terça-feira, 6 de maio de 2008

Ciclone Nagris deixou mais de 15 mil mortos


Segundo uma rede estatal de TV, o número de mortos já passa dos quinze mil. O governo ainda calcula a extensão dos estragos.

O ciclone Nagris atingiu o oeste de Mianmar no sábado com ventos de 190 km/h, provocando ondas gigantes que destruíram cidades e vilas na costa do país. Cinco regiões foram declaradas zonas de emergência depois do desastre natural.

A Tailândia anunciou o envio dos primeiros aviões com suprimentos de emergência ao país vizinho. O pedido feito pelo governo de Mianmar reduz os temores de que a junta militar que controla o país poderia negar ajuda internacional.
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Fonte - Opinião e Notícia

Infecção cresce na China

O governo anunciou que foram registrados mais de 11.900 casos de crianças com a Doença de mão-pé-boca, uma síndrome viral contagiosa que pode causar febre, feridas na boca, e erupções nas mãos e nos pés. A doença atinge principalmente crianças com dez anos ou menos.

De acordo com a agência de notícias oficial da China, pelo menos 24 mortes na província de Anhui, no centro do país, e em Guangdong, no sul, foram causadas pelo Enterovírus 71, um dos vários vírus que causam a doença. Outras duas crianças, uma em Guangdong e outra na província litorânea de Zhejiang, também foram vítimas da Doença de mão-pé-boca.

A agência Xinhua disse ainda que o aumento do número de doentes confirmados é em parte devido a um novo regulamento do Ministério da Saúde, determinando que os casos da Doença de mão-pé-boca, entre outras, precisam ser informados ao governo chinês. Não existe vacina ou tratamento específico para esta doença, mas a maioria das crianças afetadas por formas leves geralmente se recuperam rápido.

Fonte - Opinião e Notícia

Vulcão em erupção

Cerca de 4.500 pessoas tiveram que deixar suas casas na cidade de Chaitén no último domingo. Não há registro de erupções do vulcão nos últimos dois mil anos.

O vulcão Chaitén entrou em erupção na última sexta-feira, provocando tremores e lançando uma grande nuvem de cinzas no ar. As escolas foram fechadas e os hospitais atenderam pessoas com irritação nos olhos e dificuldades para respirar.

O sul da cidade chilena ficou deserto após as autoridades retirarem os moradores através de barcos. A visibilidade no local permanece difícil e ainda há um forte cheiro de enxofre no ar. O ministro do Interior do Chile, Edmundo Pérez Yoma, disse que ainda não é possível dizer se esta situação vai durar dias, semanas, ou mais.

Fonte - Opinião e Notícia

Fome no mundo já atinge 100 milhões de pessoas

De acordo com alerta divulgado nesta segunda pela Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), ligada à ONU, 100 milhões de pessoas já são atingidas pela escassez de alimentos.

Para a entidade, o esforço de promover o desenvolvimento das regiões mais pobres do mundo nos últimos sete anos pode ser perdido com a atual crise.

A Cepal publicou nesta segunda um mapa da fome no mundo que mostra que a América Latina não está imune à crise mundial dos alimentos, embora seja um dos principais locais de produção agrícola do planeta.

Fonte - Opinião e Notícia

segunda-feira, 5 de maio de 2008

VEJA adere ao ECOmenismo

O que será que aconteceu com VEJA? Apenas cento e noventa e três dias atrás, VEJA publicou a matéria "S.O.S. Terra" (24/10/2007), revelando corajosamente o outro lado do ECOmenismo. Naquele texto foi apresentado a opinião de vários cientistas que discordavam da tese oficial: que o aquecimento global é causado pela emissão de CO2 das várias atividades humanas. Agora, na edição nº 2059 (07/05/2008), na matéria "O Planeta tem pressa", VEJA simplesmente se calou. Ouviu apenas os "especialistas" do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) e produziu um texto bem ao estilo "jornalismo caolho" (que enxerga de um lado só).

Expressões do tipo "é preciso agir agora", "cenário catrastófico", "se nada for feito", "todos concordam", "o mundo não pode se dar ao luxo de ignorar o aquecimento global", "não há tempo para esperar", "o esforço conjunto dos países é o único caminho", "evitar que a Terra se aqueça catastroficamente", serviram de transição num texto completamente comprometido com a visão ECOmênica...

Onde fica o direito de informação dos leitores? Pelo jeito evaporou-se - único efeito, aliás, comprovadamente provocado pelo "aquecimento global".

VEJA, pelo menos, deveria ter informado seus leitores que:

1- Os cientistas que rejeitam a tese oficial sobre o aquecimento global detêm os principais cargos dos institutos científicos mais importantes do mundo. E seus trabalhos são citados e aclamados por toda a comunidade científica.

2- O famoso biólogo Edward O. Wilson (evolucionista), recentemente, defendeu a colaboração entre a ciência (que pode servir a interesses políticos) e a religião para salvar o planeta Terra.

3- O bispo de Roma (evolucionista teísta), representando 1 bilhão de cristãos de todo o mundo, foi chamado pela revista Newsweek de "Papa Verde", além de ter incluído a "poluição ambiental" na lista de "pecados" capitais, e defender a "dimensão ecológica do domingo".

4- A Convenção Batista do Sul dos EUA (criacionista), através do documento "Declaração dos Batistas do Sul Sobre Meio-Ambiente e Mudança Climática", votaram a favor do dever bíblico de deter o aquecimento global. (Como vão fazer isso sem se meter na política é que não ficou claro).

5- Al Gore, o profeta do ECOmenismo, já conseguiu o apoio do pregador conservador Pat Robertson - um ícone da Direita Cristã dos EUA - para sua campanha milionária de conscientização da população norte-americana sobre a "crise climática".

6- A Ong ambientalista WWF (Fundo Mundial para a Natureza), através do projeto "Hora da Terra", já está condicionando a população mundial a abrir mão de sua liberdade em troca da "segurança mundial" (leia-se, combate ao aquecimento global). Esse projeto foi chamado pelo Financial Post de "fascismo light em desenvolvimento".

7- Em uma pesquisa feita em fevereiro de 2007 na Alemanha, 65% dos entrevistados afirmaram ser favoráveis à restrição ao uso de automóveis aos domingos para combater a poluição e as mudanças climáticas (lembre-se da "dimensão ecológica do domingo").

8- Quando o discurso politicamente correto transforma qualquer tema em "direitos humanos", a conseqüência inevitável é colocar a opinião pública contra qualquer um que venha a discordar o mínimo que seja daquilo que ficou convencionado.

9- A indústria do cinema tem colaborado para manter o "medo coletivo" em torno das mudanças climáticas, preparando o mundo para o "efeito manada" (quando todos seguem numa mesma direção irracionalmente) - puro coletivismo.

Esses poucos "detalhes" poderiam deixar os leitores de VEJA mais bem informados...

Fonte - Minuto Profético

EUA acreditam em acordo Israel-palestinos neste ano

A secretária de Estado dos Estados Unidos, Condoleezza Rice, afirmou neste domingo que o governo americano ainda acredita na possibilidade de um acordo de paz entre Israel e palestinos até o final deste ano.

Apesar disso, ela descreveu a atividade israelense nos assentamentos judaicos na Cisjordânia como “problemática”.

As afirmações foram feitas após um encontro em Ramallah, na Cisjordânia, com o presidente palestino, Mahmoud Abbas.

A ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, que também se reuniu em separado com Rice, disse que Israel cumprirá com suas obrigações no processo de paz e afirmou que nenhum novo assentamento está sendo construído.
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Fonte - BBC

I Ts.5:3 - Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão.

Papa se reúne com iranianos por diálogo com católicos

CIDADE DO VATICANO - O Papa Bento XVI reuniu-se nesta quarta-feira com autoridades iranianas que participaram de um seminário no qual se condenou o uso da religião para justificar a violência. Oito autoridades do Centro para o Diálogo Inter-Religioso da Organização das Relações e Cultura Islâmicas, um órgão iraniano, reuniram-se com o papa depois de comparecerem à audiência geral daquele dia.

Essas autoridades participaram, junto com representantes da Igreja Católica, do seminário "Fé e a Razão na Cristandade e no Islã", que concluiu que tanto a razão quanto a fé são basicamente pacíficas.

"Nem a razão e nem a fé deveriam ser usadas em nome da violência. Infelizmente, ambas têm sido desviadas algumas vezes a fim de praticar a violência", disse um comunicado conjunto.

Os dois lados manifestaram o desejo de cooperar, de promover a espiritualidade e de encorajar o respeito aos símbolos religiosos e sagrados.

"Os cristãos e os muçulmanos deveriam ir além da tolerância, aceitando as diferenças sem deixar de ter ciência de seus pontos em comum e agradecendo a Deus por isso", afirmou o texto.
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Fonte - O Globo

China tenta conter epidemia

PEQUIM (AFP) - Autoridades sanitárias chinesas tentam conter a propagação de um vírus altamente patogênico que já matou 21 crianças e infectou 3.300 crianças na China, informou nesta sexta-feira a agência oficial Xinhua.

A epidemia de enterovírus (EV71) afetou 2.946 crianças, em maioria de menos de seis anos de idade, na cidade de Fuyang, província de Anhui. Há atualmente 879 crianças hospitalizadas, nove delas em estado grave, indicaram autoridades sanitárias dessa cidade, citadas pela agência chinesa.

Na província central de Hubei, o vírus altamente patogênico foi detectado em 340 crianças e outros cinco casos foram registrados na cidade de Hangzhou, na região de Zhejiang, no leste do país, e outros 16 na província de Henan, fronteira com Anhui.

O EV71, causador da febre aftosa, é altamente contagioso e se propaga através das mucosas, da saliva e das fezes de pessoas infectadas. As crianças são as mais afetadas, já que possuem um sistema imunológico menos resistente que os adultos.
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Fonte - Yahoo

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Cristãos teocratas usam seu megafone para promover a Comissão dos Dez Mandamentos


Durante os últimos dois anos, o Congresso designou o primeiro fim de semana de maio como "Fim de semana dos Dez Mandamentos". Pergunto por que? A maioria de nós presta pouca atenção a resoluções do Congresso. Todos os tipos de resoluções são propostas; algumas são aprovadas, outras são colocadas sobre a mesa, outras ainda são retiradas.

Nestes dias, duas resoluções relativas aos Dez Mandamentos estão sendo consideradas pelo Congresso, uma estabelecerá novamente o primeiro fim de semana de maio como "Fim de semana dos Dez Mandamentos", enquanto a outra tem por objetivo celebrar a Comissão dos Dez Mandamentos (TCC), uma organização liderada por um ex-veterano das Forças Armadas Israelense, e composta por líderes cristãos evangélicos conservadores de longa data.

Durante meses, Chris Rodda, Diretor de Pesquisa Sênior da Fundação de Liberdade Religiosa Militar (MRFF), tem acompanhado o desenvolvimento em torno das duas resoluções dos Dez Mandamentos - Resolução nº 483 do Senado e Resolução nº 598 do Congresso.

A Resolução do Senado, apresentada pelo senador republicano de Kansas, Sam Brownback - com o senador independente de Connecticut, Joseph Lieberman, como o seu co-patrocinador - visa reconhecer mais uma vez o primeiro fim de semana de maio como "Fim de semana dos Dez Mandamentos".

Segundo Rodda, autor de "Mentirosos por Jesus: A Versão Alternativa da História Americana pela Direita Religiosa", vol. I, a resolução de Brownback vem embalada com 10 considerandos iniciais:

"Considerando que os Dez Mandamentos são preceitos fundamentais para a fé dos milhões de americanos"; "Considerando que os Dez Mandamentos são uma declaração de princípios fundamentais para uma sociedade justa e eqüitativa"; e "Considerando que, desde a fundação dos Estados Unidos, os Dez Mandamentos têm sido parte do tecido cultural fundamental da América", seguido por citações dos presidentes George Washington, John Quincy Adams, e Harry Truman.

A resolução afirma que o Senado:

(1) Reconhece o primeiro fim de semana de Maio de 2008 como "Fim de semana dos Dez Mandamentos;

(2) Celebra os Dez Mandamentos como um aspecto significativo da vida nacional dos Estados Unidos; e

(3) Incentiva os cidadãos norte-americanos a refletir sobre o papel essencial que os Dez Mandamentos têm desempenhado na vida da Nação.


Em um texto no Talk2Action, Rodda, salientou que a Resolução nº 598 do Congresso, intitulada "Apoiando os objetivos da Comissão dos Dez Mandamentos e parabenizando tal Comissão e seus apoiadores pelo papel fundamental na promoção e garantia do reconhecimento dos Dez Mandamentos como a pedra angular do direito ocidental", foi apresentado no Congresso pelo republicano Todd Akin, em agosto último, e foi submetido à apreciação do Comitê de Vigilância e Reforma do Governo.

Rodda destaca que tanto a Resolução nº 483 do Senado quanto a Resolução nº 598 do Congresso "procuram promover" o terceiro fim de semana anual dos Dez Mandamentos, "um evento instituído pela Comissão dos Dez Mandamentos (TCC) localizada em Boca Raton, Flórida – ‘Vigias Unidos sobre o Muro’ - organização formada em 2005 em resposta à sentença da Suprema Corte contrária à exposição dos Dez Mandamentos em prédios públicos".

A respeito da Comissão dos Dez Mandamentos, Ron Wexler, um judeu ortodoxo e co-fundador, e o Dr. Myles Monroe, dos Ministérios de Fé Internacional de Bahamas, declararam: "Nós não estabelecemos a organização por qualquer outra razão que não seja a de honrar a Palavra de Deus e compartilhar Sua mensagem". "Agradecemos o reconhecimento dos vários congressistas e esperamos ansiosamente trabalhar com eles a fim de educar os cidadãos sobre a importância dos Dez Mandamentos para o futuro bem-estar dos Estados Unidos".

Ron Wexler e a Comissão dos Dez Mandamentos

A Comissão dos Dez Mandamentos (TCC) de Wexler declara que seu "principal objetivo era criar um grupo catalisador de idéias [think thank] com os líderes mundiais que já reconhecem o poder por trás da TCC". O seu objetivo pretendido "é ter cinco milhões de membros/apoiadores vigorosos e trazer a mensagem dos Dez Mandamentos - Vigias Unidos sobre o Muro - para cada Igreja e ministério na nação".

De acordo com a biografia encontrada no site da TCC, Wexler "nasceu e foi educado em Israel e serviu na Força de Defesa Israelense durante a Guerra dos Seis Dias de 1967 e da Guerra do Yom Kippur de 1973. Ele também é o principal proprietário da organização educacional ‘Heritage Study Programs’ (Programas de Estudo da Herança)".

