos o objetivo no que dizemos que sentimos o mundo com nobreza, mas antes disso temos de sentir o mundo com amor e a nobreza virá depois».
O focolarino Roberto Catalano explicou à Zenit que os cristãos pouco a pouco vão reconhecendo «os valores que existem em outras culturas e isso é um aspecto muito positivo» e disse que «o cristianismo ou a cultura na Europa perdeu muitos valores que o hinduísmo e a cultura tradicional hindu ainda mantêm».
O encontro abordou, entre outros temas, o diálogo cristão-hindu e a experiência nestes anos, que compreende também o estudo dos livros sagrados, e evidenciou o conceito de vida nos Vedas (livros hindus), entre outros temas.
Os participantes puderam ver em vídeo a saudação da fundadora dos Focolares, Chiara Lubich, dirigida ao primeiro destes simpósios, em 2004. Antes de regressar a seus países, os participantes oraram diante do túmulo desta leiga que fundou este movimento com a intuição de buscar a unidade.
Fonte - Zenit
A professora Shashi Prabha Kumar, da Universidade Jawaharlal Nehru em Nova Deli, Índia, reconhece que «o elemento fundamental que nos une às duas religiões é o amor de Deus e a fraternidade universal entre os seres humanos».
Esta docente hindu acrescenta: «O amor de Deus é infinito e é o elemento que pode unir as duas tradições religiosas».
Por sua parte, o professor S.A. Upadhyaya, do Instituto Bharatiya Vidya Bhavan em Mumbai (Índia), afirma que com estes encontros «não só entendemos outras religiões, mas esses diálogos nos fazem compreender nossa própria religião melhor e nos aproxima porque no final entendemos que cada religião enfatiza os valores eternos, éticos, morais como o amor, a verdade, o dar, compartilhar e a compaixão, etc.».
O diálogo mais importante é o da vida, explica a professora Shubhada Joshi, docente na Universidade de Mumbai, Índia: «O que une é o sentimento e a emoção do amor e a atitude de centrar-se em Deus e o que é muito importante é o diálogo que se leva a cabo entre os cristãos, o diálogo da vida, e o diálogo da cultura».
A doutora e professora Uma Vaidya, da mesma universidade, acrescenta: «De fato, nós, hindus, temos o objetivo no que dizemos que sentimos o mundo com nobreza, mas antes disso temos de sentir o mundo com amor e a nobreza virá depois».
O focolarino Roberto Catalano explicou à Zenit que os cristãos pouco a pouco vão reconhecendo «os valores que existem em outras culturas e isso é um aspecto muito positivo» e disse que «o cristianismo ou a cultura na Europa perdeu muitos valores que o hinduísmo e a cultura tradicional hindu ainda mantêm».
O encontro abordou, entre outros temas, o diálogo cristão-hindu e a experiência nestes anos, que compreende também o estudo dos livros sagrados, e evidenciou o conceito de vida nos Vedas (livros hindus), entre outros temas.
Os participantes puderam ver em vídeo a saudação da fundadora dos Focolares, Chiara Lubich, dirigida ao primeiro destes simpósios, em 2004. Antes de regressar a seus países, os participantes oraram diante do túmulo desta leiga que fundou este movimento com a intuição de buscar a unidade.
Fonte - Zenit
Meios de comunicação, instrumentos para promover ecumenismo e diálogo
TORONTO, terça-feira, 3 de junho de 2008 (ZENIT.org).- Uma das prioridades de Bento XVI é a busca da unidade dos cristãos, e as instituições de meios de comunicação da Santa Sé estão para apoiar este objetivo, afirma o porta-voz vaticano.
O jesuíta Federico Lombardi, diretor da Sala de Informação vaticana, da «Rádio Vaticano» e do Centro Televisivo Vaticano, ilustrou nesta sexta-feira a ação destes instrumentos de comunicação da Igreja no «Café da manhã de Líderes de Empresas Católicos», celebrado em Toronto.
«Desde seu primeiro discurso na Capela Sistina, na manhã seguinte à sua eleição --disse--, Bento XVI afirmou claramente que o ecumenismo --a busca da unidade com outras denominações cristãs-- é uma das maiores prioridades de seu pontificado.»
