
Bruno Barreira
Mundo



Abdel Bari-Atwan foi entrevistado pelo 'Fantástico'. Ele soube com antecedência da intenção de realizar os ataques de 11 de setembro.
Abdel Bari-Atwan, sócio do jornal de língua árabe baseado em Londres "Al Kuds Al-Arabi" e considerado um homem de confiança do terrorista Osama bin Laden, diz que um novo ataque terrorista é uma "questão de tempo".
Em entrevista exclusiva ao programa "Fantástico", ele falou de seu contato com o líder da rede al-Qaeda e sobre o dia em que entrevistou Bin Laden. Bari-Atwan também foi informado com antecedência dos ataques de 11 de Setembro. A organização terrorista telefonou para seu escritório e anunciou: "Os Estados Unidos vão sofrer um ataque jamais visto".
Antes dos atentados às torres gêmeas e ao Pentágono, ele foi às montanhas do Afeganistão para encontrar o saudita. Bari-Atwan relata que teve de enfrentar estradas primitivas e estreitas para fazer a entrevista. Ao chegar ao local combinado, Bin Laden se recusou a participar de gravação porque não queria cometer erros na construção de frases.
Bari-Atwan já teve seu visto de entrada nos Estados Unidos recusado e diz que é vigiado pelo governo dos Estados Unidos. Afirmou que seu escritório já foi arrombado sem que nada fosse roubado.
Ele, que declara admirar a cultura norte-americana e o país, por ser multicultural, considera iminente um novo ataque.
"Bin Laden adora publicidade. Quer manipular a mídia. A única maneira de manipular a mídia é atacar grandes cidades como Londres, Madri, Nova York e Washington."
VATICANO, 31 Mai. 07 / 12:00 am (ACI).- A Sala de Imprensa da Santa Sé anunciou hoje o estabelecimento de relações diplomáticas entre o Vaticano e o Emirados Árabes Unidos, no que consiste um importante passo no diálogo com o mundo islâmico.
A nota assinala que "a Santa Sé e os Emirados Árabes Unidos, desejosos de promover relações de amizade mútua e de desenvolver a cooperação internacional, decidiram estabelecer de comum acordo relacione diplomáticas no nível de Nunciatura Apostólica por parte da Santa Sé e de Embaixada por parte dos Emirados Árabes Unidos, conforme o estabelecido pela Convenção de Viena sobre as relações diplomáticas de 18 de abril de 1961".
O comunicado conjunto afirma que o acordo foi assinado pelo Arcebispo Celestino Migliore, Observador permanente da Santa Sé ante a ONU, como representante da Santa Sé e pelo Abdulaziz Nasser Al-Shamsi, embaixador extraordinário e plenipotenciário e representante permanente dos Emirados Árabes Unidos ante a ONU, como representante do governo desta Federação.
Os Emirados Árabes Unidos som uma Federação de sete emirados independentes (Abu Dhabi, Ajman, Dubai, Al-Fujayrah, Ras al-Khaimah, Sharjah e Umm al-Qaiwain), situados ao longo da costa centro-oriental da península arábica. A capital é Abu Dhabi.
Tem uma superfície de 83.600 quilômetros quadrados e uma população de mais de quatro milhões de habitantes, com uma alta percentagem (mais de 70%) de trabalhadores estrangeiros provenientes de outros países do Oriente Médio, Paquistão, Índia, Filipinas e Bangladesh.
A maioria dos cidadãos dos Emirados Árabes Unidos são seguidores do Islã, que é a religião oficial do Estado; mas sua Constituição reconhece formalmente a liberdade religiosa e os cristãos podem realizar suas atividades religiosas públicas nas Igrejas e nos complexos paroquiais.
Do ponto de vista pastoral, os Emirados Árabes Unidos formam parte do Vicariato Apostólico da Arábia, que tem sua sede em Abu Dhabi, e está confiado ao Bispo Paul Hinder, O.F.M.Cap.
Estima-se que há mais de um milhão de cristãos, em sua maioria católicos, pertencentes a mais de cem nacionalidades diversas, chegados à região pela demanda de mão de obra e a expansão econômica.
Existem sete Igrejas no país e nelas se celebra a Missa em diversos ritos e línguas.
O comunicado assinala que "se espera que as autoridades do país, que mantêm relações cordiais com a Igreja católica, autorizem a construção de novos edifícios de culto".
O acelerado derretimento das geleiras no planalto tibetano causado pelo aquecimento global põe em perigo o fornecimento de água de milhões de pessoas na China e no Sudeste Asiático, alertou nesta quarta-feira (30) o grupo ecologista Greenpeace.
As geleiras do planalto de Qinghai-Tibet alimentam os grandes rios da Ásia, entre eles o Amarelo, o Yang Tsé, o Mekong e o Ganges, em cujas margens vivem centenas de milhões de pessoas, afirmou hoje Li Yan, dirigente do Greenpeace na China.
