segunda-feira, 6 de abril de 2009

Gelo do Ártico é o mais fino já registrado na primavera

O gelo sobre o mar é importante porque reflete luz do Sol de volta ao espaço, combatendo o aquecimento

WASHINGTON - O Ártico está pisando em gelo fino. Pesquisadores americanos disseram que, à medida que a primavera se aproxima no hemisfério norte, mais de 90% do gelo sobre o mar na região tem, no máximo, dois anos de idade.

Isso faz com que essa cobertura seja a mais fina e vulnerável já detectada, de acordo com cientistas da Nasa e do Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve. Esse tipo de gelo é o que tem maior probabilidade de derreter no verão.

O gelo sobre o mar é importante porque reflete luz do Sol de volta ao espaço. Quanto mais dele derrete, mais calor é absorvido pelo oceano, aquecendo o planeta ainda mais.

Além de afetar os padrões climáticos do planeta, a temperatura pode ainda expandir as águas, colaborando para a elevação do nível do mar que ameaça ilhas e zonas costeiras.

Fonte - Estadão

Sol atinge menor nível de atividade em um século

Há meses os cientistas estão olhando para o Sol com um misto de espanto e curiosidade. Não é para menos, ele nunca esteve tão discreto. Pelo menos não nos últimos 100 anos. A pergunta é unânime: Por quanto tempo o Sol vai ficar tão quieto?

Não aconteceram manchas solares em 266 dos 366 dias de 2008, mais de 73% de silêncio solar. Para achar um ano em que o Sol esteve tão tranquilo é preciso voltar a 1913, quando ele teve 311 dias sem apresentar manchas.

Silêncio solar

Já na metade de 2008, alguns cientistas alertavam que os dados estão surpreendendo. Outros, porém, vieram a público dizer que seus colegas estavam fazendo cálculos errados (veja O que há de errado com o Sol?).

Agora, porém, estão todos, preocupados e despreocupados, refazendo seus próprios cálculos. Quem dizia que estava tudo normal chegou a apontar que 2008 marcaria o Mínimo Solar, e que já já estaríamos entrando em uma fase ascendente, rumo ao próximo Máximo Solar, previsto para ocorrer em 2012.

Mas o Sol continua a desmentir qualquer previsão: os primeiros dados de 2009 indicam que este ano pode ser ainda mais calmo em termos de manchas solares do que o marasmo de 2008. Até 31 de Março não haviam sido registradas manchas solares em 78 dos 90 dias de 2009 - 87% de silêncio solar.

Ciclos solares

Mínimos solares ocorrem a cada 11 anos, como parte natural dos ciclos solares, descobertos pelo astrônomo alemão Heinrich Schwabe, ainda nos século XIX.

As manchas solares são "ilhas de magnetismo" de tamanho comparável ao de um planeta, que surgem na superfície solar. Elas são responsáveis pelas tempestades solares, ejeções de massa da corona solar e emissões intensas de raios ultravioleta.

Colocando os números de manchas solares em um gráfico, Schwabe percebeu que os picos de atividade solar eram sempre seguidos de períodos de calmaria, separados entre si por 11 anos. Isto tem sido verdade nos últimos 200 anos. O atual ciclo começou em 1996, ou seja, deveríamos ter atingido o Mínimo Solar por volta de 2007.

Vento solar mais fraco

Medições da sonda espacial Ulysses revelam uma queda de 20% na pressão do vento solar desde meados dos anos 1990 - o menor ponto desde que as medições começaram nos anos 1960.

O vento solar mantém os raios cósmicos galácticos fora do Sistema Solar. Com a diminuição do vento solar, mais raios cósmicos penetram no nosso sistema, resultando em maiores riscos para os astronautas, que não estão protegidos pela atmosfera terrestre. Ventos solares mais fracos também resultam em menos tempestades geomagnéticas e menos auroras boreais e austrais.

Sol menos brilhante

Outras sondas espaciais da NASA também revelaram que, desde o Mínimo Solar de 1996, o brilho do Sol caiu 0,02% no comprimento de onda da luz visível e 6% no comprimento de onda ultravioleta.

Estas variações são suficientes para produzir efeitos importantes porque a atmosfera superior da Terra recebe menos calor do Sol. Os satélites artificiais passam a sofrer menos arrasto, o que pode aumentar sua vida operacional. Por outro, isso também significa que o lixo espacial vai ficar mais tempo em órbita, oferecendo risco para esses mesmos satélites e para todos os que ainda serão lançados.

Se o período de calmaria do Sol durar mais 1 ano, o atual Mínimo Solar superará os mínimos registrados em 1913 e 1901.

Fonte - Inovação Tecnológica

Nota DDP: Ver também "A perturbadora condição do Sol".

Controle online: estratégia para um governo único?

Dois projetos de lei que serão em breve discutidos no senado americano poderão entregar à Casa Branca novos e mais alargados poderes no acesso a informação privada online, regular a segurança cibernética e, no limite, encerar o acesso à Internet se declarada uma ciber-emergência.

Os projetos de lei ao senado nº 773 e nº 778 (um esboço pode ser consultado aqui, em inglês) fazem parte do chamado Ato de Cibersegurança 2009, que poderá criar um novo departamento que reporte diretamente ao presidente americano.

Alguns defensores da privacidade online e especialistas em Internet alertaram desde já para o fato dos poderes governamentais serem, caso esta legislação seja aprovada, demasiado alargados em toda a sua abrangência.

