sexta-feira, 24 de julho de 2009

Gripe suína atingiu 100 mil em uma semana

O número de novos casos de gripe suína na Grã-Bretanha chegou a 100 mil, de acordo com informações do governo obtidas pela BBC nesta quinta-feira.

A estimativa – já que o governo não está mais testando todos os casos suspeitos – é o dobro da divulgada na semana anterior.

Diante da pandemia, o governo britânico se prepara para lançar uma linha direta sobre gripe suína, que funcionará por telefone e na internet, para esclarecer dúvidas e ajudar no diagnóstico de novos casos.

Os usuários vão responder a um questionário automático sobre os sintomas, com o intuito de reduzir a procura por médicos, que explodiu nos últimos dias.

Os únicos casos em que as autoridades sanitárias recomendam que se procure um médico são os de bebês com menos de um ano de idade, gestantes e pacientes com doenças crônicas.
...
Fonte - BBC

Nota DDP: Veja também "Nova gripe já matou 800 pessoas e está em 160 países" e "Vírus da gripe não mostra sinais de mutação".

Serviço do Google que mostra onde está usuário chega ao iPhone

O Google anunciou nesta quinta-feira (23) que o seu serviço Latitude - que permite que os usuários de celulares e outros dispositivos móveis possam compartilhar automaticamente sua localização com a família e amigos - já está disponível a partir do navegador Safari para iPhone e iPod touch, da Apple.

Lançado em fevereiro, o programa Google Latitude possibilita que usuários em 27 países, incluindo no Brasil, tornem pública sua localização no mapa. Controles permitem que os usuários selecionem quem recebe a informação e também desliguem o serviço a qualquer momento.

"Visite google.com/latitude a partir do seu dispositivo para começar a usar o Latitude. Adicione como favorito na sua tela principal para iniciar rapidamente o Latitude. Basta abrir o Latitude no Safari e toque no ícone "+" > Adicionar a Tela Principal > Adicionar", postou no blog da companhia o engenheiro de software Marc Wilson.

Fonte - G1
...
Nota DDP: Interessante como as pessoas, voluntariamente e sob as mais diversas justificativas, estão abrindo mão de sua privacidade. Logicamente isso tem seus benefícios e, também seu respectivo preço.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Seminário "Saúde e Adoração"

Programação de "Enriquecimento Espiritual" dirigida pelo Pr. Sidionil Biazzi, Presidente da Associação Paulistana da Igreja Adventista do Sétimo Dia, na IASD Cambuci em 19 de Julho de 2009, com o tema "Saúde e Adoração".

Estabelecida em uma perspectiva bíblico-profética, visa buscar através de uma vida espiritual embasada no trinômio revelação/fé/prática, o entendimento das orientações de Deus para estes últimos dias, especialmente para o povo do advento.

Prévia: "Quem vê com os olhos do profeta, vê com os olhos de Deus; vê mais longe, mais profundamente e com mais detalhes"

1) - Seminário Saúde e Adoração - Parte 1
2) -
Seminário Saúde e Adoração - Parte 2

Não se esqueçam do usual apelo à duplicação da boa informação que Deus tem graciosamente nos concedido, afim de que nos preparemos para enfrentar ao Seu lado os eventos que se descortinam no horizonte dos adventistas do sétimo dia.

Oséias 4:6
O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.


Soli Deo Gloria.

Nota DDP: Outras programações para download, aqui.

CD Jovem: Cultura de massa na Igreja Adventista do Sétimo Dia?

Exposição de motivos: Interessante pesquisa sobre a influência da mídia na identidade do adventismo (no caso focada pela introdução de material áudiovisual na difusão especialmente da mensagem musical). Mais interessante ainda são os sinais observados de latente perda de foco da cosmovisão bíblica adventista do sétimo dia neste cenário, bem como das possibilidades que se descortinam considerado um quadro maior de inserção do povo do advento em um ambiente hostil às suas crenças, à manutenção da sua espiritualidade e, principalmente, de sua identidade, considerada em última instância a missão que nos foi concedida. Enfim, conclusões óbvias e profeticamente visualizadas tantas vezes pela serva do Senhor em um cenário mais amplo.

Para atender aos interesses deste espaço, principalmente em questão de agilidade e, para pontuar os contornos conclusivos do tema, transcrevemos apenas as impressões finais do autor, no entanto, o documento pode e deve ser compulsado em sua integralidade no link infra.

*.*.*.*

Quem poderia apostar que o relógio mudaria o mundo da civilização? E quanto mais a escrita? O próprio Gutemberg, um católico fervoroso, não apostaria que sua invenção poderia ser usada de forma poderosa contra a igreja. Mas isso ocorreu. Em sua obra Tecnopólio - a rendição da cultura à tecnologia (1994), Neil Postman mostra como a tecnologia foi modificando a sociedade em vários momentos da história.

Através da premissa de que a tecnologia é um ciclo onde o homem cria o meio e o meio cria o homem, ele afirma que até as crenças mais fundamentais como a verdade e a realidade são mudadas com a tecnologia (1994, p.18). Por exemplo, a invenção do relógio por monges beneditinos entre os séculos XII e XIII possibilitou ao homem a controlar melhor às atividades do dia, como as sete orações obrigatórias dos mosteiros. Mas “o relógio foi além das paredes do mosteiro, levando uma nova e precisa regularidade à vida do trabalhador e do mercador” que tornou possível o capitalismo (1994, p.24).

E a imprensa do alemão católico romano foi usada por outro alemão, um monge, que se voltou contra o poder papal e colocou a Bíblia nas mãos do povo. A religião cristã nunca mais seria a mesma (1994, p.25). O cristianismo estava também sendo influenciado pelos meios de comunicação de massa. Como foi descrito na introdução e no terceiro capítulo deste trabalho, à medida que o cristianismo foi se modificando seus meios de transmissão de conteúdo, sua mensagem também foi modificando.

Na Idade Média o catolicismo usava imagens iconográficas, sem a presença da escrita bíblica e sua liturgia era realizada numa língua estranha ao público. Essa comunicação litúrgica mostrava um Deus transcendente. Com a Reforma Protestante a Bíblia foi usada na língua do povo, assim como as músicas. Os cultos tornaram-se mais pessoais, transmitindo a idéia de um Deus mais imanente. Essa imanência fez com que os cultos pentecostais começassem a apelar para o emotivo.

Os neopentecostais que herdam esse método de liturgia mais imanente, apelando à emoção, buscam no seu contexto tecnológico a mídia audiovisual para não perder seu lugar na pós-modernidade. Pois na sociedade do espetáculo tudo é midiatizado pelo recurso da imagem. E o uso extensivo da mídia de massa visual super-enfatiza a emoção. Assim como “profetizado” por vários filósofos, a geração se tornaria escrava de sua invenção. O meio mudaria a mensagem e o seu autor.

