sexta-feira, 11 de julho de 2008

O que estariam os EUA discutindo a portas fechadas?


Após vinte e cinco anos, ocorreu uma nova reunião a portas fechadas no alto escalão americano, aparentemente relacionada com a candente contestação da recente lei de escutas promulgada nos EUA.

As teorias da conspiração têm corrido o mundo em blogs e emails sobre as reais intenções de seus dirigentes, uma vez que os que são "mantidos no escuro" querem saber e, na ausência de conhecimento, procuram respostas.

Muitos sugerem que a reunião a portas fechadas teria discutido muito mais que as recentes questões de privacidade. A sessão foi apenas a quarta vez em 176 anos que o Congresso fechou as portas para o público.

Os teóricos escreveram que além das questões de vigilância dos particulares, a reunião teria servido para considerar o iminente colapso da economia americana em setembro de 2008, do financiamento público em fevereiro de 2009 e a possibilidade de uma guerra civil nos EUA.

Foi levantada também pelos teóricos a questão dos vários campos construídos por todos os EUA e a possibilidade de retaliação aos governantes e a forma de protegê-los, bem como suas famílias, durante este eventual período de turbulência.

Ainda no campo do "armagedom econômico", teria sido discutida a união dos EUA com Canadá e México e a criação do "AMERO" para as três nações, como solução para este quadro.

Os membros do congresso foram proibidos de revelar o que foi discutido e a ABC News sustentou que os congressistas realmente foram proibidos de falar sobre isso. O problema de se guardar segredo e não conceder as devidas explicações é exatamente este, a imaginação corre solta...

Fonte - Australia.to

Senado americano aprova lei que autoriza escutas telefônicas

Medida autoriza a implantação de grampos para combate ao terrorismo; Bush deve assinar lei nos próximos dias

WASHINGTON - O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira, 9, uma lei que moderniza uma norma de espionagem e concede imunidade às empresas de telecomunicações que colaboram com o governo na tentativa de identificar suspeitos de terrorismo através de escutas telefônicas. A medida, aprovada com 69 votos a favor e 28 contra, passa agora ao Salão Oval e o presidente americano, George W. Bush, deve promulgá-la nos próximos dias.

Em entrevista no Jardim da Casa Branca, o presidente americano afirmou que, com a aprovação da medida, "agora é mais fácil proteger os cidadãos americanos". "Assinarei em breve a lei", antecipou Bush, que acabou de voltar da cúpula do G8 (sete nações mais ricas do mundo e a Rússia) no Japão.

Ele ressaltou que, com esta lei, "é possível saber o que dizem (os terroristas) e o que estão planejando". Entre outros elementos, a iniciativa autoriza escutas sem a permissão judicial usadas pelas redes dos EUA, sejam de americanos ou de estrangeiros.

Com a votação, o Senado moderniza a chamada Lei de Supervisão de Dados de Inteligência sobre Estrangeiros (Fisa), de 1978, mas que não incluía novas tecnologias de comunicações como celulares, internet e e-mail.

A medida aprovada hoje protege as empresas de telecomunicações de processos milionários de pessoas que alegam que as escutas violam as leis sobre privacidade nos EUA.

Já que a lei poderá ser aplicada de forma retroativa, as companhias que, a pedido do governo, interceptaram as ligações telefônicas e e-mails das pessoas depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, se livrarão de cerca de 40 processos desse tipo.

Críticas

A medida gerou duras críticas de defensores das liberdades civis. A União Americana de Liberdades Civis (ACLU) qualificou a lei de "inconstitucional" e de "assalto às liberdades civis e ao direito à privacidade."

O candidato presidencial democrata, Barack Obama, votou a favor da medida, enquanto seu adversário, o republicano John McCain não esteve presente na votação, porque se encontrava em um ato de campanha em Portsmouth (Ohio), segundo fontes legislativas.

Fonte - Estado

Nota DDP:
E as garantias constitucionais americanas continuam caindo...

Corais ameaçados pelas mudanças climáticas e poluição

De acordo com um estudo publicado na revista científica Science, um terço dos corais do mundo está ameaçado de extinção.

Os principais fatores que ameaçam a sobrevivência dos corais são a alteração do clima, a pesca destrutiva, mudanças que acontecem no habitat com o desenvolvimento da costa e a qualidade da água, afetada pela poluição.

O fenômeno El Niño em 1997 e 1998, que causou o amumento das temperaturas dos oceanos, contribuiu para a extinção de 16% das espécies.

Fonte - Opinião e Notícia

quinta-feira, 10 de julho de 2008

G8: Vaticano aprova medidas para travar aquecimento global

O jornal L'Osservatore Romano manifestou a satisfação do Vaticano com as decisões do G8 destinadas a travar o aquecimento global do planeta reduzindo as emissões de gases com efeito de estufa em 50% até 2050.