Não querendo debater pormenores jurídicos destas propostas, e o seu eventual choque com as liberdades hoje consagradas a todo o cidadão, vou apenas destacar um aspecto, que, parece-me, não é de passar por alto.

O principal promotor destes dois projetos de lei é John 'Jay' Rockefeller, atualmente o único político do clã Rockefeller, uma família há décadas ligada ao empreendedorismo nos EUA, nas áreas da indústria, banca e política.

John 'Jay' é sobrinho de um outro Rockefeller proeminente: David Rockefeller Sr., cujo curriculum, principalmente nos bastidores da cena mundial, tem de ser considerado, no mínimo, impressionante:

a) foi o mais jovem Diretor do Council on Foreign Relations (Conselho sobre as Relações Externas), eleito em 1949; entre 1970 e 1985 foi presidente da mesma entidade (hoje é presidente honorário). Esta organização é uma entidade sediada em Nova Iorque, EUA, voltada para a política internacional. De acordo com os seus representantes, trata-se de uma entidade dedicada a aumentar a compreensão norte-americana sobre o mundo e contribuir com idéias para a política internacional dos EUA;

b) é membro, desde a sua fundação, do Clube Bilderberg, grupo abordado aqui no artigo 'Porque será Durão Barroso reconduzido como presidente da Comissão Europeia?';

c) é o fundador da Trilateral Comission (Comissão Trilateral), um grupo de debate que inclui políticos, eruditos, académicos, sindicalistas, filantropos, etc., mas não inclui governantes em exercício (estes estão no Clube Bilderberg...).

David Rockefeller está, igualmente, bem relacionado institucional e pessoalmente com o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e a CIA, entre outras entidades.

Em 2002, David publicou a sua autobiografia, 'Memórias', da qual se extrai este excerto da página 405 (o negrito é meu, para destaque): 'por mais de um século, extremistas ideológicos de ambos os lados do espetro político, aproveitaram o meu mediatizado encontro com (n.d.r.: Fidel) Castro para atacar a família Rockefeller pela arbitrária influência que, reclamam eles, nós mantemos nas instituições políticas e económicas americanas. Alguns julgam mesmo que nós somos parte de uma cabala secreta, trabalhando contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando a minha família e eu como 'internacionalistas', e por conspirar com outros de todo o mundo para construir uma estrutura política e económica mais globalmente integrada - um só mundo, se assim preferirem. Se essa é a alegação, eu declaro-me culpado, e fico orgulhoso disso.'

Quis expôr o que me parecem ser fatos; deixo a cada leitor tirar as suas conclusões.

FILIPE REIS
Nascido e educado na Igreja Adventista do Sétimo Dia e batizado em Março de 1989, aos 13 anos. Vive em Vila Nova de Gaia, Portugal. Serviu vários anos como Diretor da Escola Sabatina e Ancião na Igreja de Pedroso, Portugal, entre outras funções. Em breve iniciará a formação em Teologia no Colégio Adventista de Sagunto (Espanha), para servir como Pastor. Editor do Blog O Tempo Final. Casado com Sofia, aguardam para breve o primeiro bebé, que se chamará Caleb.

Fonte - Blog Nisto Cremos

Terremoto na Itália

Um violento terremoto sacudiu nesta segunda-feira a cidade medieval de Áquila, no centro da Itália, matando ao menos 20 pessoas, deixando 30 desaparecidas e milhares de outras desabrigadas.

O tremor de 6,3 na escala Richter atingiu Áquila às 3h32 (22h34 em Brasília), quando a maioria dos moradores dormia. O abalo foi sentido na capital, Roma, que fica a 95 quilômetros de distância.

De acordo com a Defesa Civil de Áquila, cerca de 10 mil prédios da cidade - que tem 70 mil habitantes - foram danificados. Um albergue de estudantes e algumas igrejas ruiram por inteiro. Equipes de resgate estão procurando sobreviventes sob os escombros.

O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, cancelou sua viagem a Moscou e foi para Áquila. O governo italiano decretou estado de emergência na região de Abruzzo, onde Áquila está localizada. O tremor causou danos também em outros vilarejos da região, que é montanhosa. Linhas de telefone e eletricidade foram danificadas e cortadas.

O hospital de Áquila foi parcialmente danificado, o que dificultou o atendimento aos feridos. Milhares de voluntários de toda a Itália se dirigiram à região. Segundo a Defesa Civil, o número de vítimas em Áquila deve superar o do último terremoto que atingiu a Itália, em 2002, na cidade de San Giuliano, na região da Puglia, onde morreram 20 pessoas.

O tremor também foi sentido em outras regiões italianas, como Lazio e Marche, onde não ocorreram danos ou houve vítimas. Algumas pessoas, apavoradas, chegaram a sair às ruas de cidades dessas regiões.

Em Áquila, o tremor durou aproximadamente 30 segundos durante a madrugada. Moradores e equipes de resgate usavam as próprias mãos para remover escombros de prédios destruídos. Sobreviventes, muitos em suas roupas de dormir, se abraçavam enquanto esperavam notícias de parentes ou amigos.

Fonte: BBC Brasil

NOTA: Embora os terremotos sempre tenham acontecido na história passada, atualmente estão cada vez mais freqüentes e mais intensos, e é justamente esse o sinal deixado por Jesus em Mateus 24 que indica a proximidade de Sua vinda.

