São Paulo - Um terremoto forte e superficial sacudiu o norte da Tailândia na tarde desta segunda-feira (hora local), balançando prédios altos em Bangcoc, centenas de quilômetros ao sul, mas não há informações de vítimas.
O tremor de magnitude 6, com profundidade de apenas 7,4 km, foi registado logo após as 18h00 (08h00 de Brasília), indicou o Serviço Geológico americano.
O epicentro foi detectado a cerca de 27 km da cidade montanhosa de Chiang Rai.
Moradores relataram fachadas de prédios rachadas, vitrines de lojas quebradas e danos em rodovias. Uma fonte oficial informou que a eletricidade foi cortada no distrito de Phan, onde o epicentro foi registrado.
"Até agora não há informações de mortos ou ferido", disse Manat Khamtai, diretor do Departamento de Mitigação de Desastres da província Chiang Rai.
"Em Phan, temos informações de que o prédio de uma escola rachou e que ainda falta luz em todo o distrito", contou.
No início da noite, uma outra fonte oficial alertou moradores da província que se preparassem para as réplicas.
"Este foi o terremoto mais potente a afetar o país recentemente", afirmou à AFP Burin Wechbunthung, um sismólogo do Departamento de Meteorologia, acrescentando que haviam sido detectados cinco réplicas em um raio de 150 quilômetros do epicentro.
Um morador de Chiang Rai disse ter sentido um forte tremor durante dez segundo, seguido de várias réplicas.
"Foi um terremoto muito grande, mas esperamos que os danos não sejam muito ruins", disse por telefone à AFP Tuenjai Deetes.
"Ouvi dizer que a cabeça da estátua de Buda em um templo do distrito de Phan caiu durante o tremor e que partes do teto do aeroporto de Chiang Rai desmoronaram", acrescentou.
A área é um refúgio montanhoso remoto, perto da fronteira com Mianmar e Laos, popular entre turistas estrangeiros.
Outra fonte do Departamento de Meteorologia informou que o terremoto teve magnitude 6.1.
O sismo foi sentido na cidade de Chiang Mai, 160 km a sudoeste de Chiang Rai, e também em Bangcoc, 800 km ao sul, onde prédios altos foram sacudidos durante alguns segundos.
Segundo um jornalista da AFP, o tremor também foi sentido no centro comercial de Yangun, capital birmanesa.
Grandes terremotos são raros na Tailândia, embora tremores costumem atingir o norte do país.
Fonte - Exame
segunda-feira, 5 de maio de 2014
OMS declara emergência sanitária mundial de poliomielite
A Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou nesta segunda-feira (5) emergência sanitária mundial diante do aumento dos casos de poliomielite nos últimos seis meses. A decisão foi tomada pela diretora-geral da OMS, Margaret Chan, após uma semana de discussões do Comitê de Emergência da OMS, formado por 14 analistas na doença.Essa é apenas a segunda vez na história que a entidade declara uma emergência global por conta de uma doença. A primeira vez foi em 2009, com a gripe A. A pólio, disseminado por fezes, ataca o sistema nervoso e pode causar paralisia em apenas algumas horas. 10% dos afetados morrerem e não existe cura.
Segundo a OMS, a emergência foi decretada porque a pólio foi detectada, nos últimos seis meses, em dez países: Afeganistão, Camarões, Etiópia, Guiné Equatorial, Iraque, Israel, Nigéria, Paquistão, Somália e Síria. Três países - Camarões, Paquistão e Síria - estão "exportando" o vírus e portanto infectando outras localidades.
"Como se comprovou a efetiva exportação e importação do vírus, consideramos que isto constitui uma ameaça para o restante dos países e se justifica decretar uma emergência sanitária", disse Bruce Aylward, diretor-geral adjunto da OMS. Um dos argumentos que mais pesou na decisão é o fato da transmissão ter ocorrido na baixa estação, de janeiro a abril, meses nos quais o vírus da pólio "normalmente" não se espalha tanto. Há o temor de que nos meses de "alta transmissão", que começa em maio, o contágio possa se multiplicar e pôr em perigo a estratégia de erradicação da doença.
O vírus estava prestes a ser declarado como extinto há três anos. Mas conflitos armados em algumas regiões e a falta de investimentos em outras abriram as portas para a volta da doença. O risco, desta vez, é que com a facilidade de contatos e de viagens, o vírus teria maiores chances de chegar a novas regiões.
Apesar da emergência, Aylward disse acreditar que o mundo possa acabar com a doença até 2018. No Brasil, a pólio está erradicada desde 1994.
Violento terremoto abala Tóquio e deixa ao menos 17 pessoas feridas
Tóquio - Um forte terremoto de 6 graus foi registrado nesta segunda-feira (5/5) no centro de Tóquio e deixou 17 feridos leves, mas sem provocar o risco de tsunami. O terremoto aconteceu às 5h18 (17h18 de domingo em Brasília), com epicentro na ilha Izu Oshima, ao sul da capital, e a 155 km de profundidade. Os movimentos mais fortes foram registrados no centro da capital, segundo o Centro Geológico dos Estados Unidos (USGS).
As autoridades registraram vibrações leves que depois se transformaram em abalos violentos. Segundo a imprensa local, 17 pessoas ficaram levemente feridas. Os movimentos mais intensos foram no centro de Tóquio, onde ficam os ministérios e prédios públicos do país. Nesta segunda-feira, feriado no Japão, muitos moradores da capital acordaram com o tremor.
O canal público NHK interrompeu a programação para divulgar as primeiras informações. Várias linhas de trem suspenderam temporariamente os serviços para controlar as vias. O tráfego era normal no aeroporto de Tóquio-Haneda. A companhia de energia elétrica Tokyo Electric Power (Tepco) anunciou que não foi registrada qualquer anomalia na central nuclear de Fukushima, 200 km ao nordeste de Tóquio.
As autoridades registraram vibrações leves que depois se transformaram em abalos violentos. Segundo a imprensa local, 17 pessoas ficaram levemente feridas. Os movimentos mais intensos foram no centro de Tóquio, onde ficam os ministérios e prédios públicos do país. Nesta segunda-feira, feriado no Japão, muitos moradores da capital acordaram com o tremor.