Wexler é o presidente do Conselho do Milênio "uma coalizão estratégica interdenominacional, multi-cultural, de influentes líderes cristãos", que ele ajudou reunir. Ele é "também o fundador e presidente do futuro Jardim das Bem-aventuranças às margens do Mar da Galiléia [que] será um centro multi-cultural, espiritual e de aprendizagem facilitada [com] um jardim devocional, um teatro, salas de aula e dormitórios, um centro público de conferência artística e um hotel".

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"Em resumo", Boston concluiu, "a Comissão dos Dez Mandamentos é mais uma coleção de teocratas que são limitados em bom senso e em argumentos sólidos, mas de longo alcance na retórica inflamada. Eles também parecem de preferência ingênuos se levam a sério as reivindicações de Wexler, um homem cujas idéias parecem vir diretamente de um tablóide de supermercado".

Fonte: ALTERNET

Fonte - Minuto Profético

Nota DDP:A história, do ponto de vista profético, por vezes tem sido contada nas entrelinhas. Há pouco mais de um mês foi remetido aqui um post entitulado "O Ato de Segurança Climática da América - 2007". Neste, analisando a conduta que entendi curiosa do Senador americano Joseph Lieberman, dentre outras observações, destaquei a seguinte declaração:

"Eu gostaria que todo o mundo pudesse apreciar a paz do Shabbat. Se mais pessoas participassem do Shabbat, haveria mais paz no mundo."

Pois não é que o mesmo senador, que propôs um projeto de lei calcado na questão climática, está patrocinando a iniciativa de absorção pela sociedade americana dos Dez Mandamentos? Coincidência?

terça-feira, 29 de abril de 2008

Al Gore: O homem ecológico

Trata-se de um recente vídeo do profeta do ambientalismo, onde o mesmo apresenta novos dados, considerações e proposições para a crise climática. Certamente um novo nível do debate, com posições interessantes.

Logo de início Gore, não sei com qual intenção, relaciona o conteúdo que vai tratar com preceitos religiosos e, neste contexto afirma: "Se a religião for adequadamente entendida, ela não é sobre crença, mas sobre conduta." Faz tal consideração para afirmar que talvez sequer a conduta possa ser eficaz, se as leis não forem mudadss.

"Temos que ser incrivelmente ativos como cidadãos em nossa democracia, uma vez que, para que possamos resolver a crise climática, teremos que resolver a crise democrática."

Continua pregando a necessidade de um movimento globalmente organizado e perfila, como de costume, uma série de argumentos paralelos a sua premissa. Ao final ressalta o bom e velho vanguardismo americano, o orgulho nacional e afirma ser um privilégio, para esta geração, serem os atores da mudança, que um dia serão lembrados como outros grandes heróis nacionais naquele país. Em resumo: Defende categoricamente que os EUA podem resolver todo o problema. Ao final, perguntado sobre se gostaria de estar fazendo mais alguma coisa, disse:

"Eu tenho orado para que eu seja capaz de encontrar a resposta para esta pergunta: O que eu posso fazer?"

Em um blog relacionado a Gore, temos ainda esta pérola:

O homem ecológico entende e observa o ano sabático. Neste ano é concedido descanso àqueles que trabalham sob as ordens de alguém (Ex 23,12; 20,10; Dt 5,14-15). E a própria terra ganha nesse ano o seu descanso. Para quem entende de agricultura sabe da importância do repouso da terra, para renovar a terra por meio da decomposição de vegetais, cereais e outras matérias que ao decomporem serve de adubo.

Fonte - Al Gore.org

Quanto tempo para que alguém, politicamente, levante este tipo de resposta, por uma oração atendida?

Para recordar: Natureza x domingo

Caso alguém tenha dificuldade em visualizar o que se tem debatido neste espaço acerca da óbvia conexão existente entre os discursos sobre lei natural, direitos humanos e meio ambiente que vêm sendo emanados do Vaticano, importante ler os textos abaixo:

Em diversas ocasiões, ultimamente, o Papa está fazendo referência em seus discursos "ao grave tema da proteção da Criação e de sua urgência", alerta o porta-voz vaticano.
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"Antes que seja tarde – prosseguiu então o Santo Padre – devem-se tomar decisões valentes, que saibam recriar uma forte aliança entre o homem e a terra".

"...o domingo 'é a festa semanal da criação: a festa da gratidão e da alegria da criação de Deus'".

"...a salvaguarda da Criação é um terreno de natural colaboração ecumênica e inter-religiosa"
"...os crentes se encontram naturalmente em primeira linha na frente da salvaguarda da Criação"

Fonte - Zenit

"Em uma época na qual, por conta das intervenções humanas a criação parece exposta a múltiplos prigos, tenderáimos a acolher conscientemente inclusive esta dimensão do domingo. Para a igreja primitiva, o primeiro dia assimilou progressivamente também a herança do sétimo dia, o shabbat. Participamos do repouso de Deus, um repouso que abraça a todos os homens. Assim percebemos neste dia um pouco da liberdade e igualdade de todas as criaturas de Deus."

Fonte - Radio Vaticano

Qualquer semelhança, não é, mera coincidência.

Católicos e budistas: em comum o meio ambiente

O presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Card. Jean-Louis Tauran, enviou uma mensagem aos budistas por ocasião da "Festa do Vesakh". Em sua mensagem, o Card. Tauran recorda as positivas relações que existem há muitos anos entre católicos e budistas e o desejo de que os fiéis das duas religiões continuem trabalhando juntos para construir um mundo melhor não somente para nós mesmos, mas para toda a família humana. Mas o centro da mensagem do Pontifício Conselho é o cuidado com o meio ambiente. O cardeal recorda que as Nações Unidas declararam 2008 o Ano Internacional do Planeta Terra.

"Enquanto habitantes da Terra e fiéis, afirma o purpurado, cristãos e budistas respeitam a mesma Criação e têm a comum preocupação de promover o cuidado pelo meio ambiente que todos compartilhamos."

O cardeal recorda que a tutela do meio ambiente, a promoção de um desenvolvimento sustentável e uma particular atenção às mudanças climáticas são motivos de grave preocupação para todos. Diante dessa situação, governos, ONGs e multinacionais investem recursos financeiros para tutelar a natureza. Também os líderes religiosos estão oferecendo sua contribuição ao debate público, que não é somente uma reação às mais recentes ameaças relacionadas ao aquecimento global.

O purpurado afirma que cristianismo e budismo sempre promoveram um grande respeito pela natureza. Todavia, pergunta-se o cardeal, que cristãos e budistas podem fazer a mais para colaborar em projetos práticos? E responde: "A reciclagem, a contenção com gastos energéticos, a prevenção da destruição indiscriminada de plantas e de animais e a proteção das águas". Deste modo, segundo o Card. Tauran, cristãos e budistas podem, juntos, ser portadores de esperança por um mundo limpo, seguro e harmonioso.

A Festa do Vesakh celebra o aniversário do nascimento de Buda e é comemorado em 26 de maio.
Fonte: Rádio Vaticano

NOTA: A aproximação que a Igreja Católica tenta promover com as principais religiões do mundo (até mesmo com as de natureza pagã) visa a formação de uma união mundial tendo o Vaticano como líder supremo - é a concretização do desejo de supremacia mundial por parte da Igreja Romana. Para infelicidade geral daqueles que amam a liberdade... O ECOmenismo é só um cavalo de Tróia por meio do qual a elite ocultista mundial (apoiada pelo Vaticano) deseja estabelecer uma adoração luciferiana ao redor do mundo.

