quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Mais munição para o ECOmenismo

A versão mais pessimista entre os quatro cenários considerados possíveis para o aquecimento global com mudanças climáticas, preparados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPPC), órgão das Nações Unidas (ONU), prevê que a temperatura média da Terra pode elevar-se em quase 5º C (4,8º C) até 2100. É uma situação catastrófica e inédita na história da civilização, ainda que a maior parte das pessoas possa não se dar conta disso levando em conta a variação térmica de um único dia, que pode iniciar-se, digamos, com 16º C e atingir 36º C ou mais, antes de voltar a cair. A diferença, aqui, está na expressão “temperatura média”, o que significa dizer que as temperaturas diárias globais serão significativamente elevadas e nos levam, a cada dia, para uma situação de completa insustentabilidade em escala planetária.

De um ponto de vista local, o pior cenário sugere que poderá haver tanto aquecimento insuportável quanto frio intenso, resultados de alterações no regime de ventos e correntes marinhas e, em muitos casos, custará a vida de pessoas e animais, sem incluir impactos agrícolas, com o comprometimento de safras. [...]

Em julho deste ano, Kerry Emmanuel, do Massachusetts Institute of Technology (referências da edição de novembro da Scientific American Brasil, neste momento em fase de edição), atualizou modelos computacionais utilizados pelo IPCC com dados mais precisos sobre ciclones. Com isso demonstra que, ainda durante a vigência do relatório que começou a ser divulgado, tempestades poderosas, e por isso mesmo destruidoras, devem aumentar não apenas em intensidade, mas também em frequência em todo o mundo.

O que, em síntese, um quadro como este sugere? Que o IPCC deve alterar imediatamente sua forma de produzir e liberar dados, de forma que a opinião pública internacional, melhor e mais rapidamente informada, pressione seus governos a adotar políticas restritivas às emissões de gases de efeito estufa. De imediato, essa é a única alternativa ao alcance das mãos da sociedade humana. E o resultado desse esforço deve convergir para a próxima conferência das partes, que reúne 195 países, marcada para 2015, em Paris, numa tentativa de limitar o aquecimento a 2º C.

A mídia deve sensibilizar para cumprir o papel que lhe é devido, avaliando com um mínimo de lucidez conteúdos relevantes e separando-os do que simplesmente é destituído de importância, num processo amplo de equipar comunidades nacionais para uma tarefa que até recentemente parecia impensável, por semelhar cenário da pura ficção: inibir o descontrole climático da Terra, nossa morada cósmica.

As vozes cínicas de sempre, comprometidas com a memória e não com a inteligência, pautadas pelo ego e não pela ética (e estética), certamente esboçarão sorrisos irônicos típicos de comportamento acovardado. Dirão que não está devidamente demonstrado que o aquecimento global com mudanças climáticas é devido a ações antrópicas (deflagrado por humanos).

Argumentarão, como têm feito nos últimos tempos, que mudanças naturais, entre elas devido à variação da radiação solar, alterações orbitais de longos períodos da Terra e mesmo a travessia de nuvens galácticas mais densas, de gás e poeira, no deslocamento do Sistema Solar em direção à constelação do Hércules (ápex solar), justificam essas alterações.

O clima, de fato, é extremamente dinâmico e temperaturas globais médias mais elevadas foram registradas, por exemplo, durante o longo reinado dos dinossauros, algo entre [supostos] 200 milhões e 65 milhões de anos atrás [e aqui o aquecimentismo e o evolucionismo dão-se as mãos]. Ocorre que essas mudanças foram lentas, com tempo para que as espécies se adaptassem (ainda que a extinção seja igualmente dinâmica), o que não ocorre neste momento.

E, de certa forma, o mais importante. Esse passado remoto não incluiu uma civilização como a atual. Os humanos sabem das ocorrências passadas por marcas deixadas por esses processos naturais em rochas e gelos polares, mas não estavam lá para presenciar essas cenas. Agora, passamos de sete bilhões de pessoas na Terra, o que significa dizer que temos, de um ponto de vista de ciência e ética, um compromisso que não havia no passado remoto.

O relatório do IPCC fala em 95% (contra 90% anteriormente) de certeza de o aquecimento global atual – disparado após a deflagração da Revolução Industrial, que lançou mão da energia contida em combustíveis fósseis em vez de músculos humanos e animais para produzir trabalho e, portanto, riqueza – ser de origem antrópica. Os 5% restantes para completar 100%, na verdade, são uma margem de manobra para evitar críticas metodológicas de um pensamento predominantemente conservador quanto à interpretação da natureza antrópica do aquecimento.

Mas, e se essa pequena margem, os 5%, ainda puderem ser a interpretação correta do fenômeno (aquecimento natural)? As iniciativas preservacionistas, sugeridas pela versão antrópica, seriam, comparativamente falando, negativas em que? Em praticamente nada. Daí a conveniência de serem adotadas o mais breve possível. [Ou seja, causado ou não pelo ser humano, o aquecimento deve ser “freado” a todo custo. Mudança sutil de argumento...]

Individualmente, é mais inteligente nos prepararmos para riscos maiores e, se eles não se revelarem tão desastrosos, tanto melhor. E isso também é válido para o coletivo, neste caso o conjunto da sociedade humana. Assim, estaremos, como se pode dizer coloquialmente, “no lucro” e não no prejuízo, como sugerem recomendações que vão das fábulas de Esopo a uma diversidade de mitologias de todos os povos. [...]

Em relação ao conteúdo divulgado pelo IPCC, agora, e o que deve ocorrer até outubro de 2014, é necessária uma reação nova e inédita da comunidade internacional via governos nacionais – o que não é nada trivial, deve-se reconhecer. [...] Na essência, questões como aquecimento global com mudanças climáticas por liberação de gases de efeito estufa dizem respeito a uma transformação paradigmática nos padrões de energia utilizados por uma civilização como a nossa, que se prepara para espalhar-se por seu sistema solar de origem, supondo que não sejamos os únicos no Universo. [...]

Mudanças climáticas vão ameaçar desde o voo de aviões, com aumento de turbulência, à produtividade agropecuária nos campos, passando pela queda na oferta de alimentos dos mares, acidificados e com a vida comprometida. Além, como parece já ficar evidente, do aumento de desastres naturais. Os preciosos estoques de águas deverão sofrer desvios ou se tornarão ainda mais escassos em determinadas regiões, com perturbação do ciclo hidrológico, a maneira como a água circula na Terra, acumulando-se em nuvens e precipitando como chuva ou neve, para abastecer fontes de lagos e rios que correm para o mar.

Num cenário assim, as previsões do IPCC, embora pareçam pura ficção, na realidade advertem de forma dramática que nossos netos não herdarão a Terra.

(Ulisses Capozzoli, Observatório da Imprensa)

Nota Criacionismo: Em seu texto (releia os trechos grifados), Capozzoli, que é editor da revista Scientific American Brasil, dá o tom alarmista de que os ECOmenistas tanto precisam (clique aqui para ler mais sobre o ECOmenismo). As novas previsões do IPCC, sem dúvida, vão dar novo “gás” à campanha de “salvamento da Terra”, caso contrário, “nossos netos não herdarão a Terra”. Não se trata aqui de ser “negacionista”, como acusam alguns. Não tenho por que, necessariamente, duvidar de que esteja havendo um aquecimento global. Ele até pode ser a mola propulsora dos desastres previstos na Bíblia e que antecederiam a volta de Jesus. Já que os aquecimentistas fizeram algumas concessões (ou seja, mesmo que o aquecimento não seja causado pelo homem, vale a pena implementar medidas para a redução dos gases), faço também a minha: mesmo que o aquecimento global seja em grande medida causado pelo ser humano, o que mais me preocupa é o clima de medo que se quer alimentar e as decisões drásticas que podem ser tomadas num clima assim. O 11 de Setembro serviu de exemplo: em ambientes de terror, as pessoas desistem até de suas liberdades. Não podemos nos esquecer de que uma das medidas para ajudar nesse esforço de “salvar a Terra” foi sugerida pela Igreja Católica e apoiada por governos e até mesmo por ateus: reservar o domingo para ser um dia de baixa emissão de carbono (existe até um projeto para isso apoiado pelo The Guardian). Mesmo que os guardadores do sábado tenham suas motivações ecológicas e se unam aos esforços pela preservação do meio ambiente (na verdade, eles até têm mais motivos para isso, pois se veem como administradores da criação de Deus), a recusa em trabalhar aos sábados (já que o domingo será o dia escolhido para o descanso) poderá ser vista com maus olhos por um mundo que estará lutando pela sobrevivência de todos.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Papa Francisco afirma que “Deus não é católico” e se prepara para fazer uma reforma histórica na Igreja Católica

Em uma entrevista exclusiva concedida ao ateu Eugenio Scalfari, do jornal italiano La Reppublica, o Papa Francisco voltou a falar de suas crenças e causou polêmica com suas novas afirmações.

Enquanto conversavam sobre perguntas comuns como “quem somos?”, “para onde vamos?” e “de onde viemos?”, Francisco afirmou crer “em Deus. Não em um Deus católico, pois não há Deus católico, só há um Deus. Creio em Jesus Cristo e em sua encarnação. Jesus é meu professor e meu pastor, mas a Deus, o Pai, Abba, é a luz e o Criador”, disse ele.

O Papa ainda criticou severamente a cúria romana, que são os principais e mais influentes cardiais do Vaticano, classificando-a como “a lepra do papado”. Francisco falou que “vai mudar esta visão do Vaticano centrado em si enquanto negligencia o mundo à sua volta”, essa deve ser a maior reforma interna das últimas décadas. Recentemente o papa Francisco recebeu um relatório de 500 páginas elaborado por uma comissão de oito cardeais com estudos e ideias oferecidas por teólogos e leigos de todos os continentes para mudar na Igreja Católica. O relatório foi pedido pelo próprio Papa.

No Vaticano, especula-se que essa seja uma reforma similar à vivida nos anos 1960, quando a Igreja realizou o Concílio Vaticano II, estudado e elaborado pelo papa João XXIII.

Apelidado de G8, o grupo de cardeais que auxiliam o papa Francisco se reunirão com ele entre esta terça-feira, 01 de outubro, e a próxima quinta, 03 de outubro, para explicar o conteúdo do extenso relatório.

