terça-feira, 12 de agosto de 2008

Diário do passado

Resumo: Ao passar pela malha seletiva da mídia as ações dos agentes da Nova Ordem Mundial se tornam secretas muitas vezes não por ocultação premeditada, mas pelo simples fato de que não se enquadram nas categorias descritivas aceitas pelos órgãos midiáticos.

© 2008 MidiaSemMascara.org

Praticamente toda a linguagem do jornalismo político em circulação hoje em dia foi criada para descrever um mundo que não existe mais – o mundo do Pós-Guerra . As notícias já não podem refletir os fatos porque são pensadas e escritas segundo esquemas descritivos estreitos demais para a situação atual. As mudanças ocorridas ao longo das últimas cinco décadas no quadro internacional são tão gigantescas que escapam ao horizonte de visão do jornalismo – daí que os fatos mais importantes fiquem fora do noticiário ou recebam cobertura irrisória, enquanto futilidades merecem atenção desproporcional. As conseqüências disso para a alma popular são devastadoras, principalmente porque aí se introduz um segundo fator complicante: como já não existe propriamente cultura popular e a produção da indústria cultural atropela a criatividade espontânea do povo, o resultado é que a mídia se torna a fornecedora única dos símbolos e valores com que o cidadão comum se explica a si mesmo e enquadra, como pode, a sua experiência pessoal num esboço de visão geral do mundo.

A força com que a mídia influencia a própria estruturação das personalidades individuais e das relações pessoais é hoje imensurável. Isso quer dizer que, se essa mídia se aliena da realidade, todos se alienam com ela. Cada um sente na sua própria vida diária os efeitos diretos de profundas transformações globais, mas, como estas não aparecem no debate público, ou aparecem deformadas por estereótipos, a equação psicológica que se estabelece é a seguinte: por mais que o cidadão tente amoldar sua visão da realidade ao recorte deformante, buscando uma falsa sensação de segurança no ajustamento à pseudo-realidade legitimada pelo consenso midiático, setores inteiros da sua experiência pessoal, familiar e grupal permanecem encobertos e inexpressáveis, latejando no escuro como infecções não diagnosticadas. O sentimento de desajuste externo e insegurança interna, que era próprio da adolescência, espalha-se por todas as faixas etárias: não há mais pessoas maduras, todos são teenagers vacilantes, incapazes de uma decisão firme, de um raciocínio conclusivo.
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Não é preciso examinar uma infinidade de jornais e noticiários de rádio e TV para perceber que, embora tagarelem obsessivamente sobre globalização , os jornalistas em geral só enxergam a distribuição de poder no mundo através da sua manifestação visível na forma de Estados nacionais. A religião, por exemplo, continua sendo a seus olhos uma força cultural extrapolítica, que só resvala na política por acidente ou por submissão perversa de seus altos fins originários aos propósitos de algum Estado nacional ou organização terrorista. Eles não podem, por isso, entender o Islã, que é por essência e origem um projeto de Estado mundial, mas que a seus olhos é apenas uma “religião”, capaz de amoldar-se pacificamente à ordem política dos Estados não-islâmicos. Muito menos podem compreender o fenômeno do metacapitalismo ( http://www.olavodecarvalho.org/semana/040617jt.htm e http://www.olavodecarvalho..org/textos/debate_usp_4.htm ).
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Se, como foi dito acima, as pessoas sentem na sua vida diária os efeitos das transformações globais sem poder sequer expressar em palavras a ligação entre sua experiência imediata e o cenário maior da História, isso se deve sobretudo ao fato de que os agentes que originaram esses processos permanecem desconhecidos da multidão: as mudanças de valores, de leis, de critérios, que afetam profundamente o destino e até a psicologia íntima de milhões de criaturas desabam sobre a população como se tivessem vindo do céu ou resultassem de fatalidades históricas impessoais. Não podendo ser rastreadas até nenhum agente nacional-estatal, tornam-se ações sem sujeito, misteriosas como decretos da Providência .

No entanto, a harmonia simultânea com que se lançam em todo o planeta campanhas destinadas a mudar radicalmente os hábitos e valores da população, forçando-a a respeitar o que abomina e a abominar o que respeitava até à véspera, basta para mostrar, mesmo a quem nada saiba de origem concreta desses empreendimentos, que essa origem existe e reside em agentes humanos de carne e osso poderosos, organizados e perseverantes. Esses agentes não são secretos, são apenas discretos, embora muitos, bastante famosos até, alardeiem seus motivos e suas ações em livros e conferências. Ao passar pela malha seletiva da mídia, suas ações se tornam secretas, no mais das vezes não por ocultação premeditada, mas pelo simples fato de que não se enquadram nas categorias descritivas aí reconhecidas.

Fonte - Mídia sem Máscara

Tufão Kammuri mata pelo menos 28 no sudoeste da China

PEQUIM - O tufão Kammuri causou pelo menos 28 mortes na província de Yunnan (sudoeste da China), onde oito pessoas permanecem desaparecidas e mais de um milhão foram afetadas na última semana, informou nesta terça-feira, 12, o governo provincial.

