quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Em busca de diálogo

Nesta semana, em uma tentativa de aproximação, uma carta aberta de acadêmicos muçulmanos para a comunidade judaica foi divulgada em Cambridge, na Inglaterra. Ela segue uma iniciativa semelhante que aconteceu em outubro de 2007.

No ano passado, 138 líderes muçulmanos escreveram a líderes cristãos propondo um diálogo formal baseado "nos mandamentos de Jesus de amar a Deus e amar uns aos outros". A princípio, o Vaticano reagiu friamente, mas, no fim, o Papa Bento XVI concordou em receber alguns dos signatários.

O pano de fundo da carta desta semana constitui um amplo esforço no sentido de procurar pontos de comunhão entre as religiões. Nos últimos anos, as diferenças teológicas entre os muçulmanos e judeus vêm sendo reforçadas por diferenças geopolíticas.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
O discurso de alinhamento dos segmentos religiosos se amplia a cada dia...

Colunista americana nega aquecimento global

Para Clarice Feldman, em 2007 o planeta deu sinais não de que esquentou mas de que esfriou, o que agora estaria sendo cientificamente comprovado.

Clarice Feldman lembra que no ano passado a China teve seu inverno mais frio em 100 anos, nevou pela primeira vez em Bagdá, e a quantidade de neve na América do Norte foi a maior em 50 anos. Ela diz ainda que o nível de gelo no mar Antártico bateu recordes, assim como o frio em lugares como México, Grécia, Irã, África do Sul e Brasil -- além de alguns estados norte-americanos.

A colunista norte-americana cita dados dos quatro principais centros de análise de temperatura de todo o mundo, segundo os quais a temperatura no planeta caiu consideravelmente em 2007, com uma queda de 0.65°C a 0.75°C. Seria a variação de temperatura mais rápida de que se tem registro -- para cima ou para baixo.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
Está aumentando ou está diminuindo? O consenso mundial diz que aumentando e, a intenção é fixar normas para conter esta "realidade".

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Os EUA e a religião

Americanos mudam de religião

De acordo com um estudo do Fórum Pew para Religião e Vida Pública, os norte-americanos estão trocando de religião como nunca antes, ou abandonando seus laços com denominações religiosas.

O estudo mostra que mais de quatro em cada dez adultos mudaram de religião ou abandonaram uma religião específica. É 44% da população adulta do país. A longa hegemonia dos protestantes nos EUA está em risco. Eles representam hoje 51% dos norte-americanos, e estão em vias de se tornarem minoria. O catolicismo é a segunda maior denominação religiosa do país.

De acordo com o estudo, 78,4% dos norte-americanos são cristãos, cerca de 5% pertencem a outras crenças, e 16,1% não são ligados a qualquer religião.

Fonte - Opinião e Notícia

Igreja Católica perde fiéis nos EUA

Mais de 25% dos adultos americanos trocaram a fé da infância por outra ou nenhuma religião, de acordo com uma nova pesquisa de afiliação religiosa do Fórum de Religião e Vida Pública, do centro Pew.

O relatório, intitulado "Pesquisa do cenário religioso americano", constata que todas as religiões estão a perder e a ganhar membros, mas a Igreja Católica "teve as maiores perdas como resultado de mudanças de filiação". A

Igreja Católica perdeu mais fiéis do que qualquer outro grupo: cerca de 1/3 dos entrevistados criados como católicos disseram que não se identificavam como tal.

A porcentagem de católicos na população norte-americana manteve-se estável em cerca de 25% por várias décadas. Todavia, essa porcentagem foi mantida graças ao grande número de imigrantes católicos, provenientes, sobretudo, da América Latina.

Dos adultos americanos, 16% dizem que não fazem parte de uma religião organizada, o que torna os não filiados o quarto maior "grupo religioso" do país. A pesquisa foi conduzida entre Maio e Agosto de 2007.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Um Papa americano seria capaz de resolver o problema? Seria interessante considerar novamente as idéias de um irmão que acompanha este blog em "O Sonho 1" e "O Sonho 2".

Você pensa que é livre?


Watching old movies makes me sad. I'm inevitably reminded of a kindlier, gentler world without cameras that spy on populations, where overseas travelling was pleasurable and privacy was an individual's right.

Nowadays, states are usurping responsibilities that are rightfully those of their citizens. Western so-called democracies, in particular, are supposed to have governments that are servants of the people, whereas, in fact, the opposite is true. Under the guise of doing what's best for us or ensuring our security, governments are exercising more and more control over our lives. And, tragically, we are facilitating this erosion of our own freedoms, mostly because we're not even aware it's happening.

