Nota da Redação - Alan Keyes e John Haskins publicaram este artigo em 20 de janeiro, mas a importância de suas palavras permanece inalterada e se revelará de maneira cada vez mais clara no decorrer do tempo.
Sobe agora aos palcos da história mundial um homem bastante consciente, ao que tudo indica, de que a Lei Suprema dos Estados Unidos o impede de ser presidente do país.
Afinal, que outro motivo levaria alguém a contratar advogados e gastar milhões de dólares somente para não ter de apresentar uma certidão de nascimento que custa 12,50 dólares e que provaria sua elegibilidade, nos termos da Constituição? Em meio aos cantos ritmados de uma mídia delirante e servil, o esplendor da posse substituirá a simples prova de que os Estados Unidos contarão com um presidente legitimamente constituído.
Se Obama não é legalmente elegível, os Estados Unidos não terão um presidente. Um usurpador exercerá um poder que poucos homens tiveram no passado, ainda que destituído de um mandado constitucional. Por mais que seja adorado pela mídia ou pelos grupos raciais, e independentemente do apoio público, Obama será um tirano, no sentido original da palavra (do grego tyrannos, alguém que exerce um poder que não lhe cabe de direito). Quando enviar jovens soldados para morrer, a mera sugestão de usurpação dos poderes presidenciais constituirá um insulto ao sacrifício deles e uma afronta à Constituição pela qual dão tudo de si. Mesmo que pronuncie o juramento solene com a mão sobre a Bíblia de Lincoln, ele o estará traindo e, em vez de cumprir os ditames da Constituição, em vez de protegê-la e defendê-la, estará subvertendo seus princípios.
As elites insistem em que devemos fingir que nos convencemos depois da apresentação na internet do “certificado” do hospital, no qual faltam, porém, as informações requeridas pela Constituição. Com base nisso nos deixaremos levar pela fé cega e arriscaremos as conseqüências de uma usurpação inconstitucional da presidência?
“Ponha sua fé nos homens, mas amarre-os com as correntes da constituição”, advertiu-nos Thomas Jefferson. Júlio César alçou-se ao poder sobre as paixões dos homens e assassinou uma república. Napoleão fez o mesmo. Hitler também, com forte apoio da elite secularizada e educada. Mas as elites, agora, aprovam quando Obama desdenha a Constituição, da mesma forma que fizeram quando Mitt Romney atirou ao lixo a Constituição que jurara cumprir. Vêem a Lei Suprema dos Estados Unidos como letra morta, “viva e respirando”, claro, o que em seu linguajar significa morta e enterrada.
Do mesmo modo que as elites educadas e sofisticadas de Weimar, na Alemanha, as elites de hoje anseiam por viver sob o que será, acreditam, uma ditadura benevolente. Uma ditadura, contudo, distinta: suave, agradável, em harmonia com o sempre cambiante consenso da classe falante. Assim foi sempre na história humana, até que a Declaração de Independência fez nascer as constituições federal e estadual, agora nada mais do que platitudes arcaicas para moldar jovens inocentes, nas aulas de história, como sujeitos dóceis de uma tirania burocrática.
Não seria difícil esclarecer a questão da elegibilidade de Obama para ser presidente. A Constituição criou todo um setor do governo com o fim de solucionar controvérsias constitucionais. Os magistrados, porém, reuniram várias “regras” ao longo dos anos, que utilizam como pretexto para violar a constituição e como desculpa quando deixam de cumpri-la. Essas mesmas regras lhes servem agora para afirmar que os americanos não possuem capacidade jurídica para solicitar às cortes um julgamento de valor exigido por nossa Lei Suprema. Desconhecem processos que solicitam apenas que os juízes respeitem seus juramentos e obedeçam à Constituição. Será que os juramentos solenes perderam todo sentido?
Seja por incompetência, covardia ou cinismo calculado, o desconhecimento de processos válidos constitui uma subversão voluntária da Constituição, resultado inevitável de uma educação legal que substitui a autoridade das leis e constituições por decretos judiciais.
“Liberdade” para violar seu próprio juramento?
Um artigo na Michigan Law Review adianta o palavreado legal empregado para obscurecer um tema muito simples e que se resume no seguinte: as leis enunciadas na Constituição a tornam inaplicável. Mas que tipo de anti-lógica permite que uma Constituição torne a si mesma inaplicável?
Não há dúvida de que os juramentos solenes de obediência à Lei Suprema dos Estados Unidos perderam todo sentido. “Lavamos nossas mãos”, proclamam os magistrados. Os políticos, acrescentam, se encontram agora submetidos ao sistema da honra.
Mas, entre os que sustentam que considerações “prudentes” ou “discricionárias” prevalecem sobre juramentos solenes e não-discricionários, a honra se tornou um conceito fora de moda. Só resta, assim, a lei da selva, adornada por um jargão jurídico. Agora é cada um por si, os mais fortes contra os mais fracos.
O artigo da Michigan Law Review se fundamenta nas premissas ocultas e no raciocínio circular que juízes e advogados costumam utilizar nos regimes totalitários. Vejam um exemplo de situação em que os cidadãos não têm “capacidade” de demandar que a lei seja cumprida:
“Os três requisitos relativos ao Artigo 3o estão bem consolidados”.
O fato de o autor se referir de passagem ao Artigo 3o da Constituição nada mais é do que um subterfúgio. Não por outra razão ele se vê forçado a recorrer imediatamente ao que dizem os magistrados (àquilo que os advogados contemporâneos chamam pretensiosamente de “precedente jurídico”) em vez de à Constituição mesma:
“De acordo com os precedentes jurídicos existentes, nos casos que colocam em cheque a elegibilidade de candidatos presidenciais, é provável que falte ao reclamante capacidade jurídica. Com efeito, pode-se questionar se alguém teria capacidade jurídica para tanto... na Justiça federal, inicialmente, em função de prudentes limitações à capacidade jurídica... Em primeiro lugar, conforme descrito em Lujan v. Defenders of Wildlife e em outros casos ... disse a Corte. Em Allen x Wright, por exemplo, a Corte sustentou...
O vocabulário empregado e o dogma oculto não fariam sequer sentido para os que escreveram ou ratificaram a Constituição: “precedentes jurídicos existentes”; “bem consolidados”; “é provável que falte ... capacidade jurídica”; “pode-se questionar”; “prudentes limitações”; “disse a Corte”; “a Corte sustentou”. Tudo se resume à opinião de magistrados, as quais, com o passar dos anos, produziram múltiplas camadas de auto-contradição.
Quaisquer tentativas de comparar a moderna ficção do “direito” criado pelos juízes com o antigo sistema da Common Law são ineficazes ou desonestas. Aqueles que criaram nossa forma de governo não deixaram nenhuma margem para que o conceito de opiniões de magistrados pudesse ser transformado em lei. A Constituição de Massachusetts é ainda mais explícita do que a maioria: “O povo ... não pode ser regido por nenhuma outra lei a não ser aquelas que tenham sido aprovadas pelo corpo representativo constitucional” (Parte I, Artigo 10).
O termo “jurisprudência” não existia e nem poderia existir porque era uma negação da Declaração de Independência, da Constituição e dos próprios Estados Unidos enquanto país. O termo teve então que ser inventado muito mais tarde por juristas, para esconder o roubo do poder do povo. Apresentar a opinião dos juízes como a própria lei significa condenar a Constituição ao esquecimento – mesmo quando ela é o tema da controvérsia. Mas não temam. As opiniões dos juízes a respeito da Constituição são ainda melhores do que a coisa real.
Ironicamente, a incapacidade dos juízes de cumprir seus juramentos e de respeitar a Constituição acaba por destruir a argumentação que fundamenta seu papel como “guardiães da Constituição”. Como escreveu Alexander Hamilton, um dos “Founding Fathers”:
“A interpretação das leis constitui matéria própria e peculiar às cortes. A constituição é na verdade uma lei fundamental e assim deve ser considerada pelos magistrados. Cabe-lhes, pois, determinar seu significado, assim como o significado de qualquer ato particular do corpo legislativo. Em caso de diferença irreconciliável entre ambos, deve-se dar preferência ao que tenha validade e obrigação superiores; ou, em outras palavras, a Constituição deve sobrepor-se ao estatuto, a intenção do povo à intenção de seus agentes”. (Os papéis federalistas, no 78).
Hamilton tornou claros princípios vinculantes do direito e do governo norte-americanos, à época universalmente compreendidos e constantes, de modo implícito ou explícito, em nossas Constituições:
* O dever dos magistrados de defender com toda fé a intenção original da lei fundamental dos Estados Unidos jamais pode ser discricionário, porém sempre obrigatório;
* É um dever interpretar, não gerar leis;
* A jurisprudência é a jurisprudência da intenção original, caso contrário não constitui jurisprudência alguma;
* A Constituição é fundamental, o que em inglês claro significa simplesmente que, quando não se interpreta ou não se aplica honestamente, os fundamentos mesmos do governo são solapados;
* Alguns gritam que “uma eleição” não pode ser revertida, respeite ou não a Constituição. Isto é irracional e representa o caminho para a tirania.
O mero voto da maioria em favor de qualquer presidente em particular não pode jamais opor-se às normas fundamentais estabelecidas pelo povo como um todo: a Constituição devidamente ratificada, que é a Lei Suprema dos Estados Unidos. Nela se encontram as regras de acordo com as quais a simples pluralidade de eleitores pode impor legalmente à outra parte da população um presidente pelo qual esta não deseja ser governada.
O ato soberano coletivo que deu origem à Constituição determina a legitimidade de todo ato subseqüente praticado sob sua autoridade, incluindo as eleições conduzidas pelo povo. Se a Suprema Lei, que estabelece as normas e os limites das eleições e do governo, é suspensa, a legitimidade do próprio governo é posta em cheque. Se qualquer maioria passageira pode utilizar uma eleição ordinária para passar por cima da Constituição, então não existe mais Constituição, mas tão-só a tirania da maioria. Os magistrados são obrigados, pelo juramento solene de posse, a declarar ilegais os atos que violem a Constituição.
A legitimidade do governo não vem a ser um mero conceito abstrato. As leis são mais facilmente aplicadas, com menos violência e conflito, quando o governo conta com o respeito e a lealdade do povo. Sob governos despóticos, que se apóiam no medo, no culto da personalidade e na distribuição de botins, o poder constitui o instrumento pessoal dos governantes (res private). Sob governos constitucionais, o poder pertence ao povo (res publica), cuja vontade e intenção a Constituição representa. A lealdade à Constituição se impõe à fidelidade pessoal como aspecto nuclear do respeito à lei. Quando funcionários públicos mostram desprezo pela Constituição, abrem caminho para uma emprego crescente da força como instrumento da lei; e para a irrupção de conflitos civis.
Ao longo da história dos Estados Unidos, a queda de outras nações (França, Itália, Alemanha, Espanha, Índia, China, Sudão, etc.) em estado de anarquia, violência e ditadura fez recordar aos lideres conscientes na América que inculcar respeito e amor pela Constituição era questão de sobrevivência nacional. O interesse próprio iluminado tornou o Judiciário um dos principais promotores e guardiães dessa percepção essencial. Assim, elementos públicos da elite americana foram suficientemente prudentes para temer as conseqüências de um governo que seguisse padrões de legitimidade decrescente, os quais tendem a produzir ciclos históricos de repressão, violência e conflito perpétuo, como já se viu em tantas partes do mundo.
Hoje em dia, os avanços tecnológicos e a imensa expansão das empresas corporativas levaram a auto-satisfação e a arrogância das elites a cumes inimagináveis. Através da realidade virtual da mídia informativa e da manipulação econômica, elas moldam a percepção, a consciência e o comportamento, dispensando, acreditam, a necessidade prática de uma liderança moral e da educação que promove o caráter. Elas desprezam o caráter como fundamento do auto-governo e, em seu lugar, colocam a ilusão poderosa de sua infalível competência técnica e econômica. Por enquanto, ainda preservam a fachada de respeitabilidade perante o povo, mas à medida que as técnicas modernas de despotismo forem surtindo efeito, já não necessitarão da máscara processualística constitucional para ocultar o fim da era do governo baseado no consenso dos governados.
Não é à toa que, mal pôs as mãos nas alavancas do poder, Barack Obama já se sente seguro a ponto de se recusar a mostrar uma obediência pública completa aos ditames da Constituição. Afinal de contas, entre os que fazem seus juramentos solenes, a honra é algo ultrapassado. O desrespeito sem medida pela Constituição e pela autoridade do Povo soberano que a ratificou indica a iminência do abandono da própria garantia de nossa liberdade pela elite detentora do poder.
Como o cão que não latiu na história de Sherlock Holmes, a cumplicidade silenciosa das elites americanas, incluindo juízes, representantes eleitos e outros que juraram respeitar a Constituição, revela a quem ainda se encontra desperto, ou ainda não se deixou cegar pela ambição egoísta, que o brilho refulgente da liberdade vai sendo extinto pelos próprios guardiães da sua flama.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Sem entrar na questão da legitimidade do mandato do presidente eleito, embora seja este o fundamento do arrazoado, a interpretação da fragilidade constitucional dos EUA no decurso do tempo é o que me chamou a atenção, tendo em vista os contornos proféticos que encerra:
"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151. (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 131)
quinta-feira, 19 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
EUA pressiona a UE para novos planos de estímulo
Barack Obama llamó ayer la atención a las principales economías del mundo sobre la necesidad de medidas más enérgicas, de acciones más decisivas por parte de los Gobiernos, para hacer frente a la crisis global de forma acompasada con Estados Unidos. Sin decirlo explícitamente, el presidente norteamericano expresó cierta frustración por el hecho de que otros países desarrollados, especialmente en Europa, no hayan repetido planes de estímulo de las proporciones del que recientemente fue aprobado en Washington.
"Todo lo que estamos haciendo en EE UU sería más eficaz si el resto del mundo se estuviera moviendo en la misma dirección", declaró Obama al término de una reunión con su secretario del Tesoro, Timothy Geithner, quien hoy mismo viaja a Londres para participar en una reunión preparatoria de la próxima cumbre del Grupo de los 20 (G-20), que concentra a los países más ricos del mundo y a los emergentes con mayor pujanza. La reunión se celebrará en la capital del Reino Unido el 2 de abril.
Desde ahora hasta esa fecha, la política de Estados Unidos será la de presionar a favor de una acción mundial coordinada para atajar la crisis, una acción en la línea de la ley de estímulo de cerca de 800.000 millones de dólares (625.000 millones de euros) que el presidente firmó el mes pasado y del plan de rescate de los bancos de 700.000 millones de dólares puesto en marcha el pasado otoño.
"EE UU ha tomado una ventaja significativa", manifestó Obama, "sobre una serie de pasos que son necesarios en este momento. Pero es importante que otros países se muevan en la misma dirección porque la economía globalizada nos ata a todos juntos".
Todos esos pasos hay que darlos, además, precisó el presidente "asegurándonos de que no caemos en patrones proteccionistas y de que el comercio internacional sigue siendo el modelo que los países apoyan y practican".
Las palabras de Obama confirman la preocupación de la Casa Blanca por la resistencia de parte de las principales potencias europeas y otras naciones a desarrollar medidas intervencionistas lo suficientemente ambiciosas. Estas diferencias se presentan como el principal caballo de batalla con vistas a la reunión del G-20, en la que están depositadas muchas de las esperanzas de una próxima recuperación.
Un informe del Fondo Monetario Internacional hecho público la semana pasada confirmaba que, entre las mayores economías del mundo, sólo China, Australia y España habían seguido los pasos de EE UU de dedicar el 2% de su producto interior bruto (PIB) a proyectos de estímulo económico. Los dos grandes de Europa, Alemania y Francia, se han quedado muy por detrás de esa cifra, particularmente este último, cuyo paquete de estímulo no llega al 1% del PIB.
El presidente norteamericano dijo ayer que había hablado recientemente sobre esos problemas y las perspectivas de la cumbre de Londres con el primer ministro británico, Gordon Brown, y con el jefe del Gobierno japonés, Taro Aso, con los que, según comentó Obama, había coincidido en "una visión optimista sobre las perspectivas del encuentro".
Obama recalcó que los dos objetivos principales que busca Estados Unidos en esa cumbre son los de "una acción concertada en el mundo entero para resucitar la economía" y un consenso sobre un paquete de medidas reguladoras que deben ser aplicadas por cada país, con el fin de evitar la repetición de catástrofes como la que actualmente afecta al sistema financiero.
El presidente mencionó el primero de esos objetivos como imprescindible para que sus propias iniciativas aplicadas a la economía norteamericana puedan tener éxito. "Podemos hacer un buen trabajo aquí", dijo, "podemos poner en marcha todas las medidas que creamos, pero si continúa el deterioro de la economía internacional, vamos a fracasar".
