WASHINGTON (Reuters) - Parlamentares norte-americanos começaram na quinta-feira a focar formas de atenuar o ônus financeiro que a legislação sobre a mudança climática pode ter sobre os pobres, especialmente num momento de recessão.
O líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, anunciou que tentará aprovar até meados do ano um projeto que limita as emissões de gases do efeito estufa em carros, usinas elétricas e outras indústrias. O presidente Barack Obama apoia tais controles, mas só quer a implementação depois de 2012, quando termina seu primeiro mandato.
A polêmica medida, à qual muitos republicanos se opõem, seria combinada com iniciativas de energia renovável em um megaprojeto, de acordo com os planos divulgados por Reid e pela presidente da Câmara, Nancy Pelosi.
"A Câmara decidiu juntá-los todos. É provavelmente para aí que nos encaminhamos", disse Reid a jornalistas. "Não conseguiremos (aprovar o pacote do Senado) até algum momento no verão (do hemisfério norte), no mínimo."
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Fonte - UOL
Nota DDP: Na esteira do quanto já considerado no post anterior, "Medidas para combater aquecimento global podem custar caro para os EUA", não há nenhum impedimento em se imaginar que a "polêmica medida" para onde "provavelmente caminharão" os EUA levem em conta a diminuição da emissão de gases com alguma forma de redução na própria produção industrial, o que poderia se demonstrar mais barato que o investimento em "energia verde".
Ainda a título de correlação, o Senador Harry Reid citado na matéria como centro da iniciativa, é mórmon convertido, tendo recentemente discursado na BYU (Universidade deste segmento religioso nos EUA), onde afirmou que "os valores democratas espelham os valores mórmons".
Bem, os mórmons são guardadores do domingo por excelência, até mais que os católicos...
[Colaboração - Fernando Machado]
sexta-feira, 13 de março de 2009
Medidas para combater aquecimento global podem custar caro para os EUA
Combater o aquecimento global implicará em trocar combustíveis baratos, porém "sujos", por outros mais "limpos" e mais caros. Implicará também na construção de novas usinas de energia para substituir as mais velhas, que poluem mais. Isto, por sua vez, vai elevar os preços do combustível e da eletricidade.
A Economist diz que, apesar de os planos de Obama incluírem a criação de empregos "verdes", reduzir as emissões de gases de efeito estufa vai aumentar as despesas da maioria das empresas e famílias.
O plano de Obama para reduzir as emissões, conhecido como "cap-and-trade", prevê um limite sobre o volume de emissões que pode ser produzido anualmente em todo o país. As empresas que emitirem mais do que o permitido poderão comprar licenças daquelas cujas emissões ficarem abaixo da cota autorizada. Muitos congressistas não estão convencidos desta ideia.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Idéias mais "baratas" certamente entrarão na mesa de negociações. Quedas no ritmo de produção subsidiam esta idéia: "Emissões podem ser reduzidas em 50% com a crise".
A Economist diz que, apesar de os planos de Obama incluírem a criação de empregos "verdes", reduzir as emissões de gases de efeito estufa vai aumentar as despesas da maioria das empresas e famílias.
O plano de Obama para reduzir as emissões, conhecido como "cap-and-trade", prevê um limite sobre o volume de emissões que pode ser produzido anualmente em todo o país. As empresas que emitirem mais do que o permitido poderão comprar licenças daquelas cujas emissões ficarem abaixo da cota autorizada. Muitos congressistas não estão convencidos desta ideia.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Idéias mais "baratas" certamente entrarão na mesa de negociações. Quedas no ritmo de produção subsidiam esta idéia: "Emissões podem ser reduzidas em 50% com a crise".
Rabinos consideram que encontro com Papa põe fim à crise
CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 12 de março de 2009 (ZENIT.org).- O encontro desta quinta-feira de Bento XVI com uma delegação do Grão-Rabinato de Israel constitui o final da crise surgida após as declarações com as quais o bispo Richard Williamson – cuja excomunhão foi revogada pelo Papa junto a outros três bispos – negou o Holocausto.
«Agradecemos à Santa Sé por permitir este reinício [das relações, N. do T.] com pronunciamentos claros e inequívocos nos quais deplora a negação do Holocausto», afirmou em uma coletiva de imprensa Shear-Yashuv Cohen, grão-rabino de Haifa, após ter sido recebido pelo Papa.
Segundo o rabino, primeiro representante judeu da história que participou do Sínodo dos Bispos no Vaticano em outubro de 2008, a audiência «foi uma experiência muito particular, que constitui o final de uma crise».
E confessou aos jornalistas: «Não podíamos esperar outra coisa» de Bento XVI.
Por sua parte, o rabino David Rosen, presidente do Comitê Judaico Internacional para as Consultas Inter-religiosas, assegurou: «Temos motivos para estar muito satisfeitos», considerando que a questão «ficou resolvida».
O encontro do Papa com os representantes do Grão-Rabinado havia sido programado para o final de janeiro, mas foi cancelado por causa da polêmica provocada por Dom Williamson.
Bento XVI, no discurso que dirigiu aos representantes judeus, assegurou que em sua viagem a Israel e aos Territórios Palestinos, de 11 a 15 de maio, rezará «especialmente pelo dom precioso da unidade e da paz, tanto na região como em toda a família humana».
O rabino confirmou que durante o encontro com o Papa se falou da importância da educação das crianças nas escolas para combater toda forma de negação do Holocausto e recordar a Shoá, educando as novas gerações para que não volte a repetir-se uma tragédia assim.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Algo esperado se consumou: BXVI por incrível que pareça saiu fortalecido de um evento que todos viam como um "descuido" em seu discurso. Os líderes judeus "agradeceram" ao papa sua "permissão" para reiniciarem seus contatos. Disseram ainda que "não poderiam esperar outra coisa de BXVI". Nem eu esperava...
«Agradecemos à Santa Sé por permitir este reinício [das relações, N. do T.] com pronunciamentos claros e inequívocos nos quais deplora a negação do Holocausto», afirmou em uma coletiva de imprensa Shear-Yashuv Cohen, grão-rabino de Haifa, após ter sido recebido pelo Papa.
Segundo o rabino, primeiro representante judeu da história que participou do Sínodo dos Bispos no Vaticano em outubro de 2008, a audiência «foi uma experiência muito particular, que constitui o final de uma crise».
E confessou aos jornalistas: «Não podíamos esperar outra coisa» de Bento XVI.
Por sua parte, o rabino David Rosen, presidente do Comitê Judaico Internacional para as Consultas Inter-religiosas, assegurou: «Temos motivos para estar muito satisfeitos», considerando que a questão «ficou resolvida».
O encontro do Papa com os representantes do Grão-Rabinado havia sido programado para o final de janeiro, mas foi cancelado por causa da polêmica provocada por Dom Williamson.
Bento XVI, no discurso que dirigiu aos representantes judeus, assegurou que em sua viagem a Israel e aos Territórios Palestinos, de 11 a 15 de maio, rezará «especialmente pelo dom precioso da unidade e da paz, tanto na região como em toda a família humana».
O rabino confirmou que durante o encontro com o Papa se falou da importância da educação das crianças nas escolas para combater toda forma de negação do Holocausto e recordar a Shoá, educando as novas gerações para que não volte a repetir-se uma tragédia assim.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Algo esperado se consumou: BXVI por incrível que pareça saiu fortalecido de um evento que todos viam como um "descuido" em seu discurso. Os líderes judeus "agradeceram" ao papa sua "permissão" para reiniciarem seus contatos. Disseram ainda que "não poderiam esperar outra coisa de BXVI". Nem eu esperava...
Piores cenários sobre aquecimento global podem estar se concretizando
As piores previsões sobre as mudanças climáticas feitas pela Organização das Nações Unidas há dois anos podem já estar se concretizando, afirmaram nesta quinta-feira cientistas reunidos em uma conferência em Copenhague, na Dinamarca.
Em um comunicado final onde delinearam seis pontos-chave para alertar os líderes políticos do mundo, os cientistas afirmam que há um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis.
"Observações recentes confirmam que, dados os altos índices de emissões, as piores projeções do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), ou ainda piores, estão sendo percebidas", diz o documento.
"O clima já está se modificando além dos padrões de variabilidade natural. (...) Há uma possibilidade significativa de que muitos desses padrões irão se acelerar, levando a um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis".
Os pesquisadores também alertaram que mesmo aumentos modestos de temperatura afetarão milhões de pessoas, particularmente em países em desenvolvimento.
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Fonte - BBC
Em um comunicado final onde delinearam seis pontos-chave para alertar os líderes políticos do mundo, os cientistas afirmam que há um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis.
"Observações recentes confirmam que, dados os altos índices de emissões, as piores projeções do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), ou ainda piores, estão sendo percebidas", diz o documento.
"O clima já está se modificando além dos padrões de variabilidade natural. (...) Há uma possibilidade significativa de que muitos desses padrões irão se acelerar, levando a um risco crescente de mudanças climáticas abruptas e irreversíveis".
Os pesquisadores também alertaram que mesmo aumentos modestos de temperatura afetarão milhões de pessoas, particularmente em países em desenvolvimento.
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Fonte - BBC
Economista britânico defende alarmismo para combater aquecimento global
Os cientistas devem deixar claros os efeitos desastrosos da mudança climática para que o mundo aja agora na redução das emissões de carbono, disse nesta quinta-feira o influente economista Nicholas Stern.
"É preciso dizer muito clara e fortemente às pessoas como é difícil (um aumento de temperatura) de quatro, cinco, seis ou sete graus Celsius", afirmou Stern, professor da London School of Economics e ex-economista do Tesouro britânico. "Bilhões de pessoas teriam de se mudar, e haveria um conflito muito severo."
"Essa é uma história que precisa ser contada para convencer as pessoas de que é uma péssima ideia chegar perto de (um aumento de) 5C. É uma grande probabilidade de um resultado devastador", acrescentou Stern a uma plateia de 2.000 cientistas no Congresso sobre a Mudança Climática em Copenhague.
Em um relatório de 2006, o economista alertou que a falta de ação climática poderia causar problemas econômicos equivalentes aos da Grande Depressão na década de 1930.
Com um aquecimento superior a 2C, centenas de milhões de pessoas teriam menos acesso à água; com 3C, a produção mundial de alimentos deve diminuir, segundo relatório de 2007 de uma comissão científica da ONU.
