quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Durão Barroso reeleito presidente da Comissão Europeia

Alguns meses depois da publicação neste espaço das postagens 'Porque será Durão Barroso reconduzido como presidente da Comissão Europeia?', 'Porque será Durão Barroso reconduzido como presidente da Comissão Europeia? - parte II' e 'Eleições europeias - breve reflexão', surge a notícia oficial: Durão Barroso acaba de ser reeleito presidente da Comissão Europeia com 382 votos a favor, 219 contra e 117 abstenções.

Se o parágrafo anterior lhe parece algo confuso ou pouco esclarecedor, recomendo a leitura dos três artigos atrás mencionados, em particular o primeiro. Quero referir-me, verá, aos meandros dos lobbys que gerem as nomeações bem longe das assembleias legítimas.

Para verificar os pormenores da votação, veja a notícia do jornal Público. Veja como, naturalmente, as forças políticas de direita (onde está, entre outros, o setor da banca...) apoiaram Barroso.

Por vezes, percebendo o presente conseguimos antecipar um pouco do futuro, não é mesmo?

Quanto mais não deveríamos, então, atentar para as claras instruções e recomendações que o Governador do universo faz sobre o futuro, relatadas nas páginas da profecia bíblica?

Fonte - O Tempo Final


Ecologia e espiritualismo

O jornalista André Trigueiro, da Globonews, vai lançar seu novo livro “Espiritismo e Ecologia”, dia 12 de Setembro, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, no Riocentro. O evento funcionará como um debate, onde o público pode fazer perguntas ao autor. Em seu livro, Trigueiro identifica como a preservação ecológica se identifica com o espiritismo, e com a espiritualidade, em um sentido mais amplo. “Se equilíbrio é sinônimo de sustentabilidade, quem busca o equilíbrio através da religião precisa ser sustentável”, diz. Trigueiro explica isso em detalhes na entrevista que concedeu à Época:

O que o espiritismo diz sobre ecologia?

André Trigueiro: A expressão “ecologia” foi cunhada na Alemanha apenas nove anos depois de a primeira edição de o “Livro dos Espíritos” ter sido lançada na França , no inspiradíssimo século XIX do evolucionismo, do positivismo, do comunismo, da psicanálise, e de outras correntes de pensamento referenciais para parcela expressiva da humanidade. Espiritismo e ecologia explicam, cada qual ao seu modo, um universo sistêmico e interligado, o uso racional dos recursos naturais baseado no princípio da necessidade - e não da opulência -, uma nova ética solidária que leve em conta os interesses de todos e não de uma minoria, o respeito a todos os seres viventes. Espíritas e ecologistas também reconhecem a existência de mecanismos de autoproteção da Terra, embora expliquem isso de formas distintas. E estudam os efeitos colaterais da poluição nos dois planos da vida: enquanto a ecologia investiga o impacto dos poluentes na matéria (ar, água, solo), o espiritismo desdobra-se na investigação dos impactos de outros gêneros de poluentes (formas-pensamento, miasmas, etc) no campo sutil, no plano atral, também chamado de psicosfera.

Como a ética religiosa pode ajudar a preservar a natureza?

Trigueiro: Onde se aceita a idéia de Deus, a natureza é entendida como obra divina, onde o sagrado se manifesta de forma rica e exuberante. Depredar a natureza significa macular um sistema em equilíbrio que dispõe de tudo o que nos é necessário para que possamos viver bem. De uns tempos para cá, diversas tradições vem descobrindo a riqueza da teologia ambiental para explicar, cada qual a seu modo, como as leis que regem a vida e o universo precisam ser respeitadas em favor de nós mesmos. Não estamos desconectados do meio que nos cerca. Na verdade, essa ligação é intrínseca e visceral. Se equilíbrio é sinônimo de sustentabilidade, quem busca o equilíbrio através da religião precisa ser sustentável.

Você acha que se as pessoas tivessem mais espiritualidade, cuidariam melhor do ambiente?

Trigueiro: Quem cuida do lado espiritual - e realiza essa busca solitária e persistente de Deus em si mesmo - tende a ser menos dependente dos bens materiais - portanto menos consumista - e mais atento ao legado, aos impactos de ordem material e moral de sua passagem por este planeta. Mas cada vivência espiritual é pessoal e intransferível. A espiritualidade contém todas as religiões, mas uma única religião não contém toda a espiritualidade. A religião também não salva ninguém, mas antes, a disposição de cada um em ser alguém melhor, mais solidário e amoroso. Também é verdade que muita gente que não acredita em Deus - ou na vida após a morte - realiza importantes trabalhos na área da sustentabilidade. Não importa em que se crê, mas naquilo que se faz de verdade em prol dos outros e do planeta que nos acolhe.
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Fonte - Revista Época

Nota DDP: Absolutamente fantástico como a profecia é precisa e os fatos vão se encaixando no quadro maior do conflito. Em uma época em que o romanismo muito tem falado das preocupações ecológicas e os EUA finalmente se demonstram dispostos a se engajarem na discussão do tema, o espiritualismo tende a trilhar os mesmos caminhos. Sobressalta ainda a identidade de terminologia utilizada e o alinhamento de idéias de caráter "ecumênico".

"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo" (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 2, pág. 151. [Eventos Finais, p. 131]).


História da adoração – O paganismo em outros impérios

Capítulo 16

O Império Babilônico formou-se não muito depois do Dilúvio que deve ter ocorrido no ano 2.344 aC, conforme o “Diagrama Histórico Religioso da Terra", de Edson Pereira Gomes. Ninrod é bisneto de Noé, portanto, deve ter demorado mais de cem anos após o Dilúvio para tornar-se imperador. Não temos os anos de vida dos filhos de Cam, portanto, façamos uma analogia com os filhos de Sem. O bisneto de Noé por parte de Sem foi Salá, e este nasceu no ano 2.307, 37 anos após o Dilúvio. Se Ninrod, bisneto de Noé por parte de Cam nasceu também aproximadamente nesta data, então, 100 anos após o dilúvio ele já deveria estar com idade por volta de 60 anos. Naqueles tempos, até aos bisnetos de Noé se vivia mais de 400 anos.

A Bíblia diz que nos dias de Peleg a terra foi repartida (Gên. 10:25). Refere-se a confusão de línguas, cada família passou a falar uma língua diferente (Gên. 10:5; 20; 31 e 32). Gênesis 10 trata das famílias descendentes de Jafé, Cam e Sem, que repartiram a terra entre seus descendentes, conforme suas línguas surgidas pela tentativa da construção da Torre de Babel. Peleg nasceu em 2.243 aC, e viveu até o ano 2004 aC, portanto, por 239 anos. Durante os seus dias é que houve a confusão de línguas. Logo, nos dias de Peleg Ninrod já era imperador e estava construindo a torre, isto é, por esse tempo que se desenvolveu a falsa adoração que resultou no paganismo e outras formas que influenciaram a adoração até os dias de hoje.

Abraão deve ter nascido no ano 1992 aC. Isso quer dizer que ele veio ao mundo não muito depois da tentativa da construção da Torre de Babel. Ou seja, Abrão veio ao mundo em meio a um intenso paganismo, falsa adoração e idolatria. Até seu pai, Therá, se tornou idólatra. Abraão nasceu e viveu na terra próxima de Babilônia, e foi de lá que DEUS mandou que saísse. Ele foi para a terra de Canaã, onde a idolatria também estava se alastrando, andou no Egito, onde a idolatria já chegara. O Egito pode ser visto como a réplica de Babilônia, seja pela construção de pirâmides, seja pela forte adoração falsa. É certo que essa adoração se espalhou pelo mundo com a confusão de línguas. Imagine o que os homens teriam feito sem essa confusão. Em contra-partida à terrível má influência de Ninrod, DEUS chama Abraão e pede que saia de Babilônia para dele fazer uma grande nação, e ser uma bênção sobre a Terra (Gên. 12:1 a 3). Abraão veio ao mundo pouco depois de Ninrod ter estabelecido seu império.

De Babilônia a falsa adoração da idolatria se espalhou pelo mundo, por meio do espalhamento das famílias com sua línguas. Em cada povo a falsa adoração desenvolveu características próprias, mas conservou algumas comuns, como a adoração ao Sol, conjunto de estrelas e astros. Também o paganismo se caracteriza pela adoração a deusa mãe Terra, pois as pessoas, desligadas do DEUS Criador, entendem que sua vida vem da Terra e dependia dela. Assim inventaram para si deuses relacionados com a mãe Terra, deuses para a chuva, para semeadura, para colheita. Também imaginaram deuses para a fertilidade feminina, para a guerra e outros.

Os gregos foram um povo muito estudioso. Lá se desenvolveu a filosofia, que sistematizou a herança anterior da idolatria, misticismo, politeísmo e falsa adoração, para obter respostas às suas perguntas relacionadas com a origem do homem. Os gregos deram uma conotação científica à falsa adoração, pelo menos o que para eles era considerado ciência. O que Ninrod iniciou, e o que depois se disseminou pela terra, os gregos tornaram em filosofia e crença defendida por grandes intelectuais, por meio de sofisticada argumentação retórica.

Depois do Império Grego veio o Império Romano. Se os romanos conquistaram os gregos militarmente, culturalmente foi o contrário. O paganismo grego influenciou fortemente os romanos, que, por sua vez, determinaram, por meio de Constantino, o que viria a ser o cristianismo paganizado por tradições herdadas da filosofia grega, e que hoje se encontra na Igreja Católica. Esta igreja teve seus dogmas e crenças definidas não pelos apóstolos, mas pelos 33 patrísticos, que foram filósofos, não teólogos. Eles é que introduziram o paganismo originado na antiga Babilônia no cristianismo. Esse é um bom motivo de a Bíblia chamar o moderno sistema de adoração de Babilônia, e da última ordem de que saiam dela aqueles que desejam adorar ao DEUS verdadeiro, por meio da verdadeira adoração (Apoc. 18:4).

