Roma e Bruxelas - O número de vítimas da fome no mundo aumentou em 50 milhões de pessoas em 2007, devido à alta do preço dos alimentos, declarou nesta quinta-feira o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Jacques Diouf, em um discurso diante do Parlamento Europeu, em Bruxelas.
"Os países pobres sofreram o forte impacto da alta dos preços dos alimentos e da energia", disse o diretor da FAO.
"Precisamos com urgência novas e mais sólidas alianças para enfrentar os crescentes problemas de segurança alimentar nos países pobres. Nenhuma instituição ou país será capaz de resolver sozinho a crise. Os países doadores, organizações internacionais, os governos dos países em desenvolvimento, a sociedade civil e o setor privado têm um papel importante para desempenhar na luta mundial contra a fome", destacou Diouf.
O diretor da FAO acrescentou que a crise atual "obedece a uma combinação do aumento da demanda de produtos agrícolas, o desenvolvimento econômico nos países emergentes, já que a produção se viu afetada pela mudança climática, em particular a seca e as inundações, em momentos em que as reservas de cereais - nove milhões de toneladas - estão no nível mais baixo em 30 anos".
Fonte - Jornal da Mídia
segunda-feira, 7 de julho de 2008
sexta-feira, 4 de julho de 2008
As raízes marxistas da paranóia do aquecimento global
Resumo: Simplesmente delete a palavra “soviéticos” e substitua-a por “ambientalistas marxistas”, e você terá uma idéia bastante clara sobre o que hoje nos ameaça.
© 2008 MidiaSemMascara.org
Natalie Grant Wraga, hoje falecida, escreveu: “A proteção do meio ambiente tornou-se a principal ferramenta de ataque contra o Ocidente e tudo o que ele representa. Pode ser utilizada como pretexto para adotar uma série de medidas destinadas a solapar a base industrial das nações desenvolvidas. Pode também servir para introduzir o mal-estar por meio da redução dos padrões de vida e, conseqüentemente, da implantação de valores comunistas”.
...
O que nos leva aonde?
Em muitos de seus textos, ela abandonou o seu sobrenome e assinou com a alcunha Natalie Grant. Isto nos retoma à edição de The Register da primavera de 1998. Lá, Grant identifica a Cruz Verde Internacional (GCI em inglês) como uma Organização Não-Governamental (ONG) fundada por Mikhail Gorbachov, o último ditador comunista da União Soviética. O objetivo da GCI era a aplicação global de uma rígida agenda ambiental.
Ao mesmo tempo em que avançava a GCI, ocorria o nascimento de outra ONG chamada Earth Council (Conselho da Terra), presidida por Maurice Strong, um dos principais ecoativistas e agitadores nas Nações Unidas. De acordo com a Wikipedia, Strong - um canadense - descreve-se a si mesmo como “um socialista na ideologia e um capitalista na metodologia”. A biografia também cita que “alguns consideram Strong um temível faminto por poder”. E mais: “Ele compartilha a visão do mais radical ambientalista que protesta nas ruas, mas ao invés de gritar até ficar rouco na barreira policial duma conferência global, ele é o secretário-geral nos bastidores, mexendo os pauzinhos”.
Enquanto isso, uma dezena de pessoas participava na reunião preparatória da GCI de Gorbachov, incluindo o então Deputado norte-americano James Scheuer (Democratas, Nova York). O congressista tinha publicamente declarado de que, independentemente da alegação de que o “aquecimento global” provocado pelo homem ser real ou exagerada, os EUA deveriam seguir em frente e tomar as atitudes necessárias para enfrentá-lo, pois tais atitudes supostamente beneficiariam o planeta. Como foi explicado na coluna da semana passada, a legislação cap-and-trade (limitar-e-negociar) - taxar e roubar - tinha como objetivo levar a agenda ambiental radical a um custo tão exorbitante para os consumidores e contribuintes americanos que caísse como uma bomba no Senado, levando-os a temer que o povão se revoltasse e desse uma resposta indesejada nas urnas. Ela voltará em 2009. Ligar estes pontos é relevante. Mas isto eu deixo de lado momentaneamente.
...
Em outras palavras, “o galope deste potro é, portanto, muito mais fácil. Os políticos ambiciosos que tentam planejar o mundo e a vida dos seus cidadãos vêem sonhando há décadas como encontrar uma doutrina tão maravilhosa e imune à realidade. Anos ou décadas de clima gelado não vão desmenti-lo – para meu grande pesar. É quase uma religião. Minha certeza de que esta ideologia se tornará o meio mais efetivo para a destruição do livre mercado foi o maior motivo para escrever o livro”.
...
Ou – novamente – como a falecida Natalie Grant diz, “a proteção do meio ambiente pode ser utilizada como um pretexto para adotar uma série de medidas forjadas para minar a base industrial das nações desenvolvidas. Também pode servir para causar mal-estar reduzindo seus padrões de vida e implantando valores comunistas”.
...
Simplesmente delete a palavra “soviéticos” e substitua-a por “ambientalistas marxistas”, e você terá uma idéia bastante clara sobre o que hoje nos ameaça.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
Não se perca de vista que muitas pessoas na história aplicam o Sermão do Monte como uma forma de entrelaçamento entre o cristianismo e o socialismo. Estamos bem próximos destes serem unidos na prática.
© 2008 MidiaSemMascara.org
Natalie Grant Wraga, hoje falecida, escreveu: “A proteção do meio ambiente tornou-se a principal ferramenta de ataque contra o Ocidente e tudo o que ele representa. Pode ser utilizada como pretexto para adotar uma série de medidas destinadas a solapar a base industrial das nações desenvolvidas. Pode também servir para introduzir o mal-estar por meio da redução dos padrões de vida e, conseqüentemente, da implantação de valores comunistas”.
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O que nos leva aonde?
Em muitos de seus textos, ela abandonou o seu sobrenome e assinou com a alcunha Natalie Grant. Isto nos retoma à edição de The Register da primavera de 1998. Lá, Grant identifica a Cruz Verde Internacional (GCI em inglês) como uma Organização Não-Governamental (ONG) fundada por Mikhail Gorbachov, o último ditador comunista da União Soviética. O objetivo da GCI era a aplicação global de uma rígida agenda ambiental.
Ao mesmo tempo em que avançava a GCI, ocorria o nascimento de outra ONG chamada Earth Council (Conselho da Terra), presidida por Maurice Strong, um dos principais ecoativistas e agitadores nas Nações Unidas. De acordo com a Wikipedia, Strong - um canadense - descreve-se a si mesmo como “um socialista na ideologia e um capitalista na metodologia”. A biografia também cita que “alguns consideram Strong um temível faminto por poder”. E mais: “Ele compartilha a visão do mais radical ambientalista que protesta nas ruas, mas ao invés de gritar até ficar rouco na barreira policial duma conferência global, ele é o secretário-geral nos bastidores, mexendo os pauzinhos”.
Enquanto isso, uma dezena de pessoas participava na reunião preparatória da GCI de Gorbachov, incluindo o então Deputado norte-americano James Scheuer (Democratas, Nova York). O congressista tinha publicamente declarado de que, independentemente da alegação de que o “aquecimento global” provocado pelo homem ser real ou exagerada, os EUA deveriam seguir em frente e tomar as atitudes necessárias para enfrentá-lo, pois tais atitudes supostamente beneficiariam o planeta. Como foi explicado na coluna da semana passada, a legislação cap-and-trade (limitar-e-negociar) - taxar e roubar - tinha como objetivo levar a agenda ambiental radical a um custo tão exorbitante para os consumidores e contribuintes americanos que caísse como uma bomba no Senado, levando-os a temer que o povão se revoltasse e desse uma resposta indesejada nas urnas. Ela voltará em 2009. Ligar estes pontos é relevante. Mas isto eu deixo de lado momentaneamente.
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Em outras palavras, “o galope deste potro é, portanto, muito mais fácil. Os políticos ambiciosos que tentam planejar o mundo e a vida dos seus cidadãos vêem sonhando há décadas como encontrar uma doutrina tão maravilhosa e imune à realidade. Anos ou décadas de clima gelado não vão desmenti-lo – para meu grande pesar. É quase uma religião. Minha certeza de que esta ideologia se tornará o meio mais efetivo para a destruição do livre mercado foi o maior motivo para escrever o livro”.
...
Ou – novamente – como a falecida Natalie Grant diz, “a proteção do meio ambiente pode ser utilizada como um pretexto para adotar uma série de medidas forjadas para minar a base industrial das nações desenvolvidas. Também pode servir para causar mal-estar reduzindo seus padrões de vida e implantando valores comunistas”.
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Simplesmente delete a palavra “soviéticos” e substitua-a por “ambientalistas marxistas”, e você terá uma idéia bastante clara sobre o que hoje nos ameaça.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
Não se perca de vista que muitas pessoas na história aplicam o Sermão do Monte como uma forma de entrelaçamento entre o cristianismo e o socialismo. Estamos bem próximos destes serem unidos na prática.
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Sinais do Fim
Quem manda no mundo?

O G8 se reunirá entre os dias 7 e 9 de julho, no Japão, sob a certeza de que não comanda mais a economia e o sistema financeiro globais com a autoridade que tinha na época do G7.
O grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia é o que mais se assemelha a uma direção global em um mundo onde as instituições internacionais que surgiram no pós-guerra têm funcionado bem, mas os países em ascensão e as ameaças crescentes estão desafiando sua supremacia.
Em um esforço para provar que o G8 está em sintonia com os novos tempos, o Japão, como a Alemanha no ano passado, convidou países como Brasil, China, Índia, México e África do Sul para participar de algumas conversas. Esta aproximação se faz sob a dúvida de como deve acontecer a adaptação da velha ordem mundial à nova que está surgindo.
Fonte - Opinião e Notícia
O grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia é o que mais se assemelha a uma direção global em um mundo onde as instituições internacionais que surgiram no pós-guerra têm funcionado bem, mas os países em ascensão e as ameaças crescentes estão desafiando sua supremacia.
Em um esforço para provar que o G8 está em sintonia com os novos tempos, o Japão, como a Alemanha no ano passado, convidou países como Brasil, China, Índia, México e África do Sul para participar de algumas conversas. Esta aproximação se faz sob a dúvida de como deve acontecer a adaptação da velha ordem mundial à nova que está surgindo.
Fonte - Opinião e Notícia
Crise atinge economia britânica
As perspectivas para o mercado imobiliário e para a economia da Grã-Bretanha são cada vez mais sombrias. O número de novos empréstimos aprovados em maio para a compra de casas foi menos da metade do que no ano anterior, e mais baixo até mesmo do que durante a recessão da década de 1990.
Os preços das casas estão em baixa. Em junho deste ano, os preços foram 6,3% menores do que no mesmo período de 2007. Os construtores também estão sentindo estes problemas. Os preços das ações da imobiliária Taylor Wimpey, a maior da Grã-Bretanha, entraram em colapso quando a construtora confirmou que não havia conseguido aumentar seu capital em US$ 1 bilhão.
Os consumidores também foram afetados. Uma pesquisa revelou que, em junho, a confiança do consumidor atingiu seu pior nível desde 1990.
Fonte - Opinião e Notícia
Os preços das casas estão em baixa. Em junho deste ano, os preços foram 6,3% menores do que no mesmo período de 2007. Os construtores também estão sentindo estes problemas. Os preços das ações da imobiliária Taylor Wimpey, a maior da Grã-Bretanha, entraram em colapso quando a construtora confirmou que não havia conseguido aumentar seu capital em US$ 1 bilhão.
Os consumidores também foram afetados. Uma pesquisa revelou que, em junho, a confiança do consumidor atingiu seu pior nível desde 1990.
Fonte - Opinião e Notícia
quarta-feira, 2 de julho de 2008
A mudança climática poderia gerar uma "época de violência nunca vista"

O presidente da Internacional Socialista (IS), Georgos Papandreu, advertiu que o câmbio climático ameaça desatar uma 'época de violência nunca vista' até agora.
Devido a seus efeitos atuais, já 'fazemos frente a tremendas mudanças em nossas vidas', mas haverá que fazê-las 'mais que tudo na vida de nossos filhos', advirtiu.
'Se não encontrarmos vontade de superar os efeitos do câmbio climático, nos veremos tragados a uma época de violência nunca vista', sublinhou em discurso inaugural para 700 participantes de 150 países, a quem pediu por uma solução coordenada.
Aludiu a uma 'violência sem igual' ocasionada pelo câmbio climático como aquela que desencadeará a escassez de água, os movimentos massivos de refugiados climáticos, o ressurgimento do racismo, da xenofobia e a perspectiva de um futuro sem meios para milhões de pessoas.
O Presidente do Chile, presente ao evento, destacou que 'todos teremos que entregar um pouco de nossa soberania e aceitar que haverá um elemento global que nos chamará à ordem'.
Fonte - Terra
Nota DDP:
Outras declarações primeiramente alinhadas com o terrorismo que se tem feito em torno das questões climáticas para através do pânico ter-se facilitada a imposição de medidas restritivas de direitos individuais. Em segundo plano a curiosa manifestação do presidente chileno abrindo mão da soberania nacional com estofo em uma nova ordem, alinhada inclusive com recente manifestação do Papa BXVI na ONU acerca da intervenção internacional em países soberanos.
Líderes cristãos tomam ação para melhorar a situação do aquecimento global
A maior rede evangélica hispana dos EUA está organizando uma resposta ao problema do câmbio climático. A organização se associou com a Iniciativa Climática Evangélica para produzir uma chamado nacional hispano-evangélico para a melhorar a situação do aquecimento global.
Os esforços são para educar a comunidade de fé hispana acerca do câmbio climático e em advogar por legislação que ajude a resolver o problema. A organização está desenvolvendo recursos para que os pastores possam criar consciência acerca deste assunto em suas congregações e possam tomar ações para proteger o meio-ambiente.
Para eles os aquecimento global é um problema real que está afetando o mundo gravemente. Os experts dizem que a contaminação produzida pela queima de combustíveis fósseis está criando um desequilíbrio ecológico, o que proporciona furacões mais fortes, tormentas e inundações que se estão convertendo em algo muito comum a cada dia.
"Este é o momento de atuar. Como cristãos, somos chamados a cuida da criação de Deus e a boa notícia é que existem soluções que nos podem ajudar a fazer a diferença pelo bem das futuras gerações". São as palavras do líder da instituição, com ascendência em mais de 12.000 comunidades.
Fonte - Noticias Cristianas
Nota DDP:
Qualquer identidade de discurso acerca da criação com recentes manifestações do Papa BXVI não é mera coincidência.
Os esforços são para educar a comunidade de fé hispana acerca do câmbio climático e em advogar por legislação que ajude a resolver o problema. A organização está desenvolvendo recursos para que os pastores possam criar consciência acerca deste assunto em suas congregações e possam tomar ações para proteger o meio-ambiente.
Para eles os aquecimento global é um problema real que está afetando o mundo gravemente. Os experts dizem que a contaminação produzida pela queima de combustíveis fósseis está criando um desequilíbrio ecológico, o que proporciona furacões mais fortes, tormentas e inundações que se estão convertendo em algo muito comum a cada dia.
"Este é o momento de atuar. Como cristãos, somos chamados a cuida da criação de Deus e a boa notícia é que existem soluções que nos podem ajudar a fazer a diferença pelo bem das futuras gerações". São as palavras do líder da instituição, com ascendência em mais de 12.000 comunidades.
Fonte - Noticias Cristianas
Nota DDP:
Qualquer identidade de discurso acerca da criação com recentes manifestações do Papa BXVI não é mera coincidência.
Japão: reunião inter-religiosa por ocasião do G8
ROMA, terça-feira, 1º de julho de 2008 (ZENIT.org).- Representantes das principais religiões mundiais se reunirão no Japão para dialogar sobre temas como a pobreza, a mudança climática e a violência, antes da reunião, de 7 a 9 de julho, dos dirigentes do grupo dos 7 países mais industrializados do mundo e a Rússia (G8), em Sapporo, no norte do Japão.
«A mundialização dos mercados exige uma mundialização da responsabilidade», declarou o principal bispo protestante da Alemanha, Wolfgang Huber, em um comunicado citado por Ecumenical News International. O bispo Huber acolheu uma reunião similar em Colônia, em 2007, antes da reunião do G8, organizada nesse ano no norte da Alemanha.
A Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) anunciou que foram convidados à reunião inter-religiosa, de 2 a 3 de julho, 50 representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones.
Estes responsáveis religiosos procedem dos países do G8 – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia –, assim como do Oriente Médio, África e Ásia.
Com antecipação, os bispos católicos dos países do G8 lançaram um chamado aos dirigentes desses países para que reafirmem os compromissos feitos para os países em via de desenvolvimento (ver: http://www.zenit.org/article-18830?l=portuguese).
Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Aumentam os contornos religiosos em paralelo às decisões de cunho político no aspecto ambiental. É absolutamente claro que serão levados em consideração os posicionamentos destes grupos na tomada de medidas universais.
«A mundialização dos mercados exige uma mundialização da responsabilidade», declarou o principal bispo protestante da Alemanha, Wolfgang Huber, em um comunicado citado por Ecumenical News International. O bispo Huber acolheu uma reunião similar em Colônia, em 2007, antes da reunião do G8, organizada nesse ano no norte da Alemanha.
A Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) anunciou que foram convidados à reunião inter-religiosa, de 2 a 3 de julho, 50 representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones.
Estes responsáveis religiosos procedem dos países do G8 – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia –, assim como do Oriente Médio, África e Ásia.
Com antecipação, os bispos católicos dos países do G8 lançaram um chamado aos dirigentes desses países para que reafirmem os compromissos feitos para os países em via de desenvolvimento (ver: http://www.zenit.org/article-18830?l=portuguese).
Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Aumentam os contornos religiosos em paralelo às decisões de cunho político no aspecto ambiental. É absolutamente claro que serão levados em consideração os posicionamentos destes grupos na tomada de medidas universais.
Tempo é limitado no combate às alterações climáticas, diz presidente chinês
O presidente da China, Hu Jintao, pediu neste sábado a renovação dos esforços para combater o aquecimento global, advertindo que "o tempo é limitado" para encontrar soluções eficazes para o problema, segundo a mídia local.
"A forma como respondemos às alterações climáticas está ligada ao desenvolvimento econômico do país e os benefícios práticos para a população. Está em consonância com os interesses básicos do país", disse Hu segundo a agência estatal Nova China.
"A nossa tarefa é difícil e nosso tempo é limitado. Os partidos e os governos devem dar prioridade à redução das emissões de gases e introduzir esta idéia no coração do povo", acrescentou o chefe de Estado chinês.
Entre as formas em que a China pode contribuir, Hu Jintao citou uma utilização mais eficiente da energia e o aumento das zonas florestais.
A China mantém a posição de que os países desenvolvidos são os principais responsáveis pela mudança climática.
No entanto, as emissões chinesas de gases do efeito estufa aumentaram nos últimos anos, devido à escalada da economia do país, cujas fábricas são alimentadas por enormes quantidades de carvão.
Atualmente, a China (1,3 bilhão de habitantes) e os Estados Unidos (300 milhões) são os países que mais emitem gases do efeito estufa.
Fonte - Folha
Nota DDP:
O coro por medidas conjuntas vai engrossando...
"A forma como respondemos às alterações climáticas está ligada ao desenvolvimento econômico do país e os benefícios práticos para a população. Está em consonância com os interesses básicos do país", disse Hu segundo a agência estatal Nova China.
"A nossa tarefa é difícil e nosso tempo é limitado. Os partidos e os governos devem dar prioridade à redução das emissões de gases e introduzir esta idéia no coração do povo", acrescentou o chefe de Estado chinês.
Entre as formas em que a China pode contribuir, Hu Jintao citou uma utilização mais eficiente da energia e o aumento das zonas florestais.
A China mantém a posição de que os países desenvolvidos são os principais responsáveis pela mudança climática.