O Birô de Assuntos Civis da região calcula que os desastres provocados pelo Kammuri, que atualmente regrediu ao estado de tempestade tropical, também forçaram a evacuação de 11.200 pessoas.

O Kammuri chegou à China na quarta-feira passada, na província de Cantão (sudeste), e atravessou a região de Guangxi Zhuang antes de chegar a Yunnan, aos pés da cordilheira do Himalaia.

Nessa província, cerca de 2.700 casas foram arrasadas e outras 13 mil danificadas, com perdas avaliadas em US$ 80 milhões, a maior parte correspondente a cultivos danificados.

O Kammuri causou ainda outras 116 mortes em sua passagem pelo Vietnã.

Nos primeiros seis meses do ano, morreram na China mais de 250 pessoas por causa dos desastres ocasionados pela temporada de chuvas, que ocorre anualmente entre maio e setembro, no sul do país asiático.

Fonte - Estado

Economia do Reino Unido sofre com a crise

Desde que a crise começou, há um ano, o Reino Unido perdeu cerca de US$ 1,15 trilhão no valor de seus ativos, decorrente da contração do crédito. O prejuízo é de aproximadamente US$ 1,9 milhão por minuto.

Um estudo feito pela empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers revelou que os imóveis tiveram uma desvalorização de cerca de US$ 760 bilhões, enquanto as ações de instituições financeiras perderam aproximadamente US$ 380 bilhões em valor.

Com os preços dos imóveis sofrendo uma queda recorde de dois dígitos no mês passado, as famílias estão reduzindo seus gastos. O estudo foi focado nos setores imobiliário e financeiro, uma vez que eles são particularmente afetados pela contração do crédito.

Fonte - Opinião e Notícia

Cientistas prevêem intensificação das chuvas por mudança climática

Washington, 7 ago (EFE) - As chuvas provavelmente se intensificarão em todo o planeta como resultado da mudança climática, prevêem cientistas americanos e britânicos em um estudo divulgado hoje pela revista "Science".

Os pesquisadores da Universidade de Miami e da Universidade de Reading, no Reino Unido, dizem que as chuvas já se tornaram mais intensas como resultado do aquecimento global.

Eles acrescentam que essa freqüência agora é maior do que as que os modelos climáticos tinham previsto.

"A atmosfera mais quente contém maiores níveis de unidade, que aumentam a intensidade das chuvas", explica Brian Soden, professor da Escola Rosenstiel de Ciências Marinhas e Atmosféricas da Universidade de Miami.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas utilizaram observações de satélites e simulações de computador com as quais analisaram a relação entre as chuvas tropicais e as mudanças na superfície terrestre, assim como o conteúdo de umidade atmosférica.

Nelas, ficou claro que nos períodos de temperaturas mais baixas houve uma redução nas precipitações, destacaram.

Em seu relatório, os pesquisadores dizem que suas observações revelam uma vinculação direta entre o clima mais aquecido e o aumento das precipitações extremas.

O aumento dessas chuvas é muito maior do que o previsto pelas atuais simulações de computador, o que sugere que as mudanças nas chuvas por causa do aquecimento global provavelmente foram subestimadas.

Segundo Soden, é crucial determinar o mais rápido possível as causas da divergência para compreender melhor as conotações do aquecimento global e o ciclo da água na Terra.

"A comparação entre as observações (de satélites) e as dos modelos de computador melhora nosso conhecimento sobre a forma como a chuva responde a um mundo cuja temperatura está aumentando", destaca no relatório Richard Allan, do Centro de Sistemas Científicos Ambientais da Universidade de Reading. EFE

Fonte - G1

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Livro mostra busca de Isaac Newton por 'código da Bíblia' sobre o fim do mundo


Pai da física moderna realizou estudo detalhado do livro do profeta Daniel e do Apocalipse.Cientista relacionava profecias com história política e religiosa da Europa até sua época.

Um livro que acaba de chegar ao Brasil ajuda a revelar um lado surpreendente de Isaac Newton (1643-1727), pai da física moderna e responsável por formular a lei da gravidade, entre outras realizações científicas fundamentais. Nas horas vagas (ou, para ser mais exato, na maior parte do tempo durante sua maturidade), Newton se dedicava a um estudo detalhado, ponto por ponto, dos escritos atribuídos ao profeta Daniel e do Apocalipse, os dois livros bíblicos mais que mais versam sobre o fim do mundo. Para o cientista britânico, as duas obras eram guias precisos para a história do mundo até sua época e continham a chave para desvendar o que aconteceria no final dos tempos.

Os estudos apocalípticos de Newton estão na obra "As profecias do Apocalipse e o livro de Daniel" (Editora Pensamento), traduzida integralmente para o português pela primeira vez. As análises newtonianas coincidem apenas em parte com o que os modernos estudiosos da Bíblia consideram ser a interpretação mais provável das Escrituras. Mas não devem ser lidas como sinal de que o cientista tinha um lado "retrógrado" ou "obscurantista", alertam especialistas. Pelo contrário: é bastante possível que a fé religiosa de Newton, e seu interesse por assuntos esotéricos, tenham facilitado suas descobertas.