A mídia usada pela igreja cristã a tem tornado mais secular, justamente o oposto de seu propósito. Estudos como o de Oliveira e Pires (2005), Klein (2006a) e Contrera (2006) mostram que o cristianismo ao se entregar ao uso da mídia de massa tem se tornado super-emotivo, existencial e mundano. Isso é uma descaracterização do cristianismo, ou seja, ao invés da igreja modificar os padrões seculares, o mundo é que tem modificado a igreja. E os adventistas do sétimo dia também têm enfrentado essa nova onda da religiosidade pós-moderna que tem secularizado o sagrado.

Para responder como essa influência pós-moderna está afetando a Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil, parti do mesmo pressuposto de Postman e dos filósofos da comunicação da escola de Frankfurt, que o meio afeta o conteúdo. Como o conteúdo adventista é escatológico-essencialista, onde a razão bíblica é enfatizada, em detrimento de uma emotividade que gera uma desescatologia-existencialista, a igreja estaria correndo risco de perder sua identidade ao usar os meios de comunicação de massa.

E os números desse trabalho mostram que tal influência já pode ser percebida. Quando classificamos de forma mais geral todas as poesias musicais produzidas desde o início em 1995 até 2007, percebemos que a ênfase existencial está presente em 59% delas contra 41% de conteúdo mais escatológico. Isso tirando as músicas classificadas como litúrgicas que a princípio não são relevantes para a pesquisa. Apesar de ser menor que o esperado, e que o detectado em pesquisas com os neopentecostais, essa presença existencialista na mensagem adventista deve ser olhada com cuidado.

Quando adicionamos os resultados da análise dos vídeos essa preocupação se torna mais evidente. Músicas com poesias que retratam fidelidade a Deus são traduzidas em um relacionamento apaixonante de um casal de namorados. A relação Deus-homem se transforma numa novela jovem. Como Postman sugere, os autores normalmente não entendem o impacto que suas invenções podem causar (1994, p.25). E creio ser esse o caso da produção musical jovem adventista.

Mas ao detectar que cerca de 80% das imagens usadas para comunicar a mensagem no CD Jovem é ilustrativa, isso revela que a produção adventista é mal projetada. Pois não consegue produzir uma mídia capaz de unir texto e imagem. Isso a torna ineficiente para transmitir a mensagem da poesia. E quando essa união é tentada ela é mal sucedida e influenciada pelo existencialismo pós-moderno. Talvez por isso a presença de um roteiro romanceado para traduzir um conceito de fidelidade entre Deus e o crente.

Mas não seria essa pequena ênfase existencialista nas poesias uma oportunidade da Igreja Adventista do Sétimo Dia alcançar os pós-modernos? Como esse trabalho estudou apenas a influência do meio na mensagem e possivelmente na sociedade, é importante verificar o impacto que essas músicas causam nos ouvintes e assim fechar o ciclo da comunicação, onde o meio modela a mensagem que por sua fez modela o homem. Nesse trabalho nos atemos apenas à primeira parte. Mas a partir desse primeiro passo já podemos prever alguns impactos.

Após o CD Jovem e suas mídias audiovisual para serem usadas como auxílio na liturgia adventista, surgiram o ministério de louvor Está Escrito e as projeções da coletânea de músicas do Hinário Adventista. Apesar de não termos dados concretos ainda, podemos afirmar que o recurso áudio-visual de massa veio para ficar na Igreja Adventista do Sétimo Dia. A produção midiática Adventista só cresce em quantidade. CDs e DVDs, estudos bíblicos em vídeo, são produzidos cada vez mais para atender uma comunidade que espera esse tipo de produto.

Mas qual o impacto que isso tem gerado na comunidade adventista? Se levarmos em consideração o que Adorno afirmava quanto à cultura de massa (1974. p.19; 1975. p.176), essa onda de midiatizar o estilo de vida adventista tende a enfraquecer o conteúdo de sua mensagem e criar uma geração que não reflete nas razões de sua existência e de suas origens, que no caso do adventismo é profético-escatológicas.

Ao mesmo tempo, a proposta de Gene Edward Veith Jr. (1994) deve ser considerada. Em sua avaliação da pós-modernidade e o cristianismo, ele propõe que “a igreja poderá ter de apelar às emoções das pessoas, mas logo deverá ensiná-las a pensar biblicamente” (1994. p.219). Ou seja, a igreja não pode rejeitar a pós-modernidade e a cultura de massa, pois se fizer isso possivelmente não sobreviverá.

O que ela deve fazer é usá-la com cuidado. E para tanto, é necessário uma produção midiática bem planejada por comunicadores comprometidos com a mensagem adventista. E mesmo ao usar a mídia de massa, principalmente os recursos áudiovisuais, eles devem ser apenas um meio de atrair a um formato mais racional e bíblico. Talvez esse seja o desafio mais notável que essa comunidade cristã deverá enfrentar nesse século. E sua resposta poderá mudar completamente o rumo de sua identidade.

Rodrigo de Galiza Barbosa
Bacharel em Teologia pelo Unasp
Dez/2008

Fonte - Revista Kerygma

Nova encíclica: Repercussões 5

Caritas in Veritate no atual debate filosófico-social

QUERÉTARO, quarta-feira, 22 de julho de 2009 (ZENIT.org-El Observador).- A encíclica social de Bento XVI, "Caritas in veritate" aborda o âmbito de saberes como a política, a economia ou as teorias sobre a globalização para entrar em cheio no debate filosófico-social contemporâneo, explica um filósofo.

Para aproximar-nos dessas intuições do novo documento pontifício Zenit e El Observador entrevista Rodrigo Guerra López, doutor em Filosofia pela Academia Internacional do Principado de Liechtenstein, membro da Academia Pontifícia para a Vida, e diretor do Centro de Pesquisa Social Avançada (www.cisav.org).
...
A nova encíclica do Papa não pretende competir com as análises que a partir da teoria social se realizam sobre a situação que guarda o desenvolvimento no contexto do mundo globalizado. Contudo, Caritas in Veritate ingressa à discussão desde seu próprio estatuto: a Doutrina Social da Igreja.
...
Por isso, atrevo-me a assinalar algo que não me deixa de surpreender: os bispos latino-americanos no documento de "Aparecida" abordaram praticamente todos os temas nucleares da encíclica de modo providencialmente antecipado.
...
Fonte - Zenit

Caritas in veritate constata hegemonia da Igreja sobre ideologias

ROMA, 22 Jul. 09 / 10:31 am (ACI).- O Ministro da Saúde, Trabalho e Políticas Sociais da Itália, Maurizio Sacconi, assinalou que a nova encíclica social do Papa Bento XVI, Caritas in veritate, constitui um ponto de referência muito importante ante a crise econômica atual e constata, ademais, "uma renovada hegemonia cultural da Igreja ante as ideologias exaustas".
...
"A doutrina social da Igreja confirma assim a confiança na economia social de mercado que sabe dar valor às pessoas no trabalho, aprecia –diremos nós laicamente– o capital humano e de tal modo gera competitividade e inclusão social", explica.
...
Fonte - ACI Digital


Nota DDP: Um filósofo e um político com importantes considerações, especialmente em dois pontos: doutrina social da igreja e o documento de Aparecida, sendo os mesmos catalogados respectivamente como ponto de partida da discussão e núcleo do próprio documento em destaque.

