terça-feira, 11 de novembro de 2008

Horizonte das mudanças: qual o papel do Estado?

Desde que a crise financeira global foi deflagrada crescem as apostas sobre quanto tempo vai durar e como ficarão os mercados depois de passada a tormenta. Conversando com um dos principais editores de publicações para o mercado financeiro, que está acompanhando muito de perto as reações de investidores e profissionais de Relações com Investidores (RI), fica a impressão de que a crise é mais profunda do que aparenta. No entanto, o olhar dele é direto no “olho do furacão”, no centro nervoso das perdas financeiras.

Por outro lado tenho conversado com empresários e executivos que atuam na produção e na prestação de serviços, longe do setor financeiro, e a percepção é outra. Há claramente o receio em relação ao aperto no crédito, mas não existe a sensação de “fim de mundo” que assolou o mercado financeiro. Em todas as falas, no entanto, há claramente a consciência de que “nada será como antes”. O Estado, esta entidade que “deveria ser mínima” conforme pregavam os liberais e neoliberais de ontem, agora “deve ter poder regulatório”, dizem aqueles que saltaram nos botes salva-vidas lançados pelos governos ao redor do mundo.
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O mundo não será como antes, mas principalmente o Estado não vai mais soltar as rédeas da economia como antes.
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Fonte - Envolverde

Nota DDP: Não só da economia.

Bin Laden prepara ataque devastador contra os EUA

Londres - O líder da organização Al-Qaeda, Osama bin Laden, está preparando um novo ataque contra os Estados Unidos que será "muito maior que a operação de 11 de setembro" de 2001 e que tem como objetivo "mudar o rosto do mundo política e economicamente".

A ameaça foi divulgada hoje por seu emissor na capital iemenita Sanaa, o jornal em língua árabe Al-Quds Al-Arabi, publicado em Londres, que faz referência à ação em seu site citando "uma fonte próxima à direção da Al-Qaeda no Iêmen".

Esta "grande operação" ocorrerá "num futuro próximo", disse a fonte e será "uma resposta à rejeição dos Estados Unidos à trégua proposta pela Al-Qaeda aos Estados ocidentais".

"As instruções operacionais do ataque foram dadas por Osama bin Laden", disse a fonte, apresentada como um ex-dirigente da Al-Qaeda.

A fonte acrescenta que a rede de Bin Laden está passando por "uma fase claramente positiva" com campos de treinamento em "vários países do mundo", o controle de grande parte da Somália, do Afeganistão, e do Iêmen, onde os "chefes tribais juraram sua fidelidade a Bin Laden".

Fonte - Jornal da Mídia

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

As concordatas romanas

O presidente brasileiro está na Itália. Aproveitou para visitar BXVI.

Quando este último esteve no Brasil, muito se falou acerca da assinatura de uma concordata entre os dois entes políticos. Na época o governo brasileiro desconversou sob a alegação que o Vaticano exigia muitos privilégios que não seriam concedidos.

Vejam a manifestação do porta-voz responsável sobre o momento atual desta negociação:

Entrevista coletiva concedida pelo Porta-Voz
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Na quinta-feira, 13 de novembro, no Vaticano, o Presidente terá encontro às 11h com Sua Santidade o Papa Bento XVI.

Além de retribuir a visita do Papa ao Brasil, realizada em maio de 2007, a programada audiência do presidente Lula com Bento XVI constitui ocasião para dar continuidade ao diálogo sobre temas de significativa importância para ambos chefes de Estado.

A agenda de política externa brasileira apresenta pontos de convergência com a da Santa Sé, em especial em suas vertentes relacionadas à solidariedade para com os países mais pobres, ao combate à fome e à pobreza, ao empenho na preservação da paz, aos esforços em prol da construção de uma sociedade mais justa e eqüitativa, ao respeito aos direitos humanos e à preocupação com a situação dos migrantes.
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Jornalista: Boa tarde. Eu gostaria que você desse mais detalhes desse encontro que o Lula terá com o Bento XVI.

Porta-voz: Será um encontro curto e, nesse encontro, não existe nenhuma pauta específica. Como eu disse a vocês, será um encontro no qual os dois discutirão esses temas que são comuns na agenda prioritária tanto do Vaticano quanto do Brasil: a cooperação para ajuda aos países em desenvolvimento, o tema das migrações, que também é importante para ambos. Existe também um outro tema que é importante, que está sendo desenvolvido entre os dois países, que é a questão do acordo entre o Vaticano e o Brasil, que é o acordo para disciplinar as relações bilaterais e a ação da Igreja no território brasileiro. Esse acordo está sendo negociado. As negociações estão se intensificando e existe uma possibilidade de que venha a ser assinado nessa ocasião, mas, fora isso, será uma visita curta e será um diálogo curto sobre temas gerais, de interesse de ambos os chefes de Estado.

Jornalista: Sobre esse acordo com o Vaticano, você já tem alguns detalhes do acordo, em que situação está, se tem possibilidade de assinar?

Porta-voz: Eu não teria detalhes do acordo. O que eu posso dizer a vocês é que ele tem sido negociado intensamente nos últimos meses, houve uma consulta grande, interna, no Brasil a vários ministérios a respeito desse acordo, foram dadas opiniões dos vários ministérios, das várias autoridades a respeito disso. Para as autoridades brasileiras é importante que o acordo preserve conceitos constitucionais de liberdade religiosa, de não-discriminação com base em credo, que disponha sobre direitos e deveres para a atuação de entidades religiosas nas áreas contempladas no texto, dentro dos limites estabelecidos na Constituição brasileira. O Presidente levará ao Papa a idéia do empenho e da seriedade com que os representantes do governo brasileiro conduziram as negociações para esse acordo-quadro Brasil-Santa Sé. O Presidente espera ter condições de assinar já esse acordo no encontro com o Papa.

