quarta-feira, 21 de março de 2007

Fumar envelhece a pele do corpo todo, sugere estudo

O hábito de fumar causa danos à pele do corpo inteiro sugeriu estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.

A pesquisa, divulgada em Archives of Dermatology, observou os efeitos do fumo ao observar a pele que recobre a parte interna dos braços de fumantes e não-fumantes.

Estudos anteriores haviam se concentrado apenas no rosto, onde a pele pode sofrer danos não apenas pela ação do fumo mas também por exposição ao sol.

Os pesquisadores fotografaram a pele na parte interna do antebraço de 82 pessoas.

Escala

Os participantes da pesquisa tinham idades de 22 a 91 anos - um segmento amplo para que fosse registrado o estado natural de pele de jovens e idosos.

Metade dos participantes fumavam ou haviam fumado no passado por, em média, 24 anos, de um quarto de maço a quatro maços por dia.

A equipe de Michigan criou uma escala de medida de nove pontos para avaliar os danos da pele que não é exposta ao sol.

Nas pessoas com mais de 65 anos, havia quase dois pontos de diferença entre fumantes e não-fumantes.

Nas pessoas com mais de 45 anos de idade, a diferença era de cerca de um ponto.

Em artigo sobre seu trabalho, os pesquisadores da equipe liderada por Yvonne Helfrich disseram: "Nós descobrimos que o número de maços de cigarro consumidos por dia, o total de anos e maços por ano de fumo (uma média de maços por dia dividida sobre o número de anos de fumo) estão ligados ao grau de envelhecimento da pele."

"Depois de controlar idade e outras variáveis", os cientistas disseram que descobriram que "só os maços de cigarro por dia já são um grande elemento de previsão do grau de envelhecimento da pele não protegida ao ser exposta ao sol".

Evidências

Helfrich disse: "Estudos anteriores mostraram que fumantes têm um grau maior de envelhecimento da pele, mas eles só examinaram a pele do rosto."

"Há alguns céticos que dizem que o sol tem algum efeito."

"Nós demonstramos que há um grau significativo de danos só pelo fumo."

E ela acrescentou que aumentam as evidências de que "fumar não é bom para você".

Segundo a pesquisadora, são necessários mais estudos para mostrar exatamente como o fumo danifica a pele.

Indy Rihal, da Fundação Britânica para a Pele, disse que "além dos raios ultravioleta do sol e de camas de bronzeamento, a fumaça do cigarro é o principal fator ambiental que causa mudanças na pele, com freqüência associadas à 'aparência de velha' tais como rugas profundas e textura semelhante a couro."

"Há fortes evidências que sugerem que a fumaça do cigarro tem um efeito negativo sobre a aparência da pele."

"Fumar aumenta uma enzima da pele, matrix metalloproteinase-1, resultante do aumento de ruptura de colágeno e diminuição da produção de colágeno. O efeito geral causa enrugamento e perda da elasticidade."

"Além disso, a constricção de capilares na pele causada pelo fumo reduz o suprimento de oxigênio na pele, afetando negativamente a saúde da pele e a aparência em geral."

"Nenhuma quantidade de creme antirugas vai remover as rugas causadas pelo cigarro, então a melhor forma de os fumantes evitarem uma aparência de ameixa enrugada é parar de fumar", disse Amanda Sandford, da ONG britânica Action on Smoking and Health (ASH).

Fonte - BBC

"O fumo é um veneno lento, perigoso, e seus efeitos são mais difíceis de desaparecer do organismo do que os do álcool. Que resistência tem o adepto do fumo para deter o progresso da intemperança? Deve haver em nosso mundo uma revolução acerca do fumo, antes que o machado seja posto à raiz da árvore." (Conselhos sobre Saúde - Ellen G. White - Pág. 85)

Guarda do domingo é urgência no Vaticano

Bento XVI tem urgência em santificar o domingo. Segundo a Rádio Vaticano, o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Cardeal Francis Arinze, vai promover encontros anuais. O objetivo em 2007 é colocar diante do povo a observância do “dia do Senhor” onde a santa missa vai ocupar lugar principal no dia de guarda.

Em nota publicada pela RV, Arinze falou da mudança negativa que a igreja está sofrendo e de como os fieis estão guardando o domingo. “Muitas pessoas, então, vêem o domingo ligado ao sábado como tempo para todas as coisas que não fazem durante a semana: dormir um pouco mais, ir ao estádio de futebol, passear pela montanha, nadar, ir ao supermercado, visitar amigos e ter um almoço que dura três horas. Todas essas coisas são boas, mas não são o coração do domingo”, afirma. O cardeal disse também que Deus é o centro do domingo e que a igreja precisa considerar o domingo como dia do Senhor.

Além desse comentário feito pelo cardeal, o Papa lembrou, em carta para Arinze, que a lei de guardar o domingo está na Constituição Sacrosanctum Concilium, que diz: "A Igreja celebra o mistério pascal todos os oito dias, no dia que bem se denomina 'dia do Senhor', ou 'Domingo'."

Fonte - Blog do Michelson Borges

Desertificação causa 'morte lenta'

Especialistas de todo o mundo reunidos em Buenos Aires avaliam impactos do processo no planeta

Ariel Palacios, CORRESPONDENTE, BUENOS AIRES

“Morte lenta” é a definição de especialistas de todo o mundo para o gradual e persistente avanço dos desertos em vastas áreas do planeta. O processo é de difícil detecção e apresenta poucas chances de reversão. Por esse motivo, especialistas de 40 organismos internacionais e ONGs, além de representantes de 170 dos 191 países que integram a ONU, participam da 5ª Sessão de Revisão da Convenção das Nações Unidas de Luta contra a Desertificação (CRIC-5). O encontro, que está sendo realizado na capital argentina, analisa as causas da desertificação e da seca e avaliam medidas para impedir ou amenizar os fenômenos. Os especialistas apresentarão hoje um pacote de recomendações à Conferência de Partes que será realizada em Madri, em setembro.

A cada ano, em todo o planeta, 5 milhões de hectares agrícolas e 35 milhões de hectares de pastagens tornam-se improdutivas por causa da desertificação. O prejuízo econômico decorrente desse processo é de US$ 42 bilhões por ano, segundo o Banco Mundial.

Entre as recomendações debatidas em Buenos Aires está o pedido aos países desenvolvidos e organismos internacionais para que garantam ajuda financeira necessária para o combate mundial à desertificação. Entre as outras recomendações está o intercâmbio de know-how e a necessidade de destacar claramente a estreita relação entre a pobreza e as questões ambientais.

A desertificação, no entanto, não somente afeta africanos, sul-americanos e asiáticos, mas também países como os Estados Unidos e a Espanha. No total, 250 milhões sofrem diretamente os problemas da desertificação. Outros 750 milhões de pessoas padecem de forma parcial. A área na qual habitam produz 22% dos alimentos de todo o mundo. Os especialistas indicam que a desertificação provocará ondas imensas de “refugiados ambientais”.

Segundo o secretário-executivo da Convenção, Hama Arba Diallo, 400 milhões de chineses residem em uma área de risco de desertificação. Diallo relata que, há 35 anos, quando era embaixador na China, ocorriam grandes tempestades de areia uma vez por ano. “Hoje, são trinta”, relata. “Antes iam desde a região oriental da China até a ocidental. Atualmente chegam até Coréia, Japão, Canadá e Estados Unidos.”

Na Argentina, país anfitrião do CRIC-5, o processo de desertificação afeta 75% do território. O diretor de Conservação do Solo e Luta contra a Desertificação do país, Octavio Pérez Pardo, lembra que a desertificação causa perda da lucratividade das lavouras, o que gera migração da área rural para as grandes cidades e agrava a situação de pobreza.

QUASE 16% DO BRASIL

No Brasil, de acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, 32 milhões de pessoas residem em áreas com potencial de tornarem-se desérticas. No total, as áreas em perigo equivalem a 1,3 milhão de km2, ou 15,7% do território brasileiro.

Diallo pediu aos países desenvolvidos que sejam “generosos” com os países subdesenvolvidos para combater a desertificação. Segundo ele, o fenômeno precisa ser combatido de forma conjunta e, se não forem tomadas medidas urgentes, as conseqüências serão “gravíssimas”.

Fonte - Estadão

segunda-feira, 19 de março de 2007

Diabetes em crianças

Número de pequeninos com a doença quintuplicou na Grã-Bretanha
Eliane Canegal
Saúde

O diabetes – uma doença que atinge milhões de adultos em todo o mundo – ultimamente tem feito novas vítimas: o público infantil. De acordo com um estudo britânico, a quantidade de crianças menores de cinco anos com a doença cresceu cinco vezes em 20 anos. A pesquisa observou os dados de 2,6 milhões de pessoas na região de Oxford e foi apresentada na Conferência Anual de Diabetes UK.

Para se ter uma idéia, em 2004, uma em cada mil crianças na região de Oxford tinha diabetes tipo 1. A doença é causada por uma alteração no funcionamento do organismo, o que provoca altas concentrações de açúcar. A diabetes do tipo 1, também conhecida como diabetes dependente de insulina, geralmente aparece na infância e muitas vezes afeta várias pessoas de uma mesma família.