No entanto, as emissões chinesas de gases do efeito estufa aumentaram nos últimos anos, devido à escalada da economia do país, cujas fábricas são alimentadas por enormes quantidades de carvão.
Atualmente, a China (1,3 bilhão de habitantes) e os Estados Unidos (300 milhões) são os países que mais emitem gases do efeito estufa.
Fonte - Folha
Nota DDP:
O coro por medidas conjuntas vai engrossando...
terça-feira, 1 de julho de 2008
O papa é o "doce cristo" na terra
Esta é a afirmação de um bispo espanhol por ocasião da abertura do ano paulino pelo Vaticano, daí porque coloquei cristo com letra minúscula. Explicarei ao final.
Neste contexto, continua o bispo, que o Papa é o responsável máximo pela igreja e o único capaz de interpretar autenticamente a lei divina, como cabeça dos apóstolos. Em conexão com o post anterior, se depreende claramente que se quer estabelecer a primazia do Papa sobre os demais líderes cristãos, que estariam a representar Paulo no processo de unificação.
Afirma ainda que o Papa faz as vezes de Cristo e que os que o ouvem tem que amá-lo e escutá-lo, porque em sua voz estariam a ouvir o próprio Cristo. Daí porque afirma ser o Papa o "doce cristo na terra". A partir daí continua em desvelo ao primaz da ICAR que pode ser lido em Zenit.
A mim apenas as palavras do Cristo verdadeiro, da terra e dos céus, o Alfa e o Ômega, o que foi, que é e que sempre será:
Mateus 24:4-5
“Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.”
Mateus 24:23-26
“Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.”
Paulo, inspirado, também advertiu:
2 Coríntios 11:13-15
“Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.”
2 Tessalonicenses 2:3-4
“Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.”
O tempo é próximo. Maranata.
Neste contexto, continua o bispo, que o Papa é o responsável máximo pela igreja e o único capaz de interpretar autenticamente a lei divina, como cabeça dos apóstolos. Em conexão com o post anterior, se depreende claramente que se quer estabelecer a primazia do Papa sobre os demais líderes cristãos, que estariam a representar Paulo no processo de unificação.
Afirma ainda que o Papa faz as vezes de Cristo e que os que o ouvem tem que amá-lo e escutá-lo, porque em sua voz estariam a ouvir o próprio Cristo. Daí porque afirma ser o Papa o "doce cristo na terra". A partir daí continua em desvelo ao primaz da ICAR que pode ser lido em Zenit.
A mim apenas as palavras do Cristo verdadeiro, da terra e dos céus, o Alfa e o Ômega, o que foi, que é e que sempre será:
Mateus 24:4-5
“Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.”
Mateus 24:23-26
“Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.”
Paulo, inspirado, também advertiu:
2 Coríntios 11:13-15
“Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.”
2 Tessalonicenses 2:3-4
“Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.”
O tempo é próximo. Maranata.
Cristãos devem dar testemunho de Cristo unidos
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 30 de junho de 2008 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI voltou a convidar ontem todos os cristãos a participarem das celebrações do Ano Paulino, durante a alocução pronunciada durante a oração do Angelus na Praça de São Pedro.
Este Ano Paulino, inaugurado no sábado passado à noite na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, «tem como baricentro Roma», em particular esta basílica e o lugar do martírio do Santo, em Tre Fontane, «mas envolverá a Igreja inteira, a partir de Tarso, cidade natal de Paulo, e dos demais lugares paulinos, meta de peregrinação na atual Turquia, como também na Terra Santa, e na ilha de Malta, onde o Apóstolo esteve após um naufrágio e onde deixou a semente fecunda do Evangelho».
«Na realidade, o horizonte do Ano Paulino não pode deixar de ser universal, porque São Paulo foi por excelência o apóstolo daqueles que com relação aos Hebreus eram 'os afastados', e que 'graças ao sangue de Cristo se converteram em 'próximos'».
Neste sentido, o Papa afirmou que «também hoje, em um mundo cada vez 'menor', mas onde muitíssimos ainda não encontraram o Senhor Jesus, o jubileu de São Paulo convida todos os cristãos a serem missionários do Evangelho».
Contudo, esta missão evangelizadora não se pode dar sem a unidade entre os cristãos, representada por Pedro, acrescentou.
Desta maneira, «os carismas dos dois grandes apóstolos são complementares para a edificação do único Povo de Deus e os cristãos não podem dar testemunho válido de Cristo se não estão unidos entre eles».
Neste sentido, explicou que a imposição do pálio aos arcebispos metropolitanos, celebrada momentos antes na Basílica de São Pedro, «põe de destaque o tema da unidade». Também, mostrou sua alegria pela presença do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Batolomeu I, presente nestes dias em Roma para a abertura do Ano Paulino.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Obviamente, o Papa representa Pedro e Paulo é representando por todos os demais cristãos dispersos. Interessante estratégia...
Este Ano Paulino, inaugurado no sábado passado à noite na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, «tem como baricentro Roma», em particular esta basílica e o lugar do martírio do Santo, em Tre Fontane, «mas envolverá a Igreja inteira, a partir de Tarso, cidade natal de Paulo, e dos demais lugares paulinos, meta de peregrinação na atual Turquia, como também na Terra Santa, e na ilha de Malta, onde o Apóstolo esteve após um naufrágio e onde deixou a semente fecunda do Evangelho».
«Na realidade, o horizonte do Ano Paulino não pode deixar de ser universal, porque São Paulo foi por excelência o apóstolo daqueles que com relação aos Hebreus eram 'os afastados', e que 'graças ao sangue de Cristo se converteram em 'próximos'».
Neste sentido, o Papa afirmou que «também hoje, em um mundo cada vez 'menor', mas onde muitíssimos ainda não encontraram o Senhor Jesus, o jubileu de São Paulo convida todos os cristãos a serem missionários do Evangelho».
Contudo, esta missão evangelizadora não se pode dar sem a unidade entre os cristãos, representada por Pedro, acrescentou.
Desta maneira, «os carismas dos dois grandes apóstolos são complementares para a edificação do único Povo de Deus e os cristãos não podem dar testemunho válido de Cristo se não estão unidos entre eles».
Neste sentido, explicou que a imposição do pálio aos arcebispos metropolitanos, celebrada momentos antes na Basílica de São Pedro, «põe de destaque o tema da unidade». Também, mostrou sua alegria pela presença do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Batolomeu I, presente nestes dias em Roma para a abertura do Ano Paulino.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Obviamente, o Papa representa Pedro e Paulo é representando por todos os demais cristãos dispersos. Interessante estratégia...
Quem nos governa, afinal?
O plano de transição para o governo mundial, que Arnold Toynbee expôs mais de meio século atrás e que mencionei brevemente nesta coluna, já está em avançadíssima fase de implantação, ao ponto de que não há nenhum exagero em dizer que a Nova Ordem globalista-socialista é um fato consumado, irreversível. Que a maioria dos seres humanos ignore isso por completo e ainda tenha a ilusão de poder interferir de algum modo no curso das coisas por meio do "voto", eis aí a prova de que Toynbee tinha toda a razão ao dizer que a nova estrutura de poder não seria democrática, nem democrática a transição para ela. Não há estado de sujeição mais completo do que ignorar a estrutura de poder sob a qual se vive.
É verdade que a mera complexidade crescente da administração estatal moderna já era, por si, conflitiva com as pretensões democráticas de transparência, informação acessível, "voto consciente", enfim, com as presunções da "cidadania". Mas o que vem acontecendo no último meio século é o aproveitamento deliberado e sistemático da complexidade burocrática para criar, acima do governo representativo, uma nova estrutura de poder que o domina, o estrangula e acaba por eliminá-lo. A maior parte das nações já vive sob o controle dessa nova estrutura global sem ter disso a menor consciência e acreditando que continua a desfrutar das garantias e meios de ação assegurados ao eleitor pelo antigo sistema de governo representativo, hoje reduzido a um véu de aparências tecido em torno do poder mais centralizado, abrangente e incontrolável que já existiu ao longo de toda a história humana.
Não só essa transição já aconteceu, mas ela foi realizada sob a proteção de um conjunto de pretextos retóricos altamente enganosos, criados para dar à população a idéia de que a mudança ia no sentido da maior liberdade para os cidadãos, da maior participação de todos no governo e de mais sólidas garantias para a empresa privada. Todos os termos-chave dessa retórica – "governo reinventado", "parcerias público-privadas", "terceira via", "descentralização" – significam precisamente o contrário do que parecem indicar à primeira vista.
Os dois diagramas que acompanham este artigo tornarão isso bastante claro. As flechas aí indicam a origem do poder e o objeto sobre o qual se exerce. No antigo sistema representativo, o eleitorado escolhia o governo segundo os programas que lhe pareciam os mais convenientes, e o governo eleito – executivo e parlamento – repassava esses planos aos órgãos da administração pública, para que os executassem. No novo sistema de "parcerias público-privadas", a administração pública é só uma parcela do órgão executor. A outra parcela é escolhida por entidades sobre as quais o eleitorado não tem o menor controle e das quais não chega às vezes a ter sequer conhecimento. Tal como apresentado na sua formulação publicitária, o novo sistema é mais democrático, porque reparte a autoridade do governo com "a sociedade". Mas "a sociedade" aí não corresponde ao eleitorado e sim a ONG's criadas sob a orientação de organismos internacionais não-eletivos – ONU, UE, OMS, OMC, etc – e subsidiadas por bilionárias corporações multinacionais cuja diretoria não é mesmo conhecida do público em geral.
A orientação geral dessas ONG's reflete um conjunto de novas concepções socioculturais e políticas que jamais foram postas sequer em discussão, e que por meio delas são implantadas do dia para a noite, sem que o eleitorado chegue a saber nem mesmo de onde vieram. A própria velocidade das transformações é tamanha, que serve para reduzir as populações ao estado de passividade atônita necessário para tornar inviável não só qualquer reação organizada, mas até uma clara tomada de consciência quanto ao que está acontecendo. Paralelamente, muito do poder de decisão do parlamento é transferido aos órgãos burocráticos, que, agindo já não como braços do eleitorado, mas como agentes a serviço de parcerias controladas pelo triunvirato de ONG's, corporações e organismos internacionais, passa então a introduzir na sociedade mutações radicais que, no sistema de governo representativo, jamais seriam aprovadas nem pela população, nem pelo parlamento.
Ao desfazer-se de uma parte das suas prerrogativas, sob as desculpas de "privatização", "democratização", "descentralização", "desburocratização" etc., o governo não as transfere ao povo, mas a um esquema de poder global que escapa infinitamente à possibilidade de qualquer controle pelo eleitorado. As ambigüidades decorrentes, que desorientam o público, são então aproveitadas como instrumentos para gerar artificialmente novas "pressões populares", que não são populares de maneira alguma, mas que refletem apenas a vontade da chamada "sociedade civil organizada", isto é, da rede de ONGs criadas pelo próprio esquema de poder global.
Subsidiadas pelas grandes corporações e fundações, essas ONGs, prevalecendo-se da "parceria" que têm com órgãos do governo, passam então à parasitagem voraz de verbas públicas, somando aos recursos que as alimentam desde fora o sangue extraído do próprio eleitorado que as ignora e que elas falsamente representam. Essa nova estrutura de poder não é um plano, não é um objetivo a ser alcançado: ela já é o sistema de poder sob o qual vivemos, construído sobre os escombros do antigo governo representativo, que hoje em dia só subsiste como aparência legitimadora da transformação que o matou.
Uma ambigüidade especialmente irônica e por isto mesmo proveitosa da situação é que um dos instrumentos principais para a implantação do novo esquema reside na rede mundial de ONG's e movimentos esquerdistas, desde os mais radicais até os mais brandos e inofensivos em aparência. Ao mesmo tempo, como a violência e rapidez das mutações gera toda sorte de desequilíbrios, temores e insatisfações, essa rede de organizações esquerdistas é usada por outro lado como megafone para lançar a culpa de todos esses males no velho capitalismo liberal, apontado como beneficiário maior das mesmas transmutações que o esmagam. Os sintomas colaterais mórbidos da transformação servem eles próprios como pretextos para acelerá-la e aprofundá-la, canalizando em favor dela as dores que ela gerou.
Numa obra memorável, "Du Pouvoir. Histoire Naturelle de Sa Croissance", Bertrand de Jouvenel mostrou que a história da modernidade não é a história da liberdade crescente, como pretendia Benedetto Croce, mas a história do poder crescente do Estado avassalador.
Esse livro é de 1945. Desde então, o curso da História tomou um rumo que o confirma na medida mesma em que aparenta desmenti-lo. A "descentralização" dos governos nacionais, simulando em escala local uma vitória do liberal-capitalismo sobre as tendências centralizadoras e socialistas, foi posta a serviço da construção do Leviatã supranacional que, inacessível e quase invisível, controla dezenas de Estados reduzidos à condição de entrepostos da administração global. Não só o eleitorado foi submetido a essa gigantesca mutação sem a menor possibilidade de interferir nela ou de compreendê-la, porém até mesmo alguns dos mais intelectualizados porta-vozes do liberal-capitalismo, enxergando apenas o fator econômico e recusando-se a investigar a nova estrutura de poder político por trás da globalização comercial, colaboraram ativamente para que o processo de centralização mundial se implantasse pacificamente, sob a bandeira paradoxal da liberdade de mercado.
O camponês antigo, o servo da gleba e até mesmo o escravo romano gemiam sob o tacão de um poder incontrastável, mas pelo menos tinham uma idéia clara de quem mandava neles e compreendiam perfeitamente o funcionamento do sistema que os governava. O cidadão da "democracia de massas" está cada vez mais submetido a decisões que não sabe de onde vieram, implantadas por um sistema de governo que ele nem conhece nem compreende. O globalismo é a apoteose do processo de centralização do poder, centralizando até o direito de conhecer o processo.
Fonte - Olavo de Carvalho
É verdade que a mera complexidade crescente da administração estatal moderna já era, por si, conflitiva com as pretensões democráticas de transparência, informação acessível, "voto consciente", enfim, com as presunções da "cidadania". Mas o que vem acontecendo no último meio século é o aproveitamento deliberado e sistemático da complexidade burocrática para criar, acima do governo representativo, uma nova estrutura de poder que o domina, o estrangula e acaba por eliminá-lo. A maior parte das nações já vive sob o controle dessa nova estrutura global sem ter disso a menor consciência e acreditando que continua a desfrutar das garantias e meios de ação assegurados ao eleitor pelo antigo sistema de governo representativo, hoje reduzido a um véu de aparências tecido em torno do poder mais centralizado, abrangente e incontrolável que já existiu ao longo de toda a história humana.
Não só essa transição já aconteceu, mas ela foi realizada sob a proteção de um conjunto de pretextos retóricos altamente enganosos, criados para dar à população a idéia de que a mudança ia no sentido da maior liberdade para os cidadãos, da maior participação de todos no governo e de mais sólidas garantias para a empresa privada. Todos os termos-chave dessa retórica – "governo reinventado", "parcerias público-privadas", "terceira via", "descentralização" – significam precisamente o contrário do que parecem indicar à primeira vista.
Os dois diagramas que acompanham este artigo tornarão isso bastante claro. As flechas aí indicam a origem do poder e o objeto sobre o qual se exerce. No antigo sistema representativo, o eleitorado escolhia o governo segundo os programas que lhe pareciam os mais convenientes, e o governo eleito – executivo e parlamento – repassava esses planos aos órgãos da administração pública, para que os executassem. No novo sistema de "parcerias público-privadas", a administração pública é só uma parcela do órgão executor. A outra parcela é escolhida por entidades sobre as quais o eleitorado não tem o menor controle e das quais não chega às vezes a ter sequer conhecimento. Tal como apresentado na sua formulação publicitária, o novo sistema é mais democrático, porque reparte a autoridade do governo com "a sociedade". Mas "a sociedade" aí não corresponde ao eleitorado e sim a ONG's criadas sob a orientação de organismos internacionais não-eletivos – ONU, UE, OMS, OMC, etc – e subsidiadas por bilionárias corporações multinacionais cuja diretoria não é mesmo conhecida do público em geral.
A orientação geral dessas ONG's reflete um conjunto de novas concepções socioculturais e políticas que jamais foram postas sequer em discussão, e que por meio delas são implantadas do dia para a noite, sem que o eleitorado chegue a saber nem mesmo de onde vieram. A própria velocidade das transformações é tamanha, que serve para reduzir as populações ao estado de passividade atônita necessário para tornar inviável não só qualquer reação organizada, mas até uma clara tomada de consciência quanto ao que está acontecendo. Paralelamente, muito do poder de decisão do parlamento é transferido aos órgãos burocráticos, que, agindo já não como braços do eleitorado, mas como agentes a serviço de parcerias controladas pelo triunvirato de ONG's, corporações e organismos internacionais, passa então a introduzir na sociedade mutações radicais que, no sistema de governo representativo, jamais seriam aprovadas nem pela população, nem pelo parlamento.
Ao desfazer-se de uma parte das suas prerrogativas, sob as desculpas de "privatização", "democratização", "descentralização", "desburocratização" etc., o governo não as transfere ao povo, mas a um esquema de poder global que escapa infinitamente à possibilidade de qualquer controle pelo eleitorado. As ambigüidades decorrentes, que desorientam o público, são então aproveitadas como instrumentos para gerar artificialmente novas "pressões populares", que não são populares de maneira alguma, mas que refletem apenas a vontade da chamada "sociedade civil organizada", isto é, da rede de ONGs criadas pelo próprio esquema de poder global.
Subsidiadas pelas grandes corporações e fundações, essas ONGs, prevalecendo-se da "parceria" que têm com órgãos do governo, passam então à parasitagem voraz de verbas públicas, somando aos recursos que as alimentam desde fora o sangue extraído do próprio eleitorado que as ignora e que elas falsamente representam. Essa nova estrutura de poder não é um plano, não é um objetivo a ser alcançado: ela já é o sistema de poder sob o qual vivemos, construído sobre os escombros do antigo governo representativo, que hoje em dia só subsiste como aparência legitimadora da transformação que o matou.
Uma ambigüidade especialmente irônica e por isto mesmo proveitosa da situação é que um dos instrumentos principais para a implantação do novo esquema reside na rede mundial de ONG's e movimentos esquerdistas, desde os mais radicais até os mais brandos e inofensivos em aparência. Ao mesmo tempo, como a violência e rapidez das mutações gera toda sorte de desequilíbrios, temores e insatisfações, essa rede de organizações esquerdistas é usada por outro lado como megafone para lançar a culpa de todos esses males no velho capitalismo liberal, apontado como beneficiário maior das mesmas transmutações que o esmagam. Os sintomas colaterais mórbidos da transformação servem eles próprios como pretextos para acelerá-la e aprofundá-la, canalizando em favor dela as dores que ela gerou.
Numa obra memorável, "Du Pouvoir. Histoire Naturelle de Sa Croissance", Bertrand de Jouvenel mostrou que a história da modernidade não é a história da liberdade crescente, como pretendia Benedetto Croce, mas a história do poder crescente do Estado avassalador.
Esse livro é de 1945. Desde então, o curso da História tomou um rumo que o confirma na medida mesma em que aparenta desmenti-lo. A "descentralização" dos governos nacionais, simulando em escala local uma vitória do liberal-capitalismo sobre as tendências centralizadoras e socialistas, foi posta a serviço da construção do Leviatã supranacional que, inacessível e quase invisível, controla dezenas de Estados reduzidos à condição de entrepostos da administração global. Não só o eleitorado foi submetido a essa gigantesca mutação sem a menor possibilidade de interferir nela ou de compreendê-la, porém até mesmo alguns dos mais intelectualizados porta-vozes do liberal-capitalismo, enxergando apenas o fator econômico e recusando-se a investigar a nova estrutura de poder político por trás da globalização comercial, colaboraram ativamente para que o processo de centralização mundial se implantasse pacificamente, sob a bandeira paradoxal da liberdade de mercado.
