As ações do maior banco hipotecário da Grã-Bretanha, o Halifax Bank of Scotland (HBOS), caíram 40% na Bolsa de Londres nestes dois dias de turbulência dos mercados financeiros na seqüência da quebra do Lehman Brothers.
Após o segundo dia de quedas acentuadas das ações do HBOS, o governo britânico se mostrou pronto para acionar seus planos de contingência direcionados a assegurar a estabilidade financeira.
O Banco da Inglaterra, o Tesouro britânico e a Autoridade para os Serviços Financeiros passaram esta terça-feira analisando a saúde dos bancos da Grã-Bretanha, em mais um dia tenso no qual os bancos centrais injetaram mais de US$ 200 bilhões nos mercados globais.
Fonte - Opinião e Notícia
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Guerra do clima
O ex-homem-do-tempo da rede NBC de televisão, Scott Stevens, revelou em 2004 que conseguia alcançar tremenda exatidão em suas previsões por que tinha aprendido que os cientistas que trabalhavam para os russos estavam controlando o clima em todo o mundo por meio das ondas eletromagnéticas escalares e que ele tinha aprendido a "ler" os padrões indicadores nas nuvens!
"Eu ainda recebo mensagens de correio eletrônico de pessoas que me perguntam se certos eventos e desastres climáticos são manipulados. Permitam que eu seja bem claro sobre isto... É minha opinião, a partir de minhas observações desses muitos eventos climáticos em todo o mundo, que cerca de 92-96% do clima na América do Norte, Europa e Austrália estão sendo persistentemente manipulados. Isto é, atualmente, a vasta maioria de todo o clima está sendo afetada por essas tecnologias. Quanto maior o evento climático, maior a intenção que é colocada em ação para torná-lo um grande evento! Os furacões não são mais o resultado derivado de um processo natural.
"Isso significa que TODOS esses grandes desastres climáticos são criados e são permitidos, se não incentivados, para que aconteçam. Este será o caso até que 'as bocas inúteis', como Henry Kissinger nos chamou, acordem e comecem a exercer uma influência real nas questões do mundo". Scott Stevens.
Fonte - Minuto Profético
Os custos da ação e da inércia
Um argumento muito repetido por políticos em todo mundo é que o custo da inércia diante do aquecimento global pode ser maior do que os montantes que precisam ser gastos em ações contra o fenômeno.
No início deste ano, por exemplo, o presidente da Comissão Européia utilizou este argumento quando anunciou a promessa da União Européia de reduzir suas emissões de carbono em 20% até 2020 a um custo estimado de 0,5% do PIB, ou cerca de US$ 85 bilhões. Durão Barroso ressaltou que o custo era baixo comparado ao alto preço de não se fazer nada. Segundo ele, a "inércia" poderia custar à UE 20% do seu PIB.
Mas esta porcentagem é provavelmente superestimada. Além disto, o gasto de 0,5% do PIB reduzirá as emissões de forma muito lenta, e o ambicioso programa da UE não vai ter qualquer impacto significativo sobre o aquecimento global.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Quanto mais passa o tempo, mais incisivas serão as "soluções".
No início deste ano, por exemplo, o presidente da Comissão Européia utilizou este argumento quando anunciou a promessa da União Européia de reduzir suas emissões de carbono em 20% até 2020 a um custo estimado de 0,5% do PIB, ou cerca de US$ 85 bilhões. Durão Barroso ressaltou que o custo era baixo comparado ao alto preço de não se fazer nada. Segundo ele, a "inércia" poderia custar à UE 20% do seu PIB.
Mas esta porcentagem é provavelmente superestimada. Além disto, o gasto de 0,5% do PIB reduzirá as emissões de forma muito lenta, e o ambicioso programa da UE não vai ter qualquer impacto significativo sobre o aquecimento global.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Quanto mais passa o tempo, mais incisivas serão as "soluções".
Gelo do Ártico encolhe ao 2o menor nível da história

WASHINGTON (Reuters) - O gelo do Ártico chegou neste verão (no hemisfério norte) à sua segunda menor extensão, superando ligeiramente o tamanho de 2007, mas ainda apontando para uma tendência de queda associada ao aquecimento global, disseram cientistas dos Estados Unidos na terça-feira.
A menor extensão do ano foi registrada em 12 de setembro -- 4,52 milhões de quilômetros quadrados, segundo o Centro Nacional de Dados da Neve e do Gelo. Desde aquele dia, recomeçou o ciclo de resfriamento da região.
A cifra deste ano é 33 por cento inferior à cobertura média de gelo no verão do Ártico desde o início das medições por satélite, em 1979, e menos de 10 por cento acima do recorde do ano passado, disse Walt Meier, cientista ligado ao instituto.
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Fonte - Yahoo
Foto - UOL
Furacões 'causaram maior estrago da história de Cuba'

O governo de Cuba afirma que o prejuízo causado por dois furacões que passaram pelo país nas últimas semanas, o Ike e o Gustav, foi o maior causado por esse tipo de fenômeno na história da ilha.
Em um relatório preliminar sobre os estragos, divulgado pela televisão estatal, o governo diz que as tempestades causaram cerca de US$ 5 bilhões em perdas, afetando aproximadamente 450 mil lares.
Pelo menos 200 mil pessoas perderam suas casas e quase metade da produção anual de açúcar da ilha foi perdida.
Além disso, a infra-estrutura de Cuba – incluindo linhas de transmissão de energia, estradas, escolas e hospitais – também foi afetada.
O relatório diz que "a construção e a recuperação" das estruturas danificadas pelas tempestades "vão representar investimentos e recursos verdadeiramente multimilionários e exigir anos de trabalho".
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Fonte- BBC
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Os temores dos miniburacos negros do LHC
Eu recebi e-mail de um amigo preocupado com as experiências do LHC criando miniburacos negros, e quais seriam as implicações disso para o universo. Ele, leigo, não está sozinho com tais preocupações. Cientistas, como o astrofísico alemão Dr. Rainer Plaga, já expressaram suas preocupações em artigos científicos. Clique aqui. [PDF gratuito].
Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica
Papa vê tempo propício para voltar para Deus
LOURDES, segunda-feira, 15 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI se despediu nesta segunda-feira, pouco depois do meio-dia da França, reconhecendo, após estes 4 dias de peregrinação apostólica, que «os tempos são propícios para um retorno a Deus».
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Fonte - Zenit
Nota DDP: No meio desta confusão generalizada, quem vai ecoar a mensagem?
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Fonte - Zenit
Nota DDP: No meio desta confusão generalizada, quem vai ecoar a mensagem?
O pior está para vir
A quebra do quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, o Lehman Brothers, atolado em dívidas de US$ 613 bilhões, é o prenúncio de maiores dificuldades para a economia mundial e do teste mais duro para a economia brasileira desde a crise cambial de janeiro de 1999. A instabilidade financeira iniciada há pouco mais de um ano, em agosto de 2007, já ultrapassou o setor imobiliário e começou a afetar o consumo, o investimento e a produção nas demais áreas de atividades nos Estados Unidos e, principalmente, na Europa e no Japão. Mas seus piores efeitos ainda vão ocorrer, segundo avaliavam economistas de vários países, nessa segunda-feira, depois de um fim de semana conturbado em Wall Street.
Outras quebras podem ser evitadas com a compra do Merril Lynch pelo Bank of America e a abertura de novos financiamentos ao mercado pelos bancos centrais dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Suíça e dos países da zona do euro. Em Nova York, representantes do Tesouro e da área de regulação bancária estiveram reunidos por muitas horas com dirigentes da gigante seguradora AIG em busca de uma solução para seus problemas de caixa. Todas essas providências, no entanto, são insuficientes para eliminar os temores de novas concordatas ou falências: depois do episódio do Lehman Brothers, ninguém sabe quem é grande demais para não quebrar.
Na melhor hipótese, o empenho das autoridades e do próprio setor financeiro conseguirá limitar um efeito dominó produzido pelos problemas dos grandes bancos. Mas isso pouco servirá para proteger o chamado setor real da economia, formado por empresas produtoras de bens e serviços, trabalhadores e consumidores.
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Hoje as certezas são poucas e nenhuma delas é tranqüilizadora: a crise financeira não acabou, pode agravar-se e seus piores efeitos ainda vão ocorrer. O Brasil jamais esteve mais bem preparado que hoje para enfrentar um choque externo. A inflação recua, o País dispõe de cerca de US$ 200 bilhões de reservas cambiais, as exportações cresceram como proporção do Produto Interno Bruto e a dívida externa pesa muito menos do que há alguns anos. Ontem, durante uma palestra na Fundação Getúlio Vargas, o professor Yoshiaki Nakano falou sobre a melhora da maior parte dos indicadores, desde a crise de 1998-99. Mas invulnerabilidade não existe e, além disso, a dimensão da crise é desconhecida. Não é hora de bravatas, mas de manter o País preparado para choques possivelmente muito fortes. Prudência fiscal deve ser parte fundamental dessa preparação.
