WASHINGTON - No encerramento do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird), o presidente do Bird, Robert Zoellick, fez um alerta: a crise econômica poderá se transformar numa "catástrofe humana". No comunicado final do encontro, o comitê de desenvolvimento, órgão executivo conjunto de FMI e Bird, destacou que a crise está se transformando numa "calamidade humana e de desenvolvimento", ao aumentar a pobreza. Nesse contexto, foi aprovada a proposta de triplicar os recursos do Bird para US$ 100 bilhões nos próximos três anos, dos quais US$ 55 bilhões serão para infraestrutura e US$ 12 bilhões, para agricultura, em países que não têm dinheiro para programas de recuperação de suas economias. É o que mostra reportagem do Correspondente Gilberto Scofield Jr. na edição desta segunda em O GLOBO.
Zoellick afirmou que os países em desenvolvimento estão sendo atingidos por segundas e terceiras ondas da crise e que é preciso aumentar o capital das instituições multilaterais para que a ajuda seja feita logo. O presidente do Bird defendeu também que os emergentes tenham mais voz na entidade, como vem sendo negociado no FMI:
- Ninguém sabe quanto esta crise vai durar. Nós também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento grande de que o mundo encara uma crise econômica sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais. Precisamos trabalhar para evitar esta catástrofe humana. A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os países emergentes devem ter mais influência - disse Zoellick.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Insisto em dizer que são prematuras as bravatas de alguns no sentido de que a tormenta financeira e seus reflexos deletérios na sociedade já acabou.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
História da adoração – O vínculo universal
Capítulo 04
Havia o Senhor DEUS criado Adão e Eva. Era para eles formarem um lar, e, sendo um casal, formarem uma família. DEUS instituiu a menor sociedade possível para haver felicidade, duas pessoas comprometidas uma com a outra.
Para que sejamos felizes é necessário que alguém nos faça feliz. Assim, uma única pessoa não pode ser feliz, pois ela não tem quem a quem fazer feliz, nem quem a faça feliz. Os seres sociais necessitam de outras pessoas para se comunicarem e interagirem. A felicidade depende disso, da interação entre seres inteligentes. Aliás, tudo depende da interação, nosso aprendizado, a construção de prédios, a realização de planos, tudo mesmo. Ainda mais a felicidade depende de sermos seres sociais.
E para que pudéssemos ser seres sociais, DEUS nos fez homem e mulher, ou seja, um o complemento do outro. Ele disse que a mulher era idônea ao homem, isto é, complementar, diferente, mas nem superior, nem inferior, assim, nessa complementaridade um tem oportunidade de fazer o outro feliz. É a menor sociedade imaginável, pois um só não forma uma relação social. E era para ser mesmo a menor sociedade, ou seja, a mais simples imaginável, para que fosse fácil de funcionar. Se é dessa sociedade que depende a felicidade dos seres humanos, ela precisa mesmo ser simples, para não correr risco de, por ser complexa, tornar-se difícil de ser dirigida.
A felicidade depende de uma condição, e só de uma. Essa condição é a intimidade. Para sermos seres sociais, dependemos de estar juntos, falar uns com os outros, trocar sentimentos. Estar juntos e de bem uns com os outros é intimidade.
Um casal, para ser feliz, precisa se amar, e para amar, precisa haver intimidade, isto é, estar juntos. A intimidade não é necessária o tempo todo, mas com freqüência faz bem. E há diversas intensidades de intimidade. A intimidade mais intensa entre seres humanos é quando, como disse DEUS, um casal comprometido em se amar, se torna uma só carne. É tanta a felicidade nesse momento que se produz um prazer especial, a êxtase. E, por ser uma explosão de amor, e assim quis DEUS, nessa intimidade há a capacidade de dois seres humanos se reproduzirem e gerarem outro ser humano. O amor assim intenso é capaz de produzir uma nova vida. Sim, uma nova vida para que o amor que explodiu naquele momento possa se expandir a outros seres humanos. Um homem e uma mulher amam seus filhos porque foram gerados em seus momentos de maior felicidade. Os filhos são bênçãos da felicidade.
Mas a intimidade mais íntima, a mais intensa possível a seres humanos não é quando se tornam uma só carne. A felicidade mais intensa não é quando ocorre o ato conjugal. Há um momento ainda mais potente para sermos intensamente felizes: é quando estamos juntos com o nosso Criador.
Nessa Terra não sabemos como é isso pois caídos em pecado, temos medo da presença de DEUS. Mas quando formos restaurados à condição original de antes do pecado, então teremos um tal intenso prazer com a presença de DEUS que talvez não desejemos mais nos afastar d’Ele. Quem aqui nessa Terra vive como Ele deseja, isto é, O obedece, já sabe um pouco o que é isso.
E o que DEUS providenciou para que haja essa intimidade? Ele, depois que criou tudo, em seis dias, estabeleceu o sábado. Nesse dia Ele nos pede que não façamos coisa alguma em nosso benefício pois sábado, o sétimo dia da criação, é o dia da intimidade entre DEUS e Suas criaturas. É o dia que nos dedicamos a Ele, com exclusividade. Ele quer nesse dia nos fazer tão felizes que os restantes serão um prazer por aguardar outro sábado. Esse é o sentido de ter Ele descansado, santificado e abençoado o dia de sábado. Por isso pede que também façamos o mesmo. É para sermos felizes junto com Ele, O Criador. O sentido de se viver é ser feliz. E esse é o desejo do Criador.
Fonte - Cristo Voltará
Havia o Senhor DEUS criado Adão e Eva. Era para eles formarem um lar, e, sendo um casal, formarem uma família. DEUS instituiu a menor sociedade possível para haver felicidade, duas pessoas comprometidas uma com a outra.
Para que sejamos felizes é necessário que alguém nos faça feliz. Assim, uma única pessoa não pode ser feliz, pois ela não tem quem a quem fazer feliz, nem quem a faça feliz. Os seres sociais necessitam de outras pessoas para se comunicarem e interagirem. A felicidade depende disso, da interação entre seres inteligentes. Aliás, tudo depende da interação, nosso aprendizado, a construção de prédios, a realização de planos, tudo mesmo. Ainda mais a felicidade depende de sermos seres sociais.
E para que pudéssemos ser seres sociais, DEUS nos fez homem e mulher, ou seja, um o complemento do outro. Ele disse que a mulher era idônea ao homem, isto é, complementar, diferente, mas nem superior, nem inferior, assim, nessa complementaridade um tem oportunidade de fazer o outro feliz. É a menor sociedade imaginável, pois um só não forma uma relação social. E era para ser mesmo a menor sociedade, ou seja, a mais simples imaginável, para que fosse fácil de funcionar. Se é dessa sociedade que depende a felicidade dos seres humanos, ela precisa mesmo ser simples, para não correr risco de, por ser complexa, tornar-se difícil de ser dirigida.
A felicidade depende de uma condição, e só de uma. Essa condição é a intimidade. Para sermos seres sociais, dependemos de estar juntos, falar uns com os outros, trocar sentimentos. Estar juntos e de bem uns com os outros é intimidade.
Um casal, para ser feliz, precisa se amar, e para amar, precisa haver intimidade, isto é, estar juntos. A intimidade não é necessária o tempo todo, mas com freqüência faz bem. E há diversas intensidades de intimidade. A intimidade mais intensa entre seres humanos é quando, como disse DEUS, um casal comprometido em se amar, se torna uma só carne. É tanta a felicidade nesse momento que se produz um prazer especial, a êxtase. E, por ser uma explosão de amor, e assim quis DEUS, nessa intimidade há a capacidade de dois seres humanos se reproduzirem e gerarem outro ser humano. O amor assim intenso é capaz de produzir uma nova vida. Sim, uma nova vida para que o amor que explodiu naquele momento possa se expandir a outros seres humanos. Um homem e uma mulher amam seus filhos porque foram gerados em seus momentos de maior felicidade. Os filhos são bênçãos da felicidade.
Mas a intimidade mais íntima, a mais intensa possível a seres humanos não é quando se tornam uma só carne. A felicidade mais intensa não é quando ocorre o ato conjugal. Há um momento ainda mais potente para sermos intensamente felizes: é quando estamos juntos com o nosso Criador.
Nessa Terra não sabemos como é isso pois caídos em pecado, temos medo da presença de DEUS. Mas quando formos restaurados à condição original de antes do pecado, então teremos um tal intenso prazer com a presença de DEUS que talvez não desejemos mais nos afastar d’Ele. Quem aqui nessa Terra vive como Ele deseja, isto é, O obedece, já sabe um pouco o que é isso.
E o que DEUS providenciou para que haja essa intimidade? Ele, depois que criou tudo, em seis dias, estabeleceu o sábado. Nesse dia Ele nos pede que não façamos coisa alguma em nosso benefício pois sábado, o sétimo dia da criação, é o dia da intimidade entre DEUS e Suas criaturas. É o dia que nos dedicamos a Ele, com exclusividade. Ele quer nesse dia nos fazer tão felizes que os restantes serão um prazer por aguardar outro sábado. Esse é o sentido de ter Ele descansado, santificado e abençoado o dia de sábado. Por isso pede que também façamos o mesmo. É para sermos felizes junto com Ele, O Criador. O sentido de se viver é ser feliz. E esse é o desejo do Criador.
Fonte - Cristo Voltará
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A Europa, as crises e o domingo
Sob a alcunha de "Solidariedade - O desafio para a Europa", de 500 a 600 católicos de todo continente se encontrarão entre 8 e 11 de Outubro de 2.009 para discutirem os "Dias Sociais Católicos para a Europa", alinhados com os interesses da COMECE (Comissão das Conferências dos Bispos da Comunidade Europeia).
Parte-se da premissa que quase todos os entes europeus estão agora ligados pela União Europeia, seja porque o seu país é já um estado membro ou porque gostaria de se tornar um estado membro. Inspirado pela fé cristã, e em particular pelo ensino social da Igreja Católica, o encontro vai focalizar-se no aspecto social da natureza humana e na nossa vida partilhada em sociedade na Europa.
A primeira justificativa desta iniciativa se estabelece por conta da alegação que "hoje, oitenta anos após a quebra de o Wall Street em 1929, o mundo mais uma vez se encontra em meio a uma grave crise económica e financeira, que traz consigo o potencial de perigosas consequências sociais e políticas, incluindo a tentação de voltar ao nacionalismo e protecionismo."
