quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Delegação vaticana em Copenhagen

CIDADE DO VATICANO, 3 DEZ (ANSA) - A Cidade do Vaticano participará da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 15), que ocorrerá entre os próximos dias 7 e 18, na cidade dinamarquesa de Copenhague.

Segundo anunciou hoje a Santa Sé, a delegação será liderada pelo observador vaticano permanente na Organização das Nações Unidas (ONU), arcebispo Celestino Migliore.

Farão parte do grupo Hugo Cabrera Aramayo, Paolo Conversi, Luke Swanepoe, Markus Wandinger e Mariano Cardiello.

Esta mesma delegação acompanhará a 5ª Reunião das Partes do Protocolo de Kyoto (COP- MOP 5), que será realizada paralelamente à COP 15.

O principal objetivo da COP 15 é fazer com que a comunidade internacional chegue a um consenso sobre medidas concretas de combate ao aquecimento global.

O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, confirmou na última terça-feira sua participação no evento.

Fonte - ANSA


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A resposta da Igreja às mudanças climáticas

A Conferência de Copenhaga sobre as mudanças climáticas irá tomar decisões importantes que vão influenciar muitos aspectos da nossa vida presente e futura. O Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE) e a KEK (Conferência das Igrejas Europeias), juntamente com várias outras comunidades, a título individual, escreveram uma carta conjunta, na qual assinalam que os desafios de Copenhaga “não têm apenas a ver com as vertentes técnicas das mudanças climáticas: ética, cultura, fé e religião são elementos substantivos”.

A mudança de estilos de vida, apontam, deve ser tida em conta se a questão das mudanças climáticas quiser ser efectivamente abordada, assegurando um desenvolvimento humano integral.

“Sabemos que apenas com uma ecologia humana real - que tome em conta os direitos e também as responsabilidades que temos uns com os outros e com as gerações futuras – se poderá prever um melhor cuidado do ambiente”, indicam os secretários do CCEE e da KEK.

As Igrejas cristãs da Europa acreditam que a UE tem de aumentar esforços para reconhecer a responsabilidade mútua dos Estados-membros no combate a estas alterações.

A esta luz, a carta deixa as seguintes indicações:

Encorajamos as Igrejas e os cristãos na Europa a tomar acções apropriadas para abordar o desafio das mudanças climáticas, nas próximas semanas. Encorajamo-los a abordar os seus respectivos governos, convidando-os, com corajosa generosidade, a tomar acções fortes para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. O impacto da crise económica não deve ser uma desculpa para evitar acção efectiva na protecção do ambiente.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP: A pressão deve aumentar nos próximos dias e logicamente haverá de indicar desdobramentos nos próximos meses. Copenhagen ao que indica pode ser o começo de mudanças significativas neste contexto. A igreja tem tomado a frente da mobilização das lideranças religiosas:

"Os ensinamentos do Papa surgem em lugar de destaque..." (BXVI e o sentido ecológico do domingo)

Quanto tempo até que estes "ensinamentos" sejam aceitos pela coletividade religiosa e política?

[Colaboração - Blog Resta uma Esperança]


Cientistas manipulam dados para provar aquecimento

Documentos vazados revelaram fraudes no cálculo do aquecimento global. Já conhecido no mundo como “Climategate”, em referência ao caso Watergate, o vazamento mostra que cientistas diretamente ligados à Organização das Nações Unidas (ONU) estavam manipulando índices para provar que o planeta passa por um processo de aquecimento sem precedentes.

O cientista Philip Jones, um dos apontados durante o Climategate, é responsável por criar o mais importante de quatro índices que orientam políticas climáticas de nações e da ONU. Os emails vazados mostram como os cientistas que trabalham com Jones não liberavam dados importantes de suas pesquisas e fabricavam motivos para mantê-los em segredo.

Os cientistas ligados a Jones também tentavam abalar a credibilidade de qualquer pesquisador que fosse contra os resultados apresentados. Entre os pesquisadores envolvidos no Climategate, estão responsáveis por outros índices que orientam a ONU e o braço-direito do ex-vice-presidente norte-americano Al Gore. (Original em The Telegraph - "Mudança climática: este é o pior escândalo científico da nossa geração")

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Obviamente nenhum destes termos têm sido divulgados, mormente diante da cimeira de Copenhagen que se aproxima, mas as notícias em sentido contrário, continuam se repetindo: "Fome, doenças e seca: consequências temíveis do aquecimento global"

Quem estará com a razão e onde esse estado de coisas está a nos levar?