Sobre o encontro, que se concluiu hoje no Japão, o jornal do Vaticano destaca um "inédito compromisso em favor do meio ambiente".

Já a confederação internacional da Caritas considera a medida importante, mas não suficiente.

O representante da Caritas Internationalis no G8, Joseph Cornelius Donnelly, afirma em comunicado que a instituição acolhe as medidas tomadas para reforçar os compromissos assumidos, mas frisa que para que o aquecimento global permaneça abaixo de 2 graus centígrados, as emissões de gases devem ser reduzidas em 80% e não 50%.

A Caritas recorda que são os pobres e os marginalizados os mais vulneráveis aos desastres naturais causados ou agravados pelas mudanças climáticas.

"No coração da reunião esteve o triplo choque na economia mundial: os crescentes preços do petróleo, os crescentes preços dos alimentos e a contração do crédito" financeiro, resumiu o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Outra questão de suma imprtância ao Vaticano. Outra "oportunidade", como considerado no post anterior. Algumas pessoas ainda não entenderam que de fato o clima está alterado, no entanto, o que se contesta é o alarde e a dureza das eventuais medidas que podem se descortinar no horizonte da humanidade, quando não se tem nenhuma certeza da participação humana no quadro em questão, principalmente a ponto de cercear-se direitos individuais a favor do coletivo.

Santa Sé pede respostas para crise global

O Vaticano pediu uma acção "imediata e eficaz para combater as causas da fome no mundo". Entre outras acções, "devem acelerar-se as reformas agrárias nos países em vias de desenvolvimento".

A posição foi tomada pelo Observador do Vaticano na ONU, Arcebispo Celestino Migliore, num discurso pronunciado em Nova Iorque, a 2 de Julho passado, e difundido ontem pela sala de imprensa da Santa Sé.

“Economias míopes, políticas agrícolas e energéticas erradas são as principais causas da crise", disse o representante do Papa nas Nações Unidas.

O Arcebispo italiano também citou o aumento da especulação financeira sobre as matérias-primas e a alta incontrolável do preço do petróleo, além das adversas condições climáticas.

“Temos de trabalhar agora para assegurar que toda a discussão seja acompanhada por uma acção imediata e eficaz. Sem tudo isso, os encontros não seriam mais que um mero exercício de retórica e um modo de postergar nossas responsabilidades", alertou.

“É difícil pensar que, num mundo no qual se gasta mais de 1,3 biliões de dólares por ano em armamentos, não se disponha dos fundos necessários para cobrir as necessidades imediatas das pessoas”, lamentou D. Migliore, para quem “não há razões para não actuar”.

A médio e longo prazo, disse, “a ajuda económica de emergência inicial deve ser acompanhada de um esforço conjunto para investir num programa agrícola sustentável de âmbito local e internacional”.

Para este responsável, a actual crise representa “uma oportunidade para que a comunidade global esteja unida e assuma as próprias responsabilidades diante dos seus semelhantes”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:
Variante das considerações traçadas no post anterior. De fato, a crise é uma "oportunidade" para que a comunidade global esteja "unida" e, olhando para o arco da história, percebe-se com clareza o que acontece nestes momentos de "união"...

Santa Sé e Grã-Bretanha pedem «coalizão mundial» contra pobreza

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 8 de julho de 2008 (ZENIT.org).- A Grã-Bretanha e a Santa Sé reafirmaram a necessidade de que a comunidade internacional não abandone o empenho em diminuir radicalmente a pobreza no mundo antes de 2015, um dos Objetivos do Milênio estabelecido pelas Nações Unidas em 2000.

Uma troca de cartas por parte do primeiro-ministro Britânico, Gordon Brown, e o secretário de Estado vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, publicada ontem pelo L’Osservatore Romano, manifesta a preocupação de ambos países pela dificuldade de que este objetivo seja alcançado no prazo previsto.

Em 23 de maio passado, Gordon Brown enviou ao Papa Bento XVI uma carta na qual, diante da reunião do G8 que começou ontem no Japão, reconheceu que «no estado atual não estamos no caminho correto para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio até 2015».

«Não estamos honrando os compromissos adotados no ano 2000», acrescenta.

Diante dessa situação, Brown propõe ao Papa que dedique uma maior atenção aos encontros que acontecerão no segundo semestre deste ano, em particular à próxima Reunião das Nações Unidas, prevista para o próximo dia 25 de setembro, «para estimular a comunidade internacional a acelerar o passo para o cumprimento dos Objetivos».

«Creio que sem uma ação concertada este ano, os Objetivos do Milênio cairão da agenda política, e se perderá, para outra geração, a oportunidade de manter as promessas que fizemos ao mundo em vias de desenvolvimento», adverte Brown.

«Estamos determinados a evitar que isso aconteça, e estamos criando uma coalizão global para estar à altura dos compromissos adquiridos em 2000.»

