terça-feira, 4 de novembro de 2014

"O tempo do fim e o Armagedom" - Pr. Dílson Bezerra

Programação "O Tempo do Fim e o Armagedom", realizada na IASD Juvevê - Curitiba/PR, no período de 02 a 09 de Novembro de 2.013, dirigida pelo Pr. Dílson Bezerra. Agora disponível também em vídeo através de nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/user/DiariodaProfecia


Os materiais em áudio deste programa podem ser obtidos aqui:

Papa fará reunião sobre relações entre homens e mulheres

Igreja Católica convocou representantes de outras religiões para ouvir as suas opiniões sobre o casamento

Representantes de diferentes religiões vão se reunir no Vaticano em meados de novembro para discutir os desafios do casamento e a relação complementar entre homem e mulher, informaram fontes do Vaticano nesta terça-feira.

A reunião, que será realizada entre os dias 17 e 19 de novembro, vai envolver 14 líderes de várias tradições religiosas de 23 países.

"A reunião foi convocada para examinar e propor mais uma vez a beleza do relacionamento entre homem e mulher, a fim de apoiar e revitalizar o casamento e a vida familiar para o florescimento da sociedade humana", diz o convite.

Um mês após a conclusão do Sínodo dos Bispos sobre a família, durante o qual foram abordados temas tabus para a Igreja Católica, como o casamento gay, a comunhão para divorciados que voltaram a casar e a convivência fora do casamento, a Igreja Católica convocou representantes de outras religiões para ouvir as suas opiniões sobre o casamento.

O Papa Francisco abrirá em 17 de novembro a reunião, durante a qual também serão projetadas entrevistas com homens e mulheres de todas as culturas e religiões comentando o desafio que é o casamento.

"Esperamos fortalecer a solidariedade mundial a favor do casamento para o bem dos cônjuges e de seus dependentes", sustentam os organizadores, incluindo a Congregação para a Doutrina da Fé, liderada pelo cardeal alemão Gerhard Ludwig Müller.

O cardeal, que representa a ala mais conservadora da Igreja, contrária à linha do Papa argentino, propôs há um ano a realização desta reunião.

Além de líderes cristãos participarão muçulmanos, judeus, hindus, budistas e outros.

Fonte - Terra

Casal cristão é espancado até a morte no Paquistão por “blasfêmia”

Vários cristãos já foram condenados à morte no Paquistão por blasfêmia

Mais um caso de perseguição religiosa no Paquistão ganha as manchetes mundiais. Neste terça (4) um casal de cristãos foi atacado por uma multidão enfurecida de muçulmanos.

As vítimas eram casadas e foram identificadas pelas autoridades apenas pelo primeiro nome: Shama e Shehzad. Moradores da cidade de Kot Radha Kishan, foram acusados de blasfêmia por ter supostamente profanado uma cópia do Corão. Mesmo sem provas nem julgamento, foram espancados e depois jogados vivos no forno de tijolos da olaria onde trabalhavam.

Embora o governo negue, o Paquistão tem demonstrado que não há tolerância com os que professam outra fé além do Islamismo. As acusações de blasfêmia são consideradas graves e quase sempre resultam em violência física. O Paquistão abriga muitos simpatizantes do regime Talibã, que ainda domina partes do vizinho Afeganistão.

Shahbaz Sharif, representante local do governo, anunciou que uma comissão de investigação foi formada. Também teria ordenado um reforço policial para garantir a segurança dos bairros cristãos da província. O fato de o casal trabalhar nos fornos de tijolos é sintomático. Por serem cristãos, tiveram muitos direitos básicos negados. Existem milhares na mesma situação, recebendo bem menos que os muçulmanos e trabalhando em condições insalubres até 14 horas por dia.

A violência contra a minoria cristã é comum no Paquistão. Igrejas são destruídas, pastores presos e cristãos atacados e mortos. Possivelmente, o caso mais famoso é o de Asia Bibi, mulher que está no corredor da morte desde novembro de 2010, acusada de ter ofendido o profeta Maomé. Os líderes políticos Salman Tasir e Shahbaz Bhatti, que tentaram defender os direitos das minorias, foram assassinados.

Juiz pede demissão para não fazer “casamento” gay

Um juiz de 57 anos renunciou ao seu cargo na Carolina do Norte. Gilbert Breedlove, que também é pastor ordenado, trabalhava há 24 anos como juiz para o Condado de Swain. Entre suas funções de juiz ele realizava casamentos no fórum. Por causa da nova lei do Estado, seria obrigado a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo a partir deste mês. Como isso vai contra sua fé, decidiu abandonar a função. “Era a minha única opção... a Bíblia inteira ensina que casamento é entre um homem e uma mulher. Qualquer outro tipo de atividade sexual é definida como fornicação, não casamento”, declarou Breedlove à imprensa. Ainda sem ter idade para se aposentar, abriu mão de sua principal fonte de renda e passará a viver com um salário oferecido por sua igreja, o qual é bem inferior. Ele afirmou que entende claramente as consequências de sua decisão, mas sabe estar fazendo o que é certo, pois Deus é mais importante em sua vida.

Seu desejo é que seu exemplo possa incentivar outros magistrados a se posicionar. Ele não está sozinho. John Kallam Jr., juiz do condado de Rockingham, também apresentou sua renúncia, citando sua fé. Kallam afirma que fazer casamentos homossexuais seria “profanar a santa instituição estabelecida por Deus”. Cerca de 400 cristãos reuniram-se em frente ao tribunal em que ele trabalhava para mostrar apoio. Um juiz do condado de Pasquotank, que não quer se identificar, divulgou à imprensa que após se recusar a fazer um casamento de dois homens, recebeu um aviso do governo do Estado que, segundo a nova lei, se insistir em sua postura será demitido.

(Gospel Prime)

Nota Criacionismo: Quando liberdades entram em choque, a de certas minorias vêm prevalecendo...

