sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Uma verdade inconveniente

Uma crise como a que vem abalando Wall Street seria terrível em qualquer conjuntura. Mas o momento atual é particularmente ruim. A coincidência dos problemas com o sistema financeiro e as eleições presidenciais nos EUA aumenta as dificuldades para que se dê a volta por cima.

A crise se aprofunda no momento em que o presidente considerado por muitos o pior que já ocupou a Casa Branca está a cem dias do fim de seu mandato. No Congresso, um terço do Senado e toda a Câmara serão postos à prova na eleição de daqui a um mês.

Para piorar, as campanhas de Barack Obama e John McCain estão mergulhadas em um jogo de força sobre o qual os dois candidatos não têm qualquer controle. Se alguma vez os ingredientes para a falta de liderança política estiveram reunidos, este é o momento.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Momentos de crise e, crises singulares como esta pelo qual passa a maior nação do planeta, sendo esta figura central no desenvolvimento do quadro profético, tal como nós adventistas vislumbramos, nos levam à conclusão que estamos diante da virada de uma enorme página da história, talvez a transição do sexto para o sétimo reino, motivo pelo qual não podemos nos furtar em observar com atenção o que está ocorrendo.

Tenho meditado muito sobre um texto da Sra. White que me impressiona:

Em suas mensagens aos homens, os anjos de Deus apresentam o tempo como sendo muito breve. Assim me tem sempre sido apresentado. Verdade é que o tempo se tem prolongado além do que esperávamos nos primitivos dias desta mensagem. Nosso Salvador não apareceu tão breve como esperávamos. Falhou, porém, a Palavra de Deus? Absolutamente! Cumpre lembrar que as promessas e as ameaças de Deus são igualmente condicionais.

Deus confiara a Seu povo uma obra a ser executada na Terra. A terceira mensagem angélica devia ser dada, a mente dos crentes ser dirigida ao santuário celeste, onde Cristo entrara para fazer expiação por Seu povo. A reforma do sábado devia ser levada avante. A brecha feita na lei de Deus precisava ser reparada. Importava que a mensagem fosse proclamada com grande voz, para que todos os habitantes da Terra recebessem a advertência. O povo de Deus precisava purificar sua alma pela obediência da verdade, e preparar-se para estar sem falta perante Ele em Sua vinda.

Houvessem os adventistas, depois do grande desapontamento de 1844, sustido firme sua fé e seguido avante unidos, segundo a providência de Deus lhes abria o caminho, recebendo a mensagem do terceiro anjo e no poder do Espírito Santo proclamando-a ao mundo, haveriam visto a salvação de Deus, o Senhor teria operado poderosamente com os esforços deles, a obra haveria sido concluída, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para dar-lhe o seu galardão. Mas no período de dúvida e incerteza que se seguiu ao desapontamento, muitos dos crentes no advento renunciaram a sua fé. ... Assim foi prejudicada a obra, e o mundo foi deixado em trevas. Houvesse todo o corpo de crentes adventistas se unido nos mandamentos de Deus e na fé de Jesus, quão grandemente diversa teria sido a nossa história!

Não era a vontade de Deus que a vinda de Cristo houvesse sido assim retardada. Não era desígnio Seu que Seu povo, Israel, vagueasse quarenta anos no deserto. Prometeu conduzi-los diretamente à terra de Canaã, e estabelecê-los ali como um povo santo, sadio e feliz. Aqueles, porém, a quem foi primeiro pregado, não entraram "por causa da incredulidade". Mat. 13:58. Seu coração estava cheio de murmuração, rebelião e ódio, e Ele não podia cumprir Seu concerto com eles.

Por quarenta anos a incredulidade, a murmuração e a rebelião excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados têm retardado a entrada do Israel moderno na Canaã celestial. Em nenhum dos casos houve falta da parte das promessas de Deus. É a incredulidade, o mundanismo, a falta de consagração e a contenda entre o professo povo de Deus que nos têm detido neste mundo de pecado e dor por tantos anos. Manuscrito 4, 1883.
(Evangelismo - Pág. 695/696)

Irmãos, leiam, releiam e meditem neste texto. Eu a princípio não conseguia, e ainda não consigo, entender como Cristo poderia ter voltado naquela época, afinal e racionalizando, faltavam mesmo tantos detalhes! Tantos sinais que hoje temos em profusão diante de nossos olhos! Mas a verdade é que Deus revelou à Sua serva que Ele poderia ter completado a obra naquele momento. É o que basta, não nos importam os detalhes.

Por outro lado, tenho observado que nós, os adventistas do sétimo dia já não cremos mais que Jesus pode estar realmente à porta, saímos de um extremo a outro, não se pode falar de sinais porque é alarmismo, não se pode falar em preparação/separação porque é fanatismo, não de pode falar de mudança porque é dissidência!

Divagamos sobre "talvez meus filhos", "talvez meus netos", "o evangelho ainda não foi pregado", "faltam tantos detalhes", "precisamos de mais tempo", "as pessoas não estão preparadas para ouvir sobre a volta de Cristo e o juízo", "sabe a mentalidade pós-moderna", "não fale imediatamente de Cristo, quem sabe daqui uns três anos, quando a pessoa já confiar em você", "ainda falta isso, ainda falta aquilo"...

Estaríamos esquecendo do Deus que abriu o Mar Vermelho? Estaríamos esquecendo do Deus que fará a pregação final do Evangelho, assim como fez a inicial, porque nós somos um fracasso neste intento, ou será que ainda não percebemos que o Evangelho tem se propagado de forma linear enquanto o crescimento populacional é exponencial? Nós por nós mesmos não vamos terminar nunca!