O primeiro-ministro inglês pede ao Papa que, «nas próximas semanas e meses, eleve sua voz a favor desses esforços», e anuncia uma visita ao Vaticano para «prosseguir com nossa estreita colaboração relativa ao desenvolvimento internacional».

O cardeal Bertone respondeu a esta carta em nome do Papa Bento XVI, e nela ele se refere ao discurso papal dirigido à Conferência de Alto Nível sobre a Segurança Alimentar Mundial (3 de junho passado), na qual o pontífice pedia um «esforço valente» para «globalizar as esperanças de solidariedade».

«É de desejar que se preste a devida atenção ao respeito da dignidade humana em todas as negociações, em todas as decisões e em suas formas de realização, de maneira que os frutos da criação sejam acessíveis a todos e a todas as gerações.»

«Só um senso responsável e profundo de generosidade garantirá o cumprimento dos Objetivos do Milênio na data prevista», assegura o cardeal Bertone.

Desta forma, o purpurado assegura que o Papa «reza para que os encontros internacionais da segunda metade do ano possam oferecer uma resposta eficaz à crise econômica que aflige diversas regiões do planeta e tornem operativo um plano internacional de ação programado e dirigido a libertar o mundo da pobreza extrema, da praga da fome e da falta de assistência médica geral».

A contribuição da Igreja

O primeiro-ministro britânico recorda em sua carta as numerosas intervenções do Papa, neste sentido, na FAO (Roma, 3 de junho, na Assembléia Geral das Nações Unidas; Nova York, 18 de abril), assim como sua exortação ao mundo industrializado a trabalhar pelos Objetivos do Milênio (6 de junho de 2007).

Em tais intervenções, afirma o primeiro-ministro, «o senhor falou incisivamente dos desafios que nosso mundo deve enfrentar e da responsabilidade, própria dos que ocupamos posições dirigentes, de cooperar na promoção da solidariedade nas regiões mais vulneráveis do mundo».

Recorda também o apoio mostrado pela delegação da Santa Sé à sua intervenção em favor do cumprimento dos Objetivos em 31 de julho de 2007 ante as Nações Unidas.

Brown fez referência à colaboração mantida por ambos Estados em matéria de ajuda ao desenvolvimento nos últimos anos, e teve uma particular lembrança do apoio que o Papa João Paulo II ofereceu ao Mecanismo Financeiro Internacional, que recolheu até hoje 4 bilhões de dólares para vacinar cerca de 500 milhões de crianças do Terceiro Mundo.

Alude em outro momento à saudação, em 9 de fevereiro de 2007, por parte do Papa, aos mantenedores do projeto Advanced Market Commitment para a pesquisa de vacinas para curar doenças nos países em vias de desenvolvimento, entre os quais se encontra o próprio Brown.

«As comunidades de fé são essenciais para alcançar os Objetivos do Milênio – assinala Brown –, porque em muitas partes do mundo são elas as que oferecem muitos serviços essenciais, particularmente no campo da saúde e da educação.»

«Sem sua contribuição, e em particular a dos organismos da Igreja Católica, não poderíamos nunca alcançar os Objetivos», acrescenta.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Reitero o comentário que fiz ontem no post "O evangelismo papal":

Ouvindo hoje pela manhã os comentários do Pr. Bullon sobre o estudo da lição desta semana, chamou-me a atenção suas considerações acerca dos desafios da evangelização na janela 10/40, onde é muito difícil a penetração do Evangelho. Solução? Ações humanitárias. O papa quer se fazer ouvido pela mesma via, seja em lugares onde o Evangelho não possui penetração, seja naqueles onde já entrou. Como? Escorado nos esforços de organismos internacionais, que embora em sua maioria se definam como laicos, na verdade estão promovendo o cristianismo romano.

Não como se negar que o poder romano pesa cada vez mais no cenário internacional...

O que está em risco não é o clima, mas a liberdade

Vivemos tempos estranhos. Um inverno excepcionalmente quente é suficiente – desconsiderando o fato de que no decorrer do século XX a temperatura global cresceu apenas 0,6 por cento – para que os ambientalistas e seus seguidores sugiram medidas radicais para fazer algo – e fazê-lo já – quanto ao clima. No ano passado, o dito “documentário” de Al-Gore foi exibido em cinemas no mundo todo, o relatório britânico Stern – mais ou menos de Tony Blair – foi publicado, o quarto relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas foi concretizado e a conferência do Grupo dos Oito anunciou a vontade de se fazer algo em relação ao clima. As pessoas racionais e defensoras da liberdade devem se pronunciar. Os ditames do politicamente correto são rígidos e apenas uma verdade autorizada, não pela primeira vez na história, nos é imposta. Todo o resto é denunciado.

