VOCÊ SABIA QUE...
Imediatamente antes do retorno de Cristo será formado, em âmbito global, um poder totalitário baseado no coletivismo, o qual vai oprimir as consciências individuais e restringir as liberdades civis?
“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”. Apocalipse 13:16 e 17
OS FATOS:
1. Depois do 11 de Setembro, sob o pretexto de combater o terrorismo, os Estados Unidos decretaram a Lei Patriótica, que reduz perigosamente as liberdades individuais. A partir de então, os cidadãos podiam ter suas ligações telefônicas monitoradas sendo até mesmo desnecessária uma ordem judicial.
2. Em nome do combate à violência urbana, o Brasil também tem sugerido caminhos perigosos para as liberdades civis. Exemplo disto aconteceu logo após os ataques do PCC, no mês de maio, quando um intelectual acadêmico sugeriu que o presidente do Brasil decretasse o Estado de Defesa. Para saber mais as implicações do Estado de Defesa, clique aqui.
3. Na última quinta-feira (10/08), a atenção da mídia no mundo se voltou para a cidade de Londres, onde a polícia disse ter evitado um grande ataque terrorista. Os aeroportos foram fechados, os vôos cancelados, causando muita dor de cabeça para os passageiros. A polícia britânica afirmou ter provas da intenção dos terroristas de usar explosivos líquidos para derrubar os aviões com destino aos Estados Unidos. Medidas de segurança foram tomadas. E a cena que mais chamou a atenção foi a que mostra os passageiros obrigados a abrir suas bagagens para inspeção e tendo que descartar todas as embalagens contendo líquidos ou gel. (Confira aqui, aqui e aqui.)
4. Ainda sobre o incidente em Londres, o jornal Folha de S. Paulo, de 11 de agosto de 2006, publicou entrevista com um especialista em “terrorismo e contraterrorismo” da Universidade de Columbia, em Nova York. Perguntado sobre qual a saída para evitar ataques terroristas, sua resposta foi enfática: uso de “espionagens que violam as liberdades civis”.
5. Um exemplo atual de alguém que colocou as convicções pessoais (consciência) acima do consenso coletivo pode ser encontrado na guerra entre Israel e o Líbano, iniciada em 12 de julho passado. O capitão Amir Pasteur, 32 anos, do exército de Israel, recusou-se a participar dos ataques ao Líbano pelo fato de os militares israelenses estarem atacando também os cidadãos civis. “Participar dessa guerra vai contra os valores com os quais fui criado”, justificou o capitão. Além de interromper o doutorado que estava fazendo, também ficará preso por 28 dias, como conseqüência da escolha que fez (Jornal do Brasil, 13 de agosto de 2006).
“Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” Apocalipse 2:10
http://minutoprofetico.blogspot.com/2006/08/poder-opressivo.html
quarta-feira, 6 de setembro de 2006
Controle mundial
VOCÊ SABIA QUE...
Antes de impor a marca da besta, o poder opressor desenvolverá meios de controlar os hábitos de vida da população?
“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.” Apocalipse 13:16 e 17
Ninguém constrói uma casa de uma só vez. O projeto escolhido sempre é executado em etapas. Primeiro o alicerce, depois as paredes, o telhado... Assim, também, a Babilônia do Apocalipse – aquele poder opressor que vai restringir as liberdades civis e impor a marca da besta – executará seu diabólico plano em etapas pré-definidas, calma e eficientemente, até atingir o acabamento final.
OS FATOS:
1. O primeiro passo para conseguir o controle total dos hábitos de vida das pessoas seria desenvolver uma tecnologia para armazenamento e identificação eletrônica de dados, e, com ela, o possível rastreamento de objetos, de animais e até mesmo de pessoas.
2. Em seguida, após comprovar os “benefícios” dessa nova tecnologia, deve-se estimular o seu uso para múltiplas finalidades:
a) Ajudar na localização de animais domésticos perdidos.
b) Melhorar a qualidade e a segurança dos produtos de origem animal: até o fim de 2007, todo o gado do Brasil estará usando um microchip, de acordo com o Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (SISBOV).
c) Substituir o uso de dinheiro em estabelecimentos comerciais.
d) Facilitar o atendimento médico para determinados pacientes.
e) Controlar o acesso de pessoas a áreas de segurança.
f) Facilitar a arrecadação do dízimo e das ofertas em igrejas.
g) Monitorar a entrada e saída de imigrantes nos Estados Unidos.
h) Monitorar os condenados em regime de liberdade condicional.
i) Para combater o roubo de carros e a inadimplência do IPVA, o governo brasileiro adotará o uso de microchips em toda a frota nacional de veículos.
j) Criar certas “facilidades” no dia-a-dia das pessoas.
3. E, finalmente, usar o “medo” como arma para persuadir aqueles mais resistentes ao uso do microchip implantável. Na Inglaterra, em 2002, houve uma onda “misteriosa” de crianças seqüestradas , e os pais apavorados disseram estar dispostos até mesmo a colocar um microchip em seus filhos para prevenir seqüestros. Depois dos incidentes com as crianças seqüestradas, um especialista em cibernética veio a público apresentar a solução ideal para os pais aflitos. Imagine qual foi...
Embora o microchip implantado não seja a “marca da besta” em si, pode-se afirmar que a popularização do seu uso está contribuindo em grande medida para criar as condições necessárias para o controle dos hábitos e costumes da população mundial.
“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos.” Romanos 13:11.
http://minutoprofetico.blogspot.com/2006/08/controle-mundial.html
Antes de impor a marca da besta, o poder opressor desenvolverá meios de controlar os hábitos de vida da população?
“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome.” Apocalipse 13:16 e 17
Ninguém constrói uma casa de uma só vez. O projeto escolhido sempre é executado em etapas. Primeiro o alicerce, depois as paredes, o telhado... Assim, também, a Babilônia do Apocalipse – aquele poder opressor que vai restringir as liberdades civis e impor a marca da besta – executará seu diabólico plano em etapas pré-definidas, calma e eficientemente, até atingir o acabamento final.
OS FATOS:
1. O primeiro passo para conseguir o controle total dos hábitos de vida das pessoas seria desenvolver uma tecnologia para armazenamento e identificação eletrônica de dados, e, com ela, o possível rastreamento de objetos, de animais e até mesmo de pessoas.
2. Em seguida, após comprovar os “benefícios” dessa nova tecnologia, deve-se estimular o seu uso para múltiplas finalidades:
a) Ajudar na localização de animais domésticos perdidos.
b) Melhorar a qualidade e a segurança dos produtos de origem animal: até o fim de 2007, todo o gado do Brasil estará usando um microchip, de acordo com o Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (SISBOV).
c) Substituir o uso de dinheiro em estabelecimentos comerciais.
d) Facilitar o atendimento médico para determinados pacientes.
e) Controlar o acesso de pessoas a áreas de segurança.
f) Facilitar a arrecadação do dízimo e das ofertas em igrejas.
g) Monitorar a entrada e saída de imigrantes nos Estados Unidos.
h) Monitorar os condenados em regime de liberdade condicional.
i) Para combater o roubo de carros e a inadimplência do IPVA, o governo brasileiro adotará o uso de microchips em toda a frota nacional de veículos.
j) Criar certas “facilidades” no dia-a-dia das pessoas.
3. E, finalmente, usar o “medo” como arma para persuadir aqueles mais resistentes ao uso do microchip implantável. Na Inglaterra, em 2002, houve uma onda “misteriosa” de crianças seqüestradas , e os pais apavorados disseram estar dispostos até mesmo a colocar um microchip em seus filhos para prevenir seqüestros. Depois dos incidentes com as crianças seqüestradas, um especialista em cibernética veio a público apresentar a solução ideal para os pais aflitos. Imagine qual foi...
Embora o microchip implantado não seja a “marca da besta” em si, pode-se afirmar que a popularização do seu uso está contribuindo em grande medida para criar as condições necessárias para o controle dos hábitos e costumes da população mundial.
“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos.” Romanos 13:11.
http://minutoprofetico.blogspot.com/2006/08/controle-mundial.html
O profético mundo novo
A revista Veja desta semana (6/09) traz como matéria de capa uma análise das 50 principais mudanças ocorridas no mundo após os atentados terroristas que levaram abaixo as Torres Gêmeas, nos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, e inauguraram a guerra contra o terror.
Quero destacar aqui algumas dessas mudanças que parecem ter relação mais direta com o panorama profético pintado pela Bíblia e que aponta para a breve volta de Cristo.
Os autores da reportagem, Diogo Schelp e Isabela Boscov, afirmam que “os Estados Unidos assumiram um papel que já vinham desempenhando com timidez durante a década de 90, nos anos que se seguiram ao fim da Guerra Fria: o de potência imperial, imbuída da missão de levar estabilidade ao mundo”. Exatamente como havia sido anunciado na profecia de Apocalipse 13 (que descreve, entre outras coisas, o papel hegemônico e dominador da segunda besta).
“Para impedir novos ataques terroristas”, prossegue a matéria, “governos e empresas resolveram colocar em prática medidas de segurança que têm como efeito colateral reduzir a liberdade e a privacidade dos cidadãos. Nos Estados Unidos, os agentes de inteligência podem grampear ligações telefônicas, vasculhar e-mails e inspecionar extratos bancários sem precisar de indícios consistentes de que a pessoa investigada é suspeita. Na Inglaterra, a lei foi alterada para que a polícia possa manter possíveis terroristas presos por 28 dias, sem provas.” Isso também já estava anunciado no Apocalipse.
Note outras conseqüências:
Os gastos militares voltam aos tempos da Guerra Fria
O orçamento de defesa americano bateu perto de 440 bilhões de dólares. É mais que nos tempos da URSS
Nem na Guerra Fria os gastos americanos foram tão grandes quanto nesta era de combate ao terror. O orçamento reservado para o Departamento de Defesa em 2007 é de 439 bilhões de dólares, 48% mais do que em 2001. Com outros itens embutidos na legislação, ele pode somar 580 bilhões. Esses gastos se voltam para a tecnologia: o número de soldados americanos é hoje um terço menor do que uma década atrás.
Religião na trincheira
Matar e morrer em nome de Deus virou lugar-comum
A moda macabra do mártir muçulmano ganhou impulso em 1982, quando um membro da milícia Hezbollah matou 75 pessoas num ataque suicida a um prédio do Exército israelense. Calcula-se que apenas o Hezbollah tenha gerado 1.200 mártires entre 1982 e 1998, e hoje também mulheres e crianças se suicidam – sempre com a idéia de lutar por Alá e chegar ao paraíso.
A banalização da morte violenta
O número de mortos em ataques terroristas aumentou cerca de 1.000% em relação à década passada
Em 2005, o terror fez 8.359 vítimas, dez vezes mais que a média da década de 90. Essa escalada enterra a esperança de um período de relativa paz no mundo, que o fim da Guerra Fria parecia prometer.
O medo vem pelo correio
Cartas com anthrax fizeram com que o modo de manipular correspondências mudasse no mundo inteiro
No ataque bioterrorista mais conhecido, cartas com o bacilo provocaram cinco mortes nos Estados Unidos, após o 11 de Setembro. No Brasil, funcionários dos Correios usam luvas para manusear a correspondência.
Os chips contra o terror
Até 2010, todos os países deverão adotar documentos de viagem com leitura digital
Vigiar a entrada e a saída de pessoas tornou-se prioritário para a segurança nacional. Em quarenta países, os passaportes já ganharam um chip para evitar falsificações. Até 2010, todos os países deverão ter documentos com leitura digital. (Leia mais aqui.)
O Big Brother aconteceu
Câmeras seguem os passos dos cidadãos e identificam ações suspeitas
Em todo o mundo, equipamentos de vigilância foram instalados em locais de grande concentração de pessoas. No metrô londrino, palco de um atentado que fez 56 vítimas em 2005, 6 mil câmeras vigiam os transeuntes.
Ressurge o “cavaleiro solitário”
Os Estados Unidos passaram a ignorar acintosamente as Nações Unidas e a agir unilateralmente
Há muito considerada um fórum irrelevante para lidar com as tensões surgidas no palco internacional, a ONU ainda não se recuperou do baque de os Estados Unidos decidirem invadir o Iraque em 2003, mesmo sem contar com autorização formal do organismo.