O canal público NHK interrompeu a programação para divulgar as primeiras informações. Várias linhas de trem suspenderam temporariamente os serviços para controlar as vias. O tráfego era normal no aeroporto de Tóquio-Haneda. A companhia de energia elétrica Tokyo Electric Power (Tepco) anunciou que não foi registrada qualquer anomalia na central nuclear de Fukushima, 200 km ao nordeste de Tóquio.
O que é a MERS, a nova doença que preocupa o mundo?
Com caso confirmado nos Estados Unidos na última sexta, a MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) intriga pesquisadores e já causou 10 mortes em 2014São Paulo - Com o primeiro caso confirmado nos Estados Unidos na última sexta, a MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) começa a preocupar o mundo.
Em seu site, Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) já instrui cidadãos americanos com sintomas da doença que tenham viajado pela região da Península Arábica recentemente a procuraremajuda médica.
Descoberta em abril de 2012 na Arábia Saudita, a MERS é causada por um tipo de coronavírus que gera problemas respiratórios severos, tosse e febre - segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Até o momento, 12 países já registraram casos da doença - de acordo com levantamento do CDC.
Contágio
De acordo com Tony Mounts, membro do grupo de pesquisa da MERS da OMS, ainda não há confirmação sobre como a doença é transmitida.
Suspeita-se que a MERS tenha origem animal (provavelmente camelos) e que seu contágio entre humanos se dê por meio de secreções respiratórias.
Em novembro de 2013, cerca de 150 pessoas estavam infectadas com o vírus em todo o mundo.
De acordo com a OMS, de janeiro até o fim de março, 28 casos foram confirmados e 10 mortes causadas pela doença foram registradas.
Sars
Muitos têm apontado semelhanças entre a MERS e SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave), que surgiu na China em 2002 e vitimou cerca de 800 pessoas.
Porém, Mounts destaca que a última doença se espalhou mais rapidamente.
"SARS e MERS causam sintomas parecidos mas a SARS era muito mais facilmente transmitida. A SARS registrou mais de 8 mil casos em 3 meses", afirmou ele no Twitter.
Com taxa de mortalidade em cerca de 40% dos casos, a MERS ainda não tem um tratamento específico.
No Egito, autoridades estão investigando se a morte de uma mulher de 60 anos foi causada pela doença.
Fonte - Exame
sábado, 3 de maio de 2014
Rabino e professor muçulmano acompanharão o Papa na Terra Santa
Pela primeira vez, delegação incluirá representantes de outras religiões. Diálogo inter-religioso será grande temática da visita.
Um rabino e um professor muçulmano, ambos argentinos, acompanharão o papa em sua viagem a Amã, Belém e Jerusalém, de 24 a 26 de maio, anunciou o Vaticano neste sábado (3).
O rabino de Buenos Aires, Abraham Skorka, velho amigo do papa Jorge Mario Bergoglio, e Omar Abbud, presidente do Instituto do Diálogo Inter-Religioso da capital argentina, acompanharão o pontífice em sua primeira viagem à Terra Santa.
Será a primeira vez na história das viagens papais que a delegação incluirá dignitários e outras religiões, e espera-se que a mesma gere reações de interesse nos mundos muçulmano e judeu.
Se o aspecto ecumênico da aproximação entre igrejas cristãs e, frequentemente, rivais instaladas na Terra Santa dominará a viagem, o diálogo inter-religioso será outra grande temática, numa região em que os cristãos se tornaram uma pequena minoria.
A viagem de três dias do Papa argentino tem 15 discursos e visitas agendados, e provoca expectativa.
Um rabino e um professor muçulmano, ambos argentinos, acompanharão o papa em sua viagem a Amã, Belém e Jerusalém, de 24 a 26 de maio, anunciou o Vaticano neste sábado (3).
O rabino de Buenos Aires, Abraham Skorka, velho amigo do papa Jorge Mario Bergoglio, e Omar Abbud, presidente do Instituto do Diálogo Inter-Religioso da capital argentina, acompanharão o pontífice em sua primeira viagem à Terra Santa.
Será a primeira vez na história das viagens papais que a delegação incluirá dignitários e outras religiões, e espera-se que a mesma gere reações de interesse nos mundos muçulmano e judeu.
Se o aspecto ecumênico da aproximação entre igrejas cristãs e, frequentemente, rivais instaladas na Terra Santa dominará a viagem, o diálogo inter-religioso será outra grande temática, numa região em que os cristãos se tornaram uma pequena minoria.
A viagem de três dias do Papa argentino tem 15 discursos e visitas agendados, e provoca expectativa.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Papa Francisco encoraja cristãos e mulçumanos ao diálogo
Annaba (RV) - O Cardeal Jean-Louis Tauran, Presidente do Pontifício Conselho para o diálogo inter-religioso, está nestes dias na Argélia como enviado especial do Papa para a celebração de 100 anos da Basílica de Santo Agostinho ad Annaba. O cardeal explica à RV como neste centenário a Argélia continua a redescobrir a Igreja católica em sua história:
“É um sinal – penso - de grande maturidade, porque é um povo que assume a sua história. Obviamente, os cristãos estavam ali antes dos islâmicos e conheceram esta página de sua história e, sobretudo, reconheceram que Agostinho é um argelino... e que argelino”!
Como a figura de Santo Agostinho está ainda hoje contribuindo para o desenvolvimento do diálogo inter-religioso?
“Antes de tudo, Santo Agostinho une as duas margens do Mediterrâneo; é um pensador, um gênio: poucas pessoas têm a dimensão daquele homem! Uma coisa que sempre me impressionou é pensar que ele escreveu as mais belas páginas de teologia enquanto a cidade de Ippona era invadida: entre se dedicava aos refugiados, ao mesmo tempo; era um pastor que seguia a vida cotidiana dos seus fiéis. Diria que a grande contribuição de Santo Agostinho é esta: que não existe oposição entre a fé e a razão”.
Qual a mensagem que Papa Francisco enviou à Argélia?
“A carta do Papa Francisco fala do diálogo inter-religioso e da gratidão da Igreja católica pela compreensão e generosidade dos mulçumanos, pois as autoridades colaboraram também economicamente para a restauração desta belíssima igreja”.
Que sinal quer ser a Basílica de Santo Agostinho em um País predominantemente mulçumano?