O porta-voz disse que a viagem do Papa em 2006 a Istambul, na qual se encontrou com o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, «foi o sinal mais evidente deste propósito ecumênico «e a cobertura que a mídia vaticana ofereceu confirma isso».
O Pe. Lombardi indicou que «todas as celebrações, inclusive o encontro entre o Papa e o patriarca, foram transmitidas mundialmente desde o Centro Televisivo Vaticano com comentários ao vivo em seis línguas diferentes».
Este é o «exemplo perfeito de como nós podemos pôr as comunicações sociais ao serviço do ecumenismo», acrescentou, explicando que nos comentários participaram tanto católicos como ortodoxos.
Com relação ao diálogo ecumênico com o Patriarca Ortodoxo da Rússia, o Pe. Lombardi disse que apesar das dificuldades, há «muitas relações a partir das quais podemos alimentar a esperança de que um dia chegaremos a um encontro do mais alto nível».
Compartilhou seu envolvimento na emissão de um documentário de uma hora sobre Bento XVI na televisão nacional da Rússia: «Este documentário foi uma co-produção entre ortodoxos e católicos, e continha uma mensagem em russo pronunciada pelo próprio Papa para o povo russo».
O jesuíta compartilhou também «um sinal positivo e entusiasmante de esperança» procedente da relação do Vaticano com a China: o evento de 7 de maio no Vaticano, onde a Orquestra Filarmônica da China e o Coro da Ópera de Xangai ofereceram um concerto ao Papa, emitido pela televisão chinesa.
«Não se pode ignorar que este evento --disse o porta-voz; além de seu significado cultural, representou um importante sinal de boa relação e amizade. A orquestra chinesa elegeu interpretar uma peça importante, ocidental e religiosa: o «Réquiem» de Mozart, assim como uma breve e bela canção popular chinesa; «Flores de Jasmim».
Dias depois, um terremoto atingiu a China e o Papa manifestou publicamente sua dor. «O embaixador chinês em Roma me disse que as palavras do Papa tiveram um amplo impacto em todo o país --revela o Pe. Lombardi. O Papa já não é um estranho para o povo chinês, mas uma grande personalidade rodeada de atenção e respeito.»
Fonte - Zenit
O jesuíta Federico Lombardi, diretor da Sala de Informação vaticana, da «Rádio Vaticano» e do Centro Televisivo Vaticano, ilustrou nesta sexta-feira a ação destes instrumentos de comunicação da Igreja no «Café da manhã de Líderes de Empresas Católicos», celebrado em Toronto.
«Desde seu primeiro discurso na Capela Sistina, na manhã seguinte à sua eleição --disse--, Bento XVI afirmou claramente que o ecumenismo --a busca da unidade com outras denominações cristãs-- é uma das maiores prioridades de seu pontificado.»
O porta-voz disse que a viagem do Papa em 2006 a Istambul, na qual se encontrou com o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, «foi o sinal mais evidente deste propósito ecumênico «e a cobertura que a mídia vaticana ofereceu confirma isso».
O Pe. Lombardi indicou que «todas as celebrações, inclusive o encontro entre o Papa e o patriarca, foram transmitidas mundialmente desde o Centro Televisivo Vaticano com comentários ao vivo em seis línguas diferentes».
Este é o «exemplo perfeito de como nós podemos pôr as comunicações sociais ao serviço do ecumenismo», acrescentou, explicando que nos comentários participaram tanto católicos como ortodoxos.
Com relação ao diálogo ecumênico com o Patriarca Ortodoxo da Rússia, o Pe. Lombardi disse que apesar das dificuldades, há «muitas relações a partir das quais podemos alimentar a esperança de que um dia chegaremos a um encontro do mais alto nível».
Compartilhou seu envolvimento na emissão de um documentário de uma hora sobre Bento XVI na televisão nacional da Rússia: «Este documentário foi uma co-produção entre ortodoxos e católicos, e continha uma mensagem em russo pronunciada pelo próprio Papa para o povo russo».
O jesuíta compartilhou também «um sinal positivo e entusiasmante de esperança» procedente da relação do Vaticano com a China: o evento de 7 de maio no Vaticano, onde a Orquestra Filarmônica da China e o Coro da Ópera de Xangai ofereceram um concerto ao Papa, emitido pela televisão chinesa.
