terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Papa nos EUA

O Papa Bento XVI festejará o seu aniversário nos Estados Unidos. Ele visitará este país entre os dias 15 e 20 de abril. Será recebido pelo presidente G. W. Bush e sua esposa, que o estarão aguardando no aeroporto e depois estarão com ele na Casa Branca. Será a segunda visita oficial a residência presidencial. Haverá uma reunião entre o presidente e o papa e paralelamente, entre representantes da Santa Sé e representantes do governo dos EUA.

A visita responde ao convite de Ban Ki-moon, secretário geral da ONU para que o papa visite a sede das Nações Unidas. A época da visita coincide com o dia do seu aniversário, 16 de abril. No dia 17, o Papa se reunirá com budistas, muçulmanos, sijs, hindus, judeus e representantes de outras religiões no Centro Cultural João Paulo II. No dia seguinte ele fará um discurso na ONU e à tarde, em Nova York terá um momento de oração com representantes das demais confissões religiosas, em Manhatam.

Essa visita é de suma importância para definições de eventos que antecipam a volta de JESUS. Nela certamente serão tomadas decisões há muito profetizadas, que antecedem aos últimos eventos. A mão que os protestantes estendem sobre o abismo, para aliarem-se com o poder de Roma, dessa vez será literalmente apertada.

http://www.zenit.org/article-17520?l=portuguese
em: 2008-02-11

Fonte - Cristo Voltará

Sharon Stone questiona versão oficial do 11 de Setembro

A atriz americana Sharon Stone, 49, disse que nunca acreditou na versão oficial dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 contra as Torres Gêmeas em Nova York e o Pentágono nas cercanias de Washington, segundo uma entrevista concedida por ela à revista "Laha" e publicada nesta segunda-feira [18].

Na conversa com a revista, editada pelo jornal árabe internacional "Al Hayat", Sharon Stone também critica as invasões do Iraque e do Afeganistão e põe em dúvida a relação que essas campanhas militares têm com o 11 de Setembro.

"Nunca cheguei a crer na versão oficial dos atentados contra as Torres Gêmeas em Nova York e também não acho que as guerras do Afeganistão e do Iraque são uma conseqüência direta deles", afirmou a atriz à "Laha" em sua recente visita a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Sharon Stone considera que "não eram necessários uma guerra defensiva nem o derramamento de tanto sangue depois do ocorrido no 11 de Setembro", já que os Estados Unidos não tinham sido invadidos nem estavam em guerra.

A atriz e produtora também disse que os meios de comunicação americanos manipulam a informação sobre os países árabes. "Fico com medo quando me dou conta de que os meios de comunicação em meu país ocultam ou manipulam a informação", afirmou a atriz.

A protagonista de "Instinto Selvagem" manifestou seu pesar pela morte de centenas de soldados americanos e de iraquianos na Guerra do Iraque desde 2003 e disse não entender o porquê de todas essas mortes que, segundo ela, não vão resolver a crise vivida pelo país. Sharon Stone, que visitou o Oriente Médio em poucas ocasiões, disse que "a guerra não é um filme, mas uma trágica realidade".

Fonte: Folha Online

NOTA: Sem dúvida, os meios de comunicação americanos estão manipulando informações a favor de seu governo. Na época do nazismo, a mídia também foi controlada para distorcer a imagem dos judeus perante os alemães. E a história registra o terrível resultado final desta manipulação midiática. Hoje ocorre o mesmo em relação com os muçulmanos. Sou totalmente contra o terrorismo e defendo que os culpados em qualquer situação comprovada sejam presos. Porém, discordo também da versão oficial do governo americano sobre o 11 de setembro. Essa crise foi "fabricada" para justificar a restrição das liberdades civis da população e preparar o caminho para a Nova Ordem Mundial.

Fonte - Minuto Profético

Usuários poderão ter senha única na web

Veja On-line, 08.02.2008.

Algumas das maiores empresas da internet se uniram para que os usuários possam acessar serviços de outros sites sem precisar criar novos perfis, logins e senhas, anunciou a Fundação Open ID, nesta sexta-feira. O OpenID é uma espécie de gerenciador universal de senhas e logins, desenvolvido com o código fonte aberto. Desse modo, com uma conta aberta em um site que se utiliza da nova tecnologia – atualmente são 10.000 – o usuário poderá ter livre acesso ao conteúdo do concorrente. Microsoft, IBM, Google, VeriSign e Yahoo já se juntaram em torno da fundação para oferecer os serviço a seus usuários.

Instrumento interessante que, por um lado, desburocratiza as ações no dia-a-dia especialmente de empresas e instituições. Mas, por outro lado, facilita o controle das operações e transações realizadas. E um controle maior das pessoas interessa a quem? Essa é uma das questões que precisa ser sempre considerada quando se fala de registros únicos de identificação, unificação de sistemas de proteção on-line, etc. A Bíblia diz, em Apocalipse, que haverá, no final dos tempos, duas classes de adoradores, uns de Deus e outras das bestas descritas. E a classes dos adoradores de Deus será penalizada por não poder comprar e nem vender, já que não possui uma marca distintiva (chamada marca da besta). Isso pode implicar criação de sistemas de controle que possibilitem diferenciar as pessoas com facilidade e acabem auxiliando em uma punição como essa. Se alguém quiser saber mais, sugiro a leitura de Apocalipse 13 e do livro "Conflito dos Séculos" ou "O Grande Conflito", de autoria de Ellen White.

