Recebo um interessante email de um leitor do DDP e o reproduzo, ipsis literis, neste espaço:
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Bomba! Vasectomia Causa Demência
O espírito de profecia afirma que o excesso de ejaculação causado pela masturbação (vicio solitario) causa demência. É um dos textos mais ridicularizados pelos que detestam Ellen White. Todo adventista fica meio encabulado com estes textos do seculo 19. Porém, hoje meu queixo caiu lá embaixo. E mais uma vez eu digo: Viva nossa profetiza!! (eu nunca disse isso)
Abrindo a revista WELCOME de Out de 2007 do Aeroporto de Congonhas, na página 25 tem o artigo do Dr. Jorge Forbes (psicanalista e psiquiatra) que preside o Instituto da Psicanálise Lacaniana e dirige o Projeto Análise.
Transcrevo abaixo o artigo:
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Vasectomia e Demência
É um equivoco pensar na medicina sem a subjetividade humana
Vasectomia aumenta o risco de demência, e isso não é uma piada pronta.
Aconteceu nos Estados Unidos: um homem procurou o serviço de doenças cognitivas, ou seja, que afetam o raciocínio, do Centro de Neurologia Cognitiva da Faculdade de Medicina da Universidade Northwersten de Chicago. Era relativamente jovem, 43 anos, e apresentava dificuldade em achar palavras e contar uma história. Perguntado pelo médico que o atendeu desde quando tinha notado este sintoma, respondeu, sem hesitar, que isso havia começado depois de ter se submetido a uma vasectomia. O médico não achou que era uma piada, pensou que poderia ser verdade, veremos por quê.
Primeiro o diagnóstico. O que se constatou é que o paciente sofria de um tipo de demencia chamada de Afasia Progressiva Primária (APP). É uma demência diferente da conhecida e temida Alzheimer. Enquanto nesta o sintoma mais evidente é a perda de memória, na APP o que se destaca é uma perda gradual da capacidade de linguagem. Pois bem, o médico pôde aceitar a hipotese do paciente por ter lembrado que existe uma proteína de nome TAU, que só é encontrada em dois lugares no organismo, no cérebro e no esperma. Alterações no metabolismo dessa proteína estão na base da demência afásica.
Ocorre que pacientes vasectomizados apresentam com frequência uma queda na barreira hemato-testicular, levando de 60% a 70% desses homens a desenvolverem anticorpos antiesperma. Por uma reação cruzada, esperma-cerébro, esses anticorpos atacariam a proteína TAU cerebral, aumentando o risco de demência APP.
No estudo que seguiu ao atendimento desse caso capitaneado pela Dra. Sandra Weintraub, com a colaboração do conhecido Marsel Mesulam, e publicado em dezembro passado, 40% dos homens com diagnóstico de APP confirmaram terem feito vasectomia, o que é um alerta. Ainda faltam dados que possibilitem conclusões mais seguras, especialmente uma amostra significativa de quantos homens operados desenvolveram APP; é o que se está buscando. Mesmo assim, desde agora, essa descoberta se junta a outros exemplos que relativizam a crença cega na manipulação corporal cada vez mais em voga nos adeptos de uma Cosmiatria- nome novo para o casamento de medicina com a cosmética -nascente.
Note-se que anticorpos antiesperma também podem surgir em homens não
vasectomizados, por mecanismo não de todo conhecido, o que explica a ocorrência desses anticorpos também em mulheres.
Moral da história: enganam-se os defensores de uma medicina asséptica idealmente limpa da subjetividade humana, sem risco, onde a felicidade seria um dado previsivel de laboratório. Mais uma vez constatamos a verdade enunciada na frase do psicanalista Jacques Lacan: "Da nossa
condição de sujeito somos sempre responsáveis".
Fonte - Jorge Forbes
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Minha conclusão: Como foi visto esta descoberta foi publicada em dezembro de 2006. É alarmante ver que coisas que Ellen White escreveu e achávamos idiotas estão se tornando realidade. Ao começar pela ligação esperma- cerébro e a terminar por aquecimento global e guarda dominical
Estou estupefato.
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Nota DDP:
Como bem delineado pelo nosso leitor, o assunto é extremamente polêmico e, tendo em vista minha completa ignorância para processos médicos, vou me abster de maiores comentários e deixar ao leitor suas próprias conclusões, no entanto, saliento que correlações deste porte pelo segmento especializado não são novidade, remontam a própria época da Sra. White e, mais recentemente, segundo rápida pesquisa que empreendi, foram aventadas por outros especialistas, como por exemplo:
"A masturbação em particular, pode causar uma variedade de desordens sérias, tanto físicas quanto mentais, entre elas, a consumação, a deterioração da visão, desordens de digestão, a impotência, ... e a insanidade;" (SZASZ, Thomas S. The new product – masturbatory insanity. In: ---. The manufacture of madness. London: Paladin Books, 1977. pp. 211-236.)
De qualquer maneira, agradecemos ao leitor atento sua contribuição e continuamos franqueando este espaço aos irmãos que queiram contribuir com este blog.
"Isto torna muito difícil vencerem a tentação para condescender com a pecaminosa prática da masturbação, a qual nesta época quase é praticada universalmente. Este hábito debilita as faculdades físicas, mentais e morais, e obstrui o caminho para a vida eterna." (Mensagens Escolhidas - Vol. 3 - Ellen G. White - Pág. 286)
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Aquecimento global na mídia
Não há mais dúvidas: 2007 entrará para a história como o ano do aquecimento global. Ao longo do ano tivemos vários exemplos de suas conseqüências nefastas, como inundações sem precedentes no sul da Ásia e na África (foto). Os sucessivos relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), da ONU, praticamente sepultaram as dúvidas sobre o que tem causado as mais recentes mudanças climáticas. A atividade humana, na emissão de gases que causam o efeito estufa (especialmente o gás carbônico, ou CO2), é, agora oficialmente, a grande culpada. O trabalho do IPCC deu ao painel o prêmio Nobel da Paz, dividido com o ex-presidente americano Al Gore.Reconhecida a gravidade do problema, a imprensa em geral, e em particular a BBC, deveria abandonar a imparcialidade neste tema, já que o futuro da Terra está em risco? Em setembro passado, a BBC suspendeu seus planos de organizar, aqui na Grã-Bretanha, uma campanha de conscientização da população sobre as mudanças no clima. O argumento foi de que não era seu papel tentar direcionar a opinião pública em um tema que ainda gera tantos pontos de vista diferentes. Ambientalistas criticaram a empresa, mas executivos do jornalismo da BBC reafirmaram o seu compromisso com a imparcialidade. O colega Peter Barron, editor do programa Newsnight, sintetizou: "Não é função da BBC salvar o planeta".
Mas, se quase a totalidade da comunidade científica mundial hoje concorda na relação de causa e efeito entre emissão de gases e o aumento das temperaturas, devemos ainda ouvir aqueles que insistem em questionar esse princípio? Com a Aids, houve uma polêmica semelhante. Nos primeiros anos após a descoberta do HIV, muitos não acreditavam que o vírus causasse a doença. Mas, quando as evidências científicas deixaram de ser contestadas, o questionamento da relação HIV-Aids perdeu totalmente a credibilidade e passou a ser considerado um risco à saúde pública.
No caso do aquecimento global, ainda não chegamos exatamente ao mesmo estágio, mas estamos quase lá. Nos últimos anos, veículos da mídia deram espaço àqueles que questionavam o impacto da emissão de gás carbônico na temperatura terrestre. Em seu provocante livro Heat, o ativista britânico George Monbiot argumenta que grande parte desses céticos expostos pela mídia estava agindo em nome de empresas do setor de energia, interessadas em desmoralizar a tese de aquecimento causado pela ação do homem. Mas hoje a situação é outra. Quem ainda diz que o aquecimento global decorre de fenômenos naturais precisa trazer elementos muito mais convincentes para merecer espaço na mídia, pois chegamos a praticamente um consenso mundial, que inclui até mesmo os Estados Unidos. Todos aceitam que os gases do efeito estufa estão aquecendo a Terra, o que se discute agora é o que fazer para combater isso.
Campanhas são importantes, e há quem as incorpore ao jornalismo. O jornal The Independent tem feito há muito um jornalismo engajado na área do meio ambiente, o que faz sentido para o tipo de produto que é. Mas a BBC, por mais que o assunto exija urgência, não pode tomar partido em um assunto que ainda desperta tanta discussão. O que pode, e deve, é manter o tema como prioridade. Por isso, nesta semana o Serviço Mundial, do qual faz parte a BBC Brasil, está transmitindo uma série de reportagens especiais sobre aquecimento global. Uma pesquisa mundial, feita inclusive no Brasil, mediu a disposição das pessoas (ou a falta da mesma) em mudar seu estlio de vida para aliviar a pressão sobre o meio ambiente. Nosso repórter Eric Camara está em Bangladesh visitando comunidades que vivem em uma área arriscada a desaparecer do mapa por causa do provável aumento do nível dos oceanos. Estaremos ainda acompanhando de perto as próximas reuniões internacionais sobre o tema, na semana que vem, na Espanha, e em dezembro, na Indonésia.
Aquecimento global é um dos principais desafios do mundo na atualidade e continuará na pauta de toda a imprensa nas próximas décadas. A BBC não fará campanha, mas seguirá dando todo destaque possível ao assunto, mostrando as regiões ameaçadas, ouvindo populações atingidas e divulgando as conclusões dos cientistas. No momento, segundo eles, há muito o que fazer e poucas razões para otimismo.
Fonte - BBC
Nota DDP:
Contraditório o argumento da BBC no particular.
É interessante ver um artigo levantando a bandeira do consenso e a necessidade de que as vozes em oposição devem demonstrar de forma cabal a viabilidade de seus argumentos, para depois falar que não levantará nenhuma bandeira e apenas continuará dando cobertura ao tema.
A pergunta em itálico, ao menos em relação à BBC já esta respondida e, a tendência é que outros órgãos de imprensa de expressão sigam a mesma trilha.
A caixa de eco necessária ao reconhecimento das medidas que serão propostas e impostas no futuro já se encontra engajada. E com a mídia se pode tudo.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Ideologias, Informação e Meio Ambiente
Por Vilmar Berna escritor com 15 livros publicados. Em 1999, recebeu no Japão o Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente. É fundador e superintendenteexecutivo da REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental (http://www.rebia.org.br) e editor do Portal do Meio Ambiente (http://www.portaldomeioambiente.org.br), da Revista do Meio Ambiente(http://www.revistadomeioambiente.org.br), http://envolverde.ig.com.br.
De boas intenções – e de boas idéias – o inferno está cheio. O problema por detrás das idéias são as pessoas. Uma idéia que se propõe a se bastar por si própria como explicação do mundo, tende a se tornar uma ideologia. E uma ideologia que se propõe a única verdadeira, tende ao fundamentalismo totalitário. Não é à toa que tendem a não funcionar como explicação e organização de mundo.
...
Se no passado essa dominação se dava por meio de chicotes, masmorras e assassinatos hoje se dá pela divulgação de mentiras, meias verdades, mitos, pelo uso intensivo do marketing e da propaganda difundindo idéias, em todos os canais e o tempo todo...