Nunca se había referido Obama en términos tan dramáticos a la conexión entre la crisis económica norteamericana y la que sufren otros países. Eso pone una presión añadida sobre la cumbre del G-20 y sobre el trabajo previo que debe de llevar a cabo el secretario del Tesoro. "Ésta va a ser una reunión crucial en un momento, obviamente, decisivo para la economía", declaró el presidente.
Timothy Geithner añadió que, desde hace dos años, están circulando entre diferentes países afectados por la crisis una serie de ideas sobre la mejor forma de combatirla. Pero advirtió que ahora "el tiempo de las palabras ha terminado" y que es preciso "unirse y empezar a actuar".
"Tenemos que unir al mundo para poner en acción un programa muy extenso y sostenido de apoyo a la recuperación y el crecimiento. Y tenemos que unirnos para alcanzar un nuevo consenso global sobre cómo fortalecer el sistema financiero mundial de tal manera que una crisis así no vuelva a ocurrir nunca más", propuso el secretario del Tesoro.
Para Geithner esto es, al mismo tiempo, una batalla personal. Después de un turbulento proceso de confirmación por el impago de algunos impuestos, y de un inicio de gestión muy criticado por la incertidumbre de sus acciones respecto a la intervención en los bancos, el secretario del Tesoro está muy necesitado de un éxito para revitalizar su papel.
[Las presiones de Obama y su equipo económico provocaron reacciones en la Comisión Europea y en varios países de la UE, que no parecen dispuestos a preparar nuevos planes anticrisis pese a la insistencia de Estados Unidos. El presidente del Eurogrupo -que engloba a los 16 ministros de Finanzas de la zona euro-, el luxemburgués Jean-Claude Juncker, aseguró ayer que los miembros de la Unión "no están dispuestos a ir más allá de los paquetes de medidas que ya han sacado adelante". El ministro alemán de Finanzas, Peer Steinbrueck, aseguró que en estos momentos no se debate "ninguna medida adicional". Frente a las cifras ofrecidas por EE UU, la UE sostiene que los planes de estímulo de los Veintisiete suman 400.000 millones de euros para 2009 y 2010, el 3,3% del PIB europeo.]
Fonte - El País
Nota DDP: O terrorismo vai se espalhando de um tema para o outro... A política do medo parece ser a mais efetiva nestes tempos.
Tradução Google
"Todo lo que estamos haciendo en EE UU sería más eficaz si el resto del mundo se estuviera moviendo en la misma dirección", declaró Obama al término de una reunión con su secretario del Tesoro, Timothy Geithner, quien hoy mismo viaja a Londres para participar en una reunión preparatoria de la próxima cumbre del Grupo de los 20 (G-20), que concentra a los países más ricos del mundo y a los emergentes con mayor pujanza. La reunión se celebrará en la capital del Reino Unido el 2 de abril.
Desde ahora hasta esa fecha, la política de Estados Unidos será la de presionar a favor de una acción mundial coordinada para atajar la crisis, una acción en la línea de la ley de estímulo de cerca de 800.000 millones de dólares (625.000 millones de euros) que el presidente firmó el mes pasado y del plan de rescate de los bancos de 700.000 millones de dólares puesto en marcha el pasado otoño.
"EE UU ha tomado una ventaja significativa", manifestó Obama, "sobre una serie de pasos que son necesarios en este momento. Pero es importante que otros países se muevan en la misma dirección porque la economía globalizada nos ata a todos juntos".
Todos esos pasos hay que darlos, además, precisó el presidente "asegurándonos de que no caemos en patrones proteccionistas y de que el comercio internacional sigue siendo el modelo que los países apoyan y practican".
Las palabras de Obama confirman la preocupación de la Casa Blanca por la resistencia de parte de las principales potencias europeas y otras naciones a desarrollar medidas intervencionistas lo suficientemente ambiciosas. Estas diferencias se presentan como el principal caballo de batalla con vistas a la reunión del G-20, en la que están depositadas muchas de las esperanzas de una próxima recuperación.
Un informe del Fondo Monetario Internacional hecho público la semana pasada confirmaba que, entre las mayores economías del mundo, sólo China, Australia y España habían seguido los pasos de EE UU de dedicar el 2% de su producto interior bruto (PIB) a proyectos de estímulo económico. Los dos grandes de Europa, Alemania y Francia, se han quedado muy por detrás de esa cifra, particularmente este último, cuyo paquete de estímulo no llega al 1% del PIB.
El presidente norteamericano dijo ayer que había hablado recientemente sobre esos problemas y las perspectivas de la cumbre de Londres con el primer ministro británico, Gordon Brown, y con el jefe del Gobierno japonés, Taro Aso, con los que, según comentó Obama, había coincidido en "una visión optimista sobre las perspectivas del encuentro".
Obama recalcó que los dos objetivos principales que busca Estados Unidos en esa cumbre son los de "una acción concertada en el mundo entero para resucitar la economía" y un consenso sobre un paquete de medidas reguladoras que deben ser aplicadas por cada país, con el fin de evitar la repetición de catástrofes como la que actualmente afecta al sistema financiero.
El presidente mencionó el primero de esos objetivos como imprescindible para que sus propias iniciativas aplicadas a la economía norteamericana puedan tener éxito. "Podemos hacer un buen trabajo aquí", dijo, "podemos poner en marcha todas las medidas que creamos, pero si continúa el deterioro de la economía internacional, vamos a fracasar".
Nunca se había referido Obama en términos tan dramáticos a la conexión entre la crisis económica norteamericana y la que sufren otros países. Eso pone una presión añadida sobre la cumbre del G-20 y sobre el trabajo previo que debe de llevar a cabo el secretario del Tesoro. "Ésta va a ser una reunión crucial en un momento, obviamente, decisivo para la economía", declaró el presidente.
Timothy Geithner añadió que, desde hace dos años, están circulando entre diferentes países afectados por la crisis una serie de ideas sobre la mejor forma de combatirla. Pero advirtió que ahora "el tiempo de las palabras ha terminado" y que es preciso "unirse y empezar a actuar".
"Tenemos que unir al mundo para poner en acción un programa muy extenso y sostenido de apoyo a la recuperación y el crecimiento. Y tenemos que unirnos para alcanzar un nuevo consenso global sobre cómo fortalecer el sistema financiero mundial de tal manera que una crisis así no vuelva a ocurrir nunca más", propuso el secretario del Tesoro.
Para Geithner esto es, al mismo tiempo, una batalla personal. Después de un turbulento proceso de confirmación por el impago de algunos impuestos, y de un inicio de gestión muy criticado por la incertidumbre de sus acciones respecto a la intervención en los bancos, el secretario del Tesoro está muy necesitado de un éxito para revitalizar su papel.
[Las presiones de Obama y su equipo económico provocaron reacciones en la Comisión Europea y en varios países de la UE, que no parecen dispuestos a preparar nuevos planes anticrisis pese a la insistencia de Estados Unidos. El presidente del Eurogrupo -que engloba a los 16 ministros de Finanzas de la zona euro-, el luxemburgués Jean-Claude Juncker, aseguró ayer que los miembros de la Unión "no están dispuestos a ir más allá de los paquetes de medidas que ya han sacado adelante". El ministro alemán de Finanzas, Peer Steinbrueck, aseguró que en estos momentos no se debate "ninguna medida adicional". Frente a las cifras ofrecidas por EE UU, la UE sostiene que los planes de estímulo de los Veintisiete suman 400.000 millones de euros para 2009 y 2010, el 3,3% del PIB europeo.]
Fonte - El País
Nota DDP: O terrorismo vai se espalhando de um tema para o outro... A política do medo parece ser a mais efetiva nestes tempos.
Tradução Google
O bem comum global perante a escassez de recursos
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 17 de março de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a declaração final do Simpósio CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano)-Misereor, celebrado em Roma nos dias 6 e 7 de março. A declaração é intitulada "O bem comum global perante a escassez de recursos".
...
No contexto atual da mudança climática, da crise financeira internacional e da limitação dos bens naturais, julgamos necessário ter um espaço de reflexão como organizações da Igreja para dar uma contribuição à sociedade a partir da fé. Preocupa-nos a velocidade das mudanças e a lentidão dos processos sociais frente a elas. Evidenciam-se vítimas e ameaças para as pessoas que lutam pela dignidade dos filhos e filhas de Deus.
...
Temos de tomar consciência de que a mudança climática; a crise de energia; a crise financeira; a escassez de alimentos; a diminuição dos recursos naturais, etc, são desafios tão globais que precisam ser assumidos por todos e, de modo especial, por aqueles países cuja responsabilidade é maior na geração das causas que ameaçam a vida humana e a integridade da criação.
...
O momento de agir é agora ou será demasiado tarde para todos. Urgem respostas imediatas, e não seguir a prática de adotar medidas isoladas e desarticuladas que só visam manter ou restaurar o sistema atual.
...
A Igreja é interpelada pelas dramáticas tendências da realidade. A partir da Doutrina Social da Igreja podemos formular exigências éticas que devem ser observadas ao buscar soluções, promover umateologia da criação e uma teologia da responsabilidade. É a hora de uma nova atitude da Igreja dentro da sua própria Missão, convocada à tarefa de buscar caminhos para uma nova ordem global, em colaboração com outros grupos e organizações. Os pobres e excluídos devem ser, também, sujeitos e atores de uma nova ordem política, econômica, social e ecológica. No exercício da solidariedade e subsidiariedade com autêntica voz profética, se impõe uma mudança nos estilos de vida e nos modos de produção.
...
É necessário procurar empenhar-se para que os crimes ecológicos sejam punidos, com sansão penal nos tribunais de direitos humanos. Não deve haver impunidade para quem provoca a depredação, a contaminação irreversível e a morte de comunidades humanas.
É necessário levar em conta as propostas resultantes das análises de organizações internacionais especializadas como IPCC, IAASTD, IPSRM.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: É roma aderindo definitivamente ao ECOmenismo e o ecoterrorismo daí derivado. Os outros temas vêm no pacote.
...
No contexto atual da mudança climática, da crise financeira internacional e da limitação dos bens naturais, julgamos necessário ter um espaço de reflexão como organizações da Igreja para dar uma contribuição à sociedade a partir da fé. Preocupa-nos a velocidade das mudanças e a lentidão dos processos sociais frente a elas. Evidenciam-se vítimas e ameaças para as pessoas que lutam pela dignidade dos filhos e filhas de Deus.
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Temos de tomar consciência de que a mudança climática; a crise de energia; a crise financeira; a escassez de alimentos; a diminuição dos recursos naturais, etc, são desafios tão globais que precisam ser assumidos por todos e, de modo especial, por aqueles países cuja responsabilidade é maior na geração das causas que ameaçam a vida humana e a integridade da criação.
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O momento de agir é agora ou será demasiado tarde para todos. Urgem respostas imediatas, e não seguir a prática de adotar medidas isoladas e desarticuladas que só visam manter ou restaurar o sistema atual.
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A Igreja é interpelada pelas dramáticas tendências da realidade. A partir da Doutrina Social da Igreja podemos formular exigências éticas que devem ser observadas ao buscar soluções, promover umateologia da criação e uma teologia da responsabilidade. É a hora de uma nova atitude da Igreja dentro da sua própria Missão, convocada à tarefa de buscar caminhos para uma nova ordem global, em colaboração com outros grupos e organizações. Os pobres e excluídos devem ser, também, sujeitos e atores de uma nova ordem política, econômica, social e ecológica. No exercício da solidariedade e subsidiariedade com autêntica voz profética, se impõe uma mudança nos estilos de vida e nos modos de produção.
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É necessário procurar empenhar-se para que os crimes ecológicos sejam punidos, com sansão penal nos tribunais de direitos humanos. Não deve haver impunidade para quem provoca a depredação, a contaminação irreversível e a morte de comunidades humanas.
É necessário levar em conta as propostas resultantes das análises de organizações internacionais especializadas como IPCC, IAASTD, IPSRM.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: É roma aderindo definitivamente ao ECOmenismo e o ecoterrorismo daí derivado. Os outros temas vêm no pacote.
Os EUA e o "Dia de São Patricio"

No dia 17 de março, salvo conveniências da ICAR que acabam por relativizar suas próprias regras, é um dia considerado santo e, em homenagem a São Patrício. Um feriado nacional na Irlanda que, no entanto, está também situado no calendário católico universal, sendo observado em sua dimensão religiosa ou simplesmente secular em outras partes do globo. (Wikipedia)
Patrick foi responsável pela conversão de reis, suas famílias e até seus reinos. (Catholic Online)
A curiosidade fica por conta do posicionamento do novo Presidente americano, Barack Obama. Como já postado neste espaço, seu discurso se situa de forma muito definida em relação à separação estado/igreja, como visto em "Saiba o que Obama pensa sobre religião".
Ocorre que todas estas festividades envolvidas nos contexto ora tratados, além do óbvio fundo religioso, têm um contorno a ser salientado: O uso da cor verde. É que ultrapassando-se a questão que cerca a cor oficial relacionada ao beneficiário da lembrança, temos que o mesmo é reconhecido pelo uso de um trevo de três folhas e, por muitas vezes na história irlandesa, a cor verde é vista como sinal de nacionalismo ou, de lealdade à fé Católica Romana.
Seria o posicionamento de Obama, ao vestir uma bela gravata neste tom, ou permitir fossem tingidas as águas da fonte da Casa Branca, sem contar sua falta de reserva como Chefe de Estado, dito laico, na participação de um evento eminentemente católico, um sinal desta lealdade?
De se salientar que, jamais, em toda a história americana, contou-se com alguma manifestação do governo nestes termos. (Terra)
Estaria Saint Patrick ainda convertendo reis e seus reinos?
Fotos: G1[Colaboração - Éder]
A catequese dominical
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3. A Palavra de Deus hoje convida-nos a recordar os 10 mandamentos, através da passagem do Livro do Êxodo. E nós vamos considerar especialmente os 3 primeiros mandamentos voltados para a recomendação de amar a deus sobre todas as coisas. De facto, o primeiro manda-nos amar a Deus sobre todas as coisas; o segundo manda-nos não invocar o Santo nome de Deus em vão e o 3º manda-nos santificar o dia do Senhor.
3.1. Estes 3 mandamentos, que constituem o primeiro dos 2 em que se resume o decálogo, colocam a relação com Deus no centro da nossa vida pessoal e comunitária e lembram não só às pessoas mas à própria sociedade que Deus e a relação com ele são muito importantes na organização da vida tanto dos indivíduos, como das comunidades.
...
3.5. Manda-nos o 3º mandamento santificar o Dia do Senhor, que para a tradição do Antigo Testamento era o Sábado e para os cristãos é o Domingo.
O domingo, termo que em si mesmo quer dizer dia do Senhor, de facto adquiriu importante centralidade na vida cristã pessoal e comunitária.
Santificar o Domingo, primeiro dia da Semana, é para nós em primeiro lugar, participar na assembleia da comunidade e Eucaristia dominical; mas é também dedicar mais tempo à escuta meditada da Palavra de Deus, à acção apostólica e à prática da caridade. Para além disso, o domingo tem uma componente social da maior importância, enquanto dia de descanso semanal. Na nossa tradição ocidental, desde os tempos do Imperador Constantino, que assim acontece.
E, na realidade, esta componente humana e social do domingo é importante para a vida das pessoas em geral, que assim têm possibilidade de dar à Família o tempo e as atenções que lhe não podem dar durante os dias de semana; ou simplesmente organizar para seu bem pessoal e dos outros os tempos livres que ele representa. O domingo é, assim, uma instituição de raízes cristãs que passou a marcar o ritmo semanal da vida da sociedade e como tal há-de ser defendido pelas próprias leis civis como um valor de maior importância para a qualidade de vida das pessoas.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: "Há de ser defendido pelas próprias leis civis". No further questions, your honor!
3. A Palavra de Deus hoje convida-nos a recordar os 10 mandamentos, através da passagem do Livro do Êxodo. E nós vamos considerar especialmente os 3 primeiros mandamentos voltados para a recomendação de amar a deus sobre todas as coisas. De facto, o primeiro manda-nos amar a Deus sobre todas as coisas; o segundo manda-nos não invocar o Santo nome de Deus em vão e o 3º manda-nos santificar o dia do Senhor.
3.1. Estes 3 mandamentos, que constituem o primeiro dos 2 em que se resume o decálogo, colocam a relação com Deus no centro da nossa vida pessoal e comunitária e lembram não só às pessoas mas à própria sociedade que Deus e a relação com ele são muito importantes na organização da vida tanto dos indivíduos, como das comunidades.
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3.5. Manda-nos o 3º mandamento santificar o Dia do Senhor, que para a tradição do Antigo Testamento era o Sábado e para os cristãos é o Domingo.
O domingo, termo que em si mesmo quer dizer dia do Senhor, de facto adquiriu importante centralidade na vida cristã pessoal e comunitária.
