Tenho recebido alguns e-mails solicitando-me que relatasse um pouco da minha história como pastor da IURD (Igreja Universal do Reino de Deus), e também pedindo explicação de como uma pessoa agindo de maneira sincera poderia ser usado por Satanás para enganar outras.
Resolvi então postar esta narrativa de minha história na IURD e como entendi, verdadeiramente, que os milagres que lá eram realizados através de mim não eram realizados por Deus.
Milagres e demonstração de exorcismo em minhas reuniões (como eram chamado os cultos) eram freqüentes, de antemão quero afirmar que jamais paguei alguém para fingir ser curado ou está possuído por um espírito imundo. Histórias de pessoas que dizem que foram pagas para fingir são comuns, porém este fato não é uma regra, mas sim uma exceção, pois embora possa haver pastores que com o desejo de crescer e alcançar maiores níveis dentro da denominação possa contratar pessoas para fingir e assim ganharem destaque, estes são a minoria. Os pastores em sua maioria são sinceros, estão crendo piamente que são instrumentos de Deus, assim como eu acreditava ser, pois convive com muitos deles e posso afirma isto, o fato de existir pastores corruptos, não caracteriza que todos os são. Havemos de convir que se todos os milagres que acontecem, não só na Universal, mas em muitas outras denominações que estão trilhando o mesmo caminho, fossem falsos isto já teria sido revelado e as igrejas fechadas, porém o que presenciamos é justamente o contrário, cada dia que passa mais igrejas são abertas e mais cheias elas estão ficando.
Os milagres em minhas reuniões aconteciam de forma inesperada, um dos primeiros e mais significativos que me lembro foi de uma criança que tinha nove anos de idade. Estava eu pregando quando contemplei a cena do pai entrando na igreja carregando seu filho, a cena chamou atenção de toda a igreja, havia cerca de 200 pessoas presentes, era uma reunião de sábado a noite, sempre costuma comparecer poucos membros no sábado à noite e a igreja estava com muitos bancos vazios. O pai sentou o filho no primeiro banco, logo em frente ao altar, o rosto do pai mostrava ansiedade e cansaço, a criança estava com uma fisionomia triste, pude perceber que era a primeira vez que compareciam à uma reunião, pois estavam assustados. Eu então parei o sermão e perguntei ao pai o que havia acontecido com a criança, ele contou-me que fazia cinco anos que o filho não andava, pois havia ficado com as pernas paralíticas desde quatro anos de idade, ele já havia levado a vários médicos e sempre diziam que o problema era irreversível, que estava trazendo à igreja por que disseram para ele que aqui ele poderia alcançar a cura do filho. Eu perguntei se ele possuía fé para que seu filho fosse curado naquele instante, ele respondeu que sim, por isso o estava trazendo, então eu olhei para o garoto e perguntei se ele queria voltar a andar, ele balançou com a cabeça dizendo que sim, perguntei se acreditava que Deus poderia curá-lo, ele disse que acreditava, então disse: o que está esperando? Ande! - Eu disse – venha até aqui, você não crer que Deus pode, então venha! – continuei. De repente a criança começou a mexer com as pernas e o pai começou a derramar lágrimas. Como se alguém o ajudasse, ele começou a se levantar e veio meio que arrastando as pernas até onde eu estava e declarei que estava curado, o pai chorava e abraçava o filho. Esta cena ficou clara em minha mente até hoje.
Depois do acontecido comecei a me empolgar com os milagres e já brincava com eles. As pessoas vinham com alguma dor e eu as tirava com a mão, simplesmente passava a mão sobre o local da dor e depois colocava de volta na pessoa, ficava fazendo isso para que os presentes pudessem se impressionar, mas depois tirava a dor por completo da pessoa. Da mesma forma eu fazia com os espíritos imundos que manifestavam. Achava-me o máximo, cheio de poder. Minha família que quase sempre assistia às reuniões ficava maravilhada.
Um dia cometi algo que ofendeu a Deus, eu pequei, pequei gravemente contra Deus, então fiquei com medo de que os milagres não acontecessem mais, mas eles continuavam a acontecer, então eu me perguntei como poderia isso ocorrer, se minha vida não estava em plena comunhão com Deus. Atos 5:32 diz que “...o Espírito Santo, que Deus concedeu àqueles que lhe obedecem.” Como poderia realizar milagres se eu não estava obedecendo a Deus? Esta pergunta ficou sem resposta durante muito tempo em minha mente. Eu busquei o perdão de Deus e me arrependi profundamente, mas a pergunta continuava sem resposta.
Um dia eu sentir um desejo de abandonar o ministério, sem nada ter me influenciado diretamente, mas em meu íntimo havia ainda o desejo de continuar na Universal, porém Deus tinha outros planos. Neste link você saberá como conheci a Mensagem Adventista e terá acesso ao meu testemunho que foi publicado no site Minuto Profético. Procure a postagem com o tema Mensagem do Grande Alcança Pastor da Universal.
Depois de minha conversão na Igreja Adventista comecei a estudar sobre os milagres que lá acontecem, então quero convidar você amigo a meditar comigo nos seguintes tópicos:
1. O fato de acontecer milagres em uma determinada igreja prova que esta igreja é de Deus?
Mateus 24:24 – “porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos”
O texto é claro quanto ao aparecimento de pessoas que se julgaria usadas por Deus, mas que o mesmo Deus os qualifica de falsos profetas, e que os mesmos enganariam, se possível, até os eleitos, isso significa dizer que o engano é muito grande, e as pessoas que não buscarem o conhecimento da Verdade serão enganadas, sendo elas sinceras ou não.
II Tessalonicenses 2: 9-12 – “a esse iníquo cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás com todo o poder e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos. E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira; para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na injustiça”.
Este texto nos diz que Deus permite Satanás agir desta forma, utilizando milagres e sinais, para enganar as pessoas que não buscaram o conhecimento verdade, e mesmo chegando a conhecer a verdade de alguma forma, não deram crédito.
Milagres não são prova da presença de Deus em uma igreja.
Se você deseja saber o que realmente está acontecendo no mundo evangélico eu lhe proponho que ouça as palestras de Daniel Spencer.
2. Então o que identifica uma igreja com sendo de Deus?
João 16:13 – “Quando vier, porém, aquele, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras”.
A presença do Espírito de Deus em uma Igreja é caracterizada pela pregação da verdade presente, de uma verdade onde o Pastor Luís Gonçalves bem definiu quando falou sobre as colunas da verdade.
1. Jeremias 10:10 – “Mas o Senhor é o verdadeiro Deus; ele é o Deus vivo e o Rei eterno, ao seu furor estremece a terra, e as nações não podem suportar a sua indignação”
Primeira Verdade – Deus
2. João 14:6 – “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”.
Segunda Verdade – Jesus
3. I João 5:7 – “E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade.”
Terceira Verdade – O Espírito Santo
4. João 17:17 – “Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade”.
Quarta Verdade – A Palavra de Deus – a Bíblia
5. Salmos 119:151 – “Tu estás perto, Senhor, e todos os teus mandamentos são verdade”.
Quinta Verdade – Os mandamentos – A Lei de Deus
Estas são as verdades que uma igreja deve pregar para que possa ser dirigida por Deus, caso contrário, está sendo contra a Verdade.
Outra característica da Igreja Verdadeira:
Apocalipse 14:12 – “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”.
A Guarda dos Mandamentos de Deus e a Fé em Jesus.
A Lei e a Graça - A lei nos leva ao conhecimento do pecado como disse Paulo (Romanos 7:7) e ao conhecermos nossa real posição, que somos pecadores, então somos necessitados da Graça de Deus manifestada em Cristo Jesus (Romanos 5:21, ). Como disse o salmista “...a justiça e a paz se beijaram” Salmo 85:10.
Vejam que a Lei revela o pecado e Cristo veio para salvar os pecadores, portanto, quando alguém afirma que a Lei de Deus foi abolida então o pecado deixa de existir, e se o pecado não existe, então não sou pecador e se não sou pecador, não preciso de Cristo, você entendeu? Quando alguém declara isto não sabe nem o que está dizendo, pois está colocando por terra todo o sacrifício de Cristo e dizendo que não existe pecado e nem pecadores, indo contra o Paulo disse em Romanos 3:10. (Romanos 7:7-8, I João 3:4, Mateus 5:17-18)
Então uma igreja para ser de Deus deve pregar que Cristo é a solução para o pecado, e que o mesmo Cristo nos capacita para cumprir os dez mandamentos. (Filipenses 1:6, Romanos 7:25). Lembre-se do que o salmista profetizou, pois em Cristo diz ele “...a justiça e a paz se beijaram” Salmo 85:10.
3. As pessoas sinceras poderão ser usadas por Satanás para realização de milagres?
Satanás usa qualquer um que não tem o conhecimento da verdade, o que Deus faz com os sinceros é tentar, de qualquer forma, levá-los a este conhecimento para que possam ser libertos. Como disse Jesus “conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará” João 8:32.
Jesus também diz que muitos que realizam milagres em nome dEle serão enganados até o fim, por que não tiveram o amor pela verdade e ouvirão dEle a dura frase “eu não vos conheço”.
Mateus 7: 21-23 – “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade”.
O texto esclarece sobre o assunto, pois muitos que hoje realizam milagres e não tiveram o amor pela verdade, pois o amor ao ganho e ao lucro, que hoje é a tônica no meio evangélico, ficarão de fora da Cidade Santa que está sendo preparada para aqueles que amam a Deus e amam a verdade.
Fonte - Resta uma Esperança
Nota DDP: As palavras do irmão Robson nos levam a meditar sobre a realidade de que a sinceridade nem sempre nos coloca do lado da verdade. Podemos estar sinceramente enganados, inclusive dentro da IASD, especialmente neste momento em que nos aproximamos do fim, onde o próprio povo de Deus tem dado sinais que apontam para esta realidade, pela forma como temos nos conformado ao mundo, quando fomos chamados para dele sairmos. Assim, importante lembrar as palavras do Pr. Lessa na RA:
"Voltemos para as veredas antigas. Elas não são antiquadas, pois a Palavra de Deus não envelhece. É sempre atual.
Se você é músico ou cantor, volte para as veredas antigas. Se você é pastor ou líder, volte para as veredas antigas. Se você é professor, volte para as veredas antigas. Se você é médico missionário, volte para as veredas antigas! Se você deseja morar no reino eterno, volte para as veredas antigas. Ande de mãos dadas com Jesus por essas veredas de paz."
"Os homens empregarão todos os meios para tornarem menos destacada a diferença entre os adventistas do sétimo dia e os observadores do primeiro dia da semana. Foi-me apresentado um grupo com o nome de adventistas do sétimo dia, o qual estava aconselhando que a bandeira ou sinal que nos torna um povo distinto, não devia ser salientada de maneira tão chocante; pois pretendiam que esse não seria o melhor método para assegurar êxito a nossas instituições. Não estamos, porém, em tempo de arriar nossa bandeira, de nos envergonharmos de nossa fé. Esta distinta bandeira, descrita nas palavras: "Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus" (Apoc. 14:12), deve ser levada através do mundo até ao fim do tempo de graça. Ao passo que devem ser aumentados os esforços para avançarmos nos diferentes lugares, não devemos encobrir nossa fé para assegurar mais alunos. Cumpre que a verdade alcance as almas prestes a perecer; e caso ela seja de algum modo oculta, Deus é desonrado, e sobre nossas vestes se encontrará o sangue das almas." (Conselhos sobre Educação - Ellen G. White - Pág. 130)
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Rússia propõe conselho consultivo da ONU sobre religiões
Serguei Lavrov, ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia propôs que a ONU crie um “conselho consultivo sobre religião a fim de promover no mundo a Aliança de Civilizações”. «Consideramos oportuno estudar a criação de um conselho consultivo de religião no âmbito das actividades da ONU para a promoção da Aliança de Civilizações», ele disse. Há pontos de coincidências de interesses comuns que permitem o diálogo entre os líderes religiosos, ele acrescentou. Portanto, as religiões podem colaborar desde já no que tem em comum.
Os pontos em comum, esse é o grande argumento para que todas as religiões se unam. Um argumento poderoso, de difícil assimilação para igrejas que adoram o verdadeiro DEUS.
Fonte - Cristo Voltará
Os pontos em comum, esse é o grande argumento para que todas as religiões se unam. Um argumento poderoso, de difícil assimilação para igrejas que adoram o verdadeiro DEUS.
Fonte - Cristo Voltará
O mundo e as emissões de gases de efeito estufa
Barack Obama disse na última terça-feira que seu governo representará uma nova fase da liderança norte-americana no combate ao aquecimento global. Novos dados da ONU sobre as emissões de gases de efeito estufa revelaram que ainda é preciso fazer muito a este respeito.
Como parte da Convenção das Nações Unidas sobre Aquecimento Global, cerca de 40 países industrializados (a China e a Índia não fazem parte deste grupo) relatam à ONU suas emissões de gases de efeito estufa. Alguns destes países, principalmente da Europa Central e Oriental, apresentaram grandes reduções de suas emissões de 1990 para 2006, graças em parte ao colapso da indústria pesada.
Já Espanha, Portugal e Irlanda aumentaram significativamente suas emissões de gases de efeito estufa à medida que suas economias se desenvolveram. Austrália, Canadá e EUA também emitiram mais gases responsáveis pelo aquecimento global.
Apesar de um declínio de 5% no total das emissões destes 40 países desde 1990, a tendência atual é de aumento. Desde 2000, as emissões de gases de efeito estufa na antiga União Soviética aumentaram 7,4%, e nos países ricos elas cresceram 2%.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Em outras palavras, os tratados por adesão não têm funcionado e os compulsórios virão a reboque. Puxado por quem? Pelos EUA.
Como parte da Convenção das Nações Unidas sobre Aquecimento Global, cerca de 40 países industrializados (a China e a Índia não fazem parte deste grupo) relatam à ONU suas emissões de gases de efeito estufa. Alguns destes países, principalmente da Europa Central e Oriental, apresentaram grandes reduções de suas emissões de 1990 para 2006, graças em parte ao colapso da indústria pesada.
Já Espanha, Portugal e Irlanda aumentaram significativamente suas emissões de gases de efeito estufa à medida que suas economias se desenvolveram. Austrália, Canadá e EUA também emitiram mais gases responsáveis pelo aquecimento global.
Apesar de um declínio de 5% no total das emissões destes 40 países desde 1990, a tendência atual é de aumento. Desde 2000, as emissões de gases de efeito estufa na antiga União Soviética aumentaram 7,4%, e nos países ricos elas cresceram 2%.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Em outras palavras, os tratados por adesão não têm funcionado e os compulsórios virão a reboque. Puxado por quem? Pelos EUA.
Os polos se aquecem pela ação do homem
Así reza el artículo de "CienciaySociedad.info".
"Un equipo internacional de científicos ha hallado pruebas de que el calentamiento global en los Polos, que pierden cada vez más masa helada, se atribuye directamente a la actividad humana, según un estudio publicado en la última edición de Nature Geoscience. Por primera vez, se ha constatado que existe una “causa humana” en el aumento de las temperaturas tanto en la Antártida como en el el Ártico.
“Por primera vez, somos capaces de atribuir directamente el calentamiento en ambos extremos de la Tierra a la actividad humana” [la negrita es mía], ha indicado Nathan Gillett, de la Universidad inglesa de East Anglia, que ha dirigido el estudio en el que han participado investigadores estadounidenses, británicos y japoneses.
Las temperaturas del Ártico han aumentado bruscamente en los últimos años y la placa de hielo submarina del continente alcanzó en 2007 su nivel más bajo, pero no se tenía aún constancia de tales efectos en el otro continente helado, la Antártida. Según el Panel Intergubernamental sobre Cambio Climático de la ONU, compuesto por 2.500 expertos, el año pasado la huella humana en el clima se detectó en todos los continentes excepto en la Antártida. Con esta nueva investigación, se disipan todas las dudas.
Los investigadores han comparado los niveles máximos de temperaturas y cuatro modelos climáticos y han observado que el calentamiento se produce en las dos regiones polares. El aumento de temperaturas lo atribuyen al incremento de los gases de efecto invernadero, principalmente derivado de la quema de combustibles fósiles, más que de transformaciones naturales.
Según los científicos, las temperaturas han aumentado 2ºC en los últimos cuarenta años en el Ártico. En la Antártida, este proceso es aún más rápido debido a la oscuridad que impera en sus aguas y a la humedad del terreno."
En otra web, madridmas.org se encuentra otra afirmación complementaria:
"Datos obtenidos por satélite han permitido constatar por primera vez y de modo definitivo que la masa total de hielo en el Ártico ha disminuido. Una reducción drástica, en algunos lugares de hasta 49 centímetros en el grosor del hielo, se produjo el pasado invierno, después de varios años de observación que indicaban un espesor constante.
La investigación, realizada por un equipo del University College London, sugiere que esta sustantiva pérdida de agua helada que cubre el Ártico podría significar que se ha alcanzado un «punto de no retorno». Un completo deshielo, situado por algunas proyecciones hacia 2080, podría incluso anticiparse a 2030-2040."
Hay quien pone en duda estas cuestiones, pero conforme pasa el tiempo, sigue siendo la tónica general en muchos informes, este mundo se derrite de modo irreversible.
Fonte - Cuenta Atras
"Un equipo internacional de científicos ha hallado pruebas de que el calentamiento global en los Polos, que pierden cada vez más masa helada, se atribuye directamente a la actividad humana, según un estudio publicado en la última edición de Nature Geoscience. Por primera vez, se ha constatado que existe una “causa humana” en el aumento de las temperaturas tanto en la Antártida como en el el Ártico.
“Por primera vez, somos capaces de atribuir directamente el calentamiento en ambos extremos de la Tierra a la actividad humana” [la negrita es mía], ha indicado Nathan Gillett, de la Universidad inglesa de East Anglia, que ha dirigido el estudio en el que han participado investigadores estadounidenses, británicos y japoneses.
Las temperaturas del Ártico han aumentado bruscamente en los últimos años y la placa de hielo submarina del continente alcanzó en 2007 su nivel más bajo, pero no se tenía aún constancia de tales efectos en el otro continente helado, la Antártida. Según el Panel Intergubernamental sobre Cambio Climático de la ONU, compuesto por 2.500 expertos, el año pasado la huella humana en el clima se detectó en todos los continentes excepto en la Antártida. Con esta nueva investigación, se disipan todas las dudas.
Los investigadores han comparado los niveles máximos de temperaturas y cuatro modelos climáticos y han observado que el calentamiento se produce en las dos regiones polares. El aumento de temperaturas lo atribuyen al incremento de los gases de efecto invernadero, principalmente derivado de la quema de combustibles fósiles, más que de transformaciones naturales.
Según los científicos, las temperaturas han aumentado 2ºC en los últimos cuarenta años en el Ártico. En la Antártida, este proceso es aún más rápido debido a la oscuridad que impera en sus aguas y a la humedad del terreno."
En otra web, madridmas.org se encuentra otra afirmación complementaria:
"Datos obtenidos por satélite han permitido constatar por primera vez y de modo definitivo que la masa total de hielo en el Ártico ha disminuido. Una reducción drástica, en algunos lugares de hasta 49 centímetros en el grosor del hielo, se produjo el pasado invierno, después de varios años de observación que indicaban un espesor constante.
La investigación, realizada por un equipo del University College London, sugiere que esta sustantiva pérdida de agua helada que cubre el Ártico podría significar que se ha alcanzado un «punto de no retorno». Un completo deshielo, situado por algunas proyecciones hacia 2080, podría incluso anticiparse a 2030-2040."
Hay quien pone en duda estas cuestiones, pero conforme pasa el tiempo, sigue siendo la tónica general en muchos informes, este mundo se derrite de modo irreversible.
Fonte - Cuenta Atras
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Líderes religiosos fazem apelo pela paz e o diálogo
Roma, 18 nov (EFE).- Líderes cristãos, judeus, muçulmanos, budistas, hinduístas e xintoístas fizeram hoje em Nicósia uma apelo pela paz e o diálogo e denunciaram que os pobres são os mais atingidos pela crise econômica e as vítimas "de um mercado que se acredita onipotente".
Esta declaração foi feita no documento com o qual encerrou hoje na capital de Chipre o encontro organizado pela comunidade católica italiana de Sant'Egídio, que teve como lema "A civilização da paz: diálogo de religiões e culturas".
No texto, segundo um comunicado divulgado em Roma por Sant'Egídio, as duas centenas de participantes disseram que tinham se reunido no Chipre, "onde está o último muro de divisão da Europa", para rezar, dialogar e fazer com que cresça "uma civilização de paz, que o mundo necessita para não se tornar desumano".