[Colaboração - Blog Resta uma Esperança]


Católicos vão a Roma por justiça climática

ROMA, terça-feira, 1º de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- Líderes da Igreja, agências humanitárias e instituições assistenciais estão unindo esforços para exortar os líderes mundiais a tratar da questão da “justiça climática”, às vésperas da reunião da cúpula para mudanças climáticas, prevista para 10 de dezembro em Copenhague, Dinamarca. A Cáritas e o Catholic Group International Cooperation for Development and Solidarity (CIDSE) representam 180 agências católicas que lutam por um novo acordo sobre mudanças climáticas que priorize as necessidades dos mais pobres.

O objetivo, segundo um comunicado da Cáritas, é levar representantes e bispos de 25 países a Copenhague para exercer pressão sobre os governos, “para que deixem uma herança verde para as gerações futuras”. Entre os países interessados estão México, Zâmbia, África do Sul, Moçambique e Quênia, assim como estados americanos e europeus.

O secretário-geral da Cáritas Internacional, Lesley-Anne Knight, que estará na reunião, afirmou que “os líderes mundiais devem chegar a acordos legalmente vinculantes para redução de emissões” –os países mais poluidores devem assumir o ônus pelos prejuízos causados pelas mudanças climáticas às comunidades mais pobres.
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Fonte - Zenit


Bispos da UE saúdam entrada em vigor do Tratado de Lisboa

Religiões são parceiras oficiais do diálogo entre instituições

O dia 1 de Dezembro marca a entrada em vigor do Tratado de Lisboa. Para além da reforma das Instituições da União Europeia o Tratado introduz no direito fundamental da União um artigo de importância considerável para as Igrejas, reconhecidas agora no seu contributo específico.

No seu número 17, o Tratado determina que a UE mantém um “diálogo aberto, transparente e regular com as Igrejas”, associações ou comunidades religiosas.

Em virtude deste artigo, refere um comunicado da Comissão dos Episcopados Católicos da Comunidade Europeia (COMECE), as Igrejas “vão poder reforçar o seu diálogo com a Comissão, o Conselho e o Parlamento europeias e contribuir mais eficazmente para a reflexão política europeia”.

Inspirados pela Doutrina Social da Igreja e fortalecidas pela sua experiência de terreno, as Igrejas poderão conduzir um diálogo crítico e construtivo com os decisores europeus sobre as políticas elaboradas pela UE", indica o comunicado.

Para a COMECE, hoje, à beira de uma nova década, são os mesmos problemas urgentes que preocupam a União Europeia e as Igrejas: a solidariedade com os mais fracos no seio das sociedades; a economia ao serviço do ser humano; a solidariedade intergeracional e com os países em vias de desenvolvimento; as mudanças climáticas e a preservação da criação; o acolhimento dos migrantes e o diálogo intercultural.

As Igrejas na Europa acolhem de boa vontade o diálogo com a UE como instrumento que “lhes permitirá acompanhar mais eficazmente a União, a fim de que esta se torne uma comunidade de povos e de valores, consciente da sua responsabilidade, unida e acolhedora”.

Nos últimos anos, este diálogo foi levado a cabo entre as Instituições europeias, a COMECE e os seus parceiros ecuménicos. Este “diálogo de facto” permitiu que a confiança entre ambas as partes fosse crescendo.

Os Bispos católicos da UE desejam, por isso, que este intercâmbio se possa intensificar, com base no artigo 17 do Tratado de Lisboa, e apelam aos cristãos de toda a Europa a aproveitar esta oportunidade de diálogo “para contribuir com saber e humanidade para o projecto europeu”.

Proximamente, a COMECE e a KEK (Conferência das Igrejas Europeias) irão formular “propostas concretas” à Comissão, o Conselho e o Parlamento europeus, para “ancorar” este diálogo numa prática institucional regular.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Com base neste insistente traço de intercomunicação, diálogo e influência, sugiro a leitura do post "Tribunal constitucional alemão da razão à igreja e proibe abertura do comércio aos domingos".


Mais norte-americanos correm risco de passar fome

NEW HAVEN, terça-feira, 1 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- Os Cavaleiros de Colombo decidiram destinar 1 milhão de dólares e muitas horas de voluntariado com o objetivo de alimentar os famintos nos Estados Unidos.