O camponês antigo, o servo da gleba e até mesmo o escravo romano gemiam sob o tacão de um poder incontrastável, mas pelo menos tinham uma idéia clara de quem mandava neles e compreendiam perfeitamente o funcionamento do sistema que os governava. O cidadão da "democracia de massas" está cada vez mais submetido a decisões que não sabe de onde vieram, implantadas por um sistema de governo que ele nem conhece nem compreende. O globalismo é a apoteose do processo de centralização do poder, centralizando até o direito de conhecer o processo.
Fonte - Olavo de Carvalho
Lieberman: Os EUA serão atacados em 2009
Caso não se lembre deste ativo senador americanos, pode começar por "EUA: cientistas querem menos emissões de gases causadores do efeito estufa".
Agora ele vem afirmar que os EUA podem ser atacados no primeiro ano de governo do próximo presidente americano. Diz que os inimigos da América testarão o novo presidente cedo, em entrevista à CBS. Tal raciocíonio deriva do primeiro ataque ao WTC no primeiro ano de governo de Clinton, bem como do próprio 11/9, em relação a Bush.
Faz tais afirmações para sustentar a candidatura de McCain, personagem que, para ele, estaria mais apto a lidar com tais condições. É mais uma tentativa de impressionar pelo pânico, algo muito comum no tempo em que vivemos e que tem caracterizado os movimentos da nação mais poderosa do globo ultimamente.
Não se pode perder de vista ainda, embora este movimento de Lieberman em tese estivesse a apontar para McCain, que o citado Senador mantém relações muito próximas a Gore, que endossou a candidatura de Obama, junto com o próprio Clinton.
Tudo parece não passar de mais um blefe em um jogo de cartas marcadas.
Fonte - Global Research
Agora ele vem afirmar que os EUA podem ser atacados no primeiro ano de governo do próximo presidente americano. Diz que os inimigos da América testarão o novo presidente cedo, em entrevista à CBS. Tal raciocíonio deriva do primeiro ataque ao WTC no primeiro ano de governo de Clinton, bem como do próprio 11/9, em relação a Bush.
Faz tais afirmações para sustentar a candidatura de McCain, personagem que, para ele, estaria mais apto a lidar com tais condições. É mais uma tentativa de impressionar pelo pânico, algo muito comum no tempo em que vivemos e que tem caracterizado os movimentos da nação mais poderosa do globo ultimamente.
Não se pode perder de vista ainda, embora este movimento de Lieberman em tese estivesse a apontar para McCain, que o citado Senador mantém relações muito próximas a Gore, que endossou a candidatura de Obama, junto com o próprio Clinton.
Tudo parece não passar de mais um blefe em um jogo de cartas marcadas.
Fonte - Global Research
A histeria do aquecimentismo global
A verdade pode chegar ao mundo por muitas vias, mas ela nunca vem acompanhada pela força. Pensava que fosse uma lição aprendida há muito, a principiar pelos próprios cientistas. Os cientistas reais aprenderam-na de facto. Contudo, emergiu uma nova amálgama, a do cientista-activista, e neste espécime a lição é ignorada.
Na alvorada do Iluminismo, cientistas foram levados a tribunais e inquisições. Galileu é o grande exemplo, o pioneiro empírico que rejeitou o antigo modelo do universo (então conhecido) tendo a Terra como centro, e pelos seus esforços despertou a atenção e a ira inquisitorial.
Fui atraído a estes pensamentos, e ao exemplo da Inquisição, por uma curiosa explosão esta semana de James Hansen, o principal porta-voz da NASA sobre o assunto do aquecimento global, um homem que desempenhou o papel de S. João Batista nos ensinamentos messiânicos de Al Gore sobre o assunto. O dr. Hansen é geralmente considerado o homem que "tocou o alarme" quanto ao aquecimento global provocado pelo homem, e ele tem sido um proponente persistente, altamente publicitado e muito agressivo desta causa desde há duas décadas. O dr. Hansen não trata gentilmente aqueles que contestam os seus cenários apocalípticos. Escolhi esta palavra, apocalíptico, deliberadamente. Segundo o dr. Hansen, a espécie humana pode ter atingido o ponto de viragem com o aquecimento global. Se este for o caso, calamidades e catástrofes em vasta escala são inevitáveis. E se tivéssemos atingido o ponto de crise absoluta, haveria um minúsculo intervalo [de tempo] para as espécies humanas actuarem e prevenirem o pior. Segundo o dr. Hansen, o que ainda resta por ser enfrentado na verdade ainda é horrível.
Nem todo o mundo partilha a visão do dr. Hansen de um iminente Armagedão ecológico. Mentes sérias, sem interesses no assunto, lançam advertências a todo momento. Elas questionam os modelos de especulação climatológica; questionam a peculiar mistura de fontes antropogénicas e outras prováveis fontes na dinâmica do clima; questionam alguns dos dados reunidos e algumas das suas interpretações; e questionam a própria maturidade da altamente complexa, e experimentalmente deficiente, ciência do aquecimento global em si mesmo.
Elas questionam também a receitas maciças de politica que estão a ser exigidas como resposta necessária às determinações científicas do aquecimento global produzido pelo homem. Há muitíssimo espaço para opiniões diferentes e honestas sobre questões tão amplas e complexas, questões na terrivelmente complicada intersecção da ciência, política e economia.
Mas, para a mente agitada do dr. Hansen, aquele que levanta tais questões, os que injectam cepticismo no debate do aquecimento global são "negacionistas". A palavra aqui está a tornar-se lugar comum, mas ela permanece como uma calúnia estranha. Um punhado de crentes no aquecimento global gosta de arremessar todos os que argumentam com eles para a categoria do polémico, sendo polémicos todos os que discordam da opinião ortodoxa sobre o aquecimento global como o equivalente à negação do Holocausto. Trata-se de uma táctica sem vergonha e viciosa, e dificilmente de acordo com a nobreza que se supõe guiar a consciência daqueles que salvam o planeta. O dr. Hansen é excessivamente afeiçoado a analogias especiosas e assustadoras: Eles escreveu sobre "glaciares a desaparecer que funcionam como uma Kristal Nacht " e, embora posteriormente se haja arrependido da metáfora, comparou comboios de carvão a "comboios da morte – tão pavorosos quanto vagões a caminho do crematório, carregados com incontáveis espécies insubstituíveis". Esta semana, o dr. Hansen deu um passo em frente ainda mais nocivo.
Ele clamou por um tribunal, ou como prefiro denominá-lo, por uma Inquisição, a fim de julgar por crimes contra a natureza e a humanidade os presidentes das grandes companhias de petróleo os quais, de acordo com frenética visão das coisas do dr. Hansen, alimentam a "desinformação" pública acerca da crise climática. Mais uma vez, o modelo implícito é Nuremberg, quando as tentativas do homem de se preocupar com um futuro – vamos chamá-lo de probabilidade – no terreno moral e factual emparelham com a inquestionável, histórica e comovedora enormidade do Holocausto Nazi.
Será este o discurso de um cientista? Se for, é mais do que estranho que no século XXI esteja este cientista a clamar pelo equivalente secular de uma Inquisição. Ainda mais directamente ao ponto: são estas as palavras de um homem realmente certo da sua verdade ou de alguém que – com a ansiedade do fanático – está a tentar proteger-se do rigor do cepticismo e da investigação? Seja um caso ou seja o outro, não questiono de todo a afirmação de que isto é a voz de um homem que não é amigo da razão nem da ciência. Isto é a voz do cientista-activista consumado, com a sua própria verdade e temeroso de toda disputa.
A ciência não precisa de tribunais ou julgamentos, não precisa da justiça de Nuremberg, ou analogias com o Holocausto. As palavras de James Hansen esta semana constituíram uma ofensa contra a investigação, contra a ciência e contra a seriedade moral. Foram uma manifestação insolente contra o próprio debate de ideias.
Fonte - Resistir
Na alvorada do Iluminismo, cientistas foram levados a tribunais e inquisições. Galileu é o grande exemplo, o pioneiro empírico que rejeitou o antigo modelo do universo (então conhecido) tendo a Terra como centro, e pelos seus esforços despertou a atenção e a ira inquisitorial.
Fui atraído a estes pensamentos, e ao exemplo da Inquisição, por uma curiosa explosão esta semana de James Hansen, o principal porta-voz da NASA sobre o assunto do aquecimento global, um homem que desempenhou o papel de S. João Batista nos ensinamentos messiânicos de Al Gore sobre o assunto. O dr. Hansen é geralmente considerado o homem que "tocou o alarme" quanto ao aquecimento global provocado pelo homem, e ele tem sido um proponente persistente, altamente publicitado e muito agressivo desta causa desde há duas décadas. O dr. Hansen não trata gentilmente aqueles que contestam os seus cenários apocalípticos. Escolhi esta palavra, apocalíptico, deliberadamente. Segundo o dr. Hansen, a espécie humana pode ter atingido o ponto de viragem com o aquecimento global. Se este for o caso, calamidades e catástrofes em vasta escala são inevitáveis. E se tivéssemos atingido o ponto de crise absoluta, haveria um minúsculo intervalo [de tempo] para as espécies humanas actuarem e prevenirem o pior. Segundo o dr. Hansen, o que ainda resta por ser enfrentado na verdade ainda é horrível.
Nem todo o mundo partilha a visão do dr. Hansen de um iminente Armagedão ecológico. Mentes sérias, sem interesses no assunto, lançam advertências a todo momento. Elas questionam os modelos de especulação climatológica; questionam a peculiar mistura de fontes antropogénicas e outras prováveis fontes na dinâmica do clima; questionam alguns dos dados reunidos e algumas das suas interpretações; e questionam a própria maturidade da altamente complexa, e experimentalmente deficiente, ciência do aquecimento global em si mesmo.
Elas questionam também a receitas maciças de politica que estão a ser exigidas como resposta necessária às determinações científicas do aquecimento global produzido pelo homem. Há muitíssimo espaço para opiniões diferentes e honestas sobre questões tão amplas e complexas, questões na terrivelmente complicada intersecção da ciência, política e economia.
Mas, para a mente agitada do dr. Hansen, aquele que levanta tais questões, os que injectam cepticismo no debate do aquecimento global são "negacionistas". A palavra aqui está a tornar-se lugar comum, mas ela permanece como uma calúnia estranha. Um punhado de crentes no aquecimento global gosta de arremessar todos os que argumentam com eles para a categoria do polémico, sendo polémicos todos os que discordam da opinião ortodoxa sobre o aquecimento global como o equivalente à negação do Holocausto. Trata-se de uma táctica sem vergonha e viciosa, e dificilmente de acordo com a nobreza que se supõe guiar a consciência daqueles que salvam o planeta. O dr. Hansen é excessivamente afeiçoado a analogias especiosas e assustadoras: Eles escreveu sobre "glaciares a desaparecer que funcionam como uma Kristal Nacht " e, embora posteriormente se haja arrependido da metáfora, comparou comboios de carvão a "comboios da morte – tão pavorosos quanto vagões a caminho do crematório, carregados com incontáveis espécies insubstituíveis". Esta semana, o dr. Hansen deu um passo em frente ainda mais nocivo.
Ele clamou por um tribunal, ou como prefiro denominá-lo, por uma Inquisição, a fim de julgar por crimes contra a natureza e a humanidade os presidentes das grandes companhias de petróleo os quais, de acordo com frenética visão das coisas do dr. Hansen, alimentam a "desinformação" pública acerca da crise climática. Mais uma vez, o modelo implícito é Nuremberg, quando as tentativas do homem de se preocupar com um futuro – vamos chamá-lo de probabilidade – no terreno moral e factual emparelham com a inquestionável, histórica e comovedora enormidade do Holocausto Nazi.
Será este o discurso de um cientista? Se for, é mais do que estranho que no século XXI esteja este cientista a clamar pelo equivalente secular de uma Inquisição. Ainda mais directamente ao ponto: são estas as palavras de um homem realmente certo da sua verdade ou de alguém que – com a ansiedade do fanático – está a tentar proteger-se do rigor do cepticismo e da investigação? Seja um caso ou seja o outro, não questiono de todo a afirmação de que isto é a voz de um homem que não é amigo da razão nem da ciência. Isto é a voz do cientista-activista consumado, com a sua própria verdade e temeroso de toda disputa.
A ciência não precisa de tribunais ou julgamentos, não precisa da justiça de Nuremberg, ou analogias com o Holocausto. As palavras de James Hansen esta semana constituíram uma ofensa contra a investigação, contra a ciência e contra a seriedade moral. Foram uma manifestação insolente contra o próprio debate de ideias.
Fonte - Resistir
Software permite espionar pessoas
Novos softwares podem ser instalados sem conhecimento do dono e permitem acompanhar sua vida. O programa passa a mandar para um número escolhido todos os números chamados e a duração das chamadas, e cópia de torpedos recebidos e enviados.
Em aparelhos dotados de GPS, o programa envia permanentemente informação de onde ele está. Esses programas estão sendo vendidos pela Internet. O mais popular é o "Flexispy". Esse programa permite ainda se telefonar para ele e o aparelho, em silêncio, atende a ligação, passando a transmitir todos os sons do ambiente.
Fonte - Opinião e Notícia
Em aparelhos dotados de GPS, o programa envia permanentemente informação de onde ele está. Esses programas estão sendo vendidos pela Internet. O mais popular é o "Flexispy". Esse programa permite ainda se telefonar para ele e o aparelho, em silêncio, atende a ligação, passando a transmitir todos os sons do ambiente.
Fonte - Opinião e Notícia
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Circulo Católico de Operários do Porto e a “Batalha” pelo descanso dominical
1. O Círculo Católico de Operários do Porto trouxe ao movimento católico português um cariz propriamente contemporâneo. Na verdade, é com ele que se ultrapassa a fase “paternalista”, que, num quadro ainda muito tradicional e pré-urbano, procurava resolver a questão social mais pela responsabilidade das elites do que pela movimentação autónoma dos trabalhadores: “Um movimento social católico, integrado ‘por operários’, e não só ‘para operários’, vai surgir apenas com o lançamento dos C. C. O. [Círculos Católicos de Operários].
...
2. No seu programa (publicado n’ O Grito do Povo de 17 de Junho de 1899) surgiram 14 itens elucidativos, que podemos resumir assim: 1º) descanso dominical; 2º) ensino religioso; 3º) diminuição dos encargos militares, que pesavam mais sobre os pobres; 4º) reforma do imposto, para que incidisse mais sobre os objectos de luxo do que sobre os géneros de primeira necessidade; 5º) extinção da agiotagem e da usura; 6º) diminuição das despesas de justiça; 7º) representação do trabalho e dos interesses profissionais; 8º) comissões mistas de patrões e operários; 9º) máximo do dia de trabalho, não mais de onze horas; 10º) redução do trabalho nocturno; 11º) proibição do trabalho de menores de 14 anos e cuidados com o trabalho da mulher; 12º) salário mínimo, começando no sector público; 13º) caixas de socorro na doença, acidentes e velhice; 14º) casas para operários.
3. O Círculo Católico de Operários do Porto nunca desistiu até ver realizado o primeiro item do seu programa, o descanso dominical. É aliás a melhor demonstração da incidência social duma convicção tão humanitária como religiosa. Em 1907, o governo de João Franco legislou finalmente nesse sentido, com imediato aplauso do C. C. O. portuense (cf. GONÇALVES, Eduardo C. Cordeiro – O Círculo Católico de Operários do Porto e o Catolicismo Social em Portugal (1898 – 1910). Porto: CCOP, 1998, p. 34- 35).
Interessante a argumentação do Círculo, ligando a prescrição religiosa à consideração antropológica. Como neste trecho de Fernandes da Silva, n’ O Grito do Povo de 12 de Agosto de 1899: “O domingo não é somente o dia do Senhor, mas também do homem. Deus criando o homem dotou-o de corpo e alma, e tão intimamente ligada com aquele, que se o corpo descansa a alma também descansa. Porém Deus para prover a esta necessidade estabeleceu o descanso do domingo, sendo regulado segundo o organismo e forças humanas”.
E, se este ponto foi porventura o mais consequente da doutrina e da projecção do Círculo Católico de Operários do Porto, poderá ser hoje o mais actual da sua herança a recolher. De facto, nas actuais condições sócio-económicas, o descanso dominical, arduamente conseguido há um século, é posto em causa por outros motivos. O modo corrente de viver e descansar, menos comunitário, mais individualizado, faz do “fim-de-semana” o tempo do comércio e dos “centros comerciais” o espaço social mais centrípeto e convidativo. Aliás, os serviços de apoio ao lazer exigem cada vez mais trabalho ao sábado e Domingo.
4. Neste contexto, a actual doutrina social da Igreja tem retomado e aprofundado muita da argumentação de há cem anos. Fundamental neste ponto é a carta apostólica de João Paulo II Dies Domini, sobre a santificação do Domingo, de 1998. Por exemplo, no seu nº 66: “No contexto histórico actual, permanece a obrigação de batalhar para que todos possam conhecer a liberdade, a calma e o descanso necessários à sua dignidade de homens, com as consequentes exigências religiosas, familiares, culturais, interpessoais, que dificilmente podem ser satisfeitas, se não ficar salvaguardado pelo menos um dia semanal para gozarem juntos da possibilidade de repousar e fazer festa”. Sem esquecer de acrescentar: “Obviamente, este direito do trabalhador ao descanso pressupõe o seu direito ao trabalho”.
Está em causa uma visão integrada da pessoa humana, a qual, muito mais do que mero “indivíduo”, é sujeito de relações múltiplas, indispensáveis para a sua realização integral. Isto significa família, sociedade, cultura e religião, tudo realidades conjuntas que precisam de tempos e espaços de encontro, ritmados, de todos para todos. E as reais necessidades de garantir serviços públicos ou particulares não podem iludir tal realidade essencial, mas proporcioná-la, também àqueles que nem sempre possam descansar ao Domingo. Uma sociedade que se perde como convivência integradora desfaz-se na pulverização dos interesses. Deixa mesmo de ser “sociedade”, perde-se como humanidade.
- Há muito a retomar, do que no Círculo Católico de Operários do Porto foi propósito e consequência, há mais de um século!
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Interessante notar, no contexto desta notícia, uma outra enviada por uma leitora deste espaço [Gessica] acerca da visita do Presidente português ao Vaticano, que dentre outras afirmações de apreço ao Papa e à Igreja Católica, levou a efeito a seguinte afirmação: "Tive ocasião de sublinhar que é importante para o mundo e para os valores que a Igreja e a Europa partilham, uma Europa unida, uma Europa forte [...]". Tal questão veio no contexto da rejeição da Irlanda ao tratado europeu, que contou inclusive com apoio da ICAR.
...
2. No seu programa (publicado n’ O Grito do Povo de 17 de Junho de 1899) surgiram 14 itens elucidativos, que podemos resumir assim: 1º) descanso dominical; 2º) ensino religioso; 3º) diminuição dos encargos militares, que pesavam mais sobre os pobres; 4º) reforma do imposto, para que incidisse mais sobre os objectos de luxo do que sobre os géneros de primeira necessidade; 5º) extinção da agiotagem e da usura; 6º) diminuição das despesas de justiça; 7º) representação do trabalho e dos interesses profissionais; 8º) comissões mistas de patrões e operários; 9º) máximo do dia de trabalho, não mais de onze horas; 10º) redução do trabalho nocturno; 11º) proibição do trabalho de menores de 14 anos e cuidados com o trabalho da mulher; 12º) salário mínimo, começando no sector público; 13º) caixas de socorro na doença, acidentes e velhice; 14º) casas para operários.