Papa critica os que obedecem à lei “ao pé da letra”

Inimigo escolhido a dedo

Na missa desta sexta-feira, 31, o papa Francisco se concentrou na diferenciação entre os cristãos tão apegados à lei a ponto de negligenciar a justiça e os cristãos ligados ao amor que dão pleno cumprimento à lei. No evangelho do dia, Jesus pergunta aos fariseus se é lícito ou não curar no sábado, mas eles não respondem. Ele, então, curou um doente. Francisco explicou que os fariseus, diante da verdade, ficavam em silêncio, mas depois falavam pelas costas e procuravam fazer Jesus cair. O papa explicou que Jesus repreendia essas pessoas que eram tão apegadas à lei que tinham esquecido a justiça e negavam até ajuda aos pais idosos com a desculpa de ter dado tudo ao templo. Mas o que é mais importante, perguntou o papa: o quarto mandamento ou o templo?

“Esse caminho de viver apegado à lei os afastava do amor e da justiça. Protegiam a lei, negligenciavam a justiça. Protegiam a lei, negligenciavam o amor. Eram modelos, eram os modelos. E para essas pessoas Jesus encontra somente uma palavra: hipócritas […] Homens de fechamento, homens apegados à lei, ao pé da letra da lei, não à lei, porque a lei é amor.”

Citando a Carta de São Paulo aos Filipenses, Francisco explicou que o caminho para ser fiel à lei, sem negligenciar a justiça e o amor, é o caminho inverso: do amor à integridade, do amor ao discernimento, do amor à lei. “Esse é o caminho que Jesus nos ensina, totalmente oposto àquele dos doutores da lei. E esse caminho do amor à justiça leva a Deus. Em vez disso, o outro caminho, de ser apegado somente à lei, ao pé da letra da lei, leva ao fechamento, leva ao egoísmo. O caminho que vai do amor ao conhecimento e ao discernimento, ao pleno cumprimento, leva à santidade, à salvação, ao encontro com Jesus. Em vez disso, o outro caminho leva ao egoísmo, à soberba de sentir-se justo, àquela santidade entre vírgulas, das aparências”.

Com pequenos gestos, Jesus faz entender esse caminho do amor ao pleno conhecimento e discernimento, disse o papa. Jesus Se aproxima e essa proximidade é justamente a prova de que o homem está no caminho certo.

“A carne de Jesus é a ponte que nos aproxima de Deus… não é o pé da letra da lei, não! Na carne de Cristo a lei tem o pleno cumprimento e é uma carne que sabe sofrer, que deu a sua vida por nós. Que esses exemplos, este exemplo de proximidade de Jesus, do amor à plenitude da lei, nos ajudem a nunca deslizar na hipocrisia; nunca. É tão ruim um cristão hipócrita. Tão ruim. Que o Senhor nos salve disso!”

(Canção Nova)

Nota Criacionismo: De certa forma, Francisco está certo. O legalismo realmente é uma doença destruidora da verdadeira religião. Mas, do jeito que ele fala, fica a impressão de que amor e obediência à lei de Deus são aspectos antagônicos, contraditórios. Jesus disse: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (João 14:15). Amor + obediência e não amor versusobediência. O amor nos leva a obedecer à lei de Deus. E essa obediência tem que ser no espírito (amor) e na letra (estipulações divinas quanto à maneira de amar ao Criador e ao nosso próximo). O amor sem a obediência é sentimentalismo vazio e desorientado; a obediência sem amor é fria e sem sentido. O papa já condenou os fundamentalistas (confira/relembre aqui), ou seja, aqueles que leem o Gênesis “ao pé da letra”. Agora volta a condenar cristãos que procuram seguir a Bíblia “ao pé da letra”, ou seja, que procuram guardar todos os dez mandamentos. É bom deixar claro que Jesus não chamou os fariseus de hipócritas pelo fato de guardarem a lei ou o sábado. Jesus mesmo guardava o sábado (Lc 4:16), afinal, foi Ele quem criou o sábado no fim da semana da criação (Gn 1 e 2) - mas o papa não é criacionista e, portanto, não tem realmente motivos para guardar o sábado… Bem, Jesus condenou os fariseus pela hipocrisia de se atreverem a condená-Lo por não guardar o sábado como eles achavam que deveria ser guardado, enquanto alimentavam no coração pensamentos assassinos a Seu respeito. Isso é hipocrisia. É mais ou menos como um guardador do sábado que vivesse em adultério; ou como um mentiroso que não adora imagens. Me parece que nesse sermão Francisco mais uma vez escolheu a dedo os destinatários de suas críticas.

Pastores de esquerda podem mudar situação política nos EUA

Política e religião se misturam em campanha eleitoral

O jornal Folha de São Paulo publicou uma matéria destacando a atuação do que chama de “pastores de esquerda” nas eleições deste ano nos Estados Unidos. Assim como no Brasil, por lá ocorrem em 2014 eleições para deputados federais e um terço do Senado. Há eleição para governador em 36 dos 50 estados americanos.

Chamados de progressistas, um grupo de pastores tem promovido desde o ano passado uma série de reuniões públicas denominadas “Segunda-feira Moral” que misturam comício político e culto evangélico na capital estadual. Eles são inspirados no movimento pelos direitos civis capitaneados pelo ativista (que também era pastor batista) Martin Luther King Jr em 1963.

A maioria dos pastores são negros, vindos de diferentes denominações. Começaram na Carolina do Norte, mas já promovem atos similares nos Estados do Alabama, Arkansas, Flórida, Geórgia, Indiana, Mississippi, Nova York, Carolina do Norte, Ohio, Pensilvânia, Tennessee e Wisconsin.

Suas marchas de protesto contam com a presença de centenas, as vezes milhares de pessoas. Alguns deles são pautados pela desobediência civil. Já ocuparam prédios públicos em diversas cidades e conseguiram chamar atenção para suas reinvindicações. Entre elas há temas como aumento do salário mínimo, mais dinheiro para educação e a saúde, defesa do direito das minorias (mulheres, negros e imigrantes), as causas ambientalistas e ainda a revogação da pena de morte. Muitos pastores também defendem a legalização do casamento gay e o direito ao aborto.

Em geral, estão apoiando o Partido Democrata, do presidente Barack Obama, que embora defenda várias dessas propostas, está longe de ser considerado “de esquerda” pelo padrão brasileiro.

As eleições ocorrerão no dia 4 de novembro e como o voto nos EUA não é obrigatório, o esforço dos pastores poderá mudar o cenário político do Sul, historicamente mais conservador.