Assim se liga a primeira Babilônia com a última Babilônia. Ao longo dos tempos DEUS tem chamado as pessoas a saírem dela. Estamos nos aproximando do último convite.

Fonte - Cristo Voltará


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Mais uma vez Blair e a religião

Cidade do Vaticano, 15 Set (Lusa) - O ex-primeiro ministro britânico Tony Blair advoga que a religião deve ter um "papel central, único, na sociedade e para o seu desenvolvimento", e acredita que afirmar isso "não significa que acabaram os debates ou as oposições".

Blair fez estas declarações numa entrevista publicada segunda-feira pelo vespertino do Vaticano "L`Osservatore Romano", na qual o político britânico fala da sua conversão ao catolicismo, da família, do seu trabalho como pai e dos seus gostos.

Apesar de muitas pessoas quererem deixar a religião "fora da esfera pública" ele, Blair, defende que a religião tenha nela um papel importante: "Não significa que acabaram as contraposições, antes pelo contrário, já que em muitos temas a Igreja estará de um lado e os líderes políticos do outro".

Fonte - RTP

Logo depois de referir-se à maneira em que se faz política na Inglaterra em comparação aos Estados Unidos, aonde "a referência a Deus" é virtualmente uma obrigação, afirmou o Ex-Primeiro Ministro comentando a recente encíclica do Papa Bento XVI, Caritas in veritate, assegurando que "compartilho plenamente tudo o que o Santo Padre escreve nela, um texto brilhante que deve ser lido e re-lido". (ACI)


Milhares de pessoas manifestam contra a política de Obama em Washington

Dezenas de milhares de pessoas participaram de uma manifestação contra o presidente Barack Obama, acusando-o de aumentar em excesso a presença do Estado no país, neste sábado, em Washington.

As críticas contra o projeto de reforma do sistema de saúde prevaleceram nos cartazes dos manifestantes, que foram andando da Casa Branca até o Capitólio, sede das duas câmaras do governo.

"O aborto não é cuidado de saúde", dizia um dos cartazes.

A manifestação foi organizada pelo Freedomworks, um movimento que defende redução de impostos, menor presença do Estado e mais liberdade econômica.

A polícia ainda não divulgou dados precisos sobre esta manifestação.

Fonte - Último segundo

Nota DDP: Ver também "Contra o humanitarismo de Estado" e "A "Segunda Revolução Americana" já começou".


Terremoto atinge o centro da Itália

ROMA, 14 SET (ANSA) - Um terremoto de 4,2 graus na escala Richter atingiu hoje o centro da Itália, entre Bolonha e Florença, mas não causou vítimas nem danos materiais graves, de acordo com as primeiras informações de autoridades locais.

O abalo sísmico, que ocorreu por volta das 22h locais (17h em Brasília), teve seu epicentro entre as comunas de Barberino del Mugello, Scarperia e Borgo San Lorenzo, na Toscana, a uma profundidade de 3,5 quilômetros.

No local, temendo desabamentos, famílias deixaram suas residências e se concentraram nas ruas. O tremor também foi sentido nas províncias de Modena, Ímola, Pistoia e Prato. Dez minutos depois, uma réplica de 2,8 graus foi registrada.

"A partir das primeiras informações, não temos relatos de danos", disse Demetrio Egidi, funcionário da Defesa Civil local.

No dia 6 de abril, um terremoto de 5,8 graus na escala Richter atingiu a região de Abruzzo, também no centro da Itália, deixado quase 300 mortos e mais de 50 mil pessoas desabrigadas

Fonte - Ansa


Celebração ecumênica na ONU

Nova York, 14 set (RV) - Realiza-se nesta tarde, na Igreja da Sagrada Família, em Nova York, o encontro ecumênico de oração em vista do início amanhã, terça-feira, da 64ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

A celebração ecumênica é promovida a cada ano pela Arquidiocese de Nova York e pela Missão Permanente da Santa Sé na ONU que convidam os diplomatas, funcionários da ONU e todos os católicos de Nova York a participarem do evento.

A cerimônia é presidida pelo cardeal-arcebispo de Nova York, Timothy Michael Dolan, e pelo Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Celestino Migliore.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Veja também "Encontro ecumênico sobre espiritualidade".


Controle da natalidade e proteção do meio ambiente

Um estudo divulgado pela London School of Economics (LSE) sugere que o controle da taxa de natalidade é uma forma muito mais eficiente de cortar as emissões de carbono que poluem o meio ambiente.

No trabalho intitulado “Menos emissores, menos emissões, menos gastos”, a equipe de especialistas da universidade britânica conclui que o planeta ficará mais protegido se o número de nascimentos diminuir.

A pesquisa indica que para cada 4 libras (R$ 12) gastas com planejamento familiar e métodos contraceptivos, é possível diminuir a emissão de gases em uma tonelada. Em contrapartida, para obter o mesmo resultado investindo em tecnologias ecológicas, são necessárias 19 libras (R$ 57).

Ao mesmo tempo, nesta quinta-feira, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou a criação de um novo imposto sobre a emissão de dióxido de carbono.

Com a medida, a França passa a ser a primeira grande economia do mundo a introduzir o imposto. A nova taxa vai incidir sobre petróleo, gás e carvão. O governo deverá cobrar 17 euros (o equivalente a cerca de R$ 45) por tonelada de dióxido de carbono (CO2) emitida.

O imposto se aplicará a residências e a empresas, mas não a indústrias pesadas e do setor energético que estão incluídas no esquema de comércio de emissões da União Europeia.

O que você acha do controle de natalidade como forma de preservar o meio ambiente? Você concorda com a iniciativa da França? Acha que o Brasil deve fazer o mesmo?

Fonte - BBC

Nota DDP: Interessante correlacionar este post com "As ideias infames do consultor científico de Obama".


O sinal do fim

“E será pregado este evangelho do reino por todo mundo, para testemunho de todas as nações, então virá o fim” (Mat. 24:14)

Para sabermos sobre a proximidade do fim devemos atentar para o cumprimento das profecias. Mas para sabermos algo consistente sobre o fim, devemos atentar para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, aquela que tem a incumbência de pregar este evangelho a todas as nações (Mat. 28:19 e 20). Enquanto a igreja estiver em estado de Laodicéia, morna, o fim não virá. Mas assim que a igreja de CRISTO despertar, e isto é o reavivamento, a oposição aparece, e se desencadeia o fim, e JESUS volta. “Haja um reavivamento da fé e poder da primitiva igreja, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se os fogos da perseguição” (História da Redenção, 325).

Então vem a pergunta: a Igreja Adventista está reavivando, ou ainda não? Resposta: está sim, e o reavivamento está acelerando.

Em 2006, nos Estados Unidos das América, foi distribuído um livreto sobre os Dez Mandamentos. Em 2007, no Brasil se fez o mesmo. Antes disso, a igreja, por meio da liderança maior, vem desenvolvendo programas de reavivamento em todos os lugares, como as 40 madrugadas, e outros programas. Foi distribuído o folheto Viva com Esperança, o livreto Sinais de Esperança e agora vai ser disponibilizado o livro Tempo de Esperança, do pastor Mark Finley. Isso para citar alguns exemplos. Nessas campanhas de distribuição de livretos e folhetos milhares saem às ruas num só dia, como foi no caso do folheto, que deve ter mobilizado perto de um milhão de pessoas.

A campanha “Impacto Esperança” de 2010 terá como tema principal o sábado bíblico, ensinando sobre as bênçãos de sua santificação. Esse será, sem dúvida alguma, o maior impacto que a IASD terá dado na América Latina desde que foi fundada, mas não o maior daí por diante, pois esse reavivamento continuará crescendo, até o dia em que a grande incumbência for concluída com todo o poder do ESPÍRITO SANTO.

Portanto, para quem deseja saber, o fim está próximo e JESUS vai voltar logo. Esse é o sinal!

Fonte - Cristo Voltará


Ensino religioso não pode ser substituído

Diz fonte do Vaticano: “O ensino da religião católica "não poderá ser substituída por matérias como história das religiões, de ética ou de cultura religiosa" porque isso significaria dano e marginalização dos estudantes que pedem para estudá-la.” Ele “"não pode estar limitado a uma exposição das distintas religiões, em modo comparativo ou neutro", mas deve concentrar-se no ensino da religião católica, acrescenta.” “"O poder civil deve reconhecer a vida religiosa dos cidadãos e favorecê-la", mas sairia de seus limites se tentasse dirigir ou impedir os atos religiosos, "pois concerne à Igreja estabelecer os conteúdos autênticos do ensino da religião católica na escola garantindo assim aos pais e aos alunos o que vem ensinando no catolicismo".” “"O ensino da religião na escola - continua - se transformou em objeto de debate em alguns casos de novas regulamentações civis em determinados países, que tendem em substituí-lo com um ensino religioso multiconfessional ou de ética ou de cultura religiosa". “"Se o ensino religioso fosse limitado a uma exposição das diversas religiões em modo comparativo ou neutro, se poderia criar confusão ou gerar relativismo ou indiferença religiosa", explica.”

Há uma ordem do Vaticano aos bispos de todo o mundo de “se oporem a qualquer tentativa de "ensino multirreligioso ou ética".”

