sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

“O Irão é um vulcão que pode explodir a qualquer momento”

Shirin Ebadi, vencedora do prémio Nobel da Paz de 2003, pelo seu trabalho enquanto advogada pelos Direitos Humanos no Irão, foi nesta quarta-feira a Estrasburgo receber o prémio Sakharov em nome da galardoada Nasrin Sotoudeh.

Em entrevista ao PÚBLICO, Shirin Ebadi fala de um Irão prestes a “explodir violentamente” numa revolta que poderá levar a “uma mudança efectiva [que] terá sempre origem na sociedade”.

No discurso de aceitação do prémio Sakharov por Nasrin Sotoudeh, lido por si hoje no Parlamento Europeu, lia-se uma mensagem de alguma esperança na possibilidade de haver uma mudança no Irão em breve. Nasrin Sotoudeh usou o exemplo da África do Sul de Nelson Mandela e da Birmânia de Aung San Suu Kyi. Acha que esta esperança é realista?

O Irão é como um vulcão que pode explodir violentamente a qualquer momento e sem aviso. Por isso, não dá para marcar uma data ou definir um prazo quando falamos de questões que dependem da sociedade. Mas dá para fazer previsões, e, para isso, basta seguir a actualidade. E eu, muito sinceramente, penso que vai acontecer algo, vai haver uma mudança significativa, num futuro próximo.

Na África do Sul e na Birmânia, apesar da influência que a revolta popular e a pressão internacional tiveram, a derradeira alavanca para uma mudança efectiva foi política. Acredita que será este o caso no Irão, ou a explosão de que fala será das massas, como na Primavera Árabe?

Na Primavera Árabe, os islamistas tornaram-se muito poderosos, conseguiram, nalguns casos, tomar as rédeas de todo o processo, e isso é algo que representa um verdadeiro desafio na região do Médio Oriente. Mas os iranianos sabem o que é um Governo religioso, eles sabem o que é viver num país com perseguição com base na religião. Eles sabem qual é o preço a pagar e, por isso, são muçulmanos ao mesmo tempo que são seculares. Posto isto, e salvaguardada esta diferença do Irão em relação aos países em que a Primavera Árabe teve efeito, uma mudança efectiva no Irão terá sempre origem na sociedade.

Acha que a atribuição do prémio Sakharov a dois iranianos, tal como quando a galardoaram em 2003 com o prémio Nobel da Paz, produz algum efeito no iraniano comum?

O povo iraniano está muito ciente deste prémio, e, graças à língua persa, que é uma das mais usadas na Internet, este acontecimento é assimilado e celebrado por muitos iranianos. Estes prémios têm um grande efeito no iraniano comum, porque é aqui que ele se apercebe de que o mundo não se esqueceu dele. É uma maneira de ele ficar a saber que o mundo olha para o seu país e que há muita gente a acompanhar a nossa situação. Com estes prémios, o iraniano comum fica a saber que há gente de todo mundo que está grata pela sua luta pela liberdade.

E acha que a comunidade intelectual do Irão, à qual pertencem Nasrin Sotoudeh e Jafar Panahi, está próxima do iraniano comum?

Repare que, apesar de terem sido eles os dois a ganharem o prémio Sakharov, e apesar de serem, de facto, parte de uma elite intelectual, a verdade é que a maior parte dos presos políticos no Irão não são intelectuais, não pertence necessariamente às letras, às artes e à ciência. Muitos deles são trabalhadores. Há 20 professores presos no Irão. E os estudantes são mais de 100.

O vencedor do Nobel da Literatura de 2012, o chinês Mo Yan, foi amplamente criticado por não ter feito referências políticas no seu discurso de aceitação do prémio. Como é que o compara a Jafar Panahi, que está em prisão domiciliária pelos seus filmes?

Não é necessário que todas as pessoas pensem o mesmo, e, apesar de várias liberdades serem inexistentes, a verdade é que todos temos direito a adoptarmos o estilo que quisermos perante os problemas dos nossos países. É uma escolha de Mo Yan. Não vou ser a impor-lhe a minha vontade.

Um terço dos americanos culpa Apocalipse por desastres naturais

Um terço dos americanos acredita que a intensidade dos desastres naturais recentes está relacionada com o Apocalipse descrito no Novo Testamento, segundo pesquisa publicada esta quinta-feira.

No entanto, muitos outros cidadãos culparam o aquecimento global pelo fenômeno, acrescentou a consulta.

Tentando explicar as inundações, o extremo calor e as ondas de frio, 36% dos americanos e 66% dos cristãos evangélicos se referiram ao fim do mundo, segundo esta pesquisa realizada pelo Instituto Público de Pesquisa Religiosa.

No entanto, 63% dos entrevistados culparam as mudanças no clima e 67% afirmaram que o governo deveria fazer mais para enfrentar este problema.

Por outro lado, cerca de 15% dos entrevistados disseram pensar que o mundo acabará durante seu tempo de vida e só 2% consideraram que o fim do mundo ocorrerá no próximo 21 de dezembro, como muitos acreditam que os maias previram.

Um total de 1.018 adultos participaram da pesquisa, realizada entre 5 e 9 de dezembro com margem de erro de 3,2%.

Fonte - Terra

"[Satanás] Estudou os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são pertubadores do povo..." O Grande Conflito, p. 589 e 590.

"Mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo". O Grande Conflito, p. 592

Mortes por tufão devem passar de 1,8 mil nas Filipinas

Há 906 mortos confirmados pelas autoridades, mas equipes de resgate têm pouca esperança de encontrar vivas 932 pessoas consideradas desaparecidas

As autoridades filipinas elevaram nesta sexta-feira a 1.838 o número de mortos e desaparecidos por consequência da passagem do tufão Bopha, que deixou um rastro de destruição no sul do país em 3 de dezembro. A última apuração aponta 906 mortos confirmados, mas as equipes de resgate têm poucas esperanças de encontrar com vida as 932 pessoas consideradas desaparecidas mais de uma semana depois do tufão ter arrasado plantações e dezenas de aldeias.

Segundo o Conselho Nacional de Prevenção e Resposta a Desastres, 2.660 pessoas ficaram feridas, e as inundações e os deslizamentos de terra danificaram cerca de 250.000 casas. Com 5,5 milhões de desabrigados, quase 60.000 pessoas são atendidas em abrigos, enquanto 760.000 requerem água e alimentos para sobreviver principalmente nas províncias de Davao Oriental e Compostela Valley.

ONGs e especialistas como o meteorologista Jeff Masters afirmam que a intensidade do Bopha se deve ao aquecimento incomum das águas do oceano por conta da mudança climática. Os efeitos devastadores se multiplicaram na devido à mudança climática e também ao desmatamento, segundo especialistas.

Cúpula – No entanto, tufões como Bopha ou a supertempestade Sandy, que atingiu os Estados Unidos no final de outubro, não serviram para que a Cúpula da ONU sobre Mudança Climática alcançasse um acordo mais ambicioso na semana passada em Doha, onde acordaram uma extensão do Protocolo de Kioto até 2020.

Juland Suazo, da ONG filipina Panalipdan, lembrou ainda que o desmatamento para dar passagem a explorações mineiras e plantações aumentou os efeitos devastadores das inundações e dos deslizamentos de terra.

Fonte - Veja

"Perplexo, mas não desanimado"

Quando penso nos 17 milhões de adventistas em comparação com os 7 bilhões de pessoas que vivem no complexo mosaico de ideologias e religiões do nosso planeta, quase perco o ânimo. Como levar o evangelho a esse labirinto de ideias, uma vez que, como igreja, somos um grãozinho de areia na imensa praia de necessidades e desafios deste mundo?

Como se isso não bastasse, existe outra coisa ainda mais preocupante: o contraste entre a igreja de hoje e a igreja descrita em Atos 2:42-47. Não me refiro à discrepância numérica, mas à intrigante diferença entre a condição espiritual da igreja de hoje e a da igreja apostólica.

Ao pensar nisso, lembro-me de um belo sermão que ouvi, em novembro de 1983, na All Souls Church, em Langham Place, Londres. O pregador foi John Stott, autor de mais de 50 livros, dentre eles Entenda a Bíblia, Cristianismo Básico e A Cruz de Cristo. O texto do sermão foi o de Atos 2:42-47: Os cristãos “perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam o pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.”

John Stott extraiu preciosas lições do texto acima, porém o que mais apreciei em sua mensagem foi a ênfase na necessidade de os cristãos modernos cultivarem o mesmo espírito de fraternidade da igreja nascente. Naquela noite, ao voltar para o Newbold College, ignorei as luzes de Londres e das cidades de meu itinerário, a fim de continuar refletindo na abnegação, no desprendimento e no espírito de serviço dos primeiros conversos ao cristianismo.

Hoje, vinte e nove anos depois, penso na minha igreja, em minha própria condição espiritual e vejo que estamos longe do padrão divino. Quanto desinteresse pelas coisas eternas! Por isso, a moderna versão de Atos 2:42-47 tem sabor laodiceano: Poucos membros da igreja perseveram na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. O temor de Deus está desaparecendo; são raros os milagres na experiência de pastores e líderes. Muitos membros estão desunidos e nada têm em comum. São relutantes em abrir mão de bens e propriedades em favor dos pobres e da igreja. Os templos, em sua maioria, estão vazios no domingo e na quarta-feira à noite. É escasso o espírito de solidariedade e serviço. Cada um vive para si. Por isso, é tímido o acréscimo de novos membros em comparação com o potencial dos 17 milhões de adventistas ao redor do mundo.

