quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Ecumenismo, prioridade de Bento XVI

Bento XVI sobre ecumenismo: juntos somos rosto e força de Cristo

Cidade do Vaticano (RV) – A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos – que no Brasil se celebra entre Ascensão e Pentecostes – inicia-se nesta sexta-feira no hemisfério norte. A edição este ano tem como tema “O que o Senhor exige de nós”, extraído do livro do Profeta Miquéias.

Desde o início de seu Pontificado, Bento XVI colocou o diálogo ecumênico entre as prioridades de seu ministério e em muitas circunstâncias as suas palavras expressaram com vigor o desejo de que todos os fiéis em Cristo reencontrem a unidade da primeira hora da Igreja. A esse propósito, aproveitamos a ocasião para recordar algumas afirmações do Santo Padre.

A unidade da Igreja nasce à distância de poucas horas de seu fim aparente. Nasce no Cenáculo – naquela esplêndida, intensa oração de Jesus que confia os Apóstolos ao Pai – e parece destruída pouco depois, quando o autor da oração pende crucificado no Gólgota.

Entre o Getsêmani e o Calvário os Apóstolos renegam, fogem, se dão por vencidos. E naquela dispersão parece espreitar o sinal daquilo que nos séculos vindouros seria da comunidade cristã, criada no sangue de um Deus morto e ressuscitado, mas incapaz de permanecer unida como o seu Artífice a havia pensado e abençoada.

Refletindo sobre os primeiros anos do cristianismo, Bento XVI observou, numa ocasião, a intervenção que São Paulo foi obrigado a fazer já no tempo dos primeiros fiéis de Corinto:

“De fato, o Apóstolo soubera que na comunidade cristã de Corinto havia nascido discórdias e divisões. Por isso, com grande firmeza, acrescenta: ‘Cristo estaria dividido?’ (1 Cor 1,13). Desse modo, ele afirmava que toda divisão na Igreja é uma ofensa a Cristo; e, ao mesmo tempo, que é sempre n’Ele, único Cabeça e Senhor, que podemos reencontrar-nos unidos, pela força inesgotável de sua graça.” (Angelus, 23 de janeiro de 2011)

A tentação da discórdia é realmente antiga, mesmo entre quem foi criado para ser uma só coisa. E a conseqüência daquela “ofensa a Cristo” – evidenciou o Papa mais vezes – é que a divisão entre os cristãos é muitas vezes uma tela escura que não deixa transparecer plenamente a presença de Deus para o restante da humanidade:

“O mundo sofre pela ausência de Deus, por causa da inacessibilidade de Deus, deseja conhecer o rosto de Deus. Mas como os homens de hoje poderiam e podem conhecer esse rosto de Deus no rosto de Jesus Cristo se nós cristãos somos divididos, se um ensina contra o outro, se um está contra o outro? Somente na unidade podemos mostrar realmente a este mundo – que tem necessidade – o rosto de Deus, o rosto de Cristo.” (Audiência geral, 23 de janeiro de 2008)

E rezar juntos é o primeiro e mais imediato modo de testemunhar a unidade entre cristãos divididos:

“Na oração comum as comunidades cristãs colocam-se juntas diante do Senhor e, tomando consciência das contradições geradas pela divisão, manifestam a vontade de obedecer à sua vontade recorrendo confiantes ao seu socorro onipotente. (…) Portanto, a oração comum não é um ato voluntarista ou puramente sociológico, mas é expressão da fé que une todos os discípulos de Cristo.” (Audiência geral, 23 de janeiro de 2008)

Oração, certamente, mas não só, para não ser címbalos que tocam. É necessária também a ação, a ação da caridade. E foi o que o Santo Padre sempre auspiciou do diálogo ecumênico. Colocar ao lado da oração também gestos concretos de partilhada solidariedade:

“Isso favorece o caminho da unidade, porque se pode dizer que todo alívio, mesmo pequeno, que os cristãos dão juntos ao sofrimento do próximo, contribui para tornar mais visível também a sua comunhão e a sua fidelidade ao mandamento do Senhor.” (RL)

Fonte: http://pt.radiovaticana.va/bra/articolo.asp?c=657005

Nota Cristo em breve virá: Enquanto o mundo caminha aceleradamente em direção ao colapso social, econômico, político e climático, crescem as esperanças de que essa tendência pode ser resolvida por meio da união das igrejas. Existem hoje dois grandes movimentos globais, o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso envolvidos em reverter tal tendência. O primeiro visa unir todas as igrejas cristãs numa só, e depois disto, pelo Diálogo Inter-religioso, unir todos os adoradores do mundo num só modo de adoração. Como ponto atrativo, defende a ideia de salvar o planeta de suas más tendências, reeducando os cidadãos do mundo por meio das igrejas unidas, para uma nova postura mais coerente com a sustentabilidade do planeta. Isto ganha apoio de grandes personalidades, sejam políticos, sejam empresários, mundo afora. Os dois movimentos são comandados, ao mesmo tempo, pela Igreja Católica, que conta com forte apoio dos Estados Unidos. Esse apoio se estabeleceu desde que assumiu o papa Bento XVI, com Paulo II não havia tal apoio. O papa anterior queria fazer acordo com a Europa unida, mas que não se une, Bento XVI quer fazer com os Estados Unidos, o maior país do mundo.

Enfim, a profecia vem se cumprindo no rigor de seus detalhes, e JESUS vai voltar logo. É preciso que todos os cristãos fiéis a CRISTO se preparem ajudando outros a fazerem o mesmo, pois Ele não demora mais para retornar e nos salvar.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

"Sofrer por Cristo" - Pr. Ivan Saraiva

EUA tem estudo alarmante sobre alterações climáticas

A Presidência norte-americana divulgou na sexta-feira, no seu sítio na internet, o primeiro esboço de uma nova avaliação sobre o clima, que sintetiza em 400 páginas a opinião científica sobre as alterações climáticas e o impacto nos EUA.

"As provas sobre as alterações climáticas abundam, do topo da atmosfera às profundidades dos oceanos", apontam os autores do relatório, que sintetizam que "o planeta está a aquecer", o que atribuem em primeiro lugar à atividade humana.

No texto indica-se que a temperatura média nos EUA aumentou em 1,5 graus centígrados desde 1895, com a maior parte deste aumento (80 por cento) a ocorrer desde 1980, destacando-se a propósito que a última década foi a mais quente desde que há registos.

Espera-se também que a temperatura continue a subir nos EUA, mesmo no melhor cenário, que corresponde a "substanciais reduções" nas emissões de gases com efeito de estufa a partir de 2050.

Desta subida de temperatura vão aumentar as hipóteses de ocorrência de eventos extremos, com situações cada vez mais graves em termos de vagas de calor, secas ou incêndios.

As consequências incluem também o aumento da temperatura da água dos oceanos, dos dias de frio e da intensidade dos aguaceiros, bem como o aumento do nível das águas, acompanhado de reduções importantes da cobertura de neve, dos glaciares, das terras permanentemente geladas (permafrost) e do gelo no mar.

Os investigadores alertam que estas alterações já afetam e vão continuar a afetar a saúde humana, a disponibilidade de água, a agricultura, os transportes, a energia e muitos outros aspetos da sociedade.

O documento, que reflete o trabalho de mais de mil cientistas, dos setores público e privado, e vai agora ser sujeito à apreciação pública e científica, está disponível em http://www.whitehouse.gov/blog/2013/01/11/expanding-climate-change-conversation.

Fonte - Diário de Notícias (Via @AUltimaAdvertenciaAoMundo)

Nota DDP: Ver também "8 dos 9 anos mais quentes da História foram após 2000" e "Temperaturas globais estiveram acima da média nos últimos 36 anos".

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Papa: pedir com insistência o dom da unidade entre os cristãos

Cidade do Vaticano (RV) - No final da Audiência Geral desta quarta-feira, Bento XVI recordou que sexta-feira, 18 de janeiro, tem início nos países do hemisfério norte a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que este ano tem como tema: «O que Deus exige de nós?», inspirado num trecho do profeta Miquéias (cf Mq 6, 6-8).

“Convido todos a rezarem, pedindo com insistência o grande dom da unidade entre todos os discípulos do Senhor. A força inesgotável do Espírito Santo nos estimule a um compromisso sincero de busca da unidade, para que possam professar todos juntos que Jesus é o Salvador do mundo”, disse o Papa

No Brasil, esta semana é realizada no período de Pentecostes. Os subsídios para esta celebração já foram traduzidos em português pela Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O material está disponível no site:
http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/chrstuni/weeks-prayer-doc/rc_pc_chrstuni_doc_20120611_week-prayer-2013_po.html

Este ano, os subsídios foram preparados pelo Movimento de Estudantes Cristãos da Índia, com a consultoria da Federação de Universidade Católica de Toda a Índia e do Conselho Nacional de Igrejas na Índia.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Cresce o número de terremotos e erupções em todo o mundo

Cientistas não conseguem explicar o que estaria causando essa mudança no globo

Terremotos e erupções vulcânicas sempre estiveram intimamente relacionados. Por exemplo, se uma pessoa olhar um “mapa dos terremotos” em todo o mundo e compará-lo com um “mapa de vulcões”, verá como eles se correspondem. Ambos ocorrem nos limites de placas tectônicas, que compõem a superfície da Terra. Estima-se que existem cerca de 1.500 vulcões ativos no mundo, 50 a 60 entram em erupção a cada ano, expelindo vapor, cinzas, gás e lava.

