Vês como quase tudo o que era antes facultativo (eras tu quem decidia) agora é “proibido” ou “obrigatório”?
Pode ser que esta seja a primeira vez em que lês um artigo meu ou de outro amigo escritor liberal-conservador, desde o meu blog ou do gentil sítio que o hospeda neste momento. Pode ser também que já nos tenhas lido com certa freqüência, contudo, sem ir além da reflexão. Pois foi especialmente pensando em ti que escrevo as palavras adiante.
Vivemos em um país cujas belezas naturais nos convida diariamente a gozar os prazeres da vida com certa intensidade. Um país tão grande, decerto, nos inspira uma sensação de liberdade que tende a nos colocar em uma certa “zona de conforto”, cuja conseqüência primeira é largarmos para depois certas preocupações tais como a nossa espiritualidade ou, digamos aqui, certos problemas cuja intervenção de nossa parte parece situar-se, no plano da eficácia, em algo muito distante.
Porém, esta “distração”, chamemo-la assim, com coisas que dizem respeito ao nosso futuro e, portanto, ao projeto do que queremos fazer de nossas vidas, a cada dia cede lugar necessariamente a preocupações de curto prazo, até mesmo diárias. Estas preocupações de curto e curtíssimo prazo, porém, quase sempre não fazem parte de nossas escolhas, propriamente, mas das que as fizeram uma horda de burocratas de carteirinha em nosso lugar. Em suma: eles estão conduzindo as nossas vidas; estão vivendo as nossas vidas; estão seqüestrando-as para os seus próprios projetos pessoais.
A cada lei, medida provisória, decreto ou portaria publicada, gradativamente vamos entregando parte de nossas vidas e abdicando dos nossos sonhos para uma meia dúzia que as viva e sonhe em abundância.
Esta sensação de liberdade ainda remanescente em nosso país está com os seus dias contados, pois já falta pouca coisa com que o estado possa pensar em intervir, e fazendo assim, trocar o que tu pensavas em fazer pelo que ELE pensa em fazer.
Distraído e inerte, pensas ainda gozar de liberdade no tanto que te interesse beber um chope no fim de semana. Se este for o teu único projeto de vida, não tenho nada a te dizer. Porém, se queres algo mais dela, começa a raciocinar nos fatos que seguem adiante, e que o estado já toma conta da tua vida e nem te dás conta, por acostumado.
De início, já pensaste sobre qual seria a idade ideal para alguém se aposentar? 65 anos? 70 anos? Pois uma pessoa cônscia de sua liberdade dirá: “- pretendo me aposentar quando eu quiser!” Vês? Ela disse que pretende planejar a sua vida e por meio da poupança e dos investimentos em um plano de previdência privada, ela mesma definirá o dia de parar as atividades para gozar plenamente a vida. Porém, no cenário atual, é o estado quem dita, unilateralmente, quando as pessoas podem se aposentar, praticamente ignorante da expectativa de vida que cada ser humano mais ou menos aproxima para si, de acordo com a sua saúde e a penosidade da profissão que exerce.
Mais: que crime pode cometer alguém que decidiu não ter de escolher quem o vá roubar? Estou falando, claro, das eleições. Porque um cidadão tem de necessariamente ficar proibido de tirar passaporte, prestar concurso público, e até mesmo obter um empréstimo? Lembro-me de uma vez em que um amigo meu, servidor público federal, encontrava-se enfermo e não votou, acarretando-lhe a suspensão do seu salário por ordem do T.R.E., que não computou a sua justificativa. Não é um absurdo?
Olha também pro teu cinto de segurança: o estado te obriga a usá-lo com base numa estatística. É pensando em uma maioria que se salva por tê-lo usado na ocasião do acidente que ele te obriga a usar o cinto, assim como também é desprezando uma minoria que se salva JUSTAMENTE por não tê-lo usado. Não te compete mais julgar por ti próprio sobre a conveniência de usá-lo, de modo que, caso te envolvas em um sinistro, podes muito bem encaixar-te no infeliz grupo dos que TERIAM se salvado, caso não o utilizassem. Porém, isto não é um problema do estado. Ele não está interessado nem na tua vida, nem na tua liberdade, mas nos custos com a rede pública hospitalar. Tu és propriedade dele!
A todo instante assistes a programas televisivos que te doutrinam a economizar água e eletricidade e a selecionar o lixo. Estes programas tratam a água como se ela fosse petróleo, um recurso não renovável, o que é falso, pois, depois de usada, retorna à natureza. Esta doutrinação de hoje serão as leis e decretos de amanhã. Amanhã bem cedo, diga-se. Porém, nem passa pela tua cabeça que estás a COMPRAR a água que passa pela tua torneira, assim como a eletricidade que passa pelo teu contador e também os serviços de recolhimento de lixo.
Em um ambiente de liberdade plena, isto é, em uma sociedade em que as pessoas adquirissem tais confortos de empresas privadas operando em regime de liberdade de mercado (sem monopólios) as pessoas teriam a consciência de que esta água é sua PROPRIEDADE, assim como CONTRATAM o fornecimento de eletricidade e o recolhimento de lixo. Para estas pessoas, não importa de onde vem a água, a luz ou para onde vai o lixo. Importa-se-lhes, sim, o QUANTO vão PAGAR por estes bens! Pois, tanto quanto mais raros, mais caros tornar-se-ão, e quanto mais caros, maiores serão os cuidados quanto aos desperdícios, assim como também maiores os incentivos para que os produtores invistam na produção e na oferta destes bens.
Se, por sua vez, o lixo for valioso, que os interessados em busca de lucro os garimpem onde estiver, e isto pode incluir até mesmo pagar aos moradores para que selecionem o lixo e assim facilitem o seu trabalho. Simples assim. Vês como trabalhas de graça para o estado, mesmo pagando caro por serviços de péssima qualidade? Quando eu era criança, muitas vezes ganhei bons trocados vendendo os jornais e garrafas da nossa casa. Agora querem me obrigar a dá-los de graça...bonito...
Pensa então que agora já não podes nem beber nem fumar, porque há restrições, multas e prisões de toda sorte. Pensa também no caso mais grave de entregares o teu filho querido à escola para que ela o eduque não segundo as tuas convicções morais, econômicas e religiosas, mas segundo as do estado.
Vês como quase tudo o que era antes facultativo (eras tu quem decidia) agora é “proibido” ou “obrigatório”?
Até aqui só prestei contas de coisas amenas. Pensa, contudo, que o MST está mais forte do que nunca, invadindo terras, dizimando-as como nuvens de gafanhotos, seqüestrando e matando pessoas, e tudo isto com milhões e milhões pagos por ti. Lembra que os arrozeiros de Roraima – não os despreze pelo só fato de morarem tão longe – não foram desapropriados de suas terras, mas sim EXPROPRIADOS (pois só lhes foi concedida indenização pelas benfeitorias, avaliadas de forma subestimada unilateralmente pelo estado), ou seja, expulsos e banidos como se fossem cães de rua. Imagina que também agora inventaram que qualquer lugar pode ser objeto de EXPROPRIAÇÃO, de CONFISCO, caso meramente se alegue que algum dia descendentes de africanos moraram ali. Toma tenência também de que, daqui a pouco, estará para ser votada uma lei que, se aprovada, vai te botar na cadeia por simplesmente crer que homossexualismo não é bom.
Assustado? Pois, paremos por aqui, por hora. A lista é interminável.
...
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Só para salientar que esta realidade não exclusividade brasileira, guardadas as proporções e as peculiariedades que variam de região para região, bem como as impressões de cunhos estritamente pessoal do articulista supra, temos que os particulares cada vez mais se vêm como totalmente reféns do estado.
Um bom exemplo disso é o artigo "Privacidade, que privacidade?", da PCWorld. (Em inglês)
A profecia explica.
terça-feira, 12 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Ellen White era contra a bateria na música sacra?
Transcrevemos acima o nome de um artigo confeccionado a cargo de considerar-se mais uma vez a infindável celeuma da música no âmbito do adventismo, podendo ser compulsado de forma completa, aqui. Nas palavras do articulista, seu objetivo se situa em "esclarecer a posição de Ellen White sobre o uso da bateria e de instrumentos de modo geral na música sacra adventista."
Esclarecer, neste contexto, parece-nos implícita e ousadamente pretender "colocar um ponto final" em uma discussão de décadas.
O arrazoado é longo, passa por inúmeras questões já exaustivamente tratadas em tantos estudos disponíveis, o que pode ser visualizado de forma mais clara através do extenso arquivo constante do site "Musica & Adoração". Esta argumentação ora empreendida neste espaço, muito longe de querer "esclarecer" qualquer coisa, cinge-se a considerar algumas questões subjacentes aos propósitos esquadrinhados no citado artigo, afim de que o leitor talvez menos atento a princípio, leve em questão outros fatores antes de desavisadamente dar guarida irrestrita ao texto em foco.
1) - Do Título:
Como transcrito ao início deste post, o artigo pretende responder à seguinte pergunta: "Ellen White era contra a bateria na música sacra?".
A simples consideração do título, não deixa dúvida que a intenção do artigo é estabelecer uma de duas possíveis respostas imediatas ao questionamento sugerido: sim ou não.
Com o devido respeito ao articulista, a quem desde já concedemos o benefício da dúvida, o seu raciocínio parte de um sofisma. Explico: Ellen White, ao menos no que transparece de seus escritos, nunca se demonstrou contra a "bateria" e, isso se dá pelo simples motivo de que ainda não existiam baterias nos moldes que hoje conhecemos nos tempos dela.
Temos portanto, em realidade e em última instância, que o artigo através de seu título leva o leitor menos atento a considerar que se o arrazoado demonstrar que Ellen White não se manifestou contra a bateria, automaticamente não há que se discutir sobre a presença de tal instrumento no âmbito da adoração.
Ora, o processo indutivo é claramente de cunho falacioso.
Não existe nos escritos do Espírito de Profecia qualquer referência expressa ao termo "bateria", senão na profecia derivada da compreensão do movimento da carne santa, que inclusive será abordado especificamente mais adiante, por entendermos ser este o "coração" do artigo em voga e, que merece maior vagar em sua análise.
Assim, pretender se demonstrar a inexistência de algo que realmente inexiste, para fins de sustentação de outra argumentação, seja ela a que título for, se demonstra como uma indução no mínimo de caráter equivocado, considerados os princípios da lógica.
2) - Do Articulista:
Ainda no bojo do mesmo arrazoado, o articulista alinha seus títulos acadêmicos: Teólogo, Mestre em Divindade, Mestre em Música e cursando PhD em Teologia com ênfase em Liturgia e Adoração. Temos certeza que cada um dos citados títulos lhe são merecidos, no entanto, para efeito de se analisar mais uma vez os termos do arrazoado e, especialmente considerando a premissa inicial estabelecida de "esclarecer" o assunto, como preambularmente fixado, não se pode afastar, ressalvado novamente o benefício da dúvida, a pretensão de se construir outra falácia, qual seja, a da autoridade.
Inúmeros teólogos e músicos da Igreja Adventista vêm gravitando neste tema já por muitos anos sem uma conclusão uníssona no seu entendimento e, neste processo temos bons argumentos a serem considerados em ambos os lados. No entanto, como se depreende dos demais arrazoados do Autor, constantes de seu blog na internet, especialmente na análise ao nosso ver no mínimo deselegante dos argumentos do livro "O cristão e a música rock" organizado pelo falecido Pr. Samuelle Bacchiocci (catalogado pelo articulista, ainda que de forma indireta, como "superficial, tacanho, tendencioso e a desserviço de Deus"), observamos que o "argumento" de autoridade lhe parece relevante no deslinde das questões, especialmente desta em foco.
Neste diapasão, temos a seguinte afirmativa:
"Bacchiocci por não ter nenhuma experiência como músico (...)."
Em outras palavras, na visão do articulista, Bacchiocci carece de autoridade para tratar do assunto em voga. Autoridade esta que subentende-se os títulos conferem apenas ao articulista e aos seus pares, sendo este o raciocínio primeiro abstraído do esforço em se identificar como alguém altamente qualificado na área.