Obama: O tempo está acabando

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.

"Todos nós sabemos que o tempo está acabando", disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. "A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais", acrescentou.

Fonte: O Globo Online

NOTA: Com certeza Sr. Obama, O TEMPO ESTÁ ACABANDO E JESUS EM BREVE VOLTARÁ, não por causa do aquecimento global "provocado" pelo homem, mas sim pelos interesses políticos-religiosos por trás da agenda do ECOmenismo que vão acelerar os eventos finais. Quem viver verá...

Uma nova ordem financeira mundial

A reunião do G20 – grupo dos vinte países mais ricos do mundo – teve resultados considerados acima das expectativas. Essas nações estiveram reunidas no Reino Unido, convocadas por Gordon Brawn, que demonstrou ser um grande articulador. Os líderes tomaram decisões jamais imaginadas, para salvar a economia global. Eis o que decidiram:

- Fim do sigilo bancário;
Cerco aos paraísos fiscais (para onde vai o dinheiro ilegal, das drogas, desvios, roubos, crimes, etc.)
- Fiscalização dos fundos de alto risco;
- Fiscalização das agências de classificação de risco;
- Fim da super alavancagem dos bancos (investimentos que eles fazem diversas vezes com o mesmo dinheiro);
- Mercado sob controle dos governos;
- Injetar um trilhão de dólares para o FMI socorrer países e re-ativar o comércio internacional;
- Criação de uma supercomissão para monitorar a economia global;
- Criação de um comitê para monitorar o cumprimento das promessas dessa reunião;
- Estabelecimento de datas para novas reuniões, ou seja, deu-se início a um processo que vai continuar até o mundo endireitar.

A reunião foi inédita, seus resultados ficaram além do esperado. Já parecia tudo perdido par ao mundo. Mas a reunião deu uma nova esperança ao planeta, ao menos uma sobre-vida ao comércio internacional. A reunião mostrou o poder da liderança de Barak Obama, e de Gordon Brawn, dos Estados Unidos e do Reino Unido. Ou seja, o mundo tem nova liderança e Barack Obama é o homem mais poderoso do planeta. E ele é fã do Lula. Obama é o grande líder, Brawn é o grande articulador. Os dois juntos mudam o mundo. Tem credibilidade para isso. Mais os presidentes das 20 nações mais poderosas do planeta, muito se pode fazer.

E, à luz das profecias bíblicas, o que significa o resultado dessa reunião? Significa que o evangelho ainda não foi pregado, e que os anjos de DEUS ainda precisam segurar os ventos para que o mundo não entre em colapso total. Ainda é cedo para que aconteça a crise final.

Quanto tempo de sobre vida o mundo tem? Isso não sabemos, mas pode ser bem pouco tempo. Agora devemos acompanhar as próximas semanas para ver se esse otimismo vai ser algo duradouro, ou se vai ser uma ilusão temporária.

Os servos de DEUS devem ver nessa reunião o poder de DEUS em dirigir os negócios desse mundo. Devem ver que as coisas, sejam boas, sejam ruins, acontecerão em seu tempo, e não antes, nem depois.

Fonte - Cristo Voltará

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Menino voltou a andar após visitar túmulo de João Paulo II

Cidade do Vaticano, 2 abr (EFE).- O cardeal da Cracóvia, Stanislaw Dziwisz, secretário pessoal de João Paulo II durante 39 anos, contou hoje que, há poucos dias, um menino polonês paralisado por um tumor levantou-se e começou a caminhar após visitar o túmulo de João Paulo II no Vaticano.

Dziwisz, que está em Roma para homenagear João Paulo II no quarto aniversário de sua morte, fez a revelação à rede de TV por satélite "Sky TG24".

O cardeal evitou se referir ao caso como um "milagre", ao lembrar que foi testemunha pessoal "das muitas graças" concedidas por intercessão de João Paulo II, "especialmente a doentes de câncer", e que ele nunca falou delas como "milagres".

Segundo Dziwisz, há poucos dias, um menino polonês de 9 anos, que devido a um tumor no rim é obrigado a se locomover em cadeira de rodas, foi levado por seus pais ao túmulo de João Paulo II.

Após rezar diante da sepultura do falecido papa, localizada na cripta da Basílica de São Pedro, o menino, natural da cidade de Gdank, deixou a basílica.

Já no lado de fora do templo, ele disse a seus pais que queria caminhar.

"'Quero caminhar', disse a criança, que se levantou da cadeira e começou a andar", afirmou o purpurado.

Fonte - G1

Nota DDP: Todo ano, na mesma época, as mesmas manifestações "sobrenaturais". O interessante deste ano, mais do que a notícia em si, é a afirmativa de que JPII negava que realizava milagres.

Sabe quem não realizava milagres? Jesus.

Não caia da cadeira, procure na Bíblia. Jesus não fazia milagres, realizava sinais. Sinais para que o povo entendesse quem Ele era, o Messias. Não se espante, ainda é assim em nossos dias. Ele continua fazendo sinais, quando necessário, para honra e glória do Pai e para que seja reconhecido que Seu Nome está acima de todo nome.

A pergunta que fica é: Estaria JPII dando a entender que também fazia sinais? Pior, que ainda poderia fazê-los?

Ver também "João Paulo II será beatificado em 2 de abril de 2010".