A organização assinala em nota que esta iniciativa propõe responder ao “muito maior que o normal” número de norte-americanos e canadenses “em risco de passar fome”.

A nota informa que cerca de 50 milhões de norte-americanos sofreram situações de “insegurança alimentar” no último ano e cerca de 18% mais de canadenses foram a bancos alimentares pedir ajuda.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: A propósito deste post, ver ainda "O maior recall de carne da história americana" e "Comer menos carne ajuda o planeta e o coração". Recomendo também assistir o documentário "Comida S.A.".

Deus nos avisou, continua avisando e a compreensão destes fatos nos levam a perceber, também por este prisma, que o fim se aproxima, além é claro da necessidade de louvar o Seu nome pela preciosidade que nos foi confiada através do Espírito de Profecia.


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tribunal constitucional alemão da razão à igreja e proibe abertura do comércio aos domingos

O tribunal derruba parte da primeira normativa vigente em Berlim desde 2006 porque não respeita a jornada de "recolhimento espiritual"

O Tribunal Constitucional alemão declarou parcialmente anticonstitucional a legislação sobre a abertura dos comércios no domingo que vige em Berlim. Os magistrados do TC dão assim razão às principais confissões alemãs, a Igreja Católica e a Igreja Evangélica, que haviam denunciado a prática de abrir os comércios aos domingos na capital alemã.

A sentença considera que a abertura do comércio nos quatro domingos do Advento, prévios ao Natal, atentam contra a proteção do domingo como jornada de descanso que figura na Constituição alemã. Os juízes de Karlsruhe optaram por adiar a execução da decisão e permitir que as empresas berlineses abram suas portas aos domingos que faltam até finalizar o presente ano.

A Constituição alemã inclui em seu texto o chamado artigo eclesiástico 139, redigido durante a República de Weimar, no qual se estabelece que os domingos são fundamentalmente jornadas de descanso e de "recolhimento espiritual". Os juízes exortam as autoridades de Berlim a que reformem sua lei de abertura comercial para adaptá-la à normativa constitucional.

A lei berlinesa, aprovada em novembro de 2006, é a mais liberal da Alemanha, ao permitir que as lojas abram suas portas até 10 domingos ao ano, entre eles os quatro prévios às festividades natalinas. Os juízes do Constitucional sim aceitam a abertura dos comércios dos domingos festivos ao ano por "motivos excepcionais", como festas empresariais ou populares, também reconhecidas na norma da capital alemã.

Fonte - El País.com

Nota DDP: Vários aspectos a serem considerados:

1) - A união entre católicos e evangélicos para fazer valer o domingo;
2) - Dispositivos de cunho religioso na constitução alemã;
3) - O reconhecimento judicial de um dia de recolhimento espiritual;
4) - Se a lei de Berlim é a mais "liberal", como seriam as mais ortodoxas?

“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)

[Colaboração - Hiscael Moreno]


Aquecimento global não é ciência, é religião diz documento das Nações Unidas

Gente, eu sempre pensei que o tal de aquecimento global antropogenicamente provocado era ciência ideologizada, mas não a ponto de defini-la como 'religião'. Mas foi justamente isso que um documento das Nações Unidas fez:

"O ambientalismo deveria ser considerado no mesmo patamar que a religião, 'como a única obrigação baseada na narrativa de valores disponíveis para a humanidade', tudo de acordo com o termo escrito dois anos atrás para influenciar a futura estratégia do Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP), que pretende ser o fiscal do "dever-ser" ambiental do mundo. O propósito do termo, colocou juntos, depois de uma seção privada de um dia na Suíça por alguns dos maiores expoentes da burocracia ambiental: para defender um novo e sem precedente esforço para mover as preocupações ambientais para 'o centro das decisões políticas e econômicas' ao redor do mundo — e talvez não coincidentemente, expandir a influência e alcance da UNEP nas mesas de poder do mundo, como um regulador e supervisor potencial da Nova Ordem Ambiental."

Source/Fonte

Do próprio documento:

"UNEP tem uma mensagem crítica, mas está entregando-a na linguagem errada para a audiência erra. Isso nunca a posicionará para fazer o que é necessário até que encontre a linguagem e narrativa corretas. A força dessa mensagem não pode ser sub enfatizada. O sucesso da UNEP depende de conseguir esse direito."

