quarta-feira, 16 de julho de 2008

O que há de errado com o Sol?


Nada, afirma categórico o físico da NASA David Hathaway: "Tem havido alguns relatos recentes de que o Mínimo Solar está durando mais do que deveria. Isto não é verdade.
A atual calmaria no número de manchas solares está bem dentro das normas históricas para o ciclo solar.

"Este relatório, de que não há nada para relatar, é digno de nota por causa de um crescente zunzunzum nos círculos acadêmicos e leigos de que há algo de errado com o Sol. "O Sol fica mais tempo do que o normal sem produzir manchas solares", afirma um press release recente. Uma observação cuidadosa dos fatos, contudo, sugere o contrário.

Embora esse mínimo seja um aspecto normal do ciclo solar, alguns estudiosos estão questionando a duração do atual mínimo, agora alcançando seu terceiro ano.

Segundo Hathaway, esses cientistas estão se esquecendo de um fato simples: a duração dos mínimos solares. No século XX houve ciclos em que o mínimo durou até duas vezes mais do que o atual.

"O período médio de um ciclo solar é de 131 meses, com um desvio padrão de 14 meses. A descendente do ciclo solar 23 (este pelo qual estamos passando) já completou 142 meses - bem dentro do primeiro desvio padrão e, desta forma, sem nada de anormal," diz o cientista.

O maior Mínimo Solar já registrado durou 70 anos - o chamado Mínimo de Maunder, - entre 1645 e 1715, coincidindo com o período chamado de Pequena Era do Gelo, quando a Terra passou por uma fase de temperaturas muito baixas.

A partir do século XVIII, por razões desconhecidas, o Sol retomou sua atividade e passou a exibir os atuais ciclos de 11 anos de duração. Como os cientistas não sabem o que causou o Mínimo de Maunder, há sempre pesquisadores ansiosos por detectar sinais de que o fenômeno possa estar se repetindo.

Quem está certo nessa discussão? Para se ter certeza é só esperar o ano de 2012, quando Hathaway afirma que se poderá observar o próximo Máximo Solar.

(Inovação Tecnológica)

Nota: Interessante notar que as alterações no ciclo do Sol tiveram início no século XVIII, ou seja, no fim dos 1.260 dias/anos proféticos, o mesmo século do terremoto de Lisboa e do escurecimento do sol - o início do tempo do fim.

Fonte - Criacionismo

Nota DDP:
Já havia visto a matéria, mas sem um escopo específico para fazê-la constar do blog resolvi não postá-la. As razões vieram nas considerações do Michelson. Muito interessante que mesmo que estas transformações tomem relevo a partir do que como biblicamente consideramos o tempo do fim. Mais interessante ainda que, mais uma vez, apareça o ano de 2012 com relevância neste quadro profético...

Explorando os nossos infortúnios econômicos

Resumo: Na guerra pelo controle do mundo, mentirosos se travestem de reveladores da verdade e teorias conspiratórias têm sido um importante veículo para promover uma agenda totalitária de subversão e agitação revolucionária.

© 2008 MidiaSemMascara.org

A economia global está em apuros. De acordo com o jornal londrino The Telegraph, o Royal Bank of Scotland aconselhou seus clientes a que “reforcem sua posições em preparação para uma quebradeira geral nos mercados de ações e de crédito no transcorrer dos próximos três meses”, na medida em que a inflação, conduzida pelos altos preços da energia, paralise os principais bancos. É triste o fato de que os preços do petróleo tenham se recusado a cair. Dizem-nos que, recentemente, os sauditas tentaram reduzir o preço do barril – mas eles falharam.

A dor continua enquanto as perdas continuam a crescer. Haverá promessas políticas – com a ênfase na palavra “políticas”. De um lado, temos o senador John McCain, e do outro, o senador Barack Obama. Escrevendo no Wall Street Journal de 19 de junho, Karl Rove[1] alertava que ambos os candidatos à Casa Branca “podem se revelar iletrados em matéria de economia e irresponsavelmente populistas”. Ambos fazem as delícias do público que nutre a convicção de que as companhias de petróleo estão obtendo lucros obscenos. Mas as companhias de petróleo não são o problema, e se nós não tivermos a capacidade de avaliar a importância do assunto, com alguma perspectiva, a crise econômica se transformará em crise política, e esta poderá levar a uma sublevação social. Eu temo que os líderes dos EUA tenham ignorado o perigo, uma vez que o foco de sua atenção está concentrado no Oriente Médio e nas eleições. Sob a superfície, e por muitos anos, os valores e os ideais ocidentais vêm sendo atacados nos campi universitários americanos, nas igrejas, na televisão, em livros e na Internet. E eu ainda acrescentaria, apesar de poucos concordarem comigo, que isso foi apenas uma preparação do terreno para algo mais.

Num filme documentário de 2007 [link para o vídeo], intitulado Zeitgeist[2], dizem-nos que o Cristianismo é uma religião falsa, que os ataques de 11 de setembro foram uma armação interna e que os terríveis bancos centrais estão por trás de um sistema de escravização e pauperização. O filme nos diz que somos vítimas da conspiração de uma elite que usa a religião, a política e o dinheiro para controlar nossas vidas. O apelo à paranóia é realizado por uma série de giros e mudanças bruscas. Mas o que o filme evidentemente não faz é notar que o Cristianismo, o governo americano e um sistema com base num banco central deram à humanidade a mais bem sucedida sociedade da história. Três gerações de americanos desfrutaram de um alto padrão de vida e de uma excepcional liberdade individual. Que tenhamos usado mal nossa riqueza é outro problema; que tenhamos nos tornado uma sociedade permissiva e narcisista é mais fundamental na condução política do que ideologias ou política partidária. Mas isso apenas descreve a nossa vulnerabilidade.

É preciso repetir que os valores do Cristianismo, da República Americana e do capitalismo estiveram sob ataque de rivais totalitários por décadas. Quer você aprove, ou não, os valores e tradições ocidentais, você não pode negar a veracidade desta afirmação. Um desafio esteve e está em andamento, e este desafio tem implicações internacionais – formidáveis implicações estratégicas. As idéias expressas no documentário Zeitgeist são as idéias cardeais daqueles que desejam derrubar “as forças políticas estabelecidas”. Ponderem sobre este desafio ao sistema no contexto daquilo que está acontecendo na esfera econômica e o que deve acontecer na esfera política. O nome do jogo é jogar a culpa.[3] Está em curso um ataque contra a autoridade religiosa, contra a autoridade política existente, e também contra o sistema econômico tal como representado pelos “banqueiros centrais”. O ataque está acontecendo em muitos níveis simultaneamente; está em curso há décadas e pode acelerar-se em breve.

Se houve uma conspiração, não foi uma conspiração de autoridades religiosas, de George W. Bush ou de diretores de bancos centrais. Em vez de uma conspiração do establishment, há uma conspiração revolucionária dirigida contra a fé cristã, o Tio Sam e o capitalismo. O documentário Zeitgeist sugere que a fé e o patriotismo são embustes, fraudes, e que a base da sociedade é uma mentira. Porém, o documentário mesmo faz uso da manipulação e do engodo para passar a sua mensagem. Um discurso do presidente Kennedy sobre a conspiração comunista internacional é tirado do contexto para fazê-lo soar como um discurso contra uma trama secreta que o mataria em Dallas.