3. O Círculo Católico de Operários do Porto nunca desistiu até ver realizado o primeiro item do seu programa, o descanso dominical. É aliás a melhor demonstração da incidência social duma convicção tão humanitária como religiosa. Em 1907, o governo de João Franco legislou finalmente nesse sentido, com imediato aplauso do C. C. O. portuense (cf. GONÇALVES, Eduardo C. Cordeiro – O Círculo Católico de Operários do Porto e o Catolicismo Social em Portugal (1898 – 1910). Porto: CCOP, 1998, p. 34- 35).
Interessante a argumentação do Círculo, ligando a prescrição religiosa à consideração antropológica. Como neste trecho de Fernandes da Silva, n’ O Grito do Povo de 12 de Agosto de 1899: “O domingo não é somente o dia do Senhor, mas também do homem. Deus criando o homem dotou-o de corpo e alma, e tão intimamente ligada com aquele, que se o corpo descansa a alma também descansa. Porém Deus para prover a esta necessidade estabeleceu o descanso do domingo, sendo regulado segundo o organismo e forças humanas”.
E, se este ponto foi porventura o mais consequente da doutrina e da projecção do Círculo Católico de Operários do Porto, poderá ser hoje o mais actual da sua herança a recolher. De facto, nas actuais condições sócio-económicas, o descanso dominical, arduamente conseguido há um século, é posto em causa por outros motivos. O modo corrente de viver e descansar, menos comunitário, mais individualizado, faz do “fim-de-semana” o tempo do comércio e dos “centros comerciais” o espaço social mais centrípeto e convidativo. Aliás, os serviços de apoio ao lazer exigem cada vez mais trabalho ao sábado e Domingo.
4. Neste contexto, a actual doutrina social da Igreja tem retomado e aprofundado muita da argumentação de há cem anos. Fundamental neste ponto é a carta apostólica de João Paulo II Dies Domini, sobre a santificação do Domingo, de 1998. Por exemplo, no seu nº 66: “No contexto histórico actual, permanece a obrigação de batalhar para que todos possam conhecer a liberdade, a calma e o descanso necessários à sua dignidade de homens, com as consequentes exigências religiosas, familiares, culturais, interpessoais, que dificilmente podem ser satisfeitas, se não ficar salvaguardado pelo menos um dia semanal para gozarem juntos da possibilidade de repousar e fazer festa”. Sem esquecer de acrescentar: “Obviamente, este direito do trabalhador ao descanso pressupõe o seu direito ao trabalho”.
Está em causa uma visão integrada da pessoa humana, a qual, muito mais do que mero “indivíduo”, é sujeito de relações múltiplas, indispensáveis para a sua realização integral. Isto significa família, sociedade, cultura e religião, tudo realidades conjuntas que precisam de tempos e espaços de encontro, ritmados, de todos para todos. E as reais necessidades de garantir serviços públicos ou particulares não podem iludir tal realidade essencial, mas proporcioná-la, também àqueles que nem sempre possam descansar ao Domingo. Uma sociedade que se perde como convivência integradora desfaz-se na pulverização dos interesses. Deixa mesmo de ser “sociedade”, perde-se como humanidade.
- Há muito a retomar, do que no Círculo Católico de Operários do Porto foi propósito e consequência, há mais de um século!
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Interessante notar, no contexto desta notícia, uma outra enviada por uma leitora deste espaço [Gessica] acerca da visita do Presidente português ao Vaticano, que dentre outras afirmações de apreço ao Papa e à Igreja Católica, levou a efeito a seguinte afirmação: "Tive ocasião de sublinhar que é importante para o mundo e para os valores que a Igreja e a Europa partilham, uma Europa unida, uma Europa forte [...]". Tal questão veio no contexto da rejeição da Irlanda ao tratado europeu, que contou inclusive com apoio da ICAR.
Bento 16 pede unidade de todos os cristãos
O papa Bento 16 pediu neste domingo a unidade de todos os cristãos durante a tradicional oração do Ângelus, à qual assistiu o patriarca ecumênico Bartolomeu 1º, primaz de honra das igrejas ortodoxas.
Ao contrário do costume dominical de rezar o Ângelus na praça São Pedro, o pontífice celebrou a oração hoje no interior da basílica de mesmo nome, após oficiar, no local, a missa solene pela festividade de São Pedro e São Paulo, durante a qual impôs o pálio aos 40 arcebispos nomeados no último ano.
No Ângelus, Bento 16 lembrou que no sábado começou o Ano Paulino, pelo que pediu aos fiéis que rezassem por esse motivo, assim como pela unidade dos cristãos, a evangelização e a comunhão na Igreja.
Tanto na abertura do Ano Paulino quanto na imposição, hoje, do pálio aos arcebispos, o patriarca da Igreja Ortodoxa de Constantinopla Bartolomeu 1º teve uma presença destacada, com o que o papa quis simbolizar a necessidade de união de todos os cristãos.
Fonte - Folha
Ao contrário do costume dominical de rezar o Ângelus na praça São Pedro, o pontífice celebrou a oração hoje no interior da basílica de mesmo nome, após oficiar, no local, a missa solene pela festividade de São Pedro e São Paulo, durante a qual impôs o pálio aos 40 arcebispos nomeados no último ano.
No Ângelus, Bento 16 lembrou que no sábado começou o Ano Paulino, pelo que pediu aos fiéis que rezassem por esse motivo, assim como pela unidade dos cristãos, a evangelização e a comunhão na Igreja.
Tanto na abertura do Ano Paulino quanto na imposição, hoje, do pálio aos arcebispos, o patriarca da Igreja Ortodoxa de Constantinopla Bartolomeu 1º teve uma presença destacada, com o que o papa quis simbolizar a necessidade de união de todos os cristãos.
Fonte - Folha
Pólo Norte pode ficar sem gelo no próximo verão
O pólo Norte pode perder seu gelo neste verão devido ao aquecimento global, que está reduzindo a calota polar há uma década, algo sem precedentes na atualidade, advertiu nesta sexta-feira o cientista americano Mark Serreze.
"É muito provável que não haja calota no pólo Norte no final deste verão, já que o Pólo está coberto apenas por uma fina camada de gelo", explicou Serreze, pesquisador do Centro Nacional da Neve e Gelo dos Estados Unidos, com sede em Boulder (Colorado).
Segundo Serreze, há 50% de chance de ocorrer tal situação, tornando "concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do Alasca ao pólo Norte".
"O que observamos nos últimos dez anos foi uma grande redução no gelo do Ártico, especialmente nos três últimos anos, e esta tendência a longo prazo fará com que não haja mais gelo no verão no oceano Ártico até 2030."
Fonte - Folha
"É muito provável que não haja calota no pólo Norte no final deste verão, já que o Pólo está coberto apenas por uma fina camada de gelo", explicou Serreze, pesquisador do Centro Nacional da Neve e Gelo dos Estados Unidos, com sede em Boulder (Colorado).
Segundo Serreze, há 50% de chance de ocorrer tal situação, tornando "concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do Alasca ao pólo Norte".
"O que observamos nos últimos dez anos foi uma grande redução no gelo do Ártico, especialmente nos três últimos anos, e esta tendência a longo prazo fará com que não haja mais gelo no verão no oceano Ártico até 2030."
Fonte - Folha
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Papa acusa seitas de confundir católicos
ROMA (AFP) — Papa Bento XVI acusou as seitas e o secularismo de serem "fonte de confusão" para muitos católicos, especialmente os hondurenhos, após terem recebido nesta quinta-feira, no Vaticano, os bispos deste país centro-americano.
"Como ocorre em outros países, a propagação do secularismo, assim como o proselitismo das seitas, é fonte de confusão para muitos fiéis, e também provoca uma perda do sentimento de pertencimento da Igreja", lamentou o Papa ante os prelados hondurenhos, que celebraram a tradicional visita "ad limina" ao Vaticano, que ocorre de cinco em cinco anos.
...
Fonte - AFP
"Como ocorre em outros países, a propagação do secularismo, assim como o proselitismo das seitas, é fonte de confusão para muitos fiéis, e também provoca uma perda do sentimento de pertencimento da Igreja", lamentou o Papa ante os prelados hondurenhos, que celebraram a tradicional visita "ad limina" ao Vaticano, que ocorre de cinco em cinco anos.
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Fonte - AFP
Nota DDP:
Não é a primeira vez que BXVI trata da questão das "seitas" e do "proselitismo". Há um movimento internacional do sentido de que não se pregue para pessoas que estão no redil de outro segmento religioso. Isso é bastante interessante para o padrão que se pretende impor de paz e, certamente, desencadeará perseguições, porque pregar o Evangelho não é uma opção, mas uma obrigação para o cristão.
Epidemia de Aids deve ser tratada como 'catástrofe'
A epidemia de Aids no sul da África é tão grave que deveria ser classificada como catástrofe, advertiu a organização assistencial IFRC (Federação Internacional da Cruz Vermelha e da Crescente Vermelha).
A crise se encaixa na definição das Nações Unidas para catástrofe, como um evento que vai além do que uma única sociedade pode enfrentar, afirmou a entidade, que acredita que a epidemia de Aids deveria receber, de governos e organizações, o mesmo tratamento urgente dispensado a catástrofes e desastres naturias.
O Relatório Mundial sobre Desastres da IFRC costuma se dedicar a análise de respostas a desastres naturais como terremotos.
Mas neste ano, a entidade resolveu abandonar a tradição para focar no que ela considera um dos problemas mais complexos e duradouros enfrentados pela humanidade: a epidemia de Aids.
O documento, de cerca de 250 páginas, diz que boa parte do dinheiro gasto com a Aids - bilhões de dólares no total - não está chegando aos necessitados.
...
Fonte - BBC
A crise se encaixa na definição das Nações Unidas para catástrofe, como um evento que vai além do que uma única sociedade pode enfrentar, afirmou a entidade, que acredita que a epidemia de Aids deveria receber, de governos e organizações, o mesmo tratamento urgente dispensado a catástrofes e desastres naturias.
O Relatório Mundial sobre Desastres da IFRC costuma se dedicar a análise de respostas a desastres naturais como terremotos.
Mas neste ano, a entidade resolveu abandonar a tradição para focar no que ela considera um dos problemas mais complexos e duradouros enfrentados pela humanidade: a epidemia de Aids.
O documento, de cerca de 250 páginas, diz que boa parte do dinheiro gasto com a Aids - bilhões de dólares no total - não está chegando aos necessitados.
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Fonte - BBC
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Mensagem cifrada?
Um dos principais assessores do provável candidato republicano à Casa Branca John McCain declarou em entrevista que um ataque terrorista aos EUA ajudaria a campanha republicana.
Em entrevista à revista "Fortune" --que será publicada em 7 de julho, o conselheiro sênior de McCain, Charlie Black, afirmou que um atentado deste tipo ao território norte-americano "certamente seria uma grande vantagem" para McCain.
Black, conhecido por seu trabalho como lobista em Washington, também disse à revista que o "infeliz" assassinato da líder paquistanesa Benazir Bhutto "ajudou" os republicanos a conquistar popularidade.
Após discurso em Fresno, na Califórnia, McCain foi à uma entrevista coletiva na qual rebateu os comentários do seu conselheiro. "Eu não posso imaginar ele dizendo isso. Não é verdade. Eu trabalhei sem descanso desde [os ataques terroristas] de 11 de setembro para evitar um novo ataque aos Estados Unidos da América. Meu histórico é muito claro", disse.
...
Fonte - Folha
Nota DDP:
São sabidos os efeitos do 11/9 no arraial americano, como por exemplo a aprovação da recente lei de segurança que viola a pivacidade dos seus cidadãos, em flagante contrariedade à quarta emenda da constituição daquele país. É sabido também que há muito se fala na possibilidade de um evento similar que pudesse colocar em ação todas as leis restritivas de direitos que foram aprovadas após os citados eventos. Enfim, não é de se estranhar, até porque as notícias dão como aumentada a diferença entre Obama e McCain de 5 para 12% no dia de hoje, que os replubicanos realmente quisessem algo deste naipe para se manterem no poder, que claramente está escorrendo por seus dedos...
Em entrevista à revista "Fortune" --que será publicada em 7 de julho, o conselheiro sênior de McCain, Charlie Black, afirmou que um atentado deste tipo ao território norte-americano "certamente seria uma grande vantagem" para McCain.
Black, conhecido por seu trabalho como lobista em Washington, também disse à revista que o "infeliz" assassinato da líder paquistanesa Benazir Bhutto "ajudou" os republicanos a conquistar popularidade.
Após discurso em Fresno, na Califórnia, McCain foi à uma entrevista coletiva na qual rebateu os comentários do seu conselheiro. "Eu não posso imaginar ele dizendo isso. Não é verdade. Eu trabalhei sem descanso desde [os ataques terroristas] de 11 de setembro para evitar um novo ataque aos Estados Unidos da América. Meu histórico é muito claro", disse.
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Fonte - Folha
Nota DDP:
São sabidos os efeitos do 11/9 no arraial americano, como por exemplo a aprovação da recente lei de segurança que viola a pivacidade dos seus cidadãos, em flagante contrariedade à quarta emenda da constituição daquele país. É sabido também que há muito se fala na possibilidade de um evento similar que pudesse colocar em ação todas as leis restritivas de direitos que foram aprovadas após os citados eventos. Enfim, não é de se estranhar, até porque as notícias dão como aumentada a diferença entre Obama e McCain de 5 para 12% no dia de hoje, que os replubicanos realmente quisessem algo deste naipe para se manterem no poder, que claramente está escorrendo por seus dedos...
terça-feira, 24 de junho de 2008
Mais uma vez a eucaristia e o domingo
Missa é o encontro de amor com Jesus
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A missa é um encontro de amor com Jesus, explicou Bento XVI em uma vídeo-mensagem enviada aos jovens congregados neste fim de semana em Québec, por ocasião do Congresso Eucarístico Internacional.
Na mensagem, o Papa assegura aos jovens que podem encontrar Cristo na Escritura e na Eucaristia e, dessa maneira, «descobrireis que sois amados de uma maneira infinita».
...
Fonte - Zenit
Igreja recomeça a partir da eucaristia
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A Igreja relança sua missão ao início do século XXI a partir do amor irradiado pela Eucaristia, explica o porta-voz vaticano, sintetizando os frutos do Congresso Eucarístico Internacional de Québec.
...
Recordando o tema do Congresso, «A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo», o sacerdote explica que estes congressos «são mananciais de renovação espiritual, ocasião para fazer conhecer melhor a santíssima Eucaristia, que é o tesouro mais precioso que Jesus nos deixou».
...
«A Eucaristia é verdadeiramente o centro da vida da Igreja», diz o Pe. Lombardi, explicando que o final do pontificado de João Paulo II havia sublinhando com insistência esta realidade: com sua última encíclica, «Ecclesia de Eucharistia», com o ano da Eucaristia e com o Sínodo dedicado ao tema.
...
A Eucaristia também é protagonista deste novo pontificado, que sintetizou na exortação apostólica «Sacramentum caritatis» as conclusões do Sínodo da Eucaristia. Boa parte dos escritos de Bento XVI não são mais que meditações eucarísticas.
«Devemos ser conscientes de que a vida cristã depende vitalmente do manancial da Eucaristia; cada dia e, em particular, cada domingo. Como diziam os antigos mártires: ‘Sem a celebração dominical não podemos viver!’», conclui o Pe. Lombardi.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Qualquer argumentação é "chover no molhado", não?
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A missa é um encontro de amor com Jesus, explicou Bento XVI em uma vídeo-mensagem enviada aos jovens congregados neste fim de semana em Québec, por ocasião do Congresso Eucarístico Internacional.
Na mensagem, o Papa assegura aos jovens que podem encontrar Cristo na Escritura e na Eucaristia e, dessa maneira, «descobrireis que sois amados de uma maneira infinita».
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Fonte - Zenit
Igreja recomeça a partir da eucaristia
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A Igreja relança sua missão ao início do século XXI a partir do amor irradiado pela Eucaristia, explica o porta-voz vaticano, sintetizando os frutos do Congresso Eucarístico Internacional de Québec.
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Recordando o tema do Congresso, «A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo», o sacerdote explica que estes congressos «são mananciais de renovação espiritual, ocasião para fazer conhecer melhor a santíssima Eucaristia, que é o tesouro mais precioso que Jesus nos deixou».
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«A Eucaristia é verdadeiramente o centro da vida da Igreja», diz o Pe. Lombardi, explicando que o final do pontificado de João Paulo II havia sublinhando com insistência esta realidade: com sua última encíclica, «Ecclesia de Eucharistia», com o ano da Eucaristia e com o Sínodo dedicado ao tema.
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A Eucaristia também é protagonista deste novo pontificado, que sintetizou na exortação apostólica «Sacramentum caritatis» as conclusões do Sínodo da Eucaristia. Boa parte dos escritos de Bento XVI não são mais que meditações eucarísticas.
«Devemos ser conscientes de que a vida cristã depende vitalmente do manancial da Eucaristia; cada dia e, em particular, cada domingo. Como diziam os antigos mártires: ‘Sem a celebração dominical não podemos viver!’», conclui o Pe. Lombardi.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Qualquer argumentação é "chover no molhado", não?
Diálogo ou guerra entre civilizações
O diálogo inter-religioso obteve o apoio de mais um nome de peso: Mário Soares. Ex-presidente de Portugal, agora presidente da Comissão de Liberdade Religiosa.
Veja uns trechos de citações de notícia veiculada hoje nos jornais:
“O Mundo está muito complicado. Se as religiões não forem um factor de paz pode acontecer que se entre numa guerra de civilizações e isso seria o pior de tudo que pode acontecer”.
Ele disse que as religiões devem dialogar para obter a paz, e evitar a guerra entre civilizações “Há muitos princípios de natureza ética que são comuns às religiões. E é isso que é preciso desenvolver”.
“As religiões devem discutir umas com as outras. Todas têm a verdade revelada e quem tem a verdade revelada pensa que tem o exclusivo e por isso é difícil conjugar, mas tenho verificado, em encontros económicos, que é possível encontrar pontos comuns e é isso que é preciso desenvolver”.
Ele apela para que os debates sejam animados nesse sentido.
As igrejas estão se unindo, na aparência, para salvar o planeta das perigosas tendências visíveis, como a criminalidade e os maus tratos contra a natureza, mas, no fundo, é para formar uma única adoração, e não ao DEUS Criador.
Fonte - Cristo Voltará
Veja uns trechos de citações de notícia veiculada hoje nos jornais:
“O Mundo está muito complicado. Se as religiões não forem um factor de paz pode acontecer que se entre numa guerra de civilizações e isso seria o pior de tudo que pode acontecer”.
Ele disse que as religiões devem dialogar para obter a paz, e evitar a guerra entre civilizações “Há muitos princípios de natureza ética que são comuns às religiões. E é isso que é preciso desenvolver”.
“As religiões devem discutir umas com as outras. Todas têm a verdade revelada e quem tem a verdade revelada pensa que tem o exclusivo e por isso é difícil conjugar, mas tenho verificado, em encontros económicos, que é possível encontrar pontos comuns e é isso que é preciso desenvolver”.
Ele apela para que os debates sejam animados nesse sentido.
As igrejas estão se unindo, na aparência, para salvar o planeta das perigosas tendências visíveis, como a criminalidade e os maus tratos contra a natureza, mas, no fundo, é para formar uma única adoração, e não ao DEUS Criador.
Fonte - Cristo Voltará
Conflitos deixam mais de 37 milhões de refugiados no mundo
INTERNACIONAL - Mais de 37 milhões de pessoas estão refugiadas em várias regiões do mundo ou deslocadas em seus próprios países por causa de conflitos armados ou perseguições de todo tipo, afirma um relatório apresentado hoje em Londres pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).
Em seu estudo, correspondente a 2007, a Acnur destaca que o número de pessoas refugiadas ou deslocadas alcançou números recordes entre 2005 e o ano passado, principalmente por causa das guerras no Afeganistão e no Iraque.