"A gente tem de inverter a relação. Não é apesar de suas crenças religiosas e místicas que o Newton consegue dar o pulo do gato nos trabalhos sobre a gravidade; é justamente devido a elas", afirma José Luiz Goldfarb, historiador da ciência e professor de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). "Os próprios estudos bíblicos de Newton já denotam uma sensibilidade mais crítica e moderna, uma tentativa de estudar as profecias de forma quase matemática, usando cronologias detalhadas."

Pistas históricas

"A gente costuma deixar ciência e religião bem separadas, mas o fato é que os manuscritos de Newton, que chegam a 4.000 páginas, abordam principalmente esses estudos místicos e esotéricos", conta Mauro Condé, professor de história e filosofia da ciência da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). "Com a morte dele, a Universidade de Cambridge e a Royal Society [principal sociedade científica do Reino Unido, da qual ele fazia parte], que tinham um modelo para o que deveria ser o trabalho científico, privilegiaram parte da obra dele e deixaram o resto vir a público de forma meio aleatória", diz o pesquisador.

O livro em questão, publicado após a morte de Newton com base em suas anotações, é basicamente uma tentativa de desvendar o significado histórico das principais profecias do livro de Daniel (no Antigo Testamento) e do Apocalipse (livro do Novo Testamento que encerra a Bíblia cristã). Ambas as obras são caracterizadas pela riqueza de imagens simbólicas -- animais, estátuas, chifres, trombetas -- que funcionam como uma espécie de linguagem cifrada que o profeta propõe à sua audiência, e que às vezes é desvendada logo após a descrição das visões.

Newton, para quem Daniel "é um dos profetas mais claros para se interpretar", traça uma série de correspondências entre as imagens proféticas e eventos reais -- no seu esquema, por exemplo, menções a "dias" sempre se referem, na verdade, a anos, animais ferozes e poderosos correspondem a reis ou nobres, e assim por diante. Usando essa chave simbólica, o cientista se propõe a relacionar todas as grandes ocorrências da história mundial, do exílio judaico na Babilônia (a partir de 586 a.C.) à sua época, com as visões de Daniel e, em menor grau, com as de João, o autor do Apocalipse.

Romanos, bárbaros e papas

As duas principais visões do livro de Daniel se referem a uma estátua feita de vários tipos de metal precioso e não-precioso, e a uma sucessão de animais ferozes de aspecto sobrenatural. A interpretação tradicional (inclusive no interior do livro bíblico) é associar cada um dos metais e das feras a reinos que se sucederiam até o fim dos tempos, quando Deus salvaria seu povo e instauraria seu domínio sobre o mundo.

No caso da estátua, temos os metais ouro, prata, bronze, ferro e argila misturada com ferro; para Newton, a correspondência é com os impérios da Babilônia, da Pérsia, dos gregos de Alexandre Magno e de Roma; "ferro e argila" misturados significariam as nações européias oriundas do território fragmentado de Roma, fundadas a partir de reinos bárbaros. Um esquema semelhante é aplicado aos animais ferozes; Newton aproveita o fato de que um deles tem dez chifres para associá-lo aos dez reinos bárbaros europeus fundados após a queda de Roma.

Após esses dez chifres, surge mais um, "menor, e três dos primeiros foram arrancados para dar-lhe lugar. Este chifre tinha olhos idênticos aos olhos humanos e uma boca que proferia palavras arrogantes", diz o profeta. Newton afirma que esse chifre arrogante é a Igreja Católica, que havia se tornado um império ao adquirir vastas extensões de terra na Itália durante a Idade Média. O cientista traça a interpretação porque o livro de Daniel diz que o novo chifre "perseguia os santos".

Fortemente anticatólico, Newton associava a Igreja à promoção de práticas vistas por ele como demoníacas, como a adoração dos santos, bem como à perseguição dos verdadeiros cristãos. Para ele, a Igreja Católica também pode ser identificada com a Besta do Apocalipse, representada pelo número 666. Em seus cálculos, Newton dá a entender que o fim do mundo viria após a reconstrução do templo de Jerusalém, em torno do ano 2400 -- mas se abstém de apontar um ano específico.

Valeu a tentativa

Apesar do esforço interpretativo de Newton, poucos estudiosos atuais do texto bíblico vão concordar com sua análise. Para começar, enquanto o físico considerava que o livro de Daniel tinha sido escrito no século 6 a.C. pelo profeta do mesmo nome, o consenso moderno é que a obra é tardia, de meados do século 2 a.C. -- relatando, portanto, muitas coisas que já eram passado no tempo do profeta antes de se dedicar à profecia propriamente dita.

Assim, Roma e a época cristã nem seriam mencionadas em Daniel: o profeta estaria falando apenas dos reinos sucessores de Alexandre Magno que lutavam pelo controle da terra de Israel naquela época. "Seriam, portanto, profecias depois do fato", escreve Lawrence M. Wills, professor de estudos bíblicos da Episcopal Divinity School (Estados Unidos). De acordo com Wills, o chifre perseguidor dos "santos" representa, mais provavelmente, o rei sírio Antíoco Epífanes (morto em 164 a.C.), e não tem relação alguma com a Igreja Católica.