Um de seus líderes é Raphael Warnock, 44, pastor da Igreja Ebenezer de Atlanta, Geórgia. Ele apoia a candidatura a governador do democrata Jason Carter, neto do ex-presidente Jimmy Carter. No ato em frente à igreja onde Martin Luther King Jr. foi pastor, declarou: “a economia é boa quando não só os negócios crescem, mas quando os pobres e a classe média vivem melhor”. Em entrevista à Folha, asseverou: “Os fiéis aqui sabem que política é parte integral do que somos”.

Outro líder importante é William Barber II, 50, pastor batista que lidera na Carolina do Norte a Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor. Nas primeiras edições da “Segunda-feira Moral”, dezenas de pastores foram presos, o que acabou atraindo mais simpatizantes. “Nossa agenda é antipobreza, antirracismo, antiguerra e antidiscriminação”, afirmou ao lado da pastora Nancy Petty, que é lésbica assumida.

Em seu discurso enfatizou que “Toda religião diz que amor e justiça deveriam estar no centro da política”, citando ainda o texto bíblico de Isaías 10:1: “Ai dos que decretam leis injustas que privam dos direitos os mais necessitados”.

Enquanto isso, no extremo oposto do espectro politico-religioso, pastores da cidade de Houston, Texas, correm o risco de serem presos por pregarem contra o homossexualismo. A prefeita da cidade, uma ativista lésbica, exigiu que eles submetessem seus sermões ao crivo do poder municipal, acusando-os de “homofobia”.

Ao contrário do Brasil, onde a mistura de política e religião nem sempre é bem vista, uma pesquisa recente do Instituto Pew mostra um quadro distinto nos EUA. Segundo os dados coletados, um número crescente de cidadãos reconhece que a religião deveria desempenhar um papel mais importante na política. Quase três quartos da população (72%) acredita que a influência da religião está em declínio na vida pública. Este é o nível mais alto nos últimos 10 anos, segundos as pesquisas do Pew.

“Uma porção crescente do público quer ver a religião desempenhando um papel de destaque na política americana”, escrevem os autores do estudo. Isso não significa apenas ver pastores ou líderes defendendo um candidato abertamente. O índice aumentou 8 pontos percentuais desde 2010.

Este ano, cerca de metade dos entrevistados disse que igrejas e outras instituições religiosas devem expressar abertamente suas opiniões sobre questões sociais e políticas. Um aumento de 6% desde 2010.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Mais 4 juízes pedem demissão por não aceitarem fazer casamento gay

Carolina do Norte pode punir juízes que se negarem a seguir a nova lei

Quando o Estado da Carolina do Norte aprovou no mês passado uma lei que legaliza o casamento gay, o anúncio foi criticado por muitos. Logo nos primeiros dias, o juiz Gilbert Breedlove, 57 anos, que também é pastor evangélico, renunciou ao cargo.

Ele trabalhou por 24 anos como juiz para o Condado de Swain. Entre suas funções de juiz ele realizava casamentos no fórum. Como a união de pessoas do mesmo sexo vai contra sua fé, decidiu abandonar a função. Breedlove avisou que seu desejo era deixar um exemplo que pudesse incentivar outros magistrados a se posicionar.

No dia seguinte, John Kallam Jr., juiz do condado de Rockingham, também apresentou sua renúncia, citando que isso era contra sua fé. Kallam afirma que fazer casamentos homossexuais seria “profanar a santa instituição estabelecida por Deus”.

Agora, mais 4 juízes estão renunciando a seus cargos citando a fé cristã como o principal motivo para suas decisões. Os juízes são: Bill Stevenson, do condado de Gaston; Tommy Holand, do condado de Graham; Gayle Myrick, do condado de Union e Jeff Powell, do condado de Jackson.

“Era algo que eu tinha que fazer por causa da minha consciência. Eu senti que realizar uniões legais de pessoas do mesmo sexo seria uma violação dos mandamentos do Senhor e eu não podia fazer isso”, declarou Stevenson à rede WCNC-TV . “O ensinamento bíblico diz do que adianta um homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma? Por isso, resolvi parar”.

Num tom similar, o juiz Myrick ressaltou que o casamento deve ser apenas entre um homem e uma mulher. “Para eu fazer o que o Estado me obrigaria a fazer, sob as penas da lei, precisaria ir contra as minhas convicções. Eu simplesmente não estava disposto a fazer isso. Quero honrar o que a Palavra diz.”

O juiz Powell, que também é pastor da Igreja Wesleyana de Tuckasegee, confirmou que estava deixando o cargo por causa da questão do casamento gay, mas se recusou a dar entrevistas.

Embora sejam apenas seis dentre os 670 magistrados que trabalham para o Estado da Carolina do Norte, há notícias de outros juízes cristãos que embora não tenham se demitido, avisaram que não irão realizar os casamentos do mesmo sexo. De acordo com a nova lei, isso poderia levar à sua demissão.

O senador Phil Berger, juntamente com 27 outros senadores republicanos, pediu ao Escritório Administrativo da Carolina do Norte que proteja o direito dos funcionários do Estado que se recusam a realizar casamentos homossexuais por causa de suas crenças religiosas. Até o momento, não foi divulgada uma resposta oficial.

Fonte - Gospel Prime

domingo, 2 de novembro de 2014

"Sinais de alarme são evidentes" - Outubro/2014

Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos

Acredita-se que mais de cem milhões de cristãos enfrentam perseguições diariamente em todo o mundo por causa da sua fé em Jesus Cristo. Todos os anos, igrejas se reúnem para lembrar disso em novembro. Promovido pela Aliança Evangélica Mundial (AEM), o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida ocorrerá neste domingo (2), embora alguns países optaram por lembrar da data no dia 9.

“Apelamos aos cristãos de todo o mundo que apoiem os irmãos perseguidos, orando por eles e ajudando-os no que for possível, tal como ensina a Escritura”, pede Godfrey Yogarajah, diretor executivo da Comissão para a Liberdade Religiosa da AEM.