O problema é mais grave do que parece. Outros estudos realizados no país tiveram resultados semelhantes, o que mostra que a doença afeta crianças em toda a Grã-Bretanha.

Os pesquisadores da Universidade de Bristol afirmam que os responsáveis pelo aumento nos casos de diabetes infantil são genes e fatores ligados ao estilo de vida, como dietas ricas em açúcar e pouco saudáveis.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, Polly Bingley, a velocidade com que a doença está se disseminando entre crianças significa que a causa pode não ser apenas genética. Ela explica que deve ser devido à mudança no ambiente familiar. “Isso pode significar que estamos sendo expostos a algo novo, ou que agora temos menos exposição a algo que antes estava controlando nossas respostas imunológicas', comenta Bingley.

Outra hipótese é o fato de que cada vez menos mães decidem amamentar seus bebês, contribuindo para o problema, diz a pesquisadora. Existe a possibilidade também das crianças estarem sendo expostas a cada vez menos germes, afetando o desenvolvimento de seus sistemas imunológicos. "Nós precisamos agora trabalhar para identificar o que são essas mudanças", afirma.

O estudo descobriu ainda mais uma novidade: o número de crianças menores de 15 anos com a doença quase dobrou durante o período analisado, entre 1985 e 2004.

Fonte - Elnet


"Sento-me com freqüência à mesa de irmãos e irmãs, e vejo que eles usam grande quantidade de leite e açúcar. Isto sobrecarrega o organismo, irrita os órgãos digestivos, e afeta o cérebro. Tudo quanto embaraça o ativo funcionamento do maquinismo vivo, afeta muito diretamente o cérebro." (Testemunhos Seletos - Vol. 1 - Ellen G. White - Pág. 190/191)

Pesquisa diz que consumo regular de sucos de fruta evita doenças crônicas

Viviane Chaves
Saúde

Beber sucos de fruta com freqüência pode diminuir o risco de Mal de Azheimer e outras doenças. É o que afirma uma pesquisa da Universidade de Glasgow, na Grã-Bretanha. O estudo realizado é um dos primeiros na linha dos antioxidantes – químicos naturais que reduzem os danos às células provocados pelos radicais livres.

Os especialistas descobriram que os sucos de uva, maçã e amora são aqueles que contêm grandes quantidades de benefícios químicos.

Pesquisadores do Grupo de Nutrição Humana na Universidade de Glasgow examinaram tipos de sucos diferentes. Durante a análise, a equipe observou a quantidade de antioxidantes que cada suco continha.

Segundo a pesquisa, os sucos de fruta ajudam a manter e melhorar a saúde. Eles protegem também contra doenças crônicas. Os especialistas explicaram que cada suco contém uma propriedade diferente. “Nem todos os sucos são iguais. É importante incluir os diversos tipos na dieta”, afirmou a equipe.

Fonte - Elnet

"Fazei das frutas o artigo de dieta a ser posto em vossa mesa, o qual constituirá o cardápio. O suco de frutas com pão será altamente saboreado. A fruta boa, madura, não passada é uma coisa por que devemos dar graças ao Senhor, pois é benéfica à saúde. Carta 72, 1896." (Conselhos sobre Regime Alimentar - Ellen G. White - Pág. 437)

A ressurreição do catolicismo

O trabalho diplomático do clero brasileiro e a dedicação de fiéis influentes trazem o papa ao Brasil, abrem caminho para a escolha do primeiro santo nascido no País e reacendem o fervor do maior rebanho católico do mundo
Por CAMILO VANNUCHI E
LENA CASTELLÓN

A Igreja Católica brasileira está no centro de um movimento consistente e acelerado de retomada da sua força. O ponto alto da reação, que começa a devolver o entusiasmo a seus seguidores, é a visita do papa ao País, entre os dias 9 e 13 de maio, a primeira de Bento XVI a um país não europeu desde que ele assumiu o trono de São Pedro. A euforia do rebanho monumental, o maior da religião no mundo, estimado em 125 milhões de pessoas, é amplificada pelo anúncio da canonização de Frei Galvão como o primeiro santo brasileiro. Esses eventos fazem parte de uma cruzada evangelizadora feita com esforço e investimento de fiéis influentes, discussão teológica e, acima de tudo, trabalho diplomático nas altas instâncias de poder da Igreja, aqui e no Vaticano. Uma resposta à aparente incapacidade de modernização que, nos últimos anos, aumentou de forma preocupante a debandada de ovelhas. Em dez anos, seis milhões delas se desgarraram. E, basicamente, procuraram abrigo nos cultos fervorosos das igrejas evangélicas, que viram sua fatia de adeptos saltar de 6% para 10,6% da população do País entre 1991 e 2000. No mesmo período, os católicos encolheram quase dez pontos percentuais, de 83,3% para 73,8%. Quando a crise parecia inevitável, uma reação conduzida com brilhantismo pelo clero brasileiro permitiu a recuperação, culminando na festa que promete tomar conta do País neste semestre. Abalados com sucessivas denúncias de padres pedófilos e críticas ferrenhas aos dogmas ultrapassados da Igreja, os seguidores desfrutam das boas novas com o alívio de quem pode, enfim, recuperar o orgulho de ser católico.

A virada começou quando a cúpula de cardeais admitiu que a perda de carisma e da capacidade de seduzir novas mentes e corações estavam verdadeiramente comprometendo a imagem da instituição. E em função da importância do Brasil no universo católico, isso poderia trazer prejuízos estratégicos para o Vaticano em todo o mundo. Esse movimento de recuperação foi facilitado pelo fato de o alto clero brasileiro ter um espaço cada vez maior em Roma. Desde dezembro do ano passado, a prefeitura da Congregação para o Clero é ocupada pelo arcebispo emérito de São Paulo Dom Cláudio Hummes. Para se ter idéia, depois do papa, o cargo do brasileiro disputa a posição de segundo em importância no Vaticano com o de chefe da Congregação para a doutrina da Fé – que, por sinal, foi de Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI, durante o papado de João Paulo II.

Dom Cláudio foi o principal responsável pela vinda do papa ao Brasil. Oficialmente, a viagem tem como pretexto a V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, que reunirá 270 bispos no Santuário Nacional de Aparecida, no interior de São Paulo, a partir do domingo 13 de maio. É tradição o papa abrir os trabalhos da conferência, um hábito criado em 1968. O brasileiro convenceu Bento XVI a realizá-la no Brasil. E Ratzinger escolheu Aparecida. Dom Cláudio também pediu ao papa que incluísse na agenda uma passagem pela capital paulista, e foi prontamente tendido.

O sucesso diplomático de Dom Cláudio pode ser medido pela avaliação do padre Geraldo Hackmann, único brasileiro na Comissão Teológica do Vaticano, sobre a importância estratégica da Conferência Geral. “Esse encontro vai determinar os rumos da Igreja no continente americano”, resume ele. “Realizá-lo aqui é um inequívoco sinal de prestígio para o clero brasileiro”, completa. O teólogo Antônio Miguel Kater Jr., coordenador do Instituto Brasileiro de Marketing Católico, criado para municiar a Igreja com instrumentos de comunicação, chama a atenção para outros benefícios. “A visita de Bento XVI provocará um fluxo maior às igrejas. Isso certamente será usado em favor do catolicismo nos próximos anos”, aposta.

Concluído esse xadrez diplomático para trazer o papa e a conferência – muito bem jogado pelos principais representantes brasileiros –, chegou a hora de os fiéis mostrarem que estão dispostos a fazer da visita do Sumo Pontífice um marco da ressurreição católica.

Fonte - Isto É

Por uma gota

Metade do planeta ficará totalmente sem água dentro de 20 anos - e o Brasil estará nesse deserto se nada for feito
Por Luciana Sgarbi

Qual a quantidade de água que uma pessoa consome diariamente, em média, em todo o mundo? Geralmente arrisca-se como resposta a casa dos dez litros. É uma estimativa tímida demais. No limite da sobrevivência, para matar a sede o ser humano consome em média dois litros de água por dia. Some-se a isso o fato de que quase todas as nossas atividades diárias envolvem o uso desse recurso hídrico. Há estudos revelando que populações carentes, moradoras em locais sem água encanada, consomem cerca de 30 litros todos os dias. Já quem mora em apartamento ou casa com máquinas de lavar roupa e louça chega a gastar 500 litros. As desigualdades no acesso a esse líquido que é a seiva do planeta trazem à tona quadros alarmantes: enquanto no Brasil há quem use dois mil litros de água a cada 24 horas, lavando carro ou calçada, entre outras atividades, em comunidades africanas a média é de 12 litros de consumo – utilizados, bem entendido, para sobreviver. Esse desequilíbrio, que se traduz na palavra desperdício, é resultado da falta de uma educação ambiental no Brasil e em diversos países direcionada pontualmente para a questão da água.