Entre os itens abordados estão a sugestão de ordenação de homens casados para a celebração da eucaristia em comunidades que não possuem padres; a maior participação da mulher na igreja e liturgia; abertura de diálogo com outras religiões; ecumenismo; entre outros.

A reaproximação com os ortodoxos está mais que madura para se chegar à unidade dos cristãos”, afirmou dom Demétrio, bispo de Jales, no interior de São Paulo, ao jornal O Estado de S. Paulo.

Dom Demétrio teve acesso a informações sobre o teor do relatório através do cardeal hondurenho Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, que é coordenador da comissão apelidada de G-8. Segundo o bispo, houve grandes passos na discussão teológica no que diz respeito à aproximação com os cristãos ortodoxos, e também em relação aos protestantes, em especial os luteranos e anglicanos.

A ideia de renovação da Igreja Católica é uma constante nos discursos do papa Francisco, que no tempo em que era cardeal na Argentina, era conhecido pela proximidade com os evangélicos locais e a favor de uma aproximação entre as diferentes correntes cristãs.

Fonte - Gospel Mais

Nota DDP: Depois de um pontificado tido como extremamente 'duro', é de ser observada a amplitude do discurso do novo papa e, mas do que isso, das reações de apreço da massa não católica. A profecia explica com absoluta clareza onde isso termina.

Veja também:
"Papa afirma que não crentes serão salvos se seguirem a consciência"
"Igreja não pode interferir espiritualmente na vida dos gays"
"Umberto Eco define Francisco como 'o papa da globalização'"

“Papa é o único líder mundial a dizer o que deve ser dito”

A frase acima foi proferida por Manuel Alegre, um histórico do Partido Socialista português, também conhecido por ser poeta, daí que não lhe possamos imaginar alguma dificuldade com as palavras. Disse-o, referindo-se às falhas que a esquerda política vem acumulando um pouco por toda a Europa.

Para o caso, não interessa muito a leitura política destas palavras; antes, o que se nota é que de cada vez mais quadrantes se ouvem vozes de apoio à postura que o Papa tem mantido, normalmente elogiada por todos os que a ele se referem, mesmo os que, pensaríamos nós, em último lugar o fariam (já em abril, Mário Soares, um agnóstico, ex-presidente da República portuguesa, tinha vincado bem quem são as suas referências a nível de liderança mundial).

Isso também acontece porque o discurso social de Francisco vai de encontro às mais básicas necessidades de milhares de pessoas que hoje em dia sofrem com as perturbações económicas, principalmente no velho continente. Mais do que isso, o líder romano tenta pregar pelo exemplo de humildade e simplicidade que o tem caraterizado (a propósito: se ele é elogiado por isso, o que se deverá dizer dos seus antecessores…?).

Lembro-me dos primeiros meses da presidência de Obama, já há quatro anos: tudo se voltou para ele como a nova esperança do mundo. Mas, depois de passar o período de encantamento e a lua-de-mel, logo caíamos no mundo verdadeiro, lugar onde uma coisa são os desejos outra é a realidade.

Contudo, com Francisco nota-se exatamente o contrário: quanto mais tempo passa, mais adeptos vai granjeando e mais simpatia vai acolhendo. Após meio ano de mandato, o Papa ainda está em crescendo, capitalizando créditos em todo os setores e pessoas, nomeadamente as de mais relevo a nível internacional, politica e religiosamente.

Estamos portanto, num aumento de expetativa que poderá bem terminar numa maravilha geral. A ver vamos…

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Gráfico Apocalipse


Oceano Ártico terá verão sem gelo em 2050, diz relatório da ONU

Quando o biólogo sueco Tom Arnbom desembarcou neste verão na costa do mar de Laptev, na Rússia, para coletar DNA de morsas, notou que os enormes mamíferos tinham um medo incomum de ursos-polares, animal que normalmente não os ataca.

Após alguns dias no local, o cientista percebeu que, sem terem gelo marinho como base de caça, os ursos não alcançavam focas e outras presas prediletas. A alternativa era tentar abocanhar filhotes de morsa, com alto risco de serem pegos pelos adultos.

Esse é um dos impactos que o declínio do gelo marinho no Ártico provocou nos últimos anos. O aumento do ritmo de degelo na região é um dos principais pontos a serem revistos no próximo relatório do IPCC (painel do clima da ONU, formado por milhares de cientistas).

Amanhã, a primeira parte do texto, dedicada à física do clima, será divulgada.

"É muito provável que a cobertura de gelo marinho no Ártico continue a encolher e afinar", afirma o texto preliminar do documento. "Sob o cenário RCP8.5 [hipótese mais pessimista do relatório], um oceano Ártico quase sem gelo provavelmente será visto antes do meio do século."

O painel informa que é possível dizer com "alta confiabilidade" que o Ártico vai se aquecer mais rápido que outras regiões e revê para pior o seu prognóstico. Há menos de uma década, porém, o maior relatório sobre o tema, o "Arctic Climate Impact Assessment", estimava que o temido "setembro sem gelo" só viria no fim do século.

O gelo marinho ajuda a refletir radiação solar. Com o degelo e mais área de águas escuras para absorver calor, a escassez de superfície branca vai retroalimentar a mudança climática, diz o IPCC.

A MARCHA DAS MORSAS

Arnbom, hoje um pesquisador a serviço da ONG ambientalista WWF, trabalhou por muitos anos na região para o governo da Suécia, país que tem 15% de seu território no círculo ártico.
"O que eu vi no Ártico 40 anos atrás não existe mais. É impressionante ver quão rápido se foi. Estava lá todos os anos. Alguns eram mais frios que outros, e a população de animais variava, mas em 2007 me dei conta de que os impactos eram bem visíveis."

Naquele ano, todo o gelo em alto mar derreteu na região de Laptev, e morsas que costumavam se espalhar em pedaços de gelo marinho migraram para uma única praia, formando uma concentração de mais de 50 mil indivíduos.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ilha emerge a 200 metros da costa após terremoto no Paquistão

Uma ilha de aproximadamente 214 metros de extensão e 16 metros de altura emergiu no litoral do extremo sudoeste do Paquistão após o terremoto de 7,7 graus que sacudiu essa região do país nessa terça-feira (24) e causou a morte de centenas de pessoas, informou nesta quarta-feira à Agência Efe uma fonte oficial.

Segundo Tufail Baloch, vice-diretor administrativo de Gwadar - a cidade mais próxima -, a ilha emergida a cerca de 200 metros da costa foi visitada hoje em uma primeira missão de exploração. Uma equipe de especialistas de Islamabad também já foi encaminhada à região para analisar a nova ilha.

"A percorremos toda sua área e me pareceu estável", declarou Baloch, um dos envolvidos nesta primeira missão de exploração. De acordo com o vice-diretor administrativo de Gwadar, a equipe técnica que virá da capital ficará encarregada de um estudo mais técnico.

O funcionário também explicou que os antigos habitantes da região afirmam que uma ilha semelhante também emergiu próxima à costa depois de um terremoto registrado na região em 1935.

"Aquela ilha desapareceu dez anos depois de repente e de maneira misteriosa e, por isso, as autoridades não descartam algo similar", apontou.

De acordo com o último boletim emitido, o número de vítimas do terremoto que ontem sacudiu o sudoeste paquistanês já ultrapassa 250, além dos mais de 400 feridos.

Mesmo sendo provisória, essa apuração do número de vítimas já transformou o terremoto de ontem, de 7,7 graus na escala Richter, em um dos mais mortíferos da década no Paquistão, país que registra movimentos telúricos com certa frequência.

Fonte - UOL

Israel pode substituir todo dinheiro do país por transações com chip

Duas semanas atrás, o governo de Israel anunciou a criação de uma comissão que irá estudar formas de eliminar o dinheiro circulando no país. Segundo foi anunciado, seria a melhor maneira de impedir os cidadãos de sonegar impostos. O comitê será presidido por Harel Locker, diretor do Escritório do Primeiro-Ministro.

O dinheiro de papel seria substituído por transações eletrônicas, feitas com cartões de chip. Com as novas tecnologias, os bancos podem controlar quanto as pessoas tem em suas contas e quanto podem retirar. As empresas de cartão atuais registram quanto as pessoas gastam mas o governo não tem controle.

Os membros do grupo de estudo incluem a Polícia Federal de Israel, a Autoridade Tributária, a Autoridade Governamental de Lavagem de Dinheiro e Terror, o Banco Federal de Israel e funcionários da Procuradoria do Estado, entre outros.

O consenso é que o dinheiro como é atualmente usado permite que as pessoas usem subterfúgios para fugir dos impostos. Não há como rastrear muitas das transações feitas em cash e utilizando “laranjas”. Em uma economia sem dinheiro, todos os registros são eletrônicos, e os impostos seriam cobrados em tempo real. Para a economia do país é uma questão muito mais confiável, já que taxas administrativas sobre as transações eletrônicas são comuns em Israel.

Funcionários no gabinete do primeiro-ministro justificam: “em todo o mundo, sabe-se que o dinheiro é um elemento-chave da economia ilegal e da lavagem de dinheiro. Ele permite a existência de uma grande diferença entre os rendimentos relatados e real… Ao eliminar o dinheiro vivo, será possível ampliar a base de tributação e prevenir a lavagem de dinheiro”.

O comitê não estabeleceu um prazo para a decisão final, mas o tamanho do país pode colaborar para que seja rapidamente implantado. Cédulas e moedas representam menos de 10% da economia dos países da zona do Euro e de 7% nos EUA, segundo o Banco de Compensações Internacionais, organização que reúne os bancos centrais do mundo.

Ano passado, a Suécia anunciou que estava criando um sistema de economia totalmente digital, baseado em chips especiais para smartphones. Eles seriam acessados pelas impressões digitais, como o que já está presente na nova geração de iPhones.

Oscar Swartz, fundador do maior provedor de Internet da Suécia, diz que um dos problemas é justamente deixar um “rastro” das transações. “A pessoa deve ser capaz de gastar seu dinheiro sem ser rastreado o tempo todo”, diz ele, levantando a questão da privacidade.