The US and Britain are leading the pack in this encroaching Orwellian nightmare. "War is peace; Freedom is slavery; Ignorance is strength," wrote George Orwell in his book 1984. In recent years, they have waged wars in the name of peace, put entire populations under their thumb in the name of freedom while government spin and a compliant media serve to keep people ignorant about their leaders' true motives.

If we only knew we are being indoctrinated to offer up our personal freedoms to save ourselves from a horrible fate at the hands of nicotine, calories and Al Qaida. We are being taught to fear asylum seekers, climate change, crazed terrorists and even each other. Western governments are perfecting the politics of fear because fearful populaces will do their bidding without question and willingly subject themselves to control.
...
But Orwell's Nineteen Eighty-four isn't exactly where Britain is headed. The reality is a combination of Orwell's theories and those set-out in Aldous Huxley's Brave New World.

As the American author Neil Postman wrote in his book, Amusing Ourselves to Death, whereas "Orwell feared the truth would be concealed from us, Huxley feared the truth would be droned in a sea of irrelevance. Orwell feared we would become a captive culture. Huxley feared we would become a trivial culture" consumed by "an almost infinite appetite for distractions".

In a way they were both right. Unless we tear ourselves away from our pretty toys and distractions just long enough to remove our rose-coloured specs, freedom will be obsolete except as a slogan above the gate of the Ministry of Truth.

Fonte - Online Journal

Líderes cristãos europeus debatem sobre futuro do ecumenismo

LONDRES, terça-feira, 26 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Os progressos do movimento ecumênico e os desafios que deve enfrentar foram o centro da reflexão dos líderes cristãos europeus, no encontro anual da Comissão Conjunta do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE) e da Conferência das Igrejas Européias (KEK), que aconteceu em Londres de 21 a 24 de fevereiro.

«A necessidade de refletir sobre a reconfiguração do movimento ecumênico na Europa emergiu como uma preocupação», adverte um comunicado de imprensa recebido pela Zenit.

O presidente da KEK, Jean-Arnold de Clermont, sublinhou três desafios para o movimento: a globalização, que exige «aumentar a consciência ecumênica dos membros de nossas Igrejas», a secularização da Europa e a necessidade de repensar as estruturas da cooperação ecumênica entre as Igrejas européias, com vistas a um renovado testemunho comum, para oferecer «um sinal forte de que as Igrejas têm a vontade de mudar».
...
A Comissão Conjunta avaliou positivamente o encontro, sublinhando que «mostrou que os cristãos europeus estão empenhados em um testemunho comum em vários âmbitos e podem contribuir de modo original na construção da casa comum européia».
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Aguardemos qual será este testemunho comum.

Expoentes judeus relançam diálogo após mudança na oração da Sexta-Feira Santa

ROMA, terça-feira, 26 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Representantes judeus manifestaram sua vontade de continuar com o diálogo com a Igreja Católica, muito além das interpretações suscitadas pela nova oração da Sexta-Feira Santa proposta para as comunidades que celebrem segundo o missal precedente ao Concílio Vaticano II.

As mensagens, algumas delas dirigidas diretamente à Santa Sé, acontecem depois de duras críticas contra o texto dessa oração, na qual se reza para que os filhos do povo eleito, como o restante das pessoas, possam chegar a reconhecer Jesus Cristo e sua Igreja.

A oração substitui a outra oração que se rezava pelos judeus antes do Concílio Vaticano II e que era percebida como ofensiva em algumas de suas expressões, em parte por causa da difícil história de relações entre cristãos e judeus.

Em declarações aos microfones da «Rádio Vaticano» (7 de fevereiro), o cardeal Walter Kasper, presidente da Comissão Pontifícia para as Relações Religiosas com o Judaísmo, declarou que esta oração, que só rezarão pequeníssimos grupos católicos, pois o resto da Igreja continuará com a oração que havia introduzido Paulo VI, só faz profissão da fé cristã, não busca fazer proselitismo de conversão.

«No passado, com freqüência esta linguagem era de desprezo, como disse Jules Isaac, um judeu famoso. Agora se dá um respeito na diversidade», reconheceu o cardeal.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Entendo como absolutamente único o fato de que segmentos como judeus e muçulmanos insistam em se ofender e na sequência voltar seus posicionamentos aos interesses do Vaticano. Parece-me já não haver a menor dúvida que o poderio romano esteja a caminho de estabelecer-se em níveis vistos anteriormente na história.