Nesta linha os 26 membros, representantes de 19 países elaboraram seu manifesto dizendo que "a forma de sair desta crise e a chave para a paz residem na combinação de valores pessoais e políticos, encapsulados no termo 'solidariedade' ". O texto define como solidariedade como algo indivisível, sem qualquer exclusão ou exceção. Eis os termos:
"Ela [solidariedade] inclui todos os seres humanos, daqueles que ainda não são nascidos até aqueles que estão no final da sua vida. Inclui nossos contemporâneos e as gerações vindouras. Inclui residentes e dos migrantes. Inclui todos os países, sejam eles grandes ou pequenos."
E continua:
"Esta solidariedade deve transcender fronteiras da UE, porque 'seres humanos são cada vez mais dependente de um outro e seus destinos tão interligados'; também deveria transcender o tempo presente, dado o fato de que 'o nosso modo de vida constitui uma ameaça como nunca antes aos fundamentos naturais de existência para as gerações futuras."
Ainda de se salientar mais uma vez, que não faltou a alegação no sentido de que "nossas sociedades os mais fracos sejam protegidos e que a família como o alicerce fundamental da sociedade, construída na união entre um homem e uma mulher seja defendida e apoiada."
Logicamente o encontro terá uma dimensão ecumênica através dos seus participantes e conferencistas convidados. Serão proeminentes figuras da vida pública na Europa, incluindo as instituições europeias, além de distintos membros da hierarquia católica, todos contatados para participar do evento.
Impossível não se relembrar de manifestação recente da mesma COMECE acerca da institucionalização do domingo como dia oficial de descanso no âmbito da União Européia, como proposto ao Parlamento e que ainda não se tem notícia dos trâmites finais, o que deverá se dar até 07 de maio próximo. ("Bispos da UE deixam apelos para as Europeias")
Ainda a COMECE tomou diretiva no sentido de "Incentivar os Chefes de Estado e Governos a desempenharem um papel de liderança na luta contra as alterações climáticas" em 09/Mar/09, alegando em síntese que a questão ambiental é um desafio político e moral de toda a humanidade, direcionando-se para a reunião de Copenhagen em Dezembro próximo. O mote estabelece-se também na questão da solidariedade e, na assertiva de se aproveitar este momento como sendo uma oportunidade para um "ambicioso" acordo climático global, que não pode ser desperdiçada.
Ainda em exposição de diretrizes para as eleições européias em Junho próximo, a orientação católica para seus membros fixa dentre outros pontos, em uma Declaração, que os cristão que votarão neste certame devem esperar do Parlamento Europeu que se faça "avançar os direitos sociais dos trabalhadores oferecendo-lhes condições de trabalho que respeitem a sua saúde, segurança e dignidade." O que nos faz lembrar de forma plena A Doutrina Social da Igreja e suas correlações com o domingo, segundo a pregação romana.
Enfim, parece não haver muita dúvida que a crise econômica e crise ambiental, bem como as questões periféricas que também são levantadas nestes quadros, estão a apontar, segundo o embate de temas encampandos pela COMECE, para um único fim: através do ecumenismo e da "solidariedade", a institucionalização do domingo.
Quem ficar de fora será acusado de crimes contra os direitos humanos.
Parte-se da premissa que quase todos os entes europeus estão agora ligados pela União Europeia, seja porque o seu país é já um estado membro ou porque gostaria de se tornar um estado membro. Inspirado pela fé cristã, e em particular pelo ensino social da Igreja Católica, o encontro vai focalizar-se no aspecto social da natureza humana e na nossa vida partilhada em sociedade na Europa.
A primeira justificativa desta iniciativa se estabelece por conta da alegação que "hoje, oitenta anos após a quebra de o Wall Street em 1929, o mundo mais uma vez se encontra em meio a uma grave crise económica e financeira, que traz consigo o potencial de perigosas consequências sociais e políticas, incluindo a tentação de voltar ao nacionalismo e protecionismo."
Nesta linha os 26 membros, representantes de 19 países elaboraram seu manifesto dizendo que "a forma de sair desta crise e a chave para a paz residem na combinação de valores pessoais e políticos, encapsulados no termo 'solidariedade' ". O texto define como solidariedade como algo indivisível, sem qualquer exclusão ou exceção. Eis os termos:
"Ela [solidariedade] inclui todos os seres humanos, daqueles que ainda não são nascidos até aqueles que estão no final da sua vida. Inclui nossos contemporâneos e as gerações vindouras. Inclui residentes e dos migrantes. Inclui todos os países, sejam eles grandes ou pequenos."
E continua:
"Esta solidariedade deve transcender fronteiras da UE, porque 'seres humanos são cada vez mais dependente de um outro e seus destinos tão interligados'; também deveria transcender o tempo presente, dado o fato de que 'o nosso modo de vida constitui uma ameaça como nunca antes aos fundamentos naturais de existência para as gerações futuras."
Ainda de se salientar mais uma vez, que não faltou a alegação no sentido de que "nossas sociedades os mais fracos sejam protegidos e que a família como o alicerce fundamental da sociedade, construída na união entre um homem e uma mulher seja defendida e apoiada."
Logicamente o encontro terá uma dimensão ecumênica através dos seus participantes e conferencistas convidados. Serão proeminentes figuras da vida pública na Europa, incluindo as instituições europeias, além de distintos membros da hierarquia católica, todos contatados para participar do evento.
Impossível não se relembrar de manifestação recente da mesma COMECE acerca da institucionalização do domingo como dia oficial de descanso no âmbito da União Européia, como proposto ao Parlamento e que ainda não se tem notícia dos trâmites finais, o que deverá se dar até 07 de maio próximo. ("Bispos da UE deixam apelos para as Europeias")
Ainda a COMECE tomou diretiva no sentido de "Incentivar os Chefes de Estado e Governos a desempenharem um papel de liderança na luta contra as alterações climáticas" em 09/Mar/09, alegando em síntese que a questão ambiental é um desafio político e moral de toda a humanidade, direcionando-se para a reunião de Copenhagen em Dezembro próximo. O mote estabelece-se também na questão da solidariedade e, na assertiva de se aproveitar este momento como sendo uma oportunidade para um "ambicioso" acordo climático global, que não pode ser desperdiçada.
Ainda em exposição de diretrizes para as eleições européias em Junho próximo, a orientação católica para seus membros fixa dentre outros pontos, em uma Declaração, que os cristão que votarão neste certame devem esperar do Parlamento Europeu que se faça "avançar os direitos sociais dos trabalhadores oferecendo-lhes condições de trabalho que respeitem a sua saúde, segurança e dignidade." O que nos faz lembrar de forma plena A Doutrina Social da Igreja e suas correlações com o domingo, segundo a pregação romana.
Enfim, parece não haver muita dúvida que a crise econômica e crise ambiental, bem como as questões periféricas que também são levantadas nestes quadros, estão a apontar, segundo o embate de temas encampandos pela COMECE, para um único fim: através do ecumenismo e da "solidariedade", a institucionalização do domingo.
Quem ficar de fora será acusado de crimes contra os direitos humanos.
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A profecia em símbolos
O apóstolo Paulo, referindo-se a acontecimentos do êxodo - travessia do povo de Israel pelo deserto com destino à Canaã - afirmou: "Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado" (1Co 10:11). A palavra grega TYPOS traduzida por "exemplos", estabelece uma correspondência profética entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Portanto, pode-se afirmar que "tipo é uma relação representativa preordenada que certas pessoas, eventos e instituições têm com pessoas, eventos e instituições correspondentes, que ocorrem numa época posterior na história da salvação" (Henry Virkler, Hermenêutica, p. 141, Editora Vida).
A tipologia pode ser considerada uma profecia através de símbolos. São pessoas, eventos ou instituições encontradas no Antigo Testamento, que prefiguram pessoas, eventos ou instituições que apareceriam a partir do Novo Testamento. A correspondência do tipo no Novo Testamento é chamada de "antítipo" (como se fosse um retrato). Não é qualquer símbolo do Antigo Testamento que tem correspondência no Novo Testamento. Há três regras para se determinar a validade dos tipos (Ibidem, p. 144):
1- Alguma semelhança notável ente o tipo e o antítipo.
2- Alguma evidência de que Deus indicou que o tipo representa a coisa tipificada.
3- Algum antítipo futuro correspondente.
Exemplos:
- Adão foi um tipo de Cristo - "Entretanto reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir" (Rm 5:14).
- A serpente levantada por Moisés tipificava a morte de Cristo na cruz: "E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna" (Jo 3:14).
- Moisés, como profeta, foi um tipo de Cristo: "O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvireis" (Dt 18:15). Jonas, ao ficar no ventre de um grande peixe, foi também um tipo de Cristo: "Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra" (Mt 12:40).
- O cordeiro morto diariamente no sacrifício do santuário israelita era um tipo de Cristo: "No dia seguinte viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29).
O conhecimento da tipologia é importante para todo estudante das Escrituras, principalmente para aqueles empenhados em interpretar as profecias, porque o "tipo" é uma profecia em símbolo. Especialmente tipológicos são os eventos do êxodo, que tratam da peregrinação do povo de Israel pelo deserto em direção à Terra Prometida. Em particular, por ser totalmente tipológico, o serviço cerimonial do santuário instituído por Deus durante essa peregrinação deve ser alvo de estudo mais detalhado. Tanto o serviço cerimonial diário quanto as festas religiosas anuais do santuário judeu, prefiguram maravilhosamente o calendário da salvação bem como o ministério de Cristo na Terra e depois no céu.
A tipologia pode ser considerada uma profecia através de símbolos. São pessoas, eventos ou instituições encontradas no Antigo Testamento, que prefiguram pessoas, eventos ou instituições que apareceriam a partir do Novo Testamento. A correspondência do tipo no Novo Testamento é chamada de "antítipo" (como se fosse um retrato). Não é qualquer símbolo do Antigo Testamento que tem correspondência no Novo Testamento. Há três regras para se determinar a validade dos tipos (Ibidem, p. 144):
1- Alguma semelhança notável ente o tipo e o antítipo.
2- Alguma evidência de que Deus indicou que o tipo representa a coisa tipificada.
