quarta-feira, 28 de maio de 2008

Papa e imprensa norte-americana

DETROIT, terça-feira, 27 de maio de 2008 (ZENIT.org).- Olhando e lendo as resenhas de vários meios de comunicação antes que o Santo Padre chegasse para sua histórica visita no mês passado a Washington e Nova York, era fácil ter a impressão de que não ia acontecer nada além de mais preconceitos e escassa representação da própria mídia.

Esperava-se que os meios de comunicação girassem em torno das usuais suspeitas, dos autores não ortodoxos, dos chamados estudiosos e comentaristas que são católicos somente de nome e não podem aceitar o ensinamento da Igreja sobre o aborto, a contracepção e o sacerdócio masculino, e os questionam ou os citam na imprensa de maneira que podem mais uma vez atacar a Igreja por não seguir os caprichos da cultura americana.
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Isto foi assim até que o próprio Santo Padre impressionou a mídia.
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Wheeler acrescenta que viu um giro notável no tipo de especialistas dos principais meios de comunicação que representavam o ponto de vista da Igreja.
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«Meus sentimentos, baseados nas reações que ouvi por trás do cenário de membros dos meios de comunicação são que o Papa Bento XVI realmente surpreendeu a mídia leiga», disse Wheeler. Acharam-no autêntico, aberto e inexorável em seu candor sobre temas que afetam o país e o mundo.

«Minha esperança é que, se muitos membros leigos da mídia que cobriram esta visita leram e escreveram sobre os discursos do Santo Padre, seus corações se transformem de maneira que possa dar-se uma renovação da mídia.»

Fonte - Zenit

"Aquele 'eu me envergonho', com o qual assumiu a humilhação e a dor de toda a Igreja pelo escândalo causado por sacerdotes acusados de pedofilia, foi como o início do renascimento, a retomada de um caminho novo", disse o cardeal. (BF)

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP:
E a ferida havida, parece cada vez mais coisa do passado...

Mais destruição na China


Enquanto a China se recupera do terremoto que atingiu Sichuan há duas semanas, e réplicas de menor magnitude que vêm acontecendo desde então, o país sofre agora com chuvas torrenciais, que já deixaram pelo menos 50 mortos e 4 mil isolados na região sudoeste.

A área mais atingida foi a região de Guizhou onde 36 pessoas morreram. Outras 14 estão mortas em outras quatro províncias e pelo menos 26 estão desaparecidas. Calcula-se que mais de 500 mil pessoas, em 17 cidades foram afetadas e 6.700 casas foram danificadas.

Autoridades chinesas esperam chuvas muito intensas nos três próximos dias, com alto risco de inundações.

Fonte - Opinião e Notícia

Dois tremores secundários voltaram a abalar a região na China devastada por um terremoto há 15 dias e provocaram o desabamento de 420 mil casas nesta terça-feira, de acordo com a agência estatal de notícia Xinhua.


Segundo as informações da agência, um dos tremores, no condado de Qinchuan, atingiu 5,7 graus na escala Richter. A Xinhua acrescentou que ainda não há relatos de mortos.

No domingo, tremores secundários já haviam destruído 300 mil construções.

Fonte - BBC

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Pr. Gambetta e seu encontro com o Pr. Fine

Os vídeos a seguir são um testemunho do Pr. Gambetta de seu encontro com o Pr. Fine, ratificando todos os termos do sermão da KTF Ministry, assim como o Pr. Meyer também já havia feito, como declinamos em recente post.

Segue para apreciação dos amigos deste espaço. As advertências são as de praxe...









Igreja contra comércio no domingo para proteger a família


Leiria, 01 Mai (Lusa) - A Liga Operária Católica (LOC) e o bispo das Forças Armadas contestam a abertura dos hipermercados aos domingos, considerando que esse dia deve ser vocacionado para a família.

Fátima Almeida, coordenadora nacional da LOC, defende que os domingos devem ser dias "dedicados ao encontro das famílias", limitando-se ao máximo qualquer actividade laboral.

Os funcionários dos hipermercados "também têm famílias", recordou Fátima Almeida, que aponta a excessiva precariedade laboral, os turnos rotativos e a falta de emprego como motivos para a perda da estabilidade familiar.

"Perdeu-se o domingo como espaço de encontro das famílias" e embora "esses espaços comerciais sejam uma espécie de centros de culto" para os agregados familiares modernos, têm de se encontrar outras "soluções e novos espaços de diálogo, de partilha e de entreajuda" diferentes.

Posição semelhante tem D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e antigo porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) quando esta polémica se verificou.

"O domingo é o dia da família" em que deve haver o "cumprimento de valores sociais como é o descanso e a tranquilidade que um trabalhador merece", afirmou D. Januário Torgal Ferreira, rejeitando que a posição da Igreja se deva à realização das eucaristias dominicais.

