terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Alteração climática e prejuízo financeiro


As mudanças climáticas, numa análise macroeconômica, são consideradas como o principal fator de risco para a economia mundial. Ela deverá acarretar até 2012, movimentações financeiras diretas e anuais da ordem de mais de US$ 200 bilhões. Grande parte em prejuízos decorrentes de indenizações em seguros e adequações às políticas nacionais de cada país no controle de emissões de gases de efeito estufa.

Não é exagero supor que o clima poderá se tornar ponto primordial de todas as questões relacionadas com a segurança e soberania das nações. Nesse conjunto de fragilidades, o Brasil é obrigado a manter programas emergenciais para minimizar os sintomas e efeitos da devastação ambiental provocada essencialmente por ações antrópicas do homem moderno.

Poderíamos continuar a elencar todo o tipo de preocupação que cada profissional convive no seu dia-a-dia em função da deterioração da qualidade ambiental e climática no mundo e, em especial, no Brasil.

Ocorre que, como toda a questão, envolve diretamente impactos financeiros e econômicos. Não se trata de deixar de lado a questão social, nem de discutir qual questão merece maior preocupação. Trata-se de articular as preocupações e procurar um equacionamento economicamente viável, ambientalmente amigável, politicamente exeqüível, socialmente justo.

A maior demanda por serviços públicos de saúde em decorrência do aumento da temperatura, da diminuição da qualidade do ar, das epidemias, dentre outras, poderá criar necessidades de gastos anuais na ordem de R$ 8 bilhões.

A quebra de produção agrícola com secas e enchentes, a perda em armazenagem e transporte deve gerar prejuízos no Produto Interno Bruto (PIB) agrícola de cerca de R$ 10 bilhões.

Fazendo um cálculo conservador, no Brasil, os prejuízos decorrentes das alterações climáticas e a perda de geração de receita nos diversos setores produtivos poderão representar um montante de cerca de R$ 47 bilhões durante o ano de 2009, igual a todo o PIB do Uruguai e Paraguai somados.

Se essa ineficiência pudesse ser evitada, os benefícios seriam percebidos distributivamente. Melhor qualidade no emprego das receitas públicas, maior capacidade de investimento na produção – viabilidade de retorno ao investimento prudente – enorme poder de geração de emprego e renda.

A solução, então é enfrentar esse desafio com esforços conjuntos da sociedade e com o fomento do governo nas três esferas, para que a questão ambiental seja trabalhada dentro do conceito que possamos sair perdendo menos com isso.

Fonte - Envolverde

Nota DDP: Dinheiro, prestígio e poder. As molas do mundo, motivos suficientes para todo o tipo de desmando. Com uma crise econômica em andamento, as soluções "baratas" serão sempre uma opção, como a "dimensão ecológica do domingo", e.g., capitaneada pelo Vaticano.

Especialistas divergem quanto aos efeitos da mudança climática

Viena - Especialistas em saúde pública divergiram sobre os efeitos apocalípticos que supostamente irá provocar a mudança climática na difusão de epidemias, durante o congresso anual da Sociedade Internacional para o Estudo das Doenças Infecciosas e do Centro Europeu para a Prevenção e Controle das Doenças em Viena.

Os especialistas reunidos no congresso médico concordaram, no entanto, que não "há dados suficientes para justificar um alarme sobre epidemias causadas pelas mudanças climáticas".

Diarmid Campbell-Lendrum, da Organização Mundial da Saúde (OMS), admitiu que as projeções sobre as futuras mudanças climáticas são incertas e seus efeitos se interrelacionam com determinates que não são climáticas, como fatores socioeconômicos, a crescente globalização e a eficácia dos programas de saúde.

Jonathan Suk, responsável pelo Centro Europeu para a Prevenção e Controle de Doenças, opinou que antes de divulgar teorias alarmistas, "é necessário instituir uma rede para a investigação desses supostos efeitos".

O projeto de Suk se chama "European Environment and Epidemiology Network" e sua proposta é "quantificar os riscos e entender de que modo a saúde da população pode ser afetada pela mudança climática".

Paul Reiter, um dos maiores especialistas em malária, expos durante o congresso que "a difusão da doença é um problema muito complexo, que depende de muitos fatores".

"A variação da temperatura é apenas uma das variáveis. Na maioria dos casos requer considerações também de outras causas, como a ecologia e o comportamento humano", afirmou Reiter.

Uriel Kitron, da Emory University de Atlanta, propôs, por sua vez, "vincular o estudo da mudança climática com o impacto da ação humana em fatores ligados ao clima e à demografia para explicar e prever as mudanças no comportamento das doenças".

Fonte - Jornal da Mídia

Código do Trabalho e Doutrina da Igreja

Acácio Catarino afirma que há «coincidência nos princípios» mas pede que estes se «pratiquem regularmente»

A realidade laboral desdobra-se em, pelo menos, três grandes segmentos: o da pré-legalidade; o da legalidade; e o da ilegalidade.
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Perante esta realidade tão diversificada, o «Código do Trabalho» faz uma síntese dos princípios aplicáveis e das condições da sua aplicabilidade, e deixa uma larga margem para a negociação colectiva. Pode afirmar-se com relativa segurança que, ao nível dos princípios, existe uma coincidência muito significativa com a Doutrina Social da Igreja; o Código e esta Doutrina defendem a dignidade da pessoa humana, a conciliação do trabalho com a vida pessoal e familiar, a responsabilidade social da empresa e a prossecução do bem comum.