Terremotos são causados ​​pela libertação da pressão construída quando as placas se afastam, movem-se ou ficam uma sob a outra. O magma, ou lava, surge dos limites da placa, e sobe para a superfície, formando os vulcões. Nos últimos meses, os terremotos têm aumentado exponencialmente em todo o mundo, preocupando alguns pesquisadores.

Durante décadas, terremotos e atividade vulcânica no Pacífico foram mantidos em segredo, com o governo soviético não falando sobre o assunto. A pesquisa mais recente mostrou que a península de Kamchatka e as ilhas Kurilas tem um grande potencial para provocar tsunamis que seriam um grande risco para países ao longo do Oceano Pacífico.

Terremotos de magnitude maior que 8 na escala Richter atingiram a região em 2006 e 2007. Ambos produziram grandes tsunamis locais, com ondas de quase 30 metros. Em 2009, O vulcão Sarychev explodiu, interrompendo o tráfego aéreo sobre o Pacífico Norte.

Muito tem se falado nos últimos 10 anos sobre os perigos de novos tsunamis e outros eventos de repercussão mundial, mas os analistas ainda acreditam ser muito difícil prever quando esses grandes eventos irão ocorrer. O fato é que não existe uma compreensão de porque a atividade sísmica vem aumentando no mundo, embora a grande maioria dos tremores nem seja percebido pela população.

Nas últimas semanas, dados sobre terremotos em todo o mundo indicam um aumento na magnitude (maior que 5,5) e, ao mesmo tempo, um crescimento significativo na frequência em que ocorrem.

Gráficos atuais mostram claramente uma tendência alarmante em todo o mundo sobre a crescente força dos terremotos. Estes resultados podem ser vistos na página da USGS, que monitora os sismos mais fortes (> 5,0).

Ao mesmo tempo, as tendências também mostram que a profundidade dos sismos diminuiu. Atualmente eles ocorrem mais perto da superfície da Terra. Isso pode ser um fator que contribui para desencadear de outros terremotos.

Em resumo, hoje há maior disponibilidade de dados e atenção da mídia sobre essas catástrofes. Estranhamente, nenhum governo ou órgão de mídia tem mostrado preocupação com o crescimento desses eventos, que podem em questão de dias, matar direta ou indiretamente milhares de pessoas.

Judeus e católicos cada vez mais próximos

Magistério da Igreja e Concílio dizem que judeus não são inimigos da Igreja

Cidade do Vaticano - “Uma tradição magisterial de dezenas de anos por parte dos Papas e da Igreja, unida a seu compromisso com o diálogo inter-religioso, demonstra que de nenhuma forma é possível falar dos judeus como `inimigos da Igreja´”. Foi o que afirmou o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, respondendo ao apelo de jornalistas para que fizesse algum comentário sobre as declarações de Mons. Fellav, superior da comunidade São Pio X.

Sem entrar no mérito das declarações de Mons. Fellav, Padre Lombardi preferiu destacar como a Igreja Católica expressa sua relação com os judeus, de maneira particular no documento do Concílio Vaticano II Nostra Aetate, e como os Papas tem demonstrado frequentemente, com palavras e gestos, a grande importância atribuída ao diálogo com os judeus.

Padre Lombardi também recordou as significativas visitas dos dois últimos Pontífices a diversas sinagogas e ao Muro das Lamentações, em Jerusalém. O Papa Bento XVI, em particular, visitou a Sinagoga de Colônia em 2005, uma Sinagoga em Nova York em 2008 e a Sinagoga de Roma em 2010.

Fonte: http://pt.radiovaticana.va/bra/articolo.asp?c=653993

Comentário Cristo em breve virá: Se os judeus não são inimigos da igreja, então porque foram tão perseguidos durante a Idade Média? Haverá interesses de unidade com eles atualmente que na Idade Média não existiam? Pelo fato dos judeus ainda guardarem o sábado, não serve mais como fator de perseguição?

Estranha situação! Mas quem conhece os tempos, interpreta os fatos e sabe o que se passa.

Epidemia de gripe nos EUA já atinge 47 dos 50 Estados

Uma epidemia de gripe já se alastrou por 47 dos 50 Estados americanos e matou 20 crianças. A contaminação de quase 20 mil pessoas no Estado de Nova York forçou o governador Andrew Cuomo a decretar situação de emergência de saúde pública no sábado. A correria pela vacinação tem sido intensa, sobretudo em Nova York, o segundo destino favorito dos turistas brasileiros.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a influenza surgiu antes do período normal nos EUA, no final de novembro, e seu risco de contaminação continuará elevado por semanas. Em nove das dez regiões há alto registro de pessoas doentes. No Estado de Nova York, Cuomo afirmou que o total de contaminados - 19,1 mil pessoas - é cinco vezes maior que na temporada anterior. "Vivemos o pior período de gripe desde 2009. A influenza está se espalhando, com casos registrados em todos os nossos 57 condados e em todos os 5 bairros da cidade de Nova York", alertou.

A gripe predominante neste ano nos EUA é a H3N2, uma derivação do tipo A (suína) que surgiu na China no fim dos anos 1960. Tosse forte, prostração e febre alta são sintomas comuns. Cerca de 20% dos casos registrados até agora, porém, são de influenza do tipo B. Medidas simples são recomendadas, como manter o doente em casa até a sua recuperação, lavar as mãos com frequência e se vacinar.

"Se você está vacinado, tem 60% menos riscos de pegar gripe. Sabemos há muito tempo que a vacina contra a gripe está longe de ser perfeita, mas é o melhor instrumento para a prevenção da doença", afirmou Thomas Frieden, diretor do CDC.

Em Nova York, os estoques de vacina das farmácias baixaram drasticamente no último fim de semana. A expectativa do Departamento de Saúde do município era a de normalização da oferta ainda ontem. Problemas semelhantes foram observados nos Estados de Colorado e Michigan e na capital, Washington.

Viagem. No Brasil, o Ministério da Saúde afirmou, em nota, que não há recomendação de cancelamento de viagem para os EUA. A pasta observa que viajantes - principalmente idosos, crianças, grávidas e imunodeprimidos - devem evitar contato com doentes, lavar as mãos várias vezes por dia e procurar atendimento médico imediatamente, caso apareçam sintomas. Não é obrigatório se vacinar antes de viajar. Quem buscar vacinação em clínicas privadas deve observar o prazo de validade.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

2012 foi o ano mais quente da história dos EUA

O ano de 2012 foi o mais quente da história dos Estados Unidos e também o segundo ano de clima mais extremo registrado no país, informou nesta terça-feira (8) a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês).

O clima quente impulsionou a seca recorde que, em seu auge, atingiu 61% do território americano. Segundo a NOAA, as condições secas alimentaram enormes incêndios florestais que devastaram 3,72 milhões de hectares, a maior alta já registrada.

Os EUA sofreram 11 desastres climáticos que causaram prejuízos estimados em US$ 1 bilhão (R$ 2,04 bilhões), incluindo os furacões Sandy e Isaac e tornados nas Grandes Pradarias, no Texas e no vale de Ohio.

Cada um dos 48 estados continentais do país (todos menos Alasca e Havaí) teve uma temperatura anual acima da média no ano passado, 19 das quais foram recorde. A temperatura média em 2012 foi de 12,9º C, 1,77º C superior à média do século XX e 0,55º C acima da registrada em 1998 – até agora, o ano mais quente da história dos EUA.

Além disso, o inverno do ano passado foi o quarto mais ameno, enquanto os últimos verão e outono foram uns dos mais quentes de que se tem notícia, acrescentou a NOAA.

A média total de precipitação nacional, de 67,5 centímetros (exceto Alasca e Havaí), foi 6,5 centímetros inferior à média, o que situa 2012 como o 15º ano mais seco registrado. O ano de 2012 também foi o mais seco do país desde 1988, quando foi observada uma precipitação de 64,1 centímetros.

Além disso, o ano passado foi o terceiro seguido com 19 tempestades tropicais dignas de nome, dez delas com força de furacão e uma, de um grande furacão.

Fonte - G1

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Europa precisa de líderes «clarividentes»

Papa apela a novo equilíbrio na relação trabalho-lucro, defendendo unidade entre países pobres e ricos

Cidade do Vaticano, 07 jan 2013 (Ecclesia) – Bento XVI afirmou hoje no Vaticano que a Europa tem necessidade de líderes “clarividentes e qualificados” para superar a crise económica e financeira, defendendo a unidade entre países pobres e ricos.

“A União Europeia precisa de representantes clarividentes e qualificados para realizar as opções difíceis que são necessárias a fim de sanar a sua economia e colocar bases sólidas para o seu progresso. Sozinhos, alguns países talvez caminhassem mais rápido, mas, juntos, todos chegarão certamente mais longe”, declarou o Papa, no encontro de ano novo com os membros do corpo diplomático acreditados junto da Santa Sé.

Segundo Bento XVI, a atual crise económica e financeira “desenvolveu-se porque, com muita frequência, foi absolutizado o lucro em detrimento do trabalho, e se aventuraram desenfreadamente pelos trilhos da economia financeira em vez da real”.

“É necessário recuperar o sentido do trabalho e de um lucro que lhe seja proporcionado. Com esta finalidade, há que educar para resistir à tentação dos interesses particulares e a curto prazo, orientando-se antes na direção do bem comum”, precisou.

O Papa considera urgente que os responsáveis políticos não se resignem “com a «contração [spread, no original] do bem-estar social», enquanto se combate a contração financeira”.