 Source/Fonte

 Read another report/Leia outro relatório

Gente, traduzindo em graúdos: uma 'teocracia secularizada' visando um governo mundial! Onde foi mesmo que eu li isso? Eu acho que já isso em algum lugar...

Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica


Igreja pede justiça ambiental

Roma, 1º dez (RV) - A Igreja Católica está unindo forças para pressionar os líderes políticos em Copenhague, na Dinamarca, para a Cúpula sobre Mudanças Climáticas, que se realizará na próxima semana.

A Caritas Internacional e a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Econômico (CIDSE), representando 180 entidades católicas, querem que os participantes da Cúpula coloquem as necessidades dos mais pobres em primeiro lugar, definindo um novo plano para fazer frente às mudanças climáticas.

As duas organizações vão levar a Copenhague representes e bispos de 25 países dos cinco continentes para pressionar os líderes políticos.

A Caritas Internacional será representada por sua secretária-geral, Lesley-Anne Knight, que pede que haja uma nova visão para compartilhar a responsabilidade sobre a Terra. "Todos nós devemos viver de maneira mais sustentável, freando nosso estilo de vida consumista. Isso é difícil, mas não tão difícil quanto não fazer nada. Copenhague deve ser parte de uma nova ética global, que nos una novamente com a natureza; do contrário, será uma falência" – afirmou.

Estarão presentes na capital dinamarquesa quatro bispos, entre eles Dom João Silota, bispo moçambicano de Chimoio. Da América Latina, haverá representantes de México, Chile, El Salvador, Honduras e Bolívia.

Fonte - Radio Vaticano


O diálogo religioso é uma necessidade

Jacarta, 1º dez (RV) - A Indonésia, nação muçulmana mais populosa do mundo, é um exemplo de sociedade multicultural. Foi o que afirmou o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Card. Jean-Louis Tauran, em visita esses dias ao país.

"Criar uma ponte para o diálogo não é uma opção, mas uma necessidade" – destacou o cardeal, encontrando a ministra do Comércio, Marie Elka Pangestu, e o arcebispo de Jacarta, Card. Julius Riyadi Darmaatmadja.

Na capital, o Cardeal Tauran visitou a mesquita de Istiqlal, que fica diante da Catedral. Quem o recebeu foi o imã da mesquita, Kiai Hajj Syarifuddin Muhammad, que recordou que o templo não é somente a casa dos muçulmanos, mas de todos os fiéis de diversas religiões.

A mesquita, acrescentou, é um símbolo do diálogo inter-religioso, pois quem a construiu foi o arquiteto cristão Frederich Silaban.

O purpurado, por sua vez, agradeceu ao imã pelo acolhimento e manifestou apreço pela atmosfera de amizade: "Parece que não existe uma diferença entre os muçulmanos indonésios e os cidadãos cristãos". Para o Card. Tauran, os cristãos deveriam aprender dos muçulmanos a forte prática de fé e a disciplina.

A visita do purpurado à Indonésia encerra-se amanhã.

Fonte - Radio Vaticano


O Papa serve à unidade na verdade e na caridade

VATICANO, 30 Nov. 09 / 11:51 am (ACI).- Em sua mensagem pela festa de Santo André ao Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, Bento XVI ressaltou que o Papa, como Sucessor do Apóstolo Pedro, serve "à unidade na verdade e a caridade" e que seu serviço não deve entender-se "em uma perspectiva de poder mas dentro de uma eclesiologia de comunhão".

Na mensagem entregue ao Cardeal Walter Kasper, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, durante sua visita à Istambul, o Santo Padre recordou o mártir irmão de São Pedro e explicou que "a memória dos Santos mártires move a todos os cristãos a darem testemunho de sua fé ante o mundo. É uma chamada urgente, sobre tudo em nossos dias, quando a Cristandade se enfrenta com provocações cada vez mais complexas".

"Nossas Igrejas se comprometeram sinceramente nas últimas décadas em prosseguir o caminho que leva a restabelecimento da plena comunhão e, apesar de que não tenhamos alcançado ainda esse objetivo, demos muitos passos que têm feito possível aprofundar os laços comuns".

Seguidamente Bento XVI indicou que essa abertura guiou os trabalhos da Comissão Internacional Mista para o Diálogo Inter-religioso que celebrou sua 11° sessão plenária no mês passado no Chipre e cujo tema foi: "O papel do Bispo de Roma na comunhão da Igreja no primeiro milênio".

