Deu no Der Spiegal:
“Os Estados Unidos não são mais capazes de carregar nos ombros as crises mundiais. Mas quem assumirá seu lugar? Rússia, Brasil, China e Índia estão crescendo, mas também estão competindo com a Europa e os Estados Unidos por recursos naturais finitos. Apenas um futuro comum, uma "mudança por meio de reaproximação" e não um "choque de futuros", pode nos conduzir adiante.
"Os americanos... só sabem nadar em um mar. Eles nunca desenvolveram a capacidade de ingressar no mundo de outros povos." - Fareed Zakaria
Nós estamos vivendo em uma era sem uma potência mundial única, dominante. O mundo está tomado por crises - mudança climática, escassez de recursos, crise financeira e alimentar, proliferação nuclear e Estados fracassados. Nenhum país pode conceber soluções para tratar de todos esses problemas. Nem mesmo a Organização das Nações Unidas (ONU) está à altura da tarefa. De fato, como reconheceu o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, na Conferência de Governança Progressista, em abril em Londres, as organizações internacionais fundadas após a Segunda Guerra Mundial não mais atendem às necessidades atuais.
...
Fonte - Democracia & Política
Nota DDP: Mais um texto que não carece de maiores comentários. Talvez fosse interessante fazer-se uma busca no Google sobre "crise financeira" e "nova ordem mundial", os irmãos certamente achariam materiais interessantes neste tema, já "profetizados" há algum tempo no mundo pós 11 de Setembro, sobre as possibilidades que se avizinham.
Sugiro também a leitura do artigo "O plano secreto do governo Bush para suspender a constituição americana", o que também pode ser realizado, ainda que de forma precária, mas compreensível, através de ferramentas de tradução para os que não dominarem o idioma. O artigo não parece ser de lavra de um adventista, mas dá nuances claras de ratificação de uma obra infelizmente tão criticada, especialmente por quem não a leu, chamada "O Grande Conflito". Ainda dá tempo.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Sínodo da Palavra, resposta às seitas
A interpretação fundamentalista da Bíblia ganha adeptos
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 8 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O Sínodo dedicado à Palavra quer converter-se em uma resposta aos fiéis católicos que deixam a Igreja para se unirem a seitas que oferecem uma pregação fundamentalista da Bíblia.
As seitas, de fato, são um dos argumentos sobre os quais mais se falou nas discussões que tomaram conta da congregação geral entre terça e quarta-feira.
O número 56 no Instrumentum Laboris (documento de trabalho) que os participantes na assembléia do Sínodo tomam por referência em suas intervenções considera que “especial atenção merecem as numerosas seitas, que atuam em diversos continentes e que se servem da Bíblia para fins impróprios e com métodos estranhos à Igreja”.
...
“Contudo, longe de apaziguar, a proliferação cancerosa de seitas de todo tipo e com as motivações mais diversas é motivo de inquietude para os pastores da Igreja, dado que sua doutrina se baseia em uma interpretação fundamentalista das Sagradas Escrituras”.
“E, ainda, numerosos textos bíblicos dissuadem esta interpretação e incitam mais a recorrer a critérios estabelecidos”.
“Ou seja, existem normas de interpretação das Escrituras, das quais Pedro e os apóstolos são garantidores (cf. 2 Pe 1,16-19). O próprio Pedro afirma que ‘nenhuma profecia da Escritura pode ser interpretada por conta própria’, porque ‘os homens, movidos pelo Espírito Santo, falaram da parte de Deus (2 Pe 1, 20-21).”
E Pedro condena os “falsos doutores” e suas “heresias perniciosas”, acrescentou o arcebispo, considerado um dos maiores biblistas na África.
...
A África se converteu, neste sentido, no terreno de crescimento para as seitas, como reconheceu Dom John Olorunfemi Onaiyekan, arcebispo de Abuja (Nigéria), quem denunciou a proliferação de grupos que, além de “fundamentalistas, são anticatólicos declarados”.
“A África, infelizmente, é a lixeira de outros continentes, que jogam nela todo tipo de idéias disparatadas, tais como que a nossa Igreja não respeita a Bíblia e que, portanto, não pode ser considerada verdadeiramente católica.”
...
Concluiu dizendo que “não deveríamos ficar somente no interior da barca, ocupando-nos das questões relativas à construção para melhorar a estabilidade da rota. Como os apóstolos, depois de ter recebido o Espírito em pentecostes, deveríamos perguntar: como fazemos para sair desta Sala, já que a Palavra de Deus e o Espírito de Deus querem chegar às pessoas, e fazê-lo através de nós”.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Não há muito o que comentar, destacaria apenas a "proliferação cancerosa", "heresias perniciosas" e "anti-católicos declarados", para fazer alguns pensarem que grupos se enquadrariam nestes discursos e, quais estão convictos que devem se afastar deles alinhando-se ao poder romano, bem como pedir atenção cada vez mais acurada para a forma como estes lindos conceitos sairão do "interior da barca".
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 8 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- O Sínodo dedicado à Palavra quer converter-se em uma resposta aos fiéis católicos que deixam a Igreja para se unirem a seitas que oferecem uma pregação fundamentalista da Bíblia.
As seitas, de fato, são um dos argumentos sobre os quais mais se falou nas discussões que tomaram conta da congregação geral entre terça e quarta-feira.
O número 56 no Instrumentum Laboris (documento de trabalho) que os participantes na assembléia do Sínodo tomam por referência em suas intervenções considera que “especial atenção merecem as numerosas seitas, que atuam em diversos continentes e que se servem da Bíblia para fins impróprios e com métodos estranhos à Igreja”.
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“Contudo, longe de apaziguar, a proliferação cancerosa de seitas de todo tipo e com as motivações mais diversas é motivo de inquietude para os pastores da Igreja, dado que sua doutrina se baseia em uma interpretação fundamentalista das Sagradas Escrituras”.
“E, ainda, numerosos textos bíblicos dissuadem esta interpretação e incitam mais a recorrer a critérios estabelecidos”.
“Ou seja, existem normas de interpretação das Escrituras, das quais Pedro e os apóstolos são garantidores (cf. 2 Pe 1,16-19). O próprio Pedro afirma que ‘nenhuma profecia da Escritura pode ser interpretada por conta própria’, porque ‘os homens, movidos pelo Espírito Santo, falaram da parte de Deus (2 Pe 1, 20-21).”
E Pedro condena os “falsos doutores” e suas “heresias perniciosas”, acrescentou o arcebispo, considerado um dos maiores biblistas na África.
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A África se converteu, neste sentido, no terreno de crescimento para as seitas, como reconheceu Dom John Olorunfemi Onaiyekan, arcebispo de Abuja (Nigéria), quem denunciou a proliferação de grupos que, além de “fundamentalistas, são anticatólicos declarados”.
“A África, infelizmente, é a lixeira de outros continentes, que jogam nela todo tipo de idéias disparatadas, tais como que a nossa Igreja não respeita a Bíblia e que, portanto, não pode ser considerada verdadeiramente católica.”
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Concluiu dizendo que “não deveríamos ficar somente no interior da barca, ocupando-nos das questões relativas à construção para melhorar a estabilidade da rota. Como os apóstolos, depois de ter recebido o Espírito em pentecostes, deveríamos perguntar: como fazemos para sair desta Sala, já que a Palavra de Deus e o Espírito de Deus querem chegar às pessoas, e fazê-lo através de nós”.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Não há muito o que comentar, destacaria apenas a "proliferação cancerosa", "heresias perniciosas" e "anti-católicos declarados", para fazer alguns pensarem que grupos se enquadrariam nestes discursos e, quais estão convictos que devem se afastar deles alinhando-se ao poder romano, bem como pedir atenção cada vez mais acurada para a forma como estes lindos conceitos sairão do "interior da barca".
Bento XVI publicará encíclica social
Cidade do Vaticano, 09 out (RV) - A anunciada encíclica social do Papa Bento XVI deverá ser publicada até final deste ano. Foi o que disse o presidente do Pontifício Conselho para os Migrantes e os Itinerantes, cardeal Renato Raffaele Martino durante a coletiva de imprensa de apresentação da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, 2009, realizada ontem na Sala de Imprensa do Vaticano.
Respondendo à pergunta de um jornalista se existe a possibilidade da publicação de uma encíclica social de Bento XVI, Dom Martino respondeu: “mais do que uma possibilidade, isso é uma realidade, um projeto já concretizado e esperamos que o Papa possa publicá-la antes do fim deste ano”.
Ainda durante a coletiva de imprensa o cardeal Martino deu seu parecer favorável à construção de mesquitas na Europa. “Os imigrantes que chegam aos nossos países e contribuem para a manutenção do nosso nível econômico, têm necessidade de lugares para rezar, e a isso ocorre prover de maneira decente”, afirmou. “Eu sei que também as igrejas locais estão trabalhando neste sentido”, completou.
...
Comentando as palavras do cardeal Martino, favoráveis à abertura de novas mesquitas na Europa no respeito também das suas exigências religiosas, o presidente dos Intelectuais Muçulmanos da Itália, Ahmad Giampiero Vincenzo, disse que “neste momento em que se verifica o aumento do racismo na Itália e na Europa, a Igreja demonstra ter as posições mais avançadas e deveria ser ouvida por todos”.
...
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Duas em uma, não?
Primeiro que as encíclicas sociais confeccionadas pelo Vaticano encontram-se no relato da história como impulsos importantes a grandes modificações no ambiente externo ao redil religioso e, em um momento de crise extrema como este em que o mundo está afundado, não seria de se admirar a repetição deste posicionamento. Aliás, será importante observar o posicionamento eventual do domingo nas propostas que virão.
Em segundo lugar, um líder muçulmano dizer que "a Igreja demonstra ter as posições mais avançadas e deveria ser ouvida por todos", deixa-me sem a necessidade de qualquer outras palavras...
Respondendo à pergunta de um jornalista se existe a possibilidade da publicação de uma encíclica social de Bento XVI, Dom Martino respondeu: “mais do que uma possibilidade, isso é uma realidade, um projeto já concretizado e esperamos que o Papa possa publicá-la antes do fim deste ano”.
