sexta-feira, 11 de maio de 2007
Seyed Mohamed Jatami y Benedicto XVI
Hace pocos meses pudimos ver a Benedicto XVI con el presidente de Vietnam. Y todos recordamos el desafortunado incidente del discurso de Benedicto XVI, que concluyó con una reunión en el Vaticano de todos los representantes diplomáticos de países islamistas, una verdadera fotografía.
Hoy aportamos un dato más, aunque la noticia es de hace varios días. En el diario LaRazón Digital aparece el siguiente titular:
"Jatami admite ante el Papa que no se puede usar el nombre de Dios para hacer la guerra".
Buen titular. Pero lo que me llama poderosamente la atención es quién lo dice, y delante de quién.
"La visita del político e intelectual iraní Seyed Mohamed Jatami al Vaticano estaba programada para noviembre del año pasado. Sin embargo, la «crisis de Ratisbona» y la reacción del mundo musulmán ante el texto académico del Papa obligaron a aplazar el encuentro. Y así había quedado la cosa hasta ayer, cuando Benedicto XVI y el ex presidente de Irán departieron en privado durante casi media hora, limando asperezas y lanzando a sus respectivos seguidores un mensaje común de reconciliación y paz."
Recuperando terreno, ahora las cruzadas no se llaman así, aunque el "brazo secular" probablemente seguirá actuando.
Fonte - Blog Cuenta Atras
terça-feira, 8 de maio de 2007
ONG propõe "menos filhos" contra aquecimento global
Para a organização Optimum Population Trust (OPT), dedicada a defender o controle de natalidade, “o crescimento populacional é amplamente reconhecido como uma das principais causas da mudança climática, mas ainda assim os políticos e os ambientalistas raramente discutem isso por temor a provocar polêmica”.
Segundo o argumento da ONG, mesmo se o mundo todo conseguir uma redução de 60% nos níveis de emissões de CO2 até 2050 em relação aos níveis de 1990, de acordo com as recomendações do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU), isso será praticamente anulado pelo crescimento populacional no período.
“O impacto do crescimento populacional no clima é enorme. Baseado nas emissões médias per capita de 4,4 toneladas de CO2 até 2050 (o cenário ‘médio’ traçado pelo IPCC), o crescimento de 2,5 bilhões na população mundial até aquela data, de 6,7 bilhões para 9,2 bilhões, significará emissões de 11 bilhões de toneladas de CO2 a mais por ano”, afirma o documento de lançamento da campanha.
Camisinha
Segundo os cálculos da OPT, um cidadão britânico médio gera 750 toneladas de CO2 durante sua vida, num impacto equivalente a 620 vôos de ida e volta entre Londres e Nova York.
Considerando um “custo social” de US$ 85 (cerca de R$ 172) por tonelada de CO2, de acordo com o estimado por um relatório do governo britânico, o documento da ONG avalia em 30 mil libras (cerca de R$ 121,5 mil) o custo de cada britânico em sua vida em termos de emissões de dióxido de carbono.
“Uma camisinha de 0,35 libra (cerca de R$ 1,42), que poderia evitar aquele custo de 30 mil libras em um único uso, significa assim um espetacular potencial de retorno para o investimento – cerca de 9.000.000%”, afirma a organização.
“Uma estratégia para o clima baseada na população envolve menos dos impostos, das regulamentações e dos outros limites à liberdade individual e à mobilidade hoje considerados como resposta às mudanças climáticas. Para concluir, seria mais fácil, mais rápido, mais barato, mais livre e mais verde”, conclui o documento.
Fonte: BBC Brasil
NOTA: Essa matéria torna evidente a motivação política que está por trás do tema “aquecimento global”. Seguindo a doutrina malthusiana (leia ECOmenismo – parte 4), não existem “recursos naturais suficientes no planeta para suportar a expansão dos benefícios da moderna civilização industrial”. Daí ser necessário limitar o crescimento populacional e frear o progresso industrial no mundo. (Essa guerra contra o progresso é também uma guerra velada contra o protestantismo – um dos maiores fatores de impulso do progresso da era moderna –, logo, pode-se perceber também a presença do paganismo por trás dessa discussão do aquecimento global.) Outro destaque da matéria acima é a menção, ao final, de “outros limites à liberdade individual e à mobilidade” como sendo propostas válidas para combater o aquecimento global. Você já sabe o que isso, na prática, quer dizer...
“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” (Apocalipse 13:16 e 17).
Fonte - Blog Minuto Profético
segunda-feira, 7 de maio de 2007
A profecia na mídia secular II
"O exército quase imbatível da França revolucionária, sob o comando de Napoleão Bonaparte, invadiu a Itália em 1796 e, três anos depois, tomou o Vaticano. O papa Pio VI foi levado prisioneiro.
Consta que ele teria pedido para morrer em Roma, ao que o general francês Berthier respondeu: "Para morrer, qualquer lugar serve". Arrastado até Valence, na França, Pio VI não teve nem a honra de um enterro católico: "Óbito do cidadão Braschi (Giovanni Braschi era o nome de batismo de Pio), profissão: pontífice", dizia o registro de sua morte na prefeitura.
O papado só não acabou de vez porque uma coalizão de monarquias conseguiu derrotar Napoleão em 1815. As antigas terras papais na Itália voltaram às mãos dos pontífices. No entanto, ficou difícil desfazer o clima revolucionário. Falava-se cada vez mais de uma Itália unida e democrática, na qual não haveria lugar para o papa."
A Bíblia nos traz qualquer elemento sobre o evento em foco? Vejamos:
Apocalipse 13:3 [Primeira parte]
Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte,
Mas a história, sabemos, não termina neste ponto. É sabido que o poder outrora presente e subitamente retirado vem lentamente se restabelecendo, como bem percebemos pelos fatos constantes da continuação da matéria:
"Em 1929, a Igreja e o governo Mussolini firmaram o Tratado de Latrão, no qual o Vaticano foi reconhecido como Estado independente, o catolicismo foi declarado religião oficial da Itália e uma polpuda indenização foi paga pela perda dos antigos territórios papais. O dinheiro serviu para vitaminar o Banco do Vaticano, criado no fim do século 19 - e cujo nome oficial é IOR, Instituto para as Obras de Religião. Graças a administradores competentes, o banco se tornaria acionista de empresas importantes dentro e fora da Itália - mas, nos anos 1980 e 1990, seria denunciado por conivência com fraudes e lavagem de dinheiro, o que ainda está sendo investigado.
O poder da palavra
A autonomia do Vaticano estava garantida. E as relações do papado com os governos totalitários da Europa atingiriam um estágio ainda mais sombrio com Pio XII, que assumiu em 1939.
A matéria faz outras afirmações contundentes:
"O sucessor de João Paulo II, escolhido em 2005, foi o cardeal alemão Joseph Ratzinger, hoje Bento XVI. Após dois anos, ele já deu mostras de que o Vaticano continua capaz de catalisar eventos em escala mundial.
Em setembro passado, uma palestra do papa na Alemanha colocou os países muçulmanos em polvorosa. Aparentemente, ele teria afirmado que o Islã seria irracional.
A Santa Sé já colocou panos quentes na situação. Mas foi um claro exemplo de como o pedaço minúsculo de terra em que os papas reinam é totalmente desproporcional ao poder que ainda têm....
Hoje, 2 mil anos após a fundação do cristianismo, o papado só tem poder absoluto sobre um pequeno enclave dentro de Roma, o Vaticano. Mas, mesmo sem os vastos domínios de antigamente, um pronunciamento papal ainda pode fazer um bocado de diferença no planeta.
"As palavras do papa ecoam tanto nos salões do poder quanto nas alcovas dos fiéis", diz Eamon Duffy, professor de História do Cristianismo da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. "O papado é a mais antiga instituição humana. E, provavelmente, ainda é a mais influente." "
Vamos à Bíblia novamente:
Apocalipse 13:3 [Segunda parte]
mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta;
Mas a ferida já estaria curada? Pensamos que não. Onde estamos então na história:
"Uma evidência de que a igreja passa a ocupar de novo o centro do mundo, em resultado das ações reconciliadoras de João Paulo II, foi dada por ocasião de seu velório, transmitido para o mundo todo como o de uma celebridade. Importantes veículos impressos nacionais e internacionais dedicaram cadernos especiais para a cobertura e interpretação do evento. Noticiários televisivos deram metade ou quase toda a edição de uma semana à cobertura do adeus ao papa.