É por isso que estou perplexo. Estou triste porque essa mornidão espiritual virou rotina em nossos lares, nas igrejas e nos escritórios de nossas instituições. Como Deus está triste com essa mesmice! Se, por um lado, a complexidade da máquina da igreja impressiona por seu tamanho, por outro, frustra os observadores, por falta de viço espiritual.

Se você também não está feliz com essa condição de baixa espiritualidade da igreja, pense na experiência de Moisés no deserto de Midiã. Quarenta anos vivendo numa rotina sem graça, indo de um lado para outro, cuidando de ovelhas. Um dia, porém, Deus interrompeu a rotina daquele pastor fugitivo, que outrora fora príncipe na festiva corte egípcia. “Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo, no meio duma sarça” (Êx 3:2). Cheio de curiosidade, Moisés quis se aproximar da sarça, mas Deus lhe pediu que guardasse distância. Além disso, ordenou-lhe que tirasse as sandálias, porque aquele lugar era “terra santa” (v. 5). Finalmente, Deus o chamou para libertar do cativeiro egípcio o povo hebreu. Sentindo-se, porém, impotente, Moisés confessou: “Quem sou eu?” (v. 11). Então, o Senhor lhe respondeu: “Eu serei contigo.”

Agora, vou mudar meu discurso: Estou perplexo, mas não desanimado. Por quê? Porque o EU SOU que tirou Moisés da rotina e, séculos depois, transformou um punhado de apóstolos e crentes em pessoas consagradas, pode tirar da zona de conforto os 17 milhões de membros da minha igreja, capacitando-os para cumprir uma missão que, sem a intervenção divina, seria totalmente impossível!

Rubens Lessa - Editor da RA

Fonte - Revista Adventista (Dez/12)

Nota DDP: O artigo levanta duas condições de perplexidade e se foca na análise da segunda, que em certo sentido se confunde com a primeira. Somos 17 milhões (?), mas é incontestável que JAMAIS terminaremos a pregação no contexto atual (tente cruzar o gráfico do crescimento populacional com o da pregação do Evangelho). Graças a Deus a liderança da Igreja na pessoa do Pr. Ted Wilson percebeu e começou a pregar sobre esta realidade, afastando a pretensão de que somos capazes desta empreitada SEM o derramamento do Espírito Santo, com meros expedientes humanos para este fim.

Jesus diz que "o Evangelho será pregado", não portanto que nós o pregaremos, mas que ELE o pregará através daqueles que estiverem disponíveis, pelo poder do Santo Espírito. E quando isso acontecerá?

Quando o estado espiritual da Igreja for o de Atos 2:42-47.

Reavivados e reformados, livres do mundo e de suas distrações, algo impossível nestes dias com os rumos que o povo de Deus tomou, rumo aliás que basta olhar para história de Israel para entender. Infelizmente o sistema que conhecemos terá que desabar para isso acontecer e, quando acontecer, que Deus nos conceda poder para não virarmos estátuas de sal.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

O mundo em 12 notícias

A cada fim de ano, jornais e revistas de várias partes do globo fazem uma retrospectiva dos últimos doze meses. Em geral, destacam eventos significativos, tragédias dolorosas, conquistas promissoras e frases marcantes. Políticos, atletas e celebridades são figuras indefectíveis nesses álbuns de acontecimentos. Numa publicação como a Revista Adventista, que espécie de fatos poderiam ser destacados? Do ponto de vista do cristianismo, que notícias teriam relevância? Se você fosse convidado para escrever esta retrospectiva, que relevo teria seu mundo?

Para cada mês de 2012, vamos mencionar um acontecimento e comentá-lo brevemente. Dos milhões de fatos relevantes e irrelevantes que poderiam ser escolhidos, destacaremos aqueles que apresentam alguma “lição” para os cristãos. O foco estará principalmente em eventos que indicam o caminhar do mundo para o clímax da história.

Naturalmente, a esperança do adventista está no Céu, não na Terra. O grande acontecimento que ele aguarda depende do cronograma divino, não do calendário humano. O cristão precisa viver de olho nos eventos preditos no livro de Deus, não nos fatos descritos nos jornais dos homens. No entanto, é importante acompanhar os fatos e interpretar os sinais.

Em Lucas 12:54-56, Jesus censurou os religiosos da época porque conheciam os fenômenos meteorológicos, mas não percebiam os sinais dos tempos. Numa sociedade agrícola como aquela, reconhecer os padrões climáticos era fundamental. Se fosse hoje, Ele poderia mencionar as oscilações da Bolsa de Valores. Porém, mais importante do que saber se o céu está escuro, se o vento sopra do sul, se as nuvens aparecem no oeste ou se o mercado de ações está em alta, é conseguir ler os eventos da história. Ver os sinais da Terra e não notar os sinais do céu é ser cego para o mais importante.

Se o discernimento era essencial no 1º século, hoje é ainda mais, pois falsos sinais e sinais verdadeiros se confundem para os distraídos. Assim como os judeus não perceberam que o tempo do Messias havia chegado, nós também podemos não detectar a proximidade da segunda vinda de Cristo. Perder a noção do tempo messiânico é fatal!

Vamos aos 12 acontecimentos:

Janeiro, 18

Manifestação contra o Stop Online Piracy Act (SOPA) se torna o maior protesto na história da internet

O SOPA (em tradução livre, Lei de Combate à Pirataria Online) é um projeto apresentado à Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o qual ampliaria o direito legal dos detentores de direitos autorais de combater o tráfego online de propriedade protegida. Mas foi organizado um grande protesto contra a iniciativa, que, na visão dos críticos, seria o fim da liberdade na internet.

Inúmeros sites ficaram fora do ar por 12 horas em protesto. Apesar de ser um projeto norte-americano, muitos brasileiros protestaram porque aquele país concentra sites e serviços utilizados no dia a dia de pessoas do mundo inteiro, como Facebook, Google, Gmail, Twitter, Wikipedia e YouTube. O protesto colocou os apoiadores do projeto na defensiva. No dia 20, Lamar Smith, autor do projeto, que tinha o apoio de grandes corporações, o retirou da pauta.

Na mesma ocasião, no dia 19, o FBI fechou o Megaupload e prendeu os responsáveis pelo site por supostamente facilitar a pirataria pela internet. Com base em Hong Kong, o site havia se tornado um dos mais populares meios para compartilhamento de arquivos. Com base em Hong Kong, o site havia se tornado um dos mais populares meios para compartilhamento de arquivos. De acordo com um documento divulgado pelo FBI, o Megaupload é “uma empresa criminosa global”, cujos negócios relacionados à pirataria já renderam mais de 175 milhões de dólares. Um dos criadores do site, o alemão Kim Schmitz (Kim DotCom), é uma figura conhecida entre os hackers. Por tudo isso o grupo de hackers Anonymous respondeu à ação do FBI atacando sites do governo norte-americano e da indústria de  entretenimento.

implicações: Vivemos numa época paradoxal em que grandes corporações querem estabelecer fronteiras para proteger seu patrimônio, mas, no mundo sem fronteiras da internet, isso não é fácil, o que possibilita novos tipos de crimes. Hoje, a natureza da guerra, incluindo a guerra espiritual, tem outras dimensões.

Fevereiro, 8

Onda de frio na Europa mata mais de 400 pessoas

Para os europeus, fevereiro começou gelado. O frio intenso fez vítimas em todo o continente, especialmente nos países do Leste europeu. No dia 2, morreram mais de 100 pessoas. No dia 4, já eram mais de 200 mortos, número que ultrapassou a casa de 400 no dia 8. Com a temperatura chegando a 38 graus negativos em países como a Ucrânia e a República Tcheca, a neve causou muitos transtornos, afetando os meios de transporte. Somente o Aeroporto Internacional de Heathrow, em Londres, cancelou 30% dos voos previstos para o domingo, dia 5. Os canais de Veneza, na Itália, começaram a congelar e Roma foi atingida pela pior nevasca em mais de 25 anos.

implicações: Alternando frio e calor em diferentes partes do planeta, o clima é motivo de preocupação para muitos cientistas. Há evidências de que o próprio ser humano, com suas atividades agressivas, esteja contribuindo para alterar o curso da natureza. O resultado é um número cada vez maior de catástrofes naturais e tragédias humanas.

Março, 15

Revista revela que EUA estão construindo o maior centro de espionagem do país

Nessa data, a Wired postou uma reportagem revelando que o governo norte-americano está construindo uma colossal base de vigilância na pequena cidade de Bluffdale, perto do centro de treinamento Camp Williams, em Utah. O projeto, que deverá ficar pronto em setembro de 2013, custará 2 bilhões de dólares e será destinado à Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês). Supercomputadores ocuparão boa parte da construção de quase 100.000 m2. O objetivo é interceptar, armazenar e analisar todos os tipos de dados das redes nacionais e internacionais, incluindo e-mails, telefonemas, compras, redes sociais e pesquisas nos sites de buscas. Embora o discurso oficial fale em cybersegurança, a realidade não é bem essa. “Isto é mais do que apenas um centro de dados”, disse à revista uma fonte oficial. “Todo mundo é alvo”, afirmou outra fonte. Nunca antes na história um estado, por mais totalitário que fosse, teve tantos recursos para espionar a vida das pessoas. Nem George Orwell sonhou com tanto poder de vigilância. Como diz a revista, “cuidado com o que você fala”.

implicações: Apocalipse 13 descreve um poder totalitário que controlará a vida das pessoas no fim dos tempos. Com a aparência de cordeiro (Cristo), esse poder imperial mostrará a identidade do dragão (diabo). Será que estamos caminhando para o tempo em que a “besta”, na linguagem do Apocalipse, mostrará sua fúria controladora? Dois excelentes livros que estão sendo lançados pela Casa Publicadora Brasileira discutem o assunto: Apocalipse 13, de Marvin Moore, e O Último Império, de Vanderlei Dorneles.