Igrejas cristãs da Europa aproximam-se dos muçulmanos

O comité conjunto da Conferência das Igrejas Europeias (KEK) e o Conselho das Conferências Episcopais Europeias (CCEE) avaliaram em Londres a caminhada conjunta realizada nos últimos meses, tendo aprovado um programa de trabalho sobre o relacionamento com os muçulmanos na Europa.
Segundo um comunicado divulgado esta Segunda-feira, o comité irá promover em Bruxelas (Bélgica) de 20 a 23 de Outubro, uma conferência europeia entre cristãos e muçulmanos. O tema será “Ser cidadãos europeus e católicos. Cristãos e muçulmanos como parceiros activos nas sociedades europeias”.

D. Aldo Giordano, secretário-geral do CCEE, “a conferência debaterá questões relativas ao tema da laicidade, da relação entre religião e laicidade, dos valores e o Estado”.

“Esta é uma iniciativa nascida num contexto cristão, mas o nosso objectivo é envolver também os muçulmanos na preparação do encontro, porque queremos falar de igual para igual e confrontar as nossas vozes”, refere.
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Fonte - Ecclesia

ONU tem medo de escassez de alimentos

De acordo com Josette Sheeran, diretora do Programa Mundial de Alimentos da ONU, a organização não terá dinheiro suficiente para combater a desnutrição mundial devido ao aumento dos preços das commodities.

Josette disse que a ONU vai precisar de uma ajuda extra de US$ 500 milhões apenas para atender às necessidades já detectadas. Com o aumento anual de 40% dos preços dos alimentos ao redor do mundo e com a acentuada alta dos preços dos combustíveis, o orçamento deste ano já não é suficiente para manter nem mesmo o fornecimento atual de alimentos.

Com contribuições voluntárias dos países ricos, o programa da ONU alimenta 73 milhões de pessoas em 78 países, menos de um décimo do número total de subnutridos do mundo.

Fonte - Opinião e Notícia

Site rastreia mais de 470 mil molestadores sexuais


Em agosto de 2005, Steve Roddel decidiu tomar uma atitude. Após descobrir que quatro molestadores sexuais já condenados pela Justiça americana residiam em sua vizinhança, na cidade de Indianápolis – um deles a 200 metros da casa onde mora com a mulher, três filhos e um neto –, esse analista de sistema usou seus 25 anos de experiência com programação para criar o Family Watchdog, website que rastreia os endereços de mais de 470 mil pessoas condenadas por ofensas sexuais de diversos graus nos EUA.

"Acredito que vivemos uma epidemia de ataques contra crianças", declara Roddel, em entrevista ao G1 por telefone. "Uma de cada cinco meninas e um de cada seis meninos serão molestados antes de completarem 18 anos", sustenta. Segundo ele, o que chamou sua atenção para o tema foi o rumoroso seqüestro, estupro e assassinato da garota Jessica Lunsford, de nove anos, alguns meses antes. Jessica foi morta por um molestador que já havia sido condenado, cumprido pena e libertado.

A preocupação levou Roddel a uma maratona pelos arquivos policiais do estado de Indiana, até achar os dados sobre os agressores sexuais no seu bairro. "Foi um choque", admite. "Achei que era necessário um serviço para levar esse tipo de informação mais rapidamente para que famílias como a minha possam se prevenir."

Os números mostram que Roddel não está sozinho em sua preocupação. Em menos de três anos de existência, o Family Watchdog está – de acordo com dados apresentados pelos administradores do endereço – entre os 1.500 destinos mais procurados de toda a internet. O site teria recebido aproximadamente 70 milhões de acessos ao longo de 2007, com quase seis milhões de visitantes regulares.

O sucesso é tamanho que hoje Roddel não apenas trabalha em tempo integral no endereço como também precisou contratar um equipe de oito pessoas para dar conta da demanda por atualizações – mais de mil molestadores mudam seu endereço todos os dias nos EUA. O dinheiro vem de anúncios, patrocínio de empresas e doações de "pessoas preocupadas com a violência sexual contra menores", nas palavras do criador do endereço.

Existem diversas outras páginas que rastreiam agressores sexuais, mas o Family Watchdog é o único que abrange todos os 50 estados dos EUA. Quem acessa o site tem acesso aos nomes, fotos, endereços de residência e trabalho dos molestadores – tudo de graça. Através de uma adaptação do sistema Google Maps, é possível localizar com precisão a localização de cada um dos 477.446 agressores cadastrados até a última sexta-feira (22) – o site é atualizado diariamente. ...

Em alguns casos – a Flórida é um exemplo – usam-se sistemas de GPS (localização por satélite) para manter o controle sobre a movimentação dos molestadores. É a partir desses registros policiais que sites como o Family Watchdog obtém sua matéria-prima.