Uma multidão recorde visitou Roma naquela semana. A essa espécie de "veneração", somam-se depoimentos de estadistas e religiosos que destacaram as qualidades do pontífice como um homem impar, que lutou pelas causas mais solidárias, ele mesmo sendo "sem pecados", como alguns o consideraram.
...
A maior ferida para a qual o pontificado de João Paulo II iniciou um processo de restauração, porém, está para além das questões históricas citadas. A restauração dessa chaga poderá implicar um reposicionamento da igreja no centro do mundo político e religioso, o que vai lhe outorgar o poder de moldar costumes, ditar leis universais, impor crenças e ritos, determinar quem deve viver e quem deve morrer. Esta ferida histórica, imposta ao papado pela Revolução Francesa arrebatou os poderes terrenos das mãos do papado e da igreja. Mas as imagens de estadistas de todo o mundo ajoelhados perante o papa, anunciaram silenciosamente que a retomada desse poder é iminente."
Fonte - Canal da Imprensa
"A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio, está ainda longe de ser destruída. E a profecia prevê uma restauração de seu poder. "Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Apoc. 13:3. A aplicação da chaga mortal indica a queda do papado em 1798. Depois disto, diz o profeta: "A sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Paulo declara expressamente que o homem do pecado perdurará até ao segundo advento (II Tess. 2:8). Até mesmo ao final do tempo prosseguirá com a sua obra de engano." (O Grande conflito - Ellen G. White - Pág. 579)
Apocalipse 22:6
E disse-me: Estas palavras são fiéis e verdadeiras; e o Senhor, o Deus dos santos profetas, enviou o seu anjo, para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer. Eis que presto venho: Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro.
sexta-feira, 4 de maio de 2007
A profecia na mídia secular
Trapaça na Idade Média
Na penumbra da sala, um homem escreve sua obra-prima. Ele usa uma pena, tinta preta e folhas de papiro ou pergaminho. Não há certeza quanto à data, algo em torno do ano 750. Um endereço provável é o Palácio de Latrão. O autor seria um certo Cristóforus, secretário do papa Estêvão 20. Certeza mesmo, só em relação à obra: é a Doação de Constantino, a fraude mais bem-sucedida da história.
Para entender o sentido do documento, temos de voltar no tempo. Ao longo do século
Quando o rebuliço acabou, a Igreja era dona do mais poderoso dos monopólios: o conhecimento. Religiosos cristãos eram os únicos europeus letrados no início da Idade Média. Fornecendo conselheiros e legisladores para os reinos nascentes, a Igreja ganhou influência sobre os soberanos bárbaros, que começaram a se converter em 508 - o primeiro foi Clóvis, rei dos francos, que mandou batizar seus exércitos com tonéis de água benta.
...Medo da modernidade
Mas a Igreja ainda tinha dias piores "pela frente". No século
Fonte - Revista Superinteressante
Pois bem, analisando os textos supra transcritos temos por certo que encontramos com clareza meridiana um indicativo de início e fim da supremacia papal na Europa, que a matéria norteou como tendo início por volta do ano 508 (a igreja teria antecipado-se politicamente ampliando seu círculo de influência), até por volta de 1789 (perdeu poder em decorrência da Revolução Francesa). Período de intensa perseguição aos opositores pelo poder religioso constituído, como o restante do texto deixa muito claro.
Intervalo aproximado, segundo a matéria: 1281 anos.
Fala a Bíblia sobre um período análogo de intensa perseguição? Vejamos:
Daniel 7:25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.
Um tempo = 1 ano
Um tempo + Dois Tempos + ½ Um tempo = 3 ½ Tempos = 3,5 anos
Um ano = 360 dias x 3,5 = 1260 dias
Apocalipse 13:5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses;
42 Meses x 30 dias = 1260 dias
Apocalipse 12:6 A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias.
Princípio dia/ano:
Números 14:34 Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos e tereis experiência do meu desagrado.
Ezequiel 4:7 Quarenta dias te dei, cada dia por um ano. Voltarás, pois, o rosto para o cerco de Jerusalém, com o teu braço descoberto, e profetizarás contra ela.
Diante do quanto exposto e a despeito inclusive da imprecisão das datas lançadas na matéria em comento, que obviamente não se preocupou em melhor fixar ou aproximar os possíveis marcos de início e final da supremacia papal naquele período, temos por certo que, por mais uma vez, a mídia secular trata de chancelar, ainda que involuntariamente, o texto bíblico.
Podemos ser mais precisos acerca deste período de dominação? Vejamos:
“Em 1798, o General Berthier entrou em Roma, aboliu o governo papal e estabeleceu um governo secular.” Enciclopédia Britânica, edição de 1941
Estabelecido o final da profecia como 1798 e voltando 1.260 anos, chegamos a 538 d.C. Para o pontificado concretizar essa marca identificadora, um evento importante deve ter ocorrido em 538 d.C. a fim de marcar o início do período de 1.260 anos.
Evidências históricas revelam que, em 533 d.C., o imperador romano Justiniano reconheceu a supremacia eclesiástica do papa como "líder" de todas as igrejas dos territórios ocidentais e orientais do Império Romano. Porém, só em 538 d.C., quando o pontificado realmente ficou livre de seu último oponente ariano, os ostrogodos (que naquela época governavam a Itália) o papa surgiu como a figura principal do Ocidente. Portanto, em 538 d.C., o palco estava armado para a gradual, mas contínua ascensão do pontificado.
“Virgílio... ascendeu ao trono papal (538 d.C.) sob a proteção militar de Belisário.” History of the Christian Church, Vol. 3, p. 327
Fonte - World´s Last Chance
"Os períodos aqui mencionados - "quarenta e dois meses" e "mil, duzentos e sessenta dias" - são o mesmo, representando igualmente o tempo em que a igreja de Cristo deveria sofrer opressão de Roma. Os 1.260 anos da supremacia papal começaram em 538 de nossa era e terminariam, portanto, em 1798. Nessa ocasião um exército francês entrou em Roma e tomou prisioneiro o papa, que morreu no exílio. Posto que logo depois fosse eleito novo papa, a hierarquia papal nunca pôde desde então exercer o poder que antes possuíra." (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 266)
João 13:19
Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU.
Vaticano determina novo conceito de terrorismo
Durante o show, o artista Andrea Rivera afirmou que a Igreja Católica local havia negado enterro religioso a Piergiorgio Welby, o tetraplégico que foi objeto de eutanásia em dezembro de 2006. "O Papa diz que não acredita na teoria da evolução. Estou de acordo, a Igreja não evoluiu", disse Rivera ante 400 mil pessoas que assistiam ao show tradicional do qual participaram mais de 20 grupos de rock. "Não suporto saber que o Vaticano negou a Welby o enterro. Isso não aconteceu com os ditadores como Francisco Franco ou Augusto Pinochet", afirmou.
O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi interveio, concedendo entrevista à RAI 1, na qual assegurou que "os comentários foram insensatos e irresponsáveis".
Fonte: Último Segundo
NOTA: Sem entrar no mérito da questão da crítica que o artista fez ao papa, e por extensão à Igreja Católica, o fato que deve causar profunda preocupação em qualquer cidadão que valorize a liberdade de consciência é a “redefinição” de termos que o jornal L’Osservatore Romano (mídia oficial do Vaticano) usou para defender o papa das críticas. Ora, segundo o pensamento de que “quem define os termos, define o julgamento” (pensamento esse amplamente usado pelas sociedades secretas para estabelecer a Nova Ordem Mundial), “discordar”, segundo a Igreja Católica, a partir de agora, é o mesmo que “atacar”, e se o alvo for a Santa Sé, então, tudo poderá ser resumido em uma só palavra: “terrorismo”. Com uma única declaração o Vaticano transformou todos aqueles que discordam da Igreja Católica em terroristas. Cuidado! Para a “Santa Inquisição” entrar em ação falta pouco...