Os EUA se assumiram como império
Da esquerda à direita, os americanos perderam a relutância em aceitar o rótulo
Colosso militar e tecnológico, os Estados Unidos sempre hesitaram em se definir como império. A presença prolongada de forças americanas no Afeganistão e no Iraque fez com que a maioria dos americanos reconhecesse esse papel – ainda que para deplorá-lo. (Leia mais aqui.)
O campeão das liberdades as cerceia
O governo americano ampliou os poderes para vigiar, investigar e prender cidadãos
Os direitos individuais nos Estados Unidos, país cuja Constituição é um dos pilares da democracia moderna, sofreram um duro golpe com a aprovação do Patriot Act, em 2001. O pacote de leis permite ao governo monitorar conversas telefônicas de suspeitos de terrorismo sem necessidade de autorização judicial. Também permite manter estrangeiros presos por até sete dias sem acusação formal.
Nota: Do ponto de vista puramente histórico e político, esse pode ser mesmo um mundo novo, imerso no medo e na corrosão das liberdades individuais. Mas no panorama profético, é tão-somente mais uma evidência de que o que a Bíblia vem anunciando há milênios é a mais pura verdade. E Jesus logo vai voltar!
Fonte - Blog do Michelson Borges
Quero destacar aqui algumas dessas mudanças que parecem ter relação mais direta com o panorama profético pintado pela Bíblia e que aponta para a breve volta de Cristo.
Os autores da reportagem, Diogo Schelp e Isabela Boscov, afirmam que “os Estados Unidos assumiram um papel que já vinham desempenhando com timidez durante a década de 90, nos anos que se seguiram ao fim da Guerra Fria: o de potência imperial, imbuída da missão de levar estabilidade ao mundo”. Exatamente como havia sido anunciado na profecia de Apocalipse 13 (que descreve, entre outras coisas, o papel hegemônico e dominador da segunda besta).
“Para impedir novos ataques terroristas”, prossegue a matéria, “governos e empresas resolveram colocar em prática medidas de segurança que têm como efeito colateral reduzir a liberdade e a privacidade dos cidadãos. Nos Estados Unidos, os agentes de inteligência podem grampear ligações telefônicas, vasculhar e-mails e inspecionar extratos bancários sem precisar de indícios consistentes de que a pessoa investigada é suspeita. Na Inglaterra, a lei foi alterada para que a polícia possa manter possíveis terroristas presos por 28 dias, sem provas.” Isso também já estava anunciado no Apocalipse.
Note outras conseqüências:
Os gastos militares voltam aos tempos da Guerra Fria
O orçamento de defesa americano bateu perto de 440 bilhões de dólares. É mais que nos tempos da URSS
Nem na Guerra Fria os gastos americanos foram tão grandes quanto nesta era de combate ao terror. O orçamento reservado para o Departamento de Defesa em 2007 é de 439 bilhões de dólares, 48% mais do que em 2001. Com outros itens embutidos na legislação, ele pode somar 580 bilhões. Esses gastos se voltam para a tecnologia: o número de soldados americanos é hoje um terço menor do que uma década atrás.
Religião na trincheira
Matar e morrer em nome de Deus virou lugar-comum
A moda macabra do mártir muçulmano ganhou impulso em 1982, quando um membro da milícia Hezbollah matou 75 pessoas num ataque suicida a um prédio do Exército israelense. Calcula-se que apenas o Hezbollah tenha gerado 1.200 mártires entre 1982 e 1998, e hoje também mulheres e crianças se suicidam – sempre com a idéia de lutar por Alá e chegar ao paraíso.
A banalização da morte violenta
O número de mortos em ataques terroristas aumentou cerca de 1.000% em relação à década passada
Em 2005, o terror fez 8.359 vítimas, dez vezes mais que a média da década de 90. Essa escalada enterra a esperança de um período de relativa paz no mundo, que o fim da Guerra Fria parecia prometer.
O medo vem pelo correio
Cartas com anthrax fizeram com que o modo de manipular correspondências mudasse no mundo inteiro
No ataque bioterrorista mais conhecido, cartas com o bacilo provocaram cinco mortes nos Estados Unidos, após o 11 de Setembro. No Brasil, funcionários dos Correios usam luvas para manusear a correspondência.
Os chips contra o terror
Até 2010, todos os países deverão adotar documentos de viagem com leitura digital
Vigiar a entrada e a saída de pessoas tornou-se prioritário para a segurança nacional. Em quarenta países, os passaportes já ganharam um chip para evitar falsificações. Até 2010, todos os países deverão ter documentos com leitura digital. (Leia mais aqui.)
O Big Brother aconteceu
Câmeras seguem os passos dos cidadãos e identificam ações suspeitas
Em todo o mundo, equipamentos de vigilância foram instalados em locais de grande concentração de pessoas. No metrô londrino, palco de um atentado que fez 56 vítimas em 2005, 6 mil câmeras vigiam os transeuntes.
Ressurge o “cavaleiro solitário”
Os Estados Unidos passaram a ignorar acintosamente as Nações Unidas e a agir unilateralmente
Há muito considerada um fórum irrelevante para lidar com as tensões surgidas no palco internacional, a ONU ainda não se recuperou do baque de os Estados Unidos decidirem invadir o Iraque em 2003, mesmo sem contar com autorização formal do organismo.
Os EUA se assumiram como império
Da esquerda à direita, os americanos perderam a relutância em aceitar o rótulo
Colosso militar e tecnológico, os Estados Unidos sempre hesitaram em se definir como império. A presença prolongada de forças americanas no Afeganistão e no Iraque fez com que a maioria dos americanos reconhecesse esse papel – ainda que para deplorá-lo. (Leia mais aqui.)
O campeão das liberdades as cerceia
O governo americano ampliou os poderes para vigiar, investigar e prender cidadãos
Os direitos individuais nos Estados Unidos, país cuja Constituição é um dos pilares da democracia moderna, sofreram um duro golpe com a aprovação do Patriot Act, em 2001. O pacote de leis permite ao governo monitorar conversas telefônicas de suspeitos de terrorismo sem necessidade de autorização judicial. Também permite manter estrangeiros presos por até sete dias sem acusação formal.
Nota: Do ponto de vista puramente histórico e político, esse pode ser mesmo um mundo novo, imerso no medo e na corrosão das liberdades individuais. Mas no panorama profético, é tão-somente mais uma evidência de que o que a Bíblia vem anunciando há milênios é a mais pura verdade. E Jesus logo vai voltar!
Fonte - Blog do Michelson Borges
Lutero
Lutero disse, “Temos, outrossim, a resposta a esta pergunta, 'O que é o Papa?' Concluímos que 'o Papa é o ANTICRISTO'. A despeito disso, portanto, resta um renitente e último tema de inquirição… Porque a chama em meu espírito tem acendido em face disso? É que sob (eu creio) a direção divina, eu tenho ateado fogo em todas as ordenações do Papa, ainda que seja do ‘mui sagrado Pai em Cristo', do seu ‘vice-deus na terra', e tenho as queimado como sendo os dogmas do ANTICRISTO” ( Martin Luther, The Pope Confounded and His Kingdom Exposed or Revelation Of Antichrist , Traduzido pelo Rev. Henry Cole , originalmente escrito em 1521).
Fonte - Apuritans Minds
Fonte - Apuritans Minds
Os 1260 dias
Entendemos que não aconteceu "há" 1260 anos, mas "por" 1260.
De 538 dC a 1798 dC.
Os textos:
Daniel 7:25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.
Um tempo = 1 ano
Um tempo + Dois Tempos + ½ Um tempo = 3 ½ Tempos = 3,5 anos
Um ano = 360 dias x 3,5 = 1260 dias
Apocalipse 13:5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses;
42 Meses x 30 dias = 1260 dias
Apocalipse 12:6 A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias.
Pediria mais uma vez que lesse o site judeu q indiquei, que em parte defende o q foi alegado aqui. Indico este para não dizerem que estou citando fontes ligadas ao meu credo.
Princípio dia/ano:
Números 14:34 Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos e tereis experiência do meu desagrado.
Ezequiel 4:7 Quarenta dias te dei, cada dia por um ano. Voltarás, pois, o rosto para o cerco de Jerusalém, com o teu braço descoberto, e profetizarás contra ela.
Sobre o período de 538 a 1798:
A perseguição aos santos
Durante os 1260 anos de perseguição, a bíblia relata que os santos estavam protegidos por D-us no deserto (Ap 12:6). A seguir, veja o relato da Inquisição pela igreja católica, descrita na Enciclopédia Barsa
“O processo era sumário.
Mulheres, crianças e escravos eram admitidos como testemunhas de acusação, mas não de defesa...
Considerava o crime de judaísmo acender velas ou usar toalhas limpas no começo do sábado, abster-se de comer carne de porco ou peixe sem escamas e jejuar no Dia do Perdão (Yom Kipur) ou da rainha Éster.
O tribunal acolhia denúncias de quem quer que fosse, mesmo feitas por carta anônima, Depois de preso, o réu era submetido a longos interrogatórios, não lhe sendo comunicado o motivo da prisão, nem o crime de que o acusavam ou o nome do denunciante. O advogado de defesa era nomeado pelo Santo Ofício.
Os réus que se declaravam culpados eram “reconciliados” com a igreja...
Os réus acusados de crimes mais graves... eram entregues ao “braço secular” para a execução da pena capital, em geral na fogueira.
O papa Inocênio IV autorizou o uso da tortura quando se duvidasse da veracidade da declaração dos acusados.
A perseguição durou de 538 até 1798, quando tem fim o domínio papal.
http://www.yerushalaim.com.br/estudos/estudosVer.php?id=16
De 538 dC a 1798 dC.
Os textos:
Daniel 7:25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.
Um tempo = 1 ano
Um tempo + Dois Tempos + ½ Um tempo = 3 ½ Tempos = 3,5 anos
Um ano = 360 dias x 3,5 = 1260 dias
Apocalipse 13:5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses;
42 Meses x 30 dias = 1260 dias
Apocalipse 12:6 A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias.
Pediria mais uma vez que lesse o site judeu q indiquei, que em parte defende o q foi alegado aqui. Indico este para não dizerem que estou citando fontes ligadas ao meu credo.
Princípio dia/ano:
Números 14:34 Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos e tereis experiência do meu desagrado.
Ezequiel 4:7 Quarenta dias te dei, cada dia por um ano. Voltarás, pois, o rosto para o cerco de Jerusalém, com o teu braço descoberto, e profetizarás contra ela.
Sobre o período de 538 a 1798:
A perseguição aos santos
Durante os 1260 anos de perseguição, a bíblia relata que os santos estavam protegidos por D-us no deserto (Ap 12:6). A seguir, veja o relato da Inquisição pela igreja católica, descrita na Enciclopédia Barsa
“O processo era sumário.
Mulheres, crianças e escravos eram admitidos como testemunhas de acusação, mas não de defesa...
Considerava o crime de judaísmo acender velas ou usar toalhas limpas no começo do sábado, abster-se de comer carne de porco ou peixe sem escamas e jejuar no Dia do Perdão (Yom Kipur) ou da rainha Éster.
O tribunal acolhia denúncias de quem quer que fosse, mesmo feitas por carta anônima, Depois de preso, o réu era submetido a longos interrogatórios, não lhe sendo comunicado o motivo da prisão, nem o crime de que o acusavam ou o nome do denunciante. O advogado de defesa era nomeado pelo Santo Ofício.
Os réus que se declaravam culpados eram “reconciliados” com a igreja...
Os réus acusados de crimes mais graves... eram entregues ao “braço secular” para a execução da pena capital, em geral na fogueira.
O papa Inocênio IV autorizou o uso da tortura quando se duvidasse da veracidade da declaração dos acusados.