“Eu penso que recorda a todos que somos feitos para ver Deus: e isto é um sinal muito poderoso, sobretudo em um País mulçumano onde a oração desempenha um papel importante. Os mulçumanos rezam várias vezes por dia, em privado, mas também em público e por isso é bom que os cristãos, com a grandeza desta igreja, lembrem que também nós louvamos o Senhor, único Deus, e que somos fiéis aos nossos deveres”.
Como o Pontifício Conselho para o diálogo inter-religioso, do qual o senhor é Presidente, pode contribuir no crescimento do diálogo entre cristãos e mulçumanos na Argélia?
Como o Pontifício Conselho para o diálogo inter-religioso, do qual o senhor é Presidente, pode contribuir no crescimento do diálogo entre cristãos e mulçumanos na Argélia?
“O Pontifício Conselho tem como finalidade promover e coordenar iniciativas, portanto nós temos, sobretudo, contatos com a Conferência Episcopal, com os bispos locais para que o diálogo se realize no território, nas paróquias. Este diálogo da vida é muito importante: a convivência, o confronto com os mesmos problemas, com as mesmas dificuldades como crentes... Eu penso que esta espontaneidade nos relacionamentos seja a base de cada diálogo e o diálogo inter-religioso se baseia sempre na amizade: é preciso se conhecer e se amar uns aos outros e fazer um trecho da nossa caminhada juntos”.
Fonte - News.Va
Fonte - News.Va
EUA confirmam primeiro caso da síndrome Mers

Governo americano confirmou primeiro caso de Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) nos Estados Unidos
Um funcionário da saúde que viajou à Arábia Saudita se tornou nesta sexta-feira o primeiro caso confirmado nos Estados Unidos da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers, na sigla em inglês), uma doença muitas vezes fatal, disseram funcionários dos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
O paciente viajou em um voo da British Airways em 24 de abril de Riad a Londres, onde fez uma escala no aeroporto de Heathrow a caminho dos Estados Unidos. Ao chegar aChicago, ele tomou um ônibus para uma cidade cujo nome não foi revelado, no Estado de Indiana.
Em 27 de abril, ele passou a apresentar problemas respiratórios, além de febre, tosse e falta de ar. De acordo com o Departamento de Saúde de Indiana, o homem visitou a unidade de emergências do Community Hospital, em Munster, em 28 de abril, e foi internado no mesmo dia.
Como ele havia viajado para o exterior, os funcionários da área de saúde fizeram exames relacionados à síndrome e enviaram as amostras aos CDCs, que confirmou a presença do vírus nesta sexta-feira.
A Mers é semelhante à Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars) que apareceu na Chinaem 2002-2003 e causou a morte de cerca de 800 pessoas. O vírus foi detectado pela primeira vez na Arábia Saudita em 2002.
A doutora Anne Schuchat, diretora do Centro Nacional para Imunização e Enfermidades Respiratórias dos CDCs, disse em uma conferência telefônica que o primeiro caso da Mers nos EUA era de "grande preocupação devido à sua virulência", já que é fatal em cerca de um terço das infecções.
Ela acrescentou que o caso representa "um risco muito baixo para o público em geral", mas que a Mers costuma se espalhar entre profissionais da saúde e não há tratamentos conhecidos contra o vírus.
Fonte - Exame
Americano pode ser preso sem processo por tempo indefinido
Os militares dos Estados Unidos, sob a autoridade presidencial, podem prender, sequestrar e deter por tempo indefinido, sem acusação formal — ou sem o devido processo — qualquer cidadão americano que represente uma ameaça à segurança nacional”. Esse entendimento, exposto em uma decisão de um tribunal federal de recursos dos EUA recentemente, foi confirmado pela Suprema Corte do país, de uma forma indireta. Na segunda-feira (28/4), a Suprema Corte se recusou a julgar um recurso contra a decisão do tribunal inferior, o que equivale a mantê-la, noticiam o site WND, a agência Reuters e outras publicações.
Há anos, o fato de a CIA e os militares americanos prenderem suspeitos que representam qualquer tipo de ameaça aos EUA em outros países, e de levá-los para Guantánamo Bay ou outras prisões secretas em vários lugares do mundo, nunca incomodou muito a maioria da população americana. Mas, agora, qualquer americano pode amargar o mesmo remédio dentro de casa — culpado ou inocente, como no caso dos estrangeiros.
Com essa decisão da Justiça, as discussões na comunidade jurídica passaram a girar em torno do conceito de “estado policial”, em que os militares e os órgãos de segurança exercem o poder de polícia sobre a população, sem comprometimento com os princípios do “estado de Direito”.
Não se espera que o Judiciário se mantenha alheio à tentativa do Congresso e do presidente de “estabelecer a base jurídica para o estabelecimento do estado policial e a subjugação da cidadania americana, através da ameaça de prisão e detenção por tempo indefinido, sem direito a advogado, sem direito a confrontar os acusadores e sem o direito a julgamento”, escreveu à corte um grupo de advogados.
Na opinião dos advogados que representaram os demandantes, a decisão dos tribunais superiores coloca em risco os direitos fundamentais de qualquer “criador de caso” (como jornalistas) que, segundo as autoridades federais, possam ter qualquer envolvimento com “terroristas”.
Mobilização
O processo em questão foi movido por um grupo de pessoas e diversas organizações, sob a liderança do jornalista Chris Hedges, um ex-repórter do New York Times, que ganhou um Prêmio Politzer em 2002 por seus trabalhos na “cobertura do terrorismo global”, e a jornalista investigativa islandesa Kristinn Hrafnsson, porta-voz da Wikileaks, alegam que as autoridades federais podem prendê-los a qualquer tempo, por exercer seus direitos constitucionais de informar.
Entre os demandantes também estão nomes conhecidos por suas obras e por sua luta em favor das liberdades individuais, como Daniel Ellsberg, Jennifer Bolen, Noam Chomsky, Alex O’Brien, Kai Warg All e Brigitta Jonsottir, além de alguns parlamentares. E há uma grande variedade de organizações que não têm qualquer relação umas com as outras, nem mesmo de posicionamento político.