Santificar o Domingo, primeiro dia da Semana, é para nós em primeiro lugar, participar na assembleia da comunidade e Eucaristia dominical; mas é também dedicar mais tempo à escuta meditada da Palavra de Deus, à acção apostólica e à prática da caridade. Para além disso, o domingo tem uma componente social da maior importância, enquanto dia de descanso semanal. Na nossa tradição ocidental, desde os tempos do Imperador Constantino, que assim acontece.
E, na realidade, esta componente humana e social do domingo é importante para a vida das pessoas em geral, que assim têm possibilidade de dar à Família o tempo e as atenções que lhe não podem dar durante os dias de semana; ou simplesmente organizar para seu bem pessoal e dos outros os tempos livres que ele representa. O domingo é, assim, uma instituição de raízes cristãs que passou a marcar o ritmo semanal da vida da sociedade e como tal há-de ser defendido pelas próprias leis civis como um valor de maior importância para a qualidade de vida das pessoas.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: "Há de ser defendido pelas próprias leis civis". No further questions, your honor!
Papa leva doutrina social à África em plena crise financeira
YAOUNDÉ, terça-feira, 17 de março de 2009 (ZENIT.org).- Em plena crise financeira, que corre o risco de tirar a África de programas de desenvolvimento, Bento XVI explicou nesta terça-feira aos jornalistas que com sua viagem pretende promover a doutrina social, em particular a solidariedade.
O Papa respondeu a seis perguntas dos jornalistas, durante pouco mais de vinte minutos, a bordo do Boeing 777 da companhia Alitalia que o levou de Roma a Yaoundé, para começar sua 11ª viagem apostólica internacional, a primeira ao continente africano.
Em particular, abordou o impacto da crise econômica nos países pobres e a importância da ética para a ordem econômica mundial, tema que desenvolverá na próxima encíclica, que precisamente por causa da conjuntura mundial foi atrasada.
Desencadeou-se a tempestade, explicou, e portanto se reviram algumas partes à luz dos novos acontecimentos para procurar oferecer respostas mais pertinentes à realidade.
«Espero que a encíclica possa ser também um elemento, uma força para superar esta crise», confessou.
A causa da recessão é sobretudo de caráter ético, afirmou, pois «onde falta a ética, a moral, não se dão relações corretas», explicou.
Por este motivo, assegurou durante sua viagem a Camarões e Angola, falará de Deus e dos grandes valores da vida cristã, oferecendo uma contribuição à análise e a compreensão da crise econômica.
...
O Papa falou também das seitas religiosas, fenômeno difundido na África, recordando que o anúncio cristão é um anúncio sereno, pois propõe um Deus próximo do ser humano e cria uma grande rede de solidariedade.
De fato, constatou, as próprias religiões tradicionais estão se abrindo à mensagem evangélica, pois começam a ver que o Deus dos católicos não é um Deus distante.
O Papa confirmou sua confiança no diálogo inter-religioso e, falando das relações com os muçulmanos, assegurou que está crescendo o respeito recíproco na responsabilidade ética comum.
Fonte - Zenit
Nota DDP: As crises sempre proporcionam as melhores oportunidades, diriam os empreendedores, inclusive para os objetivos religiosos, onde campeiam a largos passos a efetivação do ecumenismo e, com a consumação desta realidade, a viabilização para a lei dominical. São os valores católicos que o papa tem pregado desde que subiu ao poder. É cada vez mais questão de tempo, dada a possibilidade de visualizar estas realidades de forma bastante facilitada em nossos dias, uma vez que este desenlace parece cada vez mais próximo.
O Papa respondeu a seis perguntas dos jornalistas, durante pouco mais de vinte minutos, a bordo do Boeing 777 da companhia Alitalia que o levou de Roma a Yaoundé, para começar sua 11ª viagem apostólica internacional, a primeira ao continente africano.
Em particular, abordou o impacto da crise econômica nos países pobres e a importância da ética para a ordem econômica mundial, tema que desenvolverá na próxima encíclica, que precisamente por causa da conjuntura mundial foi atrasada.
Desencadeou-se a tempestade, explicou, e portanto se reviram algumas partes à luz dos novos acontecimentos para procurar oferecer respostas mais pertinentes à realidade.
«Espero que a encíclica possa ser também um elemento, uma força para superar esta crise», confessou.
A causa da recessão é sobretudo de caráter ético, afirmou, pois «onde falta a ética, a moral, não se dão relações corretas», explicou.
Por este motivo, assegurou durante sua viagem a Camarões e Angola, falará de Deus e dos grandes valores da vida cristã, oferecendo uma contribuição à análise e a compreensão da crise econômica.
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O Papa falou também das seitas religiosas, fenômeno difundido na África, recordando que o anúncio cristão é um anúncio sereno, pois propõe um Deus próximo do ser humano e cria uma grande rede de solidariedade.
De fato, constatou, as próprias religiões tradicionais estão se abrindo à mensagem evangélica, pois começam a ver que o Deus dos católicos não é um Deus distante.
O Papa confirmou sua confiança no diálogo inter-religioso e, falando das relações com os muçulmanos, assegurou que está crescendo o respeito recíproco na responsabilidade ética comum.
Fonte - Zenit
Nota DDP: As crises sempre proporcionam as melhores oportunidades, diriam os empreendedores, inclusive para os objetivos religiosos, onde campeiam a largos passos a efetivação do ecumenismo e, com a consumação desta realidade, a viabilização para a lei dominical. São os valores católicos que o papa tem pregado desde que subiu ao poder. É cada vez mais questão de tempo, dada a possibilidade de visualizar estas realidades de forma bastante facilitada em nossos dias, uma vez que este desenlace parece cada vez mais próximo.
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EUA entram na maior depressão de sua história

Previsor de grande influência faz alerta a população para fazerem reservas de dinheiro e comprarem ouro.
O influente pesquisador e analista Gerald Calente, que ficou ainda mais conhecido após suas acertadas previsões da catástrofe econômica afirma que o colapso do sistema financeiro é o sinal do início da “maior de todas as depressões”.
Em recente boletim, Calente vai contra a corrente de analistas e políticos que falsamente previram o inicio de uma recuperação do sistema, ao contrário dos analistas convencionais na qual afirmam que “a partir do segundo quarto de 2009 ou 2010 ou 2011 não existirá mais volta”.
“ O sistema financeiro global, construído por suplementos intermináveis de dinheiro barato, especulação desenfreada, fraude, ganância e desilusão está seriamente doente e não será curado por meio de pacotes de estímulo e ajudas e empréstimos de governos”, escreve Celente.
A previsão mais positiva que Celente faz é que a Dow Jones não chegaria à zero, uma reação inesperada a queda recorde da Dow que atingiu níveis recordes abaixo de 7000 como em 1997.
Celente nos alerta que os primeiros sinais de real caos estão começando a aparecer, revoltas que exigirão dos governos a tomarem “medidas draconianas para prevenir o colapso econômico total e pânico público”.
“Falências massivas de bancos, corridas aos bancos, e férias nos bancos certamente irão acontecer. Fácil acesso ao dinheiro não será mais assegurado, escreve Celente.
Precisaremos, no mínimo, possuirmos uma reserva na mão para emergências, prevê Celente”.
Celente cita o ouro como um dos poucos investimentos que continuarão rentáveis, eventualmente atingindo a $ 2000oz.
As previsões assustadoras de Celente foram inicialmente ridicularizadas pela mídia, mas assim que a crise se agravou, sua credibilidade chegou ao ápice.
Celente, acertadamente previu a Crise monetária na Ásia, o colapso hipotecário e a massiva desvalorização do dólar nos EUA, disse a UPI em Novembro de 2007, que o ano seguinte seria conhecido como “ O Pânico de 2008” acrescentando também que gigantes estavam cavando suas mortes, como exatamente testemunhamos com a falência dos Lehman Brothers, Bear Stearns e outros.
Paul Joseph Watson
Fonte: Prison Planet
Tradução: Blog Juízo Final
FAQ
Nota DDP: Neste contexto: "Os EUA terão revolução e rebeliões por comida e por causa de imposto até 2012". Ver também: "A crise financeira mundial".
O influente pesquisador e analista Gerald Calente, que ficou ainda mais conhecido após suas acertadas previsões da catástrofe econômica afirma que o colapso do sistema financeiro é o sinal do início da “maior de todas as depressões”.
Em recente boletim, Calente vai contra a corrente de analistas e políticos que falsamente previram o inicio de uma recuperação do sistema, ao contrário dos analistas convencionais na qual afirmam que “a partir do segundo quarto de 2009 ou 2010 ou 2011 não existirá mais volta”.
“ O sistema financeiro global, construído por suplementos intermináveis de dinheiro barato, especulação desenfreada, fraude, ganância e desilusão está seriamente doente e não será curado por meio de pacotes de estímulo e ajudas e empréstimos de governos”, escreve Celente.
A previsão mais positiva que Celente faz é que a Dow Jones não chegaria à zero, uma reação inesperada a queda recorde da Dow que atingiu níveis recordes abaixo de 7000 como em 1997.
Celente nos alerta que os primeiros sinais de real caos estão começando a aparecer, revoltas que exigirão dos governos a tomarem “medidas draconianas para prevenir o colapso econômico total e pânico público”.
“Falências massivas de bancos, corridas aos bancos, e férias nos bancos certamente irão acontecer. Fácil acesso ao dinheiro não será mais assegurado, escreve Celente.
Precisaremos, no mínimo, possuirmos uma reserva na mão para emergências, prevê Celente”.
Celente cita o ouro como um dos poucos investimentos que continuarão rentáveis, eventualmente atingindo a $ 2000oz.
As previsões assustadoras de Celente foram inicialmente ridicularizadas pela mídia, mas assim que a crise se agravou, sua credibilidade chegou ao ápice.
Celente, acertadamente previu a Crise monetária na Ásia, o colapso hipotecário e a massiva desvalorização do dólar nos EUA, disse a UPI em Novembro de 2007, que o ano seguinte seria conhecido como “ O Pânico de 2008” acrescentando também que gigantes estavam cavando suas mortes, como exatamente testemunhamos com a falência dos Lehman Brothers, Bear Stearns e outros.
Paul Joseph Watson
Fonte: Prison Planet
Tradução: Blog Juízo Final
FAQ
Nota DDP: Neste contexto: "Os EUA terão revolução e rebeliões por comida e por causa de imposto até 2012". Ver também: "A crise financeira mundial".
'O pior da crise ainda não chegou'
Diplomata que participou ativamente da renegociação da dívida externa num momento em que as reservas brasileiras mal chegavam a US$ 4 bilhões; executivo que dirigiu por dois anos a Vale do Rio Doce; laureado tradutor de J.D. Salinger e de Vladimir Nabokov para o português, o embaixador Jório Dauster não é um catastrofista.
Trabalha com a análise de possibilidades lógicas exercitada em 36 anos de carreira e, a partir desta bagagem, diz, sem hesitações, que o pior da crise mundial ainda não chegou.
– É grande o risco de que estejamos apenas entrando no túnel, e longe de ver luz na extremidade oposta – vaticina Dauster.
O embaixador teme, ainda, que estejam crescendo os ingredientes de uma receita para um desastre em escala mundial, com o estouro de fundos de hedge que ainda conseguem adiar o desenlace com venda de ativos desvalorizados.
Sobretudo, receia que a incapacidade de pagamento em moeda forte leve o Leste Europeu a uma situação de colapso econômico, seguido de convulsões sociais.
Tudo podendo levar ao buraco bancos de outros países europeus, numa situação assemelhada ao bíblico choro e ranger de dentes.
...
A pergunta que se coloca é quem vai bancar os Estados Unidos para que saiam do buraco que eles próprios cavaram? Por enquanto, estão rodando furiosamente a maior máquina de impressão do planeta porque, com a taxa de juros perto de zero, a política monetária já deu o que tinha de dar. Em termos de política fiscal, a redução de impostos é bem-vinda, mas, nas condições atuais, o consumidor está tão apavorado e endividado que esta parte do pacote do Obama vai ter pouco impacto no consumo. As pessoas vão tratar de entesourar esses recursos ou pagar dívidas de um cartão que está queimando em suas mãos.
Diante disso, todo mundo concorda que só resta jogar o máximo de dinheiro no mercado. Mas os EUA podem fazer isto porque rodam aquela impressora gigantesca e surge dólar em papel-moeda ou, o que é mais importante, em títulos do Tesouro. E aí não é mais só a China, mas todo o mundo, apavorado, com aversão ao risco, porque sente os efeitos desse tsunami, ainda acha que o porto seguro é um ativo garantido pelo governo americano. Mas isto não dura indefinidamente. Tanto que o próprio Obama tratou de adiantar seu orçamento lá para diante, a fim de mostrar que reconhece como será difícil impedir que o dólar se transforme em confete quando os Estados Unidos saírem desse buraco daqui a dois ou três anos.
...
A solução para a crise só virá dos Estados Unidos, pois ali está o epicentro do terremoto. Não há país ou região que, no futuro previsível, possa substituí-los no papel de locomotiva econômica mundial. Mas, a meu juízo, estamos vivendo ainda os primórdios de uma recessão que ainda pode se transformar em depressão.
...
Por tudo isso, lamento dizer, é grande o risco de que estejamos apenas entrando no túnel, muito longe de ver alguma luz na extremidade oposta. Além das centenas de trilhões de dólares que já foram despejados no sistema financeiro exclusivamente para impedir sua implosão, muitas das medidas tomadas até agora por Obama, embora válidas, tomarão bastante tempo para gerar efeitos significativos em termos de emprego e de renda. A redução de impostos em favor da classe média dificilmente servirá para ressuscitar os antigos hábitos de consumo, pois seus beneficiários tenderão a pagar dívidas cada vez mais custosas ou a economizar. Como não adianta pintar as unhas de um paciente que está na UTI perdendo sangue, o que se espera é uma solução definitiva para o sistema bancário, sem a qual o fluido vital da economia não voltará a circular e o paciente cairá num coma profundo.
Ameaça europeia
A situação é gravíssima no Leste Europeu, onde a incapacidade de pagar dívidas contraídas em moeda forte trará para o buraco os bancos da Áustria e de outros países europeus. Caso isso ocorra, se complicará em muito a situação de todo o continente europeu. Nem na União Europeia existe suficiente vontade política para tomar as decisões drásticas que a hora requer – o que me parece uma boa receita para o desastre. O colapso econômico de um país como a Ucrânia, seguido de prováveis convulsões sociais, pode gerar atritos políticos com a Rússia, ela também às voltas com dificuldades devido à queda do preço do petróleo e ao derretimento de suas reservas cambiais.
...
Fonte - JBOnline
Nota DDP: Sugiro a leitura integral do artigo. Muito elucidativo.
Trabalha com a análise de possibilidades lógicas exercitada em 36 anos de carreira e, a partir desta bagagem, diz, sem hesitações, que o pior da crise mundial ainda não chegou.
– É grande o risco de que estejamos apenas entrando no túnel, e longe de ver luz na extremidade oposta – vaticina Dauster.
O embaixador teme, ainda, que estejam crescendo os ingredientes de uma receita para um desastre em escala mundial, com o estouro de fundos de hedge que ainda conseguem adiar o desenlace com venda de ativos desvalorizados.
Sobretudo, receia que a incapacidade de pagamento em moeda forte leve o Leste Europeu a uma situação de colapso econômico, seguido de convulsões sociais.
Tudo podendo levar ao buraco bancos de outros países europeus, numa situação assemelhada ao bíblico choro e ranger de dentes.
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A pergunta que se coloca é quem vai bancar os Estados Unidos para que saiam do buraco que eles próprios cavaram? Por enquanto, estão rodando furiosamente a maior máquina de impressão do planeta porque, com a taxa de juros perto de zero, a política monetária já deu o que tinha de dar. Em termos de política fiscal, a redução de impostos é bem-vinda, mas, nas condições atuais, o consumidor está tão apavorado e endividado que esta parte do pacote do Obama vai ter pouco impacto no consumo. As pessoas vão tratar de entesourar esses recursos ou pagar dívidas de um cartão que está queimando em suas mãos.
Diante disso, todo mundo concorda que só resta jogar o máximo de dinheiro no mercado. Mas os EUA podem fazer isto porque rodam aquela impressora gigantesca e surge dólar em papel-moeda ou, o que é mais importante, em títulos do Tesouro. E aí não é mais só a China, mas todo o mundo, apavorado, com aversão ao risco, porque sente os efeitos desse tsunami, ainda acha que o porto seguro é um ativo garantido pelo governo americano. Mas isto não dura indefinidamente. Tanto que o próprio Obama tratou de adiantar seu orçamento lá para diante, a fim de mostrar que reconhece como será difícil impedir que o dólar se transforme em confete quando os Estados Unidos saírem desse buraco daqui a dois ou três anos.