Já protegeu-se, e com razão, as baleias e os golfinhos, os micos-leões-dourados e as tartarugas, o verde das matas, o marrom das terras e o azul do céu, só para dar alguns exemplos. Por que se fala tão pouco da necessidade da preservação da água? Primeiro porque sempre se creu, com boa dose de simplismo, em que tudo o que sobe desce: água evapora, vira chuva e volta para nós. Não se contava com a interferência de outros fatores drásticos, como o aquecimento global que a faz evaporar cada vez mais e voltar cada vez menos. Em segundo lugar, o descaso se deu porque ela, a água, se mostrava tão abundante que mais urgente era cuidar da conservação das espécies, do verde, do excesso de emissão de poluentes. Pois bem, chegou a hora da água. Na semana passada, o alerta da ONU nos deixou com um nó na garganta e a boca seca: em 20 anos, caso o intenso desperdício continue, faltará totalmente água para 60% do mundo. O Brasil estará nesse deserto.

Quando em 1961 o astronauta russo Yuri Gagarin deu a primeira volta completa em torno da Terra, sentenciou: “O planeta é azul.” A frase ganhou espaço na ciência e se eternizou nos livros de geografia: Gagarin chamara a atenção para o fato de 70% do planeta ser constituído de água. De acordo com dados do International Hydrological Programme, 97,5% de toda a água disponível no planeta é salgada. A água doce, que só representa 2,5% do total, está em sua maior parte nas calotas polares. O ser humano conta com apenas 0,3% de água disponível em lagos, rios e lençóis subterrâneos pouco profundos – mas prossegue, mesmo diante desse quadro, desperdiçando e poluindo. Mais: há dois mil anos a população mundial correspondia a 3% da população atual, enquanto a disponibilidade de água permanece a mesma. “Pouco mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo já não têm acesso a água limpa suficiente para suprir as suas necessidades básicas diárias”, diz Pasquale Steduto, diretor da unidade de gerenciamento dos recursos hídricos da ONU. “Em 20 anos, dois terços da população enfrentarão total escassez.”

O drama se reflete no Brasil, que, apesar de considerado o grande reservatório da Terra com 12% da água doce disponível, enfrenta má distribuição e falta de consciência de preservação por parte de governantes e da população em geral – as campanhas oficiais são pífias. Cada brasileiro possui, ou deveria possuir anualmente à sua disposição, uma cota de 34 milhões de litros, um volume enorme, já que é possível levar vida confortável com dois milhões, conforme as estimativas da ONU. Ocorre, no entanto, que o recurso é geograficamente mal distribuído: 80% de toda a água do País concentra-se na Amazônia, onde vivem apenas 5% dos habitantes. Os 20% de água restantes têm então de acabar abastecendo 95% dos brasileiros.

É uma desproporção injusta e maluca e que retrata um Brasil demarcado pela desigualdade até mesmo quando o assunto é água. E, se há a desigualdade natural da geografia, há também a desigualdade social da economia. Ou seja: aqueles 20% de água que sobram para 95% da população estão num mar de irresponsabilidade. Enquanto cidadãos da cidade de São Paulo lavam calçadas e carros, regiões da Paraíba disputam cada litro distribuído por carros-pipa. “Esse é o retrato do descaso do poder público. Como podemos falar em educação ambiental e desperdício a cidadãos sem acesso aos recursos mínimos para manterem a higiene básica?”, diz Francisco Buonafina, presidente da Universidade da Água, uma organização não-governamental que dá palestras a professores de diversas escolas do País. “É mais fácil começar essa mudança pelas crianças do que pelos adultos. Os pequenos aprendem na escola e puxam a orelha dos pais em casa”, diz Buonafina.

Além do desperdício doméstico, há o público. No Brasil, cerca de 30% da água tratada perde-se em vazamentos pelas ruas. Em São Paulo, por exemplo, esse índice daria para abastecer diariamente cerca de três milhões de pessoas. Pode-se afirmar que no Sul o problema está na falta de educação ambiental, enquanto no Norte e Nordeste há um secular descaso do governo. De fato, só na Paraíba são 362 mil pessoas dependendo de carro-pipa para enfrentar a seca. Para contornar esse obstáculo, o governo federal investe no projeto Água Doce, iniciativa que trata a água subterrânea do semi-árido para torná-la potável. “Mas há uma grande dificuldade do Norte ao Sul do Brasil: a poluição das bacias hidrográficas”, diz Oscar Cordeiro Netto, diretor da Agência Nacional da Água.

Cabe assim ao Brasil e também a outros países reverem as suas políticas ambientais. Como em tudo o que ocorre nesse campo no País, a iniciativa privada vem tomando a frente do poder público e começa a atuar. Especialista em programas de Uso Racional da Água, o engenheiro Carlos Lemos da Costa já desenvolve projetos que representam economia de até 67% em empresas brasileiras e multinacionais – entre elas a construtora Hochtief, os bancos Itaú, Unibanco e Real e o hospital Albert Einstein. Todos precisamos colaborar, consertando aquela torneira que goteja o dia todo, passando pelas indústrias, que devem reciclar seu lixo em vez de poluir rios, e chegando aos governantes, que necessitam estabelecer projetos mais eficientes.

• ATUALMENTE, CERCA DE 1 BILHÃO DE PESSOAS PASSAM SEDE
• EM 20 ANOS, 60% DO PLANETA VIVERÁ A SECA
• O BANCO MUNDIAL DIZ QUE A ÁGUA SERÁ O PETRÓLEO DO FUTURO

• 97% de toda a água do planeta não serve para consumo por ser salgada
• 30% da água tratada no Brasil perde-se pelas ruas graças aos vazamentos

Fonte - Isto É

** MATANDO A SEDE

A Bíblia reconhece a grande importância da água para a humanidade. Por isso mesmo, no capítulo 4 do evangelho de João, Cristo Se compara à “água viva”, e afirma que “aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (verso 14). E no Apocalipse encontra-se o convite aos sedentos espirituais: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Apoc. 22:17).

Aos poucos, os recursos naturais deste mundo vão se esgotando, anunciando uma sombria perspectiva de futuro. É a chegada do tempo do fim, como anunciam as Escrituras. Há, no entanto, um manancial inesgotável, sempre à disposição: o amor e a misericórdia de Deus, o Criador de todas as águas.

Fonte - Blog Michelson Borges

Papa defende a colaboração Igreja-Estado, respeitando próprias competências

No discurso ao novo embaixador do Peru ante a Santa Sé

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 16 de março de 2007 (ZENIT.org).- Segundo Bento XVI, a separação entre Igreja e Estado não implica relações de inimizade, mas de colaboração no respeito das competências específicas de cada um.

O Papa ilustrou a concepção da Igreja Católica sobre a laicidade, ao receber as cartas credenciais do novo embaixador do Peru ante a Santa Sé, Alfonso Rivero Monsalve.

«A Igreja, que reconhece ao Estado sua competência nas questões sociais, políticas e econômicas, assume como um dever próprio, derivado de sua missão evangelizadora, a salvaguarda e difusão da verdade sobre o ser humano, o sentido de sua vida e seu destino último que é Deus», declarou.

A Igreja, acrescentou, «é fonte de inspiração, a fim de que a dignidade da pessoa e da vida, desde sua concepção até seu término natural, seja reconhecida e protegida, como garante a Constituição Peruana».

«Por isso, seguirá colaborando de maneira leal e generosa na educação, na atenção à saúde e na ajuda aos mais pobres e necessitados.»

O bispo de Roma assegurou o apoio da Santa Sé a «todo o esforço social que já se leva a cabo, para que haja sempre igualdade de oportunidades e cada peruano se sinta respeitado em seus direitos inalienáveis».

«Por isso -- assegurou --, o Episcopado do Peru continuará fomentando, à luz do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja, a busca da verdade no campo familiar, trabalhista e sócio-político.»

«Por sua parte -- seguiu ilustrando o sucessor de São Pedro --, os católicos peruanos também estão chamados a ser fermento da mensagem cristã nas instituições sociais e na vida pública, para contribuir assim na construção de uma sociedade mais fraterna.»

«A Igreja, consciente de sua própria ‘missão religiosa e, por isso mesmo, sumamente humana’, assim como de seu dever de propor a verdade de todo homem, que por ser filho de Deus está dotado de uma dignidade superior e anterior a toda lei positiva, continuará trabalhando para alcançar esses objetivos», garantiu.

O Papa recordou que a Igreja «ensina também que só no respeito da lei moral, que defende e protege a dignidade da pessoa humana, pode-se construir a paz, favorecendo um progresso social estável».

«Por isso, é de desejar que continue a mútua colaboração entre o Estado e a Igreja no Peru, que até agora deu bons frutos», concluiu Bento XVI.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
1) - Qual o limite dessa colaboração?
2) - Fermento? Não deveríamos ser o sal da terra?


I Coríntios 5:7
Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento.

sexta-feira, 16 de março de 2007

¿Ley Dominical a la vista?

De momento, no, pero con las actitudes que se ponen de manifiesto en el siguiente artículo, se están echando las bases. Legislar sobre religión, lo que faltaba (y ya tardaba en llegar).

Artículo del ElPaís.es, con fecha del 14-3-2007:
El papa Benedicto XVI exige activismo y ortodoxia a los obispos, a los políticos católicos y a los creyentes de a pie. Ciertas cuestiones, dice, "no son negociables". Y las enumera: "La defensa de la vida humana desde su concepción hasta su fin natural, la familia fundada en el matrimonio entre hombre y mujer, la libertad de educación de los hijos". Los políticos católicos están obligados a oponerse a las leyes que no se ajusten a su doctrina religiosa, y los obispos están obligados a exigírselo "constantemente". Benedicto XVI confirmó ayer, con un importante documento, su ánimo combativo y su voluntad de situar a la Iglesia en el centro del debate público y de recuperar un protagonismo perdido en Europa hace décadas.
----------
El énfasis es mío, pero en esto de los obispos detrás de los políticos, trae aires de Santo Oficio y Brazo Secular... y lo que queda por llegar.