Fonte - Minuto Profético

Papa ofereceu melhor serviço à ONU: fundamento dos direitos

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 28 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Com seu discurso nas Nações Unidas, explica o porta-voz vaticano, Bento XVI prestou o serviço mais valioso à Organização: defender o valor permanente dos direitos humanos.

O Pe. Federico Lombardi, SJ, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, comentou a histórica visita de Bento XVI ao Palácio de Cristal de Nova York, em 18 de abril, no editorial do último número de «Octava Dies», jornal do Centro Televisivo Vaticano, do qual também é diretor.
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«Nesta ocasião, o Papa optou por fazer um discurso de um alcance muito diferente, um discurso sobre os fundamentos e os princípios, um discurso que dure no tempo, porque esta era a contribuição mais urgente e mais positiva naquela sede.»

«E foi um discurso muito coerente com a específica autoridade moral da Igreja Católica e com a proposta geral do magistério de Bento XVI», acrescenta. O Pe. Lombardi recorda que «há princípios universalmente válidos, para todos os homens e mulheres de todo tempo e lugar. Na natureza do homem, na dignidade da pessoa, pode-se reconhecer e ler o fundamento de uma ordem a respeitar, a melhorar e a aperfeiçoar.»
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Fonte - Zenit

Nota DDP:
De fato existem princípios univesalmente válidos, calcados na Lei de Deus, no entanto, estes não se confundem com a "autoridade moral da Igreja Católica" e, o único indicativo de que em relação a esta última, "dure no tempo", foi a clara sinalização tanto do Presidente americano, como do Secretário Geral da ONU, de que possuem objetivos comuns.

Santa Sé pede desenvolvimento centrado no ser humano

ACRA, segunda-feira, 28 de abril de 2008 (ZENIT.org).- Os princípios de solidariedade e subsidiariedade são chave para estabelecer as regras internacionais que sustentam o desenvolvimento, propõe a Santa Sé.

Esta idéia se afirma em uma nota enviada pela Secretaria de Estado do Vaticano à Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento em Acra, Gana, que termina hoje.
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A seguir, o documento aconselha «uma mudança de perspectiva»: o objetivo do desenvolvimento, afirma, é o bem comum.

A Santa Sé explica: «Deve ficar claro que desenvolvimento não se refere só ao crescimento da economia em geral; refere-se ao desenvolvimento do ser humano, com suas capacidades e relações com grupos sociais intermediários – família, grupos sociais, políticos, culturais, etc. – no qual este vive».

«Isso requer uma mudança de perspectiva que reconheça os povos unidos por um fator comum, seu ser humanidade criada com o selo de seu comum Deus criador. Só partindo desta premissa podemos buscar, entre instituições pluralistas, a conquista do bem comum, que tem de ser o objetivo primário de qualquer sociedade.»
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Se o desenvolvimento está centrado na pessoa humana, conclui a Santa Sé, há alguns temas-chave que devem ser levados em conta. O documento menciona cinco.

Um deles é a educação, «a essência do desenvolvimento.
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Incluem-se também a saúde e o trabalho digno.
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Fonte - Zenit

Nota DDP:
O discurso é alinhado com a questão de defesa dos Direitos Humanos, como debatido recentemente pelo Papa na ONU, tem conexão lógica com soluções já asseveradas pelo Pontífice em termos de de família, saúde e trabalho digno, vindo a rogo ainda das Encíclicas que devem ser apresentadas em futuro próximo, uma social e possivelmente outra sobre lei natural. Não é preciso muito esforço para se conectar os temas com outra prioridade do Vaticano, como deixado claro no encerramento da visita aos EUA: o domingo. Aliás, neste contexto, "povos unidos por um fator comum", "com o selo de seu comum Deus criador" lembra alguma coisa?

Crise de alimentos pode atingir 2,2 bilhões, diz ONU


Segundo relator especial para o Direito à Alimentação, Jean Ziegler, mais afetados estariam nos países em desenvolvimento.

O relator especial das Nações Unidas para o Direito à Alimentação, Jean Ziegler, afirmou que a atual crise dos alimentos pode atingir 2,2 bilhões de pessoas.

O número é quase três vezes maior, do que os 854 milhões de pessoas que não têm o que comer no mundo, no momento.
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Fonte - ONU

Governo Russo escolhe uma Igreja em detrimento das outras

24 de abril de 2008
Cidade de Stary Oskol, Rússia – Não muito tempo depois de a Igreja Metodista se estabelecer aqui os problemas começaram. Primeiramente vieram visitas de agentes da FSB, sucessora da KGB, que evidentemente enxergaram uma ameaça nas poucas dezenas de almas, que permaneciam em seus apartamentos apertados para ler a bíblia. Oficiais locais logo trataram de rotular a instituição como uma "seita". Finalmente, no último mês, autoridades a fecharam. Houve um tempo, após a queda do regime comunista, que pequenas congregações protestantes floresceram no sudoeste russo. Atualmente, esta região industrializada se tornou emblemática pela repressão à liberdade religiosa sob o governo do presidente Vladimir V. Putin.

Desde que o governo apertou o controle sobre a vida política, ele também passou a agir nos assuntos religiosos. Representantes do Kremlin em muitos áreas transformaram a Igreja Ortodoxa Russa em uma religião oficial, de forma a evitar outras denominações cristãs que parecem oferecer uma concorrência mais significativa para os fiéis. Eles proibiram os protestantes de atraírem novos adeptos, bem como desencorajaram a fé protestante através de uma série de medidas, de acordo com as dezenas de entrevistados das autoridades do governo e líderes religiosos de toda a Rússia.

Essa aliança próxima entre o governo e a Igreja Ortodoxa Russa tem sido uma característica marcante do mandato de Putin, uma coreografia de assistência mútua que geralmente é descrita aqui como uma "sinfonia". O presidente Putin realiza freqüentes aparições com o líder religioso Patriarch Aleksei II na rede de televisão nacional controlada pelo Kremlin. Na última semana, Putin aceitou um convite de Aleksei II para comparecer em eventos da Páscoa Ortodoxa Russa, no próximo domingo.

Essa relação é fundamentada em parte por uma ideologia nacionalista comum, dedicada para restaurar a força da Rússia após o desastre decorrente da extinção da União Soviética. A hostilidade da igreja contra grupos protestantes, muitos dos quais baseados nos Estados Unidos, é pintada com o mesmo espírito anti-ocidente geralmente enfatizado por Putin e outros altos oficiais. A antipatia do governo também parece se originar em parte da cautela do Kremilin em relação às organizações independentes que não são aliadas ao governo.

Aqui em Stary Oskol, a 482 Km ao sul de Moscou, a polícia despejou uma congregação adventista do sétimo dia de sua sala de reunião, forçando-a a realizar os serviços em uma casa caindo os pedaços ao lado de um canteiro de obras. Os batistas foram impedidos de alugar um teatro para um festival de música cristã, e também não foram autorizados a distribuir brinquedos em um orfanato. Um ministro luterano disse que se afastou por alguns anos porque temia por sua vida. Ele voltou, mas mantém-se despercebido. Na televisão local no mês passado, o principal sacerdote ortodoxo russo da cidade, que é um confidente dos políticos mais poderosos da região, fez um sermão que foi repetido a cada poucas horas. Seu tema: os protestantes hereges.