Abril, 12

Bibliotecas anunciam disponibilização de tesouro digital

A Biblioteca Apostólica do Vaticano e a Biblioteca Bodleian da Universidade de Oxford anunciaram que vão digitalizar 1,5 milhão de textos e disponibilizálos gratuitamente na internet. A coleção incluirá manuscritos gregos e hebraicos e livros impressos até o século 16. O Vaticano cederá dois terços do material. O projeto, patrocinado pela fundação educacional Polonsky, custará cerca de R$ 6 milhões e deverá levar quatro anos para ser concluído. O objetivo é ajudar a democratizar o acesso à informação numa escala global. Eruditos e curiosos poderão ter acesso a esse tesouro cultural. Uma doação anterior da fundação para a Biblioteca Bodleian permitiu a disponibilização na internet de 280 mil fragmentos de manuscritos hebraicos, a chamada Coleção da Genizah do Cairo. O computador permite juntar pedaços de documentos raros espalhados pelo mundo e reconstituí-los digitalmente.

implicações: As novas tecnologias ampliam o acesso ao conhecimento e facilitam a divulgação do evangelho de maneira sem precedentes. O profeta Daniel disse que, no fim dos tempos, o conhecimento aumentaria. Quer ele estivesse se referindo ao conhecimento específico da sua profecia ou ao conhecimento em geral, vivemos nessa época. O conhecimento da profecia ilumina o conhecimento da história e vice-versa.

Maio, 13

Massacre no México simboliza a violência do crime organizado

Nesse dia, ao longo da Rodovia Federal 40, a “Carretera Interoceánica”, entre as cidades de Monterrey e Reynosa, foram encontrados os corpos decapitados e desmembrados de 49 pessoas. O massacre de Cadereyta Jiménez, como ficou conhecido, é apenas um símbolo macabro do horror causado pelos cartéis da droga. Vários outros massacres, como os de 4 e 9 de maio, ocorreram antes e depois desse. Calcula-se que 60 mil pessoas morreram nos últimos seis anos em resultado da guerra mexicana ao narcotráfico.

O tráfico no México é um espelho do consumo de drogas na sociedade vizinha. De acordo com um relatório recente do Departamento de Justiça norteamericano, os cartéis mexicanos “representam a maior ameaça do crime organizado para os Estados Unidos”. Nem a verba de 1,4 bilhão de dólares que o governo norte-americano destinou para apoiar o México na guerra anticrime parece estar dando o resultado desejado. Os cartéis mexicanos controlam 70% dos narcóticos que entram nos Estados Unidos, e 90% da cocaína que entra no país passa pelo território mexicano.

implicações: O consumo de drogas, alimentado pelo tráfico criminoso, extremamente violento, é um sintoma da decadência moral da sociedade e um indício do fim dos tempos. Nenhuma sociedade pode prosperar quando permite que seus integrantes, especialmente os jovens, degradem o cérebro, destruam a saúde e queimem os sonhos consumindo drogas.

Junho, 3

Parada celebra 60 anos de reinado de Elizabeth II

Ao longo de 2012, a Grã-Bretanha e outros países celebraram as bodas de diamante do reinado de Elizabeth II. Entre as comemorações reais, foi realizado um desfile no rio Tâmisa, no dia 3 de junho, com mil barcos de toda a Commonwelth (Comunidade de Nações). Foi a maior flotilha a desfilar pelo rio em 350 anos.

Além da rainha Vitória, no século 19, Elizabeth é a única monarca inglesa a conseguir tal façanha. Quando ascendeu ao trono, em 6 de fevereiro de 1952, ela se tornou soberana de sete países. Hoje, reina em 16 estados soberanos, incluindo Austrália e Canadá.

implicações: Apesar dos escândalos, a popularidade da monarquia britânica mostra que, neste mundo instável e descartável, o povo ainda valoriza os símbolos da continuidade e estabilidade. Mesmo com seus problemas, o Reino Unido é um ícone que ajuda a lembrar que o reino de Deus durará para sempre.

Julho, 1º

Morte em massa de abelhas causa preocupação

O fenômeno não foi descoberto em julho, nem em 2012, mas nessa data eu li um estudo divulgado no site Global Research. As abelhas polinizam mais de 70% das culturas agrícolas que garantem grande parte da dieta humana, no valor de 224 bilhões de dólares ao redor do mundo. Agora, esses bichinhos correm risco de extinção, assim como várias outras espécies.

A partir de 2006, nos Estados Unidos, os apicultores começaram a reportar a misteriosa morte dos enxames em larga escala, o que levou a um fenômeno chamado “distúrbio do colapso das colônias” (CCD, na sigla em inglês). Alguns perderam 80% das colmeias. Isso tem ocorrido também em outros países. Nos últimos anos, 3 milhões de colmeias morreram nos Estados Unidos, e mais de 1 bilhão no mundo. Talvez você se surpreenda ao saber que 90% da população das abelhas silvestres desse país já desapareceram.

Vários documentários foram feitos nos últimos anos registrando e analisando o fenômeno, como Silence of the Bees (2007), Vanishing of the Bees (2009) e Queen of the Sun (2010). Segundo estudos científicos recentes, o grande vilão que está ameaçando as abelhas é um novo tipo de produto químico altamente tóxico usado em pesticidas. Chamado neonicotinoide, ele é quimicamente similar à nicotina, e age no sistema central dos insetos e de pequenos pássaros. Evidências indicam que pode também afetar o desenvolvimento cerebral dos bebês. Ao contrário dos Estados Unidos, vários países europeus baniram o uso de neonicotinoides.

Mais do que reduzir o mel na mesa, a morte em massa das abelhas pode gerar uma crise de alimentos. Sem abelhas, não há boa produção de castanhas, pêssegos, maçãs, laranjas, tomates, feijão, brócolis... Isso sem falar nas plantas silvestres e no abalo ecológico. Não por acaso, Albert Einstein disse que, “se as abelhas forem extintas, a sociedade humana desaparecerá em quatro anos”.

implicações: Neste mundo interconectado e globalizado, até a morte em massa de insetos na América do Norte pode causar impacto em outras partes do planeta. Um fenômeno como o das abelhas pode afetar a alimentação de grandes populações.

Agosto, 2

Supremo Tribunal Federal inicia o julgamento do mensalão

No dia 6 de junho de 2005, a palavra “mensalão” apareceu pela primeira vez em um veículo de comunicação de circulação nacional, o jornal Folha de S. Paulo. O neologismo, criado em analogia com as palavras “mensalidade” e “mesada”, descrevia o esquema de compra de votos de parlamentares. A partir daí, o mensalão passou a fazer parte do vocabulário diário da imprensa brasileira e até do exterior, ganhando tentativas de traduções para o espanhol (mensalón) e o inglês (big monthly allowance, “grande pagamento mensal”).

Depois de uma superexploração do tema pela mídia, o maior escândalo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva começou a cair no silêncio e no esquecimento. Parecia que os “mensaleiros” sairiam impunes. Mais eis que, no dia 2 de agosto de 2012, o Supremo Tribunal Federal deu início ao julgamento dos 38 réus do mensalão, num processo chamado tecnicamente de Ação Penal 470. Na corte, os fatos começaram a vir à tona de maneira mais clara e consistente. Apesar de as pessoas envolvidas terem dito inicialmente que as denúncias eram falsas, invenções de inimigos políticos, as evidências mostraram que houve, sim, um abominável esquema de corrupção. Para o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, o mensalão foi “o mais atrevido e escandaloso esquema de corrupção e de desvio de dinheiro público flagrado no Brasil”. Joaquim Barbosa, relator do caso, em que mais de 600 testemunhas foram ouvidas, ganhou notoriedade, perfil na Veja e elogios por sua firmeza. A revista britânica The Economist afirmou que o julgamento do mensalão é sinal de que o Brasil está fazendo avanços na luta contra a “cultura da impunidade”.

implicações: A corrupção e o pecado parecem não ter fim. O julgamento demora mais do que gostaríamos. Porém, o juízo divino é certo e logo revelará os bastidores de todos os mensalões. Quando o Supremo Tribunal Celestial iniciar a sessão, tudo ficará claro. O salmo 73 descreve a tensão de um homem honesto ao ver o progresso dos ímpios. Para ele, era difícil entender isso. Mas depois ele diz: “Até que entrei no santuário de Deus, e então compreendi o destino dos ímpios.” Sim, um dia, os mensaleiros serão condenados.

setembro, 27

Robô Curiosity encontra evidências de rio em Marte

Lançada em 26 de novembro de 2011, a sonda espacial Mars Science Laboratory levou para o espaço um veículo explorador batizado de Curiosity (Curiosidade). Ele aterrissou em Marte no dia 6 de agosto de 2012, num pouso descrito como um “milagre da engenharia”. Sua missão é investigar a possibilidade da existência de vida no planeta vermelho, estudar o clima, pesquisar a geologia e coletar dados para o envio de uma futura missão tripulada.