Uma parte importante das normas incluídas no Código é objecto de consenso muito alargado, enquanto outra parte é objecto de fortes discordâncias entre organizações empresariais e sindicais, bem como entre forças políticas e outro grupos sociais.

Discordâncias do mesmo teor sempre se registaram no passado, verificam-se na generalidade dos países, e tudo leva a admitir que se mantenham e renovem no futuro. Com efeito, o domínio laboral é um campo de excelência para a luta de classes e para a melhoria permanente das condições e relações laborais. Vem a propósito lembrar que «o trabalho (...) se encontra mesmo no centro da «questão social» (...)» (nº. 2 da encíclica «Laborem Exercens», de João Paulo II).

No que se refere aos cristãos no mundo laboral e perante o «Código do Trabalho», não se deveria perder de vista que os trabalhadores, empresários e detentores do capital são pessoas a respeitar na sua dignidade e até na fraternidade comum (cf. «Laborem Exercens», nº. 14). Com este quadro de fundo, parece recomendável que trabalhadores, empresários e detentores do capital lutem pelos seus valores, direitos e interesses, sem espezinharem os de outrem ( Cf. «Compêndio da Doutrina Social da Igreja», nºs. 277 e 305-307). Parece também recomendável que todos se esforcem por cumprir a lei, fazê-la cumprir e aperfeiçoá-la. Igualmente se recomenda que, nas suas lutas, evitem prejudicar os estratos sociais vulneráveis, e que atribuam toda a prioridade ao espírito e à prática do diálogo social.

Bom seria que, no próprio seio da Igreja, os trabalhadores, empresários e detentores do capital praticassem este diálogo, regularmente; desse modo, testemunhariam e aprofundariam a sua fé, intensificariam a fraternidade cristã e preparariam melhor a sua intervenção nas diferentes estruturas sindicais, empresariais, políticas ou outras.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Importante salientar que no seio da doutrina social da igreja encontra-se o domingo, seu sonho de consumo no que tange ao reconhecimento de "princípios comuns", "melhoria permanente" e "garantia legal" pretendidas no futuro.

Amplia-se a discussão de cunho religioso na Europa

GRÃ-BRETANHA (*) - A campanha ateísta iniciada em Londres e que cruzou o Canal da Mancha, ganhou os ônibus urbanos de Barcelona e deve chegar a Madri, Valência, Sevilha e Bilbao, na Espanha, preocupa o Vaticano, que qualificou-a de “carnaval”, própria de um ateísmo “intelectualmente pouco sério”.

Nem Marx, nem Nietzsche, nem Sartre teriam feito esse tipo de publicidade, declarou o assessor do papa para assuntos culturais, dom Gianfanco Ravasi. A campanha busca a “banalização” do tema, numa “completa superficialidade”. A campanha fica na “zombaria” e no “sarcasmo” e renuncia estudo a fundo do argumento existencial, agregou.
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Em nota pública, a Igreja Metodista britânica agradeceu ao professor Dawkins pelo seu “contínuo interesse em Deus, pois ele encoraja, em livro que publicou a respeito, as pessoas a pensarem no problema da existência ou pelo menos do Criador, e isso é, em si mesmo, positivo.

Fonte - Portas Abertas

Nota DDP: Como já levantado aqui neste mesmo tema, a "religião atéia" tem sido resposável por suscitar em uma Europa quase que completamente secularizada, o debate necessário para recolocar a o debate religioso na pauta do dia, algo extremamente necessário para o cumprimento das profecias, especialmente ao se esperar no horizonte medidas restritivas de liberdades individuais embasadas em preceitos morais, como um decreto dominical.

Vida marinha nas regiões polares é afetada por aquecimento global

Cientistas envolvidos no estudo mais abrangente já feito sobre a vida nos oceanos revelaram que o aquecimento global está alterando a distribuição, o número e a diversidade da vida marinha nos mares dos pólos terrestres. Estas alterações teriam profundas implicações na cadeia alimentar.

Os cientistas concluíram que um número cada vez maior de crustáceos de água quente está se espalhando para os pólos, porque a temperatura das águas ao redor deles está aumentando.

Descobriu-se também que espécies menores estão substituindo outras maiores em algumas regiões do Ártico, o que pode ter profundas implicações na cadeia alimentar. Os cientistas fazem parte do projeto Arctic Ocean Diversity (Arcod), ligado ao Censo da Vida Marinha, que envolve pesquisadores de mais de 80 países.

Fonte - Opinião e Notícia

Localizador de pessoas do Google põe privacidade em xeque

Você buscou palavras no Google, pessoas no Orkut e possivelmente agora vai começar a caçar amigos no Latitude, um serviço gratuito do gigante da internet que promete apontar em mapas -- exibidos na tela do computador ou do telefone celular -- a exata localização de seus conhecidos. E também mostrará a essas pessoas onde você está. Apesar de esse serviço de localização não ser uma completa novidade, a entrada do Google no setor acelera sua popularização, reforçando também as polêmicas relacionadas a esse tipo de ferramenta.

Assim como aconteceu com o surgimento do telefone celular e das redes sociais, ainda não se sabe exatamente como a novidade será integrada à vida de seus usuários, e quais os efeitos ela terá sobre atividades cotidianas.
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Fonte - G1

Nota DDP: As ferramentas necessárias à conexão da adoração falsa com a opressão dos santos estão cada vez mais presentes na sociedade moderna e, interessantemente, as pessoas estão se oferecendo voluntariamente para serem localizáveis. A possibilidade de cumprimento de Ap. 13:16-17 (E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.) , em face da recusa de aceitar-se o selo da besta, já é plenamente factível.

