NOVA YORK (Reuters) - O governo Obama vai trabalhar com as Nações Unidas para combater o terrorismo e outros grandes desafios globais, disse a embaixadora dos EUA na organização, Susan Rice, deixando claro o rompimento em relação às políticas do presidente George W. Bush, de isolamento em relação à entidade.
Rice disse em discurso na Universidade de Nova York, na quarta-feira, que Washington deve liderar pelo exemplo, admitindo seus erros, mudando suas políticas e estratégias quando for necessário e tratando os outros com respeito.
"Os desafios globais que enfrentamos não podem ser resolvidos sem a liderança dos EUA", disse Rice. "Mas, embora a liderança dos EUA seja necessária, ela raramente é suficiente. Precisamos de cooperação efetiva de uma ampla gama de amigos e parceiros."
Rice disse que esses desafios incluem os programas nucleares de Irã e Coreia do Norte, a crise financeira global, as guerras do Afeganistão e Iraque, a pandemia de gripe e o aquecimento global.
O presidente Barack Obama já prometeu uma "nova era de engajamento" com a ONU, que costumava ser criticada e até ridicularizada por membros do governo Bush.
Na declaração mais detalhada até agora do governo Obama a respeito da ONU, Rice disse, sem citar o governo anterior, que Washington evitará a "condescendência e o desprezo" que estariam marcando as atitudes dos EUA no cenário internacional.
"Já vimos o custo do desengajamento", disse. "Pagamos o preço de manter o braço duro na ONU e de esnobar nossos parceiros internacionais. Os Estados Unidos irão liderar no século 21 -- não pela arrogância, não pela intimidação, mas por uma paciente diplomacia."
Ela lembrou que, como exemplo da sua nova abordagem das questões mundiais, Washington já decidiu aderir ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, rejeitado pelo governo Bush por considerá-lo um fórum anti-Israel. Ela citou também a determinação do governo Obama em melhorar suas relações com o mundo muçulmano.
"Trabalhamos para mudar de dentro em vez de criticar de fora", disse Rice. "Mantemo-nos fortes na defesa dos interesses e valores da América, mas não discordamos só para contrariar. Ouvimos os Estados, grande e pequenos. Construímos coalizões. Cumprimos nossas responsabilidades. Pagamos nossas contas."
Na semana passada, Rice anunciou que os EUA iriam transferir mais de 2 bilhões de dólares em contribuições novas e atrasadas para o departamento de missões de paz da ONU.
As relações entre EUA e ONU atingiram um de seus pontos mais baixos em 2003, ano da invasão dos EUA no Iraque. O então secretário-geral Kofi Annan qualificou a guerra como um ato ilegal do governo Bush.
Rice defendeu reformas na administração da ONU e na Assembleia Geral, que inclui todos os 192 Estados filiados. Ela criticou a Assembleia por suas continuadas críticas a Israel e por permitir que "o teatro político lhe distraia da real deliberação."
Fonte - UOL
Nota DDP: "Coincidentemente" a nova postura americana vem na esteira da publicação da última encíclica romana, que pede uma nova ordem, além da reforma da ONU. Obviamente não se trata de nenhuma coincidência.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Atlântico tem maior número de furacões em mil anos
Uma pesquisa da Universidade Penn State, dos Estados Unidos, sugere que os furacões são mais frequentes atualmente no Oceano Atlântico do que em qualquer outra época dos últimos mil anos.No estudo, publicado na revista Nature, os pesquisadores examinaram camadas de sedimento criadas por furacões que cruzaram a costa na América do Norte e Caribe.
O registro sugere que a atividade dos furacões atualmente é incomum, mas pode ter sido ainda mais alta mil anos atrás.
A possível influência da mudança climática do planeta na ocorrência de furacões tem sido um assunto polêmico nos últimos anos.
Para o líder do estudo, Michael Mann, apesar de a pesquisa não esclarecer isso, acrescenta mais uma peça muito útil ao quebra-cabeças.
"(A ocorrência de furacões) tem sido debatida acaloradamente e várias equipes já usaram modelos diferentes, criados por computador, e apresentaram respostas diferentes", disse o cientista à BBC. "Eu diria que este estudo apresenta alguns dados paleoclimáticos úteis."
...
Fonte - BBC
Nota DDP: A frequência determina a evolução dos sinais.
Mateus 24:8
Mas todas estas coisas são o princípio de dores.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Internet mais atenta às pessoas, pede o Vaticano
O presidente do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais (CPCS), D. Claudio Maria Celli, afirmou que as novas tecnologias digitais com suas aplicações na Internet, que configuram a sociedade actual, devem promover e defender, acima de tudo, a natureza e dignidade do ser humano, assegurando seu adequado desenvolvimento através da comunicação real, da verdadeira amizade e do diálogo honesto.
...
D. Claudio Celli aponta três aspectos fundamentais que devem ser levados em consideração para viver uma adequada “cultura da comunicação”, a partir da mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2009.
A primeira referência “é o valor da pessoa humana. O Papa não é ingénuo sobre essa questão e sabe perfeitamente que muitas coisas circulam nas grandes redes da comunicação. Por isso, diz que se deve tomar cuidado com palavras e imagens degradantes para o ser humano. Deve bloquear-se a entrada a tudo aquilo que alimenta o ódio e a intolerância, e que agride a beleza e a intimidade da sexualidade humana”.
A segunda dimensão é o diálogo. “O diálogo entre pessoas de países, culturas e religiões diferentes. Um diálogo que não é certamente um esconder quem sou, porque não seria isso algo respeitoso para com a pessoa com quem dialogamos. Mas é um diálogo atento e respeitoso que busca sinceramente a verdade”, destacou o prelado.
