terça-feira, 29 de setembro de 2009

Terremoto no sul do Pacífico gera tsunami

SYDNEY - O forte terremoto de 8 graus na escala Richter que atingiu a Samoa Americana, no Oceano Pacífico, provocou um tsunami com ondas de até 3 metros, informaram agências do governo norte-americano nesta terça-feira. Ainda não há informações sobre feridos ou danos materiais.

As leituras do nível do mar indicaram que um tsunami foi gerado no Pacífico, afirmou o Centro de Alerta para Tsunamis no Pacífico, membro da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA.

O forte terremoto de 8 graus na escala Richter atingiu a região das Ilhas Samoa, no sul do Pacífico, na tarde desta terça-feira.

O epicentro foi localizado 190 km a sudoeste da remota ilha do Pacífico, a 33 km de profundidade. Cerca de trinta minutos após o primeiro terremoto, um segundo tremor de 5,6 graus na escala Richter foi registrado.

Alertas de tsunami foram emitidos para Nova Zelândia, Samoa Americana, Havaí, Papua Nova Guiné e outras pequenas ilhas do Pacífico, de acordo com o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico, uma filial da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica.
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Fonte - Último Segundo


Praticar o domingo

Intenção de Bento XVI para o mês de Outubro

Que o Domingo seja vivido como um dia em que os cristãos se reúnem para celebrar o Senhor ressuscitado, participando na Eucaristia

1. Praticar o domingo

Não desconsiderando o possível valor subjectivo das razões que levam muitos baptizados a abandonar a participação habitual na Eucaristia de domingo, importa manter o essencial: o domingo é, por excelência, o dia do cristão, porque é o dia da ressurreição do seu Senhor, Jesus Cristo; pela mesma razão, o domingo é também o dia da Igreja; e é, por excelência, o dia da Eucaristia, na qual se faz memória e se actualiza o mistério pascal de Cristo – é a Páscoa semanal dos cristãos. Objectivamente, nenhum cristão abandona esta dimensão do domingo (celebrar o seu Senhor ressuscitado, unido à comunidade cristã, pela participação activa e comprometida na Eucaristia) sem renunciar à sua identidade e à sua fé. Por isso, praticar o domingo foi sempre, desde os primórdios do Cristianismo, a marca distintiva dos fiéis – ao ponto de muitos terem dado a vida pelo direito a fazê-lo, celebrando a Eucaristia, pois, diziam, «sem o domingo – e a Eucaristia – não podemos viver».

2. Praticar o domingo em tempo de mudança

Hoje, a vida social e profissional organiza-se segundo ritmos próprios, não raro, pouco propícios à tradicional vivência do domingo. Este pode ser dia de trabalho, de actividades desportivas, de viagens ou encontros sociais, de descanso para quem passou a noite em discotecas ou bares... Quanto aos cristãos, cabe-lhes continuar a testemunhar, em comunidade, a dimensão originária do domingo: dia para celebrar o Senhor Jesus ressuscitado, fazendo do domingo um dia de festa, respirável e diferente, um dia santo. Este será um testemunho cada vez mais necessário, embora mais difícil, à medida que a laicização das nossas sociedades se for aprofundando e as suas raízes cristãs forem sendo esquecidas, quando não combatidas. Haverá, certamente, adaptações a fazer, como aconteceu com o alargamento do tempo celebrativo do domingo, iniciado ao cair da tarde de sábado. Não se pode é abandonar o essencial: celebrar o domingo, em Igreja, celebrando a Eucaristia.

3. Praticar o domingo com menos padres e menos celebrações

A diminuição de cristãos que praticam o domingo – a diminuição de cristãos, simplesmente – vem-se acentuando nas últimas décadas. O mesmo acontece com o número de padres. Em geral, porém, não se verifica uma equivalente redução no número de celebrações de Eucaristias dominicais – o resultado é que muitos padres, com várias paróquias a seu cargo, formadas por comunidades cada vez mais pequenas, correm de umas para outras, presidindo a celebrações apressadas, sem a necessária preparação e com ainda menos disposição. Quando mesmo esta «solução» já é de todo impraticável, começa a recorrer-se às «celebrações da Palavra», orientadas por religiosas ou leigos, nos domingos em que não é possível a celebração local da Eucaristia.

Seria bom pensar outras possibilidades. Por exemplo, convocar várias comunidades locais para, em conjunto, celebrarem a Eucaristia. Dada a abundância de meios de transporte particulares, não se afigura nada de extraordinário. De caminho, podia incentivar-se a vivência da fraternidade cristã, pela partilha do automóvel com quem não tem, combatendo-se uma das pragas maiores da sociedade actual, o individualismo egoísta, ao qual os cristãos não ficam imunes. Este acto de se deslocar e fazer comunidade com outras comunidades, celebrando o Senhor Jesus ressuscitado, fortaleceria os laços entre pessoas e comunidades e seria profundamente educativo. Obrigaria também a mudar hábitos, dos padres e dos leigos? Sem dúvida. Mas seria preço pequeno a pagar para termos Eucaristias dominicais melhor preparadas e mais intensamente vividas. E isso não é assunto de pequena importância, antes deve mobilizar todas as nossas energias, pois, «sem o domingo, não podemos viver» como cristãos.