Jornalista: Esse acordo, por exemplo, pode se referir... [Parece que falta algo aqui] Porque o Brasil tem um papel importante em relação à Igreja Católica, um dos países do mundo onde a religião católica prevalece mais do que outras religiões. Eu gostaria de saber se o presidente Lula tem essa preocupação, ou seja, a religião católica tem diminuído nos últimos tempos. E é esse tipo de conversa que vai ter durante esse acordo com o Bento XVI?

Porta-voz: Não, o Presidente espera poder assinar o acordo mas não será discutido especificamente, não será negociado no momento. O acordo está sendo negociado e espera-se que se possa assinar. O Brasil espera que o acordo mantenha um tratamento equânime para todos os credos legalmente estabelecidos no Brasil observada, é claro, a natureza singular da Santa Sé como sujeito no Direito Internacional.

Fonte - Secretaria de Imprensa

Nota DDP: Este é um bom exemplo de como as coisas funcionam quando existem interesses do Vaticano em discussão.

1) Inicialmente se assevera que a intenção do encontro dos chefes e estado era "continuar a discussão";
2) Em seguida se diz que estas negociações estão se intensificando, mas há uma "possibilidade" de que seja assinada a concordata nesta ocasião;
3) Indagado sobre os detalhes, revela o entrevistado que eles não existem, mesmo com a afirmativa de que houve "intensa" negociação nos últimos meses;
4) Em seguida, mesmo sem ter "detalhes" de algo tão intensamente discutido, revela que dispõe sobre a não discriminação religiosa com base no credo e, estabelece "direitos e deveres para a atuação de entidades religiosas nas áreas contempladas no texto" (?!);
5) Da intenção de continuar a discussão do item 1), passa-se à afirmação que o presidente espera assinar a concordata com BVXI já nesta visita;
6) Por fim, levantando-se a supremacia católica [ironic mode on]"como sempre houve na história deste país"[ironic mode off], restou consignado que o governo espera que os demais credos sejam respeitados, levando-se em consideração, no entanto, a natureza singular da sé católica como sujeito de direito internacional.

Eu só fico me perguntando, com todo o caráter obscuro destes termos, até porque penso que os maiores acertos não serão trazidos a público, muito menos assinados, que é meio estranho primeiro um país assinar com outro de caráter confessional regras que acabam por violar o tal estado laico (que na prática não existe), segundo que onde cabe direitos e deveres de outros credos por parte do Vaticano?

Muito se fala de acordos de não "proselitismo", como já considerado pelo Conselho Mundial de Igrejas, com normas estatais a regular esta condição, o que certamente passará por estas "concordatas", tudo em nome da paz. Daqui à pouco será bem difícil pregar o Evagelho.

[Colaboração - Éder Rocha]

EUA: cresce medo de ataques contra Barack Obama

Está crescendo o medo das autoridades americanas em relação a uma tentativa de assassinato do presidente eleito, Barack Obama. Segundo informou nesta segunda-feira o jornal britânico The Telegraph, o serviço secreto dos Estados Unidos já investigou mais de 500 ameaças contra o democrata durante toda a campanha presidencial.
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Fonte - Terra

A economia e a moral

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Dom Walmor Oliveira de Azevedo explica –em artigo enviado a Zenit nessa sexta-feira– que a crise «tem também um enraizamento profundo na dimensão moral».

«Ora, se é verdade que existe uma clara distinção entre economia e moral, não é verdade que existe uma separação entre estes dois âmbitos. Há, na verdade, uma reciprocidade entre eles.»

«É lamentável que as vozes que se levantam a partir do âmbito moral não sejam ainda suficientemente fortes para convencer os atores deste cenário a levarem em conta as implicações morais que subjazem em toda esta realidade da crise econômica mundial», afirma.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Este final de semana a Associação Paulistana promoveu um seminário sobre Liberdade Religiosa e os Eventos Finais, sob a direção do Prof. Sikberto Marks (site Cristo Voltará). Ele abriu falando sobre a base do governo de satanás no mundo: Riqueza, poder e prestígio.

É muito interessante a perspectiva lançada por ele de que para sustentar este estado de coisas (os privilégios), face à galopante escalada das mazelas mundiais, violência, corrupção, crise econômica, crise ambiental, e os demais aspectos de baixa moralidade atuais, os dirigentes mundiais precisarão de um líder moral (?!), universalmente aceito. Afinal de contas, todas essas coisas atrapalham muitas pessoas para ganhar dinheiro.

O mundo caminha rapidamente para esta realidade. É mais um vetor a ser considerado.

Igreja Católica homenageia protestantes

Países latino-americanos celebram desde longa data vários feriados católicos romanos. De Corpus Christi a São Pedro e São Paulo. Porém, neste ano, o Chile declarou o dia 31 de outubro como feriado em honra das igrejas evangélicas e protestantes. A data remete ao dia em que Martinho Lutero pregou suas 95 teses na porta de uma igreja no ano de 1517, em Wittenberg, na Alemanha, dando início à Reforma Protestante. Somente a Eslovênia e alguns estados alemães têm este dia como um feriado.

Outro motivo para estranhar o Chile comemorar a Reforma é o fato de ser o único país na América Latina que ainda tem um forte partido Democrata Cristão. Mesmo assim, o novo feriado foi aprovado por unanimidade de votos no Congresso. No último Censo, em 2002, 15% dos chilenos disseram ser evangélicos (sinônimo de protestantes na América Latina).

Agora, as escolas públicas oferecem a escolha de estudar catolicismo ou evangelismo e as forças armadas têm capelães das duas religiões. Mas, o Chile não está sozinho. Mais de 15% dos brasileiros e cerca de 20% da Guatemala são, hoje, evangélicos.