“Se é uma preocupação o índice diferencial entre as taxas financeiras, deveriam suscitar indignação as crescentes diferenças entre poucos, cada vez mais ricos, e muitos, irremediavelmente pobres”, alertou.

O discurso de Bento XVI apelou ainda ao investimento em educação nos países em vias de desenvolvimento da África, Ásia e América Latina, afirmando que isso “significa ajudá-los a vencer a pobreza e as doenças, bem como a realizar sistemas legais equitativos e respeitadores da dignidade humana”.

“Construir a paz significa educar os indivíduos para combaterem a corrupção, a criminalidade, a produção e o tráfico da droga, bem como para evitar divisões e tensões”, prosseguiu.

Num mundo de fronteiras “cada vez mais abertas”, observou o Papa, “construir a paz através do diálogo não é uma opção, mas uma necessidade”.

A Santa Sé mantém relações diplomáticas com 179 Estados e está presente em várias organizações internacionais, tendo o estatuto de Estado observador na ONU.

Portugal esteve representado no encontro pelo encarregado de negócios da embaixada junto do Vaticano, Luís de Albuquerque Veloso, e o conselheiro eclesiástico, monsenhor Fernando de Matos, num momento em que se aguarda a confirmação da escolha de António Almeida Ribeiro como novo embaixador.

Bento XVI entrou na Sala Régia do Palácio Apostólico do Vaticano acompanhado pelo padre luso-canadiano José Avelino Bettencourt, chefe de protocolo da Secretaria de Estado.


Nota DDP: O que em realidade se pretende é uma nova babel, sob os cuidados do pontífice. É sempre de se observar a quantidade de entes políticos dispostos a ouvir o que o papa tema  dizer...

Abismo nos Estados Unidos II

Abismo fiscal foi evitado no último dia, mas novos problemas já estão surgindo

Foi por pouco. Apenas algumas horas separaram a grande nação, a maior do mundo economicamente falando, de um desastre. Trata-se do abismo fiscal, a entrada em vigor simultânea de cortes de gastos e aumentos de impostos. O efeito seria uma recessão, perda de empregos e quebradeira de empresas.

Um grande susto já houve em meados de 2011, quando por poucas horas, se o Congresso não aprovasse a permissão do aumento do endividamento federal, os Estados Unidos ficariam inadimplentes, não poderiam mais pagar suas contas, nem mesmo os salários do funcionalismo público. Assim como desta vez, naquela ocasião também a economia do mundo ficou com o coração na mão, e por uma questão de horas, evitou-se um desastre global. O que aconteceria se esta grande economia desse o calote?

Mas, infelizmente, a história de problemas ainda não terminou. Outra vez, em fevereiro de 2013 os Estados Unidos terão de aumentar o limite da dívida, como em 2011. Se não fizerem, o governo federal não poderá mais pagar suas contas, e se tornará inadimplente. Outra vez o mundo está de olho quanto a decisão que os políticos americanos deverão tomar. As negociações serão difíceis.

A pergunta é: até quando este país suportará aumentar o limite de sua dívida? Isso sem aumentar os impostos? Atualmente o teto da dívida chega a quase US$ 16,5 trilhões. E sem a possibilidade do país pagar suas contas, o impacto sobre a economia global seria pior que o impacto do abismo fiscal, que travaria o consumo no país e geraria desemprego em escala severa.

Diz o Globo que “a situação é tão preocupante que o Fundo Monetário Internacional fez um alerta. Em nota, o FMI informou que muito ainda precisa ser feito para que as finanças públicas voltem aos trilhos sem prejudicar a frágil recuperação da economia. E deu a receita: aumento de arrecadação e redução dos gastos.” Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2013/01/congresso-dos-eua-evita-abismo-fiscal-e-enfrentara-novos-problemas.html

O que significa isso? A última crise sobre o mundo se originará dos Estados Unidos da América. E será uma tragédia jamais vista. A Europa, maior aliado dos EUA, também está em grave crise. Para que se inicie a última crise, o que falta ser feito? Uma só coisa, um decreto, o da santificação obrigatória do domingo. Os países desenvolvidos já estão sendo preparados para a crise. Ou seja, eles estão indo de mal a pior, e quando o gatilho for acionado, eles serão os primeiros a quebrarem. Então é que os servos de DEUS viverão exclusivamente pela fé. E aqueles que confiaram no dinheiro, se o tiverem, nada haverá para comprar.

ONU diz que 1 milhão de pessoas passam fome na Síria

Cerca de 1 milhão de pessoas estão passando fome na Síria por causa das restrições do governo à distribuição de ajuda, segundo dados da ONU.

O Programa Mundial de Alimentos da ONU está fornecendo ajuda a cerca de 1,5 milhão de pessoas por mês na Síria, disse nesta terça-feira a porta-voz do programa, Elisabeth Byrs. No entanto, esse número ainda é 1 milhão a menos do que o total de necessitados, estima a ONU.

O PMA diz que não consegue aumentar a ajuda porque somente um pequeno número de agências estão autorizadas a operar na Síria.

Em outro sinal do crescente problema humanitário na Síria, a ONU disse que cerca de 100 mil refugiados fugiram do país no mês passado.

A ONU calcula que 60 mil pessoas já morreram na Síria desde o início do conflito entre governo e rebeldes, em março de 2011.

Cristãos em busca da unidade no Oriente Médio

Cidade do Vaticano (RV) – Nestes tempos instáveis e propensos à violência vivida no Oriente Médio, é cada vez mais urgente que os discípulos de Cristo ofereçam um testemunho autêntico da sua unidade, a fim de que o mundo creia na mensagem de amor, de paz e reconciliação do Evangelho.

É o que escreve o Pontífice numa mensagem de saudação fraterna no amor de Cristo ao novo Patriarca greco-ortodoxo de Antioquia e de todo o Oriente Médio, João X, eleito neste 17 de dezembro pelo Santo Sínodo reunido no Mosteiro de Nossa Senhora de Balamand, localizado ao norte de Beirute. João X sucede ao Patriarca Ignazio IV Hazim, falecido dia 5 do corrente, aos 92 anos.

Temos a responsabilidade de prosseguir, juntos, o nosso caminho para manifestar de maneira ainda mais visível a realidade espiritual da comunhão, embora ainda incompleta, que já nos une, afirma o Papa.

Em seguida, Bento XVI faz votos de que as relações entre Patriarcado greco-ortodoxo e Igreja Católica se desenvolvam ulteriormente mediante formas de colaboração frutuosa e o prosseguimento do compromisso a resolver as questões que ainda dividem.

Para tal fim, o Santo Padre confia na participação ativa e construtiva nos trabalhos da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa em seu conjunto.

Por fim, assegurando as suas orações ao novo Patriarca, Bento XVI eleva a sua invocação a Cristo a fim de que conceda consolação às vítimas da violência no Oriente Médio e inspire cada um a gestos de paz. (RL)

Comentário Cristo em breve virá: O Ecumenismo avança com maior determinação nos lugares onde ocorrem os maiores conflitos políticos. A Palestina é um verdadeiro barril de pólvora. Ali a instabilidade é constante. O povo clama por paz. E as igrejas se organizam para esse fim. Quanto mais conflitos, maior será o clamor pela paz e segurança, e mais isto favorece o Ecumenismo.

Terremoto de 7.5 graus na costa do Alasca gera alerta de tsunami

Um terremoto de 7.5 graus na Escala Richter atingiu a costa do Estado americano do Alasca na manhã deste sábado, informa o USGS, serviço geológico dos EUA. Inicialmente, as informações da entidade apontavam que o tremor era de 7.7 graus de magnitude. Até o momento não há informações sobre vítimas ou danos na região.

O forte tremor foi registrado às 6h58 (horário de Brasília) e teve epicentro localizado a 106 km da cidade de Craig, com profundidade de 9.9 km, segundo informações do USGS. Alertas de tsunami chegaram a ser emitidos para o Alasca e para o Estado canadense da Colúmbia Britânica, mas foram posteriormente cancelados.

"Os dados sobre o nível do mar indicam que um tsunami foi gerado", informou o centro americano de advertências de tsunamis para o Pacífico em um comunicado. O órgão acrescentou que o tsunami poderia "causar destruição na costa próxima ao epicentro".

De acordo com o centro, esperava-se que as ondas atingissem primeiramente Langara, na Colúmbia Britânica, e depois rumassem para norte e oeste, possivelmente atingindo até a localidade de Homer, na península do Kenai, no Alasca, mas concluiu-se que elas não representavam uma ameça.

Autoridades de Sitka, no sul do Alasca, chegaram a iniciar a retirada de moradores de áreas baixas, segundo a estação local de rádio KCAW.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Vaticano trabalha para parar as compras de domingo na Itália

CIDADE DO VATICANO (RNS) A Igreja Católica Romana, os sindicatos e as associações de pequenos negócios uniram forças em uma tentativa de salvar os domingos.

Em uma tentativa de estimular o crescimento econômico, o primeiro-ministro italiano de saída, Mario Monti, apoiou uma nova lei que permite que as lojas fiquem abertas no "dia de descanso".

Mas as tradições dominicais são fortes nos países europeus, e a mudança provocou forte resistência de grupos religiosos e seculares.

No mês passado, uma associação italiana de proprietários de lojas e a conferência Episcopal Católica do país lançou uma campanha para "libertar os domingos". Eles pretendem reunir as 50 mil assinaturas necessárias para tentar revogar a lei de liberalização das compras.

Confesercenti, a associação dos proprietários de lojas, teme que as pequenas lojas locais - a espinha dorsal do setor de varejo italiano - serão esmagadas pelos grandes retalhistas e pelos mercados de estilo americano.