Fonte - Ecclesia


Religiosos exaltam visita de BXVI à República Tcheca

PRAGA, 28 SET (ANSA) - A visita de Bento XVI à República Tcheca, que será encerrada esta tarde, 20 anos após a queda do comunismo nesse país, é vista como "a busca pela construção da Europa", que enfrenta hoje um "momento mais difícil", segundo opinam religiosos.

Para o cardeal da Cracóvia e ex-secretário de João Paulo II, Stanislao Dziwisz, este momento "é mais difícil" e a Europa enfrenta "um inimigo mais perigoso" do que aquele do comunismo.

Dziwisz, que participou da missa celebrada por Bento XVI esta manhã em Stará Bolesvav, classificou o Pontífice de "profeta" e afirmou que este "é um momento crucial" para o futuro da Europa, alertando o continente a não abandonar suas raízes, "porque uma árvore sem raízes morre. Se a Europa abandona isto, o futuro é incerto".

Para o Serviço de Informação Religiosa (SIR, que reúne jornais diocesanos italianos), a "breve, mas intensa" viagem do Papa é considerada "a busca pela construção" do continente, que se revela ainda como "um tema chave do Pontificado: ampliar os horizontes por um autêntico desenvolvimento da civilização".

De acordo com a publicação, a Europa não é uma expressão geográfica ou política, mas, como evidenciou Bento XVI, "uma casa", uma "pátria espiritual", em que o cristianismo desempenhou e continua a desempenhar um papel fundamental "para a formação da consciência de cada geração e pela promoção de um consenso ético".

"Depois do totalitarismo comunista", que deixou "cicatrizes", ainda de acordo com o SIR, "não faltam questões sobre o futuro", e nas arenas política, social e cultural "se abre um espaço de confronto, de competição, no qual a Igreja Católica deve compreender-se como minoria criativa, que tem uma hereditariedade de valores que não são do passado, mas sim uma realidade muito viva e atual".

Bento XVI encerrará na tarde de hoje sua 13ª viagem internacional, iniciada no último sábado. Nos três dias de viagem à República Tcheca, ele visitou as localidades de Praga, Brno e Stará Bolesvav. Além de se reunir com autoridades políticas e religiosas, o Papa celebrou duas missas no país.

Fonte - ANSA

Nota DDP: Veja também "Presidente tcheco diz que visita do papa foi um sucesso".

"A visita do Papa reforçou nosso relacionamento com o Vaticano, que é bom, e espero que o seja também no futuro", afirmou Klaus. "A mensagem era clara, convincente e entendemos tudo. Estamos convencidos que seu eco se repercutirá".


Missa acompanhada por rock

PRAGA, 28 SET (ANSA) - A missa que o papa Bento XVI celebrou hoje em Stará Boleslav, na conclusão de sua visita ao país, foi marcada por salmos entoados ao ritmo do rock, com guitarras e instrumentos de percussão no lugar do tradicional órgão.

De acordo com os presentes na celebração, a intenção do rito foi a de atrair a atenção de muitos jovens, inclusive daqueles que não expressam a fé católica.

Segundo os dados divulgados pela diocese de Praga, participaram da missa 50 mil peregrinos, dos quais 15 mil eram jovens católicos, mil eram fiéis da Polônia, 600 vinham da Eslováquia e outros 500 da Alemanha.

"O Papa nos surpreendeu" disse Vojtech Elias, professor da Faculdade de Teologia de Praga. "Não falou nem de abortos, nem de contraceptivos, nem de homossexualidade", ressaltou Elias, acrescentando que "é evidente que o Papa não chegou para dar lições".

Fonte - ANSA

Nota DDP: Sem qualquer conotação irônica, o que pessoalmente não me agrada, qualquer semelhança não é mera coincidência.


Luta pela água na Califórnia

Um dos estados mais ricos dos EUA tem grave problema de escassez de água.

A Califórnia está no terceiro ano de seca. Um dos problemas é que 75% das chuvas caem no norte do estado, mas 80% da demanda está no sul. Ao longo dos dos anos, foi construído um grande sistema de transferência de água, mas ele está velho e em más condições.

O estado é um grande produtor agrícola e depende quase inteiramente de água trazida de longe para irrigação. Uma variedade de novas leis está sendo proposta tentando resolver o problema.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: veja também "Gelo da Antártica aumentaria nível do mar em 57 metros".

“Se o nível dos mares terá alguns metros a mais, a geografia do planeta será alterada”, segundo Rajendra Pachauri, diretora do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU.


Tempestade tropical matou 240 nas Filipinas

O balanço da tempestade tropical que arrasou Manila com as priores inundações dos últimos 40 anos subiu para 240 mortos, anunciou o governo nesta terça-feira (28), pedindo ajuda à comunidade internacional.

Admitindo que os serviços de emergência "não estão dando conta", o governo filipino lançou um apelo à "ajuda humanitária internacional para lidar com as consequências da tempestade tropical Ketsana", acrescentou o ministro, em mensagem transmitida pela TV.

"A tempstade Ketsana levou nossos serviços de emergência aos seus limites, mas não vamos desistir", declarou a presidente filipina, Gloria Arroyo.

"Neste momento, estamos nos concentrando na ajuda. Começamos a reconstruir as infra-estruturas e ajudamos as pessoas a reconstruirem suas casas", acrescentou.