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Uma "nova ordem mundial"


A declaração final da reunião do G20 (grupo de líderes de países desenvolvidos e em desenvolvimento), detalhado nesta quinta-feira (2) pelo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, mostrou um comprometimento das nações envolvidas em aumentar a vigilância sobre o balanço dos bancos e os paraísos fiscais para acabar com os "segredos bancários" e garantir um "sistema de alarme precoce" para crises econômicas.
...
Segundo Brown, o acordo firmado na reunião desta quinta-feira estabelece o compromisso de manter a ajuda aos países mais pobres. "Uma nova ordem mundial está emergindo e com ela a base de uma nova era de cooperação internacional. Vamos gerenciar o processo de globalização a fim de assegurar justiça para todos. E assegurar uma sociedade mais aberta e mais global", afirmou.

O primeiro-ministro britânico também afirmou que os líderes do G20 deverão se reunir novamente no final do ano - em data e local ainda não especificados - para avaliar o avanço e os resultados das decisões tomadas no encontro desta quinta. "E se virmos que mais é necessário empreenderemos outras ações", afirmou.

Fonte - G1

Papa escreve ao G20

Bento XVI enviou uma mensagem ao primeiro-ministro britânico Gordon Brown, em vésperas da Cimeira do G20, que decorre Quinta-feira, em Londres. O Papa defende a necessidade de “coordenar os esforços entre governos e organizações internacionais para sair da crise global, sem recorrer a nacionalismos ou proteccionismos”.

Aos líderes das 19 maiores potências económicas do mundo, mais a União Europeia, a carta papal lembra que em Londres estarão os países responsáveis por 90% do PIB e 80% do comércio mundiais.

Bento XVI fala em especial de África, que acaba de visitar, como o continente que mais sofre os efeitos da crise. A mensagem denuncia a realidade da pobreza extrema e da marginalização, lamentando que no Grupo dos 20 a África subsaariana seja representada por apenas um país (África do Sul) e algumas organizações regionais.

“Os participantes deverão reflectir sobre isso, os mais pobres do cenário político são os que mais sofrem com uma crise na qual não têm nenhuma responsabilidade”, aponta.

O Papa assegura suas orações e pede o compromisso dos líderes mundiais para a obtenção de “linhas concretas” que permitam estabilizar os mercados financeiros e sair da crise.

“Ela foi gerada pela falta de ética, por um défice de ética nas estruturas económicas. A crise mostra que a ética não é alheia à economia e que esta não pode funcionar se não incluir a sua componente ética”, indica.

Bento XVI refere também as ajudas a famílias e países pobres: “Todas as medidas propostas para acabar com a crise devem procurar oferecer estabilidade às famílias e aos trabalhadores”.

Neste contexto, o Papa admite temer que a crise “desperte o fantasma do cancelamento ou da redução drástica dos programas de ajuda aos países menos desenvolvidos”. Por isso, pede que a Brown na Cimeira de Londres saia a resolução de respeitar Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.

O Vaticano divulgou a carta de resposta do primeiro-ministro britânico, na qual Brown garante que redobrará os esforços para que a cimeira do G20 não esqueça os pobres nem as mudanças climáticas, temas que também preocupam o Papa.

Para Bento XVI, é importante que os participantes na cimeira “recorram aos mecanismos e instrumentos multilaterais existentes dentro das Nações Unidas e das agências ligadas à ONU, para que seja ouvida a voz de todos os países do mundo e para que as medidas e procedimentos decididos no encontro do G20 sejam partilhados por todos”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Agora ficou mais fácil de entender a manifestação de Gordon Brown acerca de 'forçar os bancos a retornar aos "valores da família"'. Não se pode perder de vista, ainda, que o mesmo Brown se manifestou no sentido de que 'há um "alto grau de consenso" entre as lideranças do G20 a respeito de um plano de reconstrução para a economia mundial', de onde poderia se subentender que outros componentes do grupo também partilhem da "preocupação" com a família, que é obviamente um mote, uma vez que a única preocupação é o dinheiro.

Esse panorama todo faz lembrar a impressão, a meu ver equivocada, da perda de influência do Vaticano com base na premissa de que o Papa estaria à deriva em seu plano de governo. Parece-me tal entendimento totalmente equivocado. Nada que saia de Roma deixa de ter propósito específico e, as notícias supra transpiram o quanto afinados estão os líderes mundiais, dentre eles o próprio BXVI.

A noite se aproxima

Eu já escrevi a respeito dessa ameaça que nos assomava, mas a recente proposta da ONU de criminalizar a “difamação de religião” é uma inconscienciosa ameaça à liberdade de expressão. Tal como informa o UN Watch, uma resolução feita circular por Estados islâmicos ontem [27/3] definiria qualquer questionamento do dogma islâmico como uma violação dos direitos humanos, o que intimidaria vozes discordantes e encorajaria a imposição da Sharia (estrita observância do código religioso islâmico). Ainda que não-obrigatória, a resolução constitui perigosa ameaça à liberdade de expressão em todo lugar. Ela baniria qualquer coisa que fosse percebida como ofensa à sensibilidade islâmica, classificando-a como uma “séria afronta à dignidade humana” e uma violação da liberdade religiosa. A resolução pressionaria os Estados membros da ONU – nos “níveis local, nacional, regional e internacional” – a erodir as garantias de liberdade de expressão existentes em seus “sistemas legais e constitucionais”. É um texto orwelliano, que distorce os significados de direitos humanos, de liberdade de expressão e de liberdade religiosa, marcando um gigantesco retrocesso para a liberdade e a democracia em todo o mundo.