Nos últimos meses, o mundo vem testemunhando milhares de cristãos no Iraque e na Síria serem perseguidos e mortos. Muitos foram crucificados ou decapitados. Os que sobreviveram foram obrigados a fugir. Mas a perseguição não se restringe ao Oriente Médio. Em pelo menos 80 nações há registros de algum tipo de perseguição.

O tema deste ano é “Não Fique em Silêncio”. O Dr. Geoff Tunnicliffe, secretário-geral da AEM lembra que é importante todos se unirem no clamor “Pois, se um membro sofre, todos os outros sofrem, 1 Coríntios 12:26.”

A organização do evento acredita que mais de meio milhão de igrejas se juntarão para intercessão no dia Internacional de oração pela Igreja Perseguida. No início de 2014 foi divulgado uma triste estatística: o número de cristãos mortos por causa de sua fé dobrou em 2013, se comparado com o ano anterior.

A expectativa é que os números deste ano sejam maiores ainda. Os grupos muçulmanos radicais são as principais fontes de martírio em pelo menos metade dos países com registros de perseguição.

Teólogo critica silêncio

Mesmo com essa iniciativa, o encontro “Em Defesa dos Cristãos”, realizado recentemente foi marcado por declarações fortes sobre a atitude da maioria das igrejas. Eric Metaxas, teólogo e escritor, criticou o silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos no Oriente Médio. Ele comparou a atitude da maior parte das lideranças cristãs com o silêncio dos cristãos no tempo da Alemanha nazista.

Metaxas escreveu uma biografia de Dietrich Bonhoeffer, influente pastor e teólogo que sempre criticou a perseguição aos judeus e morreu nas mãos dos nazistas. Eric lembrou uma frase de Bonhoeffer: “O silêncio diante do mal é o próprio mal”.

“Se você não falar nada quando há perseguição aos cristãos… se você se cala, está fazendo parte desse mal. Quando os cristãos mantêm suas bocas fechadas, como temos feito normalmente enquanto ocorre essa terrível perseguição no mundo todo, Deus não nos vê como inocentes”, enfatizou.

Fonte - Gospel Prime

Alemanha 'aceitaria saída de britânicos' da União Europeia

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse em entrevista que preferiria a saída da Grã-Bretanha da União Europeia do que comprometer o princípio da livre movimentação de trabalhadores dentro do bloco.

A afirmação foi feita em entrevista à revista alemã Der Spiegel.

Segundo a revista, esta é a primeira vez que Merkel reconheceu a possibilidade da saída dos britânicos do bloco.

Até o momento, o governo britânico não comentou a entrevista da chanceler alemã.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, quer renegociar os termos para que a Grã-Bretanha continue sendo um país membro do bloco antes de realizar um referendo a respeito no país.

O primeiro-ministro afirma que a liberdade de movimento estaria "no centro da minha estratégia de renegociação para a Europa".

Mas, de acordo com a Der Spiegel, Merkel teria dito que vai retirar o apoio à continuidade da Grã-Bretanha como membro da União Europeia se os britânicos continuarem pressionando por reformas nas leis de imigração dentro do bloco.

Segundo o jornal britânico The Sunday Times, a Alemanha já rejeitou uma proposta para impor cotas para a entrada de imigrantes com baixa qualificação no país.

A Der Spiegel relatou que Cameron, por sua vez, está analisando um plano para esticar as regras da União Europeia "até o limite" para conseguir proibir a entrada de imigrantes que não tenham emprego no país e deportar aqueles que não conseguem se sustentar depois de três meses na Grã-Bretanha.

No domingo, o parlamentar conservador e ex-ministro da Justiça britânico Kenneth Clarke, defendeu a política de imigração da União Europeia.

"Se você quer ter um mercado único razoável, se queremos competir com os americanos, os chineses e assim por diante, no mundo moderno, precisamos da livre movimentação de trabalhadores", disse Clarke à BBC.

Um porta-voz do governo britânico respondeu que "o primeiro-ministro fará o que é certo para a Grã-Bretanha, como ele já deixou claro várias vezes".

Fonte - BBC

Nota DDP: Daniel 2 continua ecoando no tempo: "não voltarão a se unir".

Dano causado por aquecimento global pode ser 'irreversível', diz IPCC

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês) divulgou neste domingo em Copenhague, na Dinamarca, o mais recente relatório sobre mudança climática e alertou que os danos causados por estas mudanças poderão ser irreversíveis, mas ainda há formas de evitá-los.

O relatório foi publicado depois de uma semana de debates intensos entre cientistas e autoridades de governos de todo o mundo.

"A influência humana no sistema climático é clara, quanto mais perturbamos nosso clima, mais riscos temos de impactos graves, amplos e irreversíveis", disse o diretor do IPCC, Rajendra Pachauri.

E, de acordo com Pachauri, o mundo todo será afetado por estes danos.

"Quero destacar o fato de que a mudança climática não deixará nenhuma parte do mundo intocada pelos impactos que estamos vendo diante de nossos olhos e que, obviamente, terão uma relevância crescente no futuro."

O diretor do IPCC afirmou que "agora a comunidade científica se pronunciou" e está "passando o bastão para os políticos, para a comunidade que toma as decisões". No entanto, Pachauri afirmou que ainda há esperança, pois "felizmente nós temos os meios para limitar a mudança climática e construir um futuro mais próspero e sustentável".

Segundo o documento, o uso sem restrições de combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás), deve ser suspenso até o ano de 2100 se o mundo quiser evitar uma mudança climática perigosa.

O relatório também sugere que o uso dos combustíveis renováveis deverá subir da atual fatia de 30% para 80% do setor de energia até 2050.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também comentou os pontos principais do relatório.

"Primeiro: a influência humana no sistema climático é clara e crescente. Segundo: temos que agir rapidamente e de forma decisiva se quisermos evitar resultados cada vez mais perturbadores. Terceiro: temos os meios para limitar a mudança climática e construir um futuro melhor."

"Há um mito de que a ação para o clima custa muito, mas a falta de ação vai custar muito mais", disse Ban Ki-moon.

"O relatório mostra que o mundo está muito mal preparado para os riscos das mudanças no clima, especialmente os pobres e mais vulneráveis, que contribuíram menos para este problema", acrescentou.

