quarta-feira, 22 de julho de 2009

Encontro de igrejas européis se concluiu com declaração vigorosa

Lyon, 22 jul (RV) - “Como cristãos, ousamos esperar”. Esta é a mensagem proposta pelos delegados de diversas Igrejas européias, que se reuniram de 15 a 21 de julho, em Lyon, na XIII Assembléia Geral da Conferência das Igrejas européias, KEK.

Delegados de 126 Igrejas, autores do texto, consideram que a esperança dá alegria, paz, coragem, audácia e liberdade. Lliberta-nos do medo, abre nossos corações e reforça nosso testemunho do Senhor ressuscitado. “Nós, cristãos, somos chamados à única esperança em Cristo, fonte de amor, de perdão e de reconciliação”.

Na mensagem, as Igrejas manifestam uma série de preocupações: “Enquanto nos comprometemos, apaixonadamente, por uma Europa unida e reconciliada, que aguardamos impacientes, deploramos o fato de que se elevem novos muros de separação entre nações, culturas e religiões. Vemos surgir novas divisões – entre cidadãos permanentes e migrantes; entre ricos e pobres, entre trabalhadores ativos e desempregados, entre quem tem seus direitos respeitados e quem os têm lesados”.

A mensagem se refere também às mudanças climáticas e à grave crise financeira, e acrescenta: “Apesar de tudo, estamos firmemente convencidos de que, como cristãos, temos uma esperança especial a compartilhar nestas situações, que parecem desesperadoras. Afirmamos que existe uma esperança, e perseveramos em nossa luta em favor da verdade e da justiça. Há esperança quando resistimos a toda forma de violência e racismo, quando defendemos a dignidade de todas as pessoas. Há esperança quando insistimos na solidariedade desinteressada entre indivíduos e povos, quando lutamos pelo respeito sincero da criação”.

“O desafio lançado pela Assembleia Geral a todas as Igrejas é a audaz mensagem da esperança: uma esperança que não se expressa através de declarações vazias, mas através de atos concretos e da fé viva. Afirmamos que as Igrejas devem trabalhar em favor da justiça e dizer a verdade aos poderosos. Isto significa abater os muros entre pessoas, culturas e religiões, para aprender a entrever a imagem de Deus no rosto do próximo. Significa respeitar, e não apenas tolerar, os outros seres humanos. Acima de tudo, significa encontrar novos modos de expressar nossa solidariedade com os pobres, estejam eles próximos ou distantes de nós.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Como já observado, a mensagem é muito própria do cristianismo, como inclusive o é a recente encíclica papal, no entanto, enseja juntamente à verdade, o erro. Ver também "Curso de verão reforça relações com igreja ortodoxa grega" e "Bartolomeu I propõe aos católicos entrar na conferência de Igrejas europeias".

terça-feira, 21 de julho de 2009

Papa chama à generosidade ante a crise econômica

ROMANO CANAVESE, domingo, 19 de julho de 2009 (ZENIT.org).- O Papa animou os fiéis presentes durante a oração do Ângelus, na praça Ruggia, da cidade de Romano Canavese (Piamonte), à generosidade ante a crise econômica, e a recuperar os valores cristãos.

Perante os fiéis canavesanos reunidos para a oração do Ângelus, o Papa elogiou as raízes cristãs de uma terra “banhada pelo sangue dos mártires”, testemunho eloquente “de uma longa história de fé”.

Frente à atual crise econômica, que trouxe o desemprego à região, o Papa convidou os presentes a “não desanimar”, mas a atuar com generosidade.

“A Providência ajuda sempre o que obra o bem e se compromete pela justiça; ajuda quem não pensa só em si mesmo”, afirmou.

O Papa convidou os fiéis a recordar tempos passados, em que “vossos avós se viram obrigados a migrar por falta de trabalho, mas depois o desenvolvimento econômico trouxe bem-estar e são outros os que migraram até aqui da Itália e do exterior”.

“Os valores fundamentais da família e do respeito à vida humana, a sensibilidade pela justiça social, a capacidade de enfrentar a fadiga e o sacrifício, o forte laço de união com a fé cristã através da vida paroquial e especialmente a participação na Santa Missa, foram vossa verdadeira força através dos séculos”, reconheceu o Papa.

Neste sentido, advertiu que “serão estes mesmos valores os que permitirão às gerações de hoje construir com esperança seu próprio futuro, dando vida a uma sociedade verdadeiramente solidária e fraterna, onde todos os âmbitos, as instituições e a economia estão permeados de espírito evangélico”.

“Sobre este problema intervim muitas vezes e quis abordá-lo mais em profundidade na recente Encíclica Caritas in veritate. Espero que possa mobilizar forças positivas para renovar o mundo!”, acrescentou o Papa.


Neste sentido, dirigiu um pensamento especial aos jovens, “em quem é necessário pensar em perspectiva educativa”, como o fez São João Bosco, fundador da família Salesiana, e cuja presença na região foi “difundida e fecunda”.

O Papa invocou o exemplo deste santo, como “ânimo para que vossa comunidade diocesana se comprometa cada vez mais no campo da educação e do acompanhamento vocacional”.

“Aqui, como em todas as partes, é necessário perguntar-se que tipo de cultura lhes influencia, que exemplos e modelos lhes são propostos, e avaliar se são capazes de animar-lhes a seguir a via do Evangelho e da liberdade autêntica”, explicou.

O Papa acrescentou que os jovens “estão cheios de recursos”, mas “precisam de ajuda para vencer a tentação de eleger vias fáceis e ilusórias, para encontrar o caminho da Verdade”.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Como defendido reiteradamente neste espaço, outra não é a intenção do pontífice com sua nova encíclica, tão bem aceita nos círculos políticos, como também inúmeras vezes já demonstrado, senão o de implementar a guarda do descanso dominical. O mundo está claramente sendo preparado para esta realidade.

Veja também "EUA: mídia e lei dominical" e "Papa pede criação de 'autoridade mundial'".

[Colaboração - Fernando Machado]

História da adoração – Uma música misteriosa de louvor

Capítulo 11

A história da música de louvor a DEUS tem a mesma idade do ser humano na Terra, e a história da música de contra-louvor chega perto dessa idade. Assim que DEUS instituiu o culto de adoração após a queda de Adão e Eva, satanás tratou de, imediatamente, instituir a sua forma de adoração a ele. E portanto, tratou da música de adoração a ele também, para ter o seu culto, que tanto deseja. Assim como Lúcifer se fez passar como amigo de Eva para enganá-la, do mesmo modo tenta fazer que todos pensem que a música que louva a ele é a que louva a DEUS. Nem poderia ser diferente, pois os recém criados seres, inteligentes, não adorariam a satanás se ele aparecesse dizendo diretamente, este louvor não é a DEUS, mas a seu inimigo...

A história do louvor a satanás é também a história da percussão. E a percussão é, provavelmente quase tão antiga quanto a humanidade. Ela sempre teve por função invocar os espíritos e os deuses das respectivas mitologias. Escavações arqueológicas encontraram objetos petrificados, desenhos em cavernas, esculturas, papiros preservados sobre a música por percussão. O homem primitivo deve ter iniciado a percussão batendo palmas em cadência rítmica, batendo pedras uma na outra ou pedaços de pau, batendo os pés no chão, raspando superfícies rugosas e ao mesmo tempo dançando. Foram achados troncos de árvores que se tornam excelentes meios de comunicação, os tantan africanos. Certos frutos, como as cabaças, depois de secos, transformam-se em chocalhos. Obviamente enquanto isso, cantavam em forma de ritual. Arqueólogos encontraram pegadas antigas que sugerem a utilização do ritmo binário 2 por 4, o mesmo hoje usado pelo samba.

“Os instrumentos de percussão são os mais antigos que existem. Em muitos sítios arqueológicos foram encontradas representações de pessoas dançando em torno de um tambor. Muitos objetos musicais também foram encontrados como toras de árvore fossilizadas, possivelmente usadas como tambores primitivos, e diversas versões de litofones, rochas de diversos tamanhos que eram dispostas sobre um tronco ou buraco no chão, usadas para produzir música melódica por percussão.” (wikipédia, instrumento de percussão).

Consta que as primeiras manifestações musicais se desenvolveram nas regiões férteis às margens de grandes rios, como na Mesopotâmia, no vale do rio Indo, no rio Nilo, no rio Jordão, etc. As pesquisas registram que essas regiões foram ricas em instrumentos musicais e prática musical. A música estava muito ligada a magia, a rituais religiosos, a festas de guerra, à saúde, à criação do mundo e a muitas divindades ligadas à música. Entre os hebreus descendentes de Abraão havia muita música, assim como entre seus vizinhos. A música antiga estava intimamente ligada a busca do transe com os espíritos dos mortos ou com os deuses da mitologia pagã, e aos feitos dos homens.