"Um tema complexo e que requer um estudo exaustivo e um diálogo paciente se aspiramos à integração compartilhada das tradições orientais e ocidentais", destacou o Papa.

"A Igreja Católica entende o ministério petrino como um dom do Senhor para sua Igreja. Este ministério não deve interpretar-se segundo uma perspectiva de poder, mas dentro de uma eclesiologia de comunhão, como serviço à unidade na verdade e a caridade", afirmou.

"O Bispo da Igreja de Roma que preside na caridade é o Servus Servorum Dei (o Servo dos Servos de Deus). Trata-se de procurar juntos, inspirados no modelo do primeiro milênio, as formas em que o ministério do Bispo de Roma possa cumprir um serviço de amor reconhecido por um e por todos", disse logo o Santo Padre.

Finalmente o Papa ressaltou que no caminho à plena comunhão "podemos oferecer já um testemunho comum trabalhando juntos ao serviço da humanidade, sobre tudo defendendo a dignidade da pessoa e afirmando os valores éticos fundamentais, promovendo ao mesmo tempo a justiça e a paz" e que ambas as Igrejas "podem cooperar em sensibilizar as pessoas à respeito da responsabilidade da humanidade na proteção da criação".

Fonte - ACI Digital


Papa e presidente do Peru falam sobre colaboração Igreja-Estado

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 30 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- A colaboração entre Igreja e Estado foi um dos assuntos fundamentais tratados no encontro entre o Papa Bento XVI e o presidente do Peru, Alan García Perez, ocorrido nesta segunda-feira.

O Chefe de Estado foi recebido em audiência no Palácio Apostólico Vaticano e teve com o pontífice “uma troca frutífera de opiniões sobre temas referentes à atual conjuntura internacional, especialmente na região”, segundo nota divulgada pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Foram também extensamente discutidos “os âmbitos da colaboração entre a Igreja e o Estado”, além de aspectos da situação atual do país sul-americano, em particular “o empenho do governo em erradicar a pobreza, promover o estado de direito e na proteção do meio-ambiente.”

Após o encontro com o Papa, o presidente peruano foi recebido pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, e por Dom Dominique Mamberti, secretário para as Relações com os Estados.

O Peru tem uma população ligeiramente inferior a 30 milhões de habitantes, dos quais 82% são católicos.

Fonte - Zenit


Entra em vigor tratado que reforma União Européia

A União Europeia celebra nesta terça-feira a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, que estabelece uma série de reformas institucionais destinadas a tornar mais democrático o processo de tomada de decisões do bloco e a fortalecer seu papel no cenário global.

Assinado em dezembro de 2007 como alternativa à falida Constituição Europeia, reprovada em referendo por franceses e holandeses dois anos antes, o novo acordo adapta as regras da UE à estrutura de um bloco que duplicou de tamanho durante a última década.

Para isso, muitas das decisões do Conselho Europeu, órgão que reúne os governos dos 27 países da UE, deixarão de ser tomadas por unanimidade e passarão a respeitar o critério de dupla maioria qualificada a partir de 2014.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Em outras palavras, criaram um dispositivo legal para burlar a falta de unidade dos componentes do bloco. Não se unirão, diz a profecia. Ver também "Tratado de Lisboa entra finalmente em vigor". Destaque:

Os defensores do texto, assinado em Lisboa a 13 de Dezembro de 2007, acreditam que este é um primeiro passo para que a União Europeia assuma um papel de destaque na nova ordem mundial, depois da emergência de novas potências.


Antártica: três graus a mais até o fim do século

O continente antártico, que permaneceu à parte do aquecimento provocado pelo buraco na camada de ozônio durante 30 anos, pode registrar uma aumento da temperatura de três graus até o fim do século, segundo um estudo publicado seis dias antes do início da reunião de cúpula de Copenhague sobre o clima.

"Durante este século, o buraco na camada de ozônio deve ser completado, permitindo que os efeitos do aquecimento sejam sentidos plenamente através da Antártica", afirma o Scientific Committee on Antarctic Research (SCAR), que reúne 450 pessoas de cinco centros de pesquisas.
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"O derretimiento da calota ao oeste da Antártica contribuirá para a elevação geral do nível dos mares, que pode chegar a 1,4 metro em 2100".