"Não renegamos os aspectos religiosos" mas o que motiva esta posição é a necessidade de "encontro das famílias", considerou o bispo, que admite a abertura de hipermercados apenas em "circunstâncias ou lugares" em que não exista opção à satisfação das "necessidades básicas".

"O supermercado deve estar ao serviço das necessidades das pessoas mas, até aos fins-de-semana, as famílias têm de se encontrar", considerou D. Januário Torgal Ferreira.

"Com bom senso e grande sensatez, as pessoas deveriam abrir os olhos" até porque "não é uma questão religiosa" mas sim o respeito da "dignidade humana".

"É importante que um trabalhador tenha direito ao domingo" até porque "há uma razão história e social para o fim-de-semana ser um espaço de legítimo descanso", acrescentou.

Fonte - Rádio e Televisão Portugal

Nota DDP:
Mais em "Igreja lusa critica abertura de supermercados aos domingos" e "Igreja opõe-se à abertura de hipermercados ao domingo para proteger a família". Discussão recente em outro país em "Querem que os domingos sejam "sagrados"".

Merkel reafirma sua fé cristã durante evento católico

Berlim, 22 mai (EFE).- A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, reafirmou hoje sua fé cristã durante o Congresso da Igreja Católica do país, que está sendo realizado em Osnabrück (oeste).

"Temos um Deus, temos Jesus, que nos mostra como podemos viver e isso é algo que a mim também me dá força", disse Merkel, filha de um pastor protestante e membro da Igreja Evangélica.

Ainda assim, Merkel comemorou a ampla participação de protestantes durante o Congresso da Igreja Católica.

"Isso é algo que dá esperanças ao ecumenismo", disse a chanceler.

O presidente do Partido Social-Democrata (SPD), Kurt Beck, também compareceu hoje ao encontro e assistiu, junto com Merkel, a uma missa ao ar livre.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP:
Para quem não se lembra, Merkel era até pouco tempo a Presidenta da União Européia e esteve diretamente atrelada à discussão da Constituição continental, onde se pretendia a inserção das raízes cristãs da Europa, conforme pretendia o Papa BXVI.

Pelo menos oito pessoas morrem em onda de tornados nos EUA


WASHINGTON - Pelo menos oito pessoas morreram e várias dezenas ficaram feridas hoje durante um onda de tornados e de fortes tempestades que assolaram o meio oeste dos Estados Unidos, segundo dados divulgados pela rede de televisão CNN.

Os fenômenos meteorológicos causaram também várias dezenas de feridos e graves danos materiais em casas e várias estruturas dos povoados. A tempestade destruiu, além disso, cerca de 50 casas e provocou graves danos em outras 150 no município de Hugo, a 40 quilômetros da capital do estado.

A maioria das vítimas mortais aconteceu no nordeste do estado de Iowa, onde sete pessoas perderam a vida como conseqüência de um tornado que castigou as localidades de Parkersburg e New Hartford. Cinco pessoas morreram em Parkersburg depois que o tornado tocou solo e outras duas morreram na localidade vizinha de New Hartford, para onde se deslocou a tempestade.

No Estado de Minnesota uma criança de dois anos morreu e outra ficou gravemente ferida junto a outras oito pessoas em uma localidade próxima a Mineápolis.

Fonte - Estado

Crescem as ameaças à liberdade na internet

As iniciativas de controle da internet por governos aumentam em todo o mundo. A OpenNet Initiative - uma parceria entre a Universidade de Toronto, Harvard, Cambridge e Oxford - identificou que pelo menos 24 países praticam hoje algum tipo de filtragem da rede mundial, bloqueando conteúdo considerado inadequado. Em 2002, eram somente dois.

"A internet é uma força para a abertura da sociedade", afirmou Karin Karlekar, editora da Freedom of the Press, pesquisa anual da Freedom House sobre liberdade de imprensa. "Por causa disso, vários governos estão expandindo seus métodos para controlar e monitorar a internet." Karin participou ontem do evento Computers, Freedom, and Privacy 2008.
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Fonte - Estado

Eucaristia revoluciona a história

Bento VXI vem enfatizando na importância da Eucaristia para a solução dos grandes problemas da humanidade. Faz parte do plano de santificação do domingo, em todos os lugares do mundo, por todas as pessoas.

Nessa quinta-feira, (22-05-2008) ao presidir a celebração do Corpus Cristi, o papa enfatizou a Eucaristia declarando que ela “...trouxe a maior revolução da história da humanidade. Uma revolução social, pois perante a Eucaristia os fiéis reúnem-se deixando de lado sua condição social, suas convicções políticas e até suas preferências mútuas.” Citando Paulo, o papa disse que “‘já não há judeu nem grego; nem escravo nem livre; nem homem nem mulher, já que todos vós sois um em Cristo Jesus.’”