Na guerra pelo controle do mundo, mentirosos se travestem de reveladores da verdade, enquanto os líderes do mundo livre são demonizados como “riquíssimos malfeitores” ou “fomentadores de guerras”. Teorias conspiratórias têm sido um importante veículo para promover uma agenda totalitária de subversão e agitação revolucionária. Elas são usadas para desacreditar nossos líderes às vésperas da próxima guerra. O que revela o impulso totalitário nesse filme em particular é o seu ódio violento às mais básicas estruturas da Civilização Ocidental. Deve ter-se em mente, antes de qualquer coisa, que aqueles que buscaram a erradicação do Cristianismo, do governo constitucional e do capitalismo eram antes conhecidos como “comunistas”. Seu legado é o legado de Lenin, Stalin, Mao e Pol-Pot. As estrelas menores do movimento incluem luminares do porte de um Fidel Castro, Hugo Chávez, Robert Mugabe, Ho Chi Minh e Kim Jon IL, dentre outros.

Se a “Revolução é agora”, como diz o filme, então essa revolução tem muito em comum com a revolução nacional-socialista na Alemanha – que se apoiou numa teoria da conspiração. Hitler sempre afirmava que os banqueiros, também conhecidos como “os judeus”, exemplificavam a perversidade do capitalismo e a decadência da cultura de mercado. “Meus sentimentos contra o americanismo são sentimentos de ódio e profunda repugnância”, dizia Adolf Hitler. Os Estados Unidos são parte de uma “civilização materialista venenosa”, diziam os intelectuais japoneses a mando do general Hideki Tojo. A destruição do Ocidente era o sonho de Lenin e o grande projeto de Stalin. Na China, a alta liderança ensina aos seus oficias que eles devem se preparar para uma futura guerra contra os Estados Unidos.

A ideologia anti-ocidental estimulou o Eixo na II Guerra Mundial e o Bloco Comunista durante a Guerra Fria. Ela estimula a al Qaeda e o regime clerical iraniano. Se você observar a política doméstica americana, a ideologia antiocidental inspirou e estimulou os radicais dos anos 1960 da mesma fora que continua a inspirar e estimular o movimento antiguerra hoje. George W. Bush é injustamente difamado e caluniado: “um mentiroso e fomentador de guerras”. Na verdade, ele não é nada além de um homem bem-intencionado que foi mal servido por seus conselheiros e traído por seu próprio serviço de inteligência. Seus erros não são os de um mestre conspirador. A lógica da retórica totalitária supõe que o 11 de setembro tenha sido uma armação americana porque é intolerável permitir que o capitalismo e a República Americana tenham qualquer tipo de superioridade moral. Todas as medidas de defesa nacional são, por isto, denunciadas como ilegítimas. Todos os funcionários do governo americano são vilões, escroques e bobos. A República é nada mais que um sistema de exploração que precisa ser derrubado. Atentem para estas palavras. Não sejam levados pelo rufar dos tambores da propaganda antiocidental.

Fonte - Midia Sem Máscara

Nota DDP:
Quais são exatamente as intenções de cada agente neste xadrez mundial que se tornou a economia globalizada é algo absolutamente impossível de se defender. Agora uma coisa é certa: A economia americana tem caráter decisivo nos eventos finais desta terra.

Chefe do Fed alerta para riscos econômicos 'significativos' nos EUA


O presidente do Fed (Federal Reserve Bank, o banco central americano), Ben Bernanke, voltou a advertir nesta terça-feira que a economia americana vive um momento de dificuldades e enfrenta desafios e riscos "significativos".

Em uma audiência no Senado americano, Bernanke afirmou que os aumentos dos preços dos alimentos e dos combustíveis continuam alimentando o risco de inflação.

Segundo Bernanke, até o final de 2008, a economia americana vai crescer "substancialmente abaixo sua taxa" desejável e, "devido ao alto grau de incerteza", o Fed vai ter que avaliar com cuidado suas próximas decisões.

Em junho, o banco central americano encerrou uma seqüência de quedas na taxa básica de juros, que já durava quase um ano, devido ao aumento do temor em relação à inflação nos Estados Unidos.
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Fonte - BBC

Inflação britânica atinge nível mais alto em 11 anos


O aumento do preço de alimentos e combustível elevou a inflação na Grã-Bretanha para seu nível mais alto em 11 anos.

O índice registrado no mês de junho foi de 3,8%, enquanto o de maio havia sido de 3,3%, de acordo com dados oficiais.

O aumento indica que a inflação agora está bem acima da meta de 2% do governo britânico e pode reduzir as possibilidades de uma redução dos juros no país.

O Banco da Inglaterra (banco central britânico) já disse que a inflação pode chegar a 4% neste ano e agora precisa equilibrar a necessidade de controlar a inflação e a procupação com o crescimento da economia.
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Fonte - BBC

terça-feira, 15 de julho de 2008

Falsificação endêmica - A volta da perseguição

Antigamente o jornalismo era uma variante menor da ciência histórica. Documentando o presente, aplanava o caminho para os historiadores, dando-lhes um retrato aproximativo do “clima de opinião” da época e ao mesmo tempo indicando-lhes por alto as fontes primárias onde poderiam conferir a diferença, se houvesse, entre os fatos e sua imagem pública. Os métodos de pesquisa e averiguação usados por um bom repórter eram em essência os mesmos do investigador histórico, apenas praticados em escala mais modesta, apressada e superficial.

Desde que entrei na profissão, em 1965, ela mudou demais.
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O resultado é que mesmo as classes cultas acabam ignorando os fatos mais decisivos, vivendo à margem da realidade. Vou lhes dar três exemplos. São, objetivamente falando, as notícias mais importantes da semana, pelas conseqüências históricas descomunais que acabarão fatalmente desencadeando mas cedo ou mais tarde. Mas vocês não as encontrarão, ao menos com o destaque devido, nem na Folha , nem no Globo , nem no Estadão , nem no Jornal Nacional , nem em parte alguma da “grande mídia” brasileira. Se vocês não têm por hábito pesquisar o jornalismo eletrônico e as fontes primárias, não ficarão sabendo delas – e de muitas outras -- de maneira alguma, e atravessarão a história atual como sonâmbulos num bombardeio.
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2. Está para entrar em discussão na ONU um regulamento que proíbe, sumariamente, qualquer crítica à religião islâmica em todo o mundo. Informalmente, essa proibição já está em vigor em alguns países, graças ao fato de que as organizações islâmicas, no Ocidente, recorrem usualmente aos meios judiciais para calar a boca de seus críticos, ao passo que, nas próprias nações islâmicas, qualquer ataque à religião oficial é punido com pena de morte (v. U.N. scheme to make Christians criminals ).