Nota DDP:
O texto me chamou atenção, a despeito do engajamento verde do autor, para o fato que esta própria pregação do meio ambiente está a criar a ideologia pelo controle da informação que o artigo critica. O resultado, em todo caso, é de fato aquele apontado, uma idologia única e verdadeira, apontando para um fundamentalismo totalitário.
De boas intenções – e de boas idéias – o inferno está cheio. O problema por detrás das idéias são as pessoas. Uma idéia que se propõe a se bastar por si própria como explicação do mundo, tende a se tornar uma ideologia. E uma ideologia que se propõe a única verdadeira, tende ao fundamentalismo totalitário. Não é à toa que tendem a não funcionar como explicação e organização de mundo.
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Se no passado essa dominação se dava por meio de chicotes, masmorras e assassinatos hoje se dá pela divulgação de mentiras, meias verdades, mitos, pelo uso intensivo do marketing e da propaganda difundindo idéias, em todos os canais e o tempo todo...
Nota DDP:
O texto me chamou atenção, a despeito do engajamento verde do autor, para o fato que esta própria pregação do meio ambiente está a criar a ideologia pelo controle da informação que o artigo critica. O resultado, em todo caso, é de fato aquele apontado, uma idologia única e verdadeira, apontando para um fundamentalismo totalitário.
Inteligência militar israelense diz que Irã terá capacidade nuclear em 2009
Jerusalém, 6 nov (EFE).- O chefe do departamento de Inteligência Militar israelense, Yossi Baidatz, afirmou hoje que o regime iraniano poderia adquirir a capacidade de construir armas nucleares no final de 2009.
"Se nada detiver o Irã, o pior cenário possível é aquele que veremos no fim de 2009, quando o país terá acesso a armas nucleares", disse o israelense.
O Irã, cujo presidente Mahmoud Ahmadinejad já afirmou em diversas ocasiões que Israel "deveria ser riscado do mapa", insiste que seu programa nuclear tem fins pacíficos, embora o Estado Judeu afirme que seu objetivo é bélico.
Fonte - UOL
Nota DDP:
Quanto tempo ainda falta para a invasão do Irã?
"Se nada detiver o Irã, o pior cenário possível é aquele que veremos no fim de 2009, quando o país terá acesso a armas nucleares", disse o israelense.
O Irã, cujo presidente Mahmoud Ahmadinejad já afirmou em diversas ocasiões que Israel "deveria ser riscado do mapa", insiste que seu programa nuclear tem fins pacíficos, embora o Estado Judeu afirme que seu objetivo é bélico.
Fonte - UOL
Nota DDP:
Quanto tempo ainda falta para a invasão do Irã?
Mudança climática representa "profunda ameaça" para a paz
Washington, 6 nov (EFE).- A mudança climática não supõe apenas um risco para o meio ambiente, porque pode representar também "profundas ameaças" para "a paz e a estabilidade no planeta", afirma relatório conjunto do Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) e do Centro para uma Nova Segurança nos Estados Unidos (CNAS, em inglês).
Os dois centros de estudos publicaram hoje em suas páginas de internet o relatório intitulado "A Era das Conseqüências: a Política Externa e as Implicações na Segurança Nacional da Mudança Climática Global".
No estudo, o CSIS e o CNAS apontam as conseqüências da mudança climática sobre as relações exteriores e a segurança no mundo e declaram ainda que o problema será um dos maiores desafios na área da segurança interna nos EUA.
Fonte - Últim Segundo
Nota DDP:
O aquecimento global está rapidamente se tornando a questão central do planeta, fazendo interface com todos os campos de interesse da humanidade. A questão de fundo nas denúncias é sempre a mesma, o estabelecimento de regras globais para combater e evitar seus efeitos.
Os dois centros de estudos publicaram hoje em suas páginas de internet o relatório intitulado "A Era das Conseqüências: a Política Externa e as Implicações na Segurança Nacional da Mudança Climática Global".
No estudo, o CSIS e o CNAS apontam as conseqüências da mudança climática sobre as relações exteriores e a segurança no mundo e declaram ainda que o problema será um dos maiores desafios na área da segurança interna nos EUA.
Fonte - Últim Segundo
Nota DDP:
O aquecimento global está rapidamente se tornando a questão central do planeta, fazendo interface com todos os campos de interesse da humanidade. A questão de fundo nas denúncias é sempre a mesma, o estabelecimento de regras globais para combater e evitar seus efeitos.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Rei da Arábia Saudita faz visita histórica ao Vaticano
CIDADE DO VATICANO - O rei da Arábia Saudita será recebido nesta terça-feira no Vaticano pelo papa Bento XVI, uma reunião histórica, já que se trata da primeira vez que um soberano saudita se reúne com o chefe da Igreja católica.
O rei Abdullah bin Abdelaziz, que dirige o reino com mão-de-ferro, será recebido no Vaticano em audiência particular por Bento XVI, a quem explicará o plano de paz árabe para o Oriente Médio.
Depois da reunião com o papa, o monarca saudita se encontrará com o chefe do governo italiano, Romano Prodi, e com dirigentes da União Européia envolvidos na busca de uma solução pacífica para o conflito no Oriente Médio.
A audiência concedida pelo papa ao monarca saudita é definida como histórica, já que a Santa Sé e a Arábia Saudita, país cuja população é oficialmente muçulmana, não mantêm relações diplomáticas.
O monarca de 84 anos foi recebido no Vaticano por João Paulo II, em 1999, mas sua função era de príncipe herdeiro de seu meio-irmão, o rei Fahd, que jamais se reuniu com um pontífice.
Fonte - JB Online
Nota DDP:
O mundo arábe, como já noticiado anteriormente neste espaço, em pequenos gestos vai reconhecendo a liderança religiosa do Vaticano, como pode ser visto em Papa IMPÕE paz entre rabino israelense, patriarca armênio e imame saudita e Muçulmanos realizam apelo sem precedentes por paz a cristãos.
O rei Abdullah bin Abdelaziz, que dirige o reino com mão-de-ferro, será recebido no Vaticano em audiência particular por Bento XVI, a quem explicará o plano de paz árabe para o Oriente Médio.
Depois da reunião com o papa, o monarca saudita se encontrará com o chefe do governo italiano, Romano Prodi, e com dirigentes da União Européia envolvidos na busca de uma solução pacífica para o conflito no Oriente Médio.
A audiência concedida pelo papa ao monarca saudita é definida como histórica, já que a Santa Sé e a Arábia Saudita, país cuja população é oficialmente muçulmana, não mantêm relações diplomáticas.
O monarca de 84 anos foi recebido no Vaticano por João Paulo II, em 1999, mas sua função era de príncipe herdeiro de seu meio-irmão, o rei Fahd, que jamais se reuniu com um pontífice.
Fonte - JB Online
Nota DDP:
O mundo arábe, como já noticiado anteriormente neste espaço, em pequenos gestos vai reconhecendo a liderança religiosa do Vaticano, como pode ser visto em Papa IMPÕE paz entre rabino israelense, patriarca armênio e imame saudita e Muçulmanos realizam apelo sem precedentes por paz a cristãos.
Armagedon humano?
Por Leonardo Boff
Os atuais cenários sombrios sobre o futuro do sistema-vida e especificamente da espécie humana permitem que biólogos, bioantropólogos e astrofísicos aventem o possível desaparecimento da espécie homo sapiens/demens ainda neste século. Aduzem argumentos que merecem ponderação. O mais robusto parece ser aquele da superpopulação articulada com a dificuldade de adaptação às mudanças climáticas. Na escala biológica verifica-se um crescimento exponencial.
...
Lynn Margulis e Dorian Sagan, notáveis microbiólogos, no conhecido livro Microcosmos (1990) afirmam com dados dos registros fósseis e da própria biologia evolutiva que um dos sinais do colapso próximo de uma espécie é sua rápida superpopulação. Isso pode ser comprovado por micro-organismos colocados na cápsula Petri (placa redonda com colônias de bactérias e nutrientes). Pouco antes de atingirem as bordas da placa e se esgotarem os nutrientes, multiplicam-se de forma exponencial. E de repente morrem. Para a humanidade, comentam eles, a Terra pode mostrar-se idêntica a uma cápsula Petri. Com efeito, ocupamos quase toda a superfície terrestre, deixando apenas 17% livre: desertos, floresta amazônica e regiões polares. Estamos chegando às bordas físicas da Terra. Há explosão demográfia e decrescimento dos meios de vida num planeta limitado. Sinal precursor de nossa próxima extinção?
O prêmio Nobel em medicina, Christian de Duve, sustenta que estamos assistindo a sintomas que precederam no passado as grandes dizimações. Normalmente desaparecem por ano 300 espécies vivas porque chegaram ao seu climax evolucionário. Dada a pressão industrialista global sobre a biosfera estão desparecendo cerca de 3.500. Um desastre biológico. Será que agora não chegou a nossa vez?
...
Tais reflexões nos permitem falar de um possível Armagedon humano. Este representa um desafio para as religiões que vêem o fim da espécie como obra do Criador e não da atividade humana. Para o Cristianismo a morte coletiva, mesmo induzida, não impede o triunfo final da vida pela via da ressurreição e da transfiguração de toda a criação por Deus.
Fonte - Envolverde
Nota DDP:
Dois pontos interessantes neste artigo:
1) - Um teólogo católico defendendo um final dos tempos diferente daquele descrito na Bíblia, sem contar a argumentação evolucionista que retirei da transcrição supra;
2) - O testemunho do cientistas que o final do mundo como conhecemos está prefigurado no horizonte da humanidade.
Sem contar a questão de fundo já analisada neste blog sobre o conceito de ecoterrorismo que este tipo de argumentação encerra.
Os atuais cenários sombrios sobre o futuro do sistema-vida e especificamente da espécie humana permitem que biólogos, bioantropólogos e astrofísicos aventem o possível desaparecimento da espécie homo sapiens/demens ainda neste século. Aduzem argumentos que merecem ponderação. O mais robusto parece ser aquele da superpopulação articulada com a dificuldade de adaptação às mudanças climáticas. Na escala biológica verifica-se um crescimento exponencial.
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Lynn Margulis e Dorian Sagan, notáveis microbiólogos, no conhecido livro Microcosmos (1990) afirmam com dados dos registros fósseis e da própria biologia evolutiva que um dos sinais do colapso próximo de uma espécie é sua rápida superpopulação. Isso pode ser comprovado por micro-organismos colocados na cápsula Petri (placa redonda com colônias de bactérias e nutrientes). Pouco antes de atingirem as bordas da placa e se esgotarem os nutrientes, multiplicam-se de forma exponencial. E de repente morrem. Para a humanidade, comentam eles, a Terra pode mostrar-se idêntica a uma cápsula Petri. Com efeito, ocupamos quase toda a superfície terrestre, deixando apenas 17% livre: desertos, floresta amazônica e regiões polares. Estamos chegando às bordas físicas da Terra. Há explosão demográfia e decrescimento dos meios de vida num planeta limitado. Sinal precursor de nossa próxima extinção?
O prêmio Nobel em medicina, Christian de Duve, sustenta que estamos assistindo a sintomas que precederam no passado as grandes dizimações. Normalmente desaparecem por ano 300 espécies vivas porque chegaram ao seu climax evolucionário. Dada a pressão industrialista global sobre a biosfera estão desparecendo cerca de 3.500. Um desastre biológico. Será que agora não chegou a nossa vez?