Aos poucos aquela concordata recentemente assinada por Lula e o papa Bento XVI se torna compreensível em seus verdadeiros intentos. Essa concordata ainda vai revelar muitas surpresas aos cidadãos brasileiros. Ela já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, falta ser aprovada pelo Senado. (G1)

Fonte - Cristo Voltará


Lei dominical em Novo Hamburgo

“O prefeito Tarcísio Zimmermann (PT) sancionou ontem à tarde [09-09-09] a lei que restringe o horário de funcionamento dos hiper, super, minimercados e atacados em Novo Hamburgo [RS] e destacou três razões para a sanção da lei: a preservação do comerciante local, a defesa do domingo para a família e a não concentração comercial.” Em entrevista á TV Feevale, o prefeito disse: “entendo que esse valor do domingo como um dia dedicado à espiritualidade, à família, à comunidade é um valor muito importante que precisa ser preservado...”. Disse mais: “filosoficamente sou contrário ao trabalho em domingos por que eu acho que nós devemos preservar esse espaço como um espaço da família, da espiritualidade e da comunidade.”

O procurador-geral do Município, Ruy Noronha disse que a lei deve entrar em vigor até dezembro. Os novos horários de atendimento serão de segunda à sábado, das 7h30 às 21 horas, e nos domingos até o meio-dia.

A nova lei está gerando polêmica não pequena na cidade. O Partido Progressista entrou com ação contra a lei dos mercados em Novo Hamburgo no Tribunal de Justiça em Porto Alegre.

Há fortes posições a favor e também contra a lei. A Igreja Católica diz, por meio de Dom Zeno Hastenteufel, Bispo Diocesano : “Para nós, cristãos, é uma conquista, mas gostaríamos que fosse o domingo inteiro.” E o pastor Hardy Brandenburg da IECLB disse: “É legítimo, mas não resolve o descanso dominical, nem a desigualdade comercial.”

Sindicatos patronais, Associação Comercial, o Conselho de Diretores Lojistas todos são contra a lei por motivos comerciais e econômicos. (Jornal NH)

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Veja mais em "Polêmica sobre regulamentação da abertura do comércio se amplia no interior do RS".


Obama tem confiança do mundo para acordo climático

WASHINGTON (Reuters) - Apesar de ter diversos outros problemas urgentes para confrontar, o presidente dos EUA, Barack Obama, ainda goza da confiança de líderes ambientais e empresariais para enfrentar o desafio da mudança climática.

"Ele tem muitas montanhas para escalar, mas acho que já demonstrou uma grande liderança e uma grande capacidade de liderar em múltiplas questões", disse nesta semana Yvo de Boer, chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, no evento Reuters Global Climate and Alternative Energy Summit.

Embora Obama e o Congresso priorizem a discussão de projetos relativos a saúde e economia, De Boer e outros observadores do setor dizem que seu governo mantém o foco na questão climática antevendo a cúpula da ONU em Copenhague, em dezembro, que tentará lançar um novo tratado global contra a mudança climática.

Mas Joan Ruddock, vice-ministra britânica para Energia e Clima, admitiu que a equipe de Obama terá problemas em aprovar a tempo a nova legislação ambiental no Senado.

"A comunidade mundial terá de fazer um julgamento sobre quais promessas eles poderão fazer sem uma base legislativa, e quão aceitável isso é", disse Ruddock em entrevista durante o evento da Reuters.

"Não duvidamos das suas boas intenções e estamos incentivando-os o tempo todo a ver o que podem apresentar e fazer disso o mais ambicioso possível", acrescentou.

De Boer disse que Obama precisa de um "avanço internacional" em Copenhague para que possa dizer ao eleitorado dos EUA: "Nós moldamos algo em Copenhague que está à altura do desafio, e estamos todos colocando nosso peso (para cumprir)."

Segundo Carl Pope, diretor-executivo da entidade Sierra Club, não é necessário que os EUA tenham uma legislação formal para demonstrar seu empenho na reunião global de dezembro.

"O que devemos obter de Copenhague é um compromisso de identificar todas as coisas que podemos fazer juntos para entrar em um caminho diferente, e acho que isso é factível", disse Pope.

"Não estou seguro de que seja essencial para isso que o Congresso dos EUA tenha aprovado a legislação, porque não se trata de cronogramas bipartidários, trata-se de investimentos e incentivos."

MDL

Jeff Kenna, executivo-chefe da empresa contabilizadora de carbono Camco International, disse ser improvável que o Senado aprove neste ano uma legislação climática com um sistema de limites e créditos para as emissões de gases do efeito estufa.

Na opinião dele, os EUA virão a se tornar o maior mercado global de créditos de carbono, mas um mecanismo para isso só será adotado no país em 2012 ou 13.

Lex de Jonge, presidente da comissão da ONU que concede créditos por projetos de energia limpa, sob o processo conhecido como Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), disse estar "muito feliz com os desenvolvimentos sob Obama".

"Ainda há algumas forças críticas ao MDL, mas elas se baseiam em argumentos que não são mais válidos."

Alden Meyer, diretor de estratégia e política da União de Cientistas Preocupados, disse que parte da comunidade internacional está frustrada com a demora na tramitação da legislação climática dos EUA.

Porém, segundo ele, "não há a sensação... na comunidade ambiental de que a Casa Branca tenha abandonado a questão e esteja se afastando dela."

Recentes pesquisas indicam que a maioria dos norte-americanos aprova a forma como Obama trata da questão energética.

No levantamento de agosto do Washington Post-ABC News, 52 por cento eram favoráveis ao sistema de limites e créditos de carbono. No mesmo mês, pesquisa Zogby apontou que 71 por cento dos eleitores são favoráveis ao projeto climático já aprovado na Câmara.

Fonte - O Globo


“Crise só está escamoteada” , afirma Rabello de Castro

RIO DE JANEIRO - Economista incensado por várias correntes de pensamento, Paulo Rabello de Castro continua cético quanto à conjuntura mundial: acha que a crise vai bem, obrigado; foi apenas escamoteada e camuflada para que os políticos possam dizer que a recuperação está à vista, uma prática que tende a acirrar-se já no próximo trimestre, quando as comparações estatísticas forem feitas a partir dos números negativos registrados no fim de 2008.

Presidente e fundador da SR Rating, única agencia brasileira de classificação de risco, Rabello de Castro entende que o governo americano continua refém das grandes instituições financeiras. E, mesmo evitando usar a palavra controle, que considera maldita no contexto, considera preocupante a valorização cambial que, a seu ver, ao atrair especuladores internacionais pode tornar mais lento o desenvolvimento brasileiro.

Um dos expoentes brasileiros da Escola de Chicago, onde concluiu doutorado, o economista teme que o processo de recuperação da crise, que prevê como longo, ainda possa ser entremeado por turbulências e eventuais terremotos de intensidade tão grande quanto os que aconteceram há um ano.
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Fonte - JB Online


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Papa convida a descobrir dimensão religiosa da ecologia

CASTEL GANDOLFO, quinta-feira, 10 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI fez um convite, nesta quinta-feira, a descobrir a dimensão espiritual e religiosa da defesa do ambiente e da natureza.
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“O ser humano descobre o valor intrínseco da natureza se aprende a vê-la como o que é na realidade: expressão de um projeto de amor e de verdade que nos fala do Criador e do seu amor à humanidade, e que encontrará sua plenitude em Cristo, no final dos tempos”, indicou, fazendo referência à sua nova encíclica, Caritas in veritate.

“Neste sentido, é oportuno recordar mais uma vez a estreita relação que existe entre o cuidado do meio ambiente e o respeito às exigências éticas da natureza humana, já que quando se respeita a ecologia humana na sociedade, também a ecologia ambiental se beneficia”, continuou explicando o Papa.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Na "ética da natureza humana", expressa referência temos à lei natural (leia-se mandamentos católicos), onde se encaixa com facilidade o já conclamado pelo pontífice, "sentido ecológico do domingo".


Religiões recusam a guerra

As religiões recusam a guerra e recusam ser usadas em nome da guerra. Este é o apelo final que sai do encontro internacional organizado pelo Comunidade de Sant’Egídio, em Cracóvia, na Polónia. Um encontro que juntou líderes religiosos e chefes de Estado para juntos reflectirem sobre «Religiões e Culturas em diálogo» e o seu contributo para a paz.

“Falar de guerra em nome de Deus é uma blasfémia. Nenhuma guerra é santa. A humanidade sai sempre derrotada pela violência e pelo terror”.

Os vários líderes religiosos afirmaram que o “diálogo contraria o medo e a desconfiança”, sendo esta a grande “alternativa à guerra”.

Os participantes sublinharam ainda que o diálogo “não enfraquece a identidade mas faz redescobrir o melhor de si e do outro. Nada se perde com o diálogo. O diálogo escreve a melhor história, enquanto o conflito abre abismos”.

No final do encontro os participantes comprometeram-se a construir “com paciência e audácia um novo tempo de diálogo”.
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Fonte - Ecclesia


As ideias infames do consultor científico de Obama

John Holdren é co-autor de um livro de 1977 no qual defende o aborto compulsório e a esterilização em massa.

No livro “Ecoscience: Population, Resources, Environment”, Holdren e dois co-autores dizem: “com efeito, concluiu-se que leis de controle populacional obrigatório, incluindo até mesmo leis que exigem o aborto compulsório, podem ser sustentadas pela Constituição em vigor, caso a crise demográfica se torne suficientemente grave para comprometer a sociedade”.

E continua: “um programa de esterilização de mulheres após seu segundo ou terceiro filho, apesar da dificuldade relativamente maior da operação em relação à vasectomia, poderia ser mais fácil de implementar do que tentar esterilizar os homens”.

O livro diz ainda que “o desenvolvimento de uma cápsula de esterilizante de longo prazo, que poderia ser implantada sob a pele e removida quando a gravidez fosse desejada, abre novas possibilidades para o controle coercitivo da fertilidade”. Ele sugere ainda “adicionar um esterilizante à água potável ou a alimentos básicos”.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Está bem assessorado o Presidente americano. As idéias são bem propícias aos tempos que serão enfrentados nesta terra.