3. Bradley LaShawn Fowler, um homossexual de 39 anos, de Canton, Michigan, está processando as editoras cristãs Zondervan e Thomas Nelson, pedindo uma indenização de 70 milhões de dólares pelo “sofrimento emocional” que a leitura de trechos anti-homossexuais da Bíblia lhe teria causado (v. 'Gay' man sues Bible publishers). Fowler não é um maluco isolado: ele tem um blog no site de campanha do senador Barack Obama e tudo sugere que outros militantes homossexuais seguirão o exemplo do seu processo, depois de tantos artifícios judiciais já usados, nos EUA, no Canadá e na Europa, para criminalizar primeiro a leitura em voz alta da Bíblia em recinto público, em seguida a sua simples publicação em livro.
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A segunda e a terceira notícias mostram que a campanha global anticristã está cada vez mais articulada e agressiva, caracterizando uma perseguição religiosa que ainda uns anos atrás pareceria inverossímil. Quando li pela primeira vez o anúncio dessa perseguição no livro de Don McAlvany, Storm Warning. The Coming Persecution of Christians and Traditionalists in America (Oklahoma City, Hearthstone Publishing, 1999), achei que era exagero. Depois li Persecution. How Liberals Are Waging War Against Christianity ( Washington D.C. , Regnery, 2003) e pensei que estava na hora de fazer minhas próprias pesquisas. Coletei 280 páginas de notícias que eliminavam qualquer possibilidade de dúvida ( Perseguição anticristã nos EUA: mostruário de notícias ; o dossiê vai só até 2004, e já é de arrepiar os cabelos). Por fim li The Criminalization of Christianity , de Janet L. Folger (Sisters, Oregon, Multnomah Publishers, 2005) e entendi que não se tratava apenas de uma tendência geral, mas de um movimento articulado, poderosíssimo – e, por isso mesmo, obsequiosamente ausente das páginas do New York Times , da Folha ou do Globo . Quem quer que recuse atenção a este assunto ou o despreze com base no costumeiro argumentum ad ignorantiam , imaginando que o que não está na grande mídia não existe ou não tem importância, faz isso com risco próprio. Depois não diga que não o avisei.

Fonte - Olavo de Carvalho

Mateus 24:9
Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome

Bolsas da Ásia têm pior nível em dois anos por setor financeiro

HONG KONG - As principais bolsas asiáticas fecharam em queda nesta terça-feira, 15, recuando para os piores níveis em dois anos à medida em que a confiança do investidor diminui perante o setor financeiro da região, que enfrenta inflação, ambiente de crédito restrito e forte volatilidade vinda dos mercados internacionais.

Os principais mercados acionários da Europa também operam em queda acentuada, refletindo as contínuas preocupações dos investidores com o setor financeiro. Às 8h27 (de Brasília), a Bolsa de Frankfurt liderava a queda na Europa, com recuo de 2,51%, seguida por Londres (2,29%) e Paris (1,99%).

Às 7h48 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne mercados da região Ásia-Pacífico exceto do Japão apresentava desvalorização de 3,09%, a 404 pontos, pior nível desde 2006. O índice Nikkei da bolsa de Tóquio recuou 1,96%, a 12.754 pontos, pior nível desde 1 de abril.

A bolsa de Seul perdeu 3,16%, para 1.509 pontos, enquanto a bolsa de Sydney perdeu 2,14%, aos 4.815 pontos. Xangai recuou 3,43%, Taiwan despencou 4,51% e Cingapura registrou desvalorização de 2,53%.

Grandes bancos no Japão, maior economia da Ásia, possuem aproximadamente 4,7 trilhões de ienes (US$ 44,3 bilhões) em dívida emitida pelas financiadoras imobiliárias norte-americanas Fannie Mae e Freddie Mac, cujas ações despencaram na semana passada por temores de solvência, afirmou um artigo nesta terça-feira, acrescentando mais temores sobre as ações.

O apetite ao risco dos investidores foi drenado ainda por uma mudança no foco das instituições financiadoras muito grandes, que acredita-se não poderem falir, para as pequenas o bastantes para entrar em colapso.

"A confiança está muito frágil", afirmou Louis Wong, diretor de pesquisa na Phillip Securities em Hong Kong. "Os investidores estão preocupados de que possa haver mais falência de bancos, especialmente bancos pequenos nos Estados Unidos. Sempre que ocorre esse tipo de turbulência financeira, o setor bancário é atingido."
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Fonte - Estado

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Crise imobiliária americana causa falência de mais um banco

O Banco IndyMac teve sua falência decretada na última sexta-feira (11) pelo governo dos Estados Unidos. A decisão foi tomada depois que milhares de correntistas sacaram mais de US$ 1 bilhão dos cofres da instituição. O IndyMac, que tem sede na Califórnia, é o nono no ranking de financiamento imobiliário nos Estados Unidos. O governo promete reabrir as agências na próxima segunda-feira (14).

Essa é a maior instituição financeira norte-americana que faliu desde o início da crise das hipotecas nos Estados Unidos. A maior preocupação recai agora sobre os gigantes do setor de financiamento imobiliário, o FannieMae e o Freddie Mac, que detêm, juntos, cerca de US$ 5 trilhões em hipotecas. A falência de uma dessas instituições geraria uma crise sem precedentes na história daquele País.

O medo que isso aconteça já apresentou reflexos em Wall Street nessa semana e o presidente George Bush foi obrigado a anunciar planos para garantir os depósitos das duas instituições, podendo até intervir na sua gestão.

Fonte: Portal G1

NOTA: "Quando o Estado usar seu poder para impor os decretos e amparar as instituições da Igreja - então a América Protestante terá formado uma imagem do papado e haverá uma apostasia nacional que só terminará em ruína nacional". Eventos Finais, p. 134. Embora a ruína nacional dos EUA vá ocorrer somente depois do decreto dominical, percebe-se que uma crise financeira de grande magnitude esteja às portas e que afetará todo o mundo.

Fonte - Minuto Profético

Papa quer "despertar as consciências" sobre a ecologia

A bordo do avião do Papa, 12/07 - O Papa Bento XVI partiu este sábado rumo à Austrália para assistir à 23ª edição das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) com o objetivo de "despertar as consciências" sobre a ecologia, um tema que dominará esta congregação de milhares de jovens católicos.
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Ressaltou que a questão da ecologia será muito presente durante estas 23ª JMJ, que têm como tema o Espírito Santo. "Falar do Espírito Santo é falar da criação e de nossa responsabilidade perante a criação", comentou.

É preciso "despertar as consciências", declarou o Papa, que transformou a defesa do meio ambiente em um dos principais eixos de intervenção de seu pontificado.

"Temos que responder a este imenso desafio e recuperar nossa capacidade ética de mudar a situação para melhor", insistiu, em resposta a uma pergunta sobre os compromissos assumidos pelos países ricos durante a mais recente cúpula do G8, no Japão.
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Fonte - AngolaPress

Nota DDP:
Se ainda restava alguma dúvida sobre como deverão se desenrolar os últimos eventos desta terra, penso que elas deverão ficar menores a cada dia que passa. Aliás BXVI estabeleceu uma "interessante" ponte do Espírito Santo com a salvaguarda da criação, o que muito deve atrair uma faixa do cristianismo crescente em todo o mundo...