«Não se pode ignorar que este evento --disse o porta-voz; além de seu significado cultural, representou um importante sinal de boa relação e amizade. A orquestra chinesa elegeu interpretar uma peça importante, ocidental e religiosa: o «Réquiem» de Mozart, assim como uma breve e bela canção popular chinesa; «Flores de Jasmim».
Dias depois, um terremoto atingiu a China e o Papa manifestou publicamente sua dor. «O embaixador chinês em Roma me disse que as palavras do Papa tiveram um amplo impacto em todo o país --revela o Pe. Lombardi. O Papa já não é um estranho para o povo chinês, mas uma grande personalidade rodeada de atenção e respeito.»
Fonte - Zenit
Ação internacional das Igrejas para a paz na Palestina e em Israel
De 4 a 10 de Junho vai decorrer a semana de sensibilização e acção por uma paz justa na Palestina e em Israel, uma inciativa das Igrejas membros do Conselho Mundial de Igrejas e das organizações a ele ligadas, entre as quais a Pax Christi Internacional e que tem por tema "É tempo da Palestina".
“É tempo de palestinianos e israelitas partilharem uma paz justa, tempo de pôr fim a 60 anos de conflito, tempo de se libertar da ocupação, tempo de gozar de direitos iguais, e tempo de curar as almas feridas”, refere um comunicado enviado à Agência ECCLESIA pela Pax Christi Portugal.
A iniciativa convida grupos e pessoas a rezar no Domingo, dia 8 de Junho, com as Igrejas que vivem sob ocupação, utilizando uma oração especial de Jerusalém, e a enviar por email uma oração pela paz para Belém (aei@p-ol.com).
Fonte - Ecclesia
“É tempo de palestinianos e israelitas partilharem uma paz justa, tempo de pôr fim a 60 anos de conflito, tempo de se libertar da ocupação, tempo de gozar de direitos iguais, e tempo de curar as almas feridas”, refere um comunicado enviado à Agência ECCLESIA pela Pax Christi Portugal.
A iniciativa convida grupos e pessoas a rezar no Domingo, dia 8 de Junho, com as Igrejas que vivem sob ocupação, utilizando uma oração especial de Jerusalém, e a enviar por email uma oração pela paz para Belém (aei@p-ol.com).
Fonte - Ecclesia
Mensagens de advertência - 3

"Nas últimas cenas da história terrestre, grassará a guerra. Haverá epidemias, pragas e fomes. As águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas pelo fogo e por inundações. Deveríamos estar nos preparando para as mansões que Cristo foi preparar para os que O amam." Maranata (Meditações Matinais, 1977), pág. 172.
"Cientistas temem que pandemia de gripe aviária possa ocorrer nos próximos dezoito meses" - Peru21.com
"Gripe aviária: Falta apenas uma mutação de aminoácidos para que comece uma pandemia entre humanos" - Novosti
Mensagens de advertência - 2

"Antes que o Filho do homem apareça nas nuvens do céu, tudo na Natureza estará em convulsão. Raios do céu unindo-se ao fogo na Terra farão com que as montanhas queimem como uma fornalha e lancem suas torrentes de lava sobre aldeias e cidades. Massas derretidas de rochas lançadas na água pela sublevação das coisas ocultas na Terra farão ferver a água e arremessarão pedras e terra. Haverá fortes terremotos e grande destruição de vidas humanas." The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, pág. 946.
Terremotos nos últimos quatro dias: Terremundo
O que fazer diante da crise de alimentos?
Líderes mundiais estão reunidos em Roma para debater sobre como o aumento dos preços dos alimentos está tornando a vida de milhões de pessoas -- e suas próprias posições -- mais precárias.
De acordo com o Programa Alimentar Mundial, uma série de fatores, como ações baixas e dólar fraco, aumento dos preços da energia, e grande demanda por biocombustíveis, tem levado cerca de mais 130 milhões de pessoas à pobreza, ou ao limite dela.
O diretor-geral da agência da ONU para agricultura e alimentos, Jacques Diouf, disse que o desenvolvimento da agricultura internacional vem há tempos sofrendo por ser o último colocado na lista de prioridades políticas.
Fonte - Opinião e Notícia
De acordo com o Programa Alimentar Mundial, uma série de fatores, como ações baixas e dólar fraco, aumento dos preços da energia, e grande demanda por biocombustíveis, tem levado cerca de mais 130 milhões de pessoas à pobreza, ou ao limite dela.