Ao falar da terceira dimensão da mensagem, a amizade, o Arcebispo Celli, explica que “no novo vocabulário das redes digitais é um termo que se usa facilmente”.
O Arcebispo referiu-se então à presença de Bento XVI no Youtube e indicou que “o Papa deseja estar presente em um diálogo respeitoso com todos”.
“As nossas amizades crescem no nosso caminhar como seres humanos. Não podemos banalizar o conceito de amizade porque é uma das maiores riquezas de que o ser humano pode dispor”, concluiu.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Parece-nos que o tempo de pregação das mensagens angélicas pela internet, ao menos de forma desajustada aos parâmetros pretendidos pelo pontífice romano, está com os dias contados. Pregar a concepção historicista na interpretação profética certamente estará enquadrado em algo que alimenta o "ódio e a intolerância" e não se coaduna com um "diálogo atento e respeitoso".
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D. Claudio Celli aponta três aspectos fundamentais que devem ser levados em consideração para viver uma adequada “cultura da comunicação”, a partir da mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2009.
A primeira referência “é o valor da pessoa humana. O Papa não é ingénuo sobre essa questão e sabe perfeitamente que muitas coisas circulam nas grandes redes da comunicação. Por isso, diz que se deve tomar cuidado com palavras e imagens degradantes para o ser humano. Deve bloquear-se a entrada a tudo aquilo que alimenta o ódio e a intolerância, e que agride a beleza e a intimidade da sexualidade humana”.
A segunda dimensão é o diálogo. “O diálogo entre pessoas de países, culturas e religiões diferentes. Um diálogo que não é certamente um esconder quem sou, porque não seria isso algo respeitoso para com a pessoa com quem dialogamos. Mas é um diálogo atento e respeitoso que busca sinceramente a verdade”, destacou o prelado.
Ao falar da terceira dimensão da mensagem, a amizade, o Arcebispo Celli, explica que “no novo vocabulário das redes digitais é um termo que se usa facilmente”.
O Arcebispo referiu-se então à presença de Bento XVI no Youtube e indicou que “o Papa deseja estar presente em um diálogo respeitoso com todos”.
“As nossas amizades crescem no nosso caminhar como seres humanos. Não podemos banalizar o conceito de amizade porque é uma das maiores riquezas de que o ser humano pode dispor”, concluiu.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Parece-nos que o tempo de pregação das mensagens angélicas pela internet, ao menos de forma desajustada aos parâmetros pretendidos pelo pontífice romano, está com os dias contados. Pregar a concepção historicista na interpretação profética certamente estará enquadrado em algo que alimenta o "ódio e a intolerância" e não se coaduna com um "diálogo atento e respeitoso".
O(s) Anticristo(s)
Não apenas os Adventistas do Sétimo Dia se têm mostrado interessados no estudo e decifração das profecias bíblicas. Ao longo dos tempos, uns com toda a honestidade, outros com objetivo de defender e propagar as suas próprias filosofias, milhares têm dedicado os seus maiores esforços ao estudo das profecias contidas nas Escrituras. Neste âmbito, talvez um dos mais fascinantes e enigmáticos assuntos seja o do anticristo.A palavra anticristo (quer no singular ou plural), aparece apenas em I João 2:18, 2:22, 4:3 e II João 1:7, onde é definido como um espírito de oposição ou contradição aos ensinamentos de Cristo. Embora a palavra não apareça do livro de Apocalipse, a esmagadora maioria dos cristãos protestantes partilha a crença dos Adventistas de que representa um poder que intentará dominar o mundo através de práticas opostas às defendidas pelas Sagradas Escrituras, em claro afrontamento a Deus, nos momentos finais da História da Terra, um pouco antes da segunda volta de Jesus.
Ao longo dos séculos, diferentes figuras foram sendo identificadas como sendo o anticristo que as Escrituras anunciam. Alguns exemplos são Nero (atribuído pelos cristãos primitivos) e Adolf Hitler (pelos judeus). A partir da Reforma Protestante, alguns reformadores começaram a identificar o anticristo como sendo o Papa, como líder da Igreja Católica. Creio que esta última interpretação é aquela que num sentido mais geral, lato, ainda acolhe mais apoio junto dos Adventistas do Sétimo Dia.
No entanto, uma análise mais profunda do significado do termo, quer no seu aspeto literal quer simbólico (leia-se, profético), permite obter uma visão bastante mais alargada, na qual sobressai o conceito, diria mesmo a doutrina ou política usados, em detrimento da pessoa que é a face visível do anticristo.
Nos versos anteriormente mencionados das epístolas de João, fica nítida a ideia que um anticristo é tudo aquilo que se opõe ao verdadeiro Deus, soberano do Universo. Sim, escrevi um e não o, porque segundo I João 2:18, 'muitos se têm feito anticristos' - não deveremos ficar (somente) à espera de alguém específico e determinado, como sugeriria o uso do artigo definido.
De que forma podemos perceber isto? Ora, se anticristo descreve todo aquele que pretende opor-se a Deus, colocar-se no lugar de Deus, então será fácil constatarmos que realmente muitos anticristos têm surgido ao longo da História, e continuam ainda a surgir. Quer exemplos? Vejamos três.
a) Jim Jones foi um cidadão norte-americano que, reclamando ser a reencarnação de Buda, Lenin e... Jesus, organizou um culto que terminou num suicídio em massa, na cidade de Jonestown, Guiana.
b) Arnold Potter, um líder da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, identificava-se como sendo... o Messias.
c) José Luis de Jesus Miranda é um cidadão porto-riquenho que se auto-proclama simultaneamente Jesus Cristo e... o Anticristo (acredite se quiser)! Ele mantém um ministério com milhares de seguidores.