O professor John Schellnhuber, do Instituto Potsdam para a Pesquisa do Impacto Climático, disse, antes de Stern, que um aquecimento de 5C significaria que o planeta só teria condições de abrigar uma população 1 bilhão de pessoas inferior à atual.
A definição de um novo acordo climático global, para vigorar a partir de 2013, depende em grande parte de os países em desenvolvimento aceitarem medidas para reduzir suas emissões de gases do efeito estufa. O tratado deve ser discutido no final do ano em Copenhague.
Stern disse que os países ricos deveriam aceitar uma redução de 80 por cento das suas emissões até 2050, e que em nível global a redução deveria ser de 50 por cento.
"Por 1 ou 2 por cento do PIB global, podemos manter as concentrações (de carbono na atmosfera) abaixo de 500 partes por milhão, e baixar a partir daí", disse Stern. "Isso diminuiria a possibilidade de um aquecimento de 5C para apenas 2 ou 3 por cento. Soa bastante bom para mim. Podemos fazer um seguro bastante poderoso."
Fonte: Estadão Online
[Pesquisa - Blog Minuto Profético]
"É preciso dizer muito clara e fortemente às pessoas como é difícil (um aumento de temperatura) de quatro, cinco, seis ou sete graus Celsius", afirmou Stern, professor da London School of Economics e ex-economista do Tesouro britânico. "Bilhões de pessoas teriam de se mudar, e haveria um conflito muito severo."
"Essa é uma história que precisa ser contada para convencer as pessoas de que é uma péssima ideia chegar perto de (um aumento de) 5C. É uma grande probabilidade de um resultado devastador", acrescentou Stern a uma plateia de 2.000 cientistas no Congresso sobre a Mudança Climática em Copenhague.
Em um relatório de 2006, o economista alertou que a falta de ação climática poderia causar problemas econômicos equivalentes aos da Grande Depressão na década de 1930.
Com um aquecimento superior a 2C, centenas de milhões de pessoas teriam menos acesso à água; com 3C, a produção mundial de alimentos deve diminuir, segundo relatório de 2007 de uma comissão científica da ONU.
O professor John Schellnhuber, do Instituto Potsdam para a Pesquisa do Impacto Climático, disse, antes de Stern, que um aquecimento de 5C significaria que o planeta só teria condições de abrigar uma população 1 bilhão de pessoas inferior à atual.
A definição de um novo acordo climático global, para vigorar a partir de 2013, depende em grande parte de os países em desenvolvimento aceitarem medidas para reduzir suas emissões de gases do efeito estufa. O tratado deve ser discutido no final do ano em Copenhague.
Stern disse que os países ricos deveriam aceitar uma redução de 80 por cento das suas emissões até 2050, e que em nível global a redução deveria ser de 50 por cento.
"Por 1 ou 2 por cento do PIB global, podemos manter as concentrações (de carbono na atmosfera) abaixo de 500 partes por milhão, e baixar a partir daí", disse Stern. "Isso diminuiria a possibilidade de um aquecimento de 5C para apenas 2 ou 3 por cento. Soa bastante bom para mim. Podemos fazer um seguro bastante poderoso."
Fonte: Estadão Online
[Pesquisa - Blog Minuto Profético]
Crise financeira e repercussões
A crise financeira vem fzendo vítimas pelo mundo. O número de bilionários caiu de 1.125 para 793, com 373 saindo da lista. Destes, só 18 foi por morte e 41 entraram na lista. Uma redução de 30%. Entre os que restaram bilionários, houve um empobrecimento médio de 23% de 2008 para 2009. O total das perdas foi de US$ 2,4 trilhões. Só o bilionário Bill Gates perdeu US$ 18 bilhões. Quem mais perdeu foi o empresário indiano Anil Ambani. Ele perdeu US$ 32 bilhões, 76% de sua fortuna.
As pessoas da classe média já estão perdendo o lugar onde morar. Nos Estados Unidos, pessoas que no ano passado adquiriram carro novo hoje estão morando em terreno invadido, em baixo de uma tenda de lona. E sem ter dinheiro para comprar comida. E suas casa, tomadas pelos bancos estão vazias. Isso é racional? O mundo não aprende mesmo.
“Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis...” (2 Tim. 3:1).
Isso aind não é nada. Tempos assim já houve durante a grande recessão de 1929 a 1931. Ainda veremos coisas mais difíceis que essas.
Fonte - Cristo Voltará
As pessoas da classe média já estão perdendo o lugar onde morar. Nos Estados Unidos, pessoas que no ano passado adquiriram carro novo hoje estão morando em terreno invadido, em baixo de uma tenda de lona. E sem ter dinheiro para comprar comida. E suas casa, tomadas pelos bancos estão vazias. Isso é racional? O mundo não aprende mesmo.
“Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis...” (2 Tim. 3:1).
Isso aind não é nada. Tempos assim já houve durante a grande recessão de 1929 a 1931. Ainda veremos coisas mais difíceis que essas.
Fonte - Cristo Voltará
Tudo para atrair fiéis
Onde está o limite para atrair membros para as igrejas? Estamos chegando no vale tudo para alcançar alvos. Veja só, a igreja Renascer em Cristo entrou literalmente no vale tudo por fiéis. Está atraindo os jovens com um sistema de ringue de luta livre, entre os jovens, antes do culto. “Dois, três, quatro rounds e, com o perdedor estirado na lona, o pastor Mazola encerra a primeira série de lutas e anuncia o início do culto.” É a Igreja Renascer em Cristo em Alphaville, na Grande São Paulo, promovendo o “seu primeiro campeonato de vale-tudo, esporte de combate que mescla modalidades como boxe e caratê. "Queremos atrair mais jovens", conta o bispo Leandro Miglioli, 33, de jeans e camiseta polo.” Copiaram de algo assim dos Estados Unidos.
Mas essa é uma pancadaria cristã. Sem cigarros e sem álcool. Essa é a diferença! Sim, que grande diferença!!! De fato, alguma diferença precisa haver, para obter o rótulo de algo cristão. Diz a notícia que “o festival reuniu frequentadores de academias da região para se enfrentarem no ringue colado ao altar. O público (bermuda, chinelo, tatuagem) vibrava.” O ringue estava ao lado do púlpito. “O locutor do embate ficava no palco onde os pastores fazem as pregações. Na pausa para louvor no mesmo local, o pastor Mazola (cabeça raspada e camiseta regata de lutador) contou que já foi usuário de drogas e convocou os presentes a se converterem.”
Naquele dia 60 jovens entregaram a vida para Jesus", diz Miglioli.” Após o culto, a luta continua, até por volta das 3h30 da manhã. Diz o pastor que o primeiro foco é DEUS.
A antropóloga Clara Mafra, pesquisadora de religião, diz que esse tipo de coisa não é novidade. "Nos anos 1940, eles introduziram no Brasil guitarras em cultos. Nos anos 1950, a Assembleia de Deus fez concursos de miss entre as irmãs e não deu certo. A junção de sagrado e mundano causa estranheza, que pode ser ruim ou ter apelo como bom marketing religioso."
O que mais veremos nas igrejas, antes da volta de JESUS? O santo misturado com o profano DEUS chama de prostituição.
E nós, do povo do advento? Iremos também copiar o que se faz nas igrejas que enganam seus fiéis, ou iremos buscar o poder do ESPÍRITO SANTO?
Fonte - Cristo Voltará
Mas essa é uma pancadaria cristã. Sem cigarros e sem álcool. Essa é a diferença! Sim, que grande diferença!!! De fato, alguma diferença precisa haver, para obter o rótulo de algo cristão. Diz a notícia que “o festival reuniu frequentadores de academias da região para se enfrentarem no ringue colado ao altar. O público (bermuda, chinelo, tatuagem) vibrava.” O ringue estava ao lado do púlpito. “O locutor do embate ficava no palco onde os pastores fazem as pregações. Na pausa para louvor no mesmo local, o pastor Mazola (cabeça raspada e camiseta regata de lutador) contou que já foi usuário de drogas e convocou os presentes a se converterem.”
Naquele dia 60 jovens entregaram a vida para Jesus", diz Miglioli.” Após o culto, a luta continua, até por volta das 3h30 da manhã. Diz o pastor que o primeiro foco é DEUS.
A antropóloga Clara Mafra, pesquisadora de religião, diz que esse tipo de coisa não é novidade. "Nos anos 1940, eles introduziram no Brasil guitarras em cultos. Nos anos 1950, a Assembleia de Deus fez concursos de miss entre as irmãs e não deu certo. A junção de sagrado e mundano causa estranheza, que pode ser ruim ou ter apelo como bom marketing religioso."
O que mais veremos nas igrejas, antes da volta de JESUS? O santo misturado com o profano DEUS chama de prostituição.
E nós, do povo do advento? Iremos também copiar o que se faz nas igrejas que enganam seus fiéis, ou iremos buscar o poder do ESPÍRITO SANTO?
Fonte - Cristo Voltará
quinta-feira, 12 de março de 2009
Aquecimento global: Bispos europeus pedem "ousadia" à UE
A Igreja Católica pediu aos líderes europeus que reforcem a luta contra as mudanças climáticas, adoptando mais compromissos contra o aquecimento global.
O pedido está presente numa mensagem que a Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia (COMECE) enviou ao primeiro-ministro checo e presidente de turno da União Europeia, Mirek Topolanek.
Para a Igreja, a mudança climática representa "um dos desafios morais e políticos mais urgentes do século XXI". Por isso, os chefes de Estado europeus devem ter um papel "pioneiro" na defesa do meio ambiente, já que, "se fracassarem neste desafio, isso representará uma derrota para toda a humanidade".
Os Bispos europeus pedem que a questão esteja no centro da Cimeira que vai decorrer nos dias 19 e 20 de Março. Nela, os líderes europeus vão definir a sua política para o encontro da ONU sobre o clima, que se realizará em Copenhaga, na Dinamarca, em Dezembro.
Por isso, a COMECE espera que a União Europeia adopte uma posição mais ambiciosa e que chegue a um pacto internacional para substituir o Protocolo de Quioto a partir de 2012.
Para a Igreja na comunidade europeia, reduzir as emissões nocivas em 20% "não é suficientemente ambicioso" e recomendaram à UE que adopte um objectivo nunca inferior a 30% no corte nas emissões poluentes.
