segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Documento intercristão constata que missão e ecumenismo não se opõem

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 21 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Expoentes cristãos das diferentes confissões publicaram um documento no qual superam a dialética que no passado opunha o anúncio do Evangelho (a missão) ao diálogo ecumênico.

Trata-se dos materiais redigidos pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Comissão Fé e Constituição, do Conselho Mundial de Igrejas, por ocasião da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e para todo o ano de 2010.

O documento, recém-publicado, está dedicado ao tema “missão e unidade”, inspirando-se na frase do Evangelho de São Lucas (24, 48): “Vós sois testemunhas disso”.
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O projeto inicial do documento foi preparado por um grupo ecumênico da Escócia constituído pela associação Action of Churches Together en Scotland (ACTS), a partir do convite da Conferência dos Bispos católicos.

Fonte - Zenit


Crise atrapalha unidade europeia


Integração do continente requer boas doses de capital político e capital financeiro, mas o fluxo deste último em direção ao leste diminuiu.

Os líderes das nações mais ricas da Europa Ocidental, que haviam recebido seus vizinhos do leste em instituições como a Otan e a União Europeia, fecharam-se em suas próprias fronteiras quando a crise se agravou, apressando-se para salvar suas empresas e bancos, mas resistindo à maior parte dos apelos para salvar empregos e reforçar os bancos em outros lugares.

Adam S. Posen, vice-diretor do Instituto Peterson de Economia Internacional — entidade sediada em Washington — diz que essa atitude foi sustentada por uma visão míope, que ignora os laços financeiros entre as regiões que compõem a Europa. Ele diz que a inércia da Europa Ocidental frente à crise financeira na Europa do leste constitui a maior ameaça para o crescimento e a estabilidade da zona do euro.

Fonte - Opinião e Notícia

Daniel 2:43
Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.



Economia dos EUA está no purgatório

Apesar das afirmações otimistas do presidente do Federal Reserve (Banco Central Americano), Ben Bernanke, de que a economia dos Estados Unidos está perto da recuperação, os economistas Paul Krugman e Robert Reich não estão convencidos de que a perspectiva melhorou. Em um debate realizado pelo jornal The Hunffington Post, Krugman disse que a economia está atualmente "no purgatório".

O economista afirmou que os Estados Unidos têm visto números melhores da economia recentemente, mas disse que há problemas de terminologia. "Nós temos um problema com a terminologia, porque normalmente dizemos que a economia está em recessão ou a economia em recuperação. Ou você está no inferno, ou você está no céu. E o problema é na verdade estamos no purgatório", afirmou.

"Na verdade, estamos em uma situação quase de certeza o PIB está crescendo (...). Mas há quase uma certeza de que estamos perdendo empregos. A taxa de desemprego vai continuar a subir", completou Krugman.

Já Reich foi mais direto em sua avaliação. "Não há nenhuma evidência de que esta economia está indo muito melhor. O melhor que se pode dizer é que estamos piorando de forma mais lenta".

Fonte - Terra

Nota DDP: Veja também:

- Dólar deve ser substituído por nova divisa internacional
- China pode ser próxima 'bolha' da economia


OMS teme risco de uma nova onda da doença

A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu para um aumento no número de casos da chamada gripe A quando o inverno voltar ao hemisfério norte, no fim do ano. Da mesma forma, alertou a sociedade civil e organizações não-governamentais a ajudarem os governos a conter a pandemia com redes de informação e campanhas educativas.

O temor da OMS é o colapso do sistema de saúde de países onde ele é mais frágil e já onerado por outras epidemias como tuberculose, malária e Aids. Isso potencializaria a disseminação e o impacto da doença, que na maioria dos casos evolui de forma “suave e com recuperação total sem necessidade de cuidados médicos’’.

O peso da epidemia sobre o sistema de saúde brasileiro era considerado “moderado’’ – acima de “pequeno’’, abaixo de “severo’’ – até a primeira semana deste mês, último dado disponível e que tem base em informações passadas pelo Brasil.

– É certo que haverá mais casos e mortes – disse o diretor da OMS para o Pacífico Oeste, Shin Young-soo.

Até agora, a doença atingiu 182 mil pessoas no mundo e provocou pelo menos 1.799 mortes, segundo números que a própria OMS afirma estarem subestimados.

– A pandemia está se espalhando rapidamente, mas sua evolução futura não pode ser prevista. A maioria dos dados que temos foi coletada em países onde o sistema de saúde funciona bem – informou a OMS.

Ou seja: a “explosão’’ de casos aparece justamente quando a epidemia avança nos países desenvolvidos, concentrados no hemisfério norte, onde é verão agora e os índices de contaminação desaceleraram, embora não tenham estancado.

Em Genebra, a OMS convocou a sociedade civil para ela ajudar a identificar grupos mais vulneráveis – gestantes, cardíacos, diabéticos e imunodeprimidos são os alvos – e a divulgar informações sobre prevenção, educando a população sobre sintomas a serem tratados em casa.