Fonte - Estadão
Outras quebras podem ser evitadas com a compra do Merril Lynch pelo Bank of America e a abertura de novos financiamentos ao mercado pelos bancos centrais dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Suíça e dos países da zona do euro. Em Nova York, representantes do Tesouro e da área de regulação bancária estiveram reunidos por muitas horas com dirigentes da gigante seguradora AIG em busca de uma solução para seus problemas de caixa. Todas essas providências, no entanto, são insuficientes para eliminar os temores de novas concordatas ou falências: depois do episódio do Lehman Brothers, ninguém sabe quem é grande demais para não quebrar.
Na melhor hipótese, o empenho das autoridades e do próprio setor financeiro conseguirá limitar um efeito dominó produzido pelos problemas dos grandes bancos. Mas isso pouco servirá para proteger o chamado setor real da economia, formado por empresas produtoras de bens e serviços, trabalhadores e consumidores.
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Hoje as certezas são poucas e nenhuma delas é tranqüilizadora: a crise financeira não acabou, pode agravar-se e seus piores efeitos ainda vão ocorrer. O Brasil jamais esteve mais bem preparado que hoje para enfrentar um choque externo. A inflação recua, o País dispõe de cerca de US$ 200 bilhões de reservas cambiais, as exportações cresceram como proporção do Produto Interno Bruto e a dívida externa pesa muito menos do que há alguns anos. Ontem, durante uma palestra na Fundação Getúlio Vargas, o professor Yoshiaki Nakano falou sobre a melhora da maior parte dos indicadores, desde a crise de 1998-99. Mas invulnerabilidade não existe e, além disso, a dimensão da crise é desconhecida. Não é hora de bravatas, mas de manter o País preparado para choques possivelmente muito fortes. Prudência fiscal deve ser parte fundamental dessa preparação.
Fonte - Estadão
Ike deixa milhões de casas sem água e energia nos EUA

Milhões de americanos estavam sem energia elétrica, nem água, nesta segunda-feira após a passagem do furacão Ike, que deixou mais de 30 mortos em nove estados.
Operações de busca e de socorro em massa eram realizadas no Estado do Texas, onde 4.000 pessoas tiveram de ser resgatadas após o impacto do Ike, no sábado, com um paredão de água e ventos de 200 km/h.
O governador do Texas, Rick Perry, avisou que pode demorar semanas até que os habitantes da ilha de Galveston, devastada pelo furacão, sejam autorizados a retornar para suas casas. O número de mortos pode continuar aumentando durante as tarefas de limpeza, advertiram funcionários do governo.
Estima-se que cerca de 20 mil moradores do litoral texano tenham ignorado as ordens de evacuação e permanecido em suas residências.
Somente nos estados de Texas e Louisiana, cerca de 2,6 milhões de edifícios estão sem eletricidade, informou o Departamento de Energia americano.
Coberta de escombros, Houston, impôs um toque de recolher durante toda a semana devido às inundações e ao perigo dos cabos de alta tensão arrancados pela tempestade.
"Galveston foi arrasada. Estamos sem eletricidade, sem gás e sem telefone. Não sabemos ao certo quando esses serviços básicos serão restabelecidos", declarou a prefeita do balneário, Lyda Ann Thomas. "Não voltem para Galveston", pediu a prefeita aos moradores, insistindo em que "nesse momento, não é possível viver aqui".
Pelo menos 11 pessoas foram resgatadas hoje do Flagship, um grande hotel construído sobre o mar em Galveston. Sacudidas pelo vento e pelas ondas, as paredes laterais do hotel caíram, deixando os quartos à mostra. Outros imóveis também erguidos sobre o mar foram totalmente arrasados.Ao todo, 150 edifícios foram destruídos, e 11 ladrões presos, durante o toque de recolher na cidade.
Três companhias norte-americanas de avaliação de riscos estimaram em até US$ 18 bilhões os danos provocados pelo furacão Ike.
Pelo menos dez plataformas petroleiras foram danificadas pelo furacão, enquanto as refinarias da área de Houston, que produzem 20% da gasolina do país, continuavam fechadas.
No fim de semana, o presidente dos EUA, George W. Bush, anunciou que viajará terça-feira para o Texas para ver de perto a devastação. Hoje, Bush alertou para possível aumento do preço dos combustíveis.
"Estou certo de que haverá pessoas muito frustradas, porque suas vidas foram seriamente afetadas por essa tempestade", disse Bush. "E minha mensagem será: 'vamos ouvi-los e trabalharemos o mais rapidamente possível para que nossas vidas voltem ao normal'".
Fonte - Folha
Operações de busca e de socorro em massa eram realizadas no Estado do Texas, onde 4.000 pessoas tiveram de ser resgatadas após o impacto do Ike, no sábado, com um paredão de água e ventos de 200 km/h.
O governador do Texas, Rick Perry, avisou que pode demorar semanas até que os habitantes da ilha de Galveston, devastada pelo furacão, sejam autorizados a retornar para suas casas. O número de mortos pode continuar aumentando durante as tarefas de limpeza, advertiram funcionários do governo.
Estima-se que cerca de 20 mil moradores do litoral texano tenham ignorado as ordens de evacuação e permanecido em suas residências.
Somente nos estados de Texas e Louisiana, cerca de 2,6 milhões de edifícios estão sem eletricidade, informou o Departamento de Energia americano.
Coberta de escombros, Houston, impôs um toque de recolher durante toda a semana devido às inundações e ao perigo dos cabos de alta tensão arrancados pela tempestade.
"Galveston foi arrasada. Estamos sem eletricidade, sem gás e sem telefone. Não sabemos ao certo quando esses serviços básicos serão restabelecidos", declarou a prefeita do balneário, Lyda Ann Thomas. "Não voltem para Galveston", pediu a prefeita aos moradores, insistindo em que "nesse momento, não é possível viver aqui".
Pelo menos 11 pessoas foram resgatadas hoje do Flagship, um grande hotel construído sobre o mar em Galveston. Sacudidas pelo vento e pelas ondas, as paredes laterais do hotel caíram, deixando os quartos à mostra. Outros imóveis também erguidos sobre o mar foram totalmente arrasados.Ao todo, 150 edifícios foram destruídos, e 11 ladrões presos, durante o toque de recolher na cidade.
Três companhias norte-americanas de avaliação de riscos estimaram em até US$ 18 bilhões os danos provocados pelo furacão Ike.
Pelo menos dez plataformas petroleiras foram danificadas pelo furacão, enquanto as refinarias da área de Houston, que produzem 20% da gasolina do país, continuavam fechadas.
No fim de semana, o presidente dos EUA, George W. Bush, anunciou que viajará terça-feira para o Texas para ver de perto a devastação. Hoje, Bush alertou para possível aumento do preço dos combustíveis.
"Estou certo de que haverá pessoas muito frustradas, porque suas vidas foram seriamente afetadas por essa tempestade", disse Bush. "E minha mensagem será: 'vamos ouvi-los e trabalharemos o mais rapidamente possível para que nossas vidas voltem ao normal'".
Fonte - Folha
A crise financeira em manchete
Bolsas asiáticas despencam e mercados europeus têm queda
A quebra do banco americano de investimento Lehman Brothers continua minando a confiança de investidores na economia e castigando os mercados nesta terça-feira. Na Ásia, as praças financeiras da China, Japão, Hong Kong e Coréia do Sul, que não abriram na segunda-feira por conta de feriado, sentiram pela primeira vez os efeitos das notícias que fizeram a Bolsa de Nova York ter o pior dia desde o 11 de setembro de 2001.
...
Fonte - Invertia
Alemanha pede que crise bancária americana não seja "dramatizada"
...
Apesar de se tratar da maior crise financeira internacional em décadas, Steinbrück afirmou que a Europa não pode produzir o temido efeito dominó nem possibilitar um "fechamento em cadeia" de institutos bancários.
...