Na prática o que isso significa? Vejamos:

- Doutrina social da igreja:

«Também, para os crentes, a finalidade última do trabalho é a edificação do Reino de Deus», acrescentou.

Para enfrentar estes «problemas complexos», o Papa propõe tomar como ponto de referência a doutrina social, exatamente como é apresentada pelo Catecismo da Igreja Católica e sobretudo pelo Compêndio da Doutrina Social da Igreja.

«Hoje, mais que nunca, é necessário e urgente proclamar ‘o Evangelho do trabalho’, viver como cristãos no mundo do trabalho e converter-se em apóstolos entre os trabalhadores», assegura o Papa.

«Mas para cumprir com esta missão é necessário permanecer unidos a Cristo com a oração e com uma intensa vida sacramental, valorizando, com este objetivo, de maneira especial o domingo, que é o dia dedicado ao Senhor
(Zenit)

- Documento de Aparecida:

Uma das características da grande missão que se quer desenvolver na América Latina a partir da Conferência de Aparecida é despertar nos fiéis a consciência da importância fundamental que o domingo tem para os cristãos e, nesse sentido, a centralidade da Eucaristia.
...
Uma delas, elogiada por Bento XVI na carta que dirigiu ao CELAM autorizando a publicação do Documento de Aparecida, dia 10 de julho, é justamente a prioridade da Eucaristia e a santificação do Dia do Senhor nos programas pastorais.
...
O presidente do CELAM comentou ainda sobre a importância fundamental do domingo, «um dia especial para o cristão». «É o dia que substituiu o sábado judaico. O domingo é o primeiro dia da semana, o termo significa Dia do Senhor. E para nós, Dia do Senhor é o dia do Ressuscitado, é o dia da ressurreição de Cristo», destacou.
(Zenit)

Tais manifestações deixam muito claro o que significa a aceitação da encíclica recém lançada como paradigma para um novo modelo social/político/econômico.

A evangelização ecológica

Seul, 23 jul (RV) - "Evangelização ecológica" é expressão criada pela Comissão Justiça e Paz da Conferência Episcopal Coreana a fim de chamar a atenção dos fiéis sobre os problemas e as responsabilidades ligadas à ecologia, salvaguarda da natureza, cuidado com o meio ambiente.

A comissão lançou esse projeto educacional que será realizado em todas as dioceses da Coréia do Sul. "O que está em jogo é o futuro do Planeta, a ordem da natureza que o Senhor estabeleceu", ressalta a comissão.

Segundo o organismo a sociedade coreana se acostumou a não cuidar da natureza deixando de lado os grandes valores do sistema ecológico. Por isso, é urgente "transformar a economia atual numa economia ecológica" – frisa ainda a comisão.

No ano passado a comissão publicou um pequeno livro intitulado "A missão cristã na natureza: rumo ao restabelecimento ecológico". O livro analisa os problemas ambientais à luz da Doutrina Social da Igreja.

O texto e outro material audiovisual serão utilizados na campanha lançada pela comissão que visa educar crianças, jovens e adultos a fim de sensibilizá-los em relação ao tema da defesa do ambiente e insistir em estilos de vida e em escolhas individuais que cada um pode fazer, tendo na mente o respeito pela natureza.

As congregações religiosas masculinas e femininas da Coréia do Sul também participarão do projeto empenhando-se na realização de seminários em todas as dioceses, conforme um programa específico.

Fonte - Radio Vaticano

Greenpeace registra degelo na Groenlândia

Uma expedição organizada pelo grupo ativista ambiental Greenpeace está documentando há um mês o degelo de um dos maiores glaciares da Groenlândia, para denunciar os efeitos do aquecimento global na região Ártica.

A bordo do quebra-gelo Arctic Sunrise, a equipe científica formada pelos especialistas em camadas de gelo, Jason Box, glaciologia, Alun Hubbard, e geofísica, Richard Bates, foi até o glaciar de Petermann, a geleira maior e mais ao norte da Groenlândia.

As observações do grupo parecem reforçar a tese de que o degelo naquela região está ocorrendo muito aceleradamente. Para chegar até o glaciar, o navio ambientalista atravessou o Estreito de Nares com facilidade, uma rota que não costumava ser navegável até agosto.

O grupo do Greenpeace instalou diversas câmaras de vídeo e localizadores por satélite (GPS) em pontos do glaciar de Petermann, para monitorar a provável quebra da geleira.

Segundo imagens de satélite, uma porção maior do que a ilha de Manhattan pode se destacar neste verão no Hemisfério Norte.

Fonte - BBC

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Terremoto aproxima Nova Zelândia e Austrália em 35 cm

Um forte terremoto nesta terça-feira na Nova Zelândia provocou uma deformação em uma das ilhas do país que a aproximou da Austrália em 35 centímetros, segundo um centro de pesquisas do governo neozelandês.

O centro GEO Science registrou um terremoto de 7,8 graus no sudeste da Nova Zelândia – o mais forte em 80 anos no país. Os cientistas neozelandeses afirmam que foi o tremor de terra mais forte do mundo neste ano, até o momento.

A Nova Zelândia tem duas ilhas principais: a do Norte e a do Sul. Com o tremor, a Ponta Puysegur, na Ilha do Sul, deformou-se, com expansão de 35 centímetros em direção à Austrália. Cientistas afirmam que a aproximação é irrelevante, já que os países continuam a mais de 2,2 mil quilômetros de distância.
...
Fonte - BBC

Encontro de igrejas européis se concluiu com declaração vigorosa

Lyon, 22 jul (RV) - “Como cristãos, ousamos esperar”. Esta é a mensagem proposta pelos delegados de diversas Igrejas européias, que se reuniram de 15 a 21 de julho, em Lyon, na XIII Assembléia Geral da Conferência das Igrejas européias, KEK.