O escritor Michael Crichton declarou de forma clara: “O maior desafio que enfrenta a humanidade é distinguir a realidade da fantasia, a verdade da popaganda”. Eu entendo da mesma maneira, porque a histeria do aquecimento global tornou-se o maior exemplo do problema da verdade versus a propaganda. Requer-se coragem para opor-se à verdade “estabelecida”, embora muitas pessoas – incluindo cientistas renomados – vejam a questão das mudanças climáticas de forma totalmente diversa. Eles protestam contra a arrogância daqueles que defendem a hipótese do aquecimento global estar relacionado às atividades humanas.

Como alguém que viveu sob o comunismo a maior parte da sua vida, sinto-me obrigado a dizer que vejo no ambicioso ambientalismo, e não no comunismo, a maior ameaça à liberdade, à democracia, à economia de mercado e à prosperidade, hoje. Esta ideologia quer substituir a evolução livre e espontânea da humanidade por algum tipo de planejamento central (agora global).

Os ambientalistas pedem por ação política imediata porque eles não acreditam no impacto positivo do crescimento econômico a longo prazo, e ignoram tanto o progresso tecnológico de que as futuras gerações sem dúvida usufruirão como o fato comprovado de que, quanto maior a riqueza da sociedade, maior é a qualidade do meio ambiente. Eles são malthusianos pessimistas.
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A questão do aquecimento global tem mais a ver com ciências sociais do que naturais, e mais a ver com o homem e a sua liberdade do que com a variação de décimos de um grau Celsius na temperatura média global.
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Fonte Mídia Sem Máscara

Nota Resta uma Esperança: Este texto é de autoria do Presidente da República Tcheca, Václav Klaus, foi publicado na Financial Times UK, você pode ler o texto original em Inglês clicando aqui. E realmente ele têm toda razão. Na verdade parece que os países mais ricos do mundo desejam que exista mais pressões da mídia, dos ecologistas e principalmente das religiões para que, desta forma, seja tirada a liberdade das pessoas sem que haja reclamações. Eles adiando as decisões certamente as catástrofes se tornarão mais intensas e mais devastadoras, sendo solicitado pela própria população mundial que tirem deles a liberdade e a Igreja dará total apoio para o bem do Planeta. Precisamos orar muito aos pés de Cristo para que possa ser dado ao povo fiel oportunidade de arrependimento e escape, pois as coisas ficarão muito piores.

Riscos de recessão ameaçam o país

A Câmara Britânica de Comércio (BCC, na sigla em inglês) alertou que a Inglaterra sofre um sério risco de entrar em recessão. Uma série de novos indícios sugere que a economia inglesa está desacelerando de forma muito mais acentuada do que o esperado.

A BCC ressaltou que o setor de serviços inglês está em forte declínio. Mais empresas apresentaram uma queda do que um aumento das vendas durante o segundo trimestre deste ano. É primeira vez que este índice fica negativo desde 1990.

O assessor econômico da BCC, David Kern, disse que as perspectivas são sombrias, e que a Câmara Britânica de Comércio acredita que o período de correção pode ser mais longo e mais grave do que se acreditava.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP:
Mais sobre o tema em "Crise atinge economia britânica" e "Mais uma vez a economia e a profecia".

Terceira reunião inter-religiosa antes do G8

Já é a terceira reunião dos representantes das principais religiões mundiais que antecede a reunião anual do G8, o grupo dos oito países mais industrializados do mundo, que ocorreu nos dias 7 e 8 de julho. Nessa, como nas reuniões anteriores, os religiosos elaboram um documento (que não está sendo divulgado) para entregar aos líderes políticos desses países. A reunião do G8 este ano é no Japão, assim como a dos religiosos. Os temas sobre os quais os religiosos debateram foi: pobreza, mudança climática e a violência. Na verdade está havendo a formação de condições para ações conjuntas entre os religiosos e os políticos, para redirecionar o planeta para a “paz e segurança”. O objetivo imediato é criar condições para a Globalização, ou seja, a realização de negócios internacionais pelos grandes empresários. Porém, o que eles não sabem é que estão contribuindo para ressuscitar o poder que deseja levar o mundo a adoração a satanás, e combater o povo de DEUS, eliminando-o.

Estiveram na reunião representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones. Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.

Fonte: ZENIT
2008-07-08

Fonte - Cristo Voltará

Lei proíbe manifestação contra o poder papal

Uma nova lei vai permitir que as autoridades australianas proíbam, e eventualmente prendam, pessoas que provocarem os fiéis e peregrinos que estiverem em Sydney durante a visita do Papa no fim de julho, informa nesta quarta, a agência AP.

A nova regulamentação prevê multa de até US$ 5,3 mil (R$ 8,5 mil). A reação popular foi imediata e a cidade recebeu um pequeno protesto de um grupo que fez pouco caso da nova lei. Na manifestação cartazes e camisetas questionavam a existência de Deus.