Fonte - Último Segundo
Investidor teme efeito dominó e foge do mercado acionário
O Índice Dow Jones, o mais importante da Bolsa de Nova York, registrou ontem a maior queda em termos de pontuação desde o atentado terrorista ao World Trade Center (WTC). A perda de 504 pontos representou uma desvalorização de 4,42%. A Nasdaq recuou 3,60% e o Índice S&P 500, que reúne as principais indústrias dos EUA, caiu 4,71%, a maior baixa porcentual desde 11 de setembro de 2001. O mercado asiático, que não funcionou ontem por causa de um feriado, abriu nesta madrugada com pesadas baixas. A Bolsa de Tóquio caía 4,5% logo no início do pregão
...
Fonte - Estadão
O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda. PR, 537
A quebra do banco americano de investimento Lehman Brothers continua minando a confiança de investidores na economia e castigando os mercados nesta terça-feira. Na Ásia, as praças financeiras da China, Japão, Hong Kong e Coréia do Sul, que não abriram na segunda-feira por conta de feriado, sentiram pela primeira vez os efeitos das notícias que fizeram a Bolsa de Nova York ter o pior dia desde o 11 de setembro de 2001.
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Fonte - Invertia
Alemanha pede que crise bancária americana não seja "dramatizada"
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Apesar de se tratar da maior crise financeira internacional em décadas, Steinbrück afirmou que a Europa não pode produzir o temido efeito dominó nem possibilitar um "fechamento em cadeia" de institutos bancários.
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Fonte - Último Segundo
Investidor teme efeito dominó e foge do mercado acionário
O Índice Dow Jones, o mais importante da Bolsa de Nova York, registrou ontem a maior queda em termos de pontuação desde o atentado terrorista ao World Trade Center (WTC). A perda de 504 pontos representou uma desvalorização de 4,42%. A Nasdaq recuou 3,60% e o Índice S&P 500, que reúne as principais indústrias dos EUA, caiu 4,71%, a maior baixa porcentual desde 11 de setembro de 2001. O mercado asiático, que não funcionou ontem por causa de um feriado, abriu nesta madrugada com pesadas baixas. A Bolsa de Tóquio caía 4,5% logo no início do pregão
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Fonte - Estadão
O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda. PR, 537
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
EUA: "rombo é grande"
A quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers começa a semana deste 15 de setembro levando tensão ao mercado financeiro global. Nitidamente estarrecido com a crise que se espalha pelo mundo, o ex-diretor do Banco Central do Brasil Alberto Furuguem diz a Terra Magazine que a situação é preocupante:
- Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado?
Para Furuguem, o acontecimento é sinal de um "rombo muito grande" na economia dos Estados Unidos e que trará, inevitavelmente, conseqüências para o Brasil - assim como para o resto do mundo. Ele imagina um crescimento menor da economia brasileira já para 2009:
- O que se pensa é quanto vai crescer o PIB? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira.
Leia os principais trechos da conversa com o economista:
Terra Magazine - Essa tensão com que o mercado abriu essa segunda-feira deve durar a semana toda, com o anúncio da quebra do Lehman Brothers?
Alberto Furuguem - Olha, o que acontece em geral é que quem faz prognóstico futuro não gostam de traçar cenários muito sombrios, mesmo aquelas que têm medo de recessão mundial já há muito tempo. Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado? Se agora você disser que a Ásia, China, estão aquecendo... é verdade. O próprio Brasil. Mas dizer que essas áreas vão ficar livres de uma crise mais séria é realmente previsão. Mas que está se pagando algum preço por isso, e a gente vê na balança comercial e a própria questão do dólar, isso reflete. E reflete também numa desaceleração do crescimento aqui no Brasil. Isso já está acontecendo na Europa, no Japão. E acho que vai acabar acontecendo aqui. Então a pergunta que eu colocaria hoje é essa: vamos ter alguma coisa mais séria na situação de recessão mundial? Eu cheguei a imaginar um tempo atrás que o pior já tinha passado em termos de crise no mercado financeiro norte-americano.
Aqui no Brasil, o reflexo então seria mais de médio a longo prazo com a desaceleração da economia?
Não, eu acho que para o próximo ano, a desaceleração da economia terá um reflexo inevitável. Já está acontecendo, com queda de preço de commodities, o Banco Central com essa política de juros, enfim... não há como pensar em outro cenário. O que se pensa é quanto vai crescer o PIB (em 2009)? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira. É um quadro realmente preocupante. É claro que o mundo não vai acabar, mas é preocupante. O próprio Alan Greenspan (ex-presidente do Banco Central americano), que é uma pessoa muito serena, tem dito que não viu uma crise tão grande nos últimos 50 anos. Há algum tempo ele vem sinalizando que vem uma situação preocupante.
A postura do governo dos EUA tem sido adequada?
Eu acho que sim. Agora, fica essa pergunta: como é que um banco desse porte, com mais de 100 anos, pode ter chegado a uma situação dessas? Isso leva a crer que o rombo é muito grande. A quebra de um banco como o Lehman Brothers é impressionante.
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Mais uma vez sugiro a leitura de um artigo muito bom que nos foi enviado, neste contexto, sendo que o mesmo encontra-se armazenado em formado pdf e pode ser baixado através do link "A crise financeira mundial".
Outras nuances do cumprimento profético neste tema na tag "Crise Econômica".
- Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado?
Para Furuguem, o acontecimento é sinal de um "rombo muito grande" na economia dos Estados Unidos e que trará, inevitavelmente, conseqüências para o Brasil - assim como para o resto do mundo. Ele imagina um crescimento menor da economia brasileira já para 2009:
- O que se pensa é quanto vai crescer o PIB? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira.
Leia os principais trechos da conversa com o economista:
Terra Magazine - Essa tensão com que o mercado abriu essa segunda-feira deve durar a semana toda, com o anúncio da quebra do Lehman Brothers?
Alberto Furuguem - Olha, o que acontece em geral é que quem faz prognóstico futuro não gostam de traçar cenários muito sombrios, mesmo aquelas que têm medo de recessão mundial já há muito tempo. Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado? Se agora você disser que a Ásia, China, estão aquecendo... é verdade. O próprio Brasil. Mas dizer que essas áreas vão ficar livres de uma crise mais séria é realmente previsão. Mas que está se pagando algum preço por isso, e a gente vê na balança comercial e a própria questão do dólar, isso reflete. E reflete também numa desaceleração do crescimento aqui no Brasil. Isso já está acontecendo na Europa, no Japão. E acho que vai acabar acontecendo aqui. Então a pergunta que eu colocaria hoje é essa: vamos ter alguma coisa mais séria na situação de recessão mundial? Eu cheguei a imaginar um tempo atrás que o pior já tinha passado em termos de crise no mercado financeiro norte-americano.
Aqui no Brasil, o reflexo então seria mais de médio a longo prazo com a desaceleração da economia?
Não, eu acho que para o próximo ano, a desaceleração da economia terá um reflexo inevitável. Já está acontecendo, com queda de preço de commodities, o Banco Central com essa política de juros, enfim... não há como pensar em outro cenário. O que se pensa é quanto vai crescer o PIB (em 2009)? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira. É um quadro realmente preocupante. É claro que o mundo não vai acabar, mas é preocupante. O próprio Alan Greenspan (ex-presidente do Banco Central americano), que é uma pessoa muito serena, tem dito que não viu uma crise tão grande nos últimos 50 anos. Há algum tempo ele vem sinalizando que vem uma situação preocupante.
A postura do governo dos EUA tem sido adequada?
Eu acho que sim. Agora, fica essa pergunta: como é que um banco desse porte, com mais de 100 anos, pode ter chegado a uma situação dessas? Isso leva a crer que o rombo é muito grande. A quebra de um banco como o Lehman Brothers é impressionante.
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Mais uma vez sugiro a leitura de um artigo muito bom que nos foi enviado, neste contexto, sendo que o mesmo encontra-se armazenado em formado pdf e pode ser baixado através do link "A crise financeira mundial".
Outras nuances do cumprimento profético neste tema na tag "Crise Econômica".
Reflexões sobre a visita papal à França
Estamos nos aproximando de um momento perigoso na história das nações, quando a Santa Sé, que nunca abondonou suas pretensões de supremacia mundial, está sendo bajulada por democracias ocidentais teoricamente seculares (onde há separação entre Igreja e Estado), e onde os EUA, país modelo da separação moderna entre Igreja e Estado, estão flertando com a Santa Sé, e ameaçando adotar um modelo de governo semelhante ao católico romano (política e religião juntas). Não há maior inimigo da liberdade civil e religiosa no mundo do que o Vaticano. Parece que ninguém mesmo aprendeu com a história... Graças ao Tratado de Latrão, a Itália concedeu um pedaço de terra em Roma para o Vaticano, e os dois estados trabalham em comum acordo em muitos aspectos do cotidiano da sociedade italiana. Recentemente, estabeleceu uma polêmica naquele país porque uma humorista "ofendeu" o papa. Mesmo sendo contra qualquer tipo de ofensa a terceiros, acho perigoso esta postura que blinda a figura religiosa do bispo de Roma contra pessoas que discordam de suas opiniões. Outro precedente que demonstra os tempos em que vivemos...