O problema se estende para além da Itália. Em Bruxelas, dezenas de grupos religiosos - incluindo a Igreja Católica - sindicatos e associações empresariais de 27 países formaram a "Aliança Europeia do domingo" para pressionar a União Europeia para manter o domingo como dia de descanso ao largo do continente, pelo menos em princípio.

Johanna Touzel, porta-voz da aliança, disse que manter o domingo separado não é necessariamente uma questão religiosa, e não discriminatória em relação a judeus e muçulmanos. "Precisamos de um dia em que todos possam descansar - esta é a origem do Shabat. E, de fato, até mesmo organizações muçulmanas nos apoiam."

Para a Igreja Católica, manter domingos livres de preocupações comerciais e de trabalho é de conseqüências maiores do que a economia.

O reverendo Marco Scattolon de Camposampiero, Itália, tornou-se uma celebridade instantânea quando rotulou as compras de domingo um pecado e pediu a seus paroquianos a fazer penitência por ele. Domingos, ele disse ao jornal Corriere del Veneto, são importantes ", não apenas no sentido religioso". "Eles são uma das poucas ocasiões deixadas para as famílias estarem juntas."

Bispo Antonio Mattiazzo de Pádua ficou do lado de Scattolon enquanto outros bispos publicamente assinaram a campanha da Confesercenti.

"O amplo consenso na oposição de abertura no domingo mostra que ter um dia de descanso semanal comum é algo que beneficia a todos, e não apenas os crentes", diz Luca Diotallevi, um sociólogo católico que aconselha os bispos da Itália sobre questões sociais. "Domingo não tem apenas um valor social, mas teológico também: O homem precisa ter um dia santo."

Outros vão ainda mais longe na argumentação para o trabalho livre de domingo.

Mimmo Muolo, jornalista oficial do jornal católico Avvenire da Itália, em seu recente livro, "Le feste scippate" ("As Férias roubadas"), argumenta que "o ciclo 24/7 do varejo reintroduziu um sistema de escravos e senhores." Ele disse que os funcionários que não têm escolha, senão trabalhar aos domingos - e, portanto, não tem tempo para a família e outras atividades sociais - são "escravos de domingo."

Pelo menos na Itália, há sinais de que poucas empresas tomaram vantagem da reforma.

Antes da corrida habitual de compras de Natal entrar em ação, era difícil encontrar lojas abertas aos domingos, fora das áreas turísticas dos centros urbanos.

"É inútil, porque as pessoas não têm dinheiro suficiente para gastar", diz Anna Lucentini, 35, vendedora em uma das mais movimentadas ruas comerciais de Roma.

Ela diz que o único resultado da reforma de abertura aos domingos, é que os funcionários terão de trabalhar mais a pedido de seus patrões. "Na Itália, os que ainda têm um emprego têm medo de perdê-lo e assim deixa-se ser explorado sem reclamar."

Assim, a oposição à liberalização dos horários de abertura de lojas está ganhando alguma simpatia inesperada para a igreja. Lorena Vargas, 21, acabou de aprender sobre a campanha apoiada pelos bispos. "Pela primeira vez, a igreja está fazendo uma coisa boa", diz ela. "Eu poderia até mesmo começar a ir à missa".

(Tradução livre)

Fonte - Religion News

Nota DDP: Percebe-se com certa facilidade que os temas que possibilitam a adoção em larga escala do domingo como dia de descanso são cada vez mais factíveis nos dias difíceis que vivemos, seja no âmbito social, seja econômico e, inclusive, ecológico. O post supra demonstra isso.

Ano de 2012 bateu recordes de temperatura e degelo extremo

Em 2012 ocorreram fenômenos climáticos extremos em todo o mundo, sobretudo no hemisfério norte, com grandes ondas de calor e de frio e um degelo sem precedentes do gelo ártico, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

O ano começou com um episódio do fenômeno climático La Niña de intensidade moderada, que provocou o resfriamento extremo do clima e continuou com um aumento importante das temperaturas a partir de abril, informou a agência especializada da ONU.

Apesar dos fenômenos climáticos El Niño e La Niña, que incidiram nas temperaturas, continua "a tendência geral de aquecimento global de longo prazo, imputável às mudanças climáticas antrópicas", isto é, relacionadas com a ação humana, explicou o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud.

"Queremos que esta informação seja levada em conta em Doha", acrescentou em alusão à conferência que, de segunda-feira até 7 de dezembro reúne 190 países para decidir sobre o futuro do Protocolo de Kyoto e estabelecer as bases de um grande acordo para 2015. O protocolo, assinado em 2007, é o único tratado legal que fixa os objetivos cifrados para reduzir a emissão de gases causadores de efeito estufa.

Segundo o relatório da OMM, o período 2001-2011 já tinha sido o mais quente registrado e a tendência dos primeiros meses deste ano apontavam a que "2012 não será uma exceção à regra", indicou a organização.

De janeiro a outubro vivemos o período mais quente compreendido nestes meses desde que começaram os registros em 1850, explicou a agência da ONU, com temperaturas mundiais na superfície do oceano e em terra superiores em 0,45 °C à média de 14,2 °C do período 1961-1990.

Outras consequências do aquecimento global são o degelo da calota do Ártico, que em 16 de setembro alcançou sua menor extensão anual (3,41 milhões de quilômetros quadrados) desde que começaram os registros por satélite. Estes dados confirmam os publicados em setembro pelo NSDIC, centro americano especializado em gelo e neve.

A calota de gelo do Ártico perdeu, assim, um total de 11,83 milhões de quilômetros quadrados entre março e setembro. Além disso, a extensão mínima de 2012 foi 49% inferior (cerca de 3,3 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente à superfície da Índia) na média mínima do período 1979-2000.

"A extensão de gelo marinho no Ártico alcançou um novo mínimo. A velocidade alarmante com que está ocorrendo o degelo nesta região este ano, dando destaque às profundas mudanças que estão ocorrendo nos oceanos e na biosfera", disse Jarraud.

Seu veredicto é severo: "as mudanças climáticas estão ocorrendo diante dos nossos olhos e continuarão assim como consequência da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, que aumentou de forma constante e voltou a alcançar novos recordes".

Em 2012 também foram registrados outros fenômenos extremos. Na bacia do Atlântico, por exemplo, a atividade da temporada de furacões foi superior à média pelo terceiro ano consecutivo, com 19 tempestades, das quais dez alcançaram a categoria de furacões, como foi o caso de Sandy, que provocou estragos nos Estados Unidos e no Caribe.

O ano também foi marcado por grandes nevascas e temperaturas extremas entre o final de janeiro e meados de fevereiro, sobretudo na Rússia e na Europa, com temperaturas que despencaram até - 50ºC, um frio que, segundo o secretário-geral da agência da ONU, "pode estar relacionado com o degelo no Ártico".

As cifras definitivas sobre o clima em 2012 serão publicadas em março de 2013.

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012

Em 2012 105 mil cristãos foram mortos devido a perseguição religiosa imposta em alguns países do mundo. O alerta mundial sobre esta estimativa aterrorizante partiu do sociólogo Massimo Introvigne que é coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália.

“Se estima que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso, isto é, um morto a cada 5 minutos”, disse.

Introvigne cita as áreas de risco e mostra que são países regidos pelas leis islâmicas. “As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é forte a presença do fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali”, disse.

Outros países citados foram o Paquistão e o Egito onde há algumas áreas de risco onde os cristãos correm riscos de morte. Na Coreia do Norte e na Índia também tiveram casos de perseguição e morte a cristãos.

Neste grupo identificado como cristão há tanto evangélicos, como católicos e coptas. Uma quantidade de assassinados que o sociólogo chamou de “proporções horríveis” que muitos veículos de comunicação com poder mundial não chegam a noticiar.

Tempestade tropical deixa 20 mortos nas Filipinas

As autoridades filipinas elevaram neste domingo para 20 o número de mortos causados pela tempestade Wukong em sua passagem pelo país no dia do Natal e quase três semanas depois que um tufão fez mais de mil vítimas.

Em uma nota o departamento de Defesa Civil assinalou que outros nove corpos foram achados pelas equipes de socorro na ilha de Panay, a oeste e na região central do arquipélago atingido com força pela tempestade.

Wukong, que os filipinos chamam Quinta, deixou cerca de 23 mil pessoas sem casa. Os desabrigados estão amparados em diversos albergues temporários montados pelas autoridades.

A temporada de tufões nas Filipinas, que começa em geral em junho e termina em novembro, atrai todos os anos entre 15 e 20 tufões.

Abismo fiscal nos Estados Unidos

Para o dia primeiro de janeiro de 2013 está engatilhada uma nova crise nos Estados Unidos da América, conhecida por “abismo fiscal”. O presidente George Herbert Walker Bush, em 1991 estabeleceu um alívio fiscal para durar até 31 de dezembro de 2012. Portanto, no final deste ano esse alívio, ou desconto de impostos para muitas pessoas termina. Isso quer dizer que aumentarão os impostos a serem reconhecidos pelo governo federal. Parece bom para o Estado americano, porém, é exatamente o contrário.

Os EUA estão endividados e sua dívida só aumenta, principalmente por causa das guerras e do desembolso do estado para salvar bancos em 2008, evitando o colapso do efeito “suprime” de milhões de famílias endividadas. Há outros problemas drenando recursos públicos, como a previdência social. Então, o fim das isenções de alguns impostos parece coisa boa. No entanto, essa situação gerará um enxugamento de dinheiro para as pessoas gastarem em suas compras, da ordem de 600 bilhões de dólares. Se a economia do maior país do mundo não vai bem, esteve perto de graves problemas nos últimos anos que a poderiam levar ao colapso, agora, mais uma vez, se depara diante de outra possibilidade de recessão.