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A solução para a crise só virá dos Estados Unidos, pois ali está o epicentro do terremoto. Não há país ou região que, no futuro previsível, possa substituí-los no papel de locomotiva econômica mundial. Mas, a meu juízo, estamos vivendo ainda os primórdios de uma recessão que ainda pode se transformar em depressão.
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Por tudo isso, lamento dizer, é grande o risco de que estejamos apenas entrando no túnel, muito longe de ver alguma luz na extremidade oposta. Além das centenas de trilhões de dólares que já foram despejados no sistema financeiro exclusivamente para impedir sua implosão, muitas das medidas tomadas até agora por Obama, embora válidas, tomarão bastante tempo para gerar efeitos significativos em termos de emprego e de renda. A redução de impostos em favor da classe média dificilmente servirá para ressuscitar os antigos hábitos de consumo, pois seus beneficiários tenderão a pagar dívidas cada vez mais custosas ou a economizar. Como não adianta pintar as unhas de um paciente que está na UTI perdendo sangue, o que se espera é uma solução definitiva para o sistema bancário, sem a qual o fluido vital da economia não voltará a circular e o paciente cairá num coma profundo.
Ameaça europeia
A situação é gravíssima no Leste Europeu, onde a incapacidade de pagar dívidas contraídas em moeda forte trará para o buraco os bancos da Áustria e de outros países europeus. Caso isso ocorra, se complicará em muito a situação de todo o continente europeu. Nem na União Europeia existe suficiente vontade política para tomar as decisões drásticas que a hora requer – o que me parece uma boa receita para o desastre. O colapso econômico de um país como a Ucrânia, seguido de prováveis convulsões sociais, pode gerar atritos políticos com a Rússia, ela também às voltas com dificuldades devido à queda do preço do petróleo e ao derretimento de suas reservas cambiais.
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Fonte - JBOnline
Nota DDP: Sugiro a leitura integral do artigo. Muito elucidativo.
A feitiçaria de Babilónia

'Tendo trabalhado como enfermeiro durante mais de três anos e meio (entre dezembro de 1986 e agosto de 1990) num grande Hospital Psiquiátrico – o Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa – naturalmente que administrei, quer por via oral, quer por via intramuscular e até endovenosa centenas, para não dizer milhares de prescrições médicas medicamentosas do foro psiquiátrico – medicamentos que são genericamente conhecidos como ansiolíticos e tranquilizantes, antidepressivos e neurolépticos (estes últimos também conhecidos como antipsicóticos). E naturalmente que compreendem que pude constatar, múltiplas vezes, os efeitos que tais medicamentos produzem em cada indivíduo que os recebe.
O efeito mais rapidamente visível provocado pela esmagadora maioria dos medicamentos acima citados, é o efeito calmante, efeito esse mais evidente nos ansiolíticos e neurolépticos, mas também provocado, em menor escala, e a longo prazo, pelos antidepressivos. É evidente que, quando se está perante uma situação de ansiedade extrema, num quadro de total desequilíbrio mental, é compensador ver o efeito calmante que mais nada nem ninguém consegue realizar a não ser a droga neuroléptica e/ou ansiolítica! Contudo, são inúmeros os efeitos secundários que tais medicações trazem, sobretudo quando se prolonga a administração de tais drogas por um tempo indeterminado.
Para além de efeitos secundários físicos como a obstipação (prisão de ventre), a sialorreia (excesso de saliva), e os chamados sintomas extrapiramidais (espasmos involuntários, sobretudo dos músculos da face, boca e pescoço, que necessitam de ser anulados com outras drogas), para mencionar apenas alguns (mais presentes nos neurolépticos, que os americanos também apelidam de tranquilizantes maiores), estão também presentes efeitos secundários do foro psicológico e/ou psicossomático, como a apatia, a lentidão do raciocínio, da fala e dos movimentos (induzida pelo efeito sedativo de tais medicamentos), a diminuição da memória, a fixação do olhar "no vazio", uma sonolência quase constante e prolongada, com o consequente aumento do risco de quedas e fracturas (especialmente nas pessoas mais idosas), etc.
Em suma, podemos afirmar que o tal efeito calmante é conseguido à custa de um adormecimento das faculdades mentais, até porque, fundamentalmente, estas drogas (especialmente os ansiolíticos e os neurolépticos) actuam bloqueando os receptores das chamadas substâncias neurotransmissoras – especialmente a dopamina, mas também a noradrenalina, a serotonina e a acetilcolina (com os temíveis efeitos anticolinérgicos) – que fazem a "ponte" nas sinapses ou ligações neuronais (entre os neurónios, células básicas do nosso SNC - Sistema Nervoso Central). É como se o indivíduo ficasse meio anestesiado, pois estes medicamentos são como uma versão "soft" dos anestésicos!
Referindo-se aos neurolépticos, alguém escreveu o seguinte: "os efeitos não desejados dos neurolépticos são tão importantes que podem fazer crer que a pessoa é verdadeiramente doente. Neste caso, os medicamentos produzem a sua justificação".
Que implicações é que tudo isto tem para um cristão, que queira ser um verdadeiro discípulo de Cristo? Não teria nenhumas se não encontrássemos em Jesus uma atitude que muito nos ensina sobre o evitarmos algo que possa pôr em risco a nossa capacidade mental para reagir, com lucidez, às muitas sugestões e tentações com que Satanás tenta influenciar qualquer filho ou filha de Deus!
Quando Jesus já tinha sido pregado à cruz e levantado nesta, a certa altura Ele disse: "Tenho sede!" (João 19:28). Sabemos o que aconteceu: "Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja e, fixando-a num caniço de hissopo, lha chegaram à boca" (v. 29). O que fez Jesus com o vinagre (o analgésico, mas também o ansiolítico da época!)? "Provando-o, não o quis beber" (Mateus 27:34; ver também Marcos 15:23).
Ellen White fez o seguinte comentário à atitude assumida por Jesus: "aos condenados à morte de cruz, era permitido ministrar uma bebida entorpecente, para amortecer a sensação da dor. Ela foi oferecida a Jesus; mas, quando a provou, recusou-a. Não aceitaria nada que obscurecesse a Sua mente. A sua fé devia firmar-se bem em Deus. Esta era a Sua única força. Obscurecer a Sua mente era oferecer vantagem a Satanás." (1)
Compreendeu bem, meu querido irmão/irmã, a razão pela qual Jesus recusou beber aquela "bebida entorpecente"? O comentário de Ellen White é extremamente explícito, não acha? Pois bem, Jesus, apesar de toda a dor, ansiedade e angústia pelas quais estava seguramente a passar, já desde o Gétsemani (ver Marcos 14:32-35), recusou-se a beber aquela "medicação analgésica e ansiolítica", apenas para não permitir que a Sua mente ficasse… como? Obscurecida!
Tal como atrás referi, o mecanismo de ação comum a todas as drogas que temos estado a falar é justamente o de provocar um adormecimento das nossas faculdades mentais ou, por outras palavras, um entorpecimento dessas mesmas faculdades!
Quem é que fica em vantagem? Não é a pessoa que toma tais drogas, mas sim Satanás que fica com o seu trabalho facilitado para poder influenciar com as suas sugestões maquiavélicas e diabólicas uma mente que ficou mais enfraquecida pelo efeito de tais drogas entorpecentes!
É então de admirar que muitas das pessoas que estão sob o efeito dessas drogas deprimentes apresentem uma sintomatologia depressiva, onde o gosto pela vida se perde cada vez mais e, finalmente, muitas vezes, ideias suicidas se instalam na sua mente? Claro que não! E pergunto: onde é que está a lógica e a coerência em querer "tratar" pessoas em stress, angústia e ansiedade com drogas que lhes colocam as suas faculdades mentais numa situação de adormecimento parcial? Mais do que nunca, o que estas pessoas precisam é de ter uma mente lúcida, equilibrada, activa e forte, para fazerem face aos muitos desafios da vida que lhes trazem a tal ansiedade ou angústia, não o contrário!
Tomar ansiolíticos para "resolver" os seus problemas é uma atitude em muito semelhante àquela tomada pelo indivíduo que se refugia no álcool ou nas drogas pesadas para "esquecer" os seus problemas Momentaneamente ele esquece-se de tais problemas, é verdade, mas quando "acorda" da ressaca, os seus problemas ainda lhe parecem maiores e mais graves! E depois, o que é que faz? Toma mais droga! E assim se vai formando e fortalecendo o diabólico círculo vicioso da dependência, com a consequente perda gradual e rápida da sua saúde, mental e também física! Que processo diabólico de auto-eliminação!
Mas sabiam que a Bíblia prevê que a Babilónia mística do tempo do fim, entre outras coisas, tentaria seduzir os habitantes do mundo com os seus fármacos? É verdade!
Em Apocalipse 18:23 é-nos dito que "todas as nações foram seduzidas pela tua feitiçaria [de Babilónia]." Pois bem – pasmem! – a palavra grega que foi traduzida por "feitiçaria" não é nenhuma outra senão a palavra "farmakeia", da qual derivam palavras como farmacologia e fármacos!
Não me interpretem mal: as feitiçarias de Babilónia são muitas e diversificadas, sendo sobretudo de natureza espiritual. Mas já não me restam quaisquer dúvidas que Babilónia usará todo e qualquer meio para seduzir os habitantes deste mundo e, "se possível, os próprios eleitos" (Mateus 24:24), e as drogas de que temos vindo a falar, devido ao aumento vertiginoso do seu consumo (2), são seguramente um dos meios que Babilónia utilizará, e já está a utilizar (e de que maneira!) para poder seduzir todos os incautos para o seu sistema mundial e globalizante onde todos se terão de conformar com os seus padrões! Com mentes obscurecidas ou entorpecidas, mais fácil será guiar as pessoas para a destruição, sem que estas lhe oponham grande resistência!
Como adventistas do sétimo dia, sempre defendemos e continuamos a defender a validade da mensagem dos três anjos de Apocalipse 14:6-12, onde se encontra a certeza de que Babilónia cairá (v. 8). Para não cairmos com ela, imperioso se torna atender ao chamado divino: "retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos" (Apocalipse 18:4).
Pergunto: não será que o ato de "retirar-se de Babilónia" não compreenderá igualmente a decisão de não nos deixarmos seduzir pelas suas feitiçarias, onde se inclui, como vimos, os seus fármacos que entorpecem a nossa mente? (3)
Aprendamos uma vez mais o que fazer com o exemplo do nosso querido Salvador e Mestre, para não nos deixarmos seduzir por aquele que é o arquitecto e construtor da Babilónia na qual vivemos – Satanás, o grande inimigo de Deus e nosso também!'
(1) Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, Sabugo: Publicadora Servir, S.A., pág. 637-638.
(2) "De 1995 a 2001 o consumo total de fármacos antipsicóticos teve um incremento notável, com um aumento de 46,71% no número de embalagens dispensadas." in: "Evolução do Consumo de Neurolépticos em Portugal Continental de 1995 a 2001"; Infarmed: Observatório do Medicamento e dos Produtos de Saúde, Setembro de 2002, pág. 7.
"A venda de embalagens de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos, do grupo das benzodiazepinas, passou de 17 milhões em 2000, para 21 milhões em 2004, aumentado 27 por cento, segundo os dados do Infarmed, avançados pelo Público." in: "Antidepressivos são problema de saúde pública"; Portugal Diário, edição de 2 de Março de 2005.
De acordo com um programa difundido pela "Antena 1" no dia 9 de Março de 2005, o consumo de antidepressivos em Portugal aumentou 45% nos últimos 5 anos!
(3) Repare que estou a falar dos "fármacos que entorpecem a nossa mente", não dos fármacos em geral!
Autor: Pastor Paulo Cordeiro
Fonte - Nisto Cremos
Nota DDP: Sem querer ser chato, já sendo, a tônica desta postagem obedece a mesma dinâmica do post anterior. Desculpem-me pela insistência no tema, mas por uma "coincidência", analogamente ao quanto aqui ontem postado temos hoje um artigo no Blog Criacionismo e outro no Blog Nisto Cremos. Basta onde se lê "fármacos" (no que for pertinente, claro), substituir-se por "alimentos", "música", "propaganda", "filmes", etc...
O inimigo de Deus apenas diversifica suas formas de ganhar o Conflito no principal palco desta batalha cósmica, a sua mente.
Que Deus lhe conceda sabedoria e graça para nEle vencer estas questões.
Moda e hormônios

Os estímulos visuais, olfativos, auditivos, táteis e gustativos penetram no organismo como impulsos nervosos. Todos esses impulsos nervosos são do mesmo tipo. O que define qual sensação eles irão produzir é a área do córtex cerebral que eles alcançam. Portanto, existe uma área do córtex separada para receber e decifrar cada um desses estímulos e provocar diferentes sensações. O sabor amargo logo é rejeitado por desencadear uma sensação desagradável. Na natureza, a maioria das substâncias tóxicas possui sabor amargo, e nosso organismo se protege contra os venenos rejeitando os sabores amargos.
Estímulos visuais com luz muito forte (com muita energia) ou estímulos auditivos muito fortes desencadeiam uma frequência muita alta de impulsos nervosos. Nosso sistema nervoso traduz isso como algo nocivo e tende a repelir ou se proteger desses estímulos. No âmbito tátil, um estímulo mecânico ou de calor forte o suficiente para estimular na pele terminações nervosas especiais para dor produz a sensação dolorosa e o comportamento natural de afastar-se desses estímulos.
Todas essas experiências são armazenadas no nosso sistema nervoso na forma de memória. À medida que nossas experiências tornam-se cada vez mais variadas, aumentam as informações na memória.
Existem algumas reações do organismo que ainda não são bem entendidas e explicadas, porque ocorrem instintivamente, ou seja, sem memória armazenada para elas. Quando o organismo reage dessa maneira, diz-se que essa informação está na “memória genética”, algo semelhante ao instinto nos animais.
Outro ponto importante é a presença de substâncias produzidas por nossas glândulas na pele: glândulas sudoríparas, sebáceas ou outras ainda não entendidas. Essas substâncias têm capacidade de provocar respostas sexuais, comportamentos coletivos, ou respostas de repulsão ou de atração nos indivíduos da mesma espécie. Essas substâncias são denominadas feromônios.
Os feromônios são voláteis, alcançam o nariz e podem ser detectados por um órgão especializado chamado vômero-nasal. Ali não são percebidos como olfato ou cheiro, mas uma vez traduzidos em impulsos nervosos são enviados para o centro da emoção (sistema límbico) e para o hipotálamo. Assim desencadeiam comportamentos diversos e aumentam a secreção de vários hormônios.
Por outro lado, vários odores podem ser traduzidos pelo epitélio olfativo como agradáveis ou como repulsivos, e produzir náuseas e até tonturas.
Todos os estímulos externos que sejam transformados em impulsos nervosos produzem efeitos no organismo. O tálamo é a estrutura nervosa responsável por enviar esses estímulos aos diversos pontos do sistema nervoso e provocar as diversas reações.
Quais comportamentos são aprendidos e quais fazem parte da memória genética é difícil de classificar. Muitos estímulos visuais, olfativos (perfumes) e auditivos provocam excitação sexual pelo aprendizado, ou seja, são aprendidos pela experiência. Então podem ser incentivados e explorados pela mídia e pela moda. Outros estímulos excitam ou são rejeitados devido a informações contidas e analisadas na memória genética dos indivíduos.
Zonas do organismo consideradas erógenas são aquelas que quando estimuladas pelo tato produzem excitação sexual. Essas zonas são as mesmas na maioria das pessoas; porém existem pessoas que podem ter regiões erógenas totalmente diferentes das ditas comuns. Algumas pessoas não se excitam quando estimuladas nas regiões que para a maioria das pessoas são erógenas.
O fato de visualizar um corpo seminu ou nu pode excitar muito um homem e muito pouco ou nada uma mulher. Isso pode significar que o homem é mais sensível a estímulos visuais do que a mulher. Por isso, a moda feminina deixa aparecer tantas partes do corpo feminino.
A mulher pode ser mais sensível a estímulos táteis e auditivos para se excitar. Os perfumes exploram muito as substâncias que podem agir do modo semelhante ao dos feromônios e, assim, excitar homens ou mulheres.
Os comportamentos, sejam eles oriundos da memória genética, da memória armazenada pela experiência ou desencadeados por feromônios, ou ainda um somatório de todos, são explorados pela mídia por diversos motivos.
Aquelas sensações consideradas agradáveis pelo organismo tendem a ser repetidas. Quando repetidas, viram hábito e qualquer hábito que não está sobre o controle voluntário (córtex pré-frontal) exibe um elemento de vício.