Fonte - Minuto Profético
Fonte - Minuto Profético
O 11/Set e a "Inquisição americana"
A "Guerra global ao terrorismo" é uma forma moderna de inquisição. Ela tem todos os ingredientes essenciais das inquisições francesa e espanhola.
Perseguir "terroristas islâmicos", executar uma guerra antecipativa (preemptive) à escala mundial para "proteger a pátria" são argumentos utilizados para justificar uma agenda militar.
A "Guerra global ao terrorismo" (GGT) é apresentada como um "Choque de civilizações", uma guerra entre valores e religiões em competição, quando na realidade é uma clara guerra de conquista, guiada por objectivos estratégicos e económicos.
...
O objectivo da "Guerra global ao terrorismo" lançada em Setembro de 2001 é galvanizar o apoio público para uma campanha mundial contra a heresia. Aos olhos da opinião pública, possuir uma "causa justa" para travar a guerra é crucial. Diz-se que uma guerra é Justa se ela for travada nos terrenos moral, religiosa ou ético.
...
A este respeito, a Inquisição Americana como uma construção ideológica é, sob muitos aspectos, semelhante à ordem social inquisitorial predominante em França e na Espanha durante a Era Medieval. A inquisição, que começou em França no século XII, era utilizada como uma justificação para a conquista e a intervenção militar.
Inicialmente ela tomou a forma de uma campanha no Sul da França dirigida contra os cátaros e os waldensianos, os quais desafiavam os ensinamentos da Igreja Católica Romana. O movimento cátaro era uma seita religiosa que era protegida pela ordem feudal regional no Sul da França, contra o domínio da Igreja Católica e da monarquia francesa em Paris. "Os cátaros acreditavam que eram eles os verdadeiros cristãos e que a Igreja Católica era uma igreja falsa, fundada pelo diabo".
No século XIII, "o papa Inocêncio III declarou uma cruzada contra os cátaros", a pedido da família real francesa. A cruzada era de facto uma guerra de conquista sob o disfarce de uma campanha contra a heresia.
A inquisição dirigida contra a heresia pretendia consolidar o controle territorial da monarquia. Ela proporcionava um pretexto para intervir militarmente no Sul e Sudoeste da França, utilizando a autoridade da Igreja Católica como uma fachada.
...
Qualquer um que duvide da legitimidade da inquisição americana ("Guerra global ao terrorismo") é um herético teórico da conspiração ou um cúmplice dos terroristas.
A inquisição americana faz parte de um Consenso Bipartidário. Tanto os democratas como os republicanos apoiam a inquisição americana.
...
O Patriot Act de hoje, os tribunais militares, o campo de concentração de Guantanamo, os campos de "rendição" da CIA, Abu Ghraib, etc, fazem parte de um sistema inquisitorial avançado. Suspeitos de terrorismo são mantidos incomunicáveis. Eles são torturados, examinados por tribunais militares e sentenciados. Não lhes é dado o direito de abjurar.
...
A Nova Ordem Mundial constrói consenso político e dos media (isto é, a GGT) mas ao mesmo tempo cria e molda a sua própria oposição. Ela estabelece os limites da dissenção. Ela "fabrica dissenção".
Os candidatos presidenciais na corrida bipartidária são apoiados por poderosos interesses corporativos que incluem companhias petrolíferas, a Wall Street e empreiteiros da defesa.
...
O sistema legal da América de hoje tem todas as características essenciais de uma ordem inquisitorial. A tortura é permitida "sob certas circunstâncias", conforme uma "opinião legal" do Departamento de Justiça emitida em Agosto de 2002.
...
O objectivo final é subjugar os cidadãos, despolitizar totalmente a vida social na América, impedir as pessoas de pensarem e conceptualizarem, de analisarem factos e desafiarem a legitimidade da ordem social inquisitorial que vigora na América.
A Grande Mentira torna-se a Verdade. As realidades são invertidas.
A guerra torna-se paz, um empreendimento humanitário meritório.
A dissensão pacífica torna-se heresia.
O objectivo é criar uma atmosfera de medo e insegurança, tendo em vista sustentar a Nova Ordem Mundial.
...
Fonte - Resistir
Nota DDP: Faltou apenas unir o que o articulista analisa como uma nova forma de inquisição, à antiga.
Perseguir "terroristas islâmicos", executar uma guerra antecipativa (preemptive) à escala mundial para "proteger a pátria" são argumentos utilizados para justificar uma agenda militar.
A "Guerra global ao terrorismo" (GGT) é apresentada como um "Choque de civilizações", uma guerra entre valores e religiões em competição, quando na realidade é uma clara guerra de conquista, guiada por objectivos estratégicos e económicos.
...
O objectivo da "Guerra global ao terrorismo" lançada em Setembro de 2001 é galvanizar o apoio público para uma campanha mundial contra a heresia. Aos olhos da opinião pública, possuir uma "causa justa" para travar a guerra é crucial. Diz-se que uma guerra é Justa se ela for travada nos terrenos moral, religiosa ou ético.
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A este respeito, a Inquisição Americana como uma construção ideológica é, sob muitos aspectos, semelhante à ordem social inquisitorial predominante em França e na Espanha durante a Era Medieval. A inquisição, que começou em França no século XII, era utilizada como uma justificação para a conquista e a intervenção militar.
Inicialmente ela tomou a forma de uma campanha no Sul da França dirigida contra os cátaros e os waldensianos, os quais desafiavam os ensinamentos da Igreja Católica Romana. O movimento cátaro era uma seita religiosa que era protegida pela ordem feudal regional no Sul da França, contra o domínio da Igreja Católica e da monarquia francesa em Paris. "Os cátaros acreditavam que eram eles os verdadeiros cristãos e que a Igreja Católica era uma igreja falsa, fundada pelo diabo".
No século XIII, "o papa Inocêncio III declarou uma cruzada contra os cátaros", a pedido da família real francesa. A cruzada era de facto uma guerra de conquista sob o disfarce de uma campanha contra a heresia.
A inquisição dirigida contra a heresia pretendia consolidar o controle territorial da monarquia. Ela proporcionava um pretexto para intervir militarmente no Sul e Sudoeste da França, utilizando a autoridade da Igreja Católica como uma fachada.
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Qualquer um que duvide da legitimidade da inquisição americana ("Guerra global ao terrorismo") é um herético teórico da conspiração ou um cúmplice dos terroristas.
A inquisição americana faz parte de um Consenso Bipartidário. Tanto os democratas como os republicanos apoiam a inquisição americana.
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O Patriot Act de hoje, os tribunais militares, o campo de concentração de Guantanamo, os campos de "rendição" da CIA, Abu Ghraib, etc, fazem parte de um sistema inquisitorial avançado. Suspeitos de terrorismo são mantidos incomunicáveis. Eles são torturados, examinados por tribunais militares e sentenciados. Não lhes é dado o direito de abjurar.
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A Nova Ordem Mundial constrói consenso político e dos media (isto é, a GGT) mas ao mesmo tempo cria e molda a sua própria oposição. Ela estabelece os limites da dissenção. Ela "fabrica dissenção".
Os candidatos presidenciais na corrida bipartidária são apoiados por poderosos interesses corporativos que incluem companhias petrolíferas, a Wall Street e empreiteiros da defesa.
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O sistema legal da América de hoje tem todas as características essenciais de uma ordem inquisitorial. A tortura é permitida "sob certas circunstâncias", conforme uma "opinião legal" do Departamento de Justiça emitida em Agosto de 2002.
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O objectivo final é subjugar os cidadãos, despolitizar totalmente a vida social na América, impedir as pessoas de pensarem e conceptualizarem, de analisarem factos e desafiarem a legitimidade da ordem social inquisitorial que vigora na América.
A Grande Mentira torna-se a Verdade. As realidades são invertidas.
A guerra torna-se paz, um empreendimento humanitário meritório.
A dissensão pacífica torna-se heresia.
O objectivo é criar uma atmosfera de medo e insegurança, tendo em vista sustentar a Nova Ordem Mundial.
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Fonte - Resistir
Nota DDP: Faltou apenas unir o que o articulista analisa como uma nova forma de inquisição, à antiga.
