quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Tecnologia de celular pode invadir privacidade

Chips de GPS embutidos em celulares podem indicar onde as pessoas estão a qualquer hora. Para os pais esta é uma boa notícia.

Para os adolescentes, que adoram compartilhar na Internet suas idas e vindas através de serviços como o Loopt e Buddy Beacon, é um passo natural. Mas estes serviços apontam para uma evidência da vida moderna: se os GPS tornaram mais difícil alguém se perder, os novos serviços de celulares agora estão fazendo com que seja mais difícil alguém se esconder.

Segundo o advogado Kevin Bankstons, da Electronic Frontier Foundation, existem transformações reais acontecendo na sociedade, principalmente entre os jovens que se sentem confortáveis em compartilhar informações numa sociedade digital.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
Como claramente se percebe, o mundo está quase completamente preparado para um acompanhamento total e irrestrito do cidadão. Uma sociedade acrítica e complacente com o controle estatal foi gerada com sucesso e em pouco tempo será completamente subserviente aos desmandos dos seus governantes. A profecia bíblica nunca esteve tão visível de se cumprir, como nos nossos dias.

Jaquetas ligadas por GPS permitem a pais saber onde filhos estão

A nova tecnologia foi lançada nesta semana no Reino Unido pela Blade Runner, uma empresa especializada em equipamentos para a polícia e serviços de segurança.

A jaqueta foi lançada em parceria com a líder no mercado em rastreamento e tecnologias de segurança, a Asset Monitoring Solutions. A nova tecnologia das jaquetas ligadas por GPS, no entanto, apesar de simples, não é barata. Ela custa 250 libras - ou 330 libras se o comprador quiser que ela seja feita com Kevlar, um tecido que resiste a cortes - e uma mensalidade de 10 libras pelo serviço de rastreamento por satélite.

O pequeno dispositivo tem uma bateria que dura 15 horas e se ajusta dentro de um bolso da jaqueta. As imagens são atualizadas a cada dez segundos, e não é preciso estar diante do computador para obter as informações. Quem preferir pode também receber mensagens de texto no celular.

Fonte - Opinião e Notícia

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Catolicismo em mudança apresentado no Vaticano

Numa longa entrevista à Agência ECCLESIA, D. Carlos Azevedo, Secretário da Conferência Episcopal Portuguesa, analisa as alterações no catolicismo português, que os Bispos apresentarão no Vaticano na próxima visita Ad limina.

Agência ECCLESIA (AE) - Na primeira visita «Ad limina» dos bispos de Portugal neste milénio que rosto ou imagem levarão da Igreja Portuguesa ao Papa Bento XVI?
D. Carlos Azevedo (CA) - ...concluímos que, nos últimos anos, há um decréscimo de frequência de prática dominical.
...
AE - Perante estas constatações, já existe uma reflexão sobre o porquê deste decréscimo da prática dominical?
CA - Na altura - ainda não estava na Conferência Episcopal - houve uma preocupação imediata com a situação e convidou-se algumas personalidades a ajudar os bispos a reflectir sobre esta temática. Parece a época dos incêndios - toda a gente está preocupada na altura - mas, passada essa fase, espera-se pelo ano seguinte. No ano 2010 ou 2011, quando se fizer outro censo, ficaremos preocupados. Até lá ficaremos descansados.

AE - A Igreja está despreocupada com estes pormenores importantes?
CA - Se as pessoas deixam de frequentar, devemos aprofundar as razões e fazer um programa para que voltem.
...
AE - Recentemente, disse que «não intervir é pecar». A igreja já viu os problemas mas não consegue dar o salto para a intervenção?
CA - Há uma grande dificuldade de operacionalidade na Igreja em Portugal. Fazem-se análises objectivas e interessantes, mas não há quem dê corpo às soluções apontadas.

AE - Numa civilização urbana, onde a indiferença reina, a Igreja deveria assumir um papel congregador.
CA - Isso acontece muitas vezes. Ir à missa ao domingo não deve ser uma «obrigação» mas o celebrar a fé.

AE - A celebração implica alegria, mas essa é, muitas vezes, escassa nas eucaristias.
CA - Muitas vezes, o celebrante tem que fazer um esforço para animar a comunidade. As pessoas estão sisudas e dão respostas sem vivacidade. Os cristãos quando entram na igreja colocam uma cara de sexta-feira santa. Temos um cristianismo pouco pascal e demasiado quaresmal. É reduzida a perspectiva de acolher o cristianismo como salvação e esperança. Espero que a nova encíclica do Papa possa impulsionar esta dinâmica.
...
Nota DDP:
O domingo sempre em pauta. Esperemos a nova encíclica papal que, claramente, tratará do assunto.

Cardeal Tauran admite dificuldades no diálogo com o Islão

O Cardeal Jean-Louis Tauran, novo presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso (CPDIR), considera que o diálogo com o Islão é uma prioridade para o Vaticano, apesar de admitir que há ainda muitas dificuldades.

Numa entrevista ao jornal católico La Croix, de França, o antigo responsável pela diplomacia da Santa Sé frisa que o diálogo teológico entre as duas religiões é quase impossível porque "os muçulmanos não aceitam que se possa discutir o Corão", fruto de uma "interpretação absoluta".