Parece-nos apenas que há um certo esquecimento ao dever de considerar-se que o Reino pertence aos símplices. E ao proceder-se tal afirmativa, nenhum incentivo há no sentido de não se apoiar a busca conhecimento, no entanto, invocar este último de forma a conferir superioridade argumentativa fora dos próprios argumentos em si considerados, não nos parece mais uma vez de boa técnica no campo estritamente lógico.
Ainda neste tema, o que o articulista não informa em primeiro lugar, é que se o Pr. Bacchiocci que "(...) bebeu nas mesmas fontes que causaram divisão em mal entendidos na Igreja (...)", o fez em músicos da envergadura de Eurydice V. Osterman e Wolfgang H. M. Stefani, por exemplo, que têm livros distribuídos pela própria Igreja ainda hoje, motivo pelo qual obviamente esta não os entende como "superficiais, tacanhos, tendenciosos e a desserviço de Deus".
Em segundo lugar, o que o articulista deixa de consignar, não sabemos por qual motivo uma vez que fez questão de trazer ao bojo de seu arrazoado inclusive informações com assentos de cunho pessoal/familiar, que o mesmo é empresário (?) e músico profissional, sendo este último qualificativo, informação que inicialmente constava de seu blog, mas que foi suprimido.
Ao trazer as informações constantes do último parágrafo, o fazemos apenas e tão somente no sentido de demonstrar que suas considerações não são necessariamente de fonte isenta, não se podendo descartar, portanto, seus próprios gostos pessoais. É o que se abstrai inclusive da seguinte afirmação, constante ainda do texto por ele confeccionado sobre o Pr. Bacchiocci:
"Somente após ter experimentado a adoração real que acontece nos meios musicais contemporâneos é que fui levado a rejeitar como falso o conceito de que Deus não pode se expressar através da música cristã contemporânea. E vou além, para muitas pessoas, esse é o único meio que Deus para alcançá-los (...)".
Seus conceitos partem portanto de uma "experiência" pessoal, sendo por esta "levado" ao reconhecimento do que catalogou como "um falso conceito". No mínimo uma contradição, uma vez subentendido que a experiência em seu caso veio antes do conhecimento que reclama para terceiros. Sobre o chamado "falso conceito", temos a sublinhar que nada há de mais falso no argumentar supra transcrito do que a afirmação que nos permitimos repetir:
"(...) para muitas pessoas, esse é o único meio que Deus [tem?] para alcançá-los (...)"
É o poder de Deus limitado pela ação música. Sem mais comentários.
3) - Da Profecia:
Reputo aqui se estabelecer o "coração" do artigo, ao menos do ponto de vista dos interesses imediatos deste espaço, mais uma vez por simples questão de lógica.
Transcrevo do artigo que dá ensejo a este arrazoado:
"Sobre o cumprimento dessa profecia “imediatamente antes da terminação da graça”, dois pontos devem ser explorados.
Primeiro, Ellen White entendia que o tempo imediatamente precedente ao fechamento da porta da graça, quando esses elementos se apresentariam, era em seus dias:
Muitos movimentos dessa espécie surgirão em nossos dias, quando a obra do Senhor deve manter-se elevada, pura, sem superstições e fábulas.
Lembre-se de que Ellen White não recebeu revelações especiais sobre o período exato do tempo do fim, se seria no século 20 ou 21. Faz sentido em nossa perspectiva concluir que esse culto falso reapareceria hoje, mas para Ellen White, era nos seus dias. Nesse caso, o movimento da Carne Santa era causa e cumprimento da profecia.
Segundo, o ressurgimento desse estilo de culto no culto Adventista parece ser condicionado pela resposta da Igreja às heresias que o fomentavam, assim como outras profecias na Bíblia (Jonas) e do Espírito de Profecia. Se as heresias doutrinárias que estimulavam esse culto caótico não fossem condenadas e removidas de maneira categórica, essas manifestações continuariam a ocorrer na Igreja Adventista e a música se tornaria “um laço” para perpetrar falácias teológicas eum culto espúrio. Ellen White condenou de forma inequívoca os erros doutrinários que estimulavam o falso culto e movimento se desfez.
A experiência da Carne Santa advertiu o Adventismo sobre os perigos de heresias sobresantificação e Espírito Santo que levam ao êxtase emocional e físico na adoração. Felizmente, graças ao conselho inspirado, podemos afirmar com segurança que não há em nosso entendimento doutrinário o pano de fundo para que heresias carismáticas e seu respectivo culto floresçam novamente. Até hoje, mais de 100 anos depois, os excessos do movimento não têm reaparecido.
Atualmente, apesar do zelo de alguns em condenar qualquer nova dinâmica no culto como suspeita, não há evidências de que os excessos do culto caótico em questão estejam sendo reintroduzidos na Igreja Adventista meramente pelo uso da bateria, percussão, guitarra elétrica, contrabaixo ou estilos musicais contemporâneos."
Inteligentíssimo! O centro da profecia foi deslocado para o passado ou colocado em perspectiva condicional, se no futuro!
Infelizmente, intelectualidade qualificada, não reflete em sabedoria:
3a) - Quero deixar bem claro, já em primeira instância que a linha de argumentação empreendida é completamente contrária ao quanto sustentado pelos líderes da Igreja, em seus diversos escalões, bem como por muitos Pastores que já trataram desse assunto. Para ficar apenas nos textos recentes constantes deste blog, cito:
Alguns querem modernizar nossa mensagem e nosso estilo de vida
Pr. Erton Koeler (Presidente da DSA)
O Hinário Adventista é para jovem
Pr. Otimar Gonçalves (Ministerial Jovem DSA)
Quem Cumprirá a Profecia?
Pr. Élbio Menezes (Presidente da Associação Sul Catarinense)
Todos eles colocam a profecia no futuro, incondicionalmente. Poderia citar outros inclusive.
3b) - A maior dificuldade das pessoas que pretendem o "avanço" no padrão de música da IASD aparece quando interfaceados com a profecia de Indiana. Diante da óbvia pergunta, "pode você garantir que esta porta que está se abrindo não nos levará a novas manifestações pentencostais em nosso meio?", a resposta ainda mais óbvia e, sincera, seria, "não sabemos".
Porque não há como se saber. Porque onde não há profecia, o povo se corrempe, bastaria dar uma olhadela para o arraial evangélico.
Ao deslocar-se o foco do cumprimento para o passado, o que fez de forma muito semelhante ao famoso jesuíta que conseguiu desviar os olhares da maioria massacrante do protestantismo moderno das óbvias interpretações acerca da besta que sai do mar, o articulista em primeiro plano coloca em perspectiva que a profecia de Indiana era contemporânea a Ellen White e, ainda assim de forma condicional, o que em última instância atualmente causa o mesmo efeito do arrazoado do citado jesuíta.
Não é de se surpreender que assim como milhares de cristãos sinceros se afastaram do historicismo e agora crendo na fábula do futurismo como regra de interpretação profética ficaram à mercê de não identificarem babilônia, correriam os menos avisados no meio adventista, o risco de verem-se tragados por manifestações de cunho pentecostal em nosso meio, ao se afastarem dos avisos absolutamente cristalinos de Deus através de Sua mensageira, o que se já parece factível com determinados movimentos que podemos observar claramente em nosso meio, quanto mais ao aceitar esta controversa interpretação.
Ainda, e por outro lado, ao entendê-la como condicional, colocamos nas mãos de homens o poder de "evitar" que a profecia tenha seu cumprimento pleno, rompendo inclusive com o absolutamente óbvio paralelo da música no contexto do decreto de morte encontrado em Daniel 3, como já considerado neste espaço ou, ainda, desconsiderando-se as questões atinentes à chamada "Apostasia Ômega", que trazem também a absoluta certeza que nos depararemos no futuro com as chamadas manifestações de cunho pentecostal em nosso meio, em um caráter muito mais severo, inclusive, do que ocorreu em Indiana.
Profecias condicionais não se cumpriram porque homens deixaram de fazer o que deles se esperava, agora, profecias "condicionais" podem deixar de ocorrer porque homens econtraram formas de "evitá-las"?!?!
Mas admito ser engenhoso, realmente engenhoso...
3c) - Sobre a realidade que já nos afeta, apenas a título de exemplo, outros poderiam ser considerados, por pertinentes, talvez o articulista esteja a muito tempo fora do país e não tenha tomado contato com a forma como eventos criados em parques de diversão regados a música "cristã" tenham se desenvolvido ultimamente, com filipetas no melhor estilo das "raves" e com direito a performances de artistas cuspindo fogo no palco das "apresentações".
Mas não há possibilidade nenhuma de jovens acostumados com este tipo de estímulo enveredarem para os contornos relacionados a Indiana... Ou não?
4) - Conclusão:
Serei econômico, uma vez que o texto já ficou mais extenso do que esperava:
4a) - Devemos ter cuidado com o que lemos e com a forma com que lemos. As premissas são importantíssimas para uma correta compreensão de qualquer texto que temos contato.
4b) - Devemos ter cuidado com interpretações de terceiros (inclusive com as minhas neste espaço). Somente Deus é portador da verdade, portanto, tenha cautela com quem se arroga possuir a última palavra em qualquer tipo de assunto, busque o Senhor em primeiro lugar, sem deixar de se aprofundar nos traços pessoais necessários para se avançar um pouco mais no entendimento do ponto de vista do articulista.
4c) - Devemos ter cuidado com interpretações isoladas realizadas a cargo de pontos de vista estritamente pessoais, desalinhados do que a Igreja sempre entendeu e pregou e que, aliás, como visto neste caso, ainda continua pregando.
Deus entre nós levantou uma profeta para nos poupar do estrago que será operado no rebanho nos últimos dias irmãos, confiem em Deus e estarão seguros, ouçam os Seus profetas e prosperareis, porque antes devemos confiar nEle que nos homens.
Esclarecer, neste contexto, parece-nos implícita e ousadamente pretender "colocar um ponto final" em uma discussão de décadas.
O arrazoado é longo, passa por inúmeras questões já exaustivamente tratadas em tantos estudos disponíveis, o que pode ser visualizado de forma mais clara através do extenso arquivo constante do site "Musica & Adoração". Esta argumentação ora empreendida neste espaço, muito longe de querer "esclarecer" qualquer coisa, cinge-se a considerar algumas questões subjacentes aos propósitos esquadrinhados no citado artigo, afim de que o leitor talvez menos atento a princípio, leve em questão outros fatores antes de desavisadamente dar guarida irrestrita ao texto em foco.
1) - Do Título:
Como transcrito ao início deste post, o artigo pretende responder à seguinte pergunta: "Ellen White era contra a bateria na música sacra?".
A simples consideração do título, não deixa dúvida que a intenção do artigo é estabelecer uma de duas possíveis respostas imediatas ao questionamento sugerido: sim ou não.
Com o devido respeito ao articulista, a quem desde já concedemos o benefício da dúvida, o seu raciocínio parte de um sofisma. Explico: Ellen White, ao menos no que transparece de seus escritos, nunca se demonstrou contra a "bateria" e, isso se dá pelo simples motivo de que ainda não existiam baterias nos moldes que hoje conhecemos nos tempos dela.
Temos portanto, em realidade e em última instância, que o artigo através de seu título leva o leitor menos atento a considerar que se o arrazoado demonstrar que Ellen White não se manifestou contra a bateria, automaticamente não há que se discutir sobre a presença de tal instrumento no âmbito da adoração.
Ora, o processo indutivo é claramente de cunho falacioso.
Não existe nos escritos do Espírito de Profecia qualquer referência expressa ao termo "bateria", senão na profecia derivada da compreensão do movimento da carne santa, que inclusive será abordado especificamente mais adiante, por entendermos ser este o "coração" do artigo em voga e, que merece maior vagar em sua análise.
Assim, pretender se demonstrar a inexistência de algo que realmente inexiste, para fins de sustentação de outra argumentação, seja ela a que título for, se demonstra como uma indução no mínimo de caráter equivocado, considerados os princípios da lógica.