Fonte - Realidade em Foco

Quem será o verdadeiro exterminador do futuro?

Os olhares de todos os estudiosos das profecias bíblicas (da escola historicista) se voltam para os EUA neste ano eleitoral. Quem será o próximo presidente da maior potência mundial simbolizada no apocalipse por uma "besta que subiu da terra"? "Animal" em profecia simboliza "rei" ou "reino". Já "besta" (no sentido de "fera") representa em profecia um reino político-religioso. Para espanto de todos, a Bíblia profetizou que os EUA abandonariam seu príncipio de liberdade religiosa e separação de Igreja/Estado, e passariam a ser um reino político-religioso. E essa crise nunca esteve tão perto de acontecer.

Alguns dados curiosos já podem ser analisados dos pré-candidatos à Casa Branca. Do lado republicano, o favorito é John McCain, que já tem o apoio declarado do ex-presidente George H. W. Bush (Caveira e Ossos), do atual presidente George W. Bush (Caveira e Ossos), do governador Schwarzenegger (ligado à maçonaria e à elite mundial - Rothschild), e do ex-concorrente Mitt Romney (mórmom), entre outros.

Do lado democrata, a disputa entre Barack Obama e Hillary Clinton está apertada. Porém, ambos tem apoiadores ligados diretamente a sociedades secretas. Obama, por exemplo, recebeu o apoio de John Kerry (adversário de George W. Bush nas últimas eleições, e membro da Caveira e Ossos).

Resumindo, seja qual for o resultado final destas eleições, ambos os lados tem defendido uma ideologia coletivista, e estão recebendo forte apoio de personalidades ligadas a Sociedades Secretas. Será difícil prever o que vem por aí? Ou as cartas já estão marcadas e o roteiro do próximo governo já foi escrito?

Fonte - Minuto Profético

Dor do Papa pela morte do Grão Mestre da Ordem de Malta

Da Agência Zenit, 08.02.2008.

Bento XVI manifestou seus pêsames pelo falecimento do fra Andrew Bertie, aos 79 anos de idade, 78º grão-mestre da Soberana Ordem de Malta, ocorrida em 7 de fevereiro.

O Papa transmite seus sentimentos em um telegrama enviado hoje à sede da Ordem, ao Fra Giacomo Dalla Torre del Tiempo di Sanguinetto, superior em vigor até que seja eleito um novo grão-mestre.

Na mensagem, o Papa elogia «a obra deste homem de cultura e seu compromisso generoso no cumprimento de seu elevado encargo, em especial a favor dos mais necessitados, assim como seu amor à Igreja e seu testemunho luminoso dos princípios evangélicos».

Andrew Willoughby Ninian Bertie foi o primeiro cidadão inglês em ser eleito ao cargo de grão-mestre nos 900 anos de história da Ordem. Nascido em 15 de maio de 1929, ele se instruiu no Ampleforth College, na Christ Church Oxford e na Escola de Estudos Orientais e Africanos da Universidade de Londres. Após realizar o serviço militar na Guarda Escocesa, trabalhou como jornalista financeiro na City de Londres, antes de assumir o cargo de catedrático de Línguas Modernas (francês e espanhol) na Worth School, em Sussex.

Admitido na Ordem em 1956, fez os votos religiosos solenes em 1981 e serviu no Conselho Soberano (governo da Ordem) durante os seguintes sete anos, antes de ser eleito grão-mestre em 8 de abril de 1988.

«Sua alteza Andrew Bertie, que falava com fluência cinco idiomas, supervisionou numerosas mudanças na Ordem de Malta, instaurando uma visão moderna nos programas humanitários da Ordem, aumentando o número de membros e ampliando as possibilidades de ajuda aos pobres e os necessitados de regiões remotas», constata um comunicado emitido pela ordem.

«Aumentou de 49 a 100 o número de missões diplomáticas bilaterais da Ordem, cujo delicado mandato é oferecer assistência a países atingidos por desastres naturais ou conflitos civis», afirmou.

A Soberana Ordem Militar e Hospitalar de São João de Jerusalém, de Rodas e de Malta, mais conhecida como a Soberana Ordem de Malta, tem um caráter duplo: é uma das mais antigas ordens religiosas católicas, sendo fundada em Jerusalém por volta do ano 1099 (celebrou o nono centenário de sua fundação oficial em 1999); ao mesmo tempo, sempre foi reconhecida pelas nações como um ente independente de Direito Internacional.

Entre os doutoradoshonoris causa que se atribuem a ele, encontra-se o de Medicina e Cirurgia da Universidade de Bolonha (1992); Jurisprudência da Universidade de Malta (1993); Humanidades da Universidade de Santo Domingo (1995), Universidade Católica Boliviana San Pablo, Bolívia (2002); e Direito na Universidade St. John’s, Minnesota (2003).

A missão da Ordem está definida em seu lema, «Tuitio Fidei et Obsequium Pauperum», a defesa da Fé e o serviço aos pobres.

A Ordem dirige numerosos hospitais, centros médicos, ambulatórios, estruturas especializadas para responder a emergências humanitárias em 120 países.

Atualmente está composta por 12.500 membros e por 80.000 voluntários permanentes, assistidos por 13.000 médicos, enfermeiros e pessoal de saúde.