(Opinião e Notícia)

Nota: A Igreja Católica segue firme em seus esforços por promover maior aproximação com as demais religiões.

Fonte - Michelson Borges

Grandes expectativas


As três principais semanais do Brasil destacam nesta semana o papel "messiânico" do novo presidente norte-americano. Para muitos, ele será capaz de liderar o mundo numa coalização cujo objetivo é enfrentar a crise econômica e o aquecimento global. Aguardemos para ver os métodos que serão empregados na perseguição desses propósitos.

Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Sendo repetitivo. O tom de salvador da pátria (e do mundo) é algo a ser notado.

Após economia, meio ambiente desafiará Obama

A vitória de Barack Obama pode estar ainda em clima de comemoração, mas o mundo já está de olho nos desafios e na maneira como o novo presidente americano os enfrentará. Depois das diretrizes contra a crise da economia, um dos maiores obstáculos para o novo governo será mostrar como os EUA lidarão com o meio ambiente. "Cuidar da mudança climática será a maior e mais importante prova que Obama enfrentará", avalia Ann Carlson, especialista em legislação ambiental da Universidade da Califórnia. "A administração de George Bush protelou decisões relativas a emissões de gases, e o novo presidente estará sob enorme pressão para regulamentar isso."

Diferentemente de seu antecessor, que deixa a Casa Branca sem ter ratificado o Protocolo de Kyoto, Obama mostrou ter uma agenda ambiciosa. Além de colocar seus prediletos na Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) e nas secretarias do Interior, de Agricultura e de Energia, seu governo terá um posto para lidar exclusivamente com agenda climática e aquecimento global.

Se depender do que Obama vem prometendo, o mundo voltará a confiar nos EUA para salvar o meio ambiente. Com o chamado czar das mudanças climáticas - sugere a revista ecológica on-line Grist - o país passa a mostrar que está realmente decidido a combater as alterações do clima.

Um dos mais prováveis nomes para assumir$ a pasta, o ex-vice-presidente Albert Arnold Gore Jr. terá de lidar de forma direta com as alterações climáticas e suas conseqüências. Além de Al Gore [tinha que ser ele, o defemsor da Mãe Gaia], são cogitados Terry Tamminen, conselheiro ambiental para o governo da Califórnia; e Bill Richardson, ex-embaixador da ONU, com experiência em meio ambiente.

"Richardson é interessante, mas Al Gore, sem dúvida, é o mais indicado para o posto", avalia Ann. "É um verde e elevará, com seriedade, a importância de temas relativos ao aquecimento para o nível mais alto que puder."

O futuro czar, provavelmente, funcionará como um conselheiro do presidente para assuntos ambientais. Para isso, no entanto, deverá ter de supervisionar decisões que envolvem desde o uso de combustíveis fósseis a energia nuclear, gestão agrícola, inversão climática e sustentabilidade. [E não nos esqueçamos da proposta de se reservar um dia por semana para "salvar" a Terra.]

"Vamos assistir à criação de leis mais agressivas contra a emissão de gases estufa, assim como reduzir nossa dependência em relação ao petróleo e ter maior engajamento junto a outros líderes mundiais", prevê Walter Rosenbaum, que ensina sobre políticas ambientais na Universidade da Flórida.

Os EUA ainda são um dos principais poluidores no mundo, e a esperança é que a próxima gestão, apesar das dificuldades pela frente, signifique um corte radical com a política ambiental levada anteriormente por Bush.

Para recuperar a confiança do mundo em relação à agenda ambiental, Ann diz ser essencial que o próximo presidente restabeleça e participe dos diálogos com a ONU, de modo a aumentar a presença americana no processo multilateral.

"O mais urgente é reforçar a iniciativa americana contra o aquecimento global, como um sinal de que estamos voltando à diplomacia global do meio ambiente", sugere Rosenbaum. "Neste sentido, os EUA deveriam preocupar-se particularmente em restabelecer a confiança da União Européia, que tem levado a causa adiante."

Para Bryan Leyland, da Coalizão de Ciência Climática Neozelandesa, o melhor seria o governo americano tornar-se "independente e criar uma comissão própria para analisar evidências do aquecimento global causado por iniciativas do homem".

Na equipe ambiental do governo americano, ainda, a já existente EPA poderá ter como administrador Mary Nichols, líder da lei do clima da Califórnia; Kathleen McGinty, ambientalista da Pensilvânia; ou Dan Esty, principal conselheiro de Obama em matérias da energia. O senador e procurador-geral Robert Kennedy, no entanto, é considerado o nome mais forte para o cargo. ...

(Terra)

Nota: Se alguém tinha dúvidas de que a agenda dos ECOmenistas seria levada avante no novo governo e que os EUA liderariam essa coalizão, essa reportagem é a resposta. As profecias estão cada vez mais atuais.

Fonte - Michelson Borges

"A mudança chegou" - 4

Sim, ele pode
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Em 20 de janeiro de 2009, Barack Obama entrará na Casa Branca para governar o país mais poderoso do planeta, que possui a maior economia e alimenta a cultura mais influente. “Obama é a liderança de que os Estados Unidos precisam”, diz Daryl Clay, contador numa igreja evangélica de Washington.
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Fonte - Época

Bush : Eleição de Obama é «triunfo» na história dos EUA

O presidente cessante George W. Bush considerou hoje que a vitória de Barack Obama na eleição presidencial representou um «triunfo» na história dos Estados Unidos, prometendo um «esforço sem precedentes» da sua administração para lhe facilitar o desempenho.
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Fonte - Diário Digital

Barack Aladim Obama
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As esperanças em Obama hoje não têm limites. Os americanos vão se reunir em torno de um colossal kumbayat, cantar músicas de John Lennon, We can Work it Out, e de Woody Guthrie, This Country is my land, this country is your land, e 300 milhões vão sair numa linha de conga rumbando pelo país inteiro.
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Obama gera esperanças universais, um momento mágico. Pode ser o último capítulo da história do racismo nos Estados Unidos e o primeiro de uma nova prosperidade mundial.