Se algum dos nomes e casos brevemente mencionados espanta o estimado leitor, talvez queira reformular o seu conceito de surpresa se lhe disser que outros exemplos de anticristos (ou do espírito de oposição e confrontação a Deus que a palavra significa) podem ser encontrados no seu emprego, escola, rua ou mesmo na sua própria casa...
Repetindo, se anticristo é aquele que se coloca no lugar de Deus, poderá dar-se o caso de alguns dos nossos próprios comportamentos e atitudes, por manifestos defeitos de caráter não corrigidos, como por exemplo orgulho e vaidade, ferirem gravemente a imagem e presença de Deus nas nossas vidas, projetando o nosso eu para primeiro plano? Se sim, então aí está um caso de oposição a Deus; logo, essa é uma ação típica de um anticristo, ou de seu espírito evidente.
Reforçando, acompanhe comigo: está de acordo que a rebelião de Lúcifer, ainda nas cortes celestiais, era uma oposição a Deus e tinha como objetivo colocá-lo no lugar de Deus? Logicamente, ele foi um anticristo ao manifestar uma vontade e um espírito de oposição ao Criador. Então, sempre que como seres pecadores nós refletimos na nossa vida as suas ações e não o caráter de Deus, também podemos chegar à mesma conclusão em relação a nós mesmos, não lhe parece?
Caro leitor, tenhamos cuidado para não ofender a pessoa de Jesus ao assumirmos para nós mesmos prerrogativas que pertencem a Deus. Quando isso acontece, estamos a praticar uma obra de anticristo, porque fazemos de nós próprios oposição à perfeita e justa imagem de Jesus.
Mas, especificando o termo no seu contexto profético e escatológico, devemos reconhecer inequivocamente o valor que o conceito de anticristo tem, para além desta leitura mais abrangente.
Daniel 7:25 fala de um rei que 'proferirá palavras contra o Altíssimo (...) e cuidará em mudar os tempos e as leis'. Apocalipse 13:1-8 descreve a ação de uma besta que sobe do mar. Essa descrição refere que ela foi adorada por todos os que habitam na Terra e 'proferia grandes coisas e blasfémias contra Deus'.
Um poder final que fala contra Deus, que muda a Sua lei e reclama para si a adoração é, indiscutivelmente, o anticristo - este sim, a figura definida, concreta, específica que a profecia bíblica aponta como perseguidora do fiel povo de Deus (Apocalipse 13:7), nos tempos finais.
Se provas faltassem, veja em Apocalipse 13:4 quem deu o poder a este anticristo: o dragão. Ora, conforme Apocalipse 12:9 esta figura representa o Diabo, Satanás! Não precisamos de mais evidências acerca dos propósitos anti-divinos desta força...
Os Adventistas do Sétimo Dia identificam esta besta que sobre do mar como sendo o poder papal. Por favor, leia bem, caro leitor: escrevi o poder papal (ou a Igreja do Vaticano, ou a Igreja Católica Romana), como sistema; não o homem que ocupa a cadeira papal, ou qualquer dos membros desta igreja!
Este sim, é o anticristo que, querendo ser como Deus, será finalmente derrotado pelo vitorioso Rei do Universo, Jesus Cristo. Leia em Apocalipse 19:20 'e a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre'.
Tudo aquilo que contraria, se opõe ao justo governo de Deus exerce o espírito do anticristo. Mas não desviemos a nossa atenção do simbolismo profético que aponta para um específico e grande poder anticristo que nos últimos dias da História da Terra fará oposição a Deus, e aos Seus seguidores.
Estude a Bíblia; em particular, sobre este assunto, Daniel e Apocalipse. E não se deixe levar pelo espírito do anticristo.
Fonte - O Tempo Final
Reino Unido vigia um em cada 78 cidadãos
Quando os pedidos são atendidos, os órgãos de vigilância têm acesso aos registros telefônicos e tráfego de e-mails, mas não ao conteúdo dos mesmos. Apesar de os dados de 2008 apresentarem uma pequena queda em relação ao de 2007, o número de vigiados ainda é 40% maior do que o de dois anos atrás.
O Partido Liberal Democrata lembrou ao governo que o livro 1984, de George Orwell — que criou o conceito de um governo onipresente — deveria servir de alerta, não de modelo.
Fonte - Opinião e Notícia
Mendes critica ação do MPF contra símbolos religiosos
SÃO PAULO - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, disse nesta terça-feira, 11, considerar um exagero a ação do Ministério Público Federal (MPF) que pede a retirada de símbolos religiosos de repartições públicas federais no Estado. "Tomara que não mandem derrubar o Cristo Redentor", ironizou o ministro, antes de participar de uma banca de doutorado na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Ao se referir à ação civil pública com pedido de liminar da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo, ajuizada no último dia 31 de julho, o ministro afirmou que o MPF tem "muito mais coisa para fazer" antes de se preocupar com essa temática.
"Se nós olharmos sob a perspectiva do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por exemplo, há presídios lotados, falta de respeito aos direitos humanos, uma série de questões que não são respeitadas, falta mesmo de atenção, processos prescrevendo no Ministério Público. Eu diria que há muito mais coisa para se fazer que cuidar desse tipo de assunto", declarou.
O presidente do STF reconheceu que o tema dos símbolos religiosos tem gerado debates jurídicos em todo o mundo, mas reiterou que a questão está cercada de exageros. "Se aprofundarmos essa discussão e formos radicais, vamos rever o calendário? Nós estamos agora no ano de 2009, que significa 2009 anos depois de Cristo. Vamos colocar isso em xeque? O próprio calendário, o sábado, o domingo, será revisto? A Páscoa, o Natal?", questionou. "Muito daquilo que se diz que é algo religioso, uma expressão de símbolo religioso, na verdade é uma expressão da civilização ocidental cristã", opinou.
Fonte - Estadão
Nota DDP: Ver também "MPF pede retirada de símbolos religiosos das repartições públicas federais em São Paulo".