Missa do Papa atrai multidão à Esplanada dos Inválidos
PARIS - O Papa celebrou neste sábado uma missa na Esplanada dos Inválidos, em Paris, diante de uma multidão que superou todas as previsões. Cerca de 260 mil pessoas, segundo a Diocese e a Polícia francesas, acompanharam a cerimônia religiosa, rezando e cantando durante duas horas.
O Papa chegou à esplanada em seu papamóvel, provocando uma forte aclamação nos fiéis, que agitavam bandeirinhas amarelas e brancas sem parar, as cores do Vaticano.
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Fonte - O Globo
Nota DDP: Fico pensando que existem pessoas que teimam em dizer que o catolicismo está fadado à irrelevância. Pois aí está, no berço da "cultura do pensamento", onde menos se haveria de esperar manifestações deste tipo, temos uma multidão que superou expectativas e um líder político alinhado aos desígnios romanos.
O Papa chegou à esplanada em seu papamóvel, provocando uma forte aclamação nos fiéis, que agitavam bandeirinhas amarelas e brancas sem parar, as cores do Vaticano.
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Fonte - O Globo
Nota DDP: Fico pensando que existem pessoas que teimam em dizer que o catolicismo está fadado à irrelevância. Pois aí está, no berço da "cultura do pensamento", onde menos se haveria de esperar manifestações deste tipo, temos uma multidão que superou expectativas e um líder político alinhado aos desígnios romanos.
Possível quebra de banco americano derruba bolsas
As bolsas européias operam em forte em baixa no pregão desta segunda-feira (15), após o Lehman Brothers, quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, anunciar que vai pedir concordata.
Por volta das 8h50 (horário de Brasília), o FTSE-100, de Londres, na Inglaterra, operava em queda de 4,83%. O índice DAX-30 da Bolsa de Frankfurt, Alemanha, registrava baixa de 3,92%. Em Paris, na França, o CAC 40 recuava 5,30%. Em Madri, Espanha, o cenário é o mesmo: o índice Ibex-35 perdia 4,68%.
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Trata-se da quebra mais importante nos EUA desde 1990, quando o Drexler Burnham Lambert - especialista em "bônus lixo" - apresentou a mesma declaração.
O Lehman Brothers, que operava há 158 anos, se transforma no terceiro banco de investimento que desaparece ou muda de mãos em seis meses nos EUA. Em março, o Bear Stearns obrigou a intervenção do Departamento do Tesouro. Neste domingo (14), o Bank of America comprou o Merrill Lynch.
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Fonte - G1
Nota DDP: Estamos apenas no meio de setembro...
Por volta das 8h50 (horário de Brasília), o FTSE-100, de Londres, na Inglaterra, operava em queda de 4,83%. O índice DAX-30 da Bolsa de Frankfurt, Alemanha, registrava baixa de 3,92%. Em Paris, na França, o CAC 40 recuava 5,30%. Em Madri, Espanha, o cenário é o mesmo: o índice Ibex-35 perdia 4,68%.
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Trata-se da quebra mais importante nos EUA desde 1990, quando o Drexler Burnham Lambert - especialista em "bônus lixo" - apresentou a mesma declaração.
O Lehman Brothers, que operava há 158 anos, se transforma no terceiro banco de investimento que desaparece ou muda de mãos em seis meses nos EUA. Em março, o Bear Stearns obrigou a intervenção do Departamento do Tesouro. Neste domingo (14), o Bank of America comprou o Merrill Lynch.
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Fonte - G1
Nota DDP: Estamos apenas no meio de setembro...
As Duas Repúblicas
The Two Republics é um grande livro para quem gosta de história e profecia. Escrito por Alonzo T. Jones em 1892 mostra o surgimento e a história de dois importantes poderes cujas participações serão decisivas nos eventos finais: a Igreja Romana e os EUA.
Nesse livro é mencionado, entre outras coisas, que em 1863 foi organizada nos EUA a Liga de Reforma Nacional, um movimento de líderes cristãos cujo objetivo seria "lutar pela manutenção das características cristãs existentes no Governo Americano; promover reformas necessárias na ação do Governo no que diz respeito ao sábado [leia-se domingo], à instituição da família, ao elemento religioso na educação, ao juramento e à moralidade pública quando afetada pelo tráfico de bebidas alcoólicas e outros males análogos; e assegurar uma emenda à Constituição dos Estados Unidos tal qual nela se venha a declarar a lealdade da nação a Jesus Cristo, e a sua aceitação das leis, instituições e costumes cristãos de nosso Governo sobre uma inegável base legal inserida na lei fundamental do país" (p. 705).
Em 1877 a Liga de Reforma Nacional uniu-se à Liga de Temperança das Mulheres Cristãs, cujo objetivo foi bem expresso em um discurso da Sra. Francis Willard, então presidente da Liga: "A Liga de Temperança das Mulheres Cristãs local, estadual, nacional e universal se inspira num pensamento vivo e orgânico, num objetivo que faz perder de vista todos os demais, num entusiasmo imorredouro, a saber, que Cristo deve ser o Rei deste mundo. O reino de Cristo tem de ser estabelecido na lei, entrando pela porta da política" (p. 735).
Em 1884, o órgão oficial da Liga de Reforma Nacional, The Christian Statesman, publicou um artigo onde afirmava: "Dê-se a entender a todo o mundo que constituimos uma nação cristã e que, por acreditarmos não poder subsistir sem o cristianismo, nos vemos na contingência de conservar por todos os meios o nosso caráter cristão. Inscreva-se isto no pavilhão de nossa Constituição... Obrigue-se a todos que vierem ter em nosso país a obedecer às leis da moral cristã" (p. 722). No final do mesmo ano, outro artigo declarava: "Se a Igreja Católica estiver disposta a agir de comum acordo conosco nesta luta contra o ateísmo político, do melhor grado a reconheceremos como nossa aliada" (p. 727).
Em fevereiro de 1885, na Convenção da Liga de Reforma Nacional, em New York, o Dr. Jonathan Edwards, vice-presidente, declarou: "Queremos uma união de Igreja e Estado e havemos de tê-la. Até onde os negócios do Estado necessitam de religião, esta deve ser a religião revelada de Cristo. O juramento cristão e a moral cristã devem ter neste país uma base legal iniludível" (p. 723).
Em janeiro de 1887, um dos secretários distritais da Liga de Reforma Nacional, o Rev. M. A. Gault, afirmou: "O nosso remédio contra todas as influências perniciosas está em decretar o Governo a Lei Moral e reconhecer a autoridade de Deus que está por detrás desta, deitando mão a toda a religião que se não conformar com a mesma" (p. 723).
Ainda naquele mesmo ano, outro movimento se uniu à Liga de Reforma Nacional para engrossar as fileiras daqueles que queriam o fim da separação entre Igreja e Estado nos EUA no século XIX: o Partido Proibicionista (p. 741).
No ano seguinte, 1888, a Liga de Reforma Nacional uniu-se a um terceiro movimento: a American Sabbath Union (Liga Americana do Sábado), cujo principal objetivo era promover a observância obrigatória do domingo nos EUA (p. 744).
Numa Convenção em 1889, a Liga de Reforma Nacional, juntamente com o Partido Proibicionista e a Liga de Temperança das Mulheres Cristãs declararam: "Se me derdes uma igreja unida que reconheça que o Senhor Jesus Cristo, e só Ele, é rei; e que pense, fale, pregue, ore, e vote em Seu nome; então virá a vitória, e os reinos deste mundo se tornarão reinos de Deus e de Seu Cristo. E então, quando isso acontecer, virá o milênio" (p. 743).
NOTA: Como pode-se perceber, os protestantes favoráveis à união de Igreja e Estado nos EUA (a maioria, portanto), só não alcançaram seu propósito final já no século XIX porque Deus não permitiu. Isso porque o evangelho, e a pregação do sábado do sétimo dia como verdadeiro sinal entre Deus e o Seu povo, deveriam de ser anunciados ainda nos quatro cantos da Terra. Porém, mais de um século depois o contexto é outro, não faltando quase nada que impeça o desencadeamento da crise final a partir dos EUA (leia-se Lei Dominical). Você está preparado?
Fonte - Minuto Profético
Nesse livro é mencionado, entre outras coisas, que em 1863 foi organizada nos EUA a Liga de Reforma Nacional, um movimento de líderes cristãos cujo objetivo seria "lutar pela manutenção das características cristãs existentes no Governo Americano; promover reformas necessárias na ação do Governo no que diz respeito ao sábado [leia-se domingo], à instituição da família, ao elemento religioso na educação, ao juramento e à moralidade pública quando afetada pelo tráfico de bebidas alcoólicas e outros males análogos; e assegurar uma emenda à Constituição dos Estados Unidos tal qual nela se venha a declarar a lealdade da nação a Jesus Cristo, e a sua aceitação das leis, instituições e costumes cristãos de nosso Governo sobre uma inegável base legal inserida na lei fundamental do país" (p. 705).