Manila, uma cidade de 12 milhões de habitantes onde foi decretado o estado de catástrofe natural, foi inundada sábado pelas chuvas torrenciais que acompanharam a tempestade Ketsana.
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Fonte - G1

Nota DDP: Veja também "Países têm apenas 70 dias até cúpula da ONU sobre Mudança Climática".

“O tempo não está somente passando. Está quase acabando”, disse o chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, Yvo de Boer, em reunião em Bangcoc com delegações de 180 países, a penúltima preparatória para o encontro onde o documento final de 30 páginas será apresentado com os compromissos dos países sobre o assunto.


Sem redução de CO2, Terra deve esquentar

As temperaturas globais devem subir 4ºC até meados da década de 2050, caso sejam mantidas as atuais tendências de emissões de gases do efeito estufa, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira (28) pelo Centro Hadley do Departamento Meteorológico da Grã-Bretanha.

A previsão é compatível com um relatório da ONU na semana passada, segundo o qual as mudanças climáticas estão superando as piores previsões de 2007 do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática (IPCC).

"Nossos resultados estão mostrando padrões similares [ao IPCC], mas também mostram a possibilidade de que mudanças mais extremas possam acontecer", disse Debbie Hemming, coautora da pesquisa divulgada no início de uma conferência sobre a mudança climática na Universidade de Oxford.

Líderes dos principais países emissores de gases do efeito estufa reconheceram em julho a opinião científica de que, para evitar as mudanças climáticas mais perigosas, a temperatura média da Terra não pode ficar mais do que 2ºC acima dos níveis pré-industriais.

O relatório de 2007 do IPCC estimava um aquecimento de 4ºC até o final da década de 2050. O novo estudo confirma que tal aquecimento pode acontecer ainda antes, em meados da década de 2050, e sugere efeitos locais mais extremos.
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Fonte - Folha


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Papa pede que cristãos se unam

Praga, 28 set (RV) – No âmbito de sua viagem apostólica à República Tcheca, ontem à tarde, no arcebispado de Praga, se realizou o encontro com a comunidade ecumênica.

A realidade europeia em profunda transformação foi o tema do discurso de Bento XVI. Nesse contexto, afirmou o pontífice, os cristãos precisam se unir para divulgar a Boa Nova, como o fizeram após a queda do regime comunista, na reconstrução de uma ordem política justa.

Neste mundo que muda velozmente, o Cristianismo tem muito a oferecer, recordou o papa, seja no plano prático, seja no plano moral. Justamente porque não é uma ideologia, o Evangelho não pretende bloquear em esquemas rígidos as realidades sociopolíticas que evoluem. Na realidade, ele transcende as vicissitudes deste mundo e traz nova luz sobre a dignidade da pessoa humana em todas as épocas.

"Caros amigos, peçamos a Deus que infunda em nós um espírito de coragem para compartilhar as verdades salvíficas eternas que permitiram, e continuarão a permitir, o progresso social e cultural deste Continente [europeu]" – concluiu o papa.

Fonte - Radio Vaticano


Aquecimento global é superior ao previsto

O aquecimento global está a superar os cenários mais pessimistas traçados pelos cientistas, revela um relatório das Nações Unidas divulgado na quinta-feira.

Secas da Austrália ao Sudoeste americano, águas mais ácidas nos Oceanos e o degelo dos glaciares são sinais reveladores do ritmo da mudança climática. Mudanças que estão a superar os cenários mais pessimistas traçados há alguns anos por investigadores, noticia a Reuters.

«Estamos nos dirigindo para mudanças muito graves no Planeta e precisamos de nos consciencializar da importância disso, para apoiarmos as medidas que precisam ser adoptadas», afirmou o director-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Achim Steiner.

O aumento dos gases de efeito de estufa elevou a preocupação dos cientistas. O relatório revela que é provável que as temperaturas aumentem de 1,4ºC a 4,3ºC. Estes valores são mais elevados do que os anteriormente avançados pelos cientistas, que se situavam entre 1ºC a 3ºC.

O aumento da absorção do Dióxido de Carbono pelos Oceanos está a levar a uma acidificação da água. Um fenómeno que pode ameaçar os animais marinhos e os recifes de coral.

Fonte - IOL


Espécie humana pode estar ameaçada

Uma «tempestade perfeita» resultante da convergência de factores como as alterações climáticas, a degradação dos solos e uma crise alimentar está para breve. O alerta foi dado por peritos mundiais em desertificação, na primeira conferência Científica da Convenção das Nações Unidas de Luta contra a Desertificação, que decorreu em Buenos Aires, Argentina.

De acordo com os cientistas a «tempestade perfeita» colocará à prova a sobrevivência da espécie humana.

Segundo a agência EFE, na conferência foi feito um apelo aos governantes para que adoptem «urgentemente» medidas para controlar o fenómeno.

O director do Instituto Internacional de Investigação de Cultivo para zonas Tropicais Semi-Áridas, William Dar, afirmou que para a «tempestade» contribuirão ainda uma «crise de biodiversidade» e uma «crise populacional».

Para este perito, a degradação da terra, causada pelo clima, mas também por práticas humanas como a agricultura intensiva não sustentável, «vai acabar por ter impacto na segurança alimentar» e na «sobrevivência das pessoas».