A perseguição durou de 538 até 1798, quando tem fim o domínio papal.
http://www.yerushalaim.com.br/estudos/estudosVer.php?id=16
O selo
A besta é o império romano pagão. O sinal da besta pode ser qualquer ensino religioso que se originou dentro do paganismo. Por exemplo, destacamos dois princípios que honram ao deus-sol Ninrode ou seu filho Tammuz:
a) O die-solis, “domingo”, que o relembra semanalmente.
b) o “natal”, em 25 de dezembro, festival de inverno do hemisfério norte que celebrava as saturnais de Roma em honra ao nasci-mento do deus-sol invencível.
http://www.yerushalaim.com.br/estudos/estudosVer.php?id=21
a) O die-solis, “domingo”, que o relembra semanalmente.
b) o “natal”, em 25 de dezembro, festival de inverno do hemisfério norte que celebrava as saturnais de Roma em honra ao nasci-mento do deus-sol invencível.
http://www.yerushalaim.com.br/estudos/estudosVer.php?id=21
Lutero, Calvino...
2. Um segundo ponto de vista admitiu que o Anticristo deve realmente aparecer em uma forma concreta, mas identificou esta forma concreta com o sistema do Papado. Lutero, Calvino, Zwingli, Melanchthon, Bucer, Beza, Calixtus, Bengel, Michaelis, e quase todos os escritores protestantes do Continente são citados como suportando este ponto de vista; o mesmo pode ser dito dos teólogos ingleses Cranmer, Latimer, Ridley, Hooper, Hutchinson, Tyndale, Sandys, Philpot, Jewell, Rogers, Fulke, Bradford, King James, e Andrewes. Bramhall introduziu qualificações na teoria, e após isso sua ascendência começou a se desvanecer entre os escritores ingleses. Nem se deve supor que a teoria Papa-Anticristo foi mantida por todos protestantes do mesmo modo; o Falso Profeta ou segunda Besta do Apocalipse são identificados com o Anticristo e o Papado por Aretius, Foxe, Napier Mede, Jurieu, Cunninghame, Faber, Woodhouse, e Habershon; a primeira Besta do Apocalipse tem esta posição na opinião de Marlorat, King James, Daubuz, e Galloway; ambas as Bestas são assim identificadas por Brightman, Pareus, Vitringa, Gill, Bachmair, Fraser, Croly, Fysh, e Elliott.
Fonte - Portal Anjo
Fonte - Portal Anjo
Frei Edward Daschbach
Edward Daschbach, um sacerdote católico, explica que tomar a Bíblia literalmente exigiria admitir que a mulher que se assenta sobre a besta em Apocalipse 17 é a Igreja Católica Romana! Ele escreve: (Dave Hunt)
A Igreja, portanto, não aceita... a interpretação literal dos primeiros capítulos do livro de Gênesis... Quando os que advogam o criacionismo aplicam suas ferramentas fundamentalistas a este último livro [Apocalipse], a Igreja muitas vezes se torna alvo de veementes ataques.(2)
2. Frei Edward Daschbach, S.V.D., "Catholics and Creationism", Visitor (21 de outubro de 1984), 3.
http://www.chamada.com.br/mensagens/evolucao.html
A Igreja, portanto, não aceita... a interpretação literal dos primeiros capítulos do livro de Gênesis... Quando os que advogam o criacionismo aplicam suas ferramentas fundamentalistas a este último livro [Apocalipse], a Igreja muitas vezes se torna alvo de veementes ataques.(2)
2. Frei Edward Daschbach, S.V.D., "Catholics and Creationism", Visitor (21 de outubro de 1984), 3.
http://www.chamada.com.br/mensagens/evolucao.html
Os Metodistas se unem à Declaração católico-luterana sobre a Doutrina da Justificação
ZENIT - O mundo visto de Roma
Código: ZP06072810
Data de publicação: 2006-07-28
Os Metodistas se unem à Declaração católico-luterana sobre a Doutrina da Justificação
SEUL, sexta-feira, 28 de julho de 2006 (ZENIT.org).- A Conferência Metodista Mundial, celebrada na Coréia do Sul, de 20 a 24 de julho, aderiu à Declaração conjunta sobre a Doutrina da Justificação Justificação, assinada em 1999 pela Igreja católica e a Federação Luterana Mundial.
O cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, que participou da Conferência, declarou que este gesto constitui «um dom de Deus» e «um dos principais êxitos do diálogo ecumênico», segundo a «Radio Vaticana».
Com esta declaração se supera um dos motivos teológicos de divisão que deram origem ao movimento da Reforma, promovido por Martinho Lutero.
Segundo o reverendo George H. Freeman, secretario do Conselho Metodista Mundial, o acordo «abre as portas à novas relações ecumênicas».
A Federação Luterana Mundial também manifestou seu apreço. Seu secretário geral, o doutor Ishmael Noko, desejou que outras comunidades cristãs, como as Igrejas reformadas, a Igreja anglicana ou a própria Igreja ortodoxa, possam chegar a esta posição comum.
No final do ano passado, ao receber uma delegação do Conselho Metodista Mundial –encabeçada por seu presidente, o bispo Sunday Mbang da Nigéria–, Bento XVI afirmou: «No Caso do Conselho Metodista Mundial expressar sua intenção de associar-se à Declaração Conjunta, contribuiria à reconciliação que desejamos ardentemente e seria um passo significativo à meta da plena e visível unidade na fé», apontou Bento XVI ao encontrar-se com a delegação do Conselho Metodista Mundial (Zenit, 9 de dezembro de 2005).
O movimento metodista, de caráter evangélico, herdeiro da Reforma protestante do século XVI se originou na Inglaterra do século XVIII como um movimento de renovação espiritual, missionário e social. Hoje está presente em cerca de cem países.
http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=93264
Código: ZP06072810
Data de publicação: 2006-07-28
Os Metodistas se unem à Declaração católico-luterana sobre a Doutrina da Justificação
SEUL, sexta-feira, 28 de julho de 2006 (ZENIT.org).- A Conferência Metodista Mundial, celebrada na Coréia do Sul, de 20 a 24 de julho, aderiu à Declaração conjunta sobre a Doutrina da Justificação Justificação, assinada em 1999 pela Igreja católica e a Federação Luterana Mundial.
O cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, que participou da Conferência, declarou que este gesto constitui «um dom de Deus» e «um dos principais êxitos do diálogo ecumênico», segundo a «Radio Vaticana».
Com esta declaração se supera um dos motivos teológicos de divisão que deram origem ao movimento da Reforma, promovido por Martinho Lutero.
Segundo o reverendo George H. Freeman, secretario do Conselho Metodista Mundial, o acordo «abre as portas à novas relações ecumênicas».
A Federação Luterana Mundial também manifestou seu apreço. Seu secretário geral, o doutor Ishmael Noko, desejou que outras comunidades cristãs, como as Igrejas reformadas, a Igreja anglicana ou a própria Igreja ortodoxa, possam chegar a esta posição comum.
No final do ano passado, ao receber uma delegação do Conselho Metodista Mundial –encabeçada por seu presidente, o bispo Sunday Mbang da Nigéria–, Bento XVI afirmou: «No Caso do Conselho Metodista Mundial expressar sua intenção de associar-se à Declaração Conjunta, contribuiria à reconciliação que desejamos ardentemente e seria um passo significativo à meta da plena e visível unidade na fé», apontou Bento XVI ao encontrar-se com a delegação do Conselho Metodista Mundial (Zenit, 9 de dezembro de 2005).
O movimento metodista, de caráter evangélico, herdeiro da Reforma protestante do século XVI se originou na Inglaterra do século XVIII como um movimento de renovação espiritual, missionário e social. Hoje está presente em cerca de cem países.
http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=93264
Eqüidade nas relações comerciais entre países é urgente, recorda Santa Sé ao G8
ZENIT - O mundo visto de Roma
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Código: ZP06071409
Data de publicação: 2006-07-14
Eqüidade nas relações comerciais entre países é urgente, recorda Santa Sé ao G8
Comunicado do Conselho Pontifício Justiça e Paz
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de julho de 2006 (ZENIT.org).- O Conselho Pontifício Justiça e Paz faz um chamado de atenção às grandes potências --que estão prestes a se reunir em São Petersburgo-- para que se comprometam na plena participação de todos os Estados nas negociações comerciais.
Assim se desprende do comunicado do dicastério -- difundido nesta sexta-feira -- sobre os resultados da Reunião Miniministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), celebrada em Doha (Qatar) em 29 e 30 de junho.
O documento é assinado pelo cardeal Renato Martino e pelo bispo Giampaolo Crepaldi, respectivamente presidente e secretário desse dicastério.
O texto -- do qual se faz eco o VIS («Vatican Information Service») -- lamenta que a reunião tenha concluído deixando as questões principais em suspenso, um fato que contrasta com «a intensidade do compromisso demonstrado pelos negociadores e o pessoal da OMC, de concluir Doha com um acordo geral».
O Conselho Pontifício Justiça e Paz reconhece a complexidade desse compromisso «devido à dificuldade objetiva de mediar entre tantos Estados com interesses e expectativas diferentes», mas também as esperanças que encerram, pelas quais manifesta seu apreço.
O tema principal de Doha, «a eqüidade nas relações comerciais», foi e continua sendo «uma preocupação principal da Santa Sé», lê-se no documento, que cita as palavras de Paulo VI, que em sua Encíclica «Populorum progressio» afirmou: «O comércio livre pode chamar-se justo só quando obedece às exigências da justiça social».
O documento sublinha a necessidade de regressar ao espírito que inspirou a Ronda de Doha há cinco anos, quando se chegou a uma declaração conjunta «sobre o desenvolvimento e o alívio da pobreza e ao compromisso específico de melhorar a participação eficaz dos países menos desenvolvidos no sistema comercial multilateral».
«As semanas que os negociadores têm agora para alcançar um acordo frente à conclusão positiva e eficaz da Ronda são uma oportunidade única», observa o dicastério.
E manifesta a esperança de que a próxima reunião do G8 que se celebrará em São Petersburgo «desemboque nas decisões políticas necessárias para transformar os pontos técnicos em pontos operativos».
«A urgência particular desta tarefa não pode ser encarada superficialmente, sobretudo levando em conta as sérias repercussões das relações comerciais dos seres humanos e sua dignidade. Por isso, nas negociações comerciais devem considerar sempre o impacto que provocam na família humana», alerta.
De 15 a 17 de julho, a cidade russa de São Petersburgo acolherá a reunião dos chefes de Estado e de Governo do G8, o grupo dos oito países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Itália, França, Reino Unido, Japão e Rússia.
Está prevista a apresentação de uma mensagem conjunta de cristãos, muçulmanos, judeus, budistas, hinduístas e xintoístas, destinada especialmente aos integrantes do G8 -- mas também para todos os crentes --, fruto dos trabalhos que a Reunião Mundial de Líderes Religiosos -- de cinqüenta países -- realizou a semana passada em Moscou (Zenit, 6 de julho de 2006).
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Código: ZP06071409
Data de publicação: 2006-07-14
Eqüidade nas relações comerciais entre países é urgente, recorda Santa Sé ao G8
Comunicado do Conselho Pontifício Justiça e Paz
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 14 de julho de 2006 (ZENIT.org).- O Conselho Pontifício Justiça e Paz faz um chamado de atenção às grandes potências --que estão prestes a se reunir em São Petersburgo-- para que se comprometam na plena participação de todos os Estados nas negociações comerciais.
Assim se desprende do comunicado do dicastério -- difundido nesta sexta-feira -- sobre os resultados da Reunião Miniministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), celebrada em Doha (Qatar) em 29 e 30 de junho.
O documento é assinado pelo cardeal Renato Martino e pelo bispo Giampaolo Crepaldi, respectivamente presidente e secretário desse dicastério.
O texto -- do qual se faz eco o VIS («Vatican Information Service») -- lamenta que a reunião tenha concluído deixando as questões principais em suspenso, um fato que contrasta com «a intensidade do compromisso demonstrado pelos negociadores e o pessoal da OMC, de concluir Doha com um acordo geral».
O Conselho Pontifício Justiça e Paz reconhece a complexidade desse compromisso «devido à dificuldade objetiva de mediar entre tantos Estados com interesses e expectativas diferentes», mas também as esperanças que encerram, pelas quais manifesta seu apreço.