Os líderes religiosos afirmaram que o mundo vive um "momento difícil" e que "um grande mundo de pobres pagará um alto preço" pela atual crise econômica atualmente existente.
"Pensamos com muita preocupação nos milhões de novos e antigos pobres, vítimas de um mercado que considera onipotente", declarou no documento, no qual afirmaram que chegou a hora "de escutar a dor de tantos e de trabalhar para fundar uma nova ordem mundial de paz".
Além disso, a justiça, o diálogo e o respeito dos mais fracos são os instrumentos para construir esta nova ordem mundial e destacaram a necessidade de que tem o mundo de paz.
"Queremos a paz. As religiões sabem que falar de guerra em nome de Deus é absurdo e uma blasfêmia e estão convencidas de que da violência e do terrorismo não nasce uma humanidade melhor. Não acreditam em um confronto inevitável entre religiões e sociedade e esperam e rezam para que entre os povos e os homens se construa uma verdadeira comunidade de paz", concluiu o texto.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: O mundo religioso está prontinho para eleger seu porta-voz... Já fala até igual...
Esta declaração foi feita no documento com o qual encerrou hoje na capital de Chipre o encontro organizado pela comunidade católica italiana de Sant'Egídio, que teve como lema "A civilização da paz: diálogo de religiões e culturas".
No texto, segundo um comunicado divulgado em Roma por Sant'Egídio, as duas centenas de participantes disseram que tinham se reunido no Chipre, "onde está o último muro de divisão da Europa", para rezar, dialogar e fazer com que cresça "uma civilização de paz, que o mundo necessita para não se tornar desumano".
Os líderes religiosos afirmaram que o mundo vive um "momento difícil" e que "um grande mundo de pobres pagará um alto preço" pela atual crise econômica atualmente existente.
"Pensamos com muita preocupação nos milhões de novos e antigos pobres, vítimas de um mercado que considera onipotente", declarou no documento, no qual afirmaram que chegou a hora "de escutar a dor de tantos e de trabalhar para fundar uma nova ordem mundial de paz".
Além disso, a justiça, o diálogo e o respeito dos mais fracos são os instrumentos para construir esta nova ordem mundial e destacaram a necessidade de que tem o mundo de paz.
"Queremos a paz. As religiões sabem que falar de guerra em nome de Deus é absurdo e uma blasfêmia e estão convencidas de que da violência e do terrorismo não nasce uma humanidade melhor. Não acreditam em um confronto inevitável entre religiões e sociedade e esperam e rezam para que entre os povos e os homens se construa uma verdadeira comunidade de paz", concluiu o texto.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: O mundo religioso está prontinho para eleger seu porta-voz... Já fala até igual...
Obama promete ação climática apesar da crise
CHICAGO (Reuters) - O presidente eleito Barack Obama disse na terça-feira que os Estados Unidos "se envolverão vigorosamente" nas discussões climáticas e prometeu que, apesar da crise financeira, manterá os planos para uma drástica redução das emissões de carbono até 2020.
...
"Quando eu tomar posse, vocês podem estar certos de que os Estados Unidos vão novamente se envolver vigorosamente nessas negociações e ajudarão a liderar o mundo na direção de uma nova era de cooperação global sobre a mudança climática", disse Obama.
...
Fonte - O Globo
...
"Quando eu tomar posse, vocês podem estar certos de que os Estados Unidos vão novamente se envolver vigorosamente nessas negociações e ajudarão a liderar o mundo na direção de uma nova era de cooperação global sobre a mudança climática", disse Obama.
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Fonte - O Globo
Feliz 2010
Pode ser uma piada antiga desejar "Feliz 2010" no final de 2008, como se o ano de 2009 já estivesse comprometido e sem solução; ficamos na dúvida entre a oportunidade da piada ou o risco de perder o leitor por alastrar o desânimo, mas vale a pena chamar a atenção para aspectos mais amplos neste momento de perplexidade.
O economista Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia em 2001, fez previsões sombrias em sua visita ao Brasil este mês, afirmando que, na melhor das hipóteses, se tudo for feito corretamente para corrigir os rumos, a desaceleração da economia americana pode durar até 18 meses. Torcendo pelo acerto, é oportuno lembrar que não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe. Assim, pelo menos, já teríamos um horizonte pela frente, com a expectativa razoável de que a recessão não seja tão profunda e disseminada por todos os setores.
...
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Veja também: "Brasil corre o risco de entrar em recessão"
[Colaboração - Marcos Silva]
O economista Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia em 2001, fez previsões sombrias em sua visita ao Brasil este mês, afirmando que, na melhor das hipóteses, se tudo for feito corretamente para corrigir os rumos, a desaceleração da economia americana pode durar até 18 meses. Torcendo pelo acerto, é oportuno lembrar que não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe. Assim, pelo menos, já teríamos um horizonte pela frente, com a expectativa razoável de que a recessão não seja tão profunda e disseminada por todos os setores.
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Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Veja também: "Brasil corre o risco de entrar em recessão"
[Colaboração - Marcos Silva]
Ainda sobre a concordata
...
Para a professora Roseli Fischmann, da USP, em matéria publicada no Último Segundo (leia aqui), se o acordo for ratificado, o Brasil ficará de mãos amarradas. “Se o acordo passar no Congresso, o Brasil dá poder à Igreja [Católica] e veta a si mesmo”, afirma Roseli. A pesquisadora diz acreditar que todas as medidas representem um retrocesso na separação entre Igreja e Estado, conseguida há 119 anos.
Leia também (pelo menos o jornal argentino deu a notícia): “Lula pacta con el Vaticano la enseñanza de religión en las escuelas de Brasil”
Nota: O passado está de volta e uma coisa é certa: se esse tipo de postura foi assumido agora (tanto por governos quanto pela Igreja Católica), o que impede que seja repetido quando se tratar de outros temas que acabarão por solapar, mais uma vez, a Constituição e as liberdades das minorias?[MB]
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Outras nuances da matéria do Último Segundo:
"...o acordo é gravíssimo porque é uma violência à pluralidade de crenças da população, fere a democracia e cria cidadãos de segunda classe: o católico e o não-católico.
...
"O que mais se anunciou como polêmico parece ter sido tratado com cuidado e acabou por se restringir à situação legal atual, que em si é polêmica, mais o fato de o contexto todo do documento permitir interpretações menos promissoras para a pluralidade religiosa", completa Roseli.
...
Segundo Roseli, no final do documento, no artigo 18, está um dos maiores riscos: “O presente acordo poderá ser complementado”. Ela explica que esse ponto deixa uma porta aberta para novos adendos e abre precedente para que a Igreja influencie em assuntos ainda mais polêmicos. “O governo assinou, deixando aberta essa possibilidade. Isso pode dar espaço para que a Igreja intervenha em questões como o aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, pesquisa com células troco embrionárias, entre outras.”
...
[Colaboração - Carlos Santana]
Para a professora Roseli Fischmann, da USP, em matéria publicada no Último Segundo (leia aqui), se o acordo for ratificado, o Brasil ficará de mãos amarradas. “Se o acordo passar no Congresso, o Brasil dá poder à Igreja [Católica] e veta a si mesmo”, afirma Roseli. A pesquisadora diz acreditar que todas as medidas representem um retrocesso na separação entre Igreja e Estado, conseguida há 119 anos.
Leia também (pelo menos o jornal argentino deu a notícia): “Lula pacta con el Vaticano la enseñanza de religión en las escuelas de Brasil”
Nota: O passado está de volta e uma coisa é certa: se esse tipo de postura foi assumido agora (tanto por governos quanto pela Igreja Católica), o que impede que seja repetido quando se tratar de outros temas que acabarão por solapar, mais uma vez, a Constituição e as liberdades das minorias?[MB]
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Outras nuances da matéria do Último Segundo:
"...o acordo é gravíssimo porque é uma violência à pluralidade de crenças da população, fere a democracia e cria cidadãos de segunda classe: o católico e o não-católico.
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"O que mais se anunciou como polêmico parece ter sido tratado com cuidado e acabou por se restringir à situação legal atual, que em si é polêmica, mais o fato de o contexto todo do documento permitir interpretações menos promissoras para a pluralidade religiosa", completa Roseli.
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Segundo Roseli, no final do documento, no artigo 18, está um dos maiores riscos: “O presente acordo poderá ser complementado”. Ela explica que esse ponto deixa uma porta aberta para novos adendos e abre precedente para que a Igreja influencie em assuntos ainda mais polêmicos. “O governo assinou, deixando aberta essa possibilidade. Isso pode dar espaço para que a Igreja intervenha em questões como o aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, pesquisa com células troco embrionárias, entre outras.”
...
[Colaboração - Carlos Santana]
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Omissão da mídia sobre o acordo com o Vaticano
É grave e clamoroso o silêncio da imprensa em relação à assinatura do acordo entre o Executivo brasileiro e a Santa Sé. Como é grave a atitude de, ao dar a matéria, meramente divulgar informações oficiais do governo brasileiro ou do Vaticano, que obviamente tentam minimizar a ameaça à laicidade do Estado, que está presente. Não fosse por outro motivo, seria de se esperar atenção da imprensa, pelo vigor renovado das reações de tantos setores, a cada nova ameaça ao Estado laico.
É bom lembrar que há exatos dois anos tornou-se público que a Santa Sé pressionava o presidente Lula para assinar um acordo bilateral (tratado ou concordata), ameaçando o princípio da laicidade, o que ocasionou reações fortes e justificadas de amplos setores. Em continuidade a movimento que remonta aos primórdios da República, são pessoas de muitas e diversas origens que têm se dedicado a demonstrar e reafirmar como o princípio da laicidade do Estado é indissolúvel da democracia, como consagrado na Constituição brasileira.
Mera reprodução
Ora, a opinião pública merece respeito e à imprensa cabe cumprir seu papel de informar, em particular quando o gesto que é político – como reconhecido, em busca de seu próprio benefício, pela Santa Sé – ameaça a liberdade de consciência e de crença dos pertencentes a outros grupos ideológicos e religiosos. O silêncio da imprensa há de ser tomado como presumidamente auto-imposto, já que não se pode imaginar que tipo de pressão as partes contratantes do acordo poderiam fazer, estando, como estamos, em uma democracia.
Vale mencionar, primeiramente, que o porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, fez anúncio da viagem do presidente a Roma, "a caminho de Washington". Era 6 de novembro, uma semana antes da data agendada para a assinatura, ou seja, com tempo apertado, porém suficiente, para explorar o anunciado. Assim, seria de se esperar o debate pela imprensa, em particular por toda a polêmica em ocasiões anteriores em que o tema veio à tona, fosse diretamente, ou por riscos a que se viu exposto o Estado laico, como no caso da pesquisa com células-tronco.
Mas houve até veículos que simplesmente suprimiram o anúncio da assinatura do acordo, mencionando apenas que, "durante o encontro, Lula e Bento 16 podem discutir temas como combate à fome, direitos humanos e solidariedade entre os povos". Outros, como o UOL, ofereceram, sem destaque, o anúncio completo: "Na reunião reservada com o papa, Lula deve assinar um tratado com o Vaticano sobre a atuação da Igreja Católica no Brasil"; recortaram em particular a fala do porta-voz da Presidência: "O importante é que o acordo preserve o preceito constitucional de liberdade religiosa. Não será discutido credo, mas os direitos e deveres da entidade religiosa." Ponto final, sem críticas, "outros lados", ou quaisquer análises, mera reprodução da Agência Brasil.
Falha imperdoável
Pode-se até entender a posição do porta-voz de, no anúncio, tentar neutralizar a polêmica, buscando garantir que estariam assegurados os direitos de todos, o que ganhava relevância em face de ser a primeira vez que clara e oficialmente era assumida pelo governo a existência de negociações antigas, como dado no UOL: "Segundo Baumbach, o Brasil e o Vaticano negociam há alguns anos a redação de um documento sobre a relação entre os dois países".
É sabido que diferentes ministérios do governo federal foram chamados a se manifestar sobre a proposta do Vaticano em diferentes rodadas ao longo desses anos; ou seja, não foi gesto isolado do presidente, que bem poderia ter tido e ouvido algum de seus colaboradores a aconselhar a abertura do debate, que só teria a ganhar vindo à luz, protegendo a autoridade republicana da pressão indevida. Mas não foi assim, não sendo possível compreender como a imprensa não rastreou o processo. Sabe-se ainda que são fortes as pressões da Santa Sé reivindicando sigilo nas negociações, como chegou a ser anunciado em 2007, quando da visita do papa ao Brasil.
Por isso, não surpreende que o presidente Lula tenha sido "convidado" a assinar esse documento longe dos olhos do Brasil. Já com o presidente de Portugal havia sido usado esse artifício em 2004, para assinar, no Vaticano, em sigilo, uma concordata, lá noticiada apenas a posteriori. Essa estratégia é da Igreja Católica que, como qualquer instituição humana, procura fazer valer seus interesses; aceitá-la, é problema do governo, atitude questionável, mas do mundo da política; calar e não investigar é falha imperdoável da imprensa.
Sem ouvir nem informar
Ou seja, paradoxalmente, mesmo sob pressão, quem até tentou avisar foi o presidente – de forma limitada, no último momento, mas avisou. Por isso é impossível compreender por que a imprensa se furtou ao debate, quando houvera o anúncio por parte do Palácio do Planalto daquela agenda, ainda que de última hora. Seria o tempo para informar a opinião pública, oferecer debates, dados técnicos sobre o que são acordos bilaterais, peculiaridades da Santa Sé como Estado, a diferença entre a questão política e as questões de crença, o que poderia significar frente à ordem constitucional brasileira, em que afetaria ou não afetaria a vida da cidadania em geral etc.
Haveria a oferecer ao público o aporte do amplo arco de grupos que se mobiliza em favor da laicidade do Estado. Deixaram de ouvir fontes respeitáveis, que têm importantes e diversas contribuições a oferecer: minorias religiosas, em sua imensa diversidade no Brasil, monoteístas e politeístas, ateus e agnósticos; defensores e defensoras dos direitos sexuais e reprodutivos; movimento de mulheres e dos setores GBLTT; grupos acadêmicos dedicados ao estudo do Estado laico; associações científicas; e defensores da liberdade de expressão, para citar apenas alguns segmentos.
A representatividade e força desses setores é sua profunda heterogeneidade, sem qualquer centralização ou hierarquia, indicadora das múltiplas e diversas manifestações da pluralidade humana, base da democracia, como tanto indicaram cientistas políticos e filósofos como Arendt e Bobbio e outros. A imprensa nem se serviu dessas fontes para analisar e, antes ainda, nem informou, deixando igualmente de servir a todos e de cumprir sua missão.
Carta-manifesto
Já na ocasião da visita do papa Bento 16 ao Brasil, em 2007, a cobertura da imprensa deixara a desejar, como analisamos neste Observatório (ver "A imprensa em falta com o Brasil"). Naquela oportunidade, a maior parte da imprensa adotou atitude que extrapolava o respeito e a atenção – naturalmente devidas - à significativa e respeitável população católica no Brasil, para adotar cobertura que ignorou a pluralidade religiosa e o caráter laico do Estado brasileiro. Ali, a imprensa foi positivamente surpreendida pelo gesto do presidente Lula, que naquele momento teve coragem para cumprir seu juramento de defesa da Constituição brasileira e reafirmou a laicidade diretamente ao papa Bento 16, dizendo que não assinaria qualquer acordo bilateral, por ser o Brasil um Estado laico. Alberto Dines destacou no OI a contradição entre uma imprensa recolhida e o presidente assertivo (ver "Catequese da mídia contraria Estado laico").
Não fosse por outro motivo, desta vez seria de se esperar que a imprensa perguntasse ao presidente Lula: o que mudou, em 18 meses, que tornou possível assinar o acordo? Não seria de se esperar que a imprensa pedisse acesso ao documento, antes da assinatura, para submeter a análises e confirmar, ou não, as assertivas de que não haveria riscos à separação entre Estado e religiões? Ou, no caso, riscos à separação entre o Estado e especificamente a Igreja Católica Romana, que vigora desde o início da República, por ser matéria de interesse de todos?
Ao invés disso, o silêncio auto-obsequioso foi quase total: a CBN abriu espaço para o debate antes da assinatura do acordo (com base em notícias de jornais de outros países), como alguns veículos independentes, blogueiros isolados ou de instituições. A ONG "Católicas pelo Direito de Decidir" lançou uma carta-manifesto repercutida por diversas ONGs ligadas ao movimento de mulheres, e que não recebeu atenção da mídia para uma posição relevante que demonstra que entre os próprios católicos não há, felizmente, expectativa unânime de que o Estado brasileiro abdique da laicidade para se submeter a um grupo religioso.
Retrocesso, uma ameaça
Mais constrangedor ainda foi brasileiros e brasileiras precisarem consultar jornais estrangeiros, na internet, como o argentino Clarín, entre outros, que a partir do dia 9 de novembro detalharam aspectos do acordo, ouvindo fontes em geral não identificadas, trouxeram informações relativas a coletivas de que participou o presidente Lula em Roma, com o presidente italiano, em que o tema do acordo com o Vaticano foi abordado, deixando a impressão de que os veículos brasileiros sequer tinham correspondentes em Roma.
Como reagir à situação de o mundo discutir uma interpretação da vida brasileira que não teríamos jamais em vista, pelo absurdo, como a idéia de que o acordo protegeria a Igreja Católica até de mudanças na lei brasileira? Ou mesmo informações da presença de itens que, de fato, "caíram" na versão final do acordo? Ou com interpretação distinta dos termos depois anunciados, como prenúncio de próximas pressões?
Resta esperar que, já assinado o acordo, a imprensa cumpra seu dever, ainda que tardiamente, impulsionando o debate porque há ainda o que fazer. Basta ler o artigo 20, que implicitamente traz a exigência constitucional, no lado brasileiro, de que seja ratificado pelo Congresso Nacional. Que a omissão não permaneça como a marca histórica da imprensa neste momento tão crítico em que a República, em seu 119º aniversário, é ameaçada de retrocesso em séculos.
Fonte - Observatório da Imprensa
Nota DDP: Nada a declarar:
«A autonomia recíproca entre Igreja e comunidade política, também assinala a Doutrina Social da Igreja, não compreende uma separação tal que exclua a colaboração entre elas. Embora a títulos diferentes, ambas estão ao serviço da vocação pessoal e social dos próprios homens e mulheres», explica Dom Walmor.
Segundo o arcebispo, o Acordo recém-assinado fomentará «ações mais eficazes para o bem de todos pelo cultivo adequado e próprio de uma sã cooperação».
Dom Walmor considera que são importantes «outros desdobramentos e incidências pela reafirmação da personalidade jurídica da Igreja Católica e de todas as suas Instituições Eclesiásticas».
«Outros tantos desdobramentos e incidências jurídicas permitirão o crescimento da cooperação Igreja e Estado, respeitando o próprio de identidades e o específico de seus ordenamentos jurídicos, gerando mais cooperação e serviço à vida na sociedade brasileira. Esta é uma conquista de todos, fruto de um entendimento clarividente e nobre», afirma o arcebispo.
Fonte - Zenit
Diz o Diploma:
Considerando as relações históricas entre a Igreja Católica e o Brasil e suas respectivas responsabilidades a serviço da sociedade e do bem integral da pessoa humana;
Afirmando que as Altas Partes Contratantes são, cada uma na própria ordem, autônomas, independentes e soberanas e cooperam para a construção de uma sociedade mais justa, pacífica e fraterna;
Artigo 7º
A República Federativa do Brasil assegura, nos termos do seu ordenamento jurídico, as medidas necessárias para garantir a proteção dos lugares de culto da Igreja Católica e de suas liturgias, símbolos, imagens e objetos cultuais, contra toda forma de violação, desrespeito e uso ilegítimo.
...
Artigo 18
O presente acordo poderá ser complementado por ajustes concluídos entre as Altas Partes Contratantes.
Ministério das Relações Exteriores
Mais aberto em suas intenções, impossível.
É bom lembrar que há exatos dois anos tornou-se público que a Santa Sé pressionava o presidente Lula para assinar um acordo bilateral (tratado ou concordata), ameaçando o princípio da laicidade, o que ocasionou reações fortes e justificadas de amplos setores. Em continuidade a movimento que remonta aos primórdios da República, são pessoas de muitas e diversas origens que têm se dedicado a demonstrar e reafirmar como o princípio da laicidade do Estado é indissolúvel da democracia, como consagrado na Constituição brasileira.
Mera reprodução
Ora, a opinião pública merece respeito e à imprensa cabe cumprir seu papel de informar, em particular quando o gesto que é político – como reconhecido, em busca de seu próprio benefício, pela Santa Sé – ameaça a liberdade de consciência e de crença dos pertencentes a outros grupos ideológicos e religiosos. O silêncio da imprensa há de ser tomado como presumidamente auto-imposto, já que não se pode imaginar que tipo de pressão as partes contratantes do acordo poderiam fazer, estando, como estamos, em uma democracia.