Alguém consegue ler novamente as palavras da Sra. White ecoando no tempo? Tem você observado em algum lugar "incredulidade, mundanismo, falta de consagração e contenda entre o professo povo de Deus"? Temos nós observado isso em nós mesmos? Temos nós gostado demais do Egito? Ou não?

Haverá amor quando da volta do Filho do homem?!?! Amor pela mensagem?!?!

Houvessem os adventistas, depois do grande desapontamento de 1844, sustido firme sua fé e seguido avante unidos, segundo a providência de Deus lhes abria o caminho, recebendo a mensagem do terceiro anjo e no poder do Espírito Santo proclamando-a ao mundo, haveriam visto a salvação de Deus, o Senhor teria operado poderosamente com os esforços deles, a obra haveria sido concluída, e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para dar-lhe o seu galardão. (EGW)

Não deixemos que o diabo nos roube a esperança, não a de dormir no Senhor como alguns já têm se conformado, mas a de ver Cristo voltando sobre as nuvens em glória e majestade. Separemo-nos agora irmãos, preparemo-nos para sermos trasladados como nos admoesta a Sra. White inúmeras vezes, porque o mundo está pregando que este é o momento.

Não corramos o risco de aguardar mais quarenta anos no deserto, porque a medida de nossa iniquidade pode ter chegado no limite e, infelizmente, sermos vomitados...

Deus abençoe os irmãos.

Pânico nos EUA com crise é comparável ao 11/09

"A nação indispensável" - frase cunhada por Madeleine Albright, secretária de Estado no governo de Bill Clinton, para realçar a liderança mundial dos Estados Unidos - está em apuros. E com ela, todo o sistema financeiro internacional pode ir de roldão. O pânico causado pela iminência de uma débâcle dos EUA, esta semana, só pode ser comparado ao medo depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, que alvejaram símbolos do poderio econômico e militar americanos.

Pass this dreadful bailout, em português, "Aprovem esta terrível fiança", era o título do editorial do prestigioso jornal The Boston Globe, publicado na última terça-feira, 30 de setembro. Um dia após a Câmara dos Deputados rejeitar o plano de US$ 700 bilhões para "salvar Wall Street", provocando uma queda histórica nas bolsas, o periódico demonstra o clima de apreensão existente hoje nos Estados Unidos.

O Senado entendeu o recado e aprovou o pacote na tentativa de evitar uma bancarrota na economia global. E tudo indica que a Câmara, escaldada com a reação internacional do início desta semana, faça o mesmo na sexta-feira, quando o projeto retorna à Casa, a despeito da impopularidade da medida às vésperas da eleição, porque, simplesmente, não há outra alternativa.

Se o medo de um ataque terrorista reelegeu George Bush, em 2004, o medo da ruína financeira deve eleger Barack Obama presidente neste ano. E assim se move - sem escolhas - a conservadora classe média americana. E agora, José?

No livro Power, Terror, Peace and War (America's Grand Strategy in a World at Risk), publicado nos Estados Unidos em 2004 e traduzido para o português pela editora Zahar, em 2006, com o título "Poder, Terror, Paz e Guerra (Os Estados Unidos e o Mundo Contemporâneo sob Ameaça), o autor Walter Russel Mead, destacado analista da política externa norte-americana, que circula com desenvoltura pelos corredores de Washington, adverte: "a queda do poder dos EUA seria uma catástrofe não só para os norte-americanos, mas para bilhões de pessoas que vivem além de suas fronteiras, inclusive para muitos que odeiam esse país e o destruiriam se pudessem".

Citando o livro "O paradoxo do poder americano", de Joseph Nye, Russel Mead identifica o poder econômico dos Estados Unidos como "poder pegajoso - um conjunto de políticas e instituiçõs econômicas que atrai os outros países para dentro e dificulta o abandono do sistema". Trata-se, segundo o estudioso, de um poder não-coercitivo no qual a abertura do mercado aos competidores internacionais, responsável pelos déficits da economia americana, desde a Guerra Fria, "estimularam a produção e o consumo no resto do mundo, contribuindo para a prosperidade de outros países e estimulando-os a participarem do sistema norte-americano".

De acordo com Russel Mead, seguindo, em parte, a Grã-Bretanha, potência mundial da Era Moderna - e pátria-mãe -, os Estados Unidos estruturaram o "poder pegajoso", com base em um sistema financeiro internacional (o acordo de Bretton Woods), em 1944, que tornou o dólar uma moeda mundial, e no livre comércio.

A China é uma das primeiras vítimas do "poder pegajoso", com parte significativa dos US$ 820 bilhões de reservas internacionais, aplicados na compra de títulos do Tesouro Americano. Mas não só a China. Profético, Russel Mead adverte:

"As consequências do colapso da economia norte-americana e da ruína do dólar seriam muito maiores do que apenas reduzir o poder e a prosperidade dos norte-americanos. Sem seu principal cliente, países como a China e o Japão enfrentariam sérias depressões econômicas. Os bancos e as forças financeiras de todos os países do mundo seriam afetados e, provavelmente, seriam prejudicados se os Estados Unidos sofressem um colapso. Esta é a vingança do poder pegajoso. A dívida, símbolo da fraqueza, é transformada em força".

Os principais líderes da Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália reúnem-se neste sábado para discutir a crise que obrigou a venda ou a nacionalização de vários bancos europeus. A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, apelou para o presidente Bush interceder junto aos congressistas americanos na aprovação do plano de US$ 700 bi - a maior operação de salvação na economia moderna, segundo o jornal The New York Times. Hong Kong anunciou medidas de ajuda a bancos. A Suíça também se movimenta nesse sentido.