Déficit público americano precisa diminuir, diz Nobel

Em entrevista à revista Exame, o professor de Columbia e vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2006 Edmund Phelps diz que se o governo americano não reduzir o déficit os investidores podem perder a confiança na economia americana e “procurar outro lugar para colocar o dinheiro”.

Ele compara ainda a trajetória de crescimento do déficit público americano com a situação de “montar em um tigre”, e avalia que os Estados Unidos irão precisar de ao menos 15 anos para recuperar a riqueza que perderam. Isso considerando uma recuperação de 6% ao ano. Para ele, este período de 10 a 15 anos é uma projeção otimista.

Phelps considera a situação das contas públicas a sua maior preocupação. Para ele, se o déficit continuar crescendo isso pode fazer com que os juros aumentem e o valor dos ativos caia. Pode ainda vir a enfraquecer o dólar.

Fonte - Opinião e Notícia


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Cristãos mais ou menos


Ver também as outras partes: Primeira, Segunda, Quarta.


Começou encontro Ecumênico Internacional

Nesta quarta-feira (09-09-2009), em Bose, no Piemonte, Itália, teve início a XVII edição do Simpósio Ecumênico Internacional de Espiritualidade Ortodoxa. Participam representantes da Igreja Católica, do patriarcado de Moscou e de outras Igrejas Ortodoxas e Orientais e ainda delegados da Comunhão Anglicana e do Conselho Ecuménico de Igrejas.

Foram enviadas mensagens ao encontro. Bento XVII “fez votos para que o encontro “suscite uma consciência renovada do valor da luta espiritual como consequência do amor a Cristo e um compromisso generoso a uma formação ascética das novas gerações”.” O patriarca de Constantinopla Bartolomeu I disse que “esses encontros “são o testemunho eloquente da contribuição única do monaquismo para as relações ecuménicas entre as diversas confissões cristãs”.” Kirill, patriarca de Moscou e de todas as Rússias disse que a luta espiritual é “um tema fundamental, do qual dificilmente se pode exagerar a importância, na medida em que toca a própria essência da vida de quem quiser seguir Cristo radicalmente”. O Cardeal Walter Kasper do presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, deseja que o encontro contribua para “um ulterior crescimento no recíproco conhecimento com vista a um maior testemunho comum de Cristo no mundo”.

O Ecumenismo é a união necessária para o mundo formar um poder global pela santificação do domingo. Quanto mais as igrejas avançam no Ecumenismo, mas próximos estamos da imposição da santificação do domingo por meio de força legal.

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Ver também "Quem é o Conselho Mundial das Igrejas – CMI?" (Ecclesia) e "Semana de oração pela unidade dos cristãos em 2010" (Vaticano).


Bento XVI pede ética na economia

No dia 09 desse mês, o papa Bento XVI incentivou os líderes políticos globais, bem como os empresários, a um retorno à ética na economia, pois isto “pode reavivar a esperança em meio à crise atual.” “Segundo o papa, é necessário seguir o exemplo de São Pedro Damião "para encontrar o silêncio dentro de nós para falar com Deus", buscar um lugar onde "Deus fale conosco; na oração e na meditação se aprende o caminho de Deus e da vida".” O papa ultimamente vem sendo convidado a dar conselhos aos políticos do mundo sobre como devem conduzir os negócios para mais facilmente se enriquecerem.

Qual o objetivo destas palavras? Elas estão no contexto da Globalização por meio da Nova Ordem Mundial, que poucos sabem o seu significado. Globalização é o nome que se dá para a realização de intensos negócios internacionais, viabilizados pelo acentuado desenvolvimento tecnológico que permite a produção de uma infinidade de bens e serviços a serem negociados. O mundo, ao longo de sua história, nunca esteve em situação tão propícia para realizar tantos negócios como se pretende pela Globalização.

Mas por outro lado, o mundo também nunca esteve tão próximo de um precipício social e natural, que pode levar ao caos total, e estamos muito próximos dele. Por esse precipício entendemos o conjunto dos grandes problemas que arrastam a humanidade a uma situação dramática sem saída. Dentre outros, os principais problemas são: terrorismo, tráfico de armas, de drogas e de pessoas, criminalidade, corrupção, intolerância, imoralidade, degeneração dos recursos naturais e suas respectivas catástrofes. Para uma ação de reação a essas tendências, o mundo pensa em uma Nova Ordem Mundial, pois se nada for feito, a Globalização se torna inviável e a sociedade humana se auto-destrói.

Contraditoriamente, por uma lado nunca o mundo esteve em situação tão favorável para os negócios, mas também, por outro lado, nunca esteve tão próximo de um colapso universal. Para evitar o colapso é que se pensa na Nova Ordem Mundial que garanta a reversão das atuais tendências catastróficas.

Como deverá ser essa Nova Ordem Mundial e qual o seu objetivo? A Nova Ordem Mundial será encabeçada pela união de todas as formas de adoração, buscando, por meio da santificação do domingo, das famílias reunidas nesse dia, se realize a reeducação dos cidadãos do planeta para que se tornem pessoas de bem. Isso está sendo coordenado pela Igreja Católica, por meio de seu papa. Tem o apoio de muitas grandes autoridades políticas do mundo, bem como da ONU. Pois as palavras acima citadas em relação a ética na economia estão nesse contexto.

Esse discurso está em perfeita sintonia com a Nova Ordem Mundial, em que, pela liderança da Igreja Católica, apoiada pelo poder político-militar dos Estados Unidos e pelo poder das maravilhas do espiritismo, buscará unir todas as forças do mundo inteiro para salvar a Globalização dos negócios, e possibilitar aos poderosos de se enriquecerem ainda mais. Para entender o sentido profético da notícia citada, leia, pela ordem, os seguintes versos bíblicos:

Apoc. 16:12 a 16 (sobre a união das forças de satanás para atacar o povo de DEUS, isto é o secamento do Rio Eufrates, tempo em que se torna real a Nova Ordem Mundial);
Apoc. 17:12 a 14 (sobre a intenção desse movimento de união, lutar contra o povo de DEUS porque dizem ser o responsável pelo fracasso da Globalização dos negócios);
Apoc. 17:16 (sobre o que o povo do mundo fará contra os seus pastores quando DEUS revelar que o sábado é o verdadeiro dia de guarda, revelação que ocorrerá no momento em que intentam cumprir o decreto de morte, entre a sexta e sétima pragas);
Apoc. 18:5 a 19 (onde se descreve em detalhes o que acontecerá durante a sétima praga, note como choram os reis e os mercadores da Terra em remorso porque estão vendo a destruição da Nova Ordem Mundial e da Globalização por meio da devastação da Babilônia, percebem então que eles não tem mais futuro).

É preciso atentar que os versos estão entremeados por declarações que acontecem antes da sétima praga, como o de Apoc. 18:4, esse clamor ocorre um pouco antes do fechamento da porta da graça.

Se prestar atenção aos textos bíblicos acima, verá algo importante. A Nova Ordem Mundial, que a Bíblia chama “um só pensamento” (a tal ponto estão eles unidos em torno de seus interesses pelo poder do dinheiro), o de oferecer à besta (a 2ª) o poder e a autoridade que possuem (Apoc. 17:13), visando guerrear contra o povo de DEUS (Apoc. 17:14) que na aparência é para salvar o mundo de suas tendências degenerativas, mas na verdade é para levar o mundo a adorar a satanás por meio da santificação do domingo (profetizado em Apoc. 13:16-17). A questão da adoração, se a DEUS se a satanás, o mundo saberá distinguir claramente pela pregação em forma de Alto Clamor que o povo de DEUS anunciará antes do fechamento da porta da graça, mas muitos não aceitarão, preferindo o assim chamado deus do dinheiro da Globalização. Porém, ao final da sexta praga, quando DEUS mostrar os Dez Mandamentos, as pessoas do mundo todo verão que se deixaram enganar pelos falsos pastores de Babilônia, por isso se revoltarão contra esses pastores, e os devastarão (isso quer dizer, devastarão babilônia) (ver Apoc. 17:16; 18:6 a 8; 10; 16 e 18-19), ao mesmo tempo em que ela já está recebendo de DEUS o seu juízo (Apoc. 18:8) as sete pragas.

Se o leitor prestar atenção aos noticiários, perceberá que as autoridades globais já estão se expressando no contexto da “Paz e Segurança” necessária para a Globalização. Isso implica em unir todas as igrejas do mundo como uma força para garantir essa paz, e garantir as condições aos negócios globais intensos pelo enriquecimento dos poderosos, que desejam se fazer ainda mais poderosos. Mas por trás da Globalização está, disfarçada, a adoração a satanás por meio da santificação do domingo, forçada por leis nacionais a partir dos Estados Unidos da América.

Notícias assim nos dizem que estamos nos aproximando do dia da vinda de CRISTO. (G1)

Fonte - Cristo Voltará


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Mundo sofrerá nova crise financeira

Em entrevista à BBC, o ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) Alan Greenspan afirmou que o mundo sofrerá outra crise financeira.

“A crise acontecerá novamente, mas será diferente”, disse Greenspan ao programa Love of Money, da emissora BBC Two.

Segundo ele, a nova crise viria como uma reação a um longo período de prosperidade.

De acordo com Greenspan, apesar de levar tempo e de se tratar de um processo difícil, a economia global eventualmente irá “superar” a crise.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Ao que parece um novo ciclo de crise parece ser inevitável. O que varia nas previsões, desde as mais otimistas como esta do Greenspan, até as mais pessimistas como por exemplo de Roubini e Krugman, é o tempo e a intensidade do que virá.