(Hélio Pothin, doutor em Fisiologia e professor na UFSM)
Leia também: “O poder da música sobre o cérebro”
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Mais uma vez a ciência ratificando o que há muito foi ressaltado por Deus através do Espírito de Profecia. O triste é que tem gente que continua preocupada em atacar palestrantes que falam sobre estas realidades, ao revés de avaliar a mensagem e até mesmo aperfeiçoá-la para o tempo em que vivemos.
"Todos devem vigiar os sentidos, do contrário Satanás alcançará vitória sobre eles; pois essas são as avenidas da alma." (Testimonies, vol. 3, pág. 507)
"Temos uma obra a fazer a fim de resistirmos à tentação. Aqueles que não querem ser presa dos ardis de Satanás devem bem guardar as entradas da alma; devem evitar ler, ver, ou ouvir aquilo que sugira pensamentos impuros." (Mente, Caráter e Personalidade, V.1, p. 107)
Não deixe de acompanhar:
1) - Intemperança é pecado?
2) - A Guerra dos Sentidos
3) - Série Santificação
Costa do Alasca está derretendo no mar

17.03.2009 - Um novo estudo afirma que parte da costa do Alasca está se perdendo no oceano com velocidade duas vezes maior que no passado, transformando a orla do Ártico. A tendência poderia ameaçar seriamente as renas e outros animais selvagens da área, bem como marcos locais que documentam povoações humanas.
Algumas faixas da costa norte do Estado, ao longo do mar de Beaufort, recuaram mais de 25 metros apenas no verão de 2007, quando o oceano Ártico estava em uma baixa recorde.
No passado, picos de erosão estiveram freqüentemente ligados a tempestades, mas não houve grandes tempestades em 2007, o que sugere "uma mudança nas forças condutoras da erosão", diz o autor Benjamin Jones, geógrafo pesquisador do Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Uma das principais forças agora é o aquecimento global, segundo a pesquisa.
...
"Erosão é um processo natural, e é provável que esse litoral venha sofrendo erosão já durante algum tempo", disse Jones. É a velocidade na qual ela está ocorrendo que preocupa os pesquisadores.
Fonte - Terra
Algumas faixas da costa norte do Estado, ao longo do mar de Beaufort, recuaram mais de 25 metros apenas no verão de 2007, quando o oceano Ártico estava em uma baixa recorde.
No passado, picos de erosão estiveram freqüentemente ligados a tempestades, mas não houve grandes tempestades em 2007, o que sugere "uma mudança nas forças condutoras da erosão", diz o autor Benjamin Jones, geógrafo pesquisador do Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Uma das principais forças agora é o aquecimento global, segundo a pesquisa.
...
"Erosão é um processo natural, e é provável que esse litoral venha sofrendo erosão já durante algum tempo", disse Jones. É a velocidade na qual ela está ocorrendo que preocupa os pesquisadores.
Fonte - Terra
terça-feira, 17 de março de 2009
O que acontece com a Europa?
A Europa me preocupa. Na realidade me preocupa o mundo todo - não existem refúgios seguros para a tempestade econômica mundial. Mas a situação da Europa me preocupa mais do que a dos Estados Unidos. Que fique bem claro, não vou repetir a reclamação padrão dos Estados Unidos de que os impostos na Europa são muito altos e seus benefícios muito generosos. Os grandes Estados do bem-estar social não são a origens da atual crise européia. De fato, como vou explicar em breve, é um fator atenuante. Atualmente na Europa, o perigo evidente e presente vêm de outra direção: da incapacidade do continente em responder efetivamente à crise financeira.
A política fiscal e monetária da Europa enfrenta uma crise tão severa quanto a dos Estados Unidos, mas está fazendo muito pouco para combatê-la.
Com relação ao aspecto fiscal, a comparação com os Estados Unidos é surpreendente. Muitos economistas, inclusive eu, argumentam que o plano de estímulos do governo Obama é muito pequeno para o tamanho da crise. No entanto, as ações dos Estados Unidos fazem com que as ações da Europa sejam vistas como muito menores. A diferença na política monetária também é alarmante. O Banco Central Europeu antecipou-se muito menos que a Reserva Federal (na realidade, aumentou as taxas em julho passado), e evita qualquer medida forte para o descongelamento dos mercados de crédito.
O único fator que está funcionando a favor da Europa é exatamente aquele pelo qual ela é tão criticada: o tamanho e a generosidade dos seus Estados de bem-estar, que estão reduzindo o impacto da crise econômica.
Isto não é pouco. Na Europa, com os seguros de atenção à saúde garantidos e generosas parcelas de seguro desemprego, até o momento não há tanto sofrimento humano quanto nos Estados Unidos. E esses programas também vão ajudar a conter os gastos durante a crise.
No entanto, os ditos "estabilizadores automáticos" não são substitutos da ação positiva. Por que a Europa não está preparada? Os maus dirigentes fazem parte da história. Os banqueiros europeus, que não foram atingidos pela crise, ainda parecem estranhamente complacentes. Nos Estados Unidos, para ouvirmos qualquer coisa parecida com os disparates proferidos pelo ministro da economia alemão, só mesmo vindo dos republicanos.
Há um problema ainda mais sério: a integração econômica e monetária da Europa está muito adiantada em comparação às suas instituições políticas. A economia de muitos países da Europa está fortemente vinculada, assim como a economia de muitos estados dos Estados Unidos, e a maioria da Europa tem uma moeda em comum. No entanto, diferentemente dos Estados Unidos, a Europa não possui o tipo de instituições em nível continental necessárias para enfrentar uma crise continental.
Essa é uma razão importante para a falta de ação fiscal: não há um Governo único na posição de assumir a responsabilidade pela economia européia, cada Estado membro é responsável pelo acúmulo de dívidas enormes para financiar benefícios destinados a eleitores de outros países. Poderíamos esperar que a política monetária fosse mais enérgica. Afinal, embora não exista um Governo europeu, existe o Banco Central Europeu. No entanto, o BCE não é a Reserva Federal dos Estados Unidos, que pode dar-se o luxo de medidas audazes, pois é apoiada por um governo nacional unitário, que já se mobilizou para compartilhar os riscos da sua audácia e, com certeza, cobrirá as possíveis perdas, caso os esforços por descongelar os mercados financeiros não dão certo. O BCE, que deve se submeter a 16 Governos que freqüentemente entram em conflito, não pode contar com o mesmo nível de respaldo.
A Europa, em outras palavras, está demonstrando ser estruturalmente frágil em tempos de crise. A grande pergunta é o que vai acontecer com as economias européias que há alguns anos prosperaram num ambiente de dinheiro fácil, particularmente com a Espanha.
Durante grande parte da última década, a Espanha foi a Flórida da Europa. A sua economia se manteve em alta graças ao auge da especulação imobiliária. Como na Flórida, o auge transformou-se em contração. A Espanha precisa encontrar novas fontes de renda e emprego para substituir o desemprego na construção. No passado, a Espanha teria procurado melhorar a sua competitividade desvalorizando a moeda. No entanto, agora tem o euro - e a única forma de avançar parece ser um processo de disseminação da redução de salários. Isto teria sido difícil nas melhores épocas; evidentemente será muito doloroso se, como parece ser muito provável, a economia européia no seu conjunto está em depressão e com tendência à deflação nos próximos anos.
Será isso um sinal de que a Europa errou em permitir essa integração tão estreita? Será que a criação do euro, em particular, foi um erro? Talvez.
No entanto, a Europa ainda pode mostrar que os céticos estão errados, se os seus políticos começam a mostrar mais liderança. Será que eles farão isso?
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Por força dos inúmeros posts tratando desta questão econômica, impende novamente sugerir a leitura do estudo que nos foi enviado sobre as profecias que tratam do caos econômico ao largo do globo. Pode ser baixado diretamente neste link.
Ainda sobre a Europa:
Dn 2:43 Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.
Mais detalhes sobre a aplicação profética do Livro de Daniel, Capítulo 2, pode ser lido no site Jesus Voltará.
A política fiscal e monetária da Europa enfrenta uma crise tão severa quanto a dos Estados Unidos, mas está fazendo muito pouco para combatê-la.
Com relação ao aspecto fiscal, a comparação com os Estados Unidos é surpreendente. Muitos economistas, inclusive eu, argumentam que o plano de estímulos do governo Obama é muito pequeno para o tamanho da crise. No entanto, as ações dos Estados Unidos fazem com que as ações da Europa sejam vistas como muito menores. A diferença na política monetária também é alarmante. O Banco Central Europeu antecipou-se muito menos que a Reserva Federal (na realidade, aumentou as taxas em julho passado), e evita qualquer medida forte para o descongelamento dos mercados de crédito.
O único fator que está funcionando a favor da Europa é exatamente aquele pelo qual ela é tão criticada: o tamanho e a generosidade dos seus Estados de bem-estar, que estão reduzindo o impacto da crise econômica.
Isto não é pouco. Na Europa, com os seguros de atenção à saúde garantidos e generosas parcelas de seguro desemprego, até o momento não há tanto sofrimento humano quanto nos Estados Unidos. E esses programas também vão ajudar a conter os gastos durante a crise.
No entanto, os ditos "estabilizadores automáticos" não são substitutos da ação positiva. Por que a Europa não está preparada? Os maus dirigentes fazem parte da história. Os banqueiros europeus, que não foram atingidos pela crise, ainda parecem estranhamente complacentes. Nos Estados Unidos, para ouvirmos qualquer coisa parecida com os disparates proferidos pelo ministro da economia alemão, só mesmo vindo dos republicanos.
Há um problema ainda mais sério: a integração econômica e monetária da Europa está muito adiantada em comparação às suas instituições políticas. A economia de muitos países da Europa está fortemente vinculada, assim como a economia de muitos estados dos Estados Unidos, e a maioria da Europa tem uma moeda em comum. No entanto, diferentemente dos Estados Unidos, a Europa não possui o tipo de instituições em nível continental necessárias para enfrentar uma crise continental.
Essa é uma razão importante para a falta de ação fiscal: não há um Governo único na posição de assumir a responsabilidade pela economia européia, cada Estado membro é responsável pelo acúmulo de dívidas enormes para financiar benefícios destinados a eleitores de outros países. Poderíamos esperar que a política monetária fosse mais enérgica. Afinal, embora não exista um Governo europeu, existe o Banco Central Europeu. No entanto, o BCE não é a Reserva Federal dos Estados Unidos, que pode dar-se o luxo de medidas audazes, pois é apoiada por um governo nacional unitário, que já se mobilizou para compartilhar os riscos da sua audácia e, com certeza, cobrirá as possíveis perdas, caso os esforços por descongelar os mercados financeiros não dão certo. O BCE, que deve se submeter a 16 Governos que freqüentemente entram em conflito, não pode contar com o mesmo nível de respaldo.
A Europa, em outras palavras, está demonstrando ser estruturalmente frágil em tempos de crise. A grande pergunta é o que vai acontecer com as economias européias que há alguns anos prosperaram num ambiente de dinheiro fácil, particularmente com a Espanha.
Durante grande parte da última década, a Espanha foi a Flórida da Europa. A sua economia se manteve em alta graças ao auge da especulação imobiliária. Como na Flórida, o auge transformou-se em contração. A Espanha precisa encontrar novas fontes de renda e emprego para substituir o desemprego na construção. No passado, a Espanha teria procurado melhorar a sua competitividade desvalorizando a moeda. No entanto, agora tem o euro - e a única forma de avançar parece ser um processo de disseminação da redução de salários. Isto teria sido difícil nas melhores épocas; evidentemente será muito doloroso se, como parece ser muito provável, a economia européia no seu conjunto está em depressão e com tendência à deflação nos próximos anos.
Será isso um sinal de que a Europa errou em permitir essa integração tão estreita? Será que a criação do euro, em particular, foi um erro? Talvez.
No entanto, a Europa ainda pode mostrar que os céticos estão errados, se os seus políticos começam a mostrar mais liderança. Será que eles farão isso?
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP: Por força dos inúmeros posts tratando desta questão econômica, impende novamente sugerir a leitura do estudo que nos foi enviado sobre as profecias que tratam do caos econômico ao largo do globo. Pode ser baixado diretamente neste link.
Ainda sobre a Europa:
Dn 2:43 Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.
Mais detalhes sobre a aplicação profética do Livro de Daniel, Capítulo 2, pode ser lido no site Jesus Voltará.
Intemperança é pecado?
Por conta de uma agradável conversa no último Sábado à tarde, surgiu uma questão que se estendeu para a semana: "Comer carne é pecado?". Como a questão da carne sempre se constitui como último argumento daqueles que se demonstram resistentes à Reforma de Saúde, muito embora esta seja apenas uma pequena parte daquela, mas é sempre colocada na frente, com o intuito claro de tratando a questão de forma reducionista cercear sua consideração substantiva, trago algumas idéias que talvez possam ajudar neste tema.
Para melhor entender o artigo, onde se lê carne, poderia se proceder a substituição por qualquer alimento ou procedimento constante do Espírito de Profecia que tende a violar as leis naturais de saúde assinaladas por Deus e, que comprometem nosso relacionamento com Ele, conforme segue:
"A complacência com o apetite antinatural, quer seja chá, café, fumo ou álcool, é intemperança e está em guerra com as leis da vida e da saúde. O uso desses artigos proibidos cria no organismo um estado de coisas que o Criador nunca Se propôs que nele houvesse. Essa complacência em qualquer dos membros da família humana, é pecado. ... O uso de alimento que não produz bom sangue, é procedimento contrário às leis de nosso organismo físico, e constitui violação da lei de Deus. A causa produz o efeito. Sofrimento, enfermidade e morte, são a penalidade certa da complacência." (Carta 123, 1899)
"Tomar chá e café é pecado, condescendência prejudicial, que, como outros males, causa dano à alma." (Carta 44, 1896)
No entanto, ele (EP) também afirma, alinhando café, chá e carne:
"Os alimentos cárneos prejudicam o sangue. Cozinhai carne com condimentos e comei-a com requintados bolos e tortas e tereis má qualidade de sangue." (Ciência do Bom Viver, p. 387)
"O chá, o café e os alimentos cárneos, produzem efeito imediato. Sob a influência desses venenos, o sistema nervoso fica estimulado, e, em certos casos, momentaneamente, o intelecto parece revigorado e a imaginação mais viva. Como esses estimulantes produzam no momento resultados tão agradáveis, muitos chegam à conclusão de que realmente deles necessitam, e continuam a usá-los." (Conselhos Sobre Regime Alimentar, p 427)
Café e chá importam em pecado, produzem mal sangue e violam a Lei de Deus, mas carne que produz os mesmos efeitos, não?!?! Eu penso que em seu pensamento, Ellen G. White tencionava ir um pouco além do "ser/não ser" pecado.
Eu afirmaria, que o consumo destes ítens pode não estar diretamente ligado à condição de pecado, "strictu sensu", mas certamente se encarregam de facilitar o caminho ao mesmo, "lato sensu", seja pela degeneração física, seja pelos efeitos intelectuais, seja pelas consequências espirituais. Vejamos, e.g.:
- Degeneração física: Destruição do templo do Espírito Santo (pecado?) - I Cor. 6:19 e 20
- Degeneração mental: Bloqueio das nossas máximas capacidades cognitivas (pecado?) - Rm 12:1-2
- Degeneração espiritual: Constante desobediência aos conselhos de Deus na área de saúde (pecado?) - Ex 15:26
Sem levar em conta ainda o descumprimento da missão:
"A reforma de saúde, foi-me mostrado, é parte da terceira mensagem angélica, e está com ela tão intimamente relacionada como está o braço e a mão com o corpo humano. Vi que nós como um povo precisamos fazer um movimento de progresso nesta grande obra. Pastores e povo precisam agir em harmonia. O povo de Deus não está preparado para o alto clamor da terceira mensagem angélica. Eles têm uma obra a fazer por si mesmos, e que não podem deixar para que Deus a faça por eles. Ele deixou esta obra para que eles a façam. É uma obra individual; uma obra que não pode ser deixada para outro. "Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus." II Cor: 7:1. A glutonaria é o pecado prevalecente neste século. O lascivo apetite torna homens e mulheres escravos, obscurecendo-lhes o intelecto e diminuindo-lhes a sensibilidade moral a tal ponto que as sagradas e elevadas verdades da Palavra de Deus não são apreciadas. As inclinações inferiores têm dominado homens e mulheres." (Conselhos Sobre Regime Alimentar, p. 32)
O mesmo raciocínio haveria de ser aplicado a todos os demais fatores de "alimentação" do nosso ser, ou seja, pelos demais sentidos humanos:
"Todos devem vigiar os sentidos, do contrário Satanás alcançará vitória sobre eles; pois essas são as avenidas da alma." (Testimonies, vol. 3, pág. 507)
"Temos uma obra a fazer a fim de resistirmos à tentação. Aqueles que não querem ser presa dos ardis de Satanás devem bem guardar as entradas da alma; devem evitar ler, ver, ou ouvir aquilo que sugira pensamentos impuros." (Mente, Caráter e Personalidade, V.1, p. 107)
Enfim, parece-me que não há como se separar uma coisa da outra (intemperança/pecado), as partes se interligam e se intercomunicam, como aliás, toda a estrutura do ensino da nossa amada Igreja. É necessário, portanto, contarmos com definições claras nestes campos para podermos definirmos o grau de relação entre intemperança e pecado.