D. Tauran contestou ainda a imposição de limites à construção de igrejas no mundo islâmico. "É preciso explicar aos muçulmanos que, se eles têm a possibilidade de construir mesquitas na Europa, é normal que se possam edificar igrejas entre eles", afirmou.

"Num diálogo entre fiéis, é fundamental ter em mente que o que é bom para um é bom para o outro", acrescentou.

A respeito do Encontro Internacional pela Paz, inaugurado este Domingo pelo Papa, em Nápoles, o presidente do CPDIR sublinha que "não são as religiões que fazem a guerra, mas os homens".

"A religião assusta porque é pervertida pelo terrorismo", apontou.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Interessantíssimos estes acontecimentos recentes na relação Vaticano e Islão. Percebe-se com certa clareza o reconhecimento dos islâmicos da autoridade universal do Papa em assuntos religiosos, mesmo após o discurso do ano passado que todo meio muçulmano entendeu extremamente ofensivo e, depois desta manifestação conjunta elaborada em termos bastante singulares, percebe-se que Igreja Romana deixou muito claro que teologicamente só discutirá com os interlocutores no seu próprio campo de idéias, fazendo uma espécie de convite portanto. Aguardemos a reação do Islão.

A crise financeira

por Gabriel Kolko [*]


A crise financeira global que agora se desdobrar era previsível e foi prevista. Ela poderia ter acontecido antes de o colapso das hipotecas subprime nos Estados Unidos tê-la desencadeado, mas é importante sublinhar que era aguardada. "Um acidente à espera de acontecer", como disse Alan Greenspan, antigo presidente do Federal Reserve. E agora está a apossar-se de bancos, casas de investimento, hedge funds e especuladores – alguns estão apenas a perder enormes somas de dinheiro, outros estão indo para a bancarrota ou estão escalados para a venda a saldo. Onde e como esta crise termina é absolutamente imprevisível, mas ela já é muito séria.
...
Estamos no fim de uma era, a atravessar o pior pânico financeiro em muitas décadas. Agora principia a instabilidade financeira. Na opinião de muitos observadores informados, especialmente, o Financial Times, todo o sistema financeiro e o modo como opera terá de ser reconstruído – radicalmente – e é improvável que isto ocorra. É impossível especular sobre até quando perdurará a confusão – mas agora existe uma incerteza e falta de confiança sem paralelo desde a década de 1930 – e esta ignorância e medo é em si própria um factor crucial. O que é muito claro é que as perdas são maciças e todo o mundo desenvolvido agora está a experimentar a pior crise económica desde 1945, uma crise em que as perturbações num país combinam-se com as de outros.
...
O sistema financeira global agora está fora de controle. A cobiça é desenfreada. As instituições internacionais existentes não podem mudar esta realidade. Estamos à beira de uma crise séria – se não for agora, será no futuro próximo.

Fonte - Resistir

Granizo como nas pragas

Sabemos que nas pragas cairá uma chuva de granizo com pedras de gelo de até 30 a 40 quilos. Pois no sábado à tarde, dia 20 de outubro de 2007, em minha cidade, e região, pudemos ter uma amostra de como será isso. No pátio de minha casa encontrei uma pedra de gelo do tamanho de dois sabonetes. Pesava 100 gramas. Fiquei impressionado. Mas, em outros lugares, caíram pedras de gelo que continham mais ou menos um litro de água. As maiores relatadas foram de 1,5 kilos.

Em uma cidade próxima, Santo Antonio das Missões, 98% das casas tiveram seus telhados danificados. O único telhado a resistir foi o de zinco, assim mesmo, ficando todo torto. Carros foram danificados, principalmente nos para-brisas dianteiros. Um dos relatos dá conta de um carro que recebeu uma grande pedra sobre o teto, que se encurvou, estourando os vidros devido a pressão instantânea. As latarias de muitos carros foram danificadas. Uma mulher, que estava na cozinha de sua casa, recebeu na cabeça uma grande pedra a ponto de sofrer traumatismo craniano. Está hospitalizada. A pedra atravessou a telha e o forro da casa.

Isso foi horrível, embora durasse poucos minutos. Em uma festa as pessoas procuraram esconder-se em baixo de mesas. Não cabiam todas. Procuravam lugar onde se proteger, mas não havia.

É uma pálida idéia de como será o granizo da sétima praga. Coisa impressionante. O homem está destruindo a natureza, e ela está cobrando o preço.

Preparemo-nos para sair deste planeta, pois logo JESUS voltará.

Sikberto R. Marks
Em 22/10/2007

Grandes lagos americanos estão encolhendo

O lago Ontário, por exemplo, está cerca de 17,5 cm mais baixo do que estava há um ano.

Para cada 2,5 cm de água que os lagos perdem, os navios que neles transportam materiais pesados precisam diminuir suas cargas em 270 toneladas, sob o risco de encalharem. Com isso, segundo analistas em comércio marítimo, mais barcos são necessários, acrescentando milhões de dólares aos custos operacionais das empresas.

São várias as causas do esvaziamento dos lagos: o baixo índice de chuvas, os invernos moderados e a alta evaporação - devido principalmente à falta de uma camada grossa de gelo para proteger as águas frias dos lagos do ar mais quente.

Fonte - Opinião e Notícia

Aumenta a concentração de CO2 na atmosfera

Pesquisadores do Reino Unido afirmaram que a concentração de gás carbônico (CO2) na atmosfera terrestre cresceu 35% desde o ano 2000 -uma aceleração sem precedentes.