'Novo modelo'

Rajendra Pachauri afirmou que este último relatório é a mais forte e detalhada declaração a respeito da escala do problema da mudança climática e das soluções para isto.

"Este relatório realmente estabelece um novo modelo em avaliação científica. Por um lado, o relatório traz todos os elementos do quebra-cabeça que constitui os vários aspectos da mudança climática, desde a base científica subjacente dos impactos, adaptação e vulnerabilidade e os tipos de opções de abrandamento que temos disponíveis."

Pachauri destacou o fato de o relatório ter envolvido mais de 800 autores diretamente e milhares de outros revisores que analisaram cerca de 30 mil publicações para a elaboração do documento.

"Não podemos queimar todos os combustíveis fósseis que temos sem lidar com o resíduo resultante, que é o CO2, e sem despejar isto na atmosfera. Se não conseguirmos desenvolver (um sistema de) captura de carbono, teremos que parar de usar combustíveis fósseis se quisermos parar a perigosa mudança climática", disse Myles Allen, professor da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, e um dos membros do IPCC que participou da elaboração do documento.

Para David Shukman, editor de ciência da BBC, este relatório "mostra as opções de uma forma mais direta do que nunca".

"O IPCC tentou tornar (o relatório) mais aceitável afirmando que os combustíveis fósseis podem continuar sendo usados se as emissões de carbono forem capturadas e guardadas. Mas, até agora o mundo apenas tem uma usina operante comercialmente deste tipo, no Canadá, e o progresso no desenvolvimento da tecnologia é muito mais lento do que muitos esperavam", disse.

Shukman afirma que a conclusão do relatório, de que não podemos continuar queimando estes combustíveis como sempre fizemos e que a queima destes combustíveis deve ser suspensa até o fim do século, apresenta aos governos do mundo uma escolha difícil.

O secretário de Estado americano, John Kerry, descreveu o documento do IPCC como "mais um canário na mina de carvão".

"Aqueles que escolhem ignorar ou questionar o que a ciência mostrou tão claramente neste relatório, o fazem colocando em grande risco todos nós, nossos filhos e netos", afirmou Kerry em uma declaração.

Ativistas aprovaram a linguagem clara do documento.

"O que eles disseram é que temos que chegar à emissão zero e isto é novo", disse Samantha Smith, do organização World Wildlife Fund.

"A segunda coisa (destacada pelo relatório) é que (a solução) é acessível, não vai incapacitar as economias", acrescentou.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Religião ganha espaço na política americana

Cada vez mais americanos querem que suas igrejas se envolvam em política

“Igrejas têm uma quantidade incrível de poder e uma quantidade enorme de dinheiro,” reclama David Silverman do grupo Ateus Americanos. Ele defende que o IRS, a receita federal americana, faça mais cobranças de igrejas que se envolvem com política. Sob a lei do país, igrejas que explicitamente mostram apoio ou oposição a um candidato político podem perder seu direito a insenção de impostos. No entanto, diz Silverman, o IRS muitas vezes não tem coragem de efetivar essa cobrança.

Poucos americanos têm as mesmas prioridades que Silverman. De acordo com o Centro de Pesquisas Pew quase três quartos afirmam que a influência religiosa na vida dos americanos vem diminuindo. E mais da metade desse grupo considera isso algo ruim – incluindo os 30% destes que não têm nenhuma afiliação religiosa. Um terço dos não afiliados ainda preferem que políticos sigam uma determinada fé. É um pensamento reconfortante em tempos de crise, acredita Michael Cromartie, do Centro de Ética e Políticas Públicas.

No Mississippi, o estado com a maior proporção de habitantes que vão à igreja regularmente, o senador Thad Cochran, do Partido Republicano, concorre nas eleições contra o deputado democrata Travis Childers. Ambos são membros da Igreja Batista do Sul, mas Childers é o único que precisa lembrar seu público desse fato. “Eu confio em Deus,” ele dizia à multidão reunida em um restaurante de peixe em Tupelo, antes de começar a questionar uma proposta de lei feita este ano para se acrescentar a frase “Em Deus Confiamos” ao selo do estado.

Em contraste, em Oregon, um estado menos religioso, é a candidata republicana que tem que fugir da reputação do seu partido nas eleições para o Senado. Monica Wehby, uma neurocirurgiã, está tentando tomar o lugar do senador Jeff Merkley, do Partido Democrata. Apesar de ser católica e “pessoalmente contra o aborto”, ela afirma que o governo federal não deve tomar decisões relacionadas a questões como aborto e casamento gay, deixando essas decisões para os governos estaduais. Ela deixa claro que é “orientada por dados”. O trabalho de senadora se parece com neurocirurgia, ela diz: “Você não pode se deixar levar por emoções.” Quando a perguntam se sua religião afeta sua campanha, ela muda de assunto.

A tarefa de Merkley é mais fácil. Convencer os cidadãos de Oregon a votar no partido mais laico é, digamos, como ensinar o padre a rezar missa. Em julho, ele apoiou um projeto de lei para reverter os efeitos da decisão da Suprema Corte chamada de “Hobby Lobby”, que diz que governos não podem forçar empresas privadas de capital fechado a pagar por contraceptivos para os seus empregados se isso vai contra a religião dos donos da empresa. O projeto foi recusado, mas os democratas acreditam que vai ser uma ajuda nas urnas, pois combina com suas acusações aos republicanos, de fanáticos religiosos em “guerra contra as mulheres”. “Monica Wehby Permitiria que Patrões Negassem Acesso a Contraceptivos”, alardeia a página virtual de Merkley, que lidera as pesquisas por 14 pontos.

Fonte - Opinião e Notícia

Britânicos acreditam mais em aliens e fantasmas que em Deus

Uma pesquisa realizada no Reino Unido mostra que os britânicos acreditam mais em aliens e fantasmas do que em Deus. O estudo foi realizado pelo grupo Ripley’s Believe It or Not! e divulgado no site i100.independent.co.uk comprovando que a crença em Deus é cada vez menor.

Dos 1.500 adultos entrevistados, 55% acreditam em vida extraterrestre, 51% acreditam em aliens e apenas 25% acreditam em Deus.