A gigantesca máquina de produção e consumo americana vem a cada poucos anos enfrentando desafios quase tão grandes quando seu poderio de superá-los. Aproxima-se o dia em que tal desafio, seja por causa de seu tamanho, seja por desavenças políticas, seja por causa do decreto dominical, tragará a economia desse país e do munto inteiro. É momento, não de consumismo, mas de alertar o mundo para o maior de todos os eventos, a volta de JESUS.

Bento XVI pede 'união' de religiões para solucionar conflitos

CIDADE DO VATICANO, 28 DEZ (ANSA) - O papa Bento XVI destacou a necessidade dos "discípulos de Cristo" demonstrarem "união" para que o mundo acredite na mensagem de amor, paz e reconciliação do Evangelho e, assim, possa evitar conflitos, como os do Oriente Médio.

O apelo foi feito em uma mensagem enviada pelo Papa ao novo patriarca grego ortodoxo de Antioquia e Oriente, Yuhanna el Yazigi, eleito no último dia 17 de dezembro. Ele sucede Ignacio IV Hazim, morto no dia 5.

"Nós temos a responsabilidade de seguirmos juntos no caminho de manifestar, de uma maneira ainda mais visível, a realidade espiritual da comunhão", disse Bento XVI.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Ban afirma que união é a chave para atingir as Metas do Milênio

No Dia Internacional da Solidariedade, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que a união é a chave para alcançar as Metas do Desenvolvimento do Milênio.

Em comunicado, Ban afirmou que os benefícios dessa cooperação podem ser vistos na redução da pobreza e nos avanços das liberdades democráticas.

Transição

O Secretário-Geral afirmou que o Dia da Solidariedade, este ano, acontece num momento de uma dramática transição. Ban disse que os povos no mundo estão exigindo mais liberdade política, responsabilidade e igualdade.

Segundo ele, a interdependência global está aumentando e o mundo pode criar soluções para um futuro mais seguro, sustentável e próspero se agir como um só.

Solidariedade

Ban Ki-moon declarou que a solidariedade é crucial para resolver problemas. Um exemplo disso, para ele, foi a coesão dos países vista na Conferência sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho.

O Secretário-Geral afirmou que governos, sociedade civil e setor privado se uniram e concordaram em promover um futuro econômico, social e ambiental sustentável.

Agenda

Ban pediu aos países que intensifiquem os esforços para o cumprimeto das Metas de Desenvolvimento do Milênio até 2015. Os objetivos foram estipulados em 2000 por governos e organizações para reduzir a pobreza.

O Secretário-Geral falou também da importância do lançamento das bases da agenda das Metas do Milênio pós 2015. O processo, segundo ele, busca incluir as ideias de especialistas e do cidadão comum.

Fonte - Radio ONU

Vaticano controla indiretamente os partidos italianos

O jornalista Gianluigi Nuzzi ocupa-se da política interna do Vaticano desde 2008 e foi o responsável pelas denúncias que desencadearam o escândalo que ficou conhecido como VatiLeaks, o vazamento de documentos secretos da Santa Sé. O resultado de suas investigações e entrevistas sobre o assunto foi o livro Sua Santitá (Sua Santidade, em português), que chegou às livrarias brasileiras no mês passado. No Vaticano, o caso culminou com a prisão do mordomo do papa, Paolo Gabriele, uma das fontes do jornalista.

Em entrevista ao site de VEJA, Nuzzi disse que é impensável chegar ao poder na Itália sem boas relações com a Igreja Católica. “O Vaticano controla transversalmente todos os partidos italianos. Nenhuma nomeação, por exemplo, na Rai, a TV do estado, é possível sem o consenso do Vaticano. Imagine que com a publicação do meu livro eu recebi pedidos de entrevista do mundo todo, mas nenhuma do canal nacional”, afirma.
Para o jornalista, a Itália e o Vaticano "tem uma história compartilhada no presente como tinha no passado". "O atual governo, do premiê (Mário) Monti, tem um pacto de aço com o Vaticano". Segundo o escritor, a influência hoje se dá de diferentes maneiras, desde o apoio tácito da Igreja em troca de um afrouxamento de impostos, até sugestões sobre como o governo deveria lidar com políticas sociais, como a eutanásia e o casamento.

Fonte: VEJA

(Via @MinutoProfetico)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay

Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO, 21 Dez (Reuters) - O papa Bento 16, indicando o desejo do Vaticano de forjar alianças com outras religiões contra o casamento gay, disse nesta sexta-feira que a família estava ameaçada "em seus fundamentos" por tentativas de mudar a sua "verdadeira estrutura".

O papa fez a sua mais recente denúncia do casamento gay em um discurso de Natal para os funcionários do Vaticano, em que ele misturou religião, filosofia, antropologia e sociologia para ilustrar a posição da Igreja Católica Romana.

Ele colocou todo o peso em um estudo realizado pelo rabino-chefe da França sobre os efeitos que a legalização do casamento gay teria sobre as crianças e a sociedade.

"Não há como negar a crise que ameaça em seus fundamentos --especialmente no mundo ocidental", disse o papa, acrescentando que a família tinha de ser protegida porque é "o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana".

O papa de 85 anos de idade, falando no Salão Clementine do Palácio Apostólico do Vaticano, afirmou que a família estava sendo ameaçada por "uma compreensão falsa da liberdade" e um repúdio ao compromisso de toda a vida do casamento heterossexual.

"Quando tal compromisso é repudiado, as figuras-chave da existência humana igualmente desaparecem: pai, mãe, filho -- elementos essenciais da experiência de ser humano são perdidos", disse o líder de 1,2 bilhão de católicos do mundo.

O Vaticano partiu para a ofensiva em resposta às vitórias do casamento gay nos Estados Unidos e Europa, utilizando todas as oportunidades possíveis para denunciá-lo através de discursos papais ou editoriais em seu jornal ou na sua rádio.
...
Fonte - UOL

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Credores recomendam que Grécia reduza fim de semana

A Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o FMI, os principais credores da Grécia, pediram que o governo reduza o fim de semana como parte do termo de resgate do país. A demanda por aumentar o número de dias trabalhados foi revelada ontem pelo jornal britânico The Guardian [o mesmo que apoia o domingo como solução para o aquecimento global] na noite [de] quarta, que teve acesso a um documento no qual os credores insistiam numa reforma radical do mercado de trabalho. Ela envolve aumento no número de horas trabalhadas, horários flexíveis e salários menores. Os credores devem entregar no próximo mês um veredito sobre se a Grécia deverá permanecer ou não na zona do Euro.

Enviado na semana passada aos ministros gregos das Finanças e do Trabalho, recomenda ao governo estender a semana de trabalho ao fim de semana, fazendo com que todos os setores trabalhem seis dias. Também diz que os trabalhadores devem ter o horário de trabalho flexibilizado e que o tempo de descanso deve ser reduzido a 11 horas diárias. As instruções contidas no documento mantêm o foco nas reformas do mercado de trabalho, exigindo que a inspetoria nacional de trabalho seja radicalmente reformada e colocada sob supervisão europeia. [...]

Segundo carta, “o desemprego está alto demais, e são necessárias políticas para impedir que isso se torne estrutural”. O documento também pede que os custos não trabalhistas sejam reduzidos, que os benefícios sociais dos empregados sejam cortados e que uma desregulação do mercado de trabalho. [...]

(iG Notícias)

Nota Michelson Borges: Imagine o que pode acontecer se a crise (não apenas na Grécia) se aprofundar e a ideia de estender a semana de trabalho pegar (outras ideias também são aplicadas em tempos de crise). Pelo visto, não faltarão argumentos para a observância unicamente do domingo como dia descanso.

O fim do mundo: seis ficções e uma verdade

O cinema trata o fim do mundo como se fosse verdade. Uma verdade de duas horas. O espectador fica em suspense quando assiste “O Dia depois de Amanhã”. Quando o filme acaba, ele sai para comer como se não houvesse amanhã. Para Hollywood e para o vendedor de pipocas, o fim do mundo pode ser só ficção, mas o lucro é bem real.

Como os maias “agendaram” a destruição do planeta para o dia 21/12/12, vamos lembrar de seis ficções e uma verdade sobre o fim do mundo:

Ficção 1: Presságio

O começo: números e cálculos feitos por uma garota há mais de 50 anos são interpretados como previsões (acertadas) de catástrofes. O fim: aniquilação total. O lado religioso: em meio a várias referências bíblicas (4 cavaleiros, profecias), arruma-se até uma espécie de “nave de Noé”.

Ficção 2: O Fim do Mundo

O começo: cientista descobre que um planeta desgovernado atingirá a Terra. O fim: colisão de planetas. O lado religioso: uma arca de Noé espacial levará alguns habitantes sorteados para um lugar seguro.

Ficção 3: O Abrigo

O começo: um homem tenta avisar a todos sobre a iminente destruição. O fim: o apocalipse tarda mas não falha. O lado religioso: ninguém acredita na sua pregação. O filme pode ser um tanto enigmático, mas possui um subtexto teológico instigante.

Ficção 4: A Última Noite

O começo já é o fim: o mundo vai acabar à meia-noite do último dia do ano de 1999. O lado religioso: descrença geral. 6 horas antes do fim, alguns personagens se conformam e outros querem fazer tudo o que não fizeram antes na vida. "Quando o Filho do Homem vier, achará fé na Terra?"