A Ordem teve de converter-se em militar para proteger os peregrinos e enfermos e para defender os territórios cristãos na Terra Santa. Depois da perda de Malta (1798), a ordem deixou de exercer esta função.

Curiosamente e historicamente, segundo sites da Maçonaria, inclusive http://www.maconaria.net/ (de Portugal), "uma bula do Papa Clemente V, de 2/5/1312, decretou a extinção da famosa Ordem dos Templários, passando todos os seus bens para a Ordem do Hospital de São João de Jerusalém, depois Ordem dos Cavaleiros de Malta. Esta Ordem manteve a proteção aos Mestres Maçons, representada em iconografia do final do séc. XV, que mostra o Grão-Mestre da Ordem recebendo um Mestre Maçom, seguido de seus Companheiros portando os seus utensílios de trabalho: o Esquadro, o Compasso, o Malhei e o Cinzel". Em outras palavras, é clara a ligação entre a Ordem de Malta, os Templários e a Maçonaria que, segundo se imagina, foi abominada pelo Vaticano. Mas, pelas condolências papais, e não apenas pelas condolências, mas pelos elogios, percebe-se que existe algum tipo de ligação do Vaticano com a Maçonaria e as ordens ligadas a ela. No mínimo, estranho e sinistro.

Fonte - Realidade em Foco

Cientistas brasileiros discordam do aquecimento global

Um grupo de cientistas entregou ontem [14] ao ministro Sérgio Rezende (Ciência e Tecnologia) documento que questiona a influência da ação humana nos fenômenos das mudanças climáticas globais. "A conservação ambiental não tem nada a ver com o aquecimento global, esta é a nossa principal mensagem", disse Luis Carlos Molion, diretor do Instituto de Ciências Atmosféricas da Ufal (Universidade Federal de Alagoas). Os integrantes do grupo afirmam ser "céticos sobre a existência do aquecimento global".

Os dados apresentados ontem fazem parte do projeto internacional Cloud, que reúne 24 instituições de ensino universitário de dez países para analisar a influência de raios cósmicos na atmosfera e no clima da Terra. Baseados em dados desta iniciativa, os signatários do relatório entregue ao MCT afirmam que dentro de 20 anos a temperatura do planeta estará mais baixa e questionam as conclusões do IPCC, o painel da ONU sobre mudança climática que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2007. Os dados do painel seriam "alarmistas" e o Protocolo de Kyoto, "inútil".

"O que nós queremos é mais democracia para debater o assunto, só uma voz tem lugar na imprensa hoje", afirmou o economista Mark Lund.
Os pesquisadores disseram que pretendem organizar seminários em São Paulo para debater publicamente a teoria. O IPCC, dizem os "céticos", não levaria em conta dados sobre o comportamento da temperatura do planeta há centenas ou milhares de anos e partiria de premissas equivocadas. "Há interesses financeiros por trás do IPCC, a gente não consegue trazer a verdade", disse Fernando Mendonça, ex-presidente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

O aumento da concentração de gás carbônico na atmosfera, afirmam, seria resultado, e não causa, da elevação da temperatura. O aquecimento da atmosfera, segundo o documento, é fruto dos raios cósmicos. Para José Carlos Azevedo, ex-reitor da UnB e um dos autores do documento, o encontro com Rezende foi "bom para iniciar o debate". "A receptividade foi muito boa, o ministro é um homem esclarecido, físico pelo MIT [Instituto de Tecnologia de Massachusetts].

Rezende não quis falar com a imprensa após encontro. Assessores do ministro afirmaram que as informações recebidas já foram encaminhadas ao IPCC, que deve debater a validade da teoria apresentada.

Fonte: Folha de São Paulo, 15 de fevereiro de 2008.

NOTA: Será que não é por saberem que dentro de poucos anos o clima do planeta pode ficar em média mais frio que os defensores do aquecimento global estão cada vez mais histéricos? Se não conseguirem estabelecer a Nova Ordem Mundial nos próximos anos, será que não serão desmascarados logo quando o clima voltar a esfriar? Dá para entender agora a pressa dos adoradores da Mãe-Natureza? Isso tudo é mais uma evidência de que o fim acontecerá nos próximos anos e não daqui dezenas de anos como pensam alguns... Essa crise do "aquecimento global" foi fabricada para estabelecer a Babilônia do Apocalipse juntamente com seu sinal: a imposição do descanso dominical.

Fonte - Minuto Profético

A idade de McCain

* Thomas Sowell
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Quando falamos sobre o presidente dos EUA, não falamos sobre o destino de um indivíduo, mas do destino de uma nação e das gerações ainda por vir.

Este não é um momento para pruridos sentimentais ou para o politicamente correto, quando falamos de quem carregará o peso do mundo livre em seus ombros, na Casa Branca.

Além da idade, já há suficiente evidência de que John McCain não é o tipo de homem que tenha pensado profundamente nas muitas graves questões sobre as quais ele opina, opiniões estas que alguns consideram como “conversa franca”.

A mídia o tem apelidado de “maverick” [não-convencional, excêntrico], que é uma forma de distorcer o fato de que ele é teimoso e não confiável.

O apoio do senador John McCain a Ted Kennedy nas questões de imigração, e ao igualmente esquerdista senador Russ Feingold para violar a Primeira Emenda em nome da “campanha para a reforma financeira” são clássicos exemplos de um canhão sem pontaria.