Mas esse exatamente é um dos argumentos dos governos para abdicar do papel-moeda, a capacidade de identificar de onde o dinheiro está saindo e para onde vai.

A Inglaterra já tem um sistema em fase de testes, que funciona tanto em lojas quanto para pagamento de ônibus. Na Ásia, o sistema “payWave” já é popular e acabou com o tempo de espera para pagamento em lanchonetes, postos de gasolina e cinemas, por exemplo. Basta passar com seu cartão com chip perto do caixa eletrônico e clicar um botão concordando com o desconto do valor em sua conta.

A dificuldade, por enquanto, é unificar pagamentos via internet, cartões de crédito e dinheiro vivo. Uma unificação do sistema parece ser o único caminho, mas a questão central é quem controlará a emissão desse dinheiro virtual, elemento básico da economia de um país.

Os especialistas em profecias há muito indicam que o cumprimento de Apocalipse 13:16 viria pela substituição do dinheiro por algum sistema eletrônico e biométrico, entendido assim: “A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte (testa), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Passagem do tufão Usagi pelo sul da China deixa ao menos 25 mortos

O tufão Usagi já causou a morte de pelo menos 25 pessoas e provocou inundações em várias regiões no sul da China, além de provocar a suspensão da circulação de trens entre algumas cidades, de acordo com informações da agênciaXinhua desta segunda-feira.

O Usagi, classificado como um tufão severo, com ventos sustentados de 175 km/h e rajadas de até 212 km/h, deixou nesse domingo a ilha de Hong Kong, na costa da província de Guangdong, totalmente isolada. O transporte entre a cidade e o continente foi interrompido, e mais de 370 voos foram cancelados no aeroporto internacional de Hong Kong.

O tufão Usagi, a tempestade mais forte a atingir o Pacífico Ocidental neste ano, já causou estragos nas Filipinas e em Taiwan. O Centro Nacional Meteorológico da China emitiu o alerta mais elevado, provocando a remoção de mais de 80 mil pessoas de áreas ameaçadas para postos de segurança. As autoridades destacaram pelo menos 50 mil trabalhadores para atuar no enfrentamento ao desastre, segundo Xinhua.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tornado no interior de SP teve ventos acima de 100 km/h, registra radar

O tornado que deixou dois mortos, mais de 60 feridos e destruiu boa parte das casas de Taquarituba, cidade a 328 km da capital paulista, passou dos 100 quilômetros por hora (km/h) no último domingo (22), mostram dados preliminares da rede do IPMet (Instituto de Pesquisas Meteorológicas) operado pela Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Bauru.

Os ventos atingiram cerca de 110 km/h por volta das 14h, logo após uma forte tempestade atingir o Estado, com velocidades e cargas contrárias, o que favorece uma 'torção" do vento, uma das principais características desse fenômeno. O prefeito Miderson Janello Milléo decretou estado de calamidade pública nesta segunda-feira (23), depois que metade da cidade ficou sem luz e sem telefone.

Segundo Vagner Anabor, professor de meteorologia da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria-RS), além dos registros fotográficos da clássica nuvem em formato de funil, que ajudam a confirmar a ocorrência do evento, a velocidade registrada está próxima da primeira escala de intensidade dos tornados, a F1, que abrange ventos de 117 km/h a 180 km/h – na categoria F5, a mais intensa, os ventos variam entre 420 km/h e 511 km/h.

O professor explica que os tornados têm mais chances de ocorrer nos Estados do Sul do país - chegando, inclusive, aos municípios paulistas que estão próximos à divisa do Paraná, como é o caso de Taquarituba -, no Paraguai e no Norte da Argentina.

"A climatologia indica que a região [do Cone Sul] apresenta entre oito a dez dias favoráveis para a ocorrência desses eventos. Para comparação, a região central dos Estados Unidos, o 'corredor dos tornados', apresenta registros climatológicos para ocorrência de mais de 14 dias por ano."

Já o meteorologista Fábio Rocha, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), explicou que o fenômeno foi isolado em Taquarituba e que será investigado pelo órgão - segundo informações do Corpo de Bombeiros de Avaré, cerca de 60 quilômetros de Taquarituba, o tornado durou apenas cinco minutos no centro da cidade.

Ele explicou que o tornado foi provocado pelo encontro de uma frente fria vinda do Sul do país com uma massa de ar quente que cobria o Estado de São Paulo – o que resultou apenas em chuva e ventanias na maioria da região.

O tornado pode variar de alguns minutos até uma hora e estende-se, horizontalmente, por algumas dezenas de metros a um quilômetro. Ele se forma, geralmente, após uma tempestade, quando uma corrente de ar frio sai de uma nuvem em direção ao solo. Quando a atmosfera está muito seca, a rajada ganha velocidade e gira bastante, sofrendo uma "torção". É aí que, "serpenteando" pelo chão, o funil de vento suga o que encontra pela frente e espalha para fora do seu caminho os destroços.

Muitas vezes, explica Anabor, o caso extremo de vendaval, chamado de microburst(microexplosão, em inglês), é confundido com os tornados, devido à magnitude de seus danos. "Mas ele apresenta características peculiares: não possui nuvem funil nem ventos rotantes [como foi presenciado em Taquarituba]. Seu dano é característico e pontual, pois espalha os destroços direcionalmente com a rajada de vento, que chega até 180km/h."

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Tempestades no México isolam Acapulco e matam 80

A temporada de ciclones e furacões continua a castigar o México. Nesta quinta-feira, o total de mortos causados pelas tempestades que atingem as duas costas do país subiu para 80. Outras 58 pessoas estão desaparecidas.

“Não esperávamos esta magnitude de tempestades”, afirmou Luis Walton, prefeito de Acapulco, balneário turístico que ficou isolado por causa de deslizamentos e inundações. Milhares de turistas ficaram presos na cidade. Companhias aéreas programaram para esta quinta-feira cerca de 30 voos para retirá-los de lá, já que a estrada que liga o balneário à Cidade do Mexico só deve ser reaberta na sexta-feira.

A maioria das mortes aconteceu no estado de Guerrero, um dos mais pobres do país, que fica na costa Leste. Mas o número ainda pode aumentar. Na comunidade de La Pintada, que fica no mesmo estado, 58 pessoas estão desaparecidas depois de uma série de deslizamentos que soterraram dezenas de casas. Outras 334 pessoas tiveram de ser retiradas do local de helicóptero, já que as estradas estão bloqueadas.

Efetivos das Forças Armadas, dos diversos corpos policiais e membros da Defesa Civil foram mobilizados para atender os mais de 200 000 desabrigados no país. Os efeitos dos ciclones tropicais Manuel e o furacão Ingrid (depois rebaixado para ciclone) castigam o México desde sexta-feira, o primeiro no lado do oceano Pacífico e o segundo no Atlântico – uma confluência de fenômenos meteorológicos que não acontecia há pelo menos 50 anos, segundo o governo do México.

Fonte - Veja

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O mundo sendo preparado para guardar o domingo

Líderes religiosos devem promover o ECOmenismo

Os líderes religiosos espalhados pelo planeta podem ajudar muito na preservação da natureza. Pesquisadores da Universidade Sueca de Ciências Agrícolas (SLU), na Suécia, defendem que líderes religiosos podem ter um papel determinante se influenciarem seus seguidores a cuidarem do meio ambiente. Um novo estudo mostra que sempre que os líderes religiosos desejavam alguma mudança ao longo da história, eles estavam em uma posição ideal para influenciar as pessoas – e podem fazer o mesmo em relação à preservação do meio ambiente. Os pesquisadores analisaram quais são as áreas com maior biodiversidade no mundo e quais são as religiões mais seguidas em cada uma dessas regiões. “Nossa análise indica que a maioria das áreas mais importantes se encontra em países dominados pelo cristianismo, especialmente pelo catolicismo romano”, conta Grzegorz Mikusinski, pesquisador da SLU que coordena o estudo.

Além da religião católica romana, que influencia amplamente países latino-americanos, outras religiões de grande influência em locais importantes para a biodiversidade são o budismo (sudoeste asiático), hinduísmo (Índia) e islamismo (Ásia menor, nordeste e centro da África).

Os pesquisadores acreditam que membros de grupos religiosos podem começar a se preocupar mais em conservar a natureza se forem guiados por discursos morais de preservação dos recursos naturais para as próximas gerações.

A maioria das religiões sempre pregou atitudes moralmente boas, e durante séculos mostram para as pessoas o que seria certo e errado de acordo com valores morais. Mikusinski acredita que os líderes religiosos têm o potencial de fazer “milagres” nos locais de grande biodiversidade a partir de seus discursos.

Os resultados do estudo mostram que os católicos romanos são os que têm o maior potencial de preservar a diversidade biológica onde vivem. A Igreja Católica acaba de eleger o papa Franscico, que tem um nome associado ao “santo verde” do catolicismo, Francisco de Assis – o santo padroeiro da ecologia. Os pesquisadores esperam que o papa e outros líderes religiosos se envolvam ativamente no debate sobre a conservação da natureza. Embora a ciência e a religião vivam em conflitos, a união entre as duas áreas pode ser muito importante para o futuro do planeta.

(Hypescience)

Nota Michelson Borges: Texto bastante revelador esse aí. Quando o assunto é preservação da Terra, a ciência naturalista e a religião podem e devem dar-se as mãos. Note que o apelo dos pesquisadores é para que os líderes religiosos usem seu poder de influência para convencer seus seguidores a se engajar na luta pela preservação do meio ambiente, e para que façam isso mostrando que essa luta tem que ver com valores morais. Então citam o papa Francisco como peça-chave nessa campanha, até porque ele adotou o nome do “santo verde”. Não nos esqueçamos de que uma das propostas ECOmênicas da Igreja Católica consiste na observância do domingo como dia santo e de descanso (para as pessoas, as famílias e a natureza). Portanto, o domingo se reveste de um valor moral para as pessoas que o consideram sagrado. Aqui os interesses convergem, pois mesmo quem não atribui caráter moral/sagrado ao primeiro dia da semana aceita a proposta de que ele seja dedicado à família e ao baixo consumo de carbono. E qualquer um que discordar disso (da observância do domingo como dia “santo”), ainda que seja plenamente a favor da preservação do meio ambiente, será visto como inimigo do bem.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Cristãos estão sendo decapitados na Síria

Após a tomada da cidade de Maaloula, um novo capítulo tem sido escrito na situação de guerra que vive a Síria. De maneira intrigante, a grande mídia silencia sobre o massacre bárbaro e diário dos cristãos. Enquanto muçulmanos alauitas e sunitas brigam pelo poder,quem mais sofre são os cristãos.