Como eu sempre gosto de dizer, a mesma maravilhosa graça que nos salva, é aquela habilitada para nos santificar, rejeitar a ação da segunda é tão grave como não aceitar a plenitude da primeira. Qual é o pecado imperdoável para efeitos de salvação??? Nesse contexto: Poderíamos utilizar o princípio analogamente??? Escavemos um pouco mais:
"É um dever saber como preservar o corpo na melhor condição de saúde, e é dever sagrado viver à altura da luz que Deus graciosamente tem dado. Se fecharmos os olhos à luz pelo temor de ver os erros que não desejamos abandonar, nossos pecados não são por isto amenizados, mas agravados. Se a luz é evitada num caso, será desconsiderada noutro. Violar as leis de nosso ser é tão pecado como quebrar um dos Dez Mandamentos, pois não podemos num caso como no outro deixar de quebrantar a lei de Deus. Não podemos amar o Senhor de todo o nosso coração, de toda a nossa alma e de todo o nosso entendimento e com todas as nossas forças enquanto estivermos amando nosso apetite, nossos gostos, mais do que amamos o Senhor. Estamos diariamente reduzindo nossa força para glorificar a Deus, quando é certo que Ele pede toda a nossa força, todo o nosso entendimento. Mediante nossos hábitos errôneos estamos debilitando o sustentáculo de nossa vida, e no entanto professando ser seguidores de Cristo, preparando-nos para o toque final da imortalidade. (Testimonies, vol. 2, págs. 70)
A resistência à diretiva Divina é que estabelece a condição de pecado!
Agora, depois de tudo isso, respondendo à pergunta título do post, eu diria: Depende.
Depende do quê? Do conhecimento. Da capacidade de compreensão. Do nível de relacionamento com Deus. Mas uma coisa é certa, o Espírito só pode agir sob a autorização humana. A pergunta correta, penso, talvez seja esta:
"Qual é a vontade de Deus neste assunto para a minha vida?"
A resposta faz toda a diferença sobre os resultados. Pois servimos um Deus quer nos manter perto dEle, porque nos ama, porque sabe o que é melhor para nós, porque sabe como nos manter fora dos domínios do inimigo. Porque Seu maior objetivo é nos salvar.
"Grande parte de todas as enfermidades que afligem a família humana, resulta de seus próprios hábitos errôneos, em virtude de sua voluntária ignorância ou do menosprezo pela luz que Deus tem dado em relação às leis do seu ser. Não nos é possível glorificar a Deus enquanto vivemos em violação das leis da vida. Não é possível ao coração manter-se consagrado a Deus enquanto se tolera a concupiscência do apetite. Um corpo enfermo e um intelecto desordenado em virtude de contínua tolerância para com a nociva concupiscência, torna impossível a santificação do corpo e do espírito. O apóstolo compreendia a importância das condições saudáveis do corpo para a bem-sucedida perfeição do caráter cristão. Diz ele: "Antes, subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado." I Cor. 9:27. Ele menciona os frutos do espírito, entre os quais está a temperança. "Os que são de Cristo crucificaram a carne com os seus vícios."" (Health Reformer, março de 1878)
Que Deus nos habilite a enveredarmos neste caminho que Ele há muito já nos convida e, principalmente, que não sejamos pedra de tropeço para nós mesmos e para aqueles que ainda não atentaram para esta realidade. Que possamos de alguma forma sermos usados por Ele na pregação desta importante mensagem para o nosso tempo.
E que toda a honra e toda glória seja somente deste Maravilhoso Deus que servimos.
Para melhor entender o artigo, onde se lê carne, poderia se proceder a substituição por qualquer alimento ou procedimento constante do Espírito de Profecia que tende a violar as leis naturais de saúde assinaladas por Deus e, que comprometem nosso relacionamento com Ele, conforme segue:
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
Façamos primeiramente um paralelo sobre o que o Espírito de Profecia define explicitamente sobre a questão do pecar no processo de alimentação:"A complacência com o apetite antinatural, quer seja chá, café, fumo ou álcool, é intemperança e está em guerra com as leis da vida e da saúde. O uso desses artigos proibidos cria no organismo um estado de coisas que o Criador nunca Se propôs que nele houvesse. Essa complacência em qualquer dos membros da família humana, é pecado. ... O uso de alimento que não produz bom sangue, é procedimento contrário às leis de nosso organismo físico, e constitui violação da lei de Deus. A causa produz o efeito. Sofrimento, enfermidade e morte, são a penalidade certa da complacência." (Carta 123, 1899)
"Tomar chá e café é pecado, condescendência prejudicial, que, como outros males, causa dano à alma." (Carta 44, 1896)
No entanto, ele (EP) também afirma, alinhando café, chá e carne:
"Os alimentos cárneos prejudicam o sangue. Cozinhai carne com condimentos e comei-a com requintados bolos e tortas e tereis má qualidade de sangue." (Ciência do Bom Viver, p. 387)
"O chá, o café e os alimentos cárneos, produzem efeito imediato. Sob a influência desses venenos, o sistema nervoso fica estimulado, e, em certos casos, momentaneamente, o intelecto parece revigorado e a imaginação mais viva. Como esses estimulantes produzam no momento resultados tão agradáveis, muitos chegam à conclusão de que realmente deles necessitam, e continuam a usá-los." (Conselhos Sobre Regime Alimentar, p 427)
Café e chá importam em pecado, produzem mal sangue e violam a Lei de Deus, mas carne que produz os mesmos efeitos, não?!?! Eu penso que em seu pensamento, Ellen G. White tencionava ir um pouco além do "ser/não ser" pecado.
Eu afirmaria, que o consumo destes ítens pode não estar diretamente ligado à condição de pecado, "strictu sensu", mas certamente se encarregam de facilitar o caminho ao mesmo, "lato sensu", seja pela degeneração física, seja pelos efeitos intelectuais, seja pelas consequências espirituais. Vejamos, e.g.:
- Degeneração física: Destruição do templo do Espírito Santo (pecado?) - I Cor. 6:19 e 20
- Degeneração mental: Bloqueio das nossas máximas capacidades cognitivas (pecado?) - Rm 12:1-2
- Degeneração espiritual: Constante desobediência aos conselhos de Deus na área de saúde (pecado?) - Ex 15:26
Sem levar em conta ainda o descumprimento da missão:
"A reforma de saúde, foi-me mostrado, é parte da terceira mensagem angélica, e está com ela tão intimamente relacionada como está o braço e a mão com o corpo humano. Vi que nós como um povo precisamos fazer um movimento de progresso nesta grande obra. Pastores e povo precisam agir em harmonia. O povo de Deus não está preparado para o alto clamor da terceira mensagem angélica. Eles têm uma obra a fazer por si mesmos, e que não podem deixar para que Deus a faça por eles. Ele deixou esta obra para que eles a façam. É uma obra individual; uma obra que não pode ser deixada para outro. "Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus." II Cor: 7:1. A glutonaria é o pecado prevalecente neste século. O lascivo apetite torna homens e mulheres escravos, obscurecendo-lhes o intelecto e diminuindo-lhes a sensibilidade moral a tal ponto que as sagradas e elevadas verdades da Palavra de Deus não são apreciadas. As inclinações inferiores têm dominado homens e mulheres." (Conselhos Sobre Regime Alimentar, p. 32)
O mesmo raciocínio haveria de ser aplicado a todos os demais fatores de "alimentação" do nosso ser, ou seja, pelos demais sentidos humanos:
"Todos devem vigiar os sentidos, do contrário Satanás alcançará vitória sobre eles; pois essas são as avenidas da alma." (Testimonies, vol. 3, pág. 507)
"Temos uma obra a fazer a fim de resistirmos à tentação. Aqueles que não querem ser presa dos ardis de Satanás devem bem guardar as entradas da alma; devem evitar ler, ver, ou ouvir aquilo que sugira pensamentos impuros." (Mente, Caráter e Personalidade, V.1, p. 107)
Enfim, parece-me que não há como se separar uma coisa da outra (intemperança/pecado), as partes se interligam e se intercomunicam, como aliás, toda a estrutura do ensino da nossa amada Igreja. É necessário, portanto, contarmos com definições claras nestes campos para podermos definirmos o grau de relação entre intemperança e pecado.
Como eu sempre gosto de dizer, a mesma maravilhosa graça que nos salva, é aquela habilitada para nos santificar, rejeitar a ação da segunda é tão grave como não aceitar a plenitude da primeira. Qual é o pecado imperdoável para efeitos de salvação??? Nesse contexto: Poderíamos utilizar o princípio analogamente??? Escavemos um pouco mais:
"É um dever saber como preservar o corpo na melhor condição de saúde, e é dever sagrado viver à altura da luz que Deus graciosamente tem dado. Se fecharmos os olhos à luz pelo temor de ver os erros que não desejamos abandonar, nossos pecados não são por isto amenizados, mas agravados. Se a luz é evitada num caso, será desconsiderada noutro. Violar as leis de nosso ser é tão pecado como quebrar um dos Dez Mandamentos, pois não podemos num caso como no outro deixar de quebrantar a lei de Deus. Não podemos amar o Senhor de todo o nosso coração, de toda a nossa alma e de todo o nosso entendimento e com todas as nossas forças enquanto estivermos amando nosso apetite, nossos gostos, mais do que amamos o Senhor. Estamos diariamente reduzindo nossa força para glorificar a Deus, quando é certo que Ele pede toda a nossa força, todo o nosso entendimento. Mediante nossos hábitos errôneos estamos debilitando o sustentáculo de nossa vida, e no entanto professando ser seguidores de Cristo, preparando-nos para o toque final da imortalidade. (Testimonies, vol. 2, págs. 70)
A resistência à diretiva Divina é que estabelece a condição de pecado!
Agora, depois de tudo isso, respondendo à pergunta título do post, eu diria: Depende.
Depende do quê? Do conhecimento. Da capacidade de compreensão. Do nível de relacionamento com Deus. Mas uma coisa é certa, o Espírito só pode agir sob a autorização humana. A pergunta correta, penso, talvez seja esta:
"Qual é a vontade de Deus neste assunto para a minha vida?"
A resposta faz toda a diferença sobre os resultados. Pois servimos um Deus quer nos manter perto dEle, porque nos ama, porque sabe o que é melhor para nós, porque sabe como nos manter fora dos domínios do inimigo. Porque Seu maior objetivo é nos salvar.
"Grande parte de todas as enfermidades que afligem a família humana, resulta de seus próprios hábitos errôneos, em virtude de sua voluntária ignorância ou do menosprezo pela luz que Deus tem dado em relação às leis do seu ser. Não nos é possível glorificar a Deus enquanto vivemos em violação das leis da vida. Não é possível ao coração manter-se consagrado a Deus enquanto se tolera a concupiscência do apetite. Um corpo enfermo e um intelecto desordenado em virtude de contínua tolerância para com a nociva concupiscência, torna impossível a santificação do corpo e do espírito. O apóstolo compreendia a importância das condições saudáveis do corpo para a bem-sucedida perfeição do caráter cristão. Diz ele: "Antes, subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado." I Cor. 9:27. Ele menciona os frutos do espírito, entre os quais está a temperança. "Os que são de Cristo crucificaram a carne com os seus vícios."" (Health Reformer, março de 1878)
Que Deus nos habilite a enveredarmos neste caminho que Ele há muito já nos convida e, principalmente, que não sejamos pedra de tropeço para nós mesmos e para aqueles que ainda não atentaram para esta realidade. Que possamos de alguma forma sermos usados por Ele na pregação desta importante mensagem para o nosso tempo.
Incidência de câncer é menor entre vegetarianos
Um estudo realizado na Grã-Bretanha sugere que uma dieta vegetariana pode ajudar a prevenir câncer.
Os pesquisadores analisaram dados de 52,7 mil pessoas com idades de 20 a 89 anos, e concluíram que as que não comiam carne tinham uma incidência significativamente menor de câncer do que as que incluiam carne em sua dieta.
O estudo revelou, contudo, que os vegetarianos - quase um terço dos participantes - tinham uma maior incidência de câncer colorretal, que abrange tumores que atingem o cólon (intestino grosso) e o reto.
Este tipo de câncer geralmente está associado ao consumo de carne vermelha e a descoberta surpreendeu os pesquisadores.
O autor da pesquisa, Tim Key, da organização Cancer Research UK, disse que nenhum estudo anterior havia examinado a dieta vegetariana dessa forma e a questão gera muita confusão.
"É interessante. Ele (o estudo) sugere que pode haver alguma redução do risco de câncer em vegetarianos e pessoas que comem peixe e precisamos examinar isto com cuidado", afirmou.
"Ele (o estudo) não sustenta a ideia de que vegetarianos têm uma incidência mais baixa de câncer colorretal e eu acho que (...) nós precisamos analisar com mais cuidado como a carne se encaixa nisto."
O estudo foi publicado no American Journal of Clinical Nutrition.
Fonte - BBC
Nota DDP: Revelado foi pela Inspiração:
"Não estabelecemos regra alguma para ser seguida no regime alimentar, mas dizemos que nos países onde são comuns as frutas, cereais e nozes, os alimentos cárneos não constituem alimentação própria para o povo de Deus. Fui instruída que a alimentação de carne tende a embrutecer a natureza e a privar os homens daquele amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros, dando aos instintos baixos o domínio sobre as faculdades superiores do ser. Se a alimentação de carne foi saudável algum dia, é perigosa agora. Constitui em grande parte a causa dos cânceres, tumores e moléstias dos pulmões." (Testemunhos Seletos, V. 3, p. 359)
Se a última parte mostra hoje a ciência ser indicativa da verdade, qual o motivo de se duvidar da primeira: "carne tende a embrutecer a natureza e a privar os homens daquele amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros, dando aos instintos baixos o domínio sobre as faculdades superiores do ser".
Interessante como o homem continua a repetir os mesmos erros, muitas vezes por eles mesmos "criticados" pela leitura do texto bíblico. A desobediência continua sendo um bom termômetro da confiança do homem em seu Criador.
Que Deus nos habilite a sermos obedientes, hoje, porque os dias que se colocam à nossa frente não nos permitirão viver de outra forma, senão pela fé.
Os pesquisadores analisaram dados de 52,7 mil pessoas com idades de 20 a 89 anos, e concluíram que as que não comiam carne tinham uma incidência significativamente menor de câncer do que as que incluiam carne em sua dieta.
O estudo revelou, contudo, que os vegetarianos - quase um terço dos participantes - tinham uma maior incidência de câncer colorretal, que abrange tumores que atingem o cólon (intestino grosso) e o reto.
Este tipo de câncer geralmente está associado ao consumo de carne vermelha e a descoberta surpreendeu os pesquisadores.
O autor da pesquisa, Tim Key, da organização Cancer Research UK, disse que nenhum estudo anterior havia examinado a dieta vegetariana dessa forma e a questão gera muita confusão.
"É interessante. Ele (o estudo) sugere que pode haver alguma redução do risco de câncer em vegetarianos e pessoas que comem peixe e precisamos examinar isto com cuidado", afirmou.
"Ele (o estudo) não sustenta a ideia de que vegetarianos têm uma incidência mais baixa de câncer colorretal e eu acho que (...) nós precisamos analisar com mais cuidado como a carne se encaixa nisto."
O estudo foi publicado no American Journal of Clinical Nutrition.
Fonte - BBC
Nota DDP: Revelado foi pela Inspiração:
"Não estabelecemos regra alguma para ser seguida no regime alimentar, mas dizemos que nos países onde são comuns as frutas, cereais e nozes, os alimentos cárneos não constituem alimentação própria para o povo de Deus. Fui instruída que a alimentação de carne tende a embrutecer a natureza e a privar os homens daquele amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros, dando aos instintos baixos o domínio sobre as faculdades superiores do ser. Se a alimentação de carne foi saudável algum dia, é perigosa agora. Constitui em grande parte a causa dos cânceres, tumores e moléstias dos pulmões." (Testemunhos Seletos, V. 3, p. 359)
Se a última parte mostra hoje a ciência ser indicativa da verdade, qual o motivo de se duvidar da primeira: "carne tende a embrutecer a natureza e a privar os homens daquele amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros, dando aos instintos baixos o domínio sobre as faculdades superiores do ser".
Interessante como o homem continua a repetir os mesmos erros, muitas vezes por eles mesmos "criticados" pela leitura do texto bíblico. A desobediência continua sendo um bom termômetro da confiança do homem em seu Criador.