O senador McCain não é um homem mau. Ele tem algumas admiráveis qualidades. Mas há muitas pessoas que seriam perigosas num cargo para o qual não estão preparadas.

No século XVIII, Edmund Burke disse que algumas pessoas “podem fazer as piores coisas sem serem os piores homens”. A Casa Branca não é lugar para isso.
Thomas Sowell é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e autor de mais de uma dezena de livros e inúmeros artigos, abordando tópicos como teoria econômica clássica e ativismo judicial. Atualmente é colaborador do Hoover Institute.
A rigor, com Sowell, somos espectadores cada vez mais conscientes de uma guerra ideológica que se trava no último campo de batalha possível, que é a sociedade americana. Do resultado dessa guerra depende o futuro da humanidade.
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Um pouco de seu pensamento pode ser percebido pelos seus artigos, pois a temática básica que é desenvolvida em seus livros se reproduz em seus artigos. Vemos, assim, desde a tentativa pedagógica de Sowell de ensinar Economia para o público em geral, até suas denúncias do ativismo judicial esquerdista que vem destruindo a tradição jurídica americana.
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Transparece também, em seus artigos, não só a caracterização precisa do ideal da esquerda, como também as conseqüências desse ideal numa sociedade que o aceita sem reflexão. Temos pungentes denúncias da devastação moral que vagarosamente se implanta na sociedade americana, advinda da aceitação, em todos os níveis, de pressupostos esquerdistas.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Cientistas pedem que se enfrente aquecimento glogal de forma integral

17.02.2008 - O aquecimento global causado pela acumulação de dióxido de carbono na atmosfera só poderá ser reduzido se integrarem a ciência e a política pública com as necessidades dos consumidores e a economia global, afirmaram hoje cientistas americanos.

Em um seminário da reunião anual da Associação Americana para o Avanço das Ciências (AAAS), os cientistas indicaram que esta conjunção é "crucial" se o mundo "quer ter alguma chance de reduzir" os efeitos desse gás estufa sobre o clima da Terra.

Cientistas e Governos do mundo afirmaram que o aumento das temperaturas como resultado da acumulação de gases estufa na atmosfera está modificando os padrões climáticos em todo o planeta e causando a aceleração do degelo, principalmente na Groenlândia e na Antártida.

Esse degelo ameaça elevar os níveis do mar, com conseqüências ecológicas e territoriais desastrosas para muitos países com um litoral extenso e baixo.

Mike Davis, presidente do Diretório de Ambiente e Energia no Laboratório Nacional do Pacífico-Noroeste (PNNL), do Departamento de Energia dos EUA, indicou que devem ser intensificados os esforços para encontrar soluções conjuntas para o problema.

"A colaboração entre os cientistas (...) deve ocorrer a níveis sem precedentes, e a Ciência terá que proporcionar a base para as soluções viáveis", acrescentou.

Quase 85% da energia usada atualmente no mundo provêm dos hidrocarbonetos, entre eles o carvão, o petróleo, o gás natural e a biomassa.

E, como conseqüência lógica de um aumento da demanda de hidrocarbonetos nos próximos anos, aumentarão as emissões de dióxido de carbono na atmosfera.

"Se o mundo busca controlar de alguma forma as emissões de carbono, é necessário pensar no problema de maneira global", afirmou Davis.

"Essas soluções terão que vir da China, Índia, de nosso país e de muitos outros. As soluções terão que ser realistas e respeitar os níveis de vida, a economia e a segurança nacional", acrescentou.

Douglas Ray, do Diretório de Ciências Informáticas do PNNL, disse que também é preciso encontrar respostas científicas que "limitem este descontrolado experimento com o ciclo do carbono".

Segundo os cientistas, a captura do dióxido de carbono exigirá novos processos químicos que eliminem o gás antes de este desaparecer no ar.

Por outro lado, guardá-lo em depósitos de maneira segura e efetiva exigirá um melhor conhecimento das reações químicas que podem ocorrer entre esse dióxido de carbono e outros compostos.

"Ser capaz de prever como o dióxido de carbono afeta tudo que o rodeia será fundamental para a busca de uma solução para o problema do aquecimento global", ressaltou Ray.

Fonte - Terra

Nota DDP:
A religião do aquecimento global chegou para ficar, aguardemos os seus dogmas e a forma de imposição dos mesmos, que deverão ser-nos apresentados em futuro próximo.

Igreja não pode calar perante quem impõe pensamento único


VALENCIA, 15 Fev. 08 / 12:00 am (ACI).- Em sua tradicional carta semanal, o Arcebispo de Valência, Cardeal Agustín García-Gasco, assinalou que a Igreja não pretende impor seu modo de pensar à sociedade; mas advertiu que tampouco pode calar perante quem quer impô-lo tudo.

"Leis justas e família" é o título da carta semanal do Cardeal, e nela insiste na necessidade de uma legislação que favoreça a família e chama a "exigir aos governantes o estabelecimento de leis justas, fundadas na lei natural".

"A Igreja não quer impor nada a ninguém, mas o Evangelho tampouco se cala perante quem pretende impô-lo tudo", diz o Arcebispo valenciano, e recorda que "a família não é uma instituição qualquer da sociedade, senão a sua célula básica".