Agrega que “percebe-se a verdade e a força da revolução cristã, a revolução mais profunda da história humana, que se experimenta precisamente ao redor da Eucaristia...” E o papa conclui que “estamos unidos para além de nossas diferenças de nacionalidade, de profissão, de classe social, de idéias políticas: nos abrimos uns aos outros para nos convertermos em uma só coisa a partir d´Ele” reforçando que “esta, desde o início, foi uma característica do cristianismo realizada visivelmente em torno da Eucaristia, e é bom sempre velar para que as recorrentes tentações de particularismo, ainda que de boa fé, não vão, de fato, no sentido oposto”.

O plano do Vaticano que vem sendo divulgado pelo mundo tem a seguinte orientação básica: “Domingo: dia da família, dia do Senhor”. Ou seja, para ajudar na solução dos grandes problemas sociais do mundo, há que se levar todas as pessoas a santificar o domingo. Ele assim torna-se no dia da família, para que esta obtenha mais união, e nela formem-se cidadãos de bem. Agora o papa expande a importância do domingo e da Eucaristia, sugerindo que por meio dela unem-se povos e culturas diferentes. Foi isso que ele propôs na ONU no mês passado: unir os povos mediante o Ecumenismo e o diálogo inter-religioso. São expectativas proféticas que se cumprem, sinalizando cada vez mais a breve volta de JESUS.

Fonte: http://www.zenit.org/article-18510?l=portuguese
Em: 23-05-2008

Fonte - Cristo Voltará

Bush pede a Deus que acelere o fim do sofrimento dos cubanos

WASHINGTON (AFP) — O presidente americano George W. Bush revelou nesta quarta-feira durante um discurso na Casa Branca diante de famílias de dissidentes presos que pediu a Deus para confortar "as pessoas que sofrem sob a ditadura de Castro" e acelere "o fim do sofrimento dos cubanos".

"Neste dia de solidariedade, pedimos especialmente a Deus que conforte as pessoas que sofrem sob a ditadura cubana e que acelere o fim do sofrimento dos cubanos", declarou Bush.
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Fonte - AFP

Nota DDP:
Cada vez mais uma teocracia...

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Mais uma vez a KTF e o Decreto Dominical

É a terceira oportunidade que tratamos do assunto. As advertências anteriores ainda são pertinentes, não serão repetidas.

A KTF editou novo sermão onde trata de diversas questões que poderiam se relacionar com a edição na prática do decreto dominical e, trata também de manifestar-se sobre o sermão anterior que editou neste tema. O original do texto que ora comentamos pode ser lido mais uma vez diretamente no site da KTF Ministry.

Para resumir, o sermão trata de analisar as necessárias retificações do texto anterior, com base na busca de elementos que pudessem sustentar as afirmativas feitas, muito embora reitere que tivesse tomado o cuidado de checar cada uma das palavras anteriormente utilizadas com sua fonte. Assume ainda que verificar dados de uma reunião secreta é uma missão inglória, bem como que poderia ter melhor verificado os fatos antes de veicular a notícia.

A partir daí o Pastor passa a reiterar, sob o benefício razoável da dúvida, a possibilidade de que sua fonte seja fidedigna, apontando questões relacionadas com a eventual veracidade dos fatos narrados, inclusive citando links que já consideramos neste espaço quando fizemos a primeira checagem acerca dos termos do sermão em consideração.

Analisa ainda, individualmente, questões relacionadas à presença de personagens citados no sermão anterior (Gore, Pelosi, etc) e o paralelo das questões ambientais, o que, como já inclusive relatado neste espaço, nos parecia o ponto alto do relato, por se alinhar com muito do que tem sido postado aqui.

Finalmente, conclui que é bastante razoável acreditar-se na existência de tal reunião em novembro passado, enumerando cada um dos fatores que litigam a favor da tese, especialmente na possibilidade de se acreditar na pessoa do Pr. Allen Fine.

George W. Bush e os Batistas do Sul


A notícia é antiga, Junho/06, mas os fatos que dela constam são importantes para análise e cumprimento do quadro profético esperado:

Mais de 18.000 «mensageiros de Deus» participaram da Convenção Anual da Igreja Batista do Sul entre 13 e 14 de Junho de 2006, na Carolina do Sul. Se tratava de um dos acontecimentos mais importantes da vida política e social de Estados Unidos já que esta denominação religiosa representa a principal reserva eleitoral do presidente George W. Bush. Por esse motivo, os discursos que ali se pronunciaram não devem ser vistos como simples histórias folclóricas. São representativos da maneira de pensar de uma maioria relativa e não deixam de ter consequências, implicando que a teologia dos Batistas do Sul rege o Partido Republicano e serve de fundamento popular a guerra que se desenrolava no Iraque.