“Melhor é buscar refúgio no Senhor do que confiar no homem” (Salmo 118:8).
Fonte - Blog Minuto Profético
O aquecimento global e o Vaticano
A dissonância nesse assunto é muito maior do que se imagina, conforme podemos ver por meio do documentário produzido pelo canal de TV britânico “Channel 4” – “The Great Global Warming Swindle” (A Grande Fraude do Aquecimento Global). Nele o professor Tim Ball, do Departamento de Climatologia da Universidade de Winnipeg, afirma: "Quando as pessoas dizem que não creio em aquecimento global eu digo que creio em aquecimento global, mas não que o CO2 de origem humana está causando esse aquecimento global." Já o professor John Christy, principal autor do relatório do IPCC, também afirma: "Muitas vezes ouço dizer que já há um consenso de milhares de cientistas na questão do aquecimento global e que os seres humanos estão causando mudanças catastróficas no sistema climático. Sou um cientista entre muitos que pensa que isso simplesmente não é verdade."
Ainda sobre o IPCC, o professor Philip Stott, do Departamento de Biogeografia da Universidade de Londres, conclui: "O IPCC, como qualquer corporação humana, é político e suas conclusões finais são motivadas politicamente." Compartilhando dessa opinião, Patrick Moore, co-fundador do Greenpeace, sustenta: "Isso não devia se chamar mais movimento ambientalista porque é realmente um movimento de ativismo político e se tornaram enormemente influentes em nível global." Ainda na parte 1 desse documentário, Nigel Calder, ex-redator da New Scientist, faz uma afirmação categórica: "A questão toda tornou-se semelhante a uma religião. E as pessoas que discordam são chamadas de 'heréticas'. Eu sou um 'herético' e os produtores deste programa são todos 'heréticos'." (Colaboração na tradução: Prof. Azenilto Brito.)
Como já era de se esperar, a Igreja Católica “pegou carona” nessa onda politicamente correta do aquecimento global, e promoveu em Roma, entre os dias 26 e 27 de abril, um seminário sobre “Mudanças climáticas e desenvolvimento”. O papa Bento XVI enviou uma mensagem aos 80 especialistas (cientistas e religiosos) de 20 países dos cinco continentes presentes no seminário, onde defendeu o equilíbrio entre a defesa do meio ambiente e o desenvolvimento das nações recordando a lição “sumamente pertinente e instrutiva dos primeiros capítulos da Bíblia”. (Quando será que a ICAR voltou a acreditar nos primeiros capítulos do Gênesis? Alguém tem essa informação?) Conforme destacou o leitor Marcello Flores: “É nítida a chamada para a criação, inclusive ao citar-se os primeiros capítulos da Bíblia. Quanto demorará para se invocar o memorial da criação? Daí para a imposição do falso sábado é um pulo.”
Certamente, essa “crise” ambiental já se tornou mais um motivo para a “união religiosa” (Ecumenismo + ECOmenismo). E a tentativa de transformar algo que em si mesmo é dissonante em uma perfeita harmonia tende a continuar com o apoio da mídia. (Note que o título da matéria e a primeira linha dela tentam fundir duas idéias na realidade não convergentes: “meio ambiente” e “aquecimento global”.)
Aparentemente, o seminário patrocinado pelo Vaticano contribuiu para diminuir a ênfase “apocalíptica” do aquecimento global que a própria Igreja Católica ameaçava adotar. No entanto, ao fim do seminário, não ficou muito claro se as conclusões divulgadas refletem o pensamento da Santa Sé ou se são apenas conclusões do cardeal Renato Martino. Resta-nos esperar para ver até quando a ICAR vai sustentar sua “visão realista”, opondo-se a “improváveis previsões catastróficas” (o que seria o correto). De um jeito ou de outro, mais cedo ou mais tarde, poderá “surgir” a idéia do descanso dominical como forma de prevenir ou combater o aquecimento global. É só esperar...
“Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará” (Hebreus 10:37).
Fonte - Blog Minuto Profético
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Gelo do Ártico está derretendo 30 anos antes do previsto
Oceano ártico pode ficar praticamente sem gelo no verão já em 2020.
Degelo vai acelerar ainda mais o aquecimento global.
A capa de gelo do Ártico está derretendo muito mais rápido do que o esperado e cerca de 30 anos antes do que o previsto pelo Painel Intergovernamental de Mudança Climática, disse na terça-feira (01) um especialista em gelo norte-americano. Isso significa que o oceano no topo do mundo pode ficar sem ou quase sem gelo no verão até 2020, três décadas antes do que as previsões mais sombrias do painel, que eram de 2050.A ausência de gelo no Oceano Ártico durante o verão seria um grande estímulo ao aquecimento global, disse Ted Scambos, glaciologista do Centro Nacional de Neve e Gelo no Colorado.
"No momento...o Ártico ajuda a manter a Terra fria", disse Scambos em entrevista por telefone. "Sem esse gelo do Ártico, ou com muito menos, a Terra vai aquecer muito mais rápido".
Isso porque o gelo reflete luz e calor. Quando ele desaparece, a terra ou mar muito mais escuros absorve mais luz e calor, fazendo com que seja mais difícil para o planeta esfriar, mesmo no inverno, disse ele.
Scambos e os co-autores do estudo, publicado no jornal Geophysical Research Letters, usaram dados de satélite e confirmação visual do gelo do Ártico para chegar a essas conclusões, uma imagem muito diferente do que a obtida a partir de modelos de computador usados pelos cientistas do painel intergovernamental.
"Parece que estamos no ritmo cerca de 30 anos antes do esperado para alcançar um estado em que não temos gelo no mar ou pelo menos não muito no final do verão no Oceano Ártico", disse ele.
Ele não considerou a noção que a forte tendência ao aquecimento no Ártico possa ser devido a ciclos climáticos naturais. "Não há muitos períodos na história que são assim dramáticos em termos de variabilidade natural", disse Scambos.
Ele disse que não tem dúvidas de que isso é causado em grande parte por gases do efeito estufa na atmosfera, que segundo ele é a única coisa capaz de mudar a Terra em escala tão grande por tantas latitudes.
Questionado sobre o que resolveria o problema -- tópico de um novo relatório do painel intergovernamental a ser divulgado na sexta-feira em Bangcoc -- Scambos disse que uma grande erupção volcânica poderia segurar o derretimento de gelo do Ártico por alguns anos.
Mas ele acredita que o aquecimento contínuo é inevitável nas próximas décadas. "A longo prazo e para os próximos 50 anos, acho que até mesmo o novo relatório vai concordar que teremos um bom aquecimento", disse Scambos.
Fonte - G1
Nota DDP:
É mais do que evidente que os números noticiados em previsões sobre o espaço de tempo no futuro nesta questão climática é tão preciso quanto aqueles considerados para avaliação de descobertas do passado, ou seja, grandes chutes... Cada um dá o seu.
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Política e Religião x Aquecimento Global
30/04/2007
Segundo o IPCC - Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, que lança novo relatório sobre o clima esta semana, o mundo tem a tecnologia e o dinheiro necessários para interromper o processo, mas os governos precisam se unir.
Diferentemente dos relatórios anteriores, mais sombrios quanto ao futuro do planeta, o documento que será divulgado nesta semana apresentará soluções para as mudanças climáticas relacionadas ao aquecimento global. Será sugerido um plano para a redução das emissões de gases do efeito estufa com uma indicação de quem deverá pagar por ele. Por exemplo, economias ricas financiariam o Brasil e outros países tropicais para evitar o desmatamento.
Fonte - Opinião e Notícia
Deus quer luta contra aquecimento, diz Igreja
27.04.2007 - Conferência organizada pelo Vaticano pede união religiosa contra ameaças ambientais. Bispo sugere que papa escreva encíclica sobre o 'futuro da criação'.
Deus deseja que os fiéis contribuam para a preservação da natureza.
Essa é a mensagem divulgada por uma conferência sobre as mudanças climáticas realizada pelo Vaticano. O evento é o indício mais recente de como os grupos religiosos do mundo todo se preocupam cada vez mais com o destino do planeta.