Como em toda guerra, surgem muitas informações desencontradas, mas entre os relatos existe uma consistência. As tropas rebeldes, que lutam contra o governo de Bashar al-Assad, são treinadas pela Al Qaeda e financiadas indiretamente pelo governo dos EUA. Possivelmente por isso a “grande mídia” deixe a questão dos cristãos convenientemente de lado.

O fato é que milhares de pessoas têm morrido ao longo desses dois anos e meio de conflitos étnicos e religiosos. De maneira quase unânime, quando se fala ou mostra a morte de soldados leais ao presidente, elas ocorrem por fuzilamento. Quando são cristãos, a forma padrão parece ser decapitar e expor a cabeça em público.

A conquista de Maaloula pelos rebeldes foi marcante pois ali vivia uma das mais antigas comunidades cristãs do mundo, onde ainda se fala o aramaico, língua usada por Jesus . Situada a 50 quilômetros da capital Damasco, a pequena cidade de 3 mil pessoas ficou quase deserta. Estima-se que 80% da população, a maioria de cristãos ortodoxos e católicos, refugiou-se em cidades vizinhas. Mas não sem ver antes a maioria de suas igrejas e casas serem saqueadas, queimadas e ouvirem a ameaça que todo aquele que não se converter ao Islã teria a cabeça cortada.

O avanço dos rebeldes na área foi liderado por Jabhat al-Nusra, ligado a grupos jihadistas islâmicos. A liderança da Frente de Libertação Qalamon se mudou para a aldeia, agora cerca de 1.500 soldados de grupos liderados pela Al-Qaeda estão na pequena Maaloula.

A tomada da aldeia enviou duas fortes mensagens ao mundo: os rebeldes estão mais próximos que nunca de tomarem a capital e os rebeldes extremistas muçulmanos tentarão eliminar os cristãos da Síria.

Muitos dos habitantes que ficaram estão experimentando o horror diariamente. Segundo o site Sky News, da Inglaterra, esta semana três cristãos foram mortos em praça pública e seu enterro se transformou em uma verdadeira passeata de protesto. A grande concentração foi na parte antiga da cidade, que segundo a tradição foi onde o apóstolo Paulo parava em suas viagens até Damasco. O cortejo foi até a igreja ortodoxa Zaytoun, onde fizeram o culto fúnebre. Enquanto os sinos badalavam, partiram para o cemitério.

Mulheres vestidas de negro jogavam grãos de arroz no ar, uma forma tradicional de demonstrar luto. Um pequeno grupo tocava tambores e, em meio ao choro se ouviam gritos. Uma mulher perguntava: “É isso que vocês chamam de democracia… isso é o que o governo quer?”, enquanto um homem fazia gestos obscenos e gritava palavrões contra o presidente Obama e o premiê inglês David Cameron.

Hoje, outras imagens chocantes correram o mundo. São da cidade de Keferghan, onde quatro jovens cristãos foram decapitados publicamente. Um fotógrafo que não quer se identificar, fez imagens que foram publicados pelo site da revista Time. Embora a revista não confirme, outras fontes alegam que o que motivou a morte deles foi sua fé.

Ele fez uma narrativa breve, mas chocante, do que presenciou:

“Eu vi uma cena de crueldade absoluta: um ser humano sendo tratado de uma maneira que nenhum ser humano jamais deveria ser tratado… Eu não sei quantos anos a vítima tinha, mas era jovem. Eles o forçaram a ficar de joelhos. Os rebeldes ao seu redor liam os seus ‘crimes’ listados em um pedaço de papel. Eles o cercaram. O jovem estava com as mãos atadas. Ele parecia congelado. Dois rebeldes sussurraram algo em seu ouvido e o jovem respondeu de uma forma inocente e triste, mas eu não conseguia entender o que ele disse… No momento da execução, os rebeldes agarraram sua garganta. O jovem reagiu, mas três ou quatro rebeldes conseguiram imobilizá-lo. Ele tentou proteger a garganta com as mãos, que ainda estavam amarradas. Tentou resistir, mas os rebeldes eram mais fortes e cortaram sua garganta. Depois, levantaram a cabeça. As pessoas aplaudiram. Todo mundo estava feliz porque a execução aconteceu”.

Muitos estudiosos das profecias cristãos e muçulmanos acreditam que a s segunda vinda de Jesus está ligada à cidade de Damasco, capital da Síria. A crescente ameaça de guerra dos sírios contra outros países gerou uma série de análises nesse sentido.

Em comum entre as previsões está o iminente retorno de Cristo. Da parte dos cristãos, alguns apontam para Isaías 17:1. Para alguns, pode ser um prenúncio do Armagedom, a batalha final.

Entre os sírios prevalece a tristeza pelos milhares de mortos e feridos, mas para milhares deles a esperança na vida eterna se fortalece. As agências cristãs têm oferecido ajuda material, emocional e, acima de tudo, espiritual para os refugiados nos países vizinhos. Milhares de muçulmanos estão ouvindo o evangelho livremente, alguns pela primeira vez na vida. Existem muitos testemunhos de conversões.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

De volta às raízes

domingo, 8 de setembro de 2013

Coronavírus mata mais 2 no Oriente Médio

O coronavírus Mers matou duas pessoas no Golfo, uma delas na Arábia Saudita, onde a doença surgiu no ano passado, e um no vizinho Qatar, e outras três pessoas estão infectadas, informaram as autoridades de saúde neste domingo (8).

A morte de um homem de 74 anos de idade, na região de Medina do oeste da Arábia Saudita, foi a quadragésima quinta pela Síndrome Respiratória Coronavirus do Oriente Médio (MERS, na sigla em inglês), que pode causar tosse, febre e pneumonia.

No Qatar, a doença foi a causa da morte de um homem de 29 anos que estava hospitalizado desde 17 de agosto.

O Ministério da Saúde saudita disse neste domingo que três mulheres com idades entre 64 e 75 também contraíram a doença.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou no mês passado que o número de infecções confirmadas em todo o mundo foi de 102 no ano passado, dos quais quase a metade dessas pessoas morreram.

O vírus tem sido detectado também em pessoas na Tunísia, na França, na Alemanha, naItália e na Grã-Bretanha.

O policial do mundo


E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. (Apocalipse 13:11)

#TimeIsComing

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

50% dos eventos naturais extremos foram causados pelo aquecimento, diz relatório

As mudanças climáticas provocadas pelo uso humano de combustíveis fósseis tiveram papel importante em metade dos eventos climáticos extremos no ano passado, informaram cientistas americanos nesta quinta-feira (5).

O furacão Sandy, que devastou a cidade de Nova York, por exemplo, foi decorrente de uma enorme tempestade, mas a inundação que causou os principais impactos também foi influenciada pela maré alta. Segundo as pesquisas, o aumento no nível do mar causado pelo aquecimento global quase duplica a probabilidade anual de ocorrer tais enchentes se comparado com 1950. Assim, eventos naturais aliados a ações do homem garantem que inundações como a do Sandy vão ocorrer com mais frequência no futuro e com tempestades menos intensas.

Uma equipe de especialistas examinou 12 episódios climáticos extremos em 2012, de secas nos Estados Unidos e na África a fortes chuvas na Europa, na Austrália, na China, no Japão e na Nova Zelândia.

Em seis dos eventos selecionados, foi demonstrado algum indício de terem sido piores do que o esperado, devido a elementos como água do mar ou temperaturas mais quentes, causados por emissões de gases estufa e aerossóis na atmosfera.

O relatório, intitulado "Explicando os Eventos Extremos de 2012 de uma Perspectiva Climática" (em tradução livre), foi publicado no Boletim da Sociedade Meteorológica Americana. O estudo, revisto por pares, incluiu 18 temas de pesquisa de todo o mundo.

"Todos os eventos extremos de 2012 considerados neste relatório, baseados nas análises dos autores, provavelmente teriam ocorrido independentemente das mudanças climáticas", disse Thomas Karl, diretor do Centro de Dados Climáticos Nacionais da Agência Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês).

O objetivo do esforço de pesquisa é compreender se eventos extremos são propensos a ocorrer mais frequentemente no futuro e "se a sua intensidade está mudando por causa de fatores naturais ou de mudanças causadas pelo homem", disse Karl a jornalistas.

Segundo cientistas, a influência humana no clima pode ser em parte culpada pelas fortes chuvas na Austrália e na Nova Zelândia e na seca recorde de inverno no sudoeste da Europa.

No entanto, chuvas incomuns em China e Japão, ainda que extremas, não parecem ter tido um vínculo claro com as mudanças climáticas causadas pelo homem. Nem a seca de 2012 nos Estados Unidos parece ter sido influenciada pelas mudanças climáticas, embora o mesmo grupo de cientistas tenha reportado no ano passado que um clima severamente seco a partir de 2011 parece ter sido agravado pelo aquecimento global antropogênico.

A atribuição de eventos extremos é difícil porque as mudanças climáticas podem ser um fator contribuinte, mas não o único, afirmou Tom Peterson, principal cientista do Centro de Dados Climáticos da NOAA.

Se a variabilidade natural no clima puder ser comparada a motoristas que dirigem perigosamente ou ruas escorregadias, ele considerou que pisar fundo no acelerador é como o aumento na intensidade das chuvas e no nível do mar, que são causados pelo aquecimento global.

"Nós sabemos que o mundo está esquentando e a razão principal é a queima de combustíveis fósseis", disse Peterson.

Um dos exemplos mais fortes da influência humana foi vista na incomum onda de calor registrada no leste dos Estados Unidos entre março e maio de 2012. A contribuição humana para o evento foi estimada em 35%, elevando o risco de ocorrer tão onda de calor em 12 vezes.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

ONU elogia pedido do papa por um dia de jejum e oração pela Síria

Em nota, Secretário-Geral disse que gestos como esse são uma contribuição importante e útil; pontífice convocou vigília global para este sábado, 7 de setembro.