A ampla variedade de músicas surgidas entre todos os povos, a sua vinculação com divindades, com guerras e com festas influenciaram os rituais religiosos. A adoração pagã foi praticamente determinada pela música da respectiva região. A música sempre teve maior efeito sobre a mente das pessoas que a reflexão e o conhecimento sobre as divindades, ou mesmo sobre o DEUS Criador. Em todos os tempos, um talentoso músico definia como seria o culto e a adoração. Desde os tempos antigos sempre foi a música que determianda a adoração, e não as doutrinas, que nas religiões naturais antigas nem existiam.

A diferença entre a adoração ao DEUS Criador e aos deuses inventados pelos seres humanos é a música. Assim foi ao longo da história, desde os primeiros tempos depois da queda de Adão e Eva. Uma música estranha e misteriosa de um louvor em que as criaturas tentam, por meio da êxtase, convencer os deuses que venham até elas. Essa música certamente se tornaria global nos últimos dias da grande guerra entre satanás e nosso Senhor JESUS CRISTO. Enquanto a música a DEUS é um suave louvor, a de satanás é uma música de guerra, que mexe com os músculos, que conclama para a ação e para a busca de um poder que não vem de cima. É uma música que excita e agita o espírito, e que está, em nossos dias, fazendo muitos entenderem ser o poder do ESPÍRITO SANTO a se manifestar. Como no início do pecado nessa Terra, como durante esses seis mil anos, assim, agora, no final, por meio de enganos, também satanás tenta seduzir as pessoas a adorarem a ele, pensando estarem sob o poder de DEUS.

Fonte - Cristo Voltará


Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis

Rick Warren disse para a Sociedade Islâmica da América do Norte na semana passada que ele não está interessado em diálogo inter-religioso. Ele está interessado somente em projetos inter-religiosos.
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"...concordo com Rick Warren que “diálogo inter-religioso” é perda de tempo. Há somente quatro tipos de relacionamento que os cristãos precisam ter com descrentes, de acordo com a Bíblia:

* Precisamos orar por eles (Mateus 5:44)

* Precisamos evangelizá-los de modo que eles conheçam a verdadeira natureza de Deus e comecem um relacionamento real com Ele e tenham uma chance de obter a vida eternal (Marcos 16:15)

* Se tudo isso falhar, precisamos nos separar deles para a nossa própria proteção (1 Reis 8:53)

* Precisamos resgatar os descrentes que caem cativos e são forçados a viver sob seu jugo de opressão e a ameaça de morte, como Abraão fez com seu sobrinho Ló (Gênesis 14)

Será que não estou conseguindo entender algo? Talvez sim. Mas não consigo encontrar uma única referência bíblica que sugira que os crentes precisam desenvolver projetos de obras públicas com descrentes. Pode parecer bom. Pode agradar aos ouvidos. Pode aparentemente fazer sentido de uma perspectiva do mundo. Mas a Palavra de Deus não sugere que devemos, como sugere Rick Warren, tentar nos unir com os descrentes para “lidar como uma equipe” com os problemas do mundo.

Não há simplesmente nenhum precedente bíblico para isso.
...
Como somos instruídos em 2 Coríntios 6:14: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”

Fonte - World Net Daily

Nota DDP: O auxiliar da lição da escola sabatina da última semana trazia as seguintes considerações, ao tratar do texto de I João 1:6:

“Se dissermos que mantemos comunhão com Ele e andarmos nas trevas, mentimos” (v. 6). O evangelho exige coerência entre discurso e prática, profissão e conduta, adoração e comunhão. Não podemos dizer que temos comunhão com Deus e ter uma vida contrária à Sua vontade (veja também 2Co 6:14). Essa vida incompatível nos faz mentirosos, e somos julgados por ser filhos das trevas. Por outro lado, “se andarmos na luz” e mantivermos nossa “comunhão uns com os outros”, daremos testemunho de que nossos pecados foram purificados pelo sangue de Jesus Cristo (v. 7), e permanecemos na luz.

Diz o Comentário Bíblico Adventista acerca da questão do chamado "jugo desigual":

Não vos unais.

Esta passagem (cap. 6: 14 a 7: 1) constitui um extenso parêntese, o que é comum nos escritos de Paulo. Trata-se de uma advertência na contramão de qualquer classe de associação com incrédulos, que colocariam os cristãos em situações onde lhes seria difícil, se não impossível, evitar a transigencia com seus princípios. Esta proibição inclui a relação matrimonial (ver com. cap. 7: 1), mas de jeito nenhum se reduz a ela. A admoestação desta passagem quiçá foi à mente de Paulo devido a seu conselho registrado no cap. 6: 12-13: não ser de coração estreito e egoísta. Se assim foi, o propósito do apóstolo era não dar aos corintios nenhum motivo para concluir que seu amplo coração devia ser tão amplo que pudessem manter estreita relação com os incrédulos. O fato de que o vers. 14 começa com as palavras "não vos unais", indica que Paulo principalmente pensava no futuro e não no passado.

Em jugo desigual.

O prefixo hetero indica pessoas de diferente classe (cf. com. Mat. 6: 24). Em vista de que Paulo se está dirigindo aos membros da igreja de Corinto como cristãos, os outros aos quais faz referência não são cristãos. O princípio aqui exposto é similar ao de Exo. 34: 16; Deut. 7: 1-3; cf. Lev. 19: 19; Deut. 22: 10. A diferença em ideais e em conduta entre os cristãos e os que não o são, entre crentes e incrédulos, é tão grande, que estabelecer qualquer relação estreita com eles, seja em casamento, em negócios ou de outra maneira, faz que inevitavelmente o cristão se enfrente à alternativa de quebrantar um princípio ou de sofrer as dificuldades ocasionadas por diferença de crenças e conduta. Participar numa união tal é desobedecer a Deus e transigir com o diabo. A necessidade de manter-se longe do pecado e dos pecadores se apresenta explicitamente nas Escrituras (Lev. 20: 24; Núm. 6: 3; Heb. 7: 26; etc.). Nenhum outro princípio foi mais estritamente prescrito por Deus. A violação deste princípio ao longo de toda a história do povo de Deus, resultou inevitavelmente num desastre espiritual.

Com os incrédulos.

Para os que não aceitam a Cristo como seu Salvador, e seus ensinos como sua norma de crença e conduta, são uma necessidade dos ideais, princípios e as práticas do cristianismo (1 Cor. 1: 18). Aos incrédulos, devido ao conceito que têm da vida, com freqüência lhes é sumamente difícil aceitar uma norma de conduta que tenda a restringir sua forma de viver ou lhes demonstre que seus conceitos e práticas são questionáveis ou inferiores. Paulo não proíbe toda relação com os incrédulos, senão só as que tendessem a diminuir o amor do cristão a Deus, a adulterar a pureza de sua perspectiva da vida, ou o induzisse a desviar-se de uma estrita norma de conduta. Os cristãos não devem apartar-se de seus parentes e amigos não crentes, senão relacionar-se com eles como exemplos viventes de cristianismo prático, para ganhá-los para Cristo (1 Cor. 5: 9-10; 7: 12; 10: 27). A pergunta decisiva é: Deve o cristão relacionar-se com os incrédulos porque o atraem as modalidades do mundo, ou por um sincero desejo de ser uma bênção para eles e ganhá-los para Cristo? Uma segunda pergunta -e não de menor importância para o cristão- é a seguinte: Qual influência é provável que prevaleça, a de Cristo ou a de Satanás? No entanto, quando se trata de uma relação tão estreita como o casal, o cristão que verdadeiramente ama ao Senhor em nenhuma circunstância se unirá com um incrédulo, ainda que tenha a nobre esperança de ganhá-lo para Cristo, o que em outras circunstâncias sim seria digno de elogio.

Se se procede na contramão do sábio conselho que aqui apresenta o apóstolo, o resultado, quase sem exceção, será uma decepção. Os que prefiram obedecer este conselho, podem esperar que desfrutarão do favor de Deus de uma maneira especial, e descobrirão que ele tem preparado para eles algo que ultrapassa em muito todos os planos que se pudessem ter traçado.

Que companheirismo?

Paulo faz cinco perguntas retóricas cujas respostas são óbvias (vers. 14-16) para destacar a irreconciliável oposição que há entre o jugo de Cristo e o mundo. Desse modo se proíbe toda união em que o caráter, as crenças e os interesses do cristão percam um pouco de seu caráter distintivo e integridade. Um cristão não deve entabular com o mundo relação alguma que exija uma claudicação de sua parte. Traça-se claramente a linha de demarcação entre (1) a justiça e a injustiça, (2) a luz e as trevas, (3) Cristo e Satanás, (4) a fé e a incredulidade, (5) o templo de Deus e o templo dos ídolos.

Interessante meditação, em um tempo em que muito se transige acerca das possibilidades a serem consideradas para fins de evangelismo, ou até mesmo para atos de ajuda ao próximo, como se a separação do sacro e do profano não fossem necessárias ou, muito pior, que Deus precisasse das ferramentas do diabo para salvar ou sustentar Seus filhos.

