quarta-feira, 17 de setembro de 2008

O Mandamento Esquecido

ONU avalia que crise financeira é a pior em 70 anos

A Organização das Nações Unidas (ONU) avalia que a atual crise pode ser a pior dos últimos 70 anos no setor financeiro e o impacto sobre os países emergentes deverá ser maior do que se esperava. "Podemos estar vivendo a pior crise em décadas, segundo as projeções que estamos fazendo internamente. Não sabemos de nada parecido desde 1929. E o pior é que temos de reconhecer que não estamos ainda no fim dela. Há quem diga que não chegamos ainda no fim do poço", afirma Supachai Panichpakdi, secretário-geral da Conferência da ONU para o Desenvolvimento e Comércio.

Ex-ministro das Finanças da Tailândia, ele diz que a atual crise é "muito maior que tudo o que se viu nos anos 90, inclusive a crise asiática". Supachai viveu na pele as turbulências na Ásia em 1997. "Naquele momento, mantivemos nossos mercados abertos e isso ajudou. O que vemos agora é um abalo bem maior", ressalta. "Não se trata apenas de uma crise no mercado de créditos. Essa é uma crise financeira que terá impacto em vários setores, inclusive no comércio, que deverá decrescer de forma importante. Já não há mais dúvida de que a recessão de fato chegará para muitos países. Alguns hesitam em admitir, mas já estão tecnicamente em recessão."

Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os 30 países que produzem mais da metade de toda a riqueza do mundo - o Brasil não faz parte da organização, prefere manter intocadas suas previsões de crescimento. Segundo o secretário-geral da entidade, Angel Gurria, o sistema financeiro internacional pode se recuperar a partir do segundo semestre de 2009 e, para 2010, é possível até prever um crescimento de 3% para os países ricos. "Precisamos de regulação do mercado. Já está provado que algo precisa ser feito."

Uma das preocupações é que a crise comece a atingir o crescimento dos países emergentes, até agora relativamente isolados da turbulência surgida nos países ricos. A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), em números apresentados ontem à ONU, confirma uma desaceleração no crescimento latino-americano. Mas ainda indica que a taxa será mais elevada do que a média do crescimento histórico da região nos anos 80 e 90. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte - G1

Nota DDP: Por coincidência histórica, foi em 1929 que o Vaticano, após os entraves do final do século anterior, recebeu considerável aumento de poder diretamente das mãos do ditador Mussolini, em troca de apoio político junto aos católicos. Pode se repetir a história em relação aos EUA?

A ONU em um “beco sem saída”

A agência nuclear da ONU disse que chegou a um impasse com o Irã diante da recusa do país em dar informações sobre pesquisas que os EUA dizem terem sido parte de um programa secreto de construção de bombas atômicas.

Um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aponta que o Irã fez avanços em sua capacidade de enriquecimento de urânio, o que indica um endurecimento da posição de Teerã de levar adiante seu projeto nuclear à revelia das sanções internacionais.

Em Washington, cinco ex-secretários de Estado -- Colin L. Powell, Madeleine Albright, Warren Christopher, James Baker III and Henry Kissinger -- fizeram um apelo para que o vencedor das eleições norte-americanas se empenha em interromper o programa nuclear iraniano.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Trocando em miúdos: Mais conflitos no horizonte.

O sistema financeiro dos EUA está em sérias perturbações

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Após anos de irresponsável desregulamentação pública e de malversão privada e irresponsável, agravando o risco assumido, o sistema financeiro americano está agora em séria perturbação, e ele pode puxar a economia dos EUA ainda mais para baixo nos próximos meses e anos.