O tema principal de Doha, «a eqüidade nas relações comerciais», foi e continua sendo «uma preocupação principal da Santa Sé», lê-se no documento, que cita as palavras de Paulo VI, que em sua Encíclica «Populorum progressio» afirmou: «O comércio livre pode chamar-se justo só quando obedece às exigências da justiça social».
O documento sublinha a necessidade de regressar ao espírito que inspirou a Ronda de Doha há cinco anos, quando se chegou a uma declaração conjunta «sobre o desenvolvimento e o alívio da pobreza e ao compromisso específico de melhorar a participação eficaz dos países menos desenvolvidos no sistema comercial multilateral».
«As semanas que os negociadores têm agora para alcançar um acordo frente à conclusão positiva e eficaz da Ronda são uma oportunidade única», observa o dicastério.
E manifesta a esperança de que a próxima reunião do G8 que se celebrará em São Petersburgo «desemboque nas decisões políticas necessárias para transformar os pontos técnicos em pontos operativos».
«A urgência particular desta tarefa não pode ser encarada superficialmente, sobretudo levando em conta as sérias repercussões das relações comerciais dos seres humanos e sua dignidade. Por isso, nas negociações comerciais devem considerar sempre o impacto que provocam na família humana», alerta.
De 15 a 17 de julho, a cidade russa de São Petersburgo acolherá a reunião dos chefes de Estado e de Governo do G8, o grupo dos oito países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Itália, França, Reino Unido, Japão e Rússia.
Está prevista a apresentação de uma mensagem conjunta de cristãos, muçulmanos, judeus, budistas, hinduístas e xintoístas, destinada especialmente aos integrantes do G8 -- mas também para todos os crentes --, fruto dos trabalhos que a Reunião Mundial de Líderes Religiosos -- de cinqüenta países -- realizou a semana passada em Moscou (Zenit, 6 de julho de 2006).
Os termos... (2/3)
Os mandamentos da Lei de Deus
...
2. Por tanto, o seguimento de Jesus Cristo exige o cumprimento de seus Mandamentos: “não todo o que diz: Senhor, Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai” (Mt 7,21). Esses Mandamentos estão contidos no chamado “Decálogo” -que significa ‘dez palavras’-, e que resume e proclama a Lei de Deus. Por isso, o Magistério da Igreja ensina que é necessário o cumprimento dos Dez Mandamentos para obter a salvação, já que expressam os deveres fundamentais do homem para com Deus e para com seu próximo. Os mandamentos revelam obrigações graves; por exemplo, a proteção e inviolabilidade da vida, o respeito da mútua e indissolúvel doação conjugal, e o dever da procriação e educação dos filhos…
...
Fonte - Vaticano
O domingo: a Eucaristia e outras formas de vivência da fé
...
1. O domingo é o núcleo de todo o ano litúrgico; porque celebra a morte e a ressurreição do Senhor, que são o centro de toda a história e a fonte da qual emana toda graça salvadora. Assim foi entendido e celebrado pelos Apóstolos e pelas primeiras comunidades cristãs.
...
Fonte - Vaticano
...
2. Por tanto, o seguimento de Jesus Cristo exige o cumprimento de seus Mandamentos: “não todo o que diz: Senhor, Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai” (Mt 7,21). Esses Mandamentos estão contidos no chamado “Decálogo” -que significa ‘dez palavras’-, e que resume e proclama a Lei de Deus. Por isso, o Magistério da Igreja ensina que é necessário o cumprimento dos Dez Mandamentos para obter a salvação, já que expressam os deveres fundamentais do homem para com Deus e para com seu próximo. Os mandamentos revelam obrigações graves; por exemplo, a proteção e inviolabilidade da vida, o respeito da mútua e indissolúvel doação conjugal, e o dever da procriação e educação dos filhos…
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Fonte - Vaticano
O domingo: a Eucaristia e outras formas de vivência da fé
...
1. O domingo é o núcleo de todo o ano litúrgico; porque celebra a morte e a ressurreição do Senhor, que são o centro de toda a história e a fonte da qual emana toda graça salvadora. Assim foi entendido e celebrado pelos Apóstolos e pelas primeiras comunidades cristãs.
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Fonte - Vaticano
A chamada... (3/3)
ZENIT - O mundo visto de Roma
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Código: ZP06070610
Data de publicação: 2006-07-06
Movimentos asseguram que chegou momento das famílias levantarem-se
Intervenções de alguns de seus representantes
VALÊNCIA, quinta-feira, 6 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Carl Anderson, cavaleiro supremo dos Cavaleiros de Colombo, suscitou aplausos nesta quarta-feira entre os participantes do Congresso Teológico-Pastoral sobre a Família com esta frase: «Chegou o momento em que as famílias devem levantar-se».
Anderson foi apresentado pelo cardeal Bernard Francis Law, arcebispo emérito depalavra não permitida , que indicou que os Cavaleiros de Colombo contam com 1,7 milhão de membros no mundo e no ano passado realizaram obras de caridade por um importe de 128 milhões de dólares e 62 milhões de horas de voluntariado.
Anderson, filósofo americano e membro da Academia Pontifícia para a Vida, centralizou sua intervenção neste encontro que prepara o Encontro Mundial das Famílias com Bento XVI, entre 8 e 9 de julho, na «família, além da ideologia».
Ante os 6.000 congressistas, ele fez uma análise histórica de como tanto a ideologia marxista como a liberal tradicionais consideravam a família como algo que impedia o progresso e devia desaparecer.
Contudo, rebateu Anderson, «a relação de convivência na família faz com que cada pessoa seja mais humana e mais plenamente pessoa. É uma instituição natural que surge do homem e da mulher. É uma relação inalienável que nasce da realidade humana concreta e não das ideologias».
http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=92185
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Código: ZP06070610
Data de publicação: 2006-07-06
Movimentos asseguram que chegou momento das famílias levantarem-se
Intervenções de alguns de seus representantes
VALÊNCIA, quinta-feira, 6 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Carl Anderson, cavaleiro supremo dos Cavaleiros de Colombo, suscitou aplausos nesta quarta-feira entre os participantes do Congresso Teológico-Pastoral sobre a Família com esta frase: «Chegou o momento em que as famílias devem levantar-se».
Anderson foi apresentado pelo cardeal Bernard Francis Law, arcebispo emérito de
Anderson, filósofo americano e membro da Academia Pontifícia para a Vida, centralizou sua intervenção neste encontro que prepara o Encontro Mundial das Famílias com Bento XVI, entre 8 e 9 de julho, na «família, além da ideologia».
Ante os 6.000 congressistas, ele fez uma análise histórica de como tanto a ideologia marxista como a liberal tradicionais consideravam a família como algo que impedia o progresso e devia desaparecer.
Contudo, rebateu Anderson, «a relação de convivência na família faz com que cada pessoa seja mais humana e mais plenamente pessoa. É uma instituição natural que surge do homem e da mulher. É uma relação inalienável que nasce da realidade humana concreta e não das ideologias».
http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=92185
O princípio... (1/3)
Dom Castagna adverte que uma lei não tranforma o erro em verdade
BUENOS AIRES, 12 Jul. 06 (ACI) .- O Arcebispo de Corrientes, Dom Domingo Castagna, exortou os fiéis a intensificar a ação evangelizadora frente a leis que são adversas à fé, porque "uma decisão parlamentar não transforma o erro em verdade" e "nem sempre o que é legalmente autorizado está moralmente permitido".
"Por isso sabemos –disse o Prelado–, há uma maioria de deputados dispostos a dar seu voto favorável à controvertida lei de ligadura de trompas e vasectomia". Indicou que embora muitos deles se digam católicos, atuam "de costas aos inconfundíveis ensinamentos da Igreja" sobre a defesa da vida. "O que acontece? Assiste-os um progressismo legítimo ou, simples e sinceramente, traem a fé que dizem professar?", perguntou Dom Castagna.
Explicou que "frente a leis adversas à fé, a Igreja deve intensificar sua ação evangelizadora, sem vãs interferências no político, até que os próprios crentes católicos e cristãos, que são maioria na Argentina, ponham de manifesto a inutilidade prática de tais leis".
Por outro lado, o Arcebispo se referiu às multitudinárias mostras de fé que se concentram cada ano em Luján, Itatí, Catamarca, San Nicolás e Salta. Entretanto, assinalou, estas contam com "uma tímida repercussão nos grandes meios de comunicação". Isto, perguntou, "É produto da insensibilidade religiosa de seus empresários e jornalistas? Ou responde a uma campanha orquestrada de ocultação e desprestígio?".
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=7136
BUENOS AIRES, 12 Jul. 06 (ACI) .- O Arcebispo de Corrientes, Dom Domingo Castagna, exortou os fiéis a intensificar a ação evangelizadora frente a leis que são adversas à fé, porque "uma decisão parlamentar não transforma o erro em verdade" e "nem sempre o que é legalmente autorizado está moralmente permitido".
"Por isso sabemos –disse o Prelado–, há uma maioria de deputados dispostos a dar seu voto favorável à controvertida lei de ligadura de trompas e vasectomia". Indicou que embora muitos deles se digam católicos, atuam "de costas aos inconfundíveis ensinamentos da Igreja" sobre a defesa da vida. "O que acontece? Assiste-os um progressismo legítimo ou, simples e sinceramente, traem a fé que dizem professar?", perguntou Dom Castagna.
Explicou que "frente a leis adversas à fé, a Igreja deve intensificar sua ação evangelizadora, sem vãs interferências no político, até que os próprios crentes católicos e cristãos, que são maioria na Argentina, ponham de manifesto a inutilidade prática de tais leis".
Por outro lado, o Arcebispo se referiu às multitudinárias mostras de fé que se concentram cada ano em Luján, Itatí, Catamarca, San Nicolás e Salta. Entretanto, assinalou, estas contam com "uma tímida repercussão nos grandes meios de comunicação". Isto, perguntou, "É produto da insensibilidade religiosa de seus empresários e jornalistas? Ou responde a uma campanha orquestrada de ocultação e desprestígio?".
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=7136
Mensagem do Encontro Mundial de Líderes Religiosos ao G-8
ZENIT - O mundo visto de Roma
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Código: ZP06070606
Data de publicação: 2006-07-06
Mensagem do Encontro Mundial de Líderes Religiosos ao G-8
O ser humano não é uma peça de produção e uso
MOSCOU, quinta-feira, 6 de julho de 2006 (ZENIT.org).- O Encontro Mundial de Líderes Religiosos concluiu seus trabalhos essa quarta-feira, em Moscou, com uma mensagem em conjunto de cristãos, muçulmanos, judeus, budistas, hinduístas e xintoístas destinada especialmente aos integrantes do G-8, mas também a todos os crentes.
Segundo disse ao encerrar o Encontro o Patriarca de Moscou e de todas as Rússias, Alexis II, houve consenso entre os líderes que deve haver mais união que oposição entre eles.
«Nossa missão é recordar ao mundo que os valores morais professados por cada religião e confissão não perecem. Cada um de nós prega isso. Mas hoje, falamos em uma só voz, que deve ser escutada por chefes de governo, a opinião pública internacional e nossos fiéis», assegurou o Patriarca.
De acordou com a mensagem final do Encontro, «o diálogo e a colaboração entre civilizações não deve ser somente um slogan. Temos de construir uma ordem internacional que combine a democracia como forma de conciliar diferentes interesses».
...
http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=92193
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Código: ZP06070606
Data de publicação: 2006-07-06
Mensagem do Encontro Mundial de Líderes Religiosos ao G-8
O ser humano não é uma peça de produção e uso
MOSCOU, quinta-feira, 6 de julho de 2006 (ZENIT.org).- O Encontro Mundial de Líderes Religiosos concluiu seus trabalhos essa quarta-feira, em Moscou, com uma mensagem em conjunto de cristãos, muçulmanos, judeus, budistas, hinduístas e xintoístas destinada especialmente aos integrantes do G-8, mas também a todos os crentes.
Segundo disse ao encerrar o Encontro o Patriarca de Moscou e de todas as Rússias, Alexis II, houve consenso entre os líderes que deve haver mais união que oposição entre eles.