Os primeiros a sofrer serão os muçulmanos moderados nos países que estão por trás dessa resolução – ou seja, Irã, Arábia Saudita, Egito e Paquistão, que buscam legitimação internacional para as leis relativas à blasfêmia sancionadas por esses Estados; leis cujo efeito é sufocar a liberdade religiosa e tornar ilegais as conversões do Islã para outras religiões. Os próximos a sofrer em resultado dessa caça às bruxas sancionada pela ONU serão os escritores e jornalistas no Ocidente democrático, pois a resolução tem também como alvo a mídia, pela sua “deliberada visão estereotipada das religiões, de seus adeptos e das pessoas sagradas”.

Em última análise, é a noção mesma de diretos humanos individuais que está em jogo, uma vez que os patrocinadores dessa resolução não buscam proteger indivíduos de algum mal, mas em vez disso, buscam proteger e isolar um conjunto específico de crenças de qualquer questionamento, debate ou inquirição crítica.

Visto que Estados islâmicos dominam o Conselho de Direitos Humanos da ONU, há pouca chance de que essa resolução não seja aprovada. Eis mais uma demonstração do fato de que a ONU, tida pela mente progressista ocidental como a guardiã dos direitos humanos, é, na verdade, a sua mais persistente inimiga.

(Mídia@Mais)

Colaboração: Marco Antonio, de Curitiba

Nota Michelson Borges: Se essa “onda” pegar (e vai), logo estaremos de volta à Idade Média (e estaremos).

Nota DDP: Sugiro ainda a leitura do post "ONU aprova resolução sobre liberdade religiosa".

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Bancos têm que apoiar "valores da família"

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, afirmou nesta terça-feira que o G20 (grupo que reúne representantes de países ricos e dos principais emergentes) tem que forçar os bancos a retornar aos "valores da família", e destacou que a "honestidade e a justiça" devem ser pilares do sistema financeiro.

Em discurso pronunciado em evento hoje em Londres, Brown disse que a melhora do sistema bancário global é sua prioridade.

"Em nossas famílias, criamos nossos filhos para que trabalhem duro", ressaltou o premiê, dois dias antes de ser o anfitrião da cúpula do G20, que será realizada na quinta-feira (2), em Londres.

Brown ressaltou que as famílias não recompensam seus filhos com "riscos que possam colocar em risco a eles e a outros, e não lhes encorajamos a conseguir uma gratificação a curto prazo".

"A pequena empresa britânica, os gerentes e donos não preparam seu pessoal para investir de forma temerária", acrescentou.

"As pessoas que trabalharam duro para construir sua empresa ou negócio não entendem por que uma companhia quer recompensar o fracasso, ou como algumas pessoas criaram uma grande riqueza fazendo más apostas com o dinheiro de outras pessoas."

Brown disse que é preciso defender um mercado financeiro que apoie o trabalho, a responsabilidade e a honestidade.

Fonte - Folha

Nota DDP: "Valores da família", ou do Vaticano?

É importante não cair num puro economicismo que ponha em causa os valores da família.
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O descanso dominical tem enormes vantagens para a manutenção da família e para o diálogo entre as pessoas e para a saúde psíquica, que tenham tempo de descanso, para o diálogo, de intercâmbio, de lazer, tempo, para não serem escravos do trabalho” – considera D. Amândio Tomás.
(“Não podemos ser escravos do trabalho”)

NOTA Minuto Profético: Sou a favor da família, da solidariedade e do cuidado inteligente do meio-ambiente. No entanto, cabe a pergunta: Por que será que diversos grupos de influência estão defendendo a mesma coisa, inclusive grupos inspirados na adoração da Mãe-Terra? Acho melhor você descobrir o que é ECOmenismo antes que seja tarde demais...

Leia também: "ECOmenismo: você também está sendo envolvido!"
"O Vaticano e a Hora da Terra".

Santificação x Perfeccionismo

Lendo o artigo "O que é santificação", hoje publicado no Blog do Prof. Gilson Medeiro e percebendo uma certa tensão neste tema em nossos dias, que sempre leva aos extremos, tentarei traçar algumas considerações.

Santificação não é algo que dependa do homem enquanto agente da mudança, mas depende dele enquanto disponibilidade ao Senhor. Explico minha afirmação:

Assim como Deus conferiu ao homem o livre arbítrio para aceitar a salvação, que Ele sozinho concede e consuma, também o fez para aceitar a santificação, que também Ele sozinho concede e consuma. A diferença entre os dois é que a salvação é um ato de um instante e, a santificação é a obra de uma vida, ambas do Senhor em nosso favor, ambas apontando para a terceira etapa que está no porvir: a glorificação.

O que deve ser entendido, penso, é que uma coisa não pode ser analisada descolada da outra. Explico minha afirmação mais uma vez:

Deus nos salva e intenta nos manter salvos. Para este fim aponta duas vezes para Jesus, tanto como Salvador, quanto como Senhor. Aceitou a tão grande salvação? Pois agora se submeta, obedeça. O Espírito de Profecia é absolutamente claro em dizer que o pecado retirou do homem o tão propalado "equilíbrio", sendo claro em dizer também que este retorna por via da obediência, não como qualidade do homem, mas como fruto do Espírito, pela temperança.