Por isso, "as mudanças legais econômicas que prejudicam à família são negativas para a sociedade" e lamenta que "Espanha tenha-se convertido em um dos países com menor taxa de natalidade da Europa, um dado muito negativo com graves conseqüências em todas as esferas".

O Cardeal adverte além que "as leis que apagam o contorno e a definição da família acabam criando desconcerto, insegurança e instabilidade na própria sociedade"; porque "todos necessitamos um entorno estável e seguro para nos desenvolver".

Por isso, "as leis que favorecem a desintegração unilateral e sem causa da família a privam de toda eficácia e estabilidade".
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Fonte - ACI

Nota DDP:
Um discurso claramente fundado no "façam o que ei digo, mas não façam o que eu faço". Não se deve impor nada, desde que se imponha o que o Vaticano quer, e isso já foi estudado também neste espaço, comece por Deve-se legislar sobre a Família.

El jefe del Vaticano quiere ver al PP en el gobierno

Todos los católicos romanos («la muchedumbre de los fieles») deben obediencia al papa, quien tiene «la potestad plena, suprema y universal, que puede ejercer siempre con entera libertad». O sea, como le dé la real gana. Esto atañe en particular a sus obispos, los cuales han de ejercer siempre su ministerio «en comunión con el obispo de Roma», el «jefe» y «cabeza» del «colegio episcopal» (Catecismo de la Iglesia Católica, 1992, págs. 210-211).

Sobre esa base hay que leer la nota de la Conferencia Episcopal Española (CEE) hecha pública el 30 de enero, un acto electoral más a favor del PP. No se olvide que un mes antes, el 30 de diciembre de 2007, el propio Ratzinger apareció por videoconferencia en la madrileña Plaza de Colón. El motivo era apoyar la concentración que, con la excusa de la familia, convocaron los obispos españoles en su campaña antigubernamental (ver “No es fenómeno político sino una Celebración litúrgica”).

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Conclusión

En realidad el comunicado obispal no aporta nada nuevo. Pide el voto al PP, en coherencia con la línea seguida por la ICR en estos cuatro años. Muchos progres pánfilos seguirán creyendo que es porque en la CEE ha triunfado el “ala dura” (por cierto, a pesar de que Blázquez tampoco ha dimitido esta vez...; ver Cope: La prueba de Blázquez). Se empeñan en ignorar u olvidar quién dirige la ICR, una organización político-religiosa estrictamente jerarquizada.

El hecho es que, una vez más, cierto jefe de estado extranjero se muestra empeñado en que se produzca un cambio de gobierno en España. Y no nos referimos ni a Bush, ni a Sarkozy, ni a Merkel (todos ellos, amigos del Vaticano), quienes también están por la labor, sino al que es a la vez el líder del catolicismo romano en todo el mundo, y que no ignora el dulce momento que vive su opción de poder planetario en los albores de la Era Neorreligiosa.

Pues resulta necio olvidar que en la época de la globalización (unipolar, pero bicéfala) la coyuntura internacional es decisiva para lo que ocurra en España (un país que, además, es contemplado como laboratorio vaticano de cara a ulteriores conquistas mundiales).

Con estos mimbres, quizá no lleguemos nunca a ver a Mariano Rajoy bajo palio (tal vez porque tiene menos carisma que el “Caudillo”). Pero, desde luego, el carácter aconfesional del estado español quedará cada vez más en entredicho.

Fonte - Cuenta Atras

Nota DDP:

Há alguns dias foi publicado um post acerca da possibilidade de se alastrar os interesses do Vaticano por toda a Europa, como em O "neo conservadorismo" europeu.

Santa Sé: para proteger meio ambiente é necessário solidariedade

NOVA YORK, 15 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- A solidariedade é o elemento-chave para proteger o meio ambiente, afirmou em 13 de fevereiro passado em Nova York o arcebispo Celestino Migliore, núncio apostólico e observador permanente da Santa Sé ante as Nações Unidas.
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Quanto ao compromisso da Santa Sé, o arcebispo recordou que «o empenho pessoal e os numerosos chamados públicos do Papa Bento XVI suscitaram campanhas de conscientização por um renovado senso de respeito pela necessidade de salvaguardar a criação de Deus».
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O desafio da mudança climática, explicou Migliore, «é ao mesmo tempo individual, local, nacional e global», e exige portanto «uma resposta coordenada em diferentes níveis».
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A conquista dos objetivos de um melhor cuidado do ambiente, concluiu, «exige uma aliança global para a adaptação de uma estratégia política internacional coordenada, visando a um ambiente saudável para todos».

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Já pode ser observada a tentativa de colocar o Papa BXVI na vanguarda das medidas globais que devem ser proximamente adotadas para deter o "avanço" do aquecimento global. Como já alinhado neste espaço por inúmeras vezes, ele inclusive já apresentou uma alternativa prática e o discurso neste particular tem se tornado cada dia mais radical, como se exige para a aceitação de medidas extremas.

Mutações do vírus tornam vacinas ineficientes

A OMS emitiu um alerta sobre a necessidade de se adaptar as vacinas para o próximo ano às novas variações do vírus.

Segundo especialistas norte-americanos da área de saúde, dois dos três tipos ou subtipos comuns do vírus nos EUA não estão sendo bem combatidos pelas vacinas deste ano.

A gripe já se espalhou por quase todos os estados norte-americanos. De acordo com o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos EUA, nos últimos anos a taxa de morte causada por gripe vem aumentando significativamente no país.