Fonte - Folha

Obama: a realização do sonho de Luther King
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A eleição de Obama parece possuir algo de providencial, como se fora um gesto da compaixão divina para com a humanidade. Vivemos tempos dramáticos com grandes crises: a ecológica, a climática, a alimentar, a energética e a econômica. O arsenal conceptual e pratico disponível não oferece condições para forjar uma saída libertadora. Precisamos de uma mudança, de um novo horizonte utópico, de coragem para inventar novos caminhos. Faz-se necessário uma figura carismática que inspire confiança, segurança e serenidade para enfrentar estes cataclismos e galvanizar as pessoas para um novo ensaio de convivência, um modo diferente de arquitetar a economia e de montar um tipo de globalização pluripolar que respeite as diferenças e possa incluir a todos num mesmo destino juntamente com a Casa Comum, a Terra.

Barack Obama preenche estas exigências de carisma. Se for realmente profunda, a esperança criará seu caminho por entre os escolhos e as ruínas da velha ordem.

Fonte - Envolverde

Barak Obama: mais do mesmo?
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É preciso estar cego pela ideologia disseminada pelos meios de comunicação para crer que Obama possa deixar de seguir a natureza do seu partido.
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Este é um brevíssimo resumo da história dos democratas - que praticamente em nada se diferem dos republicanos - que governam o país na mesma lógica do destino manifesto, ou seja, de que há uma missão divina dada aos Estados Unidos de ser o guardião da democracia mundial e que, por conta disso, o país pode intervir quando bem entender. É claro que se precisa perceber a palavra democracia aí significando toda e qualquer ameaça aos interesses das grandes corporações, já que o que está em jogo raramente é o interesse das gentes, mas sim das empresas.
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Fonte - Envolverde

Nota DDP: Confesso que é surpreendente esse tom "sobrenatural" empreendido pela mídia nesta eleição americana. Com o presidente "messiânico" de um lado do Atlântico e o "representante" de Deus na terra do outro, falta apenas o terceiro espírito imundo para a caracterização da tríplice aliança e, este anelo com o misticismo espiritual pode muito bem ser cumprido pela ONU.

Essa aqui é só para pensar:

"Não se esqueça de que o nosso mundo surgiu do caos, como prova a ciência. E que foi a palavra que criou a ordem, a palavra que Obama soube usar com tanta eficácia e inteligência." (Último Segundo)

A ciência prova?! Mas quem criou a ordem foi a palavra? Uma palavra, ou A Palavra? E que paralelo mais estranho, não?

Religiosos da Índia preocupados com o aquecimento global

Patna, 10 nov (RV) - A Conferência dos religiosos e das religiosas indianas também deseja fazer a sua parte para a salvaguarda do planeta, encorajando os seus membros a mudarem de atitudes e promovendo programas de informação e sensibilização sobre este tema. Este é o compromisso que nasceu de um recente encontro no qual participaram 50 membros da associação, que reúne 822 superiores e superioras maiores em representação das 334 congregações religiosas e dos 125 mil consagrados da Índia.

O encontro foi organizado pelo “Tarumitra” um centro católico indiano comprometido na defesa do meio ambiente com sede em Patna, no Estado de Bihar. Na declaração final os delegados da Conferência dos religiosos e das religiosas indianas destacaram como a atual crise ecológica global diz respeito a toda a humanidade, mas os primeiros a pagar são os pobres.

“O grito da terra – lê-se no texto – é também o grito dos pobres”. Neste momento estão ameaçados os recursos vitais do planeta como a água, as florestas, a terra cada vez mais poluída, enquanto o aquecimento global provocado pela emissão de gases aumenta o número e a intensidade dos fenômenos meteorológicos extremos e a poluição causa problemas à saúde de milhões de pessoas, sobretudo em países em via de desenvolvimento.

Para salvar o planeta – é a mensagem da Conferência – todos podemos fazer algo e os religiosos e as religiosas indianas também devem dar a sua contribuição. Por isso a associação pretende incentivar os seus membros a realizarem pequenos gestos que possam ajudar: da escolha do tipo de vestido eco-compatível, ao uso, onde é possível, de meios de transporte ecológicos, da utilização de lâmpadas de baixo consumo energético, à reciclagem de sacolas de plástico e embalagens, e o uso da energia solar.

O documento propõe também várias iniciativas em vários setores para sensibilizar religiosos e fiéis: a inserção da ecologia entre as matérias de ensino nos seminários, a promoção de grupos de serviço de pastoral do ambiente e de programas eco-espirituais, campanhas de informação nos meios de comunicação, uma mais estreita colaboração com as organizações ambientalistas e com as populações aborígines, mais sensíveis a este tema. (SP)

Fonte - Radio Vaticano

Forte terremoto atinge a China

Um forte terremoto de magnitude 6,5 atingiu a província de Qinghai, na China, nesta segunda-feira (10), informou Serviço Geológico dos Estados Unidos.

A TV estatal disse que não há informações sobre mortos ou feridos.

“Nós estamos no 10º andar. Senti um forte tremor há cerca de 10 minutos, mas não houve danos”, disse um oficial do governo que informou apenas o sobrenome, Wang.

O abalo também foi sentido em Golmud, uma cidade industrial.