Vindos de 20 países, cientistas, ministros do Meio Ambiente e líderes de várias religiões reuniram-se durante dois dias para discutir as implicações do aquecimento global e do desenvolvimento econômico.
Enquanto os cientistas falavam sobre a dinâmica dos gases do efeito estufa, padrões de temperatura, florestas tropicais e emissões de poluentes, os homens e mulheres da religião discutiam os aspectos morais e teológicos da proteção ambiental.
A conferência, organizada pelo Conselho para a Justiça e a Paz, um órgão do Vaticano, revela-se como o movimento de mais profundo envolvimento da Igreja Católica com um dos assuntos mais debatidos dos dias atuais.
"As mudanças climáticas são um dos sinais de uma era na qual a Igreja Católica é afetada como uma organização global. A Igreja Católica precisa adotar uma posição sobre essa questão atual e urgente", disse o bispo Bernd Uhl, de Friburgo (Alemanha).
Nos últimos anos, as maiores religiões do mundo adotaram posturas mais "verdes" em meio à corrida para salvar o mundo, o qual, segundo pregam, está sob os cuidados do homem e precisa ser protegido para as futuras gerações.
No último ano, algumas igrejas evangélicas dos EUA -- grupos conservadores que se aliaram ao presidente norte-americano, George W. Bush -- romperam com Washington para defender a adoção de medidas urgentes na proteção ao ambiente.
Segundo Uhl, chegou o momento de a Igreja Católica divulgar uma encíclica, o tipo mais importante de texto papal, sobre o que chamou de o "futuro da criação".
O bispo Christopher Toohey, da Austrália, disse que os devotos deveriam "ter a coragem e a motivação para, pela graça de Deus, fazer o que precisam fazer a fim de proteger este planeta-jardim".
Fonte: G1
Nota DDP:
Mais uma vertente dos eventos que nos indicam a claram união de forças políticas e religiosas tendentes à imposição de normas de conduta para a coletividade internacional. Traços claros do chamado "Ecomenismo" muito bem analisado pelo Pr. Santeli em artigos armazenados neste blog. Fique atento, o futuro está chegando...
EUA de Bush seguem 10 passos para virar ditadura, diz pensadora americana
G1 entrevistou Naomi Wolf, principal nome do feminismo contemporâneo.
Ela vai lançar o livro ‘O fim da América - Uma carta alerta a um jovem patriota’.
Daniel Buarque Do G1, em São PauloHá semelhanças entre os Estados Unidos de George W. Bush e a Alemanha de Hitler? E com a ditadura chilena de Pinochet?
Sim, e são várias, responde a pensadora norte-americana Naomi Wolf, principal nome do feminismo contemporâneo e referência em filosofia política progressista.
Em entrevista ao G1, por telefone, de Nova York, ela disse que os Estados Unidos estão seguindo dez passos semelhantes aos que seguiram todos os outros regimes que deixaram a democracia e se tornaram ditaduras, de direita ou de esquerda, de Hitler a Pinochet. Seu próximo livro, que vai ser lançado em setembro nos Estados Unidos, tem já no título este diagnóstico, vai se chamar “O fim da América – Uma carta alerta a um jovem patriota”.
Entre as coincidências, Wolf cita a referência a uma ameaça permanente (o terrorismo para Bush e os judeus para Hitler), a criação de um gulag (a prisão de Guantánamo para Bush e as prisões russas de Stálin) e perseguições e prisões arbitrárias (o Patriot Act de Bush, que suprimiu direitos civis, e as mais de 3.000 mortes da ditadura de Pinochet).
G1 – O título do seu livro fala em “fim da América”. O que a leva a considerar esta possibilidade?
Naomi Wolf – Meu livro é uma análise apartidária e objetiva de evidências reais de que o país que se proclama a mais perfeita democracia do planeta está cada vez menos democrático. Quero mostrar que há um padrão histórico para fechamento de democracias seja no comunismo da União soviética, da China, na Alemanha nazista, na América Latina nos anos 60 e 70, todos seguiram os mesmo passos ao deixar de lado a democracia e se tornarem ditaduras. São processos bizarramente similares na história, e está começando a acontecer nos Estados Unidos. Não estou fazendo retórica ou oposição política.
Os dez passos são: a referência a uma ameaça permanente (no caso, o terrorismo); criação de um gulag (a prisão de Guantánamo); formação de uma casta violenta (republicanos radicais); montagem de um sistema de vigilância interno (espionagem de cidadãos); opressão de grupos cidadãos (grupos contra a guerra são ameaçados); perseguição e permissão de prisões arbitrárias; ameaça a cidadãos; controle da imprensa; tratamento de dissidência como traição; suspensão do Estado de Direito. Isso é o que o governo Bush está fazendo com o país.
G1 – A sra. diz que não seria diferente se Hillary Clinton se tornasse presidente agora. Acha que seria diferente se Al Gore tivesse vencido as eleições em 2000?
Wolf - Acho que seria bem diferente, se Gore tivesse se tornado presidente, mas agora pode ser tarde demais.
É muito perigoso desmontar o delicado sistema de freios e contrapesos que faz com que exista um equilíbrio entre os três poderes, necessário para o funcionamento de uma democracia. Quando a democracia norte-americana foi fundada, os "founding fathers" (“pais fundadores”, membros da assembléia constituinte que criou os Estados Unidos em 1787) sabiam que a natureza humana é falha e que qualquer ser humano se corrompe quando tem poderes ilimitados. No ano 2000 o país ainda funcionava plenamente com equilíbrio entre os três poderes, e Al Gore teria respeitado este sistema, se tivesse sido eleito em 2000, por acreditar neste sistema. A estrutura de então garantia que nem o Executivo, nem o Judiciário nem o Legislativo tinha poderes em excesso. Se qualquer outra pessoa assumir a Presidência agora, depois que o sistema de freios e contrapesos foi destruído pelo governo Bush, vai se sentir completamente tentada pelo excesso de poder, que corrompe.
G1 – Essa é a idéia central do seu trabalho, a corrupção do poder?
Wolf - É um exemplo histórico que se repetiu dezenas de vezes em todo o mundo. Pessoas bem-preparadas, bem-intencionadas, chegam ao poder, mas ,se não há um sistema democrático equilibrado, cede à tentação de poder sem controles. O sistema falho corrompe facilmente qualquer pessoa. Isso aconteceu na Europa, na América Latina, no próprio Brasil. É responsabilidade desse equilíbrio do sistema manter todos os líderes na linha. Manter a democracia precisa não apenas de eleição e votos. É preciso ter pessoas que acreditam na democracia, mas também um sistema equilibrado de freios e contrapesos.
G1 – Como a população norte-americana vê esse processo de desequilíbrio na democracia?
Wolf - Os norte-americanos têm o que chamo de ‘vício em democracia’. Eles acham que só porque estão nos Estados Unidos, o sistema não pode ser corrompido. O problema é que até mesmo os fundadores do país, os homens que votaram a nossa Constituição, pensavam diferentemente, sabiam da delicadeza e da fragilidade da democracia. Eles vinham de um sistema que não era democrático, por isso tinham medo de perder este equilíbrio. Acho que precisamos ficar aterrorizados com o que está acontecendo atualmente com nosso país.
G1 – O governo Bush tem consciência de estar desmontando o sistema democrático ou está sendo um processo natural e impensado?
Wolf - Não estou tentando fazer nada além de reunir evidências de que isso de fato está acontecendo a fim de mostrar a realidade para a sociedade e os líderes da nossa nação e do mundo para que as pessoas tenham consciência do que está acontecendo. Não podemos saber quais as intenções do nosso governo atual são. O que podemos fazer, entretanto, é reunir o povo e olhar para a história, para que todos tenham noção real do que está acontecendo e saibam o quão perigoso é este processo.
G1 - O quanto a sra. acha que os Estados Unidos estão próximos, ou distantes, de deixar a democracia de lado permanentemente e se tornar uma ditadura?
Wolf - Isso depende de nós. Essa é a beleza de uma democracia e a tristeza de uma sociedade fechada. Ainda vivemos numa democracia, por mais que haja problemas, e a nação ainda pode ser mudada por seus cidadãos. Se amanhã a população acordar e decidir mudar este processo, é fácil fazê-lo. Isso vai além de partidarismo e depende de nós.