2) - Do Articulista:
Ainda no bojo do mesmo arrazoado, o articulista alinha seus títulos acadêmicos: Teólogo, Mestre em Divindade, Mestre em Música e cursando PhD em Teologia com ênfase em Liturgia e Adoração. Temos certeza que cada um dos citados títulos lhe são merecidos, no entanto, para efeito de se analisar mais uma vez os termos do arrazoado e, especialmente considerando a premissa inicial estabelecida de "esclarecer" o assunto, como preambularmente fixado, não se pode afastar, ressalvado novamente o benefício da dúvida, a pretensão de se construir outra falácia, qual seja, a da autoridade.
Inúmeros teólogos e músicos da Igreja Adventista vêm gravitando neste tema já por muitos anos sem uma conclusão uníssona no seu entendimento e, neste processo temos bons argumentos a serem considerados em ambos os lados. No entanto, como se depreende dos demais arrazoados do Autor, constantes de seu blog na internet, especialmente na análise ao nosso ver no mínimo deselegante dos argumentos do livro "O cristão e a música rock" organizado pelo falecido Pr. Samuelle Bacchiocci (catalogado pelo articulista, ainda que de forma indireta, como "superficial, tacanho, tendencioso e a desserviço de Deus"), observamos que o "argumento" de autoridade lhe parece relevante no deslinde das questões, especialmente desta em foco.
Neste diapasão, temos a seguinte afirmativa:
"Bacchiocci por não ter nenhuma experiência como músico (...)."
Em outras palavras, na visão do articulista, Bacchiocci carece de autoridade para tratar do assunto em voga. Autoridade esta que subentende-se os títulos conferem apenas ao articulista e aos seus pares, sendo este o raciocínio primeiro abstraído do esforço em se identificar como alguém altamente qualificado na área.
Parece-nos apenas que há um certo esquecimento ao dever de considerar-se que o Reino pertence aos símplices. E ao proceder-se tal afirmativa, nenhum incentivo há no sentido de não se apoiar a busca conhecimento, no entanto, invocar este último de forma a conferir superioridade argumentativa fora dos próprios argumentos em si considerados, não nos parece mais uma vez de boa técnica no campo estritamente lógico.
Ainda neste tema, o que o articulista não informa em primeiro lugar, é que se o Pr. Bacchiocci que "(...) bebeu nas mesmas fontes que causaram divisão em mal entendidos na Igreja (...)", o fez em músicos da envergadura de Eurydice V. Osterman e Wolfgang H. M. Stefani, por exemplo, que têm livros distribuídos pela própria Igreja ainda hoje, motivo pelo qual obviamente esta não os entende como "superficiais, tacanhos, tendenciosos e a desserviço de Deus".
Em segundo lugar, o que o articulista deixa de consignar, não sabemos por qual motivo uma vez que fez questão de trazer ao bojo de seu arrazoado inclusive informações com assentos de cunho pessoal/familiar, que o mesmo é empresário (?) e músico profissional, sendo este último qualificativo, informação que inicialmente constava de seu blog, mas que foi suprimido.
Ao trazer as informações constantes do último parágrafo, o fazemos apenas e tão somente no sentido de demonstrar que suas considerações não são necessariamente de fonte isenta, não se podendo descartar, portanto, seus próprios gostos pessoais. É o que se abstrai inclusive da seguinte afirmação, constante ainda do texto por ele confeccionado sobre o Pr. Bacchiocci:
"Somente após ter experimentado a adoração real que acontece nos meios musicais contemporâneos é que fui levado a rejeitar como falso o conceito de que Deus não pode se expressar através da música cristã contemporânea. E vou além, para muitas pessoas, esse é o único meio que Deus para alcançá-los (...)".
Seus conceitos partem portanto de uma "experiência" pessoal, sendo por esta "levado" ao reconhecimento do que catalogou como "um falso conceito". No mínimo uma contradição, uma vez subentendido que a experiência em seu caso veio antes do conhecimento que reclama para terceiros. Sobre o chamado "falso conceito", temos a sublinhar que nada há de mais falso no argumentar supra transcrito do que a afirmação que nos permitimos repetir:
"(...) para muitas pessoas, esse é o único meio que Deus [tem?] para alcançá-los (...)"
É o poder de Deus limitado pela ação música. Sem mais comentários.
3) - Da Profecia:
Reputo aqui se estabelecer o "coração" do artigo, ao menos do ponto de vista dos interesses imediatos deste espaço, mais uma vez por simples questão de lógica.
Transcrevo do artigo que dá ensejo a este arrazoado:
"Sobre o cumprimento dessa profecia “imediatamente antes da terminação da graça”, dois pontos devem ser explorados.
Primeiro, Ellen White entendia que o tempo imediatamente precedente ao fechamento da porta da graça, quando esses elementos se apresentariam, era em seus dias:
Muitos movimentos dessa espécie surgirão em nossos dias, quando a obra do Senhor deve manter-se elevada, pura, sem superstições e fábulas.
Lembre-se de que Ellen White não recebeu revelações especiais sobre o período exato do tempo do fim, se seria no século 20 ou 21. Faz sentido em nossa perspectiva concluir que esse culto falso reapareceria hoje, mas para Ellen White, era nos seus dias. Nesse caso, o movimento da Carne Santa era causa e cumprimento da profecia.
Segundo, o ressurgimento desse estilo de culto no culto Adventista parece ser condicionado pela resposta da Igreja às heresias que o fomentavam, assim como outras profecias na Bíblia (Jonas) e do Espírito de Profecia. Se as heresias doutrinárias que estimulavam esse culto caótico não fossem condenadas e removidas de maneira categórica, essas manifestações continuariam a ocorrer na Igreja Adventista e a música se tornaria “um laço” para perpetrar falácias teológicas eum culto espúrio. Ellen White condenou de forma inequívoca os erros doutrinários que estimulavam o falso culto e movimento se desfez.
A experiência da Carne Santa advertiu o Adventismo sobre os perigos de heresias sobresantificação e Espírito Santo que levam ao êxtase emocional e físico na adoração. Felizmente, graças ao conselho inspirado, podemos afirmar com segurança que não há em nosso entendimento doutrinário o pano de fundo para que heresias carismáticas e seu respectivo culto floresçam novamente. Até hoje, mais de 100 anos depois, os excessos do movimento não têm reaparecido.
Atualmente, apesar do zelo de alguns em condenar qualquer nova dinâmica no culto como suspeita, não há evidências de que os excessos do culto caótico em questão estejam sendo reintroduzidos na Igreja Adventista meramente pelo uso da bateria, percussão, guitarra elétrica, contrabaixo ou estilos musicais contemporâneos."
Inteligentíssimo! O centro da profecia foi deslocado para o passado ou colocado em perspectiva condicional, se no futuro!
Infelizmente, intelectualidade qualificada, não reflete em sabedoria:
3a) - Quero deixar bem claro, já em primeira instância que a linha de argumentação empreendida é completamente contrária ao quanto sustentado pelos líderes da Igreja, em seus diversos escalões, bem como por muitos Pastores que já trataram desse assunto. Para ficar apenas nos textos recentes constantes deste blog, cito:
Alguns querem modernizar nossa mensagem e nosso estilo de vida
Pr. Erton Koeler (Presidente da DSA)
O Hinário Adventista é para jovem
Pr. Otimar Gonçalves (Ministerial Jovem DSA)
Quem Cumprirá a Profecia?
Pr. Élbio Menezes (Presidente da Associação Sul Catarinense)
Todos eles colocam a profecia no futuro, incondicionalmente. Poderia citar outros inclusive.
3b) - A maior dificuldade das pessoas que pretendem o "avanço" no padrão de música da IASD aparece quando interfaceados com a profecia de Indiana. Diante da óbvia pergunta, "pode você garantir que esta porta que está se abrindo não nos levará a novas manifestações pentencostais em nosso meio?", a resposta ainda mais óbvia e, sincera, seria, "não sabemos".
Porque não há como se saber. Porque onde não há profecia, o povo se corrempe, bastaria dar uma olhadela para o arraial evangélico.
Ao deslocar-se o foco do cumprimento para o passado, o que fez de forma muito semelhante ao famoso jesuíta que conseguiu desviar os olhares da maioria massacrante do protestantismo moderno das óbvias interpretações acerca da besta que sai do mar, o articulista em primeiro plano coloca em perspectiva que a profecia de Indiana era contemporânea a Ellen White e, ainda assim de forma condicional, o que em última instância atualmente causa o mesmo efeito do arrazoado do citado jesuíta.
Não é de se surpreender que assim como milhares de cristãos sinceros se afastaram do historicismo e agora crendo na fábula do futurismo como regra de interpretação profética ficaram à mercê de não identificarem babilônia, correriam os menos avisados no meio adventista, o risco de verem-se tragados por manifestações de cunho pentecostal em nosso meio, ao se afastarem dos avisos absolutamente cristalinos de Deus através de Sua mensageira, o que se já parece factível com determinados movimentos que podemos observar claramente em nosso meio, quanto mais ao aceitar esta controversa interpretação.
Ainda, e por outro lado, ao entendê-la como condicional, colocamos nas mãos de homens o poder de "evitar" que a profecia tenha seu cumprimento pleno, rompendo inclusive com o absolutamente óbvio paralelo da música no contexto do decreto de morte encontrado em Daniel 3, como já considerado neste espaço ou, ainda, desconsiderando-se as questões atinentes à chamada "Apostasia Ômega", que trazem também a absoluta certeza que nos depararemos no futuro com as chamadas manifestações de cunho pentecostal em nosso meio, em um caráter muito mais severo, inclusive, do que ocorreu em Indiana.
Profecias condicionais não se cumpriram porque homens deixaram de fazer o que deles se esperava, agora, profecias "condicionais" podem deixar de ocorrer porque homens econtraram formas de "evitá-las"?!?!
Mas admito ser engenhoso, realmente engenhoso...
3c) - Sobre a realidade que já nos afeta, apenas a título de exemplo, outros poderiam ser considerados, por pertinentes, talvez o articulista esteja a muito tempo fora do país e não tenha tomado contato com a forma como eventos criados em parques de diversão regados a música "cristã" tenham se desenvolvido ultimamente, com filipetas no melhor estilo das "raves" e com direito a performances de artistas cuspindo fogo no palco das "apresentações".
Mas não há possibilidade nenhuma de jovens acostumados com este tipo de estímulo enveredarem para os contornos relacionados a Indiana... Ou não?
4) - Conclusão:
Serei econômico, uma vez que o texto já ficou mais extenso do que esperava:
4a) - Devemos ter cuidado com o que lemos e com a forma com que lemos. As premissas são importantíssimas para uma correta compreensão de qualquer texto que temos contato.
4b) - Devemos ter cuidado com interpretações de terceiros (inclusive com as minhas neste espaço). Somente Deus é portador da verdade, portanto, tenha cautela com quem se arroga possuir a última palavra em qualquer tipo de assunto, busque o Senhor em primeiro lugar, sem deixar de se aprofundar nos traços pessoais necessários para se avançar um pouco mais no entendimento do ponto de vista do articulista.
4c) - Devemos ter cuidado com interpretações isoladas realizadas a cargo de pontos de vista estritamente pessoais, desalinhados do que a Igreja sempre entendeu e pregou e que, aliás, como visto neste caso, ainda continua pregando.
Deus entre nós levantou uma profeta para nos poupar do estrago que será operado no rebanho nos últimos dias irmãos, confiem em Deus e estarão seguros, ouçam os Seus profetas e prosperareis, porque antes devemos confiar nEle que nos homens.
Príncipe jordaniano agradece valentia moral do Papa
AMÃ, domingo,10 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Uma das personalidades mais importantes no mundo do diálogo inter-religioso, o príncipe Ghazi Bin Muhammed Bin Talal, primo e conselheiro do rei da Jordânia, destacou a “valentia moral” de Bento XVI, após sua visita à mesquita.
O presidente do Instituto ‘al-Bayt para o Pensamento Islâmico foi o promotor de uma carta assinada originalmente por 138 sábios muçulmanos, dirigida aos líderes das igrejas cristãs, com o título “Uma palavra comum entre vós e nós”, após o discurso que o Papa pronunciou em Ratisbona em setembro de 2006.