O Secretário-Geral das Nações Unidas elogiou o pedido do papa Francisco pela paz na Síria com base no diálogo e na negociação.

A declaração foi feita pelo porta-voz de Ban Ki-moon após perguntas de jornalistas sobre o assunto, na sede da ONU, nesta quinta-feira.

Jejum

Segundo o porta-voz, Ban Ki-moon também acolheu com apreço a chamada do papa para um dia de oração e jejum a favor da Síria. O pontífice anunciou a realização da vigília global para este sábado 7 de setembro, na Praça São Pedro, no Vaticano.

Segundo o chefe da ONU, gestos como esse são importantes e representam uma contribuição útil.

Ban que está em viagem oficial à Rússia para participar do encontro do G-20, chamou o enviado especial da ONU e da Liga Árabe, Lakhdar Brahimi, a São Petersburgo para ajudar na busca de uma solução política para o conflito sírio.

Para o Secretário-Geral é hora de o Conselho de Segurança demonstrar liderança para a resolução da crise síria, que segundo ele se tornou uma "guerra civil catastrófica."

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Comissão do Senado dos EUA aprova intervenção na Síria

A Comissão de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira (4) uma resolução que autoriza o presidente Barack Obama a intervir militarmente na Síria.

Após ouvirem o secretário de Estado, John Kerry, o de Defesa, Chuck Hagel, e o general Martin Dempsy, chefe do Estado-maior conjunto norte-americano, em uma audiência realizada ontem (3), os senadores aprovaram a ação por dez votos a sete.

Essa autorização agora precisa passar por votação no plenário do Senado --o Congresso volta às atividades na próxima segunda-feira (9)--, e também deve ter respaldo da Câmara dos Representantes.

A resolução aprovada determina que a ação dos EUA na Síria tenha duração máxima de 60 dias –com possível prorrogação de 30 dias—e que não sejam usadas tropas americanas em solo durante as operações.

A autorização é mais limitadora do que a proposta original de Obama, mas ainda assim é um ponto ganho para o presidente.

Caso o Congresso venha a aprovar a retaliação à Síria pelo suposto uso de armas químicas contra civis em Damasco, os EUA poderão dar início ao ataque limitado, como represália ao regime de Bashar Assad. Segundo relatórios da inteligência americana usados como sustentação para a ação militar, mais de 1.400 pessoas morreram (centenas de crianças entre elas) no dia 21 de agosto de 2013.

Nesta quarta-feira, os secretários Kerry e Hagel e o general Dempsy responderam a perguntas da Comissão de Assuntos Exteriores da Câmara dos Representantes sobre os planos dos EUA para a Síria, os motivos de entrar em uma guerra com o país e quais serão as possíveis retaliações.

O intuito dos secretários e do general é conseguir o apoio dos legisladores para que o presidente Obama ganhe o apoio do Congresso.

"Eu não acredito que estamos indo para a guerra", disse Kerry no encerramento da audiência. "Estamos pedindo permissão para fazer uma ação limitada, mas que não vai colocar os americanos no meio do conflito".

O secretário de Estado alega que a segurança norte-americana estará em risco se os EUA não tomarem uma atitude em relação ao uso de agentes químicos pela Síria (país com grande estoque de armamento desse tipo).

"Se não querem mais extremismo, vocês devem aprovar isso [a intervenção militar]. Não enviem a pessoas como Assad a mensagem de que ele vai ficar impune. Alguém em algum lugar vai colocar as mãos naqueles materiais, de alguma maneira [caso os EUA não reajam]", disse Kerry.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Papa pede união de todas as religiões em defesa da paz

Neste domingo (1), o Papa Francisco fez uma convocação inesperada. Dirigindo-se a milhares de pessoas na Praça de São Pedro, ele fez um longo e apaixonado apelo pela paz na Síria e em todo o Oriente Médio.

“Há um julgamento de Deus e um julgamento da História diante de nossas ações, de que não podemos escapar!”, ressaltou. Enquanto condenava o uso de armas químicas por parte do governo sírio, acrescentou: “Guerra, nunca mais”.

“O uso da violência não traz a paz. A guerra chama a guerra. A violência chama a violência”, ressaltou Francisco, dizendo-se “muito ferido”, não só “pelo que está acontecendo na Síria”, mas também pelos “dramáticos acontecimentos que se projetam”. Uma menção indireta a perspectiva do início de uma guerra ventilada pelos presidentes Barack Obama e François Hollande, que pode ocorrer ainda este mês.

Por causa disso, o papa pediu que os 1,2 bilhão de católicos romanos de todo o mundo façam um dia de oração e jejum pela paz na Síria no próximo sábado (7). De maneira surpreendente, pediu que as pessoas de todas as religiões se juntassem à iniciativa. Deixou o convite aberto à todas as “pessoas de boa vontade”, mesmo aquelas que não têm religião.

Em 1964, durante a guerra do Vietnã, o Paulo VI em um discurso na ONU pediu orações pelo fim das guerras e pela paz mundial. O falecido Papa João Paulo II, fez um apelo após os atentados contra as torres do World Trade Center, no dia 11 de setembro de 2001. Um discurso similar veio em 2003, tentando evitar a guerra no Iraque quando um ataque dos Estados Unidos e forças da ONU pareciam inevitável.

Segundo o vaticanista Luigi Accattoli, jejum e orações são parte dos preceitos do judaísmo e do islamismo, por isso não seria difícil para os seguidores dessas religiões entenderem o apelo do papa.

Durante o pontificado de Bento 16, o Vaticano aceitou se juntar com judeus, muçulmanos e líderes de outras religiões para impedir a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Diferentemente de outros papas ao longo da história, que sequer reconheciam a validade de outras religiões, Francisco diz contar com elas. “A Igreja Católica é consciente da importância da amizade e do respeito entre os homens e mulheres das diferentes tradições religiosas… Desejo assegurar minha firme vontade de prosseguir com o diálogo ecumênico”, disse ele na primeira semana de seu pontificado.

Em maio, novamente fez um discurso que incluía todas as religiões e inclusive os ateus: “O Senhor redimiu todos nós, todos nós, com o Sangue de Cristo: todos nós, não apenas os católicos. Todo mundo!”, disse ele.

A convocação para a união de membros de todas as religiões seria mais um passo na busca pelo bem comum. O Vaticano já anunciou que Francisco deseja se reunir com os líderes das principais religiões do mundo para discutirem um esforço conjunto pela paz e harmonia mundial. Com informações de Charisma News, Radio Vaticana e Vatican Insider.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Igreja quer usar feitiçaria e paganismo para atrair novos membros

Quando a cristianização da Inglaterra anglo-saxã começou, por volta do ano 600, predominava nas ilhas diferentes formas de paganismo (adoração dos espíritos da natureza), incluindo o ensinamento dos druidas (feiticeiros da cultura celta). Os primeiros cristãos ensinavam que isso não passava de “cerimônias satânicas” e deveriam ser abandonadas.

Embora nunca totalmente extinguido da cultura inglesa, as práticas pagãs agora parecem ter reencontrado seu caminho justamente no seio da igreja cristã. A Igreja da Inglaterra, também conhecida como Anglicana ou Episcopal, está tentando reunir no mesmo culto, cristãos, pagãos e todas as pessoas que tenham interesse nas coisas espirituais. Esse seria um novo esforço para estancar a constante perda de membros de suas congregações.

A liderança da denominação está fazendo treinamento para ensinar os pastores e bispos a “criar uma igreja pagã onde o cristianismo está no centro”, segundo o jornal The Telegraph. Embora não explique como isso seria feito, o objetivo seria tentar criar novas formas de cultuar a Deus, “mais adequadas para as pessoas de crenças alternativas”.

O reverendo Steve Hollinghurst, teólogo e pesquisador de novos movimentos religiosos, disse que a intenção é “formular uma exploração da fé cristã, que estaria de acordo com a cultura local”. Para ele, a questão é simples: a Grã-Bretanha não é mais um país cristão, mas a espiritualidade é parte da vida de muitas pessoas.

“Minha jornada espiritual começou na adolescência, quando explorei todos os tipos de religiões e espiritualidades alternativas antes de escolher o Cristianismo como o meu caminho. Se Deus fez-se homem em Jesus não somente para se relacionar com seres humanos, mas também para transformar a criação, então o cristianismo deve ser relevante para todas as pessoas”, acrescenta. ”Mas como essa conexão pode ser feita quando, para muitos, ele [cristianismo] é visto como uma religião antiga e ultrapassada? Só posso dizer que gosto de um bom desafio!”

A Church Mission Society, órgão da denominação que cuida do treinamento de ministros explica que deseja “abrir novos caminhos”, e com isso espera ver todas as pessoas com interesse nas questões spirituais “alinhar-se com o cristianismo”. Andrea Campenale, um dos responsáveis pelo programa, justifica: “Hoje em dia as pessoas querem sentir alguma coisa, desejam ter alguma nova experiência… Vivemos em uma Inglaterra onde há um foco muito individualista. Acho que com isso poderemos iniciar outro diálogo com a sociedade”.

O famoso monumento de Stonehenge, cuja origem antecede a Cristo, reúne regularmente pagãos e druidas para cerimônias de culto à natureza e aos astros. Mais de 20.000 pessoas se reuniram no local este ano para celebrar o solstício, a chegada do verão no hemisfério norte. Isso mostra a força do movimento em uma sociedade considerada pós-cristã.

O Reino Unido é a nação europeia onde o islamismo tem uma das maiores taxas de crescimento e o movimento neoateista de Richard Dawkins está cada vez mais popular. Uma recente pesquisa do Instituto YouGov aponta que apenas 25% das pessoas da Geração Y (com menos de 35 anos) dizem crer em Deus, enquanto 38% declaram não crer. Apenas 10% delas participa de um culto religioso pelo menos uma vez por mês. Além disso, 41% dos entrevistados acreditam que a religião causava mais mal do que bem ao mundo. Apenas 13% deles é filiado à Igreja da Inglaterra. Com informações de WND e Telegraph.