Ainda durante a coletiva de imprensa o cardeal Martino deu seu parecer favorável à construção de mesquitas na Europa. “Os imigrantes que chegam aos nossos países e contribuem para a manutenção do nosso nível econômico, têm necessidade de lugares para rezar, e a isso ocorre prover de maneira decente”, afirmou. “Eu sei que também as igrejas locais estão trabalhando neste sentido”, completou.
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Comentando as palavras do cardeal Martino, favoráveis à abertura de novas mesquitas na Europa no respeito também das suas exigências religiosas, o presidente dos Intelectuais Muçulmanos da Itália, Ahmad Giampiero Vincenzo, disse que “neste momento em que se verifica o aumento do racismo na Itália e na Europa, a Igreja demonstra ter as posições mais avançadas e deveria ser ouvida por todos”.
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Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Duas em uma, não?
Primeiro que as encíclicas sociais confeccionadas pelo Vaticano encontram-se no relato da história como impulsos importantes a grandes modificações no ambiente externo ao redil religioso e, em um momento de crise extrema como este em que o mundo está afundado, não seria de se admirar a repetição deste posicionamento. Aliás, será importante observar o posicionamento eventual do domingo nas propostas que virão.
Em segundo lugar, um líder muçulmano dizer que "a Igreja demonstra ter as posições mais avançadas e deveria ser ouvida por todos", deixa-me sem a necessidade de qualquer outras palavras...
EUA confirmam reunião do G20 sobre crise financeira
O governo dos Estados Unidos confirmou nesta quarta-feira a realização no sábado de uma reunião do G20, grupo atualmente presidido pelo Brasil, sobre a crise econômica mundial.
O G20 reúne representantes das nações mais ricas do mundo e das principais economias emergentes: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Turquia e União Européia.
...
Fonte - BBC
Nota DDP: Definitivamente temos agora dois temas a mobilizarem os interesses da aldeia global e, como já anotado aqui em considerações anteriores, um influencia no outro. Se havia um encaminhamento do discurso ambiental para o investimento maciço em tecnologia para o combate ao aquecimento global, a crise financeira mundial acabou por inviabilizar este discurso, além de trazer outro motivo de pânico aos povos. Não por menos o Financial Times saiu-se com a seguinte manchete "Chefes monetários mundiais fazem acordos e entram em harmonia histórica", parecendo ser esta a tônica dos próximos acontecimentos em outros campos.
O discurso da união, que já vinha a todo vapor no mundo religioso, corre agora também para o meio político e, para que os "braços" sejam estendidos entre os dois, parece ser questão de tempo, pouco tempo.
O G20 reúne representantes das nações mais ricas do mundo e das principais economias emergentes: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Turquia e União Européia.
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Fonte - BBC
Nota DDP: Definitivamente temos agora dois temas a mobilizarem os interesses da aldeia global e, como já anotado aqui em considerações anteriores, um influencia no outro. Se havia um encaminhamento do discurso ambiental para o investimento maciço em tecnologia para o combate ao aquecimento global, a crise financeira mundial acabou por inviabilizar este discurso, além de trazer outro motivo de pânico aos povos. Não por menos o Financial Times saiu-se com a seguinte manchete "Chefes monetários mundiais fazem acordos e entram em harmonia histórica", parecendo ser esta a tônica dos próximos acontecimentos em outros campos.
O discurso da união, que já vinha a todo vapor no mundo religioso, corre agora também para o meio político e, para que os "braços" sejam estendidos entre os dois, parece ser questão de tempo, pouco tempo.
Bento XVI atento às mudanças climáticas
Bento XVI recebeu esta Quarta-feira, no Vaticano, o primeiro-ministro da Papua Nova Guiné, Michael Somare, com quem discutiu, entre outras coisas, os efeitos das mudanças climáticas.
Segundo comunicado da Santa Sé, o “encontro cordial” que decorreu após a audiência geral desta manhã versou sobre “a actual situação política e social” do país da Oceânia, bem como sobre “o significativo contributo da Igreja Católica, sobretudo nos sectores da educação, da promoção humana e da saúde”.
O Papa e Somare mantiveram ainda uma troca de opiniões sobre “alguns temas de interesse regional”, incluindo as relações com os países vizinhos e “os efeitos das mudanças climáticas”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: De olho nas mudanças climáticas, na crise financeira, na união das religiões para "paz"... E na forma de tirar proveito do pânico que estes temas têm causado para restabelecer o poderio romano.
Segundo comunicado da Santa Sé, o “encontro cordial” que decorreu após a audiência geral desta manhã versou sobre “a actual situação política e social” do país da Oceânia, bem como sobre “o significativo contributo da Igreja Católica, sobretudo nos sectores da educação, da promoção humana e da saúde”.
O Papa e Somare mantiveram ainda uma troca de opiniões sobre “alguns temas de interesse regional”, incluindo as relações com os países vizinhos e “os efeitos das mudanças climáticas”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: De olho nas mudanças climáticas, na crise financeira, na união das religiões para "paz"... E na forma de tirar proveito do pânico que estes temas têm causado para restabelecer o poderio romano.
A fogueira das vaidades vai se apagar
Anos atrás, no tempo da faculdade de Jornalismo, tive que ler o romance A Fogueira das Vaidades, do jornalista Tom Wolfe. A obra, que mais parece um dos típicos romances-reportagem do expoente do New Journalism, satiriza o poder dos ricos e políticos norte-americanos e mostra como esse poder é utilizado para abafar a podridão da vida dessas pessoas. O personagem principal é Sherman McCoy, um milionário que trabalha na bolsa de valores de Nova York e trai a esposa descaradamente. Aos 38 anos, rico e bem sucedido, McCoy se considera o máximo. Sua esposa, a “perua” Judy, só pensa em festas e decoração de ambientes. A filha deles, Claire, quase não pode contar com a companhia dos pais. Um dia McCoy comete um crime – atropela um cidadão pobre do Bronx, achando que sairá impune, mas é aí que seu “inferno” começa. Um jornalista alcoólatra, Peter Fallow, vê na história sua chance de produzir uma grande reportagem e subir na carreira. A matéria repercute e a polícia se vê obrigada a investigar o caso. O promotor e o advogado do caso só pensam em seus interesses – nenhum deles se preocupa com a verdade, apenas com o lucro que podem tirar da situação. Finalmente, McCoy acaba preso, perde a esposa e a amante e se vê falido.
Por que me lembrei do livro? Porque li esta nota publicada no Opinião e Notícia: “Um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), intitulado Estabilidade Financeira Global, afirma que o sistema financeiro atravessa um período de turbulências sem precedentes. A previsão é que os bancos em todo mundo continuem a registrar fortes perdas.”
Os Estados Unidos nasceram sob a bandeira da liberdade religiosa e de início foram favorecidos por Deus. “Era desígnio de Deus que este país [EUA] sempre permanecesse livre para todas as pessoas O adorarem de acordo com os ditames da consciência. Ele tencionava que suas instituições civis, em suas dilatadas produções, representassem a liberdade dos privilégios evangélicos” (Ellen G. White, Maranata, o Senhor Vem [MM 1977]). Mas o que deu errado? A fogueira das vaidades e da ambição desenfreada se inflamou. O amor ao lucro rápido e o consumismo desenfreado tomaram conta da nação. A festa da gastança parecia não ter limites e a bolha foi crescendo, crescendo até que implodiu.
Neste momento de guinada, que ficará registrado nos livros de História (se ainda houver muita história pela frente...), o papa Bento XVI aproveita para dar seu recado: “As atuais crises financeiras mostram a importância de construir a vida sobre o fundamento firme da Palavra. ... Devemos mudar nossa idéia de que a matéria, as coisas sólidas, que tocamos, sejam a realidade mais sólida, mais segura.”
Os Estados Unidos vêm perdendo prestígio. Estamos assistindo ao surgimento de um mundo multipolar, com potências econômicas e militares espalhadas pelo mundo. Logo, o Império Americano terá que estender a mão ao poder religioso – numa reedição do que o Império Romano fez com o cristianismo – a fim de retomar sua hegemonia arranhada. Daí para frente, os últimos eventos deverão ser rápidos. Leia os últimos capítulos do best-seller O Grande Conflito para conferir.
Fonte - Michelson Borges
Por que me lembrei do livro? Porque li esta nota publicada no Opinião e Notícia: “Um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), intitulado Estabilidade Financeira Global, afirma que o sistema financeiro atravessa um período de turbulências sem precedentes. A previsão é que os bancos em todo mundo continuem a registrar fortes perdas.”
Os Estados Unidos nasceram sob a bandeira da liberdade religiosa e de início foram favorecidos por Deus. “Era desígnio de Deus que este país [EUA] sempre permanecesse livre para todas as pessoas O adorarem de acordo com os ditames da consciência. Ele tencionava que suas instituições civis, em suas dilatadas produções, representassem a liberdade dos privilégios evangélicos” (Ellen G. White, Maranata, o Senhor Vem [MM 1977]). Mas o que deu errado? A fogueira das vaidades e da ambição desenfreada se inflamou. O amor ao lucro rápido e o consumismo desenfreado tomaram conta da nação. A festa da gastança parecia não ter limites e a bolha foi crescendo, crescendo até que implodiu.
Neste momento de guinada, que ficará registrado nos livros de História (se ainda houver muita história pela frente...), o papa Bento XVI aproveita para dar seu recado: “As atuais crises financeiras mostram a importância de construir a vida sobre o fundamento firme da Palavra. ... Devemos mudar nossa idéia de que a matéria, as coisas sólidas, que tocamos, sejam a realidade mais sólida, mais segura.”
Os Estados Unidos vêm perdendo prestígio. Estamos assistindo ao surgimento de um mundo multipolar, com potências econômicas e militares espalhadas pelo mundo. Logo, o Império Americano terá que estender a mão ao poder religioso – numa reedição do que o Império Romano fez com o cristianismo – a fim de retomar sua hegemonia arranhada. Daí para frente, os últimos eventos deverão ser rápidos. Leia os últimos capítulos do best-seller O Grande Conflito para conferir.
Fonte - Michelson Borges
Aquecimento global pode difundir doenças letais
Doze doenças letais devem ganhar uma difusão maior no mundo por causa das mudanças climáticas, alertou a Sociedade de Conservação da Vida Selvagem na terça-feira (7).
A entidade com sede em Nova York e atuação em 60 nações disse que é preciso monitorar melhora a vida selvagem para que seja possível detectar prematuramente a forma de propagação dos agentes patogênicos nas novas condições climáticas.