Esta carta deu origem ao Fórum Católico-Muçulmano que surgiu em Roma em novembro passado, com o apoio de Bento XVI.
O príncipe dirigiu um profundo e amplo discurso em inglês, no qual considerou que, com essa visita à mesquita Al-Hussein Bin Talal, inaugurada em abril de 2006, transmitia “uma clara mensagem sobre a necessidade de harmonia e respeito recíprocos entre as religiões do mundo contemporâneo”.
O príncipe Ghazi expressou seu apreço pelas palavras de esclarecimento que o Papa pronunciou após a conferência na Universidade de Ratisbona, que havia suscitado fortes protestos no mundo islâmico.
Alem disso, entre os passos que o pontífice deu no caminho do diálogo, elogiou a audiência que concedeu em novembro de 2007, pela primeira vez na história de um Papa, a um rei da Arábia Saudita, Sua Majestade Abdalá bin Abdulaziz Al Saud.
Sua Alteza real elogiou a contribuição da comunidade cristã na Jordânia e afirmou que os cristãos do país “contribuíram incansável e patrioticamente para a construção da Jordânia”.
Desejou que este “espírito único da Jordânia” possa ser tomado como modelo em todo o resto do mundo, especialmente nas regiões como Mindanao, nas Filipinas, e em países subsaarianos onde as “minorias muçulmanas são submetidas a duras pressões por parte das maiorias cristãs, assim como em outros lugares onde acontece o contrário”.
O príncipe concluiu acolhendo o Papa como “guia espiritual”, sucessor de Pedro, “cujo pontificado esteve marcado pela valentia moral para falar e atuar em consciência, muito além das modas do momento.
Para Ghazi Bin Muhammed Bin Talal, o Papa é um “líder mundial” na hora de enfrentar as principais questões ligadas à atualidade e à ética; e, ao mesmo tempo, um “simples peregrino de paz que veio com humildade e mansidão”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Novas contundentes declarações, que demonstram que a visita ao cenário bíblico por parte de BXVI deve continuar granjeando-lhe grande tráfego entre os líderes locais.
É interessante de se observar que algumas pessoas abstraem a concepção de que o ecumenismo prenunciado no Espírito de Profecia se estabelece apenas no âmbito dos três espíritos imundos de Apocalipse. É fato que esta leitura está correta, no entanto, não se pode perder o contexto das demais peças do tabuleiro cósmico que devem estar posicionadas para que o "eixo do mal" possa se mover com desenvoltura.
Chega a ser ingênua a idéia de que as demais religiões monoteístas, espiritualistas e porque deixar de citar inclusive aqueles que advogam a completa ausência de religião, não devam estar de alguma forma filosoficamente alinhados para que venham a se consumar os eventos em âmbito globais esperados no cumprimento do texto profético.
A revelação antecipou que haveria uma espécie de unificação em torno de um cristianismo apostatado, sinal principal que devemos observar, no entanto, em momento algum esta sugeriu que apenas este componente seria suficiente para desencadear a plenitude do processo.
Há de ser observado portanto o sinal principal, sem se perder de perspectiva os demais componentes que viabilizam-se o seu pleno cumprimento.
O presidente do Instituto ‘al-Bayt para o Pensamento Islâmico foi o promotor de uma carta assinada originalmente por 138 sábios muçulmanos, dirigida aos líderes das igrejas cristãs, com o título “Uma palavra comum entre vós e nós”, após o discurso que o Papa pronunciou em Ratisbona em setembro de 2006.
Esta carta deu origem ao Fórum Católico-Muçulmano que surgiu em Roma em novembro passado, com o apoio de Bento XVI.
O príncipe dirigiu um profundo e amplo discurso em inglês, no qual considerou que, com essa visita à mesquita Al-Hussein Bin Talal, inaugurada em abril de 2006, transmitia “uma clara mensagem sobre a necessidade de harmonia e respeito recíprocos entre as religiões do mundo contemporâneo”.
O príncipe Ghazi expressou seu apreço pelas palavras de esclarecimento que o Papa pronunciou após a conferência na Universidade de Ratisbona, que havia suscitado fortes protestos no mundo islâmico.
Alem disso, entre os passos que o pontífice deu no caminho do diálogo, elogiou a audiência que concedeu em novembro de 2007, pela primeira vez na história de um Papa, a um rei da Arábia Saudita, Sua Majestade Abdalá bin Abdulaziz Al Saud.
Sua Alteza real elogiou a contribuição da comunidade cristã na Jordânia e afirmou que os cristãos do país “contribuíram incansável e patrioticamente para a construção da Jordânia”.
Desejou que este “espírito único da Jordânia” possa ser tomado como modelo em todo o resto do mundo, especialmente nas regiões como Mindanao, nas Filipinas, e em países subsaarianos onde as “minorias muçulmanas são submetidas a duras pressões por parte das maiorias cristãs, assim como em outros lugares onde acontece o contrário”.
O príncipe concluiu acolhendo o Papa como “guia espiritual”, sucessor de Pedro, “cujo pontificado esteve marcado pela valentia moral para falar e atuar em consciência, muito além das modas do momento.
Para Ghazi Bin Muhammed Bin Talal, o Papa é um “líder mundial” na hora de enfrentar as principais questões ligadas à atualidade e à ética; e, ao mesmo tempo, um “simples peregrino de paz que veio com humildade e mansidão”.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Novas contundentes declarações, que demonstram que a visita ao cenário bíblico por parte de BXVI deve continuar granjeando-lhe grande tráfego entre os líderes locais.
É interessante de se observar que algumas pessoas abstraem a concepção de que o ecumenismo prenunciado no Espírito de Profecia se estabelece apenas no âmbito dos três espíritos imundos de Apocalipse. É fato que esta leitura está correta, no entanto, não se pode perder o contexto das demais peças do tabuleiro cósmico que devem estar posicionadas para que o "eixo do mal" possa se mover com desenvoltura.
Chega a ser ingênua a idéia de que as demais religiões monoteístas, espiritualistas e porque deixar de citar inclusive aqueles que advogam a completa ausência de religião, não devam estar de alguma forma filosoficamente alinhados para que venham a se consumar os eventos em âmbito globais esperados no cumprimento do texto profético.
A revelação antecipou que haveria uma espécie de unificação em torno de um cristianismo apostatado, sinal principal que devemos observar, no entanto, em momento algum esta sugeriu que apenas este componente seria suficiente para desencadear a plenitude do processo.
Há de ser observado portanto o sinal principal, sem se perder de perspectiva os demais componentes que viabilizam-se o seu pleno cumprimento.
Blogueiros criticam projeto de lei para cyberbullying nos EUA
Blogueiros norte-americanos reagiram à proposta de uma nova lei que, potencialmente, pode tornar ilegal a atividade de criticar (ou simplesmente brincar com alguém) no meio virtual. A lei, batizada de Ato Preventivo ao Cyberbullying Megan Meier, foi proposta nesta semana, nos EUA.
Segundo o jornal britânico "The Guardian", Linda Sanchez, congressista democrata da Califórnia, está liderando o projeto de lei, cuja intenção é combater o "cyberbullying" (assédio virtual por meio da internet ou outros meios eletrônicos). Os opositores, entretanto, dizem que os artigos da proposta legislativa são vagos e ameaçam a liberdade de expressão.
O projeto, que precisa ser submetido à votação no Congresso dos EUA em uma segunda vez, propõe que qualquer comunicação eletrônica usada para "coagir, intimidar, assediar, ou causar aflição emocional substancial" pode ser punido com multa ou sentença de prisão com pena superior a dois anos.
De acordo com a proposta, a nova lei cobre e-mails, blogs, mensagens instantâneas e de texto.
Os opositores estão convictos de que a lei viola a Primeira Emenda da Constituição dos EUA (que garante a liberdade de expressão), e que ameaça as críticas on-line válidas, apesar da insistência de Sanchez de que é "loucura" pensar que elas se tornarão ilegais.
Mas o professor de direito da Ucla (Universidade da Califórnia), Eugene Volokh, um dos blogueiros com mais reputação no país, atacou o projeto de lei, classificando-o de "desproporcional" e "constitucionalmente vago".
Enquanto o problema do cyberbullying é claramente um problema ainda não resolvido, Volokh diz que a definição de "severa"pode facilitar a censura de blogs de campanhas eleitorais, argumentos políticos ou qualquer tipo de boicote do consumidor.
"Não é possível que isto seja constitucionalmente permissível, não é possível que seja uma boa ideia", diz. "Se isto passar pelo Congresso, enxergo como um comportamento chocante da Casa."
A lei foi criada depois do caso Megan Meier, adolescente que se matou depois de um trote passado no MySpace pela sua vizinha, Lori Drew, 49. Já condenada, Drew dividiu opiniões quanto à pena: oficiais de condicional recomendaram liberdade vigiada, enquanto a acusação pediu prisão de três anos. O veredicto final do caso será divulgado no dia 18 de maio.
Fonte - Olhar Direito (Folha)
Nota DDP: Não é preciso pensar muito para se observar que a liberdade de expressão já tão limitada em tantos lugares do mundo começa a campear por trilhas tortuosas no chamado mundo "livre". Menos ainda há de se pensar quais serão os reflexos de tais condições para efeito da continuidade de pregação do Evangelho.
O ente parecido com um cordeiro caminha para falar como um dragão, na forma do profeticamente previsto.
Segundo o jornal britânico "The Guardian", Linda Sanchez, congressista democrata da Califórnia, está liderando o projeto de lei, cuja intenção é combater o "cyberbullying" (assédio virtual por meio da internet ou outros meios eletrônicos). Os opositores, entretanto, dizem que os artigos da proposta legislativa são vagos e ameaçam a liberdade de expressão.
O projeto, que precisa ser submetido à votação no Congresso dos EUA em uma segunda vez, propõe que qualquer comunicação eletrônica usada para "coagir, intimidar, assediar, ou causar aflição emocional substancial" pode ser punido com multa ou sentença de prisão com pena superior a dois anos.
De acordo com a proposta, a nova lei cobre e-mails, blogs, mensagens instantâneas e de texto.
Os opositores estão convictos de que a lei viola a Primeira Emenda da Constituição dos EUA (que garante a liberdade de expressão), e que ameaça as críticas on-line válidas, apesar da insistência de Sanchez de que é "loucura" pensar que elas se tornarão ilegais.
Mas o professor de direito da Ucla (Universidade da Califórnia), Eugene Volokh, um dos blogueiros com mais reputação no país, atacou o projeto de lei, classificando-o de "desproporcional" e "constitucionalmente vago".
Enquanto o problema do cyberbullying é claramente um problema ainda não resolvido, Volokh diz que a definição de "severa"pode facilitar a censura de blogs de campanhas eleitorais, argumentos políticos ou qualquer tipo de boicote do consumidor.
"Não é possível que isto seja constitucionalmente permissível, não é possível que seja uma boa ideia", diz. "Se isto passar pelo Congresso, enxergo como um comportamento chocante da Casa."
A lei foi criada depois do caso Megan Meier, adolescente que se matou depois de um trote passado no MySpace pela sua vizinha, Lori Drew, 49. Já condenada, Drew dividiu opiniões quanto à pena: oficiais de condicional recomendaram liberdade vigiada, enquanto a acusação pediu prisão de três anos. O veredicto final do caso será divulgado no dia 18 de maio.
Fonte - Olhar Direito (Folha)
Nota DDP: Não é preciso pensar muito para se observar que a liberdade de expressão já tão limitada em tantos lugares do mundo começa a campear por trilhas tortuosas no chamado mundo "livre". Menos ainda há de se pensar quais serão os reflexos de tais condições para efeito da continuidade de pregação do Evangelho.
O ente parecido com um cordeiro caminha para falar como um dragão, na forma do profeticamente previsto.
EUA são o país com mais casos de gripe suína
Em todo os EUA há 2.254 casos confirmados e três mortes. No México são 1.625 os casos confirmados e 48 mortes.