Ficção 5: 2012

O começo: a profecia dos maias vai se cumprir no dia marcado. O fim: monumentos (e grande parte da população) não sobrevivem. O lado religioso: os que sobreviveram vão recomeçar a vida numa nova região que se formou após a catástrofe planetária. O apocalipse e o gênesis sem a intervenção de Deus.

Ficção 6: Deixados para Trás

O começo: após o arrebatamento dos fiéis, o mundo é entregue ao Anticristo. O fim: a interpretação teológica de Tim LaHaye é mesmo o fim. O lado religioso: o filme dá uma requentada numa teoria (Arrebatamento Secreto) surgida em 1827 e se torna o engodo mais lucrativo do cinema evangélico norte-americano.

Verdade 1: O livro do Apocalipse

Lido apressadamente, esse livro parece uma história mítica e tremendamente excludente. Mas, lido com acuidade, o Apocalipse também pode ser visto como uma história de amor. É que, com relação ao juízo divino, o amor vem junto com a justiça. Por isso, para quem não crê, soa terrível. Para quem crê, soa esperançoso. Mas atenção: segundo a Bíblia (Mateus 7), até para quem diz crer pode não haver um final feliz.

As variações do fim do mundo contadas por livros e filmes vão da melancolia ao escárnio. Banalizado por descrentes e desacreditado por causa de fanáticos marcadores de datas, o fim do mundo, pelo menos de acordo com a Bíblia, representa um novo começo. Como você faria se quisesse entender seriamente qualquer assunto, sugiro que o leitor procure os especialistas e teólogos que tratam do tema como uma verdade coerente.

É incrível como Hollywood nunca pretendeu filmar a versão bíblica do apocalipse. Uma história de grandes conflitos, esperança e concretização de antigas profecias: se os cristãos não proclamarem corretamente, as pedras hollywoodianas clamarão?

Fonte - Nota na pauta

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Como o massacre de Newtown mudará o debate sobre armas nos EUA?

O massacre na escola de Newtown, Connecticut, horrorizou os EUA. Mas que impacto, se é que haverá algum, isso terá no debate sobre as leis de armas no país?

Até numa nação com um histórico de ataques a tiros - Columbine, Virginia Tech, Aurora e muitos outros -, as mortes de 20 crianças na Escola Sandy Hook são particularmente chocantes.

A tragédia reabre o debate sobre mais controle na venda de armas. Logo depois do massacre, o presidente Barack Obama pediu "ações significativas", acrescentando: "Como país, passamos por isto vezes demais".

Segundo um estudo de julho da revista de esquerda Mother Jones de 62 massacres ocorridos no país desde 1982, 75% das 139 armas usadas pelos atiradores haviam sido obtidas legalmente. Dessas, mais de 60 eram semiautomáticas e mais de 30 eram armas de combate.

Mas num país com estimados 300 milhões de armas, onde o direito de portá-las é mencionado na Constituição, defensores do controle de armas estão cansados de advogar que uma mudança é possível.
...

A igreja verdadeira profeticamente identificada na Bíblia

Esquema de estudo – Prof. Sikberto R. Marks

1. Surgimento

- Há três versos na Bíblia que falam a mesma coisa, identificando a igreja verdadeira: Isa. 8:20; Apoc. 12:17; Apoc. 14:12., tratam do testemunho e da lei, que identifica o povo de DEUS.
- À Lei e ao Testemunho: as duas características básicas da igreja verdadeira (Isa. 8:20)
- Tempo determinado profeticamente: Daniel 8:14 – 2.300 anos: 457-1844, purificação do santuário (juízo) (457 aC – 1844 dC); – profeticamente nesse ano JESUS entra no santíssimo, torna-Se juiz, purifica o Santuário, como no dia da expiação. A única igreja que prega sobre o juízo, as três mensagens angélicas é a IASD (7ª igreja), que guarda os Mandamentos e tem a fé de JESUS (Bíblia e Espírito de Profecia). Em 22 de outubro de 1844 confirmou-se a profecia de Apoc. 10:8-11, sobre o livro de Daniel (Dan. 8:14) quando dias antes desta data pensavam que JESUS voltaria, isto lhes foi doce, mas no dia seguinte, o erro lhes foi amargo. Então, estudando mais ainda, surgiu a IASD.
- Apoc. 14:6 a 12, a igreja que prega “adorai aquele que fez” (ver Êxo. 20:11 – “porque em seis dias Ele fez…” + Gên. 2:1-3: o sábado é porque Ele fez, não porque ressuscitou); caiu babilônia; sinal e adoração a besta; perseverança dos que guardam os mandamentos e a fé;
- Mar. 2:27 – Sábado por causa da criação do homem, portanto, o domingo não é santo por causa da ressurreição, o sábado foi destacado por causa da criação do homem;
- A igreja que guarda os mandamentos e tem o testemunho de JESUS: Apoc. 12:17que é o Espírito de Profecia Apoc. 19:10;
- Passa no teste de Elias: Isa. 8:20, à Lei e ao testemunho… + João 5:39, examinais as escrituras e está de acordo com doutrina dos apóstolos (Atos 2:42)
- É a que cumpre o “ide” de JESUS de ensinar a guardar todas as coisas que Eu vos tenho ordenado (Mat. 28:19 e 20)
- Sétima igreja, e última na sucessão de Apocalipse (Apoc. 3:14 a 21), os vencedores em cada igreja, vencerão como Ele venceu (Apoc. 17:14); 
 
Obs: JESUS, morreu na sexta, descansou sábado, ressuscitou domingo (Luc. 23:54-56), e nada disse sobre a necessidade de mudança, e Ele é o legislador (Tiago 4:12)
Identificação da igreja verdadeira: à Lei e ao Testemunho (Bíblia e Espírito de Profecia) conforme Isa 8:20; Apoc. 14:12 + 12:17 + 19:10: Lei + Testemunho e Espírito de Profecia = fé de JESUS)

2. A verdadeira igreja, características: 

- Baluarte da verdade: I Tim. 3:15
- Guarda todos os mandamentos: Mateus 19:17; Tiago 2:10 + Mat. 5:19; Apoc 12:17; 14:12 (+ Sal 119:86 e 151; Ecle. 12:13-14).
- É conhecida pelos seus frutos: Mat. 7:16
- Está de acordo com a doutrina dos apóstolos: Atos 2:42
- Ama a DEUS obedecendo os mandamentos: Rom. 13:9 e 10; João 14:15 e 21-24; 15:7-10; I João 2:3, 4 a 6; 3:24; 5:3.
- O mandamento que é também antigo: I João 2:7; II João 5 e 6;
- Tem a Lei de DEUS escrita no coração: II Cor. 3:3;
- Serão salvos porque fazem a vontade do Pai: Mat. 7:21. 
3. Obedece os Dez Mandamentos da Bíblia, não de outra origem

O sábado no Novo Testamento:

- Mat. 12:8 – O Senhor do sábado
- Mat. 12:1-14 – prática do sábado
- Mat. 24:20 – não fugir no sábado
- Mat. 27:62 – sexta-feira, dia preparação
- Mat. 28:1 – não foram ao sepulcro no sábado
- Marc. 2:27-28 – O Senhor do sábado
- Marc. 15:42 e 16:1 – sexta, preparação
- Luc. 6:5 – O Senhor do sábado
- Luc. 23:54 e 56 – sábado descansaram
- João 19:31 – sexta, preparação
- Heb. 4:4 e 10 – descanso no sábado
Culto sábados pelos apóstolos: Atos 13:14; 27; 42; 44; 16:13; 17:2; 18:4; II Cor. 3:3; Heb. 4:4

Lei no Novo Testamento: Mat. 5:17 a 19 (vim cumprir) + Tiago 2:10-12 e 4:11-12 e 1:25 (toda lei); II Cor. 3:3; I João 2:3-6; 3:24; 5:3; II João 6 

4. O que fazer ao descobrir que está no caminho errado?

Sai dela: Apoc. 18:4

Nem DEUS, nem JESUS, nem os anjos, nem os profetas, nem os apóstolos, nem Maria mãe de JESUS, nem o Velho ou o Novo testamento, nem qualquer adorador que seguiu de perto a Bíblia fez alguma menção sobre a mudança do sábado para o domingo.

Fonte - Cristo Voltará

Patriarcado de Moscou defende união entre cristãos ortodoxos e muçulmanos para combater extremismo

O presidente do departamento de Relações Exteriores do Patriarcado de Moscou, metropolita Hilarion, defendeu uma aliança entre cristãos ortodoxos e muçulmanos para combater o extremismo islâmico na Rússia e no Oriente Médio. O apelo foi lançado durante o programa “Igreja e Mundo”, na TV Rossiya 24, do qual participou também o mufti Farid Salman.

O metropolita Hilarion definiu o wahabismo como uma “ameaça muito séria”, advertindo que está em curso uma guerra não declarada contra o Islã tradicional no Cáucaso setentrional russo e contra o cristianismo no Oriente Médio. A razão é a “intolerância religiosa”. O representante da Igreja ortodoxa-russa denunciou os extremistas islâmicos como “gente guiada pelo diabo e não pela fé”.

Durante a entrevista, Hilarion recordou a série de atentados contra expoentes muçulmanos ocorridos recentemente no Cáucaso e no Sul da Rússia, afirmando que estes atos são cometidos com o objetivo de “dividir a nossa sociedade e destruir a paz religiosa construída ao longo dos séculos”.