3- Algum antítipo futuro correspondente.
Exemplos:
- Adão foi um tipo de Cristo - "Entretanto reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir" (Rm 5:14).
- A serpente levantada por Moisés tipificava a morte de Cristo na cruz: "E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna" (Jo 3:14).
- Moisés, como profeta, foi um tipo de Cristo: "O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvireis" (Dt 18:15). Jonas, ao ficar no ventre de um grande peixe, foi também um tipo de Cristo: "Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra" (Mt 12:40).
- O cordeiro morto diariamente no sacrifício do santuário israelita era um tipo de Cristo: "No dia seguinte viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29).
O conhecimento da tipologia é importante para todo estudante das Escrituras, principalmente para aqueles empenhados em interpretar as profecias, porque o "tipo" é uma profecia em símbolo. Especialmente tipológicos são os eventos do êxodo, que tratam da peregrinação do povo de Israel pelo deserto em direção à Terra Prometida. Em particular, por ser totalmente tipológico, o serviço cerimonial do santuário instituído por Deus durante essa peregrinação deve ser alvo de estudo mais detalhado. Tanto o serviço cerimonial diário quanto as festas religiosas anuais do santuário judeu, prefiguram maravilhosamente o calendário da salvação bem como o ministério de Cristo na Terra e depois no céu.
Santa Sé e Liga Árabe assinam acordo de colaboração
Cidade do Vaticano, 23 abr (EFE).- A Santa Sé e a Liga Árabe assinaram hoje, no Palácio Apostólico, um acordo de colaboração em nível político e cultural, a favor da paz, da segurança e da estabilidade regional e internacional, informou o Vaticano.
O acordo, precisou o Vaticano, também contempla a consulta entre as duas partes em assuntos de diálogo interreligioso.
O documento foi assinado por parte da Santa Sé pelo "secretário das Relações com os Estados do Vaticano, o arcebispo Dominique Mamberti, e, pela Liga Árabe, por seu secretário-geral, Amre Moussa.
A assinatura contou com a presença do secretário de Estado vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone; do chefe da missão da Liga Árabe perante a Santa Sé, Walid al-Gargani, e dos embaixadores de países árabes credenciados no Vaticano.
O acordo, ressaltou o Vaticano, consolida os vínculos de colaboração entre a Santa Sé e a Liga Árabe e entrou em vigor hoje.
Amre Moussa será recebido amanhã pelo papa Bento XVI.
Fonte - Último Segundo
O acordo, precisou o Vaticano, também contempla a consulta entre as duas partes em assuntos de diálogo interreligioso.
O documento foi assinado por parte da Santa Sé pelo "secretário das Relações com os Estados do Vaticano, o arcebispo Dominique Mamberti, e, pela Liga Árabe, por seu secretário-geral, Amre Moussa.
A assinatura contou com a presença do secretário de Estado vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone; do chefe da missão da Liga Árabe perante a Santa Sé, Walid al-Gargani, e dos embaixadores de países árabes credenciados no Vaticano.
O acordo, ressaltou o Vaticano, consolida os vínculos de colaboração entre a Santa Sé e a Liga Árabe e entrou em vigor hoje.
Amre Moussa será recebido amanhã pelo papa Bento XVI.
Fonte - Último Segundo
G-8 admite que está perto de perder a luta contra a fome
O G-8 admitiu pela primeira vez que a comunidade internacional está a caminho de perder a luta contra a fome e as metas da ONU de reduzir pela metade o número de famintos no mundo até 2015 não devem ser cumpridas. Mesmo assim, a reunião ministerial do G-8 (grupo de países industrializados) fracassou em criar medidas concretas para a agricultura mundial. O encontro se limitou a pedir novos estudos para avaliar o impacto de propostas como a criação de um estoque global de cereais.
As recomendações ao encontro feitas pelos emergentes, entre eles o Brasil, nem sequer foram incluídas na declaração final. Por essa razão, entidades internacionais criticaram o encontro, afirmando que serviu apenas para "admitir o fracasso total" dos países ricos em dar uma resposta à fome no mundo.
A reunião, que ocorreu de sábado até ontem, tinha uma agenda ambiciosa: apresentar uma nova estratégia mundial para o campo e para os mais de 1 bilhão de famintos. Para isso, o G-8 convidou vários países emergentes ao encontro em Treviso, na Itália. Mas, como o Estado antecipou ontem, todo o esforço quase se transformou em um fiasco. O G-8 não aceitou fechar uma declaração conjunta entre emergentes e países ricos.
...
Fonte - Estadão
As recomendações ao encontro feitas pelos emergentes, entre eles o Brasil, nem sequer foram incluídas na declaração final. Por essa razão, entidades internacionais criticaram o encontro, afirmando que serviu apenas para "admitir o fracasso total" dos países ricos em dar uma resposta à fome no mundo.
A reunião, que ocorreu de sábado até ontem, tinha uma agenda ambiciosa: apresentar uma nova estratégia mundial para o campo e para os mais de 1 bilhão de famintos. Para isso, o G-8 convidou vários países emergentes ao encontro em Treviso, na Itália. Mas, como o Estado antecipou ontem, todo o esforço quase se transformou em um fiasco. O G-8 não aceitou fechar uma declaração conjunta entre emergentes e países ricos.
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Fonte - Estadão
Desastres naturais afetarão 375 mi por ano em 2015
O número de pessoas afetadas por desastres naturais deve aumentar em mais de 50% até 2015 e atingir a média de 375 milhões de pessoas por ano, segundo a organização não-governamental britânica Oxfam.
Os dados fazem parte do relatório Direito a sobreviver, divulgado nesta terça-feira. A Oxfam, que combate a pobreza, usou dados do centro de pesquisa belga CRED, que há trinta anos coleta estatísticas sobre o impacto de catástrofes naturais no mundo, como secas e enchentes.
Os números do CRED mostram que, entre 1998 e 2007, cerca de 243 milhões de pessoas por ano foram afetadas por catástrofes naturais. Os dados indicam um progressivo aumento na incidência desse tipo de problema.
Segundo a Oxfam, a média anual de 375 milhões de pessoas atingidas por desastres naturais até 2015 foi obtida com base em projeções do aumento da população e da incidência de catástrofes naturais entre 1998 e 2007.
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Fonte - G1
Os dados fazem parte do relatório Direito a sobreviver, divulgado nesta terça-feira. A Oxfam, que combate a pobreza, usou dados do centro de pesquisa belga CRED, que há trinta anos coleta estatísticas sobre o impacto de catástrofes naturais no mundo, como secas e enchentes.
Os números do CRED mostram que, entre 1998 e 2007, cerca de 243 milhões de pessoas por ano foram afetadas por catástrofes naturais. Os dados indicam um progressivo aumento na incidência desse tipo de problema.
Segundo a Oxfam, a média anual de 375 milhões de pessoas atingidas por desastres naturais até 2015 foi obtida com base em projeções do aumento da população e da incidência de catástrofes naturais entre 1998 e 2007.
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Fonte - G1
Estados Unidos e a tortura
Barack Obama anunciou que a CIA valeu-se de técnicas comparáveis à tortura em interrogatórios de suspeitos de terrorismo. Isso foi durante o governo de G. W. Bush. Ele surpreendeu quando disse que esses agentes não serão processados. Pelo contrário, disse mais, que esses agentes dessa forma estão protegendo o povo americano de terroristas.
Quando os fins justificam os meios, a tortura fica liberada. E quanto piores forem as condições de crise no planeta, mais ainda a tortura será um instrumento para fazer com que pessoas confessem, muitas vezes o que não fizeram. Assim foi na Idade Média.
EUA preparando-se para reedificar a primeira besta. (BBC)
Fonte - Cristo Voltará
Quando os fins justificam os meios, a tortura fica liberada. E quanto piores forem as condições de crise no planeta, mais ainda a tortura será um instrumento para fazer com que pessoas confessem, muitas vezes o que não fizeram. Assim foi na Idade Média.
EUA preparando-se para reedificar a primeira besta. (BBC)
Fonte - Cristo Voltará
quinta-feira, 23 de abril de 2009
BXVI alerta sobre intrepretações particulares da Bíblia
CIDADE DO VATICANO, 23 ABR (ANSA)-O papa Bento XVI afirmou hoje que os estudiosos católicos não podem interpretar a Bíblia de uma maneira independente, nem de um ponto de vista científico ou individual, prescindindo da fé e da doutrina da Igreja de Roma.
'A interpretação das sacras escrituras não pode ser somente um esforço científico individual, mas deve ser sempre confrontada, inserida e autenticada nas tradições viventes da Igreja', disse Bento XVI durante um encontro com membros da Pontifícia Comissão Bíblica.
Segundo o Pontífice 'esta norma é decisiva para manter a correta e recíproca relação entre a exegese (interpretação de escrituras bíblicas) e o magistério da Igreja'. O papa explicou que os intérpretes católicos devem estar atentos para perceber a palavra de Deus nos textos bíblicos, sendo que a falta deste 'imprescindível ponto de referência faz a procura exegética ficar incompleta, perdendo de vista a sua finalidade principal, correndo o risco de se tornar um mero exercício intelectual'.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Em outras palavras, a Bíblia somente naquilo que não contraria a tradição estabelecida pela igreja oficial.
'A interpretação das sacras escrituras não pode ser somente um esforço científico individual, mas deve ser sempre confrontada, inserida e autenticada nas tradições viventes da Igreja', disse Bento XVI durante um encontro com membros da Pontifícia Comissão Bíblica.
Segundo o Pontífice 'esta norma é decisiva para manter a correta e recíproca relação entre a exegese (interpretação de escrituras bíblicas) e o magistério da Igreja'. O papa explicou que os intérpretes católicos devem estar atentos para perceber a palavra de Deus nos textos bíblicos, sendo que a falta deste 'imprescindível ponto de referência faz a procura exegética ficar incompleta, perdendo de vista a sua finalidade principal, correndo o risco de se tornar um mero exercício intelectual'.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Em outras palavras, a Bíblia somente naquilo que não contraria a tradição estabelecida pela igreja oficial.
Terceira encíclica de Bento XVI sairá em 29 de junho
Cidade do Vaticano, 23 abr (EFE).- A terceira encíclica de Bento XVI, que será sobre assuntos sociais, a terceira de seu Pontificado, será apresentada em 29 de junho, disse hoje o presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, o cardeal Renato Raffaele Martino.