As doze doenças citadas no estudo são: gripe aviária, babesiose transmitida por carrapatos, cólera, ebola, parasitas, peste, doença de Lyme, maré vermelha (por contaminação de algas), febre do vale do Rift, doença do sono, tuberculose e febre amarela.
"Mesmo distúrbios menores podem ter consequências abrangentes sobre quais doenças poderiam encontrar e transmitir conforme o clima mudar", disse Steven Sanderson, diretor da entidade.
"O termo 'mudança climática' evoca imagens de calotas de gelo derretendo e níveis do mar aumentando para ameaçar cidades e nações costeiras, mas tão importante quanto isso é como o aumento das temperaturas e a flutuação dos níveis de precipitação vão alterar a distribuição de agentes patogênicos perigosos", disse ele.
"Monitorar a saúde da vida selvagem vai nos ajudar a prever onde esses pontos de perturbação vão ocorrer e planejar como nos preparar", disse ele em nota.
O Painel Climático da ONU diz que as emissões de gases do efeito estufa, principalmente pela queima de combustíveis fósseis, estão elevando a temperatura, com consequências como secas, ondas de calor e derretimento de geleiras.
"Durante milênios as pessoas souberam de uma relação entre saúde e clima", disse William Karesh, membro da entidade, durante entrevista coletiva em Barcelona por ocasião do lançamento de um relatório que está sendo lançado no congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza.
Segundo ele, o estudo não é uma lista exaustiva, e sim uma ilustração da variedade de doenças infecciosas que podem ameaçar humanos e animais. (Fonte: Estadão Online)
Fonte - Ambiente Brasil
A entidade com sede em Nova York e atuação em 60 nações disse que é preciso monitorar melhora a vida selvagem para que seja possível detectar prematuramente a forma de propagação dos agentes patogênicos nas novas condições climáticas.
As doze doenças citadas no estudo são: gripe aviária, babesiose transmitida por carrapatos, cólera, ebola, parasitas, peste, doença de Lyme, maré vermelha (por contaminação de algas), febre do vale do Rift, doença do sono, tuberculose e febre amarela.
"Mesmo distúrbios menores podem ter consequências abrangentes sobre quais doenças poderiam encontrar e transmitir conforme o clima mudar", disse Steven Sanderson, diretor da entidade.
"O termo 'mudança climática' evoca imagens de calotas de gelo derretendo e níveis do mar aumentando para ameaçar cidades e nações costeiras, mas tão importante quanto isso é como o aumento das temperaturas e a flutuação dos níveis de precipitação vão alterar a distribuição de agentes patogênicos perigosos", disse ele.
"Monitorar a saúde da vida selvagem vai nos ajudar a prever onde esses pontos de perturbação vão ocorrer e planejar como nos preparar", disse ele em nota.
O Painel Climático da ONU diz que as emissões de gases do efeito estufa, principalmente pela queima de combustíveis fósseis, estão elevando a temperatura, com consequências como secas, ondas de calor e derretimento de geleiras.
"Durante milênios as pessoas souberam de uma relação entre saúde e clima", disse William Karesh, membro da entidade, durante entrevista coletiva em Barcelona por ocasião do lançamento de um relatório que está sendo lançado no congresso da União Internacional para a Conservação da Natureza.
Segundo ele, o estudo não é uma lista exaustiva, e sim uma ilustração da variedade de doenças infecciosas que podem ameaçar humanos e animais. (Fonte: Estadão Online)
Fonte - Ambiente Brasil
Mudança climática deixaria milhões de refugiados
Danos ambientais provocados pelas alterações climáticas, como a desertificação e inundações, podem expulsar milhões de pessoas de suas casas nas próximas décadas, disseram especialistas na quarta-feira.
"Todos os indicadores mostram que estamos lidando com um grande problema global emergente", disse Janos Bogardi, diretor do Instituto do Meio Ambiente e da Segurança Humana, ligado à Universidade da ONU, em Bonn, na Alemanha.
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Fonte - Terra
"Todos os indicadores mostram que estamos lidando com um grande problema global emergente", disse Janos Bogardi, diretor do Instituto do Meio Ambiente e da Segurança Humana, ligado à Universidade da ONU, em Bonn, na Alemanha.
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Fonte - Terra
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Calma, ainda vai piorar
Um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), intitulado Estabilidade Financeira Global, afirma que o sistema financeiro atravessa um período de turbulências sem precedentes.
A previsão é que os bancos em todo mundo continuem a registrar fortes perdas.
Para o diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, não existe mais tempo para soluções a conta gotas. "Eu peço aos legisladores que tratem esta crise com medidas abrangentes que restaurem a confiança no setor financeiro” disse.
De acordo com Strauss-Kahn, os governos nacionais devem coordenar esses esforços de perto para trazer de volta a estabilidade do sistema financeiro mundial.
Opinião e Notícia
Aqui no Brasil, a Bovespa continua em queda (5,33%) e o dólar em alta (R$2,31). Ao que parece, como noticiou a Folha de S. Paulo, os investidores continuam com um "mau-humor incólume" aos pacotes, medidas e investimentos do tipo "tapa-buraco" feitos pelos governos mundiais, especialmente a americana.
A crise evidencia a situação deseperadora dos USA, uma nação favorecida pelos Céus, que teria tudo para ser a terra aonde "todas as pessoas" adorassem a Deus "segundo os ditames da consciência". Deus Mesmo "tencionava que suas [dos Estados Unidos] instituições civis, em suas dilatadas produções, representas sem a liberdade dos privilégios evangélicos." (Ellen White, Maranata!, p. 91).
Ao contrário da intenção divina, a crise revela uma nação tomada pela cobiça (Ellen White, idem), aonde seus concidadãos endividados percebem ter corrido em vão atrás do "American Dream". A falência das Instituições financeiras é também a falência de um padrão de consumismo exarcebado.
Neste momento de crise, oportunamente o papa Bento XVI apresenta uma mensagem frente à crise atual, destacando a Palavra de Deus como "verdadeira realidade". Não à toa, o texto escrito por Ellen White há mais de um século diz que a "mundanidade e a cobiça, que é idolatria, prevalecerão mediante a operação do arqui-enganador, até ser invalidada a lei de Deus em todos os seus aspectos."
Logo, o fragilizado gigante americano, em meio à "corrupção política" que "está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade", aceitará o apoio de Roma, e será formada a aliança que angarie "o favor do público", cedendo ao "pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo." (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 113). A silhueta dos eventos já se insinua em um horizonte não tão distante...
Fonte - Questão de Confiança
A previsão é que os bancos em todo mundo continuem a registrar fortes perdas.
Para o diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, não existe mais tempo para soluções a conta gotas. "Eu peço aos legisladores que tratem esta crise com medidas abrangentes que restaurem a confiança no setor financeiro” disse.
De acordo com Strauss-Kahn, os governos nacionais devem coordenar esses esforços de perto para trazer de volta a estabilidade do sistema financeiro mundial.
Opinião e Notícia
Aqui no Brasil, a Bovespa continua em queda (5,33%) e o dólar em alta (R$2,31). Ao que parece, como noticiou a Folha de S. Paulo, os investidores continuam com um "mau-humor incólume" aos pacotes, medidas e investimentos do tipo "tapa-buraco" feitos pelos governos mundiais, especialmente a americana.
A crise evidencia a situação deseperadora dos USA, uma nação favorecida pelos Céus, que teria tudo para ser a terra aonde "todas as pessoas" adorassem a Deus "segundo os ditames da consciência". Deus Mesmo "tencionava que suas [dos Estados Unidos] instituições civis, em suas dilatadas produções, representas sem a liberdade dos privilégios evangélicos." (Ellen White, Maranata!, p. 91).
Ao contrário da intenção divina, a crise revela uma nação tomada pela cobiça (Ellen White, idem), aonde seus concidadãos endividados percebem ter corrido em vão atrás do "American Dream". A falência das Instituições financeiras é também a falência de um padrão de consumismo exarcebado.
Neste momento de crise, oportunamente o papa Bento XVI apresenta uma mensagem frente à crise atual, destacando a Palavra de Deus como "verdadeira realidade". Não à toa, o texto escrito por Ellen White há mais de um século diz que a "mundanidade e a cobiça, que é idolatria, prevalecerão mediante a operação do arqui-enganador, até ser invalidada a lei de Deus em todos os seus aspectos."
Logo, o fragilizado gigante americano, em meio à "corrupção política" que "está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade", aceitará o apoio de Roma, e será formada a aliança que angarie "o favor do público", cedendo ao "pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo." (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 113). A silhueta dos eventos já se insinua em um horizonte não tão distante...
Fonte - Questão de Confiança
Tesouro dos EUA: mais instituições financeiras vão "quebrar"
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, declarou nesta quarta-feira que estão previstas outras eventuais quebras de instituições financeiras em seu país, apesar da entrada em vigor na sexta-feira passada do plano de resgate bancário.
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Fonte - Terra
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Fonte - Terra
UE: Redução de crédito será terrível

Et voilà. O temor cruzou o Atlântico. O Reino Unido declarou nesta quarta-feira a injeção de 50 bilhões de libras (o equivalente a US$ 87 bilhões) no mercado para proteger seu sistema financeiro da crise. Na terça, ministros das Finanças dos 27 países da União Européia reuniram-se às pressas em Luxemburgo, a fim de discutir medidas para enfrentar a crise global. Para tranqüilizar correntistas que já começam a sacar suas economias dos bancos do Velho Continente, os ministros europeus fixaram um valor mínimo de garantia dos depósitos bancários, 50 mil euros.
Thierry Foucault, PhD em Finanças e professor da Escola de Altos Estudos Comerciais de Paris (HEC, da sigla em francês - instituto que encabeça o ranking do jornal Financial Times das melhores instituições européias de estudos em Negócios), afirma que a crise de liquidez global já está forçando os bancos europeus a reduzirem o crédito:
- O Banco Central europeu injetou liquidez massiva no sistema interbancário, o que permite que os bancos emprestem dinheiro uns aos outros, para evitar o bloqueio completo do sistema - destaca Foucault.
O professor, que também já lecionou na Universidade de Oxford (Reino Unido) e é vencedor do prêmio de melhor jovem pesquisador francês em finanças, concedido pelo Instituto de Finanças Europlace, ressalta que a retração do crédito sinalizaria um "cenário terrível" para o continente.