Se seguir neste rítmo, todos os efeitos previstos da mudança climática se farão sentir mais cedo e de forma mais aguda.

Fonte - Opinião e Notícia

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Papa IMPÕE paz entre rabino israelense, patriarca armênio e imame saudita

Roma, 22 out (EFE).- O Papa Bento XVI interveio em um momento delicado durante um almoço no domingo entre vários líderes religiosos, convidados ao Congresso "Por um Mundo sem Violência", organizado em Nápoles pela Comunidade Católica de São Egídio, afirma hoje a imprensa local.

Segundo o jornal "Corriere della Sera", nove líderes religiosos almoçavam quando o imame saudita Ezzedin Ibrahim, conselheiro cultural dos Emirados Árabes Unidos, comentou que aquilo parecia "a mesa do sorriso", onde as diferentes religiões buscavam as "palavras de paz" que guardam em sua doutrina.

O patriarca armênio libanês concordou com ele, mas disse que não podia deixar de lembrar o "grave perigo" cotidiano a que seus fiéis estão expostos devido às invasões de Israel.

O grande rabino de Israel, Yona Metzger, interveio para afirmar que ele também não podia deixar de falar do risco que o país vive no dia-a-dia por causa das reiteradas ameaças do presidente do Irã e a violência de muitos muçulmanos.

De acordo com o jornal, nesse momento, quando o imame saudita ia discursar de novo, Bento XVI encerrou diplomaticamente a discussão ao afirmar. "Tudo isto é trabalho para São Egídio", afirmou.

A Comunidade de São Egídio, que convocou o Congresso em Nápoles, é uma associação católica conhecida internacionalmente por suas mediações nos conflitos.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP:
Interessante como cada vez mais se dá relevo à proeminência do poder papal face aos demais segmentos religiosos, a ponto de agências de notícias seculares já demonstrarem tal realidade e transmitirem tal idéia aos seus leitores.

Chips podem monitorar tudo

Lev Grossman escreve uma matéria para o semanário Time, edição de 29 de outubro de 2007, sobre os “chips” de identificação, cuja sigla em inglês, RFID, sintetiza o sentido de “radio-frequency identification” [identificação de rádio-freqüência]. Trata-se de um diminuto dispositivo preso a uma minúscula antena que armazena um número de muitos algarismos. “Quando o rótulo de RFID ouve um sinal de rádio particular, responde por transmitir de volta o número de seu ‘chip’. Esse é o propósito todo de sua existência. Alguns protótipos de RFID são “do tamanho de um grão de pimenta moída”, explica o articulista.

Os RFID's são usados para inúmeros propósitos de monitoramento de materiais, que vão de passaportes a cartões de crédito, e até livros de uma biblioteca para localizar volumes desaparecidos ou colocados fora do local exato.

Mas a parte “sinistra”, como diz o autor, é que tal invenção pode ser um tanto “assustadora para qualquer um que não deseje ser mapeado. Os RFID’s são tão bons para monitorar organismos vivos quanto livros de uma biblioteca. Os veterinários têm estado implantando ‘chips’ de RFID em animais de estimação por anos, e há uma empresa chamada VeriChip . . . que manufatura ‘chips’ de RFID especificamente para uso em seres humanos, segundo a noção de que os ‘chips’ podem propiciar uma forma rápida e confiável de armazenar e recuperar informação médica em emergências”.

Ele ainda conta que essa produção da VeriChip está também sendo vendida na América do Sul como forma de localizar vítimas de seqüestros. “Mas não é difícil imaginar cenários mais orwellianos em que prisioneiros ou mesmo imigrantes seriam rotulados com implantes de RFID para tornar mais fácil para o governo monitorá-los. Bizarras como possam parecer, essas idéias têm circulado e causado impacto suficiente para que no início deste mês o governador Arnold Schwarzeneggar . . . banisse formalmente o implante forçado de rótulos de RFID em seres humanos no estado da Califórnia”, ele acrescenta.

O autor ainda comenta que esse sistema tornou-se tão barato que “os fabricantes de produtos precisam de uma razão para não instalá-los nas coisas [que produzem]”. –Op. Cit. , pág. 57.

Fonte - Foro Adventista

VEJA mostra o outro lado do ECOmenismo

Em que planeta vivemos? Se for no planeta Al Gore, estamos em apuros. Um brasileiro que nasça hoje chegará à idade adulta em um mundo hostil e diferente, no qual restarão raros ursos-polares fora do zoológico e se poderá navegar pelas ruas do Recife, submersas pela elevação do nível do mar. Seus netos viverão num ambiente pestilento, com surtos de malária, dengue e febre amarela decorrentes do clima mais quente. Na Amazônia, com temperaturas 8 graus mais altas que as atuais, a floresta se transformaria em cerrado e estaria sujeita a incêndios de dimensôes bíblicas. O que se chama aqui de planeta Al Gore é aquele que o político americano descreveu em seu documentário Uma Verdade Inconveniente, cuja dramaticidade lhe rendeu dois dos prêmios mais cobiçados que existem. O primeiro foi o Oscar, entregue em fevereiro. O segundo é o Nobel da Paz de 2007, que ele receberá no dia 10 de dezembro em Oslo, ao lado do indiano Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC). Mas será que a Terra só tem como futuro se transformar no planeta Al Gore? Talvez não.