Em 1877 a Liga de Reforma Nacional uniu-se à Liga de Temperança das Mulheres Cristãs, cujo objetivo foi bem expresso em um discurso da Sra. Francis Willard, então presidente da Liga: "A Liga de Temperança das Mulheres Cristãs local, estadual, nacional e universal se inspira num pensamento vivo e orgânico, num objetivo que faz perder de vista todos os demais, num entusiasmo imorredouro, a saber, que Cristo deve ser o Rei deste mundo. O reino de Cristo tem de ser estabelecido na lei, entrando pela porta da política" (p. 735).
Em 1884, o órgão oficial da Liga de Reforma Nacional, The Christian Statesman, publicou um artigo onde afirmava: "Dê-se a entender a todo o mundo que constituimos uma nação cristã e que, por acreditarmos não poder subsistir sem o cristianismo, nos vemos na contingência de conservar por todos os meios o nosso caráter cristão. Inscreva-se isto no pavilhão de nossa Constituição... Obrigue-se a todos que vierem ter em nosso país a obedecer às leis da moral cristã" (p. 722). No final do mesmo ano, outro artigo declarava: "Se a Igreja Católica estiver disposta a agir de comum acordo conosco nesta luta contra o ateísmo político, do melhor grado a reconheceremos como nossa aliada" (p. 727).
Em fevereiro de 1885, na Convenção da Liga de Reforma Nacional, em New York, o Dr. Jonathan Edwards, vice-presidente, declarou: "Queremos uma união de Igreja e Estado e havemos de tê-la. Até onde os negócios do Estado necessitam de religião, esta deve ser a religião revelada de Cristo. O juramento cristão e a moral cristã devem ter neste país uma base legal iniludível" (p. 723).
Em janeiro de 1887, um dos secretários distritais da Liga de Reforma Nacional, o Rev. M. A. Gault, afirmou: "O nosso remédio contra todas as influências perniciosas está em decretar o Governo a Lei Moral e reconhecer a autoridade de Deus que está por detrás desta, deitando mão a toda a religião que se não conformar com a mesma" (p. 723).
Ainda naquele mesmo ano, outro movimento se uniu à Liga de Reforma Nacional para engrossar as fileiras daqueles que queriam o fim da separação entre Igreja e Estado nos EUA no século XIX: o Partido Proibicionista (p. 741).
No ano seguinte, 1888, a Liga de Reforma Nacional uniu-se a um terceiro movimento: a American Sabbath Union (Liga Americana do Sábado), cujo principal objetivo era promover a observância obrigatória do domingo nos EUA (p. 744).
Numa Convenção em 1889, a Liga de Reforma Nacional, juntamente com o Partido Proibicionista e a Liga de Temperança das Mulheres Cristãs declararam: "Se me derdes uma igreja unida que reconheça que o Senhor Jesus Cristo, e só Ele, é rei; e que pense, fale, pregue, ore, e vote em Seu nome; então virá a vitória, e os reinos deste mundo se tornarão reinos de Deus e de Seu Cristo. E então, quando isso acontecer, virá o milênio" (p. 743).
NOTA: Como pode-se perceber, os protestantes favoráveis à união de Igreja e Estado nos EUA (a maioria, portanto), só não alcançaram seu propósito final já no século XIX porque Deus não permitiu. Isso porque o evangelho, e a pregação do sábado do sétimo dia como verdadeiro sinal entre Deus e o Seu povo, deveriam de ser anunciados ainda nos quatro cantos da Terra. Porém, mais de um século depois o contexto é outro, não faltando quase nada que impeça o desencadeamento da crise final a partir dos EUA (leia-se Lei Dominical). Você está preparado?
Fonte - Minuto Profético
Papa pede reflexão sobre laicidade
PARIS, 12 SET (ANSA) - O papa Bento XVI pediu hoje por uma "nova reflexão sobre o verdadeiro significado e sobre a importância da laicidade", durante um discurso para as autoridades francesas no primeiro dia de sua viagem a França.
No Palácio presidencial do Eliseu, o Pontífice afirmou que "as raízes de França, como as da Europa, são cristãs".
Bento XVI lembrou o discurso proferido em dezembro na basílica de São João de Latrão, em Roma, pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, que falou do "laicismo francês".
Antes do discurso, durante o vôo a Paris, o Papa falou que "a laicidade não está em contradição com a fé" e que isto vale para os franceses e para os cristãos em geral.
"É importante viver a liberdade da nossa fé com alegria. Mostrar a fé é algo necessário, hoje, para a sociedade", disse Bento XVI aos jornalistas no avião a caminho da França, décima viagem internacional em seu pontificado.
O Papa visitará o santuário de Lourdes em ocasião do 150º aniversário das aparições da Virgem.
O Pontífice, de 81 anos, foi recepcionado no aeroporto de Orly pelo Sarkozy e sua esposa, Carla Bruni.
O presidente da França, laica, demonstrou uma forte sintonia com vários temas de interesse do Papa: a distinção entre fé e política - "seria uma loucura privar as pessoas das religiões" - assim como um capitalismo que não pense no seu crescimento, "mas no desenvolvimento da pessoa".
Sarkozy também expressou sua "preocupação" pela natureza, e elogiou a presença das reflexões religiosas, "ricas após tantos séculos", sobre as questões bioéticas.
"Não queremos uma retomada das guerras religiosas, trabalhamos pela paz", disse Sarkozy ilustrando, ao lado de Bento XVI no Eliseu, seu conceito de "laicidade positiva".
"Com freqüência tenho a oportunidade de falar das raízes cristãs da França: isso não nos impede de fazer tudo para que nossos compatriotas mulçumanos possam viver sua religião da mesma forma que os demais", acrescentou o presidente francês.
Sarkozy afirmou que a França possui uma "diversidade" cultural populacional muito grande e "exige para si como uma riqueza", e acrescentou que "a prática da laicidade positiva é a busca de um significado, o respeito das convicções". (ANSA) 12/09/2008 16:55
Fonte Ansalatina.com.br
Nota: Para quem ainda não sabe ao certo o significado de Laicismo leiam como João Paulo II definiu: é "uma ideologia que leva gradualmente, de forma mais ou menos consciente, à restrição da liberdade religiosa até promover um desprezo ou ignorância de tudo o que seja religioso, relegando a fé à esfera do privado e opondo-se à sua expressão pública". Agora o que é Laicismo positivo? Simples. É considerar o que a Igreja indica como sendo um bem comum para todos, como o próprio Sarkozy fala de sua preocupação com a natureza e a bioética, o Aquecimento Global, e assim impor para todos, a liberdade religiosa será tirada somente de alguns. BXVI já falou do sentido ecológico do domingo. Está claro, não está? Toda essa discussão em torno do laicismo é para que o Estado se una com a Igreja para que possam combater o aquecimento global, tentando assim, salvar a natureza. Não sabendo eles, ou sabendo, que a instituição do domingo como dia de guarda, substituindo o sábado, é uma afronta a Deus, pois foi o sábado que Deus instituiu para isso. Assim sendo, a liberdade religiosa será tirada somente de um pequeno povo. Imagine quem? Esse é o laicismo positivo pregado por Bento XVI que já tem ganho simpatizantes como Sarkozy, presidente francês, e mediante tanta badalação da amizade de BXVI e Bush, por que não dizer que Bush tambám já é simpatizante.
Fonte - Resta uma Esperança
No Palácio presidencial do Eliseu, o Pontífice afirmou que "as raízes de França, como as da Europa, são cristãs".
Bento XVI lembrou o discurso proferido em dezembro na basílica de São João de Latrão, em Roma, pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, que falou do "laicismo francês".
Antes do discurso, durante o vôo a Paris, o Papa falou que "a laicidade não está em contradição com a fé" e que isto vale para os franceses e para os cristãos em geral.
"É importante viver a liberdade da nossa fé com alegria. Mostrar a fé é algo necessário, hoje, para a sociedade", disse Bento XVI aos jornalistas no avião a caminho da França, décima viagem internacional em seu pontificado.
O Papa visitará o santuário de Lourdes em ocasião do 150º aniversário das aparições da Virgem.
O Pontífice, de 81 anos, foi recepcionado no aeroporto de Orly pelo Sarkozy e sua esposa, Carla Bruni.
O presidente da França, laica, demonstrou uma forte sintonia com vários temas de interesse do Papa: a distinção entre fé e política - "seria uma loucura privar as pessoas das religiões" - assim como um capitalismo que não pense no seu crescimento, "mas no desenvolvimento da pessoa".