Pelo outro lado, se a população dos Estados Unidos preferir ignorar o que está acontecendo na política e, em vez disso, ficar focada apenas no American Idol, ou na Britney Spears, podemos mais uma vez olhar para a história e ver que estamos seguindo o exemplo de países que chegaram a uma situação tão fechada à sociedade que não havia mais retorno. A hora de acordar é esta.
G1 – Qual a responsabilidade da mídia com esta situação?
Wolf – Ela tem responsabilidade nessa hora de acordar a população, por isso acaba sendo uma pás primeiras a sofrer com o fechamento da liberdade social. Um dos capítulos do meu livro se chama “Punição à imprensa”, e trata da forma como os jornalistas se tornam alvo sempre que aparece algum sistema mais fechado, ditatorial, que se sente ameaçado pela liberdade de imprensa.
G1 - A sra. se sente ameaçada por fazer críticas ao sistema?
Wolf - Claro que me assusta. Sei que, ao fazer este tipo de críticas, entro numa lista de opositores, que descobri já ser imensa, e que pode ser atacada, no caso de um fechamento total do sistema. Não quero dizer que me sinto pessoalmente mais apreensiva de que o resto da sociedade deveria ficar. Acho que há o perigo, e se olhamos mais uma vez o exemplo histórico, os primeiros a serem perseguidos são os mais altos líderes oposicionistas e os intelectuais que criticaram o governo, e os jornalistas. É um padrão. Não acho que temos o direito de nos dar o luxo de esperar para ver.
G1 - Que conseqüências sentiria o resto do mundo, se os Estados Unidos se tornassem uma ditadura?
Wolf - Não poderia ser bom. Concordo plenamente com uma frase que [o democrata] Barack Obama usou, para falar do governo Bush: O papel de líder do planeta ficou vago ao longo dos últimos anos, porque Bush não o assumiu. O mundo precisa que os Estados Unidos sejam uma nação livre. Os Estados Unidos são a nação mais poderosa do planeta, e deveriam ser um modelo a ser seguido.
Mas a partir do momento em que estamos torturando pessoas, não temos moral para lutar para que o mundo seja um lugar livre de tortura. Os Estados Unidos não estão se comportando como um modelo para o planeta. Acho que se o mundo perder isso definitivamente, chegaremos a uma situação de barbárie globalizada.
Comentário do Michelson Borges:
"Apocalipse 13 está se cumprindo rapidamente. Como a mídia por certo continuará mais preocupada com a Britney Spears do que com a situação política da superpotência, nada indica que haja mudanças nesse quadro. Sugiro aos leitores deste blog a leitura do livro O Grande Conflito (Casa), que há mais de cem anos já prenunciava a situação a que se está chegando."
sexta-feira, 27 de abril de 2007
As dez ofensas
"Os Dez Mandamentos estão sendo despidos dos edifícios públicos através do nosso país. Então, por que eles são afixados sobre as cabeças de nossos juízes da Suprema Corte a cada hora que eles realizam a corte? Eles são afixados lá", insiste Robertson, best-seller do The New York Times, "porque é onde devem estar." Seu novo livro, As Dez Ofensas: Reivindique as bênçãos dos Dez Mandamentos, afirma que a América foi fundada como uma nação cristã e que os esforços recentes para negar ou revisar esse fato são "perigosos para nossa sociedade".
Pat Robertson acredita que há uma batalha assoladora para a alma da América. Ele escreve que as cortes enlouquecidas, abastecidas por aliados seculares, estão causando a erosão das fundações espirituais da América. Como conseqüência, as bênçãos e benefícios históricos estão sendo tecidos como uma grande ofensa para a nossa cultura religiosa diversa. "Nada", insiste o autor e apresentador, "poderia estar mais longe da verdade. O pluralismo religioso viceja na América como resultado do nosso patrimônio cristão, não a despeito dele”, diz. Em As Dez Ofensas, Robertson chama os americanos para reivindicar suas raízes espirituais – para reafirmar o papel central das Leis fundamentais de Deus – antes que seja demasiado tarde.
Leia mais aqui.
Nota: É um tanto revelador perceber que, enquanto o papa Bento XVI recentemente fez um apelo aos europeus para manter as raízes cristãs da Europa, “por que não conceber o mundo e as leis como se Deus existisse?”, Pat Robertson, um dos líderes protestantes mais conhecidos dos EUA, publica uma obra com o objetivo de influenciar os cidadãos americanos a “reivindicar as bênçãos dos Dez Mandamentos” dentro da sociedade.
Sem dúvida, os Dez Mandamentos são a melhor norma de conduta para qualquer pessoa seguir. No entanto, o erro no qual não podemos incorrer é achar que essa norma pode e deve ser imposta a todos mediante o poder civil desde que “encontrem” alguma justificativa para isso. Além do que, já repetimos várias vezes neste blog que o quarto mandamento da Lei de Deus (guarda do sábado) foi adulterado pela Igreja Romana. E os protestantes, ao propor o descanso dominical, não estão fazendo nada mais do que submetendo-se à autoridade de Roma. A profecia da bíblia que aponta para o estabelecimento de uma futura Lei Dominical está quase para se cumprir.
“Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá” (Mateus 24:44).
Fonte - Blog Minuto Profético
Casamento anunciado: Igreja-Estado
Conforme destacamos anteriormente, a vinda aqui ao Brasil do papa Bento XVI poderá contribuir, e muito, para a união Igreja-Estado, lembrando em todos os sentidos os tempos da Idade Média. (Quem diria que em tempos de tanto conhecimento, a sociedade também se entregaria a esse sofisma.) O articulista da Época, na matéria citada acima, foi nada imparcial ao afirmar que Concordata é um “acordo que define as regras de separação entre Estado e Igreja”, quando, na verdade, poderia ser: “Um acordo que define as regras de aproximação entre Estado e Igreja.”
Da mesma forma, a revista Pesquisa Fapesp do mês de abril, destacou a opinião de algumas autoridades brasileiras sobre o tema Igreja-Estado e a visita de Bento XVI ao Brasil. Para o filósofo Roberto Romano, “o Brasil é estratégico para a Igreja Católica, sobretudo na América do Sul. Está sendo preparada uma Concordata entre o Vaticano e o nosso país. Nela, todo o relacionamento entre as duas formas de poder (religioso e civil) será revisado. Tudo o que depender da Igreja será feito por ela no sentido de conseguir concessões vantajosas para o seu pastoreio, inclusive com repercussões no direito comum interno ao Brasil (pesquisas com células-tronco, por exemplo, aborto e outras questões árduas)... Não são incomuns atos religiosos que são usados para fins políticos ou diplomáticos da Igreja. Quem olha o Cristo Redentor, no Rio, dificilmente saberá que a estátua significa a consagração do Brasil à soberania espiritual da Igreja, algo que corresponde à política eclesiástica de denúncia do laicismo, do modernismo e da democracia liberal”.
Já na opinião da educadora Roseli Fischman, “o súbito chamamento do MEC para tratar do ensino religioso tem repercussão quanto à violação de direitos, em particular de minorias religiosas e todos os que têm praticado todas as formas de liberdade de consciência e crença neste país desde a República”.
Por isso, acredito que a sociedade civil (pelo menos aqueles que valorizam a liberdade religiosa) deveria se manifestar contra essa intromissão de um Estado religioso (Vaticano) nas leis e nos costumes de um Estado oficialmente laico como o Brasil, mesmo sabendo que uma Concordata é assinada por dois chefes de Estado, e não é submetida à discussão no Congresso.
“O preço da liberdade é a eterna vigilância.” Thomas Jefferson
“Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mateus 22:21).
Fonte - Blog Minuto Profético
A violação da liberdade
Durante toda a Idade Média, como conseqüência da união entre Igreja e Estado, não havia liberdade religiosa. Tanto as autoridades seculares quanto as autoridades religiosas (Igreja Católica) recorriam a diversas formas de tortura, como castigo àqueles que desafiavam sua autoridade. No aspecto religioso, o castigo era imposto àqueles chamados “hereges”, incluindo aí nessa categoria aqueles que consideravam somente as Escrituras como norma válida de fé, doutrina e prática, e não reconheciam a autoridade da Igreja acima das Escrituras. Tal situação já havia sido profetizada por Jesus: “Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do Meu nome” (Mateus 24:9). E também atestada pelos apóstolos: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3:12).