Uma autoridade norte-americana alerta que o número de pessoas infectadas pelo vírus H1N1 pode estar sendo subestimado no país. No total, há quase 3 mil casos prováveis e confirmados da doença, e até agora 104 pessoas foram hospitalizadas.
No último sábado, 9, um homem de 53 anos de idade morreu na Costa Rica em decorrência da doença. Foi a primeira morte confirmada por gripe suína fora da América do Norte. No Reino Unido foram confirmados outros nove casos da doença, totalizando 48.
No Brasil caiu de 30 para 18 o número de casos suspeitos. Há ainda outros 25 indivíduos sendo monitorados e seis casos confirmados da doença.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: A "guerra" da informação continua, onde a única vencedora continua sendo a desinformação. Uns alardeiam, outros desdenham e a massa continua sem saber a extensão e, se intenções existem neste quadro todo.
Uma autoridade norte-americana alerta que o número de pessoas infectadas pelo vírus H1N1 pode estar sendo subestimado no país. No total, há quase 3 mil casos prováveis e confirmados da doença, e até agora 104 pessoas foram hospitalizadas.
No último sábado, 9, um homem de 53 anos de idade morreu na Costa Rica em decorrência da doença. Foi a primeira morte confirmada por gripe suína fora da América do Norte. No Reino Unido foram confirmados outros nove casos da doença, totalizando 48.
No Brasil caiu de 30 para 18 o número de casos suspeitos. Há ainda outros 25 indivíduos sendo monitorados e seis casos confirmados da doença.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: A "guerra" da informação continua, onde a única vencedora continua sendo a desinformação. Uns alardeiam, outros desdenham e a massa continua sem saber a extensão e, se intenções existem neste quadro todo.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
"Como folhas de outono..." 9

Semana de Oração dirigida pelo Pastor Acílio Alves Filho, Presidente da Associação Paulista Oeste.
Foi realizada no Unasp II - Engenheiro Coelho/SP e tem como tema "Retratos do Salvador". Meditações singulares sobre a pessoa maravilhosa de Cristo.
Cultos
1) A fala de Deus
2) O nome do Senhor
3) Medo do Senhor
4) Prova de amor
5) Distância
6) Dúvida
Capelas
1) Os trabalhadores da vinha
2) Sementes da Palavra
3) Paradoxos
4) O amado e o rejeitado
Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
FAQ
As outras séries "Como folhas de outono...", bem como demais temas e sermões disponíveis neste espaço, podem ser acessados na seção "Downloads".
Relações diplomáticas Israel-Vaticano
O Papa Bento XVI inicia hoje a sua deslocação oficial ao Médio Oriente, cujo ponto alto será a visita ao estado judaico de Israel. É interessante verificar que, simultaneamente, o presidente israelita Shimon Perez está de visita à Casa Branca, onde foi calorosa e efusivamente recebido por Barack Obama...
Em relação à viagem do Papa, há a destacar o sítio web Papa Bento XVI Israel preparado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel a propósito da visita de Bento XVI. Este sítio está disponível em oito diferentes línguas, quando o sítio do ministério está somente em quatro...
O mote dado, incluído sob a imagem das duas bandeiras juntas, é 'no espírito de unidade e paz'... (Curiosamente, ou talvez não, durante o vôo para a Jordânia, sua primeira paragem, o Papa referiu aos jornalistas que '... não fazendo política, a Igreja pode aconselhar os políticos, apelando à razão e a atitudes mais razoáveis para a paz'.)
Vários são os artigos que compõem este sítio web, e que merecem uma leitura atenta. O leitor irá notar que muitos deles abordam as relações entre o Vaticano e Israel. Entre estes, chamou a minha atenção o intitulado 'Relações diplomáticas Israel-Vaticano'. Trata-se de um documento que recupera parte da História dos dois estados e as já longas relações entre católicos romanos e judeus, que reproduzo de seguida (de todos os aspetos interessantes, apreciei particularmente a última frase...).
Israel e o Vaticano dão importância especial a esse relacionamento diplomático. De muitas maneiras, é uma relação única, inspirada em séculos de embates católico-judaicos e interesses circundantes que os dois lados consideram de suma importância. Espera-se, portanto, que a relação permaneça sólida e vibrante, capaz de se sobrepor às tensões ocasionais que inevitavelmente irão ocorrer.''Relações diplomáticas plenas e formais entre Israel e a Santa Sé foram estabelecidas em 1993. Elas foram precedidas, entretanto, por quase um século de contatos e atividades diplomáticas, sem mencionar quase um milênio de encontros católico-judaicos que, por vezes, estiveram longe de ser harmoniosos.
...
Israel e o Vaticano dão importância especial a esse relacionamento diplomático. De muitas maneiras, é uma relação única, inspirada em séculos de embates católico-judaicos e interesses circundantes que os dois lados consideram de suma importância. Espera-se, portanto, que a relação permaneça sólida e vibrante, capaz de se sobrepor às tensões ocasionais que inevitavelmente irão ocorrer.'
Israel e o Vaticano dão importância especial a esse relacionamento diplomático. De muitas maneiras, é uma relação única, inspirada em séculos de embates católico-judaicos e interesses circundantes que os dois lados consideram de suma importância. Espera-se, portanto, que a relação permaneça sólida e vibrante, capaz de se sobrepor às tensões ocasionais que inevitavelmente irão ocorrer.'
Leia na íntegra
Fonte - O Tempo Final
Em Amã, Papa diz que seu objetivo é "rezar pela unidade"

No seu primeiro compromisso na Terra Santa, em um centro de atendimento a pessoas com deficiência física e mental fundado pelo Patriarcado Católico da Jordânia, o papa Bento XVI afirmou que sua visita ao Oriente Médio tem um único objetivo: "rezar pelo precioso valor da unidade".
"Diferente dos peregrinos de outrora, a razão da minha visita não é apenas para trazer presentes e oferendas. Eu venho simplesmente com a esperança de uma intenção: rezar pela unidade e pela paz. Especificamente no Oriente Médio, para as pessoas, pais, comunidades e para Jerusalém", disse o Papa.
Na pequena capela do local, onde cerca de 200 pessoas acompanharam a cerimônia, Bento XVI disse estar feliz pelo convite para a visita e fez um agradecimento especial ao patriarca Fouad Twal e ao bispo Celim Sayegh. Do lado de fora da capela, entre 2,5 mil e 3 mil pessoas esperavam pela saída do Pontíficie.
Esta é apenas a terceira visita de um papa à região do Oriente Médio. A primeira, em 1964, aconteceu com a viagem de Paulo VI à região. A última ocorreu em 2000 com João Paulo II. Bento XVI visitará sítios religiosos como o Monte Nebo e o local onde Jesus Cristo teria sido batizado próximo ao Rio Jordão.
Fonte - Terra
Nota DDP: O objetivo continua sendo o mesmo declarado no início do pontificado, que foi perfilado a um outro: o domingo.
Gripe suína: o pior está por vir
Os laboratórios produtores de vacinas estão mal preparados para uma eventual pandemia da doença.
Uma autoridade de saúde dos EUA ressaltou que até agora os problemas causados pelo H1N1 — conhecido como o causador da gripe suína mas que na verdade é uma mistura do vírus da gripe aviária, do vírus que normalmente ataca porcos e do vírus humano — não vêm se mostrando mais graves do que os transtornos causados por uma gripe sazonal. Acontece que em 1918 houve um surto de gripe que começou de maneira leve, mas que voltou meses mais tarde de forma devastadora, matando milhões de pessoas.
O vírus da gripe sazonal é extremamente mutante. Ele percorre os hemisférios norte e sul do planeta, deslocando-se junto com o inverno. Neste vaivém, o vírus evoluiu. Em geral as mutações são graduais, o que gera a necessidade de mudar também a vacina a cada seis meses. Mas as mutações podem ser bruscas, como agora, no caso do H1N1.
Caso uma pandemia de gripe suína se torne realidade, e uma vez desenvolvida a vacina, dificilmente os laboratórios conseguirão dar conta da demanda. A capacidade total de produção é de um bilhão de doses a cada ano para a gripe sazonal. Mesmo que todos os esforços se voltassem para uma pandemia do H1N1, haveria um enorme déficit global.
Além disso, os laboratórios levariam ainda de quatro a seis meses para produzir uma vacina contra a gripe suína. Um outro problema é que, com o setor voltado para o combate ao H1N1, muitas pessoas podem acabar morrendo por falta de vacina contra a gripe comum. Hoje, mesmo com a vacina, a doença mata cerca de 500 mil pessoas por ano em todo o mundo.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Veja também "Gripe suína pode devastar a raça humana" (em inglês). As observações anteriores sobre a aleatoriedade de informações e suas possíveis interpretações, continuam valendo.
Uma autoridade de saúde dos EUA ressaltou que até agora os problemas causados pelo H1N1 — conhecido como o causador da gripe suína mas que na verdade é uma mistura do vírus da gripe aviária, do vírus que normalmente ataca porcos e do vírus humano — não vêm se mostrando mais graves do que os transtornos causados por uma gripe sazonal. Acontece que em 1918 houve um surto de gripe que começou de maneira leve, mas que voltou meses mais tarde de forma devastadora, matando milhões de pessoas.
O vírus da gripe sazonal é extremamente mutante. Ele percorre os hemisférios norte e sul do planeta, deslocando-se junto com o inverno. Neste vaivém, o vírus evoluiu. Em geral as mutações são graduais, o que gera a necessidade de mudar também a vacina a cada seis meses. Mas as mutações podem ser bruscas, como agora, no caso do H1N1.
Caso uma pandemia de gripe suína se torne realidade, e uma vez desenvolvida a vacina, dificilmente os laboratórios conseguirão dar conta da demanda. A capacidade total de produção é de um bilhão de doses a cada ano para a gripe sazonal. Mesmo que todos os esforços se voltassem para uma pandemia do H1N1, haveria um enorme déficit global.
Além disso, os laboratórios levariam ainda de quatro a seis meses para produzir uma vacina contra a gripe suína. Um outro problema é que, com o setor voltado para o combate ao H1N1, muitas pessoas podem acabar morrendo por falta de vacina contra a gripe comum. Hoje, mesmo com a vacina, a doença mata cerca de 500 mil pessoas por ano em todo o mundo.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Veja também "Gripe suína pode devastar a raça humana" (em inglês). As observações anteriores sobre a aleatoriedade de informações e suas possíveis interpretações, continuam valendo.
A Lição da Escola Sabatina
Causou-me inquietação uma frase proferida por um membro de minha Igreja:"A apostasia começa pela negligência no estudo da lição."
Com esta idéia em mente, abri uma área na seção de "Estudos Bíblicos" do blog, concentrando os links disponíveis que normalmente me utilizo para o estudo semanal da Lição da Escola Sabatina, na esperança de incentivar os que não têm o costume de estudá-la, a passarem a fazê-lo e, aos que já fizeram disso um hábito, continuar com esta excelente opção.
Os temas que temos estudado nos últimos trimestres demonstram de forma muito clara como Deus continua na condução de Seu povo e, especialmente, como é necessário estarmos atentos às Suas mensagens.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Viagem de Bento XVI é bem-vinda
O embaixador israelita em Portugal Ehud Gol, afirma uma “enorme satisfação” pela visita de Bento XVI ao Estado de Israel.
É a terceira vez que um Papa visita Israel. A primeira visita aconteceu em 1964 com Paulo VI. João Paulo II deixou “boas memórias” em 2000.
Israel e a Santa Sé estabeleceram relações diplomáticas há cerca de 15 anos. Ehud Gol afirma que a visita de João Paulo II foi “um passo determinante para o desenvolver relações diplomáticas”.
O povo de Israel tinha um grande afecto pelo anterior Papa. “Respeitavam-no enquanto homem e enquanto chefe da Igreja Católica, pela sua posição e visão moral”. Em 2000 gerou-se um grande entusiasmo. “Acredito que o acolhimento, 9 anos depois, a outro Papa, será igual”, avança à Agência ECCLESIA.
Ehud Gol destaca que a visita a Israel acontece “apenas quatro anos após a eleição de Bento XVI”, facto que deixa Israel “muito satisfeito”.