Nas próximas semanas, contudo, quando outras instituições financeiras cambaleiam à beira da bancarrota, o governo dos EUA terá de considerar a criação de um Bank Resolution Trust de acordo com o modelo da Resolution Trust Corp. de 1989 a qual tomou as poupanças e empréstimos de bancos que estavam então em dificuldades financeiras. Exemplo: ainda recentemente, em 16 de Fevereiro deste ano, o governo britânico não hesitou em nacionalizar o Northern Rock e salvou este grande banco britânico com cerca de £55 mil milhões (US$107 mil milhões) em empréstimos públicos e garantias. Mais cedo ou mais tarde, o governo americano terá de fazer o mesmo, a fim de estabilizar o sistema financeiro, porque os problemas financeiros nos EUA são sistémicos e muito mais sérios do que em outros lugares.
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O que estamos a testemunhar nestes dias nos EUA é uma transferência maciça de riqueza dos contribuintes, poupadores e aposentados para os bancos, seus credores e seus administradores. Por um lado, o Fed enterrou profundamente as taxas de juro reais no território negativo a fim de ajudar bancos perturbados e, por outro, os contribuintes americanos tem financiado a salvação de instituições financeiras muito grandes.
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Fonte - Resistir

Crise chega com força à Grã-Bretanha

As ações do maior banco hipotecário da Grã-Bretanha, o Halifax Bank of Scotland (HBOS), caíram 40% na Bolsa de Londres nestes dois dias de turbulência dos mercados financeiros na seqüência da quebra do Lehman Brothers.

Após o segundo dia de quedas acentuadas das ações do HBOS, o governo britânico se mostrou pronto para acionar seus planos de contingência direcionados a assegurar a estabilidade financeira.

O Banco da Inglaterra, o Tesouro britânico e a Autoridade para os Serviços Financeiros passaram esta terça-feira analisando a saúde dos bancos da Grã-Bretanha, em mais um dia tenso no qual os bancos centrais injetaram mais de US$ 200 bilhões nos mercados globais.

Fonte - Opinião e Notícia

Guerra do clima


O ex-homem-do-tempo da rede NBC de televisão, Scott Stevens, revelou em 2004 que conseguia alcançar tremenda exatidão em suas previsões por que tinha aprendido que os cientistas que trabalhavam para os russos estavam controlando o clima em todo o mundo por meio das ondas eletromagnéticas escalares e que ele tinha aprendido a "ler" os padrões indicadores nas nuvens!

"Eu ainda recebo mensagens de correio eletrônico de pessoas que me perguntam se certos eventos e desastres climáticos são manipulados. Permitam que eu seja bem claro sobre isto... É minha opinião, a partir de minhas observações desses muitos eventos climáticos em todo o mundo, que cerca de 92-96% do clima na América do Norte, Europa e Austrália estão sendo persistentemente manipulados. Isto é, atualmente, a vasta maioria de todo o clima está sendo afetada por essas tecnologias. Quanto maior o evento climático, maior a intenção que é colocada em ação para torná-lo um grande evento! Os furacões não são mais o resultado derivado de um processo natural.

"Isso significa que TODOS esses grandes desastres climáticos são criados e são permitidos, se não incentivados, para que aconteçam. Este será o caso até que 'as bocas inúteis', como Henry Kissinger nos chamou, acordem e comecem a exercer uma influência real nas questões do mundo". Scott Stevens.

Fonte - Minuto Profético

Os custos da ação e da inércia

Um argumento muito repetido por políticos em todo mundo é que o custo da inércia diante do aquecimento global pode ser maior do que os montantes que precisam ser gastos em ações contra o fenômeno.

No início deste ano, por exemplo, o presidente da Comissão Européia utilizou este argumento quando anunciou a promessa da União Européia de reduzir suas emissões de carbono em 20% até 2020 a um custo estimado de 0,5% do PIB, ou cerca de US$ 85 bilhões. Durão Barroso ressaltou que o custo era baixo comparado ao alto preço de não se fazer nada. Segundo ele, a "inércia" poderia custar à UE 20% do seu PIB.

Mas esta porcentagem é provavelmente superestimada. Além disto, o gasto de 0,5% do PIB reduzirá as emissões de forma muito lenta, e o ambicioso programa da UE não vai ter qualquer impacto significativo sobre o aquecimento global.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Quanto mais passa o tempo, mais incisivas serão as "soluções".

Gelo do Ártico encolhe ao 2o menor nível da história


WASHINGTON (Reuters) - O gelo do Ártico chegou neste verão (no hemisfério norte) à sua segunda menor extensão, superando ligeiramente o tamanho de 2007, mas ainda apontando para uma tendência de queda associada ao aquecimento global, disseram cientistas dos Estados Unidos na terça-feira.