Delegados de 126 Igrejas, autores do texto, consideram que a esperança dá alegria, paz, coragem, audácia e liberdade. Lliberta-nos do medo, abre nossos corações e reforça nosso testemunho do Senhor ressuscitado. “Nós, cristãos, somos chamados à única esperança em Cristo, fonte de amor, de perdão e de reconciliação”.

Na mensagem, as Igrejas manifestam uma série de preocupações: “Enquanto nos comprometemos, apaixonadamente, por uma Europa unida e reconciliada, que aguardamos impacientes, deploramos o fato de que se elevem novos muros de separação entre nações, culturas e religiões. Vemos surgir novas divisões – entre cidadãos permanentes e migrantes; entre ricos e pobres, entre trabalhadores ativos e desempregados, entre quem tem seus direitos respeitados e quem os têm lesados”.

A mensagem se refere também às mudanças climáticas e à grave crise financeira, e acrescenta: “Apesar de tudo, estamos firmemente convencidos de que, como cristãos, temos uma esperança especial a compartilhar nestas situações, que parecem desesperadoras. Afirmamos que existe uma esperança, e perseveramos em nossa luta em favor da verdade e da justiça. Há esperança quando resistimos a toda forma de violência e racismo, quando defendemos a dignidade de todas as pessoas. Há esperança quando insistimos na solidariedade desinteressada entre indivíduos e povos, quando lutamos pelo respeito sincero da criação”.

“O desafio lançado pela Assembleia Geral a todas as Igrejas é a audaz mensagem da esperança: uma esperança que não se expressa através de declarações vazias, mas através de atos concretos e da fé viva. Afirmamos que as Igrejas devem trabalhar em favor da justiça e dizer a verdade aos poderosos. Isto significa abater os muros entre pessoas, culturas e religiões, para aprender a entrever a imagem de Deus no rosto do próximo. Significa respeitar, e não apenas tolerar, os outros seres humanos. Acima de tudo, significa encontrar novos modos de expressar nossa solidariedade com os pobres, estejam eles próximos ou distantes de nós.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Como já observado, a mensagem é muito própria do cristianismo, como inclusive o é a recente encíclica papal, no entanto, enseja juntamente à verdade, o erro. Ver também "Curso de verão reforça relações com igreja ortodoxa grega" e "Bartolomeu I propõe aos católicos entrar na conferência de Igrejas europeias".

terça-feira, 21 de julho de 2009

Papa chama à generosidade ante a crise econômica

ROMANO CANAVESE, domingo, 19 de julho de 2009 (ZENIT.org).- O Papa animou os fiéis presentes durante a oração do Ângelus, na praça Ruggia, da cidade de Romano Canavese (Piamonte), à generosidade ante a crise econômica, e a recuperar os valores cristãos.

Perante os fiéis canavesanos reunidos para a oração do Ângelus, o Papa elogiou as raízes cristãs de uma terra “banhada pelo sangue dos mártires”, testemunho eloquente “de uma longa história de fé”.

Frente à atual crise econômica, que trouxe o desemprego à região, o Papa convidou os presentes a “não desanimar”, mas a atuar com generosidade.

“A Providência ajuda sempre o que obra o bem e se compromete pela justiça; ajuda quem não pensa só em si mesmo”, afirmou.

O Papa convidou os fiéis a recordar tempos passados, em que “vossos avós se viram obrigados a migrar por falta de trabalho, mas depois o desenvolvimento econômico trouxe bem-estar e são outros os que migraram até aqui da Itália e do exterior”.

“Os valores fundamentais da família e do respeito à vida humana, a sensibilidade pela justiça social, a capacidade de enfrentar a fadiga e o sacrifício, o forte laço de união com a fé cristã através da vida paroquial e especialmente a participação na Santa Missa, foram vossa verdadeira força através dos séculos”, reconheceu o Papa.

Neste sentido, advertiu que “serão estes mesmos valores os que permitirão às gerações de hoje construir com esperança seu próprio futuro, dando vida a uma sociedade verdadeiramente solidária e fraterna, onde todos os âmbitos, as instituições e a economia estão permeados de espírito evangélico”.

“Sobre este problema intervim muitas vezes e quis abordá-lo mais em profundidade na recente Encíclica Caritas in veritate. Espero que possa mobilizar forças positivas para renovar o mundo!”, acrescentou o Papa.


Neste sentido, dirigiu um pensamento especial aos jovens, “em quem é necessário pensar em perspectiva educativa”, como o fez São João Bosco, fundador da família Salesiana, e cuja presença na região foi “difundida e fecunda”.

O Papa invocou o exemplo deste santo, como “ânimo para que vossa comunidade diocesana se comprometa cada vez mais no campo da educação e do acompanhamento vocacional”.

“Aqui, como em todas as partes, é necessário perguntar-se que tipo de cultura lhes influencia, que exemplos e modelos lhes são propostos, e avaliar se são capazes de animar-lhes a seguir a via do Evangelho e da liberdade autêntica”, explicou.

O Papa acrescentou que os jovens “estão cheios de recursos”, mas “precisam de ajuda para vencer a tentação de eleger vias fáceis e ilusórias, para encontrar o caminho da Verdade”.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Como defendido reiteradamente neste espaço, outra não é a intenção do pontífice com sua nova encíclica, tão bem aceita nos círculos políticos, como também inúmeras vezes já demonstrado, senão o de implementar a guarda do descanso dominical. O mundo está claramente sendo preparado para esta realidade.

Veja também "EUA: mídia e lei dominical" e "Papa pede criação de 'autoridade mundial'".

[Colaboração - Fernando Machado]

História da adoração – Uma música misteriosa de louvor

Capítulo 11

A história da música de louvor a DEUS tem a mesma idade do ser humano na Terra, e a história da música de contra-louvor chega perto dessa idade. Assim que DEUS instituiu o culto de adoração após a queda de Adão e Eva, satanás tratou de, imediatamente, instituir a sua forma de adoração a ele. E portanto, tratou da música de adoração a ele também, para ter o seu culto, que tanto deseja. Assim como Lúcifer se fez passar como amigo de Eva para enganá-la, do mesmo modo tenta fazer que todos pensem que a música que louva a ele é a que louva a DEUS. Nem poderia ser diferente, pois os recém criados seres, inteligentes, não adorariam a satanás se ele aparecesse dizendo diretamente, este louvor não é a DEUS, mas a seu inimigo...