Todos buscaram a Justiça na esperança de conseguir uma declaração de inconstitucionalidade da Lei de Autorização da Defesa Nacional. Essa lei especifica o orçamento e as despesas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas também traz outros dispositivos, como o de conferir autoridade aos militares para exercer determinadas ações relativas à segurança nacional.
Inimigo interno
A lei é reeditada pelo Congresso todos os anos. A edição de 2014 foi aprovada no Senado em um momento em que o país estava distraído com um escândalo, depois de passar, quase sem ser notada, pela Câmara dos Deputados.
A lei não se refere a americanos como “terroristas”. Usa a expressão “extremistas domésticos”, um neologismo que ameniza a terminologia mais dura, para não deixar a impressão que os EUA têm terroristas. Mas condena explicitamente aqueles que se associarem a terroristas ou darem qualquer suporte a organizações terroristas.
Como a lei é vaga, ela é descrita como uma “espada de Dâmocles” sobre a cabeça de qualquer americano que ameace a segurança nacional. Pode ser, por exemplo, um cidadão que divulgue informações ou documentos que coloquem o governo americano em maus lençóis — como o que fez Edward Snowden, o ex-agente de segurança que divulgou milhares de documentos oficiais da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA.
“É uma lei claramente inconstitucional”, disse Hedges aos jornais. “É um enorme e grave assalto à democracia. Ela subverte 200 anos da legislação que mantém os militares fora das políticas domésticas do país”.”
“A Suprema Corte não teve coragem de confrontar o Congresso e o governo para proteger os cidadãos americanos contra detenção militar. O governo ganhou e, assim, criou um momento trágico para o povo americano. Algum dia isso será visto como uma vergonha para a Suprema Corte”, disse o presidente do Instituto Rutherford, John Whiteehad.
Há precedentes de detenção em massa. Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA prendeu e colocou em campos de concentração milhares de japoneses-americanos. E fez isso com as bênçãos da Suprema Corte, no caso Korematsu v. United States.
Para os críticos da lei, o governo Obama pode negar que haverá prisões indiscriminada de cidadãos americanos, porque a história mostra que o governo americano não é avesso a fazer isso.
Fonte - Conjur
Há anos, o fato de a CIA e os militares americanos prenderem suspeitos que representam qualquer tipo de ameaça aos EUA em outros países, e de levá-los para Guantánamo Bay ou outras prisões secretas em vários lugares do mundo, nunca incomodou muito a maioria da população americana. Mas, agora, qualquer americano pode amargar o mesmo remédio dentro de casa — culpado ou inocente, como no caso dos estrangeiros.
Com essa decisão da Justiça, as discussões na comunidade jurídica passaram a girar em torno do conceito de “estado policial”, em que os militares e os órgãos de segurança exercem o poder de polícia sobre a população, sem comprometimento com os princípios do “estado de Direito”.
Não se espera que o Judiciário se mantenha alheio à tentativa do Congresso e do presidente de “estabelecer a base jurídica para o estabelecimento do estado policial e a subjugação da cidadania americana, através da ameaça de prisão e detenção por tempo indefinido, sem direito a advogado, sem direito a confrontar os acusadores e sem o direito a julgamento”, escreveu à corte um grupo de advogados.
Na opinião dos advogados que representaram os demandantes, a decisão dos tribunais superiores coloca em risco os direitos fundamentais de qualquer “criador de caso” (como jornalistas) que, segundo as autoridades federais, possam ter qualquer envolvimento com “terroristas”.
Mobilização
O processo em questão foi movido por um grupo de pessoas e diversas organizações, sob a liderança do jornalista Chris Hedges, um ex-repórter do New York Times, que ganhou um Prêmio Politzer em 2002 por seus trabalhos na “cobertura do terrorismo global”, e a jornalista investigativa islandesa Kristinn Hrafnsson, porta-voz da Wikileaks, alegam que as autoridades federais podem prendê-los a qualquer tempo, por exercer seus direitos constitucionais de informar.
Entre os demandantes também estão nomes conhecidos por suas obras e por sua luta em favor das liberdades individuais, como Daniel Ellsberg, Jennifer Bolen, Noam Chomsky, Alex O’Brien, Kai Warg All e Brigitta Jonsottir, além de alguns parlamentares. E há uma grande variedade de organizações que não têm qualquer relação umas com as outras, nem mesmo de posicionamento político.
Todos buscaram a Justiça na esperança de conseguir uma declaração de inconstitucionalidade da Lei de Autorização da Defesa Nacional. Essa lei especifica o orçamento e as despesas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas também traz outros dispositivos, como o de conferir autoridade aos militares para exercer determinadas ações relativas à segurança nacional.
Inimigo interno
A lei é reeditada pelo Congresso todos os anos. A edição de 2014 foi aprovada no Senado em um momento em que o país estava distraído com um escândalo, depois de passar, quase sem ser notada, pela Câmara dos Deputados.
A lei não se refere a americanos como “terroristas”. Usa a expressão “extremistas domésticos”, um neologismo que ameniza a terminologia mais dura, para não deixar a impressão que os EUA têm terroristas. Mas condena explicitamente aqueles que se associarem a terroristas ou darem qualquer suporte a organizações terroristas.
Como a lei é vaga, ela é descrita como uma “espada de Dâmocles” sobre a cabeça de qualquer americano que ameace a segurança nacional. Pode ser, por exemplo, um cidadão que divulgue informações ou documentos que coloquem o governo americano em maus lençóis — como o que fez Edward Snowden, o ex-agente de segurança que divulgou milhares de documentos oficiais da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA.
“É uma lei claramente inconstitucional”, disse Hedges aos jornais. “É um enorme e grave assalto à democracia. Ela subverte 200 anos da legislação que mantém os militares fora das políticas domésticas do país”.”
“A Suprema Corte não teve coragem de confrontar o Congresso e o governo para proteger os cidadãos americanos contra detenção militar. O governo ganhou e, assim, criou um momento trágico para o povo americano. Algum dia isso será visto como uma vergonha para a Suprema Corte”, disse o presidente do Instituto Rutherford, John Whiteehad.
Há precedentes de detenção em massa. Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA prendeu e colocou em campos de concentração milhares de japoneses-americanos. E fez isso com as bênçãos da Suprema Corte, no caso Korematsu v. United States.