Enquanto isso, na América Latina, a fantasia ufanista-oportunista de Lula quer fazer crer que o Brasil está imune à crise ou quase não será afetado por ela.

"God Bless America, Land that I Love. Stand beside her, And Guide Her, through the night with a light from above (Deus abençoe a América, País que eu amo. Permaneça ao lado dela, e guie-a, através da noite, com a luz que vem de cima)".

Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: "A dívida, símbolo da fraqueza, é transformada em força". Penso que não há muito o que se articular. Os EUA têm hoje o poder de liderar o mundo por aquilo que o torna mais poderoso: o medo.

Talvez a articulista só não tenha percepção, no final de seu arrazoado, que a apostasia americana já empurrou Deus para fora de seu sistema faz tempo, a luz não vem mais de cima, aliás, ela não vem de nenhum lugar, porque a escuridão está tomando conta.

Cardeal propõe nova ordem econômica

SANTIAGO DO CHILE, quinta-feira, 2 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O cardeal Renato Raffaele Martino, em plena crise financeira, considera que é necessário buscar uma nova ordem econômica para uma distribuição mais eqüitativa dos bens da terra.
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Ao fazer referência e recomendar a leitura do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, o cardeal reconheceu com alegria a postura do governo do Chile, na alusão à recente criação do Conselho de Política Migratória: «As medidas adotadas no mês de setembro são importantíssimas para o tratamento e a ajuda que os imigrantes precisam como seres humanos», disse.

«O fenômeno migratório propõe um autêntico problema ético: a busca de uma nova ordem econômica internacional para conseguir uma distribuição eqüitativa dos bens da terra. Daí a necessidade de um compromisso mais firme para criar sistemas educativos e pastorais que visem a uma formação no senso de ‘mundialidade’, a uma nova visão da comunidade mundial, considerada como família de povos à qual estão destinados os bens da terra dentro de uma perspectiva do bem comum», manifestou.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Economia, ecologia, trabalho, dependentes de uma nova ordem, uma nova ordem que tem como vértice a doutrina social da igreja.

Bispos dos EUA preocupados com a crise de mútuos

Washington, 03 out (RV) - O presidente da Comissão Justiça e Desenvolvimento da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, dom William Francis Murphy, escreveu uma carta ao Congresso dos Estados Unidos, pedindo que sejam considerados os aspectos morais da chamada ‘crise dos mútuos’.

Em nome do episcopado norte-americano, o bispo de Rockville Centre pede que seja levado em conta o impacto das decisões econômicas sobre as pessoas, com uma nova visão do mercado. Segundo a Comissão, a crise não é apenas setorial, pois criará uma série de graves dificuldades a muitas famílias de classe média e baixa.

A carta foi enviada também ao secretário do Tesouro, Henry Paulson, e aos líderes da maioria democrática e da minoria republicana no Senado. Os bispos afirmam que ‘esta crise vai muito além das questões econômicas ou técnicas; tem um enorme impacto humano e evidentes dimensões éticas, que deveriam estar no centro do debate e das decisões sobre como superá-la’.

As famílias estão perdendo suas casas, têm suas poupanças ameaçadas, emprego e benefícios correm riscos. Por este motivo, toda ação deve mirar exclusivamente a salvaguardar a vida e a dignidade das pessoas. A escandalosa corrida aos lucros, que leva a perigosas especulações, agrava o sofrimento e as perdas dos mais vulneráveis... e isto é um evidente exemplo da ética que vê o lucro antes de qualquer outro valor.

Nos últimos dias, o arcebispo de Cantuária, dr. Rowan Williams, primaz da Comunhão anglicana, escreveu um artigo no semanário britânico ‘The Spectator’ pedindo uma revisão global de toda a ação econômica concebida nos últimos anos. E aqui em Roma, num congresso sobre “O século das crenças”, o secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, destacou que o ‘lucro se anula, quando confundido com o bem’.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: O princípio bíblico "à César o que é de César" está cada vez mais próximo de ser afastado, tanto pelo estado, como pela religião, a tendência é que eles se abracem muito em breve pelo andar da carruagem.

Pode haver recessão nos EUA

O FMI, em um estudo diz que pode haver uma profunda e prolongada recessão nos EUA. Foram analisados fatores que geraram a atual crise econômico. O Departamento de Pesquisa do FMI incluiu 113 episódios de turbulência financeira ocorridos em 17 países desenvolvidos nos últimos 30 anos. Um estudo tão bem elaborado precisa ser considerado como digno de atenção.

Essa pode ser a crise precedente a crise final, pelo cenário religioso que estamos assistindo.

Fonte - Cristo Voltará

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Bush diz "meia verdade" sobre crise

Para Keyler Carvalho Rocha, economista da Universidade de São Paulo (USP), afirmar que as bolsas americanas perderam US$ 1,2 trilhão num só dia (segunda-feira, 29) é uma "meia verdade", visando desencadear um "efeito psicológico".

"Essas não foram perdas reais", pontua o professor da USP. "Houve uma depreciação no valor das ações, mas as perdas só se concretizam quando as ações são vendidas", diz.

Naquela noite, o presidente George W. Bush se pronunciou à nação, argumentando que aquele não era o dinheiro apenas dos mega investidores, mas também do cidadão comum de classe média, por exemplo, aqueles que têm suas aposentadorias investidas em fundos de pensão.