Pelosi diz que Obama lançou "uma nova era de cooperação internacional"

Roma, 16 fev (EFE).- A presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, afirmou hoje que o presidente Barack Obama lançou uma "nova era de cooperação internacional" baseada "em escutar, não em dar lições, sobre a cooperação não sobre a condescendência".

Nancy Pelosi discursou no Congresso de Deputados da Itália com uma conferência intitulada "Fortes aliados por um futuro mais seguro".

"Com os EUA, as grandes nações da Europa, como a Itália, serão novamente tratadas como sócias iguais", declarou.

Ela acrescentou que o presidente dos EUA, Barack Obama, "acredita que assim como a Otan protegeu a segurança da Europa no último século, uma Aliança Atlântica reforçada pode enfrentar os desafios deste novo e perigoso período".

Pelosi, de origem italiana e que hoje recebeu os certificados de nascimentos de seus avós paternos, fez alusão à influência da Itália nos EUA.

"A América foi descoberta por um italiano, leva o nome de um italiano e esteve construída por milhões de ítalo-americanos" e lembrou milhões de "filhos e filhas da Itália".
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Fonte - G1

Nota DDP: Não se esquecer que a profecia antecipa uma grande aliança que será realizada entre os EUA e o menor estado do mundo, encrustrado em território italiano e com influência inversamente proporcional ao seu tamanho físico.

"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151. (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 131)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Existirá mesmo um decreto dominical?

O contexto do decreto dominical encontra seu vértice nas três mensagens angélicas, uma vez que o conflito resume-se em uma simples palavra: adoração. O convite de Deus neste mister é levar Seus filhos à adoração verdadeira, fazendo referência já na primeira mensagem ao Sábado (basta comparar Ap 14:6-7 com Ex 20:11).

Na segunda mensagem (Ap 14:8) Deus anuncia a queda da babilônia religiosa e seu falso sistema de adoração para, em seguida, avisar aos que insistirem na operação do erro que receberão o sinal da besta (Ap 14:9), sendo este a contrafação da verdadeira adoração (Sábado x domingo).

Partindo deste princípio, temos como ASD´s, a missão que nos foi confiada por Deus:

“As profecias do livro de Apocalipse destacam claramente a missão do remanescente. As três mensagens angélicas de Apocalipse 14:6-12 revelam a proclamação do remanescente, a qual deverá trazer completa e final restauração da verdade do evangelho. Essas três mensagens angélicas correspondem à resposta divina aos extraordinários enganos satânicos que varrem o mundo justamente antes do retorno de Cristo (Apoc. 13:3, 8, 14-16). Imediatamente em seguida ao último apelo divino dirigido ao mundo, Cristo retorna para efetuar a colheita” (Apoc. 14:14-20). (Nisso Cremos 2003, pág. 226/227)

É ao que nos exorta inclusive a “pena inspirada”:

“Em sentido especial foram os adventistas do sétimo dia postos no mundo como atalaias e portadores de luz. A eles foi confiada a última mensagem de advertência a um mundo a perecer. Sobre eles incide maravilhosa luz da Palavra de Deus. Confiou-se-lhes uma obra da mais solene importância: a proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Nenhuma obra há de tão grande importância. Não devem eles permitir que nenhuma outra coisa lhes absorva a atenção.” (A Igreja Remanescente, pág. 64)

Essa mensagem nos é confiada como forma de amedrontar os incrédulos? De forma alguma! No coração desta mensagem está a justificação pela fé!

“A mensagem do primeiro anjo proclama o evangelho eterno e convida à restauração da verdadeira adoração de Deus como Criador, uma vez que a hora do juízo é chegada. O segundo anjo adverte contra todas as formas de adoração originadas em mecanismos humanos. Finalmente, o terceiro anjo proclama o mais solene aviso divino contra a adoração da besta e de sua imagem – que é o procedimento no qual se envolvem, em última análise, todos aqueles que rejeitam o evangelho da justificação pela fé.” (Nisso Cremos 2003, pág. 232)

“Há grandes verdades, por muito tempo ocultas sob o monturo do erro, que devem ser reveladas ao povo. A doutrina da justificação pela fé tem sido perdida de vista por muitos que têm professado crer na terceira mensagem angélica. O Povo da Santidade tem ido a grandes extremos neste ponto. Com grande zelo têm ensinado: "Tão-somente crê em Cristo, e serás salvo; mas fora com a lei de Deus!" Não é isso que ensina a Palavra de Deus. Não há base para semelhante fé. Não é esta a preciosa gema da verdade que Deus deu ao Seu povo para este tempo. Esta doutrina desencaminha almas sinceras. A luz da Palavra de Deus revela o fato de que a lei tem de ser proclamada. Cristo tem de ser exaltado, porque Ele é um Salvador que perdoa a transgressão, a iniqüidade e o pecado, mas de modo algum terá por inocente a alma culpada e impenitente.” (Review and Herald, 13 de agosto de 1889.)

Diante do exposto, é absolutamente cristalino que não há como se descolar a justificação pela fé da chamada à verdadeira adoração, assim como não há como se falar do amor de Cristo negligenciando o selo de Deus. Fazer isso é transmitir uma mensagem incompleta, além de ser contrária à nossa identidade como Adventistas do Sétimo Dia e, principalmente, da missão que Deus nos confiou.

É mais do que óbvio que ninguém começa pelo fim, não há como se falar da verdade sem passar pelas suas colunas: Deus, Cristo, o Espírito Santo, a Bíblia e a Lei de Deus. No entanto, pregar a mensagem completa não é uma faculdade, mas uma obrigação do povo remanescente.