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Tais reflexões nos permitem falar de um possível Armagedon humano. Este representa um desafio para as religiões que vêem o fim da espécie como obra do Criador e não da atividade humana. Para o Cristianismo a morte coletiva, mesmo induzida, não impede o triunfo final da vida pela via da ressurreição e da transfiguração de toda a criação por Deus.
Fonte - Envolverde
Nota DDP:
Dois pontos interessantes neste artigo:
1) - Um teólogo católico defendendo um final dos tempos diferente daquele descrito na Bíblia, sem contar a argumentação evolucionista que retirei da transcrição supra;
2) - O testemunho do cientistas que o final do mundo como conhecemos está prefigurado no horizonte da humanidade.
Sem contar a questão de fundo já analisada neste blog sobre o conceito de ecoterrorismo que este tipo de argumentação encerra.
Religião é imprescindível na política do Séc. XXI
A religião é imprescindível para a vida política. Esta é uma das conclusões apresentadas na publicação “The Economist”. Num dossier dedicado às relações entre religião e política, sobretudo depois do 11 de Setembro de 2001, a fé voltou ao centro do debate público.
Num relatório feito pelo director da revista, John Micklethwait, a religião é abordada como uma “questão mais democrática e social”, indica. “Foram os cidadãos, e não os Estados, que promoveram essa volta da religião ao centro da vida pública e nas sociedades onde a tolerância e a laicidade são consideradas como “valores adquiridos”.
Foi sobretudo o mundo Ocidental a subestimar a presença do religioso na sociedade. A crise das ideologias, na década de 70, e a quebra de confiança na capacidade dos governos, acabou por abrir espaço à religião. O director da revista acrescenta que a “religião é parte imprescindível da política”.
“The Economist” avança que há um quadro de “pluralismo” e que “tanto os fiéis quanto os ateus mais entusiastas vivem uma fase de prosperidade”. Mas pode esperar-se, “nas sociedades desenvolvidas, um aumento de contrastes entre as várias confissões, assim como entre os que crêem e os que não crêem, especialmente no que diz respeito a questões éticas e científicas”.
A revista britânica sugere aos políticos que se deparam com os problemas de uma sociedade multi religiosa, que “mantenham sólido o princípio da divisão entre Igreja e Estado, aplicando essa divisão, porém de maneira pragmática”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
O palco da controvérsia final exige a volta dos homens a discutirem religião. Os braços seculares da mídia demonstram que esta realidade se encontra presente no mundo, como salientado no artigo acima. Para o debate final estaríamos na dependência apenas dos sinais que serão produzidos por satanás para o derradeiro engano.
"Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se lhe tenha apresentado ao espírito e consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz. Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao desfecho da controvérsia. O decreto não será imposto ao povo cegamente. Cada qual receberá esclarecimento bastante para fazer inteligentemente a sua decisão." (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 605)
Num relatório feito pelo director da revista, John Micklethwait, a religião é abordada como uma “questão mais democrática e social”, indica. “Foram os cidadãos, e não os Estados, que promoveram essa volta da religião ao centro da vida pública e nas sociedades onde a tolerância e a laicidade são consideradas como “valores adquiridos”.
Foi sobretudo o mundo Ocidental a subestimar a presença do religioso na sociedade. A crise das ideologias, na década de 70, e a quebra de confiança na capacidade dos governos, acabou por abrir espaço à religião. O director da revista acrescenta que a “religião é parte imprescindível da política”.
“The Economist” avança que há um quadro de “pluralismo” e que “tanto os fiéis quanto os ateus mais entusiastas vivem uma fase de prosperidade”. Mas pode esperar-se, “nas sociedades desenvolvidas, um aumento de contrastes entre as várias confissões, assim como entre os que crêem e os que não crêem, especialmente no que diz respeito a questões éticas e científicas”.
A revista britânica sugere aos políticos que se deparam com os problemas de uma sociedade multi religiosa, que “mantenham sólido o princípio da divisão entre Igreja e Estado, aplicando essa divisão, porém de maneira pragmática”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
O palco da controvérsia final exige a volta dos homens a discutirem religião. Os braços seculares da mídia demonstram que esta realidade se encontra presente no mundo, como salientado no artigo acima. Para o debate final estaríamos na dependência apenas dos sinais que serão produzidos por satanás para o derradeiro engano.
"Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se lhe tenha apresentado ao espírito e consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz. Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao desfecho da controvérsia. O decreto não será imposto ao povo cegamente. Cada qual receberá esclarecimento bastante para fazer inteligentemente a sua decisão." (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 605)
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Pessoas mudariam estilo de vida para frear mudança climática

Londres, 5 nov (EFE).- A maioria das pessoas estaria disposta a fazer sacrifícios pessoais para solucionar os problemas gerados pela mudança climática, segundo uma pesquisa realizada pela rede britânica "BBC" com cidadãos de 21 países.
Quatro em cada cinco indivíduos ouvidos pela pesquisa feita pela empresa GlobeScan com 22 mil pessoas afirmaram estar dispostos a alterar o seu estilo de vida caso isso ajude a diminuir o aquecimento global.
Essa atitude foi percebida inclusive entre os moradores de Estados Unidos e China, os dois maiores emissores de dióxido de carbono do mundo.
Os consultados mostraram apoio à introdução de taxas sobre o consumo de energia causadora da mudança climática, se o dinheiro for utilizado para promover novas fontes energéticas ou impulsionar sua eficiência.
Segundo o especialista em meio ambiente da "BBC", Matt McGrath, na maioria dos países sondados as pessoas estão mais dispostas que os seus Governos a considerar a introdução de mudanças em seus estilos de vida para combater o aquecimento do planeta.
Para 83% dos entrevistados, é necessário alterar os hábitos de vida para reduzir a quantidade de gases poluentes produzidos, e a maioria acredita que para reduzir o problema será preciso algum sacrifício pessoal.
Quanto à proposta de aumentar os preços dos combustíveis fósseis, apenas 50% dos participantes se mostraram a favor, contra 44% que se opõem.
Os dados foram recolhidos entre 29 de maio e 26 de julho de 2007 no Brasil, Reino Unido, Austrália, Canadá, Chile, China, Egito, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Quênia, México, Nigéria, Filipinas, Rússia, Coréia do Sul, Espanha, Turquia e EUA.
Fonte - Yahoo
Quatro em cada cinco indivíduos ouvidos pela pesquisa feita pela empresa GlobeScan com 22 mil pessoas afirmaram estar dispostos a alterar o seu estilo de vida caso isso ajude a diminuir o aquecimento global.
Essa atitude foi percebida inclusive entre os moradores de Estados Unidos e China, os dois maiores emissores de dióxido de carbono do mundo.
Os consultados mostraram apoio à introdução de taxas sobre o consumo de energia causadora da mudança climática, se o dinheiro for utilizado para promover novas fontes energéticas ou impulsionar sua eficiência.
Segundo o especialista em meio ambiente da "BBC", Matt McGrath, na maioria dos países sondados as pessoas estão mais dispostas que os seus Governos a considerar a introdução de mudanças em seus estilos de vida para combater o aquecimento do planeta.
Para 83% dos entrevistados, é necessário alterar os hábitos de vida para reduzir a quantidade de gases poluentes produzidos, e a maioria acredita que para reduzir o problema será preciso algum sacrifício pessoal.
Quanto à proposta de aumentar os preços dos combustíveis fósseis, apenas 50% dos participantes se mostraram a favor, contra 44% que se opõem.
Os dados foram recolhidos entre 29 de maio e 26 de julho de 2007 no Brasil, Reino Unido, Austrália, Canadá, Chile, China, Egito, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Quênia, México, Nigéria, Filipinas, Rússia, Coréia do Sul, Espanha, Turquia e EUA.
Fonte - Yahoo
Nota DDP:
Como se tem comentado de forma reiterada neste espaço, seja pela vertente do Ecoterrorismo, seja pelo ECOmenismo, ou pela junção dos temas ao quadro profético que vislumbramos (O grande debate final da História humana - 1 e O grande debate final da História humana - 2), em última análise inclusive pelo simples estudo da Bíblia, a propaganda maciça em torno da questão do aquecimento global já começa a colher os frutos que dela o poder constituído espera. A imposição de normas de restrição das liberdades individuais é o próximo passo, o terreno da opinião pública já está preparado para este avanço.
Nos passos de Constantino

"Estamos no limiar de grandes e solenes acontecimentos. Muitas das profecias estão prestes a se cumprir em rápida sucessão... Repetir-se-á a história passada. Antigas controvérsias serão revivescidas, e perigos rodearão de todos os lados o povo de Deus... Estudai o Apocalipse em ligação com Daniel; pois a história se repetirá..." Testemunhos para Ministros, p. 116.
A Lei Dominical que em breve será implantada nos EUA e nos demais países de tradição cristã tem seu paralelo histórico na época do imperador Constantino (321 d. C.). No entanto, uma análise mais profunda da história pode revelar a existência de outros paralelos mais entre estes dois momentos históricos.
De acordo com David Ewing Duncan, autor da obra Calendário (Editora Ediouro, p. 87-104), "a nova ordem de Constantino, como a de César três séculos e meio antes, conseguiu pôr selo no calendário, neste caso, ao criar um novo sistema, religiosamente inspirado, de medir o tempo. Constantino fez isto deixando intacto o calendário básico de César de 365 1/4 dias e doze meses, enquanto operava três grandes mudanças dentro desta estrutura: a introdução do domingo como um dia santo em uma nova semana de sete dias; o reconhecimento oficial dos feriados cristãos como o Natal com datas fixas; e o enxerto no calendário da celebração da Páscoa, que não é uma data fixa, sendo condicionada ao calendário lunar judeu em uso quando Cristo foi crucificado...
"A primeira atitude do imperador no sentido de reordenar o calendário veio em um édito divulgado em 321, nove anos depois da batalha da ponte Mílvio, quando ele estabeleceu o domingo como o primeiro dia da semana de sete dias - uma unidade de tempo desconhecida no calendário romano original de calendas, nonas e idos. Segundo o ditado de Constantino, todos os cidadãos que não fossem fazendeiros eram obrigados a se abster de trabalho no dies Solis - o dia do Sol. Ele também ordenou que os tribunais fechassem para litígios e os comandantes do exército restringissem os exercícios militares de forma que os soldados pudessem cultuar o deus de sua escolha. A opção de Constantino pelo domingo não foi sem controvérsia. Ela ostensivamente rejeitava a observância antiga do sábado como o sabá dos judeus... Sábado em uma determinada época era a escolha de muitos cristãos também, já que muitos crentes no início eram judeus que se sentiam obrigados a manter o seu feriao tradicional do sétimo dia da semana judaica. Mas como Jesus foi crucificado no sexto dia da semana judaica e, segundo a Bíblia, ressuscitou no primeiro dia da semana seguinte - um domingo -, aguns líderes cristãos no início decidiram mudar seu sabá para o domingo, e marcar este dia toda semana com um serviço religioso especial que incluísse a Eucaristia...
"Ao colocar o sabá no dia devotado ao Sol no ciclo de sete dias dos deuses-planetas pagãos, o imperador também buscava o favor dos mitraístas e de outros adoradores do Sol...