Um grupo de cientistas, reduzido em número mas respeitável e influente, discorda da idéia central de Al Gore e do painel da ONU, que, de resto, se tornou a maior religião urbana de alcance planetário de que se tem notícia. Esses dissidentes do clima são chamados genericamente de "céticos". Uma demonstração de que os terráqueos ainda não chegaram ao consenso definitivo de que a Terra vai acabar nos moldes propostos por Al Gore é a enorme repercussão do recém-lançado Cool It, cujo subtítulo é O Guia do Ambientalista Cético para o Aquecimento Global. O autor do best-seller, o estatístico dinamarquês Bjorn Lomborg, foi eleito pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

As divergências entre ambientalistas ortodoxos e céticos podem ser sumariadas em quatro questões:

A primeira diz respeito à responsabilidade humana no aquecimento global. O IPCC afirma que a causa principal é a emissão de dióxido de carbono (CO2) e outros gases resultantes da queima de combustíveis fósseis, que, lançados na atmosfera, aumentam o efeito estufa. Os céticos consideram que só parte do aquecimento global pode ser atribuída à ação humana. A quantidade de CO2 enviada à atmosfera pelas florestas em decomposição e pelos oceanos também contribui. A Terra passou por outros períodos de aquecimento antes da Era Industrial, e não se conhecem com certeza os agentes que os provocaram.

A segunda versa sobre se é possível amenizar o aquecimento e como isso deveria ser feito. O IPCC diz que o primeiro passo é reduzir as emissões de CO2 para a atmosfera. A seguir, é preciso aumentar a eficiência no uso de energia para queimar menos combustíveis fósseis. Os céticos argumentam que não há como frear o processo de aquecimento global nas próximas décadas. A melhor solução é investir em pesquisas para baratear energias alternativas e, no futuro, tornar a humanidade menos dependente de petróleo.

A terceira é: dentro de quanto tempo os efeitos do aquecimento começarão a ser sentidos? O IPCC diz que os primeiros sinais já estão presentes no aumento de enchentes, secas prolongadas e maior freqüência de grandes furacões. Os céticos estimam que os primeiros efeitos só serão perceptíveis dentro de 50 a 100 anos.

A quarta: qual é a severidade desses efeitos? O IPCC acha que as catástrofes naturais serão freqüentes e devastadoras. Para os céticos, os desastres serão poucos. Não será difícil para o homem se adaptar a essas alterações do clima...

Ao se tornar uma doutrina, a luta contra o aquecimento global também se tornou um instrumento nas mãos dos políticos. "Muitos deles, para conquistar a aprovação popular, fazem promessas de reduzir as emissões de gases tóxicos em seus países mesmo sabendo que será impossível cumprí-las", disse a VEJA outro cético proeminente, o economista Deepak Lal, da Universidade da Califórnia. É irônico que o ambientalismo, enquanto instrumento político, seja hoje associado ao pensamento de esquerda. No passado, era o contrário. Os comunistas, donos das fábricas mais poluentes do mundo, consideravam a preocupação com o ambiente mero capricho burguês. Só depois que o comunismo virou poeira, com a queda do Muro de Berlim, os órfãos do marxismo viram na defesa do ambiente uma forma de desafiar o capitalismo. O risco do dogmatismo no combate ao aquecimento global é o de retirar as questões do verdadeiro domínio a que pertencem - o debate científico...

Fonte: VEJA, 24 de outubro de 2007

NOTA: A matéria de VEJA teve o mérito de mostrar a realidade dos fatos: que o combate ao aquecimento global se tornou "a maior religião urbana de alcance planetário de que se tem notícia". Faltou só dar nome à fera: ECOmenismo. Principalmente, porque além de interesses políticos, esse movimento global esconde em si interesses religiosos que em breve se tornarão públicos: a promoção do descanso dominical obrigatório - a menina dos olhos do Vaticano e da direita cristã americana. Quem viver verá...

Fonte - Minuto Profético

Há 200 milhões de cristãos sofrendo por causa de sua fé no mundo

INTERNACIONAL - Pelo menos 200 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação por causa de suas crenças religiosas. E para a maioria deles não há sinal de melhora. Em alguns países a situação se deteriorou durante o último ano. No Oriente Médio, três entre quatro iraquianos cristãos deixaram o país pelo medo de molestamento, assassinato e seqüestros.

Estes são alguns dos resultados incluídos no anuário alemão "Maertyrer 2007" (Mártires 2007) publicado pela agência de notícias evangélica “Idea”, em Wetzlar, em parceria com a Aliança Evangélica alemã e a Sociedade Internacional para Direitos Humanos.

De acordo com o anuário, um em cada dez cristãos está sujeito a restrições severas ou a um estado de guerra. Uma elevação dos atos de violência dirigidos a cristãos foi registrada na Índia e no Paquistão. Alguns cristãos paquistaneses são confrontados com a escolha de se converter ao islã ou ser expulso de onde mora.

A maioria dos países nos quais os cristãos sofrem discriminação severa é predominantemente muçulmana. Os convertidos à fé cristã enfrentam a perseguição mais severa, até mesmo assassinato. Mas também socialistas e ditaduras comunistas tendem a suprimir os cristãos.