O papa Bento XVI desembarca em Sydney no dia 15 de julho para participar do Dia Mundial da Juventude que acontece na cidade até o dia 20. O evento espera atrair pelo menos 125 estrangeiros.

Fonte: Terra

NOTA: É muito importante manter a lei e a ordem dentro das sociedades. Todavia, proibir a livre manifestação do pensamento é um ato arbitrário e remonta à Idade Média (ainda mais preocupante é o fato desta lei ter sido aprovada em benefício do poder papal).

Fonte - Minuto Profético

terça-feira, 8 de julho de 2008

ONU pede aos EUA que lidere luta contra aquecimento global

SAPPORO, Japão (AFP) — O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta segunda-feira aos Estados Unidos que assumam um papel de liderança na luta contra o aquecimento global, em entrevista à AFP no avião a caminho da reunião de cúpula do G8 no Japão.

"Isso é o que toda a comunidade internacional espera dos Estados Unidos", insistiu Ban.
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Fonte AFP

Nota Resta uma Esperança: Não podia ser diferente. As coisas estão caminhando para o desfecho final da história deste Planeta. A Igreja Romana (Primeira Besta) tem curado sua ferida mortal e agora mais do que nunca tem mostrado que está curada totalmente. Os EUA (Segunda Besta) tem dado fôlego de vida para a primeira. Bento XVI e Bush estão de braços dados, é só acompanhar as notícias (Leia esta - Casa Branca diz que encontro Papa-Bush foi 'maravilhoso'). Não é segredo que o Papa prega o domingo como uma das soluções para o Aquecimento Global (Leia - Sentido Ecológico do Domingo). Agora os EUA (Bush seu presidente) é convocado para assumir uma posição contra o Aquecimento Global. Qual será as soluções tomadas por Bush que é aliado de Bento XVI contra o Aquecimento Global? A Segunda Besta irá fazer uma imagem à Primeira Besta que fora ferida de morte e recuperou a vida. (Apocalipse 13 - Leia todo o capítulo) O sinal da Besta será imposto brevemente. A Hora de colocar a vida aos pés de Cristo chegou. Busquemos arduamente o perdão de nossos pecados e abandonemo-os para sempre.

Desafios às religiões num mundo pluralista e desigual

Tolerância é a capacidade de aceitar o diferente. Não confundir com o divergente. Intolerância é não suportar a pluralidade de opiniões e posições, crenças e idéias, como se a verdade fizesse morada em mim e todos devessem buscar a luz sob o meu teto.

Conta a parábola que um pregador reuniu milhares de chineses para pregar-lhes a verdade. Ao final do sermão, em vez de aplausos houve um grande silêncio. Até que uma voz se levantou ao fundo: "O que o senhor disse não é a verdade". O pregador indignou-se: "Como não é verdade? Eu anunciei o que foi revelado pelos céus!" O objetante retrucou: "Existem três verdades. A do senhor, a minha e a verdade verdadeira. Nós dois, juntos, devemos buscar a verdade verdadeira". Só os intolerantes se julgam donos da verdade. Todo intolerante é um inseguro. Por isso, aferra-se a seus caprichos como um náufrago à tábua que o mantém à tona. Não é capaz de ver o outro como outro. A seus olhos, o outro é um concorrente, um inimigo. Ou um potencial discípulo que deve acatar docilmente suas opiniões.

Tolerância não é sinônimo de tolice. O tolerante não desata tempestade em copo d’água, e jamais cede quando se trata de defender a justiça, a dignidade e a honra, bem como o direito de cada um ter seus princípios e agir conforme sua consciência, desde que isso não resulte em opressão ou exclusão, humilhação ou morte. Das intolerâncias, a mais repugnante é a religiosa, pois divide o que Deus uniu, incentiva disputas e guerras, dissemina ódio em vez do amor. Só o amor torna um coração verdadeiramente tolerante. Porque quem ama não contabiliza ações e reações do ser amado e faz da sua vida um gesto de doação.

Frei dominicano. Escritor.

Fonte SRZD

Nota Resta uma Esperança: Este é um pequeno recado para os intolerantes religiosos que acreditam que possuem a Verdade Absoluta. O caldo está engrossando. A fogueira está prestes a acender novamente.

O evangelismo papal

"Globalização da solidariedade": O pedido da Santa Sé ao premiê britânico

Cidade do Vaticano, 08 jul (RV) - Por ocasião do G8, em andamento no Japão, Santa Sé e Grã-Bretanha se corresponderam sobre temas de interesse mundial.