A agência de notícias Xinhua disse que algumas casas em Da Qaidam, perto do epicentro, tiveram as paredes danificadas. As escolas tiveram de ser fechadas.

Em maio, um terremoto em Sichuan deixou cerca de 90 mil mortos.

Fonte - G1

Estabilizar clima pode ser inviável

A Agência Internacional de Energia tem uma má notícia para o planeta: na melhor das hipóteses, o aquecimento global neste século deverá ser de trágicos 3ºC em relação à era pré-industrial. A redução de emissões de gases-estufa necessária para evitar a mudança climática perigosa pode não ser tecnicamente viável.

O veredicto está no "Panorama Global de Energia 2008", documento que apresenta as tendências do cenário energético mundial. O período analisado vai de 2006 a 2030.
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Fonte - Folha

EUA: mais 2 bancos decretam falência por crise

Dois bancos locais americanos foram as últimas vítimas da crise pela qual passam os Estados Unidos, cuja falência elevou para 19 o número de entidades que quebraram por problemas financeiros, informou neste sábado a imprensa local.

As instituições afetadas são o Franklin Bank, de Houston, no Texas, e o Security Pacific Bank, de Los Angeles, na Califórnia, cujos depósitos serão adquiridos por outras entidades concorrentes.

A Corporação Federal de Seguros de Depósitos (FDIC, em inglês) informou que o Franklin Bank, que tem ativos brutos no valor de US$ 5 bilhões, passará a fazer parte do texano Prosperity Bank, que assumiu seus depósitos e uma parte de seus valores.

A FDIC assumirá os outros encargos do banco, o que terá um custo para a instituição de US$ 1,6 bilhão.

No caso do Security Pacific Bank, que conta com ativos de US$ 560 milhões, os depósitos e alguns dos ativos serão absorvidos pelo Pacific Western Bank, também de Los Angeles.

O resto dos encargos serão assumidos pela Corporação Federal de Seguros de Depósitos, que, segundo um de seus porta-vozes, David Barr, terá um custo para a instituição de US$ 210 milhões.

Neste ano, 19 bancos americanos fecharam por problemas financeiros, um número que contrasta com os três bancos que faliram entre junho de 2004 e fevereiro de 2007, segundo o jornal Los Angeles Times.

Fonte - Invertia

Canadá: degelo no Ártico cresce de maneira surpreendente

A Universidade de Trent no Canadá divulgou esta semana dados alarmantes do degelo no Oceano Ártico.

Blocos de gelo totalizando 214 quilômetros quadrados desapareceram este ano na costa norte da ilha Ellesmere, no Ártico canadense. A extensão corresponde a 23% da área de gelo do Canadá, ou numa comparação, o triplo da área da ilha de Manhattan.

A plataforma de Ward Hunt, a maior do Canadá, perdeu 40% de sua área, enquanto a geleira Markham, com total de 50km², se desprendeu completamente da ilha e está à deriva no Oceano Ártico.

Dois blocos de gelo também se desprenderam da plataforma Serson, reduzindo sua área em 60%.

O pesquisador Derek Mueller, ressalta a rapidez das mudanças na região. "Essas mudanças são irreversíveis nas condições climáticas atuais e indicam que as condições ambientais que mantiveram essas geleiras em equilíbrio durante anos já não estão mais presentes", disse Mueller.

A perda do gelo no Ártico tem sérias implicações globais. A superfície reflete a energia do Sol e ajuda a controlar a temperatura da Terra. Sem as imensas plataformas de gelo, o mar e a Terra absorvem toda a radiação solar, o que poderá acelerar ainda mais o aquecimento do planeta.

Fonte - Apolo 11

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O Fim Virá e Não Tardará!

Se aquele servo mau disser consigo: O meu senhor tarde virá; e começar a espancar os seus conservos [...] virá o senhor daquele servo num dia em que o não espera, e à hora em que ele não sabe. Mateus 24:48-50, ARC

Li numa publicação religiosa uma declaração em que o articulista procura ridicularizar Guilherme Miller, pioneiro do movimento adventista, em relação à sua crença na volta de Jesus para 1844. Nas conferências sobre o ameaçador fim do mundo, dizia o artigo, contavam-se até 15 mil ouvintes. “Mas Miller errou feio, em seus cálculos, como tantos ‘profetas’ de antes e depois dele.”

Esse “servo mau” continua dizendo que os cientistas que estudaram e estudam o Universo bem mais que Miller, também concordam que o mundo vai ter um fim. Mas esse dia está muito distante. Descartando o fim do mundo relacionado com a volta de Jesus, esse “servo mau” diz que não há como fugir do fim que se dará “daqui a 6,5 bilhões de anos”, quando a Terra, pelo excessivo calor do Sol, se fundirá. “Pelo visto”, acrescenta ele, “é tolice alimentar o medo do fim do mundo neste e nos séculos vindouros”.

Concluindo a desastrada declaração, ele diz: “Se pessoas me perguntarem se há algo de verdadeiro em todos esses anúncios do fim dos tempos, responderei, para tranqüilizá-las, que este ainda está longe.” O “servo mau” da parábola também disse: “O meu senhor tarde virá.”

Quem, na lucidez de sua inteligência, pode acreditar em tamanha insensatez, se a cada momento estamos nos defrontando com o fantasma do suicídio ecológico em todos os sentidos? A contaminação do ar, a contaminação da água, a poluição do meio ambiente, o desaparecimento dos recursos naturais não renováveis, a ameaça do famoso “buraco” na camada de ozônio, a ameaça do aquecimento global e o derretimento das geleiras, a falta de alimento e de água potável. Essas são apenas algumas das calamidades que nos aguardam e nos assustam, caso esse mundo dure não bilhões de anos, mas poucas décadas, como prevêem alguns cientistas conscientes.