Durante a apresentação oficial do anuário, o especialista em direitos humanos, Max Klingberg, chamou a atenção para a ignorância generalizada do público europeu para a perseguição cristã.

O professor Thomas Schirrmacher, membro da Comissão de Liberdade Religiosa da Aliança Evangélica Mundial, deu boas-vindas à atenção dada pela mídia alemã para o assunto.

Fonte - Portas Abertas

Nota DDP:

Lucas 21:12
Mas antes de todas essas coisas vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome.

As sete sequências da fase de impacto da crise sistémica global (2007-2009)

Após a tomada de consciência generalizada da existência de uma crise global, o desenrolar da fase de impacto da crise sistémica global torna-se previsível de maneira mais precisa. Os factores psicológicos implicados bem como os tipos de acção e de reacção dos diferentes actores envolvidos esclarecem consideravelmente o processo por vir.

A equipa de investigadores do LEAP/E2020 estima que doravante a fase de impacto da crise sistemática global em curso será mais longa do que havia previsto há um ano atrás (cf. GEAB N.º 8 ).

Com efeito, a amplitude do primeiro choque financeiro e bancário sentido em Agosto de 2007 significa para a nossa equipa de investigadores que o impacto se vai desenvolver sob a forma de sete sequências maiores, afectando de modos específicos as principais regiões do mundo.

A fase de impacto prolongar-se-á assim por mais de dois anos a contar do ponto de inflexão ultrapassado em Abril de 2007 (cf. GEAB N.º 12), até ao final de 2009. De seguida, iniciar-se-á a fase dita de "decantação" (cf. GEAB N.º 5) que corresponderá à perenização dos novos equilíbrios do sistema mundial.

Até Junho de 2007, nos números do GEAB, o LEAP/E2020 antecipou e descreveu o abrandamento do sistema e preveniu os colapsos porvir. Doravante, as nossas equipas vão-se dedicar a prever os desenvolvimentos das sete sequências do colapso.

Neste número de Outubro de 2007 do GEAB (N.º 18), o LEAP/E2020 analisa as grandes linhas de cada uma das sete sequências e desenvolve um calendário preciso para cada uma delas. O conjunto é aliás reunido numa tabela temporal sintética da fase de impacto (até ao final de 2009).

Neste comunicado público apresenta-se a sequência 1 mais a lista das restantes seis sequências.

Sequência 1: a infecção financeira global através do endividamento americano: cem anos depois dos "empréstimos russos", as "dívidas americanas".

Sequência 2: o colapso bolseiro, em particular, na Ásia e nos Estados Unidos: de -50% a -20% num ano, para as bolsas, conforme as regiões do mundo.

Sequência 3: a explosão do agregado de bolhas imobiliárias mundiais: Reino Unido, Espanha, França e países emergentes.

Sequência 4: tempestade monetária: a volatilidade em alta sobre fundo de dólar americano em baixa.

Sequência 5: "estagflação" da economia global: "recessflação" nos Estados Unidos, crescimento débil na Europa, recessão.

Sequência 6: "A Grande Depressão" nos Estados Unidos, crise social e aumento do poder dos militares na gestão do país.

Sequência 7: 4.º Trimestre de 2007 – 4.º Trimestre de 2008: aceleração brutal da recomposição estratégica global; ataque ao Irão; Israel à beira do abismo; caos no Médio Oriente, crise energética.

Fonte - Resistir

O futuro está secando

No último verão dos EUA, a área de neve acumulada na Serra Nevada, que fornece a maior parte da água para o norte da Califórnia, estava no seu nível mais baixo em 20 anos.
Em maio, o prêmio Nobel e diretor do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, Steven Chu, advertiu que a redução da água potável pode ser um problema muito mais sério do que o lento crescimento do nível dos oceanos. Ele observou que até mesmo as previsões mais otimistas para a segunda metade deste século sugerem que de 30% a 70% da área de neve vai desaparecer.
No sudoeste dos EUA, as previsões também não são boas, e a redução do fluxo do Rio Colorado seria um caos para sete estados dos EUA: Colorado, Utah, Wyoming, Novo México, Arizona, Nevada e Califórnia. As águas do rio abastecem cerca de 30 milhões de pessoas.

Igreja Católica mudou o descanso do sétimo dia

... Jesus nos deu, em primeira pessoa, o exemplo da oração incessante. Dele se diz nos evangelhos que orava de dia, ao cair da tarde, pela manhã, e que passava às vezes toda a noite em oração. A oração era o tecido conectivo de toda sua vida.

Mas o exemplo de Cristo nos diz também outra coisa importante. É ilusório pensar que se pode orar sempre, fazer da oração uma espécie de respiração constante da alma inclusive em meio às atividades cotidianas, se não reservamos também tempos fixos nos quais se espera pela oração, livres de qualquer outra preocupação. Aquele Jesus a quem vemos orar sempre é o mesmo que, como todo judeu de seu tempo, três vezes por dia – ao sair o sol, na tarde, durante os sacrifícios do templo, e no pôr-do-sol – parava, se orientava para o templo de Jerusalém e recitava as orações rituais, entre elas o Shema Israel, Escuta Israel. No Sábado Ele também participa, com os discípulos, do culto da sinagoga, e vários episódios evangélicos acontecem precisamente neste contexto.