Fonte - Diário Catarinense


Três tremores em 15 dias levam japoneses a aumentarem preparativos para o 'Grande Terremoto'

TÓQUIO - Crianças brincando sozinhas nos parquinhos da cidade, bicicletas estacionadas sem cadeado nas ruas, lojas e restaurantes cheios e dados econômicos indicando que o Japão começa a sair da recessão. O verão em Tóquio é tranquilo e, aparentemente, seguro, não fosse por um problema: a terra anda tremendo mais do que deveria. Em 15 dias foram registrados três tremores no país - dois deles fortemente sentidos na capital, que tem a maior concentração urbana do mundo. Os últimos sismos voltaram a fazer o país discutir os preparativos para um terremoto de proporções catastróficas, mostra reportagem da correspondente Cláudia Sarmento, publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO. Trata-se de um velho fantasma que ganha formas mais concretas cada vez que o solo japonês balança.

Especialistas afirmam que um grande terremoto no Japão é questão de tempo. Cientistas declararam nos últimos dias que a recente atividade sísmica poderia indicar que o tremor esperado desde a década de 70 está próximo. A Agência Meteorológica do Japão (AMJ), órgão que monitora a possibilidade de desastres naturais, desmente a existência de provas científicas sobre a iminência de um abalo devastador, mas confirma a alta probabilidade de que isso possa ocorrer nos próximos anos. O desastre já tem nome: Terremoto Tokai, uma referência à área a sudoeste de Tóquio que seria atingida em cheio.
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Sites do governo falam em 87% de chance de um violento terremoto sacudir a região de Tokai nos próximos 30 anos - previsão revista anualmente. Segundo as estimativas, a intensidade seria de oito pontos, mais de nove mil pessoas morreriam e os prejuízos à segunda economia do mundo chegariam a US$ 386 bilhões. A responsável pela catástrofe seria a falha de Nankai, que se movimenta produzindo grandes tremores a cada 118 anos. O último na área, com magnitude de 8,4, pontos na escala Richter foi em 1854. Cada tremor mais intenso é visto como um ensaio para o Tokai, ou o Grande Terremoto, como os japoneses se referem a ele. No último dia 11, a província de Shizuoka, onde vivem 50 mil brasileiros, enfrentou o teste. A terra tremeu (6,4 pontos), matou uma pessoa, feriu 123 e danificou 5.200 construções.

Fonte - O Globo


sábado, 22 de agosto de 2009

A liberdade de "Foreverland"

“Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles” (Ecles 12:1)

Um raro momento de lucidez nos últimos anos de vida de Michael Jackson aparentemente resultou no artigo "My Childhood, My Sabbath, My Freedom", publicado no site "Beliefnet" em dezembro de 2000.

A religião de Michael Jackson raramente foi alvo dos holofotes que o cercaram, mas certamente esteve presente em sua trajetória. Ele cresceu em contato com as Testemunhas de Jeová, religião de sua mãe, teve uma babá judia chamada Rose Fine, e, mais recentemente, boatos não comprovados anunciaram sua conversão para o islamismo. Talvez por isso o artigo escrito por incentivo do rabino amigo Shmuley seja ainda mais curioso.

A partir da experiência de um sábado na casa do rabino, recordações da infância traumática e insights sobre a alegria decorrente da observância da ordenança bíblica são registrados e questionados. Já que sua influência apontava para o sábado como sendo o domingo (para as Testemunhas de Jeová), o Sábado (para os judeus) ou a sexta-feira (para os muçulmanos), note apenas o conceito geral sobre o Sábado nos trechos extraídos do artigo:

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Rejeitado pedido para tirar crucifixo de locais públicos

A presença de símbolos religiosos em prédios públicos não ofende os princípios constitucionais da laicidade do estado nem de liberdade religiosa. Com esse entendimento, a Justiça Federal em São Paulo rejeitou pedido do Ministério Público Federal (MPF) para a retirada dos símbolos dos prédios públicos. A decisão, em caráter liminar, é da juíza federal Maria Lúcia Lencastre Ursaia, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, em Ação Civil Pública, iniciada com representação de Daniel Sottomaior Pereira.

Presidente de uma Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, Sottomaior alegou ter se sentido ofendido com a presença de um “crucifixo” num órgão público. Em 2007, ele já havia representado ao Ministério Público Estadual, reclamando providências para retirada de um crucifixo no plenário da Câmara Municipal de São Paulo. O promotor de Justiça Saad Mazloum indeferiu a representação. Decisão confirmada pelo Conselho Superior do Ministério Público.

Agora, o MPF entendeu que a foto do crucifixo mostrada pelo autor representava desrespeito ao princípio da laicidade do Estado, da liberdade de crença, da isonomia, da impessoabilidade da Administração Pública e feria o princípio processual da imparcialidade do Poder Judiciário.

Para a juíza, o Estado laico não deve ser entendido como uma instituição anti-religiosa ou anti-clerical. “O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos”, afirmou a juíza em seu despacho cautelar.