Vale mencionar, primeiramente, que o porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, fez anúncio da viagem do presidente a Roma, "a caminho de Washington". Era 6 de novembro, uma semana antes da data agendada para a assinatura, ou seja, com tempo apertado, porém suficiente, para explorar o anunciado. Assim, seria de se esperar o debate pela imprensa, em particular por toda a polêmica em ocasiões anteriores em que o tema veio à tona, fosse diretamente, ou por riscos a que se viu exposto o Estado laico, como no caso da pesquisa com células-tronco.
Mas houve até veículos que simplesmente suprimiram o anúncio da assinatura do acordo, mencionando apenas que, "durante o encontro, Lula e Bento 16 podem discutir temas como combate à fome, direitos humanos e solidariedade entre os povos". Outros, como o UOL, ofereceram, sem destaque, o anúncio completo: "Na reunião reservada com o papa, Lula deve assinar um tratado com o Vaticano sobre a atuação da Igreja Católica no Brasil"; recortaram em particular a fala do porta-voz da Presidência: "O importante é que o acordo preserve o preceito constitucional de liberdade religiosa. Não será discutido credo, mas os direitos e deveres da entidade religiosa." Ponto final, sem críticas, "outros lados", ou quaisquer análises, mera reprodução da Agência Brasil.
Falha imperdoável
Pode-se até entender a posição do porta-voz de, no anúncio, tentar neutralizar a polêmica, buscando garantir que estariam assegurados os direitos de todos, o que ganhava relevância em face de ser a primeira vez que clara e oficialmente era assumida pelo governo a existência de negociações antigas, como dado no UOL: "Segundo Baumbach, o Brasil e o Vaticano negociam há alguns anos a redação de um documento sobre a relação entre os dois países".
É sabido que diferentes ministérios do governo federal foram chamados a se manifestar sobre a proposta do Vaticano em diferentes rodadas ao longo desses anos; ou seja, não foi gesto isolado do presidente, que bem poderia ter tido e ouvido algum de seus colaboradores a aconselhar a abertura do debate, que só teria a ganhar vindo à luz, protegendo a autoridade republicana da pressão indevida. Mas não foi assim, não sendo possível compreender como a imprensa não rastreou o processo. Sabe-se ainda que são fortes as pressões da Santa Sé reivindicando sigilo nas negociações, como chegou a ser anunciado em 2007, quando da visita do papa ao Brasil.
Por isso, não surpreende que o presidente Lula tenha sido "convidado" a assinar esse documento longe dos olhos do Brasil. Já com o presidente de Portugal havia sido usado esse artifício em 2004, para assinar, no Vaticano, em sigilo, uma concordata, lá noticiada apenas a posteriori. Essa estratégia é da Igreja Católica que, como qualquer instituição humana, procura fazer valer seus interesses; aceitá-la, é problema do governo, atitude questionável, mas do mundo da política; calar e não investigar é falha imperdoável da imprensa.
Sem ouvir nem informar
Ou seja, paradoxalmente, mesmo sob pressão, quem até tentou avisar foi o presidente – de forma limitada, no último momento, mas avisou. Por isso é impossível compreender por que a imprensa se furtou ao debate, quando houvera o anúncio por parte do Palácio do Planalto daquela agenda, ainda que de última hora. Seria o tempo para informar a opinião pública, oferecer debates, dados técnicos sobre o que são acordos bilaterais, peculiaridades da Santa Sé como Estado, a diferença entre a questão política e as questões de crença, o que poderia significar frente à ordem constitucional brasileira, em que afetaria ou não afetaria a vida da cidadania em geral etc.
Haveria a oferecer ao público o aporte do amplo arco de grupos que se mobiliza em favor da laicidade do Estado. Deixaram de ouvir fontes respeitáveis, que têm importantes e diversas contribuições a oferecer: minorias religiosas, em sua imensa diversidade no Brasil, monoteístas e politeístas, ateus e agnósticos; defensores e defensoras dos direitos sexuais e reprodutivos; movimento de mulheres e dos setores GBLTT; grupos acadêmicos dedicados ao estudo do Estado laico; associações científicas; e defensores da liberdade de expressão, para citar apenas alguns segmentos.
A representatividade e força desses setores é sua profunda heterogeneidade, sem qualquer centralização ou hierarquia, indicadora das múltiplas e diversas manifestações da pluralidade humana, base da democracia, como tanto indicaram cientistas políticos e filósofos como Arendt e Bobbio e outros. A imprensa nem se serviu dessas fontes para analisar e, antes ainda, nem informou, deixando igualmente de servir a todos e de cumprir sua missão.
Carta-manifesto
Já na ocasião da visita do papa Bento 16 ao Brasil, em 2007, a cobertura da imprensa deixara a desejar, como analisamos neste Observatório (ver "A imprensa em falta com o Brasil"). Naquela oportunidade, a maior parte da imprensa adotou atitude que extrapolava o respeito e a atenção – naturalmente devidas - à significativa e respeitável população católica no Brasil, para adotar cobertura que ignorou a pluralidade religiosa e o caráter laico do Estado brasileiro. Ali, a imprensa foi positivamente surpreendida pelo gesto do presidente Lula, que naquele momento teve coragem para cumprir seu juramento de defesa da Constituição brasileira e reafirmou a laicidade diretamente ao papa Bento 16, dizendo que não assinaria qualquer acordo bilateral, por ser o Brasil um Estado laico. Alberto Dines destacou no OI a contradição entre uma imprensa recolhida e o presidente assertivo (ver "Catequese da mídia contraria Estado laico").
Não fosse por outro motivo, desta vez seria de se esperar que a imprensa perguntasse ao presidente Lula: o que mudou, em 18 meses, que tornou possível assinar o acordo? Não seria de se esperar que a imprensa pedisse acesso ao documento, antes da assinatura, para submeter a análises e confirmar, ou não, as assertivas de que não haveria riscos à separação entre Estado e religiões? Ou, no caso, riscos à separação entre o Estado e especificamente a Igreja Católica Romana, que vigora desde o início da República, por ser matéria de interesse de todos?
Ao invés disso, o silêncio auto-obsequioso foi quase total: a CBN abriu espaço para o debate antes da assinatura do acordo (com base em notícias de jornais de outros países), como alguns veículos independentes, blogueiros isolados ou de instituições. A ONG "Católicas pelo Direito de Decidir" lançou uma carta-manifesto repercutida por diversas ONGs ligadas ao movimento de mulheres, e que não recebeu atenção da mídia para uma posição relevante que demonstra que entre os próprios católicos não há, felizmente, expectativa unânime de que o Estado brasileiro abdique da laicidade para se submeter a um grupo religioso.
Retrocesso, uma ameaça
Mais constrangedor ainda foi brasileiros e brasileiras precisarem consultar jornais estrangeiros, na internet, como o argentino Clarín, entre outros, que a partir do dia 9 de novembro detalharam aspectos do acordo, ouvindo fontes em geral não identificadas, trouxeram informações relativas a coletivas de que participou o presidente Lula em Roma, com o presidente italiano, em que o tema do acordo com o Vaticano foi abordado, deixando a impressão de que os veículos brasileiros sequer tinham correspondentes em Roma.
Como reagir à situação de o mundo discutir uma interpretação da vida brasileira que não teríamos jamais em vista, pelo absurdo, como a idéia de que o acordo protegeria a Igreja Católica até de mudanças na lei brasileira? Ou mesmo informações da presença de itens que, de fato, "caíram" na versão final do acordo? Ou com interpretação distinta dos termos depois anunciados, como prenúncio de próximas pressões?
Resta esperar que, já assinado o acordo, a imprensa cumpra seu dever, ainda que tardiamente, impulsionando o debate porque há ainda o que fazer. Basta ler o artigo 20, que implicitamente traz a exigência constitucional, no lado brasileiro, de que seja ratificado pelo Congresso Nacional. Que a omissão não permaneça como a marca histórica da imprensa neste momento tão crítico em que a República, em seu 119º aniversário, é ameaçada de retrocesso em séculos.
Fonte - Observatório da Imprensa
Nota DDP: Nada a declarar:
«A autonomia recíproca entre Igreja e comunidade política, também assinala a Doutrina Social da Igreja, não compreende uma separação tal que exclua a colaboração entre elas. Embora a títulos diferentes, ambas estão ao serviço da vocação pessoal e social dos próprios homens e mulheres», explica Dom Walmor.
Segundo o arcebispo, o Acordo recém-assinado fomentará «ações mais eficazes para o bem de todos pelo cultivo adequado e próprio de uma sã cooperação».
Dom Walmor considera que são importantes «outros desdobramentos e incidências pela reafirmação da personalidade jurídica da Igreja Católica e de todas as suas Instituições Eclesiásticas».
«Outros tantos desdobramentos e incidências jurídicas permitirão o crescimento da cooperação Igreja e Estado, respeitando o próprio de identidades e o específico de seus ordenamentos jurídicos, gerando mais cooperação e serviço à vida na sociedade brasileira. Esta é uma conquista de todos, fruto de um entendimento clarividente e nobre», afirma o arcebispo.
Fonte - Zenit
Diz o Diploma:
Considerando as relações históricas entre a Igreja Católica e o Brasil e suas respectivas responsabilidades a serviço da sociedade e do bem integral da pessoa humana;
Afirmando que as Altas Partes Contratantes são, cada uma na própria ordem, autônomas, independentes e soberanas e cooperam para a construção de uma sociedade mais justa, pacífica e fraterna;
Artigo 7º
A República Federativa do Brasil assegura, nos termos do seu ordenamento jurídico, as medidas necessárias para garantir a proteção dos lugares de culto da Igreja Católica e de suas liturgias, símbolos, imagens e objetos cultuais, contra toda forma de violação, desrespeito e uso ilegítimo.
...
Artigo 18
O presente acordo poderá ser complementado por ajustes concluídos entre as Altas Partes Contratantes.
Ministério das Relações Exteriores
Mais aberto em suas intenções, impossível.
É urgente humanizar a sociedade
VALENCIA, 16 Nov. 08 / 08:26 pm (ACI).- O Arcebispo de Valência, Cardeal Agustín García-Gasco, ressaltou em sua habitual carta semanal que "humanizar a sociedade é urgente. Da escola até a universidade é imprescindível emprestar o serviço formativo de transmitir a mensagem cristã, de promover o encontro entre o Evangelho e os distintos saberes para uma melhor promoção da dignidade da pessoa humana".
O Cardeal advertiu que "quando fica o centro do progresso em sujeitos abstratos e inconcretos como 'a humanidade', 'a coletividade' ou inclusive o 'Estado', comete-se um grave engano, pois se acaba esquecendo a grandeza única e irrepetível de cada ser humano, que os cristãos proclamam em toda sua intensidade ao lembrar que cada um é 'imagem e semelhança de Deus'".
Depois de lembrar que "a Igreja não só é consciente dessa centralidade da pessoa para o desenvolvimento, mas também expressa sua missão evangelizadora com seu compromisso pela dignidade de todos os seres humanos", o Cardeal García-Gasco explicou que "a insistência do Magistério ao propor" a Doutrina Social da Igreja "como fonte inspiradora do apostolado e da reta ação social nasce de uma dupla convicção: trata-se de um extraordinário instrumento formativo que é plenamente adequado para que as pessoas vivam e atuem segundo sua dignidade".
Por isso, é necessário o testemunho dos cristãos, como uma forma de permitir que outros percebam "a beleza da verdade, a força liberadora do amor de Deus e o valor da felicidade incondicionada a todas as exigências da lei do Senhor".
Ao referir-se logo a esta realidade e sua estreita relação com a Doutrina Social da Igreja, o Arcebispo de Valência sublinhou que esta "capacita em primeiro lugar aos cristãos leigos para represar eficazmente a tarefa cotidiana nos âmbitos culturais, sociais, econômicos e políticos, desenvolvendo neles o sentido de orientar seus esforços ao serviço do bem comum. Nenhum cristão, nenhuma pessoa de boa vontade, deve permanecer alheio ao compromisso por fazer a vida mais humana".
Fonte - ACI
O Cardeal advertiu que "quando fica o centro do progresso em sujeitos abstratos e inconcretos como 'a humanidade', 'a coletividade' ou inclusive o 'Estado', comete-se um grave engano, pois se acaba esquecendo a grandeza única e irrepetível de cada ser humano, que os cristãos proclamam em toda sua intensidade ao lembrar que cada um é 'imagem e semelhança de Deus'".
Depois de lembrar que "a Igreja não só é consciente dessa centralidade da pessoa para o desenvolvimento, mas também expressa sua missão evangelizadora com seu compromisso pela dignidade de todos os seres humanos", o Cardeal García-Gasco explicou que "a insistência do Magistério ao propor" a Doutrina Social da Igreja "como fonte inspiradora do apostolado e da reta ação social nasce de uma dupla convicção: trata-se de um extraordinário instrumento formativo que é plenamente adequado para que as pessoas vivam e atuem segundo sua dignidade".
Por isso, é necessário o testemunho dos cristãos, como uma forma de permitir que outros percebam "a beleza da verdade, a força liberadora do amor de Deus e o valor da felicidade incondicionada a todas as exigências da lei do Senhor".
Ao referir-se logo a esta realidade e sua estreita relação com a Doutrina Social da Igreja, o Arcebispo de Valência sublinhou que esta "capacita em primeiro lugar aos cristãos leigos para represar eficazmente a tarefa cotidiana nos âmbitos culturais, sociais, econômicos e políticos, desenvolvendo neles o sentido de orientar seus esforços ao serviço do bem comum. Nenhum cristão, nenhuma pessoa de boa vontade, deve permanecer alheio ao compromisso por fazer a vida mais humana".
Fonte - ACI
Invasão de privacidade?
Acadêmicos, advogados e funcionários corporativos lançaram nesta segunda-feira nos EUA uma iniciativa de defesa da privacidade cujo objetivo é ajudar a elaborar normas para coleta, armazenamento e utilização pelas empresas de dados dos consumidores.
O Fórum Futuro da Privacidade, que é patrocinado pela AT&T, buscará maneiras de permitir aos consumidores exercerem maior controle sobre as informações pessoais que são utilizadas na internet para publicidade de segmentação comportamental.
Empresas da internet vêm sendo criticadas por monitorar o comportamento online dos usuários a fim de elaborar anúncios direcionados. O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, tem na questão da privacidade um dos pontos que pretende abordar entre os assuntos tecnológicos.
Em nossa opinião o perigo de invasão de privacidade é grande. Usuários que fazem compras na internet deixam o rastro de seu padrão de consumo, o que é uma informação valiosa para anunciantes. A participação em grupos e sites de relacionamento deixa informações ainda mais pessoais, que poderiam ser utilizadas de maneira nociva por pessoas mal-intencionadas.
Fonte - Opinião e Notícia
O Fórum Futuro da Privacidade, que é patrocinado pela AT&T, buscará maneiras de permitir aos consumidores exercerem maior controle sobre as informações pessoais que são utilizadas na internet para publicidade de segmentação comportamental.
Empresas da internet vêm sendo criticadas por monitorar o comportamento online dos usuários a fim de elaborar anúncios direcionados. O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, tem na questão da privacidade um dos pontos que pretende abordar entre os assuntos tecnológicos.
Em nossa opinião o perigo de invasão de privacidade é grande. Usuários que fazem compras na internet deixam o rastro de seu padrão de consumo, o que é uma informação valiosa para anunciantes. A participação em grupos e sites de relacionamento deixa informações ainda mais pessoais, que poderiam ser utilizadas de maneira nociva por pessoas mal-intencionadas.
Fonte - Opinião e Notícia
Recessão no Japão pode ir até 2010
O ministro da Polícia Fiscal e Economia do Japão, Kaoru Yosano, afirmou nesta terça-feira (18) que a contração na segunda maior economia do mundo pode se arrastar durante por todo o ano fiscal de 2009, cujo período só termina em março de 2010, informou a agência local “Kyodo”.
“É difícil achar fatores que possam contribuir para trazer o PIB ao território positivo”, afirmou o ministro, em entrevista à agência de notícias japonesa.
...
Fonte - G1
“É difícil achar fatores que possam contribuir para trazer o PIB ao território positivo”, afirmou o ministro, em entrevista à agência de notícias japonesa.
...
Fonte - G1
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Crise financeira é consequência de uma crise de valores
Bispos Europeus apelam a um novo modelo de sociedade, distante do mero consumismo
«A actual crise financeira manifesta uma profunda crise espiritual e um conjunto equivocado de valores». É a convicção dos bispos da Europa ao concluir nesta sexta-feira a Assembleia Plenária do Comité de Representantes das Conferências Episcopais da Europa (COMECE), realizada nestes dias em Bruxelas.
A crise actual reflecte-se na Europa numa tripla vertente: em primeiro lugar, «o resultado do referendo irlandês, que suspendeu o Tratado de Lisboa e a reforma institucional da UE»; em segundo lugar, «a crise geopolítica surgida do conflito do Cáucaso»; e em terceiro lugar, «a crise financeira e económica».
Centrando-se nesta última, os bispos assinalam com pesar que «o sentido e o valor do trabalho humano foram retirados pela luta generalizada pelo benefício».
O presidente da COMECE, D. Adrianus Van Luyn, bispo de Roterdão, advertiu que não se subestima a crise, porque o que se está a questionar é todo o modelo de sociedade ocidental.
«Quem considerar que a causa da crise financeira reside só na falta de transparência e de responsabilidade legal, talvez não perceba o facto de que é o nosso modelo social que está sendo posto em dúvida», acrescentou.
«Um modelo económico que está baseado no consumo continuado e ilimitado de recursos limitados só pode acabar mal», sublinhou.
Neste sentido, os bispos crêem que o debate sobre a mudança climática «oferece a oportunidade de questionar o estilo de vida da sociedade ocidental», já que «pergunta pela sobrevivência de uma grande parte da humanidade».
É necessário, portanto, «persuadir não só as mentes, mas também os corações de cidadãos, e convencê-los de que se distanciem do modo de viver predominante nos nossos países, muito enfocados no consumo».
A importância do Domingo
Outro dos temas tratados, dentro da preocupação geral pelas repercussões da crise, foi o respeito do Domingo como dia festivo, questão que está prevista no debate do Parlamento Europeu do próximo mês de Dezembro.
Os bispos europeus pedem que se respeite o descanso dominical «como um dos fundamentos da ordem social europeia», assim como «uma forma de equilibrar a vida familiar e o trabalho», frente a recentes legislações europeias que ameaçam o Domingo por questões políticas ou simplesmente consumistas.
Neste sentido, apelam à «responsabilidade dos membros do Parlamento» para que incluam a protecção do domingo na directriz sobre o horário de trabalho, especialmente neste momento de crise.
Por último, A COMECE pede à Europa que se envolva mais na defesa da minoria cristã do Iraque, e lamentam que a Europa «não se esforce o suficiente» para exigir de outros países o respeito à liberdade religiosa.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: A ponte crise ambiental/crise econômica/dia de descanso, há muito nas entrelinhas anunciada, agora é revelada às claras. Como visto na notícia anterior, o próprio novo presidente dos EUA já declinou que tratará de retomar o patamar moral americano. Ecos do discurso religioso no meio político é questão de tempo.
O futuro chegou. Se amarre na mão poderosa de Cristo.
"Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal." -- O Grande Conflito, pág. 590.
«A actual crise financeira manifesta uma profunda crise espiritual e um conjunto equivocado de valores». É a convicção dos bispos da Europa ao concluir nesta sexta-feira a Assembleia Plenária do Comité de Representantes das Conferências Episcopais da Europa (COMECE), realizada nestes dias em Bruxelas.
A crise actual reflecte-se na Europa numa tripla vertente: em primeiro lugar, «o resultado do referendo irlandês, que suspendeu o Tratado de Lisboa e a reforma institucional da UE»; em segundo lugar, «a crise geopolítica surgida do conflito do Cáucaso»; e em terceiro lugar, «a crise financeira e económica».
Centrando-se nesta última, os bispos assinalam com pesar que «o sentido e o valor do trabalho humano foram retirados pela luta generalizada pelo benefício».
O presidente da COMECE, D. Adrianus Van Luyn, bispo de Roterdão, advertiu que não se subestima a crise, porque o que se está a questionar é todo o modelo de sociedade ocidental.
«Quem considerar que a causa da crise financeira reside só na falta de transparência e de responsabilidade legal, talvez não perceba o facto de que é o nosso modelo social que está sendo posto em dúvida», acrescentou.
«Um modelo económico que está baseado no consumo continuado e ilimitado de recursos limitados só pode acabar mal», sublinhou.