Fonte - Blog Cuenta Atras

«Sacramentum Caritatis» impulsionará ecumenismo

Entrevista com o cardeal Angelo Scola, patriarca de Veneza

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 15 de março de 2007 (ZENIT.org).- A exortação apostólica pós-sinodal «Sacramentum Caritatis» permitirá que muitos católicos se apaixonem pela Eucaristia, constata o cardeal Angelo Scola, patriarca de Veneza.
...

--Por último, como a «Sacramentum Caritatis» pode impulsionar a unidade plena e visível de todos os cristãos?

--Cardeal Scola: Penso que desde este ponto de vista, a exortação tem um fortíssimo valor ecumênico, porque acolhe esse nexo intrínseco entre o Mistério eucarístico, a ação litúrgica e o novo culto espiritual (cf. n. 5). Portanto, neste ponto coincide muitíssimo com a sensibilidade ortodoxa, mas também com nossos irmãos protestantes.

Fonte - Zenit

Inverno é o 'mais quente da história' no hemisfério norte

O inverno deste ano no hemisfério norte é o mais quente desde que as temperaturas começaram a ser medidas, em 1880, informou uma agência governamental norte-americana.

A temperatura combinada da superfície da terra e dos oceanos de dezembro de 2006 até fevereiro deste ano (o inverno na região) foi 0,72 grau Celsius acima da média do século 20, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (National Oceanic and Atmospheric Administration, ou NOAA, na sigla em inglês).

Conforme a agência, o fenômeno climático El Niño, responsável pelo aquecimento de partes do Oceano Pacífico, contribuiu para o aumento das temperaturas.

"Os fatores que contribuíram (para o aumento de temperatura) foram uma tendência de longo prazo de temperaturas mais altas assim como um moderado El Niño no Pacífico", disse Jay Lawrimore, do Centro Nacional de Dados Climáticos da NOAA.

Especialistas prevêem que 2007 poderá ser o ano mais quente da história.

De acordo com a NOAA, as temperaturas continuam aumentando em torno de um quinto de grau a cada década.

Influência humana

Desde que os recordes de temperatura começaram a ser medidos, os 10 anos mais quentes da história se situam a partir de 1995.

"Nós não dizemos que este inverno seja evidência da influência (da emissão) de gases causadores do efeito estufa", afirmou Lawrimore.

No entanto, segundo ele, a pesquisa integrava o processo do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), que divulgou um relatório no mês passado no qual afirma que as mudanças climáticas são “muito provavelmente” causadas pela ação humana.

"Nós sabemos, como parte disso, que as conclusões são de que a tendência de aquecimento se deve em parte ao aumento nas emissões de gases causadores do efeito estufa", disse Lawrimore.

O IPCC concluiu que há uma probabilidade de pelo menos 90% de que o aquecimento da superfície do planeta esteja sendo provocado pelas emissões de gases causadores do efeito estufa, e não por variações naturais.

O relatório fez uma previsão de que até o fim deste século a temperatura da Terra pode subir de 1,8ºC até 4ºC, apesar de aumentos desde 1,1ºC até 6,4ºC também serem possíveis.

Fonte - BBC

É interessante constatar que, na Bíblia, uma das pragas previstas para os dias finais da humanidade seria o aquecimento do sol. Segundo Apocalipse 16:8, " o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo". Seriam essas notícias cumprimentos proféticos ou mera casualidade?

Fala-se muito em como será possível evitar esse transtorno climático que tem dezenas de outros desobramentos (como alterações nos mares, degelo veloz, etc), mas será que podemos esperar mudanças significativas para os próximos anos no cenário? Se nações como os Estados Unidos, um dos maiores poluentes planetários, não são ágeis para reduzir as emissões de gases poluentes. E se florestas, como a Amazônica, estão virando deserto rapidamente. Até o Pantanal, conhecido por ser uma zona de equilíbrio ecológico, já apresenta alterações como o excesso de chuvas.

Segundo a Embrapa, o volume de chuvas no Pantanal, de outubro a fevereiro, foi 34% maior do que a média histórica dos últimos 30 anos, com influência direta na cheia que prenuncia um nível acima de seis metros na régua de Ladário.

Fonte - Blog Realidade em Foco

quinta-feira, 15 de março de 2007

Degelo no Ártico acelerou-se e ameaça regiões temperadas do planeta

Washington, 15 mar (EFE).- O degelo no Ártico acelerou-se nas últimas décadas e pode causar uma sucessão de mudanças nas regiões temperadas do planeta, alertam estudos divulgados hoje pela revista "Science".

De acordo com a pesquisa, há quatro geleiras árticas cujo degelo ameaça aumentar o nível do mar. Esse degelo, segundo outro estudo, deve-se à poluição atmosférica.

Segundo Mark Serreze, cientista do Centro Nacional de Dados sobre a Neve e o Gelo na Universidade do Colorado, o desaparecimento do gelo nos mares árticos chegou a um momento "crítico", cujo impacto "não se limitará à região ártica".

Segundo Serreze, o acúmulo de gelo nos mares árticos foi negativa desde 1979, quando começaram a ser utilizados satélites para sua observação.

O cientista acrescentou que, desde aquele ano, foi perdida uma média anual de aproximadamente 100.000 quilômetros quadrados de gelo como resultado do aumento da concentração dos gases que provocam o efeito estufa.

"O Ártico perde muito gelo nos meses do verão, e parece que também está gerando menos gelo no inverno", afirmou.

E quando o gelo chega a um estado vulnerável, a situação chega a um ponto de desorganização tamanho que é possível que estejamos avançando rapidamente rumo a um Ártico sem gelo, acrescentou.

Serraze disse que, como o aumento das temperaturas registrado nas últimas décadas deve-se à emissão de gases estufa na atmosfera, a curto prazo não se pode prever um fim da diminuição do gelo nos mares árticos.

O cientista lembrou que, em geral, a perda de gelo é associada por muitas pessoas a seu efeito negativo sobre a fauna, especialmente sobre os ursos polares, e a sua responsabilidade para a erosão nas regiões litorâneas do Alasca e da Sibéria.

No entanto, afirmou, outros estudos também associam a perda de gelo a mudanças nos padrões atmosféricos que provocam aumento ou diminuição das precipitações nos Estados Unidos e na Europa.

Outro estudo publicado na "Science", realizado por cientistas da Universidade de Edimburgo e da University College de Londres, dá números mais precisos sobre o degelo. Este, aponta, é de 125 mil milhões de toneladas por ano.

Os cientistas Andrew Shepherd e Duncan Wingham afirmam que esse degelo é suficiente para aumentar o nível do mar em 0,35 milímetro por ano.

Como prova, apresentam o caso de quatro geleiras antárticas cujo degelo foi detectado mediante observações por satélite e que constituem uma ameaça para os níveis marítimos.

Essas geleiras, no leste e no oeste da Antártida, provêm de bacias submarinas que fluem nos oceanos e são vulneráveis às mudanças de temperatura, afirmam.

Segundo relatório de cientistas da Universidade Pierre e Marie Curie, em Paris, também publicado pela "Science", o aquecimento global está ocorrendo cada vez com maior rapidez no norte do planeta, e se deve à crescente concentração de gases estufa.

As fontes de poluição incluem as da região eurasiana, as emissões de navios e os incêndios florestais, apontam.

A publicação dos estudos coincidiu com uma reunião científica na cidade de Hannover, estado americano de New Hampshire, para determinar o impacto do aquecimento global.

Segundo os cientistas, o aquecimento é maior em torno da linha do Equador, mas as mudanças que produz nessa altura são menos dramáticas que as que ocorrem nos pólos.

As conseqüências das mudanças climáticas, dizem, afetarão todos os habitantes do planeta, cada aspecto da vida humana, e ninguém poderá evitá-las.

Fonte - UOL

O império da sacanagem

Vamos supor que você demore dez segundos para chegar ao fim deste parágrafo. Até lá, a indústria pornográfica terá arrecadado US$ 30 milhões em todo o mundo. Não é preciso gastar muitos neurônios na conta: são US$ 3 milhões a cada segundo.

Este e outros dados foram compilados pelo TopTenReviews, site americano que produz rankings de produtos como softwares, hardwares, games e filmes. Uma das suas avaliações mais recentes foi dedicada aos filtros anti-pornografia na internet.

Para comprovar a importância do produto, o site reuniu informações de várias fontes sobre a indústria pornográfica mundial, na mais extensiva pesquisa sobre o assunto que este blogueiro já viu (e que pode ser conferida aqui). Esqueça a China ou a Índia. A economia que cresce mais rápido no mundo é a do império da sacanagem.