É também óbvio que isso não se demonstra como de fácil aceitação, tendo em vista o viés polêmico que encerra inclusive no seio do adventismo, como visto neste tópico, no entanto, Cristo nunca disse que neste mundo teríamos facilidades.

Há uma advertência aqui inclusive para ser considerada pelos novidadeiros do adventismo moderno: “O segundo anjo adverte contra todas as formas de adoração originadas em mecanismos humanos.” Todas as formas. A centralidade da adoração se situa na pessoa de Deus e não do adorador e muito menos de seus gostos. Quando aproximamos nosso sistema de adoração do culto babilônico, tal qual temos visto no mundo evangélico, o que infelizmente tem se acelerado em nosso meio e nos lançado de braços abertos no ecumenismo capitaneado pelos novos gurus do crescimento de igrejas, com seus métodos de marketing e auto-ajuda aplicados à religião. Nada mais sofístico. Crescimento com ou sem propósitos, mas em grande parte sobre a areia... Há muito que a pensata de Gamaliel não se aplica sem ressalvas, fosse assim e igrejas envolvidas em todo o tipo de contrafação ao Evangelho não cresceriam tanto.

Para estes menos avisados, inclusive para que não me chamem de “reacionário”, cabe a leitura atenta da recente advertência levantada pelo Pr. Erton Köhler, Presidente da Divisão, na RA, pág. 4. Transcrevo somente a citação feita de Le Roy Froom: “enquanto a igreja evangeliza o mundo, o mundo seculariza a igreja”. No mesmo diapasão, "a conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo" (O Grande Conflito, pág. 512)

Decreto dominical é algo impopular mesmo, mas faz parte da mensagem, e existirá, embora, para minha surpresa, muitos adventistas do sétimo dia ou sejam céticos quanto à questão, ou entendam que não é relevante ou, pior ainda, estejam pregando que o Sábado não é o selo de Deus. Sinal dos tempos. Ele vem.

"A história das coisas"

Vale cada um dos seus vinte e um minutos. Tomem tempo para meditar sobre as informações veiculadas e como elas nos afetam já em nossa realidade.








Leiam também "Sociedades consumistas durarão no máximo 20 anos, diz especialista".

Apocalipse 11:18 - E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

“Não podemos ser escravos do trabalho”

É importante não cair num puro economicismo que ponha em causa os valores da família. O alerta é lançado pelo representante da Conferência Episcopal Portuguesa junto da Comissão dos Episcopados da Europa.

D.Amândio Tomás falava a propósito da petição lançada por um grupo de deputados do Parlamento Europeu no sentido da consagração do Domingo como Dia de Descanso.

Uma proposta que para ser adoptada precisa de ser assinada pela maioria dos deputados europeus antes de 7 de Maio deste ano.

Em entrevista ao jornalista Domingos Pinto, D. Amândio Tomás elogia a iniciativa e defende um modelo social que respeite a herança cultural do Velho Continente.

“O descanso dominical tem enormes vantagens para a manutenção da família e para o diálogo entre as pessoas e para a saúde psíquica, que tenham tempo de descanso, para o diálogo, de intercâmbio, de lazer, tempo, para não serem escravos do trabalho” – considera D. Amândio Tomás.

Fonte - Renascença

Japão vive pior crise econômica desde a Segunda Guerra Mundial

A economia do Japão está atravessando sua pior crise desde o final da guerra, afirmou nesta segunda-feira (16) o ministro de Política Econômica e Orçamentária, Kaoru Yosano, após divulgação de cifras que revelam que o país sofre a maior contração em 35 anos.

"Esta é a pior crise desde o final da guerra. Não resta dúvidas", declarou Yosano à imprensa.

Segundo cifras oficiais divulgadas nesta segunda, a economia japonesa sofreu no quatro trimestre de 2008 sua pior contração desde 1974, com uma queda de 12,7% do Produto Interno Bruto (PIB).

"A economia japonesa, cujo crescimento depende muito das exportações de automóveis, maquinário e equipamentos de informação, ficou literalmente arrasada pela crise", afirmou ainda Yosano.

"O Japão será incapaz de superá-la sozinho. As fronteiras não existem na economia. Nossa economia arrancará de novo ao mesmo tempo que os outros países", acrescentou o ministro, para quem "reconstruir a economia é uma questão de responsabilidade frente aos outros países".

Este foi o terceiro trimestre consecutivo de crescimento econômico negativo no Japão.

Este retrocesso do PIB da segunda economia mundial e primeira da Ásia é o mais forte desde a queda de 13,1% em ritmo anual registrada no primeiro trimestre de 1974, em plena crise do petróleo.

Os economistas esperavam por uma contração de 11,6% a ritmo anual, e de 3% em relação ao trimestre anterior, segundo uma pesquisa realizada pelo jornal Nikkei com 22 especialistas.
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Fonte - G1

"O papa comete um erro após o outro"

A revista “Isto É” entrevistou o teólogo suíço, católico Hanz Küng. Ele disse que “o papa comete um erro após o outro”. Esse Hantz Küng é uma espécie de moderno Lutero. Homem inteligente, estudioso da Bíblia, e severo crítico da Igreja Católica, homem muito bem fundamentado e que sabe o que fala. Foi consultor do Concílio Vaticano II, professor universitário e é autor de 25 livros.