«Nossa missão é recordar ao mundo que os valores morais professados por cada religião e confissão não perecem. Cada um de nós prega isso. Mas hoje, falamos em uma só voz, que deve ser escutada por chefes de governo, a opinião pública internacional e nossos fiéis», assegurou o Patriarca.
De acordou com a mensagem final do Encontro, «o diálogo e a colaboração entre civilizações não deve ser somente um slogan. Temos de construir uma ordem internacional que combine a democracia como forma de conciliar diferentes interesses».
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http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=92193
Moscou: líderes religiosos buscam caminhos para garantir o diálogo entre civilizações
ZENIT - O mundo visto de Roma
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Código: ZP06070401
Data de publicação: 2006-07-04
Moscou: líderes religiosos buscam caminhos para garantir o diálogo entre civilizações
Influindo nas decisões dos políticos e promovendo o papel positivo dos fiéis
MOSCOU, terça-feira, 3 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Em um encontro sem precedentes, pouco mais de 200 líderes de todas as religiões do mundo e de 40 países diferentes reuniram-se durante três dias na capital russa para discutir suas posições sobre problemas que afetam a sociedade contemporânea.
O objetivo: influenciar de forma favorável as decisões dos políticos e propiciar uma mudança geral no papel que a religião desempenha em tempos de globalização.
Segundo o metropolita Kirill de Smolensk e Kaliningrad, presidente do Departamento de Relações Exteriores do Patriarcado de Moscou, em um mundo globalizado onde todos nós vivemos sob um «mesmo teto», é de suma importância trabalhar não por uma «unificação» que acabe com as tradições e culturas dos povos, mas por uma «união global» onde existam e se respeitem tais tradições, entre elas, as religiosas.
Inaugurada com a presença do presidente da Rússia, Vladimir Putin, em um dos hotéis da zona central da cidade, a «Reunião Mundial de Líderes Religiosos» era verdadeiramente um mosaico multicultural e pluri-religioso.
Nos salões e vestíbulos podiam ser vistas monjas budistas, rabinos, metropolitas, cardeais e muftis convivendo «lado a lado», em um ambiente onde as diferenças existentes pareciam ter ficado de lado para tentar encontrar soluções a problemas tão atuais como o terrorismo, o extremismo, a xenofobia e a intolerância.
Da mesma forma, enfrentam-se os desafios do diálogo entre civilizações, o narcotráfico, a venda de armamentos, o papel dos meios de comunicação, a defesa e promoção da família e da vida humana, a responsabilidade ecológica e o respeito pelos sentimentos religiosos.
...
Reconhecendo a qualidade humana e a preparação dos líderes presentes, o presidente Putim surpreendeu fora de protocolo com a promessa de levar as propostas do encontro à reunião do Grupo dos Oito países mais industrializados (G-8), que acontecerá em São Petersburgo de 15 a 17 de julho.
«Todas as suas idéias serão não somente escutadas pelos líderes do G-8, mas recebidas para serem levadas a cabo», prometeu Putin.
...
http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=92025
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Código: ZP06070401
Data de publicação: 2006-07-04
Moscou: líderes religiosos buscam caminhos para garantir o diálogo entre civilizações
Influindo nas decisões dos políticos e promovendo o papel positivo dos fiéis
MOSCOU, terça-feira, 3 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Em um encontro sem precedentes, pouco mais de 200 líderes de todas as religiões do mundo e de 40 países diferentes reuniram-se durante três dias na capital russa para discutir suas posições sobre problemas que afetam a sociedade contemporânea.
O objetivo: influenciar de forma favorável as decisões dos políticos e propiciar uma mudança geral no papel que a religião desempenha em tempos de globalização.
Segundo o metropolita Kirill de Smolensk e Kaliningrad, presidente do Departamento de Relações Exteriores do Patriarcado de Moscou, em um mundo globalizado onde todos nós vivemos sob um «mesmo teto», é de suma importância trabalhar não por uma «unificação» que acabe com as tradições e culturas dos povos, mas por uma «união global» onde existam e se respeitem tais tradições, entre elas, as religiosas.
Inaugurada com a presença do presidente da Rússia, Vladimir Putin, em um dos hotéis da zona central da cidade, a «Reunião Mundial de Líderes Religiosos» era verdadeiramente um mosaico multicultural e pluri-religioso.
Nos salões e vestíbulos podiam ser vistas monjas budistas, rabinos, metropolitas, cardeais e muftis convivendo «lado a lado», em um ambiente onde as diferenças existentes pareciam ter ficado de lado para tentar encontrar soluções a problemas tão atuais como o terrorismo, o extremismo, a xenofobia e a intolerância.
Da mesma forma, enfrentam-se os desafios do diálogo entre civilizações, o narcotráfico, a venda de armamentos, o papel dos meios de comunicação, a defesa e promoção da família e da vida humana, a responsabilidade ecológica e o respeito pelos sentimentos religiosos.
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Reconhecendo a qualidade humana e a preparação dos líderes presentes, o presidente Putim surpreendeu fora de protocolo com a promessa de levar as propostas do encontro à reunião do Grupo dos Oito países mais industrializados (G-8), que acontecerá em São Petersburgo de 15 a 17 de julho.
«Todas as suas idéias serão não somente escutadas pelos líderes do G-8, mas recebidas para serem levadas a cabo», prometeu Putin.
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http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=92025
...O CATOLICISMO DECLARA:
O próprio papa: "Lembrem-se todos os cristãos de que o sétimo dia foi consagrado por D’us, recebido e observado, não somente pelos judeus mas por todos os outros que pretendiam adorar a D’us, embora nós, tenhamos mudado o Seu Sábado para o domingo." [Thomas Morer, Discourse in Six Dialogues on the Name, Notion, and Observation of the Lord's Day, pág. 281 e 282]
Concílio de Laodicéia (364 ad), Cânon 29: "Os cristãos não devem judaizar e descansar no Sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do S’nhor (domingo) e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo." [Hefele, History of the Councils of the Church, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318]
"O domingo é uma instituição católica e suas reivindicações de observância podem ser definidas unicamente em princípios católicos... Desde o princípio até o fim das Escrituras não há uma só passagem que autorize a mudança do dia de adoração pública semanal do último dia da semana ao primeiro." [The Catholic Press of Sidney, Austrália, 25 de agosto de 1999]
"O protestantismo, ao descartar a autoridade da igreja (Católica), não tem boas razões para sua teoria referente ao domingo e deve, naturalmente, guardar o Sábado como dia de descanso." [John Gilmary Shea, American Catholic Quarterly Review, janeiro, 1883.]
"Fazemos bem em recordar aos presbiterianos, batistas, metodistas e todos os demais cristãos que a Bíblia não os aprova em nenhum lugar em sua observância do domingo. O domingo é uma instituição da Igreja Católica Romana, e aqueles que observam este dia observam um mandamento da Igreja Católica." [Priest Brady, em um discurso relatado no Elizabeth, N. J. News, 18 de marco de 1903]
"Pergunta: 'Tendes alguma outra maneira de provar que a Igreja (Católica) tem o poder de instituir dias festivos por preceito?' Resposta: 'Se ela não tivesse semelhante poder, não poderia ter feito tudo quanto os religiosos modernos estão de acordo. Não teria substituído a observância do sábado do sétimo dia, pela observância do domingo, o primeiro dia da semana, uma mudança para a qual não existe autoridade nas Escrituras.'" [Stephan Keerran, em A Doctrinal Catechism, 176]
"A razão e o senso comum exigem a aceitação de uma outra destas alternativas: o protestantismo e a observância e santificação do Sábado, ou o catolicismo e a observância e santificação do domingo. Um compromisso ou acordo é impossível." [The Catholic Mirror, l3 de dezembro de 1893]
"D’us simplesmente concedeu à Sua Igreja (Católica) poder para dispor qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados." [Vicent J. Kelly, Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, pág. 2]
O papa Inocêncio III declarou que o pontífice romano é "o representante sobre a Terra, não de um mero homem, mas do próprio D’us." [Veja Decretals of the Lord Pope Gregory IX, livro 1, tít. 7, cap. 3, Cop. Jur. Canon (2ª ed. de Leipzig, 1881), col. 99]
"Nós temos nesta Terra o lugar de D’us Todo-Poderoso." [Papa Leo XIII, carta encíclica Ad Extremas, 24 de junho de 1893]
O papa se auto-intitula "S’nhor D’us, o Papa". [Ver Extravagantes do Papa João XXII, tít. 14, cap. 4, Declaramus. Na ed. de Antuérpia de Extravagantes, datada de 1584, as palavras "Dominium Deum Nostrum Papam" (Nosso Senhor Deus o Papa) ocorre na col. 153]
"Não o Criador do Universo, em Gênesis 2:1-3; mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias." [S.D. Mosna, Storia della Domenica, 1969, págs. 366 e 367]
"Se os protestantes seguissem a Bíblia, adorariam a D’us no dia de Sábado. Ao guardar o domingo, estão seguindo uma lei da Igreja Católica." [Albert Smith, Chanceler da Arquiocese de Baltimor, respondendo pelo Cardeal, numa carta datada em 10 de fevereiro de 1920]
"Nós (o Vaticano) definimos a Santa Sé Apostólica, e o Pontífice Romano tem a supremacia sobre todo o mundo." [Um decreto do Concílio de Trento, citado por Philippe Labbe e Gabriel Cossart, em The Most Council]
"Foi a Igreja (Católica) que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este repouso (do Sábado bíblico) para o domingo... Então, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que rendem à autoridade da Igreja (Católica), apesar deles mesmos." [Monsenhor Louis Segur, Plan Talk About the Protestantism of Today, pág. 213]
"Os protestantes... aceitam o domingo no lugar do Sábado como dia de pública adoração após a Igreja Católica ter feito a mudança... Mas a mentalidade protestante não parece perceber que observando o domingo, está aceitando a autoridade do porta-voz da igreja, o papa." [Our Sunday Visitor, 5 de fevereiro de 1950]
"Nós, os Católicos, então, temos precisamente a mesma autoridade para santificar o domingo em vez do Sábado, como temos, para cada outro do nosso credo, vale dizer; autoridade da Igreja... enquanto que vós os protestantes, realmente não têm nenhuma autoridade; pois não têm autoridade para ele na Bíblia (o santificar o domingo), e vós não permitis que possa haver autoridade para ele em outro lugar. Tanto vós como nós, seguimos as tradições neste assunto; mas nós as seguimos crendo que são parte da palavra de Deus e que a Igreja (Católica) tem sido divinamente nominada guardiã e intérprete. Vós seguis a Igreja (Católica) ao mesmo tempo denunciando-a como uma guia falível e falsa, que freqüentemente tem invalidado o mandamento de Deus pela tradição." [Os irmãos de S. Paulo, The Clifton Tracts, vol. 4. Pág. 15]
"Podeis ler a Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma só linha a autorizar a santificação do Domingo. As Escrituras exalta a observância religiosa do Sábado, dia que nós nunca santificamos." [Cardeal James Gibbons, The Faith of Our Fathers, Edição de 1893, pág. 111]
Não tivesse ela (igreja Católica) tal poder, não teria feito aquilo em que todas as modernas religiões com ela concordam - a substituição da observância do Sábado, o sétimo dia, pela observância do domingo, o primeiro dia da semana, mudança para a qual não há nenhuma mudança escriturística." [A Doctrinal Catechism, pág. 174]
"Observamos o domingo em lugar do Sábado porque a Igreja Católica, no Concílio de Laodicéia (364 ad), transferiu a solenidade do sábado para o domingo." [Rev. Peter Geiermann, CSR, The Convert's Catechism of Catholic Doctrine, segunda edição, pág.50] - O livro The Convert's Catechism of Catholic Doctrine recebeu em 25 de janeiro de 1919 a "bênção apostólica" do Papa Pio X e está a venda nesse site católico:
Tiber River
"A Igreja (Católica) mudou a observância do Sábado para o domingo pelo direito divino e a autoridade infalível concedida a ela pelo seu fundador, Jesus Cristo. O protestante, propondo a Bíblia como seu único guia de fé, não tem razão para observar o domingo. " [Boletim Católico Universal, pág. 4, de 14 de agosto de 1942]
OS HISTORIADORES DECLARAM:
"O Sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador." [E. Brerwood (professor do Gresham College de Londres), Learned Treatise of the Sabbath, pág. 77]
"Retrocedendo mesmo até o quinto século, foi contínua a observância do Sábado judaico na igreja cristã, mas com rigor e solenidade gradualmente decrescentes, até ser de todo abolida." [Lyman Coleman, Ancient Christianity Exemplified, cap. 26, seção 2]
"Quase todas as igrejas do mundo celebram os sagrados mistérios no Sábado de cada semana; não obstante os cristãos de Antioquia e de Roma, em vista de alguma antiga tradição, recusarem-se a fazê-lo." [Sócrates, o historiador, Eclesiastical History, livro V, cap. 22]
"O povo de Constantinopla e de outras cidades, congregam-se tanto no Sábado como no dia imediato; costume esse que nunca é observado em Roma." [Historiador Sozomen, Eclesiastical History, livro VII, cap. 19]
O sábado do sétimo dia... solenizado por Cristo, pelos apóstolos, e pelos cristãos primitivos, até que o Concílio de Laodicéia, de certo modo, aboliu sua observância... O Concílio de Laodicéia (364 d.C.)... primeiro estabeleceu a observância do dia do Senhor." [William Prynne, Dissertation on The Lord's Day, págs. 33, 34]
Concílio de Laodicéia (364 ad), Cânon 29: "Os cristãos não devem judaizar e descansar no Sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do S’nhor (domingo) e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo." [Hefele, History of the Councils of the Church, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318]
"O domingo é uma instituição católica e suas reivindicações de observância podem ser definidas unicamente em princípios católicos... Desde o princípio até o fim das Escrituras não há uma só passagem que autorize a mudança do dia de adoração pública semanal do último dia da semana ao primeiro." [The Catholic Press of Sidney, Austrália, 25 de agosto de 1999]
"O protestantismo, ao descartar a autoridade da igreja (Católica), não tem boas razões para sua teoria referente ao domingo e deve, naturalmente, guardar o Sábado como dia de descanso." [John Gilmary Shea, American Catholic Quarterly Review, janeiro, 1883.]