Na opinião da juíza, num país como o Brasil, que teve formação histórico-cultural cristã, a presença de símbolos religiosos em espaços públicos é natural, “sem qualquer ofensa à liberdade de crença, garantia constitucional, eis que para os agnósticos ou que professam crença diferenciada, aquele símbolo nada representa assemelhando-se a um quadro ou escultura, adereços decorativos”.

A juíza federal entendeu que não ocorreram as alegadas ofensas à liberdade de escolha de religião, de adesão ou não a qualquer seita religiosa, nem à liberdade de culto e à liberdade de organização religiosa, pois são garantias previstas na Constituição Federal.

“A laicidade prevista na Constituição veda à União, Estados, Distrito Federal e Municípios estabelecerem cultos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com elas ou seus representantes relação de dependência ou aliança, previsões que não implicam em vedação à presença de símbolos religiosos em órgão público”. Por fim, em exame preliminar, a juíza negou o pedido do MPF.

Fonte - Conjur



Seria o templo um modelo ou ideal para a igreja?

Exposição de motivos: Muito tem se debatido acerca da impropriedade de se traçar qualquer paralelo entre o templo do AT e a Igreja nestes últimos dias. É imperativo observar que esta separação é a pedra de toque que orienta inúmeras justificativas para novas práticas no culto ao Senhor. Embora obviamente o alinhamento não seja total, entendo que o erro está em se excluir todos os marcos, algo comum nestes dias. Neste pensar, trago a parte final de recente artigo publicado no Advir de lavra do Pr. Vanderlei Dornelles:

O templo terrestre é uma representação em dois sentidos. Ele aponta para o Messias vindouro, mas também retrata a santidade do santuário celestial, onde os filhos de Deus serão recebidos por ocasião das “bodas do Cordeiro” (Ap 19:1, 7,8, 7:9), e quando com harpas cantarão o “cântico novo” (Ap 14:2-3). A “noiva” que se “atavia” para as bodas é a igreja que se prepara para estar lá, na presença de Deus, para o louvor no próprio santuário celestial.

Ellen G. White diz que “da santidade atribuída ao santuário terrestre os cristãos devem aprender como considerar o lugar onde o Senhor propõe encontrar-se com seu povo”. Ela acrescenta que “as coisas sagradas e preciosas, destinadas a prender-nos a Deus, estão quase perdendo sua influência sobre nosso espírito e coração, sendo rebaixadas ao nível das coisas comuns”. E por fim, compara, “para a alma crente e humilde, a casa de Deus na Terra é como a porta do Céu. Os cânticos de louvor, a oração, a palavra ministrada pelos embaixadores do Senhor, são os meios que Deus proveu para preparar um povo para a assembléia lá do alto, para a reunião sublime à qual coisa alguma que contamine poderá ser admitida” (TS, II, 193).


Acrescente-se:

"É um fato deplorável que a reverência pela casa de Deus esteja quase extinta. As coisas e lugares sagrados já não se discernem; as coisas santas e elevadas não são apreciadas. Não haverá uma causa para essa falta de legítima piedade nas famílias? Não será acaso porque a elevada norma da religião esteja abatida até ao pó? Deus deu a Seu povo na antiguidade regras precisas e exatas sobre ordem. Porventura terá mudado? Não será Ele mais o Altíssimo e Todo-poderoso que domina sobre o Universo? Não conviria lermos as instruções que Deus mesmo Se dignou dar aos antigos hebreus para que nós, que temos a Verdade gloriosa irradiando sobre nós, os imitemos em sua reverência para com a casa de Deus? Temos motivos de sobra... para ser mais ponderados e reverentes em nosso culto do que os judeus. Mas o inimigo tem estado a trabalhar, a fim de destruir nossa fé na santidade do culto cristão." (Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 198)

Para pensar: Se no tempo de EGW a reverência estava quase extinta, não se discerniam as coisas e lugares sagrados, além do santo e elevado não ser apreciado, qual seriam as condições para os nossos dias? Não estaria em tempo de novamente "lermos as instruções" e "imitar" os hebreus em relação à casa do Senhor, ao revés de se defender que não há paralelo a ser considerado entre templo e Igreja?

"O inimigo tem estado a trabalhar, a fim de destruir nossa fé na santidade do culto cristão".


A "Segunda Revolução Americana" já começou

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Embora ainda nas suas fases iniciais, a "Segunda Revolução Americana" já está em curso. No entanto, isto que nós prevemos se tornará a mais profunda tendência política do século. A tendência que vai mudar o mundo ­ainda é invisível para aqueles mesmos experts, autoridades e comentaristas que só viram a crise financeira chegar no momento em que o fundo da economia cedeu.