A Igreja igualmente fixou, pode-se dizer que desde o primeiro momento de vida, um dia especial para dedicar ao culto e à oração, o domingo. [Grifo acrescentado] Todos sabemos em que se converteu, lamentavelmente, o domingo em nossa sociedade; o esporte, em particular o futebol, de ser um fator de entretenimento e lazer, se transformou em algo que com freqüência envenena o domingo... Devemos fazer o possível para que este dia volte a ser, como estava na intenção de Deus ao mandar o descanso festivo, uma jornada de serena alegria que consolida nossa comunhão com Deus e entre nós, na família e na sociedade. [Grifo acrescentado]

É um estímulo para nós, cristãos modernos, recordar as palavras que os mártires Saturnino e seus companheiros dirigiram, no ano 305, ao juiz romano que havia mandado prendê-los por ter participado na reunião dominical: "O cristão não pode viver sem a Eucaristia dominical. Não sabias que o cristão existe para a Eucaristia e a Eucaristia para o cristão?".

Fonte: Zenit

NOTA: O comentário acima de um sacerdote católico é mais uma confirmação pública de que foi a Igreja Católica quem mudou o quarto mandamento da Lei de Deus que prescreve o descanso no sétimo dia para o descanso dominical. Essa mudança foi profetizada em Daniel 7:25: "Cuidará em mudar os tempos e a Lei". Além disso, a fala do sacerdote deixa claro a intenção do Vaticano de promover o descanso dominical para toda a sociedade (porque é o sinal de sua autoridade, e quando todo o mundo cristão estiver praticando essa doutrina o Vaticano terá alcançado seu grande objetivo que é recuperar a supremacia política mundial). De acordo com o Dicionário Patrístico e de Antigüidades Cristãs (obra católica), p. 711, o bispo Inácio de Antioquia, no começo do segundo século (por volta de 130 d.C.), escreveu uma carta aos fiéis de Filadélfia com um propósito específico: "Alguns membros da comunidade se haviam separado do bispo porque consideravam necessário que se observasse o sábado". Então, de modo direto, a mesma obra revela: "De fato, para provar que o sábado devia ser abolido em favor do domingo, Inácio de Antioquia não podia valer-se de nenhum testemunho escriturístico. O único argumento era que o domingo era o dia da ressurreição de Jesus". Falou e disse! Realmente não há nenhuma comprovação bíblica de que o descanso do sábado deveria ser mudado para o domingo. Portanto, essa doutrina é invenção humana e não tem o apoio de Deus. O cristão que quer ser fiel à Palavra de Deus deve guardar o sétimo dia (Ex 31:13; Ez 20:20).

Fonte - Minuto Profético

2010 Odisea en la Tierra

"Los desastres naturales afectarán a 175 millones de niños cada año a partir de 2010", así reza el titular de "20Minutos". Y así lo anuncian los científicos, y en concreto, la ONG "Save the Children". (Foto: Reuters).

"Los desastres derivados del cambio climático, que abarcan desde sequías a lluvias torrenciales, provocarán que en 2010 haya en todo el mundo 350 millones de afectados "medioambientales", de los que más de la mitad serán niños."

Si vais hasta el final de este blog, veréis un "reloj de la Tierra" donde se dan datos escalofriantes en tiempo real. Y es que la cosa no es para menos. Hace poco, Zapatero ofreció desde el gobierno de España tres millones de Euros a la ONU para luchar contra el cambio climático, y me pregunto, ¿es más fácil pagar la multa y seguir infringiendo las "leyes" o simplemente hacer algo realmente? (Que conste que ese dinero no es ninguna multa).

A veces pensamos que el dinero lo compra todo, pero no es así. Es más, por querer hacer dinero fácil, se va en contra de la estabilidad del mundo (hablo de estabilidad física, ya no hablemos de económica, política y social...). Y digo yo, tanto dinero, tanta riqueza... ¿para qué? Si dentro de unos años, todo el dinero del mundo no podrá comprar la seguridad y la saludo del planeta.

Es un sistema piramidal inverso lo que se desarrolla en este mundo, y... no puede llegar muy lejos. ¿Apocalipsis? Sí, claro, pero no como la gente se piensa. ¿Destrucción de la Humanidad? Si Dios no interviniese, eso está asegurado, pero intervendrá para que no suceda, la cuestión es si tú quieres participar de ese "otro sistema" o no.

Fonte - Cuenta Atras

Papa reúne-se em Nápoles com líderes de todas as religiões

Bento XVI encontrou-se em Nápoles com representantes de Igrejas e comunidades eclesiais , bem como de outras grandes religiões mundiais, defendendo que “as religiões podem e devem oferecer preciosos recursos para construir uma humanidade pacífica, porque falam de paz ao coração do homem”.

Saudando todos os presentes, o Papa recordou a iniciativa do seu predecessor, que está na origem deste encontro anual: o primeiro encontro de Assis, em 1986, quando João Paulo II convidou altos representantes religiosos a congregarem-se na cidade de Francisco, para rezarem pela paz, “sublinhando nessa ocasião o elo intrínseco que une uma autêntica atitude religiosa com a viva sensibilidade por este bem fundamental da humanidade”.

Este convite foi renovado pelo mesmo Papa Wojtyla, em 2002, depois dos dramáticos acontecimentos do 11 de Setembro do ano anterior. E aqui Bento XVI quis precisar o conceito genuíno daquilo que se costuma designar como o “espírito de Assis”.