"Fazemos bem em recordar aos presbiterianos, batistas, metodistas e todos os demais cristãos que a Bíblia não os aprova em nenhum lugar em sua observância do domingo. O domingo é uma instituição da Igreja Católica Romana, e aqueles que observam este dia observam um mandamento da Igreja Católica." [Priest Brady, em um discurso relatado no Elizabeth, N. J. News, 18 de marco de 1903]
"Pergunta: 'Tendes alguma outra maneira de provar que a Igreja (Católica) tem o poder de instituir dias festivos por preceito?' Resposta: 'Se ela não tivesse semelhante poder, não poderia ter feito tudo quanto os religiosos modernos estão de acordo. Não teria substituído a observância do sábado do sétimo dia, pela observância do domingo, o primeiro dia da semana, uma mudança para a qual não existe autoridade nas Escrituras.'" [Stephan Keerran, em A Doctrinal Catechism, 176]
"A razão e o senso comum exigem a aceitação de uma outra destas alternativas: o protestantismo e a observância e santificação do Sábado, ou o catolicismo e a observância e santificação do domingo. Um compromisso ou acordo é impossível." [The Catholic Mirror, l3 de dezembro de 1893]
"D’us simplesmente concedeu à Sua Igreja (Católica) poder para dispor qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados." [Vicent J. Kelly, Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, pág. 2]
O papa Inocêncio III declarou que o pontífice romano é "o representante sobre a Terra, não de um mero homem, mas do próprio D’us." [Veja Decretals of the Lord Pope Gregory IX, livro 1, tít. 7, cap. 3, Cop. Jur. Canon (2ª ed. de Leipzig, 1881), col. 99]
"Nós temos nesta Terra o lugar de D’us Todo-Poderoso." [Papa Leo XIII, carta encíclica Ad Extremas, 24 de junho de 1893]
O papa se auto-intitula "S’nhor D’us, o Papa". [Ver Extravagantes do Papa João XXII, tít. 14, cap. 4, Declaramus. Na ed. de Antuérpia de Extravagantes, datada de 1584, as palavras "Dominium Deum Nostrum Papam" (Nosso Senhor Deus o Papa) ocorre na col. 153]
"Não o Criador do Universo, em Gênesis 2:1-3; mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias." [S.D. Mosna, Storia della Domenica, 1969, págs. 366 e 367]
"Se os protestantes seguissem a Bíblia, adorariam a D’us no dia de Sábado. Ao guardar o domingo, estão seguindo uma lei da Igreja Católica." [Albert Smith, Chanceler da Arquiocese de Baltimor, respondendo pelo Cardeal, numa carta datada em 10 de fevereiro de 1920]
"Nós (o Vaticano) definimos a Santa Sé Apostólica, e o Pontífice Romano tem a supremacia sobre todo o mundo." [Um decreto do Concílio de Trento, citado por Philippe Labbe e Gabriel Cossart, em The Most Council]
"Foi a Igreja (Católica) que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este repouso (do Sábado bíblico) para o domingo... Então, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que rendem à autoridade da Igreja (Católica), apesar deles mesmos." [Monsenhor Louis Segur, Plan Talk About the Protestantism of Today, pág. 213]
"Os protestantes... aceitam o domingo no lugar do Sábado como dia de pública adoração após a Igreja Católica ter feito a mudança... Mas a mentalidade protestante não parece perceber que observando o domingo, está aceitando a autoridade do porta-voz da igreja, o papa." [Our Sunday Visitor, 5 de fevereiro de 1950]
"Nós, os Católicos, então, temos precisamente a mesma autoridade para santificar o domingo em vez do Sábado, como temos, para cada outro do nosso credo, vale dizer; autoridade da Igreja... enquanto que vós os protestantes, realmente não têm nenhuma autoridade; pois não têm autoridade para ele na Bíblia (o santificar o domingo), e vós não permitis que possa haver autoridade para ele em outro lugar. Tanto vós como nós, seguimos as tradições neste assunto; mas nós as seguimos crendo que são parte da palavra de Deus e que a Igreja (Católica) tem sido divinamente nominada guardiã e intérprete. Vós seguis a Igreja (Católica) ao mesmo tempo denunciando-a como uma guia falível e falsa, que freqüentemente tem invalidado o mandamento de Deus pela tradição." [Os irmãos de S. Paulo, The Clifton Tracts, vol. 4. Pág. 15]
"Podeis ler a Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse, e não encontrareis uma só linha a autorizar a santificação do Domingo. As Escrituras exalta a observância religiosa do Sábado, dia que nós nunca santificamos." [Cardeal James Gibbons, The Faith of Our Fathers, Edição de 1893, pág. 111]
Não tivesse ela (igreja Católica) tal poder, não teria feito aquilo em que todas as modernas religiões com ela concordam - a substituição da observância do Sábado, o sétimo dia, pela observância do domingo, o primeiro dia da semana, mudança para a qual não há nenhuma mudança escriturística." [A Doctrinal Catechism, pág. 174]
"Observamos o domingo em lugar do Sábado porque a Igreja Católica, no Concílio de Laodicéia (364 ad), transferiu a solenidade do sábado para o domingo." [Rev. Peter Geiermann, CSR, The Convert's Catechism of Catholic Doctrine, segunda edição, pág.50] - O livro The Convert's Catechism of Catholic Doctrine recebeu em 25 de janeiro de 1919 a "bênção apostólica" do Papa Pio X e está a venda nesse site católico:
Tiber River
"A Igreja (Católica) mudou a observância do Sábado para o domingo pelo direito divino e a autoridade infalível concedida a ela pelo seu fundador, Jesus Cristo. O protestante, propondo a Bíblia como seu único guia de fé, não tem razão para observar o domingo. " [Boletim Católico Universal, pág. 4, de 14 de agosto de 1942]
OS HISTORIADORES DECLARAM:
"O Sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador." [E. Brerwood (professor do Gresham College de Londres), Learned Treatise of the Sabbath, pág. 77]
"Retrocedendo mesmo até o quinto século, foi contínua a observância do Sábado judaico na igreja cristã, mas com rigor e solenidade gradualmente decrescentes, até ser de todo abolida." [Lyman Coleman, Ancient Christianity Exemplified, cap. 26, seção 2]
"Quase todas as igrejas do mundo celebram os sagrados mistérios no Sábado de cada semana; não obstante os cristãos de Antioquia e de Roma, em vista de alguma antiga tradição, recusarem-se a fazê-lo." [Sócrates, o historiador, Eclesiastical History, livro V, cap. 22]
"O povo de Constantinopla e de outras cidades, congregam-se tanto no Sábado como no dia imediato; costume esse que nunca é observado em Roma." [Historiador Sozomen, Eclesiastical History, livro VII, cap. 19]
O sábado do sétimo dia... solenizado por Cristo, pelos apóstolos, e pelos cristãos primitivos, até que o Concílio de Laodicéia, de certo modo, aboliu sua observância... O Concílio de Laodicéia (364 d.C.)... primeiro estabeleceu a observância do dia do Senhor." [William Prynne, Dissertation on The Lord's Day, págs. 33, 34]
Domingo é sagrado para todos
Domingo é sagrado para todos
Revista Fecesc Contra o Trabalho aos Domingos/1997
Domingo é sagrado. É dia de descanso. De cinema, de passeio, de praia, de futebol, de soltar pipa, de namorar, de almoço em família, de churrasco, de celebração, de pagode, de bicicleta, de pescaria, de cervejinha, de televisão. Não é dia de trabalhar. Mas querem roubar esse direito dos trabalhadores do comércio e obrigá-los a trabalhar aos domingos.
Cerca de 150 representantes de comerciários de todo o país manifestaram sua contrariedade à abertura do comércio aos domingos, dia 7 de maio de 1997, quando o assunto foi discutido em audiência pública na Câmara dos Deputados.
O próprio Papa João Paulo II dedicou uma carta apostólica exclusivamente à defesa do "valor insubstituível e sagrado do Domingo", em uma ação inédita. O documento foi publicado pelo jornal Le Monde em julho desse ano. Nele o Papa lembrou que o descanso aos domingos é a mais antiga tradição, chamada de "Dia do Senhor". O papa citou a encíclica de Leão 13, de 1891, que já citava o repouso como "um direito do trabalhador que deve ser garantido pelo Estado". Segundo João Paulo II o domingo é dia de folga desde o século 4o e é preciso que seja garantido em todas as legislações civis. Em um trecho da carta apostólica o papa citou a seguinte frase: "A ligação entre o dia do Senhor e o dia de descanso tem uma importância e um significado que ultrapassam uma perspectiva exclusivamente cristã."
http://www.fecesc.floripa.com.br/horario_comercio.html
Revista Fecesc Contra o Trabalho aos Domingos/1997
Domingo é sagrado. É dia de descanso. De cinema, de passeio, de praia, de futebol, de soltar pipa, de namorar, de almoço em família, de churrasco, de celebração, de pagode, de bicicleta, de pescaria, de cervejinha, de televisão. Não é dia de trabalhar. Mas querem roubar esse direito dos trabalhadores do comércio e obrigá-los a trabalhar aos domingos.
Cerca de 150 representantes de comerciários de todo o país manifestaram sua contrariedade à abertura do comércio aos domingos, dia 7 de maio de 1997, quando o assunto foi discutido em audiência pública na Câmara dos Deputados.