A menor extensão do ano foi registrada em 12 de setembro -- 4,52 milhões de quilômetros quadrados, segundo o Centro Nacional de Dados da Neve e do Gelo. Desde aquele dia, recomeçou o ciclo de resfriamento da região.

A cifra deste ano é 33 por cento inferior à cobertura média de gelo no verão do Ártico desde o início das medições por satélite, em 1979, e menos de 10 por cento acima do recorde do ano passado, disse Walt Meier, cientista ligado ao instituto.
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Fonte - Yahoo

Foto - UOL

Furacões 'causaram maior estrago da história de Cuba'


O governo de Cuba afirma que o prejuízo causado por dois furacões que passaram pelo país nas últimas semanas, o Ike e o Gustav, foi o maior causado por esse tipo de fenômeno na história da ilha.

Em um relatório preliminar sobre os estragos, divulgado pela televisão estatal, o governo diz que as tempestades causaram cerca de US$ 5 bilhões em perdas, afetando aproximadamente 450 mil lares.

Pelo menos 200 mil pessoas perderam suas casas e quase metade da produção anual de açúcar da ilha foi perdida.

Além disso, a infra-estrutura de Cuba – incluindo linhas de transmissão de energia, estradas, escolas e hospitais – também foi afetada.

O relatório diz que "a construção e a recuperação" das estruturas danificadas pelas tempestades "vão representar investimentos e recursos verdadeiramente multimilionários e exigir anos de trabalho".
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Fonte- BBC

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Os temores dos miniburacos negros do LHC

Eu recebi e-mail de um amigo preocupado com as experiências do LHC criando miniburacos negros, e quais seriam as implicações disso para o universo. Ele, leigo, não está sozinho com tais preocupações.

Cientistas, como o astrofísico alemão Dr. Rainer Plaga, já expressaram suas preocupações em artigos científicos. Clique aqui. [PDF gratuito].

Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica

Papa vê tempo propício para voltar para Deus

LOURDES, segunda-feira, 15 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI se despediu nesta segunda-feira, pouco depois do meio-dia da França, reconhecendo, após estes 4 dias de peregrinação apostólica, que «os tempos são propícios para um retorno a Deus».
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Fonte - Zenit

Nota DDP: No meio desta confusão generalizada, quem vai ecoar a mensagem?

O pior está para vir

A quebra do quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, o Lehman Brothers, atolado em dívidas de US$ 613 bilhões, é o prenúncio de maiores dificuldades para a economia mundial e do teste mais duro para a economia brasileira desde a crise cambial de janeiro de 1999. A instabilidade financeira iniciada há pouco mais de um ano, em agosto de 2007, já ultrapassou o setor imobiliário e começou a afetar o consumo, o investimento e a produção nas demais áreas de atividades nos Estados Unidos e, principalmente, na Europa e no Japão. Mas seus piores efeitos ainda vão ocorrer, segundo avaliavam economistas de vários países, nessa segunda-feira, depois de um fim de semana conturbado em Wall Street.

Outras quebras podem ser evitadas com a compra do Merril Lynch pelo Bank of America e a abertura de novos financiamentos ao mercado pelos bancos centrais dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Suíça e dos países da zona do euro. Em Nova York, representantes do Tesouro e da área de regulação bancária estiveram reunidos por muitas horas com dirigentes da gigante seguradora AIG em busca de uma solução para seus problemas de caixa. Todas essas providências, no entanto, são insuficientes para eliminar os temores de novas concordatas ou falências: depois do episódio do Lehman Brothers, ninguém sabe quem é grande demais para não quebrar.