“No respeito das diferenças das várias religiões, somos todos chamados a trabalhar pela paz e a empenharmo-nos concretamente na promoção da reconciliação entre os povos. É este o autêntico ‘espírito de Assis’, que se opõe a toda e qualquer forma de violência e ao abuso da religião como pretexto para a violência”, frisou.

Fonte - Ecclesia

NOTA Minuto Profético: O mundo inteiro está se entregando aos encantos de Roma sem se dar conta de que Roma não mudou nada, e continua tendo aquele mesmo espírito com que conquistou a supremacia mundial na Idade Média (538 - 1798 d.C.). "Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta" (Ap 13:3).

NOTA Michelson Borges: Há mais de um século, Ellen White escreveu: "A vasta diversidade de crenças nas igrejas protestantes é por muitos considerada como prova decisiva de que jamais se poderá fazer esforço algum para se conseguir uma uniformidade obrigatória. Há anos, porém, que nas igrejas protestantes se vem manifestando poderoso e crescente sentimento em favor de uma união baseada em pontos comuns de doutrinas. Para conseguir tal união, deve-se necessariamente evitar toda discussão de assuntos em que não estejam todos de acordo, independentemente de sua importância do ponto de vista bíblico" (O Grande Conflito, p. 444). "Os adventistas do sétimo dia devem agora pôr-se como separados e distintos, povo chamado pelo Senhor 'Seu próprio'. Enquanto isso não fizerem, não pode Ele ser glorificado neles. A verdade e o erro não podem andar em parceria. Coloquemo-nos agora onde Deus disse que devemos estar. ... Devemos lutar pela unidade, mas não no baixo nível das práticas mundanas e da união com as igrejas populares" (Carta 113, 1903).

A união é sempre bem-vinda, desde que o "cimento" seja a verdade bíblica e não conveniências seculares, políticas. Quando Jesus disse que um dia haveria um só rebanho e um Pastor, estava Se referindo exatamente a isto: a união em torno da verdade.

Oceanos estão absorvendo menos CO2, diz estudo

Os oceanos podem estar perdendo capacidade de absorver dióxido de carbono, alerta uma pesquisa da Universidade de East Anglia, na Inglaterra.

Durante dez anos, os cientistas avaliaram a absorção oceânica de CO2 – gás que causa o efeito estufa – através de equipamentos instalados em mais de 90 mil navios mercantes que cruzaram o Atlântico norte.

Os resultados mostraram que a absorção de carbono se reduziu pela metade entre os anos 1990 e 2005.

Para os cientistas, a redução na capacidade dos oceanos de absorver os gases que causam o efeito estufa pode piorar o aquecimento global.

Dúvidas

As descobertas, publicadas na revista científica Journal of Geophysical Research, foram consideradas surpreendentes pelos cientistas, que se disseram ainda preocupados com a hipótese de, no futuro, os oceanos ficarem saturados com emissões.

De todo o CO2 lançado na atmosfera, metade é absorvida pelos oceanos e vai parar em reservatórios naturais de carbono, como os oceanos e as florestas.

O repórter de Meio Ambiente da BBC Roger Harrabin, disse que os pesquisadores não sabem se o fenômeno se deve à mudança no clima ou a variações naturais.

"Como esta medição nunca foi feita antes, não sabemos em que medida o oceano mudou no passado. De maneira geral, imaginamos que o oceano absorve dióxido de carbono à mesma taxa todo o tempo", disse à BBC um dos autores do estudo, o professor Andrew Watson.

"O que se demonstrou é que isso não acontece. Duvidamos que essa mudança se deva inteiramente à ação do homem – achamos que se deve pelo menos em parte a uma oscilação natural, que pode ser revertida. Mas não sabemos em que medida."

Fonte - BBC

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Carro irregular que descer para o litoral será apreendido

Guilherme Russo, Diário de S. Paulo

SÃO PAULO - A partir de setembro, o motorista que utilizar o sistema Anchieta-Imigrantes poderá ter seu carro apreendido na estrada se não estiver com o licenciamento em dia. Instalados em locais anteriores a postos da Polícia Militar Rodoviária, três radares inteligentes, que fazem leitura ótica de placas de automóveis, darão aviso aos policiais caso a documentação do veículo não esteja em ordem.

Até o fim do ano, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) planeja instalar mais sete radares do tipo em outras cinco rodovias do estado (leia nesta página).

No sistema Anchieta-Imigrantes, os equipamentos serão instalados um quilômetro antes dos postos da PM Rodoviária. A Rodovia dos Imigrantes contará com dois dos novos aparelhos. Na descida da serra, o radar inteligente ficará no km 21,5, na cidade de São Bernardo do Campo. No sentido oposto, o aparelho estará no km 62, em São Vicente. Já na Rodovia Anchieta haverá apenas um radar inteligente no sentido litoral. Ele ficará na pista central da estrada, ainda em São Paulo, no km 9,7.

- O sistema reconhece as placas dos veículos e será conectado ao banco de dados do Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo). A falta de pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e as multas pendentes também serão detectados - diz o Major Armando César Guilherme, coordenador operacional do 1 Batalhão de Polícia Militar Rodoviária, responsável pelo litoral e pelo Vale do Paraíba.

De acordo com o major, “a idéia é retirar de circulação o veículo que estiver irregular”.