Medo da natureza

Mais uma vez o tempo, a chuva e o granizo assustam as pessoas. Era segunda-feira à noite e o céu escureceu em minha cidade. Relâmpagos e trovões se sucediam rapidamente. Nuvens negras, pesadas e ameaçadoras passavam como que carregadas de canhões poderosos, buscando algo para destruir. Em minha cidade nada aconteceu, mas fiquei pensando, em algum lugar esse poder todo vai descarregar sua fúria.

O que está havendo com a natureza? Ela não faz mais aquilo para o qual foi planejada. A chuva era para regar a terra produzir, mas cada vez mais frequentemente ela vem para destruir. E acompanhada de ventos e granizo, onde passa, pouco sobra. É uma questão de minutos, e muitos perdem tudo o que economizaram ao longo da vida. Quando não há vítimas fatais, resta o medo das nuvens.

Na Argentina, na província de Missiones, tornado levou um rastro de destruição total. Em Buenos Aires, o prefeito Orlando Walfart disse: “Nunca vimos nada assim antes!”. O tornado matou 10 pessoas e deixou outras 18 em estado grave. “Segundo Walfart, no meio do tornado, os fortes ventos arrancaram um bebê dos braços de sua mãe. As testemunhas indicaram que o tornado carregou animais, além de derrubar árvores e postes de luz. "Uma catástrofe" foi a definição do ministro da Saúde, Juan Manzur, que viajou para San Pedro, para coordenar pessoalmente os trabalhos de assistência à população da arrasada cidade. Manzur sustentou que a faixa de destruição do tornado oscilou entre 100 e 200 metros de largura.”

Em Santa Catarina, no Vale do Itajaí no final do ano passado também ainda não haviam visto algo assim, morros desmoronando sobre as residências e matando 135 pessoas e resultando em prejuízos estimados em R$300 milhões. Estive por lá duas vezes após a catástrofe, e relataram como se sentiam em meio ao poder da fúria da natureza. Todos sentiam medo do que uma nuvem acima de suas cabeças poderia fazer, trazendo água, ventos e raios.

Em São Paulo na manhã de terça-feira (08/09/2009) choveu 70% da quantidade do mês, a maior precipitação desse mês desde 1943, quando começaram a medir a quantidade de chuva que cai.

No oeste catarinense a população também passou por momentos de pânico. Casas arremessadas a mais de 50 metros. Autoridades não descartam que as rajadas de vento tenham chegado aos 200 km/h.

Devemos nos acostumar a convier com o medo da natureza. Ela está aos poucos deixando suas funções de nos prover, e com freqüência cada vez maior, destrói em minutos o que os seres humanos construíram durante anos. (Estado)

“É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão freqüentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Profetas e Reis, p 277).

Fonte - Cristo Voltará


Representantes de todas as religiões visitam Auschwitz

CRACÓVIA, terça-feira, 8 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Representantes religiosos de todo o mundo foram nesta manhã ao antigo campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, dentro dos atos conclusivos do Simpósio "Homens e Religiões".
Este simpósio, convocado pelo cardeal Stanislaw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia e promovido pela Comunidade de Sant'Egidio, quis reunir personalidades de todos os credos "no espírito da Ásia".

Assim explicou nesta terça-feira o atual presidente da Comunidade, Marco Impagliazzo, em declarações à Rádio Vaticano, destacando que esta peregrinação a Auschwitz "nos reafirma a convicção de que a única via para evitar estas tragédias é o diálogo".

Nesta breve mas comovente cerimônia dois sobreviventes do campo de extermínio deram seu testemunho, um rabino e uma mulher austríaca de origem cigana. Depositaram-se mais de vinte coroas de flores em recordação às vítimas, por parte de cada grupo religioso.

O encontro terminou nesta noite, na praça do mercado de Cracóvia, com a mensagem "Chamado à paz 2009", precedido por encontros de oração de cada grupo religioso em todos os rincões da cidade polonesa.

Durante os três dias que durou o congresso, no qual participaram cristãos de todas as confissões, muçulmanos, hindus, budistas e outras religiões minoritárias, falou-se da paz, do desenvolvimento dos povos, da crise econômica e do diálogo inter-religioso, mas sobretudo sobre a herança da segunda Guerra Mundial e sobre o legado do papa João Paulo II.
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Fonte - Zenit


Papa adverte sobre autossecularização de comunidades eclesiais

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 8 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI advertiu ontem bispos brasileiros sobre a “autossecularização de muitas comunidades eclesiais”, um fenômeno que é fruto da interpretação equivocada do conceito de “abertura ao mundo” difundido após o Concílio Vaticano II.

O Papa falou aos bispos dos Regionais Oeste 1 e 2 (Mato Grosso do Sul e Mato Grosso) da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, no contexto da visita “ad limina apostolorum”.

Segundo o Papa, “nos decênios sucessivos ao Concílio Vaticano II, alguns interpretaram a abertura ao mundo não como uma exigência do ardor missionário do Coração de Cristo”.

Mas a interpretaram “como uma passagem à secularização, vislumbrando nesta alguns valores de grande densidade cristã como igualdade, liberdade, solidariedade, mostrando-se disponíveis a fazer concessões e descobrir campos de cooperação”.

“Assistiu-se assim –prosseguiu o Papa– a intervenções de alguns responsáveis eclesiais em debates éticos, correspondendo às expectativas da opinião pública, mas deixou-se de falar de certas verdades fundamentais da fé, como do pecado, da graça, da vida teologal e dos novíssimos.”
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“Assim esses jovens aprenderão a ser sensíveis ao encontro com o Senhor, na participação diária da Eucaristia, amando o silêncio e a oração, procurando, em primeiro lugar, a glória de Deus e a salvação das almas.”
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Em outras palavras: as comunidades eclesiais (igrejas da reforma) se afastaram dos mandamentos e devem reencontrá-los na eucaristia (missa dominical?).


terça-feira, 8 de setembro de 2009

ONU sugere moeda global no lugar do dólar para evitar crises

A reforma do sistema monetário e financeiro, com uma moeda internacional emitida por um banco central mundial, é a receita que oferece o órgão das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) com objetivo de evitar que se repita uma crise como a atual.

O secretário-geral da organização, Supachai Panitchpakdi, afirmou que "o predomínio do dólar como principal meio de pagamento internacional teve um papel importante na formação de desequilíbrios mundiais que desembocaram na crise financeira".

Por isso, a Unctad defende um sistema de taxas de câmbio aceito internacionalmente e baseado no princípio de porcentagens reais, constantes e sustentáveis para todos os países. Com isso se conseguiria colocar um freio à especulação, porque o principal fator desencadeante da especulação cambial é o diferencial de inflação e de taxas de juros.

Assim se evitariam as crises monetárias, porque desapareceria o principal incentivo para especular com moedas de países altamente inflacionários, e se poderiam prevenir desequilíbrios mundiais fundamentais e de longa duração, evitando que os países em desenvolvimento sejam apanhados pela dívida.

Também se poderia evitar a condicionalidade procíclica em caso de crise e se reduziria a necessidade de manter reservas internacionais. "A crise atual se deve ao predomínio das finanças sobre os setores produtivos da economia que geram a autêntica riqueza, o que foi possível graças à euforia suscitada pela eficiência do livre mercado", assinala a Unctad em seu relatório de 2009.

Como destacou Panitchpakdi, "nos Estados Unidos, a parte do Produto Interno Bruto (PIB) que corresponde ao setor financeiro aumentou de 5% para 8% entre 1983 e 2007, enquanto sua parte no total de lucros empresariais passou de 7,5% para 40%".

- As autoridades econômicas deveriam ter receado de um setor que aspira o tempo todo a lucros de dois dígitos em uma economia que cresce a um ritmo muito menor - acrescentou.

O relatório da organização diz que um sistema baseado em uma moeda nacional sempre dependerá das decisões de política monetária que adotam os bancos centrais que emitem essas moedas e que se adotam em função das necessidades e preferências da política nacional, e não em resposta às necessidades do sistema de pagamentos internacionais e da economia mundial.

E critica também que este sistema, em momentos de desequilíbrio da conta corrente, impõe toda a carga do ajuste aos países deficitários. "O Fundo Monetário Internacional (FMI) reforçou esse viés deflacionário ao impor políticas restritivas aos países deficitários como parte de suas condições para conceder empréstimos, em vez de exigir políticas mais expansivas aos países com excedentes", afirma o estudo.

Fonte - JBOnline


Líderes religiosos contra a corrupção

Roma, 08 set (RV) – A Caritas Internacional se uniu a outras organizações e líderes religiosos para pedir uma ação global contra a corrupção.

Em carta ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, mais de 50 líderes religiosos e instituições confessionais afirmam que a corrupção é a maior causa da pobreza em países em desenvolvimento e o maior obstáculo para superá-la. E defendem que países ricos e pobres, juntos, têm a responsabilidade de combatê-la.

Em 2003, a Assembléia Geral das Nações Unidas aderiu à Convenção da ONU Contra a Corrupção (UNCAC). Trata-se do primeiro tratado internacional para combater a prática em todo o mundo.

Esta semana, a Convenção está sendo revisada em Viena, na Áustria, para apresentá-la no vértice de Doha, em novembro próximo.

Por isso, os líderes religiosos pedem que os delegados em Viena trabalhem para que a Convenção se torne efetivamente uma arma contra a corrupção. Na carta, o grupo escreve: "Corrupção é o coração da experiência que as pessoas fazem da pobreza. Para as comunidades pobres, a prática corrupta constitui uma barreira instransponível para uma educação de qualidade, para o direito à saúde e uma qualidade de vida digna. A corrupção rouba oportunidades e esperança".

Além da Caritas Internacional, entre os signatários estão o arcebispo de Maputo, em Moçambique, Dom Francisco Chimoio, o secretário-geral do Conselho Africano de Líderes Religiosos, Dr. Mustafa Ali, e o Rabino Jonathan Wittenberg.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Veja também "Igrejas cristãs unidas nos EUA".