- Em todo caso, a certeza é que a retração do crédito pelos bancos vai ampliar o quadro de recessão e trará taxas de desemprego ainda mais elevadas - sublinha.
Na última sexta-feira, 3, o ministro do Orçamento francês, Éric Woether, declarou que a França entrou em recessão, pois acumulou crescimento negativo em dois trimestres consecutivos. Nesta terça, no Brasil, o dólar fechou a R$ 2,31.
Um pacote de salvamento de mesma magnitude ao plano orquestrado pelo governo norte-americano ainda não tomou corpo na Europa, porém, a iniciativa do governo britânico evidencia que o matiz do sinal de alerta está enrubescendo. Outros países europeus já começaram a socorrer instituições em risco potencial de afogamento. Bélgica, Luxemburgo e França injetaram US$ 9,2 bilhões para ajudar o banco Dexia; o governo alemão declarou a polpuda ajuda de US$ 68 bilhões ao Hypo Real State, instituição hipotecária; enquanto na pequena Islândia, o governo assumiu nesta terça-feira, com dinheiro russo, o controle do Landsbankinn, segundo maior banco do país.
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Fonte - Terra Magazine
Thierry Foucault, PhD em Finanças e professor da Escola de Altos Estudos Comerciais de Paris (HEC, da sigla em francês - instituto que encabeça o ranking do jornal Financial Times das melhores instituições européias de estudos em Negócios), afirma que a crise de liquidez global já está forçando os bancos europeus a reduzirem o crédito:
- O Banco Central europeu injetou liquidez massiva no sistema interbancário, o que permite que os bancos emprestem dinheiro uns aos outros, para evitar o bloqueio completo do sistema - destaca Foucault.
O professor, que também já lecionou na Universidade de Oxford (Reino Unido) e é vencedor do prêmio de melhor jovem pesquisador francês em finanças, concedido pelo Instituto de Finanças Europlace, ressalta que a retração do crédito sinalizaria um "cenário terrível" para o continente.
- Em todo caso, a certeza é que a retração do crédito pelos bancos vai ampliar o quadro de recessão e trará taxas de desemprego ainda mais elevadas - sublinha.
Na última sexta-feira, 3, o ministro do Orçamento francês, Éric Woether, declarou que a França entrou em recessão, pois acumulou crescimento negativo em dois trimestres consecutivos. Nesta terça, no Brasil, o dólar fechou a R$ 2,31.
Um pacote de salvamento de mesma magnitude ao plano orquestrado pelo governo norte-americano ainda não tomou corpo na Europa, porém, a iniciativa do governo britânico evidencia que o matiz do sinal de alerta está enrubescendo. Outros países europeus já começaram a socorrer instituições em risco potencial de afogamento. Bélgica, Luxemburgo e França injetaram US$ 9,2 bilhões para ajudar o banco Dexia; o governo alemão declarou a polpuda ajuda de US$ 68 bilhões ao Hypo Real State, instituição hipotecária; enquanto na pequena Islândia, o governo assumiu nesta terça-feira, com dinheiro russo, o controle do Landsbankinn, segundo maior banco do país.
...
Fonte - Terra Magazine
Tudo o que fez grande a Europa tem suas raízes na Bíblia

VATICANO, 07 Out. 08 / 11:28 am (ACI).- O Arcebispo de Zagreb (Croácia), Cardeal Josip Bozanic, assinalou que "existe um vínculo indissolúvel entre a Bíblia e Europa. Tudo aquilo que fez grande à cultura européia e a sua civilização tem seu próprio ponto de partida na Bíblia".
Em sua intervenção na segunda Congregação Geral, o Cardeal croata explicou que "temas como a dignidade da pessoa, o reconhecimento dos direitos humanos, a separação entre Igreja e Estado –apenas para citar alguns exemplos– têm seu núcleo no manancial da Bíblia. A justiça social, os direitos, a crítica a qualquer tipo de idolatria, o rechaço às falsas imagens de Deus, também têm seu fundamento na Bíblia".
"Hoje na Europa se advertem os sinais de um renovado interesse pela Bíblia. portanto é necessário voltar a partir de Deus e do evento de sua Revelação, e ao mesmo tempo ter a coragem de uma nova e mais amadurecida proposta da Lectio divina", continuou.
Do mesmo modo, o Arcebispo advertiu que "Europa sem Deus corre o risco de converter-se em um ninho de angústia e de construir uma civilização do medo. A Palavra de Deus restitui a esperança e a alegria. Europa entra em crise quando não aceita a força interpretativa da Palavra de Deus, que tem na fé e em sua inspiração fundamento último. É árdua esta tarefa para todas as disciplinas científicas e especialmente para a teologia. Europa com razão se gaba do desenvolvimento de seu próprio pensamento teológico mas é necessário um ulterior esforço para uma confrontação mais proficua com as novas interpretações e buscas científicas, que freqüentemente estão, a propósito, separadas dos paradigmas hermenéuticos da verdade cristã".
"De fato, uma cultura que rompe com a celebração cristã, quer dizer com a celebração do Mistério da bondade de Deus e da salvação em Cristo, arrisca sua própria felicidade e empurra a Europa para a civilização da aflição e da tristeza, que adverte o peso da velhice e da morte. A Palavra de Deus restitui ao homem europeu a capacidade de celebrar a vida. Ali onde existem a celebração dos mistérios cristãos, a Igreja é jovem, e isto garante a juventude para a Europa", acrescentou.
O Cardeal Bozanic disse logo que "cheios pelo Espírito de Cristo que tiravam das Sagradas Escrituras, muitos católicos e cristãos europeus do século vinte, puderam discernir entre o bem e o mal, puderam resistir ao desafio dos totalitarismos, revelando a pérfida e satânica separação".
"A Sagrada Escritura lhes permitiu, descobrir não somente as debilidades dos outros e as próprias, mas sim antes que nada a esperança que surge da mesma Palavra de Deus", concluiu.
Fonte - ACI
Nota DDP: Não há dúvida que a chave para o futuro do homem se encontra na Bíblia, mas esta é apenas metade da pregação da ICAR, a segunda metade, como já vimos hoje em "Só o Magistério pode interpretar a Bíblia", a cosmovisão exigida é aquela promovida pelo Vaticano. Nada mais conveniente em um momento de angústia intensa pela crise mundial que está varrendo o globo e colocando os países em pânico, especialmente pelo quadro recente da Europa. Em outras palavras: "Voltem-se para Deus, nos temos as pedras que calçam este caminho". O tipo de cantilena promovida próxima à árvore no centro do jardim está novamente no ar...
Igreja e Estado juntos na busca do bem comum
A Igreja e o Estado estão "dispostos a cooperar" para "promover e servir o bem integral da pessoa humana", afirmou Bento XVI no dia 4 de outubro, no Palácio do Quirinale, ao realizar uma visita oficial ao presidente da República italiana, Giorgio Napolitano. (Zenit)
NOTA: Para o bem integral (comum) do ser humano a política e a religião não devem andar juntas!!!
Saiba mais:
"Bento XVI quer que Igreja e Estado andem juntos" (Leia aqui).
"Vaticano insiste na parceria política-religião" (Leia aqui).
Fonte - Minuto Profético
NOTA: Para o bem integral (comum) do ser humano a política e a religião não devem andar juntas!!!
Saiba mais:
"Bento XVI quer que Igreja e Estado andem juntos" (Leia aqui).
"Vaticano insiste na parceria política-religião" (Leia aqui).
Fonte - Minuto Profético
Vaticano ganha força e estende influência
Segundo o portal Terra, o Vaticano foi admitido hoje por unanimidade na Interpol durante a 77ª Assembléia Geral dessa organização internacional, que começou nesta terça-feira em São Petersburgo. A cooperação do Estado vaticano com a Interpol estará a cargo da Gendarmaria e da Guarda Suíça, disse o representante da Santa Sé ao discursar aos delegados do fórum na Rússia, informou a agência local Interfax. A Gendarmaria vaticana, o corpo militar que realiza os trabalhos da Polícia e de segurança no Estado do Vaticano, poderá trocar informação com o resto dos policiais e atualizar seus conhecimentos sobre procedimentos operacionais para combater o crime. “É possível que nossa participação pareça simbólica para alguns, mas desejamos realmente tirar proveito de nossa cooperação”, indicou o representante do papa Bento XVI.
Do site Zenit: “Ontem o Papa Bento XVI escreveu pessoalmente uma mensagem ao Patriarca de Moscou, Aléxis II, na qual lhe expõe a importância de ‘apressar o caminho rumo à unidade plena de todos os discípulos de Cristo’. Esse testemunho de reconciliação, assegura o Papa, é cada vez mais necessário ‘em nossos tempos, marcados tão freqüentemente pelo conflito e pela dor’, para que ‘a alegre mensagem da salvação se estenda a toda a humanidade’.
“A carta foi entregue a Sua Santidade Aléxis II pelo arcebispo de Nápoles, cardeal Crescenzio Sepe, em visita oficial a Moscou por convite do próprio patriarca e do Metropolita Kirill. O purpurado entregou a carta junto com uma relíquia de São Genaro, durante uma audiência no Kremlin, que durou mais de uma hora, em 2 de outubro passado.
“Na mensagem, o Papa assegura seu ‘profundo afeto por todos os irmãos ortodoxos’, e afirma que ‘a Fé em nosso Senhor Jesus Cristo é um vínculo que une os corações de uma maneira profunda e nos convida a reforçar nosso compromisso de manifestar ao mundo um testemunho compartilhado de convivência no respeito e na paz’.
“Bento XVI mostra sua proximidade especialmente das igrejas ortodoxas afetadas pelo conflito do Cáucaso, e acrescenta que oferece ‘diariamente orações pela paz, pedindo ao Senhor que os apelos de Sua Santidade para que acabe toda hostilidade pelo bem das nações seja escutado’.
“Em algumas declarações à Rádio Vaticano no mesmo dia, o cardeal Sepe explicou que a Igreja Católica e a Ortodoxa estão cada vez mais próximas, ‘como sublinhou com comoção o próprio Patriarca’. ‘A sensação é que se deu um passo bastante importante para criar um clima de proximidade e de respeito mútuo, de fraternidade e de amizade’, acrescentou o purpurado.