Fonte - Último Segundo


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

As representações relativas ao aquecimento global lembram a história da humanidade segundo a Bíblia

Por Ricardo Augusto Felício, Daniela de Souza Onça e Marco Aurélio Lessa Villela

SEGUNDO qualquer meio de comunicação de massa consultado -jornais, revistas, rádio, televisão e até mesmo filmes-, como consequência de nossas atividades econômicas, estaríamos desencadeando a maior mudança climática de que se tem conhecimento, que traria consequências tais que é comum que as imagens empregadas remetam ao apocalipse bíblico. Contudo, ainda estaria em tempo de tomar alguma atitude, usando tecnologias "limpas", reduzindo assim o todavia inevitável aquecimento global.
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A atual crise econômica começa a pôr abaixo tais falácias. Não é a primeira vez que se cria um estado de "terror" global em relação ao clima. Durante a década de 1930, sobreveio um período de calor e seca além do habitual. Diante dessa variabilidade natural do clima -assim a compreendemos-, alardeou-se que estaria acontecendo um aquecimento global, causado pela elevação do nível de CO2 atmosférico, oriunda de atividades humanas.
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Curioso foi que, anos depois, entre as décadas de 1950 e 1960, quando a tendência se inverteu, trazendo temperaturas mais amenas, o mundo tremeu ante o anúncio, propagado pelos meios de comunicação de massa, de que a Terra estaria entrando em uma nova era glacial.
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Após essas "ameaças" à humanidade, outras se seguiram: desertificação, buraco na camada de ozônio e, novamente, aquecimento global. É onde nos encontramos hoje.
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Acima dos discursos, é preciso considerar o que tem sido feito na prática em nome da precaução ante a ameaça do "aquecimento global" -praticamente uma entidade sobrenatural, que pouco se compreende, mas se teme-, assim como o que se planeja fazer. Quem ganha com isso? Quem ganhou nos momentos anteriores? Ressalva importante: não somos favoráveis ao "laisser-faire" em relação à degradação ambiental generalizada que se tem observado ao longo dos últimos séculos, potencializada nas últimas décadas.

É justamente por levarmos muito a sério as crescentes agressões e ameaças a todas as formas de vida em nosso planeta que recusamos o uso de um espantalho para amedrontar as pessoas e assim "conscientizá-las". Não é por meio do medo e da mentira que conseguiremos um mundo melhor. Os fins não estão desligados dos meios, e tais meios, reconhecidamente, levam ao mundo que temos hoje.

Fonte - Metodista

Nota DDP: Ver também "UE defende ação contra mudança climática e mais envolvimento da China".

Estamos nos dias que precedem a reunião de Copenhague, que pretende tratar sobre o clima e tomar decisões de redução das emissões de gases poluentes na atmosfera. No entanto, o poder econômico tem graves dificuldades em abrir a mão para salvar o clima. [NE: O articulista se alinha ao aquecimento antropogênico]

Cientistas do INPI declaram que o planeta tem ainda uns 4 anos de clima suportável, depois deverá iniciar o estado de colapso (desequilíbrio no clima). São estudos feitos com base em modelos matemáticos e observações vindas do espaço, dos satélites. Mas esses estudos até hoje falharam. Eles tem dado expectativas muito otimistas, e na verdade a deterioração do clima tem-se mostrado sempre mais veloz que a previsão. Ou seja, a situação parece ser mesmo pior que as previsões científicas, e estas já não são nada boas.

Como a notícia acima, tudo nesse mundo é medido em números, e não qualquer número, preferencialmente em valores monetários. Assim é tratado o clima, assim é tratado o ser humano. E no final, quando o domingo não for aceito por todos os seres humanos como alternativa para salvar o clima do planeta, e resolver outros problemas, pois essa é uma das grandes idéias em debate no mundo hoje, estes sofrerão um boicote econômico, isto é, perderão o direito de comprar e vender que é o motivo central da Globalização.

Mas quando esse decreto vier, na verdade ninguém mais vai comprar e vender, pois, por um lado, o colapso climático não mais o permitirá, e por outro lado, DEUS retirará Seu ESPÍRITO das nações da Terra, e haverá aqui uma crise como jamais se viu. Quando essas coisas acontecerem, é para se saber que o fim estará muito próximo. E isso é obvio, nem poderia ser diferente. Então é que aqueles que forem fiéis a DEUS serão alimentados a pão e água, trazidos pelos anjos do Céu, até que vejam JESUS voltar nas nuvens. Vai valer a pena ser fiel.
(Cristo Voltará)


Líderes muçulmanos recebem cardeal em mesquita

JACARTA, sexta-feira, 27 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- O presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, cardeal Jean-Louis Tauran, realizou uma visita à mesquita nacional Istiqlal, a maior do sudeste asiático, durante sua primeira viagem oficial à Indonésia.