"A segunda mudança importante do calendário introduzida por Constantino foi em relação a quando celebrar a Páscoa, um assunto não tão fácil de resolver quanto a questão do domingo...
"Para Constantino a questão não era tanto determinar a data exata da Páscoa, mas como conseguir que as várias facções do Cristianismo concordassem em celebrar a ressurreição no mesmo dia, mesmo se tecnicamente esta data não fosse exata. Politicamente isto era crucial para estebelecer uma religião de Estado, com um conjunto de regras... [Nota: Outro ponto em comum com os dias atuais - Leia mais]
"A questão da Páscoa chegou a um apogeu no que é hoje uma tranqüila aldeia turca famosa como retiro à beira de um lago para turcos cansados do caos de Istambul, cerca de 130 quilômetros distante. Conhecida como Iznik, esta aldeia era há 1.700 anos uma cidade helênica próspera chamada Nicéia, grego para 'Vitória'... Foi aqui que em 325 Constantino reuniu o primeiro grande concílio cristão, que fez o primeiro esforço concentrado para resolver o problema da Páscoa e obter uma data unificada para sua celebração...
"O historiador Eusébio, uma testemunha ocular do concílio, escreve sobre a luxuosa festa acontecida em 25 de julho para celebrar o vigésimo aniversário de Constantino como imperador, e o medo hesitante sentido pelos bispos quando passavam pelos guardas nos salões onde aconteceu o banquete e viam 'o cintilar de armas' que até bem recentemente estavam voltadas contra eles. Mas sta transformação do medo em festa naõ era nada comparada à transformação súbita que Constantino realizou em uma igreja que por trezentos anos não teve uma autoridade central. Disperso e por vezes caçado pelas autoridades, o Cristianismo tinha operado menos como uma religião única e coesiva e mais como uma coleção de seitas e denominações seguindo os mesmos dogmas básicos mas diferindo em pontos de maior ou menor importância - como por exemplo em relação à data da celebração da Páscoa...
" O mandato de Constantino em Nicéia era para colocar um fim neste cada-um-por-si através do estabelecimento de um conjunto de regras governadas por uma estrutura centralizada liderada por ele próprio como imperador...
"Constantino chegou a Nicéia em cerca de 19 de junho de 325, e recebeu imediatamente um grosso pacote comtextos que detalhavam as controvérsias pequenas e grandes entre os presentes no concílio. Ele carregou o pacote consigo para o salão de audiências do seu palácio, onde oficialmente inaugurou o concílio vestindo um manto em ouro e jóias como um rei persa. Sentado em trono de ouro em frente aos prelados, ele ouviu os discursos de boas vindas antes de se levantar para responder em latim à maioria dos bispos de língua grega. Através de um tradutor ele deu boas vindas a todos mas imediatamente foi direto ao assunto da razão do concílio, segurando o pacote de textos como um pai repreendendo os filhos. Ele disse: 'Eu, seu camarada servidor, sinto uma dor profunda sempre que a Igreja de Deus está em dissensão, um mal maior do que o mal da guerra'...
"Nenhum dos cânones sobreviventes divulgados pelo concílio menciona o problema da Páscoa diretamente, embora as regras que emergiram de Nicéia sejam bem conhecidas entre os cristãos: que a Páscoa cairá no primeiro domingo depis da primeira Lua cheis depois do equinócio, mas nunca deverá cair no início da Páscoa judaica. O sentimento dos bispos reunidos foi registrado pelo próprio Constantino em uma carta endereçada a bispos e outros líderes de igrejas que não foram ao concílio: 'Pelo julgamento unânime de todos foi decidido que o mais santo festival da Páscoa deve ser celebrado em toda parte no mesmo dia'. Na mesma carta, Constantino assinala que o concílio se opôs à pratica de seguir o calendário judaico para determinar a Páscoa: 'Nós não devemos ter nada em comum com os judeus, porque o Salvador mostrou outro caminho'... [Nota: Este espírito anti-judaico também foi determinante na mudança do sábado para o domingo que persiste até hoje].
"Mas muito mais importante do que a natureza de Cristo ou a data para a Páscoa foi a codificação de Nicéia da fusão de Constantino entre Igreja e Estado, um movimento político expediente da parte deste imperador astuto que ligaria inexoravelmente a Igreja ao poder secular, à riqueza e ao absolutismo por muitos séculos por vir - primeiro como um adjunto da Roma imperial e mais tarde como uma entidade independente que derivava sua influência que tudo englobava de uma hierarquia prória ao estilo imperial e de uma presunção de poder sobre os domínios cristãos." [Nota: Outro paralelo com a atualidade].
Fonte - Minuto Profético
A Lei Dominical que em breve será implantada nos EUA e nos demais países de tradição cristã tem seu paralelo histórico na época do imperador Constantino (321 d. C.). No entanto, uma análise mais profunda da história pode revelar a existência de outros paralelos mais entre estes dois momentos históricos.
De acordo com David Ewing Duncan, autor da obra Calendário (Editora Ediouro, p. 87-104), "a nova ordem de Constantino, como a de César três séculos e meio antes, conseguiu pôr selo no calendário, neste caso, ao criar um novo sistema, religiosamente inspirado, de medir o tempo. Constantino fez isto deixando intacto o calendário básico de César de 365 1/4 dias e doze meses, enquanto operava três grandes mudanças dentro desta estrutura: a introdução do domingo como um dia santo em uma nova semana de sete dias; o reconhecimento oficial dos feriados cristãos como o Natal com datas fixas; e o enxerto no calendário da celebração da Páscoa, que não é uma data fixa, sendo condicionada ao calendário lunar judeu em uso quando Cristo foi crucificado...
"A primeira atitude do imperador no sentido de reordenar o calendário veio em um édito divulgado em 321, nove anos depois da batalha da ponte Mílvio, quando ele estabeleceu o domingo como o primeiro dia da semana de sete dias - uma unidade de tempo desconhecida no calendário romano original de calendas, nonas e idos. Segundo o ditado de Constantino, todos os cidadãos que não fossem fazendeiros eram obrigados a se abster de trabalho no dies Solis - o dia do Sol. Ele também ordenou que os tribunais fechassem para litígios e os comandantes do exército restringissem os exercícios militares de forma que os soldados pudessem cultuar o deus de sua escolha. A opção de Constantino pelo domingo não foi sem controvérsia. Ela ostensivamente rejeitava a observância antiga do sábado como o sabá dos judeus... Sábado em uma determinada época era a escolha de muitos cristãos também, já que muitos crentes no início eram judeus que se sentiam obrigados a manter o seu feriao tradicional do sétimo dia da semana judaica. Mas como Jesus foi crucificado no sexto dia da semana judaica e, segundo a Bíblia, ressuscitou no primeiro dia da semana seguinte - um domingo -, aguns líderes cristãos no início decidiram mudar seu sabá para o domingo, e marcar este dia toda semana com um serviço religioso especial que incluísse a Eucaristia...
"Ao colocar o sabá no dia devotado ao Sol no ciclo de sete dias dos deuses-planetas pagãos, o imperador também buscava o favor dos mitraístas e de outros adoradores do Sol...
"A segunda mudança importante do calendário introduzida por Constantino foi em relação a quando celebrar a Páscoa, um assunto não tão fácil de resolver quanto a questão do domingo...
"Para Constantino a questão não era tanto determinar a data exata da Páscoa, mas como conseguir que as várias facções do Cristianismo concordassem em celebrar a ressurreição no mesmo dia, mesmo se tecnicamente esta data não fosse exata. Politicamente isto era crucial para estebelecer uma religião de Estado, com um conjunto de regras... [Nota: Outro ponto em comum com os dias atuais - Leia mais]
"A questão da Páscoa chegou a um apogeu no que é hoje uma tranqüila aldeia turca famosa como retiro à beira de um lago para turcos cansados do caos de Istambul, cerca de 130 quilômetros distante. Conhecida como Iznik, esta aldeia era há 1.700 anos uma cidade helênica próspera chamada Nicéia, grego para 'Vitória'... Foi aqui que em 325 Constantino reuniu o primeiro grande concílio cristão, que fez o primeiro esforço concentrado para resolver o problema da Páscoa e obter uma data unificada para sua celebração...
"O historiador Eusébio, uma testemunha ocular do concílio, escreve sobre a luxuosa festa acontecida em 25 de julho para celebrar o vigésimo aniversário de Constantino como imperador, e o medo hesitante sentido pelos bispos quando passavam pelos guardas nos salões onde aconteceu o banquete e viam 'o cintilar de armas' que até bem recentemente estavam voltadas contra eles. Mas sta transformação do medo em festa naõ era nada comparada à transformação súbita que Constantino realizou em uma igreja que por trezentos anos não teve uma autoridade central. Disperso e por vezes caçado pelas autoridades, o Cristianismo tinha operado menos como uma religião única e coesiva e mais como uma coleção de seitas e denominações seguindo os mesmos dogmas básicos mas diferindo em pontos de maior ou menor importância - como por exemplo em relação à data da celebração da Páscoa...
" O mandato de Constantino em Nicéia era para colocar um fim neste cada-um-por-si através do estabelecimento de um conjunto de regras governadas por uma estrutura centralizada liderada por ele próprio como imperador...
"Constantino chegou a Nicéia em cerca de 19 de junho de 325, e recebeu imediatamente um grosso pacote comtextos que detalhavam as controvérsias pequenas e grandes entre os presentes no concílio. Ele carregou o pacote consigo para o salão de audiências do seu palácio, onde oficialmente inaugurou o concílio vestindo um manto em ouro e jóias como um rei persa. Sentado em trono de ouro em frente aos prelados, ele ouviu os discursos de boas vindas antes de se levantar para responder em latim à maioria dos bispos de língua grega. Através de um tradutor ele deu boas vindas a todos mas imediatamente foi direto ao assunto da razão do concílio, segurando o pacote de textos como um pai repreendendo os filhos. Ele disse: 'Eu, seu camarada servidor, sinto uma dor profunda sempre que a Igreja de Deus está em dissensão, um mal maior do que o mal da guerra'...
"Nenhum dos cânones sobreviventes divulgados pelo concílio menciona o problema da Páscoa diretamente, embora as regras que emergiram de Nicéia sejam bem conhecidas entre os cristãos: que a Páscoa cairá no primeiro domingo depis da primeira Lua cheis depois do equinócio, mas nunca deverá cair no início da Páscoa judaica. O sentimento dos bispos reunidos foi registrado pelo próprio Constantino em uma carta endereçada a bispos e outros líderes de igrejas que não foram ao concílio: 'Pelo julgamento unânime de todos foi decidido que o mais santo festival da Páscoa deve ser celebrado em toda parte no mesmo dia'. Na mesma carta, Constantino assinala que o concílio se opôs à pratica de seguir o calendário judaico para determinar a Páscoa: 'Nós não devemos ter nada em comum com os judeus, porque o Salvador mostrou outro caminho'... [Nota: Este espírito anti-judaico também foi determinante na mudança do sábado para o domingo que persiste até hoje].