De acordo com o portal Terra o grupo também ouviu 500 crianças e percebeu que poucas delas acreditam em Deus. Foram 64% dos pequenos que responderam acreditar em aliens, 64% também acreditam em fantasmas e apenas 33% acreditam em Deus.

A Europa vive um período de secularização, a descrença em Deus, o número de ateus e agnósticos no Reino Unido é de 39% da população, no Censo divulgado em 2011 59,3% dos britânicos se afirmavam como cristãos, um número que está cada vez menor.

Esta semana uma segunda pesquisa feita pela YouGov mostra que até mesmo os sacerdotes anglicanos estão descrentes, o estudo mostrou que um a cada 50 sacerdotes acreditam que Deus é uma construção humana e outros 16% afirmam não ter clareza sobre o que pensam a respeito de Deus.


Paulo, em sua segunda carta aos tessalonicenses, indica a operação especial de Satanás pelo espiritismo, como um acontecimento a ocorrer imediatamente antes do segundo advento de Cristo. Falando da segunda vinda de Cristo, declara que ela é precedida pela "eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira". II Tess. 2:9. - PP, 735. 

Vaticano: Papa diz que «amor» é mais importante do que «apego à lei»

Francisco alertou para o perigo do exibicionismo e da hipocrisia

Cidade do Vaticano, 31 out 2014 (Ecclesia) - O Papa Francisco disse hoje no Vaticano que os católicos devem ter uma atitude de “amor” em vez de “apego à lei”, na sua relação com os outros.

“O caminho para ser fiel à lei, sem descurar a justiça, sem descurar o amor, é o caminho do amor para a integridade, do amor para o discernimento, do amor para a lei”, declarou, na homilia da Missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta.

Francisco sublinhou que este foi o caminho ensinado por Jesus, “totalmente oposto ao dos doutores da lei”, no seu tempo.

“Este caminho do amor para a justiça leva a Deus. Pelo contrário, a outra estrada, a de ser apegados apenas à lei, à letra da lei, leva a fechar-se, ao egoísmo”, advertiu.

O Papa sublinhou que a “soberba” de quem se sente justo e santo leva a um culto da aparência, em vez de uma verdadeira fé.

“Que este exemplo de proximidade de Jesus, do amor pela plenitude da lei, nos ajude a nunca cair na hipocrisia. É tão feio, um cristão hipócrita, tão feio. Que o Senhor nos livre disto”, concluiu.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Há sempre uma conotação vestida de piedade, mas negando-a, nesse tipo de dicotomia indevidamente alçada entre a lei e o amor. O discurso é bastante óbvio no sentido de que o cumprimento da lei efetivamente é derivado do amor, atacando o que se julga como 'exibicionismo e hipocrisia', no caso. Mas quem julga essa intenção, o papa?

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Número de pessoas mortas pelo vírus ebola se aproxima de 5 mil, afirma OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quarta-feira (30) que o número de vítimas do vírus do ebola desde o início da epidemia, em março de 2014, é de 4.922 pessoas, conforme dados revelados no último levantamento.

A OMS afirmou ter tentado atualizar seus dados depois que exames laboratoriais descartaram muitos diagnósticos falsos --mortes "prováveis" e "suspeitas" que na verdade não foram causadas pelo ebola. Além disso, o relatório revela que a epidemia afetou 521 profissionais da saúde, dos quais 272 morreram.

A entidade sanitária da ONU informou que o total de infectados já chegou a 13.703 desde o início da epidemia. Desse número, 13.676 estão na Libéria, Serra Leoa e Guiné, os três países onde a doença circula de maneira intensa e onde se concentram os esforços internacionais para controlar a contaminação.

Separando por cada país, a organização mundial indicou que 6.535 casos são registrados na Libéria, 5.235 em Serra Leoa e 1.906 na Guiné.

Fonte - UOL

Papa Francisco recebe o Presidente do Parlamento Europeu no Vaticano

VATICANO, 30 Out. 14 / 01:30 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco recebeu na manhã de hoje no Palácio Apostólico do Vaticano o Presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, a quem devolverá a visita no próximo dia 25 de novembro no Parlamento Europeu em Estrasburgo (França), onde o Pontífice pronunciará um discurso em uma sessão solene.

Eles tiveram uma reunião de 40 minutos de duração assistidos por dois tradutores. Schulz chegou ao Vaticano acompanhado por uma delegação de cinco pessoas, e recebeu do Pontífice um Terço e uma Medalha.

Não é a primeira vez que Schulz se encontra com o Sumo Pontífice, o parlamentar socialdemocrata visitou o papa Francisco no Vaticano em 11 de outubro de 2013, ocasião que aproveitou para pessoalmente convida-lo a visitar o Parlamento Europeu.

Por ocasião daquela visita, o parlamentar explicou à Rádio Vaticano que convidou o Papa Francisco ao Parlamento porque “hoje vivemos em um mundo globalizado no qual a União Europeia deve desempenhar um papel de estímulo para conseguir maior justiça e cooperação, e ser um instrumento para a criação de um mundo mais justo e equitativo”.

A Santa Sé e o Papa têm um enorme impacto no debate global sobre as mudanças que necessitamos. Por isso, um homem com tal impacto e importância deve tomar a palavra naquele contexto no qual se discute o papel da Europa no mundo. Esta é a razão pela qual procurei convencê-lo para que se dirija ao Parlamento Europeu”, acrescentou.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Turquia: Papa abraçou o «irmão» Bartolomeu I

Francisco pediu ao patriarca ortodoxo que o abençoasse a si e à «Igreja de Roma»

Istambul, Turquia, 29 nov 2014 (Ecclesia) – O Papa Francisco encontrou-se hoje com o patriarca de Constantinopla (Igreja Ortodoxa), Bartolomeu I, para uma oração ecuménica em Istambul que encerrou o segundo dia da viagem pontifícia à Turquia.

“[André e Pedro] Eram irmãos de sangue, mas o encontro com Cristo transformou-os em irmãos na fé e na caridade. E nesta noite jubilosa, nesta oração de vigília, quero sobretudo dizer: irmãos na esperança”, disse, durante a cerimónia na igreja de São Jorge, sede do Patriarcado Ecuménico.