Neste sentido, os bispos crêem que o debate sobre a mudança climática «oferece a oportunidade de questionar o estilo de vida da sociedade ocidental», já que «pergunta pela sobrevivência de uma grande parte da humanidade».
É necessário, portanto, «persuadir não só as mentes, mas também os corações de cidadãos, e convencê-los de que se distanciem do modo de viver predominante nos nossos países, muito enfocados no consumo».
A importância do Domingo
Outro dos temas tratados, dentro da preocupação geral pelas repercussões da crise, foi o respeito do Domingo como dia festivo, questão que está prevista no debate do Parlamento Europeu do próximo mês de Dezembro.
Os bispos europeus pedem que se respeite o descanso dominical «como um dos fundamentos da ordem social europeia», assim como «uma forma de equilibrar a vida familiar e o trabalho», frente a recentes legislações europeias que ameaçam o Domingo por questões políticas ou simplesmente consumistas.
Neste sentido, apelam à «responsabilidade dos membros do Parlamento» para que incluam a protecção do domingo na directriz sobre o horário de trabalho, especialmente neste momento de crise.
Por último, A COMECE pede à Europa que se envolva mais na defesa da minoria cristã do Iraque, e lamentam que a Europa «não se esforce o suficiente» para exigir de outros países o respeito à liberdade religiosa.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: A ponte crise ambiental/crise econômica/dia de descanso, há muito nas entrelinhas anunciada, agora é revelada às claras. Como visto na notícia anterior, o próprio novo presidente dos EUA já declinou que tratará de retomar o patamar moral americano. Ecos do discurso religioso no meio político é questão de tempo.
O futuro chegou. Se amarre na mão poderosa de Cristo.
"Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são perturbadores do povo, impedindo a sua restauração ao favor divino e à prosperidade temporal." -- O Grande Conflito, pág. 590.
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Obama promete recuperar aos EUA sua 'estatura moral'
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu reconstruir "a estatura moral" dos Estados Unidos no mundo em sua primeira entrevista desde que ganhou a disputa para a Casa Branca.
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Obama também prometeu fazer "o que for necessário" para estabilizar a economia americana, com ajudas financeiras à indústria automobilística e a mutuários.
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Fonte - BBC
Nota DDP: Moralidade virou ponto chave para reconstrução pós-crise.
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Obama também prometeu fazer "o que for necessário" para estabilizar a economia americana, com ajudas financeiras à indústria automobilística e a mutuários.
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Fonte - BBC
Nota DDP: Moralidade virou ponto chave para reconstrução pós-crise.
A nova ordem econômica mundial
WASHINGTON - O que parecia improvável se tornou realidade. O G-20, formado pelos países ricos e os emergentes mais importantes, criou um conjunto de princípios e uma série de medidas a serem aplicadas daqui por diante para neutralizar a atual crise financeira e evitar outras.
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Das ações consideradas prioritárias, a serem implantadas até 31 de março de 2009, a mais aguardada é a que servirá como o maior teste da nova ordem econômica mundial: a escolha das 30 instituições financeiras multinacionais cujas operações serão monitoradas por uma equipe de supervisores.
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Fonte - O Globo
Nota DDP: Só para acrescentar a movimentação paralela ao debate, o Concílio Mundial de Igrejas publicou artigo dizendo que o G20 não é suficiente e que deve ser ampliado o campo de discussão, com a participação da sociedade civil e das direções religiosas, inclusive.
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Das ações consideradas prioritárias, a serem implantadas até 31 de março de 2009, a mais aguardada é a que servirá como o maior teste da nova ordem econômica mundial: a escolha das 30 instituições financeiras multinacionais cujas operações serão monitoradas por uma equipe de supervisores.
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Fonte - O Globo
Nota DDP: Só para acrescentar a movimentação paralela ao debate, o Concílio Mundial de Igrejas publicou artigo dizendo que o G20 não é suficiente e que deve ser ampliado o campo de discussão, com a participação da sociedade civil e das direções religiosas, inclusive.
Homem que viveu na Alemanha nazista dá aviso aos EUA
“Todo dia os EUA se aproximam mais do abismo totalitário no estilo nazista”
© 2008 WorldNetDaily
WASHINGTON, EUA – Pelo fato de que abandonaram os absolutos morais e sua fé cristã histórica, os EUA estão se aproximando mais de um totalitarismo de estilo nazista, avisa um ex-membro alemão da Juventude Hitlerista num livro recém publicado.
“Todo dia os EUA se aproximam mais do abismo totalitário no estilo nazista”, escreve Hilmar von Campe, hoje um cidadão americano e autor do livro “Defeating the Totalitarian Lie: A Former Hitler Youth Warns America”.
Von Campe fundou o Instituto Nacional em prol da Verdade e da Liberdade para lutar por um retorno ao governo constitucional nos EUA – que é a chave, crê ele, para se manter a liberdade nos EUA.
“Vivi no pesadelo nazista e, como diz o velho ditado, ‘Um homem com experiência nunca fica à mercê de um homem com um argumento’”, escreve von Campe. “Tudo o que escrevo se baseia em minha experiência pessoal na Alemanha nazista. Não há nada de teórico acerca da minha descrição do que acontece quando uma nação joga Deus para fora do governo e da sociedade, e os cristãos se tornam espectadores religiosos. Não quero ver uma reprise. O papel de Deus na sociedade humana é uma questão decisiva para esta geração. Meu livro é parte da minha vida de restituição pelos crimes de um governo ímpio, do mal do qual fiz parte”.
Von Campe cresceu durante o nazismo, serviu na Juventude Hitlerista e lutou contra o Exército Vermelho na Iugoslávia como artilheiro de tanque no exército alemão. Ele foi capturado no fim da guerra e escapou cinco meses depois de um campo de prisioneiros de guerra na Iugoslávia comunista.
”Levou-me muito tempo para entender e definir a natureza do nacional socialismo”, diz von Campe. “E, infelizmente, a filosofia deles continua a florescer sob diferentes rótulos que permanecem uma ameaça para os EUA e para a sociedade humana livre”.
Ele escreve: “A parte mais dolorosa de definir o nacional socialismo era reconhecer minha própria responsabilidade moral pelo desastre nazista e seus crimes contra a humanidade. A conclusão é que aceitando a verdade de que ‘assim como sou, assim é minha nação’, e percebendo que se todo alemão era como eu, não era de maravilhar que a Alemanha se tornou um esgoto de gângsteres. Essa compreensão é tão válida hoje para qualquer pessoa em qualquer nação como foi então, e é verdade para os EUA e todo americano agora”.
A mensagem de Von Campe é que apenas liberdade política e leis democráticas não são o suficiente para governar a humanidade com justiça.
“Os processos democráticos podem ser subvertidos e políticos desonestos são abundantes, estão em toda parte e são destrutivos”, escreve ele. “O que vejo nos EUA hoje são pessoas pintando suas cabines enquanto o navio afunda. Hoje nos EUA estamos testemunhando uma reprise da tragédia que aconteceu em 1933 quando uma nação inteira se deixou ser conduzida como cordeiro para o matadouro socialista. Desta vez, se os EUA não se levantarem para defender sua missão e destino, o fim de sua liberdade é inevitável”.
Von Campe diz que ele vê o paralelo espiritual entre os americanos e sua infância na Alemanha.
“O silêncio de nossos púlpitos com relação ao colapso moral da sociedade americana provocado por corrosão interna não é muito diferente do silêncio que ecoou dos púlpitos na Alemanha para com as políticas nazistas”, explica ele. “Nossa família viveu durante os anos nazistas na Alemanha, uma experiência típica de milhões de europeus independente de qual lado estavam. Pagamos um preço elevado pelas perversões morais de um governo alemão que excluía Deus e seus mandamentos de suas políticas. Os EUA não devem continuar seguindo o mesmo caminho de destruição, mas em vez disso dar atenção às lições da história e ao aviso que estou dando”.
Especificamente, von Campe avisa os americanos que seus líderes políticos estão no fundamento errado, “negando nossas raízes culturais e tradicionais baseadas em nossa constituição exclusiva e orientação cristã como nação. Os cristãos não entendem sua missão”.
Traduzido e adaptado por Julio Severo
Fonte: WND
© 2008 WorldNetDaily
WASHINGTON, EUA – Pelo fato de que abandonaram os absolutos morais e sua fé cristã histórica, os EUA estão se aproximando mais de um totalitarismo de estilo nazista, avisa um ex-membro alemão da Juventude Hitlerista num livro recém publicado.
“Todo dia os EUA se aproximam mais do abismo totalitário no estilo nazista”, escreve Hilmar von Campe, hoje um cidadão americano e autor do livro “Defeating the Totalitarian Lie: A Former Hitler Youth Warns America”.
Von Campe fundou o Instituto Nacional em prol da Verdade e da Liberdade para lutar por um retorno ao governo constitucional nos EUA – que é a chave, crê ele, para se manter a liberdade nos EUA.
“Vivi no pesadelo nazista e, como diz o velho ditado, ‘Um homem com experiência nunca fica à mercê de um homem com um argumento’”, escreve von Campe. “Tudo o que escrevo se baseia em minha experiência pessoal na Alemanha nazista. Não há nada de teórico acerca da minha descrição do que acontece quando uma nação joga Deus para fora do governo e da sociedade, e os cristãos se tornam espectadores religiosos. Não quero ver uma reprise. O papel de Deus na sociedade humana é uma questão decisiva para esta geração. Meu livro é parte da minha vida de restituição pelos crimes de um governo ímpio, do mal do qual fiz parte”.
Von Campe cresceu durante o nazismo, serviu na Juventude Hitlerista e lutou contra o Exército Vermelho na Iugoslávia como artilheiro de tanque no exército alemão. Ele foi capturado no fim da guerra e escapou cinco meses depois de um campo de prisioneiros de guerra na Iugoslávia comunista.
”Levou-me muito tempo para entender e definir a natureza do nacional socialismo”, diz von Campe. “E, infelizmente, a filosofia deles continua a florescer sob diferentes rótulos que permanecem uma ameaça para os EUA e para a sociedade humana livre”.
Ele escreve: “A parte mais dolorosa de definir o nacional socialismo era reconhecer minha própria responsabilidade moral pelo desastre nazista e seus crimes contra a humanidade. A conclusão é que aceitando a verdade de que ‘assim como sou, assim é minha nação’, e percebendo que se todo alemão era como eu, não era de maravilhar que a Alemanha se tornou um esgoto de gângsteres. Essa compreensão é tão válida hoje para qualquer pessoa em qualquer nação como foi então, e é verdade para os EUA e todo americano agora”.
A mensagem de Von Campe é que apenas liberdade política e leis democráticas não são o suficiente para governar a humanidade com justiça.
“Os processos democráticos podem ser subvertidos e políticos desonestos são abundantes, estão em toda parte e são destrutivos”, escreve ele. “O que vejo nos EUA hoje são pessoas pintando suas cabines enquanto o navio afunda. Hoje nos EUA estamos testemunhando uma reprise da tragédia que aconteceu em 1933 quando uma nação inteira se deixou ser conduzida como cordeiro para o matadouro socialista. Desta vez, se os EUA não se levantarem para defender sua missão e destino, o fim de sua liberdade é inevitável”.
Von Campe diz que ele vê o paralelo espiritual entre os americanos e sua infância na Alemanha.
“O silêncio de nossos púlpitos com relação ao colapso moral da sociedade americana provocado por corrosão interna não é muito diferente do silêncio que ecoou dos púlpitos na Alemanha para com as políticas nazistas”, explica ele. “Nossa família viveu durante os anos nazistas na Alemanha, uma experiência típica de milhões de europeus independente de qual lado estavam. Pagamos um preço elevado pelas perversões morais de um governo alemão que excluía Deus e seus mandamentos de suas políticas. Os EUA não devem continuar seguindo o mesmo caminho de destruição, mas em vez disso dar atenção às lições da história e ao aviso que estou dando”.
Especificamente, von Campe avisa os americanos que seus líderes políticos estão no fundamento errado, “negando nossas raízes culturais e tradicionais baseadas em nossa constituição exclusiva e orientação cristã como nação. Os cristãos não entendem sua missão”.
Traduzido e adaptado por Julio Severo
Fonte: WND
Reunião mundial de representantes religiosos no Chipre
ROMA, sexta-feira, 14 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Neste domingo se inaugura no Chipre a reunião anual de representantes religiosos organizada pela Comunidade de Sant'Egidio, nesta ocasião em cooperação com a Igreja Ortodoxa do Chipre, 22 anos depois da histórica Jornada Mundial da Oração pela Paz em Assis, convocada por João Paulo II.
O encontro «Homens e Religiões» reunirá durante três dias, com o slogan «A civilização da paz: religiões e culturas em diálogo», chefes de Estado da Europa, África e América Central e mais de 200 personalidades religiosas e leigas, cardeais, patriarcas, primazes de igrejas cristãs, o rabino chefe de Israel, Yona Metzger, e o conselheiro do rei dos Emirados Árabes Unidos, além de líderes de outras confissões.
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Fonte - Zenit
Nicósia, 17 nov (RV) - “Mantenham alta a chama da paz, alimentem-na com gestos cotidianos de caridade e amizade fraterna” – recomendou o papa em sua saudação aos participantes do encontro inter-religioso de Chipre, onde a Comunidade de Santo Egídio e a Igreja Ortodoxa da ilha mediterrânea reuniram 40 líderes religiosos e chefes de Estado.
“O encontro de Chipre – lê-se na mensagem do papa – é uma forte experiência de comunhão para abrir os olhos à realidade e ao confronto, para conhecer realmente as diferenças e os elementos em comum. Somente através do diálogo é possível integrar-se neste multiforme e poliédrico cosmo lingüístico, neste tesouro precioso que é a criação, confiada à responsabilidade e ao bem de todos”.
Fonte - Radio Vaticano
O encontro «Homens e Religiões» reunirá durante três dias, com o slogan «A civilização da paz: religiões e culturas em diálogo», chefes de Estado da Europa, África e América Central e mais de 200 personalidades religiosas e leigas, cardeais, patriarcas, primazes de igrejas cristãs, o rabino chefe de Israel, Yona Metzger, e o conselheiro do rei dos Emirados Árabes Unidos, além de líderes de outras confissões.
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Fonte - Zenit
Nicósia, 17 nov (RV) - “Mantenham alta a chama da paz, alimentem-na com gestos cotidianos de caridade e amizade fraterna” – recomendou o papa em sua saudação aos participantes do encontro inter-religioso de Chipre, onde a Comunidade de Santo Egídio e a Igreja Ortodoxa da ilha mediterrânea reuniram 40 líderes religiosos e chefes de Estado.
“O encontro de Chipre – lê-se na mensagem do papa – é uma forte experiência de comunhão para abrir os olhos à realidade e ao confronto, para conhecer realmente as diferenças e os elementos em comum. Somente através do diálogo é possível integrar-se neste multiforme e poliédrico cosmo lingüístico, neste tesouro precioso que é a criação, confiada à responsabilidade e ao bem de todos”.
Fonte - Radio Vaticano
É hora da “paz e segurança”
O presidente israelense, “Shimon Peres saudou a iniciativa do rei Abdullah, da Arábia Saudita, de empreender um diálogo inter-religioso para promover a paz, estimando que esta iniciativa "dá um novo tom" à política no Oriente Médio.” "O que vimos hoje não é o fim da história, mas o começo de uma nova história", declarou Peres em entrevista coletiva à margem de uma reunião na Assembléia Geral das Nações Unidas sobre uma nova "cultura de paz", uma iniciativa do soberano saudita.” E ele disse mais: "O fato desta sessão ser resultado de uma iniciativa dos sauditas não tem precedentes".
A Arábia Saudita não tem relações diplomáticas com Israel. É uma monarquia islâmica ultraconservadora. Mesmo assim, surpreendeu o mundo com uma postura inédita ao convocar para julho passado todas as religiões do mundo para um "diálogo construtivo para abrir uma nova página de reconciliação, após tantos conflitos" entre as religiões.” A reunião ocorreu em Madrid, e dentre outras recomendações, ouve a realização da reunião da ONU, nesta semana, sobre como apressar a união das igrejas a fim de colaborar na solução dos grandes problemas do planeta.
Fonte - Cristo Voltará
A Arábia Saudita não tem relações diplomáticas com Israel. É uma monarquia islâmica ultraconservadora. Mesmo assim, surpreendeu o mundo com uma postura inédita ao convocar para julho passado todas as religiões do mundo para um "diálogo construtivo para abrir uma nova página de reconciliação, após tantos conflitos" entre as religiões.” A reunião ocorreu em Madrid, e dentre outras recomendações, ouve a realização da reunião da ONU, nesta semana, sobre como apressar a união das igrejas a fim de colaborar na solução dos grandes problemas do planeta.
Fonte - Cristo Voltará
A atitude do Islã
De uns tempos para cá altos líderes do Islã vem desejando incentivar o diálogo com os cristãos e outras religiões. Foi surpreendente o que aconteceu em Julho desse ano, quando o rei da Arábia Saudita promoveu um histórico e inédito encontro na capital espanhola com mais ou menos 200 líderes religiosos de todo o mundo. O rei da Arábia Saudita é guardião de duas mesquitas, o que lhe confere importância e autoridade na realização de tais reuniões. O mundo apoiou a iniciativa, por sinal, muito elogiada. Dela ficou decidido entre outras coisa que a ONU deveria também se engajar na promoção do diálogo inter-religioso. Mas afinal, qual a verdadeira motivação de tamanho interesse por parte do Islã em tal diálogo?
O Islã é a maior religião do mundo. Possui mais de 1,25 bilhão de adeptos, enquanto que o catolicismo, a segunda maior, possui 1,1 bilhão de adeptos. A grande diferença é que os adeptos do Islã aderiram quando adultos, e os católicos logo após nascerem, o que quase não garante que sejam o mesmo ao se tornarem adultos. Pois bem, o Islã sendo a maior, deve portanto ter poder. No entanto, pesa sobre essa religião o estigma de formação de terroristas. E bem agora que o mundo prepara a Globalização dos negócios internacionais, isto é, o grande esquema global para ganhar muito dinheiro promovendo negócios entre todos os países do mundo. E ninguém quer ficar fora. E o Ecumenismo bem como o diálogo inter-religioso estão agora sendo utilizados para, por meio da santificação do domingo, re-educar as pessoas do mundo a que colaborem para a globalização, não roubando tanto, nem sendo tão corruptos, não traficando armas nem drogas, respeitando a natureza, não fazendo terrorismo, etc. e se isso não for feito, o mundo não tem futuro.
E onde entra o Islã nisso? Ora, como as religiões vem se unindo para adequar a sociedade humana para que a Globalização seja viável, o Islã quer que o mundo não o veja como fonte do terrorismo, e sim, uma religião pacífica e digna de confiança, como uma parceira desse grande projeto global. Aliás, ninguém quer ficar de fora da Globalização, e a organização que ficar terá dificuldades para sobreviver. Agora quase todas as igrejas querem colaborar (as grandes estão todas engajadas no diálogo inter-religioso), pois sentem o desejo de poder bem como dos lucros com os negócios internacionais que estão sendo previstos. As igrejas terão o papel de giárdias dos bons costumes e da cidadania na Nova Ordem Mundial, e isso não é pouca coisa. Pretendem, assim, granjear o apoio e proteção oficial dos estados do mundo, coisa que já está a caminho. Trata-se de uma lógica poderosa para enganar a maciça maioria dos seres humanos, desde os seus líderes aos mais humildes e iletrados para uma adoração a um ser inimigo até de si mesmo. Cairão nesse engano inclusive muitos daqueles que pretendem ser salvos para a vida eterna.
Fonte - Cristo Voltará
O Islã é a maior religião do mundo. Possui mais de 1,25 bilhão de adeptos, enquanto que o catolicismo, a segunda maior, possui 1,1 bilhão de adeptos. A grande diferença é que os adeptos do Islã aderiram quando adultos, e os católicos logo após nascerem, o que quase não garante que sejam o mesmo ao se tornarem adultos. Pois bem, o Islã sendo a maior, deve portanto ter poder. No entanto, pesa sobre essa religião o estigma de formação de terroristas. E bem agora que o mundo prepara a Globalização dos negócios internacionais, isto é, o grande esquema global para ganhar muito dinheiro promovendo negócios entre todos os países do mundo. E ninguém quer ficar fora. E o Ecumenismo bem como o diálogo inter-religioso estão agora sendo utilizados para, por meio da santificação do domingo, re-educar as pessoas do mundo a que colaborem para a globalização, não roubando tanto, nem sendo tão corruptos, não traficando armas nem drogas, respeitando a natureza, não fazendo terrorismo, etc. e se isso não for feito, o mundo não tem futuro.
