quarta-feira, 21 de maio de 2008

George W. Bush e os Batistas do Sul


A notícia é antiga, Junho/06, mas os fatos que dela constam são importantes para análise e cumprimento do quadro profético esperado:

Mais de 18.000 «mensageiros de Deus» participaram da Convenção Anual da Igreja Batista do Sul entre 13 e 14 de Junho de 2006, na Carolina do Sul. Se tratava de um dos acontecimentos mais importantes da vida política e social de Estados Unidos já que esta denominação religiosa representa a principal reserva eleitoral do presidente George W. Bush. Por esse motivo, os discursos que ali se pronunciaram não devem ser vistos como simples histórias folclóricas. São representativos da maneira de pensar de uma maioria relativa e não deixam de ter consequências, implicando que a teologia dos Batistas do Sul rege o Partido Republicano e serve de fundamento popular a guerra que se desenrolava no Iraque.

Os Batistas do Sul são atualmente a expressão coletiva mais importante no sul dos EUA, politicamente ativos e fundamentalistas, defendem o dispensacionalismo e o fim dos tempos, sendo contra o ecumenismo.

Antes da convenção encontraram-se com representante das Forças Armadas Americanas, onde pastores evangélicos realizaram um trabalho de restauração de valores morais e instalaram, inclusive, um certo puritanismo. Pouco a pouco foram transformados em um exército de Deus. O Pentágano incorporou missionários evangélicos às suas fileiras no Iraque estabelecendo a conversão do povo local como objetivo estratégico.

George W. Bush e a secretária de Estado Condoleezza Rice participaram, o primeio de maneira privada e a segunda de forma oficial, na Convenção Anual dos Batistas do Sul. Ali explicaram que governam de forma a propagar a justiça divina com vistas ao advento do Fim dos Tempos.

Pouco depois da abertura, a Convenção foi interrompida por uma mensagem surpresa não programada de George W. Bush que se dirigiu em vídeo aos participantes desde Bagdad, na terra bíblica.

O presidente se expressou a título pessoal, já que sua intervenção não aparece no sitio da Casa Blanca. Depois de saudar o presidente da Convenção, Bush recordou que numerosos batistas do sul são atualmente membros das forças armadas estadudinenses.

Também rendeu homenagem ao pastor Billy Graham.

Em seguida, Bush recordou aos «mensageiros de Deus» seu projeto de modificar a Constituição dos Estados Unidos para impedir que «juízes militantes» autorizem os matrimônios entre homossexuais. Finalmente, Bush enumerou um conjunto de decisões presidenciais inspiradas em sua fé.

No segundo dia os «mensageiros de Deus» foram convidados a escutar Condoleezza Rice, que se expressou a título pessoal e como secretária de Estado, uma que que sua intervenção aparece no sítio oficial do Departamento de Estado e foi ecoada nos despachos do Serviço de Informação dos Estados Unidos.

Primeiramente Rice se colocou em sintonia com a platéia ao relembrar a educação que recebeu de seu pai presbiteriano. Demonstrou sua adesão à crença do arrebatamento, fazendo alusão à iminência do Final dos Tempos. Utilizando-se de expressões de pastores evangélcios, identificou o atual período como o tempo de prova durante o qual os cristãos têm que reafirmar sua fé em Cristo antes que Ele venha. Depois explorou o papel dos EUA no plano divino, missão que constitui-se em objeto da ação diplomática e militar. Disse:
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"a dignidade humana não é um dom do governo aos seus cidadãos, nem um dom dos homens entre si outorgados. É uma graça divina para toda a humanidade."
[Transcrevi porque é exatamente isso que o Papa BXVI defendeu na tribuna da ONU recentemente]
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"Vivemos momentos críticos e importantes,... momento em que temos que reafirmar porque nos levantamos como nação e qual é esse papel que temos que desempenhar no mundo"
[Ecoado em chamado do Papa aos EUA antes de sua visita]
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"Temos que perguntar-nos, se não é a América, quem unirá as demais nações à consciênciaa da defesa internacioanl e da liberdade religiosa?"
[Outra exigência do Papa]
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"A liberdade religiosa é um objetivo que exige transparência moral. E, senhoras e senhores, a mensagem da América não pode ser mais clara: Os governos nâo têm nenhum direito de interporem-se entre os indivíduos e o Todo-Poderoso.
[Guerra santa moderna?!]

Definitivamente, senhoras e senhores, temos que considerar outra questão mais. Quem senão a América unirá as nações que amam a liberdade para defender a mesma e a democracia no mundo?"
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"Nesta ótica, os EUA recusam-se a ser a polícia mundial encarregada de fazer respeitar o direito internacional. Simplemente, Deus deu a esse país a missão de fazer justiça."

"Não se deve perguntar com que base legal os EUA tomaram a decisão de bombardear o Iraque. Os militares americanos não eram mais que o instrumento de Deus na execução do castigo supremo. Melhor seria perguntar o que farão amanhã neste estado de exaltação."

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Fonte - Noticia Cristiana
Nota DDP:
E que ninguém se engane que o quadro poderia ser diferente com a vitória da ala democrata. Basta ler outro texto da mesma fonte.