A situação se reverteu quando o Senado aprovou, por 74 votos a 25, na quarta-feira, 1, a nova versão do pacote de salvamento da crise financeira. Amanhã, o texto será submetido à nova apreciação da Câmara dos Representantes. Na última segunda-feira, os deputados rejeitaram o plano de US$ 700 bilhões proposto por Bush.

Agora, o plano aprovado prevê US$ 850 bilhões de ajuda ao sistema financeiro - US$ 150 bilhões a mais que o montante originalmente previsto, referentes a uma isenção tributária que atingirá mais de 25 milhões de americanos de classe média.

Edgard Pereira, do Instituto de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), avalia que o pacote tem um efeito "sinalizador e psicológico" sobre o sistema financeiro que, segundo ele, "tem instituições saudáveis, mas que não têm confiança que os tomadores de crédito paguem ao final".
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Fonte - Terra Magazine

Nota DDP: A questão é: Qual a intenção? Sim, porque valeria a pena os EUA sinalizarem tanta fragilidade externamente e tanta falta de liderança internamente, só para que Bush conseguisse a liberação destas verbas? É para isso que ele supervalorou o rombo? Não creio.

Status de superpotência dos EUA está ameaçado


A crise econômica global deve abalar o status dos Estados Unidos como única superpotência da atualidade.

Do ponto de vista prático, os Estados Unidos estão militarmente no limite, com operações no Iraque e no Afeganistão – e, agora, estão também financeiramente no limite.

Do ponto de vista filosófico, vai ficar mais difícil para os americanos defenderem o livre mercado em um momento em que o seu próprio mercado entrou em colapso.

Alguns já vêem o atual momento como crucial.

O filósofo político John Gray, que recentemente se aposentou da prestigiada faculdade de ciências sociais London School of Economics, em Londres, deu seu ponto de vista em um artigo no jornal britânico The Observer: "Temos aqui uma histórica mudança geopolítica, na qual o balanço de poder do mundo está sendo alterado de forma irreversível".
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Nem todos concordam que o apocalipse americano chegou. Afinal de contas, o sistema passou por testes no passado.
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..., parece de fato que o conceito de uma superpotência sem concorrentes, que se tornou verdadeiro após o colapso do comunismo (e o suposto fim da história) não é mais válido.
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Até mesmo os mais destacados pensadores neoconservadores reconhecem que um mundo mais multipolar está surgindo, mas um em que a posição americana será de liderança.
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"O mundo hoje se parece mais com o do século 19 do que com o do final do século 20."

"Aqueles que imaginam que isso é uma boa notícia devem se lembrar que a ordem mundial no século 19 não chegou ao fim tão bem quando a Guerra Fria."

"Para evitar esse destino, os Estados Unidos e outras nações democráticas precisam ter uma visão mais iluminada e generosa de seus interesses do que eles tinham durante a Guerra Fria. Os Estados Unidos, no papel da mais forte democracia, não devem se opor a um mundo de reduzida soberania, mas dar boas-vindas a ele.”
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Niblett, entretanto, acredita que é preciso esperar um pouco antes de anunciar um veredicto, já que estruturalmente os Estados Unidos ainda têm força.
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"Mesmo suas dívidas atuais podem ser revertidas. Eles têm uma enorme resiliência econômica, o que se vê na produção local e no surgimento de novos empreendimentos."

"E há quem possa perguntar – os Estados Unidos estão em decadência em relação a quem? A China está em uma corrida desesperada de crescimento para alimentar sua população e, com isso, evitar transtornos civis em 15 ou 20 anos. A Rússia não é exatamente inofensiva, mas está ampliando seus limites com uma nova estratégia assentada em uma base frágil. A Índia tem imensas contradições internas. A Europa tem, em geral, se mostrado incapaz de sair da estagnação com o dinamismo dos Estados Unidos.”

"Mas os Estados Unidos precisam reencontrar seu caminho nas finanças e o quão bem conseguirem fazer isso vai determinar como será sua capacidade militar. Se tiverem menos dinheiro, terão menos tropas."

Com a eleição presidencial americana se aproximando, valerá a pena voltar ao assunto dentro de um ano para verificar como o mundo vai estar - e qual será o lugar dos Estados Unidos nele.

Fonte - BBC

Nota DDP: Sejam quais forem os fatores a serem considerados daqui para frente em relação aos EUA, especialmente no que concerne aos demais integrantes do quadro profético, temos por certo neste momento de transição uma visão clara da possibilidade dos eventos finais se consumarem.

Paz pode ser obtida em 2 dias


Dois dias serão suficientes para encerrar décadas de conflito no Oriente Médio se as últimas declarações do premiê israelense, Ehud Olmert, forem levadas a cabo, sugeriu nesta quarta-feira o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas. A consideração foi feita após a divulgação de uma entrevista na qual Olmert afirmou que Israel deve se retirar de todos os territórios ocupados se quiser a paz. "Quem realmente quer segurança em Jerusalém tem de abrir mão de partes da cidade", avaliou o primeiro-ministro, em entrevista ao jornal Yediot Ahronot.

As declarações, consideradas históricas, foram bem recebidas por Abbas. Na noite de quarta, durante as comemorações pelo fim do mês islâmico do Ramadã, o presidente palestino afirmou que “são essas as palavras que vão nos levar à paz”. "Esperamos que as declarações de Olmert sobre Jerusalém, a Cisjordânia e a região do Golã sejam deixadas como 'depósito' para o próximo governo israelense", disse.

Olmert, que renunciou ao cargo de premiê no mês passado devido a acusações de corrupção, será sucedido pela ministra do Exterior, Tzipi Livni. Nesta quinta-feira, ele foi interrogado sobre as denúncias pela oitava vez desde o mês de maio. Ele permanecerá no cargo até que Livni forme uma nova coalizão ou até o país ter novas eleições – o que pode durar meses.