O cardeal Tauran estava acompanhado, nessa quarta-feira, pelo cardeal Julius Darmaatmadja, de Jacarta, o arcebispo coadjutor Ignatius Suharyo Hardjoatmodjo, e o bispo de Bandung, Dom Johannes Maria Trilaksyanta Pujasumarta, informa UCAN.

O imame da mesquita, Kiai Hajj Syarifuddin Muhammad, deu as boas-vindas aos católicos. “Esta mesquita não pertence só aos muçulmanos, mas a todos que professam uma religião. Todos eles são bem-vindos aqui”, disse.

A mesquita nacional da Indonésia, que pode acolher mais de cem mil pessoas, está situada do outro lado da rua da catedral da Assunção, no centro de Jacarta. O principal edifício retangular de oração está coroado por uma cúpula esférica de 45 metros, sustentada por doze colunas.

O cardeal Tauran destacou o clima de proximidade, dizendo: “parece que não há brecha entre muçulmanos e católicos”.
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Fonte - Zenit


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Séries "Como folhas de outono..."


Da sugestão de um amigo deste espaço ocorreu-me a idéia de compartilhar o material que tenho arquivado em áudio com programas dirigidos por vários Pastores em diversas localidades. Tratam-se de semanas de oração ou séries temáticas que enriquecem a vida espiritual daqueles que querem viver mais próximos de Cristo.

01) - Pr. Henry Feyerabend (Espírito Santo)
02) - Pr. Gilson Brito (Meu Salvador, minha vida)
03) - Pr. Edson Nunes Jr. (Identidade)
04) - Pr. Ivan Saraiva (Hábitos dos cristãos altamente eficazes)
05) - Pr. Otimar Gonçalves (Predestinados para o céu)
06) - Pr. Fernando Iglesias
(Toque minhas mãos)
07) - Pr. Ivan Góes
(Respostas de Deus)
08) - Pr. Ranieri Sales (Um troféu nas mãos de Deus)
09) - Pr. Acílio Alves Filho (Retratos do Salvador)
10) - Pr. Paulo Rabello (Preparação para a Crise Final)
11) - Série "Virtudes Cristãs" (Palestrantes Variados)
12) - Série "Nos passos de Jesus" (Palestrantes Variados)
13) - Pr. Ivan Saraiva (Esperança para viver)
14) - Pr. Alejandro Bullon (As revelações do Apocalipse)
15) - Série "Os Dez Mandamentos" (Palestrantes Variados)
16) - Série "O Caminho" (Pr. Fernando Iglesias)
17) - Série "Programa Novo Começo" (Dr. Sang Lee)
18) - Série "A Guerra dos Sentidos" (Daniel Spencer)

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, distribuindo um CD, enviando um email com o endereço deste post, ou mandando os links específico para download das programações, sempre "como folhas de outono", atendendo o "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

ET: Veja também a série de estudos bíblicos disponíveis para download "E conhecereis a Verdade", com o Dr. Mauro Braga.


Europa sofrerá cada vez mais com calor, secas e inundações

PARIS, França (AFP) - A seca em algumas regiões e as inundações em outras, somadas ao tempo muito quente, serão recorrentes na Europa em consequência das mudanças climáticas e podem provocar graves catástrofes até 2050, segundo a Agência Europeia de Meio Ambiente (AEE).

Apesar de estar mais bem preparada que outras regiões para enfrentar os problemas, a Europa se equivoca se pensa que está protegida das mudanças climáticas, principalmente se for considerado que registra um aquecimento maior que a média mundial.

"O aquecimento na Europa no último século foi de 1,1 grau centígrado, com picos de até seis graus no Ártico, contra a média mundial de 0,8 grau", afirma Jacqueline McGlade, diretora da AEE.

Da Groenlândia à Grécia, a alta das temperaturas será especialmente considerável no sul da Europa, na Finlândia e no centro do continente.

A onda de calor de 2003, que provocou a morte de 70.000 pessoas, na maioria idosos, é uma mostra dos futuros verãos, insistem os cientistas. Um verão em cada dois pode registrar uma situação do tipo.