O próprio Papa João Paulo II dedicou uma carta apostólica exclusivamente à defesa do "valor insubstituível e sagrado do Domingo", em uma ação inédita. O documento foi publicado pelo jornal Le Monde em julho desse ano. Nele o Papa lembrou que o descanso aos domingos é a mais antiga tradição, chamada de "Dia do Senhor". O papa citou a encíclica de Leão 13, de 1891, que já citava o repouso como "um direito do trabalhador que deve ser garantido pelo Estado". Segundo João Paulo II o domingo é dia de folga desde o século 4o e é preciso que seja garantido em todas as legislações civis. Em um trecho da carta apostólica o papa citou a seguinte frase: "A ligação entre o dia do Senhor e o dia de descanso tem uma importância e um significado que ultrapassam uma perspectiva exclusivamente cristã."
http://www.fecesc.floripa.com.br/horario_comercio.html
Restauração religiosa (3/3)
Restauração religiosa
Por Claudio Carvalhaes
“A religião nunca foi tão poderosa ou tão perigosa quanto hoje”, diz o pesquisador americano Mark C. Taylor
Mark C. Taylor é professor de religião no Williams College, em Massachusetts (EUA). Ali, ele conquistou o direito de decidir o que fazer com o seu tempo, de trabalhar em áreas multidisciplinares do conhecimento e de pesquisar, ensinar e escrever. Devido a sérios problemas com diabetes, que ele chama de desconstrução do corpo, teve que ficar de licença médica nesse semestre e está aproveitando para terminar seu terceiro livro em dois anos.
...
*
...
No Brasil, as universidades, em geral, exceto as de confissão religiosa, não são simpáticas à religião em seus currículos. Acredito que nos Estados Unidos isso não seja diferente. Por que a religião tem sido tão desprezada pela academia e com tanta freqüência, e por que essa situação se mantém?
...
Muitos acadêmicos continuam comprometidos com as teorias de secularização formuladas na década de 60. Sob o ponto de vista dessas teorias, modernização e secularização são inseparáveis: as sociedades se modernizam e tornam-se mais seculares através de um processo que é ao mesmo tempo inevitável e inseparável.
Obviamente, as coisas não aconteceram exatamente assim. A religião nunca foi tão poderosa ou tão perigosa quanto hoje. É absolutamente essencial que o ressurgimento recente da religião não seja encarado como uma volta às formas pré-modernas de crença e prática. Ao contrário, o surgimento de formas mais conservadoras da religião é um fenômeno global caracteristicamente pós-moderno.
A religião não vai desaparecer e, provavelmente, vai se tornar ainda mais poderosa nas próximas décadas. Portanto, a criação de análises mais sofisticadas e capazes de compreender melhor as nuances do que está acontecendo é de vital importância. E o ponto de partida dessa investigação deve ser o reconhecimento de que a própria secularização é um fenômeno religioso produto do judaísmo e do cristianismo.
...
Como o senhor vê a relação pessoal do presidente George Bush com a religião. Estaria ele tentando criar uma teocracia?
Taylor: Eu tenho dito frequentemente que me preocupo mais com os que acreditam do que com os que não acreditam. Em maneiras diversas, as guerras religiosas do século 21 são extensões das guerras culturais dos anos 60. Para muita gente, que vai de George Bush ao papa Bento 16, os anos 60 nos introduziram em um caminho de relativismo que somente poderá ser corrigido pelo returno aos absolutos.
Penso que esses absolutos e essas certezas que eles advogam são altamente perigosos. Eu não creio que Bush esteja querendo criar uma teocracia, mas penso que o comprometimento religioso acrítico que ele desenvolve tem afetado profundamente as políticas internas e externas dos Estados Unidos, o que tem causado vários desastres.
Como a visão do presidente Bush a respeito da religião transformou a maneira pela qual os Estados Unidos conduzem a política e a economia tanto internamente quanto com o resto do mundo?
Taylor: Nos últimos anos, o cenário político nos Estados Unidos foram transformados pelo que eu chamo de nova direita religiosa, que surgiu quando os protestantes e católicos conservadores uniram forças, entre o final dos anos 60 e o início da década de 70. Os temas mais importantes eram o aborto, as orações nas escolas, a teoria da evolução e o Judiciário federal.
Esses temas ainda orientam uma grande parte da agenda de Bush. É importante entender que os protestantes conservadores sempre foram capazes de perceber como as novas tecnologias podem ser usadas para espalhar a sua fé. Isso começou com a imprensa e se disseminou pelo rádio e a televisão e agora alcança também a internet. Essa astúcia tecnológica gerou um enorme poder financeiro e político. Não há nada que seja páreo para isso na esquerda.
...
Com que olhos o senhor vê o futuro?
Taylor: Para ser bem honesto, é difícil ser otimista em relação ao futuro. Os problemas que enfrentamos são grandes e há pouca boa vontade em reconhecê-los ou empenho para solucioná-los. Acredito que as questões mais críticas no século XXI serão as ambientais, e em nenhum outro lugar do mundo isso é tão evidente quanto no Brasil. A destruição da floresta tropical ameaça a vida no planeta. As teias nas quais estamos emaranhados não são só a internet e o capital global, mas são também as teias naturais, que uma vez danificadas não podem mais ser reconstruídas. Estamos nos aproximando rapidamente do ponto de inflexão, que pode também trazer uma grande destruição.
...
Tradução de Tiago Chiavegatti
Claudio Carvalhaes
É doutorando na área de teologia, liturgia e artes no Union Theological Seminary e Universidade Columbia. É autor de "Transgressões: Religião, Performance e Arte" (ed. Emblema). Site: www.claudiocarvalhaes.com.br
http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2753,1.shl
Por Claudio Carvalhaes
“A religião nunca foi tão poderosa ou tão perigosa quanto hoje”, diz o pesquisador americano Mark C. Taylor
Mark C. Taylor é professor de religião no Williams College, em Massachusetts (EUA). Ali, ele conquistou o direito de decidir o que fazer com o seu tempo, de trabalhar em áreas multidisciplinares do conhecimento e de pesquisar, ensinar e escrever. Devido a sérios problemas com diabetes, que ele chama de desconstrução do corpo, teve que ficar de licença médica nesse semestre e está aproveitando para terminar seu terceiro livro em dois anos.
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No Brasil, as universidades, em geral, exceto as de confissão religiosa, não são simpáticas à religião em seus currículos. Acredito que nos Estados Unidos isso não seja diferente. Por que a religião tem sido tão desprezada pela academia e com tanta freqüência, e por que essa situação se mantém?
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Muitos acadêmicos continuam comprometidos com as teorias de secularização formuladas na década de 60. Sob o ponto de vista dessas teorias, modernização e secularização são inseparáveis: as sociedades se modernizam e tornam-se mais seculares através de um processo que é ao mesmo tempo inevitável e inseparável.
Obviamente, as coisas não aconteceram exatamente assim. A religião nunca foi tão poderosa ou tão perigosa quanto hoje. É absolutamente essencial que o ressurgimento recente da religião não seja encarado como uma volta às formas pré-modernas de crença e prática. Ao contrário, o surgimento de formas mais conservadoras da religião é um fenômeno global caracteristicamente pós-moderno.
A religião não vai desaparecer e, provavelmente, vai se tornar ainda mais poderosa nas próximas décadas. Portanto, a criação de análises mais sofisticadas e capazes de compreender melhor as nuances do que está acontecendo é de vital importância. E o ponto de partida dessa investigação deve ser o reconhecimento de que a própria secularização é um fenômeno religioso produto do judaísmo e do cristianismo.
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Como o senhor vê a relação pessoal do presidente George Bush com a religião. Estaria ele tentando criar uma teocracia?
Taylor: Eu tenho dito frequentemente que me preocupo mais com os que acreditam do que com os que não acreditam. Em maneiras diversas, as guerras religiosas do século 21 são extensões das guerras culturais dos anos 60. Para muita gente, que vai de George Bush ao papa Bento 16, os anos 60 nos introduziram em um caminho de relativismo que somente poderá ser corrigido pelo returno aos absolutos.
Penso que esses absolutos e essas certezas que eles advogam são altamente perigosos. Eu não creio que Bush esteja querendo criar uma teocracia, mas penso que o comprometimento religioso acrítico que ele desenvolve tem afetado profundamente as políticas internas e externas dos Estados Unidos, o que tem causado vários desastres.
Como a visão do presidente Bush a respeito da religião transformou a maneira pela qual os Estados Unidos conduzem a política e a economia tanto internamente quanto com o resto do mundo?
Taylor: Nos últimos anos, o cenário político nos Estados Unidos foram transformados pelo que eu chamo de nova direita religiosa, que surgiu quando os protestantes e católicos conservadores uniram forças, entre o final dos anos 60 e o início da década de 70. Os temas mais importantes eram o aborto, as orações nas escolas, a teoria da evolução e o Judiciário federal.
Esses temas ainda orientam uma grande parte da agenda de Bush. É importante entender que os protestantes conservadores sempre foram capazes de perceber como as novas tecnologias podem ser usadas para espalhar a sua fé. Isso começou com a imprensa e se disseminou pelo rádio e a televisão e agora alcança também a internet. Essa astúcia tecnológica gerou um enorme poder financeiro e político. Não há nada que seja páreo para isso na esquerda.
...
Com que olhos o senhor vê o futuro?
Taylor: Para ser bem honesto, é difícil ser otimista em relação ao futuro. Os problemas que enfrentamos são grandes e há pouca boa vontade em reconhecê-los ou empenho para solucioná-los. Acredito que as questões mais críticas no século XXI serão as ambientais, e em nenhum outro lugar do mundo isso é tão evidente quanto no Brasil. A destruição da floresta tropical ameaça a vida no planeta. As teias nas quais estamos emaranhados não são só a internet e o capital global, mas são também as teias naturais, que uma vez danificadas não podem mais ser reconstruídas. Estamos nos aproximando rapidamente do ponto de inflexão, que pode também trazer uma grande destruição.
...
Tradução de Tiago Chiavegatti
Claudio Carvalhaes
É doutorando na área de teologia, liturgia e artes no Union Theological Seminary e Universidade Columbia. É autor de "Transgressões: Religião, Performance e Arte" (ed. Emblema). Site: www.claudiocarvalhaes.com.br
http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2753,1.shl
Por uma nova geopolítica (2/3)
Edição Nº 49 - junho de 2006
Por uma nova geopolítica
Jeffrey Sachs
Danos ecológicos das atividades econômicas podem definir um futuro de guerras
Toda era tem seus próprios temas dominantes de política global. O século XIX tinha a política da industrialização e do império. A primeira metade do século XX se curvou às guerras mundiais e à depressão econômica. A segunda metade foi assombrada pela Guerra Fria. A nossa era, em minha opinião, será dominada pela geopolítica da sustentabilidade.
O desenvolvimento econômico tornou-se um fenômeno global generalizado, a não ser na África subsaariana e em alguns outros pontos irredutíveis de pobreza. Mas até essas áreas empobrecidas ao extremo provavelmente conseguirão alguma melhora no desempenho econômico com ajuda internacional e a aplicação de tecnologias do tipo "melhor opção". O total geral dos resultados econômicos mundiais, a cada ano ajustado conforme diferenças no poder aquisitivo dos países e avaliado como Produto Mundial Bruto (PMB), no momento se aproxima dos US$ 60 trilhões. Ao longo do século passado, o PMB cresceu 18 vezes no que diz respeito ao ajuste de preços.
Junto com esses resultados econômicos vieram tanto benefícios fenomenais - como o aumento da expectativa média de vida e o aperfeiçoamento dos serviços de saúde pública - quanto efeitos adversos que ameaçam o planeta, como a devastação maciça das florestas tropicais, mudanças climáticas provocadas pelo homem, competição violenta sobre os limitados recursos em forma de hidrocarbonetos e o aparecimento de novas doenças como sars. Até agora, os resultados favoráveis superaram os negativos. No entanto, como muitas das conseqüências ambientais das ações humanas são escondidas do público e dos relatórios sobre rendas nacionais, permanecemos sentados sobre autênticas bombas-relógio ecológicas.
Como sociedade globalmente interconectada, a nossa se vê agora diante das seguintes realidades: todos os ecossistemas importantes, marinhos ou terrestres, estão sob intensa pressão; a economia mundial está devastando a biodiversidade da Terra, as reservas de pesca oceânica, as manchas verdes do planeta, as florestas tropicais, as reservas de gás e petróleo. Estamos alterando o clima maciça e rapidamente. Todas essas tendências estão ocorrendo num planeta de 6,5 bilhões de habitantes, com atividades econômicas já insustentáveis do modo como continuam a ser praticadas. No entanto, com os sucessos econômicos que agora impulsionam Índia e China e o contínuo crescimento da população mundial, estamos a caminho de nos tornar 9 bilhões de terráqueos, com um PMB de talvez US$ 275 trilhões, por volta da metade deste século.