O princípio de uma crise devastadora

Agência Carta Maior
Robert Brenner é professor na Universidade da Califórnia
10/07/2008

Tendências Globais

Desde 2000, temos assistido, nos EUA e no mundo capitalista desenvolvido, ao mais lento crescimento econômico real desde a Segunda Guerra Mundial e à maior expansão da esfera financeira da economia da história dos EUA. Não é preciso ser marxista para argumentar que esta realidade não é sustentável.

A análise é do historiador Robert Brenner, professor da Universidade da Califórnia e um dos maiores estudiosos da economia global e suas bolhas.

Robert Brenner

A atual crise pode tonar-se a mais devastadora desde a Grande Depressão dos anos trinta. Ela exprime os profundos e não resolvidos problemas da economia real, escondidos pelo recurso à dívida das últimas décadas, bem como um racionamento do crédito de curto prazo cuja gravidade é inédita desde a Segunda Guerra Mundial. A combinação da fragilidade da acumulação de capital com a crise do sistema bancário transformou o presente declínio econômico numa crise de difícil resolução pelo poder político e que potencialmente se pode tornar num desastre. A praga das falências domésticas e das casas agora abandonadas – muitas vezes pilhadas de tudo o que nelas tem valor, como a cablagem de cobre – atinge com particular intensidade Detroit e outras cidades do Midwest norte americano.

O desastre humano que a crise representa para centenas de milhares de famílias e para as suas comunidades pode, no entanto, ser só um primeiro sinal do impacto da atual crise. O crescimento histórico dos mercados financeiros nos anos 80, 90 e 2000 – com a contínua transferência de rendimento para os 1% mais ricos da população– desviou as atenções das fragilidades de longo prazo das principais economias capitalistas. O desempenho econômico nos EUA, Europa Ocidental e Japão, deteriorou-se em todos os indicadores relevantes (crescimento econômico, investimento, salários) década após década, ciclo econômico após ciclo econômico, desde 1973.

Os anos correspondentes ao presente ciclo econômico, cujo início recua a 2001, foram os piores. O crescimento do PIB (Produto Interior Bruto) nos EUA foi o mais lento, em comparação com qualquer outro intervalo temporal desde o fim dos anos 40, com o crescimento do investimento físico (fábricas e equipamento) e a criação de emprego a corresponderem a um e dois terços, respectivamente, da média do pós guerra. Os salários reais horários dos trabalhadores industriais e do pessoal que não exerce tarefas de supervisão, 80% da força de trabalho, permaneceram estagnados em torno dos níveis alcançados em 1979.

A expansão econômica também não foi particularmente mais robusta na Europa Ocidental e no Japão. O declínio do dinamismo do mundo capitalista desenvolvido está enraizado numa forte queda das taxas de lucro, causada sobretudo pela crônica tendência para a a criação de sobrecapacidade no setor industrial mundial que recua ao período do final dos anos 60 e início dos anos 70. Em 2000, nos EUA, Japão e Alemanha, as taxas de lucro na economia privada ainda não tinham recuperado os níveis anteriores. O seu crescimento no ciclo econômico dos anos 90 não chegou a ultrapassar os níveis dos anos 70.

Com sofríveis taxas de lucro, as empresas passaram a dispor de menos recursos que pudessem investir nas suas fábricas e equipamento e menores incentivos para se expandirem. A perpetuação de baixas taxas de lucro desde os anos 70 conduziu não só a uma constante queda do investimento, medido enquanto percentagem do PIB, nas principais economias capitalistas, como também a uma progressiva redução do crescimento econômico, dos meios de produção e do emprego.

A longa desaceleração da acumulação de capital, somada à repressão salarial por parte das empresas e aos cortes nas despesas sociais por parte dos governos (na tentativa de restaurarem as taxas de lucro) resultou numa quebra do crescimento do investimento, da procura dos consumidores e da despesa pública, e assim num decréscimo da procura como um todo. A fragilidade da procura agregada, em última análise, causa da redução das taxas de lucro, é o principal entrave ao crescimento das principais economias capitalistas.

De forma a contrabalançar a persistente fragilidade da procura agregada, os governos viram se forçados a endividarem se de forma crescente, através de canais cada vez mais variados e complexos, para assim conseguirem manter o dinamismo económico. Inicialmente, durante os anos 70 e 80, os Estados foram forçados a incorrer em crescentes déficits orçamentários de forma a sustentar o crescimento econômico. Mas, ao manterem a economia razoavelmente estável, estes déficits tornaram-na cada vez mais estagnada: os governos estavam progressivamente a conseguir menos efeitos na economia por cada dólar gasto, menos crescimento do PIB para um dado aumento da dívida.

Da luta contra os déficits à economia especulativa No início dos anos 90, nos EUA e na Europa, liderados por Bill Clinton, Robert Rubin e Alan Greenspan, os governos, guiados pelo pensamento neoliberal (privatização e e cortes nos programas sociais), procuram ultrapassar a estagnação econômica através de políticas orçamentais restritivas. Mas, embora este fato não seja realçado nas análises deste período, esta dramática mudança de política foi altamente contraproducente. Dado que as taxas de lucro ainda não tinham recuperado os seus anteriores valores, as reduções dos déficits públicos impostas pelas políticas de equilíbrio orçamentário tiveram um forte impacto na procura agregada. Os EUA e o Japão sofreram profundas recessões, as piores do período do pós guerra, com os EUA a viver uma subseqüente recuperação econômica sem criação de emprego.

Desde meados dos anos 90, os EUA foram assim forçados a recorrer a mais poderosas e arriscadas formas de estímulo econômico para contrariar a tendência para a estagnação econômica. Os tradicionais déficits públicos keynesianos foram substituídos pelo endividamento privado e por uma inflação do preço de ativos ou o que podemos intitular de “keynesianismo pelo preço de ativos”, ou, simplesmente, “bubblenomics”.

Na grande corrida aos mercados bolsistas dos anos 90, as empresas e famílias abastadas assistiram a uma forte expansão da sua riqueza nominal. Foram, por isso, incentivadas a embarcar em empréstimos de montantes nunca antes vistos, que sustentaram uma poderosa expansão do investimento e do consumo. A chamada “nova economia” foi a expressão direta da histórica bolha dos preços das ações dos anos 1995 2000. No entanto, visto que os preços das ações cresceram paralelamente a uma quebra das taxas de lucro e que os novos investimentos exacerbavam o problema de sobrecapacidade industrial, o “crash” bolsista foi a consequência natural, com a correspondente recessão em 2001, reduzindo os lucros dos sector não financeiro para os níveis mais baixos desde 1980.

No entanto, o Federal Reserve norte-americano, ajudado por outros grandes bancos centrais, contrariou o novo declínio econômico com mais uma promoção da inflação de outros ativos que, entretanto, nos conduziram à situação presente. Através de reduções das taxas de juro de curto prazo até o 0% durante três anos, estas instituições facilitaram uma explosão, sem precedentes históricos, dos empréstimos às famílias, o que contribuiu e alimentou o aumento dos preços da habitação e o correspondente incremento da riqueza familiar.