Para os críticos da lei, o governo Obama pode negar que haverá prisões indiscriminada de cidadãos americanos, porque a história mostra que o governo americano não é avesso a fazer isso.
Fonte - Conjur
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Resistência a antibióticos ameaça saúde pública mundial, diz OMS
Constatação faz parte do primeiro estudo global sobre o tema; agência da ONU cita bactérias que causam diarreia, pneumonia, infecção urinária e gonorreia.A Organização Mundial da Saúde divulgou esta quarta-feira o primeiro estudo global sobre resistência a antibióticos. O levantamento revela "uma séria ameaça à saúde pública", porque muitas bactérias estão se modificando e tornando os antibióticos ineficazes.
O relatório confirma a resistência em vários agentes infecciosos, principalmente em sete bactérias responsáveis por doenças "comuns", porém sérias, como diarreia, pneumonia, infecções urinárias e gonorreia.
Infecções Hospitalares
A OMS utilizou dados de 114 países para fazer o levantamento. Em todas as regiões do mundo, o antibiótico carbapenem não foi eficiente em mais da metade dos pacientes infectados com uma bactéria que causa pneumonia e infecções hospitalares.
Em vários países, pessoas com infecção urinária não responderam ao tratamento com um dos antibióticos mais populares contra a bactéria E.coli, a fluoroquinolona. Em mais da metade dos pacientes, o antibiótico não funcionou, e segundo a OMS, a resistência era nula quando o medicamento surgiu na década de 1980.
Aids
Em 2012, 92 países registraram um total de 450 mil casos de resistência ao antibiótico para tratar tuberculose. O estudo também confirma aumento da resistência aos medicamentos para tratar a aids. Na África, mais de 3% dos pacientes com HIV se mostraram resistentes a um tipo de droga contra o vírus.
Segundo a OMS, o vírus da influenza A/H1N1 é resistente aos medicamentos usados para tratar casos de gripe comum.
O estudo da agência revela que muitos países não têm nenhum sistema para monitorar a resistência a antibióticos. A OMS recomenda a prevenção de infecções por meio de boas práticas de higiene, acesso à água potável e vacinação.
Orientação
Novos antibióticos e diagnósticos também são essenciais, segundo a agência. A OMS pede à população mundial que os antibióticos só devem ser usados quando prescritos por um médico, e nesse caso, o tratamento não pode ser interrompido, mesmo se o paciente apresentar melhoras.
A resistência também pode ser controlada se médicos e farmacêuticos só indicarem antibióticos quando realmente necessários e se as fabricantes investirem em inovação e pesquisa para o desenvolvimento de novas ferramentas.
Fonte - Radio ONU
segunda-feira, 28 de abril de 2014
'João Paulo II e João XXIII mudaram o mundo', diz Obama
Destacando seu interesse em trabalhar em parceria com o papa Francisco, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que João Paulo II e João XXIII, os quais foram proclamados santos ontem (27), "mudaram o mundo". "Hoje, eu e Michelle [primeira-dama dos EUA] nos unimos a todos os católicos para celebrar a canonização dos papas João XXIII e João Paulo II. O trabalho e o testemunho deles mudaram não só a Igreja Católica, mas o mundo", exaltou o norte-americano, em um comunicado por ocasião das canonizações.
Segundo Obama, João XXIII (cujo pontificado foi de 1958 a 1963) "articulou o papel da Igreja a favor das causas de paz e justiça mundiais". "Convocando o Concílio Vaticano II, ele revolucionou aspectos de culto, mas também a relação da Igreja Católica com as outras comunidades de fé", comentou. Por sua vez, João Paulo II (1978-2005) "contribuiu para inspirar o movimento de 'Solidarno??' na Polônia, o qual se difundiu e contribuiu para o fim do comunismo na Europa Oriental". "Ele também sempre discursou com ênfase contra o apartheid na África do Sul e o genocídio em Ruanda. Tinha uma relação especial com os jovens, aproximando muitos deles das obras e dos ensinamentos da Igreja", afirmou Obama.
No mesmo comunicado, o presidente dos EUA destacou que o país "quer trabalhar junto com o papa Francisco e com os católicos do mundo para fazer a paz e a justiça progredirem em todos os povos". Obama se reuniu há um mês com o Papa no Vaticano, em um encontro em que o presidente presenteou Francisco com sementes de frutas da horta da Casa Branca e pediu para que o Pontífice rezasse por ele. O mandatário também chegou a comentar que o Papa era "um homem maravilhoso". "Francisco é um homem maravilhoso e tem um enorme senso de humor. A sua simplicidade e a sua fé no poder da espiritualidade sobre as coisas materiais se refletem em cada coisa que ele faz", disse Obama.
De acordo com uma pesquisa do instituto Gallup, três em cada quatro cidadãos norte-americanos têm uma opinião favorável em relação ao papa Francisco.
Segundo Obama, João XXIII (cujo pontificado foi de 1958 a 1963) "articulou o papel da Igreja a favor das causas de paz e justiça mundiais". "Convocando o Concílio Vaticano II, ele revolucionou aspectos de culto, mas também a relação da Igreja Católica com as outras comunidades de fé", comentou. Por sua vez, João Paulo II (1978-2005) "contribuiu para inspirar o movimento de 'Solidarno??' na Polônia, o qual se difundiu e contribuiu para o fim do comunismo na Europa Oriental". "Ele também sempre discursou com ênfase contra o apartheid na África do Sul e o genocídio em Ruanda. Tinha uma relação especial com os jovens, aproximando muitos deles das obras e dos ensinamentos da Igreja", afirmou Obama.
No mesmo comunicado, o presidente dos EUA destacou que o país "quer trabalhar junto com o papa Francisco e com os católicos do mundo para fazer a paz e a justiça progredirem em todos os povos". Obama se reuniu há um mês com o Papa no Vaticano, em um encontro em que o presidente presenteou Francisco com sementes de frutas da horta da Casa Branca e pediu para que o Pontífice rezasse por ele. O mandatário também chegou a comentar que o Papa era "um homem maravilhoso". "Francisco é um homem maravilhoso e tem um enorme senso de humor. A sua simplicidade e a sua fé no poder da espiritualidade sobre as coisas materiais se refletem em cada coisa que ele faz", disse Obama.