"Mas muito mais importante do que a natureza de Cristo ou a data para a Páscoa foi a codificação de Nicéia da fusão de Constantino entre Igreja e Estado, um movimento político expediente da parte deste imperador astuto que ligaria inexoravelmente a Igreja ao poder secular, à riqueza e ao absolutismo por muitos séculos por vir - primeiro como um adjunto da Roma imperial e mais tarde como uma entidade independente que derivava sua influência que tudo englobava de uma hierarquia prória ao estilo imperial e de uma presunção de poder sobre os domínios cristãos." [Nota: Outro paralelo com a atualidade].
Fonte - Minuto Profético
Pesquisa:10% aceitariam chip no cérebro para acessar Internet
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (*) - Um em cada dez norte-americanos (11%) aceitaria ter um chip implantado no cérebro para navegar na Internet, de acordo com um estudo realizado com 9,7 mil pessoas, elaborado pela Zogby International e pela 463 Communications.
O estudo indica ainda que uma em cada cinco pessoas aceitaria implantar um chip em crianças com 13 anos ou menos para que pudesse rastreá-las.
Cerca de 25% acreditam que a Internet pode servir como substituto a uma pessoa importante, como a namorada ou o marido.
Fonte - Portas Abertas
O estudo indica ainda que uma em cada cinco pessoas aceitaria implantar um chip em crianças com 13 anos ou menos para que pudesse rastreá-las.
Cerca de 25% acreditam que a Internet pode servir como substituto a uma pessoa importante, como a namorada ou o marido.
Fonte - Portas Abertas
38% das espécies de peixe de água doce podem ser extintas na Europa
da Efe, em Genebra
Cerca de 200 espécies das 552 variedades de peixes de água doce na Europa estão ameaçadas de extinção, e 12 já desapareceram, diz uma pesquisa da UICN (União Mundial para a Natureza) divulgada em Genebra (Suíça).
"Com 200 espécies --38% das que habitam rios e lagos europeus-- ameaçadas de extinção na Europa, devemos agir agora para evitar a tragédia", advertiu William Darwal, coordenador do Programa de Espécies da União.
Na quinta-feira, foi apresentado na cidade suíça de Gland o novo "Manual de Peixes de Água Doce na Europa", redigido após sete anos de pesquisas, nas quais foram descobertas 47 novas espécies.
Segundo Darwal, "o nível de perigo é muito maior do que o enfrentado por pássaros e mamíferos".
O estudo indica que muitas das espécies em perigo não são consideradas nem "carismáticas" nem têm valor aparente para as pessoas, por isso raramente atraem a verbas necessárias para sua preservação, e só poucos perceberão seu desaparecimento.
No entanto, o manual ressalta que essas espécies "são parte importante de nosso patrimônio e essenciais nos ecossistemas de água doce de que dependemos para a purificação de água e para o controle das inundações".
Fonte - Folha
Cerca de 200 espécies das 552 variedades de peixes de água doce na Europa estão ameaçadas de extinção, e 12 já desapareceram, diz uma pesquisa da UICN (União Mundial para a Natureza) divulgada em Genebra (Suíça).
"Com 200 espécies --38% das que habitam rios e lagos europeus-- ameaçadas de extinção na Europa, devemos agir agora para evitar a tragédia", advertiu William Darwal, coordenador do Programa de Espécies da União.
Na quinta-feira, foi apresentado na cidade suíça de Gland o novo "Manual de Peixes de Água Doce na Europa", redigido após sete anos de pesquisas, nas quais foram descobertas 47 novas espécies.
Segundo Darwal, "o nível de perigo é muito maior do que o enfrentado por pássaros e mamíferos".
O estudo indica que muitas das espécies em perigo não são consideradas nem "carismáticas" nem têm valor aparente para as pessoas, por isso raramente atraem a verbas necessárias para sua preservação, e só poucos perceberão seu desaparecimento.
No entanto, o manual ressalta que essas espécies "são parte importante de nosso patrimônio e essenciais nos ecossistemas de água doce de que dependemos para a purificação de água e para o controle das inundações".
Fonte - Folha
Leitor de impressão digital dispensa assinatura e senha

Postos de gasolina e lojas de conveniência em Chicago testam a máquina.
Sistema debita o valor direto no cartão de crédito do cliente.
Encher o tanque do carro vai ficar mais fácil para quem sempre se esquece de sacar dinheiro ou volta e meia deixa a carteira em casa. Para quem perde a medida e às vezes fica com o tanque vazio, também promete ser uma mão na roda.
A gigante Shell decidiu testar um aparelho que reconhece o motorista pela impressão digital e debita na conta ou no cartão de crédito dele o que gastar de combustível.
Por enquanto, apenas dez postos da Shell em Chicago, nos Estados Unidos, oferecem essa forma de pagamento, também disponível para as compras nas lojas de conveniência.
Fonte - G1
Sistema debita o valor direto no cartão de crédito do cliente.
Encher o tanque do carro vai ficar mais fácil para quem sempre se esquece de sacar dinheiro ou volta e meia deixa a carteira em casa. Para quem perde a medida e às vezes fica com o tanque vazio, também promete ser uma mão na roda.
A gigante Shell decidiu testar um aparelho que reconhece o motorista pela impressão digital e debita na conta ou no cartão de crédito dele o que gastar de combustível.
Por enquanto, apenas dez postos da Shell em Chicago, nos Estados Unidos, oferecem essa forma de pagamento, também disponível para as compras nas lojas de conveniência.
Fonte - G1
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
O Sonho - 2
Como um poder religioso, fará com que todos os habitantes daquela nação protestante, adore, se curve, e reconheça a supremacia de Roma e da liderança papal sobre todas as igrejas consideradas cristãs. Daí entendesse a declaração do atual líder romano, “César Augustus Ratzinger”, que a igreja católica é a única representante de Deus na terra, mas no futuro ecumênico das religiões, toda igreja que almejar ser considerada legal e cristã, deverá filiar-se a ‘Santa Sé’, e colocar-se sob a liderança do “Sumo Pontífice”, reconhecendo-o como legítimo Vicarius Filli Dei, substituto do Filho de Deus, e desta forma, adorando à imagem da Besta, que então, terá totalmente curada a sua ferida mortal, leia Apoc. 13:12, quando este poder se consolidar.
Outro mistério passa a tomar um novo sentido. O muito especulado número da Besta, o famoso 666. Sabemos que em profecia o número 6, representa o homem, assim como o 7, é o numero da perfeição, e representa à Deus. Sim, o número 6 é o número do ser humano, e no parágrafo 18 do capítulo 13, nos é revelado que, esse é o número de um homem, note, o número de um homem. Esse poder surgido da terra, não é um país, não é uma nação, não é uma igreja ou instituição, este poder, esta Besta, é um homem !
Ele é o homem da iniqüidade, de quem falou o apóstolo Paulo, em 2 Ts 2:8 a 12.
Então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo sopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda. A vinda desse iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios da mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem. Perecem porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. Por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira, e para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.
Este texto é tremendo, e está totalmente alinhado com Apocalipse 13: 13 e 14 . Este iníquo, operará grandes sinais e prodígios, segundo a eficácia de Satanás, por isso fala como dragão (par. 11), e tem como objetivo, enganar e seduzir as pessoas, fazendo que desprezem a verdade e a justiça de Deus. Note também que, necessariamente ele existirá no tempo exato da volta de Jesus, para que seja ‘aniquilado pelo esplendor da sua vinda’ .
Quando o mundo estiver maravilhado, com os milagres realizados pelo substituto do Filho de Deus, poderá exclamar: “Cristo veio”, será o tempo que ele, revestido com toda autoridade religiosa do planeta, imporá um sinal, para que todos lhe estejam submissos, e quem não receber este sinal, “não poderá nem vender e nem comprar”. (par. 17)
Aqui é preciso ter entendimento profético, pois temos que lembrar que estamos dentro do livro de Apocalipse, um livro de símbolos, não podemos tomar símbolos como coisas literais.
Qual é o significado desta frase ? Para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal...
Vamos refletir sobre alguns textos.
Na carta à igreja de Laodicéia, que sabemos ser o último período da igreja cristã antes da volta de Jesus, o mestre identifica o problema dos crentes de Laodicéia, eles formam uma igreja morna, que pensa ser rica e possuir tudo. Mas Cristo recomenda (Apc 3:18) : Aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo ... e vestes brancas ... e colírio ...
Sabemos que Cristo está se referindo à compra de itens indispensáveis à salvação, representados por estes símbolos do ouro, roupas brancas e do colírio. Fé, justiça, sabedoria, graça, pureza de caráter tem quer ser adquiridas de Cristo, sem eles, ninguém alcançará a salvação. Aqui Jesus aplica o termo comprar para definir o processo de aquisição destes itens.
Lembra-se da parábola das dez virgens ? Mateus 25: 9 e 10 – Às vésperas da chegada do noivo, as virgens insensatas perceberam que estavam sem azeite, e ao ouvirem o anúncio do início das bodas, receberam esta ordem das virgens prudentes: Ide antes aos que vendem, e comprai-o.
Mais uma vez, numa parábola, Jesus usa a figura de comprar e vender, um item indispensável à salvação, que alguns teriam autorização para vender. A parábola não menciona, mas por elas não terem entrado para as bodas, presumo que elas não encontraram o azeite para ser comprado. Por que ? Porque já era tarde demais, e não havia quem o vendesse.
Este símbolo de comprar e vender, está associado ao processo de adquirir a salvação, ser justificado diante de Deus. Com este pensamento, concorda o profeta Isaías ...
Is 55: 1, 2 e 6 – Ó vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai , e comei! Vinde, comprai , sem dinheiro e sem preço, vinho e leite. Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer ? Ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e a sua alma deleite-se com a gordura... Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.
Quando o homem da iniquididade impor o seu selo, conforme sua autoridade, as igrejas e os homens de Deus, não poderão mais vender a salvação, não poderão mais pregar sobre as verdades bíblicas, só terão autorização para atuar, os que receberam o selo da Besta, para pregarem a mentira e o erro, as falsas doutrinas, esta é a grande iniqüidade citada por Paulo no texto já mencionado de 2 Ts 2: 8 a 12.
Este evento marca e simboliza o encerramento do tempo da graça. Quem receber o sinal da Besta, já escolheu o seu destino eterno, a perdição, e os que já receberam o selo de Deus, já estão salvos. Acabou a intercessão de Cristo. Quem estiver puro, que permaneça puro, quem estiver sujo, contamine-se ainda.
Será neste contexto, que esta Besta, este homem da iniqüidade, que conseguiu unir os dois maiores impérios da terra, os EUA e o Vaticano, bem como, reunificou as igrejas protestantes e católicas, imporá uma lei humana e de caráter religioso, fazendo que a antiga Besta, retomasse vida, e voltasse a praticar seus expedientes de opressão e de morte da idade média, e fará com que sejam mortos, todos os que não adorarem a imagem da Besta, o novo César. (Ap. 13:15).
Quando esta lei entrar em vigor, restabelecerá o poderio de Roma, e só permitirá aqueles que reconhecem sua autoridade e recebe seu selo, funcionar e oficiar o seu catecismo, como também, proibirá qualquer denominação de abrir seus templos e pregar a verdade sobre a salvação, e como ato final, estarão sujeitos à condenação de morte eterna, isto é, serão excomungados, tidos como ereges, e finalmente caçados como animais.