De acordo com a The Economist, a bolha imobiliária mundial entre 2000 e 2005 foi a maior da história, ultrapassando mesmo a de 1929. Ela tornou possível um crescimento constante das despesas de consumo e do investimento residencial, os dois grandes motores da expansão econômica. Entre 90 a 100% do crescimento econômico nos EUA durante os cinco primeiros anos deste ciclo econômico, foi contabilizado como devendo-se ao consumo doméstico e à construção residencial. Durante o mesmo período, o setor imobiliário, segundo a Moody’s Economy.com, foi responsável por uma subida do crescimento econômico 50% acima do que seria sem a sua contribuição – 2,3% em vez de 1,6%.

Assim, acompanhando os déficits orçamentários de George W. Bush, o endividamento recorde das famílias conseguiu esconder as reais fragilidades da recuperação econômica. O crescimento da procura com origem no consumo apoiada no endividamento e, mais genericamente, no crédito de fácil acesso, não só revitalizou a economia norte americana como, através de um aumento nas importações e de um aumento recordista do déficit das balanças comercial e de pagamentos, promoveu o que pareceu ser uma expansão econômica mundial notável.

Se os consumidores fizeram a sua parte, o mesmo não pode ser dito do setor empresarial privado, conquanto este tenha se beneficiado de um estímulo econômico sem precedentes. Greenspan e o Federal Reserve insuflaram a bolha do setor imobiliário de forma a dar tempo às empresas para lidarem com o seu excesso de capital e retomarem o investimento. No entanto, em alternativa, as empresas organizaram uma ofensiva brutal contra os trabalhadores para assim restaurarem suas taxas de lucro. As empresas aumentaram o crescimento da produtividade, não tanto através de mais investimento em tecnologia e equipamento, mas sobretudo cortando radicalmente o emprego e obrigando os trabalhadores que permaneceram a redobrarem os seus esforços nas tarefas agora libertadas. Ao reprimirem os salários, ao mesmo tempo que aumentavam a intensidade do trabalho, as empresas apropriaram-se de uma proporção, sem precedentes históricos, do crescimento do produto no setor não financeiro.

As empresas não financeiras, durante esta expansão, aumentaram significativamente as suas taxas de lucro, mas não o suficiente para recuperar os níveis, já por si reduzidos, dos anos 90. Assim, tendo em conta a forma como o crescimento dos lucros se deveu simplesmente a um aumento da taxa de exploração (obrigar os trabalhadores a trabalhar mais, pagando-lhes menos por hora), havia poucas dúvidas de que esta expansão não iria durar muito. Mas, acima de tudo, ao melhorarem as suas taxas de lucro através da repressão do emprego, investimento e salários, as empresas norte-americanas reduziram o crescimento da procura agregada, minando assim os seus próprios incentivos para a expansão.

Simultaneamente, em vez de aumentarem o investimento, a produtividade e o emprego para aumentar os seus lucros, as empresas tentaram explorar os baixíssimos custos do crédito para melhorar a sua posição e a dos seus acionistas através da manipulação financeira – saldando as dívidas, pagando dividendos e comprando as suas próprias acções de forma a que estas se valorizassem, sobretudo através de uma enorme onda de fusões e aquisições. Nos EUA, durante os últimos 4/5 anos, a proporção do valor do rendimento retido pelas empresas em dividendos e compras de ações próprias explodiu para os maiores níveis do pós guerra. O mesmo tipo de fenômeno aconteceu no resto da economia mundial (Europa, Japão e Coréia).

Arrebentando bolhas A ideia central é a de que, desde 2000, temos assistido, nos EUA e no mundo capitalista desenvolvido, ao mais lento crescimento econômico real desde a Segunda Guerra Mundial e à maior expansão da esfera financeira da economia da história dos EUA. Não é preciso ser marxista para argumentar que esta realidade não é sustentável.

Claro está que, tal como o bolha especulativa nos mercados accionistas dos anos 90 terminou, também a bolha no setor imobiliário acabou por arrebentar. Como conseqüência, o filme da expansão econômica baseada no setor imobiliário, a que assistimos durante a fase ascendente do ciclo econômico, está agora sendo exibido ao contrário. Hoje os preços da habitação já caíram por volta de 5% em relação ao pico de 2005, mas este fenômeno só agora começou. A Moody’s estima, que quando a bolha estiver totalmente deflacionada, previsto para o início de 2009, os preços terão caído 20% em termos nominais (ainda mais em termos reais), de longe a maior queda na história norte americana do pós-guerra.

Tal como o efeito de riqueza positivo, que conduziu a economia na sua expansão graças à bolha especulativa imobiliária, também o correspondente efeito negativo está a atrofiando o crescimento. Com o valor das suas habitações caindo, as familias já não podem tratar as suas casas como caixas eletrônicos. Os empréstimos domésticos estão colapsando, obrigando-as a consumir menos.

O perigo iminente está no fato de, ao não poderem “poupar” através do aumento do valor dos seus imóveis, as famílias norte americanas estarem obrigadas a subitamente começar a poupar realmente, conduzindo a um crescimento das taxas de poupança e ao correspondente decréscimo do consumo. Ao anteciparem as implicações do fim da bolha especulativa no comportamento dos consumidores, as empresas começam a contratar menos, o que já resultou numa queda significativa do crescimento do emprego desde o início de 2007.

Graças à emergente crise do setor imobiliário e à desaceleração do emprego já no segundo trimestre de 2007, os fluxos totais reais de rendimento das famílias, que tinham crescido a uma taxa à volta de 4,4% em 2005 e 2006 quase caíram para zero. Ou seja, se somarmos o rendimento real disponível das famílias à queda dos valor das suas casas, aos seus empréstimos ao consumo e aos seus ganhos de capital, chegaremos a um resultado onde o dinheiro que as famílias realmente dispõem para gastar parou de crescer. A expansão econômica já estava no seu último fôlego ainda antes da crise financeira do último Verão.

A crise do subprime, resultado da extensão da bolha imobiliária, está obviamente complicando e tornando particularmente perigoso a presente fase descendente do ciclo econômico. Os mecanismos que ligam os empréstimos sem escrúpulos neste setor às falências domésticas maciças, ao colapso dos mercados de títulos suportados por hipotecas subprime, e à crise dos grandes bancos que lidaram com gigantescas quantidades destes títulos, necessitam de uma discussão à parte.

Podemos simplesmente argumentar, a título de conclusão, que graças às enormes perdas do setor bancário, cujo tamanho deve continuar a crescer ao longo da atual crise, a economia enfrenta o cenário, sem precedentes no pós guerra, do congelamento do crédito no exato momento em que entra num período recessivo. Os governos pouco ou nada podem fazer para prevenir este resultado.