Visita do Papa à ONU terá impacto sobre Direito Internacional

NOVA YORK, terça-feira, 20 de maio de 2008 (ZENIT.org).- A visita de Bento XVI às Nações Unidas provocou um grande entusiasmo no Palácio de Cristal e está destinada a ter um impacto sobre o Direito Internacional, explica o observador permanente da Santa Sé na ONU.

O arcebispo Celestino Migliore, que recebeu o Papa em sua residência durante os dias de sua permanência em Nova York, nesta entrevista concedida à Zenit revela alguns detalhes dos encontros privados que teve com o Pontífice e fala sobre como as palavras do Papa foram acolhidas nas Nações Unidas.
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–Quais foram as reações das delegações nacionais presentes na ONU sobre o discurso do Papa?

–Dom Migliore: Também a ONU se encontra em um período de dificuldades e de tensões. Mas o Papa teve a capacidade de elevar os ânimos. Sabendo que na ONU nem tudo são flores, tive a impressão de que muitos diplomatas que o ouviram sublinhar os aspectos mais potencialmente belos das Nações Unidas, sentiram-se confortados e animados a trabalhar por uma ONU que funcione.

Sem dúvida, foi o encontro com essas pessoas que suscitou maior entusiasmo nas Nações Unidas. Durante sua intervenção, o Papa olhou várias vezes para a audiência sorrindo. Seu calor e seu sentir-se à vontade encontraram eco na resposta das pessoas, com sua excitação e aplausos e com a longa ovação que lhe tributaram. Uma resposta entusiasta que não era só uma excitação de estado, mas estava motivada também pelo conteúdo de sua mensagem.

–O Papa disse que a Igreja crê nas Nações Unidas e convidou a ONU a voltar aos princípios fundadores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Como esta mensagem foi recebida pelos membros das Nações Unidas?

–Dom Migliore: A impressão geral é de que o Papa estava lendo em seus corações o desejo pessoal de justiça e liberdade. Pelos comentários dos diplomatas e dos funcionários da ONU, as palavras do Papa estão destinadas a ter uma ressonância e um seguimento profundo e consciente, sobretudo com relação ao papel das Nações Unidas e do Direito Internacional.

De que forma a «responsabilidade de proteger», citada pelo Santo Padre, poderá se apresentar como um novo princípio do Direito Internacional? Em que se diferencia da tradicional resposta da comunidade internacional contra os governos opressores?

–Dom Migliore: O Papa sustentou que o fundamento moral no qual um governo pode afirmar sua autoridade, sua soberania, é seu senso de responsabilidade, sua vontade e sua eficácia em proteger sua população de todo tipo de violação dos direitos humanos.

Assumindo esta expressão do documento final aprovado pelos chefes de estado e de governo em 2005, o Papa estendeu o conceito: a responsabilidade de proteger cobre não só as chamadas intervenções humanitárias (militares), mas poderia ser usada como sinônimo de soberania, que por sua vez não é só um direito, mas é sobretudo uma responsabilidade dirigida a proteger e promover as populações em sua vida cotidiana.

Fonte - Zenit

Governo britânico considera monitorar ligações e emails

O governo britânico está estudando a possibilidade de criar um banco de dados com detalhes de todas as ligações telefônicas, mensagens de texto e emails trocados na Grã-Bretanha, segundo revelou a edição desta terça-feira do jornal britânico The Times.

Os planos estão em fase inicial e poderão ser incluídos no rascunho do Projeto de Lei de Comunicações a ser apresentado no fim do ano, segundo confirmou o Ministério do Interior.

Um porta-voz do Ministério disse que os dados são "uma ferramenta crucial" para proteger a segurança nacional e evitar crimes.

Os secretários do governo ainda não viram os planos, que foram elaborados por funcionários do Ministério. Segundo a reportagem do Times, as informações poderiam ser guardadas por pelo menos um ano, e a polícia e os serviços de segurança precisariam de autorização da Justiça para ter acesso a elas.

Um porta-voz do Ministério do Interior disse que "a Lei de Dados de Comunicação vai ajudar a garantir que o uso de dados de comunicação para combater o terrorismo e as investigações criminais vão continuar disponíveis".

"Esses poderes vão continuar a ser rigorosamente salvaguardados para garantir o equilíbrio entre privacidade e a proteção ao público."

Segundo o porta-voz, são necessárias mudanças no Ato de Regulação dos Poderes de Investigação 2000 "para garantir que as autoridades públicas possam continuar tendo acesso a dados de comunicação essenciais no combate ao terrorismo e na investigação de crimes".

Mas a Comissão da Informação, uma autoridade independente criada para proteger informações pessoais, disse que o banco de dados pode "ir longe demais" e destacou o risco de dados serem perdidos, comercializados ou roubados.

O comissário assistente de informação Jonathan Bamford disse que "não estamos cientes de nenhuma justificativa para que o Estado guarde os registros de telefone e internet de todos os cidadãos britânicos. Nós temos sérias dúvidas se esta medida é justificada, proporcionada ou desejável".