O diretor-geral da agência da ONU para agricultura e alimentos, Jacques Diouf, disse que o desenvolvimento da agricultura internacional vem há tempos sofrendo por ser o último colocado na lista de prioridades políticas.
Fonte - Opinião e Notícia
Água é um novo campo de batalha
Áreas inteiras do sudeste da Espanha estão se transformando em deserto, em um processo que vem sendo acelerado pelo aquecimento global e agravado pelo desenvolvimento mal planejado.
Em um sinal de que o desespero vem aumentando, agricultores da província de Múrcia estão comprando e vendendo água no mercado negro, que está em rápido crescimento, principalmente a partir de poços ilegais.
O sul da Espanha há tempos vem sendo afetado por secas cíclicas. Os cientistas consideram que as batalhas de "ontem" foram travadas por causa da terra, as de "hoje" são focadas no petróleo, e as do futuro acontecerão por causa da água.
Fonte - Opinião e Notícia
Em um sinal de que o desespero vem aumentando, agricultores da província de Múrcia estão comprando e vendendo água no mercado negro, que está em rápido crescimento, principalmente a partir de poços ilegais.
O sul da Espanha há tempos vem sendo afetado por secas cíclicas. Os cientistas consideram que as batalhas de "ontem" foram travadas por causa da terra, as de "hoje" são focadas no petróleo, e as do futuro acontecerão por causa da água.
Fonte - Opinião e Notícia
terça-feira, 3 de junho de 2008
Maria, a edificação da família e o domingo
...
Com Maria compreendemos que o projecto de Famílias caracterizadas pelo modelo evangélico continua a ser tarefa e encargo. Descobrimos algumas coordenadas. Importa concretizar e, com Maria a Mãe da Família de Nazaré, encontraremos o caminho adequado e a força para ultrapassar as possíveis dificuldades.
Ao aceitar a família como um projecto já estamos a sublinhar a necessidade de lhe dedicar tempo. Ninguém ignora que ela não está na soma dum conjunto de pessoas. Isto é uma parcela que necessita de dedicação e tempo que as preocupações laborais nem sempre permitem. Daí que, junto de Maria, queira recordar a necessidade dum descanso dominical para permitir este encontro de todos. Sabemos que a interrupção do trabalho não deve ser uma simples pausa semanal mas que deveria significar um espaço de fruição conjunta e disponibilidade de todos para usufruir de momentos comuns de lazer e permitir a participação em actividades culturais, desportivas e religiosas. Particular importância pode merecer a dedicação e entrega a causas sociais que permitem que o amor familiar se intensifique e fortifique na atenção aos mais necessitados.
Sabemos que reservar este espaço para a família esta a ser ameaçado pelas chamadas “culturas do consumo”, exigindo trabalhar ao domingo como fenómeno crescente e em contra-corrente com o que acontece nos restantes países da União Europeia. Alguns trabalhos são necessários; outros seriam absolutamente dispensáveis e, sem eles, a qualidade de vida das pessoas e das famílias seria totalmente diferente.
Reservar tempo para edificar a família pode soar a utópico mas é condição indispensável para a estabilidade e felicidade familiar.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Não por acaso recentemente chancelou o Vaticano o "aparecimento" de Fátima na França. O Prof. Azenilto Brito possui um material muito interessante sobre estas "aparições" sob o título "Irá Maria unir todos os religiosos?".
Com Maria compreendemos que o projecto de Famílias caracterizadas pelo modelo evangélico continua a ser tarefa e encargo. Descobrimos algumas coordenadas. Importa concretizar e, com Maria a Mãe da Família de Nazaré, encontraremos o caminho adequado e a força para ultrapassar as possíveis dificuldades.
Ao aceitar a família como um projecto já estamos a sublinhar a necessidade de lhe dedicar tempo. Ninguém ignora que ela não está na soma dum conjunto de pessoas. Isto é uma parcela que necessita de dedicação e tempo que as preocupações laborais nem sempre permitem. Daí que, junto de Maria, queira recordar a necessidade dum descanso dominical para permitir este encontro de todos. Sabemos que a interrupção do trabalho não deve ser uma simples pausa semanal mas que deveria significar um espaço de fruição conjunta e disponibilidade de todos para usufruir de momentos comuns de lazer e permitir a participação em actividades culturais, desportivas e religiosas. Particular importância pode merecer a dedicação e entrega a causas sociais que permitem que o amor familiar se intensifique e fortifique na atenção aos mais necessitados.