Logo, era comum ver muitos “hereges” sendo condenados à fogueira ou mortos à espada, ou mesmo sendo submetidos à diferentes instrumentos de tortura. Como exemplo desses instrumentos, pode-se ver a seguir: (1) Mesa de estiramento – mesa sobre a qual era colocado o condenado tendo os braços e as pernas esticados (para lados opostos), provocando até distensão muscular. (2) Cadeira de pregos – onde o condenado ficava preso após tirar a roupa e assentar-se. (3) Esmaga-miolos – uma espécie de cuia em forma de capacete onde a cabeça do condenado era colocada, para em seguida seu crânio ser apertado.
Nota: Todos esses instrumentos foram usados em processos seculares e, tudo indica, também em processos religiosos.
Depois de Colombo ter descoberto o novo continente e formarem-se as colônias espanholas de tradição católica, a “Santa Inquisição” avançou em solo americano, criando Tribunais Inquisitoriais em pelo menos três cidades da atual América Latina. São elas:
Lima (Peru) – estabelecido por Felipe II em 1569.
Cidade do México (México) – estabelecido também por Felipe II em 1569.
Cartagena (Colômbia) – estabelecido por Felipe III em 1610.
De acordo com o Museu da Inquisição, localizado em Lima, a Inquisição acabou no Peru pelo Decreto das Cortes de Cádiz, em 22 de fevereiro de 1813, deixando um saldo de 1.477 pessoas processadas, sendo 32 delas condenadas à morte. Algo que chama a atenção nesse relatório é que de todas as 1.477 pessoas processadas, 185 delas (12,52%) foram classificadas como “judaizantes”. E das 32 pessoas condenadas à morte, 23 delas (71,88%) também o foram pelo mesmo motivo – eram “judaizantes”. (O principal aspecto envolvido era a guarda do sábado bíblico.)
Sendo assim, os fatos comprovam: colocar a autoridade da Igreja acima da autoridade das Escrituras é um perigo real para a liberdade religiosa. Por isso, a exaltação do descanso dominical, atualmente tão enfatizada pela Igreja Católica e copiada pela maioria dos protestantes, deve servir de alerta à população mundial. O motivo é simples: trata-se de um sinal da autoridade da Igreja Católica que se coloca acima da autoridade das Escrituras, o que nem a própria Igreja Católica faz questão de esconder. Em dezembro de 2003, uma publicação católica escreveu: "A maioria dos cristãos supõe que o domingo é o dia de adoração aprovado biblicamente. A Igreja Católica insiste que transferiu a adoração cristã do sábado bíblico (sábado) para o domingo, e que tentar sustentar que a mudança foi feita na Bíblia é tanto desonesto como uma negação da autoridade católica. Se o protestantismo quer basear seus ensinamentos somente na Bíblia, deveria adorar no sábado" (Rome’s Challenge, dec. 2003 - citado em www.sabbathseventhday.org/index.html
“Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto [volta de Cristo] não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus” (2 Tessalonicenses 2:3 e 4).
“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a Tua lei está sendo violada” (Salmo 119:126).
Fonte - Blog Minuto Profético
Chamado do Papa à responsabilidade com a criação
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 26 de abril de 2007 (ZENIT.org).- Na reflexão sobre as «mudanças climáticas e desenvolvimento», Bento XVI lançou um chamado à responsabilidade com a criação.
O chamado do Papa aparece no telegrama, enviado em seu nome pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, aos participantes do seminário organizado entre a quinta-feira e sexta-feira em Roma pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz sobre esse tema.
O Santo Padre convida a adotar «estilos de vida, modelos de produção e consumo caracterizados pelo respeito à criação e pelas reais exigências do progresso sustentável dos povos, levando em consideração o destino universal dos bens», como sublinha a doutrina social da Igreja.
A mensagem expressa a «grande estima» do bispo de Roma por este encontro, que tem como objetivo, segundo explica o secretário de Estado, «aprofundar nos problemas de relevância ambiental, ética, econômica, social e política, com conseqüências sobretudo para os setores mais frágeis da sociedade».
No seminário, 80 especialistas de 20 países dos cinco continentes estão procurando esclarecer questões complexas sobre a mudança climática que há tempo é motivo de candentes debates entre cientistas e entre a opinião pública.
Ao introduzir as sessões de trabalho, o cardeal Renato R. Martino, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, desejou que «em um clima de serenidade e compostura, o encontro favoreça um intercâmbio fecundo de experiências, um diálogo profundo e uma pesquisa desinteressada».
Sobre o equilíbrio necessário que é preciso encontrar entre as exigências da defesa do ambiente e do desenvolvimento dos povos mais necessitados, a doutrina social da Igreja tem muito a sugerir, constatou o purpurado, recordando a lição «sumamente pertinente e instrutiva» dos primeiros capítulos da Bíblia.
Segundo o cardeal, o domínio do homem sobre a criação, querido por Deus, não deve ser despótico. O homem tem de «cultivar e custodiar» os bens da criação.
«Cultivar para o desenvolvimento do ser humano, de todo o ser humano e de todos os seres humanos: este é o desafio que temos ante nós ao refletir sobre as mudanças climáticas», afirmou Martino.
Por este motivo, fez um chamado aos consumidores e à indústria para que tenham um maior senso de responsabilidade.
Nas relações desta manhã, o embaixador da França para o ambiente, Laurent Stefanini, declarou como, quando e por que surgiu o problema das mudanças climáticas, enquanto o ministro britânico para o ambiente, a alimentação e as questões agrícolas, David Miliband, ilustrou a realidade das mudanças climáticas, apresentando a estratégia de seu governo ao respeito.
O alemão Stefan Rahmstorf, do Instituto Potsdam de pesquisa sobre as mudanças climáticas, falou sobre a dinâmica do efeito estufa; o físico italiano Antonio Zichichi, presidente da Federação Mundial de Cientistas, interveio sobre os modelos de temperatura global; e Shyam Notka, do Comitê nacional da Guiana para as mudanças climáticas, deteve-se no impacto das selvas fluviais.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Em primeiro lugar parace certo que o assunto veio para ficar nos meios romanos.
Em segundo plano, é nítida a chamada para a criação, inclusive ao citar-se os primeiros capítulos da Bíblia. Quanto demorará para se invocar o memorial da criação? Daí para a imposição do falso sábado é um pulo...
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Crise climática preocupa o Vaticano
Bento XVI lançou um apelo em favor da mudança dos actuais estilos de vida e modelos de consumo que esgotam os recursos naturais.
O pedido é feito numa mensagem enviada aos participantes no seminário de estudo sobre o tema "Mudanças climáticas e desenvolvimento", promovido pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz (CPJP) entre 25 e 26 de Abril.
O impacto das mudanças climáticas no desenvolvimento económico e nas políticas sociais são alguns dos temas em cima da mesa. As questões energéticas, a responsabilidade da sociedade civil e da Igreja são outras matérias em agenda.
O Papa destaca a necessidade de "aprofundar temáticas de relevante importância ambiental, ética, económica, social e política", com repercussões particularmente incidentes sobre os sectores "mais fracos da sociedade".
O presidente do CPJP apresentará as conclusões do encontro, esta quinta-feira. Em declarações à Rádio Vaticano, o Cardeal Renato Martino assinala que "a Santa Sé segue, de perto, os problemas" relacionados com as mudanças climáticas.
"Neste campo, fazemos apelo à solidariedade internacional, porque quando faltam recursos para fazer face a estas mudanças, quem sofre são sempre os mais pobres", alerta.
O Cardeal Martino defende que é preciso "aprender a lidar com estes problemas, não os deixando ao cuidado dos peritos, mas ver como cada pessoa da sociedade pode contribuir para a solução desta situação".
Nota DDP:
Fiquemos atentos às conclusões que serão apresentadas...
Nuevo Inquisidor Mayor para España
En un artículo de ElPeriódico.com se nos anuncia el nombramiento del nuevo "Inquisidor Mayor" del reino.