Tudo isso pode soar um bocado estranho para os que estão acostumados à separação moderna entre ciência e religião, mas José Luiz Goldfarb vê indícios dos interesses bíblicos de Newton na própria formulação da lei da gravidade. "No hebraico bíblico existe a palavra makom, que significa 'lugar'. Mas, com a evolução do pensamento rabiníco, ela passa a designar a própria divindade. O Newton cita essa palavra em seus escritos, e parece ter usado o conceito para explicar como a gravidade atuava à distância -- como a gravidade do Sol pode atrair a Terra, por exemplo. É como se entre o Sol e a Terra houvesse um makom, que é Deus, o qual está em todos os lugares", diz o pesquisador.

Goldfarb ressalta que Newton é só mais um exemplo de patrono da ciência que tinha suas idéias "fertilizadas" pelo pensamento místico de sua época. "Os dois campos se falavam e se influenciavam muito", diz. A crença monoteísta (num Deus único), se vista como um todo, também pode ter sido uma influência positiva nos primórdios da ciência e da filosofia, de acordo com Mauro Condé.

"O monoteísmo nos parece simples, mas já exige uma forma de pensamento mais sofisticada e abstrata", diz ele. "E a busca por essências da natureza, por leis ordenadas, é uma coisa que Newton compartilha com filósofos como Platão. Isso foi incorporado na teologia cristã desde o começo", afirma Condé.

Fonte - G1

Nota DDP:
A interpretação profética de Newton é extremamente alinhada com a adventista, utilizando-se do método historicista, que se encaixa com certa facilidade na análise do arco de história desta terra. Infelizmente muitos perderam esse paradigma e enveraderam para fábulas criadas por ninguém menos que um teólogo católico, que se esforçou em afastar as idéias como de Newton e de muitos reformadores. É quase surreal pensar que as igrejas de tradição reformada aceitem a interpretação daquele em detrimento da defendida destes últimos...

Catolicismo, o retorno

Qual a influência de alguém que já vendeu mais de 100 milhões de livros no mundo todo, ao declarar que depois de "passear" por várias religiões, uma espécie de busca vã, como deixou transparecer, resolveu voltar às origens (o catolicismo)?

Comentários...

Recebi o educado comentário abaixo:

"por que a reencarnação de um Buda seria profetizad... por que a reencarnação de um Buda seria profetizado como falso profeta por outra cultura, outra religião? cristão maldito, espero que percebas um dia que a energia universal criou todas as religiões para se confluirem um dia e você faz exatamente o papel de um anticristo, por que o papel de cristo era mostrar que isso era possível... "

Foi alinhavada no post "Garoto que seria reencarnação do Buda reaparece no Nepal ". Como o comentarista não se dignou a se identificar, trato do assunto aqui.

Deixando de lado o caráter "zen" que a mesma encerra, o que demonstra a "tolerância" de quem a veiculou, gostaria de dizer ao nobre comentarista, apenas que a "reencarnação de um Buda" não foi profetizada, que as considerações naquele post tratam de como muitos seguiriam outras pessoas que não Cristo e que, infelizmente, você tem um visão completamente distorcida do papel de Cristo. C.S. Lewis, de forma simples e objetiva, trata magistralmente deste assunto:

“Um homem que fosse apenas homem e dissesse o tipo de coisas que Jesus dizia não seria um grande mestre moral. Ou seria um lunático – no nível do homem que dissesse que é um ovo pochê – ou então, seria o Diabo do inferno. Você deve fazer a escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou então, um louco ou algo pior” (C.S. Lewis, Mere Christianity [Mero Cristianismo], p. 52.

Em outras palavras: Ou Cristo é aceito como sendo quem ele realmente dizia ser, DEUS, ou Ele não serve de referência para absolutamente nada.

João 14:6
"Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."

Sinto lhe dizer que Jesus, o Cristo, o Verbo encarnado, o próprio Deus (conceito estranho ao budismo), não veio para buscar a confluência de religiões, mas para mostrar qual era a verdadeira. Ou se aceita isso, ou não se faz citação de Cristo para absolutamente nada, repito.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Papa denuncia efeitos do materialismo sobre o meio ambiente

Bento XVI pediu um esforço suplementar da Igreja Católica na "defesa da criação" de Deus. "Houve tempos em que também a Igreja deixou um pouco na sombra o discurso sobre o ambiente", declarou o Papa na catedral de Bressanone, durante um encontro com o clero local.

Na sua intervenção, Bento XVI minimizou as acusações que afirmam que o cristianismo não tem sensibilidade ecológica, apontando que o materialismo moderno é a principal ameaça para o futuro do planeta: "No mundo materialista o arbítrio do homem sobre as criaturas é mais amplo".

"Existe uma complementaridade entre o ensino da criação e o da redenção", disse o Papa a 400 sacerdotes da diocese de Bolzano, numa conversa que durou cerca de uma hora.