Sabemos que reservar este espaço para a família esta a ser ameaçado pelas chamadas “culturas do consumo”, exigindo trabalhar ao domingo como fenómeno crescente e em contra-corrente com o que acontece nos restantes países da União Europeia. Alguns trabalhos são necessários; outros seriam absolutamente dispensáveis e, sem eles, a qualidade de vida das pessoas e das famílias seria totalmente diferente.
Reservar tempo para edificar a família pode soar a utópico mas é condição indispensável para a estabilidade e felicidade familiar.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Não por acaso recentemente chancelou o Vaticano o "aparecimento" de Fátima na França. O Prof. Azenilto Brito possui um material muito interessante sobre estas "aparições" sob o título "Irá Maria unir todos os religiosos?".
Crise alimentar impõe mudança de hábitos

A atual crise alimentar marca o fim de uma época e indica a necessidade de alterar os padrões culturais e mudar a forma de consumir, sugere a agrônoma Cristina Amaral, coordenadora do grupo da FAO (agência da ONU para Agricultura e Alimentos) criado em dezembro para lidar com a crise.
"Chegamos ao fim da época da alimentação de baixo custo, assim como a do petróleo abundante. Temos uma combinação de fatores que criam uma conjuntura desfavorável, do ponto de vista da segurança alimentar, e uma mudança cultural se torna necessária", disse Amaral em entrevista à BBC Brasil.
A especialista ressalta que é preciso reavaliar o consumo de água, energia e terra, as extrações permanentes e a falta de reposição, e sugere a adoção de formas menos dispendiosas de produção, capazes de renovar os recursos naturais.
"Existe um grande desequilíbrio entre o que se produz e o que consumimos. Uma parte importante do mundo desperdiça demais os alimentos e precisa mudar de atitude", avalia Amaral.
...
Fonte - BBC
Nota DDP:
Chegou um aliado de peso ao terror das questões ecológicas. Medidas globalizantes, como tem pedido o Papa BXVI, já são mais do que viáveis.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Os Dez Mandamentos e os EUA
Amigos e irmãos, estou agora mesmo assistindo aos vídeos que a Comissão dos 10 Mandamentos indica, de eventos de assinatura por líderes cristãos em público (em meio a sermões ou mensagens particulares) da proclamação pelo "Dia dos 10 Mandamentos".
O que esses líderes cristãos americanos dizem é simplemente impressionante. Falam dos 10 Mandamentos como base da lei universal de Deus, que não são 10 sugestões, nem são opcionais. Eles apontam aos problemas de criminalidade nos EUA como fruto da negligência em ensiná-los (como os assassinatos em campus universitários recentemente), um deles diz até que deveríamos decorá-los e, sobretudo, vivê-los na vida prática, etc., etc.
O que esses líderes cristãos dizem é realmente um embaraço para os pregadores dessas teses de "lei abolida" e assemelhadas. Eles assinam a proclamação à vista de todos, inclusive sobre púlpitos em pregações específicas sobre o valor dos 10 Mandamentos, incentivando os que os vêem fazendo isso a imitarem o seu exemplo. Agora mesmo vi um casal de líderes assinando, e concluindo com uma oração para que esses princípios sejam realmente respeitados pela sociedade, etc., etc.
Isso tudo é realmente um golpe de morte sobre os pregadores dessa falsa teologia semi-antinomista dispensacionalista de "lei abolida", ou de "substituição" dos 10 Mandamentos como normativos aos cristãos por um código mais "user friendly", que, no fundo, no fundo, é puro pretexto para se verem livres SÓ e UNICAMENTE daquele mandamento "inconveniente" do sábado.
Essa é a verdade que não podem negar.
O link que conduz aos referidos vídeos:
http://www.tencommandmentsday.com/ministry_resources.php
Recomendo que vejam o vídeo abaixo indicado em que o Dr. Ron Wexler, um dos líderes da "Comissão dos 10 Mandamentos" e um judeu ortodoxo, lê diretamente numa cópia da 'Torah' o texto dos 10 Mandamentos em hebraico, e um pastor evangélico confirma a leitura fazendo o mesmo em inglês, segundo a versão King James tradicional.