"Derrotar o crime e o terrorismo é de máxima importância, mas não estamos cientes de nenhuma necessidade premente que justifique o governo a guardar esses dados."
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Fonte - BBC

terça-feira, 20 de maio de 2008

Querem que os domingos sejam "sagrados"


O Arcebispado de Corrientes está juntando assinaturas para evitar que se trabalhe esses dias e também nos feriados. Buscam que os empregados possam descansar e compartilhares seus dias em família.

Paróquias e sedes católicas de Corrientes começaram a campanha, que foi copiada de uma iniciativa de uma dona de casa cordobesa.

Naquela província se logrou reunir 400.000 assinaturas que serão levadas ao Congresso nacional junto com um projeto de lei que impõe que os comércios fechem às 13 horas do sábado até a última hora do domingo. Também, incluem na petição que não se trabalhe nos feriados.

A precursora sustenta que estes dias, "desde o alvorecer do século XX", são "o tempo necessário para o encontro semanal da família, que se reúne em torno da mesa avós, pais, filhos e netos; o assado, o macarrão caseiro, os diálogos sobre política, desporto ou religião. "

A mulher crê que é o momento em que cada membro da família pode muito bem saber o que ocorre aos outros membros. Por isso, considera necessária a medida, para promover a união.

Basicamente, eles acreditam que a origem deste problema é que os supermercados estão abertos nos fins de semana e horas extraordinárias. Estes, para além do pessoal que trabalha nos mesmos, obrigam muitas outras empresas menores a abrir também para não perder clientes.

Por seu lado, o Arcebispo correntino acredita que os domingos são também um dia para o encontro religioso. De acordo com o Jornal Diário República, a iniciativa já conta com o apoio de 110 delegações de sindicatos de trabalhadores e "o movimento é patrocinado pela Conferência Episcopal Argentina."
Nota DDP:
Mais detalhes em La Republica.

"Haverá governos que seguirão apelo do Papa"

D. Joaquim Gonçalves, BISPO DE VILA REAL

Como interpreta as declarações de Bento XVI, acreditando que pode haver uma solução mundial para o fim das bombas de fragmentação?
Embora ainda não tenha lido nem ouvido essas declarações, elas são, tanto quanto me parece, um aviso ao bom senso e à profundidade das coisas do governo internacional. Hoje, infelizmente, parece aceitar- -se que a guerra é inevitável, que certas bombas são inevitáveis, que isto não tem conserto e que temos, então, de nos resignar.

Mas há alternativa?
Corre-se, de facto, o perigo de não reagir - e isso é gravíssimo -, porque se está perante uma "coisa" muito repetida e que movimenta milhões. O Papa faz este aviso, digamos, profético, para tentar desbloquear os espíritos. Podemos viver todos, mesmo os países que têm essas fábricas de guerra, sem recorrer a isso. É portanto uma resposta ousada para a apatia que estamos a viver e que quer desbloquear os sentimentos dos governos internacionais para uma novidade que é preciso criar.

Que importância pode ter esse aviso?
Pelo menos da parte do Papa é muito bom que o faça. E há também no mundo o despertar da consciência internacional em muita gente. Temos de acreditar nisso. O mundo está sacudido por um espírito de renovação. E o Papa lança como que um fôlego novo e de certeza que há muita gente que comunga dos seus ideais. Temos de acreditar que haverá governos que seguirão o seu apelo ou que pensem nele, várias vezes. Eu acredito, até porque se não criarmos um bloqueio constante, ficamos anestesiados. Esta mensagem do Papa é como um grito profético. Bento XVI disse, na ONU, também em relação aos direitos humanos, que temos de badalar estas posições, que não são utopia e são possibilidades reais, não são do mundo da fantasia.

É grande a autoridade do Papa no mundo?
O Papa actual goza de um grande prestígio internacional. Não é um comunicador, é um homem denso e o seu pensamento é amadurecido. Mesmo para quem não tem fé, ele é uma autoridade. Ouvi-o quando falou na ONU e estava toda a gente atentíssima ao que ele dizia, incluindo pessoas não cristãs, mas que também defendem os valores humanos que são sublinhados pela mensagem do Papa. Gente que acredita que ele não fala por falar, nem pelo prazer de ser ouvido.

Ele é um homem desinteressado pessoalmente e traz uma mensagem de grande valor, de repercussão mundial. Daí a grande importância do seu apelo. Quem tem a autoridade mundial que tem o Papa Bento XVI, no plano ético, evidentemente, fala para os responsáveis do mundo também como um homem responsável pelo mundo.

Fonte - Diário de Notícias

E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. Apocalipse 13:3

Israel discute lei para mudar o sábado para o domingo

Notícia do jornal israelense Israel National News. Ocorre um debate no partido NRP, liderado por Zevulon Orlev, que Israel divulgou uma pesquisa feita entre a população quanto a sua proposta sobre a mudança do sábado para o domingo, nesse país. Houve 56% de apoio da população ao projeto de mudança, com apenas 30% de objeção. Por ele o domingo se torna o dia de descanso, embora o sábado ainda permaneça. Os meios de transporte e de divertimento funcionam, então, no sábado, não mais no domingo. É uma lei que dá início a uma transferência da solenidade do sábado para o domingo, e da secularidade do domingo para o sábado.