Mantenhamos esperança e fé inabaláveis na promessa de que o reino de nosso Senhor Jesus Cristo virá logo. Sua vinda será fatal para os ímpios e motivo de felicidade para os salvos. Jesus será o Soberano universal que reinará com Seus súditos, pela graça de Deus!

REFLEXÃO: “Ainda um poucochinho de tempo, e O que há de vir virá, e não tardará” (Hb 10:37, ARC).

Fonte - CPB

Outra crise nos EUA?

Provavelmente vou tomar pedradas pelo que vou expor, mas prefiro que assim o seja por ação, jamais por omissão. Ontem tomei contato com dois vídeos no Youtube, onde se fala de uma "crise" (?!?!) nos EUA no começo do ano que vem.

O primeiro é uma entrevista do ex-Secretário de Estado do Governo Bush, Gen. Colin Powell, o outro do novo vice-presidente americano Joseph Biden. O primeiro aparentemente não padece de edições, embora seja um pouco difícil entender se a manifestação transcrita abaixo decorre da própria pergunta do entrevistador, ou de um "escorregão" do entrevistado. O segundo é muito difícil dizer qualquer coisa, inclusive porque só se tem o áudio.

Procurei estas declarações na net e só as achei em sites especulativos e conspiracionistas. Decidi não colocá-los no blog, até que li esta afirmativa:

O vice-presidente eleito Joseph Biden advertiu durante a campanha que é certo que alguma potência estrangeira não vai demorar a colocar à prova a inexperiência de Obama.

Fonte - AFP

Como esta afimação se alinha um pouco com os vídeos, entendi conveniente postar.

Portanto, aqui vão os vídeos, e que cada um os considere com sabedoria, podem não traduzir absolutamente nada ou, podem ser prenúncio de uma grande crise já no começo do ano que vem. O princípio deste espaço é veicular a informação, considerando as possibilidades.

"Haverá uma crise, o qual virá entre os dias 21 e 22 de janeiro, sobre o qual nós sequer sabemos do que se trata" (?!?!) (Gen. Colin Powell)

"Guardem minhas palavras, guardem minhas palavras, não serão seis meses antes do mundo testar Barack Obama como fizeram com JFK. Lembrem-se do que eu disse em pé aqui na sua sala, se você não escutou nada mais do que eu disse - vejam, nós teremos uma crise internacional - uma CRISE FABRICADA - para testar a capacidade deste rapaz e ele terá de fazer coisas realmente duras - Eu não sei qual será a decisão a ser tomada, mas eu prometo que ela ocorrerá, eu garanto que isso era ocorrer." (Joseph Biden?)

Fonte - Digital Journal

Nenhum dos sites consultados têm caráter religioso. De qualquer forma, os norte-americanos adoram uma teoria do conspiração...

Cardeal Ruini e embaixadora americana debatem sobre laicidade

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Por sua parte, a embaixadora dos Estados Unidos na Santa Sé, Mary Ann Glendon, começou sua colocação citando as palavras do pensador francês Alexis de Tocqueville, que dizia que «todos os que amam a liberdade deveriam apressar-se em chamar a religião em sua ajuda», porque «deveriam saber que não se pode estabelecer o reino da liberdade sem os bons costumes nem criar bons costumes sem a fé».

A embaixadora explicou deste modo que um conceito positivo de laicidade «não só permite a co-existência pacífica entre muitas religiões, mas lhes permite também prosperar».

A embaixadora citou as palavras do Papa, que disse que nos Estados Unidos «a dimensão religiosa, na diversidade de suas expressões, não é só tolerada, mas também valorizada como a alma da nação ou como uma garantia fundamental de direitos e deveres humanos».
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Fonte - Zenit

Obama e a profecia

Barack Hussein Obama II, de 47 anos, foi eleito presidente dos Estados Unidos no dia 4 de novembro. Obama é filho de um economista queniano e de uma antropóloga americana. Após o divórcio dos pais, a mãe de Obama casou-se com um indonésio. Em 1967, Obama mudou-se com a família para Jacarta, onde estudou até os 10 anos de idade.

O senador democrata pelo Estado de Illinois é casado desde 1992 com Michelle Obama, com que tem duas filhas, Malia Ann e Natasha “Sasha”. Obama é graduado em Ciências Públicas pela Universidade de Columbia e em Direito pela Universidade de Harvard. Fato interessante é que Obama estudou em colégio católico, é filho de pai muçulmano e professa a fé evangélica. A tônica da campanha do 44º presidente dos Estados Unidos, que deve assumir no dia 20 de janeiro, foi a palavra “mudança”.

Em 1963, o pastor batista Martin Luther King profetizou: “Tenho um sonho que meus quatro filhos viverão, um dia, em um país onde não sejam julgados pela cor de sua pele, e sim por seu caráter”. Este dia chegou. “Sei que meu pai estaria orgulhoso dos Estados Unidos”, declarou a filha do ativista, morto no dia 4 de abril de 1968, Bernice, em entrevista à TV, segundo a agência France Press.

Após um breve e necessário histórico da vida do novo presidente dos Estados Unidos, vamos falar sobre o papel de Obama na profecia bíblica. Apocalipse (Revelação de Jesus Cristo) 13 fala de duas bestas que, em profecia, significam poderes.

Nos primeiros 10 versículos, a Bíblia faz menção à Igreja Católica. O texto: “e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses” (Apocalipse 13: 5) significa o domínio da Igreja Romana por 1260 dias (42 meses X 30 dias) proféticos ou 1260 anos. Em profecia, um dia equivale a um ano (ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6).