O embaixador em Portugal acredita que esta visita deixará um “impacto muito positivo” em Israel. “A relação entre judeus e católicos irá progredir”, assim como o aumento “do turismo religioso” aos locais santos.
A questão do Holocausto não será esquecida. “Bento XVI deixará uma mensagem forte”, afirma, recordando a visita ao memorial de Yad Vashem e o encontro do Papa com seis sobreviventes do Holocausto, agendado para o dia 11.
“Vivemos num mundo cínico e cruel, com pessoas a negar a Shoah e mesmo assim a serem acolhidas em encontros internacionais”, aponta, recordando as declarações do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad que, na Conferência de Durban, acusou Israel de ser um Estado racista, pela forma como trata os palestinianos.
A visita do Papa “vai ajudar a explicar alguns mal-entendidos”.
O Papa sublinhou a sua intenção de se deslocar à Terra Santa como “peregrino de paz”, apontando a dimensão espiritual nos objectivos da visita. No entanto, estão agendados encontros com autoridades civis.
Ehud Gol indica que “política e religião nunca se poderão separar”. Tendo uma clara conotação religiosa, “carrega consigo insinuações políticas”.
...
Fonte - Ecclesia
É a terceira vez que um Papa visita Israel. A primeira visita aconteceu em 1964 com Paulo VI. João Paulo II deixou “boas memórias” em 2000.
Israel e a Santa Sé estabeleceram relações diplomáticas há cerca de 15 anos. Ehud Gol afirma que a visita de João Paulo II foi “um passo determinante para o desenvolver relações diplomáticas”.
O povo de Israel tinha um grande afecto pelo anterior Papa. “Respeitavam-no enquanto homem e enquanto chefe da Igreja Católica, pela sua posição e visão moral”. Em 2000 gerou-se um grande entusiasmo. “Acredito que o acolhimento, 9 anos depois, a outro Papa, será igual”, avança à Agência ECCLESIA.
Ehud Gol destaca que a visita a Israel acontece “apenas quatro anos após a eleição de Bento XVI”, facto que deixa Israel “muito satisfeito”.
O embaixador em Portugal acredita que esta visita deixará um “impacto muito positivo” em Israel. “A relação entre judeus e católicos irá progredir”, assim como o aumento “do turismo religioso” aos locais santos.
A questão do Holocausto não será esquecida. “Bento XVI deixará uma mensagem forte”, afirma, recordando a visita ao memorial de Yad Vashem e o encontro do Papa com seis sobreviventes do Holocausto, agendado para o dia 11.
“Vivemos num mundo cínico e cruel, com pessoas a negar a Shoah e mesmo assim a serem acolhidas em encontros internacionais”, aponta, recordando as declarações do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad que, na Conferência de Durban, acusou Israel de ser um Estado racista, pela forma como trata os palestinianos.
A visita do Papa “vai ajudar a explicar alguns mal-entendidos”.
O Papa sublinhou a sua intenção de se deslocar à Terra Santa como “peregrino de paz”, apontando a dimensão espiritual nos objectivos da visita. No entanto, estão agendados encontros com autoridades civis.
Ehud Gol indica que “política e religião nunca se poderão separar”. Tendo uma clara conotação religiosa, “carrega consigo insinuações políticas”.
...
Fonte - Ecclesia
Rabinos escrevem mensagem ao papa
Jerusalém, 07 mai (RV) - Por ocasião da viagem do papa à Terra Santa, 200 rabinos escreveram uma mensagem para dar as boas-vindas a Bento XVI. A carta será publicada no jornal israelense "Haaretz".
A iniciativa é promovida pelo diretor do Centro de Conhecimento Inter-religioso de Nova Jersey, nos EUA, Rabino Jack Bemporad, que é também docente de Estudos Inter-religiosos na Universidade Angelicum, de Roma.
A convite do Grão-rabinato de Israel, o rabino Bemporad acolherá o papa no auditório Notre Dame de Jerusalém, para o encontro com as organizações que promovem o diálogo inter-religioso.
A mensagem dos rabinos é intitulada "United in our age" (Unidos na nossa era), inspirada na declaração conciliar Nostra Aetate, que se tornou um marco nas relações entre judeus e católicos.
Em especial, os rabinos citam o número 4 do documento, que afirma: "Sendo assim tão grande o patrimônio espiritual comum aos cristãos e aos judeus, este sagrado Concílio quer fomentar e recomendar entre eles o mútuo conhecimento e estima, os quais se alcançarão sobretudo por meio dos estudos bíblicos e teológicos e com os diálogos fraternos".
Dirigindo-se diretamente ao papa, os rabinos explicam: “Neste espírito, nós – rabinos e líderes judeus – damos uma calorosa boas-vindas a sua santidade e à sua missão de paz em Israel. Com uma só voz, estamos unidos no nosso empenho pelo diálogo inter-religioso, para abrir mais veredas para uma maior compreensão, e reconhecer e reforçar continuamente a importante relação entre judeus e católicos em todo o mundo".
"E para reafirmar este compromisso, não há lugar melhor que a Terra Santa, um local que ambas as religiões custodiam como parte de uma herança compartilhada" – acrescenta o texto.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Declarações contundentes.
A iniciativa é promovida pelo diretor do Centro de Conhecimento Inter-religioso de Nova Jersey, nos EUA, Rabino Jack Bemporad, que é também docente de Estudos Inter-religiosos na Universidade Angelicum, de Roma.
A convite do Grão-rabinato de Israel, o rabino Bemporad acolherá o papa no auditório Notre Dame de Jerusalém, para o encontro com as organizações que promovem o diálogo inter-religioso.
A mensagem dos rabinos é intitulada "United in our age" (Unidos na nossa era), inspirada na declaração conciliar Nostra Aetate, que se tornou um marco nas relações entre judeus e católicos.
Em especial, os rabinos citam o número 4 do documento, que afirma: "Sendo assim tão grande o patrimônio espiritual comum aos cristãos e aos judeus, este sagrado Concílio quer fomentar e recomendar entre eles o mútuo conhecimento e estima, os quais se alcançarão sobretudo por meio dos estudos bíblicos e teológicos e com os diálogos fraternos".
Dirigindo-se diretamente ao papa, os rabinos explicam: “Neste espírito, nós – rabinos e líderes judeus – damos uma calorosa boas-vindas a sua santidade e à sua missão de paz em Israel. Com uma só voz, estamos unidos no nosso empenho pelo diálogo inter-religioso, para abrir mais veredas para uma maior compreensão, e reconhecer e reforçar continuamente a importante relação entre judeus e católicos em todo o mundo".
"E para reafirmar este compromisso, não há lugar melhor que a Terra Santa, um local que ambas as religiões custodiam como parte de uma herança compartilhada" – acrescenta o texto.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Declarações contundentes.
O portador das boas notícias
Não custa lembrar que as pessoas tomam decisão com base nas informações disponíveis e o Estadão está mentindo aos leitores mesmo utilizando fatos verdadeiros. Ao hierarquizar de forma enganadora as notícias acaba por produzir uma grande falsificação da realidade. Essa é a técnica de manipulação mais nojenta.
O leitor do Estadão está fadado a ser desinformado sobre a crise econômica em curso. A impressão que dá é que os editores querem porque querem melhorar as expectativas econômicas de seus leitores a qualquer custo. Há um firme propósito de fazer com que o Brasil supere a crise econômica pelo singelo método da produção de manchetes favoráveis, à revelia da realidade imediata.
A edição dessa quinta feita está especialmente otimista. A chamada principal da capa é: “Brasil tem maior saldo cambial e sete meses”. Retumbante. Se o leitor atentar para o conteúdo do texto verá o abismo entre o conteúdo da manchete e a realidade. O fato econômico mais importante não foi o superávit obtido em abril, mas o déficit acumulado no primeiro quadrimestre, de US$ 1,5 bilhão, contra superávit de US$ 15,6 bilhões obtido em igual período do ano anterior. Um mês episódico de resultado, positivo ou negativo, não forma tendência, mas o acumulado no período sim.
Há uma evidente má fé nos produtores das manchetes estadônicas, que foram alugadas pelo governo para reverter as expectativas dos leitores do jornalão paulista. Não custa lembrar que as pessoas tomam decisão com base nas informações disponíveis e o Estadão está mentindo aos leitores mesmo utilizando fatos verdadeiros. Ao hierarquizar de forma enganadora as notícias acaba por produzir uma grande falsificação da realidade. Essa é a técnica de manipulação mais nojenta.
Em destaque também na capa outra chamada, reforçando a primeira: “Futuro do Brasil parece brilhante”, frase dita pelo economista Edmond Phelps ontem em São Paulo, em palestra. Assim, pinçada fora de contexto, parece um vaticínio para a prosperidade. Não vi a palestra do Phelps, mas quer me parecer que ele disse o lugar comum que todo estrangeiro diz sobre o Brasil quando perguntado. Pelos recursos que dispõe o Brasil o prognóstico de um futuro brilhante é acaciano, uma obrigação de simpatia do estrangeiro visitante para aqueles que o receberam bem. Essa frase já foi repetida centenas de vezes por diferentes visitantes. Uma frase óbvia de um laureado com o Nobel vira no Estadão automaticamente um vate da pitonisa de Delfos, uma sentença de prosperidade.
No Caderno de Economia o mesmo reforço alentador: “Saldo cambial é o maior em 7 meses”, novamente se esquecendo que o decisivo é o saldo acumulado no quadrimestre. Parece óbvio que se as pessoas não quiserem ser manipuladas em matéria de economia não devem ler o Estadão. A mentira poreja ali por todos os lados, objetivando ajudar os governantes do dia. O jornalão está alinhado com o petismo dominante de forma incondicional.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Eis outro assunto que continua suscitando todo tipo de "conclusão", mas nenhuma satisfatória, em qualquer sentido.
Na terça-feira tive oportunidade de ler o Estadão, algo que confesso não fazia a algum tempo. Realmente o caderno de economia não tinha sequer uma perspectiva negativa relevante em seu dissertar. Realidade crua ou fabricada?
Um contra-ponto a ser considerado, com as cautelas de estilo, aqui.
O leitor do Estadão está fadado a ser desinformado sobre a crise econômica em curso. A impressão que dá é que os editores querem porque querem melhorar as expectativas econômicas de seus leitores a qualquer custo. Há um firme propósito de fazer com que o Brasil supere a crise econômica pelo singelo método da produção de manchetes favoráveis, à revelia da realidade imediata.
A edição dessa quinta feita está especialmente otimista. A chamada principal da capa é: “Brasil tem maior saldo cambial e sete meses”. Retumbante. Se o leitor atentar para o conteúdo do texto verá o abismo entre o conteúdo da manchete e a realidade. O fato econômico mais importante não foi o superávit obtido em abril, mas o déficit acumulado no primeiro quadrimestre, de US$ 1,5 bilhão, contra superávit de US$ 15,6 bilhões obtido em igual período do ano anterior. Um mês episódico de resultado, positivo ou negativo, não forma tendência, mas o acumulado no período sim.
Há uma evidente má fé nos produtores das manchetes estadônicas, que foram alugadas pelo governo para reverter as expectativas dos leitores do jornalão paulista. Não custa lembrar que as pessoas tomam decisão com base nas informações disponíveis e o Estadão está mentindo aos leitores mesmo utilizando fatos verdadeiros. Ao hierarquizar de forma enganadora as notícias acaba por produzir uma grande falsificação da realidade. Essa é a técnica de manipulação mais nojenta.
Em destaque também na capa outra chamada, reforçando a primeira: “Futuro do Brasil parece brilhante”, frase dita pelo economista Edmond Phelps ontem em São Paulo, em palestra. Assim, pinçada fora de contexto, parece um vaticínio para a prosperidade. Não vi a palestra do Phelps, mas quer me parecer que ele disse o lugar comum que todo estrangeiro diz sobre o Brasil quando perguntado. Pelos recursos que dispõe o Brasil o prognóstico de um futuro brilhante é acaciano, uma obrigação de simpatia do estrangeiro visitante para aqueles que o receberam bem. Essa frase já foi repetida centenas de vezes por diferentes visitantes. Uma frase óbvia de um laureado com o Nobel vira no Estadão automaticamente um vate da pitonisa de Delfos, uma sentença de prosperidade.