Previsão de tendência: as condições continuarão a deteriorar-se. A economia global é uma doente em fase terminal. A recessão está numa breve remissão e não nas fases iniciais de recuperação. Dinheiro barato, crédito fácil, empréstimo irrestrito causaram uma crise econômica que não pode ser curada por políticas monetárias e fiscais que promovem mais dinheiro barato, crédito fácil e empréstimo irrestrito.
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Previsão de tendência: antes de o ímpeto da "Segunda Revolução Americana" tornar-se irresistível, ele poderia ser descarrilado por meio de um acontecimento false flag para enganar o público, ou por meio de uma crise ou acontecimento genuínos, capazes de mobilizar toda a nação sob a liderança do presidente. Na pior das hipóteses, o diretor do Instituto de Pesquisa de Tendências, Gerald Celente, prevê: "Dado o padrão dos governos de apostar em fracassos notórios para gerar mega-fracassos, a tendência clássica que eles seguem é a de fazer seus países entrar em guerra quando tudo o mais tiver falhado".

Um atentado false flag, uma crise verdadeira, ou uma declaração de guerra podem retardar o ritmo da "Segunda Revolução Americana", mas nada vai detê-la.

Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP: Sugiro a leitura integral do artigo.

No desenvolvimento do seu raciocínio, o articulista passa por questões já deflagradas em caráter popular: a tributação e a reforma de saúde. Sobre a questão da reforma de saúde, curiosamente, chamou-me a atenção a notícia de que os "Bispos americanos apoiam reforma do sistema de saúde", bem como que "Obama explica reforma na saúde a representantes religiosos", o que em superficial análise, demonstraria a necessidade de alinhamento do governo americano com grupos religiosos.

Por outro lado, o "quarto gatilho" constante do artigo, a questão da vacinação obrigatória, também parece ser bastante factível, vez que "Autoridades americanas começam a testar vacina contra gripe suína em crianças", também porque "Norte-americanos estão a perder a fé em Obama". De se lembrar ainda o post "EUA entrarão em guerra civil em 2010".

Sem contar o elemento econômico em si considerado, onde dizer-se que "as condições continuarão a deteriorar-se" ou "a economia global é uma doente em fase terminal", não é lá uma perspectiva das mais animadoras. Celente já acertou outras vezes.

Aguardemos para ver se "a tendência que vai mudar o mundo", que ­"ainda é invisível", se consumará.


Acesso à água está cada vez mais difícil, diz ONU

Segundo o Unicef, falta de acesso à água potável e saneamento também tem um forte impacto na educação das crianças, particularmente nos países pobres; Semana Mundial da Água foi aberta com um importante fórum em Estocolmo.

Cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo não tem acesso a água potável devido ao crescente aumento da procura e baixa disponibilidade.

A afirmação foi feita pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, em uma nota para marcar o início, no domingo, da Semana Mundial da Água.

Busca de soluções

Centenas de representantes de governos, sociedade civil e especialistas estão reunidos em Estocolmo, capital da Suécia, para partilhar soluções inovadoras em questões ligadas à falta de água e debater o seu impacto sobre a pobreza, a saúde, a educação, a igualdade de genêro e meio ambiente.

O evento de uma semana é patrocinado pelo Unicef sob o tema "Responder aos desafios globais: o acesso à água para o bem comum".

O Unicef diz ser encorajador o fato de 87% da população mundial ter acesso a água potável.

O órgão indica, contudo, que cerca de 4,5 mil crianças morrem todos os dias antes de completarem cinco anos devido à falta de água, saneamento e higiene.
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Fonte - Radio ONU

Nota DDP: Ver também "A nova geografia das mudanças climáticas".


OMS diz que pior não passou e alerta para nova onda de gripe suína

A diretora da OMS (Organização Mundial da Saúde), Margaret Chan, pediu nesta sexta-feira à comunidade internacional que se prepare para uma provável segunda onda da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). Chan destacou ainda que os governos devem se preparar para o fornecimento de vacinas.

"Não podemos dizer que o pior já passou ou está a ponto de passar", declarou Chan, em uma mensagem de vídeo gravada e exibida na abertura de um congresso em Pequim sobre a gripe na região Ásia Pacífico.

"Devemos nos preparar para qualquer surpresa que nos reserve este novo vírus caprichoso (...) uma mutação constante e imprevisível é o mecanismo de sobrevivência do mundo microbiano", completou.

"Também devemos nos preparar para uma segunda, e inclusive uma terceira, onda como aconteceu em pandemias anteriores".

A diretora da OMS afirmou que é preciso enfrentar sem rodeios o fornecimento de vacinas. Mais de 20 empresas farmacêuticas no mundo inteiro se preparam para produzir vacinas seguras e eficazes, mas muitos criticam o adiantamento dos testes para que a vacinação possa começar antes do inverno no hemisfério norte.

"Precisamos obter opiniões sobre grupos prioritários para uma proteção inicial", disse. "É uma das decisões mais difíceis que os governos terão que tomar, sobretudo porque o fornecimento será extremamente limitado durante vários meses".

O vírus A (H1N1) da gripe suína já matou 1.799 pessoas em todo o mundo, a maioria no continente americano, segundo os dados mais recentes da OMS.

A organização declarou a primeira pandemia de gripe do século 21 no dia 11 de junho. O alerta, contudo, diz respeito à velocidade de propagação da doença e não à sua letalidade. No total, 170 países confirmaram casos.