Tanta vigilância tem despertado protestos de entidades que julgam que os direitos civis de pessoas que já cumpriram sua sentença – e, portanto, teoricamente pagaram seu débitos para com a sociedade – estão sendo quebrados. ...
Nota: Levando-se em consideração a quantidade de molestadores e a vulnerabilidade das crianças, a iniciativa de Steve Roddel parece ter seu valor. Mas esse tipo de rastreamento e a facilidade com que pode ser feito também leva a pensar em outros usos no futuro... Quem viver, verá. [MB]

Fonte - Michelson Borges

Vaticano pede apoio para o Congresso Internacional Eucarístico

Bento XVI indica duas formas de apoio para o 49º Congresso Eucarístico Internacional: a oração e a presença. Em suas saudações em francês e inglês, o Papa se uniu neste domingo, ao terminar a oração do Ângelus, aos cidadãos de Québec (Canadá), que celebra o IV centenário de sua fundação.

"Neste importante acontecimento, eu me uno com alegria à oração e à ação de graças da diocese de Québec – expressou –, que se prepara também para acolher o 49º Congresso Eucarístico Internacional."

Por isso, também estendeu "um cordial convite aos católicos do mundo inteiro a apoiar, com sua oração e sua presença", este grande encontro eucarístico, que acontecerá nos dias 15 a 22 de junho de 2008.

"A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo" é o tema do encontro.

Fonte: Zenit

NOTA: Basta lembrar que ao promover a Eucaristia, a Igreja Católica estará promovendo também a missa dominical.

Fonte - Minuto Profético

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Conselho Mundial admitiu novas Igrejas Membros

GENEBRA, segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- O Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) finalizou sua reunião, celebrada de 13 a 20 de fevereiro em Genebra, na qual deu novos passos para a ampliação da Assembléia do CMI, acolheu novas Igrejas Membros, nomeou um comitê de busca para designar um novo secretário-geral e celebrou o 60º aniversário do Conselho.
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«Esta reunião nos permitiu reforçar os programas do Conselho e avançar como Igrejas em muitos aspectos em nosso caminho ecumênico, com o fim de exortar-nos umas a outras à unidade visível», disse o moderador do Comitê Central, Walter Altmann, na conferência de imprensa de encerramento, segundo informa o site do CMI.
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A Igreja Católica não está afiliada, ainda que mantenha uma relação de trabalho regular com o Conselho Mundial.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Interassantíssimo como a ICAR influencia de forma quase suprema os demais ramos cristãos, a ponto de reunir um número expressivo de igrejas, a matéria fala em mais de 2.000, fazer com que estas ressoem seu discurso, o da unidade visível, isso tudo SEM fazer parte da CMI. Simplesmente amazing...

Ap. 13:3-4
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?

O custo da guerra

Antes do início da Guerra contra o Iraque, Bush divulgou que ela custaria entre US$ 50 bilhões e US$ 60 bilhões. Já seria bastante dinheiro, pois daria para comprar uma cesta básica para 9 milhões de pessoas por um ano. Atualmente estima-se que ultrapasse os US$ 3 bilhões [trilhões - DDP], que seria em torno de 25% do PIB dos EUA num ano, ou, as cestas básicas para 500 milhões de pessoas, por um ano.

Com tanto dinheiro se poderia resolver os problemas de seguridade social do país por uns 50 a 75 anos. Os US$ 5 bilhões anuais que os EUA dão de ajuda a África representam dez dias dessa guerra.

Na Segunda Guerra Mundial, em que lutaram 16,3 mil soldados, o custo atualizado por soldado foi menor que US$100 mil, na guerra contra o Iraque cada soldado vem custando US$ 400 mil. A diferença é a tecnologia embarcada. Outra diferença é a quantidade de feridos por soldado morto, que corresponde normalmente ao dobro dos mortos, mas nessa guerra está chegando a 15 feridos por morto. Esse muitas vezes é um custo que a sociedade deverá arcar por décadas, em relação àqueles soldados que ficaram inválidos. Sem contar com produção econômica a menos e as seqüelas emocionais a mais.

Essa guerra afeta o mundo inteiro. Além da recessão americana que parece se iniciar e da crise imobiliária, o mundo está tendo que pagar, não mais entre US$ 23 a US$ 25 dólares pelo barril de petróleo, mas, US$ 100.

Essa é uma guerra que empurra o mundo para mais perto da crise final. Entre uma e outra crise, entre uma e outra guerra, estamos chegando cada vez mais próximos da vinda do Salvador daqueles que creram n’Ele.

25-02-2008

Fonte - Cristo Voltará

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Cientistas alertam para extinção de todas as espécies marinhas em até 40 anos

A vida marinha poderá sofrer extinção em massa em poucas décadas se a pesca intensiva, as mudanças climáticas, a acidificação da água, a poluição e o desenvolvimento litorâneo não forem combatidos, segundo um relatório apresentado nesta sexta-feira (23) pela ONU.