"Encorajamos os líderes europeus a demonstrar a sua solidariedade e a sua vontade política, para que protejam a vida de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, cuja vida e meios de subsistência estão em perigo por culpa do aquecimento global, que é fruto do mundo industrializado", afirmam os Bispos.
Para a COMECE, “um acordo global sobre a luta contra as mudanças climáticas, que seja ao mesmo tempo ambicioso e justo está agora ao alcance da mão”, pelo que é necessário “não perder esta ocasião”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Só para relembrar, a mesma COMECE está envolvida no "Movimento para recuperar domingo como dia de descanso". Seria muito óbvio dizer que uma coisa tem relação com a outra?
O pedido está presente numa mensagem que a Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia (COMECE) enviou ao primeiro-ministro checo e presidente de turno da União Europeia, Mirek Topolanek.
Para a Igreja, a mudança climática representa "um dos desafios morais e políticos mais urgentes do século XXI". Por isso, os chefes de Estado europeus devem ter um papel "pioneiro" na defesa do meio ambiente, já que, "se fracassarem neste desafio, isso representará uma derrota para toda a humanidade".
Os Bispos europeus pedem que a questão esteja no centro da Cimeira que vai decorrer nos dias 19 e 20 de Março. Nela, os líderes europeus vão definir a sua política para o encontro da ONU sobre o clima, que se realizará em Copenhaga, na Dinamarca, em Dezembro.
Por isso, a COMECE espera que a União Europeia adopte uma posição mais ambiciosa e que chegue a um pacto internacional para substituir o Protocolo de Quioto a partir de 2012.
Para a Igreja na comunidade europeia, reduzir as emissões nocivas em 20% "não é suficientemente ambicioso" e recomendaram à UE que adopte um objectivo nunca inferior a 30% no corte nas emissões poluentes.
"Encorajamos os líderes europeus a demonstrar a sua solidariedade e a sua vontade política, para que protejam a vida de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, cuja vida e meios de subsistência estão em perigo por culpa do aquecimento global, que é fruto do mundo industrializado", afirmam os Bispos.
Para a COMECE, “um acordo global sobre a luta contra as mudanças climáticas, que seja ao mesmo tempo ambicioso e justo está agora ao alcance da mão”, pelo que é necessário “não perder esta ocasião”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Só para relembrar, a mesma COMECE está envolvida no "Movimento para recuperar domingo como dia de descanso". Seria muito óbvio dizer que uma coisa tem relação com a outra?
Crise econômica: cardeal Stafford convida banqueiros a pedir perdão
ROMA, quarta-feira, 11 de março de 2009 (ZENIT.org).- O cardeal americano James Francis Stafford, penitenciário maior, fez nesta quarta-feira um convite a que os banqueiros assumam a responsabilidade nesta crise financeira e econômica e peçam perdão.
O purpurado que preside o tribunal vaticano fez estas declarações aos microfones da Rádio Vaticano à margem do curso sobre fórum interno (questões de consciência) que se está celebrando em Roma.
O curso procura formar os sacerdotes diante de casos de consciência muito complexos e delicados que hoje devem enfrentar.
«Nosso mundo é complexo – afirma. Pensemos no mundo econômico, que agora é chamado de global: os pecados neste mundo econômico e global são diferentes em sua complexidade e profundidade com relação ao passado.»
«Por exemplo – acrescenta –, esta crise econômica está arraigada na falta de respeito, por parte dos líderes do mundo, pelas demais pessoas. Os banqueiros devem assumir responsabilidades morais e pedir de Deus o perdão por estes pecados complexos.»
Segundo o cardeal, «é importante descobrir a dimensão teológica e pastoral do pecado», que «não é uma ofensa contra a lei, mas antes de tudo uma ofensa contra uma pessoa, uma pessoa divina, contra a Trindade de Deus e contra as pessoas humanas. É importante para nós, ministros ordenados, redescobrir a fé quando indicamos que Jesus Cristo é o Salvador, o Redentor de nossos pecados».
Este tribunal da Santa Sé nasceu no século XII, com a tarefa fundamental de receber a confissão dos pecados, em nome do Papa, que só podiam ser perdoados diretamente por ele, dada sua gravidade, ou para conceder dispensas e graças reservadas ao Sumo Pontífice.
A constituição apostólica Pastor Bonus que rege a Cúria Romana, publicada por João Paulo II, confirma que a competência do Tribunal da Penitenciaria compreende tudo o que se refere ao fórum interno (as questões de consciência), assim como tudo o que corresponde às indulgências.
Fonte - Zenit
Nota DDP: O retorno ao passado continua e o discurso sobre a "Volta das indulgências" agora começa a fazer mais sentido. Quando se fala em ofensa ao divino e ao humano, indiretamente se imputada desobediência aos mandamentos, uma vez que estes em seu conjunto tratam de formatar estas relações.
O purpurado que preside o tribunal vaticano fez estas declarações aos microfones da Rádio Vaticano à margem do curso sobre fórum interno (questões de consciência) que se está celebrando em Roma.
O curso procura formar os sacerdotes diante de casos de consciência muito complexos e delicados que hoje devem enfrentar.
«Nosso mundo é complexo – afirma. Pensemos no mundo econômico, que agora é chamado de global: os pecados neste mundo econômico e global são diferentes em sua complexidade e profundidade com relação ao passado.»
«Por exemplo – acrescenta –, esta crise econômica está arraigada na falta de respeito, por parte dos líderes do mundo, pelas demais pessoas. Os banqueiros devem assumir responsabilidades morais e pedir de Deus o perdão por estes pecados complexos.»
Segundo o cardeal, «é importante descobrir a dimensão teológica e pastoral do pecado», que «não é uma ofensa contra a lei, mas antes de tudo uma ofensa contra uma pessoa, uma pessoa divina, contra a Trindade de Deus e contra as pessoas humanas. É importante para nós, ministros ordenados, redescobrir a fé quando indicamos que Jesus Cristo é o Salvador, o Redentor de nossos pecados».
Este tribunal da Santa Sé nasceu no século XII, com a tarefa fundamental de receber a confissão dos pecados, em nome do Papa, que só podiam ser perdoados diretamente por ele, dada sua gravidade, ou para conceder dispensas e graças reservadas ao Sumo Pontífice.
A constituição apostólica Pastor Bonus que rege a Cúria Romana, publicada por João Paulo II, confirma que a competência do Tribunal da Penitenciaria compreende tudo o que se refere ao fórum interno (as questões de consciência), assim como tudo o que corresponde às indulgências.
Fonte - Zenit
Nota DDP: O retorno ao passado continua e o discurso sobre a "Volta das indulgências" agora começa a fazer mais sentido. Quando se fala em ofensa ao divino e ao humano, indiretamente se imputada desobediência aos mandamentos, uma vez que estes em seu conjunto tratam de formatar estas relações.
A audácia da ajuda
Ao intervir para reequilibrar as rendas assim como estimular a economia americana, Obama está buscando tornar a crise o início de uma nova era de políticas progressistas, como escreve Chrystia Freeland. Para os governos na Europa, John Thornhill detecta uma tarefa mais difícil à frente, a de aplacar uma população enfurecida.
No dia da posse, após a eufórica celebração em massa e antes dos bailes a rigor daquela noite, importantes democratas se reuniram para jantar no Park Hyatt Hotel de Washington. Entre eles estavam Paul Volcker, o ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Lawrence Summers, o futuro chefe do Conselho Econômico Nacional, e três futuros secretários do governo.
Mas a primeira pessoa a falar foi o último ocupante democrata do Escritório Oval - Bill Clinton. E em seus breves comentários, o ex-presidente esboçou uma visão passionalmente otimista das implicações políticas da atual crise. "Nós estamos em um momento chave deste país", exultou o político que ensinou a esquerda americana a vencer eleições na era de Ronald Reagan. "Eu acho que haverá uma maioria progressista neste país pelos próximos 30 anos."
Para as famílias comuns que estão perdendo seus empregos e casas, e para as empresas de Wall Street que estão diante do colapso, a crise econômica parece um desastre natural. A economia, como colocou o investidor Warren Buffett nesta semana, parece ter "caído de um penhasco". Mas Clinton pediu aos seus ouvintes que vissem no cataclisma uma chance única na vida. O presidente Barack Obama e seu governo têm "uma enorme oportunidade", ele disse com um tom de anseio. "Eles terão mais liberdade para fazer isso do que qualquer outra equipe em muito tempo."
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Nem é apenas os fãs de Obama cheios de esperança que vêem na crise econômica uma chance de mudar o clima político nos Estados Unidos. Guerreiros democratas veteranos também veem a oportunidade. "Eu estou no governo há 35 anos e este é o momento mais empolgante. Você realmente sente que está fazendo história", diz Charles Schumer, o senador de Nova York. "Em toda geração há uma eleição sísmica que redefine o papel do governo. Obama tem a chance de criar uma nova geração de democratas."
"Eu nunca vi uma mudança na opinião pública como a que estamos vendo agora", concorda Barney Frank, o influente congressista. Frank acredita que a longa era de "ascensão republicana", que data da eleição de Richard Nixon em 1968, foi substituída por um período de domínio democrata.
Os republicanos também reconhecem que sua era de estabelecer os termos do debate político chegou ao fim. "A única dúvida é se a era Obama durará dois, quatro ou oito anos", diz Newt Gingrich, o ex-presidente da Câmara que está ressurgindo como uma poderosa força intelectual no partido. "A dúvida é se esta é uma nova era ou um intervalo."
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A economia está provocando uma convulsão na política européia. Os governos caíram na Islândia e Letônia; greves ou protestos estouraram na Grécia, Irlanda, França, Alemanha, Reino Unido, Lituânia, Ucrânia e Bulgária. A turbulência financeira abalou até mesmo os postos avançados mais distantes do continente: a ilha caribenha francesa de Guadalupe foi devastada por greves violentas, enquanto a Rússia enviou as tropas de choque da polícia para a gelada Vladivostok para reprimir os protestos de rua.
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Além da economia, há agora uma preocupação corrosiva de que a Europa pode estar apenas no início de um ciclo muito mais turbulento de instabilidade. Enquanto o governo de Barack Obama nos Estados Unidos busca explorar o lado positivo político da crise, os líderes europeus estão mais preocupados em limitar seus aspectos negativos. As democracias da região, assim como as instituições da própria UE, estão sendo testadas como nunca antes.