Clima esquenta para 'inimigos do clima'

Faltam 90 dias para o início da conferência das Nações Unidas sobre mudança climática em Copenhague, na Dinamarca. As negociações preparatórias, até onde se sabe, estão empacadas. Os Estados Unidos de Barack Obama - a grande esperança de liderança - ainda não deram o esperado empurrão que faria o processo pegar no tranco.

Com tudo isso, há alguns sinais de que as negociações podem deslanchar nessa reta final. Curiosamente, esses indícios não vêm dos governos envolvidos nas negociações (com algumas raras exceções, como o Japão, que anunciou uma reviravolta na sua postura histórica), mas de empresas e sociedade civil.
...
Aqui em Londres, na semana passada, empresas e personalidades britânicas (entre elas todo o primeiro escalão do governo) aderiram à campanha 10:10, idealizada pela cineasta Franny Armstrong, do documentário ativista The Age of stupid (que tem estreia mundial nos dias 27.

A ideia do 10:10 é reduzir 10% as próprias emissões até 2010 - isso, até o ano que vem! Entre as empresas que aderiram estão as gigantes de energia British Gas e EDF, a consultoria Logica, o clube de futebol Tottenham Hotspurs, entre mais de 450 outras.

Um parêntesis: que as mudanças climáticas assustam, ninguém duvida. Cientistas, como Rajendra Pachauri (foto), presidente do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), não se cansam de repetir que a mensagem da comunidade científica é clara: é preciso agir já.

Mas que ninguém duvide também que toda essa mobilização também tem um forte componente marketeiro. Basta você pensar na quantidade de anúncios que saíram recentemente ressaltando credenciais 'verdes'.

Organizações ambientalistas em todo o mundo devem concentrar os seus esforços para aumentar essa pressão sobre os representantes que se reunirão em Copenhague, entre 7 e 18 de dezembro.

As dificuldades para um acordo são enormes, mas por outro lado, se o clima ficar tão hostil aos que forem vistos "inimigos do clima", será que governantes - pelo menos aqueles que dependem dos nossos votos - podem ser dar ao luxo de saírem de mãos abanando?

Fonte - BBC

Nota DDP: E certamente as coisas esquentarão muito mais para os "inimigos do clima".

A sugestão do "10:10" se aproxima bem de uma proposta para que se poupe em nome do clima um dia em sete (domingo?), uma vez que assim seriam 4/5 dias em 30 (mês), ou aproximadamente 48 dias em 365 (ano), o que ficaria próximo dos 10% sugeridos.

Ou não?


História da adoração – A rainha do Céu

Capítulo 15

Maria, a mãe de JESUS, foi uma santa mulher. Humilde, fiel a DEUS, pelo ESPÍRITO SANTO tornou-se a mãe de JESUS. Desde o século V a veneração de Maria vem sendo exaltada pela Igreja Católica, e hoje ela é adorada até mais que JESUS. Seu título é Rainha dos Céus ou Rainha do Universo. Mas essa história começa bem antes da nossa era, vem da antiga Babilônia fundada por Ninrod.

Semiramis, rainha da antiga Babilônia e outros reinos, casou-se com Ninrod, que algumas fontes afirmam ser também seu filho. Ela engravidou teve um filho que chamou Tamuz, que nasceu depois de Ninrod ter morrido. Ela decidiu manter o poder de Ninrod, poderoso caçador, que se fez o primeiro imperador após o dilúvio. Para esse fim infundiu que Ninrod se tornou o deus sol, pois era por todos considerado caçador, rei e portanto um grande herói. Inventou a estória de que a morte de Ninrod ocorreu para a salvação da humanidade, e que ele retornaria na forma de uma criança e salvador. Essa criança seria a semente da mulher destinada a esmagar a cabeça da serpente. É de se lembrar que, desde a entrada do pecado no mundo, esperavam o nascimento do Salvador prometido ao primeiro casal.

Quando nasceu o filho dela com Ninrod, ela lhe deu o nome de Tamuz, que foi deificado como salvador da humanidade. Mas com o tempo, a mãe de Tamuz foi ainda mais venerada, pois o milagre da reencarnação do poderoso Ninrod foi a ela atribuído. Ela ao que parece era vista como virgem sendo “o nascimento do filho foi declarado miraculoso e, portanto, a mãe foi chamada de Virgem Mãe” recebendo entre outros, o título de Rainha dos Céus. Tamuz foi apresentado a todos como a reencarnação de Ninrod.

A veneração a Semiramis e Tamuz se espalhou para diversos países do mundo da época, tendo-se as famílias espalhado pela confusão das línguas. Em muitos lugares do mundo os povos adoravam uma mãe com seu filho nos braços, bem antes do nascimento de JESUS. Os nomes da mãe e de seu filho mudavam de acordo com as línguas surgidas naqueles dias, tais como: Ashtarot e Baal na Fenícia; Ishtar ou Inanna  na Assíria; Isis e Osiris no Egito; Afrodite e Eros na Grécia; Vênus ou Fortuna e Cupido ou Júpiter em Roma. Mas em outros povos também havia esse conceito religioso místico, como entre os chineses, os antigos germanos, os escandinavos, os etruscos, os druidas e na Índia. Foram erigidos monumentos em homenagem a deusa-mãe Semíramis com seu filho Tamuz nos braços. Entre os israelitas um dos títulos a deusa mãe era Astarote ou Astarte e rainha dos céus que até eles adoravam (cf. Jer. 7:18; 44:17-19 e 25 e Ezeq. 8:14).

No cristianismo católico, a Rainha Mãe veio a ser Maria, mãe de JESUS, esse em lugar de Tamuz. Foi no tempo de Constantino que começaram a ver Maria como deusa, mas ainda não era adorada. Tal como na antiga Babilônia, Maria, também venerada como Rainha dos Céus, passou a ser adorada mais intensamente que o próprio JESUS. Ela é adorada como a mãe de JESUS, como foi Semiramis na antiguidade. Hislop explica que “A Nossa Senhora de Roma... é simplesmente a Nossa Senhora da Babilônia. A Rainha dos Céus na primeira Babilônia é a mesma Rainha dos Céus na última Babilônia, a atual."

Baseado em parte no livro: The Two Babylons (As Duas Babilônias), de Alexander Hislop, 1917.

Fonte - Cristo Voltará


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Bento XVI apela mais uma vez às religiões mundiais pela paz

Bento XVI deixou este Domingo, em Viterbo, um apelo às religiões de todo o mundo, para que contribuam para construir a paz.

O Papa falava no final da Missa a que presidiu na cidade italiana, referindo-se ao Congresso "Homens e religiões", em Cracóvia, que assinala os 70 anos do início da II Guerra Mundial. A iniciativa junta numerosas personalidades e representantes de várias religiões, convidados pela arquidiocese de Cracóvia e pela Comunidade de Santo Egídio, para reflectirem e rezarem a favor da paz.

Bento XVI disse que “não podemos deixar de recordar os dramáticos factos que deram início a um dos mais terríveis conflitos da história, que causaram dezenas de milhões de mortos e tantos sofrimentos provocaram ao amado povo polaco; um conflito que viu a tragédia do Holocausto e o extermínio de outras fileiras de inocentes”.

“Que a memória destes acontecimentos nos leve a rezar pelas vítimas e por aqueles que continuam feridos no corpo e no coração. Seja também, para todos, uma advertência a não repetir tais barbáries e a intensificar esforços para construir no nosso tempo, ainda assinalado por conflitos e confrontos, uma paz duradoura, transmitindo às novas gerações uma cultura e um estilo de vida caracterizados pelo amor, pela solidariedade e pela estima do outro”, acrescentou.

Neste contexto, disse o Papa, é especialmente importante o contributo que podem e devem dar as Religiões: “Nesta perspectiva, é particularmente importante o contributo que as Religiões podem e devem dar para promover o perdão e a reconciliação contra a violência, o racismo, o totalitarismo e o extremismo que deturpam a imagem do Cristo no homem, cancelam o horizonte de Deus e, em consequência, conduzem ao desprezo do próprio homem”.

“Que o Senhor nos ajude a construir a paz, partindo do amor e da compreensão recíproca”, concliu.

Chegado a Viterbo, de helicóptero, proveniente de Castel Gandolfo, o Papa presidiu, numa esplanada, à Eucaristia dominical. Comentando as leituras do dia, Bento XVI observou que “o deserto – na sua linguagem simbólica – pode evocar acontecimentos dramáticos, situações difíceis e a solidão que tantas vezes assinala a nossa vida”. Mas "o deserto mais profundo é o coração humano, quando perde a capacidade de escutar, de falar, de comunicar com Deus e com os outros. A pessoa torna-se cega, incapaz de ver a realidade; fecham-se os ouvidos para não escutar o grito de quem implora ajuda; o coração endurece-se na indiferença e no egoísmo”.

Para o Papa “tudo está destinado a mudar. A ‘terra árida’ será irrigada por uma nova linfa divina. E quando vem, aos de coração abatido de qualquer época, o Senhor diz com autoridade: Coragem, não temais!”

Bento XVI referiu-se ao episódio evangélico em que Jesus cura, em terra pagã, um surdo-mudo, começando por o acolher e “ocupando-se dele antes de mais com a linguagem dos gestos, mais imediatos do que as palavras”.

“Podemos ver neste sinal o ardente desejo de Jesus de vencer no homem a solidão e incomunicabilidade criadas pelo egoísmo, para dar rosto a uma nova humanidade, a humanidade da escuta e da palavra, do diálogo, da comunicação, da comunhão com Deus. Uma humanidade boa, como boa é toda a criação de Deus: uma humanidade sem discriminações, sem exclusões – como adverte o apóstolo Tiago na sua Carta – de tal modo que o mundo seja verdadeiramente e para todos campo de genuína fraternidade, na abertura, no amor pelo Pai comum que nos criou e nos fez seus filhos e filhas", prosseguiu.