Na melhor hipótese, o empenho das autoridades e do próprio setor financeiro conseguirá limitar um efeito dominó produzido pelos problemas dos grandes bancos. Mas isso pouco servirá para proteger o chamado setor real da economia, formado por empresas produtoras de bens e serviços, trabalhadores e consumidores.
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Hoje as certezas são poucas e nenhuma delas é tranqüilizadora: a crise financeira não acabou, pode agravar-se e seus piores efeitos ainda vão ocorrer. O Brasil jamais esteve mais bem preparado que hoje para enfrentar um choque externo. A inflação recua, o País dispõe de cerca de US$ 200 bilhões de reservas cambiais, as exportações cresceram como proporção do Produto Interno Bruto e a dívida externa pesa muito menos do que há alguns anos. Ontem, durante uma palestra na Fundação Getúlio Vargas, o professor Yoshiaki Nakano falou sobre a melhora da maior parte dos indicadores, desde a crise de 1998-99. Mas invulnerabilidade não existe e, além disso, a dimensão da crise é desconhecida. Não é hora de bravatas, mas de manter o País preparado para choques possivelmente muito fortes. Prudência fiscal deve ser parte fundamental dessa preparação.

Fonte - Estadão

Ike deixa milhões de casas sem água e energia nos EUA


Milhões de americanos estavam sem energia elétrica, nem água, nesta segunda-feira após a passagem do furacão Ike, que deixou mais de 30 mortos em nove estados.

Operações de busca e de socorro em massa eram realizadas no Estado do Texas, onde 4.000 pessoas tiveram de ser resgatadas após o impacto do Ike, no sábado, com um paredão de água e ventos de 200 km/h.

O governador do Texas, Rick Perry, avisou que pode demorar semanas até que os habitantes da ilha de Galveston, devastada pelo furacão, sejam autorizados a retornar para suas casas. O número de mortos pode continuar aumentando durante as tarefas de limpeza, advertiram funcionários do governo.

Estima-se que cerca de 20 mil moradores do litoral texano tenham ignorado as ordens de evacuação e permanecido em suas residências.

Somente nos estados de Texas e Louisiana, cerca de 2,6 milhões de edifícios estão sem eletricidade, informou o Departamento de Energia americano.

Coberta de escombros, Houston, impôs um toque de recolher durante toda a semana devido às inundações e ao perigo dos cabos de alta tensão arrancados pela tempestade.

"Galveston foi arrasada. Estamos sem eletricidade, sem gás e sem telefone. Não sabemos ao certo quando esses serviços básicos serão restabelecidos", declarou a prefeita do balneário, Lyda Ann Thomas. "Não voltem para Galveston", pediu a prefeita aos moradores, insistindo em que "nesse momento, não é possível viver aqui".

Pelo menos 11 pessoas foram resgatadas hoje do Flagship, um grande hotel construído sobre o mar em Galveston. Sacudidas pelo vento e pelas ondas, as paredes laterais do hotel caíram, deixando os quartos à mostra. Outros imóveis também erguidos sobre o mar foram totalmente arrasados.Ao todo, 150 edifícios foram destruídos, e 11 ladrões presos, durante o toque de recolher na cidade.

Três companhias norte-americanas de avaliação de riscos estimaram em até US$ 18 bilhões os danos provocados pelo furacão Ike.

Pelo menos dez plataformas petroleiras foram danificadas pelo furacão, enquanto as refinarias da área de Houston, que produzem 20% da gasolina do país, continuavam fechadas.

No fim de semana, o presidente dos EUA, George W. Bush, anunciou que viajará terça-feira para o Texas para ver de perto a devastação. Hoje, Bush alertou para possível aumento do preço dos combustíveis.

"Estou certo de que haverá pessoas muito frustradas, porque suas vidas foram seriamente afetadas por essa tempestade", disse Bush. "E minha mensagem será: 'vamos ouvi-los e trabalharemos o mais rapidamente possível para que nossas vidas voltem ao normal'".

Fonte - Folha

A crise financeira em manchete

Bolsas asiáticas despencam e mercados europeus têm queda

A quebra do banco americano de investimento Lehman Brothers continua minando a confiança de investidores na economia e castigando os mercados nesta terça-feira. Na Ásia, as praças financeiras da China, Japão, Hong Kong e Coréia do Sul, que não abriram na segunda-feira por conta de feriado, sentiram pela primeira vez os efeitos das notícias que fizeram a Bolsa de Nova York ter o pior dia desde o 11 de setembro de 2001.
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Fonte - Invertia