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Enquanto os governos adotam medidas frequentemente impopulares para salvar suas economias, a revolta está crescendo em consequência do crescente desemprego, reduções salariais, resgates a bancos falidos e desvalorização dos imóveis e dos fundos de aposentadoria.
Juan Somavia, o diretor geral da Organização Internacional do Trabalho, uma agência da ONU, alertou que a inquietação social pode piorar caso os pacotes de estímulo pareçam não beneficiar as pessoas comuns, dizendo: "Há uma sensação de que são bilhões para os banqueiros e centavos para as pessoas".
Por ora, é impossível prever como serão os tremores secundários políticos do terremoto econômico.
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Alguns observadores, como Emanuel Todd, um sociólogo francês, estão prevendo o fim da democracia, ou pelo menos uma erosão significativa, à medida que líderes populistas de direita como Silvio Berlusconi, o primeiro-ministro da Itália, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, se tornarem mais demagogos e autoritários. Outros preveem uma reversão ao nacionalismo e ao protecionismo, à medida que os países abandonarem o ideal europeu e buscarem defender o seu próprio.
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Talvez o momento político mais explosivo virá quando os europeus se virem diante da conta dos pacotes de resgate atuais. Os governos só conseguirão reequilibrar suas finanças com o corte de gastos e aumento de impostos sobre a classe média em apuros.
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Fonte - UOL
Nota DDP: Menos democracia, mais autoritarismo, em escala global. A Bíblia já havia predito, continuarão os homens duvidando, ou tendo dificuldades em visualizar o tempo e spaço em que vivemos?
No dia da posse, após a eufórica celebração em massa e antes dos bailes a rigor daquela noite, importantes democratas se reuniram para jantar no Park Hyatt Hotel de Washington. Entre eles estavam Paul Volcker, o ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Lawrence Summers, o futuro chefe do Conselho Econômico Nacional, e três futuros secretários do governo.
Mas a primeira pessoa a falar foi o último ocupante democrata do Escritório Oval - Bill Clinton. E em seus breves comentários, o ex-presidente esboçou uma visão passionalmente otimista das implicações políticas da atual crise. "Nós estamos em um momento chave deste país", exultou o político que ensinou a esquerda americana a vencer eleições na era de Ronald Reagan. "Eu acho que haverá uma maioria progressista neste país pelos próximos 30 anos."
Para as famílias comuns que estão perdendo seus empregos e casas, e para as empresas de Wall Street que estão diante do colapso, a crise econômica parece um desastre natural. A economia, como colocou o investidor Warren Buffett nesta semana, parece ter "caído de um penhasco". Mas Clinton pediu aos seus ouvintes que vissem no cataclisma uma chance única na vida. O presidente Barack Obama e seu governo têm "uma enorme oportunidade", ele disse com um tom de anseio. "Eles terão mais liberdade para fazer isso do que qualquer outra equipe em muito tempo."
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Nem é apenas os fãs de Obama cheios de esperança que vêem na crise econômica uma chance de mudar o clima político nos Estados Unidos. Guerreiros democratas veteranos também veem a oportunidade. "Eu estou no governo há 35 anos e este é o momento mais empolgante. Você realmente sente que está fazendo história", diz Charles Schumer, o senador de Nova York. "Em toda geração há uma eleição sísmica que redefine o papel do governo. Obama tem a chance de criar uma nova geração de democratas."
"Eu nunca vi uma mudança na opinião pública como a que estamos vendo agora", concorda Barney Frank, o influente congressista. Frank acredita que a longa era de "ascensão republicana", que data da eleição de Richard Nixon em 1968, foi substituída por um período de domínio democrata.
Os republicanos também reconhecem que sua era de estabelecer os termos do debate político chegou ao fim. "A única dúvida é se a era Obama durará dois, quatro ou oito anos", diz Newt Gingrich, o ex-presidente da Câmara que está ressurgindo como uma poderosa força intelectual no partido. "A dúvida é se esta é uma nova era ou um intervalo."
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A economia está provocando uma convulsão na política européia. Os governos caíram na Islândia e Letônia; greves ou protestos estouraram na Grécia, Irlanda, França, Alemanha, Reino Unido, Lituânia, Ucrânia e Bulgária. A turbulência financeira abalou até mesmo os postos avançados mais distantes do continente: a ilha caribenha francesa de Guadalupe foi devastada por greves violentas, enquanto a Rússia enviou as tropas de choque da polícia para a gelada Vladivostok para reprimir os protestos de rua.
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Além da economia, há agora uma preocupação corrosiva de que a Europa pode estar apenas no início de um ciclo muito mais turbulento de instabilidade. Enquanto o governo de Barack Obama nos Estados Unidos busca explorar o lado positivo político da crise, os líderes europeus estão mais preocupados em limitar seus aspectos negativos. As democracias da região, assim como as instituições da própria UE, estão sendo testadas como nunca antes.
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Enquanto os governos adotam medidas frequentemente impopulares para salvar suas economias, a revolta está crescendo em consequência do crescente desemprego, reduções salariais, resgates a bancos falidos e desvalorização dos imóveis e dos fundos de aposentadoria.
Juan Somavia, o diretor geral da Organização Internacional do Trabalho, uma agência da ONU, alertou que a inquietação social pode piorar caso os pacotes de estímulo pareçam não beneficiar as pessoas comuns, dizendo: "Há uma sensação de que são bilhões para os banqueiros e centavos para as pessoas".
Por ora, é impossível prever como serão os tremores secundários políticos do terremoto econômico.
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Alguns observadores, como Emanuel Todd, um sociólogo francês, estão prevendo o fim da democracia, ou pelo menos uma erosão significativa, à medida que líderes populistas de direita como Silvio Berlusconi, o primeiro-ministro da Itália, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, se tornarem mais demagogos e autoritários. Outros preveem uma reversão ao nacionalismo e ao protecionismo, à medida que os países abandonarem o ideal europeu e buscarem defender o seu próprio.
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Talvez o momento político mais explosivo virá quando os europeus se virem diante da conta dos pacotes de resgate atuais. Os governos só conseguirão reequilibrar suas finanças com o corte de gastos e aumento de impostos sobre a classe média em apuros.
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Fonte - UOL
Nota DDP: Menos democracia, mais autoritarismo, em escala global. A Bíblia já havia predito, continuarão os homens duvidando, ou tendo dificuldades em visualizar o tempo e spaço em que vivemos?
Obama pede ação global coordenada para combater crise
O presidente americano, Barack Obama, pediu que seja lançada uma ação global coordenada para estimular o crescimento econômico internacional.
As declarações desta quarta-feira antecedem o encontro na Grã-Bretanha, neste final de semana, dos ministros da economia do G20 (grupo dos países desenvolvidos e dos principais emergentes).
Obama disse que pretende pedir aos líderes do G20, que têm uma reunião em dois de abril em Londres, que estimulem suas economias e adotem mais mecanismos reguladores.
"Temos duas metas no G20. A primeira é garantir que aconteça uma ação coordenada para reavivar a economia", disse Obama.
"A segunda é nos certificarmos de que estamos avançando nas reformas regulatórias que garantam que nós não tenhamos mais esse tipo de risco no sistema (financeiro)."
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Fonte - BBC
As declarações desta quarta-feira antecedem o encontro na Grã-Bretanha, neste final de semana, dos ministros da economia do G20 (grupo dos países desenvolvidos e dos principais emergentes).
Obama disse que pretende pedir aos líderes do G20, que têm uma reunião em dois de abril em Londres, que estimulem suas economias e adotem mais mecanismos reguladores.
"Temos duas metas no G20. A primeira é garantir que aconteça uma ação coordenada para reavivar a economia", disse Obama.
"A segunda é nos certificarmos de que estamos avançando nas reformas regulatórias que garantam que nós não tenhamos mais esse tipo de risco no sistema (financeiro)."
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Fonte - BBC
Acidificação dos mares pode causar extinção em massa
Cientistas britânicos advertiram em um Congresso sobre Mundanças Climáticas em Copenhage, na Dinamarca, que as emissões de dióxido de carbono produzidas pela queima de combustíveis fósseis estão tornando os oceanos mais ácidos, o que pode provocar uma extinção em massa de espécies marinhas.
Carol Turley do Laboratório Marinho de Plymouth, no sul da Inglaterra, disse que é impossível saber como a vida marinha vai reagir, mas ela teme que várias espécies não sobrevivam.
Desde a Revolução Industrial, no século 18, as emissões de CO2 já elevaram a acidez dos mares em mais de 30%, de acordo com pesquisadores.
"Eu estou muito preocupada com os ecossistemas dos oceanos, que atualmente são produtivos e diversificados", disse Turley à BBC. "Eu acredito que nós podemos estar caminhando para uma extinção em massa, pois esse ritmo de mudanças nos oceanos não é visto desde o tempo dos dinossauros", afirmou.
"Isto pode ter um grande impacto na segurança alimentar. É realmente imperativo reduzirmos as emissões de CO2."
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Fonte - Folha
Carol Turley do Laboratório Marinho de Plymouth, no sul da Inglaterra, disse que é impossível saber como a vida marinha vai reagir, mas ela teme que várias espécies não sobrevivam.
Desde a Revolução Industrial, no século 18, as emissões de CO2 já elevaram a acidez dos mares em mais de 30%, de acordo com pesquisadores.
"Eu estou muito preocupada com os ecossistemas dos oceanos, que atualmente são produtivos e diversificados", disse Turley à BBC. "Eu acredito que nós podemos estar caminhando para uma extinção em massa, pois esse ritmo de mudanças nos oceanos não é visto desde o tempo dos dinossauros", afirmou.
"Isto pode ter um grande impacto na segurança alimentar. É realmente imperativo reduzirmos as emissões de CO2."
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Fonte - Folha
quarta-feira, 11 de março de 2009
"A" Esperança
Acabo de chegar do almoço, literalmente, 13:00 horas de 11 de março de 2.009. Estive em um restaurante self-service de uma amiga. Algumas vezes vou lá no "dia da feijoada" porque sei que fazem o feijão preto separado das carnes de porco.
Até aqui nenhuma novidade.
Mas havia uma senhorinha sentada à mesa do meu lado esquerdo. Ela me observa e eu não entendo bem o porquê de tantos olhares. Termina de almoçar e se levanta, com outra pessoa já à espera da desocupação da mesa, mas demora-se neste processo. Repentinamente para ao meu lado, confesso que a primeira mensagem de meu cérebro é que vai me pedir alguma coisa, no entanto, pergunta: "O senhor é evangélico?"