Aqui vão alguns dados que chamaram a atenção do blogueiro:

* a indústria pornográfica faturou US$ 97 bilhões em 2006 nos 16 países em que sua atuação é mais forte; o ranking é liderado por China (US$ 27,4 bilhões), Coréia do Sul (25,7 bilhões), Japão (19,9 bilhões) e Estados Unidos (13,3 bilhões); o Brasil aparece em 16º lugar (US$ 100 milhões);

* o faturamento da indústria pornográfica é maior que das oito maiores empresas mundiais de tecnologia somadas (Microsoft, Google, Amazon, eBay, Yahoo!, Apple, Netflix e EarthLink); nos Estados Unidos, a arrecadação supera a das redes ABC, CBS e NBC;

* por mês, são realizados 1,5 bilhão de downloads de material pornográfico (35% do total); existem hoje 4,2 milhões de sites desse tipo no mundo (12% do total); 42% das pessoas que usam a internet consomem esse material;

* 20% dos homens admitem acessar sites pornográficos no trabalho (contra 13% das mulheres); 10% dos adultos confessam ser viciados em pornografia na rede (17% das mulheres dizem lutar contra o vício); um em cada três visitantes de sites pornô é mulher; há duas mulheres para cada homem nas salas de bate-papo;

* a cada 39 segundos, um vídeo pornô é produzido nos Estados Unidos;

Até aqui, tudo bem. Adultos sabem (ou deveriam saber) o que estão fazendo. O problema começa com a questão da pornografia infantil. Lá vão mais dados:

* existem hoje 100 mil sites que oferecem pornografia infantil, obviamente de forma ilegal; a idade média da primeira exposição a material explícito na internet é de 11 anos; 90% dos usuários entre 8 e 16 anos já viram algum tipo de pornografia na rede (a maioria diz que aconteceu ao fazer lição de casa); um em cada três jovens já recebeu algum tipo de pedido sexual pela internet.

De certa forma, a pesquisa só vem confirmar, com um nível de detalhes inédito, algo que nós já sabíamos: 1) as pessoas só pensam naquilo; 2) a internet só veio agravar a situação. Ainda assim, os números sobre o poder econômico e o impacto social da indústria pornográfica não deixam de ser surpreendentes. E, no caso da pornografia infantil, assustadores.

Para o site que fez a pesquisa, talvez a resposta para o problema seja de ordem prática: compre o melhor filtro anti-pornografia e durma sossegado. Quem dera que a questão fosse tão simples.

Fonte - Blog No Mínimo

quarta-feira, 14 de março de 2007

Vaticanistas vêem rigor e conservadorismo em texto papal




Vaticanistas italianos afirmam que o documento que rege a celebração de missas divulgado nesta terça-feira no Vaticano reforça a face conservadora e rígida do papa Bento 16.

No documento, intitulado Sacramentum Caritatis, o papa reafirma a posição da Igreja sobre o celibato, o matrimônio entre homossexuais e a comunhão de divorciados, confirmando o conservadorismo do atual papado. Quando determina novidades, o papa nada mais faz do que voltar ao passado.

"É um documento muito conservador. O papa não utilizou as recomendações do Sínodo dos Bispos de maneira progressista", diz Bruno Bartoloni, vaticanista do jornal Corriere della Sera, à BBC Brasil. "Em vez disto, ele foi rigoroso".

Fonte - BBC

Nota DDP:
Vejamos então onde ele foi rigoroso...

Ecumenismo

O servo de Deus João Paulo II, na sua Encíclica Ecclesia de Eucharistia, tinha já chamado a atenção para a relação entre Eucaristia e communio: falou do memorial de Cristo como sendo a « suprema manifestação sacramental da comunhão na Igreja ».[36] A unidade da comunhão eclesial revela-se, concretamente, nas comunidades cristãs e renova-se no acto eucarístico que as une e diferencia em Igrejas particulares, « in quibus et ex quibus una et unica Ecclesia catholica exsistit – nas quais e pelas quais existe a Igreja Católica, una e única ».[37] É precisamente a realidade da única Eucaristia celebrada em cada diocese ao redor do respectivo Bispo que nos faz compreender como as próprias Igrejas particulares subsistam in e ex Ecclesia. De facto, « a unicidade e indivisibilidade do corpo eucarístico do Senhor implicam a unicidade do seu corpo místico, que é a Igreja una e indivisível. Do centro eucarístico surge a necessária abertura de cada comunidade celebrante, de cada Igreja particular: ao deixar-se atrair pelos braços abertos do Senhor, consegue-se a inserção no seu corpo, único e indiviso ».(38) Por este motivo, na celebração da Eucaristia, cada fiel encontra-se na sua Igreja, isto é, na Igreja de Cristo. Nesta perspectiva eucarística, adequadamente entendida, a comunhão eclesial revela-se realidade católica por sua natureza.(39) O facto de sublinhar esta raiz eucarística da comunhão eclesial pode contribuir eficazmente também para o diálogo ecuménico com as Igrejas e com as Comunidades eclesiais que não estão em plena comunhão com a Sé de Pedro. Na realidade, a Eucaristia estabelece objectivamente um forte vínculo de unidade entre a Igreja Católica e as Igrejas Ortodoxas, que conservaram genuína e integralmente a natureza do mistério da Eucaristia. Ao mesmo tempo, a relevância dada ao carácter eclesial da Eucaristia pode tornar-se elemento privilegiado também no diálogo com as Comunidades nascidas da Reforma.(40)

Domingo

74. É particularmente urgente no nosso tempo lembrar que o dia do Senhor é também o dia de repouso do trabalho. Desejamos vivamente que isto mesmo seja reconhecido também pela sociedade civil, de modo que se possa ficar livre das obrigações laborais sem ser penalizado por isso. De facto, os cristãos — não sem relação com o significado do sábado na tradição hebraica — viram no dia do Senhor também o dia de repouso da fadiga quotidiana. Isto possui um significado bem preciso, ou seja, constitui uma relativização do trabalho, que tem por finalidade o homem: o trabalho é para o homem e não o homem para o trabalho. É fácil intuir a tutela que isto oferece ao próprio homem, ficando assim emancipado duma possível forma de escravidão. Como já tive ocasião de afirmar, « o trabalho reveste uma importância primária para a realização do homem e o progresso da sociedade; por isso torna-se necessário que aquele seja sempre organizado e realizado no pleno respeito da dignidade humana e ao serviço do bem comum. Ao mesmo tempo, é indispensável que o homem não se deixe escravizar pelo trabalho, que não o idolatre pretendendo achar nele o sentido último e definitivo da vida ».(209) É no dia consagrado a Deus que o homem compreende o sentido da sua existência e também do trabalho.(210)

Fonte - Vaticano

A mensagem está dada. Parece que já não existe nenhuma surpresa dos temas ecumenismo e domingo se revezarem com tanta intensidade neste papado. Atentemos pois às Escrituras.

Êxodo 20:8
Lembra-te do dia de sábado, para o santificar.

II Timóteo 3:12
Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.

Apocalipse 18:4
Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos;

"Os protestantes hoje insistem em que a ressurreição de Cristo no domingo fê-lo o sábado cristão. Não existe, porém, evidência escriturística para isto. Nenhuma honra semelhante foi conferida ao dia por Cristo ou Seus apóstolos. A observância do domingo como instituição cristã teve origem no "mistério da injustiça" (II Tess. 2:7) que, já no tempo de Paulo, começara a sua obra. Onde e quando adotou o Senhor este filho do papado? Que razão poderosa se poderá dar para uma mudança que as Escrituras não sancionam?" (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 54)

"Estamos em vésperas de grandes e importantes acontecimentos. As profecias rapidamente se estão cumprindo. O Senhor está às portas. Está prestes a inaugurar-se um período da mais alta importância para todos os viventes. As controvérsias do passado serão reavivadas, e outras novas suscitadas. As cenas que deverão desenrolar-se neste mundo não são nem sequer sonhadas. Satanás está operando por meio de instrumentos humanos. Os que se empenham em conseguir uma emenda à Constituição, para obter uma lei que imponha a observância do domingo, mal compreendem qual vai ser o resultado. Uma crise está iminente." (Testemunhos Seletos - Vol. 2 - Ellen G. White - Pág. 352)

Putin y el Papa Benedicto XVI

En este blog ya se anunció con antelación la reunión de Vladimir Putin con Benedicto XVI, incluse tuve la oportunidad de anunciarlo el sábado pasado en público. Pues ya se realizó el encuentro, cuyo titular en 20minutos.es es:

Putin y el Papa se reunieron para analizar la crisis Oriente Medio y la relación entre católicos y ortodoxos en Rusia

Está pasando de puntillas este encuentro entre los medios de comunicación, pero a los cristianos que esperamos la segunda venida de Cristo no debería ser así. Efectivamente, uno de los motivos, quizá el principal, es la relación ecuménica entre católicos y ortodoxos.

"Han sido examinados algunos temas bilaterales de interés común, las relaciones entre la Iglesia Católica y la Iglesia Ortodoxa ... En las dos anteriores ocasiones que Putin acudió al Vaticano no invitó al polaco Juan Pablo II, quien murió sin ver cumplido su deseo de visitar Rusia debido a la oposición del poderoso patriarca ortodoxo, Alejo II. Las relaciones entre el Vaticano y la Iglesia Ortodoxa Rusa sufrieron un importante deterioro en los últimos años del papado de Wojtyla, debido a la decisión de éste de reorganizar la Iglesia Católica en Rusia creando cuatro diócesis. Los ortodoxos lo recibieron como una agresión y en aquellas fechas (2002) las autoridades rusas expulsaron a cinco sacerdotes católicos, incluido un obispo, sin explicación oficial, pero con insinuaciones de posible espionaje. En ambientes religiosos no se descarta un futuro encuentro entre Benedicto XVI y Alejo II, pero todos los observadores coinciden en que se celebraría en un lugar "neutral". Después puede venir la deseada visita a Rusia.".