[Tradução - Júlio Severo]

Europa será mais crível se estiver unida

O secretário-geral do Conselho das Conferências Episcopais da Europa, Pe. Duarte da Cunha, elogiou a proposta lançada ontem pelo Patriarca Bartolomeu I de criar um Organismo que reúna todas as Igrejas cristãs da Europa.

Em entrevista à Agência SIR, o sacerdote afirmou que as Igrejas cristãs do continente europeu "são chamadas a unirem-se, de acordo com o mandamento do Senhor de ‘que todos sejam um' (João 17,21), de modo a servirem melhor o homem contemporâneo, que é cada vez mais confrontado com uma multiplicidade de desafios complexos, incluindo éticos e sociais".

Para o padre português, a relação entre a consolidação da Europa e a formação de uma associação de Igrejas cristãs já tinha sido referida por João Paulo II, na Exortação Apostólica Ecclesia in Europa: "O fortalecimento da união no âmbito do continente europeu estimula os cristãos a cooperarem com todas as suas forças no processo de integração e de reconciliação através do diálogo teológico, espiritual, ético e social. De facto, na Europa a caminho para a unidade política, porventura podemos nós admitir que seja precisamente a Igreja de Cristo um factor de desunião e de discórdia? Não seria este um dos maiores escândalos do nosso tempo?" (n.º 119).

Se as Igrejas cristãs estiverem juntas, o seu testemunho na Europa, "enriquecido pela sua herança de fé, valores e experiências sociais, será mais credível e terá um maior impacto nas instituições europeias", concluiu o Pe. Duarte da Cunha.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Veja também "Bartolomeu I pede mais cooperação entre as igrejas":

"Cristãos, judeus e muçulmanos – disse ainda Bartolomeu I – se encontram há alguns anos em diálogo para a promoção da paz e da reconciliação. Todos buscam desesperadamente uma esperança. Por isso, nenhum retrocesso seria justificado. Pelo contrário, a colaboração de nossas Igrejas, mas também a cooperação com os responsáveis europeus, competentes em matéria política, econômica e social, é mais do que necessária, é um imperativo."

"Mali é sede de encontro interreligioso internarcional":

Líderes religiosos cristãos e muçulmanos de diversos países africanos reafirmaram, em especial, a importância do diálogo entre as duas crenças para estabelecer uma coexistência pacífica, marcada pela tolerância e pela solidariedade, pré-condições para o desenvolvimento econômico.

A segunda notícia estabelece bem a tônica das "uniões" temporais, como bem defendido pelo Prof. Sikberto Marks: no fundo a preocupação é ganhar mais dinheiro, o deus desse mundo.

OMS: gripe suína já matou mais de 700 no mundo

No último dia 6, um balando apontava que o vírus H1N1 havia causado a morte de 429 pessoas em todo o mundo. E o número subiu. Nesta terça-feira, 21, um porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que já são mais de 700 mortos devido à gripe suína.

A OMS alertou na última sexta que o vírus da gripe suína está se propagando internacionalmente a uma velocidade sem precedentes. Além disso, a organização comunicou que deixará de medir balanços sobre a evolução da pandemia no mundo.

Em comunicado, a OMS afirmou que “nas pandemias anteriores, os vírus gripais precisaram de mais de seis meses para se propagar tanto como aconteceu com o novo vírus A (H1N1) em menos de seis semanas”.

Mesmo assim, a OMS atentou para o “caráter benigno dos sintomas para a grande maioria dos pacientes que, em geral, se restabelecem, inclusive sem tratamento médico, uma semana depois da aparição dos primeiros sintomas”.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Veja também "Número de casos de gripe suína volta a aumentar no México".

No Brasil, onde até pouco tempo se alardeava total controle nesta questão, já se passou a tratar do equacionamento das mortes.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Pandemia de gripe pode durar dois meses e afetar até 67 milhões

A pandemia de gripe suína pode durar dois meses em grandes centros urbanos, segundo estudo do Ministério da Saúde que levou em conta contaminação por vírus como o Influenza A (H1N1).
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Segundo o estudo, epidemias de influenza em grandes centros urbanos se caracterizam pelo início abrupto, atingem seu pico em duas ou três semanas e se prolongam até completar cinco a oito semanas. Isso significa que os números ainda vão piorar antes de melhorar.

A pandemia de gripe provocada pela nova variante do vírus A H1N1 poderá atingir entre 35 milhões e 67 milhões de brasileiros ao longo das próximas cinco a oito semanas. De 3 milhões a 16 milhões desenvolverão algum tipo de complicação a exigir tratamento médico e entre 205 mil e 4,4 milhões precisarão ser hospitalizados.

O estudo do governo trata de um modelo matemático estático criado por epidemiologistas com base no perfil de pandemias anteriores.

Por ser um esquema genérico e não um estudo específico para o atual vírus, são necessários alguns cuidados ao extrapolá-lo para o presente surto.

É possível que alguns dos pressupostos contidos no modelo não valham para o H1N1, cujos parâmetros de transmissão e morbidade ainda não são bem conhecidos, como explicou Eduardo Hage, diretor de vigilância epidemiológica da Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério.
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Fonte - Folha

Nota DDP: Levando-se em consideração que esta epidemia tem se espalhado de forma quatro vezes mais rápida que as anteriores, utilizar modelos matemáticos já estabelecidos para fazer qualquer previsão parece no mínimo um contrasenso.

"Discoteca cristã" em Fátima

Proporcionar aos jovens uma "diversão santa" durante a noite é o objectivo da «Cristoteca», espaço de dança que não esquece a oração e a evangelização. A ideia, que foi concebida pela Aliança de Misericórdia, comunidade católica originária do Brasil, está a dar os primeiros passos em Portugal.

Para Carlos Marques, da Kerygma, esta iniciativa visa cativar os jovens para um convívio cristão, saudável, sem "bebidas, consumos e extravagancias que normalmente acontecem nas discotecas normais".

Em entrevista à Agência ECCLESIA, Vanessa Bueri, missionária brasileira da Aliança de Misericórdia (portugal@misericordia.com.br), referiu que o conceito pretende cortar com a visão "muito quadrada" que os jovens têm da Igreja.

À imagem do que acontece em todas as «Cristotecas», a que se vai realizar no próximo dia 18 de Julho, em Fátima, começará com a missa, às 20h00. A pista de dança, que abrirá uma hora mais tarde, será servida por «Cristodrinks», bebidas sem álcool. As entradas são gratuitas e não há consumo obrigatório.

Durante a noite, far-se-á a "evangelização corpo a corpo": "abordamos os jovens enquanto eles dançam e se divertem, para poder falar um pouco de Deus com eles", refere a missionária. Quem o desejar, poderá participar no dia seguinte num encontro espiritual e formativo promovido pela Comunidade Canção Nova.

O local onde decorrerá a iniciativa - Centro Pastoral Paulo VI - obriga ao seu encerramento à meia-noite e meia, correndo-se o risco de os jovens partirem para outras discotecas: "Ficamos tristes por terminar nesse horário e por não termos condições para continuar pela madrugada", à semelhança do que sucede no Brasil, em que o fecho não ocorre antes das 5 horas. Para Vanessa Bueri, é preciso proporcionar uma experiência de tal maneira intensa, que os jovens não tenham vontade de ir para outros espaços de diversão.

Para que este "trabalho de formiguinha" crie raízes, é preciso encontrar um local fixo, onde os jovens se possam dirigir todos os fins-de-semana, à semelhança do que acontece em S. Paulo.

Até lá, a «Cristoteca» realiza-se onde é possível. A 13 de Junho, o Café Cristão, no Seixal, recebeu perto de 90 pessoas, naquela que foi a primeira iniciativa na zona de Lisboa. "Os jovens gostaram bastante. Alguns, que nunca tinham frequentado a Igreja, ouviram o barulho e entraram, sem se aperceberem que era um local cristão; e lá dentro, falámos de Deus para eles", referiu Vanessa Bueri, que acrescentou: "nós sentimos que a «Cristoteca» tem a particularidade de ser uma rede que atiramos no meio do mar para poder pescar essas pessoas para Deus".

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Uma rede ou um laço? Deus aprova esses "métodos"? Qualquer semelhança não é mera coincidência, veja aqui e aqui.

Para saber mais sobre os eventuais contornos desta questão, do ponto de vista escatológico, veja '“Ser-me-eis santos, porque Eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus” (Lv 20:26)'.

Índia vai emitir identidade biométrica para 1,2 bilhão

Maioria da população indiana não possui nenhum tipo de documento que prove a existência como cidadão

NOVA DÉLHI - O governo da Índia vai emitir documentos de identidade biométricos para os mais de 1,2 bilhão de cidadãos dos país, milhões dos quais vivem em áreas remotas do país e não possuem nenhum registro que prove sua existência. Segundo a edição do jornal britânico The Times, Nova Délhi anunciou recentemente a criação de um departamento de Estado com a missão de garantir um número exclusivo e armazenar eletronicamente detalhes pessoais de cada indiano.