Somente o homem da iniqüidade terá tal autoridade, sim , um Papa. Este decreto será aprovado primeiro nos EUA, logo, Roma deverá estrategicamente escolher seu líder dentre o corpo de cardeais daquele país, para articular politicamente a imposição dessa lei, e conquistar a simpatia e o apoio popular para aprova-la.
Vendo por este ângulo, aquele sonho absurdo, já não parece tão improvável. Será profecia ? Será devaneio ? Só sei que Deus nos orienta: Não desprezeis as profecias, ouvi tudo, retém o que é bom, e quando vires estas coisas acontecerem, sabei que eu estou às portas. Se este sonho, for uma revelação de Deus, ele não me pertence, mas sim ao seu povo, e se um dia, para assombro do mundo, um cardeal Norte-Americano se assentar no “Trono de São Pedro”, saibam que a hora chegou, será o ato final da obra de Satanás, e a nossa única esperança, estará na proteção de nosso Deus, refúgio e fortaleza.
Para concluir, apresento ainda, este texto a seguir, para sua consideração, extraído do livro Eventos Finais, página 131, parágrafo 5.
"Quando o protestantismo estender os braços sobre o abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios da sua constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo. "
Nota DDP:
O presente post preenche a premissa inicial deste blog, franqueando aos irmãos espaço para apresentarem suas considerações acerca do cumprimento profético que cremos ser o pertinente para o tempo do fim, ressaltando detalhes que não sejam comuns ao entendimento oficial da igreja.
Talvez em algum lugar, alguém já teve a mesma impressão que o irmão que nos enviou o presente estudo e, queira compartilhar conosco. Este é o objetivo principal da presente iniciativa. Sintam-se à vontade, analisem tudo, retenham o que é bom.
Outro mistério passa a tomar um novo sentido. O muito especulado número da Besta, o famoso 666. Sabemos que em profecia o número 6, representa o homem, assim como o 7, é o numero da perfeição, e representa à Deus. Sim, o número 6 é o número do ser humano, e no parágrafo 18 do capítulo 13, nos é revelado que, esse é o número de um homem, note, o número de um homem. Esse poder surgido da terra, não é um país, não é uma nação, não é uma igreja ou instituição, este poder, esta Besta, é um homem !
Ele é o homem da iniqüidade, de quem falou o apóstolo Paulo, em 2 Ts 2:8 a 12.
Então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo sopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda. A vinda desse iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios da mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem. Perecem porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. Por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira, e para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade.
Este texto é tremendo, e está totalmente alinhado com Apocalipse 13: 13 e 14 . Este iníquo, operará grandes sinais e prodígios, segundo a eficácia de Satanás, por isso fala como dragão (par. 11), e tem como objetivo, enganar e seduzir as pessoas, fazendo que desprezem a verdade e a justiça de Deus. Note também que, necessariamente ele existirá no tempo exato da volta de Jesus, para que seja ‘aniquilado pelo esplendor da sua vinda’ .
Quando o mundo estiver maravilhado, com os milagres realizados pelo substituto do Filho de Deus, poderá exclamar: “Cristo veio”, será o tempo que ele, revestido com toda autoridade religiosa do planeta, imporá um sinal, para que todos lhe estejam submissos, e quem não receber este sinal, “não poderá nem vender e nem comprar”. (par. 17)
Aqui é preciso ter entendimento profético, pois temos que lembrar que estamos dentro do livro de Apocalipse, um livro de símbolos, não podemos tomar símbolos como coisas literais.
Qual é o significado desta frase ? Para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal...
Vamos refletir sobre alguns textos.
Na carta à igreja de Laodicéia, que sabemos ser o último período da igreja cristã antes da volta de Jesus, o mestre identifica o problema dos crentes de Laodicéia, eles formam uma igreja morna, que pensa ser rica e possuir tudo. Mas Cristo recomenda (Apc 3:18) : Aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo ... e vestes brancas ... e colírio ...
Sabemos que Cristo está se referindo à compra de itens indispensáveis à salvação, representados por estes símbolos do ouro, roupas brancas e do colírio. Fé, justiça, sabedoria, graça, pureza de caráter tem quer ser adquiridas de Cristo, sem eles, ninguém alcançará a salvação. Aqui Jesus aplica o termo comprar para definir o processo de aquisição destes itens.
Lembra-se da parábola das dez virgens ? Mateus 25: 9 e 10 – Às vésperas da chegada do noivo, as virgens insensatas perceberam que estavam sem azeite, e ao ouvirem o anúncio do início das bodas, receberam esta ordem das virgens prudentes: Ide antes aos que vendem, e comprai-o.
Mais uma vez, numa parábola, Jesus usa a figura de comprar e vender, um item indispensável à salvação, que alguns teriam autorização para vender. A parábola não menciona, mas por elas não terem entrado para as bodas, presumo que elas não encontraram o azeite para ser comprado. Por que ? Porque já era tarde demais, e não havia quem o vendesse.
Este símbolo de comprar e vender, está associado ao processo de adquirir a salvação, ser justificado diante de Deus. Com este pensamento, concorda o profeta Isaías ...
Is 55: 1, 2 e 6 – Ó vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai , e comei! Vinde, comprai , sem dinheiro e sem preço, vinho e leite. Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer ? Ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e a sua alma deleite-se com a gordura... Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.
Quando o homem da iniquididade impor o seu selo, conforme sua autoridade, as igrejas e os homens de Deus, não poderão mais vender a salvação, não poderão mais pregar sobre as verdades bíblicas, só terão autorização para atuar, os que receberam o selo da Besta, para pregarem a mentira e o erro, as falsas doutrinas, esta é a grande iniqüidade citada por Paulo no texto já mencionado de 2 Ts 2: 8 a 12.
Este evento marca e simboliza o encerramento do tempo da graça. Quem receber o sinal da Besta, já escolheu o seu destino eterno, a perdição, e os que já receberam o selo de Deus, já estão salvos. Acabou a intercessão de Cristo. Quem estiver puro, que permaneça puro, quem estiver sujo, contamine-se ainda.
Será neste contexto, que esta Besta, este homem da iniqüidade, que conseguiu unir os dois maiores impérios da terra, os EUA e o Vaticano, bem como, reunificou as igrejas protestantes e católicas, imporá uma lei humana e de caráter religioso, fazendo que a antiga Besta, retomasse vida, e voltasse a praticar seus expedientes de opressão e de morte da idade média, e fará com que sejam mortos, todos os que não adorarem a imagem da Besta, o novo César. (Ap. 13:15).
Quando esta lei entrar em vigor, restabelecerá o poderio de Roma, e só permitirá aqueles que reconhecem sua autoridade e recebe seu selo, funcionar e oficiar o seu catecismo, como também, proibirá qualquer denominação de abrir seus templos e pregar a verdade sobre a salvação, e como ato final, estarão sujeitos à condenação de morte eterna, isto é, serão excomungados, tidos como ereges, e finalmente caçados como animais.
Somente o homem da iniqüidade terá tal autoridade, sim , um Papa. Este decreto será aprovado primeiro nos EUA, logo, Roma deverá estrategicamente escolher seu líder dentre o corpo de cardeais daquele país, para articular politicamente a imposição dessa lei, e conquistar a simpatia e o apoio popular para aprova-la.
Vendo por este ângulo, aquele sonho absurdo, já não parece tão improvável. Será profecia ? Será devaneio ? Só sei que Deus nos orienta: Não desprezeis as profecias, ouvi tudo, retém o que é bom, e quando vires estas coisas acontecerem, sabei que eu estou às portas. Se este sonho, for uma revelação de Deus, ele não me pertence, mas sim ao seu povo, e se um dia, para assombro do mundo, um cardeal Norte-Americano se assentar no “Trono de São Pedro”, saibam que a hora chegou, será o ato final da obra de Satanás, e a nossa única esperança, estará na proteção de nosso Deus, refúgio e fortaleza.
Para concluir, apresento ainda, este texto a seguir, para sua consideração, extraído do livro Eventos Finais, página 131, parágrafo 5.
"Quando o protestantismo estender os braços sobre o abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios da sua constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo. "
Nota DDP:
O presente post preenche a premissa inicial deste blog, franqueando aos irmãos espaço para apresentarem suas considerações acerca do cumprimento profético que cremos ser o pertinente para o tempo do fim, ressaltando detalhes que não sejam comuns ao entendimento oficial da igreja.
Talvez em algum lugar, alguém já teve a mesma impressão que o irmão que nos enviou o presente estudo e, queira compartilhar conosco. Este é o objetivo principal da presente iniciativa. Sintam-se à vontade, analisem tudo, retenham o que é bom.
O Sonho - 1
Há alguns anos atrás, eu vinha estudando o livro de Apocalipse, orando e pedindo a Deus que me desse compreensão dos símbolos e dos mistérios ainda obscuros ao conhecimento humano. Orava que o Senhor me contemplasse com o espírito de compreensão das profecias, tinha o desejo de me posicionar na linha do tempo do fim, para poder dar alguma orientação ao seu povo com relação à preparação para este tempo.
Numa noite como qualquer outra, após orar pedindo estes dons, e de ler alguns textos do referido livro, me deitei e adormeci. Foi então que tive um sonho; não foi uma visão, nem fui arrebatado, simplesmente um sonho, a princípio comum, porém o seu conteúdo, simples e direto, me perturbou, e passei a gastar tempo meditando nele.
Poderia ter sido uma revelação de Deus ?
Poderia ter sido somente o resultado do subconsciente cruzando informações ?
Não me arrisco a dizer, sinceramente, o que foi. Incerto quanto a veracidade daquela informação, pedi a Deus que a confirmasse, de alguma forma, se eu deveria divulgar o conteúdo daquele sonho, pois se ele é uma revelação de Deus para o seu povo, eu tenho a responsabilidade e obrigação de informar os cristãos para estarem preparados para saber que quando ele se realizar, chegou o fim !
De outro lado, não sou louco, nem mesmo gosto de chamar a atenção para mim, sei das minhas fraquezas e limitações, sei que sou um homem comum, e por isso tenho receio de parecer prepotente, ou me passar por quem quer tornar-se famoso, ou apenas parecer um desvairado. Não é fácil saber como proceder, mas decidi agora, pelo bom senso, depois de alguns anos sem resposta de Deus, revelar tanto o sonho, como algumas reflexões racionais sobre a possibilidade do seu cumprimento. Peço àqueles que tomarem conhecimento, que orem à Deus, meditem sobre as Escrituras e sobre os últimos acontecimentos da história, para concluir se estamos caminhando para que aquele sonho se concretize.
O sonho:
Como disse anteriormente, foi um sonho simples, curto e objetivo. Foi numa época em que a saúde do então Papa, João Paulo II, começou a declinar rapidamente, e houve muita especulação sobre a sua sucessão. Naquela noite eu sonhei que o último Papa nomeado, para surpresa do mundo, era um cardeal Norte-Americano. E foi só isso. Em seguida acordei , muito impressionado e passei a meditar sobre essa possibilidade.
Ninguém no mundo cristão apostaria as suas fichas num sucessor Norte-Americano, para assumir o trono do Vaticano. Isto parece improvável, ilógico e sem sentido.
Quero apresentar alguns argumentos que me surpreenderam, e comecei a achar este sonho algo bem possível.