De acordo com uma pesquisa do instituto Gallup, três em cada quatro cidadãos norte-americanos têm uma opinião favorável em relação ao papa Francisco.
domingo, 27 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Quase 60% da água subterrânea na China está poluída
O nível de poluição das águas subterrâneas é particularmente preocupante na região norte da China, responsável por 30% da produção agrícola do país
São Paulo - Em meio à poluição atmosférica que assola a China, o país enfrenta outra crise ambiental silenciosa e, muitas vezes, invisível: a contaminação das águas subterrâneas. Quase 60% delas estão poluídas, segundo estudo estatal divulgado pela agência Xinhua.
O levantamento, feito pelo Ministério da Terra e Recursos da China, monitorou 4778 pontos de 203 cidades. A qualidade da água subterrânea foi classificada como "relativamente pobre" em 43,9% deles e "muito ruim" em outros 15,7%.
De acordo com as normas da China, água de qualidade relativamente pobre só pode ser usada para beber após o tratamento adequado. Já água de muito má qualidade não pode ser usada para consumo.
O nível de poluição das águas subterrâneas é particularmente preocupante na região norte, responsável por 30% da produção agrícola do país.
Um estudo encomendado pelo governo, em 2013, revelou que 70% da água subterrânea dessa região era imprópria até mesmo ao contato humano.
As origens dessa poluição são velhas conhecidas, com raízes em práticas que afetam tanto o campo como as cidades.
Desde 1990, a China tornou-se o maior consumidor de fertilizantes nitrogenados do mundo, que, apesar de ajudarem no crescimento rápido do cultivo, aumentando a oferta de alimentos, também deterioram o solo e poluem lençóis freáticos.
Um estudo publicado pela revista Nature mostrou que a poluição por nitrogênio aumentou 60% em 30 anos no país, uma ameaça para os ecossistemas e a saúde humana.
A indústria têxtil chinesa, com seus resíduos da produção (metais pesadas, tóxicos e substâncias cancerígenas) também é uma fonte significativa de poluição no país.
De acordo com o Relatório Estatístico Anual de 2010 sobre o Meio Ambiente na China, publicado pelo Ministério da Proteção Ambiental, a indústria têxtil do país gerou quase 2,5 bilhões de metros cúbicos de esgoto em 2010.
O problema é que nem todo esse esgoto vai parar no lugar certo.
Uma análise feita pela Ong Greenpeace nas cidades de Xintang e Gurao, que concentram boa parte das fábricas de jeans e roupa íntima, revelou altos níveis de metais na água, como cobre, cádmio e chumbo, em níveis até 128 vezes maiores dos limites considerados saudáveis.
Fonte - Exame
O levantamento, feito pelo Ministério da Terra e Recursos da China, monitorou 4778 pontos de 203 cidades. A qualidade da água subterrânea foi classificada como "relativamente pobre" em 43,9% deles e "muito ruim" em outros 15,7%.
De acordo com as normas da China, água de qualidade relativamente pobre só pode ser usada para beber após o tratamento adequado. Já água de muito má qualidade não pode ser usada para consumo.
O nível de poluição das águas subterrâneas é particularmente preocupante na região norte, responsável por 30% da produção agrícola do país.
Um estudo encomendado pelo governo, em 2013, revelou que 70% da água subterrânea dessa região era imprópria até mesmo ao contato humano.
As origens dessa poluição são velhas conhecidas, com raízes em práticas que afetam tanto o campo como as cidades.
Desde 1990, a China tornou-se o maior consumidor de fertilizantes nitrogenados do mundo, que, apesar de ajudarem no crescimento rápido do cultivo, aumentando a oferta de alimentos, também deterioram o solo e poluem lençóis freáticos.
Um estudo publicado pela revista Nature mostrou que a poluição por nitrogênio aumentou 60% em 30 anos no país, uma ameaça para os ecossistemas e a saúde humana.
A indústria têxtil chinesa, com seus resíduos da produção (metais pesadas, tóxicos e substâncias cancerígenas) também é uma fonte significativa de poluição no país.
De acordo com o Relatório Estatístico Anual de 2010 sobre o Meio Ambiente na China, publicado pelo Ministério da Proteção Ambiental, a indústria têxtil do país gerou quase 2,5 bilhões de metros cúbicos de esgoto em 2010.
O problema é que nem todo esse esgoto vai parar no lugar certo.
Uma análise feita pela Ong Greenpeace nas cidades de Xintang e Gurao, que concentram boa parte das fábricas de jeans e roupa íntima, revelou altos níveis de metais na água, como cobre, cádmio e chumbo, em níveis até 128 vezes maiores dos limites considerados saudáveis.
Fonte - Exame
China no caminho de se tornar a nação mais cristã do mundo em 15 anos.
O número de cristãos na China comunista está crescendo tão firmemente que em 2030 poderia ter mais fiéis do que a AméricaDiz-se ser a maior igreja da China e no domingo de Páscoa milhares de fiéis se reunirão para este asiático mega-templo para jurar fidelidade - não para o Partido Comunista, mas para a Cruz.
A igreja Liushi 5.000 de capacidade, que possui mais que o dobro de assentos como a Abadia de Westminster e um crucifixo 206 pés que pode ser visto a quilômetros de distância, abriu o ano passado com um teólogo declarando-o um "milagre que uma cidade tão pequena era capaz de construir uma grande igreja tal ".
O edifício £ 8.000.000 é também um dos símbolos mais visíveis da transformação vertiginosa da China comunista como ele evolui para uma das maiores congregações cristãs na Terra.
"É uma coisa maravilhosa para ser um seguidor de Jesus Cristo. Isso nos dá grande confiança", sorriu Jin Hongxin, um visitante de 40 anos de idade, que estava admirando a cruz dourada acima do altar Liushi na liderança até a Semana Santa.
"Se todo mundo na China acreditava em Jesus, então não teríamos mais necessidade de delegacias. Não haveria mais pessoas ruins e, portanto, não mais crime", acrescentou.
Oficialmente, a República Popular da China é um país ateu, mas isso está mudando rapidamente, como muitos de seus 1,3 bilhão de cidadãos procuram significado e conforto espiritual que nem comunismo nem capitalismo parecem ter fornecido.