"Acho e prevejo que será em 29 de junho, festividade de São Pedro e São Paulo, a data definitiva" para a publicação do documento pontifício, disse Martino durante um congresso sobre globalização na Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma.
A encíclica "Caritas in veritate" será dividida, segundo fontes vaticanas, em quatro capítulos e em sua parte inicial lembrará as encíclicas "Populorum Progressio" (1967) de Paulo VI e "Sollicitudo rei socialis" (1988) de João Paulo II.
Segundo as fontes vaticanas citadas pela imprensa, no documento, Bento XVI analisará as mudanças sociais registradas no mundo desde a encíclica de Paulo VI e a globalização.
O papa manifestará a necessidade de potencializar um humanismo que concilie o desenvolvimento social e econômico com o respeito ao ser humano, e que reduza as excessivas diferenças entre ricos e pobres.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Encíclicas sociais costumam trazer cargas de mundança para o mundo político, será interessante estudar tal documento.
"Acho e prevejo que será em 29 de junho, festividade de São Pedro e São Paulo, a data definitiva" para a publicação do documento pontifício, disse Martino durante um congresso sobre globalização na Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma.
A encíclica "Caritas in veritate" será dividida, segundo fontes vaticanas, em quatro capítulos e em sua parte inicial lembrará as encíclicas "Populorum Progressio" (1967) de Paulo VI e "Sollicitudo rei socialis" (1988) de João Paulo II.
Segundo as fontes vaticanas citadas pela imprensa, no documento, Bento XVI analisará as mudanças sociais registradas no mundo desde a encíclica de Paulo VI e a globalização.
O papa manifestará a necessidade de potencializar um humanismo que concilie o desenvolvimento social e econômico com o respeito ao ser humano, e que reduza as excessivas diferenças entre ricos e pobres.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Encíclicas sociais costumam trazer cargas de mundança para o mundo político, será interessante estudar tal documento.
A crise acabou?
Tenho notado o descompasso da grande mídia em noticiar as causas e os efeitos da grande crise econômica que o mundo está a viver, o Brasil no meio (veja-se meu artigo anterior). E o Brasil não é uma abstração genérica, somos nós todos, pessoas de carne e osso que precisam tomar decisões práticas todos os dias, de curto, médio e longo prazos. Percebe-se que os diretores de redação dos jornais, que escolhem as noticias e as manchetes, e os editorialistas que as comentam, hesitam entre a verdade dos fatos e a mentira pura e simples, suprimindo o real para dar lugar a um dourado mundo de sonho em que a crise ou não existe ou já está superada. A marolinha do Lula é como se fosse um fato na cabeça dos fabricantes de notícias.
Como os jornais são os formadores de opinião e os portadores dos fatos, a partir dos quais a pessoas formulam seus juízos para tocar sua vida prática, uma mentira noticiada ou uma meia verdade pode levar toda a gente e fazer coisas equívocas, com prejuízos certos para sua existência. E não apenas prejuízos financeiros, pois há também e sobretudo a dimensão política da mentira. Mais do que nunca o imperativo moral de compromisso com a verdade está posto diante dos profissionais do jornalismo.
Casar agora ou depois? Começar agora um novo empreendimento ou adiar o investimento? Endividar-se para mobiliar a casa? Matricular o filho na escola boa, cara pela hora da morte, ou economizar dinheiro para atravessar o mar revolto da crise? Comprar um carro parcelado em 80 prestações ou aliviar o orçamento doméstico de uma dívida cara e estúpida? Veja-se que a solução de todos esses dilemas do cotidiano depende das notícias corretas da mídia, não de boas notícias eventualmente fabricadas para enganar os desavisados.
No último dia 14 Lula verbalizou isso ao declarar que “50% da crise é um pouco de pânico”. A coisa se encaixou e o fenômeno clareou diafanamente diante dos meus olhos. Há uma orquestração governamental para eliminar a parte da crise supostamente fabricada pela mente opaca das gentes tomadas de pânico, um suposto magote de imbecis. Se os fatos estão errados e a crise é criada em boa parte desde dentro da cachola dos viventes, então basta uma ajudazinha dos jornais para eliminar a desdita. O negócio dos jornais a soldo do governo é agora espantar a crise pela fabricação de manchetes, no que não se fizeram de rogados. Crise ou ilusão de crise? Eis a questão a responder.
Vim aqui comentar o Estadão deste domigo. Vejo que seus editores agora, depois das alfinetadas do MSM sobre seu conteúdo, têm sido mais cuidadosos no trato com a mentira jornalística e no viés petista de sua linha editorial. O tiro e a queda, pode-se dizer. Mas ordens são ordens e o vetusto jornal paulista tem que entregar a sua parte no trato com o governo. Daí que a edição de hoje só faltou proclamar a prosperidade e o bem-estar geral e a supressão geral e irrestrita da crise mundial.
Manchete principal: “Investidor externo faz Bovespa liderar ganhos”. Grande notícia, realmente, se não for vista em contexto e se nos esquecermos de outros fatos mais notavelmente relevantes, que mereceriam o lugar de honra do destaque e foram deixados de lado. Essa suposta boa noticia veio acompanhada da explicação de que esse é um episódio passageiro e volátil e de escasso impacto na vida econômica da nação. Se assim é, porque o destaque inusitado? Um leitor desatento poderá concluir que está tudo normal e que está portanto autorizado a tomar as decisões supondo que nos próximos meses teremos a repetição da normalidade dos últimos anos. A crise internacional clama a todos os ouvidos sensatos que isso é impossível de acontecer, todavia.
Se passarmos ao Caderno de Economia, então as trombetas da prosperidade ressoam em sons mais altos. Repete-se a manchete da capa principal em letras garrafais, secundada por outra que lhe complementa, na página 3: “Câmbio já favorece planejamento”. Não é maravilhoso vivermos em um mundo passível de ser planejado, ou seja, em que podemos tomar decisões descuidados do futuro crítico (aqui, no sentido de mergulhado na crise) que nos aguarda? Veja, caro leitor, que essa manchete da página três é uma falsa notícia enxertada como tal, é uma mera opinião envelopada como um fato da realidade. Uma falsificação teleológica, soporífera.
Na página 8 mais uma dose cavalar de otimismo: “Empresas já pensam no pós-crise”. Quem lê desatento acha que a marolinha já foi superada e você, caro leitor, deve se portar como se os tempos de prosperidade estivessem voltando.
Claro que os fatos reais têm uma inércia e não podem ser recusados, daí ver-se matérias relatando a enorme queda de receitas dos impostos (isso é crise?), que o retorno do Real forte preocupa o governo (leia-se: a depreciação do dólar, fenômeno de rara gravidade) e que as construtoras têm um enorme estoque de imóveis a comercializar, estando a fazer liquidações.
Será crise? A leitura do Caderno de Economia é inconclusiva, mas os destaques induzem que a crise foi superada. Digo-lhe, caro leitor, sem medo de errar: é mentira. Não acredite em tudo que ler no Estadão.
Fonte - Mídia sem Máscara
Como os jornais são os formadores de opinião e os portadores dos fatos, a partir dos quais a pessoas formulam seus juízos para tocar sua vida prática, uma mentira noticiada ou uma meia verdade pode levar toda a gente e fazer coisas equívocas, com prejuízos certos para sua existência. E não apenas prejuízos financeiros, pois há também e sobretudo a dimensão política da mentira. Mais do que nunca o imperativo moral de compromisso com a verdade está posto diante dos profissionais do jornalismo.
Casar agora ou depois? Começar agora um novo empreendimento ou adiar o investimento? Endividar-se para mobiliar a casa? Matricular o filho na escola boa, cara pela hora da morte, ou economizar dinheiro para atravessar o mar revolto da crise? Comprar um carro parcelado em 80 prestações ou aliviar o orçamento doméstico de uma dívida cara e estúpida? Veja-se que a solução de todos esses dilemas do cotidiano depende das notícias corretas da mídia, não de boas notícias eventualmente fabricadas para enganar os desavisados.
No último dia 14 Lula verbalizou isso ao declarar que “50% da crise é um pouco de pânico”. A coisa se encaixou e o fenômeno clareou diafanamente diante dos meus olhos. Há uma orquestração governamental para eliminar a parte da crise supostamente fabricada pela mente opaca das gentes tomadas de pânico, um suposto magote de imbecis. Se os fatos estão errados e a crise é criada em boa parte desde dentro da cachola dos viventes, então basta uma ajudazinha dos jornais para eliminar a desdita. O negócio dos jornais a soldo do governo é agora espantar a crise pela fabricação de manchetes, no que não se fizeram de rogados. Crise ou ilusão de crise? Eis a questão a responder.
Vim aqui comentar o Estadão deste domigo. Vejo que seus editores agora, depois das alfinetadas do MSM sobre seu conteúdo, têm sido mais cuidadosos no trato com a mentira jornalística e no viés petista de sua linha editorial. O tiro e a queda, pode-se dizer. Mas ordens são ordens e o vetusto jornal paulista tem que entregar a sua parte no trato com o governo. Daí que a edição de hoje só faltou proclamar a prosperidade e o bem-estar geral e a supressão geral e irrestrita da crise mundial.
Manchete principal: “Investidor externo faz Bovespa liderar ganhos”. Grande notícia, realmente, se não for vista em contexto e se nos esquecermos de outros fatos mais notavelmente relevantes, que mereceriam o lugar de honra do destaque e foram deixados de lado. Essa suposta boa noticia veio acompanhada da explicação de que esse é um episódio passageiro e volátil e de escasso impacto na vida econômica da nação. Se assim é, porque o destaque inusitado? Um leitor desatento poderá concluir que está tudo normal e que está portanto autorizado a tomar as decisões supondo que nos próximos meses teremos a repetição da normalidade dos últimos anos. A crise internacional clama a todos os ouvidos sensatos que isso é impossível de acontecer, todavia.