O sábado é o dia de descanso nesse país. As repartições públicas ainda continuarão fechadas no sábado, mas o transporte, e as diversões passam a abrir. A idéia é dar às famílias mais tempo para passarem juntas, sábado e domingo. O tempo de trabalho seria compensado pelo aumento das horas de segunda a sexta-feira.

Este é o projeto do vaticano para o mundo todo. Propõe salvar o planeta das graves tendências de colapso pela santificação do domingo. Israel está tomando a frente, certamente, um pouco antes dos EUA emitirem o decreto dominical. O que ocorre ali não é esse decreto, mas uma lei anterior, já esperada profeticamente. Ela, no entanto, abre o debate legislativo para leis em favor do domingo no mundo todo. Essas leis tornarão o sábado cada vez mais difícil de ser santificado, conforme o mandamento de DEUS.

Confira a notícia original em: http://www.israelnationalnews.com/News/News.aspx/122554

2008-05-19

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP:
Leia mais em "Lei Dominical em Israel?", "Ley Dominical en... ¡ISRAEL!", "Desafio ao fim de semana islâmico" e "Parlamentario Orlev propone ley para día de no trabajo los Domingos". Alguma dúvida que vivemos os últimos dias desta terra?

Judiciário espiritualizado

O espiritismo está dominando cada vez mais. Entrou em muitas igrejas, ONGs, empresas, governos, e até na ONU está bem infiltrado. E também está começando a dominar o judiciário no Brasil, e quem sabe, em outros países. Os magistrados já possuem duas organizações que envolvem o espiritismo. Uma é a AJE – Associação Jurídico Espírita, com 200 associados, a outra é a ABRAME – Associação Brasileira de Magistrados Espíritas, esta já com 700 membros.

Eles defendem um Judiciário mais ligado às questões humanitárias. Dizem que a maior lei é a de Deus, os Dez Mandamentos (evidentemente a adulterada, que manda guardar o domingo). Defendem o uso de cartas psicografadas nos tribunais e a busca da fraternidade entre vítimas e criminosos.

"O Estado é laico, mas as pessoas não. Não tem como dissociar e dizer: vou usar a minha fé só dentro do centro espírita", afirma o promotor Tiago Essado, um dos fundadores da AJE. Isso desperta questões delicadas, como:

a)Como fica a distinção entre estado e religião?
b)Unindo estado com religião, qual delas irá valer? E quais ficarão fora do poder?
c)Pode-se tomar decisões judiciais incluindo valores e princípios religiosos? Em caso afirmativo, de qual religião?
d)E as seitas, terão o mesmo direito?
e)Ou se seguirá uma única religião para esses casos, a que está sendo formada sob o comando do Vaticano, por meio do Ecumenismo e do Diálogo Inter-religioso?
f)Sabe-se que nos últimos dias as religiões seriam dominadas pelo espiritismo, que fará sinais e maravilhas. Significa que essas manifestações terão valor nas disputas judiciais? Nesse caso, quem crer de forma diferente das crenças do espiritismo, como fica diante dos juízes?
g)Um dos elementos da tríplice aliança de poder para dominar o mundo no final dos tempos (Apoc. 16:13 e 14) será o espiritismo. Essas duas organizações brasileiras já são maneiras para consolidar esse poder no âmbito da justiça e da aplicação das leis?
h)Como fica o povo de DEUS diante do judiciário? Podem suas demandas ser arbitradas por juízes espíritas? Satanás vai permitir que se faça justiça?

Este na verdade é mais um sinal de que estamos no final dos tempos: o crescimento do poder do espiritismo nas instâncias do poder judiciário, além de se infiltrar também nos demais poderes. É para se saber que JESUS não demorará mais a voltar. Mais um motivo para que nos preparemos para a vida eterna. E a melhor forma de fazer isso é trabalhando pela proclamação do evangelho a todos.

Fonte para este comentário: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u403207.shtml
2008-05-19

Fonte - Cristo Voltará

Em defesa da família

A instituição da família precisa ser defendida, diz o Vaticano. Para isso Bento XVI convidou a sociedade civil para unir esforços em busca de apoio também no âmbito político. Participantes do mundo inteiro se reunirão num congresso internacional em 28 e 29 de novembro de 2008, com os educadores, acadêmicos e ONGs para discutir sobre os desafios e oportunidades que a família encontra na atualidade e em um contexto mundial.

Visa alentar e unir esforços entre aqueles que trabalham a favor da família. Pretende encontrar pontos de convergência entre os diversos grupos formando uma frente comum. O encontro é uma resposta de um apelo papal. É a continuação do Congresso Europeu da Família de 2007. A percepção é de que as crianças passam pouco tempo com os pais, em torno de 15 minutos de qualidade com eles. Enquanto isso, ficam entre 4 a 6 horas diante da televisão. A idéia é dar mais tempo por semana para que as famílias fiquem juntas. Para isto, serão criadas leis que impeçam outras atividades no domingo, senão as que unam a família e ir à missa. É dessa maneira que o Vaticano propõe salvar o planeta de uma iminente catástrofe social. Leis nesse sentido deverão vir em pouco tempo.