Fonte - Folha

Nota DDP: Veja também:

- Cadê a gripe suína que estava aqui?
- Regulador britânico alerta que Tamiflu pode causar derrame

O que é verdade e o que não é? Como termina esta questão? O tempo dirá.


História da adoração – A política aliada ao misticismo

Capítulo 13

Caim deu origem a uma civilização de rebelião contra DEUS. Resultou na destruição do mundo por meio do dilúvio, por causa da corrupção generalizada do ser humano.

A comunidade pós-diluviana desenvolveu-se na região da Mesopotâmia, região dos rios Tigre e Eufrates. Enquanto falavam uma só língua, permaneceram não distantes de onde Noé saíra da arca, que certamente ainda estava vivo por ocasião da construção da Torre de Babel. A geração pós-diluviana quis mostrar-se independente de DEUS. Passaram a desenvolver deuses, surgindo o paganismo, ou seja, os deuses de cada pago, ou região. Eles desprezaram o verdadeiro DEUS Criador, que havia enviado o dilúvio, e destruído os seus antepassados.

Antes do terceiro milênio após a criação, levantou-se Ninrode, neto de Cam, bisneto de Noé. Este tornou-se poderoso, como já sabemos. Josefo escreveu sobre esse homem do passado: "Pouco a pouco, transformou o estado de coisas numa tirania, sustentando que a única maneira de afastar os homens do temor a Deus era fazê-los continuamente dependentes do seu próprio poder. Ele ameaçou vingar-se de Deus, se Este quisesse novamente inundar a terra; porque construiria uma torre mais alta do que poderia ser atingida pela água e vingaria a destruição dos seus antepassados. O povo estava ansioso de seguir este conselho, achando ser escravidão submeter-se a Deus; de modo que empreenderam construir a torre [...] e ela subiu com rapidez além de todas as expectativas."Jewish Antiquities (Antiguidades Judaicas), I, 114, 115 (iv, 2, 3).

Fontes antigas dizem que esta torre alcançou 212m de altura, ao certo não se sabe. Fato é que a torre era um símbolo de adoração. Por ela Ninrod se fez grande, e se fez carismático, alguém visto como um deus. Ele aliou a si poder político (era líder) militar (era um grande caçador) e místico (era visto como se fosse deus). Esse sistema de poder se espalhou pelo mundo todo, persiste, com algumas variantes, até os nossos dias. Os grandes de hoje ainda buscam o que Ninrode desejava: poder. Daquele império derivaram outros, fragmentados pelas diferentes línguas até os nossos dias.

Desenvolveu-se em Babilônia um sistema de adoração pagão, um culto naturalista, adoravam as forças vitais, veneravam os fenômenos naturais e os astros. Inventaram muitos deuses. Diziam que a monarquia descendia dos deuses do céu. Deuses celestes casaram-se para criar a Terra. A monarquia possuía o poder de interpretar a vontade divina perante os súditos. Cercavam-se de muitos sacerdotes, que lhes aumentavam poder por meio de rituais impressionantes e assustadores. O povo submetia-se aos monarcas porque temiam os deuses, imaginando os monarcas serem amigos desses seres divinos. Assim os monarcas dominavam sobre os súditos. Na verdade, a fertilidade imaginativa dos poderosos em inventar deuses, mitos e rituais era para sujeitar seus súditos, dominar sobre eles, e perpetuarem no poder seus filhos, e toda a sua descendência. Assim se inventou o direito de uma certa família dominar sobre as demais, pois esta era uma família divina. Assim como hoje muitos caem no conto do bilhete, os antigos caíram nessa estória inventada por homens gananciosos por poder, cujo primeiro mais importante depois do dilúvio foi Ninrod. A adoração fora transformada num instrumento de poder e dominação política. Era o que satanás pretendia para separar a humanidade do Deus Criador. Assim ele levou muitos, a maioria, a adorarem por medo e por necessidade de obtenção de favores. E se submetiam a família dos homenso amigos dos deuses. Estes, com seus sacerdotes, tornaram-se supostamente os protetores das pessoas comuns.

Fonte - Cristo Voltará



quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Bispos da Ásia destacam poder unificador da Eucaristia

MANILA, terça-feira, 18 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Os bispos da Ásia propõem como prioridade favorecer o encontro íntimo e pessoal com Jesus Cristo e a comunhão entre as pessoas através de um novo fervor nas celebrações eucarísticas.

Assim assinala a mensagem final da nona edição da Assembleia Plenária da Federação das Conferências Episcopais Asiáticas (FABC), realizada em Manila (Filipinas), de 10 a 16 de agosto, com o tema “Viver a eucaristia na Ásia”.

“Neste sacramento, o Deus da unidade vem preencher e dotar nossa vida – pessoal e social – entregando-nos o dom da união com Ele e com o próximo”, indica a mensagem.

Nossas celebrações deveriam suscitar em todos a coragem para construir autênticas comunidades que reconciliem, perdoem e cuidem dos pobres e dos marginalizados”, acrescenta a mensagem final do encontro, que acontece a cada quatro anos.