O relatório "In Dead Water" ("Em Águas Mortas"), elaborado por uma equipe de cientistas por incumbência do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), cujo 10ª conselho especial termina nesta sexta, em Mônaco, traça um panorama tenebroso.

"Há 65 milhões de anos [sic], quando desapareceram os dinossauros, o mar estava saturado de dióxido de carbono. Em poucas décadas, a partir de agora, a água do mar será ainda mais ácida do que naquela época".

A afirmação pessimista é de Ken Caldeira, da Universidade de Stanford, que, junto com outros cientistas e o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, apresentou o relatório à imprensa.

Steiner resumiu as ameaças que assolam os oceanos: a pesca intensiva e as más práticas pesqueiras, como o arrasto e a pesca em profundidade, as mudanças climáticas e a poluição litorânea.

Segundo o diretor-executivo do Pnuma, "seria uma irresponsabilidade culpar uma só delas, mas, em coro, farão com que em 30 ou 40 anos desapareça a indústria pesqueira e aconteça o colapso biológico dos mares".
...
Fonte - G1

Nota DDP:
Este tipo de notícia em realidade já não surpreende os que têm observado a evolução dos fatos. É nítido que observamos mudanças nas características do clima. É fato também que o homem tem contribuído para degração do meio ambiente. O que não é fato, é a interrelação entre estas duas atividades, como exaustivamente tem se abordado neste espaço.

Neste sentido tem se percebido, o que também "está se tornando um fato", é o consenso em torno da participação do homem de forma importante neste contexto, embora existam vozes dissonantes no tema. Mas o terrorismo midiático tem se tornado decisivo neste particular e a iminente tomada de medidas positivas é um passo mais do que esperado, cada vez mais real.

O que me chamou atenção são os comentários de alguns leitores desta notícia no próprio site que a publicou. Transcrevo algumas:

"Parem pra pensar que daqui a 40 anos seus filhos ou netos não terão a vida fácil e bela de hoje em dia que vocês levam, e a partir dai sim, comentem a respeito. ÓTIMA matéria."

"É exatamente por você não abrir mão de ´comer seu peixinho frito´ é que as coisas estão rumando para este caminho..."

"todo mundo sabe o que esta acontecendo e ninguem faz nada... ninguem se mexe, estao esperando o fim do mundo eh ?!?!. "

"é de fato desesperador"

"Daqui 40 anos, não só a vida marinha sera extinta,mas toda a vida racional ."

"E agora??? Tem o que fazer?!?!?!"

"Agora sim complicou!!!"

De nove comentários, tirei dois. Um por não ser preciso em suas idéias, outro por xingamento. Uma coisa é muito clara, sem qualquer metodologia estatística, óbvio, está muito claro que a massa está absolutamente condicionada para a imposição de medidas restritivas de liberdade que haverão de se caracterizar em futuro cada vez mais próximo.

Chip inteligente protege privacidade na União Européia

LONDRES - Chips inteligentes embutidos em objetos como produtos de supermercado e até animais de estimação terão que ser desativados no ponto de venda para proteger a privacidade dos compradores, de acordo com as diretrizes propostas nesta quinta-feira pela Comissão Européia.

Uma consulta pública está sendo lançada nas diretrizes da "lei flexível" que a comissária de Mídia e Sociedade de Informação da União Européia, Viviane Reding, espera serem adotadas pela executiva do bloco para serem aplicadas em todos os 27 Estados membros.

As diretrizes visam obter equilíbrio entre proteção de privacidade e ambiente propício para o desenvolvimento de tecnologias, segundo porta-voz da comissão.

- A recomendação está temporariamente agendada para ser adotada antes do verão de 2008 - afirmou a comissão em comunicado.

Aparelhos de Identificação de Rádio Freqüência (RFID) são como pequenas etiquetas ou marcadores que podem ser colocados em produtos nas lojas, como para evitar roubo, por exemplo. Também podem ser implantados em animais de estimação ou veículos para que seus donos os encontrem com mais facilidade.

O uso crescente de RFID entre os varejistas aumentou os medos de que dados pessoais que eles costumavam reunir — por exemplo, um desses marcadores colocados numa roupa podem ser usados como ferramenta de vigilância.

O pacote de diretrizes iniciar de Redings encoraja a criação de um símbolo comum identificando que o produto contém um chip RFID para que ele não seja usado secretamente.

O marcador também deve ser desativado no local da venda a menos que o cliente peça o contrário.

A recomendação coloca ainda que as associações comerciais que representam os fabricantes deve criar o código de conduta de uso do RFID.