E onde entra o Islã nisso? Ora, como as religiões vem se unindo para adequar a sociedade humana para que a Globalização seja viável, o Islã quer que o mundo não o veja como fonte do terrorismo, e sim, uma religião pacífica e digna de confiança, como uma parceira desse grande projeto global. Aliás, ninguém quer ficar de fora da Globalização, e a organização que ficar terá dificuldades para sobreviver. Agora quase todas as igrejas querem colaborar (as grandes estão todas engajadas no diálogo inter-religioso), pois sentem o desejo de poder bem como dos lucros com os negócios internacionais que estão sendo previstos. As igrejas terão o papel de giárdias dos bons costumes e da cidadania na Nova Ordem Mundial, e isso não é pouca coisa. Pretendem, assim, granjear o apoio e proteção oficial dos estados do mundo, coisa que já está a caminho. Trata-se de uma lógica poderosa para enganar a maciça maioria dos seres humanos, desde os seus líderes aos mais humildes e iletrados para uma adoração a um ser inimigo até de si mesmo. Cairão nesse engano inclusive muitos daqueles que pretendem ser salvos para a vida eterna.
Fonte - Cristo Voltará
A Crise Global e Apocalipse 13:16-17
Numa palestra para investidores americanos, o presidente do Banco Central brasileiro, Henrique Meirelles, afirmou que é preciso parar com as “piadas” a respeito da crise global: “É uma situação muito, muito séria”. [1]
Sim, o economista brasileiro – vencedor do prêmio Bravo, da revista de economia Latin Trade, na categoria ‘financista do ano’ – está certo. Aquilo que surgiu como uma bolha imobiliária, uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos, logo se transformou em uma crise nos mercados de ações, de crédito e de câmbio do planeta – e os efeitos já começam a chegar ao comércio, aos empregos e ao cotidiano de todos.
A crise ocupa o espaço principal e mais generoso em toda a mídia. Está estampada nas capas das principais revistas. É destaque nas manchetes dos jornais – o principal jornal do país, Folha de S. Paulo, já até criou uma espécie de “selo” que a dimensiona em seu caderno “dinheiro”: “Crise Global” – e já está incorporada às conversas e preocupações das pessoas em geral.
“O Brasil é parte do mundo. Tivemos o bônus, agora vamos pagar o ônus por estar no mundo”, afirma o ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto. A grande questão nesta tisunami gerada a partir desta que é a maior crise global desde 1929, arrasando economias de vários países, quebrando alguns dos maiores bancos e instituições dos Estados Unidos e do mundo e pondo em polvorosa os mercados financeiras, é onde ela vai desaguar.
Nesse quesito, embora os economistas e líderes mundiais divirjam um pouco tanto sobre o alcance da crise quanto sobre as medidas a serem adotadas, são unânimes ao afirmar que nada será como antes. As palavras ou expressões correntes são: “nova arquitetura financeira”, “nova (mais forte) regulação dos mercados”, “redesenhar a estrutura internacional da economia”, “novos mecanismos mundiais de controle ou regulação dos mercados financeiros”.
O que dizem os gurus da Economia
O problema é antigo e desde a quebra da Bolsa de Nova York, 1929, as crises se sucedem. “Há mais de 20 anos uma onda de crises financeiras acompanha a globalização”, afirma Robert Kurz. “Todas as medidas aparentemente bem-sucedidas para evitar uma ‘fusão nuclear’ do sistema financeiro internacional só lograram reformular o problema, em vez de solucioná-lo”. [2]
“Chegamos a um ponto crítico”, escreveu John Maynard Keynes em março de 1933. “Podemos divisar claramente o abismo ao qual nosso caminho atual nos conduz. Sem a ação dos governos, devemos esperar a progressiva dissolução da estrutura existente de contratos e instrumentos de dívida, acompanhada pelo completo descrédito da liderança ortodoxa nas finanças e no governo, cujo desfecho final não podemos prever”. [3]
Com a maior crise planetária desde 1929, as idéias de Keynes do máximo intervencionismo do Estado voltaram à moda – com toda força. “Não há mercado sem o Estado. O mercado resolveu os seus problemas – dentro das leis e regras do Estado. Só no Brasil encontrei liberais tão radicais”, sentencia o economista francês Guy Sorman.
O historiador inglês Paul Kennedy, autor de “Ascensão e Queda das Grandes Potências” (Editora Campus) assinala a nova distribuição mundial do poder: “ … o equilíbrio mundial está realmente mudando. Não em termos militares, porque os EUA respondem por metade do orçamento bélico mundial. A transformação fica evidente na composição das reservas internacionais estratégicas dos países”. [4]
Quando o jornalista pergunta se “É possível tirar alguma lição dessa crise”, Kennedy faz aquilo que nove em cada dez autoridades da área fazem – recomenda novos mecanismos mundiais de controle ou regulação financeira:
“O efeito dominó, de país a país e de banco a banco, fez os líderes perceberem que eles precisam trabalhar mais juntos. O Banco da Inglaterra e o Banco da Suíça entenderam que devem atuar conjuntamente com o Fed e o Banco do Japão e do Canadá, e assim por diante. O Banco Mundial e o FMI são instituições ótimas, mas até então, por causa da liberalização do fluxo de capitais, não havia nada relevante em matéria de concertação sobre sistemas bancários. Acho que poderá surgir uma espécie de cartel de bancos centrais das 12 maiores economias, comprometidas em atuar juntas para evitar que seus maiores bancos não quebrem. Esse grupo se reuniria com freqüência, possivelmente substituindo o G7 e o G8”. [5]
Muitos têm escrito e falado sobre a crise, dando suas receitas e apresentando o seu pacote de medidas para debelá-la; no entanto, ninguém foi tão direto ao ponto e didático como Jeffrey Garten, professor de Comércio Internacional e Finanças na Escola de Administração de Empresas da Universidade Yale. Num artigo de página inteira do caderno “Crise Global”, do principal jornal do país, Jeffrey chama a atenção com o título da sua matéria: “Mundo precisa de autoridade monetária”. [6]
Sem prejuízo para o leitor, reproduzo abaixo os principais trechos do referido artigo:
“Mesmo que a imensa operação de resgate financeiro dos Estados Unidos obtenha sucesso, ela deveria ser seguida por algo de muito mais abrangente – o estabelecimento de uma autoridade monetária mundial para fiscalizar mercados que não respeitam mais fronteiras. [...] Os bancos centrais também vêm sincronizando suas injeções de fundos nos mercados. Essas medidas devem ser passos em direção de uma resposta internacional mais abrangente concebida não apenas para apagar o atual incêndio, mas para reconstruir e manter os mercados de capitais em longo prazo”.
“O vácuo que existe no centro do sistema é perigoso para todos. [...] Por muitos anos, Wall Street e Washington não serão capazes de se manter sem forte cooperação de outros mercados. Além disso, as dimensões internacionais do mundo financeiro se tornaram estonteantes. Os ativos mundiais cresceram de US$ 12 trilhões em 1980 para US$ 200 trilhões em 2007, superando de longe o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em qualquer nação ou o ritmo de expansão do comércio. Montante crescente desse capital hoje reside na Ásia e no Golfo Pérsico, e não mais nos Estados Unidos e na Europa”.
Pegando emprestada uma expressão usada pelo escritor Max Lucado, diria que Jeffrey “vai direto na jugular”, sem tergiversações ou indiretas: “Todas essas considerações apontam para a necessidade futura de uma nova autoridade monetária mundial (AMM). Ela ditaria o tom para os mercados de capital de uma maneira que não seria visceralmente oposta a uma forte função de fiscalização pública, com regras de intervenção, e devolveria à formação de capital a condição de objetivo do crescimento econômico e do desenvolvimento, com o abandono da idéia de que é suficiente operar por operar”.
“O conselho da AMM seria formado por dirigentes de bancos centrais não apenas dos Estados Unidos, do Reino Unido, da zona do Euro e do Japão, mas também da China, da Arábia Saudita e do Brasil. A instituição será financiada por contribuições compulsórias de todos os países capazes de pagar e por prêmios à maneira de seguros pagos pelas empresas financeiras do planeta – as de capital aberto, as estatais e as de capital fechado igualmente. Em termos de política norte-americana e internacional, a autoridade monetária mundial provavelmente representa uma idéia cujo momento ainda não chegou. Mas isso pode mudar, à medida que evolui a crise atual”.
A Nova Bretton Woods
O momento propício, de que fala o renomado professor da Universidade Yale, já chegou. Recentemente, quando a França apresentou proposta semelhante abrangendo a União Européia, o ministro das Finanças sueco, Andrés Berg, foi taxativo: “O mais importante agora é criar um bom corpo de bombeiros. Depois talvez possamos discutir normas de segurança”. [7]
Com a ação acanhada do FMI e do próprio Banco Mundial, em meio ao turbilhão da crise global, além de “ressuscitar” Keynes os economistas também trouxeram de volta um nome pouco conhecido “Bretton Woods”. O professor emérito da Fundação Getúlio Vargas e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney), Luiz Carlos Bresser Pereira foi um desses; num artigo intitulado “Nova Bretton Woods”, Bresser afirma:
“Nos próximos dias, os líderes políticos e econômicos dos grandes países reunir-se-ão para discutir uma Bretton Woods, ou seja, uma nova arquitetura e um sistema de regulação mais rigoroso para o sistema financeiro mundial”. [8]
Embora esteja claro o que Bresser e outros economistas querem dizer quando afirmam que o mundo precisa de uma “Nova Bretton Woods”, para o leitor poder assimilar em profundidade o que isso significa, lembramos que o termo é uma referência ao encontro histórico que, em 1944, redesenhou o sistema financeiro mundial.
Na reta final da Segunda Guerra Mundial, com a Europa destruída, 44 países se reuniram na cidade americana de Bretton Woods, sob a batuta dos EUA, criando instituições tais como o FMI e o Banco Mundial.
Para o economista Luís Gonzaga Belluzo, da Unicamp, a conjuntura mundial exige uma “supervisão financeira global”. “Talvez um novo organismo”, diz, “para evitar bolhas como a do subprime”. Quando indagado se seria o tal organismo um super Banco Central Internacional, Belluzo responde: “Essa era a proposta do [economista inglês John] Keynes [em 1944]. Ele defendia uma espécie de moeda internacional, com gestão multilateral, para servir como referência às reservas nacionais”. [9]
A proposta de Keynes não vingou e o dólar se estabeleceu definitivamente como a moeda internacional. Foi o chamado “padrão ouro”, que estabelecia um lastro do metal para cada dólar americano. Os demais países tinham então suas reservas referenciadas em dólar e poderiam trocar no Federal Reserve seus dólares por ouro. Em 1971, no governo Richard Nixon, os EUA abandonaram unilateralmente o sistema. Nascia o câmbio flutuante e começava a grande farra que veio desembocar na maior crise financeira de todos os tempos.
Remédio amargo
Os Estados Unidos precisam regular, e rápido, o seu sistema financeiro sob pena de não conseguirem controlar a atual crise e perderem sua hegemonia no setor, advertiu a economista Maria da Conceição Tavares em entrevista à Agência Reuters. “Ou os EUA resolvem quais são as regras agora, enquanto são donos do cassino, ou daqui a pouco não adianta nada porque não serão mais os donos. É mais fácil fazer acordo quando eu, que sou a banca, faço as regras e convido os demais a seguirem ou se adaptarem”, completa a professora da UFRJ e da Unicamp e uma das principais vozes da economia brasileira desde a década de 1970.
Como vimos no início deste artigo, a crise é “muito séria”; não existe esse negócio de “marolinha”, como haviam rotulado o Presidente Lula e a sua “favorita” ministra Dilma Rousseff. “Nunca chegamos tão perto de um colapso completo do sistema, desde os anos 30”, afirma o megainvestidor George Soros.
Para situações drásticas, atitudes drásticas. É isso que espera o novo presidente americano, Barack Obama. Não é à toa que a jornalista Kathleen Parker, colunista do “Washington Post” e comentarista da NBC, escreveu um artigo publicado nesta quarta-feira com o título “Parabéns e pêsames”. “Os dois maiores desafios do novo presidente são a economia e a política externa, dois pedaços do mesmo rolo de tecido. Quem for presidente [ela escreveu antes de saber o resultado] terá que aceitar uma velha máxima conservadora segundo a qual é preciso fazer o que é necessário, mesmo que doa”. [10]
O apocalipse, como já foi tratado aqui em outros artigos, nos mostra que no final da história, pouco antes da volta de Jesus, haverá uma conjugação dos poderes terrestres contra o fiel povo de Deus (Apocalipse 12:17 e 14:12). Neste conluio, estarão unidos a Igreja e o Estado e será promulgado um decreto religioso com aplicação no campo econômico:
“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte; para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” (Apocalipse 13:16-17).
Faz alguns anos, um jornalista da revista Veja, numa entrevista publicada nas páginas amarelas da revista, fez a seguinte pergunta para a senhora Alice Rivlin, citada na época como a mais poderosa economista americana:
“Veja – O banco central americano, o Fed, já mexe com a economia de todo o mundo, quando toma suas decisões. Vai existir algum dia um banco central mundial?
Rivlin – Os bancos centrais hoje se relacionam de modo muito intenso e, eventualmente, vai existir um mecanismo mundial de controle de moeda”. [11]
Sim. Há muito tempo inúmeras forças – principalmente nos campos político e religioso – vêm trabalhando em prol desta união. O mundo está maduro e com o palco preparado para os eventos finais da História. Todos os atores e protagonistas mundiais estão assumindo os seus papéis e, de forma consciente ou não, seguindo o “script” das profecias.
Olhando para o quadro que se forma no cenário mundial, pergunto: Como negar que estamos, de fato, vivendo os dias finais da História? Como duvidar que o Senhor Jesus está voltando?
Elizeu C. Lira, Editor do site IASD em Foco
Fonte - IASD em Foco
Sim, o economista brasileiro – vencedor do prêmio Bravo, da revista de economia Latin Trade, na categoria ‘financista do ano’ – está certo. Aquilo que surgiu como uma bolha imobiliária, uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos, logo se transformou em uma crise nos mercados de ações, de crédito e de câmbio do planeta – e os efeitos já começam a chegar ao comércio, aos empregos e ao cotidiano de todos.
A crise ocupa o espaço principal e mais generoso em toda a mídia. Está estampada nas capas das principais revistas. É destaque nas manchetes dos jornais – o principal jornal do país, Folha de S. Paulo, já até criou uma espécie de “selo” que a dimensiona em seu caderno “dinheiro”: “Crise Global” – e já está incorporada às conversas e preocupações das pessoas em geral.
“O Brasil é parte do mundo. Tivemos o bônus, agora vamos pagar o ônus por estar no mundo”, afirma o ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto. A grande questão nesta tisunami gerada a partir desta que é a maior crise global desde 1929, arrasando economias de vários países, quebrando alguns dos maiores bancos e instituições dos Estados Unidos e do mundo e pondo em polvorosa os mercados financeiras, é onde ela vai desaguar.
Nesse quesito, embora os economistas e líderes mundiais divirjam um pouco tanto sobre o alcance da crise quanto sobre as medidas a serem adotadas, são unânimes ao afirmar que nada será como antes. As palavras ou expressões correntes são: “nova arquitetura financeira”, “nova (mais forte) regulação dos mercados”, “redesenhar a estrutura internacional da economia”, “novos mecanismos mundiais de controle ou regulação dos mercados financeiros”.
O que dizem os gurus da Economia
O problema é antigo e desde a quebra da Bolsa de Nova York, 1929, as crises se sucedem. “Há mais de 20 anos uma onda de crises financeiras acompanha a globalização”, afirma Robert Kurz. “Todas as medidas aparentemente bem-sucedidas para evitar uma ‘fusão nuclear’ do sistema financeiro internacional só lograram reformular o problema, em vez de solucioná-lo”. [2]
“Chegamos a um ponto crítico”, escreveu John Maynard Keynes em março de 1933. “Podemos divisar claramente o abismo ao qual nosso caminho atual nos conduz. Sem a ação dos governos, devemos esperar a progressiva dissolução da estrutura existente de contratos e instrumentos de dívida, acompanhada pelo completo descrédito da liderança ortodoxa nas finanças e no governo, cujo desfecho final não podemos prever”. [3]
Com a maior crise planetária desde 1929, as idéias de Keynes do máximo intervencionismo do Estado voltaram à moda – com toda força. “Não há mercado sem o Estado. O mercado resolveu os seus problemas – dentro das leis e regras do Estado. Só no Brasil encontrei liberais tão radicais”, sentencia o economista francês Guy Sorman.
O historiador inglês Paul Kennedy, autor de “Ascensão e Queda das Grandes Potências” (Editora Campus) assinala a nova distribuição mundial do poder: “ … o equilíbrio mundial está realmente mudando. Não em termos militares, porque os EUA respondem por metade do orçamento bélico mundial. A transformação fica evidente na composição das reservas internacionais estratégicas dos países”. [4]
Quando o jornalista pergunta se “É possível tirar alguma lição dessa crise”, Kennedy faz aquilo que nove em cada dez autoridades da área fazem – recomenda novos mecanismos mundiais de controle ou regulação financeira:
“O efeito dominó, de país a país e de banco a banco, fez os líderes perceberem que eles precisam trabalhar mais juntos. O Banco da Inglaterra e o Banco da Suíça entenderam que devem atuar conjuntamente com o Fed e o Banco do Japão e do Canadá, e assim por diante. O Banco Mundial e o FMI são instituições ótimas, mas até então, por causa da liberalização do fluxo de capitais, não havia nada relevante em matéria de concertação sobre sistemas bancários. Acho que poderá surgir uma espécie de cartel de bancos centrais das 12 maiores economias, comprometidas em atuar juntas para evitar que seus maiores bancos não quebrem. Esse grupo se reuniria com freqüência, possivelmente substituindo o G7 e o G8”. [5]
Muitos têm escrito e falado sobre a crise, dando suas receitas e apresentando o seu pacote de medidas para debelá-la; no entanto, ninguém foi tão direto ao ponto e didático como Jeffrey Garten, professor de Comércio Internacional e Finanças na Escola de Administração de Empresas da Universidade Yale. Num artigo de página inteira do caderno “Crise Global”, do principal jornal do país, Jeffrey chama a atenção com o título da sua matéria: “Mundo precisa de autoridade monetária”. [6]
Sem prejuízo para o leitor, reproduzo abaixo os principais trechos do referido artigo:
“Mesmo que a imensa operação de resgate financeiro dos Estados Unidos obtenha sucesso, ela deveria ser seguida por algo de muito mais abrangente – o estabelecimento de uma autoridade monetária mundial para fiscalizar mercados que não respeitam mais fronteiras. [...] Os bancos centrais também vêm sincronizando suas injeções de fundos nos mercados. Essas medidas devem ser passos em direção de uma resposta internacional mais abrangente concebida não apenas para apagar o atual incêndio, mas para reconstruir e manter os mercados de capitais em longo prazo”.
“O vácuo que existe no centro do sistema é perigoso para todos. [...] Por muitos anos, Wall Street e Washington não serão capazes de se manter sem forte cooperação de outros mercados. Além disso, as dimensões internacionais do mundo financeiro se tornaram estonteantes. Os ativos mundiais cresceram de US$ 12 trilhões em 1980 para US$ 200 trilhões em 2007, superando de longe o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em qualquer nação ou o ritmo de expansão do comércio. Montante crescente desse capital hoje reside na Ásia e no Golfo Pérsico, e não mais nos Estados Unidos e na Europa”.
Pegando emprestada uma expressão usada pelo escritor Max Lucado, diria que Jeffrey “vai direto na jugular”, sem tergiversações ou indiretas: “Todas essas considerações apontam para a necessidade futura de uma nova autoridade monetária mundial (AMM). Ela ditaria o tom para os mercados de capital de uma maneira que não seria visceralmente oposta a uma forte função de fiscalização pública, com regras de intervenção, e devolveria à formação de capital a condição de objetivo do crescimento econômico e do desenvolvimento, com o abandono da idéia de que é suficiente operar por operar”.
“O conselho da AMM seria formado por dirigentes de bancos centrais não apenas dos Estados Unidos, do Reino Unido, da zona do Euro e do Japão, mas também da China, da Arábia Saudita e do Brasil. A instituição será financiada por contribuições compulsórias de todos os países capazes de pagar e por prêmios à maneira de seguros pagos pelas empresas financeiras do planeta – as de capital aberto, as estatais e as de capital fechado igualmente. Em termos de política norte-americana e internacional, a autoridade monetária mundial provavelmente representa uma idéia cujo momento ainda não chegou. Mas isso pode mudar, à medida que evolui a crise atual”.