Fonte - Gospel Prime

domingo, 1 de setembro de 2013

Radiação de Fukushima está 18 vezes acima dos níveis previstos

Foram detectados níveis de radiação 18 vezes acima dos índices previstos nas imediações da usina nuclear de Fukushima Daiichi. A Tepco (Tokyo Electric Power), empresa que toma conta da área, reportou que a radiação perto dos tanques nucleares mede cerca de 1.800 miisieverts por hora - quantidade suficiente para matar uma pessoa em apenas quatro horas de exposição.

A agência de vigilância nuclear do Japão confirmou que os níveis de radiação detectados haviam passado do nível 1, "radiação anormal", para o nível 3, que representa um "sério acidente" numa escala de oito pontos utilizada pela Agência Internacional de Energia Atômica.

A Tepco afirmou que vai investigar o que causou o aumento brutal na emissão radioativa, uma vez que a hipótese de vazamento foi descartada após a verificação de que os níveis de água dentro dos tanques nucleares se mantêm os mesmos.

A cidade japonesa de Fukushima foi atingida por um tsunami em 11 de março de 2011, forçando mais de 160 mil pessoas a abandonarem suas casas. Desde então, a Tepco foi escolhida como a empresa responsável por conter, cuidar e estocar água radioativa da usina nuclear de Fukushima Daiichi de forma segura, além de impedir que os reatores danificados no acidente continuassem a emitir poluentes prejudiciais à saude e ao meio ambiente.

No entanto, a manutenção da área pela Tepco sempre foi motivo de preocupação. Já foram emitidos diversos relatórios denunciando o vazamento de toneladas de uma mistura tóxica que é utilizada para resfriar o combustível remanescente nos reatores danificados. Além disso, no mês passado a empresa anunciou que um dos tanques nucleares havia liberado mais de 300 toneladas de água radioativa para o oceano.

Apesar de os trabalhadores da usina serem autorizados a se expor a uma radiação nuclear anual de no máximo 50 milisieverts, a Tepco afirma que os níveis radioativos nas redondezas dos tanques de Fukushima emitem cerca de 70 a 230 milisierverts por hora. Em resposta às duras críticas à sobrecarga de alguns funcionários, a empresa aumentou o contingente de empregados, passando de 8 para 50 fiscais dos tanques nucleares.

A inabilidade da empresa para conduzir a limpeza de Fukushima Daiichi e impedir que resíduos radioativos sejam lançados no oceano gera grande insegurança para os japoneses. Desde o acidente, a pesca industrial está paralisada na região, representando um déficit ecônomico dessa atividade, uma das mais importantes do país.

Ciente disso, o primeiro ministro do Japão, Shinzo Abe, declarou que o governo japonês irá aumentar os esforços para prevenir a poluição das águas. Todavia, o presidente da Autoridade para Regulação Nuclear do país também opinou: "Nós não podemos impedir vazamentos de águas contaminadas imediatamente. Essa é a realidade. A água ainda está vazando para o mar, o máximo que podemos fazer é monitorar esse impacto ambiental".

Fonte - Opera Mundi

Nota DDP: Ver também "Radioatividade capaz de matar pessoa em 4h é detectada em Fukushima"

Fortes chuvas deixam mortos e provocam estragos em Taiwan

As fortes chuvas da última semana estão provocando desastres em várias cidades de Taiwan. Segundo autoridades, a tempestade tropical já matou três pessoas e deixou muitas pessoas feridas por conta de inundações e de deslizamentos de terra. Alguns moradores tiveram que abandonar suas casas utilizando botes.

Um trem descarrilou no município de Pingtung no sábado (31) por conta de deslizamentos de terra. De acordo com oficiais militares que fizeram o resgate, ao menos 17 pessoas ficaram feridas no acidente.

Já na cidade de Keelung, um prédio desabou neste domingo (1°) também por conta de deslizamentos de terra. Autoridades ainda não mencionaram se o acidente provocou vítimas, mas várias pessoas foram retiradas de suas casas na região e a área está isolada.

Ainda de acordo com o governo do país, essas fortes chuvas já fizeram a agricultura perder US$ 11 mil por conta de danos nas lavouras, informou a agência de notícias AFP.

sábado, 31 de agosto de 2013

Líder supremo do Irã afirma que intervenção na Síria é "catástrofe certa"

Em meio ao aumento da tensão regional, decorrente da possibilidade dos EUA atacarem a Síria, o supremo líder do Irã, aiátolá Ali Khamenei, caracterizou nesta semana qualquer tipo de intervenção militar ocidental como uma "catástrofe certa". Em encontro oficial no gabinete do presidente iraniano, Hassan Rohani, o aiátolá evitou qualquer declaração específica de suporte militar ao governo de Bashar Al Assad e chegou a clamar por proteção divina, dizendo: "Espero que Deus misericordioso proteja essa região da ameaça da América, do Sionismo e de outros males".

O silêncio de Khamenei a respeito da defesa da Síria representa uma mudança de posição por parte do governo iraniano, que no início do ano havia sustentado a aliança com o atual governo sírio, afirmando que o suportaria até o fim.

O posicionamento cauteloso do país ficou ainda mais claro após a transformação considerável dos pronunciamentos desta semana do General Masoud Jazayeri, chefe das forças armadas iranianas. No domingo (25/08), Jazaveri ameaçou: "Os EUA estão cientes da zona vermelha traçada sobre a Síria e quaisquer violações desta zona trarão sérias consequências para a Casa Branca".

No entanto, três dias depois ele recuou de suas ameaças ao governo norte-americano, dizendo apenas que uma guerra internacional representaria uma desconexão de Israel e lançando um conselho: "Os norte-americanos deveriam livrar-se dessas certezas arrogantes e egoístas e, se tiverem algum recurso, gastá-lo para salvar a população de seu país".

Analistas internacionais estão divididos quanto ao recuo iraniano após países como EUA e França se mostrarem prontos para uma intervenção na Síria. Alguns consideram que a cautela de Khamenei em enfrentar os países ocidentais se deve à sua preocupação com o programa nuclear do país, enquanto outros encaram tal posicionamento moderado como reflexo da nova presidência de Hassan Rohani. Há ainda quem afirme que os líderes iranianos acreditam que a intervenção na Síria não derrubará o governo de Assad e que eles estariam se posicionando de forma a manter a sua influência sobre o país no futuro.

Independente da razão pela qual foi adoptado, esse recuo pode trazer problemas ao Irã se for confirmada a existência de um tratado de mútua defesa entre Teerã e Damasco, assinado em 2006. Apesar das variadas publicações que confirmam tal aliança, o ministro das relações exteriores da Síria, Walid al-Moallem, nega a existência do acordo.

Fonte - Opera Mundi

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Os adventistas e o consumismo

Fechamento do comércio aos domingos e união de igrejas

Recentemente, meus pais estiveram visitando minha tia em Araruama (cidade do interior do Rio Janeiro), e ao andar pelo centro da cidade, eles receberam o encarte abaixo. Ao ler o conteúdo, se depararam com o revelador compromisso nº 3 do Supermercado Avi$tão. Quando vejo esses movimentos surgindo, me alegro imensamente, pois são evidências claras de que o nosso Redentor Se aproxima a passos largos.

“Este é o contexto escatológico no qual os adventistas do sétimo dia colocam o sábado. Cremos que Deus nos chamou não apenas para proclamar o que a Bíblia diz sobre o sábado, mas também a advertir o mundo sobre o conflito final que girará em torno dos mandamentos de Deus, particularmente o quarto. Segundo nossa compreensão, no fim dos tempos a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem envolverá essa controvérsia relacionada ao sábado e ao domingo. Nessa ocasião, os guardadores do sábado serão perseguidos e até mesmo martirizados por causa de sua lealdade a Deus ao observar o sétimo dia.

“Sentimo-nos compelidos a advertir o mundo sobre algo de que a maioria das pessoas não tem a menor ideia; a algo que muitos julgam inacreditável. Estamos certos de que tais eventos se acham à nossa frente” (Marvin Moore, Apocalipse 13, p. 12, 13 - CPB).

(Orlan Figueiredo)

Nota Criacionismo: No mesmo tom dessas “evidências secundárias” da proximidade do fim (porque o decreto dominical será imposto pelos Estados Unidos e o que estamos vendo agora, de forma isolada, são apenas “ensaios”), em entrevista do site EM, o deputado Marco Feliciano disse, sobre o papa Francisco: “Foi perfeita a visita dele. Ele é um jesuíta. Como disse aqui, fui católico romano e vejo nesse papa uma pessoa do bem, um evangelista por natureza. Ele também passou por dificuldades aqui, ele também sofreu pressão do mesmo grupo que me pressiona. E houve até coisas piores, pegaram imagens de santos e quebraram no meio da rua, fizeram atos obscenos, então isso mostra que tanto a Igreja Católica quanto a Igreja Evangélica têm os mesmos princípios. Podemos divergir nos dogmas, mas nos principais, na nossa base, há mais coisas que nos unem do que nos separam. Sou hoje amigo dos católicos. Não é tempo de separação, não é tempo de guerra, é tempo de união, porque se não houver uma união das igrejas hoje, dentro de 15 anos o cristianismo na América do Sul vai estar vivendo dias de quase extinção. Como ocorreu na Europa, onde a maioria dos países hoje é ateia.”

Essa união não será em torno da verdade única da Palavra de Deus. Será, sim, em benefício de uma causa conveniente a todos (família, emprego, meio ambiente). E aí daqueles que ficarem no caminho da maioria, ainda que seja para não violar a consciência!

Bento 16 afirma que Deus lhe disse para renunciar

O papa emérito Bento 16 afirmou que foi Deus quem lhe disse para renunciar a seu pontificado, informou a agência católica Zenit. Durante uma das poucas visitas privadas concedidas após a renúncia, Bento 16, ao ser perguntado por um dos presentes pelas razões de sua decisão, respondeu: “Deus me disse.” O papa emérito explicou que não se tratou “de nenhum tipo de aparição ou nenhum fenômeno desse tipo, mas foi uma experiência mística” na qual o Senhor fez crescer em seu coração “um desejo absoluto de permanecer a sós com Ele, recolhido na oração”. Além disso, Bento 16 comentou que à medida que observa o carisma do papa Francisco, se dá mais conta de que sua escolha de renunciar ao pontificado foi “a vontade de Deus”.