Ver as seguintes fontes:
http://www.zenit.org/article-18461?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-18454?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-17171?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-17170?l=portuguese
http://www.radiovaticana.org/por/Articolo.asp?c=177223

19-05-2008

Fonte - Cristo Voltará

"Diálogo inter-religioso não é opcional"

Doha, 19 mai (RV) - Realizou-se em Doha, em Catar, nos dias 13 e 14 de maio, a VI edição da Conferência sobre diálogo inter-religioso. O tema desta edição foi "Os valores religiosos: perspectivas sobre a paz e o respeito à vida".

Estava presente no encontro o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran. No discurso pronunciado na abertura do evento, o cardeal recordou que "o diálogo é um serviço necessário à humanidade: não se trata mais de uma escolha. Se bem feito, com amor e verdade, é sinônimo de compreensão recíproca, respeito, paz e harmonia entre os vários componentes de uma sociedade, sejam eles étnicos, religiosos, culturais ou políticos".

O purpurado recordou a insistência de Bento XVI sobre a importância do confronto entre as diversas confissões religiosas desde sua eleição a Sucessor de Pedro, quando logo reiterou a intenção da Igreja de "continuar a construir pontes de amizade" por meio de um "diálogo autêntico e sincero".

Esta é a estrada a seguir, recordou o Cardeal Tauran, que afirmou: "Nós, seguidores das três maiores religiões monoteístas, compartilhamos valores religiosos que nos fazem sentir mais próximos uns dos outros graças à fé comum em Deus Criador".

Entre esses valores comuns, o cardeal citou a oração, o jejum, as esmolas, a compaixão pelos mais fracos, os doentes e os pobres, o respeito pelos pais, a solidariedade na família e na comunidade religiosa. "Também o caráter sagrado da vida humana, apesar de algumas diferenças, é um valor comum", disse.

O purpurado citou João Paulo II, que dizia que os que crêem na Tora, na Bíblia e do Corão mostram lealdade à humanidade. E convidou a educar os jovens "à paz e ao respeito recíproco", porque se "as religiões não fazem a guerra, infelizmente, como a História nos ensina, seus seguidores, sim". "Enquanto responsáveis religiosos, devemos promover uma saudável pedagogia de paz", concluiu. (BF)

Fonte - Radio Vaticano

segunda-feira, 19 de maio de 2008

"Os bons tempos acabaram"

Nahum Sirotsky, em Israel - É angustiante o período que estamos vivendo. São raras as boas noticias. Paul Krugman, o excepcional colunista do jornal “The New York Times”, escreve com o título de “Os bons tempos acabaram”, uma apreciação da sombria paisagem atual. Não inclui nem a guerra do Iraque nem a ingênua e perigosa missão do ex-presidente americano Jimmy Carter, que foi um fracasso.

Fala do que mais pesa sobre o mundo como petróleo e os aumentos de preços e escassez de alimentos. Preocupações enfatizadas pelo presidente do Banco Mundial, o diretor–geral do FMI.

Os ministros de Economia e Fazenda reunidos em Washington qualificaram a explosão de preços de alimentos e sua escassez como ameaça bem maior do que a instabilidade do sistema financeiro internacional. Na terça-feira, bem no dia em que o preço do petróleo atingiu novos picos, o primeiro-ministro inglês disse que a maior prioridade precisa ser atribuída a questão de preços de alimentos.
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Dominique Straus-Kahn, diretor geral do Fundo Monetário Internacional, culto francês, lembra que a questão do custo e escassez de alimentos “ameaça a sobrevivência da democracia e regimes políticos”. O FMI foi criado para se concentrar na questão da estabilidade monetária, “mas devemos dedicar 100% do nosso tempo à questão de alimentos, cuja falta no passado levou a grandes guerras”. E acrescentou que “ouvi de muitos especialistas em finanças que a concentração de países sobre a questão do petróleo “é um crime contra a humanidade”. O FMI promete rever seu programa para “poder ajudar os países mais pobres a pagarem pela comida”.
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Krugman não esconde o seu pensamento muito bem apoiado em informações e sua visão sem preconceitos ideológicos sobre a economia de seu país e a mundial. Ele suspeita que o mundo chegou a um ponto que tem de repensar seu entendimento e visão do desenvolvimento. É cauteloso. Talvez, sugere, tenhamos chegado aos limites do possível.
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Fonte - Último Segundo

Google: serviço de imagens Street View pode gerar problemas


BRUXELAS - A exposição que o serviço de mapas do Google oferece ao levar, à internet, imagens detalhadas de ruas e avenidas, pode gerar preocupações na Europa caso o serviço Street View chegue ao continente, afirmou, nesta quinta-feira, a agência de proteção de dados da União Européia.

O serviço Street View, que combina recursos do Google Maps e do Google Earth, oferece imagens em 360 graus de ruas e avenidas em pelo menos 30 cidades dos Estados Unidos. O recurso, cada vez mais popular entre motoristas, está gerando polêmicas em torno da potencial invasão de privacidade.

- Gerar imagens de qualquer lugar certamente poderá gerar problemas - afirmou Peter Hustix, supervisor de Proteção de Dados da União Européia, em conferência de apresentação do relatório anual.