No Caderno de Economia o mesmo reforço alentador: “Saldo cambial é o maior em 7 meses”, novamente se esquecendo que o decisivo é o saldo acumulado no quadrimestre. Parece óbvio que se as pessoas não quiserem ser manipuladas em matéria de economia não devem ler o Estadão. A mentira poreja ali por todos os lados, objetivando ajudar os governantes do dia. O jornalão está alinhado com o petismo dominante de forma incondicional.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Eis outro assunto que continua suscitando todo tipo de "conclusão", mas nenhuma satisfatória, em qualquer sentido.
Na terça-feira tive oportunidade de ler o Estadão, algo que confesso não fazia a algum tempo. Realmente o caderno de economia não tinha sequer uma perspectiva negativa relevante em seu dissertar. Realidade crua ou fabricada?
Um contra-ponto a ser considerado, com as cautelas de estilo, aqui.
Outra vez a chamada gripe "A"
A verdadeira "torre de babel" estabelecida neste assunto causa espécie. É informação, "desmentidos" e previsões de todo o tipo e gosto. As últimas:
Gripe suína pode afetar um terço da população, alerta OMS
A OMS (Organização Mundial da Saúde) advertiu nesta quinta-feira que o vírus da gripe suína continua se espalhando pelo mundo e que uma estimativa "razoável" é que chegue a infectar um terço da população mundial. O balanço mais recente da organização aponta 2.099 casos da doença em 23 países, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
"Isso significa muita gente e pode haver muita gente que morrerá ou terá pneumonia grave", afirmou o secretário-geral adjunto da OMS, Keiji Fukuda, em entrevista coletiva. Ele reiterou, contudo, que, até o momento, a gripe teve consequências leves.
"Desde o início da crise, dissemos que a situação evolui e que não sabemos como fará isso, ou se o vírus ficará mais perigoso", completou.
...
Fonte - Folha
Casos de gripe suína passam de 2.000 em 23 países
Mais de 2.000 pessoas em 23 países estão infectadas com o vírus da gripe suína, conhecida oficialmente como gripe A (H1N1). Segundo o mais recente balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), são 2.099 casos da doença, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
...
Fonte - Folha
Cruz Vermelha alerta para excesso de otimismo com fim da gripe suína
A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) alertou nesta quinta-feira contra o otimismo excessivo com o enfraquecimento da epidemia de gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A organização afirmou que não se pode excluir uma onda mais violenta da doença e pediu para os países que "mantenham a vigilância".
"É cedo demais para gritar vitória contra o vírus A (H1N1), em um momento no qual temos um conhecimento muito imperfeito do mesmo", afirmou, em Paris, o secretário-geral da FICV, Bekele Geleta, ao final de uma reunião sobre pandemias.
...
Fonte - Folha
Ainda há risco de a nova gripe virar pandemia, diz OMS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quinta-feira (7) que o vírus da gripe A (H1N1) continua sendo uma ameaça e que a doença, surgida no México e que já se espalhou por mais de 20 países, ainda pode se transformar em pandemia (epidemia de alcance mundial).
A OMS vai manter o nível 5 na escala de alerta de pandemia, em um máximo de 6, segundo Keiji Fukuda, '"número dois" na hierarquia da OMS.
"Continuamos na fase 5. Isso não mudou", disse ele em entrevista em Bruxelas. "Continuamos vendo transmissão entre humanos, transmissão em nível de comunidades, primariamente na América do Norte. Não estamos vendo isso em nenhum lugar mais."
...
Fonte - G1
Gripe suína pode afetar um terço da população, alerta OMS
A OMS (Organização Mundial da Saúde) advertiu nesta quinta-feira que o vírus da gripe suína continua se espalhando pelo mundo e que uma estimativa "razoável" é que chegue a infectar um terço da população mundial. O balanço mais recente da organização aponta 2.099 casos da doença em 23 países, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
"Isso significa muita gente e pode haver muita gente que morrerá ou terá pneumonia grave", afirmou o secretário-geral adjunto da OMS, Keiji Fukuda, em entrevista coletiva. Ele reiterou, contudo, que, até o momento, a gripe teve consequências leves.
"Desde o início da crise, dissemos que a situação evolui e que não sabemos como fará isso, ou se o vírus ficará mais perigoso", completou.
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Fonte - Folha
Casos de gripe suína passam de 2.000 em 23 países
Mais de 2.000 pessoas em 23 países estão infectadas com o vírus da gripe suína, conhecida oficialmente como gripe A (H1N1). Segundo o mais recente balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), são 2.099 casos da doença, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
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Fonte - Folha
Cruz Vermelha alerta para excesso de otimismo com fim da gripe suína
A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) alertou nesta quinta-feira contra o otimismo excessivo com o enfraquecimento da epidemia de gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A organização afirmou que não se pode excluir uma onda mais violenta da doença e pediu para os países que "mantenham a vigilância".
"É cedo demais para gritar vitória contra o vírus A (H1N1), em um momento no qual temos um conhecimento muito imperfeito do mesmo", afirmou, em Paris, o secretário-geral da FICV, Bekele Geleta, ao final de uma reunião sobre pandemias.
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Fonte - Folha
Ainda há risco de a nova gripe virar pandemia, diz OMS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quinta-feira (7) que o vírus da gripe A (H1N1) continua sendo uma ameaça e que a doença, surgida no México e que já se espalhou por mais de 20 países, ainda pode se transformar em pandemia (epidemia de alcance mundial).
A OMS vai manter o nível 5 na escala de alerta de pandemia, em um máximo de 6, segundo Keiji Fukuda, '"número dois" na hierarquia da OMS.
"Continuamos na fase 5. Isso não mudou", disse ele em entrevista em Bruxelas. "Continuamos vendo transmissão entre humanos, transmissão em nível de comunidades, primariamente na América do Norte. Não estamos vendo isso em nenhum lugar mais."
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Fonte - G1
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Para bispo, Papa na Jordânia simboliza união entre religiões
Trabalhadores limpam o estádio Amman em preparação para a missa que o papa Bento XVI realizará no próximo domingo, em AmãO bispo auxiliar do patriarca da diocese para a Jordânia, Israel, Palestina e Chipre, Celim Sayegh, disse nesta quarta-feira, em Madaba, na Jordânia, que a visita do papa Bento XVI ao país representa a união entre as religiões.
"Existe uma tradição de união entre cristãos e muçulmanos. Não apenas aqui, mas no mundo todo. E a Jordânia é um exemplo de fraternidade e convivência entre povos e religiões", afirmou, ao ser questionado sobre a visita do Papa.
"A viagem é uma missão de unidade ao colocar líderes cristãos e judeus juntos", completou.
Fonte - Terra
Um agradecimento
Como certamente os frequentadores deste espaço notaram, houve uma completa reformulação do layout utilizado, que ficou extremamente mais funcional, organizado e muito mais bonito, além de personalizado.
Eu não poderia deixar de consignar expressamente este agradecimento ao irmão Jean Rosa Habkost, webdesigner e mantenedor do blog "Literamente Verdade", que foi responsável por todas estas melhorias.
Louvado seja o nome de Deus pelos dons que graciosamente distribui aos Seus filhos.
Diário da Profecia
Eu não poderia deixar de consignar expressamente este agradecimento ao irmão Jean Rosa Habkost, webdesigner e mantenedor do blog "Literamente Verdade", que foi responsável por todas estas melhorias.
Louvado seja o nome de Deus pelos dons que graciosamente distribui aos Seus filhos.
Diário da Profecia
Seminário sobre o Apocalipse - Capítulo por Capítulo
A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Pedroso promoveu entre os passados meses de outubro e março a realização de um Seminário de Estudo do Livro de Apocalipse.O apresentador foi o Pastor Paulo Cordeiro, ministro Adventista atualmente responsável pelas Igrejas de Aveiro e Oliveira de Azeméis, no norte de Portugal, um especialista nos livros proféticos de Daniel e Apocalipse.
O Seminário foi preparado para um estudo capítulo a capítulo. Nele são abordados todos os assuntos relativos à Revelação de Jesus, conforme João escreveu inspirado pelo Espírito de Deus.
Assuntos como o grande conflito entre o bem e o mal, as cartas às Igrejas da Ásia, as trombetas, os selos, os cavaleiros, as duas bestas do capítulo 13, a breve volta de Jesus e a vitória final do bem sobre o mal são explicados e esclarecidos à luz da própria Bíblia e das Histórias humana e da igreja cristã.
As palestras foram gravadas em vídeo e disponibilizadas na internet para visualização.
01) - Introdução e Apocalipse 1
02) - Introdução às Cartas Proféticas e Carta à Igreja de Éfeso
03) - Cartas às Igrejas de Esmirna, Pérgamo e Tiatira
04) - Cartas às Igrejas de Sardes e Filadélfia
05) - Carta à Igreja de Laodiceia
06) - Visão do Trono da Majestade Divina e o Livro Selado Com Sete Selos
07) - O Livro com Sete Selos e a Abertura dos Quatro Primeiros Selos
08) - A Abertura dos Quinto, Sexto e Sétimo Selos e a Visão dos Mártires na Glória
09) - As Quatro Primeiras Trombetas
10) - A Quinta e a Sexta Trombetas
11) - O Livro Trazido do Céu e as Duas Testemunhas
12) - A Sétima Trombeta; a Mulher e o Dragão
13) - A Besta que Sobe do Mar e a Besta que Sobe da Terra
14) - O Monte Sião, a Ceifa e a Vindima; A Primeira Mensagem Angélica
15) - Segunda e Terceira Mensagens Angélicas; A Ira de Deus
16) - Os Sete Anjos, as Sete Taças da Ira de Deus e o Armagedom
17) - A Mulher Montada Numa Besta
18) - A Queda de Babilónia e as Lamentações Sobre a Terra
19) - A Queda de Babilónia e a Vitória de Cristo Sobre a Besta e o Falso Profeta
20) - O Milénio, o Juízo Final e Satanás Vencido Para Sempre
21) - Os Novos Céus e a Nova Terra; Promessas Finais de Deus
Fonte - O Tempo Final
Bento XVI visitará a Terra Santa
Nove anos depois de João Paulo II, o papa Bento XVI inicia sua viagem à Terra Santa para pedir a paz e a reconciliação no Oriente Médio, numa visita considerada de risco, devido às relações historicamente delicadas entre judeus e católicos.
Bento XVI definiu a viagem como uma "peregrinação" durante a qual ele rezará pela "unidade e pela paz" na região. O Papa pretende "falar de reconciliação em uma terra crucial para o diálogo entre as grandes religiões e de paz no mundo", lembrou o "porta-voz", padre Federico Lombardi, em entrevista à TV do Vaticano.
Mas se Israel conta com esta visita para melhorar sua imagem comprometida pela recente ofensiva contra o Hamas em Gaza, que deixou mais de 1.300 mortos palestinos entre 27 de dezembro e 18 de janeiro, pontos de tensão não faltam entre os dois Estados.
Israel não gostou da decisão do papa de suspender a excomunhão do bispo fundamentalista e negacionista Richard Williamson no final de janeiro e se opõe à vontade de Bento XVI de beatificar Pio XII, culpado, segundo o Estado hebreu, de ter se mantido em silêncio durante a Shoah, o Holocausto.
Mais recentemente, a participação do Vaticano na conferência de Durban II, boicotada por Israel, também irritou o mundo judaico.
Segundo o Conselho representativo das instituições judaicas da França (Crif), "esperamos dele palavras fortes expressando o desejo da Igreja de manter o diálogo judeu-católico comprometido com um progresso irreversível" relacionado ao Concílio Vaticano II, indicou à AFP um de seus representantes.
Já a Igreja lamenta as difíceis condições de vida dos cristãos - na maioria árabes - que representam 2% dos sete milhões de habitantes de Israel. Estes os empurram para uma emigração, despertando temores relativos ao desaparecimento da presença católica nesta região carregada de simbolismo.