"La asamblea plenaria de la Conferencia Episcopal Española eligió ayer al arzobispo de Valencia, Agustín García-Gasco, como nuevo responsable de la Comisión para la Doctrina de la Fe, el organismo que ejerce las funciones del antiguo Santo Oficio de la Inquisición, en sustitución del obispo auxiliar de Madrid Eugenio Romero Pose, fallecido recientemente. García-Gasco, un prelado de 76 años que pertenece al sector más ultraconservador de la Iglesia española, se convierte así el nuevo guardián de la ortodoxia católica." (La negrita es mía).
Pues bien, esto es una prueba más de que el asunto sigue vivo. Por cierto, Joseph Ratzinger, mejor conocido actualmente como Benedicto XVI, antes de ocupar el puesto de Papa, era el máximo responsable de la Comisión para la Doctrina de la Fe.
Fonte - Blog Cuenta Atrás
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Aquecimento global cria uma nova ilha
LONDRES - O mapa da Groenlândia terá que ser redesenhado. Uma nova ilha surgiu em sua costa, repentinamente separada da Groenlândia por causa do derretimento da cobertura de gelo. Cientistas estão considerando o fenômeno um dos mais alarmantes sinais das mudanças causadas pelo aquecimento global.
Com alguns quilômetros de extensão, a ilha era considerada a ponta de uma península localizada na parte superior da remota costa leste da Groenlândia, mas uma grande geleira que a ligava ao continente derreteu completamente, deixando-a cercada pelas águas do Oceano Ártico.
Com o formato de uma espécie de mão de três dedos, a ilha foi descoberta pelo veterano explorador americano Dennis Schmitt, um especialista na região. Ela a batizou de Warming Island (Ilha do Aquecimento) ou Uunartoq Qeqertoq, no idioma esquimó.
O Centro de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos confirmou a existência da ilha através de uma série de fotos de satélite. Elas mostram como ela era uma parte integral da região costeira da Groenlândia até 1985; aparecendo ligada à terra apenas por uma pequena ponte de gelo em 2002; e surgindo completamente separada nos verões de 2005, 2006 e 2007. Agora, ela é um pedaço de terra independente, com picos e formações rochosas, se projetando verticalmente em direção ao mar.
Como demonstraram as fotos, a ilha foi o resultado de uma poderosa, rápida e inegável transformação. Sua existência simboliza os iminentes efeitos das mudanças climáticas no planeta, dizem cientistas.
O surgimento da Ilha do Aquecimento está sendo considerado um dos exemplos mais contundentes da desintegração da cobertura de gelo da Groenlândia, um fato que os cientistas só perceberam recentemente e que está acontecendo mais depressa do que se poderia imaginar. Dona da segunda maior concentração de gelo do planeta, atrás apenas da Antártica, a Groenlândia é a maior ilha do mundo. Se os seus 2,5 milhões de quilômetros cúbicos de gelo derreterem por completo, o nível do mar subirá cerca de sete metros.
Essa elevação seria suficiente para inundar boa parte das cidades costeiras do mundo. O mar alagaria também países densamente povoados, como Bangladesh, e causaria o desaparecimento de ilhas como as Maldivas. Mesmo um décimo dessa elevação do nível do mar já teria conseqüências devastadoras.
No momento, a elevação global é de aproximadamente três milímetros por ano, que foi a média registrada entre 1993 e 2003. Isso é bem mais do que a média entre 1961 e 2003, que foi de 1,8 milímetro por ano. A Groenlândia contribui com 0,5 milímetro desse total. Até pouco tempo, acreditava-se que rupturas em sua cobertura poderiam levar mais de um século para acontecer, mas estudos recentes, realizados a partir de 2004, mostram que elas já estão acontecendo e de forma acelerada.
Igrejas da Alemanha avançam para reconhecimento comum do Baptismo
A Igreja Católica já deixou clara a orientação de que se avance no sentido do “reconhecimento mútuo”, seja no Directório para a aplicação dos princípios e das normas sobre o ecumenismo, seja através de uma recente intervenção do presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Cardeal Walter Kasper.
Esta decisão ultrapassa em muito o plano “burocrático” de se evitar um novo Baptismo, quando alguém decide mudar de Igreja.
O decreto sobre o ecumenismo do Concílio Vaticano II, “Unitatis Redintegratio”, lembra no seu n.º 3 que todos os cristãos “justificados no Baptismo pela fé, são incorporados a Cristo, e, por isso, com direito se honram com o nome de cristãos e justamente são reconhecidos pelos filhos da Igreja católica como irmãos no Senhor.”
João Paulo II, na sua encíclica sobre a Unidade dos Cristãos, “Ut Unum Sint”, assegura que o reconhecimento dessa fraternidade “não é a consequência de um filantropismo liberal ou de um vago espírito de família, mas está enraizado no reconhecimento do único Baptismo” (n.º 42).
O “Directório para a aplicação dos princípios e das normas sobre o ecumenismo” pede explicitamente um reconhecimento recíproco e oficial dos Baptismos. Isto está muito para além de um simples acto de cortesia ecuménica e constitui uma afirmação básica na concepção do que é a Igreja.
As implicações teológicas, pastorais e ecuménicas do Baptismo comum são muitas e importantes. Definido-se uma unidade fundamental, embora ainda parcial, pode-se passar, como defende a encíclica de João Paulo II, “àquela unidade visível, necessária e suficiente, que se inscreva na realidade concreta, para que as Igrejas realizem verdadeiramente o sinal daquela comunhão plena na Igreja una, santa, católica e apostólica, que se há-de exprimir na concelebração eucarística” (n.º78).
Em Portugal, a Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé e Ecumenismo (CEDFE, católica) e o Conselho Português de Igrejas Cristãs (COPIC) continuam a discutir o reconhecimento mútuo dos baptismos nas Igrejas Católica, Presbiteriana, Metodista, Lusitana e Anglicana.
As duas organizações discutem esta matéria há anos, mas como nem a CEDFE nem a COPIC assumem decisões em nome das suas Igrejas, nesta matéria, a questão está dependente da concordância das diversas comunidades religiosas.
Nota DDP:
Apenas para lembrar que celebração eucarística está extremamente ligada ao culto aos domingos, portanto, um só batismo, uma só eucaristia e...
O poder e como este é exercitado
A professora de Sociologia das Religiões, Maria Immacolata Maciotti, da Universidade La Sapienza, de Roma, afirma que a Igreja Católica perde fiéis, mas não seu poder.
"O peso de uma religião não é medido apenas pelo número de seguidores. Conta muito a tradição e os apoios políticos", disse.
"A Igreja Católica é uma verdadeira instituição, duradoura, radicada em nível mundial, com organização própria."
"Houve queda da freqüência na Igreja Católica, mas há necessidade de acreditar em alguma coisa, e isso é muito forte no mundo de hoje", conclui Maria Immacolata Maciotti.
Fonte - BBCA Igreja não é uma organização de manifestações coletivas, destaca Bento XVI
VATICANO, 23 Abr. 07 (ACI) .- Em sua visita a Pavía, onde visitou os restos de Santo Agostinho, o Papa Bento XVI recordou o que é a Igreja e descartou que se trata de uma organização de manifestações coletivas.
"A Igreja não é uma simples organização de manifestações coletivas nem, ao contrário, a soma de indivíduos que vivem uma religiosidade privada. A Igreja é uma comunidade de pessoas que acreditam no Deus de Jesus Cristo e se comprometem a viver no mundo o mandamento da caridade que nos deixou", assegurou o Pontífice.
Nota DDP:
O recado aos menos avisados é claríssimo: "Temos poder e este não está concentrado ou traduzido pelo número de pessoas que nos seguem, mas pela qualidade e posicionamento estratégico destes." Ou ainda: "Manda quem pode, obedece quem tem juízo".
Gripe aviária pode matar sete milhões de pessoas, adverte a OMS
"Estas estimativas se baseiam em modelos matemáticos utilizados durante as epidemias de gripe anteriores", explicou Jean-Marc Olive, representante da OMS nas Filipinas.