O documento, divulgado nesse domingo, indica que “o amor aperfeiçoado no sacrifício oferecido por Jesus e renovado na Eucaristia gera um estilo de vida de amor sacrificado” e que “só isto pode conseguir verdadeira harmonia e paz”.

“A alma da Ásia tem sede de harmonia universal –destaca. A Eucaristia responde a esta busca; todo cristão e toda comunidade devem converter-se no que celebram: unidade na diversidade”.

Os bispos delegados participantes da reunião defenderam uma “cultura da escuta” que acolhe a Palavra de Deus de uma maneira contemplativa, “como a Virgem Maria”.

Em sua mensagem, lançam um chamado à esperança, destacando a Eucaristia como “uma memória capaz de curar o trauma do desespero”.

E também um chamado à missão: “Nossas celebrações eucarísticas precisam tocar os corações dos asiáticos, que amam a cor, as flores, os símbolos, a música e a contemplação”, indica a mensagem.

A IX reunião plenária da FABC, com 117 participantes, concluiu no domingo com uma celebração eucarística presidida pelo enviado papal, o cardeal Francis Arinze, no Centro Pio XII de Manila.

Na homilia, o purpurado destacou cinco elementos do sacrifício da missa: a fé e a reverência devida à Eucaristia; o modo digno e apropriado de celebrar o Mistério; a Palavra de Deus e a Eucaristia; a celebração eucarística e a inculturação, e a função do bispo diocesano.

Também assinalou o lugar central da Eucaristia no culto divino, citando a encíclica de João Paulo II Ecclesia de Eucharistia e a exortação apostólica de Bento XVI Sacramentum Caritatis.

“Estamos convencidos de que uma celebração da Eucaristia significativa, contemplativa, de experiência e oração –destaca a mensagem final do encontro– tem o potencial de fazer das comunidades cristãs da Ásia poderosas testemunhas de Jesus, testemunhas portadoras de sua presença, seu amor e seu poder curativo”.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Consta da Ecclesia de Eucharistia:

"Por isso, os fiéis católicos, embora respeitando as convicções religiosas destes seus irmãos separados ["comunidades eclesiais" - não católicos], devem abster-se de participar na comunhão distribuída nas suas celebrações, para não dar o seu aval a ambiguidades sobre a natureza da Eucaristia e, consequentemente, faltar à sua obrigação de testemunhar com clareza a verdade. Isso acabaria por atrasar o caminho para a plena unidade visível. De igual modo, não se pode pensar em substituir a Missa do domingo por celebrações ecuménicas da Palavra, encontros de oração comum com cristãos pertencentes às referidas Comunidades eclesiais, ou pela participação no seu serviço litúrgico. Tais celebrações e encontros, em si mesmos louváveis quando em circunstâncias oportunas, preparam para a almejada comunhão plena incluindo a comunhão eucarística, mas não podem substituí-la.
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Esta eficácia peculiar que tem a Eucaristia para promover a comunhão é um dos motivos da importância da Missa dominical. Já me detive sobre esta e outras razões que a tornam fundamental para a vida da Igreja e dos fiéis, na carta apostólica sobre a santificação do domingo Dies Domini, recordando, para além do mais, que participar na Missa é uma obrigação dos fiéis, a não ser que tenham um impedimento grave, pelo que aos Pastores impõe-se o correlativo dever de oferecerem a todos a possibilidade efectiva de cumprirem o preceito. Mais tarde, na carta apostólica Novo millennio ineunte, ao traçar o caminho pastoral da Igreja no início do terceiro milénio, quis assinalar de modo particular a Eucaristia dominical, sublinhando a sua eficácia para criar comunhão: « É o lugar privilegiado, onde a comunhão é constantemente anunciada e fomentada. Precisamente através da participação eucarística, o dia do Senhor torna-se também o dia da Igreja, a qual poderá assim desempenhar de modo eficaz a sua missão de sacramento de unidade »."

Como já debatido em outras oportunidades, os dois pontos fulcrais estabelecidos pelo potificado de BXVI: ecumenismo e santificação do domingo. Neste compasso a importância da celebração eucarística como sinal da unidade buscada.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Bento XVI e Obama: religião, fator de conflito a fator de paz

PARIS, segunda-feira, 17 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- No último número da revista Humanitas, da Pontifícia Universidade Católica do Chile, pode-se ler o ensaio do filósofo francês Henri Hude, membro do Conselho de Colaboradores dessa publicação chilena que circula de norte a sul no continente americano, no qual analisa, a partir da perspectiva da filosofia moral política, os discursos do Papa Bento XVI e do presidente Barack Obama no Oriente Médio.

Antigo professor do Instituto João Paulo II para a Família, em sua sede romana da Pontifícia Universidade Lateranente, e atual diretor do Centro de Pesquisas Éticas na Escola Saint-Cyr para oficiais militares na França, Hude conversou com Zenit sobre este ensaio, que já pode ser lido integralmente no site da Humanitas (www.humanitas.cl).

--Por que semelhante paralelo entre os diversos discursos de Bento XVI e os de Barack Obama?