Congregações cristãs, em particular, dispararam desde igrejas começaram a reabertura quando a morte de Mao, em 1976, marcou o fim da Revolução Cultural.
Menos de quatro décadas mais tarde, alguns acreditam que a China está agora prestes a se tornar não apenas um número economia do mundo, mas também a sua mais numerosa nação cristã.
"Pelos meus cálculos China está destinado a se tornar o maior país cristão do mundo muito em breve", disse Fenggang Yang, professor de sociologia da Universidade de Purdue e autor de Religião na China: Sobrevivência e Revival sob o regime comunista.
"Ele vai ser menos de uma geração. Muitas pessoas não estão preparadas para esta mudança dramática."
Comunidade protestante da China, que teve apenas um milhão de membros em 1949, já ultrapassou as dos países mais comumente associado com um boom evangélico. Em 2010, havia mais de 58 milhões de protestantes na China, em comparação com 40 milhões no Brasil e 36 milhões na África do Sul, de acordo com Fórum do Centro de Pesquisas Pew sobre Religião e Vida Pública.
Prof Yang, um dos maiores especialistas em religião na China, acredita que esse número vai aumentar para cerca de 160 milhões em 2025. Isso provavelmente colocaria China à frente até mesmo dos Estados Unidos, que tinha cerca de 159 milhões de protestantes em 2010, mas cujas congregações estão em declínio .
Em 2030, a população cristã total da China, incluindo católicos, seria superior a 247 milhões, colocando-o acima de México, Brasil e os Estados Unidos como a maior congregação cristã do mundo, previu.
"Mao pensou que poderia eliminar a religião. Ele pensou que tinha conseguido isso", disse o professor Yang. "É irônico - não fizeram Eles realmente falhou completamente.".
Como muitas igrejas chinesas, a igreja na cidade de Liushi, a 200 quilômetros ao sul de Xangai, na província de Zhejiang, teve uma história turbulenta.
Foi fundada em 1886, depois de William Edward Soothill, um missionário Yorkshire nascido e futuro professor da Universidade de Oxford, começou a evangelizar as comunidades locais.
Mas, no final dos anos 1950, já que a região estava envolto por campanhas anti-cristãs violentas de Mao, foi forçada a fechar.
Liushi permaneceu fechada durante toda a década da Revolução Cultural, que começou em 1966, como locais de culto foram destruídas em todo o país.
Desde que foi reaberto em 1978 a sua congregação tem ido de vento em popa, como parte de oficialmente sancionada igreja cristã da China - junto com milhares de outras pessoas que aceitaram a supervisão do Partido Comunista em troca da permissão para o culto.
Hoje tem 2.600 fiéis regulares e tem capacidade para até 70 batismos a cada ano, de acordo com Shi Xiaoli, o seu 27-year-old pregador.Reavivamento da paróquia chegaram a um crescendo no ano passado com a abertura de seu novo 1.500 pés mega-igreja, supostamente o maior na China continental.
"Nossa antiga igreja era pequena e difícil de encontrar", disse a Sra. Shi."Não havia espaço no antigo prédio para todos os seguidores, especialmente no Natal e na Páscoa. O novo é grande e atraente."
A igreja Liushi não está sozinho. Da província de Yunnan, no sudoeste da China para adoidado de Liaoning, no nordeste seu industrial, congregações estão crescendo e mais chineses são pensados para participar de cultos de domingo de cada semana do que os cristãos em todo o território da Europa.
Um estudo recente descobriu que pesquisas on-line para as palavras "Congregação Cristã" e "Jesus" em maior número os de "O Partido Comunista" e "Xi Jinping", o presidente da China.
Entre os protestantes da China são também muitos milhões que adoram a ilegais underground "igrejas domésticas", que possuem serviços sem supervisão - muitas vezes nas casas das pessoas - em uma tentativa de fugir dos olhos curiosos do Partido Comunista.
Tais igrejas são na sua maioria por trás do movimento missionário embrionário da China - uma inversão de papéis depois que o país foi durante séculos o destino de missionários estrangeiros. Agora ela está começando a enviar os seus próprios missionários no exterior, notadamente na Coréia do Norte, em busca de almas.
"Queremos ajudar e é mais fácil para nós do que para a British, missionários sul-coreanos ou americanos", disse um líder da igreja subterrânea no norte da China, que pediu para não ser identificado.
A nova expansão do Cristianismo tem o Partido Comunista coçando sua cabeça.
"A criança, de repente cresceu e os pais não sabem como lidar com o adulto", o pregador, que é de movimento ilegal casa-igreja da China, disse.
Algumas autoridades afirmam que os grupos religiosos podem prestar serviços sociais o governo não pode, ao mesmo tempo, ajudando a reverter uma crescente crise moral em uma terra onde o dinheiro, não o comunismo, tornou-se rei.
Eles parecem concordar com David Cameron, o primeiro-ministro britânico, que disse na semana passada que o cristianismo pode ajudar a impulsionar o Estado "espiritual, físico e moral" da Grã-Bretanha .
Ms Shi, pregador de Liushi, que tem o cuidado de descrever sua igreja como "patriótica", disse: "Temos duas motivações:. Uma é a nossa missão evangélica ea outra é servir a sociedade cristianismo também pode desempenhar um papel na manutenção da paz e da estabilidade na sociedade. Sem Deus, as pessoas podem fazer o que quiserem. "
Ainda outros dentro liderança preocupação da China sobre como a paisagem religiosa pode moldar o seu futuro político, e seu possível impacto sobre a aderência do Partido Comunista no poder, apesar da cláusula em 1982 a Constituição do país que garante aos cidadãos o direito de participar de "atividades religiosas normais" .
Como resultado, uma vigilância apertada ainda é mantido em fiéis e pregadores são rotineiramente monitorados para garantir que seus sermões não divergem do que o Partido considera aceitável.
Na igreja Liushi uma câmera de circuito fechado de televisão pende do teto, bem em frente ao púlpito.
"Eles querem que o pastor para pregar em uma maneira comunista. Eles querem treinar as pessoas para a prática de uma forma comunista", disse o pregador casa-igreja, que disse igrejas estatais, muitas vezes evitado seções potencialmente subversivas da Bíblia. O livro do Velho Testamento em que o Daniel exilado se recusa a obedecer às ordens para adorar o Rei, em vez de seu próprio deus é visto como "muito perigoso", o pregador acrescentou.