Anunciado queda, volverá la hegemonía papal a todo el mundo.

Fonte - Blog Cuenta Atras

terça-feira, 13 de março de 2007

Alemanha, ONU e educação em casa: violência contra os inocentes

Resumo: Hitler sonhava com um governo mundial com a Alemanha ocupando o papel central de liderança. Ele nunca poderia prever a forma estranha como seu sonho viria a se cumprir.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Existe um governo mundial forte em ascensão. Esse governo vem dando ordens e avisos a muitos países, para que modifiquem suas políticas e leis para se adaptarem à nova ordem mundial. Esse novo governo mundial é a ONU.

A ONU orienta os países a eliminarem suas leis que proíbem a prostituição, possibilitando assim a sua legalização. A ONU pediu, e a Alemanha obedeceu.

A ONU também orienta os países a garantir ampla disponibilidade de creches para recém-nascidos e o estabelecimento de educação pré-escolar para criancinhas (outra forma de creche estatal). “Com relação à Alemanha, a ONU se mostrou insatisfeita com o fato de que por causa do cuidado de crianças pequenas, as esposas estavam tendo dificuldade de se dedicar a uma profissão fora do lar. Então revelou a necessidade de se criar creches para criancinhas de 0 a 3 anos”. A ONU repreendeu a Alemanha, e agora a Alemanha se apressa em atender: o governo alemão já está investindo em medidas para educar a população a ver as creches como a melhor solução para todas as crianças alemãs. Assim, se a ONU diz que bebês e criancinhas ficam melhor atolados em instituições do que criados e educados junto com a mãe, então é melhor obedecer. A palavra da ONU é sagrada na Alemanha.

Alemanha e ONU: parceiros inseparáveis no governo mundial

A Alemanha está tão afinada com a ONU que enquanto nos Estados Unidos grupos evangélicos pressionam para que o governo americano literalmente expulse a ONU de seu território, entre os alemães o sentimento é outro: o governo alemão tem deixado claro que gostaria que a sede da ONU fosse transferida para o território alemão. Algumas importantes repartições da ONU já se mudaram para a Alemanha.

A Alemanha gosta de controle — desde os tempos de Hitler. Na Europa, quem mais luta por controle, principalmente a partir de uma perspectiva esquerdista e humanista, é a Alemanha. A Alemanha quer uma Europa “unida e forte”, com seus cidadãos plenamente controlados pelo novo governo europeu. Até os ingleses, com todas as suas fraquezas, limitações e aberrações, estão muito atrás dos alemães, tentando defender uma Europa menos controlada e autoritária. A Inglaterra se sente impotente e fraca enquanto a Alemanha avança na Europa os interesses do novo governo mundial.

Os ingleses têm muito a perder. Na Inglaterra, apesar de seu governo esquerdista moralmente falido, os pais evangélicos que dão a seus filhos educação escolar em casa ainda são respeitados e legalmente protegidos. Os pais ingleses que crêem na orientação bíblica do livro de Provérbios sobre disciplina dos filhos também são ainda relativamente respeitados. Na Alemanha, o que é respeitado e legalmente protegido são os interesses do humanismo, são as políticas do governo mundial.

A Alemanha vem se destacando por sua postura inflexível e cruel para lidar com mais de 40 famílias evangélicas que dão aos filhos educação escolar em casa. É uma inflexibilidade inexplicável, pois no caso do Irã, que está fabricando armas nucleares e ameaçando exterminar Israel, a Alemanha pede calma e diálogo — onde, na verdade, deveria haver inflexibilidade e ações enérgicas e decisivas. O governo alemão procura ter a mesma atitude “democrática” com os grupos terroristas islâmicos que ameaçam destruir Israel.

Aliás, a Alemanha tenta se representar como um país tão democrático e tolerante (na visão da Besta do Apocalipse) que censurou os Estados Unidos por causa do suposto desrespeito aos “direitos humanos” de terroristas muçulmanos capturados pelo exército americano. O governo alemão vê com toda a naturalidade o prefeito de Berlim, que expõe publicamente sua homossexualidade e suas obsessões homossexuais. O governo alemão chegou até a colaborar quando um menino decidiu, por pressão de psicólogos, mudar de sexo. Não importa que os terroristas muçulmanos tenham matado muitas vítimas inocentes (inclusive mulheres e crianças), eles devem ser tratados com respeito e bondade. Não importa que o homossexualismo seja antinatural, o governo alemão vai respeitá-lo e permitir que meninos escolham esse comportamento.

Os muçulmanos devem estar gostando muito da bondade alemã, pois muitos deles estão se mudando para a Alemanha. Aliás, todos os muçulmanos responsáveis pelo ataque terrorista contra os Estados Unidos em 11 de setembro de 2001 haviam se mudado primeiro para a Alemanha. Com um prefeito abertamente homossexual em Berlim, a Alemanha se arrisca a ser um paraíso não só dos muçulmanos, mas também dos sodomitas.

Retrocesso em nome do progresso e da nova ordem mundial

Tal como a ONU, ou como a suástica (que prometia progresso, mas cujo próprio simbolismo era uma cruz pervertida com as pontas voltadas para trás), a Alemanha está progredindo em medidas que a estão fazendo voltar para trás. A Alemanha está se tornando uma suástica viva, não só pela deturpação dos conceitos cristãos de tolerância e respeito, mas também por seu grave retrocesso moral e espiritual.

Terroristas muçulmanos e viciados em homossexualismo têm direito ao respeito e proteção do governo alemão, mas famílias evangélicas que educam em casa não. O governo alemão quer calma e diálogo com violentos terroristas muçulmanos, mas vem agindo com violência, prendendo pais e mães evangélicos, tomando a custódia de seus filhos e pressionando com muitas ameaças e ações todo evangélico que considerar a educação escolar em casa. Uma mãe evangélica que foi presa aproveitou seu tempo de prisão para evangelizar as outras presas.

Em 2006, o Estado alemão foi duro e violento com uma família evangélica que educava os filhos em casa, ao fazer com que uma equipe de agentes policiais levasse à força as crianças para a escola estatal, tratando os inocentes como se fossem criminosos perigosos. Em 2006 também, outra família resolveu tirar a filha da escola e educá-la em casa. Por esse “crime”, o governo alemão enviou quase vinte agentes policiais ao lar a fim de conduzirem a menina à força para uma unidade psiquiátrica. Os pais indefesos não tiveram chance alguma diante do Monstro estatal.

Depois, o governo alemão transferiu a menina para um local desconhecido, aos cuidados de psiquiatras, deixando a família sem nenhum contato com ela por quase um mês.

Os pais da menina receberam um importante apoio internacional. Joel Thornton, presidente do Grupo de Direitos Humanos Internacionais, está visitando a Alemanha especialmente para tentar ajudar a menina e seus pais diante do frio e duro governo alemão.

Devido à pressão internacional, o tribunal alemão que está lidando com o caso dela resolveu finalmente dar aos pais o direito de visitá-la. No entanto, essas visitas só podem ocorrer uma vez por semana, limitando-se a breves conversas, que só podem ser feitas em edifício do governo. Há pouca esperança de o governo alemão ceder.

Provavelmente, os pais da menina poderiam ter mais chance se tivessem decidido educá-la nos ensinos do Alcorão. Aí o governo não usaria violência, mas haveria respeito e diálogo — até por que ninguém ousa fazer nada que possa irritar ou provocar a retaliação dos terríveis muçulmanos radicais, que têm uma vantagem inigualável e imbatível contra seus inimigos. Eles, entre todas as criaturas estranhas que habitam o planeta Terra, são os únicos seres humanos que em vez de mandarem bombons e flores de cortesia para persuadir e convencer, preferem usar outro meio de persuasão: eles enviam homens-bombas como resposta — as flores vêm depois, para o enterro!

Os cristãos têm um ponto fraco: nada do que o Monstro estatal possa fazer parece irritá-los, indigná-los ou incomodá-los. Absolutamente nada. Além disso, não há homens-bombas entre os cristãos. Talvez seja por isso que o Estado alemão se sinta tão a vontade para fazer com os cristãos fiéis à Palavra de Deus o que jamais nem pensaria em fazer com os muçulmanos. As autoridades alemãs, com toda a sua vasta inteligência, enxergam o óbvio: é muito mais seguro mexer com cristãos do que com muçulmanos.

Um Estado covarde sabe muito bem demonstrar força e violência para os que não representam nenhum ameaça e perigo, mas nem pensa em mostrar semelhante atitude para indivíduos de sangue frio com o Alcorão na mão ou para espécies humanas problemáticas politicamente protegidas.