Fonte - Opinião e Notícia

Sarkozy gera nova polêmica ao falar sobre religião e Holocausto

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, gerou uma nova polêmica ao dizer que a fé tem um lugar na esfera pública e que as crianças francesas em idade escolar deveriam aprender sobre as 11 mil crianças judias da França mortas no Holocausto.

Sarkozy tem deixado indignados os partidários do secularismo com seus constantes apelos à fé religiosa e suas referências às raízes cristãs do país. E, na quarta-feira, em uma organização judaica da França, afirmou que a violência e as guerras do século 20 deviam-se à "ausência de Deus".

Os alunos de 10 anos de idade "deveriam conhecer o nome e a história de vida das crianças que morreram no Holocausto", afirmou no Conselho Representativo de Instituições Judaicas na França (Crif).

Na quinta-feira, viu-se criticado tanto por secularistas, que desejam manter separadas as esfera da religião e dos assuntos públicos, e por pessoas segundo as quais as crianças poderiam ficar traumatizadas ao estudarem o Holocausto por meio de vítimas infantis com as quais poderiam se identificar.

"O presidente não deveria lançar mão desse tipo de pregação como vem fazendo agora", afirmou o senador esquerdista Jean-Louis Melenchon. O deputado de centro François Bayrou previu "um choque entre os valores da França e aqueles de Nicolas Sarkozy".

Os recentes discursos proferidos por Sarkozy diante de cristãos e muçulmanos fizeram nascer acusações de que o líder francês violava o princípio da separação entre o Estado e a Igreja. Ele é o primeiro presidente do país a discursar no jantar anual da Crif, um papel desempenhado normalmente pelo primeiro-ministro.

Fonte - Elnet

Nota DDP:
Como se vê, o Vaticano vem ganhando aliados importantes na sua caminhada ao cumprimento das profecias...

Afogamento não é tortura, diz Bush

Os profissionais que interrogam os prisioneiros capturados pelos EUA, utilizam uma técnica que Bush diz não ser tortura. Eles penduram a pessoas de cabeça para baixo, com ela dentro de um recipiente de água. Isso dá uma sensação de sufoco. Há um projeto de lei no congresso proibindo tal prática. Bush alertou que vetará o projeto pois entende que essa forma de arrancar informações de prisioneiros não é tortura.

Na Idade Média a Igreja agia com práticas parecidas para obter confissões. Também não eram vistas como tortura, mas sim, atos em nome de DEUS.

A besta com chifres de cordeiro está prepara-se para falar como o dragão.

Em: 2008-02-16
Fonte: http://www.estadao.com.br/internacional/not_int125146,0.htm

Fonte - Cristo Voltará

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Os lobos mostram os dentes

Resumo: A carapaça humanista e a retórica apocalíptica dos ambientalistas dificultam explicar ao público suas reais intenções, eivadas de totalitarismo latente, aspirações arrogantes de comandar os destinos da humanidade e guerra incessante contra o capitalismo liberal. Mas de vez em quando, eles deixam de lado a dissimulação e falam claramente sobre seus objetivos.

© 2008 MidiaSemMascara.org

A carapaça humanista e a retórica apocalíptica - temperada por platitudes e clichês “bem intencionados” - dos ambientalistas fazem com que nós - os chamados céticos - muitas vezes tenhamos enorme dificuldade para transmitir ao público as reais intenções desses dissimulados, seu totalitarismo latente, suas aspirações arrogantes de comandar os destinos da humanidade, sua guerra incessante contra o capitalismo liberal e o crescimento econômico.

Por isso, é alvissareiro quando alguns de seus áulicos resolvem despir o véu da dissimulação e falar claramente a que vieram. Sentindo-se, talvez, já suficientemente fortes perante a opinião pública mundial, alguns próceres mais audaciosos do movimento ambientalista global, certamente na tentativa de abreviar o fim da guerra, começam a “chutar o pau da barraca”.

Foi evidentemente o que ocorreu com os ativistas ecológicos David Shearman e Joseph Wayne Smith, autores do recém lançado livro ‘The Climate Change Challange and the Failure of Democracy’, um extraordinário libelo pela extinção da democracia liberal e do livre mercado, em defesa do autoritarismo e do despotismo “esclarecido” dos especialistas.

Abaixo, transcrevo e traduzo o sumário da indigitada obra, disponível na página da própria editora (Greenwood Publishing Group) na Internet (http://www.greenwood.com/catalog/C34504.aspx), bem como os comentários de alguns coleguinhas dos autores. Sem mais delongas, pois o texto é auto-explicativo:

“As mudanças climáticas são uma ameaça ao futuro da civilização, mas a humanidade é impotente para implementar as soluções. Mesmo naquelas nações comprometidas com a redução dos gases de estufa, as emissões continuam crescendo. Esta falha tem reflexos em várias esferas: o esgotamento dos peixes nos oceanos, a erosão de solos férteis, a destruição de florestas, a poluição de rios e a utilização dos recursos naturais do mundo além das respectivas taxas de reposição.

“Neste livro provocativo, Shearman e Smith apresentam evidências de que o problema fundamental por trás da destruição do meio ambiente – mudanças climáticas em particular – está no funcionamento da democracia liberal. Suas falhas e contradições retiram do governo (...) o necessário poder para tomar as decisões que possam promover uma sociedade sustentável.