Sarkozy também expressou sua "preocupação" pela natureza, e elogiou a presença das reflexões religiosas, "ricas após tantos séculos", sobre as questões bioéticas.
"Não queremos uma retomada das guerras religiosas, trabalhamos pela paz", disse Sarkozy ilustrando, ao lado de Bento XVI no Eliseu, seu conceito de "laicidade positiva".
"Com freqüência tenho a oportunidade de falar das raízes cristãs da França: isso não nos impede de fazer tudo para que nossos compatriotas mulçumanos possam viver sua religião da mesma forma que os demais", acrescentou o presidente francês.
Sarkozy afirmou que a França possui uma "diversidade" cultural populacional muito grande e "exige para si como uma riqueza", e acrescentou que "a prática da laicidade positiva é a busca de um significado, o respeito das convicções". (ANSA) 12/09/2008 16:55
Fonte Ansalatina.com.br
Nota: Para quem ainda não sabe ao certo o significado de Laicismo leiam como João Paulo II definiu: é "uma ideologia que leva gradualmente, de forma mais ou menos consciente, à restrição da liberdade religiosa até promover um desprezo ou ignorância de tudo o que seja religioso, relegando a fé à esfera do privado e opondo-se à sua expressão pública". Agora o que é Laicismo positivo? Simples. É considerar o que a Igreja indica como sendo um bem comum para todos, como o próprio Sarkozy fala de sua preocupação com a natureza e a bioética, o Aquecimento Global, e assim impor para todos, a liberdade religiosa será tirada somente de alguns. BXVI já falou do sentido ecológico do domingo. Está claro, não está? Toda essa discussão em torno do laicismo é para que o Estado se una com a Igreja para que possam combater o aquecimento global, tentando assim, salvar a natureza. Não sabendo eles, ou sabendo, que a instituição do domingo como dia de guarda, substituindo o sábado, é uma afronta a Deus, pois foi o sábado que Deus instituiu para isso. Assim sendo, a liberdade religiosa será tirada somente de um pequeno povo. Imagine quem? Esse é o laicismo positivo pregado por Bento XVI que já tem ganho simpatizantes como Sarkozy, presidente francês, e mediante tanta badalação da amizade de BXVI e Bush, por que não dizer que Bush tambám já é simpatizante.
Fonte - Resta uma Esperança
Papa adverte contra fundamentalismo e arbitrariedade subjetiva
Bento XVI encontra-se com intelectuais no 1º dia de viagem à França. No sábado, ele celebra o 150º aniversário das aparições em Lourdes.
O Papa Bento XVI advertiu que a atual geração deve enfrentar "os extremos da arbitrariedade subjetiva e do fanatismo fundamentalista", em um encontro com 700 intelectuais e acadêmicos, no primeiro dia da visita a França.
"Seria fatal se a cultura européia de hoje entendesse a liberdade apenas como a falta total de vínculos e com isto favorecesse inevitavelmente o fanatismo e a arbitrariedade", afirmou o Papa em um discurso pronunciado em francês em um colégio no centro de Paris.
"No cristianismo existe um vínculo superior ao da letra dos textos sagrados", que definiu como o "vínculo do entendimento e do amor".
Bento XVI afirmou que esta maneira de interpretar os textos sagrados do cristianismo "exclui tudo o que hoje se chama fundamentalismo", em um discurso no qual explicou a relação da fé e da razão do catolicismo e suas raízes no monarquismo medieval.
"O cristianismo não é apenas uma religião do Livro no sentido clássico", manifestou, recordando uma frase de São Paulo: "a letra mata e o Espírito dá vida".
Apresentada como uma reunião com o mundo da cultura, o encontro teve a presença de dois ex-presidentes, Valerie Giscard d'Estang e Jacques Chirac, o prefeito de Paris, Bertrand Delanoe, e líderes muçulmanos, como Dalil Bubaker, reitor da grande mesquita de Paris.
Também participaram os escritores Daniel Pennac, François Cheng e Jonathan Littel, o filósofo Régis Debray, o chef Alain Passart, assim como os historiadores Emmanuel Le Roy Ladurie e Max Gallo.
Diante deles, o Sumo Pontífice alertou para os riscos de uma cultura "meramente positivista" que reduza a religião a um tema de crenças pessoais.
"Uma cultura meramente positivista que circunscrevesse ao campo subjetivo, como não científica, a pergunta sobre (a existência de) Deus, seria a capitulação da razão", argumentou.
"O que é a base da cultura da Europa, a busca de Deus e a disponibilidade para escutá-lo, continua sendo ainda hoje o fundamento de toda verdadeira cultura", decretou.
O Papa também insistiu na necessidade de ter o Criador "como modelo" no trabalho e na "determinação da história por parte do homem".
"Onde este modelo falta e o homem se torna a si mesmo criador deiforme, a formação do mundo pode facilmente transformar-se em sua destruição", completou.
Em seguida o Papa celebrou as vésperas em Notre-Dame.
No sábado, Bento XVI viajará a Lourdes para celebrar o 150º aniversário das 18 aparições da Virgem Maria à pastora Bernadette Soubirous, em 1858.
Fonte Portal G1
Nota: Bento XVI tem falado em todos os seus discursos, usando termos diferentes, mas sempre com o mesmo significado contra o "extremismo religioso", desta vez utilizou o termo de Paulo "a letra mata" e que quem age diferente, age contra o amor. Tudo isso é um recado para quem? Não será um recado para cada guardador do sábado que prega que este dia continua sendo o dia escolhido por Deus para adoração. Que este dia nunca perdeu o seu significado deste os tempos mais antigos. Que este dia foi o escolhido por Deus para que o homem O reconhecesse como Criador de todas as coisas.
Bento XVI está apenas preparando o caminho, para que em breve todos possam dizer que ele está certo e que o povo que deseja obedecer a Deus está errado. Por isso Paulo advertiu: "Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus". II Tes. 2:3-4. Vejam que Paulo nos diz que haveria um homem que se levantaria com sendo representante de Deus e se colocaria contra o próprio Deus e contra a sua adoração, não será este homem aquele que está tentando mudar o que Deus escreveu com seu próprio dedo, a sua Lei, onde ensina que o dia dedicado exclusivamente para adoração do Criador é o Sábado. Êxodo 20:8-11.
Fonte - Resta Uma Esperança
O Papa Bento XVI advertiu que a atual geração deve enfrentar "os extremos da arbitrariedade subjetiva e do fanatismo fundamentalista", em um encontro com 700 intelectuais e acadêmicos, no primeiro dia da visita a França.
"Seria fatal se a cultura européia de hoje entendesse a liberdade apenas como a falta total de vínculos e com isto favorecesse inevitavelmente o fanatismo e a arbitrariedade", afirmou o Papa em um discurso pronunciado em francês em um colégio no centro de Paris.
"No cristianismo existe um vínculo superior ao da letra dos textos sagrados", que definiu como o "vínculo do entendimento e do amor".
Bento XVI afirmou que esta maneira de interpretar os textos sagrados do cristianismo "exclui tudo o que hoje se chama fundamentalismo", em um discurso no qual explicou a relação da fé e da razão do catolicismo e suas raízes no monarquismo medieval.
"O cristianismo não é apenas uma religião do Livro no sentido clássico", manifestou, recordando uma frase de São Paulo: "a letra mata e o Espírito dá vida".
Apresentada como uma reunião com o mundo da cultura, o encontro teve a presença de dois ex-presidentes, Valerie Giscard d'Estang e Jacques Chirac, o prefeito de Paris, Bertrand Delanoe, e líderes muçulmanos, como Dalil Bubaker, reitor da grande mesquita de Paris.
Também participaram os escritores Daniel Pennac, François Cheng e Jonathan Littel, o filósofo Régis Debray, o chef Alain Passart, assim como os historiadores Emmanuel Le Roy Ladurie e Max Gallo.
Diante deles, o Sumo Pontífice alertou para os riscos de uma cultura "meramente positivista" que reduza a religião a um tema de crenças pessoais.
"Uma cultura meramente positivista que circunscrevesse ao campo subjetivo, como não científica, a pergunta sobre (a existência de) Deus, seria a capitulação da razão", argumentou.
"O que é a base da cultura da Europa, a busca de Deus e a disponibilidade para escutá-lo, continua sendo ainda hoje o fundamento de toda verdadeira cultura", decretou.
O Papa também insistiu na necessidade de ter o Criador "como modelo" no trabalho e na "determinação da história por parte do homem".