O Papa foi acolhido ao som dos sinos do templo e uniu-se a Bartolomeu na oração pela unidade das duas Igrejas, recitando o Pai-nosso e abençoando a assembleia.

“Que grande graça – e que grande responsabilidade – poder caminhar juntos nesta esperança, sustentados pela intercessão dos Santos irmãos Apóstolos André e Pedro! E saber que esta esperança comum não desilude”, referiu o pontífice argentino.

O Papa, bispo de Roma, é o sucessor de Pedro; Santo André é o patrono do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla, sediado no antigo bairro grego de Istambul, o Fanar.

“Venerado e querido Irmão Bartolomeu, ao mesmo tempo que lhe exprimo o meu sincero «obrigado» pelo seu acolhimento fraterno, sinto que a nossa alegria é maior porque a fonte está mais além, não está em nós”, afirmou Francisco.

O Papa agradeceu a Deus pela oportunidade de rezar com Bartolomeu na véspera da festa de Santo André, pedindo “ a paz e a alegria que o mundo não pode dar, mas que o Senhor Jesus prometeu aos seus discípulos e lha deu como Ressuscitado, no poder do Espírito Santo”.

Depois de Bento XVI, em 2006, Francisco acedeu ao convite de celebrar na Turquia esta festa, na qual habitualmente o Papa se faz representar por uma delegação.

Ortodoxos e católicos encontram-se divididos desde o Cisma do Oriente, em 1054, data em que trocaram excomunhões o Papa Leão IX e o patriarca de Constantinopla Miguel Cerulario; as excomunhões foram levantadas em 1965, mas ortodoxos e católicos não recuperaram ainda a unidade plena.

Bartolomeu, que foi ao Vaticano para a cerimónia de início de pontificado de Francisco, um gesto inédito desde o Cisma, assinalou que o Papa “preside na caridade” e elogiou a vontade do atual bispo de Roma de manter um diálogo “fraterno e estável” com a Igreja Ortodoxa, “visando a restauração da plena comunhão”.

Nesse sentido, o patriarca disse que esta visita é “um acontecimento histórico recheado de sinais para o futuro”.

Simbolicamente, o Papa pediu a Bartolomeu que o abençoasse a si e à “Igreja de Roma”.

Bartolomeu I é o 269.º sucessor de Santo André e ‘primus inter pares’ dos patriarcas ortodoxos, tendo ajudado a consolidar, ao longo dos últimos anos, o diálogo com a Igreja Católica.

Esta é a quarta deslocação de um Papa à Turquia, depois de Paulo VI (1967), João Paulo II (1979) e Bento XVI (2006).

Francisco e Bartolomeu estiveram junto em maio deste ano, durante a viagem do Papa à Terra Santa, assinando em Jerusalém uma declaração conjunta na qual assumem compromissos comuns em causas sociais e no diálogo entre religiões.

Apesar dos avanços verificados nas últimas décadas, persistem desentendimentos sobre o estatuto das Igrejas Católicas do Oriente, chamadas “uniatas” pelos ortodoxos; internamente, Bartolomeu enfrenta discussões relativas ao papel do primado de honra da sede de Constantinopla.

Francisco vai regressar ao Fanar este domingo, após ter celebrado uma Missa em privado, para aa Divina Liturgia na igreja patriarcal de São Jorge (09h30, menos duas em Lisboa), assinalando o dia de Santo André; dado que não existe comunhão eucarística entre as duas Igrejas, o pontífice argentino não concelebrará durante a Liturgia, permanecendo numa posição de honra.

No final, o Papa e Bartolomeu vão dirigir-se aos participantes, abençoando-os, antes da assinatura de uma nova declaração comum.

Às 16h45 locais, Francisco vai despedir-se da Turquia após três dias de viagem, no Aeroporto Atatürk de Istambul, estando a chegada ao Aeroporto de Roma-Ciampino prevista para as 18h40 italianas (menos uma em Lisboa).

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Papa afirma que Teoria da Evolução e Big Bang são verdadeiras

Para o pontífice, a evolução da natureza não é incompatível com a noção de criação

O Papa Francisco afirmou, em discurso na Pontifícia Academia de Ciências na segunda-feira, que a Teoria da Evolução e o Big Bang são reais. Francisco criticou quem interpreta a Bíblia achando que Deus agiu como "um mago, com uma varinha mágica capaz de criar todas as coisas". As informações são do jornal O Globo.

– A evolução da natureza não é incompatível com a noção de criação, pois exige a criação de seres que evoluem – explicou o pontífice na inauguração de um busto de bronze em homenagem ao Papa Emérito Bento XVI.

O papa ainda acrescentou que a criação do mundo "não é obra do caos, mas deriva de um princípio supremo que cria por amor" e criticou as pessoas que leem o livro do Gênesis, sobre como foi a origem do mundo, e pensam que Deus tenha agido como um mago.

– Mas não é assim – explica.

De acordo com Francisco, o homem foi criado com uma característica especial – a liberdade – e recebe a incumbência de proteger a criação, mas quando a liberdade se torna autonomia, destrói a criação e homem assume o lugar do criador.

– Ao cientista, portanto, sobretudo ao cientista cristão, corresponde a atitude de interrogar-se sobre o futuro da humanidade e da Terra; de construir um mundo humano para todas as pessoas e não para um grupo ou uma classe de privilegiados – concluiu o pontífice.

Fonte - Zero Hora

Nota DDP: Nenhuma surpresa sobre a posição do papa, que já é sabida, mas atenção deve ser dada à crítica explícita aos que fazem leitura literal do Gênesis. O resultado é sabido.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Líder muçulmano anuncia: “Jesus Cristo está de novo entre nós”

O estudioso de profecias e autor Joel Richardson tem chamado atenção nos últimos anos por emitir sucessivos alertas sobre os “sinais dos tempos” nos tempos do fim. Seu mais novo documentário, chamado “Testemunha do Fim dos Tempos” traz entrevistas com diferentes pessoas, falando sobre o assunto.

Sem dúvida, a mais intrigante é com Adnan Oktar, que comando um popular programa de TV na Turquia e já escreveu mais de 300 livros sobre o Islã. Oktar vem falando abertamente na Turquia sobre o messias muçulmano, chamado de Mahdi, que em breve se revelará ao mundo. Porém, ele avisa que antes disso, ocorrerá o retorno de Jesus, que os muçulmanos chamam de “profeta Isa”.