No dia 27 de setembro, após 52 dias de exploração, o robô enviou imagens que mostram indícios da existência do leito de um rio que um dia correu vigorosamente pela superfície marciana. A Nasa calculou que o rio teria entre 10 e 50 cm de profundidade, podendo ter chegado a 1 m. Embora já existissem provas da existência de água no planeta, é a primeira vez que as imagens mostram cascalho de um rio. “Isso é algo que teria requerido milhares de anos, se não um milhão de anos ou mais, para se formar”, disse John Grotzinger, cientista que trabalhou no projeto da sonda Mars Science Laboratory. A missão do Curiosity, prevista para durar dois anos, deve revelar ainda mais coisas.

implicações: Em seu estágio sofisticado, a ciência está conseguindo conquistas inimagináveis no passado. Isso tem possibilitado um conhecimento extraordinário do Universo e direcionado o olhar para longe da Terra. Alguns cientistas, como o físico e cosmólogo Stephen Hawking, acham que o futuro da humanidade está no espaço. De fato, nosso futuro é no espaço, mas quem nos levará para o Céu será Deus, não uma nave espacial.

Outubro, 22

Furacão Sandy inicia sua trajetória destrutiva

O furacão Sandy, também chamado de ciclone tropical, causou muitas perdas em vários países do Caribe, no Canadá e na Costa Leste dos Estados Unidos. Em diâmetro, foi o maior furacão registrado no Atlântico, com ventos que se estenderam por 1.800 km. A tempestade se formou no dia 22 de outubro, atingiu o pico de intensidade no dia 25 e se dissipou no dia 31. Os ventos chegaram a 175 km/h. A passagem do Sandy causou pelo menos 253 mortes (119 nos Estados Unidos) e um prejuízo calculado inicialmente em 65.5 bilhões de dólares, o que o tornaria a segunda tempestade mais custosa da história norte-americana, após o furacão Katrina, em 2005.

implicações: À medida que o tempo passa, catástrofes naturais podem se intensicar, e mesmo nações ricas sofrem muito com as tragédias. “Quando a mãe natureza mostra ira em seu caminho, ficamos à mercê dela, e tudo o que podemos fazer é orar e agir da melhor maneira que pudermos”, disse Lorenzo Langford, prefeito de Atlantic City, afetada pelo Sandy. No futuro, as catástrofes poderão ser atribuídas erroneamente a castigos divinos enviados em desagrado pela “teimosia” de uma minoria que se recusará a seguir a imposição político-religiosa global.

novembro, 1

Desemprego na zona do euro bate recorde

A situação do mercado de trabalho na Europa continua preocupante, especialmente para as novas gerações. Os gráficos divulgados pela Eurostat em 31 de outubro indicaram que há 18,5 milhões de pessoas desempregadas nos 17 países da zona do euro. O número de desempregados subiu para 11,6% em setembro, última estatística disponível até o fechamento deste artigo. Somente em setembro, 146 mil pessoas foram para as filas dos desempregados. Em toda a Europa, em setembro, 25,7 milhões estavam sem emprego, um aumento de 2,1 milhões em relação a setembro de 2011. Na Espanha e na Grécia, a taxa de desemprego atingiu 25,8% e 25,4%, respectivamente. A perspectiva das novas gerações não é animadora. Na Comunidade Europeia, há 5,5 milhões de jovens abaixo de 25 anos sem emprego, taxa que subiu de 21,7% em setembro de 2011 para 22,8% em setembro de 2012. “O desemprego pode fazer a Europa ter sua Primavera Árabe”, disse recentemente Guy Ryder, novo diretorgeral da Organização Internacional do Trabalho. Para ele, está no limite a capacidade da população grega, espanhola ou portuguesa de suportar cortes sociais.

implicações: Além do drama humano, crises econômicas e preocupações sociais podem abrir espaço, no futuro, para medidas radicais, como a imposição do domingo como dia sagrado, na tentativa de diminuir o secularismo, resgatar a herança cristã europeia e ganhar o “favor divino”. “Mais cedo ou mais tarde, serão aprovadas leis dominicais”, escreveu Ellen G. White na Review and Herald, em 16 de fevereiro de 1905. A julgar por várias iniciativas recentes na Europa e em outros países, esse tempo pode estar chegando. De acordo com a interpretação adventista, o império americano impõe a lei dominical, mas a ideologia vem primariamente da Europa (Roma).

Dezembro, 21

Fim do mundo!

Segundo os intérpretes do calendário maia, o mundo deve terminar no dia 21 de dezembro de 2012! Para muitos, a data se tornou quase sagrada, pois será o suposto fim do atual ciclo planetário. Entre outras coisas, os adeptos do calendário sugeriram os seguintes cenários:

• A atividade solar chegará a um nível extremo, e as erupções terão impacto sobre nosso planeta.
• Haverá desastres naturais em uma escala sem precedentes, incluindo grandes mudanças climáticas.
• Ocorrerá uma inversão dos polos magnéticos da Terra.
• O Sol se alinhará com a Via Láctea, num ciclo conhecido como precessão dos equinócios.
• O fim do calendário maia marcará o fim dos tempos, e o mundo será destruído.
• A humanidade entrará em uma nova fase de iluminação e espiritualidade, dando início a um período de mil anos de paz.

Em resumo, na concepção de alguns milenaristas aficionados por 2012, o calendário maia prevê o caos total no planeta, embora outros afirmem que não é o fim do mundo, mas apenas o início de um novo baktun (13.0.0.0.0).

Entretanto, quem estava se programando para o fim do mundo em 2012 terá de esperar um pouco mais. Em maio, num artigo publicado na revista Science, foi anunciada a descoberta de pinturas feitas em paredes de ruínas da cidade de Xultún, na Guatemala, no 9º século, que retratam o calendário maia mais antigo até o momento. Esse calendário indica que, na verdade, existem 17 batkuns, e não 13. Portanto, o mundo continuará.

implicações: Muitas pessoas preferem acreditar no calendário maia a crer na profecia hebraica. No entanto, a revelação bíblica é a única confiável. Mesmo que um “novo” calendário maia não houvesse sido encontrado, o mundo continuaria do mesmo modo. Jesus advertiu que ninguém sabe o dia nem a hora do encerramento deste ciclo, senão o Pai (Mt 24:36). Para aqueles que confiam no cronograma bíblico, 21 de dezembro de 2012 será apenas o solstício de inverno no hemisfério norte. O fim virá somente quando o próprio Criador do tempo e dos calendários surgir no espaço e colocar fim ao ciclo atual.

Os eventos citados nesta matéria, e inúmeros outros não mencionados por falta de espaço, indicam que o mundo caminha para o fim. Embora não saibamos a data, é importante ler os acontecimentos com inteligência e equilíbrio. Os fiéis estudiosos da profecia podem ter uma visão mais ampla do curso da história. Num artigo publicado na Review and Herald, no dia 5 de agosto de 1902, Ellen G. White escreveu: “Aqueles que se colocam sob o controle de Deus para serem guiados por Ele perceberão o imperturbável curso de eventos que Ele determinou.”

Em sua maioria, os acontecimentos de 2012 foram negativos, mas você pode levantar a cabeça e se alegrar, porque a redenção se aproxima (Lc 21:28). Quando Cristo voltar, todas as notícias serão boas, o ano inteiro, todos os anos.

Marcos de Benedicto - Editor de livros na CPB

UE cria "super banco"

Após uma longa rodada de negociações, os ministros de Finanças da União Europeia chegaram, nesta quinta-feira, a um acordo para a criação de um supervisor bancário único, destinado à maioria dos bancos da zona do euro, sob supervisão do Banco Central Europeu (BCE). O resultado foi saudado pelo ministro de Finanças alemão, Wolfgang Schäuble. O acordo, considerado histórico, permitirá a recapitalização direta das instituições mais afetadas pela crise. "Estamos levando a UE adiante passo a passo", afirmou o alemão.

Schäuble disse que os Parlamentos nacionais estarão aptos a iniciar os processos de aprovação e de ratificação dentro do novo sistema de supervisão bancária já no fim de fevereiro. Após uma dura disputa, os países decidiram que o BCE assumirá a supervisão dos bancos com ativos superiores aos 30 bilhões de euros ou 20% do PIB do estado membro participante (quase 100 bancos), enquanto as demais instituições permanecerão sob controle das autoridades nacionais, como pretendia a Alemanha. Assim, os bancos ou caixas regionais alemães ficarão de fora do mecanismo.

Depois de negociar por 14 horas, finalmente França e Alemanha chegaram a um consenso para a criação do Mecanismo Único de Supervisão Financeira (MUS), coordenado BCE, o primeiro passo para a união bancária do bloco. Mas os países prolongaram o calendário previsto em mais de um ano: o MUS deve estar operacional em março de 2014, ao invés de janeiro de 2013 como estava previsto inicialmente, destacou o comissário europeu Michel Barnier, que celebrou o "histórico" consenso.

De acordo com o Ministro de Finanças da França, Pierre Moscovici, "a maioria dos bancos estará sob supervisão direta do BCE". Segundo ele, o Banco Central Europeu, com sede em Frankfurt, terá poderes para investigar todos os bancos na zona do euro e em outros países que adotarão o novo sistema de supervisão. Ainda segundo Moscovici, na França, onde os bancos estão muito concentrados, entre 80% e 85% das instituições financeiras estarão sob supervisão direta do BCE.

Segundo o comissário europeu de mercado interno, Michel Barnier, o sistema de supervisão deverá entrar em operação em 1º de março de 2014, com uma certa flexibilidade, dada a necessidade de um ano para preparar os regulamentos e reunir o pessoal necessário, dentre outros trâmites.

Fonte: VEJA

NOTA Minuto Profético: Mais concentração de poder, menos soberania nacional, mais perto da Nova Ordem Mundial...

domingo, 9 de dezembro de 2012

Porque a discriminação contra quem não aceita música gospel?

Importantes perguntas que clamam por respostas
Até quando permaneceremos divididos quanto ao louvor?