Na entrevista para o Yediot Ahronot, o premiê israelense avaliou como um erro a postura que manteve durante mais de 30 anos em relação ao conflito palestino, opondo-se à desocupação. "Mais uma colina, mais cem metros, não é isso que vai influenciar a segurança de Israel. Hoje temos meios para impedir ataques de tanques sírios sem ocupar nem um metro da Síria", disse. "Não venho justificar o que fiz durante 35 anos, em grande parte desse período eu não estava pronto para olhar para a realidade em toda a sua profundidade", concluiu.

Fonte - Veja
Nota DDP: Aqui um enorme contraponto aos dispensacionalistas que esperam justamente o contrário, ou seja, o avanço de Israel em retomar terras.
I Ts.5:3 - Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então, lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão.

Crise econômica mundial exige devolver centralidade ao homem

SANTIAGO, 30 Set. 08 / 10:34 pm (ACI).- O Presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, Cardeal Renato Martino, pediu à sociedade lembrar que a pessoa humana deve estar no centro da economia mundial, ante a crise que afeta aos Estados Unidos e os mercados internacionais.

Durante uma roda de imprensa que forma parte de sua visita no Chile, o Cardeal assinalou que "a crise econômica que se manifesta em todo mundo talvez é um sinal que nos diz que o mundo não está feito somente de contas, de dinheiro, de economia; e talvez esse é um fenômeno que nos serve para nos lembrar que se deve colocar à pessoa humana no centro de toda a economia mundial".
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Em sua terceira visita ao Chile, que contempla uma intensa agenda de atividades, o Cardeal Martino valorizou que os chilenos estejam interessados na doutrina social.

Fonte - ACI

Nota DDP: Só para que ninguém perca o passo, a "Doutrina Social da Igreja", que já se começa a tratar como tábua de salvação, passa pelo tema domingo...

Bento XVI exalta a liberdade de religião

CIDADE DO VATICANO, 2 OUT (ANSA) - "Para contrastar os flagelos de violência e terrorismo, extremismo e fundamentalismo, é preciso medidas legislativas", afirmou o papa Bento XVI, durante seu discurso aos bispos da Ásia Central, recebidos em audiência "ad limina", tradicional encontro que a cada cinco anos os bispos de um país ou região eclesiástica têm com o Pontífice.

"Nunca porém a força do direito pode se transformar em iniqüidade, nem pode ser limitado o livre exercício das religiões, pois professar livremente a própria fé é um dos direitos universalmente reconhecidos", ressaltou Bento XVI.

No discurso, o papa também declarou que o catolicismo é contrário ao proselitismo. "Parece-me útil reforçar que a Igreja Católica não impõe, mas propõe livremente a fé católica, sabendo bem que a conversão é o fruto misterioso da ação do Espírito Santo", explicou.

Isto porque, segundo o Papa, "a fé é um dom e obra de Deus, justamente por isso, é proibida toda forma de proselitismo que constrinja ou induza alguém a abraçar a fé".

"Uma pessoa não pode se abrir à fé depois de matura e responsável reflexão, ela deve poder realizar livremente esta íntima aspiração. Isto acontece em favor não só do indivíduo, mas de toda a sociedade, pois a fiel observância dos preceitos divinos ajuda a construir uma convivência mais justa e solidária", esclareceu.

Fonte - Ansa

Nota DDP: Uma notícia tão pequena com tantas inferências! BXVI está pregando abertamente que as religiões devem ter barreiras morais na legislação, no que ele chama de "fundamentalismo". Qual o limite disso? Se recusar a não transgredir o Sábado seria fundamentalismo? Não se alinhar com outros grupos fechando em questões de interesse coletivo que se opõem à Lei de Deus é fundamentalismo?

Sobre proselitismo é um claro "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Aliás também neste assunto alguns grupos já ventilaram a proposto de limitarem por lei o avanço de determinadas religiões e divagar sobre constrangimento é trata de um campo quase ilimitado para tratar do evangelismo de muitos segmentos religiosos.

Por fim, quais os preceitos divinos que BXVI entende devam ser norma de conduta para a construção de uma nova sociedade?

Evangélicos são vistos como elementos perigosos

ALEMANHA (*) - As atitudes do público em relação aos evangélicos na Alemanha têm mudado. Antes ignorados, agora eles são o alvo das atenções.

Na terra natal do reformador Martinho Lutero, a mídia tende a se dirigir aos evangélicos com hostilidade. Segundo Stephan Holthaus, reitor da Academia Teológica Livre, os 1,3 milhões de evangélicos do país são tratados como fundamentalistas perigosos.

Falando em uma reunião da Aliança Evangélica Alemã no município de Blankenburg, em 27 de setembro, Holthaus criticou a mídia por apresentar uma imagem indiferenciada dos evangélicos. Eles são sempre descritos como “radicais” ou “militantes” em nome de sua fé.

Questões mínimas, como o ensino doméstico (em alguns países, os pais podem providenciar que a educação de seus filhos seja em casa), foram exageradas. A mídia parece afirmar que os evangélicos, no geral, recusam-se a enviar seus filhos às escolas públicas.

Para a maioria dos evangélicos, entretanto, essa não é a questão, afirma Holthaus.

Muitos jornalistas também tentam explorar o medo criado pelo extremismo religioso. Assim, colocam terroristas islâmicos e evangélicos em um mesmo patamar.