Se passarmos ao Caderno de Economia, então as trombetas da prosperidade ressoam em sons mais altos. Repete-se a manchete da capa principal em letras garrafais, secundada por outra que lhe complementa, na página 3: “Câmbio já favorece planejamento”. Não é maravilhoso vivermos em um mundo passível de ser planejado, ou seja, em que podemos tomar decisões descuidados do futuro crítico (aqui, no sentido de mergulhado na crise) que nos aguarda? Veja, caro leitor, que essa manchete da página três é uma falsa notícia enxertada como tal, é uma mera opinião envelopada como um fato da realidade. Uma falsificação teleológica, soporífera.
Na página 8 mais uma dose cavalar de otimismo: “Empresas já pensam no pós-crise”. Quem lê desatento acha que a marolinha já foi superada e você, caro leitor, deve se portar como se os tempos de prosperidade estivessem voltando.
Claro que os fatos reais têm uma inércia e não podem ser recusados, daí ver-se matérias relatando a enorme queda de receitas dos impostos (isso é crise?), que o retorno do Real forte preocupa o governo (leia-se: a depreciação do dólar, fenômeno de rara gravidade) e que as construtoras têm um enorme estoque de imóveis a comercializar, estando a fazer liquidações.
Será crise? A leitura do Caderno de Economia é inconclusiva, mas os destaques induzem que a crise foi superada. Digo-lhe, caro leitor, sem medo de errar: é mentira. Não acredite em tudo que ler no Estadão.
Fonte - Mídia sem Máscara
Dia da Terra: ecologia chegou ao Vaticano
Assinala-se hoje o Dia da Terra, criado em 1970, com iniciativas em centenas de países destinados a chamar a atenção para a importância da preservação do ambiente.
...
Do Papa e dos seus colaboradores têm chegado diversos apelos em favor de uma economia sustentável e respeitadora do ambiente, em defesa do acesso universal à água como um direito humano e mesmo na promoção de um turismo mais ecológico.
O recente Compêndio da Doutrina Social da Igreja apresenta uma série de números dedicados a este tema. No ponto 481 pode ler-se que “os actuais problemas ecológicos, de carácter planetário, apenas podem ser eficazmente enfrentados através de uma cooperação internacional capaz de garantir uma maior coordenação do uso dos recursos da terra”.
Mais à frente, é referido que “os graves problemas ecológicos exigem uma efectiva mudança de mentalidade que induza a adoptar novos estilos de vida”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Seguindo a lógica do raciocínio aplicado, há de ser considerado que a "adoção de novos estilos de vida" encontra-se ligado ao ponto 486 do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, que dentre outras coisas afirma: É necessário sair da lógica do mero consumo e promover formas de produção agrícola e industrial que respeitem a ordem da criação e satisfaçam as necessidades primárias de todos.
Estilo de vida, produção, criação. Carta "Dies Domini":
Graças ao descanso dominical, as preocupações e afazeres quotidianos podem reencontrar a sua justa dimensão: as coisas materiais, pelas quais nos afadigamos, dão lugar aos valores do espírito; as pessoas com quem vivemos, recuperam, no encontro e diálogo mais tranquilo, a sua verdadeira fisionomia. As próprias belezas da natureza — frequentemente malbaratadas por uma lógica de domínio, que se volta contra o homem — podem ser profundamente descobertas e apreciadas.
Interessante como sempre há interligação entre os temas.
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Do Papa e dos seus colaboradores têm chegado diversos apelos em favor de uma economia sustentável e respeitadora do ambiente, em defesa do acesso universal à água como um direito humano e mesmo na promoção de um turismo mais ecológico.
O recente Compêndio da Doutrina Social da Igreja apresenta uma série de números dedicados a este tema. No ponto 481 pode ler-se que “os actuais problemas ecológicos, de carácter planetário, apenas podem ser eficazmente enfrentados através de uma cooperação internacional capaz de garantir uma maior coordenação do uso dos recursos da terra”.
Mais à frente, é referido que “os graves problemas ecológicos exigem uma efectiva mudança de mentalidade que induza a adoptar novos estilos de vida”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Seguindo a lógica do raciocínio aplicado, há de ser considerado que a "adoção de novos estilos de vida" encontra-se ligado ao ponto 486 do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, que dentre outras coisas afirma: É necessário sair da lógica do mero consumo e promover formas de produção agrícola e industrial que respeitem a ordem da criação e satisfaçam as necessidades primárias de todos.
Estilo de vida, produção, criação. Carta "Dies Domini":
Graças ao descanso dominical, as preocupações e afazeres quotidianos podem reencontrar a sua justa dimensão: as coisas materiais, pelas quais nos afadigamos, dão lugar aos valores do espírito; as pessoas com quem vivemos, recuperam, no encontro e diálogo mais tranquilo, a sua verdadeira fisionomia. As próprias belezas da natureza — frequentemente malbaratadas por uma lógica de domínio, que se volta contra o homem — podem ser profundamente descobertas e apreciadas.
Interessante como sempre há interligação entre os temas.
O Vaticano, a crise e a moral
O Papa explicou nesta quarta-feira, durante a audiência geral com os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, que a atual crise econômica mundial «nasceu da raiz da cobiça».
O Papa quis mostrar assim a atualidade da mensagem do monge e escritor cristão Ambrósio Autpert, que viveu no século VIII e que escreveu um tratado sobre a cobiça, no qual mostra que esta é a base dos vícios que combatem na alma humana.
...
Baseando-se em sua obra principal, o comentário ao Apocalipse, Bento XVI explicou que Ambrósio Autpert «não se interessa tanto pela segunda vinda de Cristo ao final dos tempos, mas às consequências que se derivam de sua primeira vinda para a Igreja do presente, a encarnação no seio da Virgem Maria».
...
Fonte - Zenit
A Comissão Bíblica Pontifícia, que inclui o português Pe. Francolino Gonçalves, está reunida desde Segunda-feira no Vaticano para a sua assembleia anual, em volta do tema “Inspiração e verdade na Bíblia”.
...
A Comissão trabalha na publicação, em vários idiomas, de um documento sobre a relação entre a Bíblia e os actos morais, tema que ocupou as reflexões do último quinquénio.
...
“Hoje apresentam-se muitos problemas morais desconhecidos para os autores bíblicos – explica o Pe. Stock -. Isso propõe a pergunta se a Bíblia tem algo a oferecer para solucioná-los, ainda que não se possam encontrar nela respostas pré-fabricadas.»
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Existem os aspectos "desconhecidos" e os conhecidos. Entre os conhecidos, a cobiça. Daí porque o título utilizado na matéria da Ecclesia seja sugestivo: "Bíblia como guia moral para hoje".
Utilizando um pouco de silogismo, o Vaticano propõe como solução da crise financeira, que inúmeras vezes já foi tratada como de fundo moral, a Bíblia, o que a princípio não merece reparos. Ocorre que nos aspectos conhecidos é citada a cobiça, premissa constante da segunda tábua da Lei, que para Roma foi inclusive subdividido em dois preceitos, uma vez suprimido o mandamento acerca das imagens.
Em sentido estrito o que está em voga são os mandamentos. E entre eles, sempre o domingo, um dos dois objetivos declarados deste pontificado, lembrando que o outro é o ecumenismo.
O Papa quis mostrar assim a atualidade da mensagem do monge e escritor cristão Ambrósio Autpert, que viveu no século VIII e que escreveu um tratado sobre a cobiça, no qual mostra que esta é a base dos vícios que combatem na alma humana.
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Baseando-se em sua obra principal, o comentário ao Apocalipse, Bento XVI explicou que Ambrósio Autpert «não se interessa tanto pela segunda vinda de Cristo ao final dos tempos, mas às consequências que se derivam de sua primeira vinda para a Igreja do presente, a encarnação no seio da Virgem Maria».
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Fonte - Zenit
A Comissão Bíblica Pontifícia, que inclui o português Pe. Francolino Gonçalves, está reunida desde Segunda-feira no Vaticano para a sua assembleia anual, em volta do tema “Inspiração e verdade na Bíblia”.
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A Comissão trabalha na publicação, em vários idiomas, de um documento sobre a relação entre a Bíblia e os actos morais, tema que ocupou as reflexões do último quinquénio.
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“Hoje apresentam-se muitos problemas morais desconhecidos para os autores bíblicos – explica o Pe. Stock -. Isso propõe a pergunta se a Bíblia tem algo a oferecer para solucioná-los, ainda que não se possam encontrar nela respostas pré-fabricadas.»
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Existem os aspectos "desconhecidos" e os conhecidos. Entre os conhecidos, a cobiça. Daí porque o título utilizado na matéria da Ecclesia seja sugestivo: "Bíblia como guia moral para hoje".
Utilizando um pouco de silogismo, o Vaticano propõe como solução da crise financeira, que inúmeras vezes já foi tratada como de fundo moral, a Bíblia, o que a princípio não merece reparos. Ocorre que nos aspectos conhecidos é citada a cobiça, premissa constante da segunda tábua da Lei, que para Roma foi inclusive subdividido em dois preceitos, uma vez suprimido o mandamento acerca das imagens.
Em sentido estrito o que está em voga são os mandamentos. E entre eles, sempre o domingo, um dos dois objetivos declarados deste pontificado, lembrando que o outro é o ecumenismo.
ONU pede que G8 seja mais atuante no combate à mudança climática
SIRACUSA, Itália (Reuters) - Os Estados Unidos e outros países ricos precisam ser mais atuantes para ajudar a fechar um acordo histórico sobre mudança climática este ano, disse uma importante autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU) em um encontro de ministros do Meio Ambiente.
A reunião de três dias dos países do Grupo dos Oito e das principais economias em desenvolvimento, inaugurada nesta quarta-feira na Sicília, tem sido saudada como o ponto de partida para um acordo sobre mudança climática patrocinado pela ONU, previsto para ser aprovado em dezembro em Copenhague.
Todos os olhos se voltaram para a delegação norte-americana, uma vez que o presidente Barack Obama prometeu reduzir as emissões de gases-estufa dos EUA para os níveis de 1990 até 2020, injetando ânimo às negociações de Copenhague. Seu antecessor, George W. Bush, rejeito o Protocolo de Kyoto, que será substituído pelo novo acordo deste ano.
"Não é suficiente e os EUA precisam fazer mais," disse à Reuters Yvo de Boer, a principal autoridade da ONU para mudança climática.
"Sem a liderança dos países do G8, não haverá uma resposta internacional à mudança climática. Esse encontro precisa mostrar o caminho."