Sinto vergonha pelo preconceito que tive.
Respondo que sim, ela amorosamente me abraça e pergunta em meu ouvido: "Jesus vai voltar, não vai?", começa a chorar. Dando-lhe um beijo e um abraço respondo mais uma vez que sim e ela com os olhos marejados faz nova indagação: "O senhor é adventista?" Agora em vez do preconceito, a soberba. Mais uma vez meu cérebro me trai trazendo como primeiro pensamento algum tipo de luz que brilharia por ser adventista. Digo que sim e ela me diz que também o é.
Novamente vergonha.
Trocamos mais algumas palavras, descobrimos que frequentamos Igrejas próximas e ficam no ar os convites que sinto talvez não contem com o atendimento respectivo. Com um sorriso doce nos lábios e os olhos ainda molhados, se despede. A sábia senhorinha, "Dona" Zeni, fez apenas a leitura dos sinais. Observou-me orando antes de iniciar a refeição, analisou o que eu estava comendo e traçou rapidamente o quadro que estava à sua frente.
Eu, tão atento à ocorrência de "sinais" proféticos, que têm pululado em nossos dias, fui incapaz de notar a presença de uma irmã de fé sentada bem ao meu lado. Imagino então quantas pessoas sedentas pelas verdades eternas, o bálsamo da graça e as boas-novas da salvação passam pelo meu caminho sem serem também notadas.
Vergonha.
No caminho de volta penso sobre ter "uma" esperança em contraste com ter "A" Esperança. Louvado seja o nome do Senhor Jesus, porque o Reino é realmente dos "pobres" de espírito, que choram sim, que têm sede de justiça sim, mas são mansos, misericordiosos e puros de coração. Estes verão a Deus.
A lição que se fixa em minha memória é a de que a boca fala do que o coração está cheio.
Sim, porque para estes "escolhidos" não é que o mundo não tenha brilho. Na verdade, a única Luz que o próprio mundo lhes permite ver é A que hoje já brilha como por espelhos em seus corações. Esta mesma Luz um dia surgirá através de uma inicialmente pequena nuvem, que ao maior se tornar, trará em meio à Sua própria majestade o Reino que lhes foi prometido. Então verão finalmente, face a face, quem fez a promessa, porque Ele é fiel.
Bem aventurados...
Que Esperança!
Apocalipse 21:4 - E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.
Um esclarecimento "2"
Por conta do post de ontem, "Os insuspeitíssimos", recebi um email de uma querida leitora deste blog indagando-me sobre os reais contornos do arrazoado.
Talvez realmente eu não tenha sido claro em minhas intenções, daí porque, penitenciando-me, posto aqui o mesmo esclarecimento que enviei em resposta:
"A matéria não é sobre a nossa Igreja, quis apenas fazer um paralelo com o que tem acontecido ultimamente, uma vez que há claramente um movimento em nosso meio que critica o adventismo estabelecido, impõem um novo paradigma e ainda "massacra" como "fracos na fé" aqueles que apontam as inconsistências das novas idéias propaladas...
Tentei utilizar uma realidade alheia à Igreja e reinante (?) no mundo político, para ilustrar o que vem infelizmente acontecendo no adventismo.
A crítica portanto não se direciona à Igreja, jamais, mas a movimentos internos que na minha singela perspectiva nos fazem caminhar rapidamente para o que a Sra. White em visão recebida de Deus chamou de Apostasia Ômega. Tem todos os contornos para isso.
Talvez realmente eu não tenha sido claro em minhas intenções, daí porque, penitenciando-me, posto aqui o mesmo esclarecimento que enviei em resposta:
"A matéria não é sobre a nossa Igreja, quis apenas fazer um paralelo com o que tem acontecido ultimamente, uma vez que há claramente um movimento em nosso meio que critica o adventismo estabelecido, impõem um novo paradigma e ainda "massacra" como "fracos na fé" aqueles que apontam as inconsistências das novas idéias propaladas...
Tentei utilizar uma realidade alheia à Igreja e reinante (?) no mundo político, para ilustrar o que vem infelizmente acontecendo no adventismo.
A crítica portanto não se direciona à Igreja, jamais, mas a movimentos internos que na minha singela perspectiva nos fazem caminhar rapidamente para o que a Sra. White em visão recebida de Deus chamou de Apostasia Ômega. Tem todos os contornos para isso.
Cientistas preveem aumento do nível do mar maior do que o esperado
O aumento no nível dos mares será bem maior do que o previsto devido a mudanças nas calotas polares, de acordo com estimativas apresentadas nesta terça-feira por uma equipe internacional de cientistas.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), da ONU, previu em um relatório de 2007 que o aumento máximo do nível do mar ficaria em torno dos 59 centímetros.
Mas cientistas reunidos em uma conferência sobre mudança climática em Copenhague, na Dinamarca, afirmam que as estimativas da ONU foram baixas e o nível do mar pode aumentar em um metro ou mais até 2100.
Segundo os cientistas, as projeções anteriores não incluíam o impacto potencial do derretimento polar e do gelo se quebrando.
O professor Konrad Steffen, da Universidade do Colorado, destacou em uma entrevista coletiva nesta terça-feira novos estudos a respeito da perda de gelo na Groenlândia que indicam uma aceleração do derretimento na última década.
"Eu poderia prever o aumento do nível do mar em 2100 na ordem de um metro. Poderia ser 1,2 metro ou 0,9 metro", disse Steffen, que estudou o gelo antártico nos últimos 35 anos. "Mas é um metro ou mais observando a mudança atual, que é até três vezes mais do que a média prevista pelo IPCC."
"As pesquisas mais recentes mostraram que o nível do mar está aumentando 3 milímetros por ano desde 1993, uma taxa bem acima da média do século 20", acrescentou John Church, do Centro de Pesquisa Climática da Austrália.
...
Fonte - BBC
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), da ONU, previu em um relatório de 2007 que o aumento máximo do nível do mar ficaria em torno dos 59 centímetros.
Mas cientistas reunidos em uma conferência sobre mudança climática em Copenhague, na Dinamarca, afirmam que as estimativas da ONU foram baixas e o nível do mar pode aumentar em um metro ou mais até 2100.
Segundo os cientistas, as projeções anteriores não incluíam o impacto potencial do derretimento polar e do gelo se quebrando.
O professor Konrad Steffen, da Universidade do Colorado, destacou em uma entrevista coletiva nesta terça-feira novos estudos a respeito da perda de gelo na Groenlândia que indicam uma aceleração do derretimento na última década.
"Eu poderia prever o aumento do nível do mar em 2100 na ordem de um metro. Poderia ser 1,2 metro ou 0,9 metro", disse Steffen, que estudou o gelo antártico nos últimos 35 anos. "Mas é um metro ou mais observando a mudança atual, que é até três vezes mais do que a média prevista pelo IPCC."
"As pesquisas mais recentes mostraram que o nível do mar está aumentando 3 milímetros por ano desde 1993, uma taxa bem acima da média do século 20", acrescentou John Church, do Centro de Pesquisa Climática da Austrália.
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Fonte - BBC
Cardeal Cañizares: «adorar Deus é o que muda a vida dos cristãos»
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 10 de março de 2009 (ZENIT.org).- Nesta época de secularização, é conveniente, seguindo o exemplo do próprio Papa Bento XVI, recuperar a prática da adoração eucarística. Assim deu a entender hoje o prefeito da Congregação para o Culto Divino, cardeal Antonio Cañizares, a propósito da plenária que seu dicastério realiza esta semana.
...
«A liturgia é antes de tudo adoração – explicou. A Igreja é obra de Deus, é ação de Deus, é reconhecimento do que Deus faz em favor dos homens. E a adoração que a liturgia expressa, sobretudo a Eucaristia, é o reconhecimento de Deus, de que tudo vem d’Ele, de que tudo o que nos pertence deve chegar a Ele.»
Precisamente no atual contexto de secularização, em que «se tende a esquecer Deus, a considerá-lo pouco importante para a vida», acrescentou o cardeal Cañizares, é oportuno «reafirmar que Deus é o primeiro».
«Isso é o que mudará a vida dos cristãos e da Igreja», acrescentou. Quando a Igreja «esquece que Deus é o centro de tudo, converte-se em uma instituição meramente humana».
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Como sempre há de ser relembrado que eucaristia encontra seu sentido máximo na missa dominical, como já asseverado aqui em outras oportunidades. Outro relevo interessante de ser considerado é a elevação da questão eucarística como centro da adoração, sendo este o ponto central do Conflito, como é sabido.
Ao falar-se em "recuperação" da prática, nada mais se está pregando senão o retorno dos cristãos à celebração do culto dominical.
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«A liturgia é antes de tudo adoração – explicou. A Igreja é obra de Deus, é ação de Deus, é reconhecimento do que Deus faz em favor dos homens. E a adoração que a liturgia expressa, sobretudo a Eucaristia, é o reconhecimento de Deus, de que tudo vem d’Ele, de que tudo o que nos pertence deve chegar a Ele.»
Precisamente no atual contexto de secularização, em que «se tende a esquecer Deus, a considerá-lo pouco importante para a vida», acrescentou o cardeal Cañizares, é oportuno «reafirmar que Deus é o primeiro».
«Isso é o que mudará a vida dos cristãos e da Igreja», acrescentou. Quando a Igreja «esquece que Deus é o centro de tudo, converte-se em uma instituição meramente humana».
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Como sempre há de ser relembrado que eucaristia encontra seu sentido máximo na missa dominical, como já asseverado aqui em outras oportunidades. Outro relevo interessante de ser considerado é a elevação da questão eucarística como centro da adoração, sendo este o ponto central do Conflito, como é sabido.
Ao falar-se em "recuperação" da prática, nada mais se está pregando senão o retorno dos cristãos à celebração do culto dominical.
As vestes da mulher sentada numa besta (Apocalipse 17)
Apocalipse 17:1-6 apresenta a figura simbólica de uma mulher que aparece no deserto montada numa besta. Esta personagem é descrita com algum pormenor, desde o seu vestuário até à inscrição na sua testa, passando pelo objeto que segura na sua mão e as suas ações contra os santos de Deus.
Vamos atentar no aspecto particular da cor das suas roupas. E para isso, precisamos recuar centenas de anos no tempo.