(1) Artigo publicado na revista "Vírus", do portal Esquerda.net (Portugal)
(2) O texto foi originalmente publicado na revista Against The Current (Janeiro/Fevereiro 2008).
(3) Robert Brenner é professor na Universidade da Califórnia, historiador econômico marxista, autor de “The Economics of Global Turbulence” e “The Boom and Bubble” ("O Boom e a Bolha. Os Estados Unidos na Economia Mundial", publicado no Brasil pela Record)

Fonte - FGV

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Erosão da terra pode levar 1,5 bi de pessoas à fome

ROMA - A crescente degradação da terra reduz a produção das lavouras e pode ameaçar a segurança alimentar de cerca de um quarto da população do planeta, afirmou nesta quarta-feira a FAO, a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para alimentação e agricultura, com sede em Roma.

A segurança alimentar ganhou destaque nos últimos meses porque o aumento do preço dos produtos, como resultado de colheitas fracas, baixos estoques, preço elevado dos combustíveis e crescente demanda podem levar milhões de pessoas a passar fome nos países em desenvolvimento.

- Um número estimado em 1,5 bilhão de pessoas, ou seja, um quarto da população do mundo, depende diretamente de terra que está sofrendo degradação - disse a FAO em um comunicado de apresentação de um estudo com base em dados coletados em um período de 20 anos.

A degradação da terra por um longo período vem crescendo e afeta mais de 20 por cento de todas as áreas cultivadas, 30 por cento das florestas e 10 por cento dos pastos, afirmou a FAO.

A erosão da terra leva à redução da produtividade, migração, insegurança alimentar, danos a recursos básicos e ao ecossistema e perda de biodiversidade, além de contribuir para a crescente emissão de gases que aquecem o planeta, segundo a agência da ONU.

- A perda de biomassa e de material orgânico no solo libera carbono para a atmosfera e afeta a qualidade do solo e sua habilidade de reter água e nutrientes - disse o diretor da Divisão de Água e Terra da FAO, Parviz Koohafkan.

De acordo com o estudo, o principal fator para a degradação da terra é o mau uso dela.

Fonte - JBOnline

O que estariam os EUA discutindo a portas fechadas?


Após vinte e cinco anos, ocorreu uma nova reunião a portas fechadas no alto escalão americano, aparentemente relacionada com a candente contestação da recente lei de escutas promulgada nos EUA.

As teorias da conspiração têm corrido o mundo em blogs e emails sobre as reais intenções de seus dirigentes, uma vez que os que são "mantidos no escuro" querem saber e, na ausência de conhecimento, procuram respostas.

Muitos sugerem que a reunião a portas fechadas teria discutido muito mais que as recentes questões de privacidade. A sessão foi apenas a quarta vez em 176 anos que o Congresso fechou as portas para o público.

Os teóricos escreveram que além das questões de vigilância dos particulares, a reunião teria servido para considerar o iminente colapso da economia americana em setembro de 2008, do financiamento público em fevereiro de 2009 e a possibilidade de uma guerra civil nos EUA.

Foi levantada também pelos teóricos a questão dos vários campos construídos por todos os EUA e a possibilidade de retaliação aos governantes e a forma de protegê-los, bem como suas famílias, durante este eventual período de turbulência.

Ainda no campo do "armagedom econômico", teria sido discutida a união dos EUA com Canadá e México e a criação do "AMERO" para as três nações, como solução para este quadro.

Os membros do congresso foram proibidos de revelar o que foi discutido e a ABC News sustentou que os congressistas realmente foram proibidos de falar sobre isso. O problema de se guardar segredo e não conceder as devidas explicações é exatamente este, a imaginação corre solta...

Fonte - Australia.to

Senado americano aprova lei que autoriza escutas telefônicas

Medida autoriza a implantação de grampos para combate ao terrorismo; Bush deve assinar lei nos próximos dias

WASHINGTON - O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira, 9, uma lei que moderniza uma norma de espionagem e concede imunidade às empresas de telecomunicações que colaboram com o governo na tentativa de identificar suspeitos de terrorismo através de escutas telefônicas. A medida, aprovada com 69 votos a favor e 28 contra, passa agora ao Salão Oval e o presidente americano, George W. Bush, deve promulgá-la nos próximos dias.

Em entrevista no Jardim da Casa Branca, o presidente americano afirmou que, com a aprovação da medida, "agora é mais fácil proteger os cidadãos americanos". "Assinarei em breve a lei", antecipou Bush, que acabou de voltar da cúpula do G8 (sete nações mais ricas do mundo e a Rússia) no Japão.

Ele ressaltou que, com esta lei, "é possível saber o que dizem (os terroristas) e o que estão planejando". Entre outros elementos, a iniciativa autoriza escutas sem a permissão judicial usadas pelas redes dos EUA, sejam de americanos ou de estrangeiros.

Com a votação, o Senado moderniza a chamada Lei de Supervisão de Dados de Inteligência sobre Estrangeiros (Fisa), de 1978, mas que não incluía novas tecnologias de comunicações como celulares, internet e e-mail.

A medida aprovada hoje protege as empresas de telecomunicações de processos milionários de pessoas que alegam que as escutas violam as leis sobre privacidade nos EUA.

Já que a lei poderá ser aplicada de forma retroativa, as companhias que, a pedido do governo, interceptaram as ligações telefônicas e e-mails das pessoas depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, se livrarão de cerca de 40 processos desse tipo.

Críticas

A medida gerou duras críticas de defensores das liberdades civis. A União Americana de Liberdades Civis (ACLU) qualificou a lei de "inconstitucional" e de "assalto às liberdades civis e ao direito à privacidade."

O candidato presidencial democrata, Barack Obama, votou a favor da medida, enquanto seu adversário, o republicano John McCain não esteve presente na votação, porque se encontrava em um ato de campanha em Portsmouth (Ohio), segundo fontes legislativas.

Fonte - Estado

Nota DDP:
E as garantias constitucionais americanas continuam caindo...

Corais ameaçados pelas mudanças climáticas e poluição

De acordo com um estudo publicado na revista científica Science, um terço dos corais do mundo está ameaçado de extinção.

Os principais fatores que ameaçam a sobrevivência dos corais são a alteração do clima, a pesca destrutiva, mudanças que acontecem no habitat com o desenvolvimento da costa e a qualidade da água, afetada pela poluição.

O fenômeno El Niño em 1997 e 1998, que causou o amumento das temperaturas dos oceanos, contribuiu para a extinção de 16% das espécies.

Fonte - Opinião e Notícia

quinta-feira, 10 de julho de 2008

G8: Vaticano aprova medidas para travar aquecimento global

O jornal L'Osservatore Romano manifestou a satisfação do Vaticano com as decisões do G8 destinadas a travar o aquecimento global do planeta reduzindo as emissões de gases com efeito de estufa em 50% até 2050.

Sobre o encontro, que se concluiu hoje no Japão, o jornal do Vaticano destaca um "inédito compromisso em favor do meio ambiente".

Já a confederação internacional da Caritas considera a medida importante, mas não suficiente.

O representante da Caritas Internationalis no G8, Joseph Cornelius Donnelly, afirma em comunicado que a instituição acolhe as medidas tomadas para reforçar os compromissos assumidos, mas frisa que para que o aquecimento global permaneça abaixo de 2 graus centígrados, as emissões de gases devem ser reduzidas em 80% e não 50%.