Prof. Sikberto R. Marks

Há uma crescente animosidade contra pessoas e igrejas que resistem em aceitar a música de som alto com bateria. Quais serão os motivos? Será preconceito? Será influência do inimigo? Porque essas pessoas não falam contra aqueles pastores líderes globais, que também não aceitam tal música? E porque estes líderes, embora contra, pouco se posicionam?

A música fortemente ritmada é recente na igreja. Entrou em meados dos anos 1990. Antes não havia. Se ela é recente, porque as igrejas que utilizavam as músicas do hinário agora são obrigadas, sob pena de discriminação, aceitar a que veio há menos de 20 anos? Só agora foi descoberto o verdadeiro louvor? Ou é para contentar um novo estranho costume?

“Que contraste entre o antigo costume, e os usos a que muitas vezes é a música hoje dedicada! Quantos empregam este dom para exaltar o eu, em vez de usá-lo para glorificar a Deus!” (Refletindo a CRISTO, MM, 19986, 247).

Se o conflito é em torno da adoração, e se o louvor está ligado a adoração, e se satanás é músico, essa introdução recente na igreja não tem nada a ver com o grande conflito, nem se origina do inimigo?

O que essa música, evidentemente misturada com o mundo, fortemente ritmada, volume alto, adequada para dança, tem de superior ao tradicional louvor na igreja? Para que finalidade veio justo antes da volta de JESUS? Para saudá-Lo?

Se o mundo busca cada vez mais os shows em grandes ajuntamentos, com balbúrdia, devemos nós também utilizar esse método para atrair pessoas a CRISTO? Em lugar de recursos do mundo, não seria melhor ter o poder do ESPÍRITO SANTO? Ellen White escreveu?

“A conformidade com os costumes mundanos converte a Igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo“ (O Grande Conflito, p. 509).

“O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons como me foram apresentadas em janeiro último. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual, devidamente dirigida, seria um louvor e glória para Deus” (Atos dos Apóstolos, 300).

Porque alguns dizem que o ESPÍRITO SANTO está atuando em razão de reunirem grandes multidões, com a música gospel, se EGW diz ser o contrário? Nossa profetisa não é mais bem vista por muitos de nós!

Se nosso manual é bem claro sobre o louvor, porque não é mais seguido? Uma organização que não segue nem seu manual enfraquece. Não será isto que satanás deseja para a igreja, enfraquece-la? O manual diz:

“Grande cuidado deve ser exercido na escolha da música. Toda melodia que pertença à categoria do “jazz”, “rock” ou formas correlatas, e toda expressão de linguagem que se refira a sentimentos tolos ou triviais, serão evitados pelas pessoas verdadeiramente cultas. Usemos apenas a boa música, em casa, nas reuniões sociais, na escola e na igreja.” (Manual da Igreja, 172) Porque não podemos mais seguir nosso próprio manual sem sermos mal vistos por muitos irmãos? E Ellen G. White deixa bem claro o que é “boa música”!

O ministério da igreja está visivelmente dividido quanto a música com bateria. Há três grupos: os que são contra, os que são a favor e os indiferentes. A qual deles os membros devem dar ouvidos? Se os ministros estão divididos, estariam os membros unânimes? Porque muitos acusam só os membros e não os pastores que também não aceitam tal louvor?

Porque não existe sequer um artigo oficial na Revista Adventista, e nenhum livro publicado pela CPB, ou pela Unaspress, a favor dessa música? Porém, contra ela, ou alertando, há dezenas de artigos na Revista Adventista, vários livros e o manual da igreja. Em que textos oficiais fundamentam-se aqueles que defendem tal música? Porque doutores em teologia pesquisam e escrevem contra essa música, e se realizam TCCs contra ela, mas não a favor? Outra vez, porque nós membros não podemos optar pelo tradicional?

Porque todos os versículos bíblicos, eventualmente usados para justificar tal música, foram, um a um, rebatidos por pastores e outros estudiosos do assunto, em seus artigos ou livros? Já não resta mais texto a favor de tal música na Bíblia que alguém não tenha explicado, no entanto, esta música continua em nosso meio! Qual a origem de seu poder?

O que há de errado em relação aos chamados conservadores? Lúcifer também achou o Céu muito conservador, e intentou fazer reformas para melhorar as coisas por lá! As consequências estamos sofrendo. Adão e Eva, para deixarem de ser conservadores conheceram o mal. As inovações de Lúcifer só tem causado problemas. Porque membros que não admitem esse novo estranho louvor devem justificar-se aos que a desejam? Porque temos que abandonar os hinos do hinário?

Essa música, que é de som alto, serve para dança, e tem tambores, se não é ela a cumprir a profecia de EGW, então qual outra ainda há de vir para cumprir a profecia? Teria Ellen G. White errado?

“…Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, músicas e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto as suas decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo”Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pg.36. Um pouco antes, na mesma profecia, Ellen G. White aponta para o tempo em que estas manifestações voltariam a aparecer, afirmando: “o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça“.

“Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida”. (Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág.38).

"Havia ruidosa alegria, havia riso vulgar, abundância de entusiasmo e uma espécie de inspiração;mas a alegria era daquela espécie que unicamente Satanás é capaz de produzir. É um entusiasmo e uma absorção de que os que amam a Deus se envergonharão” (Conselhos aos Professores, pais e estudantes, 339).

“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo” (Mensagens Escolhidas. V. 2, 36)

Se Ellen G. White define o louvor como suave, harmonioso, sem volume alto, porque devemos aceitar o contrário? Por qual razão, quem não a aceita, é mal visto pelos que querem? Porque a igreja verdadeira tem que estar dividida?

“Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a música dos pássaros – dominado e melodioso. Aparelhamento faustoso, ótimo canto e música instrumental na igreja não convidam o coro angélico a cantar também” (Evangelismo, 511 e 512).

Se a tal música e seu ritmo está nas ruas, nas boates, nas casas de dança, nas academias de ginástica, nas igrejas de Babilônia, temos nós, o povo de DEUS, também que aceitá-la? Não deveríamos ser, no mínimo, mais criativos e originais que o mundo? Não deveríamos, como cidadãos do reino de DEUS, nos diferenciar em relação ao mundo?

Diz-se: ‘se por essa música pessoas tem vindo à igreja, então podemos usá-la.’ No entanto, essa mesma música atrai multidões a todas as igrejas, e a outros shows. Nós, adventistas, devemos ser peculiares, tendo o poder do ESPÍRITO SANTO, em que nos diferenciamos quanto a atrair as pessoas. João Batista e JESUS CRISTO atraíram multidões ao deserto, só por esse poder. Não se justificam métodos vulgares quando temos à disposição um poder superior a tudo.

Se Ellen G. White profetizou que nos últimos dias entraria na igreja música de dança com som alto, gritos e tambores; se há muitos pastores e pesquisadores alertando que ela já está aí; se todos esses dizem que não é louvor, mas é invenção de satanás, quem somos nós para duvidar disso? E porque há muitos ministros, músicos e membros, que duvidam? O que eles de fato querem? Não seria esta mistura de melodia mundana com letra sacra o Ômega da apostasia?

Porquê cantores desse tipo de louvor precisam se contorcer, parecendo realizar grande esforço?

“Exibição não é religião nem santificação” (Evangelismo, 510).

“O talento musical não raro incentiva o orgulho e o desejo de exibição, e os cantores não têm senão pouca atenção para o culto de Deus” (A fé pela qual eu vivo, MM, 1959, 242).

“O irmão U tem bom conhecimento de música, mas a sua educação musical é de tal índole que se adapta mais ao palco de um teatro do que à solene adoração de Deus.” (Mensagens escolhidas, V3, 333).

A música gospel pode ser descrita como abaixo? Se não, qual a razão de estar entre nós?

“Foi-me mostrada a ordem, a perfeita ordem do Céu, e senti-me arrebatada ao escutar a música perfeita que ali há. Depois de sair da visão, o canto aqui me soou muito áspero e dissonante. (…) Ela é indescritível. É melodia celestial, divina, enquanto cada semblante reflete a imagem de Jesus, irradiando glória indizível” (Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 45).

Em visão da viagem ao Céu, no caminho estreito, Ellen. White viu:

“Estremecíamos ao ouvir o rumor de divertimento e orgia que pareciam vir do abismo. Ouvimos o juramento profano, o gracejo banal e cânticos baixos e vis. Ouvi o cântico de guerra e a música de dança. Ouvi música instrumental e altas gargalhadas misturadas com maldições, gritos de angústia e pranto amargurado, e ficamos mais preocupados do que nunca em nos conservar no caminho estreito e difícil” (Vida e ensinos, 182).

O caminho para o Céu é estreito. Nele não pode haver mistura de coisas que há no mundo.

“Vários entretenimentos são introduzidos para tornar interessantes as reuniões, e atrativas para os mundanos… e assim degeneram muitas vezes em desmoralizantes representações teatrais e tolices vulgares. Todas essas satisfazem a mente carnal, em inimizade contra Deus; não robustecem, porém, o intelecto, nem consolidam a moral” (Conselhos aos pais, professores e estudantes, 542).

Música e seu cumprimento profético

A música que cumpre a profecia de Ellen G. White, para o fim, na igreja, só poderia entrar na igreja mediante a concordância e principalmente incentivo da parte de muitos líderes superiores, pois são eles que devem vigiar sobre o rebanho, assim, são também eles que tem o poder de abrir ou de manter fechada a porta ao que vem do mundo e que quer prejudicar a obra de CRISTO.