"Nós lamentamos aqueles que estão enganados - as Testemunhas de Jeová, os batistas, os evangélicos, os pentecostais e muitos outros que cortaram as vestes de Cristo como bandidos, que são como os soldados que crucificaram Cristo, que rasgaram em pedaços o manto santo de Cristo", declarou o sacerdote, o Rev. Alexei D. Zorin.

Essa linguagem é familiar aos protestantes em Stary Oskol, em número de 2.000 numa cidade de 225.000 habitantes.

O Rev. Vladimir Pakhomov, ministro da Igreja Metodista, recordou o aviso de um oficial da FSB a um de seus paroquianos: "O protestantismo está enfrentando tempos difíceis - ou pode ser o seu fim".

A maioria das igrejas protestantes é requisitada pela lei a se registrar com o governo, a fim de fazer nada mais do que realizar orações em um apartamento. Funcionários rejeitaram o registro deste ano do Sr. Pakhomov, primeiro dizendo que sua papelada era deficiente e, em seguida, alegando que a igreja era uma fachada de um negócio indeterminado. Mr. Pakhomov recorreu ao tribunal, mas perdeu. Ele disse que agora poderia enfrentar a prisão só por estar conversando com as crianças sobre assistir a um acampamento Metodista.

"Eles nos transformaram em leprosos para assustar as pessoas lá fora", afirmou o Sr. Pakhomov. "Há este clima que você pode sentir com cada célula do seu corpo: 'Não é nosso, é americano, é estrangeiro. E se é estrangeiro não podemos esperar nada de bom dele’. É ignorância, a todo redor".

Yuri I. Romashin, um funcionário sênior da cidade, disse que a recusa do registro da Igreja Metodista foi adequada, explicando que o governo tinha que se proteger de organizações suspeitas que utilizavam a religião como uma capa.

"Seu objetivo não era um santo e nobre objetivo", disse ele da igreja do Sr. Pakhomov.

Mr. Romashin disse que o governo não discrimina os protestantes. "Temos de criar condições para não infringir de forma alguma os seus direitos, a sua religião e sua liberdade de consciência", disse ele. No entanto, como muitos funcionários russos, ele referiu-se às igrejas protestantes com a expressão depreciativa "seitas".

Intolerância religiosa

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A constituição russa garante a liberdade religiosa, e Putin tem discursado freqüentemente contra a discriminação. "Na Rússia moderna, tolerância e tolerância para outras crenças são o fundamento para a paz civil e um importante fator para o progresso social", disse o presidente em uma reunião com líderes religiosos em 2006.

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Mikhail I. Odintsov, alto conselheiro da comissão russa dos Direitos Humanos, que foi nomeado por Putin, disse que em parte, as reclamações em seu escritório são em relação à religião envolvendo protestantes. Odintsov ouviu as questões: "Problemas com propriedade ilegal, com construção de igrejas, renovações, ministros que vem de fora, problemas com a aplicação da lei, freqüentemente com a polícia".

"Na Rússia", ele aponta, "não há uma força política significantemente influente, ou um partido ou qualquer forma de organização que sustente e proteja os princípios de liberdade religiosa".

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Em fevereiro, alguns funcionários da cidade de Novosibirsk (Sibéria), a terceira maior da Rússia, propuseram a criação de uma comissão de combate às "seitas totalitárias". O governador da região de Tula, perto de Moscou, denunciou que a inteligência militar americana estava usando as "Seitas" protestantes para se infiltrar na Rússia.

Os funcionários não dizem com precisão a que grupos estão se referindo, mas os ministros protestantes dizem que o título é tão difundido que a maioria dos russos supõem que para os divulgadores isto significa todos os protestantes. O termo tem claramente penetrado na consciência do público.

"Como uma crente ortodoxa russa, sou contra as seitas", disse Valeriya Gubareva, uma professora aposentada, que foi questionada sobre os protestantes enquanto saía de uma Igreja Ortodoxa Russa aqui. "Nossa religião Ortodoxa Russa é inviolável, e não deve ser abalada".

Tal como outros paroquianos entrevistados, a Sra. Gubareva afirmou que apoiava a liberdade religiosa.

Uma Nova Identidade

Embora a freqüência a Igreja na Rússia é muito baixa, sondagens revelam que os russos estão abraçando a ortodoxia russa como parte de sua identidade. Em uma recente pesquisa, 71% dos entrevistados descreveu-se como ortodoxo russo, acima dos 59% em 2003.

[...]

(Online)

NOTA: A Igreja Ortodoxa, mesmo separada de Roma, em muitos aspectos se parece tanto com a Igreja Mãe: manifesta ódio aos protestantes, ama o poder político, fala a favor da liberdade religiosa mas onde é maioria suas obras sempre caminham em sentido contrário...

Fonte - Minuto Profético

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Nasce a tríplice aliança

Na sucessão dos eventos em direção ao fim, podemos iniciar por um bem significativo: o falso reavivamento. É uma contrafação de longa duração, preparativo para todo tipo de enganos de natureza espiritual. É um grandioso movimento para a conversão do mundo que se manifesta bem antes do verdadeiro reavivamento, esse que só ocorre um pouco antes da crise final na igreja que respeita integralmente a Palavra de DEUS. O verdadeiro reavivamento é de curta duração e precede o fim do tempo de graça.

O falso reavivamento, que se caracteriza em especial pela manifestação do dom de línguas falso, sinais de curas, milagres e hipnotismo coletivo, envolve a participação do espiritismo disfarçado de cristianismo, em diversas formas. Esse grandioso movimento terá continuidade na formação da tríplice aliança (conforme Apoc. 16:13 e 14), responsável pelas ações contra a verdade em nosso planeta um pouco antes e durante o desfecho da grande controvérsia final. A ação máxima da tríplice aliança ocorrerá durante a vigência do decreto de morte, pois ali reunirá todos os reis da Terra contra o povo santo. A sua última ação antes da segunda vinda de CRISTO será uma severa e mortal revolta contra a besta, assim que se secar simbolicamente o Rio Eufrates (Apoc. 16:12 a 14). Ao secar o Rio Eufrates, com a manifestação da voz de DEUS mostrando o seu erro, mudará o rumo de sua hostilidade do povo de DEUS contra os líderes espirituais do falso reavivamento.

Quando a tríplice aliança se formar, podemos saber que o fim estará bem próximo. Ela é responsável por sete ações importantes durante o desfecho: (1) remover as restrições dos governos seculares sobre Roma, isto é, acabar com os princípios democráticos instituídos; (2) repudiar os princípios constitucionais dos EUA; (3) propagar as falsidades do sistema papal e anticristo; (4) realizar sinais de prodígios e enganos; (5) emitir o decreto dominical (que é o ato culminante antes do fechamento da porta da graça) e, (6) emitir o decreto de morte, durante as sete pragas; (7) reunir os reis da terra para o Armagedon. Pois essa aliança forma-se quando os Estados Unidos da América estenderem uma mão sobre o abismo para se aliarem com o poder romano que comanda o ecumenismo mais o diálogo inter-religioso e outra mão para o espiritismo, que faz milagres e maravilhas de engano (cf. Apoc. 13:11 a 17 e 16:13 e 14).