“Após argüir que a democracia tem falhado em seu aspecto humanitário, os autores vão além e demonstram que estas falhas podem facilmente conduzir ao autoritarismo, sem que nem mesmo percebamos [?]. Ainda mais provocativos, eles afirmam que devemos estar preparados para esta eventualidade, se quisermos sobreviver às mudanças climáticas. Eles não sugerem, entretanto, que os regimes autoritários existentes sejam mais bem sucedidos em mitigar as emissões de CO2, já que, em nome do crescimento econômico, esses governos têm adotado o sistema de mercado entusiasticamente.

“No entanto, os autores concluem que alguma forma autoritária de governo será necessária, mas alertam que ela deverá ser uma governança de experts, e não daqueles que buscam somente o poder. Existem atualmente estruturas autoritárias muito bem sucedidas – por exemplo, na medicina e nos impérios corporativos – que são capazes de implementar decisões urgentes, impossíveis sob a égide da democracia liberal.

“A sociedade será obrigada a fazer uma escolha filosófica, entre a “liberdade” e a “vida”. Porém, há uma terceira via entre a democracia e o autoritarismo, sobre a qual os autores discorrem no último capítulo. Tendo feito o leitor compreender que, para parar ou mesmo reduzir o desastroso processo de mudanças climáticas, nós precisamos escolher entre a democracia liberal e alguma forma de governo autoritário, comandado por especialistas, os autores propõem uma reforma radical da democracia, a qual nos imporia a dolorosa escolha de restringir a disseminada dependência do crescimento econômico, bem como várias reformas fiscais e legais. Por mais dura que esta escolha possa ser, eles defendem a adoção destas reformas fundamentais da democracia, durante a jornada ao autoritarismo”.


Agora, alguns dos comentários de eméritos eco-ativistas sobre a obra em questão, disponíveis na mesma página acima mencionada:

“A parceria do filósofo e ecologista Joseph Wayne Smith com o emérito professor de medicina David Shearman produziu uma análise que cobre toda uma escala, desde a governança numa democracia liberal até um tratado sobre instituições bancárias. Os autores concluem que as riquezas ambientais, necessárias para sustentar a civilização, irão entrar em colapso, a menos que o ‘casamento amoroso da humanidade com o crescimento econômico’ seja desfeito.” (Virginia Deane Abernethy, Professora emérita da Escola de Medicina da Universidade de Vanderbilt)

“Este é um livro provocativo. Muitos irão discordar de suas conclusões, mas o dilema colocado é real e não pode ser ignorado.” (Dr. Katharine Betts, Professora de sociologia da Swinburne University of Technology)

“Advertências sobre uma crise ambiental iminente não são mais prerrogativa de profetas solitários. Elas agora refletem o consenso do establishment científico. Porém, quão radical é a mudança do pensamento político dominante que elas exigem de nós? Este volume faz uma poderosa defesa da visão segundo a qual é necessária uma radical crítica à própria noção de democracia, se quisermos combater seriamente a crise ambiental, além da disposição para aceitar que os governos sejam comandados por especialistas qualificados, em vez de eleições populares...” (Gorgon Graham, Professor de filosofia e artes no Princeton Theological Seminar)

“Editado no momento em que governos, corporações e consumidores estão vaidosos de suas voluntárias ações em prol da redução das emissões [CO2], este livro considera que esses esforços são insuficientes e leva a discussão para a próxima fase. Para que nos convertamos em sociedades sustentáveis, a democracia liberal precisa dar lugar a ‘alguma forma de governo autoritário a cargo de experts’, que os autores esboçam ao final. Este é um livro que muda o rumo da prosa, uma nova e audaciosa contribuição ao debate sobre as mudanças climáticas.” (Otis L. Graham, University of Califórnia (Emeritus)

É preciso dizer mais alguma coisa?

Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP:
Não, não é.

E não mudei nem os destaques, são todos do autor do artigo, que certamente não escreveu para este blog, mas dado o teor veiculado, poderia tê-lo feito tranquilamente.

As medidas restritivas de liberdade estão às portas, conteste quem quiser, esta realidade se fará presente em pouco tempo. Lembro das idéias que um ativista canadense tem a este respeito disso, veiculadas neste espaço ainda esta semana em Guru ambientalista canadense: "CADEIA para os políticos que negarem o aquecimento global". "Quer você queira, quer você não queira", o decreto dominical vem aí. O bom desta história triste dos homens é que no final dela encontraremos nosso Amigo.

Atividade humana e poluição já afetam quase todo o oceano

Quase todo o oceano já foi danificado de alguma maneira pela ação do homem, e pelo menos 41% de suas águas foram seriamente afetadas, de acordo com estudo publicado nesta quinta-feira.

As áreas costeiras estão contaminadas por resíduos. Ostras e pesca estão desaparecendo. Ilhas flutuantes de lixo e sujeira do tamanho de pequenos estados impedem a circulação da água. Aves e baleias são atingidas por barcos que deixam um rastro de petróleo e dejetos por onde passam.

O maior dano, no entanto, são as mudanças climáticas, afirma o primeiro estudo em escala global sobre o impacto humano nos ecossistemas marinhos, que será publicado na revista "Science".

"Há impactos amplos e intensos", lamenta Kim Selkoe, co-autora do trabalho e pesquisadora da Universidade do Havaí.