Preconceito e controle

Se a educação escolar em casa fosse um movimento predominante entre os homossexuais, os meios de comunicação e a elite socialista se mobilizariam para combater qualquer mínima expressão estatal de contrariedade ao movimento. O clamor social, orquestrado pela manipulação esquerdista, se levantaria contra tal preconceito e discriminação. Só a infeliz minoria cristã conservadora é que sofre o repúdio dos grupos esquerdistas que defendem os direitos humanos de todos, até mesmo de bandidos e baratas. Todos são defendidos — menos os que estão excluídos da lista politicamente correta dos agraciados e protegidos. Por acaso, são os evangélicos conservadores que são as principais vítimas dessa exclusão.

Se a educação escolar em casa fosse um movimento predominante entre os muçulmanos, também haveria violência e inflexibilidade, mas não por parte do governo. Os muçulmanos jamais deixariam de reagir, com sua característica violência, a uma ação governamental contra um de seus movimentos. Por isso, o que o governo alemão menos quer é causar aborrecimentos à população muçulmana. Mas não tem medo e vergonha alguma de causar aborrecimentos e perseguições a uma minoria evangélica conservadora que insiste em ser fiel aos ensinos e valores da Palavra de Deus. O clamor social que se indigna contra o preconceito aos homossexuais e muçulmanos se cala quando os discriminados e oprimidos são cristãos vítimas de um estúpido autoritarismo estatal.

Esse autoritarismo anticristão é antigo. Em 1937, o ditador Adolf Hitler declarou: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos não foram ainda pervertidos e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo”.[1]

Os tempos mudaram e as declarações estatais mudaram a forma, porém o sentido, a ambição e a intenção em nada mudaram. Para forçar seu controle sobre a educação e as crianças, o moderno governo da Alemanha se utiliza de uma lei criada por Hitler. Essa lei foi feita especificamente para impedir que uma população predominantemente (e nominalmente) cristã tivesse a mínima chance de educar suas crianças em valores cristãos. Essa lei proíbe a educação escolar em casa na Alemanha desde o tempo do nazismo.

Hoje, o Estado não é tão descarado a ponto de exigir diretamente as crianças para si, como fez Hitler. Sua estratégia agora é defender “os melhores interesses” das crianças. Com essa bela camuflagem, o Estado age assim: se um menino quer estudar numa escola institucional, porém seus pais querem educá-lo em casa, o Estado intervém para proteger “os interesses” do menino. Se o menino quer estudar em casa, porém seus pais querem mandá-lo a uma escola institucional, o Estado intervém… para “apoiar os pais” ou, em outras palavras, para proteger suas próprias leis de direitos da criança! Se o menino quer estudar em casa e seus pais também querem essa educação para ele, a vontade do Estado não muda. O Estado protegerá suas leis de direitos da criança, quer o menino queira ou não, quer seus pais queiram ou não. É o Estado escondendo suas ambições de controle atrás de uma fachada esquizofrênica de defesa dos interesses das crianças. Essa “defesa” nada mais faz do que defender os próprios interesses estatais!

Por mais que as aparências possam enganar e esconder essa dura realidade, entre o Estado, pais e seus filhos, só um deles pode decidir livremente todos os direitos envolvendo a educação das crianças. Quando os pais querem dar aos filhos educação escolar em casa, o Estado prevalece. Quando as próprias crianças querem receber educação escolar em casa, o Estado prevalece. Quando o Estado exige que os pais mandem os filhos a uma escola institucional, o Estado também prevalece! Assim, as crianças aparentemente têm direitos. Os pais pensam que têm algum direito. Mas só o Estado julga quem tem o que — debaixo da proteção de suas próprias leis. Por que então o governo alemão deveria revogar a lei de educação de Hitler quando lhe serve tão bem em todos os seus propósitos com relação à educação?

O fato óbvio é que o Estado, assim como Hitler, bem entende a importância de se controlar as crianças e sua educação. É por isso que o governo da Alemanha não abre mão desse controle. A educação escolar em casa — na Alemanha, no Brasil ou outro lugar — sofre tanta oposição estatal e preconceito violento da esquerda simplesmente porque é um movimento predominante entre evangélicos que assumem o compromisso de transmitir a seus filhos os valores imutáveis e eternos da Palavra de Deus, sem a intromissão, contaminação e influência dos valores estatais.

Contudo, se a Alemanha é super-tolerante com terroristas muçulmanos e com o homossexualismo e a homossexualização de meninos, como explicar então sua extrema intolerância para com mais de 40 famílias evangélicas que educam em casa?

O sonho de Hitler: governo mundial

Hitler sonhava com um governo mundial com a Alemanha ocupando o papel central de liderança. Ele nunca poderia prever a forma estranha como seu sonho viria a se cumprir.

Se no passado, sob o domínio do nacional socialismo (nazismo), a Alemanha queria um governo mundial, hoje a Alemanha trabalha para um governo mundial, tendo uma posição cada vez mais influente na defesa, promoção e implementação das políticas da ONU. Assim, embora tudo tenha mudado, nada realmente mudou no final.

Em sua ânsia de se destacar no cenário da nova ordem internacional, a Alemanha está disposta a tudo para agradar o governo mundial, inclusive sacrificar os inocentes e poupar os culpados. Como fiel discípula do sinistro “evangelho” da ONU, a Alemanha está determinada a demonstrar bondade, misericórdia e delicadeza aos piores terroristas muçulmanos — algo bem parecido com o que ocorre no Brasil, onde o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) impõe tratamento especial e plena impunidade para grandes assassinos e estupradores menores de idade.

Por pura coincidência, tanto a Alemanha quanto o ECA — que são submissos à agenda da ONU — não permitem poupar nem ter misericórdia de famílias evangélicas que ousem violar o controle do Monstro estatal sobre as crianças e sobre a educação. A Alemanha e o ECA deixam claro que, no que se refere à educação escolar em casa, as famílias evangélicas e suas crianças não têm direito algum à educação e aos valores cristãos. Onde entra a influência da ONU, as leis se pervertem. Os criminosos reais ganham o direito de escapar impunes e quem é tratado e perseguido como se fosse de fato criminoso são os inocentes. É assim que funciona a democracia da Besta do Apocalipse.

A ONU, assim como o nazismo, o socialismo e todos os outros sistemas ditatoriais, quer a todo custo as crianças — mais precisamente, quer o controle total de sua educação. Para que esse controle seja mundial, a ONU criou a Convenção dos Direitos da Criança, documento legal que impõe aos países o dever de “proteger” as crianças. E cada vez mais se vê que essa proteção inclui protegê-las dos valores cristãos e expô-las exclusivamente aos valores estatais. No Brasil, o ECA foi criado especificamente para refletir a Convenção dos Direitos da Criança. Assim, o governo mundial não está presente apenas na Alemanha; está também no Brasil.

Como serva do governo mundial, a Alemanha não tem escolha a não ser impor sobre as famílias evangélicas o nova ordem mundial. As ações violentas e cruéis do Estado alemão contra mais de 40 famílias evangélicas que educam em casa são muito mais do que um mero comportamento estatal bárbaro e medieval. É um esforço consciente, junto com os burrocratas da ONU, de estabelecer um precedente para se proibir a educação escolar em casa no mundo inteiro. Com tal precedente, a violência estatal alemã contra a educação em casa será promovida como padrão pelas leis internacionais a serviço da ONU.

A Alemanha não só quer ser sede da ONU, mas também quer que suas próprias leis se inspirem nas diretrizes do governo mundial e ajudem a inspirar a nova ordem internacional. Grupos evangélicos nos Estados Unidos temem que legisladores esquerdistas e a própria ONU usem a proibição alemã à educação em casa como modelo para as outras nações. A Alemanha volta a se tornar o foco de preocupação para os cristãos no mundo inteiro.

A educação escolar em casa era uma ameaça ao nazismo, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos. A educação escolar em casa é uma ameaça ao socialismo, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos. A educação escolar em casa é uma ameaça ao governo mundial, porque dá aos pais a liberdade e o controle sobre a educação, valores e comportamento de seus filhos.

É por isso que Hitler proibiu totalmente a educação em casa na Alemanha. É por isso que o governo alemão até hoje mantém-se fiel a essa proibição nazista. Nessa proibição, nazistas, socialistas e burrocratas da ONU abraçam-se e apóiam-se no mesmo objetivo de estabelecer o total controle sobre a educação e valores de todas as crianças.

Quem foi que disse que a Besta do Apocalipse ainda não apareceu?


Fonte: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Nota:

[1] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=54463

Para mais informações sobre a situação na Alemanha, visite o Blog Escola em Casa.


Fonte - Mídia sem Máscara


Nota DDP:

Exceção feita à equivocada citação escatológica contida no artigo, acerca da besta do Apocalipse, interessante o artigo no sentido de demonstrar como podem ser observados claramente os esforços que impulsionam o mundo para um controle unificado de ações.

Todo o poder às polícias

Os ministros europeus do interior concordaram informalmente em partilhar dados pessoais, tais como o ADN, como parte do que chamam luta contra o terrorismo.

Num encontro informal em Dresden, a Alemanha e a Comissão Europeia (CE) conseguiram colocar todos os 27 governos de acordo com um plano que garante o acesso mútuo aos dados de registos de automóveis, ficheiros de ADN e impressões digitais armazenadas.