--Henri Hude: A humanidade precisa empreender “um novo começo”, não somente no Oriente Médio. Bento XVI e Barack Obama o afirmam e empregam a mesma expressão. É a primeira e a última palavra deles. A meta apontada por este “novo começo” é a paz universal. Os dois desejam apontar sem utopia rumo a essa direção. Este “novo começo” só é possível, segundo ambos, quando se leva a religião seriamente em consideração. Os dois prestam especial atenção, por conseguinte, às condições culturais e espirituais da paz universal. Suas perspectivas sobre o porvir – diversas, mas cruzadas – sugerem uma possível recomposição positiva do panorama global, espiritual e temporal.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: O alinhamento filosófico entre os poderes eclesiástico e secular, já não é de hoje, é cada vez mais explícito. Quanto tempo até se darem efetivamente as mãos, como antecipou a profecia?


Obama diz que guerra no Afeganistão 'vale a pena'

O presidente americano Barack Obama pediu paciência à população nesta segunda-feira e disse que a guerra do Afeganistão "vale a pena". Segundo Obama, o conflito tem como objetivo defender os EUA contra outro possível ataque terrorista, como os de 11 de setembro de 2001.

O discurso de Obama durante a Convenção de Veteranos em Guerras Estrangeiras, no Arizona, foi feito para tentar reforçar o apoio popular à guerra de quase oito anos no Afeganistão, e acontece a poucos dias da eleição presidencial no país. O pleito é visto como um teste para a nova estratégia do Obama na região.

"A insurreição no Afeganistão não surgiu da noite para o dia", disse Obama. "Não a derrotaremos da noite para o dia. Não será rápido. Não será fácil", completou. Segundo o presidente americano, os terroristas que planejaram os ataques de 11 de setembro contra Nova York e Washington "estão conspirando para fazer isso de novo", com a ajuda de aliados extremistas no Afeganistão e no Paquistão

Ele reiterou que só colocará soldados em perigo quando for totalmente necessário. Obama também afirmou que deu aos militares uma missão clara e os equipamentos e meios para cumpri-la. "Esta guerra não é uma escolha. Esta é uma guerra necessária. Aqueles que atacaram a América em 11 de Setembro estão planejando fazê-lo de novo. Se os deixarmos agir, a insurgência Taleban será um reduto seguro ainda maior para a rede terrorista Al Qaeda planejar matar mais americanos", disse Obama.

Fonte - Veja

Nota DDP: Como se vê, mudam os peões, mas o jogo continua sendo exatamente o mesmo.


Ásia à beira de crise alimentar sem precedentes

ONU prevê grande turbulência social em um continente cuja população deve ganhar mais 1,5 bilhão de pessoas nos próximos 40 anos.

Isso fará com que a demanda por alimentos no continente asiático duplique até 2050. As Nações Unidas dizem que a região requer investimentos de centenas de bilhões de dólares para a implantação de melhores sistemas de irrigação.

De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e do Banco Mundial, só uma melhor gestão dos recursos hídricos poderá fazer frente a uma combinação de pouca terra para o cultivo, clima cada vez mais imprevisível e escassez de água.

Fonte - Opinião e Notícia


Terremoto de quase 6 graus abala ilhas na Indonésia

Um terremoto de 5,9 graus de magnitude na escala Richter abalou nesta terça-feira as ilhas Molucas, na Indonésia, sem que por enquanto se tenha informação sobre vítimas ou danos materiais.

Segundo o Instituto de Geofísica e Meteorologia da Indonésia, o epicentro foi 127 Km a noroeste da cidade de Ternate e a 10 Km de profundidade.

Em 26 de dezembro de 2004, um terremoto de 8,9 graus sacudiu a ilha de Sumatra e gerou um tsunami que deixou mais 226 mil mortos em vários países. A Indonésia faz parte do chamado Anel de Fogo do Pacífico e sofre cerca de sete mil tremores todos os anos, a maioria deles de pouca magnitude.

Fonte - Folha


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

AMB critica aprovação de acordo entre Brasil e Vaticano

Em nota, a Comissão Nacional de Direitos Humanos da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) critica a aprovação pelo Congresso Nacional do acordo entre Brasil e Vaticano. A Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou na semana passada o acordo, que cria o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil.

O relator do texto, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), afirmou que o acordo não fere a Constituição Federal, enfatiza a necessidade de relações internacionais com todos os povos e admite a aproximação com todas as religiões.

Composto por 20 artigos, o acordo foi assinado pelo Brasil e pelo Vaticano em 2008 e submetido à Câmara. O texto estabelece normas, entre outros assuntos, sobre o ensino religioso, o casamento, a imunidade tributária para as entidades eclesiásticas, a prestação de assistência espiritual em presídios e hospitais, a garantia do sigilo de ofício dos sacerdotes, visto para estrangeiros que venham ao Brasil realizar atividade pastoral.

O acordo também reforça o vínculo não-empregatício entre religiosos e instituições católicas, ratificando regras já existentes.