A Nova Bretton Woods
O momento propício, de que fala o renomado professor da Universidade Yale, já chegou. Recentemente, quando a França apresentou proposta semelhante abrangendo a União Européia, o ministro das Finanças sueco, Andrés Berg, foi taxativo: “O mais importante agora é criar um bom corpo de bombeiros. Depois talvez possamos discutir normas de segurança”. [7]
Com a ação acanhada do FMI e do próprio Banco Mundial, em meio ao turbilhão da crise global, além de “ressuscitar” Keynes os economistas também trouxeram de volta um nome pouco conhecido “Bretton Woods”. O professor emérito da Fundação Getúlio Vargas e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney), Luiz Carlos Bresser Pereira foi um desses; num artigo intitulado “Nova Bretton Woods”, Bresser afirma:
“Nos próximos dias, os líderes políticos e econômicos dos grandes países reunir-se-ão para discutir uma Bretton Woods, ou seja, uma nova arquitetura e um sistema de regulação mais rigoroso para o sistema financeiro mundial”. [8]
Embora esteja claro o que Bresser e outros economistas querem dizer quando afirmam que o mundo precisa de uma “Nova Bretton Woods”, para o leitor poder assimilar em profundidade o que isso significa, lembramos que o termo é uma referência ao encontro histórico que, em 1944, redesenhou o sistema financeiro mundial.
Na reta final da Segunda Guerra Mundial, com a Europa destruída, 44 países se reuniram na cidade americana de Bretton Woods, sob a batuta dos EUA, criando instituições tais como o FMI e o Banco Mundial.
Para o economista Luís Gonzaga Belluzo, da Unicamp, a conjuntura mundial exige uma “supervisão financeira global”. “Talvez um novo organismo”, diz, “para evitar bolhas como a do subprime”. Quando indagado se seria o tal organismo um super Banco Central Internacional, Belluzo responde: “Essa era a proposta do [economista inglês John] Keynes [em 1944]. Ele defendia uma espécie de moeda internacional, com gestão multilateral, para servir como referência às reservas nacionais”. [9]
A proposta de Keynes não vingou e o dólar se estabeleceu definitivamente como a moeda internacional. Foi o chamado “padrão ouro”, que estabelecia um lastro do metal para cada dólar americano. Os demais países tinham então suas reservas referenciadas em dólar e poderiam trocar no Federal Reserve seus dólares por ouro. Em 1971, no governo Richard Nixon, os EUA abandonaram unilateralmente o sistema. Nascia o câmbio flutuante e começava a grande farra que veio desembocar na maior crise financeira de todos os tempos.
Remédio amargo
Os Estados Unidos precisam regular, e rápido, o seu sistema financeiro sob pena de não conseguirem controlar a atual crise e perderem sua hegemonia no setor, advertiu a economista Maria da Conceição Tavares em entrevista à Agência Reuters. “Ou os EUA resolvem quais são as regras agora, enquanto são donos do cassino, ou daqui a pouco não adianta nada porque não serão mais os donos. É mais fácil fazer acordo quando eu, que sou a banca, faço as regras e convido os demais a seguirem ou se adaptarem”, completa a professora da UFRJ e da Unicamp e uma das principais vozes da economia brasileira desde a década de 1970.
Como vimos no início deste artigo, a crise é “muito séria”; não existe esse negócio de “marolinha”, como haviam rotulado o Presidente Lula e a sua “favorita” ministra Dilma Rousseff. “Nunca chegamos tão perto de um colapso completo do sistema, desde os anos 30”, afirma o megainvestidor George Soros.
Para situações drásticas, atitudes drásticas. É isso que espera o novo presidente americano, Barack Obama. Não é à toa que a jornalista Kathleen Parker, colunista do “Washington Post” e comentarista da NBC, escreveu um artigo publicado nesta quarta-feira com o título “Parabéns e pêsames”. “Os dois maiores desafios do novo presidente são a economia e a política externa, dois pedaços do mesmo rolo de tecido. Quem for presidente [ela escreveu antes de saber o resultado] terá que aceitar uma velha máxima conservadora segundo a qual é preciso fazer o que é necessário, mesmo que doa”. [10]
O apocalipse, como já foi tratado aqui em outros artigos, nos mostra que no final da história, pouco antes da volta de Jesus, haverá uma conjugação dos poderes terrestres contra o fiel povo de Deus (Apocalipse 12:17 e 14:12). Neste conluio, estarão unidos a Igreja e o Estado e será promulgado um decreto religioso com aplicação no campo econômico:
“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte; para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” (Apocalipse 13:16-17).
Faz alguns anos, um jornalista da revista Veja, numa entrevista publicada nas páginas amarelas da revista, fez a seguinte pergunta para a senhora Alice Rivlin, citada na época como a mais poderosa economista americana:
“Veja – O banco central americano, o Fed, já mexe com a economia de todo o mundo, quando toma suas decisões. Vai existir algum dia um banco central mundial?
Rivlin – Os bancos centrais hoje se relacionam de modo muito intenso e, eventualmente, vai existir um mecanismo mundial de controle de moeda”. [11]
Sim. Há muito tempo inúmeras forças – principalmente nos campos político e religioso – vêm trabalhando em prol desta união. O mundo está maduro e com o palco preparado para os eventos finais da História. Todos os atores e protagonistas mundiais estão assumindo os seus papéis e, de forma consciente ou não, seguindo o “script” das profecias.
Olhando para o quadro que se forma no cenário mundial, pergunto: Como negar que estamos, de fato, vivendo os dias finais da História? Como duvidar que o Senhor Jesus está voltando?
Elizeu C. Lira, Editor do site IASD em Foco
Fonte - IASD em Foco
Fungo ameaça segurança alimentar mundial
Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, afirma que o fungo do trigo, conhecido como Ug99, representa uma grande ameaça para plantações em todo o mundo.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, anunciou, nesta quarta-feira, que os representantes dos países produtores de trigo lançaram um apelo para ação conjunta no controle e prevenção do fungo Ug99.
Segundo a FAO, o fungo que ataca o talo do trigo, representa uma grande ameaça para plantações e para a segurança alimentar mundial.
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Fonte - Radio ONU
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, anunciou, nesta quarta-feira, que os representantes dos países produtores de trigo lançaram um apelo para ação conjunta no controle e prevenção do fungo Ug99.
Segundo a FAO, o fungo que ataca o talo do trigo, representa uma grande ameaça para plantações e para a segurança alimentar mundial.
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Fonte - Radio ONU
Ingresso de Igrejas Ortodoxas no Conic é histórico
O presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), pastor sinodal Carlos Augusto Möller, classificou de "histórico" o ingresso da Igreja Greco-Ortodoxa de Antioquia e da Igreja Ortodoxa Grega (Patriarcado de Constantinopla) como Igrejas-membro do Conic. O ato de adesão aconteceu durante a 13ª Assembléia que o Conselho realiza, desde o dia 13, em Luziânia (GO).
"O ingresso de duas Igrejas Ortodoxas é histórico e altamente significativo porque elas se juntam a nós e querem conosco dialogar, caminhar no ecumenismo e dar testemunho do que vivemos no Brasil", disse Möller. Segundo o presidente, a função do movimento ecumênico, no Brasil e no mundo, passa por uma fase de reflexão "muito crítica". Por esta razão, a adesão das duas Igrejas assume um caráter significativo.
"O ingresso das duas igrejas fortalece o Conic e reitera o mandato de sermos um Conselho que reúne as Igrejas para a convivência ecumênica. Além disso, anima as Igrejas para seu testemunho no país. A sociedade brasileira clama por um testemunho claro das Igrejas", afirmou o presidente. O Conic, agora, passa a ter oito Igrejas-membro.
Fonte - Canção Nova
Nota DDP: A ICAR agradece.
"O ingresso de duas Igrejas Ortodoxas é histórico e altamente significativo porque elas se juntam a nós e querem conosco dialogar, caminhar no ecumenismo e dar testemunho do que vivemos no Brasil", disse Möller. Segundo o presidente, a função do movimento ecumênico, no Brasil e no mundo, passa por uma fase de reflexão "muito crítica". Por esta razão, a adesão das duas Igrejas assume um caráter significativo.
"O ingresso das duas igrejas fortalece o Conic e reitera o mandato de sermos um Conselho que reúne as Igrejas para a convivência ecumênica. Além disso, anima as Igrejas para seu testemunho no país. A sociedade brasileira clama por um testemunho claro das Igrejas", afirmou o presidente. O Conic, agora, passa a ter oito Igrejas-membro.
Fonte - Canção Nova
Nota DDP: A ICAR agradece.
Holanda derruba artigo que proíbe blasfemar
Por decisão do governo holandês, o polêmico artigo 147, que proíbe a blasfêmia, será abolido do Código Penal do país. Com isso, insultos a divindade, a religião ou o que é considerado sagrado não serão mais considerados crimes.
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Para facilitar a retirada do artigo 147, o ministro disse que se aplicará o artigo 137, que penaliza a pessoa que proferir injúrias contra um grupo, raça ou religião.
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Fonte - Radio Nederland
Nota DDP: Em outras palavras, fale e faça o que quiser com o nome de Deus, mas não levante nada contra qualquer religião. Além da inversão de valores, a clara intenção de se penalizar qualquer pessoa que disser algo contra outro segmento religioso. Dizer que ele seja representante da besta, por exemplo?
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Para facilitar a retirada do artigo 147, o ministro disse que se aplicará o artigo 137, que penaliza a pessoa que proferir injúrias contra um grupo, raça ou religião.
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Fonte - Radio Nederland
Nota DDP: Em outras palavras, fale e faça o que quiser com o nome de Deus, mas não levante nada contra qualquer religião. Além da inversão de valores, a clara intenção de se penalizar qualquer pessoa que disser algo contra outro segmento religioso. Dizer que ele seja representante da besta, por exemplo?
Ventos acalmam-se e facilitam trabalho dos bombeiros no sul da Califórnia
Incêndios florestais devastam na área metropolitana de Los Angeles.Centenas de casas foram queimadas, e 50 mil pessoas foram evacuadas.
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Fonte - G1
Nota DDP: Impressionante a quantidade de incêndios ocorridos nesta área dos EUA nos últimos tempos.
...
Fonte - G1
Nota DDP: Impressionante a quantidade de incêndios ocorridos nesta área dos EUA nos últimos tempos.
Terremoto na Indonésia deixa um morto
O terremoto que atingiu ilhas ao norte da Indonésia matou ao menos uma pessoa, informaram as autoridades locais. O índice, no entanto, não é definitivo, pois o governo admite a destruição de muitas casas na região atingida. Não há informações sobre feridos.
As autoridades enviaram equipe de resgate e especialistas à região, para elaborar um informe sobre a situação, incluído o número de vítimas e de imóveis destruídos ou danificados.
A agência oficial da Indonésia, Antara, disse que milhares de pessoas fugiram de suas casas e hotéis na província de Gorontalo. Na cidade, uma pessoa estava ferida e vários edifícios desmoronaram. Na capital Jacarta, autoridades afirmaram não saber se há vítimas.
“Em um terremoto desses, é muito provável que haja vítimas”, disse um funcionário dos serviços geológicos indonésios. Os habitantes de Tolitoli - a 250 km do epicentro – também disseram que prédios caíram.
Fonte - G1
As autoridades enviaram equipe de resgate e especialistas à região, para elaborar um informe sobre a situação, incluído o número de vítimas e de imóveis destruídos ou danificados.
A agência oficial da Indonésia, Antara, disse que milhares de pessoas fugiram de suas casas e hotéis na província de Gorontalo. Na cidade, uma pessoa estava ferida e vários edifícios desmoronaram. Na capital Jacarta, autoridades afirmaram não saber se há vítimas.
“Em um terremoto desses, é muito provável que haja vítimas”, disse um funcionário dos serviços geológicos indonésios. Os habitantes de Tolitoli - a 250 km do epicentro – também disseram que prédios caíram.
Fonte - G1
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Obama deve afastar tribunais dos EUA da direita
WASHINGTON (Reuters) - O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, terá a oportunidade de nomear dezenas de juízes federais nos próximos quatro anos, revertendo assim a guinada direitista do Judiciário, registrada no governo de George W. Bush.
Com a ajuda de uma ampla maioria no Senado, Obama, ex-professor de Direito Constitucional, vai nomear juízes que poderão interferir sobre questões polêmicas, como o casamento gay, a pena de morte, o aborto e temas ligados às guerras do Iraque e Afeganistão.
Esses juízes, na Suprema Corte e em tribunais federais inferiores, também deverão receber contestações a políticas de Obama, como a reforma na saúde pública.
Os magistrados podem ser o legado mais duradouro de um presidente, pois suas nomeações são vitalícias. John Roberts e Samuel Alito, nomeados por Bush, ainda não completaram 60 anos e devem se manter como vozes conservadoras na Suprema Corte durante décadas.
Obama, que foi contra essas indicações, por causa da suposta tendência dos juristas de se alinharem com os poderosos ao invés dos indefesos, diz que o direito deve ser uma forma de corrigir desequilíbrios.
"Precisamos de alguém que tenha coração, empatia, que reconheça o que é ser uma mãe adolescente", disse ele no ano passado à entidade Planned Parenthood.
"Ele tem a oportunidade de selecionar juízes que possam restaurar o equilíbrio dessas cortes e ampliar proteções a trabalhadores, mulheres e pessoas de cor, proteções constitucionais que os juízes de Bush rejeitaram", disse Nan Aron, presidente da Aliança pela Justiça.
Mas as primeiras indicações de Obama não devem alterar a composição ideológica da Suprema Corte, pois os primeiros a se aposentarem devem ser juízes liberais - John Paul Stevens, Ruth Bader Ginsburg e David Souter.
Mas a substituição deles por outros liberais já será uma derrota para os conservadores, que durante décadas se empenharam em criar uma maioria de "construcionistas estritos", que interpretam a Constituição ao pé da letra.
"A perda final é que haverá pessoas mais jovens (na Suprema Corte) que perpetuarão uma idéia de Constituição que os conservadores gostaria de pensar que fosse transitória", disse Manuel Miranda, presidente da Third Branch Conference.
Observadores do Judiciário dizem que Obama será pressionado a indicar uma mulher. Possíveis candidatas são as juízas Diane Wood e Sonia Sotomayor, ou a professora de Harvard Dean Elena Kagan.
Se for reeleito em 2012, Obama terá então uma maior oportunidade de levar a Suprema Corte para a esquerda. Curt Levey, do conservador Comitê para a Justiça, estima que Obama teria 75 por cento de chance de estabelecer uma maioria liberal se conseguir um segundo mandato.
Fonte - O Globo
Com a ajuda de uma ampla maioria no Senado, Obama, ex-professor de Direito Constitucional, vai nomear juízes que poderão interferir sobre questões polêmicas, como o casamento gay, a pena de morte, o aborto e temas ligados às guerras do Iraque e Afeganistão.
Esses juízes, na Suprema Corte e em tribunais federais inferiores, também deverão receber contestações a políticas de Obama, como a reforma na saúde pública.
Os magistrados podem ser o legado mais duradouro de um presidente, pois suas nomeações são vitalícias. John Roberts e Samuel Alito, nomeados por Bush, ainda não completaram 60 anos e devem se manter como vozes conservadoras na Suprema Corte durante décadas.
Obama, que foi contra essas indicações, por causa da suposta tendência dos juristas de se alinharem com os poderosos ao invés dos indefesos, diz que o direito deve ser uma forma de corrigir desequilíbrios.
"Precisamos de alguém que tenha coração, empatia, que reconheça o que é ser uma mãe adolescente", disse ele no ano passado à entidade Planned Parenthood.
"Ele tem a oportunidade de selecionar juízes que possam restaurar o equilíbrio dessas cortes e ampliar proteções a trabalhadores, mulheres e pessoas de cor, proteções constitucionais que os juízes de Bush rejeitaram", disse Nan Aron, presidente da Aliança pela Justiça.
Mas as primeiras indicações de Obama não devem alterar a composição ideológica da Suprema Corte, pois os primeiros a se aposentarem devem ser juízes liberais - John Paul Stevens, Ruth Bader Ginsburg e David Souter.
Mas a substituição deles por outros liberais já será uma derrota para os conservadores, que durante décadas se empenharam em criar uma maioria de "construcionistas estritos", que interpretam a Constituição ao pé da letra.
"A perda final é que haverá pessoas mais jovens (na Suprema Corte) que perpetuarão uma idéia de Constituição que os conservadores gostaria de pensar que fosse transitória", disse Manuel Miranda, presidente da Third Branch Conference.
Observadores do Judiciário dizem que Obama será pressionado a indicar uma mulher. Possíveis candidatas são as juízas Diane Wood e Sonia Sotomayor, ou a professora de Harvard Dean Elena Kagan.
Se for reeleito em 2012, Obama terá então uma maior oportunidade de levar a Suprema Corte para a esquerda. Curt Levey, do conservador Comitê para a Justiça, estima que Obama teria 75 por cento de chance de estabelecer uma maioria liberal se conseguir um segundo mandato.
Fonte - O Globo
Bush defende expansão da democracia contra extremismos religiosos
Nações Unidas, 13 nov (EFE) - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, defendeu hoje na Assembléia Geral da ONU a expansão internacional da democracia como a melhor arma para combater os extremismos religiosos e abrir caminho para a paz.
Em seu último pronunciamento no fórum multilateral antes de deixar a Casa Branca em janeiro, o líder assegurou que nos últimos oito anos teve "o privilégio de presenciar como a liberdade e a fé podem resgatar vidas e dirigir o mundo à paz".
"A melhor maneira de salvaguardar a liberdade de religião é acudir em ajuda da democracia", assegurou o presidente americano em seu discurso no diálogo inter-religioso realizado desde quarta-feira na sede da ONU em Nova York.
"A expansão da democracia também representa o caminho mais promissor à paz", acrescentou.
Bush citou a defesa da liberdade religiosa exercida por seu país em situações que vão desde "a libertação dos campos de concentração na Europa, à proteção de muçulmanos em lugares como o Kosovo, Afeganistão e Iraque".
"Hoje, os EUA continuam com a nobre tradição de considerar a liberdade religiosa como um dos eixos centrais de nossa política externa", ressaltou.
Nesse sentido, estimulou outros países a entender que a liberdade religiosa é o fundamento de uma sociedade "saudável e com esperança".
"Não temos medo de respaldar os dissidentes religiosos e crentes que praticam sua fé, inclusive ali onde não são bem-vindos", disse.
O presidente observou que os povos que gozam de liberdade de expressão e opinião "podem desafiar as ideologias do ódio, defender suas crenças religiosas e denunciar os que querem manipular com fins ruins".
Bush disse que a religião faz parte do "núcleo" de suas crenças e destacou o efeito transformador que a fé teve "há muito anos" em sua vida.
Ele assegurou que sua religião -pertence à Igreja metodista- lhe sustentou ao longo das "dificuldades e alegrias" de sua Presidência.
"Talvez professemos cultos diferentes e oremos em lugares diferentes, mas nossa fé nos conduz a valores comuns", destacou.
O presidente americano advertiu de que a Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada há 60 anos pelas Nações Unidas recolhe a liberdade de professar e mudar de religião.
"A liberdade é o presente de Deus a cada homem, mulher e criança, e essa liberdade inclui o direito de todo o mundo a render culto da maneira mais apropriada que lhe pareça", afirmou.
A reunião que terminou hoje na Assembléia Geral a ONU sobre a "Cultura da Paz" é uma iniciativa da Arábia Saudita para aprofundar o diálogo entre confissões religiosas que começou na conferência realizada em julho em Madri.
Fonte - G1
Em seu último pronunciamento no fórum multilateral antes de deixar a Casa Branca em janeiro, o líder assegurou que nos últimos oito anos teve "o privilégio de presenciar como a liberdade e a fé podem resgatar vidas e dirigir o mundo à paz".
"A melhor maneira de salvaguardar a liberdade de religião é acudir em ajuda da democracia", assegurou o presidente americano em seu discurso no diálogo inter-religioso realizado desde quarta-feira na sede da ONU em Nova York.
"A expansão da democracia também representa o caminho mais promissor à paz", acrescentou.
Bush citou a defesa da liberdade religiosa exercida por seu país em situações que vão desde "a libertação dos campos de concentração na Europa, à proteção de muçulmanos em lugares como o Kosovo, Afeganistão e Iraque".
"Hoje, os EUA continuam com a nobre tradição de considerar a liberdade religiosa como um dos eixos centrais de nossa política externa", ressaltou.
Nesse sentido, estimulou outros países a entender que a liberdade religiosa é o fundamento de uma sociedade "saudável e com esperança".
"Não temos medo de respaldar os dissidentes religiosos e crentes que praticam sua fé, inclusive ali onde não são bem-vindos", disse.
O presidente observou que os povos que gozam de liberdade de expressão e opinião "podem desafiar as ideologias do ódio, defender suas crenças religiosas e denunciar os que querem manipular com fins ruins".