Por sua parte, Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni e presidente da Comissão para o Ecumenismo da Conferência Episcopal Italiana, explicou que a aproximação ‘deve continuar, neste sentido, com o encontro entre os diversos pastores de ambas as Igrejas’. No caminho rumo à unidade, acrescentou Dom Paglia, 'já não bastam os encontros entre os especialistas', mas que o ecumenismo ‘seja uma aproximação entre as Igrejas’.
“Por outro lado, o prelado sublinhou que o ecumenismo é cada vez mais ‘uma exigência da sociedade contemporânea’.”
O mesmo site Zenit afirma que a Igreja e o Estado estão “dispostos a cooperar” para “promover e servir o bem integral da pessoa humana”, segundo afirmou Bento XVI no dia 4 de outubro, no Palácio do Quirinale, ao realizar uma visita oficial ao presidente da República italiana, Giorgio Napolitano.
A visita, explicou Bento XVI, “não é só um ato que se inscreve no contexto das múltiplas relações entre a Santa Sé e a Itália, mas assume, poderíamos dizer, um valor muito mais profundo e simbólico”. Após momentos de tensão como a chamada “questão romana” – resolvida com a assinatura dos Pactos de Latrão em 11 de fevereiro de 1929 –, acrescentou o Papa, hoje se pode “afirmar com satisfação que na cidade de Roma convivem pacificamente e colaboram frutiferamente o Estado Italiano e a Sé Apostólica”.
Essa visita pretende, portanto, “confirmar que o Quirinale e o Vaticano não são colinas que se ignoram ou se enfrentam rancorosamente; são lugares que simbolizam o respeito mútuo da soberania do Estado e da Igreja, prontos para cooperar para promover e servir o bem integral da pessoa humana e o pacífico desenvolvimento da convivência social”.
Tudo isso é “uma realidade positiva, verificável quase cotidianamente em diversos níveis, e que também outros Estados podem observar para extrair ensinamentos úteis”.
O papa expressou o desejo de que a contribuição da comunidade católica “seja acolhida por todos com o mesmo espírito de disponibilidade com o qual é oferecida”.
Fonte - Michelson Borges
Do site Zenit: “Ontem o Papa Bento XVI escreveu pessoalmente uma mensagem ao Patriarca de Moscou, Aléxis II, na qual lhe expõe a importância de ‘apressar o caminho rumo à unidade plena de todos os discípulos de Cristo’. Esse testemunho de reconciliação, assegura o Papa, é cada vez mais necessário ‘em nossos tempos, marcados tão freqüentemente pelo conflito e pela dor’, para que ‘a alegre mensagem da salvação se estenda a toda a humanidade’.
“A carta foi entregue a Sua Santidade Aléxis II pelo arcebispo de Nápoles, cardeal Crescenzio Sepe, em visita oficial a Moscou por convite do próprio patriarca e do Metropolita Kirill. O purpurado entregou a carta junto com uma relíquia de São Genaro, durante uma audiência no Kremlin, que durou mais de uma hora, em 2 de outubro passado.
“Na mensagem, o Papa assegura seu ‘profundo afeto por todos os irmãos ortodoxos’, e afirma que ‘a Fé em nosso Senhor Jesus Cristo é um vínculo que une os corações de uma maneira profunda e nos convida a reforçar nosso compromisso de manifestar ao mundo um testemunho compartilhado de convivência no respeito e na paz’.
“Bento XVI mostra sua proximidade especialmente das igrejas ortodoxas afetadas pelo conflito do Cáucaso, e acrescenta que oferece ‘diariamente orações pela paz, pedindo ao Senhor que os apelos de Sua Santidade para que acabe toda hostilidade pelo bem das nações seja escutado’.
“Em algumas declarações à Rádio Vaticano no mesmo dia, o cardeal Sepe explicou que a Igreja Católica e a Ortodoxa estão cada vez mais próximas, ‘como sublinhou com comoção o próprio Patriarca’. ‘A sensação é que se deu um passo bastante importante para criar um clima de proximidade e de respeito mútuo, de fraternidade e de amizade’, acrescentou o purpurado.
Por sua parte, Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni e presidente da Comissão para o Ecumenismo da Conferência Episcopal Italiana, explicou que a aproximação ‘deve continuar, neste sentido, com o encontro entre os diversos pastores de ambas as Igrejas’. No caminho rumo à unidade, acrescentou Dom Paglia, 'já não bastam os encontros entre os especialistas', mas que o ecumenismo ‘seja uma aproximação entre as Igrejas’.
“Por outro lado, o prelado sublinhou que o ecumenismo é cada vez mais ‘uma exigência da sociedade contemporânea’.”
O mesmo site Zenit afirma que a Igreja e o Estado estão “dispostos a cooperar” para “promover e servir o bem integral da pessoa humana”, segundo afirmou Bento XVI no dia 4 de outubro, no Palácio do Quirinale, ao realizar uma visita oficial ao presidente da República italiana, Giorgio Napolitano.
A visita, explicou Bento XVI, “não é só um ato que se inscreve no contexto das múltiplas relações entre a Santa Sé e a Itália, mas assume, poderíamos dizer, um valor muito mais profundo e simbólico”. Após momentos de tensão como a chamada “questão romana” – resolvida com a assinatura dos Pactos de Latrão em 11 de fevereiro de 1929 –, acrescentou o Papa, hoje se pode “afirmar com satisfação que na cidade de Roma convivem pacificamente e colaboram frutiferamente o Estado Italiano e a Sé Apostólica”.
Essa visita pretende, portanto, “confirmar que o Quirinale e o Vaticano não são colinas que se ignoram ou se enfrentam rancorosamente; são lugares que simbolizam o respeito mútuo da soberania do Estado e da Igreja, prontos para cooperar para promover e servir o bem integral da pessoa humana e o pacífico desenvolvimento da convivência social”.
Tudo isso é “uma realidade positiva, verificável quase cotidianamente em diversos níveis, e que também outros Estados podem observar para extrair ensinamentos úteis”.
O papa expressou o desejo de que a contribuição da comunidade católica “seja acolhida por todos com o mesmo espírito de disponibilidade com o qual é oferecida”.
Fonte - Michelson Borges
Querem impor o “dia da família”

Na última semana, ficamos sabendo sobre a lei que ordena a honra ao domingo na Croácia e também sobre um projeto bastante semelhante no Espírito Santo. Na noite de quinta-feira, 2/10, resolvi dar uma olhada na propaganda eleitoral da minha terra, Lages, SC, para ver como as coisas andam por lá. Minha surpresa foi ver o candidato Manardo, do PT de Lages, líder sindical, pedir voto prometendo lutar contra a abertura do comércio no domingo, por ser este um dia sagrado [sic] e dedicado à família.
Comentei isso com minha esposa e vim escrever este post, para divulgar o e-mail enviado pelo amigo Marcelo Heidemann à deputada do ES. Tão logo comecei a escrever, minha esposa me disse que acabara de assistir, no horário eleitoral de Florianópolis, uma candidata do PV que se propôs a lutar pelo fechamento do comércio aos domingos, para fortalecer a “religião dos orixás”.
A ligação da “religião dos orixás” com a Igreja Romana já seria um farto campo para debates, mas fiquei boquiaberto com a larga disseminação da filosofia do fortalecimento do domingo como o “dia da família”, em um curso de tempo bastante curto.
Nos sentimos confortáveis ao pensar que leis dominicais estão sendo implantadas em um país distante, sem muita expressão, ou ainda em outro Estado do Brasil. Mas ver, com diferença de poucos segundos, dois candidatos apoiarem suas propostas eleitorais sobre a santificação do domingo, em duas cidades diferentes, nos faz refletir de maneira diferente sobre o assunto.
Será que estamos tão longe assim de leis que imporão a guarda do domingo? O campo de discussão deixou de ser um país distante e passou a ser a sua própria cidade! Este é o momento de orarmos e, mais do que nunca, buscarmos orientação na Palavra e na Inspiração.
Abaixo, segue o e-mail do Marcelo, nosso amigo da Igreja Adventista Central de Florianópolis e que é secretário parlamentar na Assembléia Legislativa de Santa Catarina, a quem parabenizo pela iniciativa:
“Senhora Deputada,
“Quando li a matéria citada abaixo, confesso que fiquei surpreso. Sou assessor parlamentar aqui na Assembléia Legislativa Catarinense. Temos um projeto de lei que tramita nesta Casa tratando de assunto relativo a concursos no sétimo dia da semana. O fato é que nós, aqui do gabinete do Deputado Nilson Gonçalves, entendemos que o sétimo dia é o sábado e não o domingo como propõe vossa lei.
“Neste link Vossa Excelência poderá ver na íntegra nosso projeto. Espero que ajude a refletir e buscar a verdade. Um forte abraço dos amigos de Santa Catarina.”
(Alexsander Silva, Em Defesa da Verdade)
Nota: Motivos não faltam para a imposição (e conseqüente aceitação quase universal) do domingo como dia de repouso. Os “ecomenistas” (ecologistas ecumênicos) defendem que esse é o dia apropriado para deixar a “mãe natureza” descansar. Os evangélicos já aceitam a “santidade” do domingo, mesmo sem base bíblica para isso. E os católicos, alegando seguir a autoridade da “santa madre igreja”, há séculos pregam a observância do domingo em substituição ao sábado bíblico. Logo logo aquilo que parecia delírio de adventistas será uma realidade. Quem viver verá os últimos capítulos preditivos do livro O Grande Conflito se tornando história.[MB]
Fonte - Michelson Borges
Comentei isso com minha esposa e vim escrever este post, para divulgar o e-mail enviado pelo amigo Marcelo Heidemann à deputada do ES. Tão logo comecei a escrever, minha esposa me disse que acabara de assistir, no horário eleitoral de Florianópolis, uma candidata do PV que se propôs a lutar pelo fechamento do comércio aos domingos, para fortalecer a “religião dos orixás”.
A ligação da “religião dos orixás” com a Igreja Romana já seria um farto campo para debates, mas fiquei boquiaberto com a larga disseminação da filosofia do fortalecimento do domingo como o “dia da família”, em um curso de tempo bastante curto.