Segundo as estatísticas, no final de 2007 havia 11,4 milhões de refugiados e 26 milhões de deslocados – um total de 37,4 milhões –, mas este número não inclui os 4,6 milhões de palestinos (a cargo de outra agência da ONU) nem as milhões de pessoas afetadas por catástrofes naturais.
Mais da metade de refugiados sob o amparo da ONU é de afegãos (3 milhões, que vivem principalmente no Irã), eles são seguidos pelos iraquianos (mais de 2 milhões, refugiados sobretudo na Jordânia e Síria) e pelos colombianos (552 mil, que estão na Venezuela e Equador).
Quanto aos deslocados internos, a maioria é de colombianos (3 milhões), iraquianos (2,4 milhões), congoleses (1,3 milhão), ugandenses (1,2 milhão) e somalis (aproximadamente 1 milhão).
"Há um conjunto de crise (de refugiados) que está inter-relacionado, como a de Afeganistão, Palestina, Iraque, Sudão, Chade e Somália", declarou o alto comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres.
Guterres explicou que, "paralelamente existe uma multiplicação de crise por todas as partes, sobretudo na África, muitas das quais não são conhecidas, como as de Chade, República Centro-Africana, Eritréia, Zimbábue e Congo".
...
Fonte - Portas Abertas
Em seu estudo, correspondente a 2007, a Acnur destaca que o número de pessoas refugiadas ou deslocadas alcançou números recordes entre 2005 e o ano passado, principalmente por causa das guerras no Afeganistão e no Iraque.
Segundo as estatísticas, no final de 2007 havia 11,4 milhões de refugiados e 26 milhões de deslocados – um total de 37,4 milhões –, mas este número não inclui os 4,6 milhões de palestinos (a cargo de outra agência da ONU) nem as milhões de pessoas afetadas por catástrofes naturais.
Mais da metade de refugiados sob o amparo da ONU é de afegãos (3 milhões, que vivem principalmente no Irã), eles são seguidos pelos iraquianos (mais de 2 milhões, refugiados sobretudo na Jordânia e Síria) e pelos colombianos (552 mil, que estão na Venezuela e Equador).
Quanto aos deslocados internos, a maioria é de colombianos (3 milhões), iraquianos (2,4 milhões), congoleses (1,3 milhão), ugandenses (1,2 milhão) e somalis (aproximadamente 1 milhão).
"Há um conjunto de crise (de refugiados) que está inter-relacionado, como a de Afeganistão, Palestina, Iraque, Sudão, Chade e Somália", declarou o alto comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres.
Guterres explicou que, "paralelamente existe uma multiplicação de crise por todas as partes, sobretudo na África, muitas das quais não são conhecidas, como as de Chade, República Centro-Africana, Eritréia, Zimbábue e Congo".
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Fonte - Portas Abertas
O retorno de Malthus – o apocalipse está perto novamente?

Revoltas por falta de comida estouram em vários países, e desacreditada teoria volta à tona. Mas isso não quer dizer que o mundo não vá ter problemas para alimentar sua população.
Nos anos de 1970, as pessoas estavam à beira da inanição em muitos lugares ao redor do mundo. Os preços dos grãos estavam bastante altos, os estoques de arroz estavam em queda. Na Etiópia e no Camboja, as pessoas estavam realmente à beira da fome, e a revolta da opinião pública por falta de comida contribuiu para a queda do Imperador Haile Selassie e a vitória do Khmer Vermelho.
Agora, isso está acontecendo novamente. Revoltas por falta de comida incendeiam Bangladesh, o Egito e outros países africanos. No Haiti, isso custou o cargo do primeiro-ministro. Países produtores de arroz, como China, Índia e Indonésia, restringiram as exportações, e o arroz é transportado sob escolta armada.
E, de novo, Thomas Malthus, economista britânico e demógrafo da virada do século 18 para o 19, está sendo chamado para o serviço. Sua teoria básica era a de que as populações, que crescem em progressão geométrica, irão inexoravelmente superar o ritmo da produção de alimentos, que cresce em progressão aritmética. O resultado seria a fome. Esse pensamento foi fundamentado em cenários apocalípticos, tanto reais quanto imaginários, da Grande Fome Irlandesa, em 1845, à Explosão Populacional de 1968.
Mas, com a Revolução Industrial, a Revolução dos Transportes, a Revolução Verde e a Revolução Biotecnológica, Malthus foi amplamente desacreditado. Os acontecimentos lancinantes dos últimos meses não mudam esse fato, diz a maioria dos especialistas. Mas eles mostram os problemas que podem surgir.
O mundo nunca chegou tão perto de superar sua capacidade de produzir alimentos. Hoje, há grãos suficientes crescendo no planeta para alimentar 10 bilhões de vegetarianos, afirma Joel E. Cohen, professor de populações da Rockefeller University em Nova York e autor de “How Many People Can the Earth Support?”. Mas muitos desses grãos estão servindo de alimento para gado, que são por sua vez consumidos pelas pessoas mais ricas do mundo.
Em teoria, existem terras plantadas suficientes para alimentar o planeta para sempre, porque as Nações Unidas prevêem que a população mundial irá se estabilizar em 10 bilhões de pessoas em 2060. Mas o sucesso depende do controle das porções; no final da década de 80, o Programa Fome Mundial da Brown University calculou que o mundo naquela época podia sustentar 5,5 bilhões de vegetarianos, 3,7 bilhões de sul-americanos ou 2,8 bilhões de norte-americanos, que comiam mais proteína animal do que os sul-americanos.
Mesmo que as taxas de natalidade voltassem a subir, muitos agrônomos acreditam que o mundo poderia suportar facilmente de 20 a 30 bilhões de pessoas.
Qualquer pessoa que tenha sobrevoado os Estados Unidos pode ver como isso é possível: há muitas terras desocupadas no país. Toda a população do mundo, com 93 metros quadrados de espaço vital cada, caberia no estado do Texas.
Água? Quando o barril atingir o preço de US$ 150, valerá mais a pena construir dutos da calota polar em derretimento, ou dessalinizar o mar, como fazem os sauditas.
O mesmo potencial é ainda mais evidente quando se sobrevoa o planeta. As favelas de Mumbai são extensas; mas também são extensas as áreas cultiváveis vazias em Rajasthan. A África, um continente enorme com meros 770 milhões de pessoas, parece praticamente vazia vista do alto. Ao sul do Saara, a terra é rica; ao sul de Zambezi, o clima é temperado. Mas a terra é cultivada em sua maior parte por gente que usa enxadas.
Como apontou Harriet Friedmann, especialista em sistemas de alimentos da Universidade de Toronto, Malthus escreveu em uma Grã-Bretanha que ecoava a dicotomia entre os países ricos de hoje e o Terceiro Mundo: uma elite de grandes latifundiários praticando “agricultura científica” de lã e trigo e obtendo grandes lucros; muitos agricultores de subsistência mal conseguindo sobreviver; migração desses agricultores para as favelas de Londres, seguido de emigração. A principal diferença é que a emigração naquela época era para colônias onde terras cultiváveis os esperavam, enquanto hoje é para países ricos onde estão os postos de trabalho.
O mundo de Malthus ficou cheio, e os agricultores, desafiando suas previsões, se tornaram ainda mais produtivos. Reconhecidamente, desmatar a terra para que se possa plantar trigo geneticamente modificado e colhê-lo com equipamentos da John Deere pode ser um processo brutal, mas está solidificado e já faz parte das regras ocidentais.
Mas, e os 800 milhões de pessoas que sofrem de miséria crônica, mesmo em anos sem conflitos?
Friedmann argumenta que há uma insustentabilidade malthusiana na forma como a grande agricultura é praticada. Ele afirma que ela degrada de tal forma a diversidade genética e o meio ambiente que certamente chegará um ponto em que a fome irá se alastrar.
Outros discordam veementemente. Na opinião deles, o mundo é quase infinitamente abundante. Se os alimentos se tornarem tão caros quanto o petróleo, poderíamos cultivar a terra da África, instalar viveiros de peixes nos oceanos e construir jardins vegetais hidropônicos no alto dos arranha-céus. Mas eles vêem os problemas por trás disso sob uma perspectiva mais marxista do que malthusiana: os ricos obtêm muito de tudo, incluindo biomassa.
Por ora, simplesmente acabar com subsídios a agricultores americanos e europeus permitiria aos agricultores pobres competir no mercado.
Tyler Cowen, economista americano, observa que os mercados globais de agricultura estão longe de serem livres e são administrados de forma imprudente. Países ricos subsidiam agricultores, mas governos pobres congelam preços locais de grãos ou proíbem a exportação somente quando os preços mundiais sobem – por exemplo, menos de 7% do arroz produzido no mundo cruza as fronteiras. Isso desmotiva os milhões de agricultores do Terceiro Mundo a plantar um pouco mais para venda no mercado, além do que plantam para si e sua família.
Cohen, da Rockefeller University, disse que os americanos gostam de Malthus porque sua teoria os livra da culpa pelo problema. Malthus afirma que o problema é existirem muitas pessoas pobres.
Ou, usando os termos com os quais a crise atual geralmente é explicada: muitos chineses e indianos trabalham duro e acham que deveriam poder comer pizza, carne e tomar café. Eles são os culpados por aumentar em tal nível os preços mundiais que africanos e asiáticos pobres não podem pagar o preço do arroz e do mingau. A verdade é que a pressão para o aumento dos preços já estava lá.
Os Estados Unidos sempre foram caridosos, então a resposta nunca foi “deixem que eles comam brotos de feijão”. Mas tem sido “deixem que eles comam milho americano subsidiado transportado em navios americanos”. Talvez eles precisem mudar.
Fonte - G1
Nos anos de 1970, as pessoas estavam à beira da inanição em muitos lugares ao redor do mundo. Os preços dos grãos estavam bastante altos, os estoques de arroz estavam em queda. Na Etiópia e no Camboja, as pessoas estavam realmente à beira da fome, e a revolta da opinião pública por falta de comida contribuiu para a queda do Imperador Haile Selassie e a vitória do Khmer Vermelho.
Agora, isso está acontecendo novamente. Revoltas por falta de comida incendeiam Bangladesh, o Egito e outros países africanos. No Haiti, isso custou o cargo do primeiro-ministro. Países produtores de arroz, como China, Índia e Indonésia, restringiram as exportações, e o arroz é transportado sob escolta armada.
E, de novo, Thomas Malthus, economista britânico e demógrafo da virada do século 18 para o 19, está sendo chamado para o serviço. Sua teoria básica era a de que as populações, que crescem em progressão geométrica, irão inexoravelmente superar o ritmo da produção de alimentos, que cresce em progressão aritmética. O resultado seria a fome. Esse pensamento foi fundamentado em cenários apocalípticos, tanto reais quanto imaginários, da Grande Fome Irlandesa, em 1845, à Explosão Populacional de 1968.
Mas, com a Revolução Industrial, a Revolução dos Transportes, a Revolução Verde e a Revolução Biotecnológica, Malthus foi amplamente desacreditado. Os acontecimentos lancinantes dos últimos meses não mudam esse fato, diz a maioria dos especialistas. Mas eles mostram os problemas que podem surgir.
O mundo nunca chegou tão perto de superar sua capacidade de produzir alimentos. Hoje, há grãos suficientes crescendo no planeta para alimentar 10 bilhões de vegetarianos, afirma Joel E. Cohen, professor de populações da Rockefeller University em Nova York e autor de “How Many People Can the Earth Support?”. Mas muitos desses grãos estão servindo de alimento para gado, que são por sua vez consumidos pelas pessoas mais ricas do mundo.
Em teoria, existem terras plantadas suficientes para alimentar o planeta para sempre, porque as Nações Unidas prevêem que a população mundial irá se estabilizar em 10 bilhões de pessoas em 2060. Mas o sucesso depende do controle das porções; no final da década de 80, o Programa Fome Mundial da Brown University calculou que o mundo naquela época podia sustentar 5,5 bilhões de vegetarianos, 3,7 bilhões de sul-americanos ou 2,8 bilhões de norte-americanos, que comiam mais proteína animal do que os sul-americanos.
Mesmo que as taxas de natalidade voltassem a subir, muitos agrônomos acreditam que o mundo poderia suportar facilmente de 20 a 30 bilhões de pessoas.
Qualquer pessoa que tenha sobrevoado os Estados Unidos pode ver como isso é possível: há muitas terras desocupadas no país. Toda a população do mundo, com 93 metros quadrados de espaço vital cada, caberia no estado do Texas.
Água? Quando o barril atingir o preço de US$ 150, valerá mais a pena construir dutos da calota polar em derretimento, ou dessalinizar o mar, como fazem os sauditas.
O mesmo potencial é ainda mais evidente quando se sobrevoa o planeta. As favelas de Mumbai são extensas; mas também são extensas as áreas cultiváveis vazias em Rajasthan. A África, um continente enorme com meros 770 milhões de pessoas, parece praticamente vazia vista do alto. Ao sul do Saara, a terra é rica; ao sul de Zambezi, o clima é temperado. Mas a terra é cultivada em sua maior parte por gente que usa enxadas.
Como apontou Harriet Friedmann, especialista em sistemas de alimentos da Universidade de Toronto, Malthus escreveu em uma Grã-Bretanha que ecoava a dicotomia entre os países ricos de hoje e o Terceiro Mundo: uma elite de grandes latifundiários praticando “agricultura científica” de lã e trigo e obtendo grandes lucros; muitos agricultores de subsistência mal conseguindo sobreviver; migração desses agricultores para as favelas de Londres, seguido de emigração. A principal diferença é que a emigração naquela época era para colônias onde terras cultiváveis os esperavam, enquanto hoje é para países ricos onde estão os postos de trabalho.
O mundo de Malthus ficou cheio, e os agricultores, desafiando suas previsões, se tornaram ainda mais produtivos. Reconhecidamente, desmatar a terra para que se possa plantar trigo geneticamente modificado e colhê-lo com equipamentos da John Deere pode ser um processo brutal, mas está solidificado e já faz parte das regras ocidentais.
Mas, e os 800 milhões de pessoas que sofrem de miséria crônica, mesmo em anos sem conflitos?
Friedmann argumenta que há uma insustentabilidade malthusiana na forma como a grande agricultura é praticada. Ele afirma que ela degrada de tal forma a diversidade genética e o meio ambiente que certamente chegará um ponto em que a fome irá se alastrar.
Outros discordam veementemente. Na opinião deles, o mundo é quase infinitamente abundante. Se os alimentos se tornarem tão caros quanto o petróleo, poderíamos cultivar a terra da África, instalar viveiros de peixes nos oceanos e construir jardins vegetais hidropônicos no alto dos arranha-céus. Mas eles vêem os problemas por trás disso sob uma perspectiva mais marxista do que malthusiana: os ricos obtêm muito de tudo, incluindo biomassa.
Por ora, simplesmente acabar com subsídios a agricultores americanos e europeus permitiria aos agricultores pobres competir no mercado.
Tyler Cowen, economista americano, observa que os mercados globais de agricultura estão longe de serem livres e são administrados de forma imprudente. Países ricos subsidiam agricultores, mas governos pobres congelam preços locais de grãos ou proíbem a exportação somente quando os preços mundiais sobem – por exemplo, menos de 7% do arroz produzido no mundo cruza as fronteiras. Isso desmotiva os milhões de agricultores do Terceiro Mundo a plantar um pouco mais para venda no mercado, além do que plantam para si e sua família.
Cohen, da Rockefeller University, disse que os americanos gostam de Malthus porque sua teoria os livra da culpa pelo problema. Malthus afirma que o problema é existirem muitas pessoas pobres.
Ou, usando os termos com os quais a crise atual geralmente é explicada: muitos chineses e indianos trabalham duro e acham que deveriam poder comer pizza, carne e tomar café. Eles são os culpados por aumentar em tal nível os preços mundiais que africanos e asiáticos pobres não podem pagar o preço do arroz e do mingau. A verdade é que a pressão para o aumento dos preços já estava lá.
Os Estados Unidos sempre foram caridosos, então a resposta nunca foi “deixem que eles comam brotos de feijão”. Mas tem sido “deixem que eles comam milho americano subsidiado transportado em navios americanos”. Talvez eles precisem mudar.
Fonte - G1
Nota DDP:
Muito antes de Malthus, o Senhor Jesus já havia previsto tal estado de coisas, principalmente, que estas resultariam da ganância humana, porque como se vê, a natureza que saiu das mãos de Deus é abundante o suficiente para que nada disso estivesse acontecendo.
Lucas 21:11
haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Um Bush mais católico que Kennedy
E nquanto subia a escadaria da Torre de São João, George W. Bush não parava de exclamar "que honra, que honra, que honra!". Bento XVI decidiu oferecer este Junho uma recepção única ao Presidente americano, retribuição pelo acolhimento caloroso em Abril durante a visita papal aos Estados Unidos (até lhe cantaram os parabéns na Casa Branca). E em vez de encontrar-se com Bush na biblioteca do palácio apostólico, como é hábito com os chefes de Estado, acolheu-o antes no imponente edifício do século XII, plantado no meio desses jardins do Vaticano que Bento XVI costuma percorrer nas suas longas horas de reflexão.
Foi suficiente a meia hora de conversa entre Bush e Bento XVI para a imprensa italiana voltar a especular sobre uma conversão ao catolicismo, repetindo a série de argumentos que tinham sido já usados pela revista Panorama e pelo jornal Corriere della Sera quando Joseph Ratzinger esteve em Washington: Bush reclama ter lido livros do teólogo agora Papa; tem estado alinhado com o Vaticano no combate ao casamento homossexual, ao aborto e à investigação com células estaminais; é um homem profundamente religioso, tendo trocado um dia o álcool pela Bíblia sob pressão da mulher, Laura, e desde então feito da fé cristã o seu modelo de conduta; ter-se-á rodeado de católicos na Casa Branca e até pedido a um padre para benzer a célebre West Wing, ou ala ocidental.
No Texas, Bush pertence à igreja metodista e em Washington frequenta a episcopal. Tecnicamente, é um cristão protestante, como a maioria dos americanos. Mas a sua atracção pelo catolicismo é evidente. Começa logo pelo exemplo familiar, pois o irmão Jeb, ex-governador da Florida, converteu-se depois de casar com uma mexicana. Mas também é notada nas opções políticas, pois as suas escolhas para o Supremo tribunal foram John Roberts e Samuel Alito, juízes que proporcionaram a primeira maioria católica (cinco em nove) no órgão que molda a América. Não surpreende, pois, que um ex- -senador tenha classificado Bush como "o primeiro presidente católico da América". E a quem lhe relembra que já houve um católico na Casa Branca, Rick Santorum esclarece que o actual Presidente "é certamente muito mais católico que John Kennedy", mais não seja porque este tinha de manter distâncias em relação ao Vaticano. A favor de Bush também o facto de em 2004 ter obtido mais votos católicos que John Kerry, apesar de o rival ser um seguidor do Papa.
Foi na guerra ao Iraque em 2003 que Bush e o Vaticano estiveram em oposição. Mas se o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, amigo e aliado de Bush, entretanto se converteu ao catolicismo, nada indica ter-se aberto uma moda entre os políticos de pedirem perdão por terem ignorado os conselhos de João Paulo II, o antecessor de Bento XVI. Blair cedeu sobretudo às pressões da católica Cherie, a mulher. Laura Bush, que se saiba, é uma mulher religiosa, mas nada católica.
Fonte - Diario de Noticias
Comentário Cristo Voltará:
O jornalista Leonídio P. Ferreira considera o presidente americano mais católico que o único presidente católico que os EUA já tiveram, e que foi o Presidente Kennedi.
Por quê isso? Veja os argumentos:
1.ele recebeu o papa, em maio de 2008, com a maior pompa que algum presidente de país foi recebido até então;
2.foi recebido em junho de 2008 pelo papa, igualmente pela maior pompa que o papa já tenha recebido algum presidente anteriormente;
3.ao subir as escadas da Torre de São João, Bush exclamava: “que honra, que honra, que honra!” 4.ele nomeou católicos para serem seus ministros, inclusive, na Suprema Corte, formada por nove ministros, ele nomeou só católicos (dos três que pôde nomear), assim, na Suprema Corte há 5 ministros católicos, e 4 de outras denominações (isso favorece a decretos a favor dos católicos, como o decreto dominical)
5.a imprensa até especula se ele já se converteu para o catolicismo.