Santificar-se portanto é permitir não que Deus lhe tire do mundo, tornando-o "perfeito", mas que Ele lhe mantenha apartado do mal e, para isso, necessário é o nosso sim diário e contínuo ao Criador, fazendo simplesmente Sua vontade. Qual o motivo disso? Excentricidade divina?

Óbvio que não: É amor. Deus sabe o que faz separação entre nós e Ele. Mais do que isso, sabe o que pode nos levar à separação, daí porque nos orienta a nos abrirmos à Sua obra de santificação e, principalmente, como devemos fazer isso.

Agora, é possível sermos perfeitos neste intento? Claro que não!

Mas o mesmo poder que emana da cruz para nos salvar, o faz para nos manter salvos. Rejeitar o favor divino ao processo de santificação tem em seu âmago o mesmo efeito daquele veiculado pelos que não aceitam a salvação em Cristo: trevas!

Não se preocupe portanto em ser perfeito, preocupe-se em ser de Cristo. Em relação a você, isso se revelará na sua busca diária em se manter no centro da vontade de Deus, em relação a Deus, isso se revelará no seu sucesso em atingir esse intento, ou seja, nos frutos que Ele produzirá na sua vida. Uma coisa é certa: A vontade de Deus está revelada em Sua Palavra. Entendê-la e praticá-la depende do crente, Deus o guia pelo caminho que este livremente escolheu.

Por fim, creio eu que para os que viverem os últimos dias, Deus completará esta obra.
Mas este sim é outro assunto.

No mais e, em resumo: Escolha a Luz. Escolha Jesus. Sempre.

O nascimento da nova ordem

Depois da tempestade, espera-se pela bonança. Mas, mesmo que ela nunca dê o ar da graça, já é possível identificar, no fim do túnel em que o mundo se encontra, um cenário bem diferente do que temos hoje.

Após um incêndio ter quase destruído o sistema financeiro internacional, numa crise iniciada em 2007, arquitetos já trabalham em uma nova estrutura, enquanto bombeiros ainda lutam contra as chamas. Líderes das 20 principais economias do mundo reúnem-se nesta semana, em Londres, com a missão de dar início à criação de uma nova ordem econômica e política mundial, em substituição àquela surgida após a Segunda Guerra Mundial. Muitos céticos duvidam que se consiga mais do que uma simpática carta de intenções para lidar com os atuais problemas da economia. Mas vários líderes do mundo desenvolvido já admitem: o tempo em que as nações ricas decidiam o futuro do mundo acabou.
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Há muito se fala em aumento do poder dos países emergentes e a transformação do mundo em uma realidade verdadeiramente multipolar. Mas a atual crise econômica parece estar acelerando esse processo, com empresas e governos de países antes considerados subdesenvolvidos ganhando poder e influência.
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O G20 pode assumir as rédeas da futura nova ordem internacional a partir do encontro desta semana em Londres. Os quatro BRICs, como maior força dentro da turma dos emergentes, têm muito a ganhar com essa mudança. Talvez até já negociando de igual para igual com os atuais chefes do mundo no ano de 2020.

Fonte - BBC

Responsabilidade na construção da Europa

MADRI, terça-feira, 31 de março de 2009 (ZENIT.org).- A iniciativa de Cristãos pela Europa (IXE), que agrupa organizações cristãs de 13 países europeus, acaba de fazer um convite aos cidadãos europeus por ocasião das próximas eleições europeias de junho de 2009; no mesmo, anima «a superar a crise e os desafios de nosso tempo para uma Europa mais unida, mais solidária e mais aberta ao mundo».

Reconhecendo que vivemos «momentos especialmente carregados de dificuldades», os que assinaram lançam um convite afirmando que «o Evangelho, junto com as tradições que se afirmam herdeiras do mesmo, propõe-nos interpretar os sinais dos tempos que nos convidam a mudar de vida, para tornar possível o advento de uma sociedade mais humana e mais respeitosa do bem-estar de todos».

«Só uma Europa unida – acrescentam – pode responder aos desafios atuais, expressando seus valores profundos de solidariedade, de justiça e de paz no mundo. É mister, pois, que tomemos consciência de nossa responsabilidade pessoal na construção da Europa.»

Os que assinaram o convite pedem, em primeiro lugar, que se ponham em prática «o mais breve possível as disposições do Tratado de Lisboa». Afirmam que, ainda que «no Tratado não se mencionem as raízes cristãs da Europa, acolhemos positivamente aquelas afirmações do mesmo que estão, de fato, inspiradas pelo pensamento e os valores cristãos. Assim, o Tratado expõe explicitamente, pela primeira vez, que a dignidade humana é o primeiro dos valores da Europa, antes da liberdade, da democracia e da igualdade».
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Fonte - Zenit

Papa pede ao G20 soluções justas para crise

Cidade do Vaticano, 01 abr (RV) - “Coordenar os esforços entre governos e organizações internacionais para sair da crise global sem recorrer a nacionalismos e protecionismos”. É o pedido dirigido pelo papa ao premiê britânico Gordon Brown, às vésperas da abertura da cúpula do G-20, encontro que se inicia amanhã em Londres, reunindo líderes das 19 maiores potências econômicas do mundo, mais a União Européia.
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Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Unidade na diversidade diriam. O Vaticano não perde tempo ou oportunidades.