Jesus teria como função ajudar o Mahdi em sua missão de converter o mundo todo ao Islã. Sua aparição seria para revelar que ele não é o filho de Deus, tampouco foi crucificado ou ressuscitou dos mortos. Ele contaria que, na verdade, é um seguidor do islamismo. Para provar sua condição, fará muitos milagres.

Segundo Oktar, Jesus será muito persuasivo e mostrará que comanda os “jinnis”, os quais os muçulmanos consideram seres espirituais poderosos. Quando o mundo estiver pronto, terá início o governo de sete anos do Mahdi na Terra.

Sendo um muçulmano sunita, tudo que Oktar está dizendo faz parte de uma tradição de centenas de anos e que é defendida até mesmo por influentes líderes xiitas. O aspecto que mais chama atenção é o fato de o Mahdi e Jesus já estarem no planeta Terra. É apenas uma questão de tempo até que se revelem.

A tradição islâmica aponta que o Mahdi apareceria em entre os anos 1400 e 1500 no calendário islâmico. Os muçulmanos afirmam que estamos no ano 1435.

Richardson mostra em seu documentário que as palavras de Oktar são respeitadas não só na Turquia. Graças à sua popularidade e grande audiência do seu programa que é transmitido por vários canais para o mundo árabe em toda a Ásia Central, em partes da Rússia e do Leste Europeu. Além disso, afirma ter uma relação próxima com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan.

Para o estudioso cristão, esse anúncio sobre o Mahdi e o “Jesus muçulmano” casa perfeitamente com a descrição bíblica do Anticristo e do falso profeta, que surgirão nos últimos dias e, segundo a Bíblia, “enganarão a muitos.”

Quando se analisa pelo aspecto político, é bom lembrar que a Turquia, embora seja aliada da OTAN e tenha pedido para fazer parte da União Europeia, foi a sede durante centenas de anos do antigo Império Otomano.

Existem sérias denúncias que é o país que mais compra petróleo do Estado Islâmico, organização terrorista que proclamou o ressurgimento do califado, o que na prática seria a retomada do Império Otomano.

De fato, a Turquia já surge como a potência dominante no Oriente Médio e está se posicionando para um confronto com outros poderes, especialmente o Irã e o Egito. Ainda que afirme ser aliada dos Estados Unidos, para Richardson está claro que o governo turco é o maior incentivador do Estado Islâmico, fornecendo armas para que combatam os curdos, seus inimigos históricos, e estabeleçam as bases para uma futura invasão a Israel.

O autor do documentário não tem dúvidas que esses acontecimentos muito em breve afetarão a situação do Oriente Médio e de todo o mundo islâmico. Para ele, é o anúncio que a versão muçulmana do Apocalipse está em pleno curso. De modo especial por que, desde 2012 uma narrativa muito similar começou a ser defendida no Irã como justificativa do desenvolvimento de uma bomba atômica e suas ameaças a Israel.

Pesquisas recentes mostram que mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planeta esperam que o Mahdi venha logo. Para a maioria deles, o Mahdi será o último imã profeta islâmico, que virá governar o mundo e derrotar os inimigos dos que servem a Alá. Com informações de WND

Assista um trecho do programa deste ano na TV turca onde se anuncia a vinda de Jesus e do Mahdi:


Fonte - Gospel Prime

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Pastores podem ser presos por se recusarem a realizar casamento gay

Quando os homossexuais começaram a receber permissão do governo para se casarem, afirmavam que era o suficiente. Muitos dos líderes desse movimento nos EUA diziam que a cerimônia religiosa não era importante. Pouco a pouco algumas denominações foram cedendo e começaram a realizar casamentos gays.

Agora, a batalha judicial alcançou outro nível nos Estados Unidos. Nas últimas semanas, começou a ser escrito um novo e triste capítulo. Em Houston, Texas, cinco pastores foram intimados pela prefeitura a entregarem seus sermões para uma avaliação, após denúncias de que os pastores estavam pregando “homofobia”.

A prefeita da cidade é homossexual e disse que eles precisam seguir a leis que proíbem a discriminação.

Na pequena Coeur d’Alene, Estado de Idaho, Donald e Evelyn Knapp, um casal de pastores estão sendo processados por se recusar a realizar cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se condenados, eles podem pegar seis meses de prisão e pagar multas de até US$ 1.000.

A justificativa das autoridades locais é a violação das leis de “não discriminação”. O caso chegou a um Tribunal Federal e pode ser um marco na batalha entre ativistas pró-LGBT e organizações cristãs que defendem a família tradicional.

Uma delas é a Aliança pela Defesa da Liberdade, cujos advogados estão defendendo os pastores nos dois Estados. O advogado Jeremy Tedesco, que atua no caso do Idaho afirmou que “o governo não deve forçar ministros a agir contra a sua fé, fazendo ameaças de prisão e aplicando multas”.

Tony Perkins, presidente da Family Research Council, que tem dado apoio no caso, afirmou que “está aberta a temporada de caça aos cristãos que se recusam a ceder à redefinição de casamento imposta pelo governo”. No início do ano, uma confeitaria pertencente a um evangélico foi processada após se recusar a fazer um bolo para um casamento gay no Estado do Colorado.

Desde 2013, Coeur d’Alene possui leis que proíbem a discriminação com base na orientação sexual. O procurador da cidade, Warren Wilson, afirmou à imprensa que a igreja é um “local público e está sujeito ao decreto”. Alertou ainda que todos os pastores que atuam na cidade, caso sejam denunciados, serão obrigados a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo.

Como o reconhecimento da legalidade do casamento gay ocorreu este mês no Idaho, o caso tem recebido muita atenção da mídia. Apenas dois dias após ser oficializado, um homem ligou pra Donald Knapp, querendo marcar seu casamento na capela onde o casal ministra há 25 anos. Com a recusa, uma denúncia foi feita e desde então as autoridades municipais se envolveram no caso.

Fonte - Gospel Prime


Benedict Cumberbatch disse que combateria os extremistas "até a morte" para defender o direito de cada um expressar sua sexualidade.
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