"Houve tempos em que deixamos na sombra o ensino sobre o Deus criador, mas devemos associá-lo mais com o salvador", explicou, antes de citar exemplos nesta matéria, como São Paulo e São Francisco.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Percebe a sutileza? "Existe uma complementaridade entre o ensino da criação e o da redenção". O memorial da criação é o Sábado, para BXVI, o memorial da redenção é o domingo. Isso é facilmente identificável ao ler-se o post "Papa pede que católicos lutem contra relativismo e laicismo", onde o pontífice faz a conexão com as raízes cristãs do domingo neste contexto do materialismo, aqui tomado em conexão com a natureza.

Obama e o catolicismo

Há 16 anos, o Partido Democrata negou a palavra ao então governador da Pensilvânia, Robert P. Casey, na convenção nacional do partido devido às suas opiniões antiaborto, frutos de sua fé católica, que conflitavam com a plataforma democrata e boa parte do eleitorado. Muitos católicos, que já foram uma base eleitoral democrata confiável, nunca esqueceram a desfeita. Na convenção democrata deste ano, o partido estuda dar a palavra ao filho de Casey, Bob Casey da Pensilvânia, que como seu falecido pai, é um católico romano que se opõe ao aborto.

A provável mudança reflete a preocupação dos democratas em recuperar o apoio eleitoral de católicos romanos, que tiveram um papel decisivo na eleição de Bush em 2004 e poderiam ser cruciais nos resultados de inúmeros Estados este ano. Durante as primárias em Estados como New Hampshire, Missouri e Ohio, o senador Barack Obama, candidato democrata à presidência americana, perdeu votos de muitos católicos para a senadora Hillary Rodham Clinton que, como Obama, apóia o direito ao aborto. Na Pensilvânia, os eleitores católicos preferiram Clinton a Obama por uma margem de 40 pontos.

A campanha de Obama não tem falado sobre seus planos na convenção e não confirma se Casey fará um discurso especial no evento. Howard Dean, presidente do Comitê Nacional Democrata, disse que a decisão seria de Obama, mas acreditava que um discurso proeminente de Casey poderia ajudar o candidato a conquistar eleitores católicos. Casey, que apóia Obama há tempos e realizou extensiva campanha pelo candidato na Pensilvânia, disse que o candidato democrata e o partido ainda não fizeram nenhum pedido oficial para que ele discursasse no evento. Porém, ele afirmou, "acredito que planejaremos algo."

A aparição de Casey seria um importante sinal aos católicos, especialmente aqueles que seguem os preceitos da igreja e se opõem ao aborto. Obama também poderia escolher um candidato a vice-presidente que tranqüilizasse os ânimos dos católicos romanos. Entre aqueles que a campanha de Obama estuda para o posto está o governador Tim Kaine da Virgínia, um católico romano cuja fé tem sido parte de sua identidade política. Pelo menos outros três católicos também são citados como possíveis candidatos democratas à vice-presidência: o senador Joseph R. Biden Jr. de Delaware, o senador Christopher J. Dodd de Connecticut e a governadora Kathleen Sebelius do Kansas.
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Fonte - Terra

Nota Eder Rocha: Essa reportagem publicada hoje mostra importantes dados sobre a força do catolicismo na política americana (1/4 do eleitorado) e como até os protestantes fazem de tudo para conseguir o apoio deles. Dessa vez o tema é o aborto (moral), mas para fazer do domingo um tema de igual importância, ou, quem sabe, uma homenagem ao eleitorado católico (imagem da besta) é um pulo.

Novas guerras

Geórgia confirma ataque à Ossétia do Sul

A Geórgia lançou agora à noite um "assalto" à república separatista da Ossétia do Sul e estão sendo registrados "combates" nas proximidades da capital regional, Tskhinvali, confirmou o ministério georgiano do Interior.
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Fonte - Último Segundo

Combates violentos seguem em capital separatista da Geórgia

MEGVREKISI, Geórgia (Reuters) - Os combates ficaram ainda mais violentos nos arredores e dentro da capital da Ossétia do Sul, região separatista da Geórgia. Tropas do país atacaram as forças separatistas na sexta-feira com a ajuda de tanques e aviões de guerra, numa tentativa de retomar o território.
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Fonte - O Globo

Presidente da Geórgia denuncia bombardeios russos

O presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, decretou hoje a mobilização geral do país e denunciou que aviões russos bombardeiam o território georgiano.
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Fonte - Terra

Estudo bíblico sobre profecias


Um amigo do blog enviou-me um material muito interessante sobre os eventos proféticos que se descortinam ante nossos olhos. Trata-se de uma série de estudos vinculados ao Ministério Advenir, com o Pr. Walter Veith.

Pode ser acessado em inglês ou em espanhol.

Bom estudo.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Defesa do meio ambiente supõe uma mudança moral, diz o Papa


VATICANO, 06 Ago. 08 / 10:35 am (ACI).- Durante um encontro com cerca de 400 sacerdotes da região do Tirol italiano realizado nesta quarta-feira, Festa da Transfiguração do Senhor, o Papa Bento XVI assinalou que o cristianismo defendeu o cuidado do meio ambiente apoiado na conversão do ser humano.

Durante o encontro a portas fechadas, o Pontífice respondeu durante pouco mais de uma hora a seis perguntas expostas pelo mesmo número de sacerdotes da região, reunidos na Catedral de Bressanone.

Algumas das respostas do Papa às perguntas foram logo resumidas à imprensa pelo Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi.