"A próxima pandemia poderá provocar um índice de mortalidade muito elevado em poucas semanas. Poderá gerar um bilhão de casos e entre dois e sete milhões de mortos", declarou o funcionário duarnte um foro sobre o tema, acrescentando que esse cenário pode ser evitado com adoção de medidas radicais.
A gripe aviária já deixou 172 mortos desde que ressurgiu no final de 2003, principalmente na Ásia. Os contágios ocorrem no momento entre aves de criação e o homem, mas os especialistas temem uma mutação no vírus que favoreça as transmissões entre seres humanos, o que poderá desencadear uma pandemia em escala mundial.
Fonte - UOL
terça-feira, 24 de abril de 2007
Vaticano organiza seminário sobre Aquecimento Global
Após o alarmante relatório das Nações Unidas sobre o aquecimento terrestre, a estas perguntas buscará respostas um Seminário Internacional de estudo sobre o tema “Mudanças Climáticas e Desenvolvimento”, que acontecerá no Vaticano nos dias 26 e 27 de abril, por iniciativa do Pontifício Conselho da Justiça e Paz.
O congresso será articulado em quatro sessões, com relações - entre outras – do embaixador francês para o Ambiente, Laurent Stafanini, do físico italiano Antonio Zichichi, do Ministro britânico para o Ambiente, Alimentação e questões rurais, David Milibrand, de Craig Idso, Presidente do Centro norte-americano de estudo sobre o Dióxido de Carbono e as Mudanças Globais, de Cláudio Rafanelli do Conselho Nacional de Pesquisas de Roma.
Estarão presentes também expoentes do Governo argentino e polonês, bispos da Alemanha, Inglaterra e Austrália e um expoente do Conselho Mundial das Igrejas. Os trabalhos do Seminário, que serão introduzidos e concluídos pelo Presidente do Pontifício Conselho da Justiça e Paz, Cardeal Renato Martino, serão realizados a portas fechadas, mas serão concedidas entrevistas.
Fonte: SIR, traduzido por Rodrigo Luiz, CN Notícias
Fonte - Portal Anjo
Nota DDP:
Por quê a portas fechadas? Por quê com representante ecumênico?
Conselho da Europa constata papel público da religião
Em uma conferência internacional na República de San Marino
SAN MARINO, segunda-feira, 23 de abril de 2007 (ZENIT.org).- É preciso ter presente a capacidade das religiões para promover o diálogo e a compreensão, aponta o secretário-geral do Conselho da Europa, Terry Davis.Ele foi o encarregado de abrir nesta segunda-feira --na República de San Marino, na presença de suas autoridades-- a primeira conferência européia --sobre «A dimensão religiosa do diálogo intercultural»--, organizada pela presidência sanmarinense do Conselho da Europa.
Participam da reunião (aberta aos meios de informação) de San Marino representantes cristãos -- católicos, protestantes e ortodoxos --, judeus e muçulmanos, Estados membros e observadores do Conselho da Europa, e convidados e especialistas de outras instituições internacionais da sociedade civil.
Segundo expressou Davis na abertura dos trabalhos, «o diálogo entre culturas religiosas diferentes se alcançará inteiramente quando desde cada igreja, sinagoga ou mesquita, o sacerdote, o rabino e o imame dialoguem entre si enviando mensagens comuns de tolerância e fraternidade», sintetiza a Direção de Comunhão do Conselho de Europa à agência Zenit.
«Tomando emprestada uma máxima de Platão, que não era nem cristão, nem judeu, nem muçulmano, nenhuma lei é mais eficaz que a compreensão», afirmou Davis ante os numerosos convocados à conferência européia.
«O diálogo intercultural é fundamental -- em uma época na qual a globalização gerou fricções -- porque aproxima as diferentes culturas e reduz os riscos de mal-entendidos, portanto atenua as tensões e o perigo de conflitos», prosseguiu.
Neste contexto, afirmou que «antes a fé era considerada como uma questão privada, inclusive íntima»; mas «hoje é justo que as organizações religiosas tenham mais importância que no passado, dado que têm a força de induzir as pessoas ao diálogo e à compreensão».
«As religiões, como outras muitas convicções humanas, são expressão de identidade cultural que merecem respeito», sublinhou Terry Davis.
«Creio que as comunidades religiosas têm um grande potencial na construção de pontes que enlacem as diversas civilizações e religiões -- apontou. Eis aqui por que, trabalhando de comum acordo, podem combater os extremismos, a violência e o ódio. Podem converter-se em uma força para a consecução da paz e a tolerância.»
Para Davis, «a presidência sanmarinense do Comitê de Ministros do Conselho da Europa não podia concluir com um evento mais adequado que uma conferência desse nível e utilidade para os problemas que há muito tempo afligem o mundo».
Por sua parte, o comissário europeu para os direitos humanos, Thomas Hammarberg, aludiu aos valores comuns que as religiões compartilham com o Conselho da Europa. Referiu-se ao direito à vida, à dignidade humana, ao respeito da vida e do direito, explica a Direção de Comunicação do organismo europeu à agência Zenit.
«Quem poderia proteger melhor os direitos humanos que os líderes religiosos?» foi a questão que Hammarberg lançou.
O tema das perspectivas de diálogo entre as comunidades religiosas tradicionalmente presentes no velho continente, a sociedade civil e o Congresso da Europa é um dos aspectos que motiva a conferência européia em andamento.
Como indica seu título, igualmente busca avaliar a importância da dimensão religiosa na promoção do diálogo intercultural, especialmente à luz das consultas preparatórias sobre o «Livro Branco sobre Diálogo Intercultural» do Conselho da Europa.
A convocatória se contempla também como uma oportunidade para compartilhar exemplos de boa prática em todos os níveis de diálogo entre comunidades religiosas e autoridades públicas.
Desde 1949, o Conselho da Europa desenvolve seu trabalho na promoção da democracia e dos direitos humanos no continente. Igualmente, promove respostas comuns aos desafios sociais, culturais e legais de seus 46 estados membros.
Fonte - Zenit
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Dia Nacional da Oração nos EUA
A Proclamation by the President of the United States of America
A prayerful spirit has always been an important part of our national character, and it is a force that has guided the American people, given us strength, and sustained us in moments of joy and in times of challenge. On this National Day of Prayer, we acknowledge God's grace and ask for His continued guidance in the life of our Nation.
Americans of many faiths and traditions share a common belief that God hears the prayers of His children and shows grace to those who seek Him. Following the tragedy at Virginia Tech, in towns all across America, in houses of worship from every faith, Americans have joined together to pray for the lives that were lost and for their families, friends, and loved ones. We hold the victims in our hearts and pray for those who suffer and grieve. There is a power in these prayers, and we can find comfort in the grace and guidance of a loving God.
At this important time in our history, we also pray for the brave members of our Armed Forces and their families. We pray for their safety, for the recovery of the wounded, and for the peace we all seek.
The Congress, by Public Law 100-307, as amended, has called on our Nation to reaffirm the role of prayer in our society and to respect the freedom of religion by recognizing each year a "National Day of Prayer."
NOW, THEREFORE, I, GEORGE W. BUSH, President of the United States of America, do hereby proclaim May 3, 2007, as a National Day of Prayer. I ask the citizens of our Nation to give thanks, each according to his or her own faith, for the freedoms and blessings we have received and for God's continued guidance, comfort, and protection. I invite all Americans to join in observing this day with appropriate programs, ceremonies, and activities.
IN WITNESS WHEREOF, I have hereunto set my hand this twentieth day of April, in the year of our Lord two thousand seven, and of the Independence of the United States of America the two hundred and thirty-first.
Fonte - The White HouseNota DDP:
Confesso que a notícia não tinha me chamado a atenção a ponto de armazená-la no blog, mas a seguinte manifestação do Michelson no tema motivou-me a fazê-lo:
"Realmente soa estranho e mostra que a ingerência do Estado em assuntos religiosos é mais fácil do que se pensa."
Não é só. O dia instituído para este fim foi o 03/Mai, no entanto, na mesma semana, dia 06/Mai, estranhamente um domingo, dado o princípio religioso que evoca, será comemorado o segundo Dia Anual dos Dez Mandamentos. Coincidência?