Êxodo 24 conta um episódio no qual Moisés, Arão e mais alguns do povo subiram até ao Senhor, para confirmarem a aliança que haviam feito. A partir do verso 10 diz: ‘e viram o Deus de Israel. Debaixo dos Seus pés havia como que uma calçada de pedra de safira que se parecia com o céu na sua claridade’. Logo de seguida, Deus ordena a Moisés que suba ao monte, para um propósito específico (v. 12): ‘então disse o Senhor a Moisés: sobre a Mim ao monte e espera ali, e dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos que escrevi, para os ensinares’.
Vamos procurar esclarecimento sobre esse lugar onde eles viram que Deus estava.
Ezequiel 1 abre com a solene declaração (v.1): ‘… abriram-se os céus e eu vi visões de Deus’. O profeta declara que está a ser espectador de um lugar sagrado, onde o próprio Deus habita. Após uma extensa descrição do que vê, no verso 26 Ezequiel relata a visão nos seguintes termos: ‘por cima do firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono, como a aparência de uma safira; sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança de um homem, no alto sobre ele’.
Mais à frente, em Ezequiel 10:1 esta visão é confirmada: ‘olhei, e vi no firmamento que estava por cima da cabeça dos querubins, aparecer sobre eles uma como pedra de safira, semelhante em forma a um trono’.
Em Ezequiel 10:4, o profeta diz: ‘então se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim e foi para a entrada da casa. Encheu-se a casa de uma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do Senhor’.
Quem é Aquele que habita acima dos querubins? Quem é Aquele que se assenta no trono dos céus? Se Ezequiel está a contemplar o céu e vê um trono, esse lugar não pode ser ocupado por alguém a não ser o próprio Deus, que enche o lugar da Sua presença com a Sua glória!
Começamos por perceber que o fundamento sob o qual assenta o lugar onde Deus estava era pavimentado a pedras de safira, o que é confirmado por Moisés reforçar que se assemelhava ao céu na sua claridade; Ezequiel também descreve esse lugar como sendo construído com safira. Logo, depreendemos que o lugar onde Deus está, o Seu eterno trono, tem aspecto azul, proveniente da pedra de safira que recobre o chão desse espaço.
Voltando a Êxodo, e ao momento em que Deus entrega a Moisés as tábuas da lei, os Dez Mandamentos, encontramos outras semelhanças curiosas entre este episódio e as visões de Ezequiel, que servem para atestar do paralelismo: quando Moisés sobe para se encontrar com Deus, uma nuvem cobriu o monte e a glória do Senhor repousou ali (Êxodo 24:15, 16); Ezequiel viu a glória do Senhor entrar na casa, que ficou coberta com uma nuvem (Ezequiel 10:4). Quando Moisés estava coberto pela nuvem, o monte era como fogo consumidor aos olhos do povo (Êxodo 24:17); Ezequiel faz um relato idêntico na sua visão (Ezequiel 1:4, 27).
Podemos assumir sem reservas que em ambas as situações está representado o Deus Criador Todo-poderoso desde o Seu trono como Rei do universo.
Vamos recuperar o texto de Êxodo 24:12, que refere: ‘então disse o Senhor a Moisés: sobe a Mim ao monte e espera ali, e dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos que escrevi, para os ensinares’.
Deus disse isto antes de Moisés subir a encontrar-se com Ele no monte, e também antes de o Senhor ter descido sobre o monte (ambos os eventos só acontecem nos verso 13 e 16, respetivamente). Mas reparemos que Deus disse ‘dar-te-ei as tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos que escrevi’ – forma verbal do verbo escrever, no passado!
Uma melhor tradução do hebraico, em vez de ‘tábuas de pedra’ deveria dizer ‘tábuas da pedra’, definindo claramente qual a origem específica da pedra, que não era uma pedra qualquer, senão aquela única pedra de safira mencionada anteriormente no texto (Êxodo 24:10) e que forma a base do trono de Deus.
Êxodo 32:16 diz ‘aquelas tábuas eram obra de Deus; também a escritura era a mesma escritura de Deus, esculpida nas tábuas’; reparemos que o texto refere claramente que as tábuas (e não apenas a escrita nelas) eram obra de Deus!
Quando Deus deu a ordem para Moisés subir, Ele já tinha escrito os Dez Mandamentos nas tábuas de pedra. Então, essa pedra não pode ser um rochedo qualquer do Monte Sinai, mas sim um pedra proveniente do próprio trono de Deus, onde Moisés tinha destacado o aspecto de safira, semelhante ao céu claro, em azul!
Mais uma vez, vamos procurar a Sagrada Escritura em busca de fundamentação.
Mais à frente, em Números 15:38-40, Deus ordena a Moisés: ‘fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: que nas bordas das suas vestes façam franjas pelas suas gerações; e nas franjas das bordas ponham um cordão de azul. E as franjas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os cumprais; e não seguireis o vosso coração, nem após os vossos olhos, pelos quais andais vos prostituindo. Para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sejais a vosso Deus.’
Franjas azuis – da cor das tábuas da lei – para que o povo se lembre de todos os mandamentos do Senhor, e para que não seguisse o caminho da prostituição (espiritual)!
Agora sim, estamos prontos a voltar à mulher de Apocalipse 17, que é descrita como uma… prostituta!
Quais são as cores que esta mulher apresenta no seus vestidos? Apocalipse 17:4 responde: púrpura, escarlate e dourada ('adornada a ouro').
Vamos comparar com as cores com as quais ordenou Deus que fossem feitos os vestidos dos sacerdotes que oficiavam no santuário. Êxodo 28:5 diz: ‘tomarão ouro, estofo azul, púrpura, carmesim (n.d.r.: ou escarlate)…’. As mesmas quatro cores são mencionadas nos versos 8 e 33 do mesmo capítulo.
Ou seja, há três cores semelhantes nos vestidos destas duas figuras (púrpura, escarlate e dourado), mas há uma que falta à mulher: o azul! E porquê? Porque ela se esqueceu, ela pisou, ela renunciou e quis destruir (Daniel 7:15) os Mandamentos de Deus, a lei que o Criador deu ao homem, nessas tábuas azuis de pedra de safira!
Deus disse que a franja azul deveria lembrar todos os mandamentos do Senhor, para que o povo não se prostituísse (isto é, não se afastasse da lei de Deus); naturalmente, a mulher montada na besta em Apocalipse 17 não poderia ter algum tom azul nas suas vestes…
Os Dez Mandamentos são um fator identificativo do fiel povo de Deus nos últimos tempos: ‘Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus’ (Apocalipse 14:12).
Não admira que essa mulher adúltera não se queira vestir com a cor da pedra de safira que retirada do próprio trono de Deus é a Sua lei imutável e indestrutível!
Felipe Reis
Fonte - Nisto Cremos
Vamos atentar no aspecto particular da cor das suas roupas. E para isso, precisamos recuar centenas de anos no tempo.
Êxodo 24 conta um episódio no qual Moisés, Arão e mais alguns do povo subiram até ao Senhor, para confirmarem a aliança que haviam feito. A partir do verso 10 diz: ‘e viram o Deus de Israel. Debaixo dos Seus pés havia como que uma calçada de pedra de safira que se parecia com o céu na sua claridade’. Logo de seguida, Deus ordena a Moisés que suba ao monte, para um propósito específico (v. 12): ‘então disse o Senhor a Moisés: sobre a Mim ao monte e espera ali, e dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos que escrevi, para os ensinares’.
Vamos procurar esclarecimento sobre esse lugar onde eles viram que Deus estava.
Ezequiel 1 abre com a solene declaração (v.1): ‘… abriram-se os céus e eu vi visões de Deus’. O profeta declara que está a ser espectador de um lugar sagrado, onde o próprio Deus habita. Após uma extensa descrição do que vê, no verso 26 Ezequiel relata a visão nos seguintes termos: ‘por cima do firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono, como a aparência de uma safira; sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança de um homem, no alto sobre ele’.
Mais à frente, em Ezequiel 10:1 esta visão é confirmada: ‘olhei, e vi no firmamento que estava por cima da cabeça dos querubins, aparecer sobre eles uma como pedra de safira, semelhante em forma a um trono’.
Em Ezequiel 10:4, o profeta diz: ‘então se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim e foi para a entrada da casa. Encheu-se a casa de uma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do Senhor’.
Quem é Aquele que habita acima dos querubins? Quem é Aquele que se assenta no trono dos céus? Se Ezequiel está a contemplar o céu e vê um trono, esse lugar não pode ser ocupado por alguém a não ser o próprio Deus, que enche o lugar da Sua presença com a Sua glória!
Começamos por perceber que o fundamento sob o qual assenta o lugar onde Deus estava era pavimentado a pedras de safira, o que é confirmado por Moisés reforçar que se assemelhava ao céu na sua claridade; Ezequiel também descreve esse lugar como sendo construído com safira. Logo, depreendemos que o lugar onde Deus está, o Seu eterno trono, tem aspecto azul, proveniente da pedra de safira que recobre o chão desse espaço.
Voltando a Êxodo, e ao momento em que Deus entrega a Moisés as tábuas da lei, os Dez Mandamentos, encontramos outras semelhanças curiosas entre este episódio e as visões de Ezequiel, que servem para atestar do paralelismo: quando Moisés sobe para se encontrar com Deus, uma nuvem cobriu o monte e a glória do Senhor repousou ali (Êxodo 24:15, 16); Ezequiel viu a glória do Senhor entrar na casa, que ficou coberta com uma nuvem (Ezequiel 10:4). Quando Moisés estava coberto pela nuvem, o monte era como fogo consumidor aos olhos do povo (Êxodo 24:17); Ezequiel faz um relato idêntico na sua visão (Ezequiel 1:4, 27).
Podemos assumir sem reservas que em ambas as situações está representado o Deus Criador Todo-poderoso desde o Seu trono como Rei do universo.
Vamos recuperar o texto de Êxodo 24:12, que refere: ‘então disse o Senhor a Moisés: sobe a Mim ao monte e espera ali, e dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos que escrevi, para os ensinares’.
Deus disse isto antes de Moisés subir a encontrar-se com Ele no monte, e também antes de o Senhor ter descido sobre o monte (ambos os eventos só acontecem nos verso 13 e 16, respetivamente). Mas reparemos que Deus disse ‘dar-te-ei as tábuas de pedra, e a lei, e os mandamentos que escrevi’ – forma verbal do verbo escrever, no passado!