Bush disse que a religião faz parte do "núcleo" de suas crenças e destacou o efeito transformador que a fé teve "há muito anos" em sua vida.
Ele assegurou que sua religião -pertence à Igreja metodista- lhe sustentou ao longo das "dificuldades e alegrias" de sua Presidência.
"Talvez professemos cultos diferentes e oremos em lugares diferentes, mas nossa fé nos conduz a valores comuns", destacou.
O presidente americano advertiu de que a Declaração Universal dos Direitos Humanos adotada há 60 anos pelas Nações Unidas recolhe a liberdade de professar e mudar de religião.
"A liberdade é o presente de Deus a cada homem, mulher e criança, e essa liberdade inclui o direito de todo o mundo a render culto da maneira mais apropriada que lhe pareça", afirmou.
A reunião que terminou hoje na Assembléia Geral a ONU sobre a "Cultura da Paz" é uma iniciativa da Arábia Saudita para aprofundar o diálogo entre confissões religiosas que começou na conferência realizada em julho em Madri.
Fonte - G1
Bispos europeus proporão resposta ética frente à mudança climática
13.11.2008 - Os cristãos devem promover «estilos de vida moderados
A postura dos cristãos frente à mudança climática é um dos temas abordados pela Comissão de Representantes das Conferências Episcopais da Europa (COMECE), durante a Assembléia Plenária de outono que se celebra até amanhã em Bruxelas.
Os prelados têm previsto estudar o informe «Visão cristã sobre a mudança climática», que foi elaborado por um grupo de especialistas nomeado pela própria COMECE no mês de janeiro passado, e presidido pelo antigo comissionado da União Européia, Franz Fischler.
Este informe sublinha que a mudança climática supõe um «grande desafio para a humanidade», ao qual se deve responder desde «propostas éticas», especialmente duas: a justiça intergeracional e a solidariedade para com os países do sul do mundo.
Durante a apresentação deste informe, em 24 de outubro passado, seus responsáveis afirmaram que «é necessário reconhecer que a luta contra a mudança de clima é antes de tudo um problema de ethos público. Será difícil de solucionar sem desafiar certos modos de organizar a sociedade, sem perguntar-nos sobre nosso modo de convivência e nosso sistema de valores».
Segundo o informe, esta reflexão ética «poderia estar baseada na teologia cristã, especialmente nos valores e nos princípios do ensinamento social da Igreja – a justiça global, a preferência pelos mais fracos, a subsidiariedade e a responsabilidade para com o bem comum».
Mas antes de tudo, sublinham os autores, a mudança climática «é um problema de justiça intra e intergeracional», frente aos países em vias de desenvolvimento e as futuras gerações, que enfrentarão o problema.
A mudança de clima «é somente um sintoma de um modo de viver insustentável, de modos de produção e modelos de consumo que não sobreviverão no futuro», acrescenta o informe.
Neste sentido, a Europa tem uma «especial responsabilidade» em combater a mudança climática, dada sua capacidade tecnológica e financeira e sua experiência em ações de cooperação. É também uma especial responsabilidade por parte dos cristãos.
O informe exige que se proponham «modos de viver baseados na moderação voluntária». «A Igreja Católica e todos os cristãos são os mais preparados para propor uma mudança na forma de viver, com iniciativas concretas e com seus exemplos de moderação».
«Nas décadas recentes, a teologia cristã preparou o mundo para uma visão renovada da criação de Deus e uma percepção mais afinada sobre o lugar e o papel do gênero humano», como «administrador da Criação». Portanto, a relação da humanidade com o ambiente «pode ser considerada racionalmente também como um problema moral».
A proposta ética cristã sobre a criação, acrescenta o informe, deve basear-se no «respeito à dignidade humana», na «visão global da justiça social», na «subsidiariedade», na «solidariedade» e na «sustentabilidade», assim como no «princípio de precaução» diante de condutas das quais não haja segurança de que não gerarão danos indesejáveis.
Fonte - Zenit
A postura dos cristãos frente à mudança climática é um dos temas abordados pela Comissão de Representantes das Conferências Episcopais da Europa (COMECE), durante a Assembléia Plenária de outono que se celebra até amanhã em Bruxelas.
Os prelados têm previsto estudar o informe «Visão cristã sobre a mudança climática», que foi elaborado por um grupo de especialistas nomeado pela própria COMECE no mês de janeiro passado, e presidido pelo antigo comissionado da União Européia, Franz Fischler.
Este informe sublinha que a mudança climática supõe um «grande desafio para a humanidade», ao qual se deve responder desde «propostas éticas», especialmente duas: a justiça intergeracional e a solidariedade para com os países do sul do mundo.
Durante a apresentação deste informe, em 24 de outubro passado, seus responsáveis afirmaram que «é necessário reconhecer que a luta contra a mudança de clima é antes de tudo um problema de ethos público. Será difícil de solucionar sem desafiar certos modos de organizar a sociedade, sem perguntar-nos sobre nosso modo de convivência e nosso sistema de valores».
Segundo o informe, esta reflexão ética «poderia estar baseada na teologia cristã, especialmente nos valores e nos princípios do ensinamento social da Igreja – a justiça global, a preferência pelos mais fracos, a subsidiariedade e a responsabilidade para com o bem comum».
Mas antes de tudo, sublinham os autores, a mudança climática «é um problema de justiça intra e intergeracional», frente aos países em vias de desenvolvimento e as futuras gerações, que enfrentarão o problema.
A mudança de clima «é somente um sintoma de um modo de viver insustentável, de modos de produção e modelos de consumo que não sobreviverão no futuro», acrescenta o informe.
Neste sentido, a Europa tem uma «especial responsabilidade» em combater a mudança climática, dada sua capacidade tecnológica e financeira e sua experiência em ações de cooperação. É também uma especial responsabilidade por parte dos cristãos.
O informe exige que se proponham «modos de viver baseados na moderação voluntária». «A Igreja Católica e todos os cristãos são os mais preparados para propor uma mudança na forma de viver, com iniciativas concretas e com seus exemplos de moderação».
«Nas décadas recentes, a teologia cristã preparou o mundo para uma visão renovada da criação de Deus e uma percepção mais afinada sobre o lugar e o papel do gênero humano», como «administrador da Criação». Portanto, a relação da humanidade com o ambiente «pode ser considerada racionalmente também como um problema moral».
A proposta ética cristã sobre a criação, acrescenta o informe, deve basear-se no «respeito à dignidade humana», na «visão global da justiça social», na «subsidiariedade», na «solidariedade» e na «sustentabilidade», assim como no «princípio de precaução» diante de condutas das quais não haja segurança de que não gerarão danos indesejáveis.
Fonte - Zenit
Países europeus anunciam recessão
As economias européias anunciaram nesta sexta-feira a contração no Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre Apenas a França escapou, registrando leve expansão de 0,1% no período.
Em comparação ao segundo trimestre, o PIB da Itália diminuiu 0,5%, o que representa a maior queda desde 1998, depois de contrair-se 0,4% no segundo trimestre ante o primeiro. Dessa forma, o país entra em recessão pela primeira vez desde o início de 2005. Já a Espanha registrou contração de 0,2% em relação ao segundo trimestre.
O PIB francês, por sua vez, registrou leve expansão de 0,1% no terceiro trimestre em relação ao segundo, mostraram dados do instituto de estatísticas Insee. Economistas esperavam queda de 0,1%. No segundo trimestre, a economia francesa havia registrado contração de 0,3%, de acordo com informação da ministra das Finanças francesa, Christine Lagarde. Dois trimestres seguidos de contração do PIB significariam uma recessão técnica.
Fonte - Opinião e Notícia
Em comparação ao segundo trimestre, o PIB da Itália diminuiu 0,5%, o que representa a maior queda desde 1998, depois de contrair-se 0,4% no segundo trimestre ante o primeiro. Dessa forma, o país entra em recessão pela primeira vez desde o início de 2005. Já a Espanha registrou contração de 0,2% em relação ao segundo trimestre.
O PIB francês, por sua vez, registrou leve expansão de 0,1% no terceiro trimestre em relação ao segundo, mostraram dados do instituto de estatísticas Insee. Economistas esperavam queda de 0,1%. No segundo trimestre, a economia francesa havia registrado contração de 0,3%, de acordo com informação da ministra das Finanças francesa, Christine Lagarde. Dois trimestres seguidos de contração do PIB significariam uma recessão técnica.
Fonte - Opinião e Notícia
Vaticano e Brasil assinam acordo jurídico sobre Igreja Católica
...
No ato, Amorim lembrou que, apesar da grande presença da Igreja Católica no Brasil, "sempre se respeitou a separação entre Igreja e Estado" e que "não existia um acordo bilateral que regulamentasse os direitos e deveres das relações" entre eles.
O chanceler brasileiro destacou que seu país sempre reconheceu a liberdade das atividades eclesiásticas e avaliou positivamente a importante tarefa dos sacerdotes que trabalham no Brasil "dando apoio espiritual e colaborando em obras sociais".
Mamberti pediu que este acordo não seja considerado um "privilégio", pois "não é um privilégio reconhecer uma realidade tão relevante como a Igreja Católica".
Além disso, expressou seu desejo de que este texto "favoreça a missão da Igreja" no Brasil.
Fonte - EFE
Nota DDP: Estado laico, sei. Desculpem-me pela ironia, mas lembrei da declaração de um jogador de futebol: "Eles fingem que pagam nosso salário e nós fingimos de que jogamos". "Nós fingimos que o estado é laico e o povo finge que acredita."
No ato, Amorim lembrou que, apesar da grande presença da Igreja Católica no Brasil, "sempre se respeitou a separação entre Igreja e Estado" e que "não existia um acordo bilateral que regulamentasse os direitos e deveres das relações" entre eles.
O chanceler brasileiro destacou que seu país sempre reconheceu a liberdade das atividades eclesiásticas e avaliou positivamente a importante tarefa dos sacerdotes que trabalham no Brasil "dando apoio espiritual e colaborando em obras sociais".
Mamberti pediu que este acordo não seja considerado um "privilégio", pois "não é um privilégio reconhecer uma realidade tão relevante como a Igreja Católica".
Além disso, expressou seu desejo de que este texto "favoreça a missão da Igreja" no Brasil.
Fonte - EFE
Nota DDP: Estado laico, sei. Desculpem-me pela ironia, mas lembrei da declaração de um jogador de futebol: "Eles fingem que pagam nosso salário e nós fingimos de que jogamos". "Nós fingimos que o estado é laico e o povo finge que acredita."
Grande nuvem asiática de poluição disfarça aquecimento, diz ONU
PEQUIM (Reuters) - Uma nuvem de 3 quilômetros de espessura formada de fuligem marrom e outros poluentes está escurecendo cidades da Ásia, matando milhares de pessoas e prejudicando a produção agrícola, mas estaria protegendo a região dos piores efeitos das mudanças climáticas, afirmou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quinta-feira.
A imensa coluna de fumaça formada por dejetos de fábricas, incêndios, carros e desmatamento contém algumas partículas que refletem a luz do Sol para longe da Terra, diminuindo o aquecimento do planeta.
"Uma das consequências da nuvem marrom atmosférica tem sido mascarar a natureza real do aquecimento global em nosso planeta", disse Achim Steiner, chefe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. As declarações foram dadas no lançamento, em Pequim, de um novo relatório sobre o fenômeno.
O montante de luz solar que chega à Terra atravessando essa nuvem caiu em até um quarto nas áreas mais afetadas e, se o véu marrom dispersar-se, as temperaturas globais podem subir até 2 graus Celsius.
No entanto, o efeito derradeiro de brecar as mudanças climáticas não representa o lado positivo de um fenômeno prejudicial.
A sufocante nuvem de poluentes pode controlar a temperatura, mas a mistura de partículas significa que a poluição está acelerando o aquecimento em algumas das áreas mais vulneráveis e intensificando as consequências mais devastadoras do aumento de calor.
...
Há nuvens marrons semelhantes sobre partes da Europa, da América do Norte, da África e da bacia Amazônica. Os cientistas, no entanto, concentraram-se por enquanto na nuvem asiática, que se estende da península Arábica ao oceano Pacífico.
Fonte - Reuters
A imensa coluna de fumaça formada por dejetos de fábricas, incêndios, carros e desmatamento contém algumas partículas que refletem a luz do Sol para longe da Terra, diminuindo o aquecimento do planeta.
"Uma das consequências da nuvem marrom atmosférica tem sido mascarar a natureza real do aquecimento global em nosso planeta", disse Achim Steiner, chefe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. As declarações foram dadas no lançamento, em Pequim, de um novo relatório sobre o fenômeno.
O montante de luz solar que chega à Terra atravessando essa nuvem caiu em até um quarto nas áreas mais afetadas e, se o véu marrom dispersar-se, as temperaturas globais podem subir até 2 graus Celsius.
No entanto, o efeito derradeiro de brecar as mudanças climáticas não representa o lado positivo de um fenômeno prejudicial.
A sufocante nuvem de poluentes pode controlar a temperatura, mas a mistura de partículas significa que a poluição está acelerando o aquecimento em algumas das áreas mais vulneráveis e intensificando as consequências mais devastadoras do aumento de calor.
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Há nuvens marrons semelhantes sobre partes da Europa, da América do Norte, da África e da bacia Amazônica. Os cientistas, no entanto, concentraram-se por enquanto na nuvem asiática, que se estende da península Arábica ao oceano Pacífico.
Fonte - Reuters
Lula pede para papa dar conselho sobre a crise
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o papa Bento XVI manifestou preocupação com a crise financeira internacional em uma audiência fechada que tiveram no Vaticano nesta quinta-feira (13). “Ele disse que a crise é grave”, relatou o presidente. “Eu pedi ao papa que nos seus pronunciamentos ele fale da crise econômica, pois, se todo o domingo o papa der um ‘conselhozinho’, quem sabe a gente encontra mais facilidade para resolver o problema”, afirmou. O encontro, que ocorreu na biblioteca do Vaticano, durou 24 minutos e foi acompanhado por dois tradutores. Lula afirmou ter dito ao papa que sua preocupação é com a situação das camadas mais pobres da população. (...)
“O Brasil sempre trabalhou e trabalhará para ter uma boa relação com os papas”, disse Lula. O presidente presenteou o papa com uma escultura de barro de uma família de retirantes nordestinos e ganhou uma caneta do pontífice. “Eu disse uma vez, logo depois da visita dele ao Brasil, que a imagem que eu tinha dele era a que passava na TV: um homem sisudo e de poucos amigos. A verdade é que ele é um homem afável e fiquei surpreso por ele ser bem informado sobre o Brasil.” (...)
Em seguida, representantes do governo brasileiro e do Vaticano assinaram acordo que ratifica normas já previstas na legislação brasileira, da atuação de religiosos no país.
“Não são estipulados privilégios e, sim, é reconhecida a importância da Igreja católica no Brasil”, afirmou Mamberti em seu discurso, no qual manifestou a satisfação da Igreja pelo acordo alcançado. “Acho que é um acordo histórico porque regulamenta todos os aspectos jurídicos da Igreja, que conviveu muitos anos tranqüilamente no Brasil”, declarou à imprensa o cardeal Claudio Hummes, que assistiu à cerimônia. (...)
(G1 Notícias)
Nota: Talvez Lula não esteja atento, mas o papa já andou dando “conselhozinhos” sobre como lidar com a crise ambiental: observar o domingo como dia sagrado (dia de descanso para a "mãe Terra"). Talvez o conselho para resolver a crise financeira vá na mesma direção.[MB]
“O Brasil sempre trabalhou e trabalhará para ter uma boa relação com os papas”, disse Lula. O presidente presenteou o papa com uma escultura de barro de uma família de retirantes nordestinos e ganhou uma caneta do pontífice. “Eu disse uma vez, logo depois da visita dele ao Brasil, que a imagem que eu tinha dele era a que passava na TV: um homem sisudo e de poucos amigos. A verdade é que ele é um homem afável e fiquei surpreso por ele ser bem informado sobre o Brasil.” (...)
Em seguida, representantes do governo brasileiro e do Vaticano assinaram acordo que ratifica normas já previstas na legislação brasileira, da atuação de religiosos no país.
“Não são estipulados privilégios e, sim, é reconhecida a importância da Igreja católica no Brasil”, afirmou Mamberti em seu discurso, no qual manifestou a satisfação da Igreja pelo acordo alcançado. “Acho que é um acordo histórico porque regulamenta todos os aspectos jurídicos da Igreja, que conviveu muitos anos tranqüilamente no Brasil”, declarou à imprensa o cardeal Claudio Hummes, que assistiu à cerimônia. (...)
(G1 Notícias)
Nota: Talvez Lula não esteja atento, mas o papa já andou dando “conselhozinhos” sobre como lidar com a crise ambiental: observar o domingo como dia sagrado (dia de descanso para a "mãe Terra"). Talvez o conselho para resolver a crise financeira vá na mesma direção.[MB]
Primeira cúpula religiosa na ONU
Realiza-se dias 12 e 13/11/2008 a primeira reunião na ONU envolvendo religiões e políticos em busca de uma cultura de paz no mundo. É a “Conferência para o diálogo entre fé e culturas”, promovida por desejo do soberano saudita, Rei Abdallah. Essa reunião resulta de outra, ocorrida em Madri, em Julho de 2008, que fora convocada pelo rei da Arábia Saudita, reunindo quase todas as igrejas do mundo para discutir sobre o diálogo inter-religioso. Na reunião de Madri, que envolveu islâmicos, judeus, cristãos e outras religiões, houve a solicitação de que a ONU se inserisse no diálogo inter-religioso. E ela está fazendo, pelo visto, tem pressa nessas reuniões. “Mais de uma dezena de líderes políticos se reunirão na Organização das Nações Unidas para impulsionar uma “cultura de paz”, insistindo em combater os equívocos em torno das religiões, especialmente o islã, e contra o crescimento do racismo, da xenofobia e da intolerância no mundo.”
A maior parte dos chefes de estado virão de países árabes, muçulmanos. O presidente George Bush estará presente nos dois dias. “Será uma conferência muito importante”, assegurou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmando que a ONU é o centro dos esforços mundiais no sentido de impulsionar respeito mútuo, compreensão e diálogo. “Está prevista a participação na Conferência de Nova Iorque de dez chefes de Estado, seis chefes de Governo, além de numerosas delegações ministeriais de alto escalão. A Inglaterra estará representada pelo Premier Gordon Brown, e a França pelo ex-presidente francês, Jacques Chirac. Até agora, 65 delegações pediram para intervir durante os trabalhos de dois dias.” A iniciativa da reunião foi do rei Abdulá bin Abdulaziz, da Arábia Saudita, guardião de duas mesquitas sagradas.”
A reunião objetiva promover a “compreensão e o reconhecimento entre religiões, diferentes confissões e culturas, a comunidade internacional poderá promover mais diálogo, harmonia e reconciliação, disse Ban. “Estou certo de que darão um bom impulso”, ressaltou.” Não há justificativa para discursos de ódio que incite à violência ressaltou Ban Ki-moon. A “Conferência para o Diálogo entre as confissões e as culturas” espera poder difundir um novo clima de otimismo na cena mundial e no Oriente Médio.”
È de se lembrar que, paralelamente, corre pelo mundo outro debate sobre o proselitismo. Vai na direção de que todas as religiões fiquem com seus membros e nenhuma religião tente “roubar” membros de outra. A prática de proselitismo vem sendo cada vez mais visto como ato terrorista entre as religiões. Aliás, deverá ficar uma exceção para a Igreja Católica uma vez que “ela possui toda a verdade”.
“O presidente da Assembléia Geral da ONU, o sacerdote católico nicaragüense Miguel d’Escoto, afirmou que a questão da reunião não é a religião. Se falará sobre os valores comuns das diferentes culturas, sejam religiosos, de civilizações, éticos ou filosóficos, acrescentou.” São pontos em comum que facilitam a unificação de todo o sistema de adoração.
Baseado em: MWGlobal e O Ecumene
2008-11-12
Fonte - Cristo Voltará
A maior parte dos chefes de estado virão de países árabes, muçulmanos. O presidente George Bush estará presente nos dois dias. “Será uma conferência muito importante”, assegurou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmando que a ONU é o centro dos esforços mundiais no sentido de impulsionar respeito mútuo, compreensão e diálogo. “Está prevista a participação na Conferência de Nova Iorque de dez chefes de Estado, seis chefes de Governo, além de numerosas delegações ministeriais de alto escalão. A Inglaterra estará representada pelo Premier Gordon Brown, e a França pelo ex-presidente francês, Jacques Chirac. Até agora, 65 delegações pediram para intervir durante os trabalhos de dois dias.” A iniciativa da reunião foi do rei Abdulá bin Abdulaziz, da Arábia Saudita, guardião de duas mesquitas sagradas.”