“… é um grave equívoco dos crentes quando a igreja tenta incorporar em seus cultos os entretenimentos mundanos, incluindo música profana, na tentativa de atrair pessoas. [...] é impossível alguém imaginar Jesus atraindo multidões com um conjunto musical que executasse a música que se ouvia na corte de Herodes, como aquela que foi usada quando da dança sensual de Herodias” (R. N. Champlin e J. M. Bentes, Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia, v.3, p. 226, citado em 4ª SEE – Jornada do Seminário de Enriquecimento Espiritual, p. 55).

Três perguntas: Diante da situação do louvor atual, que interesses estão em jogo? Permaneceremos divididos em um ponto essencial: o louvor a DEUS? Esperaremos até que a sacudidura providencia a unidade?

Ora, não depreciem aqueles que simplesmente querem adorar conforme “está escrito” pela vontade de DEUS!

Fonte - Cristo em Breve Virá

sábado, 8 de dezembro de 2012

Os ataques ao ministério de Walter Veith

Tenho acompanhado desde há alguns anos o ministério do (então) Doutor e (agora também) Pastor Walter Veith. Nunca me interessei muito pela catalogação que lhe faziam – se arauto ou teoricista da conspiração, na maioria dos casos – mas sempre me fascinou o raciocínio arrojado, corajoso, lógico, coerente e indisputado que as suas palestras demonstravam.

Total Onslaught” foi talvez a primeira série de apresentações que o tornaram célebre, nomeadamente entre os Adventistas (nesta altura, ainda não era detentor de credencial pastoral). Os temas apresentados faziam a denúncia – provada, comprovada e não rebatida – de entidades, forças e poderes que controlam e manipulam o mundo, dentro de uma perspetiva escatológica Adventista.

Espantosamente, as más reações a essas palestras do irmão Veith vieram precisamente de dentro da Igreja e não tanto dos diretamente visados.

Mais tarde, a série “Rekindling the Reformation” foi mais voltada para as nossas necessidades atuais de reavivamento e reforma tendo em conta os sérios tempos em que vivemos, e qual deve ser a nossa postura específica e distinta face a tudo isso. Ao seu melhor jeito, o irmão Veith não deixou de demonstrar que os erros estão mesmo entre aquilo que julgamos como inofensivo, até bom ou menos mau.

Pelo meio, assisti a algumas entrevistas e intervenções suas em que pude perceber a visão que o irmão Veith tem da nossa Igreja, do mundo em geral e, especialmente, do impacto que a urgência dos tempos deve ter no nosso proceder e na nossa pregação.

Por isso, rapidamente identifiquei as minhas posições pessoais com aquilo que ouvia do irmão Veith. E continuo a mantê-las assim até hoje.

O facto de ter seguido as suas palestras – não todas, infelizmente – deu-me conhecimento suficiente para perceber que são falsas, mentirosas e mal-intencionadas muitas das críticas que lhe são dirigidas, desde há muito tempo.

Reparei também que surgiram imensas vozes criticando essas apresentações sem apontar em concreto os erros de conteúdo. Neste aspeto, e como termo de comparação, acho que os detratores de, por exemplo, Ellen White, foram um pouco mais inteligentes, pois na sua empreitada contra a mensageira inspirada tentaram denunciar erros de conteúdo, de informação, não se ficando apenas pelo superficial e sem fundamento específico.

Com o irmão Walter Veith vi algo que raramente se vê no nosso meio: a prática da ordem enunciada em Efésios 5:11 “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas; antes, denunciai-as”. Por esta razão, sou um apreciador das suas apresentações que, entre outras vantagens, esclarecem acerca do mundo obscuro que nos tenta constantemente enganar.

Foi por isso com pouca surpresa que tomei conhecimento das acusações que lhe foram dirigidas recentemente na Alemanha, que residem sobretudo na interpretação que se deu, ou pode dar, a duas expressões na língua germânica que o irmão Veith usou, e cujo mérito não pretendo aqui debater.

Reparei que os seus acusadores manifestaram-se chocados com esse suposto mau uso de linguagem que celeremente foi apelidado de antissemitismo, acusação esta mantida mesmo após um destacado líder judaico alemão ter reconhecido que não reconhecia nada de antissemita nas palavras do irmão Veith.

Mas a vaga acusatória continuou e até chegou o mais alto que podia.

Logo, missivas foram enviadas com conhecimento para tudo quanto é autoridade máxima mundial na nossa Igreja, expondo o suposto dano que o irmão Veith tinha provocado à reputação da Igreja. Isto, sem ouvir o que o acusado tinha a dizer, num estilo mais de julgamento sumário do que de honesta averiguação de factos.

Fico a pensar que, como membro, o que eu gostaria de ver era cartas dirigidas à Conferência Geral onde se expusesse o negro e decadente cenário que constitui o estado a que chegaram algumas instituições. Também se podia revelar e debater o caquético crescimento da Igreja no velho continente, especialmente se em comparação com qualquer outra parte do mundo. Igualmente, grande vantagem haveria em incluir nessas cartas descrições das escolhas musicais imundas que são feitas em atividades oficiais. Aproveitando o embalo, explicava-se porque é que publicações que portam o nosso nome fazem propaganda a livros cujos nossos princípios reputam esses escritos como o mais enganador lixo. E por falar em livros, esclarecia-se por que razão os escritos de Ellen White são rebaixados e denegridos em alguns setores, até mesmo quanto à sua simples menção…

Isso é que seria um bom ponto de partida para retificar alguns comportamentos que, esses sim, mancham a imagem que a Igreja deveria ter!

Mas, não; ao que parece, o problema que é preciso combater ferozmente é duas frases de um membro da Igreja, que deve ser acusado e reprendido com toda a severidade, mesmo que os supostos ofendidos não se achem em tal condição, nem qualquer reclamação tenham feito!

Em jeito de quase desabafo, digo que é uma pena constatar que aqueles que deveriam, ex officio, carregar a responsabilidade que o irmão Veith arrojadamente assume, são, de facto, os seus maiores opositores.

E são-no porquê? Vejamos, nos termos da inspiração profética, algumas possibilidades que me parecem bem reais:

“Devemos Calar-nos?
Quando o homem critica seus semelhantes e expõe ao ridículo aqueles a quem Deus escolheu a fim de trabalharem para Ele, não faríamos justiça aos acusadores ou àqueles que são desorientados por suas acusações se guardássemos silêncio, deixando que as pessoas pensassem que seus irmãos e irmãs, nos quais tinham confiança, não são mais dignos de seu amor e amizade. Essa obra, surgindo em nosso meio e assemelhando-se à obra de Coré, Datã e Abirã, é uma ofensa a Deus, e deve ser enfrentada. E cumpre requerer que os acusadores apresentem suas provas sobre cada ponto. Toda acusação deve ser cuidadosamente investigada; não convém deixá-la de modo incerto, e não se deve permitir que as pessoas pensem que pode ser assim, ou não. Os acusadores devem fazer tudo que estiver ao seu alcance para relevar todo indício desabonador que não possa ser confirmado. 

Não Deixar que as Pessoas Creiam Numa Mentira Isto deve ser feito no caso de toda igreja. E quando houver um servo de Deus, a quem Ele escolheu para realizar determinada obra e que durante meio século tem sido um obreiro consagrado, labutando pelas pessoas de nossa fé, e diante dos obreiros de Deus, como alguém ao qual o Senhor escolheu; quando, por alguma razão, um dos irmãos cair em tentação e, devido às mensagens de advertência que lhe foram dadas, fica ofendido, como aconteceu com os discípulos de Cristo, e não anda mais com Ele; quando começa a trabalhar contra a verdade e torna público o seu descontentamento, declarando ser falso aquilo que é verídico, essas coisas precisam ser enfrentadas. Não se deve deixar que as pessoas creiam numa mentira. Elas precisam ser desiludidas. As vestes sujas com que é coberto o servo de Deus precisam ser removidas.” (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 349). O que não pode acontecer é, ao bom jeito romanista, obrigar em todo o caso o acusado a retratar-se.

Antes, esclareça-se cabal e concretamente quais são os erros vis que irmão Veith supostamente apregoa. Não fazê-lo, é demitir-se do mais justo e honesto procedimento, ao mesmo tempo que se assume o papel de um carrasco cego cuja única intenção é ferir de morte o que não lhe é agradável.

Algo que, de resto, também estamos avisados:

“Temos muito mais a temer de dentro do que de fora. Os obstáculos à força e ao êxito são muito maiores da parte da própria igreja do que do mundo” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 122).

 No meio de tudo, agradeço ao irmão Veith por não desistir no posto do dever, mantendo-se firme à missão que tem e muitos lhe reconhecem. Quanto ao resto, creio que o tempo que Deus nos conceder tratar-se-á de retirar as dúvidas que possam surgir…

Fonte - O Tempo Final

Nota DDP: Não acompanhei os eventos traçados no texto retro, pelo que não desejo fazer juízo de valor sobre o tema em si considerado, muito embora sabendo da seriedade do irmão Filipe Reis, não possua qualquer dificuldade em subscrevê-lo, no entanto, faço referência ao arrazoado e neste espaço o transcrevo por ter acompanhado de perto procedimento semelhante ocorrido com todos que levantam a voz contra determinadas práticas tidas no mínimo, como politicamente corretas, mas que claramente contrariam a Revelação. O tempo dirá as consequências, a Revelação já o disse, decorrentes dos fatos em tela.

Nas palavras de Jesus: "Condutores cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo." (Mateus 23:24). Presta-se atenção demais no mensageiro, procurando no mesmo 'deslizes' para o desqualificar e perde-se o contexto da mensagem, ou ainda, prendem-se à árvore e não vêm a floresta.