Nos sentimos confortáveis ao pensar que leis dominicais estão sendo implantadas em um país distante, sem muita expressão, ou ainda em outro Estado do Brasil. Mas ver, com diferença de poucos segundos, dois candidatos apoiarem suas propostas eleitorais sobre a santificação do domingo, em duas cidades diferentes, nos faz refletir de maneira diferente sobre o assunto.
Será que estamos tão longe assim de leis que imporão a guarda do domingo? O campo de discussão deixou de ser um país distante e passou a ser a sua própria cidade! Este é o momento de orarmos e, mais do que nunca, buscarmos orientação na Palavra e na Inspiração.
Abaixo, segue o e-mail do Marcelo, nosso amigo da Igreja Adventista Central de Florianópolis e que é secretário parlamentar na Assembléia Legislativa de Santa Catarina, a quem parabenizo pela iniciativa:
“Senhora Deputada,
“Quando li a matéria citada abaixo, confesso que fiquei surpreso. Sou assessor parlamentar aqui na Assembléia Legislativa Catarinense. Temos um projeto de lei que tramita nesta Casa tratando de assunto relativo a concursos no sétimo dia da semana. O fato é que nós, aqui do gabinete do Deputado Nilson Gonçalves, entendemos que o sétimo dia é o sábado e não o domingo como propõe vossa lei.
“Neste link Vossa Excelência poderá ver na íntegra nosso projeto. Espero que ajude a refletir e buscar a verdade. Um forte abraço dos amigos de Santa Catarina.”
(Alexsander Silva, Em Defesa da Verdade)
Nota: Motivos não faltam para a imposição (e conseqüente aceitação quase universal) do domingo como dia de repouso. Os “ecomenistas” (ecologistas ecumênicos) defendem que esse é o dia apropriado para deixar a “mãe natureza” descansar. Os evangélicos já aceitam a “santidade” do domingo, mesmo sem base bíblica para isso. E os católicos, alegando seguir a autoridade da “santa madre igreja”, há séculos pregam a observância do domingo em substituição ao sábado bíblico. Logo logo aquilo que parecia delírio de adventistas será uma realidade. Quem viver verá os últimos capítulos preditivos do livro O Grande Conflito se tornando história.[MB]
Fonte - Michelson Borges
Só o Magistério pode interpretar a Bíblia
O prefeito da Congregação da doutrina da Fé, cardeal William Joseph Levada falou hoje que só o Magistério pode ser o autêntico intérprete da Bíblia. Como na Idade Média. Portanto, o povo não tem a capacidade de ler e entender o livro que DEUS deixou para iluminar a vida cristã de todos. Esse é um sinal do final dos tempos. O sagrado livro está recebendo restrições para sua leitura.
O cardeal “assegurou que só a viva tradição eclesial permite uma reta compreensão das Sagradas Escrituras como «autêntica palavra de Deus que se torna guia, norma e regra para a vida da Igreja e o crescimento espiritual dos crentes». «Com isso se rejeita qualquer interpretação subjetiva, puramente experimental e unilateral» que se torna «incapaz de acolher em si mesma o sentido global que no transcurso dos séculos guiou a tradição do povo de Deus».”
Proibições estão sendo sinalizadas. Isso é evidente.
Fonte: www.zenitportugues.org – em 2008-10-07
Fonte - Cristo Voltará
O cardeal “assegurou que só a viva tradição eclesial permite uma reta compreensão das Sagradas Escrituras como «autêntica palavra de Deus que se torna guia, norma e regra para a vida da Igreja e o crescimento espiritual dos crentes». «Com isso se rejeita qualquer interpretação subjetiva, puramente experimental e unilateral» que se torna «incapaz de acolher em si mesma o sentido global que no transcurso dos séculos guiou a tradição do povo de Deus».”
Proibições estão sendo sinalizadas. Isso é evidente.
Fonte: www.zenitportugues.org – em 2008-10-07
Fonte - Cristo Voltará
terça-feira, 7 de outubro de 2008
A música e os Eventos Finais
O tema não é novo, tampouco a forma de abordagem, penso, no entanto, gostaria de utilizar uma base bíblica e outra do Espírito de Profecia para sair do enfoque exclusivamente dogmático, para uma reflexão estritamente lógica.
Se procedermos a leitura do contexto de Daniel 3, perceberemos com facilidade uma realidade imediata e outra mediata. A imediata é que o mesmo é um claro paralelo ao decreto de morte que temos nos nossos horizontes, a mediata, são as condições que norteiam estes acontecimentos e, que penso, Deus nos deixou como advertência.
Veja que nos versos 5, 7, 10 e 15, os amigos de Daniel são instados à proceder à falsa adoração ao som de música (Nós sempre defendemos que quando algo é importante Deus repete, como os 10 Mandamentos, não?). Pois se repete quatro vezes.
Ocorre que o texto não somente se repete, mas faz questão de enfatizar a massa de instrumentos utilizados (poderia somente dizer música, não?) e, ainda, para completar, se utiliza da adjetivação "todo tipo de música". Parece-me que Deus quer nos dizer algo com isso.
Conclusão lógica primeira, esse quadro se repetirá. Assim como a lei dos homens não se utiliza de termos inúteis, Deus não o faz em palavras vazias.
Mais, nós como povo distintivo de Deus recebemos revelação adicional sobre a importância da música e, a Sra. White fala muito dela, tanto em seu sentido positivo, como em seu sentido negativo, assim, penso que o mínimo que deveríamos fazer era sermos extremamente cautelosos e principalmente criteriosos com este tema. Aliás, como uma Igreja nascida do texto de Daniel, não temos dúvida que o texto de Daniel 1, 2, 3 nos cabe com especial relevo como norteadores de nossa preparação para a crise final.
Mas eu gostaria de meditar em outro texto, agora da Sra. White:
As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes do fim do tempo da da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. ...
Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças das instrumentalidades satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo. ... Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida. Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 36 e 38.
Não demos lugar a essas estranhas tensões mentais, que afastam na verdade a mente das profundas atuações do Espírito Santo. A obra de Deus sempre se caracteriza pela calma e a dignidade. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 42. (Eventos Finais - Pág. 159)
Precisa de mais advertência para que estejamos, cada vez que observamos o fim mais próximo, atentos ao que acontece com a nossa música?
É interessante que a palavra "tambores" aparece apenas em dois locais dos escritos da Sra. White, segundo pesquisei, uma em Eventos Finais, como supra transcrito e outra em Patriarcas e Profetas, pág. 610. Mas o original em inglês nos revela que neste texto supra, ela se utiliza do termo "drums", enquanto em PP ela usa "tabret". Na época de EGW já existia em embrião da bateria, alguém já se perguntou porquê não foi adotada já naquele tempo?
Eu não quero ser consciência de ninguém, mas gostaria de fazer um exercício de lógica com os irmãos:
- Qual a única forma de nos "enganarmos" com a adoração da estátua que novamente aparecerá na história da humanidade, senão ouvindo a música que o inimigo nos está acostumando a ouvir?
- Qual a única forma de termos problemas com essas manifestações de "gritos com tambores, música e dança" senão permitindo sua entrada na Igreja?
Alguns haverão de invocar o lugar comum que tenho ouvido muito na Igreja sobre o "equilíbrio". A estes gostaria de lembrar que este termo não existe na Bíblia. Sabe porquê irmãos? Porque a Bíblia é o relato de um homem desequilibrado.
Isso não quer dizer que a busca do equilíbrio não deva ser uma meta do crente em sua vida cristã. Não é este meu argumento. Meu argumento é que esta condição, especialmente em um ambiente coletivo, é utópica e como tal deve manter-se apartada de nossas diretrizes como Igreja. Isso porque o equilíbrio torna-se rapidamente um conceito relativo, algo que entendo não se coaduna com a perenidade da Palavra de Deus.
Devemos cuidar com a causa que estamos advogando. Isso pode não somente atingir a nós mesmos, como também às pessoas que estão sentadas ao nosso lado nos bancos de nossa igreja, que talvez não saibam lidar, como nós pensamos que sabemos, com temas tão sensíveis como este da música que está claramente ligado com a realidade dos últimos dias.
Mais do que isso, qual é o legado que deixaremos, caso a nossa não seja a última geração, para a juventude da nossa Igreja?
Sim, não nos enganemos, o famoso "equilíbrio", é dinâmico no tempo e no espaço, o que para nós hoje é assim nominado, seria extremismo inaceitável há dez anos atrás e certamente será extremismo a ser ultrapassado daqui a dez anos.
Daqui há algum tempo a discussão não será mais se deve ou não entrar, até porque já entrou, mas a forma de utilização do instrumento. O inimigo é muito astuto, foi assim que ele substituiu o Sábado pelo domingo. O método não é novo!
Querem um exemplo prático? Já repararam como nossos músicos que nunca foram bem vistos fora de nosso redil estão sendo aceitos entre outros grupos? Ou que "bandas" de outras denominações estão se infiltrando em nossos gostos e fazendo escola em nosso meio?
Como Daniel Spencer afirma, não há algo de estranho nisso? Que agora que o fim está mais próximo estamos nos alinhando com grupos que nos perseguirão? Será que seremos perseguidos, ou perseguidores?!?!
A profecia vai se cumprir, a música vai tocar, que não sejamos nenhum de nós ou nossos queridos, aqueles que se ajoelharão perante a estátua.
E que cada um tire suas conclusões.
Soli Deo Gloria
Se procedermos a leitura do contexto de Daniel 3, perceberemos com facilidade uma realidade imediata e outra mediata. A imediata é que o mesmo é um claro paralelo ao decreto de morte que temos nos nossos horizontes, a mediata, são as condições que norteiam estes acontecimentos e, que penso, Deus nos deixou como advertência.
Veja que nos versos 5, 7, 10 e 15, os amigos de Daniel são instados à proceder à falsa adoração ao som de música (Nós sempre defendemos que quando algo é importante Deus repete, como os 10 Mandamentos, não?). Pois se repete quatro vezes.
Ocorre que o texto não somente se repete, mas faz questão de enfatizar a massa de instrumentos utilizados (poderia somente dizer música, não?) e, ainda, para completar, se utiliza da adjetivação "todo tipo de música". Parece-me que Deus quer nos dizer algo com isso.
Conclusão lógica primeira, esse quadro se repetirá. Assim como a lei dos homens não se utiliza de termos inúteis, Deus não o faz em palavras vazias.