- A gente vai sair na frente - diz ele, contando que o sistema é pioneiro nas estradas do país.

Como acessam dados do Prodesp, os radares inteligentes também avisarão à polícia se o dono do veículo é procurado por algum crime, se é foragido da Justiça ou se o carro tem queixa de roubo.

- Isso dá mais segurança quando formos realizar as abordagens - acredita Guilherme.

O sistema é denominado OCR (Optical Character Recognition), que, em português, significa reconhecimento ótico de caracteres. O major Guilherme acredita que, no início da implantação do novo sistema, haverá aumento nas apreensões de veículos nas estradas estaduais. No entanto, ele afirma que os postos da Polícia Militar Rodoviária têm capacidade para comportar os carros parados por falta de licenciamento ou por qualquer outra irregularidade punida com a apreensão.

- Em um primeiro momento, pode haver um incremento nas apreensões e retenções de veículos, que logo deve se estabilizar - diz o major.

Fonte - Denatran

O triunfo do medo

por João Luiz Mauad em 19 de outubro de 2007

Resumo: O mais grotesco no Prêmio Nobel entregue a Al Gore não é tê-lo concedido a um animador de auditórios, defensor uma "verdade" muito conveniente (para alguns) e nada científica, mas preterir pessoas cujas causas são muito mais importantes e urgentes.

© 2007 MidiaSemMascara.org

Alguns meses depois de abocanhar um Oscar, o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore foi agraciado, semana passada, com o Prêmio Nobel da Paz. De acordo com os responsáveis pela escolha, "por seus esforços no combate às mudanças climáticas".

Muito interessante, e sintomático, foi o fato de que, na mesma semana, o venerando máximo da religião do aquecimento global esteve nas manchetes inglesas por uma outra razão. É que a alta corte daquele país decidiu que o famigerado documentário "Uma Verdade Inconveniente" somente poderia ser exibido nas escolas britânicas com a devida explicação, prévia, de que o mesmo contém nada menos que – comprovados – "nove erros científicos". Também segundo a referida sentença, os professores ingleses deveriam chamar a atenção dos estudantes para certos "exageros" e para o caráter "alarmista" da película.

Mas o que são meros nove erros, não é mesmo? Nada que tire a importância e a beleza de um filme que nos apresenta a uma "verdade maior", qual seja: somos responsáveis pelas mudanças climáticas que destruirão o mundo, se nada for feito imediatamente. O que, afinal, representam alguns "pequenos" equívocos científicos, desde que eles estejam a serviço de uma verdade maior? Simples acidentes de percurso, sem maiores conseqüências. A exemplo de vários outros veículos de imprensa, engolidos pela onda catastrofista, o Jornal do Brasil estampou a seguinte "pérola", em editorial publicado no dia 16/10: "Embora com alguma imprecisão de dados, o documentário protagonizado pelo político arrancou aplausos da crítica e fez o grande público refletir sobre a questão ambiental. Talvez aí esteja o maior mérito de Al Gore."

Os erros – tanto factuais quanto conceituais – expostos naquela película propagandista manchariam a biografia de qualquer cientista. No entanto, Gore não é um cientista, mas um político cuja intenção não é outra senão politizar a ciência. Em seu mundo, a climatologia não gira em torno da investigação, dos métodos, dos experimentos ou testes de hipóteses. Na práxis goreana, evidências empíricas ou lógicas dão lugar a (in)convenientes verdades e a estranhos consensos.

É difícil ignorar um forte apelo moral nos discursos de Al Gore. A exemplo de um certo líder tupiniquim, ele jamais perde uma oportunidade que seja para vender ao público sua autoproclamada vocação de grande guia dos povos. Sua cruzada, segundo ele mesmo, está voltada a prevenir uma catástrofe global que, por sua vez, é sustentada por verdades irrefutáveis, as quais lhe foram "reveladas" não por entidades supranaturais, mas por um pretenso consenso científico. Seus ataques incessantes contra os chamados "céticos" se devem justamente à necessidade de afirmar este famigerado consenso. Assim, a investigação científica, cujo pressuposto básico é – ou pelo menos deveria ser – a própria dúvida, e nunca a certeza, acaba transformando-se num dogma espiritual. Na religião deste verdadeiro profeta do medo só há espaço para o bem e para o mal, para o comportamento "virtuoso" dos engajados ou "vicioso" dos céticos.

Num mundo onde a razão foi seqüestrada pela paranóia e o apocalipse nos é vendido como iminente, nada mais natural que a busca desesperada por heróis, salvadores da humanidade, líderes espirituais que nos guiarão e protegerão das intempéries provocadas pela nossa própria ganância. Mas isso só não basta. A humanidade está em guerra e, como é natural em tempos de guerra, todo poder e dinheiro deverá ser entregue aos Leviatãs, sem esquecer que, neste caso, como o inimigo é comum a todos, a grande divindade mística, a suprema burocracia supranacional será chamada a descer do Olimpo, às margens do Rio Hudson, para liderar as forças nacionais rumo à vitória final.
...
Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP:
A identidade de discursos entre líderes políticos e religiosos em torno do tema aquecimento global, certamente não é uma mera coincidência, resta saber quanto tempo demorará para que os mesmos - discursos - passem a ocupar um "palanque" comum.
Related Posts with Thumbnails