Fonte - Terra

Apocalipse 11:18E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.

Rússia apontará mísseis para países que ameacem sua segurança


O presidente russo, Vladimir Putin, declarou nesta quinta-feira (14) que Moscou apontará seus mísseis a todo país europeu que acolha em seu território elementos do sistema antimísseis americano, que apresenta uma ameaça para a segurança da Rússia.

"Nosso Estado-Maior militar considera que esse sistema ameaça nossa segurança nacional. Caso apareça (nas proximidades das fronteiras russas), seremos obrigados a tomar as medidas adequadas e a apontar nossos mísseis às instalações que nos ameaçam", disse Putin em entrevista coletiva no Kremlin.

O líder russo afirmou que suas palavras se referem tanto à República Tcheca e à Polônia, que podem receber elementos do escudo antimísseis dos Estados Unidos, como à Ucrânia, cujo governo reivindica a entrada na Otan.

Ao mesmo tempo, o presidente russo ressaltou que seu país não pretende "apontar seus mísseis sem necessidade extrema" e que, em todo caso, seria uma "resposta" aos planos dos EUA de instalar um radar na República Tcheca e uma base de foguetes interceptores na Polônia.

O chefe do Kremlin acrescentou que os governos tcheco, polonês e ucraniano atuam sem sequer consultar sua população, o que na sua opinião não tem nada a ver com as "regras da democracia".
Fonte - G1

Mt 24:6-8
E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.

Mitt Romney anuncia apoio a John McCain


O ex-governador de Massachusetts, Mitt Romney, que abandonou a corrida presidencial, anunciou o seu apoio ao senador John McCain, como o indicado republicano à disputa da presidência dos Estados Unidos.

O anúncio foi feito em Boston, a capital de Massachusetts, no antigo QG da campanha de Romney, e o ex-governador teve McCain a seu lado no palco.

"Estou honrado em dar meu apoio ao senador McCain em sua candidatura à presidência dos Estados Unidos. Estou oficialmente endossando sua candidatura e pedindo hoje que meus delegados votem no senador McCain na convenção'', afirmou Romney.

Fonte - BBC
Nota DDP:
O processo está se afunilando e tem gente dizendo inclusive que "a direita cristã" americana ficou isolada com este posicionamento de Romney, o que me parece um ledo engano, uma vez que este, apesar de ser mórmon, em nada se alinha filosoficamente com os cristãos de direito, que têm os mórmons como uma seita, é sabido.
É importante não se esquecer que McCain entende que os EUA são fundados, constitucionalmente, como uma nação cristã. Sem contar que, apesar de ser mais liberal em questões como aborto e homossexualismo, tem demonstrado, conforme a disputa vai se afunilando em torno do seu nome, que ainda é um conservador, inclusive porque endossou as guerras promovidas pelo Governo Bush, sendo de se considerar, ainda, que tem uma boa queda por abraçar as questões ecológicas
Aguardemos os próximos passos de Mike Huckabee, o homem que defende que a Constituição americana deve ser emendada para se "alinhar aos desígnios de Deus", uma vez que, a partir daí, principalmente diante do seu eventual apoio a McCain, como já ventilou Bush que contou em muito com o apoio destes grupos para se eleger no último certame, teremos uma visão mais consistente sobre as diretrizes do próximo governante americano, o que nos interessa, sabemos.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Plano de tirar impressão digital de visitantes


O Comissário de Justiça da União Européia, Franco Frattini, disse que os países membros têm que utilizar a tecnologia mais avançada para alcançar o maior nível possível de segurança, evitar que os visitantes permaneçam na Europa além do prazo permitido e impedir a entrada de terroristas.

A idéia é coletar os dados biométricos e tirar a impressão digital de todos os visitantes, além de criar um sistema de vigilância por satélite para manter os imigrantes ilegais afastados. As propostas da Comissão Européia, caso sejam aprovadas pelos 27 governos da UE, poderão custar bilhões de euros.

Defensores de direitos humanos e liberdades civis já criticaram os planos. Eles consideram-nos uma tentativa de manter afastados os imigrantes da África e de outras regiões pobres, sob a desculpa de combate ao crime e ao terrorismo.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
Sem entrar no eventual embate ideológico sobre as fontes, percebe-se que o cerco sobre o cidadão comum tem aumentado vertiginosamente dado o número quase diário de notícias que atestam esta realidade.

Congresso americano avança na espionagem do cidadão


The US Congress has taken steps this week toward passing a bill that would expand government spying powers while granting immunity to telecommunications companies that participated in violations of the law.

On Tuesday, the Senate voted to permanently extend the so-called Protect America Act, originally passed in August 2007. The bill passed by the Senate includes everything demanded by the Bush administration, including immunity for companies that participated in the National Security Agency’s illegal warrantless domestic spying program.

The Bush administration is seeking to place the NSA program on a firmer legal footing by pushing through changes to the Foreign Intelligence Surveillance Act (FISA), which requires the government to obtain a warrant whenever it intercepts communications involving US residents.

The Protect America Act includes these changes, but the bill is set to expire on February 15. For this reason, the White House, and leading figures in both the Democratic and Republican parties, are pushing for a permanent extension.

The Senate bill received substantial bipartisan support, passing by a vote of 68-29, including 19 Democrats. By a similar margin, the Senate rejected an amendment that would have stripped the bill of the immunity provision.
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