Essa tríplice aliança começou a se formalizar com a visita do papa aos EUA no mês de abril. Houve o estabelecimento, no mínimo tácito, de alianças entre a Santa Sé e os EUA, e a Santa Sé e a ONU. A Santa Sé é um pequeno país que sedia a Igreja Católica do bispo de Roma, que quer seu poder medieval de volta. Os EUA correspondem também ao protestantismo apostatado, e a ONU é o abrigo de grande parte das organizações do alto espiritismo mundo afora. Exemplos dessas organizações são: Universidade da paz; Iniciativa das Religiões Unidas; diversas ONGs voltadas para a paz e a proteção da natureza, as religiões pagãs, todas elas, e muitas mais. Porém, a ação do espiritismo é ainda bem discreta, por força de contenção do poder de DEUS. Ele agirá em grande intensidade, conforme todo o seu poder, quando DEUS o permitir. Então virá o oitavo rei (ver Apoc. 17:11) aquele que sempre esteve com os sete anteriores (que são, respectivamente, conforme Daniel 2; 7 e 8, e Apoc. 17:8 a 10: Babilônia, Medo Pérsia, Grécia, Roma pagã, Roma papal, EUA, retorno de Roma papal). Esse oitavo rei vem dos sete. Ele é dos sete, ele é o demônio e o seu poder particular, o espiritismo. Quando ele vier, por volta do fechamento da porta da graça, então a tríplice aliança ganhará um poder de dar medo. Os justos, nesse tempo viverão pela fé, respaldados só pelo poder de DEUS.

A tríplice aliança é a continuidade do falso reavivamento. Ela comandará, da parte do poder do engano, a grande controvérsia entre a santificação do sábado e a santificação do domingo, além de outros temas de fé. Ela o fará fortemente embasada na falsa ciência, que hoje se desenvolve nas universidades pelo mundo. Envolverá principalmente a questão da imortalidade da alma e do evolucionismo, e o domingo será visto como o grande dia da família em busca da harmonia global e da paz entre todos os povos, função da ONU e dos EUA, agora, tendo a partir da visita do papa, acima deles, a Santa Sé. A posição superior da Santa Sé, por enquanto, parece que ainda é informal, tácita. Não são divulgados acordos formais nesse sentido, se aconteceram. Talvez sempre permaneça assim, mas vale quem desses três tem o comando global.

Como sabemos que, a partir da formação da triplica aliança logo virão os demais eventos do desfecho final, eis que estamos próximos deles. A preparação, pela reforma do sábado e da saúde, agora se reveste, mais do que nunca, de importância vital para o povo de DEUS.

Prof. Sikberto R. Marks
2008-04-27

Fonte - Cristo Voltará

Bento XVI nos Estados Unidos da América

O papa Bento XVI esteve nos Estados Unidos da América entre os dias 15 e 20 de abril de 2008. Ele foi o terceiro papa a visitar esse país. Foram até agora 9 visitas de papas, quantidade só igualada em visitas à Polônia.

A visita selou a amizade pessoal entre Bush, Ban Ki-moon, Secretário Geral da ONU, e o papa Bento XVI. Selou também uma identidade de interesses entre três organizações de poderosa influência global: os Estados Unidos da América, a Santa Sé e a Organização das Nações Unidas. Formou-se uma espécie de coalizão entre esses poderes internacionais por um projeto global comum: desenvolver uma “família humana global unida”, capaz de viver em “paz e segurança”, com justiça, respeito e dignidade entre os diferentes povos. E Bento XVI declarou que a Igreja Católica tem algo a oferecer à ONU para e efetivação desse objetivo: o “diálogo inter-religioso e cultural”. Esse é o diálogo de todas as religiões e povos do mundo em busca da superação das diferenças para uma unidade fraterna, formando a “família humana global”. São as condições necessárias para a “paz e segurança” finalmente, (aparentemente) a caminho. Os grandes líderes estão olhando na mesma direção.

Bento XVI, ao contrário de seu antecessor João Paulo II, que em diversas declarações alfinetava os EUA, foi em extremo diplomático e carinhoso com esse país. Ele esbanjou elogios a nação que agora o acolhia, com quem deseja fazer a aliança para dominar o planeta. Chegou a dizer que os EUA são um país generoso com os pobres do mundo, e com as necessidades humanas. No contexto na maior nação do mundo, Bento XVI, nesse aspecto tendo aprendido com João Paulo II, abriu seu coração em humildade para pedir perdão pelas atitudes imorais de sacerdotes católicos pedófilos. A postura humilde do papa criou uma atmosfera de reconciliação entre a Igreja Católica e o povo americano, curou uma ferida aberta, abrindo condições para avançar em alianças de natureza política. Essas alianças virão logo, se já não foram firmadas nessa visita. A principal aliança terá a participação do espiritismo com a Igreja Católica e o protestantismo apostatado (afastado de suas origens) americano, formando-se, assim, a tríplice aliança de Apoc. 16:13 e 14. Ela visa realizar “sinais e maravilhas”; remover as restrições dos governos seculares sobre Roma, principalmente os da França; repudiar os princípios constitucionais dos EUA; propagar os erros e falsidades da Igreja Católica; emitir o decreto dominical e depois emitir o decreto de morte. Além disso, formará a unificação das forças contra o povo santo no armagedon, mas, durante a sétima praga, voltar-se-á contra a besta, ao descobrir que fora por ela enganada. Fica claro agora que os dois poderes espirituais, o Vaticano e o espiritismo, comandarão os poderes políticos globais via Estados Unidos da América, que, por sua vez, tem o comando do G8, o grupo dos oito países mais industrializados do mundo. O Vaticano comandará as nações também e via a ONU, que tem influência sobre todas as nações do mundo. Assim leis globais de natureza moral serão fáceis de serem impostas sobre o mundo. Essas leis, entende-se , tornam-se cada vez mais necessárias, para evitar uma catástrofe social e econômica global, em andamento acelerado.

A visita do papa aos Estados Unidos da América representou o início de um novo posicionamento político da Igreja Católica no mundo. Nada mais será como antes. Ela está, em definitivo, na reta final para restabelecer o seu poder como teve durante a Idade Média. A recepção de Bento XVI pelo Presidente Bush e pelo Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon comprovam isso. Bush, modificando o protocolo, abriu um precedente na recepção de Bento XVI. Ele recebeu o papa como um estadista, não como um religioso, com todas as honras e pompas dadas somente a um chefe de estado. Pela primeira vez um presidente americano foi até o aeroporto para ali fazer a recepção ao papa como estadista. Isso jamais aconteceu antes a algum outro estadista em visita aos EUA. Significa que o papa é agora o homem mais importante do planeta, acima dos demais líderes políticos do mundo.

Ban Ki-moon, por sua vez, declarou em público que se reforça a amizade entre Bento XVI e a ONU, e se reforçam os elos de ligação entre esse órgão das nações e o Vaticano da Santa Sé. Aliás, como uma demonstração de paralelismo de poder, o avião que levou o papa foi chamado de “Shepherd One” ou seja, “pastor um”, em comparação ao “Air Force One”, o avião oficial de Bush. São agora três estadistas tratando de assuntos de todas as naturezas, mas em especial, de natureza religiosa. O papa, reunido com Bush, tratou de todos os grandes problemas do planeta, em todos os lugares onde eles esteja ocorrendo nos cinco continentes. Os conflitos foram incluídos, as questões étnicas, a fome, as doenças, a família, e assim por diante. Todas as grandes questões, agora estão em pauta comum a esses poderes.