Exemplos vivos desta “humanidade boa” e de “verdadeira fraternidade” são os santos, sublinhou o Papa, evocando diversas figuras bem conhecidos dos viterbeses. Depois de sublinhar a importância do testemunho cristão dos leigos, “nos diversos âmbitos da sociedade, nas múltiplas situações da existência humana”, Bento XVI exortou os fiéis a um empenho concreto em favor do desenvolvimento humano integral de todos e cada um. (Ecclesia)
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Nota Realidade em Foco: É interessante mais esse passo do Vaticano em direção à paz mundial através da união das religiões. Pena que é incoerente com a própria filosofia vaticanista. Em primeiro lugar, o próprio Vaticano é o primeiro que não deve repetir barbáries como a Inquisição da Era Medieval quando milhares foram mortos por serem inimigos da "fé católica". Além disso, é importante que se frise que essa unidade das religiões é em torno da filosofia ditada pelo Vaticano. Ou seja, as demais religiões devem se harmonizar com o modo de agir do Vaticano e assim atuar juntas. Algo que remete aos tempos medievais quando o papado reinava supremo como única religião oficial e norteadora dos princípios morais para a humanidade. A Bíblia deixa claro, no entanto, em textos como Efésios 1:20-21 que, acima de todos os poderes humanos, está Jesus Cristo e Seus ensinamentos e não crenças divergentes dos princípios fielmente deixados pelo Mestre aos primeiros apóstolos. No texto que cito, é possível ler que "que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus, acima de todo principado e potestade, e autoridade, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro".

Sinais dos tempos

Esposição de motivos: Abaixo transcrevo um comentário muito lúcido deixado neste espaço e que demonstra que o Senhor tem chamado a atenção do Seu povo para o tempo solene em que vivemos e os acontecimentos que se descortinam no horizonte desta terra. Faço questão de assim fazer, afim de que não somente as ovelhas de outros apriscos que eventualmente por aqui passem considerem os argumentos lançados, mas também para que o povo do advento que está dormecido acorde para perceber que ao que tudo indica o tempo está acabando. Ei-lo:

"Caritas in Veritate" é uma evidência documental de que o cenário global está "quase" pronto para o surgimento do Anticristo (líder mundial). Os evangélicos em geral "esqueceram que Jesus vai voltar"...

Não sou adventista... Me considero "evangélico"... Não concordo com muitas posições adventistas... Entretanto, louvo ao nosso Senhor Jesus pelos adventistas... É um povo zeloso e vigilante das Escrituras... A teoria dos sete reis por eles desenvolvida tem resistido ao tempo e se tornado cada vez mais forte e convincente...

Assim que tomei conhecimento de "Caritas in Veritate", meu espírito estremeceu... Transmiti a informação à diversos amigos evangélicos e não evangélicos... Pouquíssimos entenderam a seriedade do documento...

Tony Blair como defensor dos ideais católicos reconfirma, a já confirmada há muito tempo, influencia do Vaticano sobre o destino do mundo...

"Caritas in Veritate" é uma "sacudida" do Senhor Jesus nos crentes que estão desatentos... É um clamor à vigilância! Parece que Jesus está falando: "Não estão vendo? Olha o documento! Não é especulação! O anticristo está próximo! O arrebatamento da igreja está próximo! Acordem!"

Peço aos irmãos para que oremos fervorosamente para que a mídia evangélica de grande massa acorde! Para que esta mídia evangélica de grande massa pare de mercantilizar a fé e pregar felicidade na terra! Para que esta mídia anuncie fervorosamente a volta de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!!

Jorge Amado Florentino da Silva Júnior


Outras nuances interssantes sobre as considerações de "Caritas in veritate" podem ser lidas em "Papa pede criação de 'autoridade mundial'" e "É chegado o tempo de tomar posição pela verdade".

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Caritas internacional na conferência da ONU sobre o clima

Nova York, 04 set (RV) - Realiza-se em Nova York, no próximo dia 22, a conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

O encontro contará com a participação de uma delegação formada por membros da organização de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Econômico (CIDSE) e da Caritas Internacional, que formam uma grande aliança humanitária e dão uma grande ajuda em prol do desenvolvimento e na luta contra a pobreza em 200 países do mundo.

Esses organismos católicos escreveram um comunicado no qual exortam os líderes mundiais a dar prioridade à questão climática. "Pedimos a todos os governantes para que pensem nas populações mais pobres do mundo. Serve uma linha de ação corajosa a fim de defender-los dos impactos devastadores das mudanças climáticas" – afirmam eles.

O cardeal-arcebispo de Edimburgo, Keith Michael Patrick O’ Brien, reforçou o conteúdo do comunicado afirmando que os "países ricos têm o dever moral de reduzir as emissões de gás que danificam o meio ambiente e devem ajudar os países em via de desenvolvimento, pois são eles os que mais sofrem as conseqüências das mudanças climáticas".

Um estudo realizado pela Maplecroft, órgão de pesquisa inglês, em 166 países do mundo revela que a África e o sul da Ásia são as áreas do planeta mais ameaçadas pelas mudanças climáticas, enquanto os principais responsáveis pela poluição estão protegidos das conseqüências da mudança de clima.

Fonte - Radio Vaticano


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ban Ki-moon diz que Ártico poderia descongelar até 2030

Genebra, 3 set (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, advertiu hoje que "o Ártico está aquecendo mais rápido do que qualquer outro lugar na Terra" e "poderia ficar sem gelo até 2030".

Após visitar nos últimos dias a base internacional de Ny Alesund (Noruega), onde observou diretamente o impacto da mudança climática sobre o Ártico, o responsável da ONU chegou a Genebra para participar da Conferência Mundial sobre o Clima.

Em discurso diante de mais de mil participantes deste fórum, Ban pediu aos Governos para conseguir na conferência internacional sobre mudança climática, prevista para dezembro em Copenhague, um acordo que permita "profundos cortes nas emissões" de gases poluentes.

Reconheceu, nesse sentido, que essas negociações ocorrem com atraso: "só restam 15 dias, 15 dias para resolver alguns dos assuntos mais complexos".

O secretário-geral da ONU revelou que os cenários mais distantes que tinham sido colocados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) - uma das instâncias científicas de maior credibilidade na matéria - estão "ocorrendo agora".

Explicou que o Ártico, "em vez de refletir o calor, está absorvendo, enquanto o gelo diminui. Isso acelera o aquecimento global".

A consequência é que um gás que está preso no subsolo e no leito do mar desse polo do planeta está sendo liberado para a atmosfera, com o perigo que isso representa, por ser "um gás de efeito estufa 20 vezes mais poderoso que o dióxido de carbono".

Ban também advertiu que o aumento do degelo da Groenlândia ameaça elevar o nível do mar e alterar a corrente do Golfo, que é a que leva calor à Europa.

"Estamos pisando no acelerador e estamos nos dirigindo ao abismo", alertou.

O secretário-geral da ONU disse que já se observa um aumento do nível do mar, que, até o final do século XXI, poderia subir entre 50 centímetros e dois metros, colocando em risco às populações que vivem em ilhas, em áreas litorâneas e deltas, entre outros lugares.

Ban lamentou que, apesar disso, se continue observando "inércia" na luta contra a mudança climática, o que, acrescentou, fica evidente nos "limitados progressos nas negociações" de Copenhague.

Por isso, colocou a urgência de agir em certas áreas, como o rápido financiamento internacional para que os países em mais risco se adaptem à mudança climática.

Além disso, mencionou a necessidade de que os países em desenvolvimento aceitem reduzir suas emissões de gases do efeito estufa, e para isso defendeu a ideia de que estes precisam de apoio econômico e tecnológico do mundo rico.

Fonte - G1


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Desenvolvimento enfrenta ameaça catastrófica

Nações Unidas, 02/09/2009 - Quando os políticos e governantes reagiram com lentidão dolorosa à crise econômica dos anos 20, o economista britânico John Maynard Keynes fez sua famosa afirmação: "Em última análise, todos nós morremos." Hoje a frase assume um sentido muito mais grave, diz a Organização das Nações Unidas, considerando os perigos combinados das crises econômica e ambiental que o mundo enfrenta. No seu "Estudo Econômico e Social Mundial 2009 - Promover o desenvolvimento, salvar o planeta", divulgado ontem, a ONU sustenta que a comunidade internacional está respondendo com a urgência necessária à devastação iminente causada pela mudança climática, descrito como o maior desafio humano das próximas décadas.

"Em um nível muito profundo, é um perigo existencial", diz o documento cuja versão em inglês tem 207 páginas, anotando estimativas segundo as quais mais de 300.000 pessoas morrem anualmente em conseqüência do aquecimento global, enquanto as vidas de 300 milhões estão em grave risco. O novo relatório coincide com dois eventos, a cúpula das Nações Unidas sobre mudança climática, dia 22 deste mês em Nova York, e as negociações para um novo tratado internacional para lidar com o fenômeno, que culminarão em dezembro em Copenhague.

Ao colocar a responsabilidade especialmente nas mãos das nações industriais, o relatório afirma que a crise do clima é o resultado de um modelo de desenvolvimento desequilibrado econômico que evoluiu nos últimos dois séculos. ”Permitiu-se aos países ricos de hoje manter seus níveis de renda atual em parte por não responderem pelo dano ambiental que agora ameaça o sustento de outros", diz o relatório. As ações necessárias para mitigar as alterações climáticas incluem a redução das emissões de gases de efeito estufa, frear o desmatamento e a degradação do solo, o combater a elevação do nível do mar, prevenir secas e inundações e modificar as cidades e os prédios para torná-los menos exigentes de energia.