A descrição que ele faz do atual papa é: um homem ultra conservador, que não admite mudanças na igreja, combate os progressistas, não admite que outras igrejas sejam assim consideradas verdadeiras, só aceita que a Igreja Católica seja a verdadeira e que as outras não salvam ninguém. Cria polêmicas e conflitos com outras igrejas, como já fez com os protestantes e evangélicos, os muçulmanos e agora com os judeus. Depois tem que voltar atrás. Ora, um homem que é considerado infalível, pois é papa, e desde 1870 a igreja diz que os papas são infalíveis no que dizem em termos morais e religiosos, não poderia errar tanto. Aliás, não poderia errar nunca. Os papas se fazem como DEUS, dizem ser infalíveis, mas esse agora tropeça a cada pouco.

Ainda está difícil entender como o novo presidente americano vai dialogar com o atual papa. Obama é um progressista, que apóia o aborto, os gays, pesquisas com células tronco, casamentos entre pessoas do mesmo sexo, ataca a Bíblia, e assim por diante. E o papa Bento XVI é exatamente o contrário. Obama tem tido apoio e aceitabilidade pelos líderes de mundo todo. Ele veio para unir o mundo, e tem poder para tentar. Mas como vai ele dialogar com o atual papa? Nesse aspecto é preciso esperar um pouco para saber como serão os entendimentos.

Há um ponto em comum entre os dois, o papa e Obama: eles conseguem, de um jeito ou outro, agregar os interesses de muitos para uma união global. É disso que Bento XVI mais fala, e Obama também. Essa unidade Bento XVI vem conseguindo rapidamente, desde que assumiu, e a unidade global é de alto interesse de Obama. Como se vem dizendo nesses últimos tempos: um forte e poderoso ponto em comum, que pode uni-los para ações conjuntas.

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Na mesma linha de pensamento, "Ratzinger é um 'Papa politicamente desastrado'". Como já defendi aqui anteriormente, o interessante destes "deslizes" de BXVI, é que as relações com os "ofendidos" via de regra saem consolidadas com os "incidentes". Não me parece que alguém descrito como o pensador do pontificado do papa anterior, que fechou muitas brechas, tenha passado de uma hora para outra a ser um "pastor medíocre".

Os passos parecem medidos e, assim como a substituição de um presidente "medíocre" levou seu sucessor ao estado de graça frente ao mundo, nada impede que o mesmo possa ocorrer em relação ao líder religioso de maior destaque no cenário mundial. De uma forma ou de outra, uma coisa é certa: nada do que sai do Vaticano deixa de ter propósito definido. Até porque existe um personagem conhecido por trás da cena.

Como entende um Pastor amigo, parece que todo este processo de crítica com este papa aponta para um próximo mais afável ao que o mundo secular entende como aceitável, algo parecido com o fenômeno recente ocorrido entre Bush/Obama, como já declinado.

Outro artigo interessante de se ler neste mister é "Se Obama fosse Papa", de onde se pode destacar no contexto do quanto aqui aduzido e do título conferido à análise:

[Se Obama fosse papa...] Iniciaria imediatamente as medidas reformadoras mais importantes por decreto ("ordem executiva"); e convocaria um concílio ecumênico para promover a mudança de rumo.

Temos a dobradinha esperada entre EUA e Vaticano registrada no parágrafo anterior.

É interessante ainda o quanto se espera de "mudança" com o novo presidente, quando pensadores políticos entendem que em realidade, ''Obama representa continuidade'', ou seja, todo esse "diz que me disse", tanto em relação ao presidente americano, quanto ao líder católico, parece ser muito marketing no atacado e pouca realidade no varejo.

O grande conflito continua em movimento.

Gravidade do aquecimento global foi subestimada

O aquecimento global no decorrer deste século será mais grave do que se acreditava até agora, segundo Chris Field, membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês).

O especialista afirmou ainda que as temperaturas futuras "vão passar de qualquer valor que tenha sido previsto".

Field fez o alerta no sábado, durante o encontro anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), em Chicago.

Ele foi um dos autores do relatório divulgado pelo IPCC em 2007, que estimava que as temperaturas iriam subir entre 1,1ºC e 6,4ºC até o fim deste século.

O cientista, no entanto, diz que o relatório subestimou seriamente a escala do problema. Ele apresentou dados novos que mostram que as emissões dos chamados gases do efeito estufa aumentaram muito mais rapidamente que o esperado entre 2000 e 2007.

Segundo Field, este aumento foi provocado principalmente pela queima de carvão para obter energia elétrica na China e na Índia.

"Estamos basicamente olhando agora para um futuro climático que está muito além de qualquer coisa que tenhamos considerado nas políticas climáticas", afirmou.

Ele disse ainda que o impacto nas temperaturas ainda é desconhecido, mas o aquecimento tende a se acelerar em um ritmo muito mais rápido e a provocar ainda mais danos ambientais do que se previa.

De acordo com o cientista, isso incluiria a seca de florestas nas áreas tropicais, tornando-as muito mais vulneráveis a queimadas.

As temperaturas mais altas também poderiam acelerar o derretimento do permafrost - tipo de solo da região do Ártico -, aumentando dramaticamente a quantidade de carbono na atmosfera.

"Sem uma ação efetiva, as mudanças climáticas vão ser maiores e muito mais difíceis de se lidar do que pensávamos", concluiu.

Fonte: BBC Brasil

NOTA Minuto Profético: O discurso oficial continua forte em torno da tese da causa humana para o aquecimento global. "Ação efetiva" significa o que, afinal? Lei Dominical?