O primeiro a escrever foi o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, que enviou em 23 de maio uma carta a Bento XVI. Nela, pede o apoio do pontífice para a criação de uma ampla coalizão internacional que garanta a realização dos Objetivos do Milênio.
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Fonte - Radio Vaticano

Papa pede maior empenho contra pobreza

CASTEL GANDOLFO, domingo, 6 de julho de 2008 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI uniu-se neste domingo ao «chamado à solidariedade» feito pelos bispos antes da reunião dos Chefes de Estado e de Governo dos países membros do G8, que se encontram a partir de amanhã no Japão.
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Fonte - Zenit

Nota DDP:
Ouvindo hoje pela manhã os comentários do Pr. Bullon sobre o estudo da lição desta semana, chamou-me a atenção suas considerações acerca dos desafios da evangelização na janela 10/40, onde é muito difícil a penetração do Evangelho. Solução? Ações humanitárias. O papa quer se fazer ouvido pela mesma via, seja em lugares onde o Evangelho não possui penetração, seja naqueles onde já entrou. Como? Escorado nos esforços de organismos internacionais, que embora em sua maioria se definam como laicos, na verdade estão promovendo o cristianismo romano.

Calor derrete geleira argentina gigante

O aquecimento global é o provável culpado de um espetáculo fora de época na Argentina, onde a geleira Perito Moreno, próxima ao lago Argentino, na região da Patagônia, começou a se romper pela primeira vez durante o inverno.

O fenômeno normalmente é observado de novembro a abril, quando a região tem temperaturas mais altas e atrai milhares de turistas à região. A última ruptura havia ocorrido em março de 2006. Ontem, caíram grandes pedaços de gelo e o rompimento do bloco era esperado para a noite de ontem ou durante o dia de hoje.

"Esta é a primeira vez que a geleira se rompe no inverno", afirmou Carlos Corvalán, diretor do Parque Nacional Los Glaciares, onde fica a geleira, 2.800 km a sudoeste da capital Buenos Aires.

"Deve estar relacionado com o aquecimento global, pois o aumento de temperatura afeta a resistência do gelo. O gelo não deve ter mais a mesma dureza que de costume, já que sempre se rompe no verão, quando está mais fraco", disse Corvalán à imprensa local.

Com uma superfície de 275 km2 e 60 metros de altura, a Perito Moreno é a mais conhecida entre as 356 geleiras do parque nacional e forma parte do sistema chamado de Gelos Continentais. Em períodos que variam de quatro a seis anos, o bloco de gelo avança sobre o lago Argentino, se prende ao continente, e rompe depois com a pressão da água, normalmente no verão.

O rompimento das geleiras ocorre por conta de seu próprio peso, quando há perda de gelo na parte inferior. Infiltrações de água penetram os blocos de gelo até que eles se desprendem das geleiras. Ontem, caíram grandes pedaços da "ponte" de gelo arqueada que resta ao fim do fenômeno.

Além do fenômeno fora de época, as mudanças no clima também vêm reduzindo a área ocupada pelas geleiras. Nos últimos anos, as geleiras da Patagônia tiveram sua área reduzida entre 10% e 20%, segundo o Instituto Argentino de Neves, Geleiras e Ciências Ambientais de Mendoza. Cerca de cem geleiras passam por uma redução de suas áreas não apenas na Argentina, mas também em países como Chile, Áustria, Itália, Espanha e Suíça.

Segundo Norberto Ovando, especialista da Comissão Mundial de Áreas Protegidas, o rompimento da geleira no inverno é provavelmente um sinal das mudanças climáticas. Ainda assim analistas são cautelosos em afirmar que essas mudanças são cíclicas e é difícil atribuir um evento específico diretamente à interferência humana sobre o clima.

Fonte - Folha

Gelo marinho derrete mais cedo no Ártico

O gelo marinho está derretendo antes do normal no Ártico neste ano, segundo dados do Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve dos EUA, e há 50% de chance de o pólo Norte ficar sem gelo no verão.

A extensão do gelo marinho no Ártico atingiu 11,4 milhões de km2 em junho --ou 0,72 milhões de km2 a menos do que a média entre 1979 e 2000 para este mês. É a terceira mais baixa já registrada. Neste ano, o gelo derreteu nos mares de Chukchi e do Leste Siberiano seis dias mais cedo que a média e 14 dias antes que em 2007.

Parte do gelo marinho derrete todo meio de ano para recongelar depois. No entanto, sob a influência do aquecimento global, a porção que derrete é cada vez maior, e a que recongela, cada vez menor.

"É muito provável que não haja cobertura no pólo Norte no final deste verão, já que o pólo está coberto apenas por uma fina camada de gelo", explicou o cientista Mark Serreze.

Segundo ele, há 50% de chance de isso ocorrer, tornando "concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do Alasca ao pólo Norte".