Em primeiro lugar, por que a liderança católica escolheria um Papa Norte-Americano ? Qual seria a motivação ?
Sabemos da profecia da besta que recebeu uma ferida mortal na cabeça, mas que depois de algum tempo, seria curada. E pudemos observar como a profecia vem se cumprindo nos últimos anos, especialmente sob o reinado de Carol Wojtyla. O prestígio deste Papa, fez com que fosse recebido com todas as honras de chefe de Estado, inclusive pela Casa Branca, em sua visita aos Estados Unidos. Nunca um funeral recebeu tanta importância e foi tão valorizado pela mídia e pelos líderes mundiais. Ele foi uma unanimidade como a principal figura do planeta. Mas sem dúvidas, seu maior feito reconhecido por todos, foi o desmantelamento da URSS. Não foi disparado nenhum tiro, não houve nenhum escândalo, mas suavemente, o urso soviético veio ao chão. O mundo todo sabe que o mérito desta façanha vai para ele, Carol Wojtyla.
Agora lembre-se, como o mundo ficou surpreso quando este cardeal polonês, um país comunista, foi escolhido como o Papa. Um país pouco representativo dentro do catolicismo. Mas havia um “para que ?”.
O comunismo ateísta da URSS representava uma ameaça para a supremacia de Roma na Europa, nada mais óbvio, do que nomear alguém de dentro da cortina de ferro, para realizar este objetivo, derrubar de dentro para fora o comunismo ateísta e abrir as portas para o Vaticano hastear sua bandeira naquelas terras. Nenhum outro seria capaz de realizar este propósito, pois não teria acessos, não conheceria os bastidores do poder e da diplomacia daquelas nações, não despertaria sua simpatia. Alguém de dentro era necessário, afinal , “o Papa é um dos nossos”, disseram os vermelhos.
Agora, com a morte de João Paulo II, outro cardeal tomou o seu lugar, e para continuar o processo de restauração do Império Romano, quem você esperaria que fosse o novo César ? Um Italiano ? Tudo tem um propósito, novamente devemos nos perguntar: Para que ?
Vencida a barreira do ateísmo comunista, qual seria um outro foco de resistência que poderia representar uma ameaça a supremacia Papal na Europa ?
Resposta: O protestantismo !
Qual foi a nação européia, berço do movimento protestante reformista, que deu a luz a Lutero e a Calvino ?
Resposta: Alemanha !
Mais uma vez, se buscou alguém de dentro deste país, para realizar um forte trabalho junto à juventude desta nação, para minar e eliminar qualquer força de oposição que as igrejas protestantes poderiam causar ao avanço da consolidação do Império na Europa. Bem estratégico, não ?
Um Papa Alemão, com um propósito bem definido, conquistar a simpatia daquele povo formador de opinião, e aniquilar no nascedouro histórico, qualquer possibilidade de uma nova reforma, e como numa revanche, fincar a bandeira do Vaticano na Alemanha.
Agora considere: Estando a Europa consolidada e sob domínio católico, o próximo passo é conquistar posições em outros continentes, e naturalmente, conquistar o mundo, cumprindo a profecia de curar sua ferida.
Pergunta: Se você quisesse conquistar as Américas e o mundo, seguindo a mesma estratégia adotada para derrubar o comunismo ateísta e neutralizar uma possível nova reforma protestante na Alemanha, de onde você buscaria seu próximo líder ?
Resposta: Parece óbvio demais ! Eu buscaria um cardeal da mais poderosa nação das Américas e do mundo, os Estados Unidos da América !
Quando o Papa for um Norte-Americano, estará consolidada a supremacia de Roma no mundo, a ferida estará totalmente curada, pois poderão impor sua liderança com apoio bélico-militar insuperável.
Da mesma forma, os EUA, terão consolidado sua supremacia imperialista. Um Papa Norte-Americano representa a fusão dos dois maiores impérios da terra num só. Uma onda de catolicismo varrerá a América, com o seu super-ego nacionalista, o povo americano abraçará o catolicismo como sua nova mania, e os protestantes, para não perder essa onda, se unirão a eles, rompendo diferenças históricas. Eles ditam a moda, a música, o consumo, as finanças, a economia mundial, impõem seu padrão de comportamento, oprimem militarmente, e agora, têm o líder máximo das igrejas no mundo !
“Não nos falta mais nada, até o Papa é nosso !”
Creio que é neste contexto, que os EUA poderão cumprir a profecia de Apocalipse 13: 11 a 18.
Veja atentamente. Ao ler estes textos de Apocalipse 13, tendo em mente que a Besta que emergiu da terra (EUA), exerce toda a autoridade da primeira Besta, que é a Besta que surgiu do mar (Europa), isto é, o Papado, e que fez uma imagem para todos adorarem, isto é, sua aparência e tipo de poder e autoridade é igual ao da primeira Besta, portanto, um poder religioso, se veste e fala como ela . Parece que estas palavras tomam nova forma, quando pensamos que um Norte-Americano assume o trono do Vaticano.
Continua...
Numa noite como qualquer outra, após orar pedindo estes dons, e de ler alguns textos do referido livro, me deitei e adormeci. Foi então que tive um sonho; não foi uma visão, nem fui arrebatado, simplesmente um sonho, a princípio comum, porém o seu conteúdo, simples e direto, me perturbou, e passei a gastar tempo meditando nele.
Poderia ter sido uma revelação de Deus ?
Poderia ter sido somente o resultado do subconsciente cruzando informações ?
Não me arrisco a dizer, sinceramente, o que foi. Incerto quanto a veracidade daquela informação, pedi a Deus que a confirmasse, de alguma forma, se eu deveria divulgar o conteúdo daquele sonho, pois se ele é uma revelação de Deus para o seu povo, eu tenho a responsabilidade e obrigação de informar os cristãos para estarem preparados para saber que quando ele se realizar, chegou o fim !
De outro lado, não sou louco, nem mesmo gosto de chamar a atenção para mim, sei das minhas fraquezas e limitações, sei que sou um homem comum, e por isso tenho receio de parecer prepotente, ou me passar por quem quer tornar-se famoso, ou apenas parecer um desvairado. Não é fácil saber como proceder, mas decidi agora, pelo bom senso, depois de alguns anos sem resposta de Deus, revelar tanto o sonho, como algumas reflexões racionais sobre a possibilidade do seu cumprimento. Peço àqueles que tomarem conhecimento, que orem à Deus, meditem sobre as Escrituras e sobre os últimos acontecimentos da história, para concluir se estamos caminhando para que aquele sonho se concretize.
O sonho:
Como disse anteriormente, foi um sonho simples, curto e objetivo. Foi numa época em que a saúde do então Papa, João Paulo II, começou a declinar rapidamente, e houve muita especulação sobre a sua sucessão. Naquela noite eu sonhei que o último Papa nomeado, para surpresa do mundo, era um cardeal Norte-Americano. E foi só isso. Em seguida acordei , muito impressionado e passei a meditar sobre essa possibilidade.
Ninguém no mundo cristão apostaria as suas fichas num sucessor Norte-Americano, para assumir o trono do Vaticano. Isto parece improvável, ilógico e sem sentido.
Quero apresentar alguns argumentos que me surpreenderam, e comecei a achar este sonho algo bem possível.
Em primeiro lugar, por que a liderança católica escolheria um Papa Norte-Americano ? Qual seria a motivação ?
Sabemos da profecia da besta que recebeu uma ferida mortal na cabeça, mas que depois de algum tempo, seria curada. E pudemos observar como a profecia vem se cumprindo nos últimos anos, especialmente sob o reinado de Carol Wojtyla. O prestígio deste Papa, fez com que fosse recebido com todas as honras de chefe de Estado, inclusive pela Casa Branca, em sua visita aos Estados Unidos. Nunca um funeral recebeu tanta importância e foi tão valorizado pela mídia e pelos líderes mundiais. Ele foi uma unanimidade como a principal figura do planeta. Mas sem dúvidas, seu maior feito reconhecido por todos, foi o desmantelamento da URSS. Não foi disparado nenhum tiro, não houve nenhum escândalo, mas suavemente, o urso soviético veio ao chão. O mundo todo sabe que o mérito desta façanha vai para ele, Carol Wojtyla.
Agora lembre-se, como o mundo ficou surpreso quando este cardeal polonês, um país comunista, foi escolhido como o Papa. Um país pouco representativo dentro do catolicismo. Mas havia um “para que ?”.
O comunismo ateísta da URSS representava uma ameaça para a supremacia de Roma na Europa, nada mais óbvio, do que nomear alguém de dentro da cortina de ferro, para realizar este objetivo, derrubar de dentro para fora o comunismo ateísta e abrir as portas para o Vaticano hastear sua bandeira naquelas terras. Nenhum outro seria capaz de realizar este propósito, pois não teria acessos, não conheceria os bastidores do poder e da diplomacia daquelas nações, não despertaria sua simpatia. Alguém de dentro era necessário, afinal , “o Papa é um dos nossos”, disseram os vermelhos.
Agora, com a morte de João Paulo II, outro cardeal tomou o seu lugar, e para continuar o processo de restauração do Império Romano, quem você esperaria que fosse o novo César ? Um Italiano ? Tudo tem um propósito, novamente devemos nos perguntar: Para que ?
Vencida a barreira do ateísmo comunista, qual seria um outro foco de resistência que poderia representar uma ameaça a supremacia Papal na Europa ?
Resposta: O protestantismo !
Qual foi a nação européia, berço do movimento protestante reformista, que deu a luz a Lutero e a Calvino ?
Resposta: Alemanha !
Mais uma vez, se buscou alguém de dentro deste país, para realizar um forte trabalho junto à juventude desta nação, para minar e eliminar qualquer força de oposição que as igrejas protestantes poderiam causar ao avanço da consolidação do Império na Europa. Bem estratégico, não ?
Um Papa Alemão, com um propósito bem definido, conquistar a simpatia daquele povo formador de opinião, e aniquilar no nascedouro histórico, qualquer possibilidade de uma nova reforma, e como numa revanche, fincar a bandeira do Vaticano na Alemanha.
Agora considere: Estando a Europa consolidada e sob domínio católico, o próximo passo é conquistar posições em outros continentes, e naturalmente, conquistar o mundo, cumprindo a profecia de curar sua ferida.
Pergunta: Se você quisesse conquistar as Américas e o mundo, seguindo a mesma estratégia adotada para derrubar o comunismo ateísta e neutralizar uma possível nova reforma protestante na Alemanha, de onde você buscaria seu próximo líder ?
Resposta: Parece óbvio demais ! Eu buscaria um cardeal da mais poderosa nação das Américas e do mundo, os Estados Unidos da América !
Quando o Papa for um Norte-Americano, estará consolidada a supremacia de Roma no mundo, a ferida estará totalmente curada, pois poderão impor sua liderança com apoio bélico-militar insuperável.
Da mesma forma, os EUA, terão consolidado sua supremacia imperialista. Um Papa Norte-Americano representa a fusão dos dois maiores impérios da terra num só. Uma onda de catolicismo varrerá a América, com o seu super-ego nacionalista, o povo americano abraçará o catolicismo como sua nova mania, e os protestantes, para não perder essa onda, se unirão a eles, rompendo diferenças históricas. Eles ditam a moda, a música, o consumo, as finanças, a economia mundial, impõem seu padrão de comportamento, oprimem militarmente, e agora, têm o líder máximo das igrejas no mundo !