O aumento incessante das temperaturas, que no Everest é de 0,4 grau por década (o dobro da média chinesa e o triplo da mundial), lembrou Li, acelerou o derretimento e a evaporação das geleiras e da neve.
A alteração do ritmo natural do degelo e o acúmulo de água das geleiras em lagos instáveis que se formam e transbordam já se torna uma grande ameaça para a vida dos que vivem rio abaixo.
"Agora o inverno é tão quente quanto o verão, e não há gelo", diz um monge tibetano que há 20 anos vive em um mosteiro ao lado da geleira Rongbuk, em um vídeo exibido pelo Greenpeace.
O estudo chega após três expedições à área realizadas nos últimos meses por membros do Greenpeace, nas quais compararam o nível atual das geleiras com fotografias tiradas no local há cerca de 40 anos.
"Grande parte da geleira Rongbuk, a maior na encosta norte do Monte Everest, desapareceu. Isto é um sério alerta. Devemos agir imediatamente ou a maioria das geleiras terá sumido nas próximas décadas", disse Li.
Os ecologistas observaram o mesmo degelo drástico na região onde nasce o rio Amarelo, também no planalto tibetano, onde as torres de gelo, outrora características, praticamente desapareceram.
Para amenizar a tendência, o Greenpeace instou a China a reduzir as emissões de dióxido de carbono e adotar uma "revolução energética" baseada em fontes renováveis.
Segundo o último relatório da ONU, citado pelo grupo ecologista, caso continue o ritmo anual de aquecimento global, 80% das geleiras do Himalaia terão derretido em 30 anos, o que ameaçará o fornecimento de água de um sexto da população mundial. Outros estudos são mais otimistas. Segundo a Avaliação de Mudança Climática Nacional da China, em 2050 cerca de 27% das geleiras do planalto tibetano terão derretido.
Um amigo de Itajaí me ligou preocupado dizendo que havia sido convidado por outra pessoa para participar de um novo projeto virtual promissor chamado Gândia, cuja estréia está marcada para 25 de junho. Pediu que eu assistisse ao vídeo promocional no YouTube e que pesquisasse algo a respeito. Fui atrás e não gostei muito do que li e vi.Efe
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ABU DHABI, Emirados - A rede terrorista Al-Qaeda ameaçou, num novo vídeo, promover novos atentados nos Estados Unidos, que "farão os americanos esquecerem os horrores de 11 de setembro" de 2001, se as suas tropas não se retirarem da "terra do Islã".
A nova ameaça, divulgada num vídeo na internet, foi realizada pelo americano Adam Gadahn, que atua como porta-voz da Al-Qaeda e é acusado de traição no seu país, segundo a rede de televisão Al Jazera.
No vídeo, o suposto Gadahn aparece de barba e turbante, exigindo que os Estados Unidos retirem seus "soldados e espiões" de todos os países muçulmanos, e deixe de apoiar Israel "de forma moral, militar ou econômica".
Além disso, o porta-voz insiste que o presidente George W. Bush deve proibir as viagens de americanos à "terra ocupada da Palestina", libertar os prisioneiros muçulmanos e parar de apoiar os governos "apóstatas" de países islâmicos.
"Tu e teu povo vereis coisas que farão esquecer os horrores do 11 de setembro, Afeganistão e Iraque, assim como a lição da Virgínia", caso as exigências não sejam cumpridas, avisou o porta-voz. Ele se referiu ao atentado de 16 de abril, em que um estudante sul-coreano matou 31 pessoas antes de se suicidar, na universidade Virginia Tech.
"Se um só soldado ou espião permanecer na terra do Islã, isso será suficiente para que continuemos nosso Jihad (guerra santa) contra vosso país e vosso povo", acrescentou o porta-voz da Al-Qaeda. Ele chamou Bush de "o presidente que colocou os EUA na marcha da morte".
Adam Gadahn, também conhecido como "Azam, o americano", é um jovem californiano de 29 anos. Ele se converteu ao Islã durante sua adolescência. No ano passado, foi acusado de traição por um tribunal de Orange County (Califórnia). Os EUA oferecem US$ 1 milhão por informações que possam levar à sua detenção.
Fonte - Estadão
Este Papa no descansa, quiere recuperar el tiempo que no ha tenido antes. Trabaja duro por el ecumenismo, recuperar la preeminencia de la ICR sobre todas las demás religiones es su objetivo. Dejar huella en lo secular de la impronta católica es el objetivo también. El diario Andalucía Press recoge el siguiente titular: "Merkel asume las críticas del Papa". " Angela Merkel respondió a las críticas del Papa Benedicto XVI por la falta de alusiones a las raíces cristianas de Eruopa, tanto en el Tratado Constitucional como en la declaración de Berlín aprobada ayer.