Os Batistas do Sul são atualmente a expressão coletiva mais importante no sul dos EUA, politicamente ativos e fundamentalistas, defendem o dispensacionalismo e o fim dos tempos, sendo contra o ecumenismo.

Antes da convenção encontraram-se com representante das Forças Armadas Americanas, onde pastores evangélicos realizaram um trabalho de restauração de valores morais e instalaram, inclusive, um certo puritanismo. Pouco a pouco foram transformados em um exército de Deus. O Pentágano incorporou missionários evangélicos às suas fileiras no Iraque estabelecendo a conversão do povo local como objetivo estratégico.

George W. Bush e a secretária de Estado Condoleezza Rice participaram, o primeio de maneira privada e a segunda de forma oficial, na Convenção Anual dos Batistas do Sul. Ali explicaram que governam de forma a propagar a justiça divina com vistas ao advento do Fim dos Tempos.

Pouco depois da abertura, a Convenção foi interrompida por uma mensagem surpresa não programada de George W. Bush que se dirigiu em vídeo aos participantes desde Bagdad, na terra bíblica.

O presidente se expressou a título pessoal, já que sua intervenção não aparece no sitio da Casa Blanca. Depois de saudar o presidente da Convenção, Bush recordou que numerosos batistas do sul são atualmente membros das forças armadas estadudinenses.

Também rendeu homenagem ao pastor Billy Graham.

Em seguida, Bush recordou aos «mensageiros de Deus» seu projeto de modificar a Constituição dos Estados Unidos para impedir que «juízes militantes» autorizem os matrimônios entre homossexuais. Finalmente, Bush enumerou um conjunto de decisões presidenciais inspiradas em sua fé.

No segundo dia os «mensageiros de Deus» foram convidados a escutar Condoleezza Rice, que se expressou a título pessoal e como secretária de Estado, uma que que sua intervenção aparece no sítio oficial do Departamento de Estado e foi ecoada nos despachos do Serviço de Informação dos Estados Unidos.

Primeiramente Rice se colocou em sintonia com a platéia ao relembrar a educação que recebeu de seu pai presbiteriano. Demonstrou sua adesão à crença do arrebatamento, fazendo alusão à iminência do Final dos Tempos. Utilizando-se de expressões de pastores evangélcios, identificou o atual período como o tempo de prova durante o qual os cristãos têm que reafirmar sua fé em Cristo antes que Ele venha. Depois explorou o papel dos EUA no plano divino, missão que constitui-se em objeto da ação diplomática e militar. Disse:
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"a dignidade humana não é um dom do governo aos seus cidadãos, nem um dom dos homens entre si outorgados. É uma graça divina para toda a humanidade."
[Transcrevi porque é exatamente isso que o Papa BXVI defendeu na tribuna da ONU recentemente]
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"Vivemos momentos críticos e importantes,... momento em que temos que reafirmar porque nos levantamos como nação e qual é esse papel que temos que desempenhar no mundo"
[Ecoado em chamado do Papa aos EUA antes de sua visita]
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"Temos que perguntar-nos, se não é a América, quem unirá as demais nações à consciênciaa da defesa internacioanl e da liberdade religiosa?"
[Outra exigência do Papa]
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"A liberdade religiosa é um objetivo que exige transparência moral. E, senhoras e senhores, a mensagem da América não pode ser mais clara: Os governos nâo têm nenhum direito de interporem-se entre os indivíduos e o Todo-Poderoso.
[Guerra santa moderna?!]

Definitivamente, senhoras e senhores, temos que considerar outra questão mais. Quem senão a América unirá as nações que amam a liberdade para defender a mesma e a democracia no mundo?"
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"Nesta ótica, os EUA recusam-se a ser a polícia mundial encarregada de fazer respeitar o direito internacional. Simplemente, Deus deu a esse país a missão de fazer justiça."

"Não se deve perguntar com que base legal os EUA tomaram a decisão de bombardear o Iraque. Os militares americanos não eram mais que o instrumento de Deus na execução do castigo supremo. Melhor seria perguntar o que farão amanhã neste estado de exaltação."

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Fonte - Noticia Cristiana
Nota DDP:
E que ninguém se engane que o quadro poderia ser diferente com a vitória da ala democrata. Basta ler outro texto da mesma fonte.

Visita do Papa à ONU terá impacto sobre Direito Internacional

NOVA YORK, terça-feira, 20 de maio de 2008 (ZENIT.org).- A visita de Bento XVI às Nações Unidas provocou um grande entusiasmo no Palácio de Cristal e está destinada a ter um impacto sobre o Direito Internacional, explica o observador permanente da Santa Sé na ONU.

O arcebispo Celestino Migliore, que recebeu o Papa em sua residência durante os dias de sua permanência em Nova York, nesta entrevista concedida à Zenit revela alguns detalhes dos encontros privados que teve com o Pontífice e fala sobre como as palavras do Papa foram acolhidas nas Nações Unidas.
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–Quais foram as reações das delegações nacionais presentes na ONU sobre o discurso do Papa?