Tangenciando o objeto do texto, é óbvio que o Dr. Veith talvez não acerte em tudo que fala (ele é humano!), mas não é menos óbvio que o que fala, no contexto, faz muito sentido.

E era isso, não somente em relação a ele, mas em relação a todos que se colocam na linha de frente em denunciar as trevas, que deveria tomar também a atenção do povo que vive o ápice do conflito.

Nós seguimos a Jesus e foi ELE quem mandou vigiar e orar para não ser presa do engano. Aliás, não houve nem haverá ninguém como ELE, a denunciar as obras do engano, o que nunca se furtou a fazer.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Ajude a Vitória


Olá amigos irmãos!

Com o objetivo facilitar as doações, nossa equipe decidiu incorporar ao site o serviço de Pagseguro. Com ele você pode fazer a sua colaboração financeira através de cartões de crédito, débito e boleto bancário. O link está no final dessa postagem e ficará fixo no menu à direita.

Pretendemos assim aumentar as doações, que ainda estão aquém do desejado. Mas mas poucas doações já feitas encheram o sofrido coração da menina Vitória.

Ontem, segunda-feira, ela recebeu alta do hospital, e está novamente em casa. Sua saúde ainda é precária, mas pelo menos está em seu lar nesse momento.

Você também pode fazer a doação diretamente na conta da Aldaira (mãe da Vitória), os dados são os seguintes: Aldaíra Aparecida Martins

Caixa Econômica Federal
Agência 0506
OP. 013
Conta Poupança: 00060463-4

Caso você precise do CPF da Aldaíra, entre em contato pelo e-mail fabio.correa@adventistas.org.br. Infelizmente não podemos divulgar publicamente essa informação para ela não ser alvo de pessoal maliciosas.

Lembramos que a doação via Pagseguro tem uma taxa de 5% que será descontada na doação, por isso o valor que a Vitória receberá é um pouco menor. Mas ainda sim estamos tentando dar mais opção, já que hoje a maioria das pessoas tem acesso rápido aos serviços bancários pela internet.

Continue orando e divulgando!

Fonte - http://www.ajudeavitoria.com/

Nota DDP: A história da pequena Vitória pode ser vista neste blog aqui: ""Deus de Vitória""

Papa pede uma nova ordem econômica e política mundial

Cidade do Vaticano (RV) - Encerra-se esta quarta-feira, 5, no Vaticano, 27ª Assembleia Plenária do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz. Os membros e consultores deste dicastério foram recebidos pelo Papa Bento XVI na última segunda-feira. Analisando as principais problemáticas sociais de seus continentes, os 40 participantes debateram sobre a criação de uma nova ordem política e econômica mundial, o acesso ao trabalho para todos e a prioridade do ser humano sobre o capital.

A RV contatou Pe. Thierry de Guertechin, jesuíta nascido na Bélgica e residente no Brasil desde 1975. Especialista em Demografia, Professor de Sociologia e Ciências Políticas, é pesquisador e professor no Centro de Investigação e Ação Social e no Instituto Brasileiro de Desenvolvimento – CIAS/IBRADES desde 1980.

Segundo ele, a criação desta nova ordem, já proposta por João XXIII e defendida hoje por Bento XVI; "é imprescindível hoje, quando quem detém o capital ‘manda no mundo’". Nesta entrevista, Pe. Thierry afirma que a sociedade, ao se deixar dominar pelo capital, se transforma em um sistema antidemocrático e contrário aos direitos humanos. Para ouvir, clique acima.



"Houve ainda uma troca de opiniões sobre a situação internacional e sobre a atual crise econômica, especialmente em relação às suas consequências na Europa, além da contribuição que a Igreja Católica pode oferecer."

De ser lembrado, que a última encíclica papal "sugere" um líder de consenso para todo o plano político econômico mundial.

Centro inter-religioso pretende unir todas as religiões em busca da paz mundial

“A religião não deve ser vista não como parte de um problema, mas como parte de uma solução”, afirmam seus fundadores.

Centro inter-religioso pretende unir todas as religiões em busca da paz mundial

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e os ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Áustria e Espanha, participaram da abertura de um centro internacional para o diálogo inter-religioso no centro histórico de Viena.

O Centro Internacional para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural Rei Abdullah Bin Abdulaziz é um projeto que busca ampliar o diálogo entre as diferentes religiões. Patrocinado pelo governo da Arábia e co-patrocinado pela Áustria e Espanha, seu conselho será composto de um diretório formado por representantes católicos, protestantes, ortodoxos, judeus, budistas, hinduístas e pelas três principais vertentes do Islã: xiita, wahhabista e sunita.

Um observador do Vaticano ressaltou que a nova instituição tem como objetivo tornar-se “uma ponte para facilitar o diálogo entre religiões, a fim de melhorar a cooperação, o respeito à diversidade, justiça e paz”.

Os organizadores do Centro, que leva o nome do rei saudita, garantem que não haverá interferência política e que o conselho, será independente. ”O que tentamos mostrar é que a religião não deve ser vista não como parte de um problema, mas como parte de uma solução”, resumiu o ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel García-Margallo. Mas a inauguração do centro gerou um acalorado debate entre diferentes grupos de ativistas por causa do envolvimento da Arábia Saudita, berço do Islã e que não permite a existência de outras religiões em seu território. No entanto, os proponentes esperam promover uma maior tolerância nesta nação.

O secretário Ban Ki-moon lembrou dos atuais conflitos na Síria e as disputas entre israelenses e palestinos como exemplos que mostram a necessidade de “um entendimento a longo prazo que passa por fronteiras e identidades religiosas, nacionais, culturais e étnicas”.

O rabino David Rosen, representante do judaísmo no Centro Rei Abdullah, ressalta que o Centro tem programas para combater a intolerância e os preconceitos. Ele ressalta que “anunciaremos uma primeira iniciativa que envolverá as diversas comunidades religiosas – principalmente igrejas e mesquitas – para combater a mortalidade infantil e para favorecer uma educação básica para a saúde. Outros pontos são, por exemplo, a assistência aos órfãos da AIDS, a educação, os problemas relacionados ao ambiente. Também temos que reconhecer que ocorrem coisas terríveis em nome da religião… Há muitos conflitos que são conflitos territoriais, para os quais a religião é explorada. Eu conheço muito bem a Irlanda, mas isso também vale para o Sri Lanka, para a Caxemira, para a Nigéria. E particularmente para o meu país no Oriente Médio”.

O que originou a ideia deste novo centro foi a Conferência Internacional do Diálogo realizada em Madri, em 2008, com o patrocínio da Arábia Saudita. Margallo ressalta que a é um fórum de diálogo “não entre religiões, mas entre crentes de distintas religiões que compartilham valores e princípios para fazer com o que mundo viva mais em paz, mais estável e mais harmonioso”. Com informações Acontecer Cristiano e Unisinos.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/centro-inter-religioso-pretende-unir-todas-as-religioes-pela-paz/

Comentário Cristo Voltará: Unindo todas as religiões, evidentemente há que unir também a forma de adoração. Se não for assim, não há unidade entre as religiões. Certamente não se espere que essa unidade seja em torno da Bíblia, até porque, pela Bíblia, a ninguém se deve impor qualquer forma de adoração, seja a DEUS, se já a Lúcifer, ou outro objeto qualquer. Fica evidente que essa unidade, que na aparência tem o propósito de alcançar a paz no mundo, na realidade tem por objetivo impedir que seja pregado este evangelho da Bíblia a todo mundo.

Relações inter-religiosas, tema de encontro de bispos africanos

Doze bispos da Conferência Episcopal Inter-territorial de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Mauritânia e Senegal, encerraram domingo, 2, um encontro de sete dias na Ilha de Santiago, onde abordaram as relações entre cristãos e muçulmanos.

Em nota publicada pela Agência Ecclesia, o Padre Tony Neves, provincial dos Missionários Espiritanos que acompanhou a assembleia geral, salienta os progressos realizados nas relações entre as duas religiões.

Segundo o sacerdote, os exemplos mais positivos provêm de Senegal, que “tem uma alta porcentagem de cristãos e um islamismo muito dialogante”. Por sua vez, a Guiné-Bissau, “embora muito pobre e instável politicamente, registra ótimas relações entre cristãos e muçulmanos”.

Na coletiva final do encontro, o cardeal senegalês Dom Théodore-Adrien Sarr, arcebispo de Dacar, definiu ainda a “humildade” e a “vontade de crescer com a experiência de fé dos outros fiéis” como condições essenciais para uma relação salutar entre Islã e Igreja Católica. (CM)

Fonte: http://pt.radiovaticana.va/bra/articolo.asp?c=644795

Comentário Cristo Voltará: Com dificuldades, mas gradativamente, a união das igrejas avança. Há pressa. O objetivo é impedir a pregação da verdade bíblica, em lugar de uma promessa de paz mundial favorável a realização de grandes negócios. É a espiritualidade a serviço da economia. Escondido por trás disto, há um que quer ser adorado, desde que houve guerra no Céu.

Terremoto de 7,3 graus atinge Japão com alerta de tsunami

A Agência Meteorológica japonesa avisou que um tsunami de até um metro pode chegar na costa de Miyagi, uma das províncias mais afetadas pelo tsunami de março de 2011

Tóquio - Um terremoto de 7,3 graus na escala Richter atingiu nesta sexta-feira o nordeste do Japão, com hipocentro no mar em frente a costa da província de Miyagi, e gerou um alerta de tsunami.