Todas as recomendações dos cientistas serão abordadas pelo Comité de Ciência e Técnica da Convenção da ONU de Luta contra a Desertificação e pelo plenário da IX Conferência das Partes, que termina na próxima semana em Buenos Aires.

Fonte - IOL


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O último folheto

(adaptado do texto de autor desconhecido)

“Porque, quem se envergonhar de mim e das minhas palavras, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos” (Lucas 9:26)

Todos os domingos de manhã, depois da reunião do grupo de oração na igreja, o coordenador do grupo e seu filho de apenas 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos falando do amor de Deus pra com seus filhos.

Numa daquelas tardes de domingo, quando chegou à hora do pai e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito em toda a região. O menino como de costume, se agasalhou e sem hesitar disse:

-'Ok, papai, estou pronto.'
E seu pai perguntou:
-'Pronto para quê?'
-'Pai, está na hora de pegarmos os nossos folhetos e sairmos'.
Seu pai respondeu:
-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito'.
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva'?
Seu pai respondeu:
-'Filho, eu não vou sair nesse frio'.
Triste, o menino perguntou:
-'Pai, eu posso ir?'
Pensativo por um momento, o pai disse:
-'Tudo bem, pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado.'
Então ele saiu no meio daquela chuva.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Bento XVI: Líderes do mundo, se unam para proteger a criação

Cidade do Vaticano, 24 set (RV) - Bento XVI dirigiu uma videomensagem aos participantes da Conferência da ONU sobre as mudanças climáticas, em andamento em Nova Iorque. Os líderes dos Estados ajam com coragem para salvaguardar o dom precioso da Criação – exorta o pontífice.

O texto da mensagem reproduz o que o papa disse durante a audiência geral de 26 de agosto passado, na qual dedicou amplo espaço ao tema da defesa do ambiente.

É importante que "a comunidade internacional e os governos individualmente considerados enviem sinais justos aos cidadãos" – são os votos do Santo Padre, que exorta os participantes da Conferência da ONU sobre o clima a encontrarem as medidas adequadas para contrastar as práticas de exploração do ambiente:

"Os custos econômicos e sociais na utilização dos recursos comuns devem ser reconhecidos com transparência", dedicando atenção às futuras gerações – ressalta o papa. "A proteção do ambiente, a salvaguarda dos recursos e do clima – adverte – obriga todos os líderes a agirem juntos, no respeito pelo direito e promovendo a solidariedade com as regiões mais necessitadas do mundo."

"Juntos – prossegue o Santo Padre – podemos construir um desenvolvimento humano integral do qual todos nos beneficiamos", hoje como no futuro. Um desenvolvimento – ressalta evocando a sua última encíclica – que seja "inspirado nos valores da caridade na verdade".

Para que isso ocorra, "é essencial que o atual modelo de desenvolvimento seja transformado" mediante um maior sentido de responsabilidade pela Criação – é a sua reflexão. Tal exigência não é decorrente somente dos fatores ambientais, "mas também do escândalo da fome e da miséria humana" - observa.

Em seguida, Bento XVI assegura o seu apoio à Conferência da ONU, recordando que a Igreja considera as questões concernentes ao ambiente, extremamente ligadas ao desenvolvimento humano integral.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Leia também "Solução simples para o aquecimento global" e "Papa critica a sociedade por desvirtuar o significado dos domingos". A pergunta que fica é: Quanto tempo até alguma autoridade política ecoar o discurso de reconhecimento da "dimensão ecológica do domingo"?


Foi por você


[Colaboração - Hugo Ícaro]


Pandemias e o estado de exceção

Exposição de motivos: Dada a recorrência do assunto nos meios midiáticos e as implicações práticas do mesmo no meio jurídico, transcrevo interessante articulação constante do blog "Brasil & Desenvolvimento", que não possui nenhuma ligação com qualquer tipo de visão religiosa sobre a questão, mas concede uma boa perspectiva sobre as possibilidades que se apresentam a cada nova ameaça de pandemia na aldeia global:

Na semana passada tive a felicidade de assistir uma palestra da professora Deisy Ventura, da Universidade de São Paulo. O tema de sua apresentação foi “pandemias e estado de exceção”, cabendo ressaltar que a gripe suína não era o foco principal da discussão, mas que, de qualquer forma, permeava o debate por ser o caso mais presente que temos de uma pandemia. A palestra da professora, no meu entender, revelou uma abordagem muitíssimo interessante do assunto e eu consegui ao menos enxergar essa questão a partir desse outro olhar, muito além de uma visão-Globo-do-mundo (e consegui também arrefecer algumas de minhas angústias!).

A pandemia pode ser entendida com um fenômeno patológico, que alcança simultaneamente um grande número de pessoas, numa zona geográfica muito vasta. Assim sendo, a professora buscou compreender as repercussões jurídicas de uma pandemia e questionou, inclusive, se a pandemia seria uma forma de terror contemporâneo.

Tendo em vista que a professora é doutora em Direito Internacional, ela ressaltou que nossa tendência é ainda nos limitar ao pensamento dentro do Estado Nacional, em âmbito interno. No entanto, questões como saúde e meio ambiente, por exemplo, não enfrentariam fronteiras e, por tal motivo, deveriam ser abordadas no âmbito externo, a partir de um diálogo de toda a comunidade internacional.