Para enfrentar estes desafios, de acordo com o documento, são necessários entre 0,2% e 2% do produto interno bruto mundial, entre US$ 180.000 bilhões e US$ 1,2 trilhão. Mas, na maioria das projeções, os maiores gastos não serão necessários até 2030. Rob Vos, diretor da divisão de análise e desenvolvimento de políticas do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, que divulgou o relatório, disse que "devemos começar por reconhecer o que é necessário. Perguntado sobre como alimentar o investimento no cenário de crise financeira internacional, Vos disse à IPS que "a crise deixou claro que é possível mobilizar grandes quantidades de recursos para combater os riscos sistêmicos e que só os governos estão em condições de fazer isso".

A mudança climática, prosseguiu, "é um risco sistêmico muito mais catastrófico, mas com muito menos recursos do que aqueles utilizados para combater a crise financeira podemos enfrenta-la”. A ciência explica que, mesmo com uma redução de entre 50% e 80% dos gases de efeito estufa até 2050 "Há uma boa chance de que não podermos alcançar um aumento inferior a dois graus na temperatura global, que já é considerada perigosamente alta", disse. Ao mesmo tempo, "espera-se uma crescente demanda por energia, se os países pobres ganharem seu direito ao desenvolvimento", acrescentou. Para responder aos desafios é preciso um aumento da eficiência energética e de fontes de energia limpa, renovável e de baixo teor de carbono, ressaltou.

"O que é preciso é convencer os governos de que enquanto são necessários grandes investimentos, o custo de não fazê-los será muito maior", afirmou Vos. Os países ricos têm a obrigação moral de ajudar os pobres para evitar o mesmo modelo de desenvolvimento de "contaminar primeiro e limpar depois", acrescentou. "Mas esta é apenas uma questão de justiça e de sobrevivência. Existe uma solução que pode conduzir a ganhos: investimentos em larga escala no fornecimento de energias renováveis propiciarão aos países industrializados uma grande quantidade de novos postos de trabalho e de segurança energética", disse Vos.

Os países pobres, acrescentou, podem avançar mais rapidamente na estratégia de um grande desenvolvimento com baixa liberação de carbono, o que beneficiará os países ricos também, conjurando o pior da mudança climática. Perguntado sobre como vê a criação de um fundo global para energias limpas, Vos disse à IPS que vários países estão formulando propostas para concebê-lo. México e outros países têm indicado que seria necessário um montante entre 300.000 bilhões de euros e 600.000 bilhões de euros, o equivalente a entre 0,5% e um por cento da produção mundial.

"Um grande fundo global poderia iniciar o processo. Precisamos de mudanças substanciais nas nossas economias, especialmente no abastecimento de energia, o que implica planos de investimentos de longo prazo que possam sustentar-se por décadas", disse Vos. Além disso, porque a renovável ainda é uma energia cara, "devemos criar economias de escala para reduzir custos e acelerar a adoção dessas fontes", afirmou.

Fonte - Envolverde

Nota DDP: Sobre o destaque dado à manifestação do agente ONU, importa o paralelo com manifestação encontrada na agência Zenit:

"Os países ricos têm a obrigação moral de ajudar os pobres" (Vos - ONU)

"os países ricos têm um dever moral inequívoco... de ajudar os países em vias de desenvolvimento" (cardeal britânico Keith O’Brien)

Coincidência?


Alimentação de 1,6 bilhões de asiáticos ameaçada por mudança climática

Manila, 2 set (EFE).- A segurança alimentar de cerca de 1,6 bilhões de habitantes do Sul da Ásia está ameaçada por causa das secas, as chuvas torrenciais e outros efeitos da mudança climática, advertiu hoje o Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD).

Em um relatório, a instituição financeira com sede em Manila, identifica o Afeganistão, Bangladesh, Índia e Nepal, como os países mais vulneráveis a essa crise alimentícia que pode suscitar o desaparecimento de campos de cultivos a consequência da mudança climática.

"A vulnerabilidade do Sul da Ásia à mudança climática tem implicações extremamente sérias para a agricultura e, portanto, também na segurança alimentar", assinala o BAD.

Segundo o estudo, estes quatro países do sul do Ásia e especialmente os que têm uma alta densidade de população como Índia e Bangladesh, verão reduzida de forma notável a extensão de cultivos e a água durante as próximas quatro décadas.

De continuar a atual tendência, antes 2050 a produção de arroz cairá 10%, enquanto a de trigo, 12%, e a de milho registrará uma redução de 17% , de acordo aos dados recolhidos pelo estudo.

"A escassez de comida provocará uma alta dos preços e reduzirá o consumo de calorias por parte da população de toda a região", aponta a instituição bancária.

O estudo sobre os efeitos da mudança climática na segurança alimentar no Sul da Ásia segue o apresentado em abril passado pelo BAD no qual alertava que a região que padecerá graves perdas econômicas se não freia os efeitos do aquecimento global.

Então, o BAD avisou que se continuava a atual inércia para fazer frente ao fenômeno, as perdas poderiam supor até 6% do Produto Interno Bruto (PIB) de países como as Filipinas, Indonésia, Tailândia ou Vietnã.

A segurança alimentar se verá ameaçada pela queda na produção de arroz, o aumento do nível do mar obrigará a deslocar a milhares de residentes de ilhas e zonas litorâneas, e cada vez mais pessoas serão vulneráveis a doenças como o dengue ou a malária, segundo a instituição multilateral.

O BAD aconselhou aos Governos lutar contra o aquecimento global e a atual crise econômica por meio de programas de estímulo que também levem em conta a redução de emissões poluentes e a pobreza.

O relatório do BAD cita como setores-chave a melhora dos sistemas de tratamento de água e irrigação, otimização de cultivos, economia energética, proteção de florestas e preservação dos recifes de coral para garantir as atividades de pesca.

Realizando estas e outras medidas, os países do Sudeste Asiático serão capazes de reduzir o nível de suas emissões em 40% antes de 2020.

Fonte - Último Segundo


Derretimento no Ártico pode afetar um quarto da população mundial

O nível do mar pode aumentar mais de um metro até 2100 com o derretimento do gelo do Ártico, causando a inundação de regiões costeiras e afetando potencialmente um quarto da população mundial, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira pela organização internacional para a preservação da natureza, World Wildlife Fund (WWF).

O documento sugere que o aumento do nível das águas seria quase o dobro do previsto no estudo do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) que, em 2007, estimava este número em 59 centímetros.

A WWF diz que o relatório Feedbacks do Clima do Ártico: Implicações Globais é o primeiro do tipo a incorporar o impacto do derretimento do gelo na Groenlândia e da porção ocidental da Antártida sobre o nível do mar, regiões que não foram consideradas nas projeções do IPCC.

As temperaturas do ar no Ártico aumentaram quase duas vezes em relação à média global nas últimas décadas, diz a WWF. "O que este relatório nos permite ver são as (...) amplas consequências globais deste aquecimento", disse o cientista Martin Sommerkorn, consultor para mudanças climáticas do programa da WWF para o Ártico, em entrevista divulgada pela organização no YouTube.

Motor de mudanças

O derretimento do gelo do Ártico se tornaria um motor de mudanças climáticas mais acentuadas, diz o documento da WWF.

O relatório prevê que a perda acentuada do gelo com o aquecimento do Ártico influenciaria o clima além da região. O fenômeno mudaria a temperatura e os padrões de precipitação de chuvas na Europa e na América do Norte, afetando a agricultura, florestas e recursos hídricos.

O documento explica que o solo congelado do Ártico reserva o dobro do carbono mantido na atmosfera e, que se o aquecimento da região continuar, o gelo do solo vai se derreter e liberar carbono na atmosfera na forma de dióxido de carbono e metano em níveis significativos.

A concentração de metano, um gás causador do efeito estufa especialmente poderoso, vem aumentando na atmosfera nos últimos dois anos e há sugestões de que isso se deve ao aquecimento da tundra do Ártico.

"Este relatório mostra que é urgentemente necessário controlar as emissões dos gases do efeito estufa enquanto ainda podemos", disse Sommerkorn.

"Se nós permitirmos que o Ártico fique quente demais, há dúvidas sobre se poderemos manter a cadeia de implicações desse fenômeno sob controle."

"Nós acreditamos que estas informações são críticas para se levar às pessoas diante do novo acordo sobre mudanças climáticas que será negociado em Copenhague (Dinamarca) em dezembro."

O tratado a ser negociado na capital dinamarquesa vai ser a sequência do Protocolo de Kyoto.

Fonte - Último Segundo


Forte terremoto deixa ao menos sete mortos na Indonésia

JACARTA - Um forte tremor de terra atingiu nesta quarta-feira, 2, a ilha de Java, na Indonésia, matando ao menos sete pessoas e ferindo outras 27. O terremoto, de magnitude 7 na escala Richter, provocou um alerta regional sobre o risco de tsunamis.

O abalo sísmico fez tremer edificações na região, inclusive na capital do país, Jacarta. O epicentro foi localizado 190 quilômetros a sudeste de Jacarta, que fica na ilha de Java. Segundo o US Geological Survey, agência americana que monitora os tremores de terra pelo mundo, o terremoto ocorreu às 14h55 (4h55 de Brasília) a uma profundidade de 49,5 quilômetros. Segundo relatos iniciais de Jacarta, muitas pessoas em pânico deixaram prédios e escritórios após o tremor.

Indonésia está localizada sobre o chamado "Anel de Fogo do Pacífico", uma zona com grande atividade sísmica e vulcânica que é sacudida cerca de 7 mil tremores ao ano, a maioria moderados.

Fonte - Estado


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