Sem novas tecnologias e nova geopolítica não chegaremos lá. A escassez de hidrocarbonetos pode levar à guerra, a não ser que desenvolvamos alternativas energéticas, além de maneiras mais seguras de usar as vastas reservas de carvão que nos restam. A malsinada Guerra do Iraque conta exatamente como uma dessas disputas por petróleo, e suas conseqüências desastrosas apontam para a urgência de novas abordagens globais quanto à questão energética. Ecossistemas marinhos insubstituíveis serão destruídos, a não ser que aprendamos a desenvolver culturas aquáticas ecologicamente sadias e a desacelerar a acidificação dos oceanos promovida pelo homem. Mais furacões como o Katrina arrasarão nossas economias de base costeira, ao mesmo tempo que eventos climáticos extremos continuarão a aumentar em freqüência, intensidade e impacto humano. Mais desastres humanitários como os de Darfur, no Sudão, resultarão da escassez de água em regiões áridas.
Maiores demandas globais de produção de alimentos levarão à devastação maciça da Floresta Amazônica e de outras, a não ser que hábitos alimentares e processos agrícolas mudem drasticamente.
Nossa política global ainda não está adaptada aos desafios da sustentabilidade. As superpotências gastam muito mais à procura de vantagem militar e econômica de curto prazo do que em honrar acordos internacionais sobre biodiversidade, clima, desertificação e outras questões fundamentais que contarão muito mais para nosso bem-estar em décadas futuras. Se não enfrentarmos honestamente esses problemas, terrorismo e guerras serão coisas comuns.
O desenvolvimento é generalizado, mas a política global ainda não está adaptada aos desafios da sustentabilidade
Jeffrey Sachs É DIRETOR DO INSTITUTO TERRA, DA UNIVERSIDADE COLUMBIA, E DO PROJETO MILLENIUM, DAS NAÇÕES UNIDAS.
http://www2.uol.com.br/sciam/conteudo/editorial/editorial_33.html
Por uma nova geopolítica
Jeffrey Sachs
Danos ecológicos das atividades econômicas podem definir um futuro de guerras
Toda era tem seus próprios temas dominantes de política global. O século XIX tinha a política da industrialização e do império. A primeira metade do século XX se curvou às guerras mundiais e à depressão econômica. A segunda metade foi assombrada pela Guerra Fria. A nossa era, em minha opinião, será dominada pela geopolítica da sustentabilidade.
O desenvolvimento econômico tornou-se um fenômeno global generalizado, a não ser na África subsaariana e em alguns outros pontos irredutíveis de pobreza. Mas até essas áreas empobrecidas ao extremo provavelmente conseguirão alguma melhora no desempenho econômico com ajuda internacional e a aplicação de tecnologias do tipo "melhor opção". O total geral dos resultados econômicos mundiais, a cada ano ajustado conforme diferenças no poder aquisitivo dos países e avaliado como Produto Mundial Bruto (PMB), no momento se aproxima dos US$ 60 trilhões. Ao longo do século passado, o PMB cresceu 18 vezes no que diz respeito ao ajuste de preços.
Junto com esses resultados econômicos vieram tanto benefícios fenomenais - como o aumento da expectativa média de vida e o aperfeiçoamento dos serviços de saúde pública - quanto efeitos adversos que ameaçam o planeta, como a devastação maciça das florestas tropicais, mudanças climáticas provocadas pelo homem, competição violenta sobre os limitados recursos em forma de hidrocarbonetos e o aparecimento de novas doenças como sars. Até agora, os resultados favoráveis superaram os negativos. No entanto, como muitas das conseqüências ambientais das ações humanas são escondidas do público e dos relatórios sobre rendas nacionais, permanecemos sentados sobre autênticas bombas-relógio ecológicas.
Como sociedade globalmente interconectada, a nossa se vê agora diante das seguintes realidades: todos os ecossistemas importantes, marinhos ou terrestres, estão sob intensa pressão; a economia mundial está devastando a biodiversidade da Terra, as reservas de pesca oceânica, as manchas verdes do planeta, as florestas tropicais, as reservas de gás e petróleo. Estamos alterando o clima maciça e rapidamente. Todas essas tendências estão ocorrendo num planeta de 6,5 bilhões de habitantes, com atividades econômicas já insustentáveis do modo como continuam a ser praticadas. No entanto, com os sucessos econômicos que agora impulsionam Índia e China e o contínuo crescimento da população mundial, estamos a caminho de nos tornar 9 bilhões de terráqueos, com um PMB de talvez US$ 275 trilhões, por volta da metade deste século.
Sem novas tecnologias e nova geopolítica não chegaremos lá. A escassez de hidrocarbonetos pode levar à guerra, a não ser que desenvolvamos alternativas energéticas, além de maneiras mais seguras de usar as vastas reservas de carvão que nos restam. A malsinada Guerra do Iraque conta exatamente como uma dessas disputas por petróleo, e suas conseqüências desastrosas apontam para a urgência de novas abordagens globais quanto à questão energética. Ecossistemas marinhos insubstituíveis serão destruídos, a não ser que aprendamos a desenvolver culturas aquáticas ecologicamente sadias e a desacelerar a acidificação dos oceanos promovida pelo homem. Mais furacões como o Katrina arrasarão nossas economias de base costeira, ao mesmo tempo que eventos climáticos extremos continuarão a aumentar em freqüência, intensidade e impacto humano. Mais desastres humanitários como os de Darfur, no Sudão, resultarão da escassez de água em regiões áridas.
Maiores demandas globais de produção de alimentos levarão à devastação maciça da Floresta Amazônica e de outras, a não ser que hábitos alimentares e processos agrícolas mudem drasticamente.
Nossa política global ainda não está adaptada aos desafios da sustentabilidade. As superpotências gastam muito mais à procura de vantagem militar e econômica de curto prazo do que em honrar acordos internacionais sobre biodiversidade, clima, desertificação e outras questões fundamentais que contarão muito mais para nosso bem-estar em décadas futuras. Se não enfrentarmos honestamente esses problemas, terrorismo e guerras serão coisas comuns.
O desenvolvimento é generalizado, mas a política global ainda não está adaptada aos desafios da sustentabilidade
Jeffrey Sachs É DIRETOR DO INSTITUTO TERRA, DA UNIVERSIDADE COLUMBIA, E DO PROJETO MILLENIUM, DAS NAÇÕES UNIDAS.
http://www2.uol.com.br/sciam/conteudo/editorial/editorial_33.html
Evangelho não atenta contra a liberdade, renova a sociedade com lei do amor, diz o Papa (1/3)
VATICANO, 23 Jun. 06 (ACI) .- Ao receber nesta manhã os bispos da Lituânia, Letônia e Estônia em visita ad limina, o Papa Bento XVI recordou que o "Evangelho não atenta contra a liberdade humana e o autêntico progresso social" mas, ao contrário, renova a sociedade com "a doce e exigente lei do amor".
O Santo Padre precisou que o Evangelho "não atenta contra a liberdade humana e o autêntico progresso social; ao contrário, ajuda a realizar-se plenamente e renova a sociedade através da lei doce e exigente do amor" e também que "uma modernidade que não esteja enraizada em autênticos valores humanos está destinada a ser dominada pela tirania da instabilidade e da desorientação. Por isso, cada comunidade eclesiástica está chamada a ser ponto de referência e a dialogar com a sociedade".
Do mesmo modo, advertiu que "enquanto não se fecharam de tudo as feridas que o comunismo produziu em suas populações, cresce a influência de um secularismo que exalta as miragens do consumismo e que faz do ser humano a medida de si mesmo. Tudo isto faz ainda mais difícil sua ação pastoral, mas sem perder a confiança prossigam incansavelmente no anúncio do Evangelho de Cristo, palavra de salvação para os seres humanos de todos os tempos e de todas as culturas".
Ao referir-se à família, o Pontífice assinalou que junto a "núcleos familiares exemplares, existem freqüentemente outros que por desgraça estão marcados pela fragilidade dos laços conjugais, pela praga do aborto e a crise demográfica, a pouca atenção à transmissão de valores autênticos aos filhos, a precariedade do trabalho, a mobilidade social que debilita os vínculos entre as gerações e um maior sentido de desorientação interior dos jovens".
Em seguida insistiu aos pastores a não deixar de "ser sempre defensores valentes da vida e da família" e continuar assim com a "formação humana e religiosa dos noivos e das famílias jovens. Esta é uma obra muito meritória, que espero seja apreciada e sustentada também pelas instituições da sociedade civil".
Logo depois de exortar aos prelados a viver a comunhão entre eles e com o Sucessor do Pedro, o Papa pediu que sustentaram aos sacerdotes espiritualmente "e se for necessário, materialmente", e que cuidassem seu "formação constante, também mediante cursos de atualização que lhes ajudem a aprofundar nos ensinamentos do Concílio Vaticano II e a valorizar a riqueza dos textos litúrgicos e os documentos da Igreja traduzidos nas respectivas línguas".
O Papa também se referiu às dificuldades dos jovens chamados à vida consagrada por causa de "uma mentalidade secularizada" atual, diante da qual é necessário "promover uma atenta pastoral juvenil e vocacional". Por isso concerne aos seminários, "garantam -disse- a presença de formadores dotados de uma sólida humanidade e de uma piedade profunda, abertos ao diálogo e à colaboração; docentes fiéis à doutrina do Magistério e testemunhas críveis do Evangelho".
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=6966
O Santo Padre precisou que o Evangelho "não atenta contra a liberdade humana e o autêntico progresso social; ao contrário, ajuda a realizar-se plenamente e renova a sociedade através da lei doce e exigente do amor" e também que "uma modernidade que não esteja enraizada em autênticos valores humanos está destinada a ser dominada pela tirania da instabilidade e da desorientação. Por isso, cada comunidade eclesiástica está chamada a ser ponto de referência e a dialogar com a sociedade".
Do mesmo modo, advertiu que "enquanto não se fecharam de tudo as feridas que o comunismo produziu em suas populações, cresce a influência de um secularismo que exalta as miragens do consumismo e que faz do ser humano a medida de si mesmo. Tudo isto faz ainda mais difícil sua ação pastoral, mas sem perder a confiança prossigam incansavelmente no anúncio do Evangelho de Cristo, palavra de salvação para os seres humanos de todos os tempos e de todas as culturas".
Ao referir-se à família, o Pontífice assinalou que junto a "núcleos familiares exemplares, existem freqüentemente outros que por desgraça estão marcados pela fragilidade dos laços conjugais, pela praga do aborto e a crise demográfica, a pouca atenção à transmissão de valores autênticos aos filhos, a precariedade do trabalho, a mobilidade social que debilita os vínculos entre as gerações e um maior sentido de desorientação interior dos jovens".
Em seguida insistiu aos pastores a não deixar de "ser sempre defensores valentes da vida e da família" e continuar assim com a "formação humana e religiosa dos noivos e das famílias jovens. Esta é uma obra muito meritória, que espero seja apreciada e sustentada também pelas instituições da sociedade civil".
Logo depois de exortar aos prelados a viver a comunhão entre eles e com o Sucessor do Pedro, o Papa pediu que sustentaram aos sacerdotes espiritualmente "e se for necessário, materialmente", e que cuidassem seu "formação constante, também mediante cursos de atualização que lhes ajudem a aprofundar nos ensinamentos do Concílio Vaticano II e a valorizar a riqueza dos textos litúrgicos e os documentos da Igreja traduzidos nas respectivas línguas".
O Papa também se referiu às dificuldades dos jovens chamados à vida consagrada por causa de "uma mentalidade secularizada" atual, diante da qual é necessário "promover uma atenta pastoral juvenil e vocacional". Por isso concerne aos seminários, "garantam -disse- a presença de formadores dotados de uma sólida humanidade e de uma piedade profunda, abertos ao diálogo e à colaboração; docentes fiéis à doutrina do Magistério e testemunhas críveis do Evangelho".
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=6966
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