A reunião objetiva promover a “compreensão e o reconhecimento entre religiões, diferentes confissões e culturas, a comunidade internacional poderá promover mais diálogo, harmonia e reconciliação, disse Ban. “Estou certo de que darão um bom impulso”, ressaltou.” Não há justificativa para discursos de ódio que incite à violência ressaltou Ban Ki-moon. A “Conferência para o Diálogo entre as confissões e as culturas” espera poder difundir um novo clima de otimismo na cena mundial e no Oriente Médio.”
È de se lembrar que, paralelamente, corre pelo mundo outro debate sobre o proselitismo. Vai na direção de que todas as religiões fiquem com seus membros e nenhuma religião tente “roubar” membros de outra. A prática de proselitismo vem sendo cada vez mais visto como ato terrorista entre as religiões. Aliás, deverá ficar uma exceção para a Igreja Católica uma vez que “ela possui toda a verdade”.
“O presidente da Assembléia Geral da ONU, o sacerdote católico nicaragüense Miguel d’Escoto, afirmou que a questão da reunião não é a religião. Se falará sobre os valores comuns das diferentes culturas, sejam religiosos, de civilizações, éticos ou filosóficos, acrescentou.” São pontos em comum que facilitam a unificação de todo o sistema de adoração.
Baseado em: MWGlobal e O Ecumene
2008-11-12
Fonte - Cristo Voltará
Crise financeira fecha supermercados aos domingos
A crise financeira vem ajudando pela santificação do domingo. O comércio atacadista e os supermercados do estado do Espírito Santo estarão baixando as portas aos domingos a partir de 1º de janeiro de 2009. É uma solução para baixar custos. “A redução de custos é a principal explicação para manter os estabelecimentos fechados, destaca o superintendente da Associação Capixaba de Supermercados (Acaps), Héli Schneider.” A notícia informa que “a multa para quem não cumprir a convenção é pagar um salário para cada funcionário (no valor do salário do mesmo) por cada domingo trabalhado. Desse montante, 70% ficam com o empregado e 30% são destinados ao sindicato.” O rateio da multa é algo parecido ao que se fazia na Idade Média, com os denunciantes que repartiam os bens do denunciado com a igreja.]
(Gazeta Online)
Fonte - Cristo Voltará
(Gazeta Online)
Fonte - Cristo Voltará
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Vaticano e Brasil assinam acordo jurídico sobre Igreja Católica
O Vaticano e o Brasil assinaram hoje um acordo que regulamentará aspectos jurídicos da Igreja Católica no país. O acordo foi assinado durante a visita realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao papa Bento 16.
O núncio apostólico no Brasil, Lorenzo Baldisseri, disse à "Rádio Vaticana" que o acordo defende "a personalidade jurídica da igreja para o pleno desenvolvimento de sua missão apostólica e pastoral".
A assinatura do estatuto aconteceu no Palácio Apostólico, pouco depois da reunião entre Bento 16 e Lula.
Ao protocolar a assinatura, estavam presentes Lula, o secretário de Estado vaticano, Tarcisio Bertone; e os ministros de Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, e o da Santa Sé, Dominique Mamberti.
Embora o papa não estivesse presente durante o ato, durante a audiência com Lula, Bento 16 expressou seu agradecimento ao presidente brasileiro pelo acordo que seria assinado pouco depois.
O Vaticano anunciou que não serão divulgados detalhes do estatuto jurídico assinado hoje, que, segundo fontes brasileiras, inclui "aspectos relativos à liberdade de credos e ao ensino religioso nas escolas públicas".
Fonte - BOL
Nota DDP: Por que será que é feito em secreto, hein?
O núncio apostólico no Brasil, Lorenzo Baldisseri, disse à "Rádio Vaticana" que o acordo defende "a personalidade jurídica da igreja para o pleno desenvolvimento de sua missão apostólica e pastoral".
A assinatura do estatuto aconteceu no Palácio Apostólico, pouco depois da reunião entre Bento 16 e Lula.
Ao protocolar a assinatura, estavam presentes Lula, o secretário de Estado vaticano, Tarcisio Bertone; e os ministros de Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, e o da Santa Sé, Dominique Mamberti.
Embora o papa não estivesse presente durante o ato, durante a audiência com Lula, Bento 16 expressou seu agradecimento ao presidente brasileiro pelo acordo que seria assinado pouco depois.
O Vaticano anunciou que não serão divulgados detalhes do estatuto jurídico assinado hoje, que, segundo fontes brasileiras, inclui "aspectos relativos à liberdade de credos e ao ensino religioso nas escolas públicas".
Fonte - BOL
Nota DDP: Por que será que é feito em secreto, hein?
Obama como presidente dos EUA: Quem ganha, quem perde
Já faço antecipadamente a ressalva sobre o aspecto ideológico dos argumentos encampados, mas achei interessante o enfoque, tendo em vista que vem de um grupo que não entende os EUA no mesmo prisma escatológico que os adventistas do sétimo dia.
Quero fixar a atenção apenas na linha de argumentação religiosa.
Interessante também ler antecipadamente a primeira parte do FAQ deste blog.
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
“Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.” — Jesus Cristo
Hugo Chavez, da Venezuela. Fidel Castro, de Cuba. Mahmoud Ahmadinejad, do Irã. Lula, do Brasil. O que eles têm em comum? Historicamente, eles sempre optaram pelo antiamericanismo. Eles nunca pensariam em louvar Jesus Cristo. Apesar do antiamericanismo deles, eles louvaram Barack Obama por ter sido eleito presidente dos EUA.
...
A própria ONU, toda alegre, não perdeu tempo em fazer contato com Obama.
...
E agora, como ficam os EUA espiritualmente?
Bill Keller, o principal evangelista do mundo na esfera da internet, está há preocupado com a crise econômica e com a eleição de Barack Hussein Obama como o 44º presidente dos EUA. Keller declarou: “A mão de Deus foi removida desta nação”.
Keller disse que os EUA elegeram um homem que garantirá o fortalecimento das leis para que o aborto seja disponível em todo o território americano, promoverá a radical agenda homossexual e terá amizade com as nações que querem ver a destruição de Israel. Ele também disse:
“A destruição virá de muitas formas, tais como a introdução de leis que permitirão que a Bíblia seja tratada como discurso preconceituoso, como já fizeram outros países. Pela primeira vez, aqueles que se recusam a negociar a verdade da Bíblia e pregar o Evangelho sentirão perseguição real e tangível”.
...
Obama, com seu messianismo esquerdista sofisticado, ameaça mergulhar não só os EUA, mas também o mundo inteiro nos mesmos absurdos.
Sem perda de tempo, representantes de Obama já entraram em contato com o governo da Síria, prometendo eliminar o isolamento desse país. Esse isolamento foi imposto pelos EUA anos atrás por causa do envolvimento da Síria no terrorismo contra Israel.
Mas, no que depender da imprensa liberal, o povo não verá o perigo desses absurdos. O povo verá apenas os “messias” e a beleza de suas promessas. Em seu primeiro discurso após a eleição, Obama fez o compromisso declarado de promover “paz e segurança” ao mundo.
Sob os aplausos dos inimigos de Israel, ele também declarou seu compromisso total de dar “paz e segurança” para Israel e para a “Palestina”.
Embora a Bíblia contenha avisos fortes contra os falsos messias — homens que prometem soluções miraculosas para o povo —, o mundo está encantado. Mas até onde irão? “Quando disserem: ‘Há paz e segurança’, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão”. (1 Tessalonicenses 5:3 ACF)
Fonte - Blog Júlio Severo
Quero fixar a atenção apenas na linha de argumentação religiosa.
Interessante também ler antecipadamente a primeira parte do FAQ deste blog.
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
“Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.” — Jesus Cristo
Hugo Chavez, da Venezuela. Fidel Castro, de Cuba. Mahmoud Ahmadinejad, do Irã. Lula, do Brasil. O que eles têm em comum? Historicamente, eles sempre optaram pelo antiamericanismo. Eles nunca pensariam em louvar Jesus Cristo. Apesar do antiamericanismo deles, eles louvaram Barack Obama por ter sido eleito presidente dos EUA.
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A própria ONU, toda alegre, não perdeu tempo em fazer contato com Obama.
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E agora, como ficam os EUA espiritualmente?
Bill Keller, o principal evangelista do mundo na esfera da internet, está há preocupado com a crise econômica e com a eleição de Barack Hussein Obama como o 44º presidente dos EUA. Keller declarou: “A mão de Deus foi removida desta nação”.
Keller disse que os EUA elegeram um homem que garantirá o fortalecimento das leis para que o aborto seja disponível em todo o território americano, promoverá a radical agenda homossexual e terá amizade com as nações que querem ver a destruição de Israel. Ele também disse:
“A destruição virá de muitas formas, tais como a introdução de leis que permitirão que a Bíblia seja tratada como discurso preconceituoso, como já fizeram outros países. Pela primeira vez, aqueles que se recusam a negociar a verdade da Bíblia e pregar o Evangelho sentirão perseguição real e tangível”.
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Obama, com seu messianismo esquerdista sofisticado, ameaça mergulhar não só os EUA, mas também o mundo inteiro nos mesmos absurdos.
Sem perda de tempo, representantes de Obama já entraram em contato com o governo da Síria, prometendo eliminar o isolamento desse país. Esse isolamento foi imposto pelos EUA anos atrás por causa do envolvimento da Síria no terrorismo contra Israel.
Mas, no que depender da imprensa liberal, o povo não verá o perigo desses absurdos. O povo verá apenas os “messias” e a beleza de suas promessas. Em seu primeiro discurso após a eleição, Obama fez o compromisso declarado de promover “paz e segurança” ao mundo.
Sob os aplausos dos inimigos de Israel, ele também declarou seu compromisso total de dar “paz e segurança” para Israel e para a “Palestina”.
Embora a Bíblia contenha avisos fortes contra os falsos messias — homens que prometem soluções miraculosas para o povo —, o mundo está encantado. Mas até onde irão? “Quando disserem: ‘Há paz e segurança’, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão”. (1 Tessalonicenses 5:3 ACF)
Fonte - Blog Júlio Severo
Bispos católicos pedem que Obama ajude na união dos EUA
12.11.2008 - A Igreja Católica dos Estados Unidos prometeu hoje colaborar com o presidente eleito americano, o democrata Barack Obama, e lhe pediu que os ajude em seus esforços para concretizar a união do país.
Em declaração emitida no encerramento de uma assembléia em Baltimore, estado de Maryland, a Conferência Episcopal dos EUA assinalou que, no entanto, essa unidade se vê ameaçada pelas divisões criadas na sociedade pelo problema do aborto.
...
"Os bispos da Igreja Católica nos Estados Unidos recebem comprazidos este momento de transição histórica e esperam trabalhar com o presidente eleito Obama e os membros da nova legislatura pelo bem de todos", afirmaram.
Os representantes da Igreja disseram ainda que "a união desejada por Obama e todos os americanos neste momento de crise será impossível de ser alcançada" se as políticas da nova Administração aumentarem os abortos.
"Mais uma vez expressamos nosso grande desejo de trabalhar com todos que desejam o bem comum de toda a nossa nação", assinalaram os bispos.
"O bem comum não é a soma total dos interesses individuais. O bem comum é alcançado mediante a concretização de uma vida comum baseada na razão e na boa vontade para todos", acrescentaram.
Fonte - G1
Nota DDP: Está lançada a moeda de troca (apoio x interesses). A famosa chantagem. Aguardemos em que termos ela será tratada diplomaticamente. Questões como aborto e união homoafetiva podem ser "trocadas" por outras de mais interesse das partes... Especialmente de uma delas...
Em declaração emitida no encerramento de uma assembléia em Baltimore, estado de Maryland, a Conferência Episcopal dos EUA assinalou que, no entanto, essa unidade se vê ameaçada pelas divisões criadas na sociedade pelo problema do aborto.
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"Os bispos da Igreja Católica nos Estados Unidos recebem comprazidos este momento de transição histórica e esperam trabalhar com o presidente eleito Obama e os membros da nova legislatura pelo bem de todos", afirmaram.
Os representantes da Igreja disseram ainda que "a união desejada por Obama e todos os americanos neste momento de crise será impossível de ser alcançada" se as políticas da nova Administração aumentarem os abortos.
"Mais uma vez expressamos nosso grande desejo de trabalhar com todos que desejam o bem comum de toda a nossa nação", assinalaram os bispos.
"O bem comum não é a soma total dos interesses individuais. O bem comum é alcançado mediante a concretização de uma vida comum baseada na razão e na boa vontade para todos", acrescentaram.
Fonte - G1
Nota DDP: Está lançada a moeda de troca (apoio x interesses). A famosa chantagem. Aguardemos em que termos ela será tratada diplomaticamente. Questões como aborto e união homoafetiva podem ser "trocadas" por outras de mais interesse das partes... Especialmente de uma delas...
Bento XVI explica por que não precisamos temer futuro
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 12 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- O cristão não tem medo do futuro nem do fim do mundo, pois Cristo está do seu lado, assegura Bento XVI.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: O discurso encampado sobre a volta de Jesus nesta notícia é tão ambíguo que prefiro me abster aos comentários. Mas gostaria de deixar registrado, caso venham novas manifestações neste sentido, o que imagino que acontecerá.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: O discurso encampado sobre a volta de Jesus nesta notícia é tão ambíguo que prefiro me abster aos comentários. Mas gostaria de deixar registrado, caso venham novas manifestações neste sentido, o que imagino que acontecerá.
Obama agirá rapidamente na questão climática
WASHINGTON - O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, tomará medidas contra o aquecimento global logo no início do seu governo, disse na quarta-feira um consultor ambiental, num momento de dúvidas sobre a adoção de um programa de limitação às emissões de carbono no país antes de 2010.
"O presidente eleito agirá rapidamente a respeito da mudança climática", disse Jason Grumet, que foi o principal consultor de energia e meio ambiente da campanha de Obama, durante uma conferência de empresários e dirigentes setoriais sobre o mercado das emissões de carbono.
"Minha sugestão a todos vocês é que aproveitem a temporada de festas e descansem, porque acho que será um 2009 muitíssimo movimentado", disse Grumet, citado como possível secretário de Energia.
Ele não entrou em detalhes nem respondeu a perguntas. Mas afirmou que os EUA têm sido omissos "há muitos anos na sua política climática federal, num programa federal climático com elementos compulsórios."
Os EUA são o único grande país industrializado que rejeitou suas metas de redução de emissões sob o Protocolo de Kyoto, um tratado internacional que expira em 2012.
Um projeto que criaria um sistema de comércio de carbono foi rejeitado neste ano no Senado. Este tipo de mercado permite que uma empresa ultrapasse suas metas de emissões de carbono adquirindo créditos gerados pela não emissão de outros setores ou por projetos ambientais.
O democrata Jeff Bingaman, presidente da Comissão de Energia e Recursos Naturais do Senado, disse que uma legislação energética - voltada para o desenvolvimento de fontes alternativas e à melhoria da eficiência energética - precisaria ser aprovada antes que fosse instituído o sistema de limitação e comércio de carbono.
"Eu não limitaria isso ao primeiro ano ", disse Bingaman na conferência. "Acho que a realidade é que pode levar mais do que o primeiro ano para que tudo seja feito."
A complexidade da empreitada e a atual crise financeira são fatores que poderiam atrasar o processo, segundo ele.
Fonte O Estadão
Nota Resta uma Esperança: Que possamos nos preparar para enfrentar venha o que vier no anos seguintes, pois acredito fielmente que estamos à beira do fim. Devemos aproveitar o tempo que ainda temos para pregar e nos preparar para este fim. Acredito que o tempo de descansarmos em cima da tarefa que nos foi confiada por Deus, terminou, ou trabalhamos agora ou ficaremos em débito com o Senhor e isso poderá trazer um final de consequências eternas terríveis para os negligentes.
"O presidente eleito agirá rapidamente a respeito da mudança climática", disse Jason Grumet, que foi o principal consultor de energia e meio ambiente da campanha de Obama, durante uma conferência de empresários e dirigentes setoriais sobre o mercado das emissões de carbono.
"Minha sugestão a todos vocês é que aproveitem a temporada de festas e descansem, porque acho que será um 2009 muitíssimo movimentado", disse Grumet, citado como possível secretário de Energia.
Ele não entrou em detalhes nem respondeu a perguntas. Mas afirmou que os EUA têm sido omissos "há muitos anos na sua política climática federal, num programa federal climático com elementos compulsórios."
Os EUA são o único grande país industrializado que rejeitou suas metas de redução de emissões sob o Protocolo de Kyoto, um tratado internacional que expira em 2012.
Um projeto que criaria um sistema de comércio de carbono foi rejeitado neste ano no Senado. Este tipo de mercado permite que uma empresa ultrapasse suas metas de emissões de carbono adquirindo créditos gerados pela não emissão de outros setores ou por projetos ambientais.
O democrata Jeff Bingaman, presidente da Comissão de Energia e Recursos Naturais do Senado, disse que uma legislação energética - voltada para o desenvolvimento de fontes alternativas e à melhoria da eficiência energética - precisaria ser aprovada antes que fosse instituído o sistema de limitação e comércio de carbono.
"Eu não limitaria isso ao primeiro ano ", disse Bingaman na conferência. "Acho que a realidade é que pode levar mais do que o primeiro ano para que tudo seja feito."
A complexidade da empreitada e a atual crise financeira são fatores que poderiam atrasar o processo, segundo ele.
Fonte O Estadão
Nota Resta uma Esperança: Que possamos nos preparar para enfrentar venha o que vier no anos seguintes, pois acredito fielmente que estamos à beira do fim. Devemos aproveitar o tempo que ainda temos para pregar e nos preparar para este fim. Acredito que o tempo de descansarmos em cima da tarefa que nos foi confiada por Deus, terminou, ou trabalhamos agora ou ficaremos em débito com o Senhor e isso poderá trazer um final de consequências eternas terríveis para os negligentes.
Crise econômica convoca testemunho dos empresários cristãos
LISBOA, quarta-feira, 12 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- No contexto da crise econômica, os empresários cristãos são chamados a testemunhar sua liderança e os valores da Doutrina Social da Igreja, recorda uma entidade portuguesa.
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Ao destacar que «a ética teria evitado a crise mundial que hoje vivemos», a ACEGE sublinha «o papel decisivo dos valores, bem como do contínuo processo de formação ética dos empresários e gestores».
Fonte - Zenit
Nota DDP: E dos empresários cristãos aos demais...
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Ao destacar que «a ética teria evitado a crise mundial que hoje vivemos», a ACEGE sublinha «o papel decisivo dos valores, bem como do contínuo processo de formação ética dos empresários e gestores».
Fonte - Zenit
Nota DDP: E dos empresários cristãos aos demais...
Recuperação da Europa, EUA e Japão virá em 2010
PARIS - Os EUA irão arrastar muitos países desenvolvidos para uma longa recessão, afirmou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), prevendo que a maior economia mundial será a mais atingida durante a desaceleração atual. Segundo o órgão, as economias da OCDE como um todo entraram em recessão e irão encolher 0,3% no próximo ano e se recuperar em 2010, com um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,5%. A OCDE projeta que tanto os EUA quanto a zona do euro podem experimentar quatro trimestres consecutivos de contração.
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Fonte - Estadão
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Fonte - Estadão
Alemanha entra em recessão pela primera vez em cinco anos
A Alemanha, maior economia da zona euro, entrou oficialmente em recessão pela primeira vez em cinco anos, após a redução do Produto Interno Bruto (PIB) durante dois trimestres consecutivos, informa um comunicado oficial do Escritório Federal de Estatísticas (DESTATIS).
No terceiro trimestre, o PIB caiu 0,5% em relação ao período anterior, anunciou o DESTATIS em uma estimativa provisória. No segundo trimestre, a redução foi de 0,4%, depois de uma alta de 1,4% no primeiro, segundo dados definitivos.
Normalmente, considera-se que uma economia entra em recessão após o registro de queda por dois trimestres consecutivos.
A situação é mais grave que as previsões dos economistas entrevistados pela agência Dow Jones Newswire, que apostavam em uma queda de 0,1%.
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Fonte - G1
No terceiro trimestre, o PIB caiu 0,5% em relação ao período anterior, anunciou o DESTATIS em uma estimativa provisória. No segundo trimestre, a redução foi de 0,4%, depois de uma alta de 1,4% no primeiro, segundo dados definitivos.
Normalmente, considera-se que uma economia entra em recessão após o registro de queda por dois trimestres consecutivos.
A situação é mais grave que as previsões dos economistas entrevistados pela agência Dow Jones Newswire, que apostavam em uma queda de 0,1%.
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Fonte - G1
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