Esses medos podem não ser totalmente injustificada. Poder crescente dos cristãos foi no show no início deste mês, quando milhares se reuniram para defender uma igreja em Wenzhou, uma cidade conhecida como a "Jerusalém do Oriente", após ameaças do governo para demoli-la. Confrontado com show muito público da congregação de resistência, as autoridades parecem ter se afastou de seus planos, a negociação de um acordo com os líderes da igreja .
"Eles não confiam na igreja, mas eles têm que tolerar ou aceitar isso, porque o crescimento está lá", disse o líder da igreja. "O número de cristãos está crescendo - eles não podem lutar contra isso Eles não querem que os 70 milhões de cristãos a ser seu inimigo.".
O líder da igreja subterrânea líder disse que muitos funcionários do governo visto a religião como "uma doença" que precisava de cura, e Prof Yang concordaram que havia uma ameaça potencial.
O Partido Comunista foi "ainda não tem certeza se o cristianismo se tornaria uma força política de oposição" e temia que poderia ser usado por "forças ocidentais para derrubar o sistema político comunista", disse ele.
Igrejas eram susceptíveis de enfrentar uma vez mais "intensa" luta de mais de uma década que vem como o Partido Comunista tentou sufocar a ascensão do cristianismo, previu.
"Há pessoas no governo que estão tentando controlar a igreja. Eu acho que eles estão a fazer a última tentativa de fazer isso."
Fonte - The Telegraph (Tradução: Google)
Nota DDP: E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. (Mateus 24:14)
terça-feira, 22 de abril de 2014
Obama diz que não há espaço para a violência religiosa nos EUA
Em 2012, o FBI registrou 674 incidentes de caráter antissemita nos Estados Unidos.O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, falou sobre os ataques da semana passada que mataram três pessoas em duas instituições judaicas de um subúrbio de Kansas City, entre elas um jovem de 14 anos. Obama lamentou o incidente e disse durante discurso na Casa Branca que a violência religiosa “não tem espaço” na sociedade americana.
“Ninguém deveria ficar preocupado com sua segurança quando está reunido com seus companheiros de credo. Ninguém deveria temer por sua segurança ao rezar”, criticou o presidente.
A população judaica na região metropolitana de Kansas City, na divisa com o Estado do Missouri, é de 20 mil pessoas. Obama acredita que este tipo de atentado motivado por ódio religioso é a principal causa de violência no mundo.
O presidente americano também disse que a Casa Branca dará a ajuda necessária às duas instituições atacadas no domingo. Barack Obama também fez um apelo contra a intolerância e o preconceito motivado por crença religiosa.
”Devemos continuar unidos para além da fé para combater a ignorância e a intolerância, incluindo o antissemitismo, porque elas conduzem ao ódio e à violência. Como americanos, temos que nos manter unidos contra este tipo terrível de violência, que não tem espaço em nossa sociedade”, disse.
Obama disse que a segurança deve ser intensificada durante o Pessach (páscoa judaica) e lamentou que o incidente tenha ocorrido justamente em meio ao Domingo de Ramos. O presidente dos EUA também lembrou o encontro que teve com o papa Francisco e afirmou que o líder da Igreja Católica tem inspirado cada vez mais pessoas ao redor do mundo por suas atitudes “simples, mas profundas”.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Até quando? Talvez até que um grupo de pessoas decidam não seguir a 'inspiração' trazida pelo líder da igreja de Roma, sendo acusados de ódio religioso?
Novo Tempo entra em caráter experimental pela TV NET em Curitiba
Desde o último sábado, 19 de abril, entrou em caráter experimental em Curitiba pela NET, tevê por assinatura, a programação da TV Novo Tempo que pode ser sintonizada pelo canal 196. Durante os próximos três meses, a empresa privada de televisão irá avaliar a audiência do canal e os custos benefícios para fechar um acordo em definitivo com a emissora adventista.
"É bom lembrarmos que essa transmissão é apenas para testes, ou seja, a qualquer hora o sinal pode sair do ar para maiores ajustes, contudo é a oportunidade dos telespectadores terem mais uma variedade de programação. A Novo Tempo hoje é um dos meios mais eficazes para a evangelização pois chega as camadas mais difíceis da sociedade. Também é uma emissora que apresenta programas que valorizam a ética e os princípios bíblicos", informa o líder da comunicação adventista da região central do Paraná, pr. Paulo Machado.
Paulo Machado ainda aconselha aos telespectadores a colaborarem com esta parceria. "O que nós podemos fazer para reforçar a possibilidade de contrato, seria a NET receber e-mails ou contatos parabenizando-os por terem colocado a NT na grade. Isto sem dúvida vai ajudar, e muito. Contamos com a ajuda de todos", conclama.
Hoje em Curitiba e região metropolitana, a programação da TV Novo Tempo pode ser sintonizada pelo canal 14 da SKY e 196 da NET TV, além do canal 35 UHF e pela rádio na frequência 106.5 FM.
Nota DDP: Divulgue!
OMS: 140 mortos em epidemia de Ebola na África
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira que o surto de Ebola no Oeste da África já vitimou mais de 140 pessoas.
Em um comunicado publicado em seu site, a OMS relatou que 230 casos suspeitos ou confirmados até agora na Libéria e na Guiné, país em que se concentra a maior parte das vítimas.
A OMS informou que das 142 vítimas fatais, 129 eram da Guiné e 13 da Libéria.
A doença é mais comumente encontrada na África central ou oriental. O Ebola é causa sangramentos internos e externos. Não há cura nem vacina e tem uma alta taxa de mortalidade. Fonte: Associated Press.
Em um comunicado publicado em seu site, a OMS relatou que 230 casos suspeitos ou confirmados até agora na Libéria e na Guiné, país em que se concentra a maior parte das vítimas.
A OMS informou que das 142 vítimas fatais, 129 eram da Guiné e 13 da Libéria.
A doença é mais comumente encontrada na África central ou oriental. O Ebola é causa sangramentos internos e externos. Não há cura nem vacina e tem uma alta taxa de mortalidade. Fonte: Associated Press.
sábado, 19 de abril de 2014
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