Alemanha pede que crise bancária americana não seja "dramatizada"
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Apesar de se tratar da maior crise financeira internacional em décadas, Steinbrück afirmou que a Europa não pode produzir o temido efeito dominó nem possibilitar um "fechamento em cadeia" de institutos bancários.
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Fonte - Último Segundo

Investidor teme efeito dominó e foge do mercado acionário

O Índice Dow Jones, o mais importante da Bolsa de Nova York, registrou ontem a maior queda em termos de pontuação desde o atentado terrorista ao World Trade Center (WTC). A perda de 504 pontos representou uma desvalorização de 4,42%. A Nasdaq recuou 3,60% e o Índice S&P 500, que reúne as principais indústrias dos EUA, caiu 4,71%, a maior baixa porcentual desde 11 de setembro de 2001. O mercado asiático, que não funcionou ontem por causa de um feriado, abriu nesta madrugada com pesadas baixas. A Bolsa de Tóquio caía 4,5% logo no início do pregão
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Fonte - Estadão

O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda. PR, 537

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

EUA: "rombo é grande"

A quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers começa a semana deste 15 de setembro levando tensão ao mercado financeiro global. Nitidamente estarrecido com a crise que se espalha pelo mundo, o ex-diretor do Banco Central do Brasil Alberto Furuguem diz a Terra Magazine que a situação é preocupante:

- Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado?

Para Furuguem, o acontecimento é sinal de um "rombo muito grande" na economia dos Estados Unidos e que trará, inevitavelmente, conseqüências para o Brasil - assim como para o resto do mundo. Ele imagina um crescimento menor da economia brasileira já para 2009:

- O que se pensa é quanto vai crescer o PIB? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira.

Leia os principais trechos da conversa com o economista:

Terra Magazine - Essa tensão com que o mercado abriu essa segunda-feira deve durar a semana toda, com o anúncio da quebra do Lehman Brothers?
Alberto Furuguem - Olha, o que acontece em geral é que quem faz prognóstico futuro não gostam de traçar cenários muito sombrios, mesmo aquelas que têm medo de recessão mundial já há muito tempo. Há quem diga que o governo americano está fazendo o que é necessário etc. Mas quem é que imaginava algum tempo atrás que o Lehman Brothers teria quebrado? Se agora você disser que a Ásia, China, estão aquecendo... é verdade. O próprio Brasil. Mas dizer que essas áreas vão ficar livres de uma crise mais séria é realmente previsão. Mas que está se pagando algum preço por isso, e a gente vê na balança comercial e a própria questão do dólar, isso reflete. E reflete também numa desaceleração do crescimento aqui no Brasil. Isso já está acontecendo na Europa, no Japão. E acho que vai acabar acontecendo aqui. Então a pergunta que eu colocaria hoje é essa: vamos ter alguma coisa mais séria na situação de recessão mundial? Eu cheguei a imaginar um tempo atrás que o pior já tinha passado em termos de crise no mercado financeiro norte-americano.

Aqui no Brasil, o reflexo então seria mais de médio a longo prazo com a desaceleração da economia?
Não, eu acho que para o próximo ano, a desaceleração da economia terá um reflexo inevitável. Já está acontecendo, com queda de preço de commodities, o Banco Central com essa política de juros, enfim... não há como pensar em outro cenário. O que se pensa é quanto vai crescer o PIB (em 2009)? Vai crescer 4%, 3,5%? Se a recessão da economia mundial se confirmar, a média pode ser até de 2% para a economia brasileira. É um quadro realmente preocupante. É claro que o mundo não vai acabar, mas é preocupante. O próprio Alan Greenspan (ex-presidente do Banco Central americano), que é uma pessoa muito serena, tem dito que não viu uma crise tão grande nos últimos 50 anos. Há algum tempo ele vem sinalizando que vem uma situação preocupante.

A postura do governo dos EUA tem sido adequada?

Eu acho que sim. Agora, fica essa pergunta: como é que um banco desse porte, com mais de 100 anos, pode ter chegado a uma situação dessas? Isso leva a crer que o rombo é muito grande. A quebra de um banco como o Lehman Brothers é impressionante.

Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: Mais uma vez sugiro a leitura de um artigo muito bom que nos foi enviado, neste contexto, sendo que o mesmo encontra-se armazenado em formado pdf e pode ser baixado através do link "A crise financeira mundial".

Outras nuances do cumprimento profético neste tema na tag "Crise Econômica".

Reflexões sobre a visita papal à França

Estamos nos aproximando de um momento perigoso na história das nações, quando a Santa Sé, que nunca abondonou suas pretensões de supremacia mundial, está sendo bajulada por democracias ocidentais teoricamente seculares (onde há separação entre Igreja e Estado), e onde os EUA, país modelo da separação moderna entre Igreja e Estado, estão flertando com a Santa Sé, e ameaçando adotar um modelo de governo semelhante ao católico romano (política e religião juntas). Não há maior inimigo da liberdade civil e religiosa no mundo do que o Vaticano. Parece que ninguém mesmo aprendeu com a história... Graças ao Tratado de Latrão, a Itália concedeu um pedaço de terra em Roma para o Vaticano, e os dois estados trabalham em comum acordo em muitos aspectos do cotidiano da sociedade italiana. Recentemente, estabeleceu uma polêmica naquele país porque uma humorista "ofendeu" o papa. Mesmo sendo contra qualquer tipo de ofensa a terceiros, acho perigoso esta postura que blinda a figura religiosa do bispo de Roma contra pessoas que discordam de suas opiniões. Outro precedente que demonstra os tempos em que vivemos...

Fonte - Minuto Profético

O 11/Set e a "Inquisição americana"

A "Guerra global ao terrorismo" é uma forma moderna de inquisição. Ela tem todos os ingredientes essenciais das inquisições francesa e espanhola.

Perseguir "terroristas islâmicos", executar uma guerra antecipativa (preemptive) à escala mundial para "proteger a pátria" são argumentos utilizados para justificar uma agenda militar.

A "Guerra global ao terrorismo" (GGT) é apresentada como um "Choque de civilizações", uma guerra entre valores e religiões em competição, quando na realidade é uma clara guerra de conquista, guiada por objectivos estratégicos e económicos.
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O objectivo da "Guerra global ao terrorismo" lançada em Setembro de 2001 é galvanizar o apoio público para uma campanha mundial contra a heresia. Aos olhos da opinião pública, possuir uma "causa justa" para travar a guerra é crucial. Diz-se que uma guerra é Justa se ela for travada nos terrenos moral, religiosa ou ético.
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A este respeito, a Inquisição Americana como uma construção ideológica é, sob muitos aspectos, semelhante à ordem social inquisitorial predominante em França e na Espanha durante a Era Medieval. A inquisição, que começou em França no século XII, era utilizada como uma justificação para a conquista e a intervenção militar.

Inicialmente ela tomou a forma de uma campanha no Sul da França dirigida contra os cátaros e os waldensianos, os quais desafiavam os ensinamentos da Igreja Católica Romana. O movimento cátaro era uma seita religiosa que era protegida pela ordem feudal regional no Sul da França, contra o domínio da Igreja Católica e da monarquia francesa em Paris. "Os cátaros acreditavam que eram eles os verdadeiros cristãos e que a Igreja Católica era uma igreja falsa, fundada pelo diabo".

No século XIII, "o papa Inocêncio III declarou uma cruzada contra os cátaros", a pedido da família real francesa. A cruzada era de facto uma guerra de conquista sob o disfarce de uma campanha contra a heresia.

A inquisição dirigida contra a heresia pretendia consolidar o controle territorial da monarquia. Ela proporcionava um pretexto para intervir militarmente no Sul e Sudoeste da França, utilizando a autoridade da Igreja Católica como uma fachada.
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Qualquer um que duvide da legitimidade da inquisição americana ("Guerra global ao terrorismo") é um herético teórico da conspiração ou um cúmplice dos terroristas.