Durante esses encontros, acrescenta o artigo da Zenit, o papa emérito “não comenta e não revela segredos, não concede declarações que poderiam pesar como as palavras ditas pelo outro papa, mas mantém a discrição que sempre o caracterizou”.

Bento XVI finalizou dizendo que “observa satisfeito as maravilhas que o Espírito Santo está fazendo com seu sucessor, e como sua decisão de renunciar foi uma inspiração recebida dEle”.

(Yahoo Notícias)

Nota Criacionismo: Ordem divina ou não, uma coisa é certa: a entronização de Francisco atendeu perfeitamente bem aos interesses do Vaticano no sentido de recuperar a imagem arranhada da Igreja, até então perturbada pelos vários casos de pedofilia e os processos deles decorrentes e pelos escândalos financeiros do Banco do Vaticano. O intelectual inflexível e pouco carismático Ratzinger jamais conseguiria tocar as emoções das massas como tem feito o carismático e midiático jesuíta com pinta de franciscano. A história talvez revele os verdadeiros motivos da renúncia de Bento 16, mas uma coisa não se pode negar: deu muito certo

Extremo Oriente russo sofre com maior enchente dos últimos 120 anos

Parte da Rússia está debaixo d’água. As fortes chuvas que atingiram o Extremo Oriente do país provocaram a maior enchente dos 120 anos na região. O rio Amur atingiu a altura recorde de 6,5 metros, deixando mais de 33 mil pessoas desabrigadas. As equipes de emergência tentam conter a alta das águas instalando barreiras junto ao leito.

O Prefeito de Khabarovsk, Alexander Sokolov, disse que os serviços de suporte à vida urbana estão trabalhando, mas admitiu que é necessário mais ajuda. “ É de extrema importância que nós sejamos abastecidos com todo o equipamento necessário para drenar as águas pluviais.” Já o diretor dos serviços médico-sanitários da Rússia, Guennadi Onischenko, preocupado com a questão epidemiológica, pediu à população local que só consuma água engarrafada.

A alta do Rio Amur deixou mais de 33 mil pessoas desabrigadas

O meteorologista Leonid Starkov disse à Voz da Rússia que a inundação se deve a alguns fatores conjugados. "O fator principal foi a forte precipitação que se fez sentir nos dois últimos meses e que resultaram na queda da norma anual de chuvas em algumas regiões. Além disso, temos a rede fluvial muito ramificada desta região. Neste momento, a situação das cheias no Extremo Oriente está longe de estar resolvida, contudo existe uma luz ao fundo do túnel. A principal notícia positiva é o pico das chuvas já ter passado."

O panorama geral das cheias foi passado pelo chefe do centro de comando de crise do Ministério para Situações de Emergência da Rússia, Vladimir Stepanov. "Neste momento, nas três divisões administrativas do Distrito Federal do Extremo Oriente continuam inundadas 140 povoações, representando mais de 6 mil casas de habitação e uma população superior a 33 mil habitantes, mais de 60 pontes rodoviárias e mais de 200 seções de estradas. Foram deslocadas mais de 20 mil pessoas e preparados 167 postos de alojamento temporário. Neste momento eles albergam mais de 2 mil pessoas. As regiões da Federação Russa atingidas foram abastecidas, por via aérea e por outros meios de transporte, com mais de 250 toneladas de bens."

Fonte - Diário da Rússia

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Irmandade Muçulmana está querendo “eliminar o cristianismo do Egito”

Dezenas de igrejas, escolas, instituições, casas e lojas cristãs foram saqueadas e queimadas, somente nos últimos três dias. Os ataques seriam uma ordem da Irmandade Muçulmana. Em alguns dos templos queimados foram colocadas bandeiras do grupo terrorista Al Qaida.

Em um país à beira de uma guerra civil, quem mais está sofrendo são os cristãos. Minoria que soma cerca de 10% da população, eles têm sido o alvo preferencial nesse período “sem lei” que o Egito vive desde que o presidente Mohammed Morsi foi deposto. Na última sexta-feira, a Irmandade Muçulmana, grupo extremista que deseja controlar o país decretou o “dia de fúria”, que deixou centenas de mortos.

Grupos defensores dos direitos humanos denunciam os ataques a cristãos e as igrejas queimadas, além de um número de mortos que pode chegar a 600. Foram pelo menos 40 novos ataques que deixaram igrejas saqueadas e incendiadas, enquanto 23 outros locais foram atacados.

Os ataques ocorreram em cidades como Cairo, Alexandria, Suez e Minya. O grupo cristão mais atingido são os coptas, mas ocorreram ataques contra igrejas evangélicas e católicas, assim como instituições e escolas cristãs.

Enquanto o país está dividido em grupos favoráveis e contrários a Morsi, milhares de cristãos falam em sair do Egito. Eles temem que a Irmandade cumpra sua ameaça de “eliminar o cristianismo” da nação. Nos últimos dias, centenas de cristãos estão abandonando o país e teme-se que milhares sigam o mesmo caminho nas próximas semanas.

Embora a justificativa seja uma declaração do líder copta, Tawadros II, que apoiou a derrubada de Morsi, as ameaças são antigas. Segundo um homem que se identifica apenas como Sr. Awad “As relações entre cristãos e muçulmanos costumava ser boas… Nós éramos vizinhos e amigos, fazíamos negócios e conversávamos uns com os outros. No entanto, quando eles tiveram que escolher entre religião e a amizade, eles escolheram a religião”.

Em Suez, o bispo anglicano Mouneer Anis, escreveu em uma carta aberta relatando que sua igreja foi atingida por “pedras e coquetéis Molotov”. Há registros de pessoas sendo arrastadas para fora das igreja e executadas no meio da rua. Três freiras foram forçadas a andar pelas ruas do Cairo como “prisioneiras de guerra”. Em Minya, província ao sul do Cairo ocorreram os ataques mais violentos. Ali os cristãos representam cerca de 35% da população.

A Comissão sobre Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos pediu ao governo americano que tome providência para reprimir a repressão religiosa. O presidente Obama citou isso em seu último discurso, onde pediu que cessassem os ataques contra igrejas.

A Christian Solidarity Worldwide, grupo com sede no Reino Unido, também expressou preocupação. Daniel Sinclair, um porta-voz da organização, que defende que os governos internacionais ajam em favor das minorias religiosas. “Exortamos o nosso governo para garantir a segurança de todos os egípcios, independentemente de sua religião”, disse em nota.

Diversas campanhas de oração em favor dos cristãos no Egito tem sido convocadas por igrejas evangélicas e católicas de todo o mundo. Com informações de AP, Huffington Post e CS Monitor.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Google admite que usuários do Gmail não têm privacidade

O Google admitiu, por meio de um documento apresentado por seus advogados em uma ação judicial nos Estados Unidos, que os usuários do Gmail não podem ter uma expectativa razoável de que a confidencialidade de seus e-mails seja respeitada, segundo o jornal britânico The Guardian.

“O Google finalmente admitiu que não respeita a privacidade”, disse John Simpson, diretor do grupo de defesa dos direitos do consumidor Consumer Watchdog. Ele qualificou o documento como “uma admissão assombrosa” e afirmou que as pessoas deveriam tomar como verdade o que eles dizem. “Se você respeita a privacidade de seus correspondentes, não use o Gmail”.

O Google apresentou o documento junto com uma petição para que seja arquivado um processo movido contra a empresa por grupos de defesa do consumidor. Segundo os reclamantes, o Google“abre, lê e adquire ilegalmente o conteúdo das mensagens privadas de e-mail das pessoas”. “Sem o conhecimento de milhões de pessoas, diariamente e durante anos, o Google tem, sistemática e intencionalmente, atravessado a ‘linha assustadora’ para ler mensagens privadas que você não quer que ninguém conheça, e adquirir, coletar ou garimpar informações valiosas daquele correio”.

Para os advogados do Google, os reclamantes estão “fazendo uma tentativa de criminalizar práticas de negócio corriqueiras” e que “todos os usuários do e-mail devem, necessariamente, esperar que seus e-mails sejam submetidos a processamento automático”. Simpson, por sua vez, disse que “enviar um e-mail equivale a entregar uma carta à agência do Correio. Eu tenho a expectativa de que o Correio envie a carta ao endereço do destinatário que está escrito no envelope, e não que o Correio abra e leia a carta”.

Contagem Regressiva 2.0 - Os 144.000 do Apocalipse

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Obama diz que não abre mão do poder de espionar

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deixou claro nesta sexta-feira que seu governo não tem nenhum plano de interromper a coleta diária de registros telefônicos de milhões de norte-americanos, mas prometeu desenvolver um sistema de supervisão das operações.

Numa entrevista coletiva convocada com o objetivo de aplacar o descontentamento com as recentes revelações sobre dois amplos programas de espionagem cuja existência o governo chegou a negar, Obama disse que o governo pretendia divulgar em breve mais informações sobre como os dados são coletados nos EUA e no exterior, assim como as razões para essa coleta ser feita sem aviso prévio. O programa foi autorizado pelo Ato Patriótico dos EUA, aprovado de emergência pelo Congresso após os ataques terroristas contra os EUA em 11 de setembro.

"Considerando a história de abuso de governos, é certo se perguntar sobre vigilância", afirmou Obama. "Não é o suficiente para mim confiar nestes programas, os americanos precisam confiar também", acrescentou.

A Agência Nacional de Segurança disse que os registros de telefonemas são os únicos coletados pela Lei, mas autoridades deixaram abertas possibilidade de se criar base de dados similares de transações feitas com cartões de crédito, registros em hotéis e buscas na internet.

As mudanças endossadas por Obama incluem a criação de um painel externo consultivo para rever os poderes de investigação dos EUA; escritório fixo para a NSA, e a criação de uma procuradoria independente para argumentar contra o governo diante de um tribunal nacional de investigação. Todas essas novas políticas podem fazer a maior parte de seu trabalho em segredo.

As novas propostas devem espalhar um longo debate nacional sobre o equilíbrio entre o controverso programa de espionagem do governo e a privacidade dos americanos.

A administração de Obama afirma que o registro de telefonemas é feito apenas quando está investigando suspeitos de terrorismo. Mas testemunho diante do Congresso revelou como isso é facilmente feito com americanos que não possuem conexão com o terrorismo para que o padrão de telefonema possa ser analisado pelo governo.