–Dom Migliore: Também a ONU se encontra em um período de dificuldades e de tensões. Mas o Papa teve a capacidade de elevar os ânimos. Sabendo que na ONU nem tudo são flores, tive a impressão de que muitos diplomatas que o ouviram sublinhar os aspectos mais potencialmente belos das Nações Unidas, sentiram-se confortados e animados a trabalhar por uma ONU que funcione.

Sem dúvida, foi o encontro com essas pessoas que suscitou maior entusiasmo nas Nações Unidas. Durante sua intervenção, o Papa olhou várias vezes para a audiência sorrindo. Seu calor e seu sentir-se à vontade encontraram eco na resposta das pessoas, com sua excitação e aplausos e com a longa ovação que lhe tributaram. Uma resposta entusiasta que não era só uma excitação de estado, mas estava motivada também pelo conteúdo de sua mensagem.

–O Papa disse que a Igreja crê nas Nações Unidas e convidou a ONU a voltar aos princípios fundadores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Como esta mensagem foi recebida pelos membros das Nações Unidas?

–Dom Migliore: A impressão geral é de que o Papa estava lendo em seus corações o desejo pessoal de justiça e liberdade. Pelos comentários dos diplomatas e dos funcionários da ONU, as palavras do Papa estão destinadas a ter uma ressonância e um seguimento profundo e consciente, sobretudo com relação ao papel das Nações Unidas e do Direito Internacional.

De que forma a «responsabilidade de proteger», citada pelo Santo Padre, poderá se apresentar como um novo princípio do Direito Internacional? Em que se diferencia da tradicional resposta da comunidade internacional contra os governos opressores?

–Dom Migliore: O Papa sustentou que o fundamento moral no qual um governo pode afirmar sua autoridade, sua soberania, é seu senso de responsabilidade, sua vontade e sua eficácia em proteger sua população de todo tipo de violação dos direitos humanos.

Assumindo esta expressão do documento final aprovado pelos chefes de estado e de governo em 2005, o Papa estendeu o conceito: a responsabilidade de proteger cobre não só as chamadas intervenções humanitárias (militares), mas poderia ser usada como sinônimo de soberania, que por sua vez não é só um direito, mas é sobretudo uma responsabilidade dirigida a proteger e promover as populações em sua vida cotidiana.

Fonte - Zenit

Governo britânico considera monitorar ligações e emails

O governo britânico está estudando a possibilidade de criar um banco de dados com detalhes de todas as ligações telefônicas, mensagens de texto e emails trocados na Grã-Bretanha, segundo revelou a edição desta terça-feira do jornal britânico The Times.

Os planos estão em fase inicial e poderão ser incluídos no rascunho do Projeto de Lei de Comunicações a ser apresentado no fim do ano, segundo confirmou o Ministério do Interior.

Um porta-voz do Ministério disse que os dados são "uma ferramenta crucial" para proteger a segurança nacional e evitar crimes.

Os secretários do governo ainda não viram os planos, que foram elaborados por funcionários do Ministério. Segundo a reportagem do Times, as informações poderiam ser guardadas por pelo menos um ano, e a polícia e os serviços de segurança precisariam de autorização da Justiça para ter acesso a elas.

Um porta-voz do Ministério do Interior disse que "a Lei de Dados de Comunicação vai ajudar a garantir que o uso de dados de comunicação para combater o terrorismo e as investigações criminais vão continuar disponíveis".

"Esses poderes vão continuar a ser rigorosamente salvaguardados para garantir o equilíbrio entre privacidade e a proteção ao público."

Segundo o porta-voz, são necessárias mudanças no Ato de Regulação dos Poderes de Investigação 2000 "para garantir que as autoridades públicas possam continuar tendo acesso a dados de comunicação essenciais no combate ao terrorismo e na investigação de crimes".

Mas a Comissão da Informação, uma autoridade independente criada para proteger informações pessoais, disse que o banco de dados pode "ir longe demais" e destacou o risco de dados serem perdidos, comercializados ou roubados.

O comissário assistente de informação Jonathan Bamford disse que "não estamos cientes de nenhuma justificativa para que o Estado guarde os registros de telefone e internet de todos os cidadãos britânicos. Nós temos sérias dúvidas se esta medida é justificada, proporcionada ou desejável".

"Derrotar o crime e o terrorismo é de máxima importância, mas não estamos cientes de nenhuma necessidade premente que justifique o governo a guardar esses dados."
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Fonte - BBC

terça-feira, 20 de maio de 2008

Querem que os domingos sejam "sagrados"


O Arcebispado de Corrientes está juntando assinaturas para evitar que se trabalhe esses dias e também nos feriados. Buscam que os empregados possam descansar e compartilhares seus dias em família.