"Os evangélicos não se encaixam no sistema de uma sociedade totalmente tolerante. Nós evangelizamos e afirmamos a existência de uma verdade absoluta”, afirma Holthaus. Esse ponto de vista choca-se com o relativismo pós-moderno que governa Estados ocidentais.

Holthaus admitiu que os evangélicos tenham falhado algumas vezes em debates públicos, por não terem argumentos bons o bastante.

Aproximadamente 400 congregações evangélicas não são afiliadas a nenhuma igreja já estabelecida na Alemanha, segundo dados do governo. O número de igrejas formadas por imigrantes também está crescendo.

Fonte - Portas Abertas

Nota DDP: Sugiro seja ouvido o sermão "A Sacudidura" do Pr. Berndt Wolter, onde ele enfoca de forma muito esclarecedora esta questão de como paulatinamente o mundo deve se voltar contra o que se entende como "fundamentalismo", aliás é o que se depreende claramente da simples leitura do próximo post.

«Sutil revolução» de Bento XVI na relação com judeus

Um sacerdote israelense comenta um dos discursos do Papa em Paris

JERUSALÉM, quarta-feira, 1º de outubro de 2008 (ZENIT.org).- Para o Pe. David Mark Neuhaus, Bento XVI introduziu uma «sutil revolução» nas relações com os judeus durante sua recente viagem a Paris, simplesmente citando o Talmud. O jesuíta israelense, secretário-geral de vicariato católico de língua hebraica em Israel (conhecido também como «Associação de Santiago»), explica essa «revolução» em um artigo publicado no site do vicariato.
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Ao comentar a importância do sabat, o Papa disse: «Acaso não diz o Talmud Yoma (85b): «O sábado foi dado para vós, não vós para o sábado?».
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O jesuíta se pergunta: «Não é uma sutil revolução que o Santo Padre não apenas cumprimente com fervor a comunidade judaica de Paris, mas que também cite o próprio Talmud babilônico? Não é significativo também que cite o ensinamento talmúdico que ressoa profundamente no magistério de Jesus de Nazaré?».

Fonte - Zenit

Nota DDP: Que belo engodo não? Defendendo abertamente o povo judeu para em seguida criticar implicitamente o Sábado. Aceitarão?

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vaticano insiste na parceria política-religião

Ontem mencionei que o agravamento da crise financeira nos EUA resultaria num efeito colateral desagradável: o aumento da influência e controle de setores religiosos na política não apenas nos EUA mas também ao redor do mundo. Menos de 24 horas se passaram e a previsão já começou a se concretizar, conforme pode ser visto pelas declarações do secretário de Estado do Vaticano:

A crise financeira que afeta a economia mundial mostra que "a política precisa da religião", principalmente da mensagem ética do cristianismo, declarou nesta terça-feira o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano... "Para administrar a globalização, a política precisa não só de uma ética inspirada na religião e sim de uma religião racional. Por isso precisa do cristianismo", afirmou. (AFP)

"No desempenho dos diferentes papéis, a política tem necessidade da religião; ao contrário, quando Deus é ignorado, a capacidade de respeitar o direito e de reconhecer o bem comum começa a desvanecer-se", acrescentou o cardeal. (Zenit)

A posição católica é uma perigosa meia-verdade: que o mundo precisa de Deus está claro para os cristãos, porém, que isso deva ser alcançado mediante a política é visão exclusiva do catolicismo. Por trás dessas afirmações está o desejo de reconquistar a supremacia mundial por parte da Santa Sé, prova disso é a insistência em defender o "bem comum" (comum a quem? não aos guardadores do sábado, com certeza, e sim uma forma de coletivismo reprovável). Tão logo a Igreja Católica assuma o poder (ou contribua com a Direita Cristã norte-americana para alcançá-lo), ela passará a perseguir as minorias religiosas, como já fez no passado...

Saiba mais:
"Igreja Católica, Liberdade e Estado Laico" (Leia aqui).
"A Doutrina Social Católica é discriminatória ou impraticável" (Leia aqui).
"A Igreja Romana nunca mudou" (Leia aqui).
"A imagem da besta" (Leia aqui).
"Uma nação" (Leia aqui).
"O abismo entre o individualismo e o coletivismo" (Leia aqui).

Fonte - Minuto Profético

O Cenário do Mundo para Receber o Anti-Cristo - O Homem do Pecado - II Tes. 2:3-11

1. Aquecimento Global - Nunca em toda história conhecida aconteceu tantos desastres naturais. O mundo está agonizando de calor e os efeitos cada ser humano, seja pobre ou seja rico, tem sido na pele. O prejuízo causado pelos desastres naturais são enormes. A perda de vidas e propriedades são incalculáveis. O mundo está à beira do colapso na natureza e não há perspectiva de uma solução.

2. A Crise Financeira - Com esta crise que aterroriza o mundo da economia, não há espaço para combater o aquecimento global, então a tendência é piorar ainda mais, tanto a crise como o aquecimento global. O mundo está perdendo dinheiro. Os grandes empresários, que antes se assentavam em cima do seu dinheiro, estão tendo o desprazer de vê-lo descer pelo ralo. Como o aquecimento global causa prejuízo de milhões e o mundo está perdendo dinheiro, eu pergunto: como sanar, ou pelo menos aliviar as perdas de propriedades e vidas que o aquecimento global tem causado sem dinheiro?

3. A Violência e o Terrorismo - Estes dois fatores tem causado o desenvolvimento de tecnologia para tirar a liberdade das pessoas. Já foram feitas diversas alterações nas leis para que o cidadão comum perca sua privacidade. O mundo está ficando um local quase que insuportável para viver.