Ademais, nosso modo de viver e a globalização potencializam a dimensão de fenômenos de pandemia (cabendo ressaltar que as pestes sempre existiram na história da humanidade, com maior ou menor impacto). A constante circulação de pessoas, nosso modo de produção de alimentos e a cultura de consumo de produtos farmacêuticos seriam expressões desse nosso “modo de viver”.

É dessa forma que, mais do que nunca, precisamos de uma vigilância epidemiológica que funcione adequadamente. No entanto, nossa legislação nesse aspecto é bastante ultrapassada. É preciso regulamentar essa questão.

Nesses momentos de pavor, são tomadas atitudes bruscas em nome da defesa do interesse público que trazem consequências nefastas à nossa sociedade. Dessa forma, em nome desse tal “interesse público” uma série de restrições a direitos humanos, tais como quarentena compulsória e restrição de circulação de pessoas, são estabelecidas. Trata-se de um grande perigo, uma vez que, desse modo, nos aproximamos de um estado de exceção.

A professora tratou também do problema que é definir o termo “terrorismo” e chamou atenção para alguns pontos interessantes. Enquanto que no momento posterior aos atos de 11 de setembro (EUA) houve uma estigmatização do mundo árabe e o mulçumano passou a ser tratado como inimigo, na era das pandemias também temos a estigmatização do outro –o contaminado- que passa a ser visto com desconfiança e desdém pelo restante da população.
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E nessa histeria geral, estimulada em grande parte pela mídia, direitos fundamentais são restringidos em nome de um bem maior e pessoas são excluídas e desprezadas por um suposto interesse público mais relevante. Sem a preservação desses direitos e sem a devida regulamentação da questão, ficamos a mercê das decisões tomadas em momentos de grande alvoroço e de pouca reflexão.

E a professora Deisy ainda questiona quem seriam os estigmatizados na hipótese das pandemias. Seriam aqueles que não têm acesso a saneamento básico e a uma mínima condição de tratamento médico de qualidade. Seriam, então, os pobres os nossos grandes inimigos em casos de pandemia?!!!

Tentei traduzir, utilizando minhas palavras, a bela palestra proferida pela professora. Obviamente, não fui capaz de expressar toda a complexidade do raciocínio desenvolvido pela professora naquela oportunidade. Lancei apenas algumas ideias que considero importantes para o debate sobre o tema.

Daqui pra frente, devemos ficar muito atentos em relação a essas epidemias e às implicações do tratamento político desses temas, de modo a evitarmos restrições de direitos.


No quadro descrito, desconexo de qualquer perspectiva profética e atrelado apenas ao enfoque jurídico da questão, é interessante notar que as questões ambientais navegam na mesma direção e abrigam as mesmas conclusões.


Obama pede nova era de cooperação em discurso na ONU

Em seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que é tempo de o mundo se mover em direção a uma nova era de respeito mútuo e interesses comuns e que seu país está pronto para iniciar um novo capítulo em termos de cooperação internacional.

Segundo Obama, o sentimento antiamericano foi usado muitas vezes no passado por outros países como desculpa para não agirem. O presidente disse que aqueles que criticaram os Estados Unidos por agir sozinhos no passado não podem agora ficar parados e esperar que o país resolva os problemas do mundo sozinho.

"Nada é mais fácil do que culpar os outros pelos nossos problemas e nos absolver de nossas responsabilidades", afirmou.

O presidente disse que os argumentos do século 20 devem ser deixados no passado e que as nações devem buscar construir novas coalizões e trabalhar em conjunto.

"Nenhuma ordem mundial que eleva uma nação acima das outras pode ser bem-sucedida", disse Obama, que falou na ONU logo após o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Devemos construir novas coalizões que superem antigas divisões. Todas as nações têm direitos e responsabilidades."

Obama listou o que considera os quatro pilares que englobam os principais desafios enfrentados pelo mundo hoje: o fim da proliferação de armas nucleares; paz e segurança; preservação do planeta e combate às mudanças climáticas; e uma economia global em que haja oportunidades para todos.

O presidente americano disse ainda que esses quatro temas estão interligados.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Trago os comentários do blog "Questão de Confiança", que em realidade se relacionam com o pronunciamento do Presidente brasileiro, mas que se aplicam "ipsis literis" aos termos da notícia supra transcrita. Primeiro a manifestação presidencial, depois o comentário:

"Os temas que estão no centro das nossas preocupações, a crise financeira, a nova governança mundial, e a mudança de clima têm um forte denominador comum. Ele aponta para a necessidade de construir uma nova ordem internacional sustentável, multilateral, menos assimétrica, livre de hegemonismos e dotada de instituições democráticas. Esse mundo novo é o imperativo político e moral.” (G1)

Essa combinação entre "nova ordem internacional" (ainda vista como "multilateral"), "crise financeira" e "mudança de clima" apontam para o cumprimento das profecias apocalípticas. (Pr. Douglas Reis)

Não é de surpreender a identidade de mensagem. Finalizo ainda com um ponto sustentado pelo presidente americano:

O líder dos Estados Unidos disse que não haverá paz no século 21 a não ser que todos assumam suas responsabilidade pela preservação do planeta. (BBC)

A pedra de toque dos últimos eventos será o Sábado do Senhor, mas as acusações estarão lastreadas em outros argumentos, dentre eles, o fundamentalismo daqueles que serão perseguidos como "inimigos da paz".