Cientistas dizem que os países industrializados como um todo precisam reduzir as emissões de carbono para entre 24 e 40 por cento dos níveis de 1990 a fim de evitar um impacto severo da mudança climática.
De Boer afirmou que existe vontade política para fechar um acordo em Copenhague e que a crise econômica dá a chance de promover a tecnologia verde como parte dos pacotes de estímulo -- algo que países em desenvolvimento como China e Coréia fizeram, segundo ele.
O encontro do G8, inaugurado no Dia da Terra, reuniu pela primeira vez nove economias em desenvolvimento, incluindo Brasil, Índia e China, num esforço para pressionar por um consenso mundial.
De Boer pediu que a conferência aprove um pacto de cooperação tecnológica entre os membros do G8 e países em desenvolvimento. Ele disse que se encontraria com autoridades de países industrializados a fim de pressionar por dinheiro para ajudar a financiar a mudança tecnológica do mundo em desenvolvimento, uma das principais demandas dos países mais pobres do mundo.
Fonte - Reuters
Nota DDP: Leia também "Mudanças climáticas: questão de segurança nacional para os EUA".
[Colaboração - Fernando Machado]
A reunião de três dias dos países do Grupo dos Oito e das principais economias em desenvolvimento, inaugurada nesta quarta-feira na Sicília, tem sido saudada como o ponto de partida para um acordo sobre mudança climática patrocinado pela ONU, previsto para ser aprovado em dezembro em Copenhague.
Todos os olhos se voltaram para a delegação norte-americana, uma vez que o presidente Barack Obama prometeu reduzir as emissões de gases-estufa dos EUA para os níveis de 1990 até 2020, injetando ânimo às negociações de Copenhague. Seu antecessor, George W. Bush, rejeito o Protocolo de Kyoto, que será substituído pelo novo acordo deste ano.
"Não é suficiente e os EUA precisam fazer mais," disse à Reuters Yvo de Boer, a principal autoridade da ONU para mudança climática.
"Sem a liderança dos países do G8, não haverá uma resposta internacional à mudança climática. Esse encontro precisa mostrar o caminho."
Cientistas dizem que os países industrializados como um todo precisam reduzir as emissões de carbono para entre 24 e 40 por cento dos níveis de 1990 a fim de evitar um impacto severo da mudança climática.
De Boer afirmou que existe vontade política para fechar um acordo em Copenhague e que a crise econômica dá a chance de promover a tecnologia verde como parte dos pacotes de estímulo -- algo que países em desenvolvimento como China e Coréia fizeram, segundo ele.
O encontro do G8, inaugurado no Dia da Terra, reuniu pela primeira vez nove economias em desenvolvimento, incluindo Brasil, Índia e China, num esforço para pressionar por um consenso mundial.
De Boer pediu que a conferência aprove um pacto de cooperação tecnológica entre os membros do G8 e países em desenvolvimento. Ele disse que se encontraria com autoridades de países industrializados a fim de pressionar por dinheiro para ajudar a financiar a mudança tecnológica do mundo em desenvolvimento, uma das principais demandas dos países mais pobres do mundo.
Fonte - Reuters
Nota DDP: Leia também "Mudanças climáticas: questão de segurança nacional para os EUA".
[Colaboração - Fernando Machado]
Mudança climática causará mais desastres naturais
Pequim, 23 abr (EFE).- Um funcionário de alto escalão das Nações Unidas assinalou em Pequim que a mudança climática vai gerar mais desastres naturais, e por isso pediu mais cooperação internacional neste âmbito, durante o Dia Mundial da Terra.
"A mudança climática vai produzir cada vez mais e mais intensos desastres, por isso precisamos trabalhar juntos como um sistema internacional para reduzir o efeito destes desastres antes que eles aconteçam", afirmou John Holmes, subsecretário-geral da ONU para assuntos humanitários e coordenador de ajuda de emergência.
Citado pela agência oficial de notícias "Xinhua", Holmes assinalou em Pequim, aonde chegou na segunda-feira passada a convite do Ministério de Comércio, que espera que a China se envolvesse mais em projetos humanitários multilaterais.
Neste sentido, lembrou a "grande resposta da comunidade internacional no terremoto de Sichuan", que está a ponto de completar um ano.
"Da mesma forma, a China pode ajudar outros países quando estes sofrem problemas", recomendou Holmes, que reconheceu o trabalho e eficácia do Governo chinês na resposta a este desastre e nos trabalhos de reconstrução da região devastada.
Fonte - Yahoo
"A mudança climática vai produzir cada vez mais e mais intensos desastres, por isso precisamos trabalhar juntos como um sistema internacional para reduzir o efeito destes desastres antes que eles aconteçam", afirmou John Holmes, subsecretário-geral da ONU para assuntos humanitários e coordenador de ajuda de emergência.
Citado pela agência oficial de notícias "Xinhua", Holmes assinalou em Pequim, aonde chegou na segunda-feira passada a convite do Ministério de Comércio, que espera que a China se envolvesse mais em projetos humanitários multilaterais.
Neste sentido, lembrou a "grande resposta da comunidade internacional no terremoto de Sichuan", que está a ponto de completar um ano.
"Da mesma forma, a China pode ajudar outros países quando estes sofrem problemas", recomendou Holmes, que reconheceu o trabalho e eficácia do Governo chinês na resposta a este desastre e nos trabalhos de reconstrução da região devastada.
Fonte - Yahoo
Terremotos e desastres naturais
Desde el 5 de marzo, fecha en la que publicamos en este blog el último listado de terremotos recogidos por diferentes medios de comunicación, han sucedido nuevas desgracias, entre otras, la del terremoto del centro de Italia con más de 290 víctimas mortales. Antes de hacer un nuevo balance y registro de los movimientos sísmicos más destacados en el último mes, quisiera destacar los titulares más recientes:
"Los desastres naturales se han cuadruplicado en los últimos años" (Fuente: Diario ADN).
Hace unos 20 años atrás, se producían una media de 120 desastres naturales al año en todo el mundo. Actualmente se superan los 500 desastres naturales al año, con unos 254 millones de personas afectadas al año. Según Intermón Oxfam, se prevé que para el año 2015 la cifra anual de afectados por desastres naturales derivados del cambio climático supere los 375 millones de personas.
"Oxfam Internacional acaba de hacer público un estudio que estima que, para 2015, el número de personas afectadas por fenómenos meteorológicos extremos vinculados con el cambio climático podría alcanzar la cifra de 375 millones de personas al año. Desde 1980 se ha doblado el número de afectados por inundaciones, sequías, olas de calor, incendios forestales, tormentas y deslizamientos de tierra. Dentro de 7 años, se espera que aumente un 54%. Por ello, las organizaciones de emergencia podrían verse superadas para garantizar “el derecho a sobrevivir”.
Desde el decenio de 1980, la media de personas afectadas por desastres relacionados con el clima ha aumentado de 121 millones a 243 millones al año. Las grandes inundaciones se han cuadruplicado, siendo los años 2007-2008 tal vez los más catastróficos para 23 países africanos y 11 países de Asia, con fuertes lluvias cebándose sobre la mayor parte de Centroamérica, huracanes haciendo estragos en el Caribe y ciclones devastando grandes áreas de Birmania y Bangladesh." (Fuente: EcologíaBlog).
Regresando a los terremotos más recientes, este es el registro:
11 de marzo de 2009:
- Terremoto en Costa Rica de 6,3 grados con 23 muertos, 7 desaparecidos y pérdidas por 100 millones de US$ (AFP).
17 marzo de 2009:
- Terremoto en Sulawesi de 6.4 grados (Radio Angulo).
19 marzo de 2009:
- Terremoto de 7,7 grados al sur de Tonga provocando la erupción de un volcán submarino y alerta de tsunami (Milenio.com).
- Terremoto de 5,1 grados en Sulawesi (Xinhua).
22 de marzo de 2009:
- Terremoto de 5,7 grados en Nueva Zelanda (Xinhua).
25 marzo de 2009:
- Terremoto de 6,0 grados en Papúa Nueva Guinea (People Daily).
31 marzo de 2009:
- Terremoto de 5 grados en Nicaragua (Terra).
4 de abril de 2009:
- Terremoto en Sulawesi de 6,5 grados (Xinhua).
9 de abril de 2009:
- Terremoto de 5,8 grados en el centro de Italia (L'Aquila) con más de 290 muertos y 100.000 personas sin vivienda (20Minutos).
Todas estos trágicos sucesos que van en aumento geométrico, son anuncio de un envejecimiento de nuestro mundo. Para terminar esta entrada, quiero dejar constancia de un titular que me ha llamado poderosamente la atención: "Un país con pies de barro", del Diario Montañés. Íñigo Domínguez, corresponsal en Roma del citadio diario, ha hecho referencia sin saberlo a una figura simbólica que en la profecía bíblica es muy significativa, y más aún por su situación geográfica en otro texto que requiere algo más de profundización. No podía pasar por alto el titular.
Fonte - Cuenta Atras
"Los desastres naturales se han cuadruplicado en los últimos años" (Fuente: Diario ADN).
Hace unos 20 años atrás, se producían una media de 120 desastres naturales al año en todo el mundo. Actualmente se superan los 500 desastres naturales al año, con unos 254 millones de personas afectadas al año. Según Intermón Oxfam, se prevé que para el año 2015 la cifra anual de afectados por desastres naturales derivados del cambio climático supere los 375 millones de personas.
"Oxfam Internacional acaba de hacer público un estudio que estima que, para 2015, el número de personas afectadas por fenómenos meteorológicos extremos vinculados con el cambio climático podría alcanzar la cifra de 375 millones de personas al año. Desde 1980 se ha doblado el número de afectados por inundaciones, sequías, olas de calor, incendios forestales, tormentas y deslizamientos de tierra. Dentro de 7 años, se espera que aumente un 54%. Por ello, las organizaciones de emergencia podrían verse superadas para garantizar “el derecho a sobrevivir”.
Desde el decenio de 1980, la media de personas afectadas por desastres relacionados con el clima ha aumentado de 121 millones a 243 millones al año. Las grandes inundaciones se han cuadruplicado, siendo los años 2007-2008 tal vez los más catastróficos para 23 países africanos y 11 países de Asia, con fuertes lluvias cebándose sobre la mayor parte de Centroamérica, huracanes haciendo estragos en el Caribe y ciclones devastando grandes áreas de Birmania y Bangladesh." (Fuente: EcologíaBlog).