Quando a NSA identifica um suspeito, ele pode conduzir a três "saltos". Isso significa que os analistas podem não apenas analisar os registros telefônicos de suspeitos, mas também os registros de qualquer pessoa para quem esse suspeito ligar, qualquer pessoa que ligar para ele e qualquer pessoa que ligar para essas pessoas que ligaram para o suspeito.

Pelo efeito multiplicador, se uma pessoa liga em média 40 vezes para uma única outra pessoa, o resultado da análise do governo pode chegar ao registro de 2,5 milhões de americanos quando se investiga apenas um suspeito. Considerando a escala dos dados do programa de registros de telefonemas, Obama disse que são compreensíveis as preocupações com o potencial de abuso.

Propostas

As duas maiores propostas de Obama vão precisar de aprovação no Congresso que se esforçou para aprovar uma lei menos controversa. Na demonstração mais potente de força, a Câmara rejeitou por estreita margem uma emenda que pedia o corte de fundos para o registro de telefonemas da NSA.

Obama surgiu na cena política nacional como um crítico dos programas de espionagem do governo, mas mudou sua posição em relação à esses assuntos várias vezes desde sua campanha para o Senado em 2004.

Em 2005, durante o debate no Senado sobre a retoma da Ato Patriótico, Obama foi um dos nove senadores que assinaram uma carta demonstrando preocupação com a possibilidade de os líderes abusarem do funcionamento do Ato. Ele focou em particular a seção 215, que ele e outros senadores disseram poderia permitir "expedições de caça a americanos inocentes."

Autoridades da Casa Branca disseram que o presidente chegou à conclusão divulgada nesta sexta-feira após uma série de discussões com parlamentares e outras autoridades. Mas o presidente enfrenta a resistência firme à sua posição entre os membros de seu próprio partido no Congresso.

Edward Snowden

Obama foi pressionado a falar sobre segurança doméstica após o ex-analista do governo Edward Snowden ter vazado documentos secretos expondo programas da NSA que guarda anos de conversas telefônicas entre norte-americanos. A revelação levou a reconsideração mais significava já feita sobre os poderes de vigilância que o Congresso garantiu ao presidente americano após os ataques do 11 de setembro.

Em relação à Snowden, Obama disse que sua decisão de revelar programas de segurança do governo não é patriotismo. "Não acredito que Snowden seja um patriota", afirmou. O presidente também disse estar estimulando o presidente Russo, Vladimir Putin, "a pensar para frente ao invés de para trás" em suas relações com os EUA.

O presidente americano afirmou que acredita que as relações entre as duas super potências estão difíceis e que progressos foram feitos até Putin ter reconquistado a presidência do país. Agora Obama diz que existe uma "série de diferencias emergenciais", que incluem Síria e direitos humanos.

A Casa Branca cancelou o planejado encontro entre Obama e Putin no próximo mês em Moscou, apois a Rússia ter se recusado a entregar Snowden aos EUA para enfrentar acusações de vazamento de segredos nacionais.

Al-Qaeda

Em relação ao terrorismo, o presidente dos EUA disse que o grupo principal da Al-Qaeda, foi dizimado, mas seus grupos regionais continuam poderosos o suficiente para atacar os interesses dos EUA.

Obama afirmou que o núcleo da Al-Qaeda está menos capaz de um ataque terrorista nas proporções dos ataques de 2001, mais grupos como o do Iêmen tem potencial para atacar as embaixadas e os negócios dos EUA em todo o mundo.

A ameaça de um ataque levou os EUA a fecharem 19 postos diplomáticos no Oriente Médio e no Norte da África na semana passada. A inteligência dos EUA interceptou uma mensagem entre importantes militantes da Al-Qaeda e seu braço no Iêmen sobre planos de um grande ataque terrorista cujo alvo era os EUA ou suas embaixadas no exterior. Fonte: Associated Press. Fonte: Dow Jones Newswires.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Justiça Eleitoral repassa dados de 141 milhões de brasileiros para a Serasa

Empresa privada que gerencia informações sobre a situação de crédito dos consumidores do País passa a ter acesso a nomes, data de nascimento e até o nome da mãe dos eleitores

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu repassar informações cadastrais de 141 milhões de brasileiros para a Serasa, empresa privada que gerencia um banco de dados sobre a situação de crédito dos consumidores do País. A medida já está em vigor e afeta praticamente todos os cidadãos com mais de 18 anos, que não terão possibilidade de vetar a abertura de seus dados. O acesso foi determinado por um acordo de cooperação técnica entre o TSE e a Serasa, publicado no último dia 23 no Diário Oficial da União.

Pelo acordo, o tribunal entrega para a empresa privada os nomes dos eleitores, número e situação da inscrição eleitoral, além de informações sobre eventuais óbitos. Até o nome da mãe dos cidadãos e a data de nascimento poderá ser "validado" para que a Serasa possa identificar corretamente duas ou mais pessoas que tenham o mesmo nome.

O acordo estabelece que "as informações fornecidas pelo TSE à Serasa poderão disponibilizadas por esta a seus clientes nas consultas aos seus bancos de dados". Paradoxalmente, o texto também diz que caberá às duas partes zelar pelo sigilo das informações.

Violação da privacidade. Especialistas em privacidade e advogados ouvidos pelo Estado ficaram surpresos com a "terceirização" de dados privados sob a guarda de um órgão público. "Fornecer banco de dados para a Serasa me parece uma violação do direito à privacidade, o que é inconstitucional", disse o criminalista Antonio Cláudio Mariz de Oliveira. "O importante é saber que esses dados fazem parte da sua personalidade, e ela é protegida pela Constituição", sustenta.

Mariz acrescentou que, diante do debate internacional sobre o programa de espionagem da agência de segurança nacional dos Estados Unidos, o acordo "pode fazer parte de uma escalada maior de quebra de privacidade" no Brasil.

Arábia Saudita muda os dias de fim de semana

A Arábia Saudita vai mudar os seus dias de fim de semana, que passarão a ser na sexta-feira e no sábado, ao invés de quinta e sexta-feira, uma alteração para ajustar o país à economia mundial. Num decreto-lei publicado hoje [23 de junho], a alteração é justificada com o objetivo do país se posicionar mais perto do ritmo da maioria dos países onde o fim de semana sucede ao sábado e domingo. Desse modo, justifica a Arábia Saudita, será reduzido o impacto dos diferentes dias de fim de semana para a economia e os mercados financeiros do país. A mudança ocorrerá já a partir de 29 de junho.

Fonte: Diário de Notícias

NOTA Minuto Profético: O mundo inteiro, de repente, quer ficar mais parecido com o ocidente na questão de dias de descanso. Já que os demais países islâmicos do Golfo já adotam a sexta e o sábado como fim de semana, resta saber se, no futuro, darão mais um passo rumo à padronização com o ocidente, como já estuda fazer Israel. Fica então a questão: Estará o mundo se preparando para aceitar em breve a marca da besta (guarda do domingo) - símbolo do poder do Vaticano sobre o mundo ocidental? Ainda que seja por outras razões, guardar o domingo então significará submissão ao Vaticano e rejeição da verdade (sábado do sétimo dia estabelecido pelo Criador).

domingo, 4 de agosto de 2013

Americana recebe visita da polícia após buscas no Google

São Paulo – A americana Michele Catalano afirmou ter recebido uma vista da polícia após buscas consideradas “suspeitas” no Google. A jornalista da revista independente de música e política "Death and Taxes" afirmou que o interesse pela compra de panelas de pressão e mochilas pode ter levado seis investigadores à sua casa em Long Island, Nova York.

Michele relatou a experiência em uma publicação no Medium.com. Afirmou, a princípio, que seis agentes do Serviço Federal de Investigações (FBI) apareceram em sua casa enquanto ela trabalhava. Exigiam do marido informações sobre seu emprego e ancestrais.

A jornalista suspeitou que os hábitos de leitura do filho viciado em notícias, combinados com a busca por uma panela de pressão e a pesquisa do marido para uma mochila dispararam um alarme contra o terrorismo por causa do atentado recente em Boston.

Em seu post, a americana afirmou que os policiais fizeram uma pesquisa superficial pela casa. Não olharam os computadores em que foram feitas as buscas, muito menos vasculharam armários. Estudaram os livros nas prateleiras, olharam as fotos, alguns quartos e os cães.

Enquanto isso, fizeram perguntas ao marido. Questionaram se havia bombas na casa e se tinham uma panela de pressão. Ao responder que não, o marido afirmou que tinha uma panela elétrica de arroz. Então, os agentes perguntaram se era possível fazer uma bomba com ela. Mas a resposta foi negativa.

Nesse momento, Michele acreditou que os policiais perceberam que não lidavam com terroristas. Os agentes mencionaram, então, que fazem esse tipo de busca cerca de 100 vezes por semana. E que 99 dessas visitas não viram nada.

Apesar das suspeitas de Michele, um porta-voz do FBI disse ao jornal britânico "The Guardian" que os investigadores da agência não estavam envolvidos na visita, mas que Michele recebeu a visita pelo departamento de polícia do condado de Nassau. Os agentes que revistaram sua casa estavam trabalhando com o departamento de polícia do condado de Suffolk em busca de informações do antigo emprego do marido.

Fonte - Info

Terremoto de 6 graus atinge o Japão

Um terremoto de 6 graus na escala Richter atingiu neste domingo (4) a costa nordeste do Japão, sem que tenha sido ativado o alerta de tsunami nem se tenha informado por enquanto de danos graves, informou a Agência Meteorológica japonesa.

O terremoto aconteceu às 12h29 hora local (0h29 de Brasília) e seu epicentro foi localizado a cerca de 50 km de profundidade sob o mar, muito perto da cidade de Ishinomaki, em Miyagi, uma das mais afetadas pelo forte terremoto e o tsunami que devastou a região nordeste do país em março de 2011.

A Tokyo Electric Power (Tepco) informou que revisou suas usinas nucleares de Fukushima Daiichi, onde por causa do tsunami de 2011 se viveu a pior crise atômica desde a de Chernobyl, e Fukushima Daini para detectar qualquer anomalia.

Related Posts with Thumbnails