A Caritas recorda que são os pobres e os marginalizados os mais vulneráveis aos desastres naturais causados ou agravados pelas mudanças climáticas.

"No coração da reunião esteve o triplo choque na economia mundial: os crescentes preços do petróleo, os crescentes preços dos alimentos e a contração do crédito" financeiro, resumiu o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Outra questão de suma imprtância ao Vaticano. Outra "oportunidade", como considerado no post anterior. Algumas pessoas ainda não entenderam que de fato o clima está alterado, no entanto, o que se contesta é o alarde e a dureza das eventuais medidas que podem se descortinar no horizonte da humanidade, quando não se tem nenhuma certeza da participação humana no quadro em questão, principalmente a ponto de cercear-se direitos individuais a favor do coletivo.

Santa Sé pede respostas para crise global

O Vaticano pediu uma acção "imediata e eficaz para combater as causas da fome no mundo". Entre outras acções, "devem acelerar-se as reformas agrárias nos países em vias de desenvolvimento".

A posição foi tomada pelo Observador do Vaticano na ONU, Arcebispo Celestino Migliore, num discurso pronunciado em Nova Iorque, a 2 de Julho passado, e difundido ontem pela sala de imprensa da Santa Sé.

“Economias míopes, políticas agrícolas e energéticas erradas são as principais causas da crise", disse o representante do Papa nas Nações Unidas.

O Arcebispo italiano também citou o aumento da especulação financeira sobre as matérias-primas e a alta incontrolável do preço do petróleo, além das adversas condições climáticas.

“Temos de trabalhar agora para assegurar que toda a discussão seja acompanhada por uma acção imediata e eficaz. Sem tudo isso, os encontros não seriam mais que um mero exercício de retórica e um modo de postergar nossas responsabilidades", alertou.

“É difícil pensar que, num mundo no qual se gasta mais de 1,3 biliões de dólares por ano em armamentos, não se disponha dos fundos necessários para cobrir as necessidades imediatas das pessoas”, lamentou D. Migliore, para quem “não há razões para não actuar”.

A médio e longo prazo, disse, “a ajuda económica de emergência inicial deve ser acompanhada de um esforço conjunto para investir num programa agrícola sustentável de âmbito local e internacional”.

Para este responsável, a actual crise representa “uma oportunidade para que a comunidade global esteja unida e assuma as próprias responsabilidades diante dos seus semelhantes”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Variante das considerações traçadas no post anterior. De fato, a crise é uma "oportunidade" para que a comunidade global esteja "unida" e, olhando para o arco da história, percebe-se com clareza o que acontece nestes momentos de "união"...

Santa Sé e Grã-Bretanha pedem «coalizão mundial» contra pobreza

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 8 de julho de 2008 (ZENIT.org).- A Grã-Bretanha e a Santa Sé reafirmaram a necessidade de que a comunidade internacional não abandone o empenho em diminuir radicalmente a pobreza no mundo antes de 2015, um dos Objetivos do Milênio estabelecido pelas Nações Unidas em 2000.

Uma troca de cartas por parte do primeiro-ministro Britânico, Gordon Brown, e o secretário de Estado vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, publicada ontem pelo L’Osservatore Romano, manifesta a preocupação de ambos países pela dificuldade de que este objetivo seja alcançado no prazo previsto.

Em 23 de maio passado, Gordon Brown enviou ao Papa Bento XVI uma carta na qual, diante da reunião do G8 que começou ontem no Japão, reconheceu que «no estado atual não estamos no caminho correto para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio até 2015».

«Não estamos honrando os compromissos adotados no ano 2000», acrescenta.

Diante dessa situação, Brown propõe ao Papa que dedique uma maior atenção aos encontros que acontecerão no segundo semestre deste ano, em particular à próxima Reunião das Nações Unidas, prevista para o próximo dia 25 de setembro, «para estimular a comunidade internacional a acelerar o passo para o cumprimento dos Objetivos».

«Creio que sem uma ação concertada este ano, os Objetivos do Milênio cairão da agenda política, e se perderá, para outra geração, a oportunidade de manter as promessas que fizemos ao mundo em vias de desenvolvimento», adverte Brown.

«Estamos determinados a evitar que isso aconteça, e estamos criando uma coalizão global para estar à altura dos compromissos adquiridos em 2000.»

O primeiro-ministro inglês pede ao Papa que, «nas próximas semanas e meses, eleve sua voz a favor desses esforços», e anuncia uma visita ao Vaticano para «prosseguir com nossa estreita colaboração relativa ao desenvolvimento internacional».

O cardeal Bertone respondeu a esta carta em nome do Papa Bento XVI, e nela ele se refere ao discurso papal dirigido à Conferência de Alto Nível sobre a Segurança Alimentar Mundial (3 de junho passado), na qual o pontífice pedia um «esforço valente» para «globalizar as esperanças de solidariedade».

«É de desejar que se preste a devida atenção ao respeito da dignidade humana em todas as negociações, em todas as decisões e em suas formas de realização, de maneira que os frutos da criação sejam acessíveis a todos e a todas as gerações.»

«Só um senso responsável e profundo de generosidade garantirá o cumprimento dos Objetivos do Milênio na data prevista», assegura o cardeal Bertone.

Desta forma, o purpurado assegura que o Papa «reza para que os encontros internacionais da segunda metade do ano possam oferecer uma resposta eficaz à crise econômica que aflige diversas regiões do planeta e tornem operativo um plano internacional de ação programado e dirigido a libertar o mundo da pobreza extrema, da praga da fome e da falta de assistência médica geral».

A contribuição da Igreja

O primeiro-ministro britânico recorda em sua carta as numerosas intervenções do Papa, neste sentido, na FAO (Roma, 3 de junho, na Assembléia Geral das Nações Unidas; Nova York, 18 de abril), assim como sua exortação ao mundo industrializado a trabalhar pelos Objetivos do Milênio (6 de junho de 2007).

Em tais intervenções, afirma o primeiro-ministro, «o senhor falou incisivamente dos desafios que nosso mundo deve enfrentar e da responsabilidade, própria dos que ocupamos posições dirigentes, de cooperar na promoção da solidariedade nas regiões mais vulneráveis do mundo».

Recorda também o apoio mostrado pela delegação da Santa Sé à sua intervenção em favor do cumprimento dos Objetivos em 31 de julho de 2007 ante as Nações Unidas.

Brown fez referência à colaboração mantida por ambos Estados em matéria de ajuda ao desenvolvimento nos últimos anos, e teve uma particular lembrança do apoio que o Papa João Paulo II ofereceu ao Mecanismo Financeiro Internacional, que recolheu até hoje 4 bilhões de dólares para vacinar cerca de 500 milhões de crianças do Terceiro Mundo.

Alude em outro momento à saudação, em 9 de fevereiro de 2007, por parte do Papa, aos mantenedores do projeto Advanced Market Commitment para a pesquisa de vacinas para curar doenças nos países em vias de desenvolvimento, entre os quais se encontra o próprio Brown.

«As comunidades de fé são essenciais para alcançar os Objetivos do Milênio – assinala Brown –, porque em muitas partes do mundo são elas as que oferecem muitos serviços essenciais, particularmente no campo da saúde e da educação.»