Segundo o jornal, se o total de documentos que será emitido fosse empilhado, seria possível ir até o topo do monte Everest 150 vezes - 1.200 quilômetros. A Índia tem pelo menos 20 documentos de identificação para os indivíduos, incluindo certidão de nascimento, licença de motorista e cartões de alimentação. Nenhum deles é aceito universalmente e, no trânsito entre um Estado e outro, podem tornar um cidadão oficialmente invisível.

Espera-se que o sistema de identificação acabe com o vazio burocrático e ainda contribua na luta contra a corrupção. O documento pode ainda acabar sendo usado de modos controversos, como na identificação de imigrantes ilegais e no combate ao terrorismo. Um chip de computador será inserido em cada documento, com dados pessoais como a impressão da identidade ou da íris. Registros criminais ou de crédito também poderão ser inseridos.

O perigo, segundo especialistas, é que o banco de dados deve se tornar um alvo irresistível de ladrões de identidade, já que será um dos maiores já construídos no mundo. Outro desafio é como coletar informações de confiança. Somente 75 milhões de pessoas - menos de 7% da população - são registrados no imposto de renda. A lista de eleitores do país também é imprecisa, grande parte por conta da manipulação de políticos corruptos. Persuadir os mais de 60 departamentos do governo a cooperar com dos dados deve ser outro impasse.

O governo afirma que os primeiros documentos biométricos serão emitidos em 18 meses. Analistas afirmam que seria preciso pelo menos 4 anos para que o projeto alcance a maior parte da população.

Fonte - Estado


Nota DDP: Veja também "Celular vira cartão de crédito".

Estado do Espírito Santo mais uma vez discute o domingo

O pão quentinho do domingo de manhã está ameaçado. Nesta semana os sindicatos patronal e de trabalhadores da indústria da panificação do Espírito Santo colocaram a mão na massa e travam um duelo sobre a folga dominical. A população está apreensiva com o fechamento das padarias, semelhante ao que já acontece nos supermercados.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Panificação, Biscoitos e Massas Alimentícias do Espírito Santo (Sintramassas) Ari George de Siqueira as discussões acerca da folga aos domingos já começaram. No próximo dia 29 acontece uma reunião entre os trabalhadores e o sindicato patronal da categoria, o Sindipães.
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Fonte - Gazeta Online


A polêmica em torno da abertura do comércio aos domingos continua. Desde janeiro, a população tem que se antecipar para fazer suas compras, pois os supermercados do Espírito Santo passam os domingos com as portas fechadas. Agora, é a vez das padarias decidirem se funcionam ou não neste dia.

Fonte - ES Hoje

Nota DDP: Veja também "A França aberta aos domingos".

sexta-feira, 17 de julho de 2009

"Como folhas de outono... " 14

Pastor Alejandro Bullón é peruano de nascimento e brasileiro de coração. Viaja pelo mundo, dirigindo cruzadas evangelísticas em igrejas, ginásios e estádios. É autor de 17 livros, alguns publicados em espanhol, inglês, português, francês e russo. É membro da União Brasileira de Escritores. Também é autor de centenas de artigos e colunas para jornais e revistas. Muito conhecido por ter sido apresentador do programa de televisão em português “Está Escrito”. É ouvido em mais de 200 emissoras de rádio e é visto na internet. Casado por 40 anos com Sara Orfilia, pai de José, Rubén, Samuel e Moacyr e avô de 5 netos.

Nesta série "As Revelações do Apocalipse", ele trata dos principais temas relacionados ao Livro do Apocalipse, em vinte e quatro lições imprescindíveis ao desenvolvimento da jornada cristã.

01) - Apocalipse, um livro aberto
02) - O Personagem central do Apocalipse
03) - O grande traidor desmascarado pelo Apocalipse
04) - As boas novas do Apocalipse
05) - As sete Igrejas: Sete cartas de Jesus e suas mensagens
06) - O Apocalipse diz que Jesus voltará
07) - Satanás acorrentado no fundo do abismo
08) - As promessas do Apocalipse
09) - Os sete selos do Apocalipse
10) - O selo de Deus no Apocalipse
11) - Porque se observa o domingo
12) - O Apocalipse revela o segredo da morte
13) - O Apocalipse fala de um Santuário no céu
14) - Chegou a hora do seu juízo
15) - A profecia que revela a hora do juízo
16) - O Apocalipse, visões e os Profetas
17) - Uma mulher vestida de sol
18) - A besta do Apocalipse 13 e o 666
19) - A marca da besta e a união das igrejas
20) - Quando o Deus de amor castiga
21) - O mistério de Babilônia, a grande meretriz
22) - Quem habitará na Santa Cidade
23) - As duas testemunhas de luto e as mensagens dos 3 anjos
24) - O soar da sétima trombeta

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

Outras programações:
- Com o Pr. Bullón, o mesmo tema em vídeo pode ser acessado aqui.
- Séries "Como folhas de outono..."

"Gripe suína" se propaga a velocidade sem precedentes, diz OMS

GENEBRA - A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira que a "gripe suína" se propaga a uma "velocidade sem precedentes".

Em comunicado, a organização afirmou que "nas pandemias anteriores, os vírus gripais precisaram de mais de seis meses para se propagar tanto quanto o novo vírus A (H1N1) se propagou em menos de seis semanas".

Nesse sentido, afirmou que, em muitos países com transmissão sustentada do vírus, está sendo "extremamente difícil, se não impossível", confirmar cada caso mediante exames de laboratório.

Agora, a OMS considera que contabilizar os casos individuais não é mais necessário para que os países com grande quantidade de infectados possam avaliar o nível de risco do novo vírus e determinar as medidas apropriadas.

Por essa razão, a organização afirmou que não divulgará mais relatórios sobre o número global de casos confirmados de gripe suína por países, mas informará regularmente quando novos países forem atingidos.

A organização continuará pedindo que esses países informem sobre os primeiros casos que forem verificados e que, na medida do possível, forneçam dados semanais e uma descrição epidemiológica dos pacientes.

Embora os especialistas da OMS tenham insistido que a pandemia se caracteriza, até agora, por sintomas leves na grande maioria de casos, eles destacaram que é preciso manter sob vigilância os grupos nos quais apareçam casos mais graves ou fatais. Do mesmo modo, aconselhou que se continue observando qualquer mudança no modo de contágio.

Fonte - Último Segundo

Quem são os Adventistas do Sétimo Dia?


[Extraído do Blog O Tempo Final]

Nova encíclica: Repercussões 4

PRESIDENTE ITALIANO ESCREVE CARTA AO PAPA E ELOGIA NOVA ENCÍCLICA

CIDADE DO VATICANO, 16 JUL (ANSA) - O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, enviou uma carta ao papa Bento XVI, divulgada hoje, na qual afirma que a encíclica "Caritas in Veritate" é um convite a repensar a condição do homem na sociedade atual.

Para Napolitano, "a afirmação de Bento XVI, segundo a qual a questão social se tornou atualmente uma questão radicalmente antropológica, constitui um convite para repensar de forma profunda e serena os vários aspectos da vida e do funcionamento da humanidade".

"Li com grande interesse sua terceira encíclica", diz o chefe de Estado, que "traz uma mensagem no interior de uma sociedade em que existe apreensão e incerteza não apenas em relação ao futuro da economia e do desenvolvimento, mas também quanto às mudanças nas relações humanas, no mundo do trabalho, nas relações entre os habitantes do planeta e o meio ambiente".
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Fonte - ANSA

NOVA ENCÍCLICA DE BENTO XVI SERÁ APRESENTADA AO SENADO ITALIANO

CIDADE DO VATICANO, 15 JUL (ANSA) - O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, apresentará a nova encíclica do Papa Bento XVI ao Senado italiano no próximo dia 28.
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Fonte - ANSA

Nota DDP: Veja outras respostas do mundo político ao citado documento aqui.

No Reino Unido, pior cenário tem 65 mil mortos

Estimativas apontam que no melhor cenário 3.100 pessoas vão morrer em decorrência da gripe suína, e 5% da população vai contrair o vírus.

O governo britânico alertou que, de acordo com as estimativas mais pessimistas, 30% da população será infectada pelo vírus H1N1 no Reino Unido, ocasionando até 65 mil mortes.

Estas estimativas foram divulgadas nesta quinta-feira, 16, no mesmo dia em que o governo britânico anunciou que o número de mortes por gripe suína no Reino Unido chegou a 29. O vírus H1N1 está se espalhando rapidamente pela Grã-Bretanha, com 55 mil novos casos da doença registrados na Inglaterra na semana passada.

O governo britânico ressaltou, no entanto, que durante o inverno de 1999 para o ano 2000 houve 21 mil mortes na Grã-Bretanha devido à gripe comum, provocando pouco alarde.

No Brasil o número de mortes por causa da gripe suína subiu para 11, e há 1.175 casos da doença confirmados em todo o país.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Ver também "Gripe A: OMS vai deixar de contar casos individuais".