Igreja católica e Conselho Mundial das Igrejas

CÓRDOBA, quarta-feira, 23 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Pela primeira vez acontecerá em Córdoba, Espanha, nos próximos dias 12 a 19 de outubro, a sessão de trabalho do Grupo Misto (GMT) entre a Igreja Católica e o Conselho Mundial das Igrejas.

O Grupo Misto de Trabalho (GMT) entre a Igreja Católica e o Conselho Mundial das Igrejas – informa a Diocese de Córdoba –, foi criado no mesmo ano que era encerrado o Concílio Vaticano II, 1965. É um organismo oficial consultivo para o diálogo ecumênico, na modalidade de multilateral, que fomenta, avalia e sustenta a colaboração entre o Conselho Mundial de Igrejas e a Igreja Católica.

Segundo o cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, “entre suas funções principais está o discernimento da situação ecumênica atual e a contribuição de reflexões concretas mediante estudos específicos”.

Integram atualmente o GMT cerca de 36 membros dos cinco continentes, católicos ortodoxos, protestantes, anglicanos e pertencentes a igrejas livres.

O Grupo continuará em Córdoba a elaboração de dois estudos acerca da recepção dos diálogos ecumênicos e as raízes espirituais do ecumenismo, e outros temas relacionados com a participação das novas gerações no movimento ecumênico e as implicações ecumênicas do fenômeno mundial da migração.

A presidência corresponde ao metropolita Nifón de Targoviste (Patriarcado da Romênia) e Dom Diarmuid Martín, arcebispo de Dublin (Irlanda). Entre os membros católicos, estará presente o bispo Brian Farrell L.C., secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

A Igreja Católica, na pessoa de Dom Juan José Asenjo, arcebispo coadjutor de Sevilha e administrador apostólico de Córdoba, expressou as boas vindas aos participantes no encontro plenário do GMT, acolhe “com entranhável afeto fraternal”, e agradece “o acordo de celebrar em nossa cidade este encontro ecumênico de alto nível”.

As sessões de trabalho acontecerão na Casa de Espiritualidade de Santo Antônio. Também haverá um tempo para que os participantes possam conhecer a Igreja de Córdoba e sua cidade.

Entre os atos programados estão, em 15 de outubro, às 12h, recepção do arcebispo Juan José Asenjo. Às 13h, recepção oficial no Alcázar dos Reis Cristãos, pelo prefeito de Córdoba. Às 16h, visita guiada à Santa Igreja Catedral (antiga mesquita) e à Córdoba monumental.

Em 16 de outubro, às 18h30, visita ao Centro Ecumênico “Testamentum Domini” de Córdoba. Às 19h30, celebração ecumênica no templo paroquial da Imaculada e São Alberto Magno. Às 21h, jantar fraternal no Palácio de Viana.

Em 18 de outubro, celebração da Eucaristia na Igreja Catedral, presidida por Dom Brian Farrell. Às 11h30, participação no culto dominical dos cristãos evangélicos, na Igreja Evangélica Batista de Córdoba.

Fonte - Zenit

Nota DDP: É sempre importante lembrar que a ICAR, como inclusive se abstrai da leitura desta notícia, embora fomente e tenha interesse nos intentos do CMI, dele não é membro integrante. Há portanto um gerenciamento externo da questão, com o que convive muito bem os membros do CMI que a este gerenciamento, mesmo que tacitamente, se submetem. De se notar ainda a celebração comum da eucaristia, algo que BXVI vem buscando incessantemente para os cristãos dos diversos segmentos religiosos.


Degelo na Antártica e na Groenlândia surpreende cientistas

OSLO - Cientistas estão surpresos com a extensão do degelo na Antártica e na Groenlândia, segundo mostrou nesta quarta-feira um estudo que pode ajudar a prever o tamanho do aumento do nível do mar associado à mudança climática.

Análises de milhões de imagens a laser de satélites da Nasa revelaram que a maior perda de gelo foi causada pela aceleração do fluxo das geleiras em direção ao mar, de acordo com cientistas do Grupo Britânico de Pesquisas Antárticas (BAS, na sigla em inglês) e da Universidade de Bristol.

"Estamos surpresos em ver um padrão tão forte de diminuição de espessura das placas de gelo por áreas tão grandes da costa - é um fenômeno amplo e em alguns casos se estende por centenas de quilômetros em terra", disse Hamish Pritchard, do BAS, que liderou o estudo.

"Nós acreditamos que as correntes oceânicas aquecidas que atingem a costa e derretem o gelo são a causa mais provável da aceleração do fluxo das geleiras", afirmou em comunicado.

"Esse tipo de derretimento do gelo é tão pouco compreendido que continua sendo a parte mais imprevisível do aumento futuro do nível do mar", acrescentou. O BAS afirma que o estudo deu o "quadro mais amplo" até aqui do derretimento do gelo.

O aumento do nível do mar causado pelo degelo de grandes quantidades de gelo na Antártica e na Groenlândia pode ameaçar ilhas do Pacífico, áreas litorâneas em todo o mundo e cidades como Londres e Buenos Aires.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, disse neste mês que o aquecimento global, provocado principalmente pela queima de combustíveis fósseis, pode aumentar o nível do mar de 0,5 a 2 metros neste século - mais do que a maioria dos especialistas tem antecipado.