Regresando a los terremotos más recientes, este es el registro:
11 de marzo de 2009:
- Terremoto en Costa Rica de 6,3 grados con 23 muertos, 7 desaparecidos y pérdidas por 100 millones de US$ (AFP).
17 marzo de 2009:
- Terremoto en Sulawesi de 6.4 grados (Radio Angulo).
19 marzo de 2009:
- Terremoto de 7,7 grados al sur de Tonga provocando la erupción de un volcán submarino y alerta de tsunami (Milenio.com).
- Terremoto de 5,1 grados en Sulawesi (Xinhua).
22 de marzo de 2009:
- Terremoto de 5,7 grados en Nueva Zelanda (Xinhua).
25 marzo de 2009:
- Terremoto de 6,0 grados en Papúa Nueva Guinea (People Daily).
31 marzo de 2009:
- Terremoto de 5 grados en Nicaragua (Terra).
4 de abril de 2009:
- Terremoto en Sulawesi de 6,5 grados (Xinhua).
9 de abril de 2009:
- Terremoto de 5,8 grados en el centro de Italia (L'Aquila) con más de 290 muertos y 100.000 personas sin vivienda (20Minutos).
Todas estos trágicos sucesos que van en aumento geométrico, son anuncio de un envejecimiento de nuestro mundo. Para terminar esta entrada, quiero dejar constancia de un titular que me ha llamado poderosamente la atención: "Un país con pies de barro", del Diario Montañés. Íñigo Domínguez, corresponsal en Roma del citadio diario, ha hecho referencia sin saberlo a una figura simbólica que en la profecía bíblica es muy significativa, y más aún por su situación geográfica en otro texto que requiere algo más de profundización. No podía pasar por alto el titular.
Fonte - Cuenta Atras
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Mudanças climáticas: questão de segurança nacional para os EUA
EUA devem passar a regular emissões de CO2.
O governo americano deverá passar a regular as emissões de dióxido de carbono, após uma decisão anunciada nesta sexta-feira de que o CO2 e outros cinco gases causadores do efeito estufa podem ser prejudiciais à saúde humana.
A decisão foi anunciada pela Agência de Proteção Ambiental americana (EPA, sigla em inglês) e marca uma mudança de postura em relação ao governo de George W. Bush. Na época, a EPA afirmava que não poderia regular as emissões porque o CO2 não era um gás poluente.
Agora, após a revisão de evidências científicas, a EPA cita alguns impactos que acredita serem provocados pelas emissões de CO2, como o aumento do risco de secas e enchentes, o aumento do nível dos mares, a ocorrência de tempestades e ondas de calor mais intensas e riscos à oferta de água, agricultura e vida selvagem.
Segundo a chefe da EPA, Lisa Jackson, as novas conclusões da agência "confirmam que a poluição de gases causadores do efeitos estufa é um problema grave agora e para as gerações futuras".
"Felizmente, estão em sintonia com a proposta do presidente (Barack) Obama de criação de uma economia de baixa emissão de carbono e uma firme liderança no Congresso sobre energias limpas e legislação climática", disse. "E a solução (para esse problema) vai criar milhões de empregos verdes e por fim à dependência de nosso país de petróleo estrangeiro."
Há grande expectativa em relação às medidas que serão adotadas pelo governo de Barack Obama na questão ambiental, e países em desenvolvimento já pediram aos Estados Unidos que mostrem liderança nas discussões sobre este tema.
Muitos desses países não pretendem cortar suas próprias emissões de gases causadores do efeito estufa a não ser que tenham fortes indícios de que os Estados Unidos estão dispostos a reduzir substancialmente suas emissões.
Um projeto de lei sobre redução de emissões de carbono está em tramitação no Congresso, mas a decisão da EPA permitirá à agência determinar alguns cortes sem ter de esperar que os projetos sejam aprovados e transformados em lei.
Segundo a chefe da EPA, os impactos dos gases causadores do efeito estufa serão sentidos desproporcionalmente pelas populações mais pobres ou com condições de saúde mais frágeis, como os povos indígenas.
A EPA citou um relatório elaborado em 2007 por um grupo de generais e almirantes de reserva segundo o qual as mudanças climáticas representam "desafios de segurança nacional" para os Estados Unidos.[grifo acrescentado]
A decisão da EPA irá agora a consulta pública.
Grupos ambientalistas afirmaram que a decisão da EPA é o mais recente sinal de que o governo de Obama está adotando uma postura em relação às mudanças climáticas bem diferente daquela de seu antecessor.
"(A decisão) recupera o papel dos EUA de líder no cenário internacional", disse à BBC o diretor do programa de aquecimento global do Pew Environment Group em Washington.[grifo acrescentado]
Fonte: BBC Brasil
NOTA Minuto Profético: Diminuir a poluição através da conscientização traz benefícios para todos, sem dúvida. Porém, o que está por trás da tese oficial sobre o aquecimento global (causa: CO2 emitido pelo homem), vai muito além da preocupação com o meio ambiente: tem a ver com a restrição das liberdades individuais e a implantação da Nova Ordem Mundial. As autoridades norte-americanas definirem as "mudanças climáticas" como questão de "segurança nacional" significa um passo mais perto do objetivo final...
O governo americano deverá passar a regular as emissões de dióxido de carbono, após uma decisão anunciada nesta sexta-feira de que o CO2 e outros cinco gases causadores do efeito estufa podem ser prejudiciais à saúde humana.
A decisão foi anunciada pela Agência de Proteção Ambiental americana (EPA, sigla em inglês) e marca uma mudança de postura em relação ao governo de George W. Bush. Na época, a EPA afirmava que não poderia regular as emissões porque o CO2 não era um gás poluente.
Agora, após a revisão de evidências científicas, a EPA cita alguns impactos que acredita serem provocados pelas emissões de CO2, como o aumento do risco de secas e enchentes, o aumento do nível dos mares, a ocorrência de tempestades e ondas de calor mais intensas e riscos à oferta de água, agricultura e vida selvagem.
Segundo a chefe da EPA, Lisa Jackson, as novas conclusões da agência "confirmam que a poluição de gases causadores do efeitos estufa é um problema grave agora e para as gerações futuras".
"Felizmente, estão em sintonia com a proposta do presidente (Barack) Obama de criação de uma economia de baixa emissão de carbono e uma firme liderança no Congresso sobre energias limpas e legislação climática", disse. "E a solução (para esse problema) vai criar milhões de empregos verdes e por fim à dependência de nosso país de petróleo estrangeiro."
Há grande expectativa em relação às medidas que serão adotadas pelo governo de Barack Obama na questão ambiental, e países em desenvolvimento já pediram aos Estados Unidos que mostrem liderança nas discussões sobre este tema.
Muitos desses países não pretendem cortar suas próprias emissões de gases causadores do efeito estufa a não ser que tenham fortes indícios de que os Estados Unidos estão dispostos a reduzir substancialmente suas emissões.
Um projeto de lei sobre redução de emissões de carbono está em tramitação no Congresso, mas a decisão da EPA permitirá à agência determinar alguns cortes sem ter de esperar que os projetos sejam aprovados e transformados em lei.
Segundo a chefe da EPA, os impactos dos gases causadores do efeito estufa serão sentidos desproporcionalmente pelas populações mais pobres ou com condições de saúde mais frágeis, como os povos indígenas.
A EPA citou um relatório elaborado em 2007 por um grupo de generais e almirantes de reserva segundo o qual as mudanças climáticas representam "desafios de segurança nacional" para os Estados Unidos.[grifo acrescentado]
A decisão da EPA irá agora a consulta pública.
Grupos ambientalistas afirmaram que a decisão da EPA é o mais recente sinal de que o governo de Obama está adotando uma postura em relação às mudanças climáticas bem diferente daquela de seu antecessor.
"(A decisão) recupera o papel dos EUA de líder no cenário internacional", disse à BBC o diretor do programa de aquecimento global do Pew Environment Group em Washington.[grifo acrescentado]
Fonte: BBC Brasil
NOTA Minuto Profético: Diminuir a poluição através da conscientização traz benefícios para todos, sem dúvida. Porém, o que está por trás da tese oficial sobre o aquecimento global (causa: CO2 emitido pelo homem), vai muito além da preocupação com o meio ambiente: tem a ver com a restrição das liberdades individuais e a implantação da Nova Ordem Mundial. As autoridades norte-americanas definirem as "mudanças climáticas" como questão de "segurança nacional" significa um passo mais perto do objetivo final...
Lesões na vida humana originadas na mídia
Será que a mídia – TV, rádio, jornais, revistas, internet – participa do surgimento de distúrbios comportamentais nas pessoas? Gravidez indesejada, sexualidade precoce, doenças sexualmente transmitidas, dependências químicas, depressão, transtornos de ansiedade, violência, podem ser, entre outros fatores, facilitados pela mídia? Estudos revelam que jovens que assistem muitos programas de TV carregados de cenas de sexo apresentam duas vezes mais chances de relacionamentos que terminam em gravidez do que os que não os assistem. A exposição precoce ao sexo na mídia facilita a gravidez indesejada e faz com que o início da vida sexual seja muito antecipado. Ter órgãos sexuais prontos para a relação sexual não é o mesmo que ter a mente pronta para isso e para as consequências disso. Os jovens adolescentes não estão prontos emocionalmente para sexo.
A sociedade se tornou pornográfica. Muito, infelizmente. Pornografia destrói um monte de coisas, desde a mente do praticante dela, até famílias. Programas humorísticos na TV, que antes eram “familiares” porque apresentavam algum humor “inocente”, hoje são carregados quase que totalmente de sensualidade e exposição sexual. Uma deseducação liberada e depravada. A censura do que destrói preserva a liberdade e a sanidade.
Jovens pré-adolescentes e adolescentes de ambos os sexos, estão sendo afetados negativamente apresentando estresse, ansiedade exagerada e tristeza importante por causa da sexualização prematura e também pelo estilo de vida materialista. São jovens que se sentem forçados a crescer precocemente tanto para “produzirem sexo” quanto dinheiro no mercado de trabalho. Tudo o que é precoce tem um preço. Seja no reino vegetal ou animal. Cada coisa tem seu tempo apropriado, mas se você força para estar pronto antes do timing, alterações negativas ocorrem na saúde.