"Onde este modelo falta e o homem se torna a si mesmo criador deiforme, a formação do mundo pode facilmente transformar-se em sua destruição", completou.
Em seguida o Papa celebrou as vésperas em Notre-Dame.
No sábado, Bento XVI viajará a Lourdes para celebrar o 150º aniversário das 18 aparições da Virgem Maria à pastora Bernadette Soubirous, em 1858.
Fonte Portal G1
Nota: Bento XVI tem falado em todos os seus discursos, usando termos diferentes, mas sempre com o mesmo significado contra o "extremismo religioso", desta vez utilizou o termo de Paulo "a letra mata" e que quem age diferente, age contra o amor. Tudo isso é um recado para quem? Não será um recado para cada guardador do sábado que prega que este dia continua sendo o dia escolhido por Deus para adoração. Que este dia nunca perdeu o seu significado deste os tempos mais antigos. Que este dia foi o escolhido por Deus para que o homem O reconhecesse como Criador de todas as coisas.
Bento XVI está apenas preparando o caminho, para que em breve todos possam dizer que ele está certo e que o povo que deseja obedecer a Deus está errado. Por isso Paulo advertiu: "Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus". II Tes. 2:3-4. Vejam que Paulo nos diz que haveria um homem que se levantaria com sendo representante de Deus e se colocaria contra o próprio Deus e contra a sua adoração, não será este homem aquele que está tentando mudar o que Deus escreveu com seu próprio dedo, a sua Lei, onde ensina que o dia dedicado exclusivamente para adoração do Criador é o Sábado. Êxodo 20:8-11.
Fonte - Resta Uma Esperança
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
O aquecimento global como legítima defesa
Seis ativistas do Greenpeace foram isentados de terem que pagar cerca de US$ 50 mil pelos danos criminosos causados a uma estação de energia a carvão. Acredita-se que o veredicto de um júri britânico irá encorajar novos protestos do mesmo tipo.
Em outubro do ano passado ativistas tentaram paralizar a estação de energia escalando uma chaminé de 200 metros de altura. No topo, pintaram a palavra "Gordon" -- uma alusão ao primeiro-ministro Gordon Brown.
Indiciados, os ativistas se defenderam dizendo que sua atitude podia ser legalmente justificada, uma vez que estavam tentando evitar as alterações climáticas, que provocam maiores danos à propriedade em todo o mundo. Foram declarados inocentes.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Interessante jurisprudência. A atitude dos guardadores de sábado, que estariam perturbando a ordem internacional por conta de seu não alinhamento aos demais grupos, poderia justificar sua perseguição?
E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males. A classe que provocou o descontentamento do Céu atribuirá todas as suas inquietações àqueles cuja obediência aos mandamentos de Deus é perpétua reprovação aos transgressores. Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal." -- O Grande Conflito, pág. 590.
Em outubro do ano passado ativistas tentaram paralizar a estação de energia escalando uma chaminé de 200 metros de altura. No topo, pintaram a palavra "Gordon" -- uma alusão ao primeiro-ministro Gordon Brown.
Indiciados, os ativistas se defenderam dizendo que sua atitude podia ser legalmente justificada, uma vez que estavam tentando evitar as alterações climáticas, que provocam maiores danos à propriedade em todo o mundo. Foram declarados inocentes.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Interessante jurisprudência. A atitude dos guardadores de sábado, que estariam perturbando a ordem internacional por conta de seu não alinhamento aos demais grupos, poderia justificar sua perseguição?
E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males. A classe que provocou o descontentamento do Céu atribuirá todas as suas inquietações àqueles cuja obediência aos mandamentos de Deus é perpétua reprovação aos transgressores. Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal." -- O Grande Conflito, pág. 590.
Papa das «surpresas tranqüilas» chega à França
...
Com relação ao futuro da Igreja na França, Weigel destacou alguns sinais positivos: «Há muita energia em vários movimentos renovadores. A França é também o lar de muitos grandes intelectuais católicos. Há vários bispos franceses impressionantes».
«Mas – acrescentou – não posso dizer que esteja vendo os sinais de uma vibrante renovação católica na França, como os estou vendo em outras partes da velha Europa.»
E a devoção mariana do Papa? «Creio que está claro, levando em conta seu trabalho teológico destes 45 anos, que Joseph Ratzinger tem uma profunda devoção a Nossa Senhora e uma clara visão de seu lugar na história da salvação. A herança bávara de Ratzinger o predispõe também a uma série piedade mariana.»
O Papa viajará a Lourdes no sábado, para participar das celebrações do 150º aniversário das aparições de Nossa Senhora a Bernadete Soubirous. O Santo Padre afirmou que «rezará aos pés de Nossa Senhora pelas intenções de toda a Igreja. Em particular pelos doentes, os abandonados e pela paz no mundo».
Weigel, que chamou Bento XVI de «o Papa das surpresas tranqüilas», acrescentou que crê que «o mundo ainda não compreendeu completamente este Papa alemão, que ainda poderá ter algumas cartas na manga».
Fonte - Zenit
Nota DDP: Certa vez li um artigo do Prof. Azenilto Brito sobre como Maria poderia ser usada de ponte com outros segmentos religiosos.
Partindo desta premissa, e explorando uma visão extremamente particular minha, fico pensando quais poderiam ser as "algumas cartas na manga" que possui o Papa BXVI. A conclusão que chego, mais uma vez, particularmente e na base do "achômetro", se posso assim dizer, é que falta à aceitação da liderança papal em nível mundial os sinais que Cristo profetizou haveriam de enganar as pessoas.
Lendo as notícias de que o Papa tem especial atenção em sua viagem à França, na questão dos 150 anos das "aparições" de Maria em Lurdes, por quem tem "profunda devoção", "clara visão de seu lugar na história da salvação" (sic, sic, sic!) e a quem colocará a "paz do mundo aos pés", não consigo deixar de lembrar dos três "segredos de Fátima" e de como qualquer tipo de manifestação sobrenatural palpável neste contexto pode rebustecer o argumento romano.
Acompanhemos com atenção estas questões. O arquivo sobre os três segredos de Fátima, foi-nos enviado por dois amigos deste blog e, como de costume, pode ser baixado em nosso disco virtual.
Com relação ao futuro da Igreja na França, Weigel destacou alguns sinais positivos: «Há muita energia em vários movimentos renovadores. A França é também o lar de muitos grandes intelectuais católicos. Há vários bispos franceses impressionantes».
«Mas – acrescentou – não posso dizer que esteja vendo os sinais de uma vibrante renovação católica na França, como os estou vendo em outras partes da velha Europa.»
E a devoção mariana do Papa? «Creio que está claro, levando em conta seu trabalho teológico destes 45 anos, que Joseph Ratzinger tem uma profunda devoção a Nossa Senhora e uma clara visão de seu lugar na história da salvação. A herança bávara de Ratzinger o predispõe também a uma série piedade mariana.»
O Papa viajará a Lourdes no sábado, para participar das celebrações do 150º aniversário das aparições de Nossa Senhora a Bernadete Soubirous. O Santo Padre afirmou que «rezará aos pés de Nossa Senhora pelas intenções de toda a Igreja. Em particular pelos doentes, os abandonados e pela paz no mundo».
Weigel, que chamou Bento XVI de «o Papa das surpresas tranqüilas», acrescentou que crê que «o mundo ainda não compreendeu completamente este Papa alemão, que ainda poderá ter algumas cartas na manga».
Fonte - Zenit
Nota DDP: Certa vez li um artigo do Prof. Azenilto Brito sobre como Maria poderia ser usada de ponte com outros segmentos religiosos.
Partindo desta premissa, e explorando uma visão extremamente particular minha, fico pensando quais poderiam ser as "algumas cartas na manga" que possui o Papa BXVI. A conclusão que chego, mais uma vez, particularmente e na base do "achômetro", se posso assim dizer, é que falta à aceitação da liderança papal em nível mundial os sinais que Cristo profetizou haveriam de enganar as pessoas.
Lendo as notícias de que o Papa tem especial atenção em sua viagem à França, na questão dos 150 anos das "aparições" de Maria em Lurdes, por quem tem "profunda devoção", "clara visão de seu lugar na história da salvação" (sic, sic, sic!) e a quem colocará a "paz do mundo aos pés", não consigo deixar de lembrar dos três "segredos de Fátima" e de como qualquer tipo de manifestação sobrenatural palpável neste contexto pode rebustecer o argumento romano.
Acompanhemos com atenção estas questões. O arquivo sobre os três segredos de Fátima, foi-nos enviado por dois amigos deste blog e, como de costume, pode ser baixado em nosso disco virtual.
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