Eles esclarecem que o objetivo é liquidar de vez qualquer dúvida quanto a se a versão dos 10 Mandamentos da Bíblia equivale exatamente à da 'Torah' (pois alguns alegam haver a "versão católica", "versão protestante", "versão judaica").
É muito interessante ouvir um judeu ortodoxo lendo o texto, sendo ele um entusiasta dessa campanha para promover os 10 Mandamentos como fundamento da própria nação americana. E numa apresentação dele mesmo diante de uma imensa platéia de evangélicos, ele disse: "Os 10 Mandamentos não foram dados a Israel e sim ao mundo. Eles são para você, e você, e você [apontava ao auditório aleatoriamente, indicando a universalidade de tais princípios]".
[Prof. Azenilto G. Brito]
O que esses líderes cristãos americanos dizem é simplemente impressionante. Falam dos 10 Mandamentos como base da lei universal de Deus, que não são 10 sugestões, nem são opcionais. Eles apontam aos problemas de criminalidade nos EUA como fruto da negligência em ensiná-los (como os assassinatos em campus universitários recentemente), um deles diz até que deveríamos decorá-los e, sobretudo, vivê-los na vida prática, etc., etc.
O que esses líderes cristãos dizem é realmente um embaraço para os pregadores dessas teses de "lei abolida" e assemelhadas. Eles assinam a proclamação à vista de todos, inclusive sobre púlpitos em pregações específicas sobre o valor dos 10 Mandamentos, incentivando os que os vêem fazendo isso a imitarem o seu exemplo. Agora mesmo vi um casal de líderes assinando, e concluindo com uma oração para que esses princípios sejam realmente respeitados pela sociedade, etc., etc.
Isso tudo é realmente um golpe de morte sobre os pregadores dessa falsa teologia semi-antinomista dispensacionalista de "lei abolida", ou de "substituição" dos 10 Mandamentos como normativos aos cristãos por um código mais "user friendly", que, no fundo, no fundo, é puro pretexto para se verem livres SÓ e UNICAMENTE daquele mandamento "inconveniente" do sábado.
Essa é a verdade que não podem negar.
O link que conduz aos referidos vídeos:
http://www.tencommandmentsday.com/ministry_resources.php
Recomendo que vejam o vídeo abaixo indicado em que o Dr. Ron Wexler, um dos líderes da "Comissão dos 10 Mandamentos" e um judeu ortodoxo, lê diretamente numa cópia da 'Torah' o texto dos 10 Mandamentos em hebraico, e um pastor evangélico confirma a leitura fazendo o mesmo em inglês, segundo a versão King James tradicional.
Eles esclarecem que o objetivo é liquidar de vez qualquer dúvida quanto a se a versão dos 10 Mandamentos da Bíblia equivale exatamente à da 'Torah' (pois alguns alegam haver a "versão católica", "versão protestante", "versão judaica").
É muito interessante ouvir um judeu ortodoxo lendo o texto, sendo ele um entusiasta dessa campanha para promover os 10 Mandamentos como fundamento da própria nação americana. E numa apresentação dele mesmo diante de uma imensa platéia de evangélicos, ele disse: "Os 10 Mandamentos não foram dados a Israel e sim ao mundo. Eles são para você, e você, e você [apontava ao auditório aleatoriamente, indicando a universalidade de tais princípios]".
[Prof. Azenilto G. Brito]
O salto de fé de Tony Blair

"A fé é parte do nosso futuro," diz Blair, "e a fé e os valores que ela traz com ela são uma parte essencial para fazer o trabalho da globalização."
(Online)
NOTA: Deixando um pouco de lado o importante papel da fé na vida do ser humano (com o qual também concordo), é interessante ver como Blair passou imediatamente a usar sua imagem política para promover interesses religiosos. O que, aliás, tudo indica, acontecerá também com Bush após o fim do seu mandato. Embora estando fora do cargo público, sua imagem pessoal está associada com a política, o que exigiria o bom senso de não se intrometer em questões religiosas, pelo menos por enquanto. Tudo indica que política e religião vão mesmo dar as mãos ao redor do mundo, o que não deixa de ser mais um sinal do fim dos tempos. Quem viver verá...
Fonte - Minuto Profético
Assinar:
Postagens (Atom)