O presidente Bush demonstrando um entusiasmo quase juvenil diante do papa, disse que, olhando nos olhos dele via DEUS. Que mais deveria ele dizer para colocar o papa acima de todos os líderes do mundo? Ele afirmou, em público, que na América (EUA) o papa encontrará pessoas cujos corações estão abertos para a sua mensagem. O presidente estava sutilmente entregando o país à liderança do papa. Talvez nem se tenha apercebido disso. Bush e Bento XVI fizeram uma declaração conjunta contra o terrorismo, coisa que Bush aprecia demais, que este deve ser combatido por meios apropriados, em busca da paz e da segurança global. Esses meios apropriados significam leis que eliminam o poder econômico dos terroristas, ou quem venha a ser enquadrado nessa categoria globalmente indesejada.

O papa Bento XVI fez algumas declarações que definem a posição da Igreja Católica daqui para frente. Falou da necessidade da construção de uma “solidariedade global”, para que se forme o conceito de “família humana” em que povos, tradições e culturas diferentes convivam em paz. Para isto a justiça e a dignidade precisam ser respeitadas e promovidas por todos. A igreja, disse o papa, tem capacidade de colaborar nesse sentido. É preciso superar as divisões, crescendo na unidade. É aí que entra o papel das religiões, ao menos das grandes religiões. Elas precisam unir-se por meio do “diálogo inter-religioso”, que significa o diálogo entre todas as grandes religiões do mundo, que são: o cristianismo (que está se unindo por meio do ecumenismo), o judaísmo, os muçulmanos, e as outras religiões pagãs, para criar uma unidade global de fé e crenças não conflitantes nem concorrentes entre si. O mundo necessita das religiões para moralizar o comportamento de seus cidadãos e unir os povos em uma harmonia supranacional. Todos precisam colaborar nesse sentido. O diálogo inter-religioso, disse o papa, é a “busca da verdade”, em termos de adoração, doutrina e fé. De fato, houve uma reunião muito importante entre o papa e as diferentes religiões, nessa viagem aos EUA. Já está bem firmada a liderança da Igreja Católica sobre todas as demais igrejas, pois é ela que comanda o ecumenismo e o diálogo inter-religioso, que agora tornam-se vitais para ajudar a ONU na busca da paz e segurança global.

O papa disse que nunca devemos perder a esperança, e devemos realizar empenho a favor de toda a família humana. Para isto, todos devem participar do “debate público das crenças religiosas e dos valores mais profundos” existentes no mundo. Nesse sentido, o papa louvou os EUA, dizendo que ali coexistem muitas religiões pacificamente. Os EUA são modelo para o mundo na coexistência das religiões (o papa nem se lembrou do forte racismo nesse país). Com essa declaração, o papa coloca aquelas igrejas que ainda não participam do ecumenismo e do diálogo em situação de menosprezo. Aliás, ele disse que já há nações no mundo com interesse político em “patrocinar o diálogo inter-religioso e cultural”, buscando o consenso de crenças, pela “paz e segurança global”. Esse é o caso da Alemanha, dos EUA, e dos demais países do G8, como a Rússia por exemplo.

Bento XVI enfatizou que os membros de todas as religiões estejam unidos na defesa e promoção da vida, do matrimônio, da família e da liberdade religiosa no mundo. Por liberdade religiosa entende-se, nesse meio, o direito de todos os adoradores de não serem importunados em suas crenças, para que possa cada adorador ficar na igreja em que está. Seria o fim do proselitismo e das ações missionárias de algumas organizações religiosas. O proselitismo está sendo considerado uma violência intolerável, e bem logo virão leis globais para resolver esta questão, dificultando, por exemplo, a ação missionária. O papa reforçou na necessidade da “convergência das diferentes tradições culturais e religiosas”, em busca da reconciliação entre os povos. O apelo final, antes de seu retorno a Roma, repetido várias vezes durante a visita, é pela “unidade entre as religiões”. Dela depende a formação da “família humana” global, para que todos convivam dignamente em paz uns com os outros, condição que seria alcançada pela primeira vez na história da humanidade desde que entrou o pecado no mundo. É a condição de “paz e segurança” de que fala I Tess.. 5:3, que precede a repentina destruição. Significa dizer que estamos chegando bem próximos do desfecho da história do pecado, bem próximos dos últimos e dramáticos eventos. Estamos chegando bem próximos da necessidade de DEUS Se levantar em favor de Seu povo e de Sua igreja. Bem próximos da sacudidura, do selamento, do refrigério, do derramamento da chuva serôdia e do alto clamor.

Em seu discurso na ONU o papa disse que “os países deveriam intervir pelos direitos humanos”. São necessárias “regras internacionais compulsórias” da “comunidade internacional” para “responder às demandas da família humana”, com “ações coletivas” em favor do direito, da paz, da defesa da natureza, pela solução dos grandes problemas da humanidade. Ele reforçou que é necessário “intervir com ferramentas jurídicas fornecidas pela carta das Nações Unidas” nesse sentido. Fala-se, então, em leis compulsórias internacionais para garantir a paz. É interessante que não tenha havido sequer uma observação pela mídia global quanto a essas “leis compulsórias”. É evidente que referem-se as leis de natureza religiosa, entre outras, em favor da santificação do domingo, em oposição ao sábado, defendido por uma organização pequena classificada como mera seita.

Por sua vez, o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, que havia convidado o papa para se pronunciar oficialmente na ONU, e que já havia dito que se reforçam os elos entre essa organização e a Igreja Católica, concluiu o evento dizendo que essas duas organizações (ICAR e ONU) tem objetivos comuns: de posicionarem-se contra a pobreza, as armas nucleares, a favor dos direitos humanos e pela gestão dos recursos naturais, entre outras coisas. Logo, assim, a Igreja Católica assume importância política junto com a ONU, sobre todos os países. Ban Ki-moon defendeu a “prevalência da fé na tarefa da organização”, ou seja, a ONU deverá, daqui por diante ter um profundo vínculo com a fé, fornecido pelo Vaticano. Na realidade, por essa via, a ONU será dominada pela Santa Sé, pequeno país de apenas 44 hectares de onde o papa comandará as ações sobre o planeta nesses eventos finais.

Em conclusão, nessa viagem o papa Bento XVI coloca a igreja à frente da ONU e dos EUA, bem como do G8, no comando das grandes ações globais que deverão supostamente buscar a solução para os grandes problemas do mundo. Nessa viagem foi confirmada uma aliança entre esses poderes. O objetivo é formar uma família humana unida em suas crenças religiosas e valores culturais com pontos importantes em comum. Formar o respeito pela paz e segurança global. Para isto, a Igreja Católica já está comandando, com eficácia, o ecumenismo (unificação de todos os cristãos) e o diálogo inter-religioso (unificação de todas as igrejas do mundo). Por esses poderes, as igrejas ajudarão a ONU, os EUA e o G8 a realizarem uma reforma moral de comportamento nos demais líderes políticos e dos cidadãos do mundo, mesmo que sejam necessárias leis compulsórias, de certa forma, já anunciadas como imprescindíveis.

Formou-se, nessa visita do papa aos EUA, o início das ações que se desdobrarão até o clímax do grande drama do pecado, desde que ele se iniciou.

Versão 01, de 25-04-2008
Poderão haver novas versões desse texto.
Prof. Sikberto R. Marks

Fonte - Cristo Voltará

Eucaristia é o centro da vida cristã

Pela primeira vez um Bispo do Funchal presidiu à Solenidade do Santo Cristo, o maior acontecimento da religiosidade popular no arquipélago dos Açores, com milhares de devotos a incorporarem-se nas cerimónias e muitos emigrantes dos Estados Unidos e Canadá que se deslocam propositadamente a São Miguel nesta altura.