O especialista trabalha com autoridades nacionais européias para estabelecer regras sobre dados e proteção de privacidade nos 27 países do bloco e disse estar confiante de que o Google vai considerar as leis européias nos planos futuros do produto na região.

- Aparentemente é possível adaptar isso em diferentes modos - apontou Hustix, referindo-se as possibilidades técnicas de limitar o que as imagens mostram online.

Nos Estados Unidos, o Street View já gerou polêmicas. Em março, o Google garantiu que vai atender a um pedido do Pentágono de retirar algumas imagens online do canal, diante de receios de que elas ameacem às bases militares dos Estados Unidos. Outras preocupações são consideradas de menor importância, como um homem que teria sido flagrado saindo de um clube de striptease. Em outro caso, uma mulher apareceu tomando banho de sol.

O Street View ainda não possui imagens em escala fora dos Estados Unidos. O Google Maps e o serviço Google Earth já foram alvos de críticas em muitos países por exibir imagens de locais estratégicos para a segurança nacional, como bases militares ou potenciais alvos de ataques terroristas.

O serviço é baseado em versões comerciais de mapas gerados por satélites, conteúdo que o Google licencia de serviços de mapeamento.

Fonte - O Globo

População de espécies animais caiu 27% em 35 anos

'Humanidade consome 25% mais recursos do que o planeta consegue repor'.

Um estudo divulgado pelo WWF (Fundo Mundial para Natureza) e a Sociedade de Zoologia de Londres mostraram que a população de todas as espécies terrestres, marinhas e de água doce registrou uma queda total de 27% entre 1970 e 2005.
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Segundo o WWF, a destruição dos habitats e o comércio de animais selvagens são as grandes causas do declínio destas populações e acrescenta que, nos próximos 30 anos, a mudança climática será um dos fatores de crescente importância que vai afetar as espécies.

Enquanto a biodiversidade continua em queda, um relatório do WWF elaborado em 2006 concluiu que atualmente a humanidade está consumindo cerca de 25% mais recursos naturais do que o planeta consegue repor.

O WWF afirmou que se a perda da biodiversidade não for paralisada, haverá impacto para os humanos também.

"Biodiversidade reduzida significa que milhões de pessoas vão enfrentar um futuro no qual os suprimentos de alimentos são mais vulneráveis a pragas e doenças", disse o diretor-geral do WWF, James Leape.

"Ninguém escapa do impacto da perda da biodiversidade, pois a diversidade global reduzida se traduz de forma clara em menos medicamentos, maior vulnerabilidade a desastres naturais e maiores efeitos do aquecimento global", acrescentou.
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Fonte - G1

O peso extra do consumo na China

RIO - O que aconteceria no mundo se cada chinês aumentasse em 25% seu consumo anual de frango e porco? Um frango e oito quilos de suíno a mais na mesa de cada chinês por ano teriam efeitos nos preços da comida, na economia dos demais países, na segurança alimentar e na desigualdade mundial, alertam especialistas. É um cenário possível em cinco ou seis anos - que poderia ter efeitos agravados em caso de problemas climáticos ou acidentes naturais.

Nos cálculos de Mauro Lopes, especialista em agricultura da Fundação Getulio Vargas (FGV), para cada frango a mais consumido por habitante na China, por ano, serão necessários 5,6 milhões de toneladas de milho e 2,4 milhões de toneladas de soja. E cada oito quilos a mais de suínos na dieta anual dos chineses demandam 21,5 milhões de toneladas de milho e 7,8 milhões de toneladas de soja.

Segundo Lopes, soja não é o problema. A questão é o milho: a China teria de importar os 27,1 milhões de toneladas extras do grão. As exportações anuais dos Estados Unidos são de cerca de 60 milhões de toneladas. Isto é: um aumento de consumo dessas proporções da China acarretaria uma explosão de preços do milho ou privação para muitos consumidores em outros países. Ou os dois cenários, prevê o especialista.

Fonte - O Globo

O respeito às garantias e liberdades individuais e o combate ao terrorismo


Rodrigo Carneiro Gomes

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Segundo Magalhães (2007), o Patriot Act II prevê que um cidadão norte-americano pode ser expulso dos Estados Unidos, se tiver a intenção de se desfazer da sua nacionalidade, o que ocorre, por exemplo, quando um cidadão norte americano se torna membro de organização terrorista, podendo assim decidir um magistrado. O ato patriota prevê também o abandono dos procedimentos judiciais em atividades de segurança nacional, permitindo detenções secretas.

É muito importante que as nações se auxiliem, mutuamente, na investigação criminal e nas ações penais que tratem de financiamento e apoio a atos terroristas, inclusive na cooperação para o fornecimento de provas, mas, no conflito entre direitos de individuais e a segurança nacional, não pode haver generalizada mitigação do direito individual, sob pena de ruírem os pilares do Estado democrático de Direito e nos tornarmos o espelho de nossos próprios detratores. Não se pode olvidar, pois, que os controles legais repressivos devem respeitar o núcleo essencial dos direitos fundamentais e usados com parcimônia para não haver um retrocesso do processo democrático.