Por sua vez, o mufti Salman, teólogo muito conhecido na Rússia, incentivou a criação de uma “união estratégica entre fé ortodoxa e islã tradicional”, destacando que também são necessários esforços comuns por parte do Estado e das instituições religiosas tradicionais para combater o wahabismo que professa falsos ensinamentos e é somente uma seita totalitária”. (JE)

Fonte: http://pt.radiovaticana.va/bra/articolo.asp?c=646598

Comentário Cristo Voltará: É a grande motivação, a busca da paz, via união das religiões e suas igrejas. Esse movimento está atraindo a atenção e o interesse principalmente dos políticos e dos grandes empresários, que perdem muito em tempos de agitação social.

Religiosas anglicanas serão acolhidas na Igreja católica

Wantage (RV) – No próximo dia 11 de Janeiro, 11 religiosas anglicanas da Comunidade de Saint Mary the Virgin (CMSV), em Wantage, Oxfordshire, entrarão em plena comunhão com a Igreja Católica. As religiosas, entre as quais a superiora da comunidade, Madre Winsome, serão acolhidas no Ordinariato Católico de Nossa Senhora de Walsingham, instituído em 2010, segundo estabelecido pela Constituição Apostólica “Anglicanorum Coetibus”, de Bento XVI, em resposta ao pedido de alguns anglicanos de entrar em plena comunhão com Roma. A estas se somará a irmã Carolyne Joseph, ex-membro da Sociedade de Santa Margarete de Walsingham.

Pode ler mais em: http://pt.radiovaticana.va/bra/articolo.asp?c=647436

Comentário Cristo Voltará: A igreja anglicana, da Inglaterra, aos poucos, vai retornando à igreja mãe, a Católica Apostólica Romana. É o Ecumenismo avançando, embora lentamente.

Mísseis na Turquia podem causar "guerra mundial"

A planejada instalação de mísseis Patriot da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na fronteira da Turquia com a Síria poderia levar a uma "guerra mundial", que ameaçaria a Europa, disse um comandante militar do Irã neste sábado, segundo agência de notícias do país.

A Turquia pediu à Otan o sistema Patriot, desenhado para interceptar mísseis, em novembro. O objetivo é fortalecer a segurança na fronteira, depois que artilharia proveniente do conflito civil sírio chegou a território turco.

O general Hassan Firouzabadi, chefe das Forças Armadas iranianas, afirmou que o país deseja que a sua vizinha Turquia se sinta segura, mas fez um chamado para a Otan não instalar Patriots no país que também faz fronteira com o Irã.

"Cada um desses Patriots é uma marca negra no mapa mundial, e é destinado a causar uma guerra mundial", afirmou Firouzabadi, segundo agência de notícias iraniana. "Eles estão planejando uma guerra mundial, e isso é muito perigoso para o futuro da humanidade e para o futuro da própria Europa."

O Irã é aliado do presidente sírio, Bashar al-Assad, que enfrenta 21 meses de rebelião interna contra o seu governo. Potências ocidentais já reconheceram formalmente a coalizão de oposição da Síria.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, assinou na sexta-feira uma ordem para enviar duas baterias de mísseis Patriot para a Turquia, junto com técnicos para operá-las, seguindo passos tomados pela Alemanha e a Holanda.

Autoridades do Irã, como o porta-voz do Parlamento, Ali Larijani, já disseram que a instalação dos mísseis aumentaria a instabilidade do Oriente Médio. O porta-voz do Ministério do Exterior já havia afirmado que os Patriot só piorariam o conflito na Síria.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Clima extremo é o novo normal

Ban Ki-moon afirmou em Conferência do Clima que sinais de mudança estão aparentes em todo lugar e "dos Estados Unidos à Índia, da Ucrânia ao Brasil, a seca dizimou lavouras"

O clima extremo é o novo normal e representa uma ameaça à raça humana, disse na terça-feira o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, enquanto tentava reviver as negociações globais para combater a mudança climática, atualmente em um impasse.

A intervenção de Ban ocorre em um momento em que os esforços para aprovar uma ampliação simbólica do Protocolo de Kyoto parecem vacilar. O Protocolo de Kyoto é um tratado que obriga cerca de 35 países desenvolvidos a cortar suas emissões de gases de efeito estufa.

Em um discurso feito aos representantes de quase 200 países reunidos em Doha, Ban afirmou que o degelo do Ártico que deve atingir um nível recorde este ano , as supertempestades e a elevação do nível das marés são sinais de uma crise.

"O anormal é o novo normal", disse ele aos delegados presentes ao encontro iniciado em 26 de novembro que segue até 7 de dezembro. Ele afirmou que os sinais de mudança estão aparentes em todo lugar e "dos Estados Unidos à Índia, da Ucrânia ao Brasil , a seca dizimou lavouras essenciais no mundo".

"Ninguém está imune à mudança climática --rico ou pobre. Esse é um desafio existencial para toda a raça humana, nosso modo de vida, nossos planos para o futuro", afirmou ele.
...
Fonte - iG

Mesmo com resfriamento, 2012 deve bater recorde de calor

Relatório diz que ano registrou intensos fenômenos climáticos pelo mundo.
Hemisfério Norte foi região que mais sofreu com distúrbios do clima.


Os dez primeiros meses de 2012 já são considerados como o nono período mais quente desde que as medições começaram a ser feitas, na segunda metade do século 19, mesmo com a ocorrência do fenômeno La Niña, responsável pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico.

As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (28) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), que lançou novo relatório devido à realização da conferência climática da ONU, a COP 18, em Doha, no Qatar.

De acordo com o documento, o ano de 2012 deve registrar novo recorde de calor até o seu final e já ficou marcado pela ocorrência de fenômenos climáticos extremos em todo o mundo, principalmente no Hemisfério Norte, que sofreu com grandes ondas de frio, de calor, além de um degelo do Ártico sem precedentes.

"A extensão do gelo do Ártico atingiu um novo recorde negativo. A taxa alarmante do degelo deste ano destaca as profundas mudanças que ocorrem nos oceanos e na biosfera", disse Michel Jarraud, chefe da OMM.

O Centro Nacional da Neve e do Gelo dos Estados Unidos (NSIDC, na sigla em inglês) anunciou que em 16 de setembro o território congelado do Ártico era de 3,41 milhões de km², número muito menor se comparado ao último recorde negativo registrado em 2007, quando restaram apenas 4,17 milhões km² (houve perda de 760 mil km² a mais que naquele ano).

No geral, houve uma perda de 11,8 milhões de km² desde 20 de março deste ano – considerada pelos cientistas a maior perda de gelo durante um verão detectada por satélites.

Fonte - G1

“O Irão é um vulcão que pode explodir a qualquer momento”

Shirin Ebadi, vencedora do prémio Nobel da Paz de 2003, pelo seu trabalho enquanto advogada pelos Direitos Humanos no Irão, foi nesta quarta-feira a Estrasburgo receber o prémio Sakharov em nome da galardoada Nasrin Sotoudeh.

Em entrevista ao PÚBLICO, Shirin Ebadi fala de um Irão prestes a “explodir violentamente” numa revolta que poderá levar a “uma mudança efectiva [que] terá sempre origem na sociedade”.

No discurso de aceitação do prémio Sakharov por Nasrin Sotoudeh, lido por si hoje no Parlamento Europeu, lia-se uma mensagem de alguma esperança na possibilidade de haver uma mudança no Irão em breve. Nasrin Sotoudeh usou o exemplo da África do Sul de Nelson Mandela e da Birmânia de Aung San Suu Kyi. Acha que esta esperança é realista?

O Irão é como um vulcão que pode explodir violentamente a qualquer momento e sem aviso. Por isso, não dá para marcar uma data ou definir um prazo quando falamos de questões que dependem da sociedade. Mas dá para fazer previsões, e, para isso, basta seguir a actualidade. E eu, muito sinceramente, penso que vai acontecer algo, vai haver uma mudança significativa, num futuro próximo.

Na África do Sul e na Birmânia, apesar da influência que a revolta popular e a pressão internacional tiveram, a derradeira alavanca para uma mudança efectiva foi política. Acredita que será este o caso no Irão, ou a explosão de que fala será das massas, como na Primavera Árabe?

Na Primavera Árabe, os islamistas tornaram-se muito poderosos, conseguiram, nalguns casos, tomar as rédeas de todo o processo, e isso é algo que representa um verdadeiro desafio na região do Médio Oriente. Mas os iranianos sabem o que é um Governo religioso, eles sabem o que é viver num país com perseguição com base na religião. Eles sabem qual é o preço a pagar e, por isso, são muçulmanos ao mesmo tempo que são seculares. Posto isto, e salvaguardada esta diferença do Irão em relação aos países em que a Primavera Árabe teve efeito, uma mudança efectiva no Irão terá sempre origem na sociedade.

Acha que a atribuição do prémio Sakharov a dois iranianos, tal como quando a galardoaram em 2003 com o prémio Nobel da Paz, produz algum efeito no iraniano comum?

O povo iraniano está muito ciente deste prémio, e, graças à língua persa, que é uma das mais usadas na Internet, este acontecimento é assimilado e celebrado por muitos iranianos. Estes prémios têm um grande efeito no iraniano comum, porque é aqui que ele se apercebe de que o mundo não se esqueceu dele. É uma maneira de ele ficar a saber que o mundo olha para o seu país e que há muita gente a acompanhar a nossa situação. Com estes prémios, o iraniano comum fica a saber que há gente de todo mundo que está grata pela sua luta pela liberdade.