Mais, nós como povo distintivo de Deus recebemos revelação adicional sobre a importância da música e, a Sra. White fala muito dela, tanto em seu sentido positivo, como em seu sentido negativo, assim, penso que o mínimo que deveríamos fazer era sermos extremamente cautelosos e principalmente criteriosos com este tema. Aliás, como uma Igreja nascida do texto de Daniel, não temos dúvida que o texto de Daniel 1, 2, 3 nos cabe com especial relevo como norteadores de nossa preparação para a crise final.
Mas eu gostaria de meditar em outro texto, agora da Sra. White:
As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes do fim do tempo da da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. ...
Uma balbúrdia de barulho choca os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção. As forças das instrumentalidades satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e isto é chamado de operação do Espírito Santo. ... Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida. Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 36 e 38.
Não demos lugar a essas estranhas tensões mentais, que afastam na verdade a mente das profundas atuações do Espírito Santo. A obra de Deus sempre se caracteriza pela calma e a dignidade. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 42. (Eventos Finais - Pág. 159)
Precisa de mais advertência para que estejamos, cada vez que observamos o fim mais próximo, atentos ao que acontece com a nossa música?
É interessante que a palavra "tambores" aparece apenas em dois locais dos escritos da Sra. White, segundo pesquisei, uma em Eventos Finais, como supra transcrito e outra em Patriarcas e Profetas, pág. 610. Mas o original em inglês nos revela que neste texto supra, ela se utiliza do termo "drums", enquanto em PP ela usa "tabret". Na época de EGW já existia em embrião da bateria, alguém já se perguntou porquê não foi adotada já naquele tempo?
Eu não quero ser consciência de ninguém, mas gostaria de fazer um exercício de lógica com os irmãos:
- Qual a única forma de nos "enganarmos" com a adoração da estátua que novamente aparecerá na história da humanidade, senão ouvindo a música que o inimigo nos está acostumando a ouvir?
- Qual a única forma de termos problemas com essas manifestações de "gritos com tambores, música e dança" senão permitindo sua entrada na Igreja?
Alguns haverão de invocar o lugar comum que tenho ouvido muito na Igreja sobre o "equilíbrio". A estes gostaria de lembrar que este termo não existe na Bíblia. Sabe porquê irmãos? Porque a Bíblia é o relato de um homem desequilibrado.
Isso não quer dizer que a busca do equilíbrio não deva ser uma meta do crente em sua vida cristã. Não é este meu argumento. Meu argumento é que esta condição, especialmente em um ambiente coletivo, é utópica e como tal deve manter-se apartada de nossas diretrizes como Igreja. Isso porque o equilíbrio torna-se rapidamente um conceito relativo, algo que entendo não se coaduna com a perenidade da Palavra de Deus.
Devemos cuidar com a causa que estamos advogando. Isso pode não somente atingir a nós mesmos, como também às pessoas que estão sentadas ao nosso lado nos bancos de nossa igreja, que talvez não saibam lidar, como nós pensamos que sabemos, com temas tão sensíveis como este da música que está claramente ligado com a realidade dos últimos dias.
Mais do que isso, qual é o legado que deixaremos, caso a nossa não seja a última geração, para a juventude da nossa Igreja?
Sim, não nos enganemos, o famoso "equilíbrio", é dinâmico no tempo e no espaço, o que para nós hoje é assim nominado, seria extremismo inaceitável há dez anos atrás e certamente será extremismo a ser ultrapassado daqui a dez anos.
Daqui há algum tempo a discussão não será mais se deve ou não entrar, até porque já entrou, mas a forma de utilização do instrumento. O inimigo é muito astuto, foi assim que ele substituiu o Sábado pelo domingo. O método não é novo!
Querem um exemplo prático? Já repararam como nossos músicos que nunca foram bem vistos fora de nosso redil estão sendo aceitos entre outros grupos? Ou que "bandas" de outras denominações estão se infiltrando em nossos gostos e fazendo escola em nosso meio?
Como Daniel Spencer afirma, não há algo de estranho nisso? Que agora que o fim está mais próximo estamos nos alinhando com grupos que nos perseguirão? Será que seremos perseguidos, ou perseguidores?!?!
A profecia vai se cumprir, a música vai tocar, que não sejamos nenhum de nós ou nossos queridos, aqueles que se ajoelharão perante a estátua.
E que cada um tire suas conclusões.
Soli Deo Gloria
E você?
"Se não fizermos nossa parte agora, se quiser fazer amanhã,
talvez não dê tempo" (Andressa Barragana)
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Crise é maior do que o esperado
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) paralisou seu pregão nesta segunda-feira por duas vezes - depois de registrar quedas de 10% e 15%, respectivamente. É a terceira vez em uma semana que a Bolsa pára suas atividades por conta dos reflexos da crise na economia mundial.
Para o professor de economia José Luis Oreiro, da UnB (Universidade de Brasília), a contínua instabilidade verificada nos mercados do Brasil e do mundo é um sinal de que a crise está se mostrando "maior do que o esperado".
- Os bancos europeus estão começando a mostrar bastante dificuldade, com uma série de operações de salvamento sendo realizadas nos países europeus - explica.
Em entrevista a Terra Magazine, Oreiro prevê que nos próximos meses o pacote de ajuda econômica de US$ 700 bilhões, aprovado na última sexta-feira pelo Congresso norte-americano, mostrar-se-á "insuficiente". Ele defende a implementação de medidas de controle de capitais para evitar que a especulação afete a economia brasileira
- O que se está verificando é que uma recessão mundial será inevitável - prevê o economista.
...
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Ao contrário do que vinha se falando, gradualmente vem-se demonstrando que não se sabe onde é o fundo do poço desta questão econômica.
Para saber mais como isso afeta o quadro profético que aponta para o final desta terra como conhecemos, sugiro mais uma vez a leitura do estudo "Crise econômica e os eventos finais", que pode ser baixado em formato pdf para leitura e duplicação.
Outras considerações na tag Crise Econômica deste blog, que há muito vem sendo aqui explorada, como pode ser visto em "A crise imobiliária americana e os eventos finais".
Para o professor de economia José Luis Oreiro, da UnB (Universidade de Brasília), a contínua instabilidade verificada nos mercados do Brasil e do mundo é um sinal de que a crise está se mostrando "maior do que o esperado".
- Os bancos europeus estão começando a mostrar bastante dificuldade, com uma série de operações de salvamento sendo realizadas nos países europeus - explica.
Em entrevista a Terra Magazine, Oreiro prevê que nos próximos meses o pacote de ajuda econômica de US$ 700 bilhões, aprovado na última sexta-feira pelo Congresso norte-americano, mostrar-se-á "insuficiente". Ele defende a implementação de medidas de controle de capitais para evitar que a especulação afete a economia brasileira
- O que se está verificando é que uma recessão mundial será inevitável - prevê o economista.
...
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Ao contrário do que vinha se falando, gradualmente vem-se demonstrando que não se sabe onde é o fundo do poço desta questão econômica.
Para saber mais como isso afeta o quadro profético que aponta para o final desta terra como conhecemos, sugiro mais uma vez a leitura do estudo "Crise econômica e os eventos finais", que pode ser baixado em formato pdf para leitura e duplicação.
Outras considerações na tag Crise Econômica deste blog, que há muito vem sendo aqui explorada, como pode ser visto em "A crise imobiliária americana e os eventos finais".
TUDO AO MESMO TEMPO AGORA – FINAL
O POVO DO FIM
O movimento adventista, sabemos, é um movimento profético, selado para o tempo do fim, como bem delineado no Livro do Profeta Daniel, tendo precipuamente o papel de promover a restauração final das verdades bíblicas e a tríplice mensagem angélica. Mas também sobre este povo, escatológico em sua essência, podem ser vislumbrados sinais de que o fim se aproxima:
E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. .(Ap 3:14-18)
Não há sentido algum em, como observado nos arrazoados anteriores, indicar-se de forma factual os elementos que norteiam nossa condição de puros laodiceanos. Senão todos, a maioria de nós tem plena percepção do que nos rodeia e, como temos nos deixado encantar pelo Egito. Não, tal linha de argumentação não seria lídima, muito pelo contrário, arbitrária e subjetiva. Que cada um de nós submeta-se ao crivo da Palavra de Deus, nos identifiquemos com aquilo que realmente somos e, cônscios de nosso estado letárgico e permissivo pelos ardis do inimigo, nos movamos à frente na direção daquilo que Deus espera de cada um de nós.
No entanto, parece-me não haver qualquer tipo de dúvida que estamos entre os versos 17 e 18 dos versos supra transcritos. Estivemos durante muito tempo sentados sobre a verdade, o tempo chegou e, ou vamos ao Senhor e dEle compramos ouro provado no fogo, ou o verso 16 é nosso destino!
Neste sentido, essa pérola chamada Espírito de Profecia nos guia mais apropriadamente:
Na aquisição da sabedoria dos babilônios, Daniel e seus companheiros foram muito melhor sucedidos que seus colegas; mas sua ilustração não veio por acaso. Eles obtiveram o conhecimento mediante o fiel uso de suas faculdades, sob a guia do Espírito Santo. Colocaram-se em conexão com a Fonte de toda sabedoria, tornando o conhecimento de Deus o fundamento de sua educação. Oraram com fé por sabedoria, e viveram as suas orações. Puseram-se onde Deus poderia abençoá-los. Evitaram o que lhes poderia enfraquecer as faculdades, e aproveitaram toda oportunidade de se tornarem versados em todo ramo do saber. Seguiram as regras da vida que não poderiam falhar em dar-lhes força de intelecto. Procuraram adquirir conhecimento para um determinado propósito - para que pudessem honrar a Deus. Compreenderam que para poderem permanecer como representantes da verdadeira religião em meio das religiões falsas do paganismo, deviam possuir clareza de intelecto e aperfeiçoar o caráter cristão. E o próprio Deus era o seu professor. Orando constantemente, estudando conscienciosamente e mantendo-se em contato com o Invisível, andavam com Deus como andou Enoque.