"Se nós olharmos sob a perspectiva do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por exemplo, há presídios lotados, falta de respeito aos direitos humanos, uma série de questões que não são respeitadas, falta mesmo de atenção, processos prescrevendo no Ministério Público. Eu diria que há muito mais coisa para se fazer que cuidar desse tipo de assunto", declarou.
O presidente do STF reconheceu que o tema dos símbolos religiosos tem gerado debates jurídicos em todo o mundo, mas reiterou que a questão está cercada de exageros. "Se aprofundarmos essa discussão e formos radicais, vamos rever o calendário? Nós estamos agora no ano de 2009, que significa 2009 anos depois de Cristo. Vamos colocar isso em xeque? O próprio calendário, o sábado, o domingo, será revisto? A Páscoa, o Natal?", questionou. "Muito daquilo que se diz que é algo religioso, uma expressão de símbolo religioso, na verdade é uma expressão da civilização ocidental cristã", opinou.
Fonte - Estadão
Nota DDP: Ver também "MPF pede retirada de símbolos religiosos das repartições públicas federais em São Paulo".
Após tufão, terremoto de 5 graus abala Taiwan
Um terremoto de 5 graus na escala Richter, seguido de duas réplicas de 4,4 e 3,7 graus, abalou nesta quarta-feira o noroeste de Taiwan, sem deixar vítimas, informou o Serviço Meteorológico Central da ilha.
O terremoto ocorreu após a passagem do devastador tufão "Morakot", que deixou pelo menos 63 mortos e 61 desaparecidos no sul da ilha.
No próximo dia 21 de setembro se completa o décimo aniversário de um devastador terremoto de 7,3 graus de magnitude que matou mais de 2.400 mortos no centro da ilha.
Segundo as estatísticas do Centro de Sismologia, a ilha sofreu uma média anual de 21.295 tremores entre 1994 e 2008, mas apenas dois deles foram de alta magnitude, superior a 7 graus na escala Richter.
Na primeira metade de 2009, Taiwan registrou 8.918 tremores, segundo o Centro de Sismologia.
Fonte - Folha
O terremoto ocorreu após a passagem do devastador tufão "Morakot", que deixou pelo menos 63 mortos e 61 desaparecidos no sul da ilha.
No próximo dia 21 de setembro se completa o décimo aniversário de um devastador terremoto de 7,3 graus de magnitude que matou mais de 2.400 mortos no centro da ilha.
Segundo as estatísticas do Centro de Sismologia, a ilha sofreu uma média anual de 21.295 tremores entre 1994 e 2008, mas apenas dois deles foram de alta magnitude, superior a 7 graus na escala Richter.
Na primeira metade de 2009, Taiwan registrou 8.918 tremores, segundo o Centro de Sismologia.
Fonte - Folha
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Gráfico dos 1260, 1290, 1335 e 2300 dias proféticos
Notas:
* 1 dia profético = 1 ano (Ez. 4:6 e 7 e Núm. 14:34).
* Como 1 semana tem 7 dias, ao calcular, devemos multiplicar o número de semanas por sete para acharmos o valor em dias. (Ex. 70 semanas x 7 dias = 490 dias/anos).
* No séc. VI d.C Dionísius Exíquo constata que o nascimento de Cristo é mais importante que a fundação de Roma. No séc. IX é alterado o calendário romano que deixa de se basear na fundação de Roma para se fundamentar no nascimento de Cristo. Exíquo errou os cálculos e cerca de 4 anos se perderam na história, ou seja, Jesus, na verdade, nasceu no ano de 3 ou 4 a.C. Isso também explica por que Ele foi batizado com 30 anos no ano 27 d.C., e morreu com 33 anos no ano 31 d.C..
* Esd. 7:7-26 – Decreto de Artaxerxes (Dan. 9:25) no outono de 457 a.C.. Com isso em mente, sem se esquecer que não existe ano zero, quando calculamos um período de tempo que se estende de uma data antes de Cristo (a.C.) para uma data depois de Cristo (d.C.), devemos acrescentar um ano (o decreto de Artaxerxes só completaria um ano no outono de 456 a.C.). Ex. 490 anos passados de 457 a.C. = 490 – 457 = 33 . Assim
33 + 1 = 34 d.C.
* Dan. 9:24 – Setenta semanas “determinadas” (determinadas significa “cortadas” das 2300 tardes e manhãs – ver Dan. 9:23) sobre teu povo (Judeus).
* Dan. 9:25 – Sete semanas e sessenta e duas semanas até ao “Ungido” (Ungido é Messias em hebraico), ou seja, depois de sessenta e nove semanas (que passadas do ano de 457 a.C chega ao ano de 27 d.C., ano do batismo de Jesus) começaria o ministério do Messias (Cristo).
* Dan. 9:26 – Depois das 62 semanas seria morto o Ungido. Tenha em mente que há 7 semanas antes das 62 semanas, totalizando 69 semanas; Cristo morreu pouco depois das 62 semanas, no ano 31 d.C..
* Dan. 9:27 – “Ele” (Jesus/Ungido) cumpriu a “aliança com muitos” em Seu ministério, que durou do ano 27 d.C. até 31 d.C.. Note que esse período é de exatamente 3 anos e meio, marcando a metade de uma semana profética que se estenderia até 34 d.C.. Jesus fez cessar o sacrifício com Sua morte quando o véu do santuário terrestre se rasgou de alto a baixo e não seria mais necessário o sacrifício de animais.
* Dan. 12:7, 11 e 12. Respectivamente 1260 (1t + 2t + ½t = 360 + 720 + 180 = 1260) , 1290 e 1335 dias/anos.