O Brasil também já está no rol de "circulação livre" do vírus. Portugal também tem previsões preocupantes sobre o número de infectados.

Terremoto sacode sul da Nova Zelândia

Sydney (Austrália), 17 jul (EFE).- Um terremoto de 6,0 graus de magnitude na escala Richter sacudiu hoje o mar ao sul da Nova Zelândia, 48 horas depois de um tremor de 7,8 graus ter provocado um alerta de tsunami posteriormente cancelado.

O terremoto ocorreu às 9h18 locais (19h18 de quinta-feira) a 175 quilômetros ao oeste da cidade de Invercargill, na ilha do Sul do arquipélago neozelandês, praticamente no mesmo ponto do tremor de quarta-feira, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Quando aconteceu o terremoto de 7,8 graus, o Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico emitiu um aviso urgente de que a magnitude do tremor era de um potencial maremoto. Uma hora depois, a agência anulou o alerta.

O tremor não deixou feridos nem danos materiais graves nas cidades de Invercargill e Queenstown.

Fonte - BOL

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Interpretando e aplicando conceitos de Ellen G. White - A questão de Indiana

Exposição de motivos: As linhas abaixo transcritas são de lavra do Pr. Douglas Reis e podem ser acessadas diretamente no blog pelo mesmo administrado no link infra declinado, originalmente derivadas do artigo "A música sacra dentro da cosmovisão Adventista: Interpretando e aplicando conceitos de Ellen White" (3ª Parte). Tal artigo foi elaborado em um contexto próprio que não guarda relação direta com a sua presente descrição e, que poderá ser compulsado diretamente na fonte, caso assim desejem os interessados. Aliás, extrapolando os próprios limites que impulsionaram a confecção do mesmo, entendo ser de bom alvitre a sua leitura completa, dada a amplitude de conceitos e o enfrentamento filosófico adequado estabelecido pelo autor em um tratamento amplo da questão da música no seio do adventismo.

Tem se estabelecido uma estranha dicotomia no trato de questões referente ao pensar do adventismo, especialmente no que concerne a um inconsciente coletivo que tem acabado por criar um pejorativo enquadramento de uma faixa de membros inicialmente sob a insígnia de "radicais" e, mais modernamente, dada a impropriedade do vocábulo inicialmente eleito, diretamente de "fanáticos" e "extremistas", o que bem estabele o tom visceral e inapropriado que o discurso tem tomado, além das possibilidades que se desenham neste mister.

Sem tomar partido destas questões na forma por alguns proposta, que de pleno repelimos, temos enveredado a linha de informar, resgatando o pensar da liderança engajada na condução do rebanho e que portanto tem compromisso com aquEle que lhes outorgou o encargo.

Neste diapasão e, diante da recente contraposição que se tem feito ao há muito assentado entendimento do episódio ocorrido em Indiana, temos trazido o subsídio necessário para que se entenda a dimensão e alcance do que naquele quadro se estabeleceu e, que na forma do quanto profetizado e pelo andar da carruagem, já se vislumbra em meios e condições favoráveis para novamente se infiltrar em suas nuances próprias no arraial adventista.

Realizadas estas necessárias considerações iniciais, desculpando-me ainda com os leitores deste espaço com a eventual insistência no tema, que reputo de importância, segue o texto em questão.

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O reducionismo, tanto na abordagem histórica do contexto cultural no qual Ellen White estava inserida quando escreveu sobre a música, quanto na aplicação atual do que ela escreveu.

Para compreendermos melhor a questão da importância da Revelação na adoração, é necessário notarmos que, para os adventistas, o mundo é visto como caminhando para um fim irreversível; nestes últimos dias da História da Terra, Deus tem, então, preparado um povo, dando a ele um cabedal de verdades que devem ser anunciadas a todo mundo. A mensagem da obra de Cristo no Santuário, parte deste sistema e eixo integrador do corpo de verdades para o tempo do fim, deve atrair nossa consideração nesses últimos dias. Como afirma Ellen White:

“Encerrando-se o ministério de Jesus no lugar santo, e passando Ele para o lugar santíssimo e ficando de pé diante da arca, a qual contém a lei de Deus, enviou um outro anjo poderoso com uma terceira mensagem ao mundo. Um pergaminho foi posto na mão do anjo e descendo ele à Terra com poder e majestade, proclamou uma terrível mensagem de advertência com a mais terrível ameaça que já foi feita ao homem.Esta mensagem estava destinada a pôr os filhos de Deus de sobreaviso, mostrando-lhes a hora de tentação e angústia que diante deles estava.Disse o anjo: ‘Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus’ Apocalipse 14:12. Ao dizer estas palavras, aponta para o santuário celestial. As mentes de todos os que abraçam esta mensagem são dirigidas ao lugar santíssimo, onde Jesus está em pé diante da arca fazendo intercessão final por todos aqueles por quem a misericórdia ainda espera, e pelos que ignorantemente terão violado a lei de Deus.”[1]

Perceba que a doutrina da purificação do santuário, justamente por ser tanto crucial para a integração da verdade (juntamente com as três mensagens angélicas, também referidas no texto), quanto por servir de advertência de que “a hora da tentação e angústia” está se aproximando, deve ocupar a consideração das “mentes de todos os que abraçam esta verdade.” O processo de aquilatar a grande Verdade da obra de Cristo no Santuário Celestial acontece na mente.

Diante da importância do papel da mente para a compreensão da verdade, surge uma série de admoestações inspiradas para cuidarmos da mente: principal, mas não unicamente, Ellen White trata dos cuidados que os adventistas têm que ter com a alimentação. Hábitos errôneos, compreendendo o comer em demasia, não seguir um regime apropriado, são responsáveis pelo “entorpecimento” e “embotamento” da mente, impedindo-a de apreciar as grandes verdades para os presentes dias.[2] Propriamente dentro deste contexto, surge a afirmação “Com a mente servimos ao Senhor”[3]

Contudo, como relacionar o cuidado que devemos manifestar no que toca à mente com o curso que a música vem tomando no moderno adventismo?

Anteriormente, mencionamos o movimento da “Carne Santa”, uma heresia que surgiu no meio do adventismo. Aquela experiência serve não apenas como um exemplo histórico da maneira pela qual tendências pentecostais se insurgiram na denominação adventista, mas fornece um síloge do futuro paradigma na adoração adventista. Notemos o que Ellen White comenta:

“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. […]

“Não entrarei em toda a triste história; é demasiado. Mas em janeiro último o Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que Satanás pode empregar para tornar a verdade desagradável às pessoas sensatas; que o inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência."[4]

No contexto dos últimos dias, Ellen White afirma que manifestações como a ocorrida em Indiana serão a regra, não a exceção. De alguma forma, “gritos”, “tambores”, música” e “dança” acompanharão o repertório de nossa música. Obviamente, a autora relaciona essa mudança de valores musicais como um estratagema de Satanás, para confundir “os sentidos dos seres racionais”. Essa aproximação satânica com a maneira pagã de adorar seria considerada “operação do Espírito Santo”.

Já consideramos nos tópicos anteriores os fatores que têm permitido, paulatinamente, a ocorrência desse fenômeno de mudança paradigmática entre os adventistas. Somente a Revelação poderia reorientar nossa concepção musical dentro da perspectiva de nossa singularidade como movimento profético. Entrementes, a Revelação tem sido desconsiderada, mesmo no meio denominacional.

Faz-se necessário nos determos em um exemplo recente da história do Adventismo para percebermos o desenvolvimento de alguns conceitos responsáveis pelo desprestígio da Revelação. Uma das maiores crises que a Igreja Adventista enfrentou foi desencadeada quando Desmond Ford, um proeminente teólogo adventista, questionou a doutrina do santuário. Ele apresentou suas dúvidas de forma pública inicialmente em 27 de Outubro de 1979, em uma palestra sobre Hebreus 9 e suas implicações para a doutrina adventista, no Pacific Union College.[5] Diante da repercussão do fato, foram concedidas seis meses a Ford pela Associação Geral, a fim de que desenvolvesse e apresentasse suas idéias. O trabalho de Ford rendeu um texto de quase 1000 páginas que foi debatido entre teólogos adventistas, sendo possível encontrar muitas publicações sobre o ocorrido, bem como refutações à posição de Ford.[6]

O curioso é que, para sustentar sua nova compreensão sobre o santuário, Ford teve de reinterpretar os escritos de Ellen White, que para ele passaram a ser vistos como incorporando muitos dos erros de contemporâneos adventistas da autora, mais preocupados em prover uma explicação para o desapontamento do que em buscar uma perspectiva bíblica. Ellen White teria, para Ford, somente a finalidade de aconselhar de forma pastoral, sem autoridade doutrinária.[7]

Ford, certamente, não foi quem primeiro duvidou da autoridade profética de Ellen White, contudo, ele trouxe uma nova e perigosa abordagem restritiva da Revelação, limitando sua funcionalidade ao patamar “pastoral” (admoestativo). Mesmo em congregações brasileiras, nas quais geralmente o criticismo histórico raramente é encontrado, muitos dos livros de Ellen White são tratados como meros “conselhos”, como se a obediência voluntária àqueles aspectos da Revelação encontrados em tais livros não fosse relevante para a salvação ou desenvolvimento da vida cristã, mas meramente “opcional”.