Fonte - Folha

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Brasileiros terão carteira de identidade nova em janeiro


Brasília – A partir de janeiro de 2009, os brasileiros terão uma nova carteira de identidade. A novidade é que nela estarão incluídos os dados de todos os documentos pessoais do cidadão, além de informações sobre sua biometria, como altura e cor dos olhos. A lei que prevê esse documento existe há mais de uma década, mas só agora será regulamentada pelo governo, que deve editar nos próximos dias um decreto estabelecendo as novas regras. Com a mudança, o cidadão terá um único número em seus documentos atuais. Isso evitará, por exemplo, que o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) pague benefícios duplicados para cerca de 15 milhões de pessoas.

Em abril de 1997, o governo criou o Registro Único de Identidade Civil (RIC), cuja regulamentação deveria ocorrer seis meses depois. Além disso, a legislação previa que todos os documentos perderiam a validade em um prazo máximo de cinco anos, a partir da promulgação da lei. Em 2004, o Palácio do Planalto criou uma comissão interministerial para tentar implantar o sistema, mas não deu certo. A conclusão foi de que, se todas as carteiras de identidade fossem mudadas na época, o custo seria muito alto. Além disso, apenas uma empresa alemã estava habilitada em todo o mundo a fazer este tipo de trabalho.

Com a implantação do Afis (sigla em inglês do Sistema Automático de Identificação de Impressões Digitais) no Instituto Nacional de Identificação (INI) da Polícia Federal, a intenção é gerar um número nacional para todos os brasileiros. Hoje, cada órgão que cuida do assunto nos estados produz um número diferente de carteira de identidade, o que possibilita a uma pessoa emitir o documento em diferentes regiões. Agora, as impressões digitais serão encaminhadas para o INI, que fará um único banco de dados.

"Hoje, alguns estados não fazem o exame de digital, possibilitando a emissão (de documento) por mais de uma vez. Agora, as digitais serão enviadas ao INI, que checará se não há outro indivíduo com a mesma biometria, mas usando outro nome. Isso acabará com as fraudes", explica o diretor do INI, Marcos Elias Cláudio de Araújo. A partir disso, o instituto da Polícia Federal enviará as informações para outros órgãos públicos, como INSS, tribunais eleitorais, Receita Federal, entre outros. O cidadão passa a ter, além do número original de seus documentos, um novo número, que será único para todas as instituições.

Fonte - UAI

Nota DDP:
Se alguém esperava resistir ao processo para ser "chipado", ele já se encontra diante de nós, como reflexo inclusive de um movimento mundial neste sentido, uma vez que é voz corrente que todos os passaportes dentro em breve contarão com tal tipo de recurso.

[Coloboração - Priscila]

Bush promete posição construtiva sobre clima na cúpula do G8

TOYAKO (Reuters) - O presidente dos EUA, George W. Bush, prometeu no domingo adotar uma posição construtiva nas conversações sobre o aquecimento global, mas disse que um acordo será impossível se a China e a Índia não concordarem em limitar suas emissões de gases estufa.

As mudanças climáticas são prioritárias na pauta da cúpula anual do G8 (grupo dos países mais ricos do mundo mais a Rússia) que começa nesta segunda-feira num hotel de luxo na ilha japonesa de Hokkaido.

"Serei construtivo", disse Bush em coletiva de imprensa após se reunir com o primeiro-ministro japonês Yasuo Fukuda, anfitrião da cúpula de três dias. "Sempre defendi que é preciso um entendimento comum, e isso começa com uma meta."

"Também sou suficientemente realista para lhes dizer que, se China e Índia não compartilharem a mesma aspiração, não conseguiremos resolver o problema", disse Bush, que completou 62 anos no domingo.

China, Índia e 12 outros países vão juntar-se aos integrantes regulares do G8 -EUA, Japão, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Canadá, Itália e Rússia- em algumas partes da cúpula.
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Fonte - O Globo

Nota DDP:
Não se esquecer que estas discussões políticas já encontram em seu âmago viés de cunho religioso. Para entender essa situação, sugiro a leitura do post "Japão: reunião inter-religiosa por ocasião do G8" no Blog Resta uma Esperança.

Humanidade tem 7 anos para estabilizar emissões, diz IPCC

O presidente do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) da Organização das Nações Unidas, Rajendra Pachauri, afirmou que a humanidade tem apenas sete anos para estabilizar as emissões de gases que causam o efeito estufa.

"Temos uma janela de oportunidade de apenas sete anos, pois as emissões terão que chegar ao máximo até 2015 e diminuir depois disso. Não podemos permitir um atraso maior", afirmou.

Pachauri disse a ministros da União Européia, que participam de uma reunião de dois dias em Paris, que as tentativas de enfrentar o problema vão fracassar se o bloco não assumir a liderança nas negociações mundiais.

"Se a União Européia não liderar, temo que qualquer tentativa de fazer mudanças e de gerenciar o problema da mudança climática vá desmoronar", disse. "Vocês não conseguirão trazer os Estados Unidos, a América do Norte (para as negociações). Vocês não conseguirão trazer outros países do mundo também."