Os 1260 anos se referem ao período de 538 a 1798 de nossa era, quando o papado “dominou” o mundo. No livro O Grande Conflito, Ellen White relata que em 1798 “um exército francês entrou em Roma e tomou prisioneiro o papa, que morreu no exílio. Posto que logo depois fosse eleito novo papa, a hierarquia papal nunca pôde, desde então, exercer o poder que antes possuíra”.

O poder do Vaticano era superior ao de reis e reinados e se colocava no lugar de Deus quando trazia para si adoração, intercessão e perdão de pecados, atributos que só pertencem a Deus. Venda da salvação por meio de indulgências e mistura da pura religião de Jesus com os ritos pagãos do Império Romano (observância do domingo, adoração a imagens, conceder caráter divino ao papa – antes era ao imperador vigente) foram outros erros cometidos pelo poder mencionado em Apocalipse 13.

A outra besta ou poder são os Estados Unidos. Apocalipse 13:12 diz que os Estados Unidos exercem “todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada”. A chaga mortal de 1798 foi curada quando, em 1929, Benito Mussolini assinou um tratado devolvendo as terras ao Estado do Vaticano.

Com relação aos Estados Unidos como besta, cabe o texto explicativo da escritora norte-americana Ellen White: “E tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro” (Apocalipse 13:1). Os chifres semelhantes aos do cordeiro indicam juventude, inocência e brandura, o que apropriadamente representa o caráter dos Estados Unidos, quando apresentados ao profeta como estando a “subir” em 1798. Entre os exilados cristãos que primeiro fugiram para a América do Norte e buscaram asilo contra a opressão real e a intolerância dos sacerdotes, muitos havia que se decidiram a estabelecer um governo sobre o amplo fundamento da liberdade civil e religiosa. Suas idéias tiveram guarida na Declaração da Independência, que estabeleceu a grande verdade de que “todos os homens são criados iguais”, e dotados de inalienável direito à “vida, liberdade, e procura de felicidade”.

Os textos utilizados até agora serviram como base para abordar o papel de Barack Obama na profecia. O novo presidente dos Estados Unidos é a esperança de um mundo melhor, esperança de paz, de mudanças.

Obama venceu porque todos esperam que ele realize câmbios radicais na política e na economia local e mundial. Um leitor da Folha On-line comentou assim a vitória do democrata: “A esperança nasce em todo planeta… A esperança de um mundo suficiente, sem racismo, sem violência e sem a guerra do Iraque que envergonhou os Estados Unidos e consternou o mundo.” Esquecemos que a única esperança é Jesus, “o Caminho, a Verdade e a Vida”!

Voltando a Apocalipse 13, o versículo 12 diz que os Estados Unidos farão com que “a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta”, que segundo já vimos é o papado. Mais adiante, a Bíblia diz que ninguém poderá comprar ou vender senão os que tiverem a marca da besta.

Ellen White profetiza: “Os Estados Unidos são o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro, e que esta profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial de sua supremacia. Mas nesta homenagem ao papado os Estados Unidos não estarão sós. A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio está ainda longe de ser destruída.”

A escritora cristã tinha razão. De acordo com a embaixadora do Brasil no Vaticano, Vera Machado, o Vaticano tem acordos assinados para a regulamentação da Igreja Católica em mais de 100 países. Regulamentar significa tornar a Igreja como religião oficial do Estado. O governo Lula não aceitou o pedido de Bento XVI e optou “preservar e consolidar o país como Estado laico”, ou seja, sem religião oficial.

Os Estados Unidos cumprirão os propósitos de Roma, e esta, daquele. A nação mais poderosa do mundo tem poder cultural, exercido através de filmes e seriados que “impõem” seu estilo de vida e ideologia, poder armamentista e financeiro. O Vaticano tem poder religioso e financeiro, pois defraudou o mundo por 1260 anos.

Os Estados Unidos precisam de dinheiro para tapar os buracos de uma economia que viveu anos à mercê de especuladores e do consumismo de seus cidadãos. O papado necessita de poder, se necessário bélico, para impor a adoração a um falso dia de descanso.

O jesuíta Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, expressou o desejo do Vaticano de que Barack Obama sirva “eficazmente à justiça por meio das vias adequadas para promover a paz no mundo”.

Em sua visita aos Estados Unidos, em abril deste ano, o papa Bento XVI foi tratado com status de estrela de rock. Milhares de jovens utilizavam camisetas com a frase: “I belong to Pope” (Eu pertenço ao Papa). Os americanos batizaram o avião do Papa de “Shepherd One” (Pastor Um ou Pastor Principal).
Nem no Brasil, considerado o país com o maior número de católicos no mundo, Bento XVI teve tanto sucesso. Na missa feita na cidade de Aparecida, interior de São Paulo, no dia 13 de maio de 2007, participaram 150 mil pessoas das 500 mil esperadas.

Em junho deste ano, George W. Bush foi recebido no Vaticano. Bento XVI quebrou o protocolo e o levou a passear pelos Jardins Vaticanos.

Em setembro, ao inaugurar a 63º seção da ONU, em Nova Iorque, o secretario geral do organismo, Ban Ki-Moon, advertiu que o mundo enfrenta um “desafio de liderança” para lidar com a tormenta financeira, que se soma a uma crise energética e alimentícia.

Na ocasião, o presidente paraguaio, Fernando Lugo, ex-padre, manifestou apoio ao fortalecimento da ONU e à recuperação das funções da Assembléia como órgão de maior representatividade e fez um chamado a que essa se converta em parlamento mundial. Parlamento é onde se fazem leis.

Biblicamente, os Estados Unidos e o Vaticano se unem nestes últimos dias para impor uma lei dominical mundial. Os que adorarem a imagem da besta (domingo) estarão em clara oposição ao quarto mandamento de Deus (ler Êxodo 20:8-11), que O exalta como Criador.