O que ocorreu no caso de Ford ilustra a racionalização que tendemos a fazer quando nossa compreensão não se conforma com o que a Revelação apresenta sobre determinado assunto. Em uma esfera menor e, geralmente, de forma inconsciente, passamos a atribuir um valor reduzido ao que o profeta pronunciou ou acomodar sua mensagem às nossas preferências, sendo seletivos em relação ao que ele comunicou.

Infelizmente, no campo da adoração, que constitui um “tabu” entre os adventistas, os conselhos de Ellen White ainda são pouco explorados, e, lentamente, uma concepção popular, de influência marcadamente mais evangélica, vem substituindo os princípios especificamente adventistas. Quando estudamos os conselhos da mensageira do Senhor, reagimos inconscientemente a eles, no sentido de “enquadrá-los” em nossas preferências.
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Para resgatarmos o contexto em que Ellen White escreveu, temos necessidade de buscar entender que o século XIX constiuiu-se de uma era de despertamentos religiosos em solo americano. Ainda em 1800, Francis-Asbury, considerado o primeiro pregador itinerante, iniciava as reuniões campais de reavivamentos, chamadas de “Camp meetings”.[11] Visando alcançar o povo individualista e isolado que vivia na fronteira, os evangélicos daquela época mudaram sua abordagem, focalizando na “experiência de conversão profunda” para promover novas conversões. Na dinamicidade do processo, a religião passou a ser redefinida “em termos de emoção, no mesmo tempo que contribuía para negligenciar a teologia, a doutrina e o elemento cognitivo da crença.” Notoriamente, essa mudança no paradigma religioso levou a uma reestruturação do sistema de culto, que passou a incorporar “linguagem simples do povo e músicas populares”. [12] Note esta descrição de tais reuniões:

“‘Tenho visto presbiterianos, metodistas, quacres, batistas, anglicanos e independentes, todos tomados de sacudidelas; cavalheiros e damas, negros e brancos, velhos e moços, ricos e pobres sem exceção. […]

“Era a noite que o frenesi reavivamentista alcançava a intensidade máxima. Ao clarão das fogueiras que rodeavam o campo, os pregadores iam por entre a turba exortando aos pecadores a arrependerem-se para escapar do fogo do inferno. O canto se avolumava, transformando-se em portentoso rugido, os brados abalavam a terra, homens e mulheres sacudiam-se, saltavam ou rolavam pelo chão até que desmaiavam e tinham de ser carregados. Entre soluços, gemidos e gritos homens e mulheres apertavam as mãos uns dos outros e davam vazão a todas as suas frustrações e emoções em grandes transportes vocais que culminavam no ‘êxtase do canto’.”[13]

A influência da música cantada nos camp meetings atravessou o movimento milerita e demorou até ser sistematicamente rejeitada pelos primeiros hinários adventistas[14]. Reapareceu, contudo, durante o episódio da Carne Santa, que, à luz da História do evangelicalismo americano se torna ainda mais verossímil.

Na área secular, a influência da agitação religiosa também ajudava a criar um novo gênero, que marcaria a musicalidade norte-americana: o jazz. O homem negro, trazido da África como escravo, foi inserido no contexto musical americano, misturando a sua musicalidade primitiva àquela que encontrou no continente novo. Nos campos do Sul dos Estados Unidos, os escravos se comunicavam através dos “hollers”, gritos que funcionavam como uma espécie de sonar, e do qual várias canções se desenvolveram. Dentro desse cenário musical, a figura do “griot” desempenha importante papel: nas tribos da costa ocidental da África, eles ocupavam uma função social e religiosa de destaque.[15]
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“A Black Music nasceu dos antigos Negro-spirituals, canções folclóricas de fundo religioso, cantadas pelos escravos africanos nos Estados Unidos. Os spirituals não apenas deram origem ao gospel, mas a uma gama de estilos negros.”

A afinidade entre a música africana e a dos movimentos cristãos norte-americanos ultrapassou o período dos reavivamentos e se perpetuou nos movimentos pentecostais. Dorneles observa:

“O pentecostalismo, possuído pela ênfase na experiência tangível da salvação, encontrou nos elementos culturais africanos uma forma adequada de expressão. Essa forma incorporada ao culto abre espaço para uma liturgia emocional e corporal”[16]

A música profana da época recebeu direta influência da música negra, como também de várias outras culturas, que foram se imiscuindo, para criar as condições necessárias ao surgimento do Jazz. Com efeito:

“A ópera francesa, a canção popular, a música napolitana, os tambores africanos […], o ritmo haitiano, a melodia cubana, os refrões satíricos dos crioulos, os spirituals e os blues americanos, o ragtime, a música popular da época – tudo isso se fazia ouvir lado a lado nas ruas [de New Orleans].”[17]

É digno de nota a relação, tanto devido à proximidade geográfica, quanto à afinidade de ritmos entre o jazz e a música latino-americano (“o ritmo haitiano” e “a melodia cubana”). A História das Américas releva que os negros estiveram lado a lado com os conquistadores espanhóis, sendo que em “alguns casos, até os próprios líderes coloniais eram negros, como Estebanico” e “Juan Valiente”, que fizeram expedições às terras que hoje pertencem, respectivamente, ao México e ao Chile. “Entre 1502 e 1518, centenas de negros emigraram” para as Américas; os colonos negros, que moravam antes na Península Ibérica, já haviam “substituído a cultura africana original pela cultura moura (árabe)”, isto porque os árabes dominaram a Espanha desde o século VIII, e o ano em que Colombo partiu (1492) também havia marcado a queda do último “bastião dos mouros”. Quando a Espanha chegou a primazia no tráfico de escravos, estes provinham da África ocidental, “países com distintos padrões de cultura árabe”. Na Espanha, a tolerância aos costumes dos escravos era maior, por haverem influências árabes tanto na cultura espanhola como na de seus escravos africanos. A presença de elementos árabes nas culturas africanas e latino-americanas contribuiu para a formação de gêneros tipicamente norte-americanos, como o blues e o jazz. E o processo de “incrementação” da música negra nos Estados Unidos se deu ainda no século XIX.[18]

Tais informações históricas tornam-se úteis para entendermos as origens da música em desenvolvimento no período no qual foram dadas as advertências inspiradas, como a que consta no seguinte texto de Ellen G. White:

“Foi-me mostrado que a juventude necessita assumir posição mais alta e fazer da Palavra de Deus sua conselheira e guia. Solenes responsabilidades repousam sobre os jovens, as quais eles levianamente consideram. A introdução de música em seus lares, em vez de incitá-los à santidade e espiritualidade, tem sido um meio de desviar-lhes a mente da verdade. Canções frívolas e peças de música popular do dia parecem compatíveis com seus gostos. Os instrumentos de música têm tomado o tempo que devia ter sido dedicado à oração. A música, quando não abusiva, é uma grande bênção; mas quando usada erroneamente, é uma terrível maldição. Ela estimula, mas não comunica a força e a coragem que o cristão só pode encontrar no trono da graça enquanto humildemente faz conhecidas suas necessidades e, com fortes clamores e lágrimas, suplica força celestial para se fortificar contra as poderosas tentações do maligno. Satanás está levando cativa a juventude. Oh, que posso eu dizer para levá-los a quebrar seu poder de sedução! Ele é um hábil sedutor para levá-los à perdição.”[19]

Quando Ellen White comenta os efeitos danosos que a “música popular” de seus dias causava sobre os jovens, desviando-lhes “a mente da verdade”, temos de entender sua orientação dentro de uma “época em que o ‘jazz’ começava a se generalizar.[20] Mais uma vez, a preocupação é com a mente e com suas condições de receber, entender e aceitar o conjunto de verdades que Deus tem para o tempo do fim.