A história do louvor a satanás é também a história da percussão. E a percussão é, provavelmente quase tão antiga quanto a humanidade. Ela sempre teve por função invocar os espíritos e os deuses das respectivas mitologias. Escavações arqueológicas encontraram objetos petrificados, desenhos em cavernas, esculturas, papiros preservados sobre a música por percussão. O homem primitivo deve ter iniciado a percussão batendo palmas em cadência rítmica, batendo pedras uma na outra ou pedaços de pau, batendo os pés no chão, raspando superfícies rugosas e ao mesmo tempo dançando. Foram achados troncos de árvores que se tornam excelentes meios de comunicação, os tantan africanos. Certos frutos, como as cabaças, depois de secos, transformam-se em chocalhos. Obviamente enquanto isso, cantavam em forma de ritual. Arqueólogos encontraram pegadas antigas que sugerem a utilização do ritmo binário 2 por 4, o mesmo hoje usado pelo samba.

“Os instrumentos de percussão são os mais antigos que existem. Em muitos sítios arqueológicos foram encontradas representações de pessoas dançando em torno de um tambor. Muitos objetos musicais também foram encontrados como toras de árvore fossilizadas, possivelmente usadas como tambores primitivos, e diversas versões de litofones, rochas de diversos tamanhos que eram dispostas sobre um tronco ou buraco no chão, usadas para produzir música melódica por percussão.” (wikipédia, instrumento de percussão).

Consta que as primeiras manifestações musicais se desenvolveram nas regiões férteis às margens de grandes rios, como na Mesopotâmia, no vale do rio Indo, no rio Nilo, no rio Jordão, etc. As pesquisas registram que essas regiões foram ricas em instrumentos musicais e prática musical. A música estava muito ligada a magia, a rituais religiosos, a festas de guerra, à saúde, à criação do mundo e a muitas divindades ligadas à música. Entre os hebreus descendentes de Abraão havia muita música, assim como entre seus vizinhos. A música antiga estava intimamente ligada a busca do transe com os espíritos dos mortos ou com os deuses da mitologia pagã, e aos feitos dos homens.

A ampla variedade de músicas surgidas entre todos os povos, a sua vinculação com divindades, com guerras e com festas influenciaram os rituais religiosos. A adoração pagã foi praticamente determinada pela música da respectiva região. A música sempre teve maior efeito sobre a mente das pessoas que a reflexão e o conhecimento sobre as divindades, ou mesmo sobre o DEUS Criador. Em todos os tempos, um talentoso músico definia como seria o culto e a adoração. Desde os tempos antigos sempre foi a música que determianda a adoração, e não as doutrinas, que nas religiões naturais antigas nem existiam.

A diferença entre a adoração ao DEUS Criador e aos deuses inventados pelos seres humanos é a música. Assim foi ao longo da história, desde os primeiros tempos depois da queda de Adão e Eva. Uma música estranha e misteriosa de um louvor em que as criaturas tentam, por meio da êxtase, convencer os deuses que venham até elas. Essa música certamente se tornaria global nos últimos dias da grande guerra entre satanás e nosso Senhor JESUS CRISTO. Enquanto a música a DEUS é um suave louvor, a de satanás é uma música de guerra, que mexe com os músculos, que conclama para a ação e para a busca de um poder que não vem de cima. É uma música que excita e agita o espírito, e que está, em nossos dias, fazendo muitos entenderem ser o poder do ESPÍRITO SANTO a se manifestar. Como no início do pecado nessa Terra, como durante esses seis mil anos, assim, agora, no final, por meio de enganos, também satanás tenta seduzir as pessoas a adorarem a ele, pensando estarem sob o poder de DEUS.

Fonte - Cristo Voltará


Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis

Rick Warren disse para a Sociedade Islâmica da América do Norte na semana passada que ele não está interessado em diálogo inter-religioso. Ele está interessado somente em projetos inter-religiosos.
...
"...concordo com Rick Warren que “diálogo inter-religioso” é perda de tempo. Há somente quatro tipos de relacionamento que os cristãos precisam ter com descrentes, de acordo com a Bíblia:

* Precisamos orar por eles (Mateus 5:44)

* Precisamos evangelizá-los de modo que eles conheçam a verdadeira natureza de Deus e comecem um relacionamento real com Ele e tenham uma chance de obter a vida eternal (Marcos 16:15)

* Se tudo isso falhar, precisamos nos separar deles para a nossa própria proteção (1 Reis 8:53)

* Precisamos resgatar os descrentes que caem cativos e são forçados a viver sob seu jugo de opressão e a ameaça de morte, como Abraão fez com seu sobrinho Ló (Gênesis 14)

Será que não estou conseguindo entender algo? Talvez sim. Mas não consigo encontrar uma única referência bíblica que sugira que os crentes precisam desenvolver projetos de obras públicas com descrentes. Pode parecer bom. Pode agradar aos ouvidos. Pode aparentemente fazer sentido de uma perspectiva do mundo. Mas a Palavra de Deus não sugere que devemos, como sugere Rick Warren, tentar nos unir com os descrentes para “lidar como uma equipe” com os problemas do mundo.

Não há simplesmente nenhum precedente bíblico para isso.
...
Como somos instruídos em 2 Coríntios 6:14: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?”

Fonte - World Net Daily

Nota DDP: O auxiliar da lição da escola sabatina da última semana trazia as seguintes considerações, ao tratar do texto de I João 1:6:

“Se dissermos que mantemos comunhão com Ele e andarmos nas trevas, mentimos” (v. 6). O evangelho exige coerência entre discurso e prática, profissão e conduta, adoração e comunhão. Não podemos dizer que temos comunhão com Deus e ter uma vida contrária à Sua vontade (veja também 2Co 6:14). Essa vida incompatível nos faz mentirosos, e somos julgados por ser filhos das trevas. Por outro lado, “se andarmos na luz” e mantivermos nossa “comunhão uns com os outros”, daremos testemunho de que nossos pecados foram purificados pelo sangue de Jesus Cristo (v. 7), e permanecemos na luz.

Diz o Comentário Bíblico Adventista acerca da questão do chamado "jugo desigual":

Não vos unais.

Esta passagem (cap. 6: 14 a 7: 1) constitui um extenso parêntese, o que é comum nos escritos de Paulo. Trata-se de uma advertência na contramão de qualquer classe de associação com incrédulos, que colocariam os cristãos em situações onde lhes seria difícil, se não impossível, evitar a transigencia com seus princípios. Esta proibição inclui a relação matrimonial (ver com. cap. 7: 1), mas de jeito nenhum se reduz a ela. A admoestação desta passagem quiçá foi à mente de Paulo devido a seu conselho registrado no cap. 6: 12-13: não ser de coração estreito e egoísta. Se assim foi, o propósito do apóstolo era não dar aos corintios nenhum motivo para concluir que seu amplo coração devia ser tão amplo que pudessem manter estreita relação com os incrédulos. O fato de que o vers. 14 começa com as palavras "não vos unais", indica que Paulo principalmente pensava no futuro e não no passado.