4. As Crises Familiares - Quanto mais nos aproximamos do fim percebemos os valores familiares em baixa. Os homens não estão dando o valor que a família merece, este é o motivo de tanto divórcio e filhos deliqüentes.

5. Epidemias - Nunca estivemos tão expostos a tantas doenças.

6. Crises políticas - As crises em diversos países tem sido motivo de noticiário em todas os tele-jornais.

7. Guerras - Os rumores de uma nova guerra fria e os rumores de países insatisfeitos com os EUA podem gerar uma grande guerra como descrita em Daniel 11.

8. Terremotos - O mundo tem sido assolados de todos os lados, nunca se viu falar de tantos terremotos.

9. Falso Reavivamento Religioso - Nunca o número de evangélicos foi tão significativo ao ponto de até o políticos se declararem evangélicos para conseguirem votos. Hoje o mundo prostestante tem ganhado força.

10. Falsos Milagres - Junto com o crescimento evangélico vem a demonstração de milagres e prodígios como descrito por Cristo em Mateus 24:24.

Eu apenas enumerei 10 (dez) pontos, você pode fazer sua lista também.

O mundo em conflitos, guerras, desastres e ainda religioso, nunca se falou tanto em religião. O cenário perfeito para o aparecimento de um falso cristo.

Agora eu quero que você veja e entenda que o mundo está sendo preparado para receber a personificação do anti-cristo como solução para tudo isso, pois ele aparecerá e resolverá parte do problema para dá início em sua empreitada contra o povo de Deus. As crises mundiais tem levado ao falso reavivamento religioso para que, assim, Satanás possa aparecer e enganar todos e quase os escolhidos. Veja que o nosso inimigo é inteligente e tem trabalho arduamente, enquanto nós estamos brincando de cristianismo.

Neste cenário descrito acima, ao aparecer o anti-cristo os cristãos nominais se entregarão a ele, as grandes potências mundias serão forçadas a entregarem a ele o comando, pois ele com todo o poder da mentira e do engano realizará falsos milagres para solucionar os problemas, veja que Cristo nos advertiu sobre isso, mas como ele não terá poder para conter a ira da cólera de Deus, então ele se voltará contra um pequeno povo que insiste em não obedecê-lo e então decreta a sua morte.

Você consegue entender isso? Quando iremos despertar? Até quando seremos néscios? Busquemos Óleo para nossas lâmpadas agora.

Fonte - Resta uma Esperança

Mundo precisa do cristianismo frente à crise financeira (Vaticano)


CIDADE DO VATICANO (AFP) — A crise financeira que afeta a economia mundial mostra que "a política precisa da religião", principalmente da mensagem ética do cristianismo, declarou nesta terça-feira o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano.

Para o número dois da Santa Sé, ao ter "ignorado Deus" e esquecido os valores cristãos, o sistema relegou também valores como o respeito aos direitos humanos e ao bem comum.

Para Bertone, braço direito do papa Bento XVI, "o trágico fim de todas as ideologias políticas demonstra isso".

"Parece-me que a atual crise financeira mundial confirma isso", acrescentou durante uma conferência organizada pela Fundação Aspen.

"Ao buscar apenas os lucros, identificados como o maior bem, acaba-se anulando os estes mesmos lucros", ressaltou.

"Para administrar a globalização, a política precisa não só de uma ética inspirada na religião e sim de uma religião racional. Por isso precisa do cristianismo", afirmou.

O tema da fé e da razão é um dos argumentos centrais do pontificado de Bento XVI, que em suas viagens ao exterior, sobretudo na Europa (Alemanha e França), procura debatê-lo com intelectuais e teólogos.

O cardeal Bertone se referiu também à "ética laica", que "apesar de buscar o bem comum é muito frágil".

"Apesar disso, a proclamação solene dos direitos invioláveis da pessoa é negada na prática pelos fatos", assegurou ao ressaltar a intolerância e os modelos culturais vigentes.

Fonte AFP

Nota: O cristianimo do qual o Cardeal fala, não é o cristianismo como ensinado na Bíblia, mas sim o cristianismo como a Igreja Católica ensina, misturando verdade e mentira, como fizeram com a Lei de Deus. O mundo está sendo preparado para que Satanás possa aparecer na pessoa do anti-cristo, se dizendo ser a solução para os problemas da humanidade. O mundo caminha a passos largos para o fim de todas as coisas.

Fonte - Resta uma Esperança

Dicas para o fim da crise financeira

WASHINGTON, 29 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Enquanto o Congresso dos Estados Unidos debatia sobre a crise financeira que o país atravessa, os bispos elaboravam sua própria lista de princípios neste campo, que eles esperam que sejam levados em consideração.
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Em primeiro lugar, Dom Murphy explicou que os bispos estão rezando por esta situação, que definiu como «terrivelmente preocupante e enormemente complicada». Ainda que nem ele nem o resto dos bispos se considerem especialistas nem técnicos «nestas complicadas questões», acrescenta, «nossa fé e nossos princípios morais podem ajudar na busca de respostas efetivas à desordem econômica que afeta o nosso povo».
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Sugiro a releitura das considerações aviadas ontem pelo Minuto Profético.

«Política tem necessidade do cristianismo»

ROMA, terça-feira, 30 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- «A política tem necessidade do cristianismo» na hora de responder aos desafios da globalização, pois ele sintetiza em si mesmo a razão, a fé e a vida, encarnando assim um forte anseio universal, afirmou hoje o cardeal Tarcisio Bertone, no encontro sobre «O século das crenças», por ocasião da apresentação do último número da revista «Aspenia», jornal trimestral de política internacional do Aspen Institute Italia.
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«Nunca estive de acordo com quem sustenta que a política é inútil porque promete construir pontes inclusive por onde o rio não passa. Estou convencido, ao contrário, de que a política é necessária, mas creio que, para comunicar valores autênticos, ela tem de respeitar a ‘ponte’ que une cada um destes valores a Deus», explicou.