6.em 2004 os católicos votaram em massa nele.
É um sinal de que ocorre uma aliança entre o Vaticano e os EUA. A amizade está favorecendo.
CRISTO volta logo!
Foi suficiente a meia hora de conversa entre Bush e Bento XVI para a imprensa italiana voltar a especular sobre uma conversão ao catolicismo, repetindo a série de argumentos que tinham sido já usados pela revista Panorama e pelo jornal Corriere della Sera quando Joseph Ratzinger esteve em Washington: Bush reclama ter lido livros do teólogo agora Papa; tem estado alinhado com o Vaticano no combate ao casamento homossexual, ao aborto e à investigação com células estaminais; é um homem profundamente religioso, tendo trocado um dia o álcool pela Bíblia sob pressão da mulher, Laura, e desde então feito da fé cristã o seu modelo de conduta; ter-se-á rodeado de católicos na Casa Branca e até pedido a um padre para benzer a célebre West Wing, ou ala ocidental.
No Texas, Bush pertence à igreja metodista e em Washington frequenta a episcopal. Tecnicamente, é um cristão protestante, como a maioria dos americanos. Mas a sua atracção pelo catolicismo é evidente. Começa logo pelo exemplo familiar, pois o irmão Jeb, ex-governador da Florida, converteu-se depois de casar com uma mexicana. Mas também é notada nas opções políticas, pois as suas escolhas para o Supremo tribunal foram John Roberts e Samuel Alito, juízes que proporcionaram a primeira maioria católica (cinco em nove) no órgão que molda a América. Não surpreende, pois, que um ex- -senador tenha classificado Bush como "o primeiro presidente católico da América". E a quem lhe relembra que já houve um católico na Casa Branca, Rick Santorum esclarece que o actual Presidente "é certamente muito mais católico que John Kennedy", mais não seja porque este tinha de manter distâncias em relação ao Vaticano. A favor de Bush também o facto de em 2004 ter obtido mais votos católicos que John Kerry, apesar de o rival ser um seguidor do Papa.
Foi na guerra ao Iraque em 2003 que Bush e o Vaticano estiveram em oposição. Mas se o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, amigo e aliado de Bush, entretanto se converteu ao catolicismo, nada indica ter-se aberto uma moda entre os políticos de pedirem perdão por terem ignorado os conselhos de João Paulo II, o antecessor de Bento XVI. Blair cedeu sobretudo às pressões da católica Cherie, a mulher. Laura Bush, que se saiba, é uma mulher religiosa, mas nada católica.
Fonte - Diario de Noticias
Comentário Cristo Voltará:
O jornalista Leonídio P. Ferreira considera o presidente americano mais católico que o único presidente católico que os EUA já tiveram, e que foi o Presidente Kennedi.
Por quê isso? Veja os argumentos:
1.ele recebeu o papa, em maio de 2008, com a maior pompa que algum presidente de país foi recebido até então;
2.foi recebido em junho de 2008 pelo papa, igualmente pela maior pompa que o papa já tenha recebido algum presidente anteriormente;
3.ao subir as escadas da Torre de São João, Bush exclamava: “que honra, que honra, que honra!” 4.ele nomeou católicos para serem seus ministros, inclusive, na Suprema Corte, formada por nove ministros, ele nomeou só católicos (dos três que pôde nomear), assim, na Suprema Corte há 5 ministros católicos, e 4 de outras denominações (isso favorece a decretos a favor dos católicos, como o decreto dominical)
5.a imprensa até especula se ele já se converteu para o catolicismo.
6.em 2004 os católicos votaram em massa nele.
É um sinal de que ocorre uma aliança entre o Vaticano e os EUA. A amizade está favorecendo.
CRISTO volta logo!
Nova tragédia internacional

MANILA - Pelo menos 17 pessoas morreram e cinco estão desaparecidas por causa das inundações e deslizamentos de terra causados pela passagem do tufão "Fengshen", que atingiu o sul das Filipinas com ventos de até 140 km/h.
Dez pessoas morreram afogadas numa enchente na província de Maguindanao, onde ainda são buscadas outras cinco vítimas, e um homem de 50 anos e seu filho de 10 perderam a vida quando sua casa foi arrasada pela cheia de outro rio em Cotabato, também na ilha de Mindanao (800 km ao sul da capital Manila). Cinco outras estão desaparecidas.
Nas regiões leste e central do país, 200 mil pessoas foram tiradas de suas casas e todos os vôos domésticos foram suspensos, assim como o transporte por barco entre as ilhas.
A tempestade arrancou árvores e tetos das casas na cidade de Roxas, que na manhã deste sábado, 21, foi atingida por ventos de até 140 km/h. Durante o fim de semana, o tufão provocará chuvas torrenciais nas regiões centrais de Bicol e Visayas, assim como em Luzon, a ilha onde se encontra a capital, segundo a Administração de Serviços Atmosféricos, Geofísicos e Astronômicos (Pagasa).
Quase 800 passageiros e dezenas de veículos permanecem presos nos portos de Bicol, depois que a Guarda Litorânea impediu a saída de barcos, por causa dos vendavais e das fortes ondas.
Os residentes de zonas montanhosas e próximas à costa foram advertidos do risco de inundações e deslizamentos de terra, enquanto os habitantes de regiões litorâneas deverão proteger-se de possíveis ondas gigantes.
Caso a situação piore, não está descartada a intervenção das Forças Armadas. Já se iniciou o armazenamento de arroz e material de emergência, e os hospitais se encontram em estado de alerta máximo.
O "Fengshen" tocou terra na sexta-feira, 20, na ilha de Samar (180 km ao leste de Manila), antes de virar em direção ao Oceano Pacífico, onde no domingo passará próximo à cidade japonesa de Okinawa, segundo o último boletim meteorológico.
Fonte: Estadão
"Ao ouvir das terríveis calamidades que semana a semana estão ocorrendo, pergunto-me a mim mesma: Que significam estas coisas? As mais terríveis catástrofes seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Com que freqüência ouvimos de terremotos e furacões, de destruição por fogo e inundações, com grandes perdas de vida e propriedade! Aparentemente essas calamidades são caprichosas irrupções de forças desordenadas, irregulares, mas nelas se pode ler o propósito de Deus. São um dos meios pelos quais Ele procura despertar homens e mulheres, levando-os a reconhecer o seu perigo." Ellen G. White, "E recebereis poder - meditação Matinal", p. 287
Fonte - Questão de Confiança
ET: A Califórnia é novamente assolada por incêndios:
Tempestades de raios causam centenas de focos de incêndio no estado norte-americano da Califórnia.
Desde sábado, ao menos 400 pontos de queimadas foram registrados. No condado de Napa, a situação é crítica. Milhares de pessoas tiveram que deixar as casas às pressas. Ao menos 66 moradias e duas propriedades comerciais estão em risco. Na parte sul do estado, o avanço das chamas foi parcialmente contido. Mas, somente no Parque Florestal Shasta-Trinity, ainda há 60 incêndios. O condado de Santa Mônica enfrenta a terceira grande queimada do ano, e contabiliza prejuízos. O governador Arnold Schwarzenegger ordenou que a guarda estadual dê apoio ao trabalho dos bombeiros.
Fonte - BandNews
Dez pessoas morreram afogadas numa enchente na província de Maguindanao, onde ainda são buscadas outras cinco vítimas, e um homem de 50 anos e seu filho de 10 perderam a vida quando sua casa foi arrasada pela cheia de outro rio em Cotabato, também na ilha de Mindanao (800 km ao sul da capital Manila). Cinco outras estão desaparecidas.
Nas regiões leste e central do país, 200 mil pessoas foram tiradas de suas casas e todos os vôos domésticos foram suspensos, assim como o transporte por barco entre as ilhas.
A tempestade arrancou árvores e tetos das casas na cidade de Roxas, que na manhã deste sábado, 21, foi atingida por ventos de até 140 km/h. Durante o fim de semana, o tufão provocará chuvas torrenciais nas regiões centrais de Bicol e Visayas, assim como em Luzon, a ilha onde se encontra a capital, segundo a Administração de Serviços Atmosféricos, Geofísicos e Astronômicos (Pagasa).
Quase 800 passageiros e dezenas de veículos permanecem presos nos portos de Bicol, depois que a Guarda Litorânea impediu a saída de barcos, por causa dos vendavais e das fortes ondas.
Os residentes de zonas montanhosas e próximas à costa foram advertidos do risco de inundações e deslizamentos de terra, enquanto os habitantes de regiões litorâneas deverão proteger-se de possíveis ondas gigantes.
Caso a situação piore, não está descartada a intervenção das Forças Armadas. Já se iniciou o armazenamento de arroz e material de emergência, e os hospitais se encontram em estado de alerta máximo.
O "Fengshen" tocou terra na sexta-feira, 20, na ilha de Samar (180 km ao leste de Manila), antes de virar em direção ao Oceano Pacífico, onde no domingo passará próximo à cidade japonesa de Okinawa, segundo o último boletim meteorológico.
Fonte: Estadão
"Ao ouvir das terríveis calamidades que semana a semana estão ocorrendo, pergunto-me a mim mesma: Que significam estas coisas? As mais terríveis catástrofes seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Com que freqüência ouvimos de terremotos e furacões, de destruição por fogo e inundações, com grandes perdas de vida e propriedade! Aparentemente essas calamidades são caprichosas irrupções de forças desordenadas, irregulares, mas nelas se pode ler o propósito de Deus. São um dos meios pelos quais Ele procura despertar homens e mulheres, levando-os a reconhecer o seu perigo." Ellen G. White, "E recebereis poder - meditação Matinal", p. 287
Fonte - Questão de Confiança
ET: A Califórnia é novamente assolada por incêndios:
Tempestades de raios causam centenas de focos de incêndio no estado norte-americano da Califórnia.
Desde sábado, ao menos 400 pontos de queimadas foram registrados. No condado de Napa, a situação é crítica. Milhares de pessoas tiveram que deixar as casas às pressas. Ao menos 66 moradias e duas propriedades comerciais estão em risco. Na parte sul do estado, o avanço das chamas foi parcialmente contido. Mas, somente no Parque Florestal Shasta-Trinity, ainda há 60 incêndios. O condado de Santa Mônica enfrenta a terceira grande queimada do ano, e contabiliza prejuízos. O governador Arnold Schwarzenegger ordenou que a guarda estadual dê apoio ao trabalho dos bombeiros.
Fonte - BandNews
Gelo mostra mudança abrupta do clima na Terra
Um estudo do gelo da Groenlândia localizado entre 1.452 e 1.642 metros de profundidade indica que o clima se alterou abruptamente no fim da última era glacial e que a temperatura aumentou até 10C de um ano para outro.
A pesquisa, publicada na revista "Science", lança um alerta para os cientistas em tempos de aquecimento global: transições dramáticas e totalmente imprevistas no clima podem acontecer em períodos extremamente curtos.
...
"Nós analisamos a transição da última era glacial até o presente período interglacial, e as mudanças no clima estão acontecendo tão de repente que é como se alguém tivesse apertado um botão", disse Dorthe Dahl-Jensen, também da Universidade de Copenhague.
...
Fonte - Folha
"[Satanás] Estudou os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são pertubadores do povo..." O Grande Conflito, p. 589 e 590.
A pesquisa, publicada na revista "Science", lança um alerta para os cientistas em tempos de aquecimento global: transições dramáticas e totalmente imprevistas no clima podem acontecer em períodos extremamente curtos.
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"Nós analisamos a transição da última era glacial até o presente período interglacial, e as mudanças no clima estão acontecendo tão de repente que é como se alguém tivesse apertado um botão", disse Dorthe Dahl-Jensen, também da Universidade de Copenhague.
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Fonte - Folha
"[Satanás] Estudou os segredos dos laboratórios da Natureza, e emprega todo o seu poder para dirigir os elementos tanto quanto o permite Deus... Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo seu poder... Estas visitações devem tornar-se mais e mais freqüentes e desastrosas... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta; e que os que apresentam os requisitos do quarto mandamento, destruindo assim a reverência pelo domingo, são pertubadores do povo..." O Grande Conflito, p. 589 e 590.
Os limites do passaporte biométrico
O novo modelo de passaporte, que gradualmente tende a ser adotado no mundo todo, contém outros dados de identificação além da foto habitual.
De acordo com o regulamento da União Européia, o passaporte, que será obrigatório em todo o território a partir de 2009, contém um "chip" com a imagem digital do rosto do portador e duas impressões digitais. Outros dados que estão sendo cogitados em diferentes países incluem a imagem da íris. O passaporte é criticado por defensores dos direito civis, que o vêem com uma invasão de privacidade.
Fonte - Opinião e Notícia
De acordo com o regulamento da União Européia, o passaporte, que será obrigatório em todo o território a partir de 2009, contém um "chip" com a imagem digital do rosto do portador e duas impressões digitais. Outros dados que estão sendo cogitados em diferentes países incluem a imagem da íris. O passaporte é criticado por defensores dos direito civis, que o vêem com uma invasão de privacidade.
Fonte - Opinião e Notícia
George Soros fala de uma `superbolha´
Em seu livro mais recente, O novo paradigma dos mercados financeiros, o financista diz que uma superbolha se desenvolveu nos últimos 25 anos e agora está entrando em colapso.
Segundo George Soros, o declínio dos preços dos imóveis será mais acentuado e irá além do que as pessoas imaginam atualmente. Ele acredita que haverá uma longa recessão mundial, e que esta é a pior crise financeira desde a Grande Depressão.
Aos 77 anos, Soros quer ser lembrado principalmente como um filósofo, mas hoje é mais conhecido como um especulador, filantropo e ativista político.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Mais sobre a economia mundial e a questão da crise financeira no quadro profético em "Mais uma vez a economia e a profecia".
Segundo George Soros, o declínio dos preços dos imóveis será mais acentuado e irá além do que as pessoas imaginam atualmente. Ele acredita que haverá uma longa recessão mundial, e que esta é a pior crise financeira desde a Grande Depressão.
Aos 77 anos, Soros quer ser lembrado principalmente como um filósofo, mas hoje é mais conhecido como um especulador, filantropo e ativista político.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Mais sobre a economia mundial e a questão da crise financeira no quadro profético em "Mais uma vez a economia e a profecia".
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Israel está disposto a ceder territórios, diz Olmert
O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, disse em uma entrevista à BBC que está disposto a ceder "muito seriamente" em um acordo com os palestinos envolvendo questões territoriais.
Falando com exclusividade ao serviço árabe da BBC, Olmert insistiu que tal acordo exigiria que os palestinos também fizessem concessões.
"Estou preparado para assumir compromissos territoriais difíceis", disse o primeiro-ministro. "Eles também terão que assumir. Não é uma via de mão única."
"Chegou a hora de chegarmos a um entendimento baseado em um meio-termo", acrescentou Olmert. "E um meio-termo é sempre uma via de duas mãos. Eles têm que ceder, e nós temos que ceder."
"Progresso"
Olmert insistiu que as negociações entre seu governo e a Autoridade Palestina estão avançando.
"Fizemos progresso – eu acho que estamos no caminho certo", disse. "Ainda é necessário tempo, não é fácil."
A entrevista do primeiro-ministro israelense foi realizada no mesmo dia em que passou a vigorar um cessar-fogo entre Israel e o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Leia na BBC Brasil: Entra em vigor trégua entre Israel e o Hamas
Em outro trecho da entrevista, o primeiro-ministro israelense comentou as acusações de corrupção que recaem sobre ele.
Segundo Olmert, as alegações são uma tentativa de adversários políticos de sabotar seu governo.
"Em democracias, esses são sempre meios que seus oponentes políticos utilizam para tentar prejudicar seu desempenho como primeiro-ministro."
"Eu aceito isso", continuou, "mas estou absolutamente concentrado em meus objetivos. Este é o meu objetivo – eu quero fazer paz com os povos árabes."
Fonte - BBC
Nota DDP:
Aqui um contra-ponto profético.
Ao mesmo tempo em que vemos todos os fatos caminhando em direção ao cumprimento das profecias tal qual interpretadas há mais de um século pelos adventistas do sétimo dia, principalmente com a caracterização de um poder político (EUA) e outro eclesiástico (Roma), no centro da controvérsia para falseamento da adoração a Deus, vemos naufragar o entendimento que coloca Israel no centro destas mesmas profecias, com a contínua discussão acerca da devolução de terras aos palestinos.
Falando com exclusividade ao serviço árabe da BBC, Olmert insistiu que tal acordo exigiria que os palestinos também fizessem concessões.
"Estou preparado para assumir compromissos territoriais difíceis", disse o primeiro-ministro. "Eles também terão que assumir. Não é uma via de mão única."
"Chegou a hora de chegarmos a um entendimento baseado em um meio-termo", acrescentou Olmert. "E um meio-termo é sempre uma via de duas mãos. Eles têm que ceder, e nós temos que ceder."
"Progresso"
Olmert insistiu que as negociações entre seu governo e a Autoridade Palestina estão avançando.
"Fizemos progresso – eu acho que estamos no caminho certo", disse. "Ainda é necessário tempo, não é fácil."
A entrevista do primeiro-ministro israelense foi realizada no mesmo dia em que passou a vigorar um cessar-fogo entre Israel e o grupo palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Leia na BBC Brasil: Entra em vigor trégua entre Israel e o Hamas
Em outro trecho da entrevista, o primeiro-ministro israelense comentou as acusações de corrupção que recaem sobre ele.
Segundo Olmert, as alegações são uma tentativa de adversários políticos de sabotar seu governo.
"Em democracias, esses são sempre meios que seus oponentes políticos utilizam para tentar prejudicar seu desempenho como primeiro-ministro."
"Eu aceito isso", continuou, "mas estou absolutamente concentrado em meus objetivos. Este é o meu objetivo – eu quero fazer paz com os povos árabes."
Fonte - BBC
Nota DDP:
Aqui um contra-ponto profético.
Ao mesmo tempo em que vemos todos os fatos caminhando em direção ao cumprimento das profecias tal qual interpretadas há mais de um século pelos adventistas do sétimo dia, principalmente com a caracterização de um poder político (EUA) e outro eclesiástico (Roma), no centro da controvérsia para falseamento da adoração a Deus, vemos naufragar o entendimento que coloca Israel no centro destas mesmas profecias, com a contínua discussão acerca da devolução de terras aos palestinos.
Suécia aprova lei para monitorar ligações e emails

O Parlamento sueco aprovou, na quarta-feira, uma lei controversa que permite às autoridades grampear ligações telefônicas e interceptar emails e faxes. A nova legislação foi aprovada por uma maioria apertada de cinco votos depois de um longo debate no Parlamento em Estocolmo.
O governo afirma que a lei possibilitará rastrear comunicações entre pessoas que se servem da tecnologia para planejar ataques e tem como objetivo proteger a segurança nacional.
A partir de agora, as autoridades do Departamento de Inteligência sueco não precisarão mais da permissão de um tribunal para interceptar qualquer tipo de comunicação via internet ou telefone que cruzar as fronteiras do país.
Logo após aprovação da lei, um grupo de pessoas se reuniu em frente ao Parlamento para protestar.
Grupos de defesa de liberdades civis criticam a decisão dizendo que a lei é uma das mais intrusivas do mundo e que atividades terroristas “não são facilmente identificadas por serviços de vigilância deste tipo”.
Eles dizem que as pessoas comuns serão as mais prejudicadas pela lei.
“Ao introduzir a legislação, o governo sueco está seguindo exemplos de governos como o da China e da Arábia Saudita e do programa americano altamente criticado que faz escutas por trás das portas”, disse Peter Fleischer, do Google.