Em jugo desigual.

O prefixo hetero indica pessoas de diferente classe (cf. com. Mat. 6: 24). Em vista de que Paulo se está dirigindo aos membros da igreja de Corinto como cristãos, os outros aos quais faz referência não são cristãos. O princípio aqui exposto é similar ao de Exo. 34: 16; Deut. 7: 1-3; cf. Lev. 19: 19; Deut. 22: 10. A diferença em ideais e em conduta entre os cristãos e os que não o são, entre crentes e incrédulos, é tão grande, que estabelecer qualquer relação estreita com eles, seja em casamento, em negócios ou de outra maneira, faz que inevitavelmente o cristão se enfrente à alternativa de quebrantar um princípio ou de sofrer as dificuldades ocasionadas por diferença de crenças e conduta. Participar numa união tal é desobedecer a Deus e transigir com o diabo. A necessidade de manter-se longe do pecado e dos pecadores se apresenta explicitamente nas Escrituras (Lev. 20: 24; Núm. 6: 3; Heb. 7: 26; etc.). Nenhum outro princípio foi mais estritamente prescrito por Deus. A violação deste princípio ao longo de toda a história do povo de Deus, resultou inevitavelmente num desastre espiritual.

Com os incrédulos.

Para os que não aceitam a Cristo como seu Salvador, e seus ensinos como sua norma de crença e conduta, são uma necessidade dos ideais, princípios e as práticas do cristianismo (1 Cor. 1: 18). Aos incrédulos, devido ao conceito que têm da vida, com freqüência lhes é sumamente difícil aceitar uma norma de conduta que tenda a restringir sua forma de viver ou lhes demonstre que seus conceitos e práticas são questionáveis ou inferiores. Paulo não proíbe toda relação com os incrédulos, senão só as que tendessem a diminuir o amor do cristão a Deus, a adulterar a pureza de sua perspectiva da vida, ou o induzisse a desviar-se de uma estrita norma de conduta. Os cristãos não devem apartar-se de seus parentes e amigos não crentes, senão relacionar-se com eles como exemplos viventes de cristianismo prático, para ganhá-los para Cristo (1 Cor. 5: 9-10; 7: 12; 10: 27). A pergunta decisiva é: Deve o cristão relacionar-se com os incrédulos porque o atraem as modalidades do mundo, ou por um sincero desejo de ser uma bênção para eles e ganhá-los para Cristo? Uma segunda pergunta -e não de menor importância para o cristão- é a seguinte: Qual influência é provável que prevaleça, a de Cristo ou a de Satanás? No entanto, quando se trata de uma relação tão estreita como o casal, o cristão que verdadeiramente ama ao Senhor em nenhuma circunstância se unirá com um incrédulo, ainda que tenha a nobre esperança de ganhá-lo para Cristo, o que em outras circunstâncias sim seria digno de elogio.

Se se procede na contramão do sábio conselho que aqui apresenta o apóstolo, o resultado, quase sem exceção, será uma decepção. Os que prefiram obedecer este conselho, podem esperar que desfrutarão do favor de Deus de uma maneira especial, e descobrirão que ele tem preparado para eles algo que ultrapassa em muito todos os planos que se pudessem ter traçado.

Que companheirismo?

Paulo faz cinco perguntas retóricas cujas respostas são óbvias (vers. 14-16) para destacar a irreconciliável oposição que há entre o jugo de Cristo e o mundo. Desse modo se proíbe toda união em que o caráter, as crenças e os interesses do cristão percam um pouco de seu caráter distintivo e integridade. Um cristão não deve entabular com o mundo relação alguma que exija uma claudicação de sua parte. Traça-se claramente a linha de demarcação entre (1) a justiça e a injustiça, (2) a luz e as trevas, (3) Cristo e Satanás, (4) a fé e a incredulidade, (5) o templo de Deus e o templo dos ídolos.

Interessante meditação, em um tempo em que muito se transige acerca das possibilidades a serem consideradas para fins de evangelismo, ou até mesmo para atos de ajuda ao próximo, como se a separação do sacro e do profano não fossem necessárias ou, muito pior, que Deus precisasse das ferramentas do diabo para salvar ou sustentar Seus filhos.

[Tradução - Júlio Severo]

Europa será mais crível se estiver unida

O secretário-geral do Conselho das Conferências Episcopais da Europa, Pe. Duarte da Cunha, elogiou a proposta lançada ontem pelo Patriarca Bartolomeu I de criar um Organismo que reúna todas as Igrejas cristãs da Europa.

Em entrevista à Agência SIR, o sacerdote afirmou que as Igrejas cristãs do continente europeu "são chamadas a unirem-se, de acordo com o mandamento do Senhor de ‘que todos sejam um' (João 17,21), de modo a servirem melhor o homem contemporâneo, que é cada vez mais confrontado com uma multiplicidade de desafios complexos, incluindo éticos e sociais".

Para o padre português, a relação entre a consolidação da Europa e a formação de uma associação de Igrejas cristãs já tinha sido referida por João Paulo II, na Exortação Apostólica Ecclesia in Europa: "O fortalecimento da união no âmbito do continente europeu estimula os cristãos a cooperarem com todas as suas forças no processo de integração e de reconciliação através do diálogo teológico, espiritual, ético e social. De facto, na Europa a caminho para a unidade política, porventura podemos nós admitir que seja precisamente a Igreja de Cristo um factor de desunião e de discórdia? Não seria este um dos maiores escândalos do nosso tempo?" (n.º 119).

Se as Igrejas cristãs estiverem juntas, o seu testemunho na Europa, "enriquecido pela sua herança de fé, valores e experiências sociais, será mais credível e terá um maior impacto nas instituições europeias", concluiu o Pe. Duarte da Cunha.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Veja também "Bartolomeu I pede mais cooperação entre as igrejas":

"Cristãos, judeus e muçulmanos – disse ainda Bartolomeu I – se encontram há alguns anos em diálogo para a promoção da paz e da reconciliação. Todos buscam desesperadamente uma esperança. Por isso, nenhum retrocesso seria justificado. Pelo contrário, a colaboração de nossas Igrejas, mas também a cooperação com os responsáveis europeus, competentes em matéria política, econômica e social, é mais do que necessária, é um imperativo."