O Vaticano quer, com isso, ter livre acesso aos lugares santos e a possibilidade de realizar suas atividades pastorais na Terra Santa sem limitações nem impedimentos, temas mantidos em suspenso desde o estabelecimento de relações diplomáticas, em dezembro de 1993.
A chegada ao poder de Benjamin Netanyahu, no dia 31 de março, parece também tornar mais difícil a solução para o conflito entre israelenses e palestinos.
Bento XVI deverá ter a oportunidade de abordar todos esses temas durante os 30 eventos previstos que fazem parte de um programa atribulado para um homem que acabou de completar 82 anos.
Ele seguirá os passos de João Paulo II (2000) visitando os locais simbólicos do Velho e do Novo testamento que são o Monte Nebo onde, segundo a Bíblia, Deus teria mostrado a terra prometida a Moisés; Jerusalém, Belém e Nazaré. O Papa celebrará quatro missas públicas em Amã, no dia de 10 maio, em Jerusalém no dia 12, em Belém no dia 13 e em Nazaré, no dia 14.
O aspecto humanitário estará particularmente presente com visitas ao centro Regina Pacis de Amã, ao Caritas Baby Hospital e a um campo de refugiados em Belém. Em Belém terá também a oportunidade de falar diretamente aos palestinos.
"A viagem de Bento XVI é semelhante à de João Paulo II", com isso, ele quer "preservar e aprofundar a herança, inclusive no que diz respeito ao diálogo com o judaísmo", afirmou Norbert J. Hofmann, secretário da Comissão para as Relações com o Judaísmo, do L'Osservatore Romano.
Os contatos com os muçulmanos ocuparão um lugar mais importante do que em 2000, principalmente na Jordânia, onde Bento XVI permanecerá por mais tempo que seu antecessor. Em Jerusalém, ele será o primeiro papa a visitar o Domo da Rocha, terceiro lugar sagrado do Islã.
Fonte: AFP
NOTA Minuto Profético: Em que sentido a "viagem de Bento XVI será semelhante à de João Paulo II"? Vale lembrar que João Paulo II reservou o último dia da viagem à Terra Santa (26 de março de 2000) para visitar a Basílica do Santo Sepulcro, localizada onde Jesus teria sido sepultado e depois ressuscitado. Ficou claro, pelo seu discurso, que o objetivo de visitar aquele local era lembrar a ressurreição de Jesus e, conseqüentemente, promover a santificação do domingo - exatos 666 dias depois (método inclusivo, onde a contagem começa no primeiro dia - 31 de maio de 1998) de publicar a Carta Apóstolica Dies Domini, cujo propósito era exaltar a santificação do domingo, conforme a tradição da ICAR. Será que Bento XVI repetirá esse enredo? Só o tempo dirá...
Saiba mais: "Visita papal à Terra Santa gera receios". "Shimon Peres divulga mensagem de boas-vindas ao papa".
Bento XVI definiu a viagem como uma "peregrinação" durante a qual ele rezará pela "unidade e pela paz" na região. O Papa pretende "falar de reconciliação em uma terra crucial para o diálogo entre as grandes religiões e de paz no mundo", lembrou o "porta-voz", padre Federico Lombardi, em entrevista à TV do Vaticano.
Mas se Israel conta com esta visita para melhorar sua imagem comprometida pela recente ofensiva contra o Hamas em Gaza, que deixou mais de 1.300 mortos palestinos entre 27 de dezembro e 18 de janeiro, pontos de tensão não faltam entre os dois Estados.
Israel não gostou da decisão do papa de suspender a excomunhão do bispo fundamentalista e negacionista Richard Williamson no final de janeiro e se opõe à vontade de Bento XVI de beatificar Pio XII, culpado, segundo o Estado hebreu, de ter se mantido em silêncio durante a Shoah, o Holocausto.
Mais recentemente, a participação do Vaticano na conferência de Durban II, boicotada por Israel, também irritou o mundo judaico.
Segundo o Conselho representativo das instituições judaicas da França (Crif), "esperamos dele palavras fortes expressando o desejo da Igreja de manter o diálogo judeu-católico comprometido com um progresso irreversível" relacionado ao Concílio Vaticano II, indicou à AFP um de seus representantes.
Já a Igreja lamenta as difíceis condições de vida dos cristãos - na maioria árabes - que representam 2% dos sete milhões de habitantes de Israel. Estes os empurram para uma emigração, despertando temores relativos ao desaparecimento da presença católica nesta região carregada de simbolismo.
O Vaticano quer, com isso, ter livre acesso aos lugares santos e a possibilidade de realizar suas atividades pastorais na Terra Santa sem limitações nem impedimentos, temas mantidos em suspenso desde o estabelecimento de relações diplomáticas, em dezembro de 1993.
A chegada ao poder de Benjamin Netanyahu, no dia 31 de março, parece também tornar mais difícil a solução para o conflito entre israelenses e palestinos.
Bento XVI deverá ter a oportunidade de abordar todos esses temas durante os 30 eventos previstos que fazem parte de um programa atribulado para um homem que acabou de completar 82 anos.
Ele seguirá os passos de João Paulo II (2000) visitando os locais simbólicos do Velho e do Novo testamento que são o Monte Nebo onde, segundo a Bíblia, Deus teria mostrado a terra prometida a Moisés; Jerusalém, Belém e Nazaré. O Papa celebrará quatro missas públicas em Amã, no dia de 10 maio, em Jerusalém no dia 12, em Belém no dia 13 e em Nazaré, no dia 14.
O aspecto humanitário estará particularmente presente com visitas ao centro Regina Pacis de Amã, ao Caritas Baby Hospital e a um campo de refugiados em Belém. Em Belém terá também a oportunidade de falar diretamente aos palestinos.
"A viagem de Bento XVI é semelhante à de João Paulo II", com isso, ele quer "preservar e aprofundar a herança, inclusive no que diz respeito ao diálogo com o judaísmo", afirmou Norbert J. Hofmann, secretário da Comissão para as Relações com o Judaísmo, do L'Osservatore Romano.
Os contatos com os muçulmanos ocuparão um lugar mais importante do que em 2000, principalmente na Jordânia, onde Bento XVI permanecerá por mais tempo que seu antecessor. Em Jerusalém, ele será o primeiro papa a visitar o Domo da Rocha, terceiro lugar sagrado do Islã.
Fonte: AFP
NOTA Minuto Profético: Em que sentido a "viagem de Bento XVI será semelhante à de João Paulo II"? Vale lembrar que João Paulo II reservou o último dia da viagem à Terra Santa (26 de março de 2000) para visitar a Basílica do Santo Sepulcro, localizada onde Jesus teria sido sepultado e depois ressuscitado. Ficou claro, pelo seu discurso, que o objetivo de visitar aquele local era lembrar a ressurreição de Jesus e, conseqüentemente, promover a santificação do domingo - exatos 666 dias depois (método inclusivo, onde a contagem começa no primeiro dia - 31 de maio de 1998) de publicar a Carta Apóstolica Dies Domini, cujo propósito era exaltar a santificação do domingo, conforme a tradição da ICAR. Será que Bento XVI repetirá esse enredo? Só o tempo dirá...
Saiba mais: "Visita papal à Terra Santa gera receios". "Shimon Peres divulga mensagem de boas-vindas ao papa".
Nova gripe não é mais letal que a comum, diz epidemiologista

O novo vírus H1N1, que já matou várias pessoas no México, não é mais letal e nem parece ser mais contagioso que a típica gripe sazonal, disse na segunda-feira o chefe de epidemiologia do governo mexicano. A epidemia da nova doença, inicialmente chamada de "gripe suína", matou pelo menos 26 pessoas nos últimos dez dias no México, além de se espalhar por diversos países, gerando temores de uma pandemia (epidemia global). No exterior, a única vítima fatal foi um bebê mexicano em visita ao Texas.
Especialistas ainda tentam entender por que o México teve mais casos e mais mortes, mas o médico Miguel Angel Lezana, diretor do Centro Nacional de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do México, disse que o vírus não é especialmente mortal. De acordo com ele, o que aconteceu é que o país foi apanhado de surpresa.
"A virulência é muito similar à da 'influenza' (gripe) sazonal", disse Lezana. Ele afirmou que, após analisar casos confirmados da nova gripe, soube-se que sua taxa de reprodutibilidade - o número de pessoas que um paciente pode contaminar - é de aproximadamente 1,3 ou 1,4. "É um número bastante similar ao da 'influenza' sazonal", afirmou.
Questionado sobre se a mortalidade também é semelhante à da gripe comum, ele disse: "Sim, exatamente". Em todo o mundo, a gripe sazonal mata de 250 a 500 mil pessoas por ano, sendo 36 mil só nos EUA. "Por ser um dos primeiros países em que se constatou a circulação desse novo vírus, tanto a população quanto os serviços de saúde estavam ante uma situação desconhecida, inédita", disse o funcionário.
Lezana concordou com a declaração de Richard Besser, diretor-adjunto do Centro para a Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos EUA, segundo quem a nova cepa do vírus H1N1 não é mais perigosa do que as típicas gripes sazonais que circulam anualmente.
Fonte - Terra
Nota DDP: A propósito do quanto explicitado neste post, sugiro a leitura do imediatamente anterior.
Gripe A (suína) produzida pela mão humana?

Wayne Madsen é aquilo que se chama um jornalista de investigação. A sua ação centra-se em notícias potencialmente embaraçadoras para os governos, e que estes prefeririam a todo o custo manter fora do conhecimento público.
Madsen tem um percurso profissional que passou pelas forças militares americanas, onde atuou nos serviços secretos, e a Agência Nacional de Segurança. Ele escreveu vários livros e já contribuiu em jornais e televisões americanas, mantendo o sítio web Wayne Madsen Report.
Wayne Madsen é um dos elementos do Movimento da Verdade 11 de Setembro, que defende a cumplicidade, por ação ou inação, da Administração Bush nos ataques em solo americano naquela data em 2001.
Em entrevista a uma TV americana, Madsen abordou o assunto da gripe A (suína), sugerindo algumas anormalidades desta estirpe, e que o vírus pode ser sido humanamente manipulado.
Veja aqui o vídeo da entrevista (em inglês; abaixo do vídeo segue a tradução para português do relato de Wayne Madsen.
'Eu falei com dois jornalistas, um da Cidade do México, o outro de Jacarta, Indonésia, que teve um problema com gripe das aves há pouco tempo. Ambos estiveram em contato com responsáveis das Nações Unidas e da Organização Mundial de Saúde, incluindo um cientista que lidou com os vírus do ébola e do HIV em África. A conclusão dos cientistas com quem falaram, é que esta é uma forma muito anormal de gripe, porque parece ser um produto de mistura de genes. Contém elementos da gripe das aves, dois tipos de gripe humana, e vários tipos de gripe suína. Para eles, isto não parece ser um processo natural. Outro aspeto é que os alvos desta gripe não são, ao contrário de outras gripes, os mais jovens e os mais velhos, mas sim pessoas entre os 20 e os 45 anos de idade, que não estão a contrair a doença através de porcos. O Conselho Nacional de Produtores de Carne Suína, aqui na América, diz que os porcos não estão a ser afetados. Trata-se de contágio pessoa a pessoa. Por isso, quem comer porco ou estiver exposto a este animal, não apanha esta gripe. Isto não é normal, e os cientistas estão muito alarmados com a forma e a velocidade com que se tem espalhado.'
Leia mais sobre o assunto em 'Gripe suína: surto... ou mais do que isso?', 'Eventual suspensão da Constituição americana no caso de ser declarada pandemia de gripe suína' e em vários artigos do blogue 'Diário da Profecia'.
Nota: a propósito da gripe A (suína), tenho consultado outras fontes na web que defendem estarmos perante um caso não apenas de saúde (é inegável que pessoas têm ficado doentes e morrido) mas também e principalmente de estratégia de governação. Não as reproduzi aqui, essencialmente por ter notado algum sensacionalismo e eventual falta de rigor concreto na maioria delas... Como tal, entendi esperar pela melhor oportunidade de o fazer, o que me parece ser este o caso.
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
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