Fonte - BBC
O governo afirma que a lei possibilitará rastrear comunicações entre pessoas que se servem da tecnologia para planejar ataques e tem como objetivo proteger a segurança nacional.
A partir de agora, as autoridades do Departamento de Inteligência sueco não precisarão mais da permissão de um tribunal para interceptar qualquer tipo de comunicação via internet ou telefone que cruzar as fronteiras do país.
Logo após aprovação da lei, um grupo de pessoas se reuniu em frente ao Parlamento para protestar.
Grupos de defesa de liberdades civis criticam a decisão dizendo que a lei é uma das mais intrusivas do mundo e que atividades terroristas “não são facilmente identificadas por serviços de vigilância deste tipo”.
Eles dizem que as pessoas comuns serão as mais prejudicadas pela lei.
“Ao introduzir a legislação, o governo sueco está seguindo exemplos de governos como o da China e da Arábia Saudita e do programa americano altamente criticado que faz escutas por trás das portas”, disse Peter Fleischer, do Google.
Fonte - BBC
Relatório diz que mau tempo vai aumentar
Com mais emissões de gases estufa, a América do Norte experimentará mais secas, calor intenso, temporais e até mesmo mais furacões.
O estudo, feito pela Administração Nacional de Oceano e Atmosfera dos EUA (NOAA, na sigla em inglês), fornece a avaliação mais abrangente da forma como o aquecimento global vem transformando os climas nos EUA e no Canadá nos últimos 50 anos -- e o quanto pode transformar no futuro.
O estudo foi divulgado no momento em que o meio-oeste dos EUA enfrenta as piores inundações já registradas na região. Segundo o relatório da NOAA, as secas e as inundações serão ainda mais freqüentes no futuro em diferentes regiões do país.
Fonte - Opinião e Notícia
O estudo, feito pela Administração Nacional de Oceano e Atmosfera dos EUA (NOAA, na sigla em inglês), fornece a avaliação mais abrangente da forma como o aquecimento global vem transformando os climas nos EUA e no Canadá nos últimos 50 anos -- e o quanto pode transformar no futuro.
O estudo foi divulgado no momento em que o meio-oeste dos EUA enfrenta as piores inundações já registradas na região. Segundo o relatório da NOAA, as secas e as inundações serão ainda mais freqüentes no futuro em diferentes regiões do país.
Fonte - Opinião e Notícia
quinta-feira, 19 de junho de 2008
ONU proíbe que se fale de religião no Conselho de Direitos Humanos
Os oradores ante o Conselho de Direitos Humanos da ONU devem se abster de discutir questões religiosas, segundo uma decisão adotada pelo presidente dessa instância, depois de uma acirrada discussão entre países muçulmanos e ocidentais.
O direito de criticar a sharia (lei muçulmana) e o destino das mulheres nos países que a aplicam gerou uma acalorada discussão na noite de segunda-feira ante o Conselho de Direitos Humanos reunido em Genebra.
A discussão concluiu com uma declaração do presidente do conselho, o embaixador romeno Doru Romulus Costea, que deu a ordem ao representante de duas ONGs de se absterem de qualquer julgamento de valor sobre uma crença ou uma lei religiosa.
As críticas do Egito, Paquistão e Irã caíram sobre um orador que leu uma declaração conjunta das ONGs Associação para a Educação Mundial e União Ética e Humanística Internacional denunciando o apedrejamento de mulheres adúlteras e o casamento de meninas de 9 anos, praticados nos países "que aplicam a sharia".
"O Islã não será crucificado ante este Conselho", exclamou o representante do Egito, Amr Roshdy, que ameaçou solicitar uma votação no Conselho de Direitos Humanos para fazer calar o orador, acusando-o de islamofobia.
O presidente suspendeu então a sessão e, ao retomá-la, leu sua declaração pedindo que os temas religiosos não sejam mencionados.
Fonte - Elnet
Nota DDP:
Por enquanto a proibição será intra muros. Mas certamente se espalhará para um mundo globalizado onde se pretende implantar um governo único, que exige somente uma religião.
O direito de criticar a sharia (lei muçulmana) e o destino das mulheres nos países que a aplicam gerou uma acalorada discussão na noite de segunda-feira ante o Conselho de Direitos Humanos reunido em Genebra.
A discussão concluiu com uma declaração do presidente do conselho, o embaixador romeno Doru Romulus Costea, que deu a ordem ao representante de duas ONGs de se absterem de qualquer julgamento de valor sobre uma crença ou uma lei religiosa.
As críticas do Egito, Paquistão e Irã caíram sobre um orador que leu uma declaração conjunta das ONGs Associação para a Educação Mundial e União Ética e Humanística Internacional denunciando o apedrejamento de mulheres adúlteras e o casamento de meninas de 9 anos, praticados nos países "que aplicam a sharia".
"O Islã não será crucificado ante este Conselho", exclamou o representante do Egito, Amr Roshdy, que ameaçou solicitar uma votação no Conselho de Direitos Humanos para fazer calar o orador, acusando-o de islamofobia.
O presidente suspendeu então a sessão e, ao retomá-la, leu sua declaração pedindo que os temas religiosos não sejam mencionados.
Fonte - Elnet
Nota DDP:
Por enquanto a proibição será intra muros. Mas certamente se espalhará para um mundo globalizado onde se pretende implantar um governo único, que exige somente uma religião.
Gelo no Ártico está derretendo 'mais rápido do que se pensava'
BBC News - O gelo do mar do Ártico está derretendo mais depressa do que no ano passado, apesar de um inverno rigoroso, sugerem dados obtidos pelo US National Snow and Ice Data Center (NSIDC).
Os pesquisadores acreditam que nos próximos meses a calota polar pode encolher atingindo níveis jamais vistos antes, e se a tendência continuar, o mar do Ártico pode ficar sem gelo durante os meses mais quentes num prazo de cinco a dez anos. Eles observam que o gelo que se forma é fino e derrete com facilidade.
O inverno passado foi mais frio do que a média no Ártico, levando a sugestões de que a cobertura de gelo poderia se recuperar, mas os dados obtidos agora indicam o oposto. A retração do gelo também vai permitir que a água absorva mais energia do sol, elevando ainda mais as temperaturas.
Potencialmente isso acelera a perda de gelo da cobertura da Groenlândia, o que poderia elevar o nível dos oceanos. A camada gelada contém água suficiente para elevar este nível em até 7 metros, se derreter totalmente.
Em meados de julho, líderes do G8, grupo formado pelos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia, vão se reunir no Japão para discutir uma resposta política a mudanças climáticas.
...
Fonte - Estadão
Nota DDP:
A ameaça e o clamor por medidas estão a pleno vapor. As soluções é o que nos interessa.
Os pesquisadores acreditam que nos próximos meses a calota polar pode encolher atingindo níveis jamais vistos antes, e se a tendência continuar, o mar do Ártico pode ficar sem gelo durante os meses mais quentes num prazo de cinco a dez anos. Eles observam que o gelo que se forma é fino e derrete com facilidade.
O inverno passado foi mais frio do que a média no Ártico, levando a sugestões de que a cobertura de gelo poderia se recuperar, mas os dados obtidos agora indicam o oposto. A retração do gelo também vai permitir que a água absorva mais energia do sol, elevando ainda mais as temperaturas.
Potencialmente isso acelera a perda de gelo da cobertura da Groenlândia, o que poderia elevar o nível dos oceanos. A camada gelada contém água suficiente para elevar este nível em até 7 metros, se derreter totalmente.
Em meados de julho, líderes do G8, grupo formado pelos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia, vão se reunir no Japão para discutir uma resposta política a mudanças climáticas.
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Fonte - Estadão
Nota DDP:
A ameaça e o clamor por medidas estão a pleno vapor. As soluções é o que nos interessa.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
«Esta é a hora da Eucaristia»
QUÉBEC, terça-feira, 17 de junho de 2008 (ZENIT.org).- «Esta é a hora da Eucaristia... É a hora de Cristo... Penso que podemos empreender a ‘revolução profunda’, a dos corações e da sociedade». Esta é a mensagem que o Pe. Nicolas Buttet, fundador da Fraternidade «Eucharistein», deseja transmitir ao Congresso Eucarístico Internacional, em Québec, Canadá, do qual participa desde o domingo.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Sempre necessário se lembrar que eucaristia é praticamente um sinônimo de missa dominical.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Sempre necessário se lembrar que eucaristia é praticamente um sinônimo de missa dominical.
O diálogo interreligioso hoje, segundo Bento XVI
...
Na inauguração do meu Pontificado, afirmei que "a Igreja deseja continuar a construir pontes de amizade com os seguidores de todas as religiões, com a finalidade de buscar o bem autêntico de todas as pessoas e da sociedade no seu conjunto" (Discurso aos Delegados das outras Igrejas e Comunidades eclesiais e das outras Tradições religiosas, 25 de Abril de 2005). Através do ministério dos Sucessores de Pedro, inclusivamente da obra realizada pelo Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, e mediante os esforços levados a cabo pelos Ordinários locais e pelo Povo de Deus no mundo inteiro, a Igreja continua a ir ao encontro dos seguidores das diferentes religiões. Deste modo, ela dá expressão daquele desejo de encontro e de colaboração na verdade e na liberdade. Segundo as palavras do meu venerável Predecessor, Papa Paulo VI, a principal responsabilidade da Igreja é o serviço à Verdade "verdade sobre Deus, verdade sobre o homem e o seu destino misterioso e verdade sobre o mundo. Verdade difícil que nós procuramos na Palavra de Deus" (Evangelii nuntiandi,78).
Os seres humanos buscam respostas para algumas questões existenciais fundamentais: qual é a origem e o destino do ser humano? O que é o bem e o mal? O que espera o ser humano no final da sua existência terrena? Todas as pessoas têm o dever natural e a obrigação moral de procurar a verdade. Uma vez que a conhecem, têm o dever de aderir à mesma e de ordenar a sua vida em conformidade com as suas exigências (cf. Nostrae aetate, 1; e Dignitatis humanae, 2).
...
A grande proliferação dos encontros inter-religiosos no mundo inteiro exige um discernimento. A este propósito, observo com prazer que durante estes dias vós reflectistes sobre as orientações pastorais para o diálogo inter-religioso. Desde o Concílio Vaticano II, prestou-se atenção aos elementos espirituais que as diferentes tradições religiosas têm em comum. De muitas formas, isto tem contribuído para lançar pontes de entendimento através das fronteiras religiosas. Compreendo que, durante os vossos debates, considerastes algumas questões de preocupação prática nos relacionamentos inter-religiosos: a identidade dos participantes no diálogo, a educação religiosa nas escolas, a conversão, o proselitismo, a reciprocidade, a liberdade religiosa e o papel dos líderes religiosos na sociedade em geral. Trata-se de questões importantes, às quais os líderes religiosos que vivem e trabalham no meio de sociedades pluralistas devem prestar grande atenção.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Como de costume, saliento que o Vaticano a despeito de demonstrar tanto interesse nas questões ecumênicas, uma prioridade na visão do atual Pontífice, não participa de nenhum organismo para este fim, ou seja, na realidade mantém-se no seu status de "superioridade", que os demais segmentos religiosos curiosamente não contestam.
Na inauguração do meu Pontificado, afirmei que "a Igreja deseja continuar a construir pontes de amizade com os seguidores de todas as religiões, com a finalidade de buscar o bem autêntico de todas as pessoas e da sociedade no seu conjunto" (Discurso aos Delegados das outras Igrejas e Comunidades eclesiais e das outras Tradições religiosas, 25 de Abril de 2005). Através do ministério dos Sucessores de Pedro, inclusivamente da obra realizada pelo Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, e mediante os esforços levados a cabo pelos Ordinários locais e pelo Povo de Deus no mundo inteiro, a Igreja continua a ir ao encontro dos seguidores das diferentes religiões. Deste modo, ela dá expressão daquele desejo de encontro e de colaboração na verdade e na liberdade. Segundo as palavras do meu venerável Predecessor, Papa Paulo VI, a principal responsabilidade da Igreja é o serviço à Verdade "verdade sobre Deus, verdade sobre o homem e o seu destino misterioso e verdade sobre o mundo. Verdade difícil que nós procuramos na Palavra de Deus" (Evangelii nuntiandi,78).
Os seres humanos buscam respostas para algumas questões existenciais fundamentais: qual é a origem e o destino do ser humano? O que é o bem e o mal? O que espera o ser humano no final da sua existência terrena? Todas as pessoas têm o dever natural e a obrigação moral de procurar a verdade. Uma vez que a conhecem, têm o dever de aderir à mesma e de ordenar a sua vida em conformidade com as suas exigências (cf. Nostrae aetate, 1; e Dignitatis humanae, 2).
...
A grande proliferação dos encontros inter-religiosos no mundo inteiro exige um discernimento. A este propósito, observo com prazer que durante estes dias vós reflectistes sobre as orientações pastorais para o diálogo inter-religioso. Desde o Concílio Vaticano II, prestou-se atenção aos elementos espirituais que as diferentes tradições religiosas têm em comum. De muitas formas, isto tem contribuído para lançar pontes de entendimento através das fronteiras religiosas. Compreendo que, durante os vossos debates, considerastes algumas questões de preocupação prática nos relacionamentos inter-religiosos: a identidade dos participantes no diálogo, a educação religiosa nas escolas, a conversão, o proselitismo, a reciprocidade, a liberdade religiosa e o papel dos líderes religiosos na sociedade em geral. Trata-se de questões importantes, às quais os líderes religiosos que vivem e trabalham no meio de sociedades pluralistas devem prestar grande atenção.
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Fonte - Zenit
Nota DDP:
Como de costume, saliento que o Vaticano a despeito de demonstrar tanto interesse nas questões ecumênicas, uma prioridade na visão do atual Pontífice, não participa de nenhum organismo para este fim, ou seja, na realidade mantém-se no seu status de "superioridade", que os demais segmentos religiosos curiosamente não contestam.
ECOmenismo - O novo comunismo
Resumo: Em seu livro Blue Planet in Green, o presidente da República tcheca Václav Klaus denuncia que o movimento para “salvar” o meio ambiente foi tomado por ideólogos que defendem o controle total do governo sobre as nossas vidas.
© 2008 MidiaSemMascara.org
Os norte-americanos estão buscando uma liderança neste ano eleitoral e eles a encontraram. Infelizmente, não é um político norte-americano. Václav Klaus, Presidente da República Tcheca, que sobreviveu ao sistema comunista e agora conduz um país emergente da dissolução do império soviético, adverte para uma nova forma de comunismo que está ameaçando a liberdade e o progresso humanos.
Como o ex-presidente Ronald Reagan, que desenvolveu seu conhecimento sobre a ameaça comunista lutando contra os comunistas em Hollywood, Klaus sofreu durante a era comunista na Tchecoslováquia. Por causa da sua experiência, contudo, ele compreendeu como o comunismo ao estilo soviético, que ruiu como império e criou as condições para a emergência da República Tcheca como uma nação livre e independente, nunca morreu de verdade como ideologia e que tem seus admiradores no Ocidente.
Seu livro, Blue Planet in Green Shackles (Planeta Azul, Obstáculos Verdes), publicado pelo Competitive Enterprise Institute, denuncia que o movimento para “salvar” o meio ambiente foi tomado por ideólogos que defendem o controle total do governo sobre as nossas vidas. Ele diz que o ambientalismo pode ser considerado uma forma de comunismo, socialismo ou mesmo fascismo. De qualquer forma que o chamemos, o resultado será a extinção da liberdade humana.
Raízes fascistas
De fato, o livro de Klaus cita o ensaio abalizado “Ideologia Fascista: a Asa Verde do Partido Nazista e seus Antecedentes Históricos”, de Peter Staudenmaier, como um pano de fundo para compreender a mentalidade que conduz à histeria fomentada pela mídia sobre o “aquecimento global” e a alegada necessidade de ação governamental imediata nos níveis nacional e global.
Staudenmaier escreveu que “a incorporação ao movimento Nazista de temas ambientalistas foi um fator crucial para a ascensão deles à popularidade e ao poder estatal”. Ele explicou: “Hitler e Himmler foram ambos vegetarianos radicais e amantes de animais, atraídos pelo misticismo da natureza e pelas curas homeopáticas e firmemente contrários à vivisseção e crueldade com animais. Himmler estabeleceu até mesmo fazendas orgânicas experimentais para o plantio de ervas para propósitos medicinais das SS. E Hitler, por vezes, soava como um verdadeiro utopista Verde, discutindo com autoridade e em detalhes várias formas de fontes de energia renovável (incluindo força hidráulica ambientalmente correta e a produção de gás natural de lodo) como alternativas ao carvão, e declarando ‘a água, os ventos e as marés como a base energética do futuro’”.
Enquanto o engajamento nazista nestas soluções energéticas e de saúde alternativa não as põem em descrédito, os fatos históricos deveriam fazer-nos refletir sobre as motivações daqueles que promovem tais causas no contexto atual. Os ataques às grandes empresas petrolíferas e a pressão por tecnologias energéticas alternativas estão sendo usados como pretexto para um maior controle governamental sobre a economia? As demandas por ação governamental para frear o aquecimento global estão sendo usadas para minar e subverter o capitalismo de livre iniciativa e os direitos de propriedade privada?
Mas enquanto o comunismo foi um sistema ateístico, nota Klaus, o ambientalismo moderno assumiu uma dimensão religiosa e tornou-se uma “religião verde”.
Fascismo liberal
Ao final das considerações de Klaus sobre este assunto em um jantar em Washington D. C. no Competitive Entrerprise Institute (CEI) e por ele patrocinado, o mestre de cerimônias Jonah Goldberg disse que ele gostaria que tivéssemos um Presidente dos EUA que fizesse tal pronunciamento. Tragicamente, Bush e o Senador John McCain, o provável indicado republicano à presidência, caíram no campo – que inclui Barack Obama, Hillary Clinton e a maior parte do Partido Democrata – que quer erodir a liberdade individual em nome da salvação do meio ambiente. É a visão moderna do marxista “de cada um de acordo com suas habilidades, para cada um de acordo com suas necessidades”, excetuando-se que as necessidades do meio ambiente estão agora sendo colocadas acima daquelas das pessoas.
Foi apropriado que Goldberg, que elogiou as considerações de Klaus, tenha escrito o excelente livro Liberal Fascism (Fascismo Liberal), sobre as tendências totalitárias do liberalismo moderno.
Klaus, por seu lado, escreve que “a atitude dos ambientalistas em relação à natureza é análoga à abordagem marxista relacionada à economia. O objetivo em ambos os casos é substituir a evolução livre e espontânea do mundo (e da humanidade) pelo suposto planejamento otimizado central ou – utilizando o adjetivo mais elegante atualmente – global, do desenvolvimento mundial. Tanto como no caso do comunismo, essa abordagem é utópica e levaria a resultados completamente diversos dos pretendidos. Como outras utopias, esta jamais pode se materializar, e os esforços para materializá-la só podem ser dispendidos com restrições à liberdade por meio de imposições de uma pequena e elitizada minoria sobre uma esmagadora maioria”.
Resumidamente, não perderemos apenas a nossa liberdade, mas também o progresso econômico e o avanço humano serão sufocados. E mais pessoas inevitavelmente morrerão. Klaus acrescenta: “nos últimos 150 anos (pelo menos desde Marx), os socialistas têm sido muito eficazes em destruir a liberdade humana sob slogans humanos e compassivos, como ‘preocupando-se com o homem’, ‘assegurando igualdade social’ e ‘promovendo bem-estar social’. Os ambientalistas estão fazendo o mesmo sob slogans igualmente nobres, expressando preocupação com a natureza mais do que com as pessoas (lembremos do motto radical ‘a Terra primeiro’). Em ambos os casos, os slogans foram (e continuam sendo) apenas uma cortina de fumaça. Em ambos os casos, os movimentos foram (e são) exclusivamente sobre poder, da hegemonia dos ‘escolhidos’ (como eles próprios se vêem) sobre o restante, pela imposição da única visão de mundo correta (a deles), para a remodelagem do mundo”.