Assim como o Senhor cooperou com Daniel e seus companheiros, Ele cooperará com todos os que se atêm a Sua vontade. E pela concessão do Seu Espírito Ele fortalecerá cada propósito veraz, cada nobre resolução. Os que andam nos caminhos da obediência encontrarão muitos embaraços. Influências fortes e sutis podem ligá-los ao mundo; mas o Senhor é capaz de tornar sem efeito cada instrumentalidade que opere para derrotar os Seus escolhidos; em Sua força eles podem vencer cada tentação, triunfar sobre cada dificuldade.
Os tempos de provação que estão diante do povo de Deus reclamam uma fé que não vacile. Seus filhos devem tornar manifesto que Ele é o único objeto do seu culto, e que nenhuma consideração, nem mesmo o risco da própria vida, pode induzi-los a fazer a mínima concessão a um culto falso. Para o coração leal, as leis de homens pecaminosos e finitos se tornam insignificantes ao lado da Palavra do eterno Deus. A verdade será obedecida, embora o resultado seja prisão, exílio ou morte.
Como nos dias de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, no período final da história da Terra o Senhor operará poderosamente em favor dos que ficarem firmes pelo direito. Aquele que andou com os hebreus valorosos na fornalha ardente, estará com os Seus seguidores em qualquer lugar. Sua constante presença confortará e sustentará. Em meio do tempo de angústia - angústia como nunca houve desde que houve nação - Seus escolhidos ficarão inamovíveis. Satanás com todas as forças do mal não pode destruir o mais fraco dos santos de Deus. Anjos magníficos em poder os protegerão, e em favor deles Jeová Se revelará como "Deus dos deuses", capaz de salvar perfeitamente os que nEle puseram a sua confiança.
As mesmas poderosas verdades que foram reveladas através desses homens, Deus deseja revelar por meio de Seus jovens e de Seus filhos hoje. A vida de Daniel e seus companheiros é uma demonstração do que o Senhor fará pelos que a Ele se rendem, e buscam de todo o coração realizar o Seu propósito. (Profetas e Reis – Destaques nossos)
Perdoem-me pelo “recorte/cole”, mas nenhuma palavra minha seria melhor do que estas que Deus diretamente nos concedeu através de Sua Profetiza para este tempo.
CONCLUSÃO
Revisando rapidamente tudo que aqui resumidamente pretendi tratar, temos diante de nós um quadro em que as bestas já se movem claramente de forma paralela, os sinais físicos da natureza têm reiteradamente nos indicado que as palavras de Cristo se cumprem de forma muito mais clara em nossos dias e, o homem inclina-se novamente de forma muito rápida e generalizada aos dias de Noé, motivo pelo qual não temos razões para duvidar que nos deparamos com uma conjuntura inequívoca de que estamos diante de “tudo ao mesmo tempo agora”.
Parafraseando alguém que ouvi estes dias irmãos, é melhor “pararmos de brincar de sermos cristãos, porque o inimigo, mais do que nunca, não está brincando de ser diabo.”
Finalizo com as palavras do Pr. Lessa na Revista Adventista que ontem chegou às minhas mãos:
Voltemos para as veredas antigas. Elas não são antiquadas, pois a Palavra de Deus não envelhece. É sempre atual.
Se você é músico ou cantor, volte para as veredas antigas. Se você é pastor ou líder, volte para as veredas antigas. Se você é professor, volte para as veredas antigas. Se você é médico missionário, volte para as veredas antigas! Se você deseja morar no reino eterno, volte para as veredas antigas. Ande de mãos dadas com Jesus por essas veredas de paz.
Voltemos à Bíblia e estudemos com afinco a mensagem do Livro de Daniel, que é um caminho seguro para nos prepararmos e principalmente para trilharmos de forma ilesa as sendas do mal que estes últimos dias nos reservam. Deixemos de ser “puros laodiceanos” para sermos “laodiceanos puros”, é o meu desejo e a minha oração, porque nosso Mestre nos quer vir buscar.
Deus abençoe aos irmãos.
Soli Deo Gloria
Parte 1
Parte 2
Parte 3
O movimento adventista, sabemos, é um movimento profético, selado para o tempo do fim, como bem delineado no Livro do Profeta Daniel, tendo precipuamente o papel de promover a restauração final das verdades bíblicas e a tríplice mensagem angélica. Mas também sobre este povo, escatológico em sua essência, podem ser vislumbrados sinais de que o fim se aproxima:
E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. .(Ap 3:14-18)
Não há sentido algum em, como observado nos arrazoados anteriores, indicar-se de forma factual os elementos que norteiam nossa condição de puros laodiceanos. Senão todos, a maioria de nós tem plena percepção do que nos rodeia e, como temos nos deixado encantar pelo Egito. Não, tal linha de argumentação não seria lídima, muito pelo contrário, arbitrária e subjetiva. Que cada um de nós submeta-se ao crivo da Palavra de Deus, nos identifiquemos com aquilo que realmente somos e, cônscios de nosso estado letárgico e permissivo pelos ardis do inimigo, nos movamos à frente na direção daquilo que Deus espera de cada um de nós.
No entanto, parece-me não haver qualquer tipo de dúvida que estamos entre os versos 17 e 18 dos versos supra transcritos. Estivemos durante muito tempo sentados sobre a verdade, o tempo chegou e, ou vamos ao Senhor e dEle compramos ouro provado no fogo, ou o verso 16 é nosso destino!
Neste sentido, essa pérola chamada Espírito de Profecia nos guia mais apropriadamente:
Na aquisição da sabedoria dos babilônios, Daniel e seus companheiros foram muito melhor sucedidos que seus colegas; mas sua ilustração não veio por acaso. Eles obtiveram o conhecimento mediante o fiel uso de suas faculdades, sob a guia do Espírito Santo. Colocaram-se em conexão com a Fonte de toda sabedoria, tornando o conhecimento de Deus o fundamento de sua educação. Oraram com fé por sabedoria, e viveram as suas orações. Puseram-se onde Deus poderia abençoá-los. Evitaram o que lhes poderia enfraquecer as faculdades, e aproveitaram toda oportunidade de se tornarem versados em todo ramo do saber. Seguiram as regras da vida que não poderiam falhar em dar-lhes força de intelecto. Procuraram adquirir conhecimento para um determinado propósito - para que pudessem honrar a Deus. Compreenderam que para poderem permanecer como representantes da verdadeira religião em meio das religiões falsas do paganismo, deviam possuir clareza de intelecto e aperfeiçoar o caráter cristão. E o próprio Deus era o seu professor. Orando constantemente, estudando conscienciosamente e mantendo-se em contato com o Invisível, andavam com Deus como andou Enoque.
Assim como o Senhor cooperou com Daniel e seus companheiros, Ele cooperará com todos os que se atêm a Sua vontade. E pela concessão do Seu Espírito Ele fortalecerá cada propósito veraz, cada nobre resolução. Os que andam nos caminhos da obediência encontrarão muitos embaraços. Influências fortes e sutis podem ligá-los ao mundo; mas o Senhor é capaz de tornar sem efeito cada instrumentalidade que opere para derrotar os Seus escolhidos; em Sua força eles podem vencer cada tentação, triunfar sobre cada dificuldade.
Os tempos de provação que estão diante do povo de Deus reclamam uma fé que não vacile. Seus filhos devem tornar manifesto que Ele é o único objeto do seu culto, e que nenhuma consideração, nem mesmo o risco da própria vida, pode induzi-los a fazer a mínima concessão a um culto falso. Para o coração leal, as leis de homens pecaminosos e finitos se tornam insignificantes ao lado da Palavra do eterno Deus. A verdade será obedecida, embora o resultado seja prisão, exílio ou morte.
Como nos dias de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, no período final da história da Terra o Senhor operará poderosamente em favor dos que ficarem firmes pelo direito. Aquele que andou com os hebreus valorosos na fornalha ardente, estará com os Seus seguidores em qualquer lugar. Sua constante presença confortará e sustentará. Em meio do tempo de angústia - angústia como nunca houve desde que houve nação - Seus escolhidos ficarão inamovíveis. Satanás com todas as forças do mal não pode destruir o mais fraco dos santos de Deus. Anjos magníficos em poder os protegerão, e em favor deles Jeová Se revelará como "Deus dos deuses", capaz de salvar perfeitamente os que nEle puseram a sua confiança.
As mesmas poderosas verdades que foram reveladas através desses homens, Deus deseja revelar por meio de Seus jovens e de Seus filhos hoje. A vida de Daniel e seus companheiros é uma demonstração do que o Senhor fará pelos que a Ele se rendem, e buscam de todo o coração realizar o Seu propósito. (Profetas e Reis – Destaques nossos)
Perdoem-me pelo “recorte/cole”, mas nenhuma palavra minha seria melhor do que estas que Deus diretamente nos concedeu através de Sua Profetiza para este tempo.
CONCLUSÃO
Revisando rapidamente tudo que aqui resumidamente pretendi tratar, temos diante de nós um quadro em que as bestas já se movem claramente de forma paralela, os sinais físicos da natureza têm reiteradamente nos indicado que as palavras de Cristo se cumprem de forma muito mais clara em nossos dias e, o homem inclina-se novamente de forma muito rápida e generalizada aos dias de Noé, motivo pelo qual não temos razões para duvidar que nos deparamos com uma conjuntura inequívoca de que estamos diante de “tudo ao mesmo tempo agora”.
Parafraseando alguém que ouvi estes dias irmãos, é melhor “pararmos de brincar de sermos cristãos, porque o inimigo, mais do que nunca, não está brincando de ser diabo.”
Finalizo com as palavras do Pr. Lessa na Revista Adventista que ontem chegou às minhas mãos:
Voltemos para as veredas antigas. Elas não são antiquadas, pois a Palavra de Deus não envelhece. É sempre atual.
Se você é músico ou cantor, volte para as veredas antigas. Se você é pastor ou líder, volte para as veredas antigas. Se você é professor, volte para as veredas antigas. Se você é médico missionário, volte para as veredas antigas! Se você deseja morar no reino eterno, volte para as veredas antigas. Ande de mãos dadas com Jesus por essas veredas de paz.
Voltemos à Bíblia e estudemos com afinco a mensagem do Livro de Daniel, que é um caminho seguro para nos prepararmos e principalmente para trilharmos de forma ilesa as sendas do mal que estes últimos dias nos reservam. Deixemos de ser “puros laodiceanos” para sermos “laodiceanos puros”, é o meu desejo e a minha oração, porque nosso Mestre nos quer vir buscar.
Deus abençoe aos irmãos.
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