A eleição presidencial norte-americana evidencia que a nação tem tradições que favorecem a observância do domingo. A data da votação, a primeira terça-feira de novembr0, é um exemplo disto. Como antigamente os Estados Unidos era uma nação agrícola, o início de novembro era uma data que intermediava entre o fim da colheita e o início do inverno, e era escolhida para que os votantes camponeses pudessem participar com tranqüilidade. A terça-feira era designada em virtude de que, no domingo, os agricultores assistiam aos cultos em suas igrejas e viajavam na segunda.

O mundo quer mudanças e necessita de um líder para efetuá-las. A Bíblia não apresenta um período de paz para os nossos dias, em que a depravação moral e o amor de muitos se esfria mais e mais.

Barack Obama é carismático, inteligente, perito em leis. O mundo espera muito dele, assim como do papa Bento XVI. As palavras de ambos poderão ressoar doces aos ouvidos. Contudo, analise se as mesmas não estarão em desacordo com a Palavra de Deus. Não apenas as palavras de Obama e do líder da Igreja Católica, mas as de qualquer pessoa.

Atenção, muita atenção, pois a Bíblia diz que “quando disserem: Há paz e segurança; então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão” (I Tessalonicenses 5:3).

O mundo caminha para as suas cenas finais. Alegremo-nos, regozijemo-nos, alcemos nossos olhos e, principalmente, preparemo-nos, pois nossa geração verá Jesus voltar! A Bíblia caracteriza o povo que estará preparado para encontrar com Cristo nos ares. Eles são “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12).

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Márcio Basso Gomes
Jornalista da Rede Novo Tempo

Fonte - Advir

Obama deverá unir progressistas e conservadores

O presidente eleito dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, já escolheu membros de sua equipe de transição e pelo menos um nome de seu governo --o do chefe de gabinete, Rahm Emanuel. Essas decisões indicam, segundo analistas ouvidos pela Folha Online, que o democrata deverá apostar em uma mistura de conservadores, progressistas e liberais, de ambos os grandes partidos do país.

Essa escolha pelo bipartidarismo será uma resposta ao enorme anseio da população gerado tanto pela angústia da crise financeira como pelo marketing eleitoral da campanha que teve como bandeira a "mudança".

Para analistas, Obama será pressionado a apresentar soluções para conter a crise
"É muito difícil descrever como será o governo em uma palavra. Podemos dizer que será um 'mix' entre o governo progressista, conservador e liberal. A população neste momento passa por uma grande crise e exige resultados imediatos", afirma Paul Maslin, analista político democrata, sócio da Fairbank, Maslin, Maullin & Associates, sediada em Madison, Wisconsin [...]

Para o professor de Ciências Políticas da Universidade Estadual de Kennesaw, na Geórgia, Kerwin Swint, a administração de Obama irá tender para o "equilíbrio" entre democratas e republicanos, mas as diferenças serão sentidas em decisões relacionadas a política de taxas e a Guerra do Iraque [...]

Fonte: Folha Online

NOTA: Daqui para frente, a tendência será de "união" (leia-se sincretismo) em todos os setores, a começar pela política norte-americana (ecumenismo político). Os partidos aparentemente deixarão de lado suas diferenças e se unirão em torno de causas comuns (mudanças climáticas, combate ao terrorismo...).

Fonte - Minuto Profético

O Deus de Barack Obama

A vida religiosa do recém-eleito presidente norte-americano, Barack Obama, é descrita no livro O Deus de Barack Obama, editado pela Thomas Nelson Brasil. Escrito por Stephen Mansfield, mesmo autor de The Faith of George W. Bush [A Fé de George W. Bush], o livro conta a história religiosa do democrata e lembra que Obama será o primeiro presidente dos Estados Unidos não criado em um lar cristão. Ao contrário, ele passou seus primeiros anos de vida sob a influência do ateísmo, do islamismo popular e de um entendimento humanista que vê a religião como um produto do homem.

Apesar disso, ainda de acordo com o autor, durante a campanha era muito comum correligionários usarem palavras como "chamado", "escolhido" e "abençoado" para descrever o político. "Embora esses termos tenham pertencido ao discurso da direita religiosa, agora estão se tornando expressões correntes de uma esquerda religiosa a despertar de um movimento progressivo baseado na fé", defende Stephen Mansfield.

O livro revela um Obama responsável por uma virada na história religiosa dos Estados Unidos. Mansfield apresenta números de pesquisas de opinião realizadas em fevereiro de 2008 que mostram a preferência de eleitores evangélicos praticantes por um candidato democrata. Em contrapartida, no pleito que elegeu George W. Bush, esse número chegava a 62% em favor dos republicanos, partido do atual presidente. "Os números atuais mostram que os eleitores evangélicos, historicamente um suporte para políticos republicanos, começaram a abandonar o partido", analisa o autor.

Episódios curiosos a respeito da biografia de Obama também estão no livro. Desde 1985, Obama freqüenta uma igreja evangélica, mesmo assim, Mansfield chama a atenção para os questionamentos do democrata a respeito da fé cristã. Para ele, a religião de Obama é uma fé que admite dúvida, incerteza e mistério. "Há aspectos da tradição cristã com os quais me sinto confortável e outros com os quais não me sinto. Há passagens da Bíblia que fazem todo o sentido pra mim e outras sobre as quais eu digo não tenho certeza disso", revela o biografado. O livro relembra ainda a curiosa entrevista que Obama concedeu ao apresentador Jay Leno na qual foi perguntado se havia tragado quando fumou maconha. Barack respondeu "Essa é a idéia".

(Escritório de Comunicação Lu Fernandes)

Fonte - Michelson Borges
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