Merece a nossa atenção o fato de no século XIX, a cultura musical, tanto a religiosa quanto a secular, sofreram inúmeras influências, rompendo antigos padrões. É claro que o surgimento de uma atitude descompromissada se comparada às convenções estabelecidas dentro do protestantismo histórico em detrimento do sincretismo entre culturas influenciadas pelo emocionalismo cúltico, também foi um fenômeno perfeitamente explicado pelo surgimento do Romantismo, que se insurgia contra a autoridade, quer no âmbito particular ou público. “Este espírito foi incentivado pela Revolução Francesa”, responsável por muitos dos princípios da modernidade. Agora, a “partir de uma perspectiva protestante, a música se tornou carregada de emocionalismo”, perdendo de vista qualquer senso de responsabilidade.[21]

Assim, tornava-se ainda mais imperativo que Deus fornecesse informações concretas para o povo adventista, vivendo instantes antes do advento, a fim de não lhes deixar a mercê de critérios subjetivos, uma vez que tais critérios os levariam a cultivar uma qualidade de música tão emocional como os evangélicos contemporâneos deles.
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Cabe essa consideração:

"A capacidade de discernir entre o que é reto e o que não o é, podemos possuí-la unicamente pela confiança individual em Deus. Cada um deve aprender por si, com auxílio dEle, mediante a Sua Palavra. A nossa capacidade de raciocinar foi-nos dada para que a usássemos, e Deus quer que seja exercitada."[27]

O primeiro documento oficial dos adventistas do sétimo dia sobre a música afirma, a certa altura, que o cristão:

"Considerará músicas como "blues", "jazz", o estilo "rock" e formas similares como inimigas do desenvolvimento do caráter cristão, porque abrem a mente a pensamentos impuros a levam ao comportamento não santificado. Tais tipos de música têm uma direta relação com o ‘comportamento permissivo’ da sociedade contemporânea. A distorção do ritmo, da melodia, e da harmonia como empregados nestes gêneros de música e sua excessiva amplificação, embotam a sensibilidade e finalmente destroem a apreciação por aquilo que é bom e santo."[28]

Se este documento se apóia em princípios da Revelação, porque hoje assistimos apresentações musicais com os ritmos mencionados (“blues”, “jazz”, “rock” e “formas similares”) realizadas por cantores adventistas? No decurso de trinta anos, o tipo de música que antes destruía “a apreciação por aquilo que é bom e santo” passou a ser ele mesmo bom e santo? Esta mudança não indicaria uma rejeição sistemática, embora não-voluntária ou consciente, dos princípios revelados? Os líderes da Igreja Adventista na América do Sul coadunam com o pensamento de que não podemos nivelar nossa concepção musical pelos gêneros populares. Tanto que aprovaram um documento em anexo às orientações mundiais para orientar a música no território sul-americano.
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Com esses dados, somos levados a crer que a Igreja Adventista do Sétimo Dia possui uma filosofia musical distinta, a qual não é oriunda tão somente de sua tradição religiosa, todavia provém do mesmo Deus que convocou os adventistas como povo remanescente, para transmitir a última e solene advertência, dentro da qual se inclui o convite à verdadeira adoração e a rejeição à adoração falsa. Relativizar a música, que se enquadra na adoração, é, no mínimo, desconsiderar o aspecto da Revelação que incluí o referencial sobre o assunto, ou, na pior das hipóteses, rejeitar o que Deus revelou por ser contrário ao nosso gosto, formação ou opinião. Em tudo quanto envolve a vida cristã, é necessário todo o cuidado e submissão à vontade do Senhor, porque o verdadeiro cristão é aquele que vive de “toda a palavra que procede da boca Deus” (Mat. 4:4, NVI).

Fonte - Blog Questão de Confiança (3ª Parte)

[Destaques nossos]


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Nota DDP:
As demais partes deste artigo podem e devem ser lidas aqui (1ª Parte), aqui (2ª Parte) e aqui (4ª Parte).

As impressões do Pr. Douglas Reis neste contexto são acompanhadas de outros artigos já declinados neste espaço anterioremente, dos quais destacamos os Prs. Jorge Mário de Oliveira, Élbio Menezes, Erton Köeler (idem), Otimar Gonçalves (Idem), Paul Hamel e George Rice.

Links externos no mesmo sentido: Prs. Samuele Bacchiocchi, Cláudio Hirle, Lloyd Grolimund e Dário Pires de Araújo. Poderiam ser citados ainda outros adventistas leigos, inclusive músicos de expressão, que entendem, como a Igreja sempre entendeu (Os textos referentes a Indiana se encontram na compilação "Eventos Finais" de Ellen White), que a similar duplicação dos eventos de Indiana se descortinarão no futuro do movimento (dentro dele, não nele).

Acerca da análise da "evolução" da música no seio do adventismo e, como esta "evolução" se relaciona com os últimos eventos desta terra, especialmente com os próprios adventistas, não deixar de ler o recente comentário do Prof. Sikberto Marks publicado neste espaço e que muito se identifica com a articulação do Pr. Douglas Reis neste particular.

ET: Antecipadamente resta consignado que, na eventualidade da perda ou alteração do sentido original do texto eventualmente consumar-se pelos cortes que supra se verificaram para adequação ao espaço e desatrelamento da questão discutida em paralelo aos interesses aqui destacados, serão estas prontamente retificadas no que couber.

[1] Primeiros Escritos, p. 254, ênfase suprida. Tive a atenção chamada para este texto pelo Pr. Sidionil Biasi, durante suas palestras no Concílio pastoral da Associação Catarinense do segundo semestre de 2007.
[2] Há uma imensa quantidade de textos que tratam da alimentação dentro das preocupações mencionadas. Seria impossível, dentro desse espaço, fazer alusão a todos, mas, em especial, mencionamos Conselho sobre saúde, p. 577 e Carta 27, 1972, citada em Mente Caráter e personalidade, vol 2, p. 392.
[3] Temperança, p. 14.
[4] Mensagens Escolhidas, vol. II, p. 36 e 37.
[5] A palestra está disponível em http://www.goodnewsunlimited.org/library/1979forum/part1.cfm e http://www.goodnewsunlimited.org/library/1979forum/part2.cfm.
[6] Em especial, consultei um trabalho de conclusão de curso, da autoria de Glauber S. de Araújo, intitulado “Desmond Ford e a doutrina do santuário: análise comparativa de duas fases distintas”, disponível em http://www.unasp.br/kerygma/pdf/tcc5_glauber_revisado.pdf.
[7] Idem, pp. 53-55.
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[12] Nancy Pearcey, “Verdade Absoluta”, p. 296.
[13] Gilbert Chase, “Do Salmo ao Jazz” (America’s music), p. 193, citado por Dario Pires de Araújo, idem.
[14] Em 1843, no auge do Milerismo, Joshua Himes, importante colaborador e responsável pela “arrancada” evangelística de William Miler, publicou “The Millenial Harp”, uma coletânea com mais de cânticos, moldados pela tradição reavivamentista. Entre o grupo que posteriormente se chamaria “Adventistas do Sétimo Dia”, a herança reavivamentista foi sendo depurada; na segunda coletânea adventista, organinada por James (Tiago) White, “Hymns and Spirituals Songs for Camp- Meetings and Other Religious Gatherings”, ao invés do que o nome possa sugerir, o paradigma musical das antigas reuniões de reavivamento deixou marcas insignificantes. Cf.: Dario Pires de Araújo, idem, p. 20-22.
[15] Roberto Muggiati, “Blues: da lama à fama” (São Paulo, SP: Editora 34, 1995), 1ª reimpressão, p. 10 e 11.
[16]Dorneles, p. 88
[17] François Billard, “A vida cotidiana no mundo do Jazz” (São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2001), p. 17. No mesmo contexto, o autor liga o surgimento do jazz ao carnaval de rua de New Orleans.
[18]Gunnar Lindgren, “Las raíces árabes del Jazz y los Blues”, disponível em: http://64.233.169.104/search?q=cache:TpOpzqMQ2RkJ:www.unesco.org/imc-OLD/mmap/pdf/prod-lindgren-s.pdf+%C3%A1rabe+%2B+melisma&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=4&gl=br, acesso: 29 de Agosto de 2007.
[19] Ellen G. White, Testimonies, vol. 1, págs. 496 e 497, grifos supridos.
[20] Dario Pires de Araújo, idem, p. 45.
[21] Adrian Ebens “A Música na Adoração: Fontes para um modelo cristão de música na adoração”, publicado em http://www.musicaeadoracao.com.br/livros/musica_adoracao/index.htm, acesso: 10 de Agosto de 2007.
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[27] E. G. White, Educação, p. 231.
[28] “Filosofia Adventista de Música”(Diretrizes Relativas a uma Filosofia de Música da Igreja Adventista do Sétimo Dia), Assocação Geral – IASD, Concílio Outonal – 1972, disponível em http://www.musicaeadoracao.com.br/documentos/filosofia.htm.
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A França aberta aos domingos

A Assembleia Nacional da França adotou ontem um projeto de lei, defendido pelo presidente Nicolas Sarkozy, que autoriza a abertura do comércio aos domingos em regiões comerciais e turísticas situadas em 40 dos 100 departamentos do país. O texto representa a primeira grande reforma no tema em mais de um século e foi referendado por 282 votos, contra 238.
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A legislação mexe com uma das mais antigas conquistas trabalhistas do país, a do "domingo de descanso para todos", datada de 1906, e prevê a abertura do comércio em 523 cidades, como Paris. Os trabalhadores terão a opção de trabalhar ou não, receberão folgas de compensação e terão o salário dobrado. Nas "áreas turísticas", essas garantias não estão previstas.
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A controvérsia opôs, de um lado, sindicatos e a Igreja e, de outro, o empresariado, ávido pela flexibilização. Jean-François Roudaud, presidente da Confederação de Pequenos e Médios Empresários (CGPME), foi um dos poucos a questionar a medida, em razão do risco de extinção do comércio de bairros, um patrimônio francês. "Uma vez mais, penalizamos os comerciantes das imediações. Recriamos a animosidade entre pequenos e os grandes distribuidores", afirmou.