Segundo o Pe. Lombardi, quando um sacerdote perguntou sobre a visão católica da proteção do meio ambiente, Bento XVI respondeu sublinhando que "Deus, como Criador, não pode ser colocado fora da história".

O Papa assinalou além que "não sempre se sublinhou suficientemente a relação entre o ensinamento da Igreja sobre a redenção e a criação. Este é um tema no que os cristãos podem praticar sua fé, dando exemplo com estilos de vida respeitosos do meio ambiente", disse o Pe. Lombardi, descrevendo a resposta do Santo Padre.

Para o Papa, continuou explicando o porta-voz, o homem que é ciente de que a criação lhe foi confiada por Deus, tem um sólido fundamento para respeitar o meio ambiente. "Mas se se nega a Deus, o mundo se vê reduzido a mera matéria e em um mundo fechado em seu materialismo, é mais fácil que o ser humano se erija como ditador das demais obras criadas e da natureza".

Como exemplo da visão cristã da relação com a criação, o Papa pôs como exemplo a São Paulo, ao monaquismo medieval e, em geral, ao fato que na tradição cristã, sempre existiram espiritualidades como a franciscana, sensíveis ao meio ambiente.
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Fonte - ACI

Nota DDP: A inferência à criação é absolutamente explícita. O "sentido ecológico do domingo" já foi defendido. Quanto tempo até que os temas se relacionem e o domingo seja eleito o memorial da criação em substituição ao Sábado para defesa do meio ambiente?

Aquecimento global ou HAARP?


A fim de justificar a futura violação da liberdade religiosa no mundo (para implantação da Lei Dominical), é necessário se forjar uma "crise global" (coletiva). É fácil entender a razão disso: o direito à liberdade religiosa, embora seja um direito universal, está diretamente relacionado à "preservação da ordem pública". Ninguém, por exemplo, pode usar o direito da liberdade religiosa para violar o direito à vida. A grande questão, então, será essa: para o estabelecimento da futura Lei Dominical é necessário "criar" uma justificativa que favoreça a "manutenção da ordem pública". Nesse ponto, a "crise" do aquecimento global e das mudanças climáticas se encaixam perfeitamente. Quando a Lei Dominical for implantada como medida necessária para combater as mudanças climáticas, qualquer pessoa que se manifestar contrária à medida será acusada pelas autoridades de perturbadora da "ordem pública" (o paralelo com a época do profeta Elias é impressionante: por causa do "aquecimento global" da época ele também foi acusado de perturbador da "ordem pública" - 1Rs 18:17, 18).

No fundo, resta descobrir se há outra explicação para o aumento dos desastres naturais além da tese oficial que proclama ser o "aquecimento global" a causa de todos os males. No livro Armas Eletromagnéticas – seria o projeto HAARP a próxima ameaça mundial? (Editora Aleph), p. 312, o autor norte-americano Jerry E. Smith explica algo mais sobre o projeto secreto HAARP: "A Conspiração certamente já obteve grandes vantagens em função do aquecimento global. Sem dúvida, seus membros parecem estar usando esse fenômeno como veículo para induzir a opinião pública a exigir regulamentações e monitoramento internacionais, algo que, em última análise, levaria a um único Governo Mundial. Alguns pesquisadores especulam que, se o HAARP pudesse de fato alterar os padrões climáticos, poderia ser também usado secretamente para criar condições meteorológicas mais adversas, que fariam os povos do mundo suplicar por maiores controles globais, isto é, a Nova Ordem Mundial (NWO). Conforme foi relatado na imprensa, muitas pessoas acreditam agora que o HAARP já tenha sido utilizado para a consecução desse objetivo."

Seguindo a mesma linha de raciocínio, o canal de notícias CBC-News, do Canadá, veiculou uma matéria esclarecedora sobre o projeto secreto HAARP. O vídeo está disponível no YouTube.





Fonte - Minuto Profético

Nota DDP:Mais sobre os argumentos do Minuto Profético em
Condicionamento da sociedade para a crise final
ECOmenismo: uma verdade inconveniente – Parte 6

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

O alinhado discurso de Bush e BXVI


Bush pede à China que não tenha medo da religião

SEUL, 6 Ago 2008 (AFP) - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu nesta quarta-feira a Pequim que não tema as pessoas religiosas em sua sociedade, argumentando que farão da China um país melhor.

Em uma entrevista coletiva concedida em Seul, a dois dias de sua participação na abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, Bush lembrou que "tem conversado com os líderes chineses durante sete anos e meio e minha mensagem sempre foi a mesma: não devem temer as pessoas religiosas em sua sociedade".

O presidente americano revelou ainda que garantiu aos chineses que "as pessoas religiosas" podem tornar a China "um lugar melhor".

Bush disse que os líderes chineses "deveriam dar boas-vindas às pessoas capazes de expressar seus sentimentos", e advertiu que "proibir a liberdade de culto é um erro".

O presidente americano, que foi criticado por não boicotar a cerimônia de abertura dos Jogos de Pequim, se justificou afirmando que "isto é um evento esportivo".

Bush também destacou que sua presença é um modo de dizer "ao povo chinês que respeitamos suas tradições e sua história".