Seria melhor para as crianças viverem livres em meio à natureza até os 6 ou 7 anos de idade, educadas pelos pais em casa ao invés de serem confinadas em creches. Os pais que entendem com o coração e a razão iluminada pela verdade do sentido não materialista da vida, podem decidir ganhar menos dinheiro e proteger seus filhos cuidando deles em casa com uma educação equilibrada.
Quanto menos exposição à má mídia, melhor para as crianças e todos. Preserva a mente de artificialidades que a destroem. Uma equipe de cientistas psicólogos liderada por Bjarne Holmes e Kimberly Johnson de uma universidade de Edimburgo, analisou 40 comédias românticas mais assistidas entre 1995 e 2005 em filmes e lidas em revistas e chegaram à conclusão de que elas oferecem uma falsa ideia de “amor perfeito” ou “alma gêmea” que poderia ser encontrada na vida.
As pessoas viciadas em novelas românticas perdem a capacidade de ter saudável comunicação com seus companheiros porque pendem para um mundo ilusório. Esses cientistas sugerem que a mídia fornece uma forte influência negativa na mente das pessoas através desses romances porque as mensagens passadas são as de que é possível encontrar pessoas perfeitas, sexo perfeito, “alguém” perfeito para você a ponto de não ser preciso conversar sobre os problemas, resolver as diferenças, lutar pela felicidade através da compreensão melhor de si e do outro.
Também a equipe de psicólogos verificou que apesar de a maioria das pessoas entender que não é realista encontrar um relacionamento perfeito, as imagens e conceitos da mídia exploradora e divulgadora de romances “perfeitos” exercem forte poder mental nas pessoas e isso de uma forma um tanto inconsciente. Esses romances não mostram a realidade de que um bom relacionamento leva anos para ser construído e exige de cada pessoa um trabalho individual de autocrescimento emocional.
As lesões na vida humana originadas na mídia são inevitáveis no que diz respeito à mídia comercial cujo interesse máximo é a produção de dinheiro, custe o que custar. Mas tem jeito se você resistir, selecionar o que é saudável e optar por ler, assistir, pensar e meditar no que produz bons pensamentos, emoções equilibradas e ações construtivas. A esperança é que temos a capacidade de escolha.
(Cesar Vasconcellos de Souza, Portal Natural)
Fonte - Michelson Borges
A sociedade se tornou pornográfica. Muito, infelizmente. Pornografia destrói um monte de coisas, desde a mente do praticante dela, até famílias. Programas humorísticos na TV, que antes eram “familiares” porque apresentavam algum humor “inocente”, hoje são carregados quase que totalmente de sensualidade e exposição sexual. Uma deseducação liberada e depravada. A censura do que destrói preserva a liberdade e a sanidade.
Jovens pré-adolescentes e adolescentes de ambos os sexos, estão sendo afetados negativamente apresentando estresse, ansiedade exagerada e tristeza importante por causa da sexualização prematura e também pelo estilo de vida materialista. São jovens que se sentem forçados a crescer precocemente tanto para “produzirem sexo” quanto dinheiro no mercado de trabalho. Tudo o que é precoce tem um preço. Seja no reino vegetal ou animal. Cada coisa tem seu tempo apropriado, mas se você força para estar pronto antes do timing, alterações negativas ocorrem na saúde.
Seria melhor para as crianças viverem livres em meio à natureza até os 6 ou 7 anos de idade, educadas pelos pais em casa ao invés de serem confinadas em creches. Os pais que entendem com o coração e a razão iluminada pela verdade do sentido não materialista da vida, podem decidir ganhar menos dinheiro e proteger seus filhos cuidando deles em casa com uma educação equilibrada.
Quanto menos exposição à má mídia, melhor para as crianças e todos. Preserva a mente de artificialidades que a destroem. Uma equipe de cientistas psicólogos liderada por Bjarne Holmes e Kimberly Johnson de uma universidade de Edimburgo, analisou 40 comédias românticas mais assistidas entre 1995 e 2005 em filmes e lidas em revistas e chegaram à conclusão de que elas oferecem uma falsa ideia de “amor perfeito” ou “alma gêmea” que poderia ser encontrada na vida.
As pessoas viciadas em novelas românticas perdem a capacidade de ter saudável comunicação com seus companheiros porque pendem para um mundo ilusório. Esses cientistas sugerem que a mídia fornece uma forte influência negativa na mente das pessoas através desses romances porque as mensagens passadas são as de que é possível encontrar pessoas perfeitas, sexo perfeito, “alguém” perfeito para você a ponto de não ser preciso conversar sobre os problemas, resolver as diferenças, lutar pela felicidade através da compreensão melhor de si e do outro.
Também a equipe de psicólogos verificou que apesar de a maioria das pessoas entender que não é realista encontrar um relacionamento perfeito, as imagens e conceitos da mídia exploradora e divulgadora de romances “perfeitos” exercem forte poder mental nas pessoas e isso de uma forma um tanto inconsciente. Esses romances não mostram a realidade de que um bom relacionamento leva anos para ser construído e exige de cada pessoa um trabalho individual de autocrescimento emocional.
As lesões na vida humana originadas na mídia são inevitáveis no que diz respeito à mídia comercial cujo interesse máximo é a produção de dinheiro, custe o que custar. Mas tem jeito se você resistir, selecionar o que é saudável e optar por ler, assistir, pensar e meditar no que produz bons pensamentos, emoções equilibradas e ações construtivas. A esperança é que temos a capacidade de escolha.
(Cesar Vasconcellos de Souza, Portal Natural)
Fonte - Michelson Borges
Qual será a maior crise?
Aproximando-nos a passos largos do final da primeira década do século XXI, podemos aperceber-nos, definitivamente, que hoje o mundo altera-se bruscamente num abrir e fechar de olhos. Ainda sem tempo para absorver uma mudança qualquer, logo outra nos é proposta. Resta cada vez menos oportunidade para pensar seriamente; e quando o fazemos, caímos na tentação de nos debruçarmos sobre aquilo que nos impõem, em vez de um raciocínio que provenha de uma reflexão própria.
Veja-se: à medida que o tempo vai passando neste mundo, mais e mais urgência se deveria colocar - para o fiel seguidor de Jesus - no assunto do breve retorno do Salvador do mundo. Mas é isso que está a acontecer? É sobre isso que o nosso pensamento medita? Ou estamos ocupados (e preocupados) com precisamente as mesmas coisas que o mundo está?
A crise econónimo-financeira mundial parece dominar a atenção de todos. Como que um pensamento implantado na mente das populações, a esmagadora maioria dos povos relembra esta palavra mais frequentemente do que, eventualmente, o nome de algum familiar que lhe é querido...
Apreensão, incerteza e insegurança são palavras constantemente repetidas e impingidas às massas. O sentimento generalizado é de que o mundo se encaminha para um colapso qualquer, trajeto este que parece imparável. De todos os quadrantes se ouvem permanentes sinais de alarme, que talvez por receio não deixam sequer considerar hipoteses que não sejam de caráter negativo.
Uma coisa consigo discernir, sem dúvida alguma: nunca como agora, tudo foi tão global! Quero dizer, tornámos este mundo tão pequeno que hoje o que diz respeito a uma pessoa parece dizer respeito também a todas as outras.
Pretendo com este raciocínio sugerir que os desafios que estão perante nós são, provavelmente, maiores do que em qualquer outra época da existência humana. Mas, ao mesmo tempo, as oportunidades são fascinantemente mais alargadas.
Dou um exemplo: em 1929, as consequências da grave crise bolsista americana não foram alastradas ao mundo inteiro, como acontece com os problemas económicos de hoje. Como contraponto, em 1929, os esforços evangelísticos podiam consistir apenas em enviar homens e livros... somente até onde eles pudessem chegar; hoje, não há praticamente lugar algum onde o evangelho não tenha acesso! Seja por rádio, televisão ou (cada vez mais) internet, praticamente cada canto do mundo pode receber a mensagem da salvação 24 horas por dia!
O mundo aproxima-se da sua fase mais crítica. Nunca os cerca de seis mil anos de História deste triste planeta testemunharam um drama como o que em breve se desenrolará. Não fossem as palavras de segurança e conforto da Bíblia (oh, que contraste com os discursos fúteis e inconsequentes dos poderosos do mundo...), a visão do que está para vir seria terrivelmente trágica!
Está o povo de Deus, a Sua amada Igreja, preparada para se levantar contra as desgraças deste mundo? Estamos prontos para entrar na batalha que, finalmente, decidirá o destino dos milhões de almas ainda em trevas?
Ou, negligentemente, deixámos que a visão das coisas do mundo obscurecesse por completo a nossa capacidade espiritual de discernir os tempos?
Que tragédia é quando mesmo por amor ou amizade condescendemos em práticas que ofendem o próprio Deus, e permitimos que a bitola aferidora da nossa decisão seja a conformidade com os pensamentos e ideias mundanas e não a REVELADA VONTADE DE DEUS.
A um povo se pede que seja diferente! Que não tenha medo de anunciar uma boa nova surpreendente, por vezes impopular e desconfortável, em meio à crise que todos temem! Que não se detenha em tomar posição ao lado de Deus, ainda que isso signifique isolar-se dos restantes e sofrer por isso!
Cada um pergunte a si mesmo: aplica-se a mim a suave oração do salmista que diz 'a minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!' (Salmos 84:2)?
Se a resposta - revelada mais em atos do que em palavras - for não, então a maior crise não será a do mundo... mas a do próprio coração!
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
sexta-feira, 17 de abril de 2009
"Como folhas de outono..."

Semana de Oração dirigida pelo Pastor Ranieri Sales, Ministerial Associado da DSA.
Foi recentemente repetida no Unasp II - Engenheiro Coelho/SP e tem como tema "Um troféu nas mãos de Deus". Meditações importantes para o nosso tempo, mirando o exemplo de Jó.
1) O que eu ganho com isso?
2) Onde mora o perigo?
3) Por que eu, Senhor?
4) Quem se importa?
5) Quem sou eu Senhor?
6) Restrição ou proteção?
7) Um troféu nas mãos de Deus
Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
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