Os momentos altos desta festividade secular foram a missa campal no adro do Santuário da Esperança; e a procissão que percorreu as ruas da cidade de Ponta Delgada atapetadas de flores e com colchas nas janelas e varandas, num cortejo que se realiza desde 1700.

Para além de D. António Carrilho, participaram igualmente o Bispo de Angra, D. António de Sousa Braga, e D. Aurélio Granada Escudeiro (Bispo emérito).

Perante a Imagem do Senho Santo Cristo, D. António Carrilho apelou aos fiéis que “acolhessem para a sua vida o essencial da sua Mensagem - como ‘Caminho, verdade e vida’”, e centrada na eucaristia, como nos propôs também Madre Teresa d’Anunciada.

“A devoção conduz-nos à eucaristia que é fonte e centro da vida cristã e da Igreja, componente de toda a vida”, também “na famlia e na sociedade”, sublinhou.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Lembrar sempre que eucaristia e missa dominical devem ser entendidos sempre de forma intercalada...

O fim da caricatura

25 de abril de 2008
Quarenta e oito horas em sua visita aos Estados Unidos, o Papa Bento XVI tinha feito algo notável: tinha sepultado com sucesso o rótulo "Joseph Ratzinger", uma desagradável caricatura criada décadas antes pelos seus inimigos teológicos e, posteriormente comercializada para a imprensa do mundo. Desde seu primeiro momento na Base Aérea Andrews, no entanto, ficou claro que este não era um guardião teológico linha-dura, nem Rottweiler. Em vez do rótulo "Ratzinger", a América foi apresentada a um modesto, amigável homem, um avozão [grandfatherly] bávaro com modos requintados e uma rajada de cabelo branco incontrolável, cheio de carinho e admiração pelos Estados Unidos [...]

Direitos Humanos: o vocabulário moral do mundo

O principal objetivo da peregrinação transatlântica de Bento XVI era o de dirigir-se à Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas. Ele não explodiu a administração de Bush por causa do Iraque, como algumas fontes não informadas tinham declarado que ele faria... Nem conduziu a turnê internacional que os diplomatas do Vaticano prefeririam. Em vez disso, Bento XVI assumiu o Professor Ratzinger e deu à Assembléia Geral uma pensativa palestra sobre a forma de transformar o ruído em conversa.

Bento XVI está profundamente consciente da dissonância do mundo, e que a mente não é simplesmente um reflexo da pluralidade do mundo. Além das radicalmente diferentes reivindicações políticas, religiosas, filosóficas e ideológicas se confrontarem na esfera pública mundial, existe o problema de um Ocidente que tem perdido a sua fé em razão de uma estrutura muito abalada da convicção... de que os seres humanos podem conhecer a verdade das coisas, incluindo a verdade moral das coisas. E isso parece a Bento XVI não só um grave problema em si, mas um grave problema político. Como pode a conversa, o debate e o argumento que são a força motriz de qualquer política humana acontecerem quando todos estão falando uma língua diferente, e ninguém pode concordar com um tradutor, e a necessidade de "tradução" é considerada pela vanguarda pós-moderna como impossivelmente antiquada? Nestas circunstâncias, a conversação é impossível e o ruído domina.

Então Bento XVI veio à ONU para sugerir que o ruído pode ser transformado em um verdadeiro envolvimento das diferenças através da razão moral que todos os seres humanos compartilham em comum, e através de uma das lições que a razão moral ensina aos seres racionais sobre como eles devem tratar um ao outro. Chamamos essa lição, hoje, "direitos humanos". Assim, a noção de direitos humanos como um vocabulário global que pode transformar o ruído em conversa (que foi o motivo condutor das observações de João Paulo II na Assembléia Geral em 1995) foi o centro do discurso de Bento XVI na ONU. Observando o 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, Bento XVI lembrou seus ouvintes que, na verdade, aqui o ruído se transformou em conversa. Assim, "este documento foi o resultado de uma convergência de diferentes tradições religiosas e culturais, todas elas, motivadas pelo desejo comum de colocar a pessoa humana no centro das instituições, da legislação e do funcionamento da sociedade, e considerar a pessoa humana essencial para o mundo da cultura, ciência e religião". Então, ele conduziu ao ponto principal: "Os direitos humanos estão cada vez mais sendo apresentados como a linguagem comum e o substrato ético das relações internacionais".

Como podemos saber que esses "direitos" existem, o papa perguntou. Nós podemos conhecê-los porque "eles são baseados na lei natural inscrita nos corações humanos e presentes em diferentes culturas e civilizações". Os Direitos Humanos, bem compreendidos, são um patrimônio moral universal; Não são benefícios a serem concedidos por Estados para o bom comportamento, nem são os direitos humanos básicos uma imposição cultural do Ocidente sobre o restante do mundo. Os direitos humanos são construídos em nós – Bento XVI diria - pelo "projeto criativo de Deus para o mundo e para a história", que atinge o seu "ponto alto" na pessoa humana. Ainda assim, o argumento do papa de que os direitos humanos universais são o reflexo das verdades morais universais "construídas" na pessoa humana é uma reivindicação que pode ser sustentada pelos não-crentes, bem como pelos fiéis de todas as tradições religiosas que prezam a razão.

Voltaire deve estar se revirando em seu túmulo, ao pensar na Sé de Pedro como o defensor da razão no mundo moderno. Ainda Bento XVI, como João Paulo II, põe seu rosto, e de sua igreja, contra as diversas irracionalidades (incluindo irracionalidades religiosas), que agora assolam o mundo, causando estragos nos assuntos humanos. Além disso, pela sugestão de que a "legitimidade moral" das Nações Unidas não decorre de letras negras sobre o papel que estão na Carta das Nações Unidas, mas do compromisso da Organização das Nações Unidas de proteger e promover os direitos humanos fundamentais e da sua eficácia em fazê-lo, o papa tem ajudado antecipadamente, contudo, ligeiramente, a causa da reforma da ONU [...]

(Online)

NOTA: Que moral tem o chefe do Vaticano para colocar-se como guardião mundial dos direitos humanos enquanto ele mesmo representa um Estado cujo governo autoritário é absoluto? De duas uma: ou os EUA perderam a noção do perigo e estão inocentemente valorizando um poder que outrora já se mostrou perseguidor, ou a aproximação destes poderes é intencional, patrocinada pela elite ocultista mundial para facilitar a implantação da Nova Ordem Mundial (fico com a segunda alternativa). Outra questão inquietante: se o papa já está fazendo a ligação política da Lei Natural (leia-se Decálogo) com os Direitos Humanos, quando tempo falta para ele fazer a mesma ligação com os Deveres Humanos? Querer impor a Lei de Deus com o apoio da política mundial é um tremendo erro. Será que o Vaticano não entende o que quer dizer "Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus"? É imposível legislar sobre a Lei Natural de forma política sem ferir o princípio de separação de Igreja/Estado, e o princípio de liberdade religiosa. Especialmente os quatro primeiros mandamentos (que na Bíblia católica adulterada são três) que referem-se ao dever do homem para com Deus, jamais deveriam entrar em qualquer discussão na esfera política. Os protestantes americanos estão cometendo um grande erro ao favorecer o poder religioso de Roma...

Fonte - Minuto Profético
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