"Mali é sede de encontro interreligioso internarcional":

Líderes religiosos cristãos e muçulmanos de diversos países africanos reafirmaram, em especial, a importância do diálogo entre as duas crenças para estabelecer uma coexistência pacífica, marcada pela tolerância e pela solidariedade, pré-condições para o desenvolvimento econômico.

A segunda notícia estabelece bem a tônica das "uniões" temporais, como bem defendido pelo Prof. Sikberto Marks: no fundo a preocupação é ganhar mais dinheiro, o deus desse mundo.

OMS: gripe suína já matou mais de 700 no mundo

No último dia 6, um balando apontava que o vírus H1N1 havia causado a morte de 429 pessoas em todo o mundo. E o número subiu. Nesta terça-feira, 21, um porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que já são mais de 700 mortos devido à gripe suína.

A OMS alertou na última sexta que o vírus da gripe suína está se propagando internacionalmente a uma velocidade sem precedentes. Além disso, a organização comunicou que deixará de medir balanços sobre a evolução da pandemia no mundo.

Em comunicado, a OMS afirmou que “nas pandemias anteriores, os vírus gripais precisaram de mais de seis meses para se propagar tanto como aconteceu com o novo vírus A (H1N1) em menos de seis semanas”.

Mesmo assim, a OMS atentou para o “caráter benigno dos sintomas para a grande maioria dos pacientes que, em geral, se restabelecem, inclusive sem tratamento médico, uma semana depois da aparição dos primeiros sintomas”.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Veja também "Número de casos de gripe suína volta a aumentar no México".

No Brasil, onde até pouco tempo se alardeava total controle nesta questão, já se passou a tratar do equacionamento das mortes.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Pandemia de gripe pode durar dois meses e afetar até 67 milhões

A pandemia de gripe suína pode durar dois meses em grandes centros urbanos, segundo estudo do Ministério da Saúde que levou em conta contaminação por vírus como o Influenza A (H1N1).
...
Segundo o estudo, epidemias de influenza em grandes centros urbanos se caracterizam pelo início abrupto, atingem seu pico em duas ou três semanas e se prolongam até completar cinco a oito semanas. Isso significa que os números ainda vão piorar antes de melhorar.

A pandemia de gripe provocada pela nova variante do vírus A H1N1 poderá atingir entre 35 milhões e 67 milhões de brasileiros ao longo das próximas cinco a oito semanas. De 3 milhões a 16 milhões desenvolverão algum tipo de complicação a exigir tratamento médico e entre 205 mil e 4,4 milhões precisarão ser hospitalizados.

O estudo do governo trata de um modelo matemático estático criado por epidemiologistas com base no perfil de pandemias anteriores.

Por ser um esquema genérico e não um estudo específico para o atual vírus, são necessários alguns cuidados ao extrapolá-lo para o presente surto.

É possível que alguns dos pressupostos contidos no modelo não valham para o H1N1, cujos parâmetros de transmissão e morbidade ainda não são bem conhecidos, como explicou Eduardo Hage, diretor de vigilância epidemiológica da Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério.
...
Fonte - Folha

Nota DDP: Levando-se em consideração que esta epidemia tem se espalhado de forma quatro vezes mais rápida que as anteriores, utilizar modelos matemáticos já estabelecidos para fazer qualquer previsão parece no mínimo um contrasenso.

"Discoteca cristã" em Fátima

Proporcionar aos jovens uma "diversão santa" durante a noite é o objectivo da «Cristoteca», espaço de dança que não esquece a oração e a evangelização. A ideia, que foi concebida pela Aliança de Misericórdia, comunidade católica originária do Brasil, está a dar os primeiros passos em Portugal.

Para Carlos Marques, da Kerygma, esta iniciativa visa cativar os jovens para um convívio cristão, saudável, sem "bebidas, consumos e extravagancias que normalmente acontecem nas discotecas normais".

Em entrevista à Agência ECCLESIA, Vanessa Bueri, missionária brasileira da Aliança de Misericórdia (portugal@misericordia.com.br), referiu que o conceito pretende cortar com a visão "muito quadrada" que os jovens têm da Igreja.

À imagem do que acontece em todas as «Cristotecas», a que se vai realizar no próximo dia 18 de Julho, em Fátima, começará com a missa, às 20h00. A pista de dança, que abrirá uma hora mais tarde, será servida por «Cristodrinks», bebidas sem álcool. As entradas são gratuitas e não há consumo obrigatório.

Durante a noite, far-se-á a "evangelização corpo a corpo": "abordamos os jovens enquanto eles dançam e se divertem, para poder falar um pouco de Deus com eles", refere a missionária. Quem o desejar, poderá participar no dia seguinte num encontro espiritual e formativo promovido pela Comunidade Canção Nova.

O local onde decorrerá a iniciativa - Centro Pastoral Paulo VI - obriga ao seu encerramento à meia-noite e meia, correndo-se o risco de os jovens partirem para outras discotecas: "Ficamos tristes por terminar nesse horário e por não termos condições para continuar pela madrugada", à semelhança do que sucede no Brasil, em que o fecho não ocorre antes das 5 horas. Para Vanessa Bueri, é preciso proporcionar uma experiência de tal maneira intensa, que os jovens não tenham vontade de ir para outros espaços de diversão.

Para que este "trabalho de formiguinha" crie raízes, é preciso encontrar um local fixo, onde os jovens se possam dirigir todos os fins-de-semana, à semelhança do que acontece em S. Paulo.

Até lá, a «Cristoteca» realiza-se onde é possível. A 13 de Junho, o Café Cristão, no Seixal, recebeu perto de 90 pessoas, naquela que foi a primeira iniciativa na zona de Lisboa. "Os jovens gostaram bastante. Alguns, que nunca tinham frequentado a Igreja, ouviram o barulho e entraram, sem se aperceberem que era um local cristão; e lá dentro, falámos de Deus para eles", referiu Vanessa Bueri, que acrescentou: "nós sentimos que a «Cristoteca» tem a particularidade de ser uma rede que atiramos no meio do mar para poder pescar essas pessoas para Deus".

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Uma rede ou um laço? Deus aprova esses "métodos"? Qualquer semelhança não é mera coincidência, veja aqui e aqui.

Para saber mais sobre os eventuais contornos desta questão, do ponto de vista escatológico, veja '“Ser-me-eis santos, porque Eu, o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus” (Lv 20:26)'.

Índia vai emitir identidade biométrica para 1,2 bilhão

Maioria da população indiana não possui nenhum tipo de documento que prove a existência como cidadão

NOVA DÉLHI - O governo da Índia vai emitir documentos de identidade biométricos para os mais de 1,2 bilhão de cidadãos dos país, milhões dos quais vivem em áreas remotas do país e não possuem nenhum registro que prove sua existência. Segundo a edição do jornal britânico The Times, Nova Délhi anunciou recentemente a criação de um departamento de Estado com a missão de garantir um número exclusivo e armazenar eletronicamente detalhes pessoais de cada indiano.