Pr. Yuri Ravem
Fonte - Blog Nisto Cremos
Ban Ki-moon alerta para 'catástrofe climática'
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, fez nesta terça-feira a mais forte advertência de um líder internacional sobre os perigos do aquecimento global e os riscos de fracassar no seu combate.Discursando em uma reunião de meio ambiente nas redondezas da capital da Coreia do Sul, Seul, Ban disse que, se não forem tomadas medidas rápidas, as mudanças climáticas podem provocar violência e tumultos generalizados em todo o mundo.
Ele alertou também para "sofrimento humano incalculável e consequências catastróficas para o planeta" se os líderes mundiais não conseguirem chegar a um acordo para diminuir as emissões dos gases que provocam o efeito estufa, na reunião da ONU sobre mudanças climáticas em dezembro, em Copenhague.
O alerta foi dado no dia seguinte ao início de uma reunião entre representantes de cerca de 190 países, que se reúnem na cidade de Bonn, na Alemanha, até a sexta-feira para preparar o encontro da Dinamarca.
Os negociadores tentam superar os impasses que existem para que se chegue a um tratado para substituir o Protocolo de Kyoto - que fixou metas para redução das emissões de gases - a partir de 2012.
As metas apresentadas pelos ricos são consideradas insatisfatórias pelo bloco dos países em desenvolvimento. Por outro lado, China e Índia se recusam a adotar qualquer tipo de meta de emissões, sob o argumento de que poderiam atrapalhar o desenvolvimento.
Obstáculos
Além disso, o apoio financeiro à adaptação de alguns países pobres – os mais fortemente atingidos pelas mudanças climáticas – para reduzir a dependência de combustíveis fósseis nas suas economias também está longe de ser um consenso.
O problema não são as altas cifras necessárias - nisso todos concordam -, mas a fonte dessa verba milionária.
Em Bonn, os representantes vão tentar reduzir a versão atual do pré-acordo, com cerca de 200 páginas. Antes da reunião de Kyoto, na qual ficou acertado o atual protocolo sobre emissões, o grupo trabalhava com apenas 30 páginas.
Na segunda-feira, o representante máximo da ONU para mudanças climáticas, Yvo de Boer, destacou que "o tempo está se esgotando".
"O desafio desta sessão é reduzir o texto. Temos muito chão para percorrer", disse Boer, que recentemente afirmou que os países ricos devem estar prontos para "colocar na mesa" em Copenhague pelo menos US$ 10 bilhões.
Boer, que ocupa o cargo de secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudança Climática (UNFCCC, na sigla em inglês), vem insistindo que o custo de combater o aquecimento global precisa ser dividido, e que o dinheiro deve ser usado para ajudar países em desenvolvimento.
Além disso, o secretário sustenta que os principais países também devem estar dispostos a assinar um acordo com metas para redução de emissões de gases.
Em seu relatório de 2007, o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) recomendou reduções de 25% a 40% nas emissões até 2020, para manter o aquecimento global dentro dos limites considerados aceitáveis pelos cientistas.
Fonte - BBC
Fortes terremotos atingem Índia e Japão
Um forte terremoto atingiu as regiões leste e central do Japão nesta segunda-feira (terça-feira, horário local), provocando um alerta de tsunami para algumas áreas do Pacífico.Os tremores atingiram uma magnitude preliminar de 6,6 graus na escala Richter.
Segundo a Agência Meteorológica do Japão, o epicentro do terremoto teria aido próximo à Baía de Suruga, no centro do país. A capital, Tóquio, também foi sacudida pelos tremores.
Relatos sugerem que várias casas foram destruídas e uma estação de energia nuclear teria sido fechada para verificações de segurança.
Segundo a Agência Meteorológica do país, os tremores provocaram um alerta de tsunami no Pacífico. Até o momento, um tsunami de cerca de 60 centímetros foi registrado na costa do oceano.
Índia
Além do Japão, a Índia também foi atingida por intensos tremores de terra nesta segunda-feira.
O terremoto atingiu a costa das ilhas Andaman, no leste do país.
O tremor, ainda mais forte do que o registrado no Japão, atingiu 7,6 graus na escala Richter e provocou um alerta de tsunami para a costa do Índico na Índia, Mianmar, Indonésia, Tailândia e Bangladesh.
Ainda não há informações sobre vítimas dos tremores nos dois países.
Fonte - BBC
Mateus 24:7-8
Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Subsecretário da ONU: Caritas in veritate é esperança para um mundo melhor
ROMA, 07 Ago. 09 / 09:18 am (ACI).- O Subsecretário Geral das Nações Unidas, Giandomenico Picco, destacou a importância da Encíclica Caritas in veritate para a sociedade atual, precisando como esta encíclica social de Bento XVI ressalta, no meio do processo de globalização, a importância da fraternidade da família humana e como expõe propostas concretas nas quais ressoa a esperança para construir um mundo melhor....
"Na Caritas in veritate encontrei sementes de uma visão do futuro ordenado internacional que também estão em meu modo de ler a realidade e na minha história pessoal multicultural como filho de zonas limítrofes e trabalhadores da mediação entre pessoas em conflito", prossegue Picco.
...
Bento XVI axorta também, diz Picco, a "uma reforma do sistema das Nações Unidas e das estruturas internacionais econômicas e financeiras. Espero que isto não se faça somente em um nível numérico: um Conselho de segurança muito grande, por exemplo, seria uma reforma modesta e poderia gerar também uma redução de sua eficácia. Antes de nada, deveria estar na reforma o método de trabalho de vários órgãos das Nações Unidas".
Ao final falou sobre a necessidade de entender o mundo como uma grande "família humana" como sublinha o Papa em sua encíclica, Picco considera que "o emergir da identidade múltipla, em minha opinião, não só mudará o sistema internacional, mas também o próprio Estado-nação e fará mais realizável o conceito de família humana. Então, talvez tenhamos líderes que saibam sê-lo inclusive sem necessidade de um inimigo".