Que Deus nos habilite a sermos obedientes, hoje, porque os dias que se colocam à nossa frente não nos permitirão viver de outra forma, senão pela fé.
Papa convida a redescobrir presença de Cristo na Eucaristia
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 13 de março de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI sublinhou nesta quinta-feira a importância de aprofundar no mistério da Eucaristia, aumentando a consciência dos fiéis, especialmente dos futuros sacerdotes, sobre a Presença Real de Cristo nas espécies eucarísticas.
Esta preocupação foi o tema central de seu discurso aos participantes na plenária da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que dedicaram o tema de sua reunião à prática da adoração eucarística.
O Papa agradeceu neste sentido que para o dicastério atualmente presidido pelo cardeal Antonio Cañizares, administrador apostólico de Toledo, «a insistência sobre o tema da Eucaristia como fonte inextinguível de santidade foi uma urgência de primeira ordem».
Na atualidade é necessário, sublinhou o Papa, «promover a fé na presença real do Senhor na Santa Eucaristia e assegurar na celebração da Santa Missa toda a dimensão da adoração», para o qual a prática da adoração eucarística supõe um recurso pastoral importante.
Este esclarecimento é importante, sublinhou, sobretudo pelos «desvios que talvez contaminaram a renovação litúrgica pós-conciliar, revelando uma compreensão reducionista demais do mistério eucarístico».
Esta preocupação esteve muito presente no Sínodo de 2005, no qual «os padres sinodais não haviam deixado de manifestar preocupação por certa confusão gerada depois do Concílio Vaticano II, sobre a relação entre Missa e adoração do Santíssimo Sacramento», explicou o Papa.
Diante disto, o Papa recorda que a doutrina da transubstanciação do pão e do vinho e da presença real «são verdades de fé evidentes já na própria Sagrada Escritura e confirmadas depois pelos padres da Igreja».
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: De se observar os termos desta pregação acerca da eucaristia nos posts anteriores.
[Colaboração - Fernando Machado]
Esta preocupação foi o tema central de seu discurso aos participantes na plenária da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que dedicaram o tema de sua reunião à prática da adoração eucarística.
O Papa agradeceu neste sentido que para o dicastério atualmente presidido pelo cardeal Antonio Cañizares, administrador apostólico de Toledo, «a insistência sobre o tema da Eucaristia como fonte inextinguível de santidade foi uma urgência de primeira ordem».
Na atualidade é necessário, sublinhou o Papa, «promover a fé na presença real do Senhor na Santa Eucaristia e assegurar na celebração da Santa Missa toda a dimensão da adoração», para o qual a prática da adoração eucarística supõe um recurso pastoral importante.
Este esclarecimento é importante, sublinhou, sobretudo pelos «desvios que talvez contaminaram a renovação litúrgica pós-conciliar, revelando uma compreensão reducionista demais do mistério eucarístico».
Esta preocupação esteve muito presente no Sínodo de 2005, no qual «os padres sinodais não haviam deixado de manifestar preocupação por certa confusão gerada depois do Concílio Vaticano II, sobre a relação entre Missa e adoração do Santíssimo Sacramento», explicou o Papa.
Diante disto, o Papa recorda que a doutrina da transubstanciação do pão e do vinho e da presença real «são verdades de fé evidentes já na própria Sagrada Escritura e confirmadas depois pelos padres da Igreja».
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Fonte - Zenit
Nota DDP: De se observar os termos desta pregação acerca da eucaristia nos posts anteriores.
[Colaboração - Fernando Machado]
Bento XVI: mundo não compreende o pecado
Bento XVI escreveu uma mensagem em que defende que o mundo actual não compreende o pecado e perdeu o sentido do mesmo, pelo que é urgente “formar rectamente a consciência” dos crentes.
O Papa dirigia-se ao Cardeal James Francis Stafford , penitenciário-mor e aos participantes no XX curso para o foro interno, promovido pela penitenciaria apostólica, no Vaticano.
A mensagem de Bento XVI salienta que, no nosso tempo, “formar rectamente a consciência dos crentes constitui sem duvida uma das prioridades pastorais, porque na medida em que se perde o sentido do pecado, aumentam, infelizmente os sentimentos de culpa que se desejariam eliminar com remédios paliativos insuficientes”.
O Papa afirma depois que, para a formação das consciências, contribuem múltiplos e preciosos instrumentos espirituais e pastorais que devem ser cada vez mais valorizados; entre eles, evidencia a catequese, a homilia, a direcção espiritual, o sacramento da Reconciliação e a celebração da Eucaristia.
“Uma adequada catequese - salienta Bento XVI - oferece um contributo concreto para a educação das consciências estimulando-as a perceber cada vez melhor o sentido do pecado, hoje em parte descurado ou pior ainda ofuscado por uma maneira de pensar e de viver como se Deus não existisse, e que denota um relativismo fechado ao verdadeiro sentido da vida”.
À catequese, prossegue depois a mensagem do Papa, deve unir-se “um uso sapiente da pregação. Nesse sentido, recorda que a homilia, que com a reforma do concilio Vaticano II adquiriu o seu papel “sacramental no interior do único acto de culto constituído pela liturgia da Palavra e da liturgia da Eucaristia”, é sem duvida a forma de pregação mais difusa, com a qual cada Domingo se educa a consciência de milhões de fiéis.
“Para formar as consciências - acrescenta depois Bento XVI – contribui também a direcção espiritual, um importante serviço eclesial para o qual é necessária sem dúvida uma vitalidade interior que se deve implorar como dom do Espírito Santo mediante intensa e prolongada oração e uma preparação especifica que se deve adquirir com cuidado”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Não se pode perder de vista que pecado, biblicamente, é o quebrantamento da Lei de Deus. O papa no caso faz apenas uma transferência para os dogmas católicos, dentre eles a eucaristia, centro da discussão sobre a "santidade" do domingo.
O Papa dirigia-se ao Cardeal James Francis Stafford , penitenciário-mor e aos participantes no XX curso para o foro interno, promovido pela penitenciaria apostólica, no Vaticano.
A mensagem de Bento XVI salienta que, no nosso tempo, “formar rectamente a consciência dos crentes constitui sem duvida uma das prioridades pastorais, porque na medida em que se perde o sentido do pecado, aumentam, infelizmente os sentimentos de culpa que se desejariam eliminar com remédios paliativos insuficientes”.
O Papa afirma depois que, para a formação das consciências, contribuem múltiplos e preciosos instrumentos espirituais e pastorais que devem ser cada vez mais valorizados; entre eles, evidencia a catequese, a homilia, a direcção espiritual, o sacramento da Reconciliação e a celebração da Eucaristia.
“Uma adequada catequese - salienta Bento XVI - oferece um contributo concreto para a educação das consciências estimulando-as a perceber cada vez melhor o sentido do pecado, hoje em parte descurado ou pior ainda ofuscado por uma maneira de pensar e de viver como se Deus não existisse, e que denota um relativismo fechado ao verdadeiro sentido da vida”.
À catequese, prossegue depois a mensagem do Papa, deve unir-se “um uso sapiente da pregação. Nesse sentido, recorda que a homilia, que com a reforma do concilio Vaticano II adquiriu o seu papel “sacramental no interior do único acto de culto constituído pela liturgia da Palavra e da liturgia da Eucaristia”, é sem duvida a forma de pregação mais difusa, com a qual cada Domingo se educa a consciência de milhões de fiéis.
“Para formar as consciências - acrescenta depois Bento XVI – contribui também a direcção espiritual, um importante serviço eclesial para o qual é necessária sem dúvida uma vitalidade interior que se deve implorar como dom do Espírito Santo mediante intensa e prolongada oração e uma preparação especifica que se deve adquirir com cuidado”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Não se pode perder de vista que pecado, biblicamente, é o quebrantamento da Lei de Deus. O papa no caso faz apenas uma transferência para os dogmas católicos, dentre eles a eucaristia, centro da discussão sobre a "santidade" do domingo.
Carta papal sobre levantamento de excomunhões: Evangelho no centro
CIDADE DO VATICANO, domingo, 15 de março de 2009 (ZENIT.org).- A carta de Bento XVI enviou na última quinta-feira aos bispos do mundo inteiro, para explicar o levantamento da excomunhão dos bispos ordenados ilegitimamente em 1988 por Dom Marcel Lefebvre, coloca o Evangelho no centro da vida da Igreja, explica seu porta-voz.
O Pe. Federico Lombardi, S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, analisou este documento, que qualifica de «original, de estilo sucinto e pessoal», no último editorial de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, que ele também dirige.
«A ocasião – como se sabe – são as discussões suscitadas pela decisão de levantar a excomunhão dos quatro bispos que haviam sido ordenados por Dom Lefebvre, medida cuja natureza, limite e intenção o Papa explica claramente. Isto é, a busca da unidade também quando é difícil.»
Mas este documento «tem um significado muito mais amplo, porque se torna testemunho firme das prioridades e dos critérios de Bento XVI em seu serviço de governo da Igreja».
O Papa reitera as grandes prioridades do seu pontificado: «conduzir os homens a Deus, ao Deus que se revelou na Bíblia e em Cristo; a unidade dos cristãos e o ecumenismo; o diálogo entre os crentes em Deus, isto é, o diálogo inter-religioso para impulsionar a paz no mundo e a dimensão social da caridade cristã».
«São as prioridades que conhecemos muito bem desde o primeiro discurso de Bento Xvi na Capela Sistina. Prioridades que ele traduziu fielmente na prática de cada dia, com suas palavras e obras.»
«Além disso, o Papa destaca com firmeza o critério que guia o seu governo e o espírito que o anima.»
«É o Evangelho, a lei nova em Cristo. Se ele se empenha e se expõe em um caminho de reconciliação que suscita tantas resistências, é porque o Senhor nos disse que se o nosso ‘irmão tem algo contra nós’, devemos deixar a oferta diante do altar e ir antes reconciliar-nos com ele.»
«E o Evangelho deve ser levado a sério – conclui o porta-voz. O mandamento do amor é exigente. Damos graças ao Papa por ter testemunhado, mais uma vez, com tanta eficácia à Igreja e ao mundo que Deus está em primeiro lugar e que o melhor caminho para ir a Ele é o Evangelho de Jesus.»
Fonte - Zenit
Nota DDP: É curiosa a não citação expressa da prioridade do domingo, como já revelado pelo papa em outras oportunidades, embora esteja a mesma implícita no discurso, por conta de tudo que se tem falado em torno de crises e, as soluções apresentadas neste sentido.
- Papa insiste na centralidade da Eucaristia para vida da Igreja
- Presidente do CELAM afirma que a guarda do domingo é prioridade
- O "Grande Conflito" em movimento 2
- Bento XVI na linha da frente do ecumenismo
O Pe. Federico Lombardi, S.J., diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, analisou este documento, que qualifica de «original, de estilo sucinto e pessoal», no último editorial de Octava Dies, semanário do Centro Televisivo Vaticano, que ele também dirige.
«A ocasião – como se sabe – são as discussões suscitadas pela decisão de levantar a excomunhão dos quatro bispos que haviam sido ordenados por Dom Lefebvre, medida cuja natureza, limite e intenção o Papa explica claramente. Isto é, a busca da unidade também quando é difícil.»
Mas este documento «tem um significado muito mais amplo, porque se torna testemunho firme das prioridades e dos critérios de Bento XVI em seu serviço de governo da Igreja».
O Papa reitera as grandes prioridades do seu pontificado: «conduzir os homens a Deus, ao Deus que se revelou na Bíblia e em Cristo; a unidade dos cristãos e o ecumenismo; o diálogo entre os crentes em Deus, isto é, o diálogo inter-religioso para impulsionar a paz no mundo e a dimensão social da caridade cristã».
«São as prioridades que conhecemos muito bem desde o primeiro discurso de Bento Xvi na Capela Sistina. Prioridades que ele traduziu fielmente na prática de cada dia, com suas palavras e obras.»
«Além disso, o Papa destaca com firmeza o critério que guia o seu governo e o espírito que o anima.»
«É o Evangelho, a lei nova em Cristo. Se ele se empenha e se expõe em um caminho de reconciliação que suscita tantas resistências, é porque o Senhor nos disse que se o nosso ‘irmão tem algo contra nós’, devemos deixar a oferta diante do altar e ir antes reconciliar-nos com ele.»
«E o Evangelho deve ser levado a sério – conclui o porta-voz. O mandamento do amor é exigente. Damos graças ao Papa por ter testemunhado, mais uma vez, com tanta eficácia à Igreja e ao mundo que Deus está em primeiro lugar e que o melhor caminho para ir a Ele é o Evangelho de Jesus.»
Fonte - Zenit
Nota DDP: É curiosa a não citação expressa da prioridade do domingo, como já revelado pelo papa em outras oportunidades, embora esteja a mesma implícita no discurso, por conta de tudo que se tem falado em torno de crises e, as soluções apresentadas neste sentido.
- Papa insiste na centralidade da Eucaristia para vida da Igreja
- Presidente do CELAM afirma que a guarda do domingo é prioridade
- O "Grande Conflito" em movimento 2
- Bento XVI na linha da frente do ecumenismo
A questão da água
Aumento da população e mudança climática ameaçam o abastecimento de água
PARIS, França (AFP) - O aumento da população, as mudanças climáticas, a irrigação irresponsável e o desperdício crônico ameaçam o abastecimento mundial de água doce, assinalou nesta quinta-feira o terceiro relatório sobre o Desenvolvimento da Água no Mundo, compilado por 24 agências da ONU.
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Este importante documento de 348 páginas mostra um panorama sombrio, principalmente nos países em vias de desenvolvimento, e descreve uma situação preocupante para as futuras gerações.
A água faz parte de uma complexa rede de fatores que determinam a prosperidade e a estabilidade de um povo, explica o estudo.
A falta de acesso à água aumenta a pobreza e as privações e é uma causa potencial de distúrbios e conflitos, adverte o informe.
"A água está vinculada às crises da mudança climática, ao abastecimento, aos preços da energia e dos alimentos, e à perturbação dos mercados financeiros", acrescenta o texto.
O informe assinala dois fatores que diminuem a quantidade de água doce.
Um é o impacto humano. Em 2000 havia 6 bilhões de seres humanos, uma população que já aumentou para 6,5 bilhões e poderá alcançar os 9 bilhões em 2050.
O crescimento da população, especialmente nas cidades dos países pobres, provoca uma enorme demanda de água. Cada gota dos rios nos países sedentos é consumida e os governos extraem a chamada água fóssil.
As mudanças climáticas, desencadeadas pelo aquecimento mundial provocado pelo ser humano, vão alterar o modelo das chuvas e reduzir a quantidade de neve derretida, segundo os cientistas.
O primeiro informe sobre a água foi publicado em 2003 e é atualizado a cada três anos. Este último, intitulado "Água em um mundo mutável", é publicado antes do quinto Foro Mundial da Água, que será realizado em Istambul de 16 a 22 de março.
Este enorme documento assinala os seguintes pontos:
- O CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO aumenta a pressão sobre o problema da água nos países em vias de desenvolvimento.
- Nos últimos 50 anos, a EXTRAÇÃO de rios e lagos se triplicou para ajudar a fazer frente à demanda da crescente produção de alimentos que requer muita água, como o arroz, o algodão, os rodutos lácteos e a carne.
- A DEGRADAÇÃO DO MEIO AMBIENTE provocada pela poluição da água e uma extração excessiva custa agora milhares de milhões de dólares.
- Há diversas possibilidades de se obter os OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIIO da ONU.
- O problema da falta de água, incrementado pela mudança climática, agravará os DESAFIOS DE SEGURANÇA.
- Serão necessários entre 92,4 bilhões e 148 bilhões de dólares anuais em INVESTIMENTOS para construir e manter sistemas de abastecimento de água, irrigação e serviços sanitários.
- A CONSERVAÇÃO e a utilização da água já usada, incluindo as águas residuais, é a chave do futuro.
Fonte - Yahoo
Relatório da ONU estima que 3 bilhões sofrerão com escassez de água no planeta em 2025
RIO - Mais da metade da população mundial - cerca de três bilhões de pessoas - sofrerá escassez de água em 2025, revela relatório divulgado na quinta-feira pela Unesco, a agência da ONU para Educação, Ciência e Cultura. Se as atuais tendências continuarem, incluindo as secas, o aumento populacional, a crescente urbanização, a mudança climática, a proliferação indiscriminada do lixo e a má administração dos recursos, o mundo se dirigirá para uma catástrofe. Estes novos problemas estarão na agenda de uma importante conferência internacional, o Quinto Fórum Mundial da Água, que acontecerá em Istambul, Turquia, entre 16 e 22 deste mês.