Crise é uma nova oportunidade para a globalização

Roma, 31 mar (RV) - Em vista da cúpula do G20 de Londres, que começa na quinta-feira, a Caritas Internacional divulgou uma mensagem, exortando os líderes mundiais a colocarem os pobres no centro de uma série de reformas para construir uma nova economia, fundada na justiça e na igualdade.

A nota, assinada pelo presidente da Caritas Internacional, Card. Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, afirma que a crise mundial eclodiu porque a ética foi marginalizada para dar espaço à busca de maior riqueza por parte de poucos potentes. "Podemos enfrentar esta crise diminuindo a falida globalização da avidez ou vendo-a como uma oportunidade para criar uma globalização baseada na solidariedade, na justiça e na paz."

A Caritas adverte que os pobres encontrarão dificuldades para fazer frente a esta situação: ''Quando trilhões de dólares são desembolsados para socorrer os bancos, é moralmente injustificável que alguns países ricos tenham cortado as ajudas ao países em desenvolvimento''.

Apesar da crise econômica, a Caritas recorda que os líderes mundiais devem incluir na agenda a questão das mudanças climáticas, em vista da Conferência de Copenhague, no final deste ano. Para a Caritas, se não houver uma redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa, as mudanças climáticas terão conseqüências a longo prazo muito mais devastadoras do que a crise econômica. "Podemos salvar os bancos, mas o nosso clima não pode ser salvo" – recorda.

A Caritas pede ainda uma reforma das Nações Unidas, do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, para garantir maior participação nos processos de decisão por parte dos países mais desfavorecidos.

"Mas o verdadeiro resultado que deve emergir do G20 – conclui a mensagem – é o nascimento de um novo sistema de participação internacional para a distribuição da riqueza, por meio da criação de taxas internacionais para financiar os bens públicos globais e a implementação de adequadas políticas fiscais em nível nacional."

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: A pressão por um "novo sistema" é grande e os temas crise econômica e ambiental parecem estar definitivamente entrelaçados. Ver também "Cardeal hondurenho adverte para efeitos da crise e das mudanças climáticas".

Cardeal defende que o trabalho deve voltar a ser o centro da economia

O presidente do Conselho Justiça e Paz (CPJP) mostrou o seu apoio à reunião dos ministros do trabalho do G8 que decorre em Roma, com o lema «A dimensão humana da crise», preparando a próxima reunião do grupo, que acontecerá em Julho.

O Cardeal Renato Martino diz que é fundamental salvaguardar a dignidade da pessoa “mediante a adaptação dos sistemas sociais” e “voltar a partir da pessoa, criando as condições para o nascimento de novos postos de trabalho”.

“Estes temas são importantes para a Igreja e estão no centro do seu ensinamento social”, explica.

Outro ponto em que a reunião do G8 coincide com a proposta cristã da economia é a importância do trabalho, verdadeiro centro da actividade económica. “Através do trabalho, o homem é o protagonista do desenvolvimento, não o dinheiro nem a tecnologia”.

“E por isso é só através do trabalho que a economia pode voltar a colocar-se em andamento”, acrescentou o Cardeal Martino.

Para o presidente do CPJP, a actual crise deve ser uma ocasião para “voltar a pensar os sistemas económico e financeiro globais”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: A doutrina social da igreja católica insere o domingo no contexto do ideal na relação homem/trabalho.

terça-feira, 31 de março de 2009

Aquecimento do Oceano Atlântico deve-se a causas naturais

A recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.

Desde 1980, a temperatura no Atlântico Norte tem aumentado em média 0,25 ºC por década. O número pode parecer pequeno, mas tem grande impacto em furacões, que preferem águas mais quentes. Um exemplo: 2005 teve recorde no número de furacões, enquanto em 1994 foram poucos eventos, mas a diferença na temperatura oceânica entre os dois anos foi de apenas 1 ºC.

De acordo com a pesquisa, feita por cientistas da Universidade de Wisconsin em Madison e da Administração Nacional do Oceano e Atmosfera (Noaa), nos Estados Unidos, mais de dois terços dessa tendência de aquecimento podem ser atribuídas a alterações em tempestades de poeira na África e à atividade vulcânica nos trópicos no período.

Os autores do estudo haviam mostrado anteriormente que a poeira vinda da África e outras partículas suspensas na atmosfera podem reduzir a atividade de furacões por meio da diminuição da luz solar que chega ao oceano, mantendo a superfície mais fria. Ou seja, anos com mais poeira implicam menos furacões.

Os pesquisadores combinaram dados obtidos por satélites de aerossóis (material particulado suspenso na atmosfera) com modelos climáticos para avaliar o efeito na temperatura oceânica. Eles calcularam quanto do aquecimento no Atlântico observado desde 1980 foi devido a mudanças em tempestades de poeira e na atividade vulcânica, especialmente as erupções do El Chichón, no México, em 1982, e do Pinatubo, nas Filipinas, em 1991.

A conclusão foi que o efeito foi muito maior do que se esperava. "Grande parte da tendência de aquecimento no padrão a longo prazo pode ser explicada por esses fatores. Cerca de 70% é resultado da combinação de poeira e vulcões e aproximadamente 25% se devem apenas a tempestades de areia", disse Amato Evan, da Universidade de Wisconsin, principal autor do estudo.

Os resultados indicam, portanto, que apenas 30% dos aumentos na temperatura no Atlântico Norte são devidos a outros fatores. Embora não desconte a importância do aquecimento global, Evan aponta que o estudo faz com que o impacto desse fator no Atlântico esteja mais em conformidade com o menor aquecimento verificado no Pacífico.