Entre as conclusões, o estudo desta quarta-feira mostra que 81 das 111 geleiras com degelo rápido na Groenlândia têm diminuído a uma velocidade duas vezes mais rápida que áreas de degelo mais lento na mesma altitude.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Veja também "Britânicos descobrem que geleiras da Groenlândia e Antártida derretem em velocidade acelerada".

"O estudo é alarmante", disse Jason Boz, da Ohio State University, também nos EUA.


Com quase 7 bi, população mundial preocupa

Pense na maior multidão com a qual você já esteve --talvez 50 mil pessoas em um estádio. Em apenas 6 horas a partir de agora, haverá mais este número de pessoas no mundo, e outras 50 mil nas próximas 6 horas, e assim por diante. Não é de admirar que o aumento da população humana é visto, muitas vezes, como um dos maiores problemas do nosso mundo.

Há quase 7 bilhões de seres vivos atualmente, o dobro do que havia em 1965, com a adição média de 75 milhões de pessoas por ano. Projeções da ONU dizem que pode haver um adicional entre 2 e 4 bilhões até 2050. O planeta jamais passou por algo semelhante.

O mundo consegue sustentar este crescimento populacional? É uma questão controversa. Embora esteja claro que a população não possa aumentar para sempre, a história está repleta com terríveis, mas falhas, previsões de fome e morte resultantes da superpopulação. A mais famosa delas é a de Thomas Malthus, que alertou, há mais de dois séculos, que a população seria mantida "sob controle" pela elevação da mortalidade. O que ele não previu foi a capacidade das sociedades recém-industrializadas para suportar um grande número de pessoas.

Hoje, o "problema populacional" está de volta à agenda. No começo deste ano, o conselheiro científico do governo britânico John Beddington projetou uma população sob crise global em 2030.

Mais: um grupo de bilionários influentes, incluindo Bill Gates e George Soros, identificou a superpopulação como a maior ameaça que a humanidade enfrenta. Toda a vez que a "New Scientist* publica um texto detalhando mais uma das desgraças ambientais do planeta, leitores respondem argumentando que o problema real é a superpopulação.

As estatísticas populacionais são, de fato, impressionantes. Números brutos, contudo, escondem uma infinidade de complexidades. Olhando atentamente, fica claro que a suposição, baseada no senso-comum de que a população é a raiz de todos os males, é simplista.

Por exemplo, enquanto a população está crescendo em números absolutos, a taxa de crescimento (média) está reduzindo a velocidade --de um máximo de 2% nos anos 1960 para 1% hoje. No Japão, Rússia e muitos dos países europeus, mulheres estão tendo poucos filhos, o que está diminuindo a população, ou vai diminuir, em breve. Ao mesmo tempo, as populações de muitas das nações menos desenvolvidas estão explodindo, com mulheres em alguns países dando origem a mais de cinco filhos, em média.

Algumas dessas complexidades são desfeitas por especialistas. O demógrafo Paul Ehrlich, que reacendeu o debate há uma geração com seu best-seller "A Bomba Populacional", endossa a afirmação de que é preciso agir para conter a fertilidade (leia o artigo, em inglês, aqui).

Por outro lado, o escritor de ambiente Fred Pearce insiste que enfocar na população traz uma distração perigosa da questão real: o consumo. Depois, há o "admirável mundo novo" do encolhimento populacional que está em curso na Europa, como explica o demógrafo Reiner Klingholz.

"Estamos muito pesados para o mundo, os recursos são escassos para nós. A natureza não nos sustentar". Assim escreveu Tertuliano, um dos primeiros cristãos, no século 3. Naquela época, a população mundial era de cerca de 200 milhões de europeus. Dezoito séculos depois, e com 34 vezes mais pessoas no planeta, o debate continua.

Fonte - Folha

Nota DDP: Salvo engano, estamos diante de uma iminente proposta de controle populacional. Sugiro a leitura em conexão de "Europa sob ameaça de bomba relógio demográfica" e "Ted Turner: Somos muitos, é por isso que temos o 'aquecimento global'".


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Solução simples para o aquecimento global

O movimento 10:10 apoiado pelo Guardian é uma maneira maravilhosa de capacitar as pessoas comuns a participar do grande movimento de mitigar o aquecimento global. Nós não podemos esperar até que os governos estejam iluminados o suficiente para legislar e superar as emissões de carbono. As questões são urgentes. Temos que agir agora, sem qualquer atraso. O poder da opinião pública e da ação popular terá um forte impacto sobre a conferência sobre o clima a decorrer em Copenhagem.