Paróquias e sedes católicas de Corrientes começaram a campanha, que foi copiada de uma iniciativa de uma dona de casa cordobesa.

Naquela província se logrou reunir 400.000 assinaturas que serão levadas ao Congresso nacional junto com um projeto de lei que impõe que os comércios fechem às 13 horas do sábado até a última hora do domingo. Também, incluem na petição que não se trabalhe nos feriados.

A precursora sustenta que estes dias, "desde o alvorecer do século XX", são "o tempo necessário para o encontro semanal da família, que se reúne em torno da mesa avós, pais, filhos e netos; o assado, o macarrão caseiro, os diálogos sobre política, desporto ou religião. "

A mulher crê que é o momento em que cada membro da família pode muito bem saber o que ocorre aos outros membros. Por isso, considera necessária a medida, para promover a união.

Basicamente, eles acreditam que a origem deste problema é que os supermercados estão abertos nos fins de semana e horas extraordinárias. Estes, para além do pessoal que trabalha nos mesmos, obrigam muitas outras empresas menores a abrir também para não perder clientes.

Por seu lado, o Arcebispo correntino acredita que os domingos são também um dia para o encontro religioso. De acordo com o Jornal Diário República, a iniciativa já conta com o apoio de 110 delegações de sindicatos de trabalhadores e "o movimento é patrocinado pela Conferência Episcopal Argentina."
Nota DDP:
Mais detalhes em La Republica.

"Haverá governos que seguirão apelo do Papa"

D. Joaquim Gonçalves, BISPO DE VILA REAL

Como interpreta as declarações de Bento XVI, acreditando que pode haver uma solução mundial para o fim das bombas de fragmentação?
Embora ainda não tenha lido nem ouvido essas declarações, elas são, tanto quanto me parece, um aviso ao bom senso e à profundidade das coisas do governo internacional. Hoje, infelizmente, parece aceitar- -se que a guerra é inevitável, que certas bombas são inevitáveis, que isto não tem conserto e que temos, então, de nos resignar.

Mas há alternativa?
Corre-se, de facto, o perigo de não reagir - e isso é gravíssimo -, porque se está perante uma "coisa" muito repetida e que movimenta milhões. O Papa faz este aviso, digamos, profético, para tentar desbloquear os espíritos. Podemos viver todos, mesmo os países que têm essas fábricas de guerra, sem recorrer a isso. É portanto uma resposta ousada para a apatia que estamos a viver e que quer desbloquear os sentimentos dos governos internacionais para uma novidade que é preciso criar.

Que importância pode ter esse aviso?
Pelo menos da parte do Papa é muito bom que o faça. E há também no mundo o despertar da consciência internacional em muita gente. Temos de acreditar nisso. O mundo está sacudido por um espírito de renovação. E o Papa lança como que um fôlego novo e de certeza que há muita gente que comunga dos seus ideais. Temos de acreditar que haverá governos que seguirão o seu apelo ou que pensem nele, várias vezes. Eu acredito, até porque se não criarmos um bloqueio constante, ficamos anestesiados. Esta mensagem do Papa é como um grito profético. Bento XVI disse, na ONU, também em relação aos direitos humanos, que temos de badalar estas posições, que não são utopia e são possibilidades reais, não são do mundo da fantasia.

É grande a autoridade do Papa no mundo?
O Papa actual goza de um grande prestígio internacional. Não é um comunicador, é um homem denso e o seu pensamento é amadurecido. Mesmo para quem não tem fé, ele é uma autoridade. Ouvi-o quando falou na ONU e estava toda a gente atentíssima ao que ele dizia, incluindo pessoas não cristãs, mas que também defendem os valores humanos que são sublinhados pela mensagem do Papa. Gente que acredita que ele não fala por falar, nem pelo prazer de ser ouvido.

Ele é um homem desinteressado pessoalmente e traz uma mensagem de grande valor, de repercussão mundial. Daí a grande importância do seu apelo. Quem tem a autoridade mundial que tem o Papa Bento XVI, no plano ético, evidentemente, fala para os responsáveis do mundo também como um homem responsável pelo mundo.

Fonte - Diário de Notícias

E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. Apocalipse 13:3

Israel discute lei para mudar o sábado para o domingo

Notícia do jornal israelense Israel National News. Ocorre um debate no partido NRP, liderado por Zevulon Orlev, que Israel divulgou uma pesquisa feita entre a população quanto a sua proposta sobre a mudança do sábado para o domingo, nesse país. Houve 56% de apoio da população ao projeto de mudança, com apenas 30% de objeção. Por ele o domingo se torna o dia de descanso, embora o sábado ainda permaneça. Os meios de transporte e de divertimento funcionam, então, no sábado, não mais no domingo. É uma lei que dá início a uma transferência da solenidade do sábado para o domingo, e da secularidade do domingo para o sábado.