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: O documento continua ressoando. O que deve ser acompanhado é a eventual passagem da teoria para a prática. Ver também "O relógio transparente", de onde se pode destacar "O Papa não é só o chefe da Igreja. É também o porta-voz da cultura que criou o desenvolvimento."
Tufões causam mortes e destruição na Ásia

Dois fortes tufões estão provocando mortes e destruição em países no oeste do Oceano Pacífico.
No Japão, pelo menos nove pessoas morreram e outras nove ficaram desaparecidas em enchentes provocadas por fortes chuvas trazidas pela aproximação do tufão Etau, no Japão.
Segundo a Agência Meteorológica do Japão, a previsão é de que ele atinja Tóquio na terça-feira.
Pelo menos 50 mil pessoas no oeste do país foram orientadas a deixar as áreas costeiras.
Morakat
No domingo à tarde, o tufão Morakat atingiu a China, matando pelo menos uma criança e forçando a saída de cerca de 1 milhão de pessoas das áreas costeiras nas províncias de Zhejiang e Fujian.
A tormenta destruiu mais de 2 mil casas e fez transbordar um dos principais rios da região.
O mesmo tufão havia antes passado pela ilha de Taiwan, onde provocou as piores enchentes dos últimos 50 anos.
Pelo menos 12 pessoas morreram, outras 30 ficaram feridas, e as equipes de resgate ainda estão procurando por mais de 50 desaparecidos.
Apesar de estar perdendo força, o Morakat ainda deve atingir outras seis províncias do leste da China e Taiwan dentro das próximas horas.
O tufão também foi responsável por fortes chuvas nas Filipinas, onde pelo menos dez pessoas morreram por causa de enchentes e deslizamento de terra, na semana passada.
Tufões e tempestades tropicais são comuns nesta área do Oceano Pacífico entre os meses de julho e setembro.
Fonte - BBC
Europa sob ameaça de bomba relógio demográfica
Os números são impressionantes. Em 1998 apenas 3,2% da população da Espanha era de estrangeiros. Em 2007, a proporção foi de 13,4%. A população muçulmana da Europa mais do que duplicou nos últimos 30 anos, e duplicará novamente até 2015. Em Bruxelas, os sete nomes mais usados para batizar bebês do sexo masculino vêm sendo Mohamed, Adam, Rayan, Ayoub, Mehdi, Amine e Hamza.
A baixa taxa de natalidade entre os brancos europeus e a rápida multiplicação dos imigrantes irá mudar a essência da cultura e da sociedade europeias, com implicações de grande alcance na educação, habitação, assistência social, trabalho, artes e tudo mais. O impacto pode se dar até sobre a política externa, com consequências para as relações entre a Europa e os EUA.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Embora não citado no artigo supra, o vetor religião também será afetado e, neste quadro, as perspectivas do cumprimento profético. Veja outras nuances em "Quanto tempo mais?".
Tony Blair ensaia volta como presidente da UE
O aval do Parlamento irlandês para a realização de um novo plebiscito sobre o Tratado de Lisboa, em outubro, reabriu as discussões sobre o futuro presidente da União Europeia. O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, nome mais cogitado ao posto, tem agora o apoio oficial do governo trabalhista, embora ainda negue sua candidatura. Entre os especialistas, a questão é se Blair, hoje impopular e ex-líder de um partido em crise, seria o nome forte que a União Europeia precisa.
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Afastado do governo britânico há dois anos, e desgastado pela defesa da Guerra do Iraque, Blair teria na presidência da UE a oportunidade de lustrar sua imagem pública, hoje envolvida na mediação inglória do conflito entre israelenses e palestinos. Essa ambição, mesmo não assumida, porém, enfrenta críticas.
"Qualquer detentor deste cargo será suscetível de tentar centralizar o poder em Bruxelas", disse William Hage, porta-voz do Partido Conservador . "Nas mãos de um operador ambicioso como Tony Blair, isso é quase uma certeza. Ele deveria ficar longe deste emprego."
Em função das críticas, Blair deve enfrentar a concorrência de nomes como o de Felipe Gonzáles, ex-chefe de governo da Espanha. E o britânico tem pontos fracos. Mesmo pró-Europa, Blair é oriundo de um país onde o euroceticismo é crescente, e está marcado na memória dos admiradores da UE como o homem que manteve as barreiras à circulação de pessoas e impediu a adesão do país ao euro, preservando a libra esterlina.
Fonte - Estadão
Nota DDP: Para se entender os motivos de se acompanhar os passos do ex-primeiro ministro inglês, veja por exemplo:
- Tony Blair diz: religião é fundamental na política
- O salto de fé de Tony Blair
- Blair quer unir cristianismo, judaísmo e islamismo após deixar vida política
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Afastado do governo britânico há dois anos, e desgastado pela defesa da Guerra do Iraque, Blair teria na presidência da UE a oportunidade de lustrar sua imagem pública, hoje envolvida na mediação inglória do conflito entre israelenses e palestinos. Essa ambição, mesmo não assumida, porém, enfrenta críticas.
"Qualquer detentor deste cargo será suscetível de tentar centralizar o poder em Bruxelas", disse William Hage, porta-voz do Partido Conservador . "Nas mãos de um operador ambicioso como Tony Blair, isso é quase uma certeza. Ele deveria ficar longe deste emprego."
Em função das críticas, Blair deve enfrentar a concorrência de nomes como o de Felipe Gonzáles, ex-chefe de governo da Espanha. E o britânico tem pontos fracos. Mesmo pró-Europa, Blair é oriundo de um país onde o euroceticismo é crescente, e está marcado na memória dos admiradores da UE como o homem que manteve as barreiras à circulação de pessoas e impediu a adesão do país ao euro, preservando a libra esterlina.