A inquisição americana faz parte de um Consenso Bipartidário. Tanto os democratas como os republicanos apoiam a inquisição americana.
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O Patriot Act de hoje, os tribunais militares, o campo de concentração de Guantanamo, os campos de "rendição" da CIA, Abu Ghraib, etc, fazem parte de um sistema inquisitorial avançado. Suspeitos de terrorismo são mantidos incomunicáveis. Eles são torturados, examinados por tribunais militares e sentenciados. Não lhes é dado o direito de abjurar.
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A Nova Ordem Mundial constrói consenso político e dos media (isto é, a GGT) mas ao mesmo tempo cria e molda a sua própria oposição. Ela estabelece os limites da dissenção. Ela "fabrica dissenção".

Os candidatos presidenciais na corrida bipartidária são apoiados por poderosos interesses corporativos que incluem companhias petrolíferas, a Wall Street e empreiteiros da defesa.
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O sistema legal da América de hoje tem todas as características essenciais de uma ordem inquisitorial. A tortura é permitida "sob certas circunstâncias", conforme uma "opinião legal" do Departamento de Justiça emitida em Agosto de 2002.
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O objectivo final é subjugar os cidadãos, despolitizar totalmente a vida social na América, impedir as pessoas de pensarem e conceptualizarem, de analisarem factos e desafiarem a legitimidade da ordem social inquisitorial que vigora na América.

A Grande Mentira torna-se a Verdade. As realidades são invertidas.

A guerra torna-se paz, um empreendimento humanitário meritório.

A dissensão pacífica torna-se heresia.

O objectivo é criar uma atmosfera de medo e insegurança, tendo em vista sustentar a Nova Ordem Mundial.
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Fonte - Resistir

Nota DDP: Faltou apenas unir o que o articulista analisa como uma nova forma de inquisição, à antiga.

Missa do Papa atrai multidão à Esplanada dos Inválidos

PARIS - O Papa celebrou neste sábado uma missa na Esplanada dos Inválidos, em Paris, diante de uma multidão que superou todas as previsões. Cerca de 260 mil pessoas, segundo a Diocese e a Polícia francesas, acompanharam a cerimônia religiosa, rezando e cantando durante duas horas.

O Papa chegou à esplanada em seu papamóvel, provocando uma forte aclamação nos fiéis, que agitavam bandeirinhas amarelas e brancas sem parar, as cores do Vaticano.
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Fonte - O Globo

Nota DDP: Fico pensando que existem pessoas que teimam em dizer que o catolicismo está fadado à irrelevância. Pois aí está, no berço da "cultura do pensamento", onde menos se haveria de esperar manifestações deste tipo, temos uma multidão que superou expectativas e um líder político alinhado aos desígnios romanos.

Possível quebra de banco americano derruba bolsas

As bolsas européias operam em forte em baixa no pregão desta segunda-feira (15), após o Lehman Brothers, quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, anunciar que vai pedir concordata.

Por volta das 8h50 (horário de Brasília), o FTSE-100, de Londres, na Inglaterra, operava em queda de 4,83%. O índice DAX-30 da Bolsa de Frankfurt, Alemanha, registrava baixa de 3,92%. Em Paris, na França, o CAC 40 recuava 5,30%. Em Madri, Espanha, o cenário é o mesmo: o índice Ibex-35 perdia 4,68%.
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Trata-se da quebra mais importante nos EUA desde 1990, quando o Drexler Burnham Lambert - especialista em "bônus lixo" - apresentou a mesma declaração.

O Lehman Brothers, que operava há 158 anos, se transforma no terceiro banco de investimento que desaparece ou muda de mãos em seis meses nos EUA. Em março, o Bear Stearns obrigou a intervenção do Departamento do Tesouro. Neste domingo (14), o Bank of America comprou o Merrill Lynch.
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Fonte - G1

Nota DDP: Estamos apenas no meio de setembro...

As Duas Repúblicas

The Two Republics é um grande livro para quem gosta de história e profecia. Escrito por Alonzo T. Jones em 1892 mostra o surgimento e a história de dois importantes poderes cujas participações serão decisivas nos eventos finais: a Igreja Romana e os EUA.