Uma melhor tradução do hebraico, em vez de ‘tábuas de pedra’ deveria dizer ‘tábuas da pedra’, definindo claramente qual a origem específica da pedra, que não era uma pedra qualquer, senão aquela única pedra de safira mencionada anteriormente no texto (Êxodo 24:10) e que forma a base do trono de Deus.
Êxodo 32:16 diz ‘aquelas tábuas eram obra de Deus; também a escritura era a mesma escritura de Deus, esculpida nas tábuas’; reparemos que o texto refere claramente que as tábuas (e não apenas a escrita nelas) eram obra de Deus!
Quando Deus deu a ordem para Moisés subir, Ele já tinha escrito os Dez Mandamentos nas tábuas de pedra. Então, essa pedra não pode ser um rochedo qualquer do Monte Sinai, mas sim um pedra proveniente do próprio trono de Deus, onde Moisés tinha destacado o aspecto de safira, semelhante ao céu claro, em azul!
Mais uma vez, vamos procurar a Sagrada Escritura em busca de fundamentação.
Mais à frente, em Números 15:38-40, Deus ordena a Moisés: ‘fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: que nas bordas das suas vestes façam franjas pelas suas gerações; e nas franjas das bordas ponham um cordão de azul. E as franjas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os cumprais; e não seguireis o vosso coração, nem após os vossos olhos, pelos quais andais vos prostituindo. Para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sejais a vosso Deus.’
Franjas azuis – da cor das tábuas da lei – para que o povo se lembre de todos os mandamentos do Senhor, e para que não seguisse o caminho da prostituição (espiritual)!
Agora sim, estamos prontos a voltar à mulher de Apocalipse 17, que é descrita como uma… prostituta!
Quais são as cores que esta mulher apresenta no seus vestidos? Apocalipse 17:4 responde: púrpura, escarlate e dourada ('adornada a ouro').
Vamos comparar com as cores com as quais ordenou Deus que fossem feitos os vestidos dos sacerdotes que oficiavam no santuário. Êxodo 28:5 diz: ‘tomarão ouro, estofo azul, púrpura, carmesim (n.d.r.: ou escarlate)…’. As mesmas quatro cores são mencionadas nos versos 8 e 33 do mesmo capítulo.
Ou seja, há três cores semelhantes nos vestidos destas duas figuras (púrpura, escarlate e dourado), mas há uma que falta à mulher: o azul! E porquê? Porque ela se esqueceu, ela pisou, ela renunciou e quis destruir (Daniel 7:15) os Mandamentos de Deus, a lei que o Criador deu ao homem, nessas tábuas azuis de pedra de safira!
Deus disse que a franja azul deveria lembrar todos os mandamentos do Senhor, para que o povo não se prostituísse (isto é, não se afastasse da lei de Deus); naturalmente, a mulher montada na besta em Apocalipse 17 não poderia ter algum tom azul nas suas vestes…
Os Dez Mandamentos são um fator identificativo do fiel povo de Deus nos últimos tempos: ‘Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus’ (Apocalipse 14:12).
Não admira que essa mulher adúltera não se queira vestir com a cor da pedra de safira que retirada do próprio trono de Deus é a Sua lei imutável e indestrutível!
Felipe Reis
Fonte - Nisto Cremos
terça-feira, 10 de março de 2009
Os insuspeitíssimos
Atenção: O que está em itálico, troque pelo conteúdo dos colchetes negritados.
Se você se interessa pelos rumos da política mundial ["do adventismo"], chega um dia em que tem de escolher entre compreender os fatos e continuar tentando parecer um sujeito normal e equilibrado. Normalidade e equilíbrio são coisas altamente desejáveis, mas um esforço exagerado para simular calma e ponderação quando na verdade você está perplexo e desorientado prova apenas que você é um neurótico incapaz de suportar suas próprias emoções. Como o calmante artificial mais popular consiste em negar as realidades perturbadoras, há muito tempo os estrategistas revolucionários e os engenheiros sociais ["evangelizadores na pós-modernidade"] a seu serviço já aprenderam a usá-lo como instrumento de controle da opinião pública ["Igreja"]. O truque é de um esquematismo espantoso: eles simplesmente adotam o curso de ação mais ousado, estranho, inesperado e inverossímil, e ao mesmo tempo estigmatizam como louco paranóico quem quer que diga que estão fazendo algo de anormal. De cada dez cidadãos ["adventistas"], nove caem no engodo. A insegurança mesma da situação faz a maioria apegar-se a falsos símbolos convencionais de normalidade, sufocando os fatos estranhos sob o peso dos lugares-comuns consagrados e assim ajudando a tornar ilusoriamente secreto o que na verdade está à vista de todos.
Os exemplos de aplicação dessa estratégia desde o início do século XX ["XXI" (?)] são tantos, que seu estudo bastaria para constituir uma disciplina científica independente. Vou aqui citar apenas um, cuja magnitude contrasta com a escassez de interesse geral em conhecê-lo.
Desde a década de 20, enquanto os regimes comunistas promoviam a mais brutal e ostensiva perseguição aos cristãos nos seus territórios, os grandes estrategistas do comunismo – numa gama que vai de Stálin a Antonio Gramsci – já haviam chegado à conclusão de que, nas nações democráticas, o ataque frontal à Igreja não ia funcionar: o que era preciso era infiltrar-se nela, corrompê-la e destruí-la por dentro, esvaziá-la de todo conteúdo espiritual e usá-la como caixa de ressonância para as palavras-de-ordem emanadas do comando revolucionário ["Adventismo 2.0" ]*.
Todo mundo já ouviu falar disso. Não há quem não saiba que há comunistas ["liberalistas"] na Igreja. Mas quantos são eles? Quem são? Quais as suas formas de ação? Como identificá-los, denunciá-los e expulsá-los? Será razoável imaginar que a substância letal injetada no corpo da Igreja se reduza aos mais óbvios e barulhentos “padres de passeata”, como os chamava Nelson Rodrigues, e que não haja por trás deles agentes de nível incomparavelmente mais alto, agindo de maneiras mais discretas, camufladas e decisivas? Aí, de súbito, cessa toda curiosidade. As perguntas mais naturais – inevitáveis mesmo, para o fiel que se preocupe com a integridade da Igreja – começam a parecer, de repente, inconveniências de mau gosto, sinais de doença mental, manifestações de desrespeito à hierarquia eclesiástica. A pretexto de evitar o escândalo, reprime-se a investigação do crime, semeando escândalos mil vezes maiores no futuro.
...
Mais nefasta do que a tagarelice dos notórios padres vermelhos é a ação amortecedora, castradora, empreendida desde dentro e desde cima por prelados e líderes leigos aparentemente respeitáveis, imunes a qualquer suspeita, cuja função estratégica não é pregar o comunismo ["Adventismo 2.0"], mas simplesmente secar as fontes do anticomunismo católico ["adventismo tradicional"].
...
A hipocrisia desses indivíduos revela-se da maneira mais patente tão logo são testados: se permanecem silenciosos e tímidos quando suas organizações e a Igreja como um conjunto são difamadas e cobertas de injúrias pela esquerda, muito outra é sua reação quando alguém os critica desde um ponto de vista cristão e denuncia sua omissão e preguiça ["divergência com os princípios da Igreja"]. Aí reagem com a fúria de mil demônios, desancando o infeliz como se fosse um rebelde, um heresiarca, um dinamitador de sacristias ["da obra"].
Muitos dos que fazem isso, é claro, não são agentes infiltrados. São apenas covardes genuínos ["iludidos"(?)], afetados da síndrome de simulação de normalidade que mencionei no início deste artigo. Mas é impossível que estes, tímidos por natureza, entrem em combate com tanta presteza sem ser incitados pelos primeiros. Simplesmente não é verossímil que tanta omissão em face do comunismo ["Adventismo 2.0"], aliada a tanta virulência contra o anticomunismo ["adventismo tradicional"], não tenha nada de comunista ["empatia"] nas fontes que a inspiram.
Fonte - Olavo de Carvalho
Nota DDP: Desculpem-me pelo tom jocoso e até mesmo agressivo que no utilizar do texto original transparece. Mas eu confesso que às vezes, e não são poucas, é exatamente esta minha percepção acerca do atual estado de coisas. Não soubesse de antemão que tais fatos ocorreriam, como profetizado, não cresse que Deus continua no leme e, que a purificação da Igreja virá, difícil seria manter a serenidade com certas realidades.
Louvado seja o nome de Deus por seu grande poder e por colocar adiante de Seu povo os Seus servos, os Profetas. A confiança em Deus nos direciona a mais do que simplesmente permanecer na Igreja, continuar lutando por ela, postados aos lado que é correto, em amor e por amor, até que o Senhor da obra faça o que nós não podemos fazer.
*"Adventismo 2.0" (Nome genérico adotado por um dos defensores desta "linha" de pensamento) - Segundo li estes dias e em "traços" gerais, um "movimento" dito "pensante", de membros não necessariamente alinhados ao adventismo histórico, desvinculados dos contornos Institucionais que caracterizam a IASD e questionadores da doutrina estabelecida, o que fazem de forma muito mais calcada em seus próprios conceitos (ou preconceitos), do que necessariamente no balizamente bíblico e na revelação específica dada a Igreja, revelação esta muito rejeitada inclusive.
Se você se interessa pelos rumos da política mundial ["do adventismo"], chega um dia em que tem de escolher entre compreender os fatos e continuar tentando parecer um sujeito normal e equilibrado. Normalidade e equilíbrio são coisas altamente desejáveis, mas um esforço exagerado para simular calma e ponderação quando na verdade você está perplexo e desorientado prova apenas que você é um neurótico incapaz de suportar suas próprias emoções. Como o calmante artificial mais popular consiste em negar as realidades perturbadoras, há muito tempo os estrategistas revolucionários e os engenheiros sociais ["evangelizadores na pós-modernidade"] a seu serviço já aprenderam a usá-lo como instrumento de controle da opinião pública ["Igreja"]. O truque é de um esquematismo espantoso: eles simplesmente adotam o curso de ação mais ousado, estranho, inesperado e inverossímil, e ao mesmo tempo estigmatizam como louco paranóico quem quer que diga que estão fazendo algo de anormal. De cada dez cidadãos ["adventistas"], nove caem no engodo. A insegurança mesma da situação faz a maioria apegar-se a falsos símbolos convencionais de normalidade, sufocando os fatos estranhos sob o peso dos lugares-comuns consagrados e assim ajudando a tornar ilusoriamente secreto o que na verdade está à vista de todos.