Até 2050 se perfila uma Europa dividida em duas, com um sul mediterrâneo desidratado, com área rumo à desertificação, e do outro lado um norte sob fortes chuvas mais intensas no inverno, geralmente submersa pelas inundações.

O verão de 2008 ilustrou o contraste: seca prolongada na Espanha e inundações catastróficas na Grã-Bretanha.

A água será uma preocupação para todos os países europeus, e vários - Chipre, Espanha, Itália, Bélgica, Bulgária e Grã-Bretanha - já sofrem graves problemas hídricos.

"O aquecimento global vai exacerbar a pressão nas regiões que já têm dificuldades", explica André Jol, autor de um relatório da AEE.

O continente europeu vive acima de seus recursos e terá que reduzir o consumo de água tanto na agricultura como nas residências.

Os Alpes, "torre de água da Europa", que fornecem 40% da água doce, esquentam quase duas vezes mais rápido que a média mundial (+1,48 grau centígrado em um séculos em um século). Dois graus mais condenariam ao fechamento um terço das estações de esqui.

"O caudal dos rios vai mudar totalmente. Na primavera será muito forte, com risco de inundações importantes na Alemanha e Holanda, mas no verão teremos menos água para todos, a região de Viena terá falta de água no futuro", comenta Jol.

No sul da Europa, onde a agricultura consome 60% da água, chegando a 80% em algumas localidades, a escassez pode provocar quedas expressivas do rendimento agrícola, como por exemplo das plantações de trigo nas zonas costeiras do Mediterrâneo.

O aumento do nível dos oceanos, que pode ser de 0,7 a 1 metro, é outra preocupação, já que no perímetro mediterrâneo metade da população vive nas costas.

Três regiões são as mais vulneráveis: Holanda e as costas do Mar do Norte, Londres e um arco que vai de Barcelona a Marselha, onde a erosão fragiliza ainda mais o litoral.

Fonte - Yahoo


Climategate: Manchetes no mundo todo

Uma vez que todos os emails têm como destinatários universidades públicas americanas, são públicos, ou seja, têm divulgação protegida pelo FOIA – Freedom of Information Act. Mas no resto do mundo, a busca por evidências de fraude é frenética. Enquanto isso, os diretores do CRU e seus aliados na grande mídia catastrofista tentam minimizar o vazamento ou caracterizá-lo como “manobra” dos céticos. Aliás, FOIA 2009 é o nome do arquivo compactado que está batendo recordes de downloads mundo afora. É um “Climategate” em gestação avançada, apesar dos esforços em abortá-lo. (Mídia@Mais)

Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica

Nota DDP: Pode não dar em absolutamente nada ou, pode apontar para a "antecipação" de medidas que novas provas poderiam inviabilizar. Sobre a divulgação desta questão na mídia nacional: "Isolando a questão climática". Destaque:

"Se não mudamos o nosso modo de vida e hábitos de consumo de nada adiantarão as pomposas conferências internacionais. A mídia nacional e internacional precisa se convencer de que o aquecimento global produzirá uma catástrofe maior ainda do que a de uma 3ª Guerra Mundial. Delegar aos governantes todas as responsabilidades pelo destino do planeta é uma irresponsabilidade tão grande como foi há 70 anos minimizar os perigos do nazi-fascismo."


O americano tranquilo

O presidente Barack Obama está prestes a anunciar que enviará reforços para o Afeganistão e confirmou presença na reunião sobre mudança climática em Copenhague.

Essas atitudes mostram como Obama conduz as relações exteriores. Muitos dizem que o presidente norte-americano está conquistando uma reputação de alguém que pode ser pressionado. As tentativas de diálogo de Obama são sempre vistas com ambiguidade ou desprezo. Nas próximas semanas ele pode mudar essa impressão aceitando um acordo climático. Ou então pressionando o Irã a negociar seu programa nuclear antes do final do ano. Ele poderia concordar em acabar com as armas nucleares ou convencer os palestinos e o primeiro ministro de Israel a conversarem. Todas essas atitudes poderiam transformar Obama em o presidente da política exterior.

Caso não aconteça nenhum avanço, Barack Obama pode ser visto como fraco e sonhador. Ele mesmo reconheceu esse risco durante um discurso onde disse “Regras são obrigatórias. Violações precisam ser punidas. Palavras precisam significar alguma coisa”.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Ver também "UE se mostra satisfeita com presença de Obama em Copenhague" e "Greenpeace pede a Obama, Lula e Sarkozy acordo sobre clima".


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