Em tempo: Conforme previsto, em 2009 o Brasil vai se engajar no projeto Hora da Terra (ou do Planeta - saiba mais aqui e aqui). É uma maneira eficiente de condicionar as pessoas para a futura Lei Dominical. Quem viver verá...

Vaticano: a ferida mortal foi curada

Dia 11 de fevereiro comemoram-se 80 anos da criação do Estado do Vaticano, o menor do mundo, com 0,44 quilômetro quadrado. A região teve sua autonomia reconhecida em 1929.

Governado pelo papa, o Vaticano é a sede da Igreja Católica Apostólica Romana. Neste videocast, Sérgio Gil, professor de Relações Internacionais da Faculdade Rio Branco, fala sobre o assunto. Segundo Gil, o Vaticano tem influência porque, como Estado, acaba participando de eventos internacionais. "O Vaticano leva as posições da Igreja Católica. Nenhuma outra religião tem um Estado associado a ela, como tem a Igreja Católica", diz.

Fonte - Minuto Profético

sábado, 14 de fevereiro de 2009

O trabalho de um profeta

A lição cita a profecia de EGW sobre a união entre protestantes americanos e a igreja católica. Isso foi escrito num tempo em que tal unidade era inconcebível. Nenhum analista político e eclesiástico arriscaria supor tal tendência. Mas a profecia foi dada e os adventistas creram nela, e pregaram. Hoje é uma realidade em plena consolidação.

Aproveitamos para ressaltar uma das estratégias para a união das igrejas: cooperar no que já é comum entre as igrejas, isto é dito como “o que nos une” e dialogar, sem pressa, no que há divergência isto é dito “o que nos separa”. Essa é uma estratégia que deixa em situação muito difícil aquelas igrejas que decidem não participar do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. São vistas como não querendo cooperar para a solução dos grandes problemas do planeta. O ecumenismo é o movimento para unir todos os cristãos, e o diálogo inter-religioso para unir todas as demais religiões com os cristãos. O objetivo amplamente divulgado desses dois movimentos é salvar o planeta de seus grandes problemas, sociais, políticos, econômicos e naturais. Ou se faz isso, ou o planeta não tem futuro. Mas não se diz que no fundo, o objetivo mesmo é criar condições para que só satanás, o dragão, seja adorado, e que se inviabilize a adoração a DEUS. Enquanto babilônia tenta unir os cacos resultantes da confusão de línguas mediante cooperação no que é comum, o povo de DEUS propõe ao mundo a solução bíblica da entrega a CRISTO diante da iminente segunda vinda Sua para salvar a todos quantos O aceitarem.

A estratégia ecumênica coloca no centro da solução do problema a santificação do domingo. Esse dia será então para unir a todas as famílias num único lugar, a missa e a eucaristia. Assim todas as famílias do mundo receberão uma instrução para se tornarem cidadãos de bem, via os ensinamentos dos religiosos.

Agora veja bem, há sempre muito mais pontos em comum do que divergentes. Por exemplo, somos contra as drogas, contra a violência, contra a criminalidade, contra a bebida alcoólica, etc. Somos a favor dos cuidados preventivos da saúde, de uma vida cheia de felicidade, de princípios saudáveis de convivência, da honestidade, do amor ao próximo, e muito mais. Ora, tais coisas as outras igrejas também possuem. Então a grande pergunta que o ecumenismo e o diálogo inter-religioso fazem é: por quê não nos unirmos com as demais igrejas, formar logo uma grande e ampla frente comum em busca da melhoria das condições de vida no planeta? E aqueles pontos de divergência discutimos sem presas, ao longo do tempo. Que pontos seriam esses, no nosso caso? Os Dez Mandamentos da Bíblia e não do catecismo, a santificação do sábado e não do domingo, a mortalidade da alma como um ser completo, por causa do pecado, e mais algumas coisas, não são muitas. As igrejas protestantes, evangélicas, pentecostais, etc, com algumas exceções, estão apoiando essa estratégia e inclusive patrocinando a elaboração de um código de ética entre as igrejas mediante o qual se regulamentará a pregação do evangelho, ou seja, a única igreja que poderá fazê-lo será a católica, que alega ter toda a verdade. Portanto, ela sim, pode pregar, as outras não, pois essas pregando, geram violência. E da violência é que o ecumenismo quer livrar o mundo.

Isso que relatamos acima, já são fatos. Não são especulações. Isso se noticia nos jornais. E quase não pregamos sobre esses fatos, não é mesmo? Poucos de nós estamos atentos às profecias para saber o que se passa ao nosso redor. Porém, está tudo previsto, e hoje se torna realidade. Profetas e profecias não são muito bem vistas, exceto se forem falsas.