A AMB ressalta que o "modelo constitucional vigente instituiu a laicidade do Estado brasileiro, garantindo a liberdade religiosa a toda cidadania".

"O acolhimento do acordo pelo Congresso Nacional implicará em grave retrocesso ao exercício das liberdades e à efetividade da pluralidade enquanto princípio fundamental do Estado. Rogamos que as autoridades legislativas atuem nesta questão com rigorosa conduta constitucional", diz a nota, assinada pelo presidente da AMB, Mozart Valadares Pires.

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votada em plenário. Já há, no entanto, pedido de urgência para matéria, o que pode permitir a votação direta pelo plenário.

Fonte - Folha

Nota DDP: Veja também "De volta à Idade Média" e "O crucifixo e a democracia".

Dois lado de uma mesma questão: A liberadade religiosa.

Enquanto se vislumbra uma suspeita tentativa de implementar juridicamente a ingerência de um poder religioso no estado brasileiro, o que se fará expressamente, já que implicitamente tal condição já permeia todo o ordenamento jurídico, temos de outro lado a demonstração de intolerância de alguns contra a manifestação religiosa, curiosamente, deste mesmo poder religioso.

Da primeira matéria sugerida nos links destaco:

A concordata assinada por Lula e pelo Papa precisa ser aprovada pelo Congresso brasileiro para vigorar. Tem tramitado por lá sem maiores alardes, o que, em si, já é curioso.

Algo já tratado aqui. Do segundo link:

O Brasil, que foi Ilha de Vera Cruz e Terra de Santa Cruz, antes de ser um Estado é um povo que crê. E é porque crê que vive de sua própria esperança. O ataque ao crucifixo é um insulto a este povo e a esta sociedade que legitimam o poder.


Tudo isso demonstra o quanto o tema religioso é atual, mesmo em um país dito laico e, mais do que isso, tolerante.


França passa a estar aberta ao domingo

Os turistas descobriram este domingo mais lojas abertas em Paris. É o resultado da entrada em vigor da nova lei sobre o trabalho dominical. Uma lei polémica que cria desigualdades regionais entre os trabalhadores. Até agora só os estabelecimentos culturais, recreativos e a restauração é que podia ter horários de funcionamento normais ao domingo, em certas zonas.

Mas de hoje em diante, todo o comércio em Paris, Lille e Marselha, pode estar legalmente aberto tendo os trabalhadores direito a um dia de folga por domingo trabalhado e a serem pagos a dobrar. Por outro lado nas cidades turísticas e termais a lei não prevê a concessão de compensações aos empregados.

Os turistas estão naturalmente satisfeitos com a medida. Isto porque podem “distrair-se nas compras”. Já os franceses, contestam a lei porque “os trabalhadores também têm direito a descansar e o domingo é dia para passear”.

Os comerciantes vêem com bons olhos a medida com a perspectiva de ganhos adicionais num dia em que a França estava até agora quase totalmente encerrada, mas não faltam os que temem pela vida familiar dos funcionários que vão servir ao domingo.

Os supermercados e padarias também passam a poder estar abertos mais 60 minutos, tendo agora que fechar apenas à uma da tarde. A nova lei já levou os empregados de alguns grandes armazéns a virem para a rua protestar por causa da degradação das suas condições de trabalho e de vida.

Os próximos tempos prometem mais contestação à medida que os trabalhadores forem sentindo na pele os efeitos do trabalho ao domingo.

Fonte - Euronews

Nota DDP: Veja também "A França aberta aos domingos".


Pouco tempo para acordo climático, diz ONU

Acordo em dezembro será condição para evitar que mudanças climáticas se tornem irreversíveis, de acordo com o chefe da Convenção da ONU sobre o tema, Yvo de Boer; reunião preparatória de Bonn terminou nesta sexta-feira.

O chefe da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas, Yvo de Boer, defendeu a intensificação das negociações sobre o tema para que seja alcançado um acordo em Copenhague.

Ele falou nesta sexta-feira, em Bonn, na Alemanha, no fim da 3ª reunião preparatória para a conferência internacional, agendada para dezembro na capital da Dinamarca.

Urgência

De Boer lembrou que, apesar de dezembro parecer distante, os países dispõem de apenas 15 dias para negociar antes do evento.

Os negociadores voltarão a reunir-se em Bangcoc, na Tailândia, em outubro, e em Barcelona, na Espanha, um mês depois.

Yvo de Boer disse que apesar de alguns progressos terem sido feitos em Bonn, o mundo não vai conseguir um acordo em Copenhague se as negociações continuarem no ritmo atual.

Condição Inequívoca

Ele afirmou que um acordo sobre a segunda fase de cumprimentos do Protocolo de Kyoto é uma condição para impedir que as mudanças climáticas se tornem irreversíveis.

De Boer indicou que uma resposta de consenso sobre o aquecimento global é a única forma de evitar a marginalização dos países em desenvolvimento durante esta fase de negociações.

Fonte - Radio ONU

Nota DDP: Veja também "Ban Ki-moon alerta para 'catástrofe climática'".


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