Os exemplos de aplicação dessa estratégia desde o início do século XX ["XXI" (?)] são tantos, que seu estudo bastaria para constituir uma disciplina científica independente. Vou aqui citar apenas um, cuja magnitude contrasta com a escassez de interesse geral em conhecê-lo.
Desde a década de 20, enquanto os regimes comunistas promoviam a mais brutal e ostensiva perseguição aos cristãos nos seus territórios, os grandes estrategistas do comunismo – numa gama que vai de Stálin a Antonio Gramsci – já haviam chegado à conclusão de que, nas nações democráticas, o ataque frontal à Igreja não ia funcionar: o que era preciso era infiltrar-se nela, corrompê-la e destruí-la por dentro, esvaziá-la de todo conteúdo espiritual e usá-la como caixa de ressonância para as palavras-de-ordem emanadas do comando revolucionário ["Adventismo 2.0" ]*.
Todo mundo já ouviu falar disso. Não há quem não saiba que há comunistas ["liberalistas"] na Igreja. Mas quantos são eles? Quem são? Quais as suas formas de ação? Como identificá-los, denunciá-los e expulsá-los? Será razoável imaginar que a substância letal injetada no corpo da Igreja se reduza aos mais óbvios e barulhentos “padres de passeata”, como os chamava Nelson Rodrigues, e que não haja por trás deles agentes de nível incomparavelmente mais alto, agindo de maneiras mais discretas, camufladas e decisivas? Aí, de súbito, cessa toda curiosidade. As perguntas mais naturais – inevitáveis mesmo, para o fiel que se preocupe com a integridade da Igreja – começam a parecer, de repente, inconveniências de mau gosto, sinais de doença mental, manifestações de desrespeito à hierarquia eclesiástica. A pretexto de evitar o escândalo, reprime-se a investigação do crime, semeando escândalos mil vezes maiores no futuro.
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Mais nefasta do que a tagarelice dos notórios padres vermelhos é a ação amortecedora, castradora, empreendida desde dentro e desde cima por prelados e líderes leigos aparentemente respeitáveis, imunes a qualquer suspeita, cuja função estratégica não é pregar o comunismo ["Adventismo 2.0"], mas simplesmente secar as fontes do anticomunismo católico ["adventismo tradicional"].
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A hipocrisia desses indivíduos revela-se da maneira mais patente tão logo são testados: se permanecem silenciosos e tímidos quando suas organizações e a Igreja como um conjunto são difamadas e cobertas de injúrias pela esquerda, muito outra é sua reação quando alguém os critica desde um ponto de vista cristão e denuncia sua omissão e preguiça ["divergência com os princípios da Igreja"]. Aí reagem com a fúria de mil demônios, desancando o infeliz como se fosse um rebelde, um heresiarca, um dinamitador de sacristias ["da obra"].
Muitos dos que fazem isso, é claro, não são agentes infiltrados. São apenas covardes genuínos ["iludidos"(?)], afetados da síndrome de simulação de normalidade que mencionei no início deste artigo. Mas é impossível que estes, tímidos por natureza, entrem em combate com tanta presteza sem ser incitados pelos primeiros. Simplesmente não é verossímil que tanta omissão em face do comunismo ["Adventismo 2.0"], aliada a tanta virulência contra o anticomunismo ["adventismo tradicional"], não tenha nada de comunista ["empatia"] nas fontes que a inspiram.
Fonte - Olavo de Carvalho
Nota DDP: Desculpem-me pelo tom jocoso e até mesmo agressivo que no utilizar do texto original transparece. Mas eu confesso que às vezes, e não são poucas, é exatamente esta minha percepção acerca do atual estado de coisas. Não soubesse de antemão que tais fatos ocorreriam, como profetizado, não cresse que Deus continua no leme e, que a purificação da Igreja virá, difícil seria manter a serenidade com certas realidades.
Louvado seja o nome de Deus por seu grande poder e por colocar adiante de Seu povo os Seus servos, os Profetas. A confiança em Deus nos direciona a mais do que simplesmente permanecer na Igreja, continuar lutando por ela, postados aos lado que é correto, em amor e por amor, até que o Senhor da obra faça o que nós não podemos fazer.
*"Adventismo 2.0" (Nome genérico adotado por um dos defensores desta "linha" de pensamento) - Segundo li estes dias e em "traços" gerais, um "movimento" dito "pensante", de membros não necessariamente alinhados ao adventismo histórico, desvinculados dos contornos Institucionais que caracterizam a IASD e questionadores da doutrina estabelecida, o que fazem de forma muito mais calcada em seus próprios conceitos (ou preconceitos), do que necessariamente no balizamente bíblico e na revelação específica dada a Igreja, revelação esta muito rejeitada inclusive.
Bento XVI: Roma deve «reencontrar sua alma» para enfrentar crise atual
ROMA, segunda-feira, 9 de março de 2009 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI se dirigiu hoje às autoridades civis da cidade de Roma, e as animou a voltar a «encontrar a alma desta cidade, berço da civilização», de seu passado imperial e cristão, para poder responder aos desafios atuais.
«Na época pós-moderna, Roma deve voltar a apropriar-se de sua alma mais profunda, de suas raízes civis e cristãs, se quiser tornar-se promotora de um novo humanismo que coloque no centro a questão do homem reconhecido em sua realidade plena», afirmou.
...
Em seu discurso, que aconteceu na Sala Giulio Cesare, em presença dos vereadores e demais autoridades civis, Bento XVI afirmou a importância de redescobrir, especialmente as novas gerações, os «valores perenes» do homem, especialmente a referência a Deus.
...
«A eliminação de Deus e de sua lei, como condição da realização da felicidade do homem, não alcançou de fato seu objetivo; ao contrário, priva o homem das certezas espirituais e da esperança necessárias para enfrentar as dificuldades e os desafios cotidianos», acrescentou.
Diante do «enfraquecimento preocupante dos ideais humanos e espirituais» que fizeram de Roma o «modelo» de civilização para o mundo inteiro, o Papa propôs a colaboração da Igreja, através das paróquias e instâncias educativas.
...
«Por parte da comunidade católica não faltará nunca uma contribuição convencida para encontrar modalidades cada vez mais adaptadas à tutela dos direitos fundamentais da pessoa, no respeito da legalidade», assegurou.
O Papa mostrou seu conhecimento de que, «extraindo nova seiva das raízes de sua história, plasmada pelo direito antigo e pela fé cristã, Roma saberá encontrar a força para exigir de todos o respeito às normas da convivência civil e rejeitar toda forma de intolerância e discriminação».
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: A volta ao passado continua e, as realidades que caracterizaram aquele tempo, haverão de ser "pela força exigida de todos", como parte do pacote. Solução somente através da igreja e da lei que ela sustenta como aceitável ao estado. Quanto tempo até que alguém perceba que realmente o líder católico está em parte coberto de razão e, neste contexto, se aceite as soluções ofertadas?
«Na época pós-moderna, Roma deve voltar a apropriar-se de sua alma mais profunda, de suas raízes civis e cristãs, se quiser tornar-se promotora de um novo humanismo que coloque no centro a questão do homem reconhecido em sua realidade plena», afirmou.
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Em seu discurso, que aconteceu na Sala Giulio Cesare, em presença dos vereadores e demais autoridades civis, Bento XVI afirmou a importância de redescobrir, especialmente as novas gerações, os «valores perenes» do homem, especialmente a referência a Deus.
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«A eliminação de Deus e de sua lei, como condição da realização da felicidade do homem, não alcançou de fato seu objetivo; ao contrário, priva o homem das certezas espirituais e da esperança necessárias para enfrentar as dificuldades e os desafios cotidianos», acrescentou.
Diante do «enfraquecimento preocupante dos ideais humanos e espirituais» que fizeram de Roma o «modelo» de civilização para o mundo inteiro, o Papa propôs a colaboração da Igreja, através das paróquias e instâncias educativas.
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«Por parte da comunidade católica não faltará nunca uma contribuição convencida para encontrar modalidades cada vez mais adaptadas à tutela dos direitos fundamentais da pessoa, no respeito da legalidade», assegurou.
O Papa mostrou seu conhecimento de que, «extraindo nova seiva das raízes de sua história, plasmada pelo direito antigo e pela fé cristã, Roma saberá encontrar a força para exigir de todos o respeito às normas da convivência civil e rejeitar toda forma de intolerância e discriminação».
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Fonte - Zenit
Nota DDP: A volta ao passado continua e, as realidades que caracterizaram aquele tempo, haverão de ser "pela força exigida de todos", como parte do pacote. Solução somente através da igreja e da lei que ela sustenta como aceitável ao estado. Quanto tempo até que alguém perceba que realmente o líder católico está em parte coberto de razão e, neste contexto, se aceite as soluções ofertadas?
Países ricos são os que mais acumulam dívidas
EUA, Grã-Bretanha e China estão entre as muitas nações que vêm adotando a política do "gastar agora, pagar depois" para evitar o desastre econômico. A situação se agrava com os estímulos fiscais, redução de impostos e pacotes de socorro.
Em um documento preparado para a próxima reunião de cúpula do G20, o FMI faz novas previsões para as dívidas públicas dos diferentes países. A do Japão, que já é a maior entre os países do G20, chegará a incríveis 225% do PIB em 2010. O total da dívida dos países ricos do grupo vai pular de 83,3% do seu PIB em 2008 para quase 100% em 2010.
Já as economias em desenvolvimento que integram o G20 verão esta proporção crescer de 35,7% em 2008 para 37,8% em 2010, mas estes países têm menor capacidade para suportar a dívida do que os ricos.
Fonte - Opinião e Notícia
Em um documento preparado para a próxima reunião de cúpula do G20, o FMI faz novas previsões para as dívidas públicas dos diferentes países. A do Japão, que já é a maior entre os países do G20, chegará a incríveis 225% do PIB em 2010. O total da dívida dos países ricos do grupo vai pular de 83,3% do seu PIB em 2008 para quase 100% em 2010.
Já as economias em desenvolvimento que integram o G20 verão esta proporção crescer de 35,7% em 2008 para 37,8% em 2010, mas estes países têm menor capacidade para suportar a dívida do que os ricos.
Fonte - Opinião e Notícia
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