«Sem sua contribuição, e em particular a dos organismos da Igreja Católica, não poderíamos nunca alcançar os Objetivos», acrescenta.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Reitero o comentário que fiz ontem no post "O evangelismo papal":

Ouvindo hoje pela manhã os comentários do Pr. Bullon sobre o estudo da lição desta semana, chamou-me a atenção suas considerações acerca dos desafios da evangelização na janela 10/40, onde é muito difícil a penetração do Evangelho. Solução? Ações humanitárias. O papa quer se fazer ouvido pela mesma via, seja em lugares onde o Evangelho não possui penetração, seja naqueles onde já entrou. Como? Escorado nos esforços de organismos internacionais, que embora em sua maioria se definam como laicos, na verdade estão promovendo o cristianismo romano.

Não como se negar que o poder romano pesa cada vez mais no cenário internacional...

O que está em risco não é o clima, mas a liberdade

Vivemos tempos estranhos. Um inverno excepcionalmente quente é suficiente – desconsiderando o fato de que no decorrer do século XX a temperatura global cresceu apenas 0,6 por cento – para que os ambientalistas e seus seguidores sugiram medidas radicais para fazer algo – e fazê-lo já – quanto ao clima. No ano passado, o dito “documentário” de Al-Gore foi exibido em cinemas no mundo todo, o relatório britânico Stern – mais ou menos de Tony Blair – foi publicado, o quarto relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas foi concretizado e a conferência do Grupo dos Oito anunciou a vontade de se fazer algo em relação ao clima. As pessoas racionais e defensoras da liberdade devem se pronunciar. Os ditames do politicamente correto são rígidos e apenas uma verdade autorizada, não pela primeira vez na história, nos é imposta. Todo o resto é denunciado.

O escritor Michael Crichton declarou de forma clara: “O maior desafio que enfrenta a humanidade é distinguir a realidade da fantasia, a verdade da popaganda”. Eu entendo da mesma maneira, porque a histeria do aquecimento global tornou-se o maior exemplo do problema da verdade versus a propaganda. Requer-se coragem para opor-se à verdade “estabelecida”, embora muitas pessoas – incluindo cientistas renomados – vejam a questão das mudanças climáticas de forma totalmente diversa. Eles protestam contra a arrogância daqueles que defendem a hipótese do aquecimento global estar relacionado às atividades humanas.

Como alguém que viveu sob o comunismo a maior parte da sua vida, sinto-me obrigado a dizer que vejo no ambicioso ambientalismo, e não no comunismo, a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade, hoje. Esta ideologia quer substituir a evolução livre e espontânea da humanidade por algum tipo de planejamento central (agora global).

Os ambientalistas pedem por ação política imediata porque eles não acreditam no impacto positivo do crescimento econômico a longo prazo, e ignoram tanto o progresso tecnológico de que as futuras gerações sem dúvida usufruirão como o fato comprovado de que, quanto maior a riqueza da sociedade, maior é a qualidade do meio ambiente. Eles são malthusianos pessimistas.
...
A questão do aquecimento global tem mais a ver com ciências sociais do que naturais, e mais a ver com o homem e a sua liberdade do que com a variação de décimos de um grau Celsius na temperatura média global.
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Fonte Mídia Sem Máscara

Nota Resta uma Esperança: Este texto é de autoria do Presidente da República Tcheca, Václav Klaus, foi publicado na Financial Times UK, você pode ler o texto original em Inglês clicando aqui. E realmente ele têm toda razão. Na verdade parece que os países mais ricos do mundo desejam que exista mais pressões da mídia, dos ecologistas e principalmente das religiões para que, desta forma, seja tirada a liberdade das pessoas sem que haja reclamações. Eles adiando as decisões certamente as catástrofes se tornarão mais intensas e mais devastadoras, sendo solicitado pela própria população mundial que tirem deles a liberdade e a Igreja dará total apoio para o bem do Planeta. Precisamos orar muito aos pés de Cristo para que possa ser dado ao povo fiel oportunidade de arrependimento e escape, pois as coisas ficarão muito piores.

Riscos de recessão ameaçam o país

A Câmara Britânica de Comércio (BCC, na sigla em inglês) alertou que a Inglaterra sofre um sério risco de entrar em recessão. Uma série de novos indícios sugere que a economia inglesa está desacelerando de forma muito mais acentuada do que o esperado.

A BCC ressaltou que o setor de serviços inglês está em forte declínio. Mais empresas apresentaram uma queda do que um aumento das vendas durante o segundo trimestre deste ano. É primeira vez que este índice fica negativo desde 1990.

O assessor econômico da BCC, David Kern, disse que as perspectivas são sombrias, e que a Câmara Britânica de Comércio acredita que o período de correção pode ser mais longo e mais grave do que se acreditava.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
Mais sobre o tema em "Crise atinge economia britânica" e "Mais uma vez a economia e a profecia".

Terceira reunião inter-religiosa antes do G8

Já é a terceira reunião dos representantes das principais religiões mundiais que antecede a reunião anual do G8, o grupo dos oito países mais industrializados do mundo, que ocorreu nos dias 7 e 8 de julho. Nessa, como nas reuniões anteriores, os religiosos elaboram um documento (que não está sendo divulgado) para entregar aos líderes políticos desses países. A reunião do G8 este ano é no Japão, assim como a dos religiosos. Os temas sobre os quais os religiosos debateram foi: pobreza, mudança climática e a violência. Na verdade está havendo a formação de condições para ações conjuntas entre os religiosos e os políticos, para redirecionar o planeta para a “paz e segurança”. O objetivo imediato é criar condições para a Globalização, ou seja, a realização de negócios internacionais pelos grandes empresários. Porém, o que eles não sabem é que estão contribuindo para ressuscitar o poder que deseja levar o mundo a adoração a satanás, e combater o povo de DEUS, eliminando-o.

Estiveram na reunião representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones. Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.

Fonte: ZENIT
2008-07-08

Fonte - Cristo Voltará

Lei proíbe manifestação contra o poder papal

Uma nova lei vai permitir que as autoridades australianas proíbam, e eventualmente prendam, pessoas que provocarem os fiéis e peregrinos que estiverem em Sydney durante a visita do Papa no fim de julho, informa nesta quarta, a agência AP.

A nova regulamentação prevê multa de até US$ 5,3 mil (R$ 8,5 mil). A reação popular foi imediata e a cidade recebeu um pequeno protesto de um grupo que fez pouco caso da nova lei. Na manifestação cartazes e camisetas questionavam a existência de Deus.

O papa Bento XVI desembarca em Sydney no dia 15 de julho para participar do Dia Mundial da Juventude que acontece na cidade até o dia 20. O evento espera atrair pelo menos 125 estrangeiros.

Fonte: Terra

NOTA: É muito importante manter a lei e a ordem dentro das sociedades. Todavia, proibir a livre manifestação do pensamento é um ato arbitrário e remonta à Idade Média (ainda mais preocupante é o fato desta lei ter sido aprovada em benefício do poder papal).

Fonte - Minuto Profético
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