Nesse livro é mencionado, entre outras coisas, que em 1863 foi organizada nos EUA a Liga de Reforma Nacional, um movimento de líderes cristãos cujo objetivo seria "lutar pela manutenção das características cristãs existentes no Governo Americano; promover reformas necessárias na ação do Governo no que diz respeito ao sábado [leia-se domingo], à instituição da família, ao elemento religioso na educação, ao juramento e à moralidade pública quando afetada pelo tráfico de bebidas alcoólicas e outros males análogos; e assegurar uma emenda à Constituição dos Estados Unidos tal qual nela se venha a declarar a lealdade da nação a Jesus Cristo, e a sua aceitação das leis, instituições e costumes cristãos de nosso Governo sobre uma inegável base legal inserida na lei fundamental do país" (p. 705).

Em 1877 a Liga de Reforma Nacional uniu-se à Liga de Temperança das Mulheres Cristãs, cujo objetivo foi bem expresso em um discurso da Sra. Francis Willard, então presidente da Liga: "A Liga de Temperança das Mulheres Cristãs local, estadual, nacional e universal se inspira num pensamento vivo e orgânico, num objetivo que faz perder de vista todos os demais, num entusiasmo imorredouro, a saber, que Cristo deve ser o Rei deste mundo. O reino de Cristo tem de ser estabelecido na lei, entrando pela porta da política" (p. 735).

Em 1884, o órgão oficial da Liga de Reforma Nacional, The Christian Statesman, publicou um artigo onde afirmava: "Dê-se a entender a todo o mundo que constituimos uma nação cristã e que, por acreditarmos não poder subsistir sem o cristianismo, nos vemos na contingência de conservar por todos os meios o nosso caráter cristão. Inscreva-se isto no pavilhão de nossa Constituição... Obrigue-se a todos que vierem ter em nosso país a obedecer às leis da moral cristã" (p. 722). No final do mesmo ano, outro artigo declarava: "Se a Igreja Católica estiver disposta a agir de comum acordo conosco nesta luta contra o ateísmo político, do melhor grado a reconheceremos como nossa aliada" (p. 727).

Em fevereiro de 1885, na Convenção da Liga de Reforma Nacional, em New York, o Dr. Jonathan Edwards, vice-presidente, declarou: "Queremos uma união de Igreja e Estado e havemos de tê-la. Até onde os negócios do Estado necessitam de religião, esta deve ser a religião revelada de Cristo. O juramento cristão e a moral cristã devem ter neste país uma base legal iniludível" (p. 723).

Em janeiro de 1887, um dos secretários distritais da Liga de Reforma Nacional, o Rev. M. A. Gault, afirmou: "O nosso remédio contra todas as influências perniciosas está em decretar o Governo a Lei Moral e reconhecer a autoridade de Deus que está por detrás desta, deitando mão a toda a religião que se não conformar com a mesma" (p. 723).

Ainda naquele mesmo ano, outro movimento se uniu à Liga de Reforma Nacional para engrossar as fileiras daqueles que queriam o fim da separação entre Igreja e Estado nos EUA no século XIX: o Partido Proibicionista (p. 741).

No ano seguinte, 1888, a Liga de Reforma Nacional uniu-se a um terceiro movimento: a American Sabbath Union (Liga Americana do Sábado), cujo principal objetivo era promover a observância obrigatória do domingo nos EUA (p. 744).

Numa Convenção em 1889, a Liga de Reforma Nacional, juntamente com o Partido Proibicionista e a Liga de Temperança das Mulheres Cristãs declararam: "Se me derdes uma igreja unida que reconheça que o Senhor Jesus Cristo, e só Ele, é rei; e que pense, fale, pregue, ore, e vote em Seu nome; então virá a vitória, e os reinos deste mundo se tornarão reinos de Deus e de Seu Cristo. E então, quando isso acontecer, virá o milênio" (p. 743).

NOTA: Como pode-se perceber, os protestantes favoráveis à união de Igreja e Estado nos EUA (a maioria, portanto), só não alcançaram seu propósito final já no século XIX porque Deus não permitiu. Isso porque o evangelho, e a pregação do sábado do sétimo dia como verdadeiro sinal entre Deus e o Seu povo, deveriam de ser anunciados ainda nos quatro cantos da Terra. Porém, mais de um século depois o contexto é outro, não faltando quase nada que impeça o desencadeamento da crise final a partir dos EUA (leia-se Lei Dominical). Você está preparado?

Fonte - Minuto Profético
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