“O nosso objectivo é criar uma rede de informações policiais moderna para um controlo mais eficaz do crime por toda a Europa”, disse o ministro do interior alemão Wolfgang Schäuble. A CE deverá, agora, desenhar um plano concreto antes da reunião formal de ministros do interior da UE dos dias 15 e 16 de Fevereiro.

A Alemanha, juntamente com outros 6 governos da UE (Bélgica, França, Luxemburgo, Holanda, Áustria e Espanha), já tinha sido pioneira neste esquema, de acordo com o chamado Tratado Prum, assinado em 2005 à margem das estruturas da UE. A CE deverá, então, propor formalmente a transposição do Tratado Prum para lei comunitária.

Mas é improvável que tudo se resuma a um simples copy/paste do texto do Tratado Prum para lei da UE. O Reino Unido, a Irlanda, a Polónia e a República Checa disseram que precisam de mais tempo para examinar as implicações financeiras e judiciais da proposta alemã. Para além disso, se a sociedade europeia não estivesse adormecida, poder-se-ia esperar uma oposição feroz a mais este tijolo na construção do Estado Policial Europeu.

O grande problema é que este Tratado modifica completamente as formas tradicionais de partilha. Até agora, os tratados definiam que dados deveriam ser comunicados e sob que condições. É este o caso da própria Convenção da Europol. Agora, o “princípio da disponibilidade” diz que todos os dados podem ser transferidos. Isto, claro, para além de tudo ser feito no secretismo das reuniões informais, longe de qualquer controlo por parte dois cidadãos e independentemente das suas vontades e dos seus interesses.

A Europa em que vivemos é a do “Todo o poder às polícias”. E nós somos todos suspeitos de terrorismo.

Fonte - Blog Sardera

SENADO PRESTES A APROVAR PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA

Está pronto para votação no Senado Federal o Projeto de Lei PLC 122/2006. A proposta, iniciada na Câmara com o número PL 5003-B, de 2001, pretende punir como crime qualquer tipo de reprovação ao homossexualismo.

Além dos direitos previstos na Constituição para todas as pessoas, o homossexual, pelo simples fato de ser homossexual, ganhará privilégios.
O homossexualismo deixará de ser um vício para ser um mérito. E quem ousar criticar tal conduta, será tratado como criminoso.
Os primeiros a sofrerem perseguição serão os cristãos. Vejamos alguns exemplos:

  • A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°).
  • Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).
  • A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).
  • A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)

O projeto, aprovado na Câmara em 23/11/2006, agora está em tramitação no Senado Federal. Mais especificamente, o projeto está para ser votado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). A relatora, Senadora Fátima Cleide (PT/RO), de parecer FAVORÁVEL à proposta em 7/3/2007.

O projeto está pronto para a pauta e poderá ser votado (e aprovado) a qualquer momento.

Se convertido em lei (como tanto deseja o presidente da República), estará instaurada no Brasil uma perseguição religiosa sem precedentes causada pela tirania do homossexualismo. Lamentavelmente, os brasileiros, incluindo as autoridades, não despertaram para a gravidade da situação.

Qualquer cidadão pode-se manifestar sobre o assunto com os senadores de seu estado, clicando em (www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=1&u=*&p=*)

Amanhã pode ser tarde demais.

O texto do projeto pode ser visto em http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=79604

Fonte - Blog Anticomunista

segunda-feira, 12 de março de 2007

Só faltam as cortinas se abrirem

“A partir de 11 de setembro de 2001, as luzes do palco para a Nova Ordem Mundial se acenderam, as da platéia já se apagaram. Só faltam as cortinas se abrirem..."

O pensamento acima foi extraído, para minha surpresa, de um site católico que também tem esclarecido seus leitores quanto ao plano secreto de um Governo Mundial (há, portanto, pessoas sinceras e tementes a Deus mesmo dentro da Igreja Católica). Descobri o site graças a um de nossos leitores (M.Flores).

Já mencionei anteriormente, no texto “A Era de Aquário e os números ocultistas – Parte 2”, sobre a relação do 11 de Setembro com a implantação da Nova Ordem Mundial (conforme David Bay, responsável pela The Cuting Edge).

Todavia, há ainda outro filme-documentário mostrando fortes evidências de que algo muito maior está por detrás do 11 de Setembro. O vídeo está disponível na Web (legendas em português) para aqueles que desejam saber mais sobre o 11 de Setembro: “Loose Change 2”.

Segundo o documentário, “no projeto para um novo século americano, um grupo de pensadores neo-conservadores que tem como membros Dick Cheney, Donald Rumsfeld, Jeb Bush e Paul Wolfowitz, liberam seu relatório (em setembro de 2000) entitulado ‘Reconstruindo as Defesas Americanas’. Nesse documento eles declaram que o ‘processo de transformação, mesmo que traga mudanças revolucionárias, provavelmente será longo, se não houver um evento catastrófico e catalisador, como um novo Pearl Harbor’”.

Não é suspeito que esse documento tenha sido preparado e divulgado um ano antes do 11 de Setembro?

Mas isso é só o começo...

Contudo, temos uma certeza:

“Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” II Pedro 3:9

Fonte - Blog Minuto Profético

A aventura ecumênica nos Estados Unidos

WASHINGTON, domingo, 11 de março de 2007 (ZENIT.org).- O diálogo ecumênico e inter-religioso não significa que os católicos devam comprometer seu próprio credo, observa o padre James Massa, diretor executivo do Secretariado para Questões Ecumênicas e Inter-religiosas da Conferência Episcopal dos Estados Unidos.

O padre Massa comentou com Zenit os desafios e os benefícios do diálogo ecumênico nos Estados Unidos, sublinhando os problemas no diálogo com a Igreja Episcopal, que participou recentemente no encontro dos prelados da Comunhão Anglicana na África.

O sacerdote recorda que os últimos 40 anos, desde o Concílio Vaticano II até hoje, produziu-se «uma abundância de declarações ecumênicas fruto dos diálogos bilateriais e multi-lateriais da Igreja Católica com nossas contrapartes das Igrejas ortodoxas e as comunidades eclesiais da Reforma».

Muitos católicos e os demais cristãos, denuncia, têm pouca consciência do progresso realizado nestes diálogos, que tentam resolver disputas doutrinais e encontrar novos modos de expressar a fé comum em Jesus Cristo.

«O ecumenismo deveria ser algo mais que a emissão de declarações; deve ser vivido no âmbito local, no qual os católicos e os demais cristãos se reúnam para adorar e testemunhar o Evangelho», afirma.

Segundo o padre Massa, «os fiéis católicos e seus pastores têm amplas oportunidades para enfrentar as tarefas polivalentes do ecumenismo espiritual».

Em particular, apresenta três «áreas chave: a oração, o estudo, e o testemunho da justiça».

Quanto à oração, «deveríamos ter em conta o que João Paulo II afirmou em sua magnífica encíclica de 1995 «Ut unum sint», no número 22: «Se os cristãos, apesar de suas divisões, souberem cada vez mais se unir em oração comum em torno a Cristo, crescerá sua consciência do limitado que é o que divide em comparação com o que une».

«Se se encontram cada vez mais com freqüência e mais assiduamente ante Cristo na oração, poderão tirar valentia para enfrentar a dolorosa e humana realidade das divisões, e se reencontrarão juntos naquela comunidade da Igreja que Cristo forma incessantemente no Espírito Santo, apesar de todas as fraquezas e os limites humanos», escrevia o Papa Karol Wojtyla.

Logo vem o diálogo, acrescenta o padre Massa, «que exige que todos os participantes estejam bem documentados e plenamente comprometidos com os dogmas de sua tradição religiosa».

«Se os participantes católicos estão em conflito com esta ou aquela doutrina concreta da Igreja Católica, então não são adequados representantes da tradição. O diálogo se converte em uma farsa», denuncia.

Pelo que se refere à justiça, o padre Massa sublinha o dever de defender a dignidade de cada ser humano, «independentemente da raça, etnia, convicções religiosas ou estilo de vida».

O padre Massa recorda com desgosto que «estamos talvez ainda mais distantes da Comunhão Anglicana do que estávamos ao início do caminho para a reconciliação em 1966 com a famosa visita do arcebispo Michael Ramsey de Canterbury ao Papa Paulo VI».

Prova desta diferença, acrescenta, é que «é não só triste, mas desconcertante que os anglicanos tenham decidido mover-se na direção de ordenar bispos abertamente homossexuais».

«De todos modos, o diálogo continua porque são nossos irmãos e nossas irmãs em Cristo. Ouvi a argumentação de que quantas mais coisas dividem tanto mais motivo há para o diálogo», comenta.

«Gostaria muito -- confessa -- que a Igreja Episcopal dos Estados Unidos e a Conferência de Bispos Católicos americanos enfrentassem algumas das questões fundamentais da teologia moral que nos levam a assumir posições tão divergentes sobre questões relativas à sexualidade humana e à santidade de vida».

O padre Massa considera que «estar informados e comprometidos na própria fé é essencial para participação na obra ecumênica» mas «a apologética não é o mesmo que o diálogo ecumênico».

«Se permanecemos firmes sobre o terreno da ortodoxia católica, o diálogo ecumênico e inter-religioso pode ser uma aventura que vale a pena perseguir», conclui.

Fonte - Zenit
Related Posts with Thumbnails