E há ainda outro ponto em comum, esse realmente muito sutil. É a música gospel, que se tornou a música do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Muita atenção: é um ponto em comum entre os protestantes, entre os pagãos e entre os mundanos. É um ponto comum entre todas as tendências religiosas, está em todas elas, e está também no mundo. É uma música que toca tanto nas igrejas quanto nas reuniões de dança, está em todos os lugares, torna o planeta um lugar comum para um plano poderoso de afastar seus habitantes de DEUS. É o ponto comum do mundo todo. O ritmo dessa música é utilizado tanto por cantores religiosos como por grupos de rock, e todas os demais tipos e tendências de ritmos musicais. Pega-se um ritmo qualquer, dá-se a ele uma letra religiosa e pronto, já é gospel, isto é, evangélica. Veio para facilitar a unificação das igrejas, e facilitar a entrada até de ateus nas igrejas, pois lhes satisfaz o gosto, e não leva a CRISTO. Ela está em todos os lugares, é comum a todos os lugares e torna todos os lugares igualmente atraentes à mente humana. Ela une o mundo em uma única tendência de adoração, e essa adoração, pode crer, não é a DEUS. É o ponto estratégico comum mais poderoso, pois ele afeta não a razão, mas sim, os sentimentos, o gosto e as reações e paixões físicas do corpo. Essa música tem por função preparar membros de todas as igrejas para que, habituando-se a ela, tornem-se suscetíveis a entrar em outras igrejas que não seja a sua, e ali adorar, não a DEUS, mas ao senhor dessa música ecumênica, e facilmente afastar-se do verdadeiro DEUS. É uma forma de massificar a cultura ecumênica pela paz e segurança, tornando o mundo e o mundanismo como parecendo algo sagrado. É o ponto em comum mais poderoso da estratégia do ecumenismo, pois exerce sua influência sobre os sentimentos e o gosto das pessoas.

O grande conflito iniciou no Céu por meio de um músico. E ele conseguiu enganar um em cada três anjos. A batalha final terminará com muitos músicos exercendo impressionante poder sobre as mentes de todas as pessoas do mundo. Muitos deles se tornarão os piores inimigos da verdadeira adoração quando chegarem os dias de decidir que sinal receber, se a marca do domingo, se o selo do sábado.

Preste atenção daqui por diante: satanás está trabalhando para tornar impossível, sem fé, suportar a pressão da não participação nos pontos comuns para unir o mundo sob seu comando. Fará a todos pensarem que é para resolver os grandes problemas do planeta, mas no secamento do rio Eufrates descobrirão o engano, perceberão que adoraram o demônio. Assim ele tentará impedir a proclamação da mensagem final sobre todas as nações, tribos e línguas do planeta, e tentará inviabilizar a segunda vida de CRISTO. Mas a sacudidura, e é só ela que poderá resolver o problema da música gospel ecumênica em nosso meio, reverterá a tendência, e preparará a igreja de CRISTO para o grande e poderoso alto clamor. Isso é um fato iminente, está bem próximo.

Esse comentário dessa semana foi o mais difícil de ser escrito. De todos até agora escritos, esse foi o mais realista, e que necessitou de muita coragem. A realidade desses dias requer que isso seja dito de forma clara e direta. Os fatos se sucedem e o tempo é curto, não dá mais para simplesmente fazer de conta que não é problema meu, ou coisa assim. A sacudidura está se acentuando, e pessoas estão sendo colocadas em situações para que tomem a decisão de sua vida para a eternidade, sempre mortos, ou sempre vivos. Quero agradecer pelos e-mails que todos os dias recebo, eles dão coragem para escrever o que nos tempos passados deixava por isso mesmo.

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Estou terminando de ler este comentário exatamente neste instante, às 0:50 hs. do dia 14/02. Confesso que leio os comentários da Lição da Escola Sabatina do Prof. Sikberto Marks já há bastante tempo e estes sempre me atraíram pelo viés escatológico impresso pelo mesmo. Mas este me impulsionou a escrever algo a respeito.

O comentário todo merece leitura pormenorizada no link supra declinado, mas em especial este final, relevo que faço em contraste aos esforços ecumênicos visualizados na posse do novo presidente americano com a participação do pastor Rick Warren (recomendo a leitura do post "A nova era do cristianismo"), bem como do líder da banda U2 Bono (ver o site One.org), inclusive tendo como mote de campanha a música "One", o que no todo nos conduz à pertinência do comentário supra face a este estranho momento que temos em torno da música (ver as palestras em "Conselhos sobre música" que já antecipava toda esta questão), dentro e fora da Igreja.

Não posso deixar de consignar, ainda, que tive o prazer de conhecer pessoalmente o Prof. Sikberto em um evento promovido pela AP e, toda honra e glória seja dada ao nome de Deus pelo testemunho deste Seu servo, uma vez que passei a conhecer um pouco do homem por trás dos comentários e, o seu esforço pessoal em viver aquilo que escreve.

Este é o trabalho de um profeta.
E esta é a chamada que Deus faz a cada um de nós para este tempo.
Eis-me aqui?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Efeito da crise sobre economia ainda está por vir

O chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Khan, alertou nesta quinta-feira que o impacto da crise financeira global ainda não atingiu totalmente a economia real. "O problema é que o efeito na economia real, na sua maior parte, ainda está por vir", disse ele ao IMF Survey, uma publicação online interna do Fundo.

"O ano de 2009 certamente será um ano pior para o crescimento, não somente para as economias avançadas, mas também para as economias emergentes", disse Strauss-Khan antes da reunião do Grupo dos Sete, que reúne países industrializados, no fim de semana em Roma.

Fonte - Terra

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Membros do Parlamento europeu querem consagrar o Domingo como dia de descanso

Cinco membros do Parlamento Europeu lançaram uma declaração para a protecção do Domingo.

O Secretariado da COMECE - Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia, as Igrejas alemãs protestantes e a Igreja de Inglaterra saudou a iniciativa de vários membros do Parlamento Europeu, que solicitam o pronunciamento dos restantes membros sobre a Declaração escrita acerca da “protecção do Domingo livre como pilar essencial do Modelo Social Europeu e como parte da herança cultural da Europa”.

Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, os bispos da UE indicam que tal declaração “pode constituir um importante compromisso para a «Europa social». Seria agora importante encontrar a maioria necessária para esta resolução para além partidos subscritores”.