Fonte - JBOnline

Nota DDP:
Interessante como podem ser extremamente relativos conceitos como "criação de um símbolo comum" ou "marcador deve ser desativado". A verdade é que a tecnologia se expande com velocidade ao particular.

Doenças emergentes: maior ameaça vem de animais selvagens


PARIS (AFP) - As doenças infecciosas emergentes registraram uma progressão nas últimas décadas, e as doenças de animais transmissíveis ao homem, nos países tropicais pobres, representam a maior ameaça para a saúde humana, segundo uma equipe internacional de pesquisadores.

As incidências das doenças emergentes, como a Aids, o vírus do Nilo Ocidental, a pneumonia atípica (Sras), o vírus Ebola ou ainda a gripe das aves, quase quadruplicaram nestes últimos cinqüenta anos, ressaltam os cientistas de quatro instituições - Sociedade Zoológica de Londres, Escola de Ecologia Odum da Universidade da Geórgia, Centro para uma Rede de Informação Internacional em Ciências da Terra (Ciesin), Consórcio por uma Medicina Ambiental do Wildlife Trust.

Eles analisaram 335 doenças emergentes entre 1940 e 2004, estudando suas relações com a densidade demográfica, a latitude, as chuvas, e a biodiversidade. Seus trabalhos, publicados pela revista Nature, levaram à elaboração de mapas de "pontos quentes", onde poderiam surgir as futuras doenças emergentes.

Este mapeamento das zonas de risco "é o primeiro a prever cientificamente onde as futuras doenças maiores - como a Aids ou a Sras - emergirão", indica Peter Daszak (Consórcio por uma Medicina Ambiental). "A ameaça principal para a saúde pública vem das zonas onde a população cresce e entra em conflito com a diversidade da fauna", acrescenta.

De acordo com os pesquisadores, 60% das doenças emergentes provêm das doenças animais transmissíveis ao homem (zoonoses) e a maioria dentre elas de animais selvagens.

As zonas com maior risco de zoonoses são "o Sudeste Asiático em sua totalidade, o subcontinente indiano, o Delta do Níger e a região dos Grandes Lagos na África", indicou Marc Levy (Ciesin) na terça-feira durante uma teleconferência.

"Proteger do desenvolvimento as regiões ricas em biodiversidade pode também ter um efeito em termos de prevenção da emergência de doenças no futuro", analisa Kate Jones (Sociedade Zoológica de Londres).

Cerca de 20% das doenças emergentes têm como origem a resistência aos tratamentos, devido principalmente à utilização crescente dos antibióticos nos países ricos. Os pesquisadores citam a tuberculose resistente e a bactéria E. Coli. "As doenças podem ser o preço do desenvolvimento", comenta o Dr Daszak.

O estudo mostra que os anos 80 registraram um recrudescimento das doenças emergentes, provavelmente devido à pandemia HIV/Aids, que provocou novas afecções. Os anos 90 foram marcados por um pico na incidência de doenças vetoriais, por exemplo trazidas pelos mosquitos, que podem estar relacionadas com as mudanças climáticas.

O problema para o futuro, advertem os pesquisadores, é que os recursos essenciais em matéria de controle das doenças emergentes estão concentrados nos países ricos, enquanto a ameaça se apresenta nos países em desenvolvimento.

Vietnã alerta para epidemia de gripe aviária em escala nacional

O Vietnã alertou hoje para uma epidemia de gripe aviária em escala nacional, depois que o vírus causador da doença se estendeu a três novas províncias do país, causando a morte de três pessoas neste ano.

"Se não levarmos a sério as medidas para lutar contra a doença, a situação de contágio entre humanos pode ser tão grave quanto em 2005, e o surto pode chegar em março a todo o país", alertou o vice-ministro de Agricultura do país, Bui Ba Bong.

Novos focos da doença foram detectados esta semana nas províncias de Hai Duong, Nam Dinh e Tuyen Quang.

Desde o início do ano, foram registradas três mortes em Tuyen Quang, Hai Duong e Ninh Binh, o que levou as autoridades locais a sacrificar mais de 17 mil frangos e patos.

Além disso, o Ministério da Agricultura colocou ontem todo o país em estado de alerta vermelho por causa da gripe aviária.

Hanói anunciou em janeiro que este ano comprará meio milhão de vacinas para tentar conter a expansão do vírus.