Fonte - Estadão
Nota DDP: Para se entender os motivos de se acompanhar os passos do ex-primeiro ministro inglês, veja por exemplo:
- Tony Blair diz: religião é fundamental na política
- O salto de fé de Tony Blair
- Blair quer unir cristianismo, judaísmo e islamismo após deixar vida política
História da adoração – O paganismo babilônico
Capítulo 12
A religião na Mesopotâmia, e na babilônia, era politeísta. Cada cidade tinha seu próprio deus, por isso, paganismo, o deus da cidade, ou da região. Era cultuado como poderoso e imortal. Os principais deuses da Mesopotâmia foram Anu, o deus do céu; Shamash, o deus do Sol e da justiça; Isthar era a deusa do amor, e Marduk, o criador do céu, da Terra, rios e homens. Os mesopotâmios também acreditavam em adivinhações, foram eles que desenvolveram a idéia do horóscopo baseados nos astros, desenvolveram a astrologia (mistura de astronomia que é ciência, com adoração e consulta aos corpos celestes). Criam na possibilidade da previsão do futuro da vida de uma pessoa com base na posição dos astros. Isto faziam naqueles tempos para os reis e grandes personalidades, não para o povo em geral. Os sacerdotes exerciam grande poder por meio das adivinhações, que sempre fascinam, perante os reis e nobres. Aliás, foi nesse contexto que o rei Nabucodonosor teve o sonho da grande estátua, em que os adivinhos foram derrotados por Daniel, pois não conseguiram adivinhar o que o rei sonhara. Ou seja, uma vez contado o sonho, eles inventavam uma interpretação mística. Esses sacerdotes eram muito prestigiados entre o povo, pois eles adivinhavam pelos astros as cheias e as vazantes dos rios Tigre e Eufrates. É óbvio, eles já conheciam algo de meteorologia e das estações, e usavam da crendice popular para com suas previsões bastante corretas, se fazerem poderosos perante o povo, e tornarem o rei ainda mais poderoso. Esse poder era usado politicamente, como veremos no próximo capítulo.
Estudavam os astros com fins religiosos, e a construção da Torre de Babel estava relacionada com a adoração dos astros, queriam aproximar-se deles. Os babilônios foram os primeiros a distinguirem astros de estrelas, identificaram as fazes da Lua e os eclipses. Criaram os signos do zodíaco, dividiram o ano em 12 meses e o dia em 24 horas, e a hora em 60 minutos. A semana de sete dias sempre existiu desde a fundação do mundo. Foram bons matemáticos, e preferiam números múltiplos de 6. Dividiram o círculo em 360 graus. O número 6 era o seu número da perfeição. A sua ciência estava intimamente relacionada com a sua adoração.
Além da adoração politeísta de astros, sol e outros deuses, criam em gênios, demônios e magias. Desenvolveram um culto extremamente místico, de impressionante ritualismo. Faziam grandes ajuntamentos, como aquele em que Nabucodonosor forçou todo o povo à adoração de uma estátua, por meio da qual, atemorizando o povo, ele desejara fortalecer o seu poder absoluto. Em situações tais, os mais achegados ao rei mantinham fidelidade a ele de tal maneira que, se alguém não se rendesse à sua ordem, era imediatamente delatado e morto. Esse foi o caso da fornalha ardente, de onde o verdadeiro DEUS dos três jovens hebreus os livrou da morte. Diante do fracasso dos deuses de Babilônia, e da impressionante demonstração de poder do DEUS verdadeiro, Nabucodonosor viu-se obrigado a admitir Sua superioridade, o que fez por meio de um decreto. A sua veneração do Sol mais tarde resultou na santificação do domingo.
Os babilônios desenvolveram a matemática e a geometria. Isto era necessário à construção de grandes templos, cidades, edifícios, pirâmides (mais tarde elas foram construídas em muitos lugares, mas os povos já se haviam espalhado), diques e seus sistemas de irrigação e outras obras grandiosas. Tudo o que se construía envolvia um aspecto sagrado e era dedicado aos deuses. A vida entre os mesopotâmios, não só os babilônios, era fortemente mística. Faziam a guerra em nome dos deuses, e a paz também. Plantavam, colhiam, festejavam e viviam por esses deuses, que os seus dirigentes mesmos inventaram para dominá-los e controlá-los mais facilmente.
Fonte - Cristo Voltará
A religião na Mesopotâmia, e na babilônia, era politeísta. Cada cidade tinha seu próprio deus, por isso, paganismo, o deus da cidade, ou da região. Era cultuado como poderoso e imortal. Os principais deuses da Mesopotâmia foram Anu, o deus do céu; Shamash, o deus do Sol e da justiça; Isthar era a deusa do amor, e Marduk, o criador do céu, da Terra, rios e homens. Os mesopotâmios também acreditavam em adivinhações, foram eles que desenvolveram a idéia do horóscopo baseados nos astros, desenvolveram a astrologia (mistura de astronomia que é ciência, com adoração e consulta aos corpos celestes). Criam na possibilidade da previsão do futuro da vida de uma pessoa com base na posição dos astros. Isto faziam naqueles tempos para os reis e grandes personalidades, não para o povo em geral. Os sacerdotes exerciam grande poder por meio das adivinhações, que sempre fascinam, perante os reis e nobres. Aliás, foi nesse contexto que o rei Nabucodonosor teve o sonho da grande estátua, em que os adivinhos foram derrotados por Daniel, pois não conseguiram adivinhar o que o rei sonhara. Ou seja, uma vez contado o sonho, eles inventavam uma interpretação mística. Esses sacerdotes eram muito prestigiados entre o povo, pois eles adivinhavam pelos astros as cheias e as vazantes dos rios Tigre e Eufrates. É óbvio, eles já conheciam algo de meteorologia e das estações, e usavam da crendice popular para com suas previsões bastante corretas, se fazerem poderosos perante o povo, e tornarem o rei ainda mais poderoso. Esse poder era usado politicamente, como veremos no próximo capítulo.