O terremoto, que também foi sentido em Tóquio, aconteceu às 17h18 local e imediatamente depois as autoridades emitiram uma advertência para uma possível alta do nível das águas no litoral de cinco províncias do nordeste do país.

A Agência Meteorológica japonesa avisou que um tsunami de até um metro poderia chegar na costa de Miyagi, uma das províncias mais afetadas pelo forte terremoto e tsunami de março de 2011.

No litoral de Fukushima, província que abriga a usina nuclear de mesmo nome, as águas podem subir até 50 centímetros. O hipocentro do terremoto se situou a uma profundidade de 10 quilômetros sob o fundo do mar. As autoridades pediram que os moradores das zonas próximas buscassem refúgio em lugares elevados.

Segundo a Agência Meteorológica japonesa, o tremor foi sentido em quase vinte das 47 províncias do país.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Papa apela à unidade entre católicos e ortodoxos para responder a questões da humanidade

Bento XVI enviou mensagem a Bartolomeu I, patriarca ecuménico de Constantinopla

Cidade do Vaticano, 30 nov 2012 (Ecclesia) - Bento XVI enviou hoje uma mensagem ao Patriarca Ecuménico de Constantinopla, Bartolomeu I, na qual convida a Igreja Ortodoxa a aprofundar a “proximidade fraterna” com os católicos para responder às questões da humanidade.

“O desafio mais urgente é o de saber como fazer chegar o anúncio do amor misericordioso de Deus aos homens do nosso tempo, tantas vezes distraído, mais ou menos incapaz de uma reflexão profundo sobre o próprio sentido da sua existência, tomado como tal a partir de projetos e utopias que só o podem desiludir”, escreveu o Papa.

O documento foi entregue ao líder ortodoxo pelo presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cardeal Kurt Koch.

O cardeal liderou uma delegação da Santa Sé que marcou presença na celebração da festa do Apóstolo André, patrono do Patriarcado de Constantinopla (atual Istambul), na Turquia, que retribui, anualmente, a visita de uma representação ortodoxa a Roma, na festa dos Apóstolos São Pedro e São Paulo (29 de junho).

Bento XVI deixa uma saudação a Bartolomeu I, recordando a sua presença no Vaticano para a celebração da abertura do Ano da Fé (outubro de 2012-novembro de 2013), convocado pelo Papa, e nas comemorações do 50.º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II.

“Esta amizade sincera que nasceu entre nós, com uma grande visão comum das responsabilidades a que fomos chamados como cristãos e como pastores do rebanho que Deus nos confiou, é motivo de grande esperança”, referiu.

Segundo o Papa, é necessário “dar um vigor renovado ao testemunho da mensagem evangélica ao mundo contemporâneo”.

Bento XVI sublinha que a aproximação entre as Igrejas Católica e Ortodoxa não se fundamenta em “razões humanas de cortesia ou de conveniência”, mas na “fé comum no Senhor Jesus”.

Fonte - Ecclesia

Nível do mar sobe 60% mais rápido do que estimou o IPCC

Nova pesquisa afirma que oceanos sobem atualmente 3,2 mm ao ano. Painel de cientistas da ONU estimava elevação de 2 mm ao ano.

A elevação do nível do mar provocada pelo aumento da temperatura do planeta estaria mais acelerada que o estimado em 2007 pelo grupo de climatologistas da ONU, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), revelaram cientistas em um estudo publicado nesta quarta-feira (28) no periódico científico "Environmental Research Letters".

Segundo a investigação feita por cientistas da Alemanha, França e Estados Unidos, atualmente o nível dos oceanos subiu 3,2 mm ao ano, 60% mais rápido que a projeção "mais confiável" do IPCC, em 2007. O relatório dos cientistas, baseado em dados de 2003, previa uma elevação de 2 mm ao ano.

A nova cifra condiz com a ideia amplamente difundida de que o mundo se encaminha para uma elevação das águas do mar em até um metro até o fim do século, disse Grant Foster, da empresa americana Tempo Analytics, um dos autores do estudo. "Eu diria que um metro de elevação do nível do mar até o fim do século é provavelmente próximo do que se encontraria se você consultasse as pessoas mais informadas a respeito", explica Foster.

"Em terras baixas, onde você tem um grande número de pessoas vivendo no limite de um metro do nível do mar, como Bangladesh, isto significa o desaparecimento da terra que sustenta suas vidas, e você terá centenas de milhões de refugiados climáticos. Isto pode levar a guerras por recursos e todo tipo de conflitos", acrescentou.

Ainda segundo o pesquisador, em grandes cidades costeiras, como Nova York, o principal efeito seria parecido com o que aconteceu após a passagem do furacão Sandy, que atingiu a região no fim de outubro.

Apesar da pesquisa, incerteza técnica persiste

O estudo, chefiado por Stefan Rahmstorf, do Instituto Postdam para a Pesquisa do Impacto Climático (PIK), na Alemanha, mensurou a precisão dos modelos de simulação que o IPCC utilizou em seu Quarto Relatório de Avaliação, publicado em 2007.

Este relatório alertou os governos a colocarem a mudança climática no topo de suas agendas, culminando com a fracassada Cúpula de Copenhague, em 2009. No entanto, ajudou o IPCC a conquistar o prêmio Nobel da Paz em 2008.

A nova pesquisa estabeleceu marcos mais elevados para a previsão do documento sobre temperatura global, destacando que havia "um consenso muito bom" do que está se observando hoje, uma tendência de aquecimento generalizada de 0,16 ºC por década. Mas destacou que a projeção do IPCC para os níveis dos mares estava muito abaixo do que os fatos têm demonstrado.

A previsão do painel para o futuro - uma elevação de até 59 cm até 2100 - "pode também estar tendenciosamente baixa", alertou, uma cautela compartilhada por outros estudos publicados nos últimos anos. Foster afirma que a elevação maior do que a projetada poderia ser atribuída ao derretimento de gelo terrestre, algo que era bem desconhecido quando o IPCC publicou seu relatório e permanece obscuro até hoje.

Outro fator seria a incerteza técnica. A projeção do IPCC tinha se baseado em informações existentes entre 1999 e 2003. Desde então não há mais dados, o que tem ajudado a provar a precisão de radares de satélites que medem os níveis dos mares ao fazer saltar as ondas de radar sobre a superfície do mar. O quinto relatório de avaliação do IPCC será publicado em três volumes, em setembro de 2013, março e abril de 2014.

Fonte - G1

Nota DDP: Veja ainda "Cientistas alertam possível dilúvio mundial causado pelas altas temperaturas".

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Reavivamento e reforma

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Angus T. Jones e a terminação da obra

O vídeo do garoto Jones foi visto por quase 1,5 milhão de pessoas em apenas 48 horas.

Qual a dificuldade em pensar que o EVANGELHO pode ser pregado a toda tribo, língua e nação em POUQUÍSSIMO tempo?

O que "impede" a volta de Jesus não é a finalização da obra, mas a existência de um povo PRONTO e DESEJOSO de recebê-Lo... AGORA.

 

domingo, 25 de novembro de 2012

Centro Internacional para o diálogo inter-religioso e inter-cultural Rei Abdullah Bin Abdulaziz

Na próxima segunda-feira 26 de Novembro será inaugurada em Viena o Centro Internacional para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural Rei Abdullah Bin Abdulaziz que – como diz o próprio nome – ligada à iniciativa do Rei da Arábia e tem três Estados Fundadores: o Reino da Arábia Saudita, a República da Austria e o Reino de Espanha. a Santa Sé, da sua parte, acolheu o convite de aderir na qualidade de Observador Fundador, e uma sua qualificada delegação estará presente da cerimónia.

Este centro apresenta-se como uma nova instituição com o objectivo de favorecer o diálogo entre as religiões e as culturas procurando uma compreensão e uma convivência pacífica entre os povos, que é uma urgência fundamental para a humanidade de hoje e de amanhã. Destes objectivos falou o Rei da Arábia Abdullah Bin Abdulaziz com o Santo Padre Bento XVI durante o encontro que teve lugar no Vaticano a 6 de Novembro de 2007.

É importante esclarecer que este novo centro não se qualifica como uma instituição própria do Reino da Arábia Saudita, mas como uma organização internacional independente, reconhecida pelas Nações Unidas e constituida pelos três Estados Fundadores acima citados, dois dos quais (Espanha e Austria) com antigas tradições cristãs. Trata-se assim de uma oportunidade e de um espaço de diálogo, do qual é justo procurar tirar vantagens no campo do diálogo inter-religioso com os contributos que a Santa Sé pode dar tendo em conta a sua experiência neste âmbito. O formato de Observador Fundador é, pois, o mais adequado.

Fonte: http://www.news.va/pt/news/centro-internacional-para-o-dialogo-inter-religios

Comentário Cristo Voltará: O Rei da Arábia Saudita já tomou, há alguns anos, a iniciativa de reunir as igrejas para esse tipo de diálogo, na cidade de Madrid, Espanha. Apesar de ser muçulmano, e de ser o Rei do país que abriga duas das três grandes Mesquitas no mundo (a terceira está em Jerusalém), tem-se empenhado pelo diálogo religioso e intercultural. Esse Centro Internacional é mais um passo significativo pela união das igrejas, que sabemos quais são as intenções por trás do que é oficialmente anunciado. O rei Abdullah é muito bem visto pelos cristãos, pois serve como uma espécie de elo de ligação entre cristãos e muçulmanos. Ele governa um país estável politicamente, ou seja, o seu reino não está sendo questionado por seu povo. Avançando o diálogo com os muçulmanos, as duas maiores religiões do mundo, fica mais fácil cativar o interesse de outras religiões e seitas.
Related Posts with Thumbnails