O presidente disse que não precisa das Olimpíadas para defender a liberdade religiosa: "Sempre fiz isto desde que sou presidente".

Fonte - G1

Bento XVI pede que China se abra ao catolicismo

O papa Bento XVI lançou nesta terça-feira (5) uma forte mensagem à China comunista, pedindo abertura ao catolicismo. "É preciso que este continente se abra ao Evangelho. A fé não é uma alienação para nenhuma cultura e para nenhum povo. Aliás, em Cristo, as civilizações atingem a maturidade", declarou o pontífice.

O local de onde o Papa dirigiu o apelo às autoridades de Pequim, às vésperas das Olimpíadas, foi devidamente escolhido. Em Oies, em uma das casas construídas nas montanhas de Val Badia, nasceu, no século XIX, José Freinademetz, um jovem padre verbita (ordem religiosa alemã) que em 1879 deixou sua família e sua terra para ir a Hong Kong viver "como chinês entre os chineses".

Freinademetz foi um missionário radical numa época em que a evangelização se conjugava freqüentemente com o colonialismo. Antes de morrer de tifo, em 1908, escreveu aos seus amigos: "até no paraíso quero ser chinês".

Mais de 4.000 pessoas acolheram com aplausos a chegada do Papa, que ficou cerca de uma hora na casa de nascimento do missionário, canonizado por João Paulo II em 2003. Em seguida, Bento XVI beijou crianças, recebeu muitos arranjos de flores e cumprimentou famílias e idosos.
...
Fonte - G1

Nota DDP:
[ironic mode on]Ah, deve ser somente coincidência...[ironic mode off]

Foto - Folha

Não há motivos para comemorar


A queda brusca dos preços do petróleo nas últimas semanas pode suscitar em muitos a esperança de melhores dias para a economia global. Mas a desvalorização desta e de outras commodities é um sintoma do agravamento da crise nos EUA, o que é ruim para todo o mundo.

Os otimistas podem argumentar que os preços recordes registrados há poucas semanas foram uma anomalia, fruto de uma especulação nociva, dissociada do estado real da oferta e da procura. Outros, também otimistas, dirão que o petróleo mais barato pode levar os bancos centrais a postergar novos aumentos das taxas de juros -- estratégia que vem sendo adotada para fazer frente à inflação.

O problema é que estes dois argumentos são conflitantes: sendo a especulação a causa do aumento dos preços do petróleo, então altas taxas de juros -- e não baixas -- podem ser justificadas, pelo menos a médio prazo. Ao invés de ter aberto caminho a juros mais baixos, o preço do petróleo pode ter caído em antecipação, na verdade, a taxas mais altas.

Fonte - Opinião e Notícia

Texas ignora decisão de Haia e executa mexicano

Um mexicano que havia sido condenado à morte nos Estados Unidos por estuprar e matar uma menina de 16 anos foi executado na noite desta terça-feira, após a Suprema Corte rejeitar um apelo de última hora e o Estado do Texas ignorar uma decisão da Corte Internacional de Justiça contrária à execução.
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A Corte Internacional de Justiça (CIJ), baseada em Haia, na Holanda, havia ordenado ao Texas que não executasse Medellín, sob o argumento de que ele não havia sido informado sobre seu direito a ter ajuda consular ao ser preso.
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Na terça-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, que estava no México para participar de uma cúpula das Nações Unidas sobre Aids, pediu aos Estados Unidos que cumprissem com a determinação da CIJ.

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, também havia pedido que o Texas cumprisse a determinação da CIJ, mas as autoridades do Estado argumentaram que a Justiça local não está obrigada a seguir as determinações da CIJ.
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No mês passado, em resposta a um pedido de urgência do México, a CIJ ordenou que os Estados Unidos tomassem "todas as medidas necessárias" para evitar a execução de Medellín.

Mas as autoridades judiciais do Estado disseram, em resposta, que a lei no caso de Medellín era "clara".

Fonte - Terra

Nota DDP:
Bom exemplo de como os EUA operam independentemente de decisões internacionais, suprimindo direitos. A prática parece cada vez mais comum e cada vez mais apoiada por todo o tipo de legislação restritiva de liberdades individuais.

"Blue laws" na Flórida

Caiu em mais uma localidade americana a aplicação das famosas "blue laws".

Agora foi na Flórida.

"Quinze estados ainda mantém a proibição de venda de álcool aos domingos, mas este número tem diminuído rapidamente nos últimos anos.

'Há absolutamente uma tendência nacional dos estados modernizar estas leis', disse Ben Jenkins, um porta-voz do Conselho de bebidas alcoólicas destiladas, em Washington."

O estopim para uma discussão em âmbito nacional deste tema parece que já foi aceso...

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Especialistas defendem a falta de um "líder" para enfrentamento das crises globais

Pelo décimo ano consecutivo "experts" reuniram-se para discutir a crise no planeta e na globalização. O fórum considerou a falta de uma verdadeira liderança global para combater os problemas do subdesenvolvimento e da pobreza de grande parte dos países.

Foram exortados os líderes para permitirem que a sociedade supere as desvantagens.