" Com recursos cada vez mais escassos, o gerenciamento correto e o consumo sustentável se tornam essenciais para que se mantenha o acesso às fontes de água, evitando o agravamento da fome no planeta "
- Com recursos cada vez mais escassos, o gerenciamento correto e o consumo sustentável se tornam essenciais para que se mantenha o acesso às fontes de água, evitando o agravamento da fome no planeta - diz diretor-geral da Unesco, Koichiro Matsura.
Publicado a cada três anos, o relatório atual enfatiza a importância da água no desenvolvimento e crescimento econômico. Na África, destaca o documento da Unesco, meio bilhão de pessoas ainda sofre com a falta de condições básicas de saneamento.
Esse panorama se reflete no fato de que 80% das doenças nas nações em desenvolvimento estão relacionados com a água, causando cerca de três milhões de mortes precoces por ano. Cinco mil crianças morrem por causa da diarréia a cada dia no mundo, sendo que cerca de 10% das doenças poderiam ser evitadas com medidas básicas de saneamento e higiene.
Crescimento populacional significa também mais pressão na agricultura, setor que mais consome água no planeta (cerca de 70%). Caso os atuais métodos de irrigação do solo não sejam aprimorados, a demanda do setor agrícola por água vai aumentar entre 70 e 90% até 2050.
Apesar de ser o país com a maior reserva de água doce do planeta, o Brasil não está imune aos problemas de escassez e mau uso, principalmente no setor agrícola, onde o desperdício é muito grande. Quem garante é José Antonio Frizzone, professor da USP e coordenador do recém-criado Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Engenharia de Irrigação, que vai, segundo ele, "estudar o uso racional da água na agricultura".
- A água é mal utilizada por todos os setores da economia, em particular na irrigação, onde ela é utilizada com baixa eficiência - explica o especialista. - O Brasil ainda está muito aquém de uma produção agrícola sustentável.
Fonte - O Globo
PARIS, França (AFP) - O aumento da população, as mudanças climáticas, a irrigação irresponsável e o desperdício crônico ameaçam o abastecimento mundial de água doce, assinalou nesta quinta-feira o terceiro relatório sobre o Desenvolvimento da Água no Mundo, compilado por 24 agências da ONU.
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Este importante documento de 348 páginas mostra um panorama sombrio, principalmente nos países em vias de desenvolvimento, e descreve uma situação preocupante para as futuras gerações.
A água faz parte de uma complexa rede de fatores que determinam a prosperidade e a estabilidade de um povo, explica o estudo.
A falta de acesso à água aumenta a pobreza e as privações e é uma causa potencial de distúrbios e conflitos, adverte o informe.
"A água está vinculada às crises da mudança climática, ao abastecimento, aos preços da energia e dos alimentos, e à perturbação dos mercados financeiros", acrescenta o texto.
O informe assinala dois fatores que diminuem a quantidade de água doce.
Um é o impacto humano. Em 2000 havia 6 bilhões de seres humanos, uma população que já aumentou para 6,5 bilhões e poderá alcançar os 9 bilhões em 2050.
O crescimento da população, especialmente nas cidades dos países pobres, provoca uma enorme demanda de água. Cada gota dos rios nos países sedentos é consumida e os governos extraem a chamada água fóssil.
As mudanças climáticas, desencadeadas pelo aquecimento mundial provocado pelo ser humano, vão alterar o modelo das chuvas e reduzir a quantidade de neve derretida, segundo os cientistas.
O primeiro informe sobre a água foi publicado em 2003 e é atualizado a cada três anos. Este último, intitulado "Água em um mundo mutável", é publicado antes do quinto Foro Mundial da Água, que será realizado em Istambul de 16 a 22 de março.
Este enorme documento assinala os seguintes pontos:
- O CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO aumenta a pressão sobre o problema da água nos países em vias de desenvolvimento.
- Nos últimos 50 anos, a EXTRAÇÃO de rios e lagos se triplicou para ajudar a fazer frente à demanda da crescente produção de alimentos que requer muita água, como o arroz, o algodão, os rodutos lácteos e a carne.
- A DEGRADAÇÃO DO MEIO AMBIENTE provocada pela poluição da água e uma extração excessiva custa agora milhares de milhões de dólares.
- Há diversas possibilidades de se obter os OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIIO da ONU.
- O problema da falta de água, incrementado pela mudança climática, agravará os DESAFIOS DE SEGURANÇA.
- Serão necessários entre 92,4 bilhões e 148 bilhões de dólares anuais em INVESTIMENTOS para construir e manter sistemas de abastecimento de água, irrigação e serviços sanitários.
- A CONSERVAÇÃO e a utilização da água já usada, incluindo as águas residuais, é a chave do futuro.
Fonte - Yahoo
Relatório da ONU estima que 3 bilhões sofrerão com escassez de água no planeta em 2025
RIO - Mais da metade da população mundial - cerca de três bilhões de pessoas - sofrerá escassez de água em 2025, revela relatório divulgado na quinta-feira pela Unesco, a agência da ONU para Educação, Ciência e Cultura. Se as atuais tendências continuarem, incluindo as secas, o aumento populacional, a crescente urbanização, a mudança climática, a proliferação indiscriminada do lixo e a má administração dos recursos, o mundo se dirigirá para uma catástrofe. Estes novos problemas estarão na agenda de uma importante conferência internacional, o Quinto Fórum Mundial da Água, que acontecerá em Istambul, Turquia, entre 16 e 22 deste mês.
" Com recursos cada vez mais escassos, o gerenciamento correto e o consumo sustentável se tornam essenciais para que se mantenha o acesso às fontes de água, evitando o agravamento da fome no planeta "
- Com recursos cada vez mais escassos, o gerenciamento correto e o consumo sustentável se tornam essenciais para que se mantenha o acesso às fontes de água, evitando o agravamento da fome no planeta - diz diretor-geral da Unesco, Koichiro Matsura.
Publicado a cada três anos, o relatório atual enfatiza a importância da água no desenvolvimento e crescimento econômico. Na África, destaca o documento da Unesco, meio bilhão de pessoas ainda sofre com a falta de condições básicas de saneamento.
Esse panorama se reflete no fato de que 80% das doenças nas nações em desenvolvimento estão relacionados com a água, causando cerca de três milhões de mortes precoces por ano. Cinco mil crianças morrem por causa da diarréia a cada dia no mundo, sendo que cerca de 10% das doenças poderiam ser evitadas com medidas básicas de saneamento e higiene.
Crescimento populacional significa também mais pressão na agricultura, setor que mais consome água no planeta (cerca de 70%). Caso os atuais métodos de irrigação do solo não sejam aprimorados, a demanda do setor agrícola por água vai aumentar entre 70 e 90% até 2050.
Apesar de ser o país com a maior reserva de água doce do planeta, o Brasil não está imune aos problemas de escassez e mau uso, principalmente no setor agrícola, onde o desperdício é muito grande. Quem garante é José Antonio Frizzone, professor da USP e coordenador do recém-criado Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Engenharia de Irrigação, que vai, segundo ele, "estudar o uso racional da água na agricultura".
- A água é mal utilizada por todos os setores da economia, em particular na irrigação, onde ela é utilizada com baixa eficiência - explica o especialista. - O Brasil ainda está muito aquém de uma produção agrícola sustentável.
Fonte - O Globo
Análise: guerras, infindáveis guerras
O cantor Edwin Starr, falecido em 2003, teve uma música de grande sucesso em 1970 chamada "War", na qual ele perguntava várias vezes: "Guerra, para que serve isso?"
A economia americana está em queda livre, o sistema bancário está num estado de colapso total e americanos por todo o país estão moderando seu padrão de vida. O país, como o conhecemos, está desaparecendo diante dos nossos olhos. Todavia, ainda despejamos bilhões de dólares em guerras no Afeganistão e no Iraque, com missões que ainda não conseguimos definir.
Mesmo com os Estados Unidos planejando reduzir o comprometimento das tropas no Iraque, eles continuam enviando milhares de soldados adicionais para o Afeganistão. O objetivo estratégico dessa escalação, como reconheceu o Secretário de Defesa Robert Gates, não está nem um pouco claro.
Em resposta a uma pergunta no programa televisivo "Meet the Press", da NBC, Gates disse: "Estamos conversando com os europeus, com nossos aliados; estamos trazendo muitas pessoas para obter diferentes pontos de vista à medida que revisamos nossa estratégia. Frequentemente me perguntam: 'Bem, Por quanto tempo esses 17 mil soldados adicionais ficarão lá? Mais soldados terão de ir?' Tudo depende do resultado dessa revisão de estratégia que eu espero que esteja concluída em algumas semanas".
...
Fonte - G1
A economia americana está em queda livre, o sistema bancário está num estado de colapso total e americanos por todo o país estão moderando seu padrão de vida. O país, como o conhecemos, está desaparecendo diante dos nossos olhos. Todavia, ainda despejamos bilhões de dólares em guerras no Afeganistão e no Iraque, com missões que ainda não conseguimos definir.
Mesmo com os Estados Unidos planejando reduzir o comprometimento das tropas no Iraque, eles continuam enviando milhares de soldados adicionais para o Afeganistão. O objetivo estratégico dessa escalação, como reconheceu o Secretário de Defesa Robert Gates, não está nem um pouco claro.
Em resposta a uma pergunta no programa televisivo "Meet the Press", da NBC, Gates disse: "Estamos conversando com os europeus, com nossos aliados; estamos trazendo muitas pessoas para obter diferentes pontos de vista à medida que revisamos nossa estratégia. Frequentemente me perguntam: 'Bem, Por quanto tempo esses 17 mil soldados adicionais ficarão lá? Mais soldados terão de ir?' Tudo depende do resultado dessa revisão de estratégia que eu espero que esteja concluída em algumas semanas".
...
Fonte - G1
sexta-feira, 13 de março de 2009
Tudo acontecendo ao mesmo tempo
UNIÃO DAS IGREJAS
1- "Ecumenismo não está em crise, chega a sua maturidade", afirma a teóloga alemã Jutta Burggraf.
2- Não há estancamento ecumênico.
3- Papa diz que mundo precisa de unidade das Igrejas cristãs.
4- O mundo necessita testemunho de unidade dos cristãos, diz o Papa.
5- Vaticano: não há distinção entre católicos, ortodoxos e protestantes.
ESTRATÉGIA PAPAL PARA UMA FUTURA LEI DOMINICAL:
1- Vaticano organiza seminário sobre Aquecimento Global.
2- Crise climática preocupa Vaticano.
3- Chamado do Papa à responsabilidade com a criação.
4- O fundamental e o secundário no discurso do papa Bento XVI.
5- Deus quer luta contra aquecimento, diz Igreja.
6- Bispos da UE promovem reflexão sobre mudanças climáticas.
7- Santa Sé na ONU: "crise do meio ambiente é um desafio moral".
8- Ante alarme ambiental, Papa pede "despertar moral".
Vaticano prepara o caminho para o domingo:
1- É bom e ecológico descansar ao domingo.
2- Vaticano pede apoio para o Congresso Internacional Eucarístico.
Observação: Eucaristia é nada mais nada menos, entre outras coisas, a guarda do domingo.
3- Cardeal Cipriani convida a redescobrir o domingo como Dia do Senhor.
4- Se o cristão abandonar o Domingo, renuncia à própria cultura, adverte o Santo Padre.
5- Presidente do CELAM afirma que a guarda do domingo é prioridade.
6- Papa critica a sociedade ocidental por desvirtuar o significado dos Domingos.
EUA E VATICANO - DUAS FORÇAS QUE SE UNIRÃO
1- Aquecimento ameaça segurança, dizem militares dos EUA.
2- Congresso americano aprova lei para reduzir o aquecimento global.
3- Bush e Gore discutem aquecimento global na Casa Branca.
4- Papa louva esforços americanos para defender a vida e o casamento diante da nova embaixadora americana no Vaticano.
Trecho dessa reportagem traduzido:
"Os EUA estão 'ansiosos para trabalhar em parceria com a Santa Sé para melhorar a vida de todas as pessoas do mundo'... A nova Embaixadora insistiu em que as relações entre a Santa Sé e os EUA são fundamentais 'na busca da liberdade, da justiça, da paz e da dignidade humana em todo o mundo'".
5- Bento XVI aos norte-americanos: Só a Lei de Deus traz paz.
6- Bush para papa: o mundo precisa de uma lei moral.
7- O Secretário Geral da ONU por ocasião da visita do pontífice aos EUA: 'Nos tempos de hoje enfrentamos muitos desafios e precisamos do firme apoio espiritual do papa'. 'Sua santidade, de muitas maneiras, sua missão é a nossa'.
8- Em nova visita ao Vaticano em 2008, novas manifestações singulares de Bush, dizendo ser “um enorme fã desse Papa”, que “o Vaticano é mais importante que o Texas”, ou simplesmente, no contexto de sua recepção pelo pontífice: “Que honra, que honra, que honra”. Antes mesmo de consumar a visita, demonstrando seu ânimo, disse: “a religião é paz e ninguém melhor que o Papa para interpretar essa mensagem”.
Colaboração: Blog Classe Jovem IASD Guará
Fonte - Minuto Profético
Nota DDP: Para outros detalhes nestes contextos, leia a série "TUDO AO MESMO TEMPO AGORA", nos links que seguem:
Parte 1 (O PAPADO)
Parte 2 (OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA)
Parte 3 (OS SINALIZADORES DAS ESCRITURAS SAGRADAS)
Final (O POVO DO FIM)
1- "Ecumenismo não está em crise, chega a sua maturidade", afirma a teóloga alemã Jutta Burggraf.
2- Não há estancamento ecumênico.
3- Papa diz que mundo precisa de unidade das Igrejas cristãs.
4- O mundo necessita testemunho de unidade dos cristãos, diz o Papa.
5- Vaticano: não há distinção entre católicos, ortodoxos e protestantes.
ESTRATÉGIA PAPAL PARA UMA FUTURA LEI DOMINICAL:
1- Vaticano organiza seminário sobre Aquecimento Global.
2- Crise climática preocupa Vaticano.
3- Chamado do Papa à responsabilidade com a criação.
4- O fundamental e o secundário no discurso do papa Bento XVI.
5- Deus quer luta contra aquecimento, diz Igreja.
6- Bispos da UE promovem reflexão sobre mudanças climáticas.
7- Santa Sé na ONU: "crise do meio ambiente é um desafio moral".
8- Ante alarme ambiental, Papa pede "despertar moral".
Vaticano prepara o caminho para o domingo:
1- É bom e ecológico descansar ao domingo.
2- Vaticano pede apoio para o Congresso Internacional Eucarístico.
Observação: Eucaristia é nada mais nada menos, entre outras coisas, a guarda do domingo.
3- Cardeal Cipriani convida a redescobrir o domingo como Dia do Senhor.
4- Se o cristão abandonar o Domingo, renuncia à própria cultura, adverte o Santo Padre.
5- Presidente do CELAM afirma que a guarda do domingo é prioridade.
6- Papa critica a sociedade ocidental por desvirtuar o significado dos Domingos.
EUA E VATICANO - DUAS FORÇAS QUE SE UNIRÃO
1- Aquecimento ameaça segurança, dizem militares dos EUA.
2- Congresso americano aprova lei para reduzir o aquecimento global.
3- Bush e Gore discutem aquecimento global na Casa Branca.
4- Papa louva esforços americanos para defender a vida e o casamento diante da nova embaixadora americana no Vaticano.
Trecho dessa reportagem traduzido:
"Os EUA estão 'ansiosos para trabalhar em parceria com a Santa Sé para melhorar a vida de todas as pessoas do mundo'... A nova Embaixadora insistiu em que as relações entre a Santa Sé e os EUA são fundamentais 'na busca da liberdade, da justiça, da paz e da dignidade humana em todo o mundo'".
5- Bento XVI aos norte-americanos: Só a Lei de Deus traz paz.
6- Bush para papa: o mundo precisa de uma lei moral.
7- O Secretário Geral da ONU por ocasião da visita do pontífice aos EUA: 'Nos tempos de hoje enfrentamos muitos desafios e precisamos do firme apoio espiritual do papa'. 'Sua santidade, de muitas maneiras, sua missão é a nossa'.
8- Em nova visita ao Vaticano em 2008, novas manifestações singulares de Bush, dizendo ser “um enorme fã desse Papa”, que “o Vaticano é mais importante que o Texas”, ou simplesmente, no contexto de sua recepção pelo pontífice: “Que honra, que honra, que honra”. Antes mesmo de consumar a visita, demonstrando seu ânimo, disse: “a religião é paz e ninguém melhor que o Papa para interpretar essa mensagem”.
Colaboração: Blog Classe Jovem IASD Guará
Fonte - Minuto Profético
Nota DDP: Para outros detalhes nestes contextos, leia a série "TUDO AO MESMO TEMPO AGORA", nos links que seguem:
Parte 1 (O PAPADO)
Parte 2 (OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA)
Parte 3 (OS SINALIZADORES DAS ESCRITURAS SAGRADAS)
Final (O POVO DO FIM)
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