Uma coisa que podemos facilmente fazer para alcançar este objetivo: podemos declarar o domingo um dia livre de combustível fóssil ou um dia de baixo carbono ou, pelo menos um dia de economia de energia. Podemos começar esta semana, este mês ou em 2010. Podemos começar individualmente e coletivamente. A longa viagem para reduzir as emissões de dióxido de carbono pode começar aqui e agora. Há não muito tempo o domingo era usado para ser um dia de descanso, um dia de renovação espiritual, um dia para as famílias se reunirem, mas mudamos o domingo de um dia de descanso para um dia de compras, vôos e direção de carros. No entanto, no contexto das emissões excessivas de dióxido de carbono na atmosfera, que estão trazendo transformações catastróficas, podemos e devemos restaurar o domingo para ser um dia de Gaia, um dia para a Terra. [grifo acrescentado]

Não haverá grandes dificuldades em reduzir o uso de todos os não-essenciais e não-urgentes combustíveis fósseis para um dia por semana. Podemos facilmente fechar supermercados, lojas e postos de gasolina. Podemos reduzir a nossa mobilidade ao estritamente necessário e sem prejudicar a economia de qualquer forma. Podemos desfrutar o domingo, mais uma vez, com a nossa família e amigos. Podemos participar de jardinagem, escrever, pintar, caminhar, fazer pão ou simplesmente passar o tempo na contemplação. Isto será bom para a nossa saúde pessoal, bem como para a saúde do planeta. Teremos tempo para nossos amigos, tempo para brincar com os nossos filhos e tempo para a família. De repente podemos reduzir 10% das nossas emissões de carbono na atmosfera fazendo do domingo um dia de baixo carbono e ao mesmo tempo, tornar-nos mais saudáveis e felizes. Então, vamos fazer do domingo um dia de descanso e renovação, em vez de um dia de viagem e trabalho.

O aquecimento global ou as mudanças climáticas são apenas um sintoma do nosso profundo desejo de consumir, consumir e consumir. O problema externo das emissões de carbono está relacionada com o problema interno do desejo. Se ficarmos numa corrida exaustiva 24 horas, sete dias por semana, somos obrigados a poluir o nosso espaço interior, bem como o espaço exterior. A velocidade é a maldição da civilização moderna. A solução para o aquecimento global é simples: diminuir o ritmo. Devagar é bonito. Mesmo se não podemos diminuir todo dia, pelo menos, desacelerar no domingo.

Se você é um cristão então o domingo lento deve ser natural para você, se você é um muçulmano, faça da sexta-feira seu dia de baixa emissão de carbono, se você é judeu, então o sábado pode ser o seu dia para economizar energia, se você seguir uma forma secular de vida, então escolha o seu próprio dia de carbono-livre. Pelo menos no domingo, nós podemos ser cidadãos e não consumidores.

Fonte: Guardian

NOTA: Bingo! Há dois anos e meio o blog Minuto Profético alertou seus leitores de que esse dia chegaria. E chegou! A ligação entre a suposta "crise" do aquecimento global e o descanso dominical obrigatório era óbvio demais para passar desapercebida. A adoração luciferiana (através da guarda do domingo - dia de Gaia) será imposta ao mundo mediante legislação civil conforme o apocalipse já havia revelado. O que no texto acima é apenas sugestão, logo se transformará em obrigação legal. O verdadeiro dia de guarda - o sábado do sétimo dia - será pisado pelo mundo. De que lado você vai ficar?

"Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada" (Sl 119:126).

Fonte - Minuto Profético


O Grande Conflito


Série de estudos com o Pr. Luis Gonçalves que revela o Grande Conflito entre o bem e o mal e nos indica como podemos ser vitoriosos nesta batalha espiritual.

“Uma contínua batalha prossegue entre as forças do bem e as forças do mal. Estamos agora no meio … deste conflito e não podemos ser neutros. Devemos nos posicionar de um lado ou do outro”.

Neste grande conflito, o que está em jogo é a vida ou a morte eterna!

“Vivemos em um mundo onde o bem e o mal, o certo e o errado lutam pela supremacia. Há apenas dois lados nesse grande conflito espiritual. De que lado estamos? Esta é uma escolha de conseqüências eternas, porque a vida e a morte são, literalmente, eternas” Clifford Goldstein.

Só há uma maneira de conhecer sobre este conflito e só há um livro, A Bíblia Sagrada, que revela tudo que você precisa saber para estar do lado vencedor.

Abaixo seguem as 18 lições em vídeo, web e pdf para você estudar!

01) - O Livro que revela tudo (Vídeo)(web)(pdf)
02) -
Os Símbolos das profecias (Vídeo)(web)(pdf)
03) -
As Colunas da verdade (Vídeo)(web)(pdf)
04) -
A Estratégia do inimigo (Vídeo)(web)(pdf)
05) -
Deus e o conflito (Vídeo)(web)(pdf)
06) -
Jesus e o Grande Conflito (Vídeo)(web)(pdf)
07) -
O Espirito Santo e o Conflito (Vídeo)(web)(pdf)
08) -
A Bíblia Sagrada e o conflito (Vídeo)(web)(pdf)
09) -
A Lei e o grande conflito (Vídeo)(web)(pdf)
10) -
A Restauração da verdade (Vídeo)(web)(pdf)
11) -
O Selo de Deus e o conflito (Vídeo)(web)(pdf)
12) -
O Santuário e o conflito (Vídeo)(web)(pdf)
13) -
O Juízo Final (Vídeo)(web)(pdf)
14) -
Os livros do Juízo (Vídeo)(web)(pdf)
15) -
O fechamento da porta da Graça (Vídeo)(web)(pdf)
16) -
O segredo da morte (Vídeo)(web)(pdf)
17) -
Decisão (Vídeo)(web)(pdf)
18) -
O fim do Grande Conflito (Vídeo)(web)(pdf)

[Extraído do site Esperança]

Outros Estudos Proféticos podem ser acessados aqui.


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