Fonte - Paraná Online

domingo, 18 de maio de 2008

Papa pede que católicos lutem contra relativismo e laicismo

Cidade do Vaticano, 17 mai (EFE) - O papa Bento XVI incentivou os católicos a "enfrentar os desafios do mundo", como "o materialismo, o relativismo e o laicismo", durante a missa que oficiou na cidade de Savona, primeira etapa de uma viagem de dois dias à província de Ligúria, no norte da Itália.

Enquanto Bento XVI pedia aos católicos para combater o laicismo, em Gênova ocorria uma manifestação em favor de um Estado laico na Itália.

O pontífice começou sua viagem a Ligúria, que terminará amanhã em Gênova, com uma visita em Savona aos apartamentos onde Pio VII foi confinado durante três anos por Napoleão.

Depois, o papa oficiou uma missa, na qual elogiou o exemplo de "serena firmeza" dado por Pio VII, que conseguiu fazer chegar as mensagens necessárias para evitar a nomeação de bispos por Napoleão, escondendo-as em cestos de verdura.

"Essa página obscura da história da Europa" ensina "a coragem para enfrentar os desafios do mundo: materialismo, relativismo e laicismo; sem ceder jamais aos compromissos e dispostos a sofrer na própria carne as conseqüências para permanecer fiéis ao Senhor e à sua Igreja", disse.

O pontífice também lembrou aos católicos as "raízes cristãs do domingo" e encorajou os jovens a "seguir Cristo", o que "comporta sempre a coragem de ir contra a corrente".

Fonte - Úlitmo Segundo

Nota DDP:
Bento XVI abriu outro campo de batalha para o domingo: O laicismo.

Bento XVI lembra papel central e insubstituível da família

O Papa recebeu esta Sexta-feira no Vaticano duas centenas de participantes num Fórum de Associações Familiares europeias, tendo como tema “A aliança pela família na Europa: o associacionismo protagonista”. Bento XVI recordou a coincidência de se celebrar este ano o quadragésimo aniversário da Encíclica “Humanae vitae” e o vigésimo quinto da Carta dos Direitos da Família, apresentada pela Santa Sé em Outubro de 1983.

Dois documentos da Igreja “unidos na sua inspiração”, observou o Papa: “Se a Humanae Vitae, corajosamente e em contracorrente com a cultura dominante, recorda com firmeza a qualidade de amor dos esposos, não manipulado pelo egoísmo e aberto à vida, a Carta dos Direitos da Família põe em evidência os direitos inalienáveis que permitem à família, fundada no casamento entre um homem e uma mulher, ser o berço natural da vida humana”.

Citando João Paulo II (“o Papa da família”), Bento XVI sublinhou que “o futuro da humanidade passa pela família”, até porque “a verdade do matrimónio e da família radica-se na verdade do homem”.

“A revelação bíblica é antes de mais uma história de amor, a história da aliança de Deus com os homens. É por isso que a história de amor entre um homem e uma mulher na aliança do matrimónio foi assumida por Deus como símbolo da história da salvação. É precisamente por isso que a união de vida e de amor, baseada no matrimónio entre um homem e a mulher – que constitui a família – representa um bem insubstituível para toda a sociedade, a não confundir nem equiparar a outros tipos de união”, acrescentou.

Perante o inegável aumento das crises matrimoniais e familiares, com tantas famílias que se debatem com condições de preocupante precariedade, surge espontâneo “um pedido de ajuda que interpela os responsáveis das administrações públicas, das comunidades eclesiais e das diferentes agências educativas”, fez notar Bento XVI.

É urgente “unir forças para sustentar, por todos os meios, as famílias, do ponto de vista social e económico, jurídico e espiritual”, concluiu.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Não se perca de vista, também neste aspecto, que o Papa BXVI já apresentou sua solução para questão da família, o domingo: "Papa analisa situação internacional e defende a família tradicional", "Família, agência de paz" e "Paz internacional depende da família e de uma lei comum".

Bento XVI pede colaboração entre católicos e budistas

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 16 de maio de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI alentou esta sexta-feira a colaboração entre católicos e budistas, ao receber em audiência a Conferência Episcopal da Tailândia.

Ao analisar a situação deste país de 66 milhões de habitantes, em sua maioria budistas e 1% católico, o Papa assegurou o «grande respeito» e a «estima» que a Igreja sente em particular pelos mosteiros budistas, pela «contribuição que oferecem à vida social e cultural do povo tailandês».

A convivência de comunidades religiosas diferentes, observou no discurso que dirigiu em inglês aos prelados tailandeses, ao concluírem sua quinquenal visita «ad limina apostolorum» ao Papa e à Cúria Romana, «tem lugar com o pano de fundo da globalização», cujas forças manifestam «como a humanidade está em equilíbrio entre dois polos».

Por um lado, constatou, dá-se «a crescente multiplicidade de laços econômicos e culturais que em geral valorizam o sentido de solidariedade global e de responsabilidade compartilhada pelo bem-estar da humanidade»; por outro, vêem-se sinais «inquietantes de uma fragmentação e de um certo individualismo no qual prevalece o secularismo, deixando o transcendente e o sagrado à margem e eclipsando a verdadeira fonte da harmonia e unidade no universo».