A despeito das posições dos sindicatos, os trabalhadores também se dividem. "Havia uma situação de equilíbrio, que favorecia todas as atividades de lazer e assegurava à maioria o repouso dominical. Por que mudar isso?", questionou o comerciário Henry Fay. "Por que não deixar as pessoas que querem trabalhar no domingo fazê-lo? Essa medida me interessa muito, embora não seja a solução para a crise",argumentou Michel Pelletier, outro comerciário de Paris.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Embora possa aparentar uma derrota ao entendimento de que haverá um procedimento uniforme de guarda do domingo como dia descanso, o que há de ser notado no contexto é o fomento ao debate.

A França é o baluarte do sistema de separação entre igreja-estado, no entanto, como já devidamente alinhado aqui em "Sarkozy pede uma nova ordem mundial", vemos ali florescer uma discussão bem acentuada sobre a questão do descanso dominical, questão esta que muito tem se reproduzido em território americano por conta das "blue laws".

O que chama a atenção especificamente no caso da França, é a absoluta divisão de opiniões, especialmente em um contexto de crise econômica e o reconhecimento dos méritos da ICAR na última encíclica papal.

Na há dificuldade em se imaginar que o debate possa se alastrar por outros pontos do planeta, especialmente diante do discurso e possibilidade, de se incluir os parâmetros da doutrina social da ICAR no resgate da "ética" nas relações globalizadas.

Catolicismo como um antídoto ao capitalismo "selvagem"


MUNIQUE — O colapso do comunismo no leste duas décadas atrás não promoveu a abertura necessária para a Igreja Católica influenciar a política econômica, mas talvez o quase-colapso do capitalismo ocidental promoverá. Dois autores alemães - um deles chamado Marx, o outro o seu patrono em Roma - estão certamente esperando isso.

O arcebispo Reinhard Marx escreveu a primeira obra, "Das Kapital", e o Papa Bento XVI a segunda, a encíclica social e econômica "Caridade na verdade", mas que são baseadas essencialmente na mesma linha de pensamento. Na verdade a primeira ajuda a explicar o contexto intelectual em que a segunda foi composta.

Em ambas, a mensagem é no sentido de que o capitalismo saiu do trilho moral e os ensinos da Roma Católica podem ajudar na reconstrução da economia ocidental além de ajustar o foco para que se faça justiça aos fracos e na regulação dos mercados.

Diferentemente do primeiro Marx, que pensava que a religião organizada era um truque para controlar os mais desprovidos, o atual anseia por reforma, não guerra de classes. Assim, eles estão seguindo um eixo fundamental do ensino da igreja. O que agora difere, é que um deles agora vê esta crise econômica como um momento em que o pensamento da igreja sobre economia pode atrair grande atenção.

O arcebispo Marx defende que o capitalismo necessita dos aspectos éticos sujacentes do catolicismo. A alternativa, defende, é que o pós-crise pode apontar para um capitalismo "selvagem" ou, alternativamente, experimentar o renascimento da ideologia de Marx, baseado no ateísmo e nas divisões de classe.

As vozes católicas têm há muito influenciado o debate no ocidente sobre justiça social, mas nunca tanto quanto gostaria a igreja. Isso se refletiu no desafio permanente de elaborar políticas alternativas, mais do que simplesmente criticar as autoridades seculares.

Em seu livro, o qual foi publicado no outono passado, ele oferece a visão de um mundo governado pela cooperação entre as nações, refletindo o "amar ao próximo" imperativo do pensamento social católico.

Fonte - The New York Times

Nota DDP: Assim como os termos da encíclica, é necessário que este tipo de vertente ideológica seja recepcionada pelo braço secular para que seus efeitos possam ser vislumbrados. Haverá eco?

Rio Eufrates sofre há dois anos com seca e poderá desaparecer do Iraque

Por todos os pântanos, os coletores de junco, pisando em terra por onde antes flutuavam, gritavam para os visitantes em um barco de passagem."Maaku mai!" eles gritavam, erguendo suas foices enferrujadas. "Não há água!"

O Eufrates está secando. Estrangulado pelas políticas de água dos vizinhos do Iraque, a Turquia e a Síria; dois anos de seca e anos de uso inadequado pelo Iraque e seus agricultores, o rio está significativamente menor do que há apenas poucos anos. Algumas autoridades temem que em breve poderá ser a metade do que era.

O encolhimento do Eufrates, um rio tão crucial para o nascimento da civilização que o Livro do Apocalipse profetizou sua seca como um sinal do final dos tempos, tem dizimado as fazendas ao longo de suas margens, tem deixado pescadores empobrecidos e esvaziado as cidades à beira do rio, à medida que os agricultores fogem para cidades maiores à procura de trabalho.
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Fonte - UOL

Nota Gilberto Theiss: Não é desta forma que interpretamos a profecia referente ao rio Eufrates, mas pode servir de apoio para entendermos que estamos realmente no limiar da história humana de pecado.

Na profecia Bíblica (Ap 16:12), o rio Eufrates pronunciado na sexta praga Apocaliptica, indica enfraquecimento do poder religioso perseguidor, pois águas na profecia significam povos, nações, multidões e línguas (Ap 17:15), enquanto que o eufrates por seu histórico passado, representa o paganismo. O poder religioso no final dos tempos teria apoio das multidões e do poder político global para perseguir o fiél e verdadeiro povo de Deus (Ap 12:17). Chegará um momento neste contexto de perseguição em que os povos descobrirão que estão perseguindo as pessoas erradas e que consequentemente estavam sendo enganadas. O momento crucial deste episódio é exatamente o período entre a quinta e sétima praga quando os dez mandamentos são apresentados no céu com indescritível clareza (Sl 50:6). Todos olham para o céu e observam com atenção cada palavra escrita e se apercebem dos enganos com que foram acometidos pelo falso sistema religioso.

Os Reis do oriente representam a Divindade que sai do céu com todas as miríades de anjos (Ap 8:1) para buscar o seu povo humilhado e perseguido aqui na terra (Mt 24:30 e 31). O oriente representa a direção em que Cristo estará vindo e adentrando na terra (Mt 24:27). Chegamos a esta conclusão por vários fatores: Os magos quando vieram ver Jesus em seu nascimento vieram do oriente pois seguiam a estrela que apontava para o oriente, pois Jesus nasceu no lado do oriente (Mt 2:1 e 2). Os mandamentos de Deus foram dados no lado do oriente e para aguçar nossa curiosidade, nós adventistas acreditamos que Jesus descerá possívelmente pela constelação de órion, e por incrível que pareça, a constelação fica no lado do oriente.

Esse será sem dúvida o maior acontecimento de toda a história deste planeta. Jesus Cristo vindo nas nuvens do céu com grande poder e glória e todo olho o verá (Ap 1:7; I Ts 4:16 e 17).

Embora a igreja Adventista não aplique o rio Eufrates descrito em Apocalipse 16:12 como sendo literal, mesmo assim podemos reconhecer que diante da brevidade dos últimos eventos, o seu secamento literal poderia sim indicar um alerta para os que temem a Deus e estão se preparando para encontrar com o seu Senhor....Em breve estaremos presenciando o que sonhamos a tanto tempo em ver, o cumprimento de João 14:1-3.

Nota DDP: Em complementação aos termos do comentário supra, diz o CBASD (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia) em relação ao texto de Apocalipse 16:12:

Pelo geral, os comentadores adventistas aceitam duas interpretações dos vers. 12-16. Segundo a primeira interpretação, "o grande rio Eufrates" representa o império otomano; o secamento de suas águas, o debilitamento gradual desse império. Os "reis do oriente" simbolizam as nações do Oriente; e o Armagedom, o vale literal de Meguido no norte de Palestina. Portanto, o debilitamento do império otomano se considera como uma preparação do caminho para que as nações orientais vingam a combater contra as do Ocidente no vale de Meguido.

Segundo a outra interpretação, o Eufrates representava aos povos sobre as quais domina a Babilonia simbólica; e o secamiento de suas águas indicam que lhe tiram seu apoio a Babilonia. Os "reis do oriente" simbolizam a Cristo e os que lhe acompanham; e o Armagedom, a última batalha do grande conflito entre Cristo e Satanás, que se livrará no campo de batalha desta terra. De maneira que o retiro do apoio humano à Babilonia simbólica se considera como a eliminação da última barreira para sua derrota e castigo finais.
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A diferença fundamental entre as duas opiniões consiste na interpretação dos termos "Eufrates", "reis do oriente" e "Armagedom". A primeira opinião sustenta que estes três termos têm um significado geográfico; mas o segundo ponto de vista afirma que devem interpretar-se numa maneira completamente figurada, segundo os termos do contexto dos cap. 13 ao 19.
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