Num apêndice, Klaus aborda diretamente a pressão popular por um sistema intitulado “cap-and-trade” (limitar-e-negociar), em uma base nacional e global, concedendo a burocratas o poder de decidir as “pegadas de carbono” das pessoas, companhias e nações, e limitando suas emissões de carbono e o uso de energia. Ele chama a proposta de completamente irracional e não-científica e sugere que seja apenas mais uma desculpa para conceder mais poder ao governo.
As forças da liberdade
Na introdução ao livro de Klaus, Fred L. Smith Jr., presidente da CEI, faz uma advertência a respeito da atração que a “classe intelectual” continua a ter pelo “estatismo” ou “coletivismo” que são os outros nomes para as ameaças que encaramos. Hoje, diz Smith, estamos testemunhando uma “guerra cultural contra a liberdade econômica” que requer “vozes pró-liberdade” para evitar escorregar ao totalitarismo. Klaus veio a Washington, D. C. no final de maio para liderar esta campanha. Mas ele retornará à República Tcheca. Várias figuras políticas conservadores dos EUA, incluindo o Ex-presidente Republicano da Câmara de Representantes, Newt Gingrich, estão também tentando parecer “verdes”. Gingrich, por exemplo, aparece num comercial, financiado pela Aliança pela Proteção Climática de Al Gore, com a atual Presidente Democrata da Câmara, Nancy Pelosi, advertindo sobre o aquecimento global. O Observatório Judicial afirma que o comercial é uma violação à lei eleitoral federal e uma contribuição ilegal à campanha de Pelosi. Gingrich tornou-se um advogado do “conservadorismo verde” e propõe agora um “Contrato com a Terra” ao estilo Gore.
Em seu livro, Klaus chama Gore de hipócrita em virtude de seu “próprio consumo desperdiçador de eletricidade” e diz que o ex-vice-presidente não tem interesse em fatos ou documentos para os seus protestos sensacionalistas. A “guerra cultural” sobre a qual Smith adverte pode ser percebida na quase total falta de cobertura que a mídia liberal deu às várias visitas de Klaus a Washington D. C., incluindo o jantar da CEI e no National Press Club (Clube de Imprensa Nacional). Ao invés de tentar refutar os argumentos de uma pessoa que tem um grande conhecimento sobre economia e relações econômicas internacionais, a mídia liberal fez o possível para ignorá-la.
Matéria de capa
Felizmente, o Washington Times destacou suas advertências na primeira página. “Ambientalismo, diz o Presidente Tcheco Václav Klaus, é o novo comunismo, um sistema de comando-e-controle da elite que mata a prosperidade e deveria semelhantemente ser condenado ao monte de cinzas da História”, relatou o jornal na matéria de capa de David R. Sands. “Eu entendo que o aquecimento global é uma religião concebida para suprimir a liberdade humana”, disse Klaus aos editores e aos repórteres no jornal.
Para demonstrar a natureza corajosa da posição que Klaus está assumindo internacionalmente, o livro inclui uma charge de uma pessoa que lembra Klaus sendo queimado na fogueira enquanto três pessoas zombam dele, dizendo: “Então, você acredita em aquecimento agora?”.
Onde estão os líderes políticos americanos que seguirão Klaus tomando uma posição franca em favor da liberdade humana?
Fonte - Mídia sem Máscara
© 2008 MidiaSemMascara.org
Os norte-americanos estão buscando uma liderança neste ano eleitoral e eles a encontraram. Infelizmente, não é um político norte-americano. Václav Klaus, Presidente da República Tcheca, que sobreviveu ao sistema comunista e agora conduz um país emergente da dissolução do império soviético, adverte para uma nova forma de comunismo que está ameaçando a liberdade e o progresso humanos.
Como o ex-presidente Ronald Reagan, que desenvolveu seu conhecimento sobre a ameaça comunista lutando contra os comunistas em Hollywood, Klaus sofreu durante a era comunista na Tchecoslováquia. Por causa da sua experiência, contudo, ele compreendeu como o comunismo ao estilo soviético, que ruiu como império e criou as condições para a emergência da República Tcheca como uma nação livre e independente, nunca morreu de verdade como ideologia e que tem seus admiradores no Ocidente.
Seu livro, Blue Planet in Green Shackles (Planeta Azul, Obstáculos Verdes), publicado pelo Competitive Enterprise Institute, denuncia que o movimento para “salvar” o meio ambiente foi tomado por ideólogos que defendem o controle total do governo sobre as nossas vidas. Ele diz que o ambientalismo pode ser considerado uma forma de comunismo, socialismo ou mesmo fascismo. De qualquer forma que o chamemos, o resultado será a extinção da liberdade humana.
Raízes fascistas
De fato, o livro de Klaus cita o ensaio abalizado “Ideologia Fascista: a Asa Verde do Partido Nazista e seus Antecedentes Históricos”, de Peter Staudenmaier, como um pano de fundo para compreender a mentalidade que conduz à histeria fomentada pela mídia sobre o “aquecimento global” e a alegada necessidade de ação governamental imediata nos níveis nacional e global.
Staudenmaier escreveu que “a incorporação ao movimento Nazista de temas ambientalistas foi um fator crucial para a ascensão deles à popularidade e ao poder estatal”. Ele explicou: “Hitler e Himmler foram ambos vegetarianos radicais e amantes de animais, atraídos pelo misticismo da natureza e pelas curas homeopáticas e firmemente contrários à vivisseção e crueldade com animais. Himmler estabeleceu até mesmo fazendas orgânicas experimentais para o plantio de ervas para propósitos medicinais das SS. E Hitler, por vezes, soava como um verdadeiro utopista Verde, discutindo com autoridade e em detalhes várias formas de fontes de energia renovável (incluindo força hidráulica ambientalmente correta e a produção de gás natural de lodo) como alternativas ao carvão, e declarando ‘a água, os ventos e as marés como a base energética do futuro’”.
Enquanto o engajamento nazista nestas soluções energéticas e de saúde alternativa não as põem em descrédito, os fatos históricos deveriam fazer-nos refletir sobre as motivações daqueles que promovem tais causas no contexto atual. Os ataques às grandes empresas petrolíferas e a pressão por tecnologias energéticas alternativas estão sendo usados como pretexto para um maior controle governamental sobre a economia? As demandas por ação governamental para frear o aquecimento global estão sendo usadas para minar e subverter o capitalismo de livre iniciativa e os direitos de propriedade privada?
Mas enquanto o comunismo foi um sistema ateístico, nota Klaus, o ambientalismo moderno assumiu uma dimensão religiosa e tornou-se uma “religião verde”.
Fascismo liberal
Ao final das considerações de Klaus sobre este assunto em um jantar em Washington D. C. no Competitive Entrerprise Institute (CEI) e por ele patrocinado, o mestre de cerimônias Jonah Goldberg disse que ele gostaria que tivéssemos um Presidente dos EUA que fizesse tal pronunciamento. Tragicamente, Bush e o Senador John McCain, o provável indicado republicano à presidência, caíram no campo – que inclui Barack Obama, Hillary Clinton e a maior parte do Partido Democrata – que quer erodir a liberdade individual em nome da salvação do meio ambiente. É a visão moderna do marxista “de cada um de acordo com suas habilidades, para cada um de acordo com suas necessidades”, excetuando-se que as necessidades do meio ambiente estão agora sendo colocadas acima daquelas das pessoas.
Foi apropriado que Goldberg, que elogiou as considerações de Klaus, tenha escrito o excelente livro Liberal Fascism (Fascismo Liberal), sobre as tendências totalitárias do liberalismo moderno.
Klaus, por seu lado, escreve que “a atitude dos ambientalistas em relação à natureza é análoga à abordagem marxista relacionada à economia. O objetivo em ambos os casos é substituir a evolução livre e espontânea do mundo (e da humanidade) pelo suposto planejamento otimizado central ou – utilizando o adjetivo mais elegante atualmente – global, do desenvolvimento mundial. Tanto como no caso do comunismo, essa abordagem é utópica e levaria a resultados completamente diversos dos pretendidos. Como outras utopias, esta jamais pode se materializar, e os esforços para materializá-la só podem ser dispendidos com restrições à liberdade por meio de imposições de uma pequena e elitizada minoria sobre uma esmagadora maioria”.
Resumidamente, não perderemos apenas a nossa liberdade, mas também o progresso econômico e o avanço humano serão sufocados. E mais pessoas inevitavelmente morrerão. Klaus acrescenta: “nos últimos 150 anos (pelo menos desde Marx), os socialistas têm sido muito eficazes em destruir a liberdade humana sob slogans humanos e compassivos, como ‘preocupando-se com o homem’, ‘assegurando igualdade social’ e ‘promovendo bem-estar social’. Os ambientalistas estão fazendo o mesmo sob slogans igualmente nobres, expressando preocupação com a natureza mais do que com as pessoas (lembremos do motto radical ‘a Terra primeiro’). Em ambos os casos, os slogans foram (e continuam sendo) apenas uma cortina de fumaça. Em ambos os casos, os movimentos foram (e são) exclusivamente sobre poder, da hegemonia dos ‘escolhidos’ (como eles próprios se vêem) sobre o restante, pela imposição da única visão de mundo correta (a deles), para a remodelagem do mundo”.
Num apêndice, Klaus aborda diretamente a pressão popular por um sistema intitulado “cap-and-trade” (limitar-e-negociar), em uma base nacional e global, concedendo a burocratas o poder de decidir as “pegadas de carbono” das pessoas, companhias e nações, e limitando suas emissões de carbono e o uso de energia. Ele chama a proposta de completamente irracional e não-científica e sugere que seja apenas mais uma desculpa para conceder mais poder ao governo.
As forças da liberdade
Na introdução ao livro de Klaus, Fred L. Smith Jr., presidente da CEI, faz uma advertência a respeito da atração que a “classe intelectual” continua a ter pelo “estatismo” ou “coletivismo” que são os outros nomes para as ameaças que encaramos. Hoje, diz Smith, estamos testemunhando uma “guerra cultural contra a liberdade econômica” que requer “vozes pró-liberdade” para evitar escorregar ao totalitarismo. Klaus veio a Washington, D. C. no final de maio para liderar esta campanha. Mas ele retornará à República Tcheca. Várias figuras políticas conservadores dos EUA, incluindo o Ex-presidente Republicano da Câmara de Representantes, Newt Gingrich, estão também tentando parecer “verdes”. Gingrich, por exemplo, aparece num comercial, financiado pela Aliança pela Proteção Climática de Al Gore, com a atual Presidente Democrata da Câmara, Nancy Pelosi, advertindo sobre o aquecimento global. O Observatório Judicial afirma que o comercial é uma violação à lei eleitoral federal e uma contribuição ilegal à campanha de Pelosi. Gingrich tornou-se um advogado do “conservadorismo verde” e propõe agora um “Contrato com a Terra” ao estilo Gore.
Em seu livro, Klaus chama Gore de hipócrita em virtude de seu “próprio consumo desperdiçador de eletricidade” e diz que o ex-vice-presidente não tem interesse em fatos ou documentos para os seus protestos sensacionalistas. A “guerra cultural” sobre a qual Smith adverte pode ser percebida na quase total falta de cobertura que a mídia liberal deu às várias visitas de Klaus a Washington D. C., incluindo o jantar da CEI e no National Press Club (Clube de Imprensa Nacional). Ao invés de tentar refutar os argumentos de uma pessoa que tem um grande conhecimento sobre economia e relações econômicas internacionais, a mídia liberal fez o possível para ignorá-la.
Matéria de capa
Felizmente, o Washington Times destacou suas advertências na primeira página. “Ambientalismo, diz o Presidente Tcheco Václav Klaus, é o novo comunismo, um sistema de comando-e-controle da elite que mata a prosperidade e deveria semelhantemente ser condenado ao monte de cinzas da História”, relatou o jornal na matéria de capa de David R. Sands. “Eu entendo que o aquecimento global é uma religião concebida para suprimir a liberdade humana”, disse Klaus aos editores e aos repórteres no jornal.
Para demonstrar a natureza corajosa da posição que Klaus está assumindo internacionalmente, o livro inclui uma charge de uma pessoa que lembra Klaus sendo queimado na fogueira enquanto três pessoas zombam dele, dizendo: “Então, você acredita em aquecimento agora?”.
Onde estão os líderes políticos americanos que seguirão Klaus tomando uma posição franca em favor da liberdade humana?
Fonte - Mídia sem Máscara
terça-feira, 17 de junho de 2008
Preços da gasolina poderiam cortar a semana laboral

O aumento dos preços da gasolina podem ter uma consequência inesperada: uma redução da semana laboral.
Muitas empresas estaduninenses estão considerando a possibilidade de estabelecer uma semana laboral de quatro dias, com turnos de dez horas, para reduzir os custos de transporte de seus empregados. Outra possibilidade em estudo é permitir que trabalhem desde suas casas.
O presidente da câmara baixa do estado da Georgia, Glenn Richardson, decidiu permitir que seus empregados trabalhem desde sua casa um dia por semana.
...
Fonte - ElNuevoHerald.com
Nota DDP:
Hoje o preço da gasolina, amanhã outras justificativas. A verdade é que se aproxima o dia que serão adotadas medidas globais neste sentido, a cada dia que passa a questão se estabelece com mais clareza.
Al Gore rompe silêncio e anuncia apoio a Obama

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos e Prêmio Nobel da paz, Al Gore, anunciou em uma mensagem em seu blog que irá apoiar a candidatura de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos, encerrando meses de silêncio do político democrata.
Gore havia se mantido distante do processo eleitoral até o momento, não tendo manifestado preferência por nenhum dos candidatos democratas durante a disputa das prévias.
O anúncio público do apoio foi feito nesta segunda-feira em um comício de Obama em Detroit, no Estado de Michigan.
''De agora até a o dia da eleição, pretendo fazer de tudo para garantir que ele seja eleito o próximo presidente dos Estados Unidos'', afirmou Gore em seu blog. ...
A imprensa americana vem especulando que Gore poderia ser candidato a vice em uma chapa comandada por Obama.
Fonte - BBC
O queridinho da elite global
Resumo: Barack Obama é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele.
...
As diferenças específicas do sr. Barack Obama são as seguintes:
1 . Desde William Z. Foster e Earl Browder, que na década de 40 concorreram pelo Partido Comunista e tiveram votações irrisórias, Obama é o esquerdista mais radical que já se apresentou a uma eleição presidencial americana.
2 . Ele apóia todas as medidas globalistas voltadas à destruição da soberania americana. Os círculos globalistas devolvem a gentileza, financiando-o generosamente.
3 . Ele é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, sendo menos uma pessoa historicamente identificável do que um amálgama de lendas e subterfúgios capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele. É, em toda a extensão do termo, uma figura construída, um fantoche.
4 . Ele é o primeiro candidato presidencial americano que jamais teve um emprego produtivo. Só trabalhou como ativista. É um comedor de subsídios por natureza, e não espanta que seu programa de governo consista essencialmente de quatro coisas: aumentar impostos, elevar as despesas estatais até às alturas da catástrofe pura e simples, estrangular a indústria americana por meio de mais leis restritivas e bloquear sob lindos pretextos ecológicos a exploração de petróleo, tornando os EUA ainda mais dependentes da OPEC.
5 . O círculo de proteção erigido em torno dele pela grande mídia é tão sólido que mesmo sucessivamente desmascarado pelas mentiras tolas que profere e pela revelação de suas ligações com toda sorte de terroristas e vigaristas, ele continua sendo tratado como alma pura e santa. Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta.
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Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
É realmente singular pensar que todos os cenários possíveis da próxima eleição americana possuam um vislumbre profético assemelhado.
Obama isoladamente, como assinalado no texto do MSM está ligado a interesses da elite global e, co-ligado tanto a Hillary, como nesta nova possibilidade com Gore, remontaria o mesmíssimo papel, potencializando nuances de conspiração com a primeira (especula-se que ela em algum momento poderia ascender ao poder), ou com o segundo (o chamado ECOmenismo).
Já em relação a McCain teríamos talvez mais do mesmo e, esta aproximação de Bush explícita com o Vaticano, bem como a dependência do eleitorado católico americano para eleger-se, como já considerado neste espaço, poderia acabar por colocar o governo americano de joelhos aos interesses romanos.
Enfim, como afirmei de início, tanto um quanto outro cenário possivelmente nos reservará grandes avanços no cumprimento do quadro profético esperado.
Gore havia se mantido distante do processo eleitoral até o momento, não tendo manifestado preferência por nenhum dos candidatos democratas durante a disputa das prévias.
O anúncio público do apoio foi feito nesta segunda-feira em um comício de Obama em Detroit, no Estado de Michigan.
''De agora até a o dia da eleição, pretendo fazer de tudo para garantir que ele seja eleito o próximo presidente dos Estados Unidos'', afirmou Gore em seu blog. ...
A imprensa americana vem especulando que Gore poderia ser candidato a vice em uma chapa comandada por Obama.
Fonte - BBC
O queridinho da elite global
Resumo: Barack Obama é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele.
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As diferenças específicas do sr. Barack Obama são as seguintes:
1 . Desde William Z. Foster e Earl Browder, que na década de 40 concorreram pelo Partido Comunista e tiveram votações irrisórias, Obama é o esquerdista mais radical que já se apresentou a uma eleição presidencial americana.
2 . Ele apóia todas as medidas globalistas voltadas à destruição da soberania americana. Os círculos globalistas devolvem a gentileza, financiando-o generosamente.
3 . Ele é o primeiro candidato presidencial que se apresenta com uma biografia nebulosa, contraditória e, a rigor, incompreensível, sendo menos uma pessoa historicamente identificável do que um amálgama de lendas e subterfúgios capaz de se amoldar às projeções mais desencontradas que a imaginação do eleitor possa lançar sobre ele. É, em toda a extensão do termo, uma figura construída, um fantoche.
4 . Ele é o primeiro candidato presidencial americano que jamais teve um emprego produtivo. Só trabalhou como ativista. É um comedor de subsídios por natureza, e não espanta que seu programa de governo consista essencialmente de quatro coisas: aumentar impostos, elevar as despesas estatais até às alturas da catástrofe pura e simples, estrangular a indústria americana por meio de mais leis restritivas e bloquear sob lindos pretextos ecológicos a exploração de petróleo, tornando os EUA ainda mais dependentes da OPEC.
5 . O círculo de proteção erigido em torno dele pela grande mídia é tão sólido que mesmo sucessivamente desmascarado pelas mentiras tolas que profere e pela revelação de suas ligações com toda sorte de terroristas e vigaristas, ele continua sendo tratado como alma pura e santa. Tal como Lula, ele foi adotado pela elite globalista e investido do dom da impecância eterna, imune à sujeira da sua vida real, que todo mundo conhece mas que é proibido levar em conta.
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Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
É realmente singular pensar que todos os cenários possíveis da próxima eleição americana possuam um vislumbre profético assemelhado.
Obama isoladamente, como assinalado no texto do MSM está ligado a interesses da elite global e, co-ligado tanto a Hillary, como nesta nova possibilidade com Gore, remontaria o mesmíssimo papel, potencializando nuances de conspiração com a primeira (especula-se que ela em algum momento poderia ascender ao poder), ou com o segundo (o chamado ECOmenismo).
Já em relação a McCain teríamos talvez mais do mesmo e, esta aproximação de Bush explícita com o Vaticano, bem como a dependência do eleitorado católico americano para eleger-se, como já considerado neste espaço, poderia acabar por colocar o governo americano de joelhos aos interesses romanos.
Enfim, como afirmei de início, tanto um quanto outro cenário possivelmente nos reservará grandes avanços no cumprimento do quadro profético esperado.
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