O sábado é o dia de descanso nesse país. As repartições públicas ainda continuarão fechadas no sábado, mas o transporte, e as diversões passam a abrir. A idéia é dar às famílias mais tempo para passarem juntas, sábado e domingo. O tempo de trabalho seria compensado pelo aumento das horas de segunda a sexta-feira.

Este é o projeto do vaticano para o mundo todo. Propõe salvar o planeta das graves tendências de colapso pela santificação do domingo. Israel está tomando a frente, certamente, um pouco antes dos EUA emitirem o decreto dominical. O que ocorre ali não é esse decreto, mas uma lei anterior, já esperada profeticamente. Ela, no entanto, abre o debate legislativo para leis em favor do domingo no mundo todo. Essas leis tornarão o sábado cada vez mais difícil de ser santificado, conforme o mandamento de DEUS.

Confira a notícia original em: http://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/122554

2008-05-19

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP:
Leia mais em "Lei Dominical em Israel?", "Ley Dominical en... ¡ISRAEL!", "Desafio ao fim de semana islâmico" e "Parlamentario Orlev propone ley para día de no trabajo los Domingos". Alguma dúvida que vivemos os últimos dias desta terra?

Judiciário espiritualizado

O espiritismo está dominando cada vez mais. Entrou em muitas igrejas, ONGs, empresas, governos, e até na ONU está bem infiltrado. E também está começando a dominar o judiciário no Brasil, e quem sabe, em outros países. Os magistrados já possuem duas organizações que envolvem o espiritismo. Uma é a AJE – Associação Jurídico Espírita, com 200 associados, a outra é a ABRAME – Associação Brasileira de Magistrados Espíritas, esta já com 700 membros.

Eles defendem um Judiciário mais ligado às questões humanitárias. Dizem que a maior lei é a de Deus, os Dez Mandamentos (evidentemente a adulterada, que manda guardar o domingo). Defendem o uso de cartas psicografadas nos tribunais e a busca da fraternidade entre vítimas e criminosos.

"O Estado é laico, mas as pessoas não. Não tem como dissociar e dizer: vou usar a minha fé só dentro do centro espírita", afirma o promotor Tiago Essado, um dos fundadores da AJE. Isso desperta questões delicadas, como:

a)Como fica a distinção entre estado e religião?
b)Unindo estado com religião, qual delas irá valer? E quais ficarão fora do poder?
c)Pode-se tomar decisões judiciais incluindo valores e princípios religiosos? Em caso afirmativo, de qual religião?
d)E as seitas, terão o mesmo direito?
e)Ou se seguirá uma única religião para esses casos, a que está sendo formada sob o comando do Vaticano, por meio do Ecumenismo e do Diálogo Inter-religioso?
f)Sabe-se que nos últimos dias as religiões seriam dominadas pelo espiritismo, que fará sinais e maravilhas. Significa que essas manifestações terão valor nas disputas judiciais? Nesse caso, quem crer de forma diferente das crenças do espiritismo, como fica diante dos juízes?
g)Um dos elementos da tríplice aliança de poder para dominar o mundo no final dos tempos (Apoc. 16:13 e 14) será o espiritismo. Essas duas organizações brasileiras já são maneiras para consolidar esse poder no âmbito da justiça e da aplicação das leis?
h)Como fica o povo de DEUS diante do judiciário? Podem suas demandas ser arbitradas por juízes espíritas? Satanás vai permitir que se faça justiça?

Este na verdade é mais um sinal de que estamos no final dos tempos: o crescimento do poder do espiritismo nas instâncias do poder judiciário, além de se infiltrar também nos demais poderes. É para se saber que JESUS não demorará mais a voltar. Mais um motivo para que nos preparemos para a vida eterna. E a melhor forma de fazer isso é trabalhando pela proclamação do evangelho a todos.

Fonte para este comentário: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u403207.shtml
2008-05-19

Fonte - Cristo Voltará

Em defesa da família

A instituição da família precisa ser defendida, diz o Vaticano. Para isso Bento XVI convidou a sociedade civil para unir esforços em busca de apoio também no âmbito político. Participantes do mundo inteiro se reunirão num congresso internacional em 28 e 29 de novembro de 2008, com os educadores, acadêmicos e ONGs para discutir sobre os desafios e oportunidades que a família encontra na atualidade e em um contexto mundial.