Fonte - Folha

Para salvar o planeta: acordo de paz entre ciência e religião

O leitor recém-chegado ao universo dos livros de divulgação científica deve achar que estamos de volta à era de Galileu e Giordano Bruno. Afinal, uma fieira um tanto repetitiva de obras recentes, como "Quebrando o encanto", de Daniel Dennett, e "Deus, um delírio", de Richard Dawkins, andou reeditando o velho conflito entre ciência e religião. "A Criação - Como salvar a vida na Terra", que acaba de chegar ao Brasil, é uma lufada de ar fresco justamente por se contrapor a essa tendência. Para usar as palavras da liturgia católica, o biólogo Edward O. Wilson se imbuiu do espírito "que arranca o que divide". A ciência e a fé precisam urgentemente de uma trégua, diz ele - e o preço do fracasso nessas negociações de paz pode ser a própria vida na Terra.
Dependendo de como se vê a questão, o veterano Wilson pode ser a pior ou a melhor pessoa para negociar esse armistício. O pesquisador da Universidade Harvard, um dos maiores especialistas do mundo em biodiversidade, cresceu no sul dos Estados Unidos e foi membro da Igreja Batista, uma das mais fervorosas denominações evangélicas do mundo. Mais tarde, porém, deixou a religião de lado. Em um livro anterior, "Consiliência", Wilson defendeu a unificação do conhecimento humano sob a égide da ciência -- e com a religião, considerada obsoleta, de fora.

No entanto, ainda que tenha deixado o rebanho, uma coisa Wilson nunca perdeu: a sensibilidade poética trazida pela leitura da Bíblia e pelo cristianismo evangélico de sua juventude. Também nunca deixou de prestar atenção no crescimento da religião fundamentalista, dentro e fora dos EUA. E escolheu usar sua familiaridade com o universo mental dos cristãos conservadores para convidá-los a assumir a defesa da biodiversidade da Terra -- uma responsabilidade moral que ecoa os primeiros e mais sagrados mandamentos divinos transmitidos no Gênesis.

O momento para isso não podia ser mais crítico. Uma confluência impressionante de dados científicos sugere que a humanidade está comandando a pior extinção em massa desde o meteoro que mandou os dinossauros para uma melhor há 65 milhões de anos. A natureza está sob sítio. E o medo de Wilson é que os que abraçam a fé religiosa estejam ignorando seu papel de protetores do planeta para considerá-lo apenas uma fonte inanimada de matérias-primas e recursos, que os humanos podem tratar como quiserem.

Wilson estrutura seu longo apelo na forma de uma carta, endereçada a um pastor protestante do sul dos EUA e, portanto, conterrâneo cultural do próprio biólogo. Os argumentos para proteger a Criação divina não são, em si mesmos, originais: Wilson enfatiza a riqueza da biodiversidade como fonte dos medicamentos e alimentos do futuro, e como alicerce da sobrevivência humana: sem os demais seres vivos, serviços essenciais, como ar e água puros, fertilidade do solo e regularidade do clima desapareceriam, e nenhum sistema feito por mãos humanas poderia substituir o que a biodiversidade faz hoje de graça.

O que há de novo nesse apelo é a tocante humildade para cruzar barreiras, para estender a mão ao outro. Wilson tem a coragem de dizer que não se importa se seu interlocutor fundamentalista não acredita na evolução e acha que a Terra tem só 6.000 anos de idade. As visões diferentes sobre a natureza do Universo encolhem em importância quando o que se coloca na mesa são valores: a sacralidade do mundo vivo, a beleza da biosfera.

A mensagem, portanto, é clara: podemos concordar em discordar e, mesmo assim, agir lado a lado para evitar o pior para nós mesmos e para nosso planeta. Wilson pode não acreditar mais no Deus que criou os céus e a terra, mas qualquer pessoa religiosa é capaz de balançar a cabeça em aprovação ao ouvir sua defesa da Criação:

"Nenhuma palavra, nenhuma obra de arte, é capaz de capturar toda a profundidade e complexidade do mundo vivo. Se um milagre é um fenômeno que não conseguimos entender, então toda espécie é, de certa forma, um milagre." Amém, irmão Wilson.

Fonte: Portal G1

NOTA: Menos de um ano atrás comecei a escrever sobre o ECOmenismo. Durante esse período muita coisa já aconteceu que comprova a suspeita de uma grande união global entre política e religião para impor a futura Lei Dominical. A matéria acima é mais um passo em direção a essa Nova Ordem Mundial - apelos a favor da união entre ciência e religião para salvar o planeta Terra. Qual será o próximo passo?

Fonte - Minuto Profético

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Suprema Corte rejeita ação contra sistema de escutas

A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou, na terça-feira (19/2), ação movida contra o sistema de espionagem doméstica promovido pela administração de George W. Bush. A ação foi ajuizada pela maior entidade de defesa de direitos civis dos Estados Unidos, a American Civil Liberties Union. As informações são do jornal The New York Times.