"Faz sentido, porque não esperávamos que o aquecimento global fizesse com que a temperatura oceânica se aquecesse tanto em tão pouco tempo", disse.

De acordo com o cientista, vulcões são naturalmente imprevisíveis e, portanto, difíceis de serem incluídos em modelos climáticos, mas novos modelos deverão levar em conta a importância de tempestades de areia como um fator para prever acuradamente como as temperaturas oceânicas vão se alterar.

(Bibliografia: The role of aerosols in the evolution of tropical North Atlantic Ocean temperature anomalies; Amato T. Evan, Daniel J. Vimont, Andrew K. Heidinger, James P. Kossin, Ralf Bennartz).

Fonte: Inovação Tecnológica

NOTA Minuto Profético: Mais uma evidência de que o "consenso" mundial sobre o aquecimento global é forjado e patrocinado por interesses políticos-religiosos, leia-se ECOmenismo. Não podemos dizer, portanto, que o aquecimento global é um sinal da Volta de Jesus. Porém, os interesses políticos-religiosos por trás dos bastidores, sim, SÃO UM GRANDE SINAL DA VOLTA DE CRISTO!!

Newton R. Pampa Q.: Patriarcas e Profetas de Ellen G. White, pag 107-108, menciona o seguinte:

"Nesse tempo imensas florestas foram sepultadas. Estas foram depois transformadas em carvão, formando as extensas camadas carboníferas que hoje existem, e também fornecendo grande quantidade de óleo. O carvão e o óleo freqüentemente se acendem e queimam debaixo da superfície da Terra. Assim as rochas são aquecidas, queimada a pedra de cal, e derretido o minério de ferro. A ação da água sobre a cal aumenta a fúria do intenso calor, e determina os terremotos, vulcões e violentas erupções. Vindo o fogo e a água em contato com as camadas de pedra e minério, há violentas explosões subterrâneas, as quais repercutem como soturnos trovões. O ar se acha quente e sufocante. Seguem-se erupções vulcânicas; e, deixando estas muitas vezes de dar vazão suficiente aos elementos aquecidos, a própria terra é agitada, o terreno se ergue e dilata-se como as ondas do mar, aparecem grandes fendas, e algumas vezes cidades, vilas, e montanhas a arder são tragadas. Estas assombrosas manifestações serão mais e mais freqüentes e terríveis precisamente antes da segunda vinda de Cristo e do fim do mundo, como sinais de sua imediata destruição".

Conselho Mundial de Igrejas escreve aos líderes do G20

Genebra, 30 mar (RV) - O Conselho Mundial das Igrejas (que reúne 349 Igrejas, representando 560 milhões de cristãos em 110 países do mundo) divulgou hoje um apelo para que o G20 de Londres seja uma ocasião para ir além das ações de socorro financeiro a curto prazo e busquem soluções a longo prazo, "fundadas em uma base ética e princípios morais".

Em carta ao primeiro-ministro inglês, Gordon Brown, o secretário-geral do Conselho, Rev. Samuel Kobia, expressa a profunda preocupação das Igrejas com a atual crise financeira. "As Igrejas consideram que esta crise não seja somente de natureza econômica, mas tenha também dimensões morais" – lê-se no texto.

A carta contém uma série de propostas, sendo a primeira delas a criação de uma "nova arquitetura financeira" a ser desenvolvida sob a égide das Nações Unidas e onde possa existir uma vasta participação de todos os países e da sociedade civil.

As Igrejas pedem também que sejam estabelecidos em nível internacional e permanente mecanismos de controle sobre os fluxos de capitais e de monitoração das atitudes especulativas. Por fim, o Conselho faz votos de que esta crise não conduza a uma redução das ajudas ao desenvolvimento aos países pobres.

Fonte - Radio Vaticano

Decisões anacrônicas mostram incapacidade de Ratzinger em guiar o Vaticano

O tantã dos tambores não para. Depois de seu périplo africano e da polêmica sobre a Aids e os preservativos, afirmar que Joseph Ratzinger é um papa cada vez mais questionado é uma obviedade. Fora da Igreja não param as críticas e os ataques. Na França e na Alemanha as pesquisas entre católicos já registram a palavra "demissão" e governos, cidadãos e ONGs demonstram claramente seu descontentamento. Dentro do Vaticano as coisas estão iguais ou piores. O papa alemão foi eleito pelos cardeais por sua alta inteligência. Mas, como diz o veterano vaticanista e escritor Giancarlo Zizola, "estes primeiros quatro anos de papado sugerem que, por mais que sua inteligência seja finíssima, ela não basta para governar a Igreja".
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Por isso há muitos bispos em guerra. Enquanto Ratzinger salta de um pântano para outro, a Igreja moderada, progressista e conciliar não aguenta mais. Segundo Zizola, o poder da Opus Dei, como nos tempos de Wojtyla e Navarro Valls, continua enorme. Di Giacomo não acredita que seja tanto. Mas a máquina de enredar está funcionando. Com o perdão dos lefebvrianos, o papa desprezou as correntes de sinal oposto, especialmente a Teologia da Libertação, que o mesmo freou há 25 anos. Ao fundo, já se fala em um possível substituto, o cardeal de Honduras Óscar Andrés Rodríguez Maradiaga. Mas isso a cúria decidirá.

Fonte - El País
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