Segundo o bispo de Roma, os aspectos negativos deste fenômeno cultural mostram «a importância da cooperação inter-religiosa».

«Exigem um esforço comum para apoiar a alma espiritual e moral de vosso povo», disse aos bispos, acrescentando que os católicos podem promover junto dos budistas «uma compreensão recíproca da transmissão das tradições às gerações futuras, à articulação de valores éticos perceptíveis pela razão, reverência pelo transcendente, pela oração e contemplação».

Estas práticas e disposições, observou, «servem ao bem-estar comum da sociedade e alimentam a essência de todo ser humano».

Fonte - Zenit

Autoridade e obediência

Passou-me desapercebida a chamada supra na missa levada a cabo pelo Papa BXVI no domingo em qu esteve nos EUA. Vale registrar:

"Ante uma multidão de aproximadasmente 60.000 pessoas no Yankee Stadium, o Papa Bento XVI terminou sua primeira visita aos EUA no domingo como líder da Igreja Católica Romana com a lembrança para os crentes que "obediência" à autoridade da igreja, mesmo em um país que preza a liberdade individual, é o fundamento dos seus direitos religiosos."

Foi assim que ele colocou as obrigações com a igreja que ele chamou de "única igreja colocada sobre a terra por Deus"

Fonte - NYTimes

sexta-feira, 16 de maio de 2008

A família é o eixo da sociedade, e a Eucaristia o centro da família


VATICANO, 15 Mai. 08 / 07:00 pm (ACI).- Ao receber aos participantes na sessão plenária do Pontifício Conselho para a Pastoral dos Emigrantes e Itinerantes, que nestes dias refletiram sobre o tema: "A família emigrante e itinerante", o Papa Bento XVI destacou a necessidade de acolher com caridade aos emigrantes, mas usou a oportunidade para abordar o tema da importância do matrimônio e a família.

Depois de reafirmar que "a solicitude da Igreja pela família emigrante não diminui o interesse pastoral por aquela itinerante", o Santo Padre sublinhou que "a família é a célula originária da sociedade, que não se pode destruir, senão que se deve defender com valentia e paciência. Representa a comunidade em que alguém se forma da infância para adorar e amar a Deus, aprendendo a fazer bom uso da liberdade na verdade".

Referindo-se posteriormente ao "vínculo profundo" entre os Sacramentos da Eucaristia e do Matrimônio, dado que "a liturgia prevê que este último se celebre no centro da celebração eucarística", o Papa assinalou que os maridos "devem inspirar seu comportamento segundo o exemplo de Cristo, que amou à Igreja, e se entregou a si mesmo por ela".

"Este supremo gesto de amor se repete em cada celebração eucarística. Por isso, de maneira conveniente, a pastoral familiar terá em consideração este sacramento como referência de fundamental importância", adicionou o Papa.

O Pontífice prosseguiu explicando que "aquele que assiste a Missa -e se deve facilitar a celebração também para os emigrantes e itinerantes- acha na Eucaristia um forte vínculo com a própria família, com o próprio matrimônio, e se sente animado a viver sua situação em perspectiva de fé, procurando na graça divina a força necessária para obtê-lo".

O Papa concluiu destacando que "a mobilidade humana representa, no atual mundo globalizado, uma fronteira importante para a nova evangelização" e neste sentido alentou aos membros e consultores do dicastério a "seguir com renovado empenho sua tarefa pastoral".

Fonte - ACI

Nota DDP:O assunto é recorrente. Detalhes sobre o que se deve ler nas entrelinhas, aqui.

Proteger vidas ou proteger soberania dos países?


O debate acerca de soberania e intervenção existe há décadas. Alguns países -- a maioria no mundo pobre -- dizem que a soberania do Estado sempre está à frente, mesmo em emergências humanitárias. Outros são contra esta idéia.

Na prática, desde o fim da Guerra Fria a ONU vem intervindo com mais freqüência em conflitos dentro dos Estados. Algumas vezes isto acontece com o consentimento dos governos. Outras, à revelia deles. Segundo o ministro das Relações Exteriores da França, a "responsabilidade de proteger" -- um novo conceito que defende a idéia de que, em circunstâncias extremas, pode-se ignorar a soberania dos países se o motivo for salvar vidas -- poderia ser invocada no caso do ciclone em Mianmar.

Já diplomatas da China, Vietnã, África do Sul e Rússia manifestaram-se contra a idéia do ministro francês. A China, inclusive, observou de forma incisiva que esta questão não foi levantada quando a França sofreu um onda mortal de calor em 2003.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
De se relembrar um recente comentário colocado neste espaço por ocasião do discurso do Papa BXVI na sede das Nações Unidas, como pode ser lido em "Papa: A ONU deve intervir ":

Fora dos parâmetros já considerados no post anterior, apenas de se sublinhar as entrelinhas deste estranho pedido de intervenção supra nacional invocado pelo papa, que cheira claramente a um governo mundial.

Escapando um pouco para a discussão geopolítica, o Brasil que se prepare para uma intervenção há muito tempo anunciada: "Jornal britânico vê renúncia de Marina como ameaça ao futuro do planeta".
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