Em uma atitude rara, a Suprema Corte invocou o direito de manter em sigilo os motivos de ter rejeitado pedido da American Civil Liberties Union. A entidade queria que a Suprema Corte admitisse que grupos e pessoas físicas entrassem na Corte com Mandados de Segurança para evitar grampos telefônicos. Outros tribunais, de todo os EUA, haviam recusado semelhante pedido. O fundamento foi o de que tais pessoas ou grupos "jamais iriam dispor de provas que indicassem que estavam de fato sendo grampeados"...

Fonte: Consultor Jurídico

NOTA: A Suprema Corte americana tem violado uma a uma as Emendas da Constituição que garantem as liberdades civis da população. Quanto tempo falta para a Primeira Emenda também ser violada?

Fonte - Minuto Profético

Igreja dos EUA faz ligação entre o divino e a ecologia - 2

Colo aqui um comentário do Minuto Profético sobre uma matéria que também foi objeto de um post próprio neste espaço e que pode ser acessado em Igreja dos EUA faz ligação entre o divino e a ecologia:

NOTA Minuto Profético: A matéria enfatizou que "salvar o meio ambiente como parte da jornada espiritual" é uma tendência já percebida nos EUA. Os apelos ecumênicos e as expressões pagãs (Mãe-Natureza) são apenas detalhes dessa história... Outro ponto interessante é a menção da Parceria Religiosa Nacional pelo Meio Ambiente (em inglês, NRPE), cujo fundador foi Paul Gorman, o qual também mantém estreitos laços com Al Gore - o profeta do ECOmenismo.

Por oportuno, reitero o nosso comentário também:

Resta cada vez mais clara a associação da questão ecológica como ponte entre as diversas religiões, especialmente as espiritualistas que rejeitam o dogmatismo cristão. Como já declinado neste espaço em outros posts, é esta exatamente a pregação mais recente de Roma, para que se estabeleça uma "aliança" com a natureza. E o mote final deste movimento também é claramente delineado, faltando apenas o correlato eco dos demais ramos religiosos, qual seja, É bom e ecológico descansar ao domingo.

A Nova Ordem Mundial do carbono

Aos que acreditam ser o fator antropogênico a principal causa do chamado aquecimento global, apesar das crescentes evidências demonstrando tratar-se de uma tese cientificamente fraudulenta, seria recomendável que atentassem para algumas diretrizes que estão sendo desenhadas para usar o "carbono" como elemento formador de uma nova ordem mundial.

Quem explica o esquema é Simon Linnett, graduado executivo do N.M. Rothschild & Sons, ramo inglês da casa bancária historicamente vinculada ao sistema colonial europeu e, particularmente, do ex-Império Britânico.

Em recente artigo publicado no influente jornal inglês Telegraph, Linnett argumenta ser inevitável a criação de um novo organismo internacional – a Agência Mundial de Meio Ambiente – com poderes para regular a comercialização de carbono.

Como banqueiro, Linnett diz-se satisfeito de que o atual sistema de "cap-and-trade" de carbono estar se tornando na metodologia dominante para o controle de CO2. "Diferentemente da taxação, ou simples regulação, o ‘cap-and-trade’ oferece um escopo maior para o envolvimento do setor privado (leia-se bancos) e inovação", diz ele.

Adicionalmente, segundo ele, "taxas e regulações só podem ser impostas em nível local ou nacional, enquanto o 'cap-and-trade' pode operar globalmente. E recordem-se que o problema é global", justifica Linnett.

E enuncia as condicionantes para que o setor privado (banca) possa participar "entusiasticamente" no mercado de comercialização de carbono:

- Longo: o esquema ‘cap-and-trade’ tem que ser vigente por longo prazo;
- Forte: o esquema tem que ser o mecanismo dominante para patrocinar "mudanças de comportamento" que precisam estar perfeitamente claras para a população mundial; e
- Legal: o esquema terá que ser imposto por lei.

"Uma implicação chave para a criação de um sistema legal e global de comercialização [de carbono] é a implícita perda de soberania. Os governos têm que estar preparados para permitir alguma subordinação de seus interesses nacionais para essa iniciativa mundial. Contudo, isso não significa um novo sistema de governo acima das nações individuais", diz Linnett, "mas sim uma mudança na maneira em que tratados são acordados e redigidos".

O recado final de Linnett é curto e direto:

"Assim, a comercialização de emissões [de CO2] pode estabelecer uma nova ordem mundial para um planeta sustentável baseado no compartilhamento da capacidade terrestre de absorver as emissões nocivas".

É o ambientalismo a serviço de um "governo mundial" para controlar as atividades econômicas das nações com a devida cobrança de tributos "verdes".

Fonte: Alerta em Rede

Fonte - Minuto Profético
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