Estudavam os astros com fins religiosos, e a construção da Torre de Babel estava relacionada com a adoração dos astros, queriam aproximar-se deles. Os babilônios foram os primeiros a distinguirem astros de estrelas, identificaram as fazes da Lua e os eclipses. Criaram os signos do zodíaco, dividiram o ano em 12 meses e o dia em 24 horas, e a hora em 60 minutos. A semana de sete dias sempre existiu desde a fundação do mundo. Foram bons matemáticos, e preferiam números múltiplos de 6. Dividiram o círculo em 360 graus. O número 6 era o seu número da perfeição. A sua ciência estava intimamente relacionada com a sua adoração.
Além da adoração politeísta de astros, sol e outros deuses, criam em gênios, demônios e magias. Desenvolveram um culto extremamente místico, de impressionante ritualismo. Faziam grandes ajuntamentos, como aquele em que Nabucodonosor forçou todo o povo à adoração de uma estátua, por meio da qual, atemorizando o povo, ele desejara fortalecer o seu poder absoluto. Em situações tais, os mais achegados ao rei mantinham fidelidade a ele de tal maneira que, se alguém não se rendesse à sua ordem, era imediatamente delatado e morto. Esse foi o caso da fornalha ardente, de onde o verdadeiro DEUS dos três jovens hebreus os livrou da morte. Diante do fracasso dos deuses de Babilônia, e da impressionante demonstração de poder do DEUS verdadeiro, Nabucodonosor viu-se obrigado a admitir Sua superioridade, o que fez por meio de um decreto. A sua veneração do Sol mais tarde resultou na santificação do domingo.
Os babilônios desenvolveram a matemática e a geometria. Isto era necessário à construção de grandes templos, cidades, edifícios, pirâmides (mais tarde elas foram construídas em muitos lugares, mas os povos já se haviam espalhado), diques e seus sistemas de irrigação e outras obras grandiosas. Tudo o que se construía envolvia um aspecto sagrado e era dedicado aos deuses. A vida entre os mesopotâmios, não só os babilônios, era fortemente mística. Faziam a guerra em nome dos deuses, e a paz também. Plantavam, colhiam, festejavam e viviam por esses deuses, que os seus dirigentes mesmos inventaram para dominá-los e controlá-los mais facilmente.
Fonte - Cristo Voltará
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
"Como folhas de Outono... " 15
Nesta semana, dando prosseguimento ao projeto "Como folhas de Outono..." trazemos a série "Os Dez Mandamentos" dirigida por vários palestrantes no Unasp II/Engenheiro Coelho.Adequada ainda por se relacionar com a própria identidade da Igreja Adventista do Sétimo Dia, trata de apronfudar os conceitos que se relacionam com cada um dos preceitos do Senhor. Em um tempo que líderes mundiais tanto têm falado da necessidade de ética e moral em um mundo globalizado, no entanto, oferecidos por uma ótica distorcida da Lei de Deus, necessário se faz que se fixem os imutáveis fundamentos do Senhor. Desnecessário salientar a importância do conhecimento aprofundado de tal tema nos tempos em que vivemos.
01) - Primeiro Mandamento (Pr. Reinaldo Siqueira)
02) - Segundo Mandamento (Pr. Emilson dos Reis)
03) - Terceiro Mandamento (Pr. Rubem Aguilar)
04) - Quarto Mandamento (Pr. Wilson Paroschi)
05) - Quinto Mandamento (Pr. Amin Rodor)
06) - Sexto Mandamento (Prof. Emilson dos Reis)
07) - Sétimo Mandamento (Pr. Natanael Moraes)
08) - Oitavo Mandamento (Pr. José Miranda Rocha)
09) - Nono Mandamento (Pr. Rodrigo Silva)
10) - Décimo Mandamento (Pr. Roberto Pereira)
Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
Outras programações:
- Séries "Como folhas de outono..."
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Ouvindo a Voz de DEUS
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Princípios
23 lições que mostram que a resposta do fim está no princípio.
O Santuário
Em apenas 3 lições, entenda com detalhes a riqueza do Santuário.
Encontro com a Vida
20 lições com um estudo aprofundado sobre as Escrituras
A Bíblia Ensina
18 lições que destacam os principais ensinamentos da Bíblia
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[Extraído do Blog A Missão]
Nota DDP: Outros estudos bíblicos podem ser acessados aqui.
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[Extraído do Blog A Missão]
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Eucaristia deve alentar vontade mais decisiva
SALVADOR, quinta-feira, 6 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- O arcebispo de Salvador (Brasil), cardeal Geraldo Agnelo, afirma que a participação com fé na eucaristia deve promover uma “vontade mais decisiva” no testemunho da coerência cristã.
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“Cada domingo, dia do Senhor, em tantas comunidades eclesiais os cristãos se encontram para fazer comunhão com o Senhor ressuscitado, e fazer comunhão entre si.”
Terminada a missa –indica o arcebispo– “nós, se participamos com fé, voltamos a nossas casas com ideias mais claras e com vontade mais decisiva, para um empenho de coerência cristã”.
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Fonte - Zenit
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“Cada domingo, dia do Senhor, em tantas comunidades eclesiais os cristãos se encontram para fazer comunhão com o Senhor ressuscitado, e fazer comunhão entre si.”
Terminada a missa –indica o arcebispo– “nós, se participamos com fé, voltamos a nossas casas com ideias mais claras e com vontade mais decisiva, para um empenho de coerência cristã”.
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Fonte - Zenit
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