Segundo o jornal, se o total de documentos que será emitido fosse empilhado, seria possível ir até o topo do monte Everest 150 vezes - 1.200 quilômetros. A Índia tem pelo menos 20 documentos de identificação para os indivíduos, incluindo certidão de nascimento, licença de motorista e cartões de alimentação. Nenhum deles é aceito universalmente e, no trânsito entre um Estado e outro, podem tornar um cidadão oficialmente invisível.

Espera-se que o sistema de identificação acabe com o vazio burocrático e ainda contribua na luta contra a corrupção. O documento pode ainda acabar sendo usado de modos controversos, como na identificação de imigrantes ilegais e no combate ao terrorismo. Um chip de computador será inserido em cada documento, com dados pessoais como a impressão da identidade ou da íris. Registros criminais ou de crédito também poderão ser inseridos.

O perigo, segundo especialistas, é que o banco de dados deve se tornar um alvo irresistível de ladrões de identidade, já que será um dos maiores já construídos no mundo. Outro desafio é como coletar informações de confiança. Somente 75 milhões de pessoas - menos de 7% da população - são registrados no imposto de renda. A lista de eleitores do país também é imprecisa, grande parte por conta da manipulação de políticos corruptos. Persuadir os mais de 60 departamentos do governo a cooperar com dos dados deve ser outro impasse.

O governo afirma que os primeiros documentos biométricos serão emitidos em 18 meses. Analistas afirmam que seria preciso pelo menos 4 anos para que o projeto alcance a maior parte da população.

Fonte - Estado


Nota DDP: Veja também "Celular vira cartão de crédito".

Estado do Espírito Santo mais uma vez discute o domingo

O pão quentinho do domingo de manhã está ameaçado. Nesta semana os sindicatos patronal e de trabalhadores da indústria da panificação do Espírito Santo colocaram a mão na massa e travam um duelo sobre a folga dominical. A população está apreensiva com o fechamento das padarias, semelhante ao que já acontece nos supermercados.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Panificação, Biscoitos e Massas Alimentícias do Espírito Santo (Sintramassas) Ari George de Siqueira as discussões acerca da folga aos domingos já começaram. No próximo dia 29 acontece uma reunião entre os trabalhadores e o sindicato patronal da categoria, o Sindipães.
...
Fonte - Gazeta Online


A polêmica em torno da abertura do comércio aos domingos continua. Desde janeiro, a população tem que se antecipar para fazer suas compras, pois os supermercados do Espírito Santo passam os domingos com as portas fechadas. Agora, é a vez das padarias decidirem se funcionam ou não neste dia.

Fonte - ES Hoje

Nota DDP: Veja também "A França aberta aos domingos".

sexta-feira, 17 de julho de 2009

"Como folhas de outono... " 14

Pastor Alejandro Bullón é peruano de nascimento e brasileiro de coração. Viaja pelo mundo, dirigindo cruzadas evangelísticas em igrejas, ginásios e estádios. É autor de 17 livros, alguns publicados em espanhol, inglês, português, francês e russo. É membro da União Brasileira de Escritores. Também é autor de centenas de artigos e colunas para jornais e revistas. Muito conhecido por ter sido apresentador do programa de televisão em português “Está Escrito”. É ouvido em mais de 200 emissoras de rádio e é visto na internet. Casado por 40 anos com Sara Orfilia, pai de José, Rubén, Samuel e Moacyr e avô de 5 netos.

Nesta série "As Revelações do Apocalipse", ele trata dos principais temas relacionados ao Livro do Apocalipse, em vinte e quatro lições imprescindíveis ao desenvolvimento da jornada cristã.

01) - Apocalipse, um livro aberto
02) - O Personagem central do Apocalipse
03) - O grande traidor desmascarado pelo Apocalipse
04) - As boas novas do Apocalipse
05) - As sete Igrejas: Sete cartas de Jesus e suas mensagens
06) - O Apocalipse diz que Jesus voltará
07) - Satanás acorrentado no fundo do abismo
08) - As promessas do Apocalipse
09) - Os sete selos do Apocalipse
10) - O selo de Deus no Apocalipse
11) - Porque se observa o domingo
12) - O Apocalipse revela o segredo da morte
13) - O Apocalipse fala de um Santuário no céu
14) - Chegou a hora do seu juízo
15) - A profecia que revela a hora do juízo
16) - O Apocalipse, visões e os Profetas
17) - Uma mulher vestida de sol
18) - A besta do Apocalipse 13 e o 666
19) - A marca da besta e a união das igrejas
20) - Quando o Deus de amor castiga
21) - O mistério de Babilônia, a grande meretriz
22) - Quem habitará na Santa Cidade
23) - As duas testemunhas de luto e as mensagens dos 3 anjos
24) - O soar da sétima trombeta

Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

FAQ

Outras programações:
- Com o Pr. Bullón, o mesmo tema em vídeo pode ser acessado aqui.
- Séries "Como folhas de outono..."

"Gripe suína" se propaga a velocidade sem precedentes, diz OMS

GENEBRA - A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira que a "gripe suína" se propaga a uma "velocidade sem precedentes".

Em comunicado, a organização afirmou que "nas pandemias anteriores, os vírus gripais precisaram de mais de seis meses para se propagar tanto quanto o novo vírus A (H1N1) se propagou em menos de seis semanas".

Nesse sentido, afirmou que, em muitos países com transmissão sustentada do vírus, está sendo "extremamente difícil, se não impossível", confirmar cada caso mediante exames de laboratório.

Agora, a OMS considera que contabilizar os casos individuais não é mais necessário para que os países com grande quantidade de infectados possam avaliar o nível de risco do novo vírus e determinar as medidas apropriadas.

Por essa razão, a organização afirmou que não divulgará mais relatórios sobre o número global de casos confirmados de gripe suína por países, mas informará regularmente quando novos países forem atingidos.

A organização continuará pedindo que esses países informem sobre os primeiros casos que forem verificados e que, na medida do possível, forneçam dados semanais e uma descrição epidemiológica dos pacientes.

Embora os especialistas da OMS tenham insistido que a pandemia se caracteriza, até agora, por sintomas leves na grande maioria de casos, eles destacaram que é preciso manter sob vigilância os grupos nos quais apareçam casos mais graves ou fatais. Do mesmo modo, aconselhou que se continue observando qualquer mudança no modo de contágio.

Fonte - Último Segundo
Related Posts with Thumbnails