Limite

A União Européia quer limitar o aquecimento total desde a época pré-industrial a dois graus, objetivo também estabelecido por muitos cientistas.

Pachauri também alertou para esta meta, pois, segundo ele, estão surgindo provas de que a mudança climática está se acelerando mais do que o previsto. Ondas de calor e enchentes estão aumentando e as temperaturas subindo, o que causa o derretimento das geleiras.

Atualmente estão ocorrendo negociações para um novo acordo global que possa substituir o Protocolo de Kyoto, quando seu prazo de vigência for encerrado em 2012.

Em 2007 o IPCC e o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore dividiram o Prêmio Nobel da Paz, pelo trabalho de pesquisa e alerta a respeito do aquecimento global.

Fonte - Folha

Arma de microondas sonoras pode controlar multidões

A empresa americana Sierra Nevada Corportation anunciou estar pronta para manufaturar sua arma de microondas sonoras capaz de controlar multidões através de choques.

De acordo com o NewScientist a arma será chamada de MEDUSA (Mob Excess Deterrent Using Silent Audio), mas em vez de transformar seus alvos em pedra através do olhar provocará sensações de choque no esqueleto através de pulsos sonoros.

Apesar de em seu nome afirmar usar um "áudio silencioso", o efeito da arma não pode ser bloqueado e é forte o suficiente para provocar desconforto. Com a ajuda de uma antena, o raio de ação pode ser restringido ou ampliado, ou ainda direcionado a múltiplos alvos simultaneamente.

Para o cientista James Lin, que pesquisou o uso de áudio microondas e chegou até mesmo a ser contatado pela indústria da música para usar seus estudos para melhorar aparelhos de som, deve existir a preocupação a respeito dos efeitos da tecnologia. "Eu me preocuparia com que outros efeitos à saúde estão ocorrendo. Você pode ter problemas neurológicos", alertou. Algumas organizações de direitos humanos argumentam que a arma poderá ser usada indevidamente por governos autoritários para impedir manifestações públicas legítimas.

A arma, destinada primariamente ao uso militar ou para controle de multidões, pode até chegar a ser destinada a outros usos como, por exemplo, afastar passaredos, já que pássaros também são sensíveis ao efeito.

Vale lembrar, contudo, que esta não é a primeira arma baseada em microondas. Pesquisadores já trabalham há tempos em armas que provoquem sensações de desconforto em seus alvos através da tecnologia. Em outubro de 2001, por exemplo, surgiram relatos de testes com uma controversa arma geradora de calor por microondas de rádio para dispersar multidões, um projeto do Laboratório de Pesquisa de Força Aérea dos EUA que pretendia utilizar a tecnologia para dispersar motins a longa distância e também a partir de aviões em vôos baixos.

A Active Denial System (ADS) foi testada em 2007 em um voluntário que descreveu seu doloroso ataque como algo semelhante a uma rajada de vento tão quente e dolorosa que era impossível não tentar correr para se proteger, conforme pode ser lido na Wikipédia.

Outro exemplo de arma não letal é a Incapacitator, uma arma-lanterna que causa cegueira temporária, tontura e náusea, em desenvolvimento desde 2007 pela Intelligent Optical Systems a pedido do Ministério de Segurança Interior dos Estados Unidos para equipar policiais.

Uma versão de demonstração da MEDUSA deve ser preparada em cerca de um ano, e agora a Sierra Nevada procura investimento do Departamento de Defesa dos EUA.

Fonte - Yahoo

Número de famintos aumentou em 50 milhões em 2007

Roma e Bruxelas - O número de vítimas da fome no mundo aumentou em 50 milhões de pessoas em 2007, devido à alta do preço dos alimentos, declarou nesta quinta-feira o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Jacques Diouf, em um discurso diante do Parlamento Europeu, em Bruxelas.

"Os países pobres sofreram o forte impacto da alta dos preços dos alimentos e da energia", disse o diretor da FAO.

"Precisamos com urgência novas e mais sólidas alianças para enfrentar os crescentes problemas de segurança alimentar nos países pobres. Nenhuma instituição ou país será capaz de resolver sozinho a crise. Os países doadores, organizações internacionais, os governos dos países em desenvolvimento, a sociedade civil e o setor privado têm um papel importante para desempenhar na luta mundial contra a fome", destacou Diouf.

O diretor da FAO acrescentou que a crise atual "obedece a uma combinação do aumento da demanda de produtos agrícolas, o desenvolvimento econômico nos países emergentes, já que a produção se viu afetada pela mudança climática, em particular a seca e as inundações, em momentos em que as reservas de cereais - nove milhões de toneladas - estão no nível mais baixo em 30 anos".

Fonte - Jornal da Mídia
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