Participaram 22 especialistas, dentre eles o vice-presidente da Microsoft, o ex-diretor do FMI e o secretário geral da Cúpula para os Ibero-Americanos.

Fonte - El País

Nota DDP:
Problemas de subdesenvolvimento e pobreza? Carência de um "líder" nestes assuntos?

O Papa compra primeiro bônus bancário que financiará vacinas em países pobres
Papa pede ao G8 que aumente ajuda a países pobres
Papa pede que G8 mantenha promessa de aumentar ajudas a países pobres
Paz exige promover o desenvolvimento de países pobres
Papa pede que países ricos reduzam consumo de energia
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Tudo isso só na primeira página de uma 'googada' em "papa paíse pobres".
Alguém tem alguma dúvida de quem será esse líder? Algum outro?

Membro do IPCC fala sobre a grande farça do aquecimento global


Os informes do Painel Intergovernamental sobre Câmbio Climático (IPCC) da ONU sobre o aquecimento global são, em realidade, uma “grande mentira”. Uma "vigarice". É “falso” que o CO2 aumente as temperaturas do planeta. Os membros do IPCC atuam sobre premissas “corruptas”. Um membro do IPCC, Vincent Gray, denuncia em um informe que os dados científicos são manipulados. Os informes são modificados para eliminar qualquer evidência de que o aquecimento se deve a processos naturais.
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Gray conclui que “o desaparecimento do IPCC, por desgraça, não só é desejável como inevitável". A razão é que o mundo se dará conta lentamente de que "suas predições não vão ocurrer. A ausência de qualquer aquecimento global nos últimos oito anos tampouco é um princípio. Tarde ou a tempo, todos se darão conta de que esta organização, e a teoria que existe trás dela, é falsa. Lamentavelmente, sua influência provocará graves problemas econômicos antes que isso ocorra".

Fonte - Liberdade Digital

Nota DDP:
Muito mais graves que quaisquer problemas econômicos que possam ser gerados pela pressão absurda que tem se feito com o chamado ECOmenismo, são os resultados práticos disso na vida do cidadão comum, que assim como já ocorre com as medidas de segurança em torno do terrorismo, vide os inúmeros exemplos americanos, deve tomar a mesma diretiva neste tema do "ecoterror", para cercear liberdade individuais a favor do estado, o que se aproxima de nós a passos largos.

Os EUA e a discussão religiosa

"A emenda sobre oração certamente trará um desafio"

É absolutamente único perceber-se como a discussão religiosa permeia todo o espectro político quando se fala de EUA. Não que isso seja um privilégio do Tio Sam, uma vez que percebemos discussões importantes neste tema também em outras paragens, mas parece que lá, até por força da sua tradição religiosa e principalmente dos valores de sua fundação, as coisas andam mais declaradamente juntas.

Vejam este caso.

A discussão é sobre um projeto acerca de símbolos em torno do "Foundations of American Law and Government" em órgãos públicos. Neste passo, inicialmente o Comitê Judiciário do Senado decidiu pela inclusão dos Dez Mandamentos, da Carta Magna, do Mayflower Compact, da Declaração de Independência, do Star-Spangled Banner, o Bill of Rights, do preâmbulo da Constituição da Carolina do Sul, do lema nacional "In God We Trust" e da imagem da Senhora da Justiça.

Foram votados estes ítens porque em tese eles estariam dentro do quanto previsto na Primeira Emenda da Constituição Americana (Separação estado/Religião), sem portanto, violá-la.

Ocorre que, senadores democratas correram atrás de uma forma de barrar o projeto por força de sua oposição à inclusão dos Dez Mandamentos no contexto. Quando o tema foi à discussão no senado, este grupo produziu emendas que, desvirtuando o texto, serviam de modo a rejeitá-lo como um todo.

Neste contexto, o Sen. Brad Hutto's elaborou uma emenda para incluir a oração do "Pai Nosso" na lista de símbolos. Ele sabia que a proposta inicial era consitucional, no entanto, sabia também que a inclusão de um documento puramente religioso acabaria por tornar o projeto constitucionalmente suspeito, além de criar uma extrema dificuldade aos senadores republicanos em votar contra a oração do "Pai Nosso".

A Convenção Batista do Sul e a Aliança da Família de Palmetto, dois fortes grupos de influência nesta legislação, se posicionaram publicamente contra a inclusão da oração do "Pai Nosso" no projeto, uma vez que já sabiam de antemão que sua inclusão acabaria por destruí-lo.

A emenda passou porque muitos senadores ficaram com medo de serem vistos votando contra a oração do "Pai Nosso". Consequentemente, o projeto passou com as emendas e agora certamente será contestado como inconstitucional por seu aspecto religioso.

O relato acima foi trazido pelo Senador Shane Massey, representante da Carolina do Sul.

Deste quadro todo percebe-se com clareza como temas atinentes aos aspectos religiosos da vida do cidadão americano tomam relevo e se transformam em grandes questões nacionais, levando toda a sociedade para o campo de discussão.

É o caso das "blue laws" vista em alguns posts por aqui. Certamente será o campo de batalha a se configurar por ocasião de leis dominicais no futuro.
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