E acha que a comunidade intelectual do Irão, à qual pertencem Nasrin Sotoudeh e Jafar Panahi, está próxima do iraniano comum?

Repare que, apesar de terem sido eles os dois a ganharem o prémio Sakharov, e apesar de serem, de facto, parte de uma elite intelectual, a verdade é que a maior parte dos presos políticos no Irão não são intelectuais, não pertence necessariamente às letras, às artes e à ciência. Muitos deles são trabalhadores. Há 20 professores presos no Irão. E os estudantes são mais de 100.

O vencedor do Nobel da Literatura de 2012, o chinês Mo Yan, foi amplamente criticado por não ter feito referências políticas no seu discurso de aceitação do prémio. Como é que o compara a Jafar Panahi, que está em prisão domiciliária pelos seus filmes?

Não é necessário que todas as pessoas pensem o mesmo, e, apesar de várias liberdades serem inexistentes, a verdade é que todos temos direito a adoptarmos o estilo que quisermos perante os problemas dos nossos países. É uma escolha de Mo Yan. Não vou ser a impor-lhe a minha vontade.

Um terço dos americanos culpa Apocalipse por desastres naturais

Um terço dos americanos acredita que a intensidade dos desastres naturais recentes está relacionada com o Apocalipse descrito no Novo Testamento, segundo pesquisa publicada esta quinta-feira.

No entanto, muitos outros cidadãos culparam o aquecimento global pelo fenômeno, acrescentou a consulta.

Tentando explicar as inundações, o extremo calor e as ondas de frio, 36% dos americanos e 66% dos cristãos evangélicos se referiram ao fim do mundo, segundo esta pesquisa realizada pelo Instituto Público de Pesquisa Religiosa.

No entanto, 63% dos entrevistados culparam as mudanças no clima e 67% afirmaram que o governo deveria fazer mais para enfrentar este problema.

Por outro lado, cerca de 15% dos entrevistados disseram pensar que o mundo acabará durante seu tempo de vida e só 2% consideraram que o fim do mundo ocorrerá no próximo 21 de dezembro, como muitos acreditam que os maias previram.

Um total de 1.018 adultos participaram da pesquisa, realizada entre 5 e 9 de dezembro com margem de erro de 3,2%.

Fonte - Terra

"[Satanás] Estudou os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são pertubadores do povo..." O Grande Conflito, p. 589 e 590.

"Mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo". O Grande Conflito, p. 592

Mortes por tufão devem passar de 1,8 mil nas Filipinas

Há 906 mortos confirmados pelas autoridades, mas equipes de resgate têm pouca esperança de encontrar vivas 932 pessoas consideradas desaparecidas

As autoridades filipinas elevaram nesta sexta-feira a 1.838 o número de mortos e desaparecidos por consequência da passagem do tufão Bopha, que deixou um rastro de destruição no sul do país em 3 de dezembro. A última apuração aponta 906 mortos confirmados, mas as equipes de resgate têm poucas esperanças de encontrar com vida as 932 pessoas consideradas desaparecidas mais de uma semana depois do tufão ter arrasado plantações e dezenas de aldeias.

Segundo o Conselho Nacional de Prevenção e Resposta a Desastres, 2.660 pessoas ficaram feridas, e as inundações e os deslizamentos de terra danificaram cerca de 250.000 casas. Com 5,5 milhões de desabrigados, quase 60.000 pessoas são atendidas em abrigos, enquanto 760.000 requerem água e alimentos para sobreviver principalmente nas províncias de Davao Oriental e Compostela Valley.

ONGs e especialistas como o meteorologista Jeff Masters afirmam que a intensidade do Bopha se deve ao aquecimento incomum das águas do oceano por conta da mudança climática. Os efeitos devastadores se multiplicaram na devido à mudança climática e também ao desmatamento, segundo especialistas.

Cúpula – No entanto, tufões como Bopha ou a supertempestade Sandy, que atingiu os Estados Unidos no final de outubro, não serviram para que a Cúpula da ONU sobre Mudança Climática alcançasse um acordo mais ambicioso na semana passada em Doha, onde acordaram uma extensão do Protocolo de Kioto até 2020.

Juland Suazo, da ONG filipina Panalipdan, lembrou ainda que o desmatamento para dar passagem a explorações mineiras e plantações aumentou os efeitos devastadores das inundações e dos deslizamentos de terra.

Fonte - Veja

"Perplexo, mas não desanimado"

Quando penso nos 17 milhões de adventistas em comparação com os 7 bilhões de pessoas que vivem no complexo mosaico de ideologias e religiões do nosso planeta, quase perco o ânimo. Como levar o evangelho a esse labirinto de ideias, uma vez que, como igreja, somos um grãozinho de areia na imensa praia de necessidades e desafios deste mundo?

Como se isso não bastasse, existe outra coisa ainda mais preocupante: o contraste entre a igreja de hoje e a igreja descrita em Atos 2:42-47. Não me refiro à discrepância numérica, mas à intrigante diferença entre a condição espiritual da igreja de hoje e a da igreja apostólica.

Ao pensar nisso, lembro-me de um belo sermão que ouvi, em novembro de 1983, na All Souls Church, em Langham Place, Londres. O pregador foi John Stott, autor de mais de 50 livros, dentre eles Entenda a Bíblia, Cristianismo Básico e A Cruz de Cristo. O texto do sermão foi o de Atos 2:42-47: Os cristãos “perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam o pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.”

John Stott extraiu preciosas lições do texto acima, porém o que mais apreciei em sua mensagem foi a ênfase na necessidade de os cristãos modernos cultivarem o mesmo espírito de fraternidade da igreja nascente. Naquela noite, ao voltar para o Newbold College, ignorei as luzes de Londres e das cidades de meu itinerário, a fim de continuar refletindo na abnegação, no desprendimento e no espírito de serviço dos primeiros conversos ao cristianismo.

Hoje, vinte e nove anos depois, penso na minha igreja, em minha própria condição espiritual e vejo que estamos longe do padrão divino. Quanto desinteresse pelas coisas eternas! Por isso, a moderna versão de Atos 2:42-47 tem sabor laodiceano: Poucos membros da igreja perseveram na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. O temor de Deus está desaparecendo; são raros os milagres na experiência de pastores e líderes. Muitos membros estão desunidos e nada têm em comum. São relutantes em abrir mão de bens e propriedades em favor dos pobres e da igreja. Os templos, em sua maioria, estão vazios no domingo e na quarta-feira à noite. É escasso o espírito de solidariedade e serviço. Cada um vive para si. Por isso, é tímido o acréscimo de novos membros em comparação com o potencial dos 17 milhões de adventistas ao redor do mundo.

É por isso que estou perplexo. Estou triste porque essa mornidão espiritual virou rotina em nossos lares, nas igrejas e nos escritórios de nossas instituições. Como Deus está triste com essa mesmice! Se, por um lado, a complexidade da máquina da igreja impressiona por seu tamanho, por outro, frustra os observadores, por falta de viço espiritual.

Se você também não está feliz com essa condição de baixa espiritualidade da igreja, pense na experiência de Moisés no deserto de Midiã. Quarenta anos vivendo numa rotina sem graça, indo de um lado para outro, cuidando de ovelhas. Um dia, porém, Deus interrompeu a rotina daquele pastor fugitivo, que outrora fora príncipe na festiva corte egípcia. “Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo, no meio duma sarça” (Êx 3:2). Cheio de curiosidade, Moisés quis se aproximar da sarça, mas Deus lhe pediu que guardasse distância. Além disso, ordenou-lhe que tirasse as sandálias, porque aquele lugar era “terra santa” (v. 5). Finalmente, Deus o chamou para libertar do cativeiro egípcio o povo hebreu. Sentindo-se, porém, impotente, Moisés confessou: “Quem sou eu?” (v. 11). Então, o Senhor lhe respondeu: “Eu serei contigo.”

Agora, vou mudar meu discurso: Estou perplexo, mas não desanimado. Por quê? Porque o EU SOU que tirou Moisés da rotina e, séculos depois, transformou um punhado de apóstolos e crentes em pessoas consagradas, pode tirar da zona de conforto os 17 milhões de membros da minha igreja, capacitando-os para cumprir uma missão que, sem a intervenção divina, seria totalmente impossível!

Rubens Lessa - Editor da RA

Fonte - Revista Adventista (Dez/12)

Nota DDP: O artigo levanta duas condições de perplexidade e se foca na análise da segunda, que em certo sentido se confunde com a primeira. Somos 17 milhões (?), mas é incontestável que JAMAIS terminaremos a pregação no contexto atual (tente cruzar o gráfico do crescimento populacional com o da pregação do Evangelho). Graças a Deus a liderança da Igreja na pessoa do Pr. Ted Wilson percebeu e começou a pregar sobre esta realidade, afastando a pretensão de que somos capazes desta empreitada SEM o derramamento do Espírito Santo, com meros expedientes humanos para este fim.

Jesus diz que "o Evangelho será pregado", não portanto que nós o pregaremos, mas que ELE o pregará através daqueles que estiverem disponíveis, pelo poder do Santo Espírito. E quando isso acontecerá?

Quando o estado espiritual da Igreja for o de Atos 2:42-47.

Reavivados e reformados, livres do mundo e de suas distrações, algo impossível nestes dias com os rumos que o povo de Deus tomou, rumo aliás que basta olhar para história de Israel para entender. Infelizmente o sistema que conhecemos terá que desabar para isso acontecer e, quando acontecer, que Deus nos conceda poder para não virarmos estátuas de sal.
Related Posts with Thumbnails