A Declaração para a protecção do Domingo foi lançada pelos parlamentares europeus Anna Záborská, Martin Kastler, Jean Louis Cottigny, Patrizia Toia, Konrad Szymański, de diferentes partidos políticos, a 2 de Fevereiro.

Os bispos da UE afirma que “a crise económica e financeira tornou-nos mais conscientes de que nem todos os aspectos da vida podem ser sujeitos a forças de mercado” e indicam que “homem e mulher, que trabalham ao Domingo, estão a ser colocados em desvantagem nas suas relações sociais: na família, no desenvolvimento e até a saúde estão comprovadamente afectadas”.

A COMECE sublinha ainda que o Domingo livre “faz parte da herança cultural da Europa e advém de uma longa tradição”.

“O Domingo livre de trabalho é um factor decisivo no equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar. É de fundamental importância para as relações familiares, mas também para a vida social e cultural, salvaguardar uma das poucas ocasiões em que pais e crianças se podem encontrar”.

Segundo a lei da UE, o Domingo é um dia de descanso semanal para crianças e adolescentes. Por isto, segundo os bispos, “o respeito pelo Domingo tem o potencial de se tornar no pilar do modelo social europeu”.

O episcopado da UE alerta para o facto de a protecção do Domingo “estar a ser esquecida em alguns Estados membros, com o objectivo de aumentar a produção e o consumo. Os trabalhadores experimentaram a fragmentação das suas vidas privadas, enquanto que as pequenas e médias empresas, que não permitem horário ininterruptos, perderam terreno no mercado”.

A declaração, agora introduzida no Parlamento Europeu, apela aos Estados membros e às instituições da UE que “protejam o Domingo, como um dia de descanso, nas legislações nacionais e internacional, para reforçar a protecção dos trabalhadores em áreas como a saúde e a conciliação entre a vida profissional e familiar”.

Para que seja adoptada, é necessário que a Declaração seja assinada pela maioria dos membros do Parlamento Europeu, ou seja, 394 membros, antes de 7 de Maio de 2009.

O artigo 116, que se refere às regras de procedimento do Parlamento Europeu, estipula que uma Declaração Escrita seja um texto com no máximo 200 palavras e seja apresentada por no máximo cinco membros parlamentares, submetida a todos os membros durante um período de três meses.

Se a Declaração recolher a maioria das assinaturas, torna-se um acto oficial do Parlamento Europeu, sendo transmitida aos destinatários citados.

O texto original da proposta pode ser consultado Aqui

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Não é a primeira, muito menos será a última ofensiva neste tema, agora, que o momento é mais do que propício face às inúmeras crises de âmbito mundial que a aldeia global enfrenta, não se tem dúvida.

Que ninguém se esqueça do Óleo.

Vaticano exclui criacionistas de debate

Uma conferência sobre a evolução a ser realizada pelo Vaticano contará com um debate sobre o "design inteligente", mas somente como fenômeno cultural, e não como questão científica ou teológica. Os organizadores da conferência, prevista para ocorrer entre os dias 3 e 7 de março, haviam originalmente excluído os defensores do criacionismo e do "design inteligente" do evento. A conferência tem como objetivo marcar os 150 anos do lançamento de Origem das Espécies, de Charles Darwin. [Ontem], no entanto, o Vaticano informou que haverá debate sobre o "design inteligente", ideia segundo a qual a vida seria complexa demais para ter-se desenvolvido somente por meio da evolução, motivo pelo qual haveria a participação de uma força superior.

(Agência Estado)

Nota: chega a ser absurdo uma igreja que se diz cristã dobrar os joelhos a Darwin, como se fosse um baal moderno, e excluir do debate aqueles que defendem as Escriruras Sagradas, os criacionistas. Mas quando se analisa a questão do ponto de vista escatológico, no contexto da grande controvérsia entre o sábado e o domingo, tudo fica mais claro. O sábado é o memorial da Criação (Gn 2; Êx 20:8-11), símbolo do poder criador de Deus. O domingo é sinal da autoridade romana, uma vez que foi a Igreja Romana que transferiu a solenidade do sábado para o domingo (e admite isso), confundindo judaísmo com um mandamento bíblico que antecede a existência do primeiro judeu.[MB]

Fonte - Michelson Borges

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Palestras de Gilberto Theiss sobre música


Os temas são específicos em tratar sobre o que a bíblia diz a respeito do uso de bateria na adoração musical.

Baixe e ouça na ordem como consta abaixo:

Dia 06/02 (Sexta) - Introdução: A influência da música
Dia 07/02 (Sábado de manhã) - Tema: O uso de bateria na Igreja
Dia 07/02 (Sábado a tarde) - Tema: Cristãos místicos
Tema: Ellen White e o uso de tambores em Indiana

O livro desses temas pode ser encontrado pelo e-mail: altoclamor@altoclamor.com

Nota DDP: Por problemas técnicos algumas palestras tiveram seu final cortado, o que não compromete o conteúdo segundo o próprio palestrante.

Obama diz que só o governo pode ressuscitar economia e apela por aprovação de plano

"O governo federal é a única entidade que tem os recursos para ressuscitar a economia norte-americana." O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mostrou na sua primeira entrevista coletiva na Casa Branca, nesta segunda-feira (9), que o país rompeu mesmo com os ideais conservadores da economia para poder sair do "espiral negativo" da crise. "Não fazer nada pode transformar a crise em uma catástrofe."
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Fonte - UOL

Nota DDP: O discurso mais intervencionista do estado parece ter começado nos EUA. o que provavelmente deve se intensificar daqui para frente.
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