«No desempenho dos diferentes papéis, a política tem necessidade da religião; ao contrário, quando Deus é ignorado, a capacidade de respeitar o direito e de reconhecer o bem comum começa a desvanecer-se», acrescentou.
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Segundo Bertone, «para dirigir a globalização, a política não precisa apenas de uma ética inspirada na religião, mas sim que essa religião seja racional. Também por isso, a política precisa do cristianismo».
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«O cristianismo promove valores que não deveriam ser etiquetados como ‘católicos’ e, portanto, ‘parciais’, aceitáveis apenas para quem compartilha esta fé», apontou, porque «a verdade desses valores está em sua correspondência com a natureza do homem e portanto, com sua verdade e dignidade».

Em conseqüência, acrescentou, «quem os sustenta não busca estabelecer um regime confessional, mas simplesmente é consciente de que a legalidade encontra sua raiz última na moralidade, e que esta, para ser plenamente humana, não pode deixar de respeitar a mensagem procedente da natureza da pessoa, porque nela está inscrito também seu ‘dever ser’».
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À luz disso, a freqüência das intervenções da Igreja na defesa dos «valores não-negociáveis», acrescenta o cardeal, «não deve ser interpretada como uma ingerência indevida em um âmbito que não lhe é próprio», mas como «uma ajuda para fazer crescer uma consciência reta e iluminada, e por isso mesmo, mais livre e responsável».

«A Igreja não busca nem o aplauso nem a popularidade, porque Cristo a envia ao mundo ‘para servir’ e não ‘para ser servida’; não quer ‘ganhar a toda custa’, mas convencer, ou pelo menos ‘alertar’ os fiéis e todas as pessoas de boa vontade sobre os riscos que o homem corre quando se afasta da verdade sobre si mesmo», concluiu.

Fonte - Zenit

SETEMBRO NEGRO

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Ao planejar o ataque terrorista às torres do World Trade Center, Osama bin Laden pretendia liquidar o capitalismo. O que os seus aviões-bomba não conseguiram em 11/9 foi alcançado em com relativa facilidade em 29/9 por uma das bolhas assassinas produzidas nas vizinhanças da Rua do Muro.

Fonte - Observatório da Imprensa

Nota DDP: É engraçado que alguns pastores americanos vinham dizendo desde o meio do primeiro semestre que setembro seria um ponto a ser observado no posicionamento dos EUA no cumprimento profético, por conta de uma severa erosão econômica. Alguém poderia falar: "mas isso eram favas contadas!" Eram sim, mas esses pastores foram chamados de fanáticos...

Europa e EUA ampliarão cooperação na luta contra o terrorismo

Seis países europeus e os EUA concordaram em ampliar a cooperação internacional na luta contra o terrorismo em encontro em Bonn. Objetivo é criar uma estratégia preventiva, na qual a internet desempenha um papel central.

Os ministros do Interior de seis países europeus e dos Estados Unidos concordam em ampliar a cooperação internacional na luta contra o terrorismo. Alemanha, França, Reino Unido, Polônia, Itália, Espanha e EUA estão de acordo quanto ao fato de que o terrorismo internacional só pode ser combatido com sucesso para além das fronteiras nacionais, afirmou o ministro alemão Wolfgang Schäuble após o encerramento do encontro ministerial neste sábado (27/09) em Bonn.

Segundo sua homóloga britânica, Jacqui Smith, só será possível combater o terrorismo se os países atuarem em conjunto, adaptando suas posições à dos demais a fim de defender valores comuns. Segundo Smith, 81 pessoas foram detidas no Reino Unido desde 2007 e em quase todos os casos foi possível confirmar o alcance internacional da ameaça.
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Fonte - DW World

Muitos muçulmanos franceses preferem escolas católicas

MARSELHA, FRANÇA- A brilhante cantina da Escola Católica de St. Mauront está notavelmente silenciosa: É o Ramadã e 80% dos estudantes são muçulmanos. Quando o sinal para o intervalo toca, meninos e meninas correm em meio a crucifixos e uma grande cruz de madeira que fica no corredor, rumo à oração muçulmana do meio-dia.

“Há respeito por nossa religião aqui”, disse Nadia Oualanem 14, estudante descendente de algerianos, que tem seus cabelos escondidos por um véu preto. “Na escola pública”, ela acrescentou, fazendo gestos que indicavam prédios ao seu redor, “ Eu não teria permissão para usar o véu”.

Na França, que tem apenas quatro escolas muçulmanas, algumas das 8.847 escolas Católicas Romanas do país se tornaram refúgios para muçulmanos que procuram o que falta com frequência no sobrecarregado e leigo setor público: espiritualidade, um ambiente onde boas maneiras valem tanto quanto a matemática e altos níveis acadêmicos.

Não há estatísticas nacionais, mas educadores muçulmanos e católicos estimam que estudantes muçulmanos sejam mais de 10% dos dois milhões de estudantes nas escolas católicas. Em bairros de Marselha com diversidade étnica e no norte industrial, a proporção chega a ser mais que a metade.
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Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Não é por acaso que tanto se tem insistido pela adoção de bases católicas na educação por parte do Vaticano. Essa é uma poderosa ferramenta de aproximação com outras confissões reiligiosas, como neste caso, uma vez que o islamismo tem se expandido fortemente no continente europeu.
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