Visa alentar e unir esforços entre aqueles que trabalham a favor da família. Pretende encontrar pontos de convergência entre os diversos grupos formando uma frente comum. O encontro é uma resposta de um apelo papal. É a continuação do Congresso Europeu da Família de 2007. A percepção é de que as crianças passam pouco tempo com os pais, em torno de 15 minutos de qualidade com eles. Enquanto isso, ficam entre 4 a 6 horas diante da televisão. A idéia é dar mais tempo por semana para que as famílias fiquem juntas. Para isto, serão criadas leis que impeçam outras atividades no domingo, senão as que unam a família e ir à missa. É dessa maneira que o Vaticano propõe salvar o planeta de uma iminente catástrofe social. Leis nesse sentido deverão vir em pouco tempo.

Ver as seguintes fontes:
http://www.zenit.org/article-18461?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-18454?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-17171?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-17170?l=portuguese
http://www.radiovaticana.org/por/Articolo.asp?c=177223

19-05-2008

Fonte - Cristo Voltará

"Diálogo inter-religioso não é opcional"

Doha, 19 mai (RV) - Realizou-se em Doha, em Catar, nos dias 13 e 14 de maio, a VI edição da Conferência sobre diálogo inter-religioso. O tema desta edição foi "Os valores religiosos: perspectivas sobre a paz e o respeito à vida".

Estava presente no encontro o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran. No discurso pronunciado na abertura do evento, o cardeal recordou que "o diálogo é um serviço necessário à humanidade: não se trata mais de uma escolha. Se bem feito, com amor e verdade, é sinônimo de compreensão recíproca, respeito, paz e harmonia entre os vários componentes de uma sociedade, sejam eles étnicos, religiosos, culturais ou políticos".

O purpurado recordou a insistência de Bento XVI sobre a importância do confronto entre as diversas confissões religiosas desde sua eleição a Sucessor de Pedro, quando logo reiterou a intenção da Igreja de "continuar a construir pontes de amizade" por meio de um "diálogo autêntico e sincero".

Esta é a estrada a seguir, recordou o Cardeal Tauran, que afirmou: "Nós, seguidores das três maiores religiões monoteístas, compartilhamos valores religiosos que nos fazem sentir mais próximos uns dos outros graças à fé comum em Deus Criador".

Entre esses valores comuns, o cardeal citou a oração, o jejum, as esmolas, a compaixão pelos mais fracos, os doentes e os pobres, o respeito pelos pais, a solidariedade na família e na comunidade religiosa. "Também o caráter sagrado da vida humana, apesar de algumas diferenças, é um valor comum", disse.

O purpurado citou João Paulo II, que dizia que os que crêem na Tora, na Bíblia e do Corão mostram lealdade à humanidade. E convidou a educar os jovens "à paz e ao respeito recíproco", porque se "as religiões não fazem a guerra, infelizmente, como a História nos ensina, seus seguidores, sim". "Enquanto responsáveis religiosos, devemos promover uma saudável pedagogia de paz", concluiu. (BF)

Fonte - Radio Vaticano

segunda-feira, 19 de maio de 2008

"Os bons tempos acabaram"

Nahum Sirotsky, em Israel - É angustiante o período que estamos vivendo. São raras as boas noticias. Paul Krugman, o excepcional colunista do jornal “The New York Times”, escreve com o título de “Os bons tempos acabaram”, uma apreciação da sombria paisagem atual. Não inclui nem a guerra do Iraque nem a ingênua e perigosa missão do ex-presidente americano Jimmy Carter, que foi um fracasso.

Fala do que mais pesa sobre o mundo como petróleo e os aumentos de preços e escassez de alimentos. Preocupações enfatizadas pelo presidente do Banco Mundial, o diretor–geral do FMI.

Os ministros de Economia e Fazenda reunidos em Washington qualificaram a explosão de preços de alimentos e sua escassez como ameaça bem maior do que a instabilidade do sistema financeiro internacional. Na terça-feira, bem no dia em que o preço do petróleo atingiu novos picos, o primeiro-ministro inglês disse que a maior prioridade precisa ser atribuída a questão de preços de alimentos.
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Dominique Straus-Kahn, diretor geral do Fundo Monetário Internacional, culto francês, lembra que a questão do custo e escassez de alimentos “ameaça a sobrevivência da democracia e regimes políticos”. O FMI foi criado para se concentrar na questão da estabilidade monetária, “mas devemos dedicar 100% do nosso tempo à questão de alimentos, cuja falta no passado levou a grandes guerras”. E acrescentou que “ouvi de muitos especialistas em finanças que a concentração de países sobre a questão do petróleo “é um crime contra a humanidade”. O FMI promete rever seu programa para “poder ajudar os países mais pobres a pagarem pela comida”.
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Krugman não esconde o seu pensamento muito bem apoiado em informações e sua visão sem preconceitos ideológicos sobre a economia de seu país e a mundial. Ele suspeita que o mundo chegou a um ponto que tem de repensar seu entendimento e visão do desenvolvimento. É cauteloso. Talvez, sugere, tenhamos chegado aos limites do possível.
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Fonte - Último Segundo
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