“Não nos falta mais nada, até o Papa é nosso !”
Creio que é neste contexto, que os EUA poderão cumprir a profecia de Apocalipse 13: 11 a 18.
Veja atentamente. Ao ler estes textos de Apocalipse 13, tendo em mente que a Besta que emergiu da terra (EUA), exerce toda a autoridade da primeira Besta, que é a Besta que surgiu do mar (Europa), isto é, o Papado, e que fez uma imagem para todos adorarem, isto é, sua aparência e tipo de poder e autoridade é igual ao da primeira Besta, portanto, um poder religioso, se veste e fala como ela . Parece que estas palavras tomam nova forma, quando pensamos que um Norte-Americano assume o trono do Vaticano.
Continua...
Crise do meio ambiente é uma desafio moral
NOVA YORK, quarta-feira, 31 de outubro de 2007 (ZENIT.org).- «A crise do meio ambiente é um desafio moral», afirmou o arcebispo Celestino Migliore, observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas.
...
A preocupação primária da delegação vaticana é, portanto, a de sublinhar «a importância de captar o imperativo moral subjacente, pelo qual todos, sem exceção, têm uma grande responsabilidade na defesa do meio ambiente».
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Aguardemos a proposição oficial do "sentido ecológico do domingo", como já noticiado anteriormente neste espaço, de forma mais clara e objetiva...
...
A preocupação primária da delegação vaticana é, portanto, a de sublinhar «a importância de captar o imperativo moral subjacente, pelo qual todos, sem exceção, têm uma grande responsabilidade na defesa do meio ambiente».
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Aguardemos a proposição oficial do "sentido ecológico do domingo", como já noticiado anteriormente neste espaço, de forma mais clara e objetiva...
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Pesquisa revela que 1 em cada 3 americanos crê em fantasmas
Pesquisa pré-Halloween foi feita por agência de notícias nos Estados Unidos.Os candidatos mais prováveis para ‘visitas’ de fantasmas são os solteiros e católicos.Sabe aquelas coisas que amedrontam as pessoas à noite? Cerca de um terço das pessoas acredita que poderiam ser fantasmas.
E cerca de uma em cada quatro pessoas (25%) diz já ter visto um fantasma ou sentido sua presença, verificou uma pesquisa pré-Halloween realizada pela agência de notícias "Associated Press" e Ipsos.
Durante a pesquisa, conduzida entre os dias 16 e 18 de outubro, foram feitas entrevistas por telefone com 1.013 adultos. A pesquisa tem uma margem de erro de 3.1 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Uma dessas pessoas é Misty Conrad, que diz ter fugido de sua casa alugada em Syracuse, Indiana, após sua filha começar a conversar com uma menina invisível chamada Nicole e vizinhos contarem que crianças haviam sido assassinadas na casa. Isso aconteceu depois que a TV e as luzes começaram a ligar à noite.
“Isso te dá arrepios”, disse Conrad, 40 anos, de Hampton, Virginia. “Eu precisava tirar a gente de lá.”
Cerca de uma em cada cinco pessoas (19%) diz que acredita na existência de feitiços ou bruxarias. Cerca de metade (48%) dos entrevistados acredita em percepção extra-sensorial.
Nota DDP:
Interessante como uma nação de tradição protestante já se encontram extremamente alinhada com fenômenos de cunho espiritualista.
O grande debate final da História humana - 2
Crescentes Campanhas Pela Valorização do Falso Sábado
Confirmando-se que o "selo de Deus" é o sábado, basta ver qual seria o sinal concorrente — e não há dúvida de ser aquela instituição que a Igreja Católica se orgulha de apresentar como sinal de sua autoridade. Documentos vários da Igreja Católica dão conta de que foi ela que realizou tal alteração, como se pode exemplificar por algumas declarações oficiais dessa igreja, como:
"Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este repouso para o domingo em lembrança da ressurreição de nosso Senhor. Assim, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, malgrado seu, à autoridade da Igreja [Católica]". Louis Gaston de Ségur, Plain Talk About the Protestantism of To-day (Boston; Patrick Donahoe, 1868), p. 225.
Outro documento católico confirma isto nos seguintes termos:
"P. Como provamos que a Igreja tem poder de ordenar as Festas e Dias Santos?
"R. Pelo ato mesmo de mudar o sábado para o domingo, que é admitido pelos protestantes, e, portanto, contradizem-se por observarem tão estritamente o domingo, enquanto violam a maioria das outras festas ordenadas pela mesma igreja.
"P. Como se prova isto?
"R. Porque por observar o domingo reconhecem o poder da Igreja para ordenar festas e exigí-las sob pena de transgressão, e por não observar as demais, igualmente por ela ordenadas, negam de fato o mesmo poder". Manual of Christian Doctrine, ou Catholic Belief and Practice, pp. 67, 68.
O fato é que mais e mais se promove o domingo, tanto nos meios católicos quanto protestantes. O Papa Bento XVI ultimamente não só tem falado repetidamente sobre o valor do domingo para a comunidade católica, e mesmo mundial, como vem estabelecendo uma ligação entre respeito pelo domingo e respeito pela natureza. Isto representa uma nova e significativa ênfase que haverá de ter tremendas implicações futuras.
A agência noticiosa católica Zenit noticiou que numa missa em Viena, Áustria, dia 9 de setembro de 2007, o Papa destacou a importância do domingo num contexto ecológico. "Dê à alma o seu domingo, dê ao domingo sua alma", disse ele, citando uma frase usada por um bispo alemão no século XX. [BBC Brasil]
Bento XVI disse mais que o domingo tem que ser um dia de gratidão e alegria pela criação e que, na época atual, quando "as intervenções do homem põem o mundo em perigo", é necessário mais do que nunca dar dimensão a esse dia especial. O Papa tinha afirmado pouco antes, no santuário de Mariazell, 150 km a sudeste de Viena, que, se o homem não distinguir a verdade, a ciência pode destruir o mundo. Ele destacou em sua homilia na catedral de São Estêvão, superlotada, a necessidade de viver o domingo em toda sua plenitude espiritual, a negligência do que, inclusive, coloca em perigo o futuro de seu meio ambiente. Sem entrar em detalhes, destacou ainda a ameaça que paira sobre o meio ambiente e a Criação em geral, afirmando ser preciso dar mais atenção à dimensão ecológica do domingo, dia em que a Igreja dá graças pela Criação (ver também UOL e Zenit).
Na verdade, temos aí uma inversão de sentidos, pois sempre o sábado foi considerado o "memorial da criação", e o domingo o "memorial da Ressurreição". Tratar do domingo à base de ser o dia de dar "graças pela Criação" é uma falsa representação do ensino bíblico, pois no primeiro dia Deus iniciou a obra criativa, sendo, portanto, um dia de "trabalho" divino, não de "descanso", como se deu com o sábado do sétimo dia (Gn 2:2, 3). Daí percebe-se outra sutileza na corrupção da mensagem bíblica.
Nos Estados Unidos, por outro lado, ocorrem como nunca visto campanhas para maior respeito pelo domingo e pelos Dez Mandamentos. Foi criada uma "Comissão dos 10 Mandamentos" que vem promovendo um "Dia dos 10 Mandamentos" (que seria o 1º domingo de maio) dirigida por grandes e influentes evangélicos, como James Dobson, Benny Hynn, Charles Colson, Pat Robertson, Don Wildmon e muitos outros (ver The Lord's Day Alliance e Ten Commandments Day).
Entendem os promotores dessas significativas campanhas que a decadência moral e espiritual da grande nação norte-americana (e pelo mundo) deve-se à falha em atentar a esses princípios divinos, o que pareceria boa coisa, mas deixa implicítos grandes perigos à liberdade religiosa. Tais iniciativas podem levar sistemas religio-políticos a influenciar o governo a ditar normas segundo as expectativas e interpretações dessas lideranças. Quando se mistura política com religião, sempre as minorias se machucam. . .
Em entrevista em 18 de maio de 2005 ao programa "Fresh Air", da National Public Radio, rede de emissoras radiofônicas não-comerciais que cobre praticamente todo o território dos EUA, o Dr. James D. Kennedy, influente ministro e evangelista de grande atuação no rádio e TV (falecido em setembro de 2007), disse abertamente que o princípio de separação de Estado e Igreja nos EUA é um erro que contrariaria os ideais dos fundadores cristãos da nação e que devia ser simplesmente descartado. Esta é uma noção certamente bastante preocupante. (A referida entrevista pode ser ouvida [em inglês] aqui).
Como já acentuado, a questão sábado/domingo se destacará entre os acontecimentos finais da história. Será a definição de quem receberá o "selo de Deus" ou o "sinal da besta". A questão de obrigatoriedade de parar as atividades dominicais não é idéia infundada. Basta recordar que houve até um "ensaio" disso numa séria crise do passado — a do petróleo na década de 70. Que dia da semana foi especialmente afetado pela mesma? Muitos se lembrarão das leis de fechamento de postos de gasolina no Brasil e outros países aos domingos, na época.
A Inédita Conexão Ecológica
Em artigo de página inteira, uma cronista do semanário Time (edição de 2/8/04) sugeria que não seria má idéia trazer de volta as antigas "leis dominicais" de rigoroso fechamento de estabelecimentos comerciais aos domingos, nos EUA. A matéria tinha como título "E no Sétimo Dia Nós Descansamos?", e como subtítulo, "Pode ser que aquelas velhas leis azuis [dominicais] não eram tão doidas, afinal de contas".
Vozes já se têm levantando para que se parem todas as atividades comerciais, industriais, recreativas um dia por semana, para poupar o consumo de energia e diminuir a emissão de gases poluentes, o que parece fazer muito sentido ante a crise ecológica sobre que os cientistas nos advertem. As últimas falas do papa relacionando respeito pelo domingo com respeito pela natureza não se encaixariam perfeitamente nesse tipo de visão?! É o que alguns já estão chamando de ECOmenismo. . .
Mais uma vez o domingo seria, sem dúvida, o dia escolhido numa campanha global para "salvar o planeta", e se surgirem situações de emergência, já que ninguém tem idéia de que efeitos sobre a natureza haverá com toda essa carga de poluentes que se lançam ao espaço por todo o mundo, quão obrigatório não poderá chegar a ser essa medida? Se num barco há cinco passageiros, cada qual de uma corrente religiosa ou filosófica, todos discutindo animadamente suas idéias, defendendo individualmente o seu ponto de vista, e, de repente alguém descobre um rombo no fundo da embarcação, que começa a fazer água, todos vão imediatamente esquecer suas diferenças e tratar de encontrar meios de tapar o buraco. Em face de emergências, a tendência é todos se unirem para a busca de soluções imediatas a fim de superar um problema comum a todos.
Unir-nos É Preciso, Mas. . .
A união da humanidade tem sido buscada através de muitas campanhas, mas nenhuma parece mais eficaz para tal propósito do que o "ecumenismo" — a união religiosa global. E ainda há o "fator sobrenatural" que poderia compor esse cenário final. A mensagem de "Maria", ao "aparecer" diante de cristãos e muçulmanos uns anos atrás no Egito, foi: "Uni-vos", "Uni-vos", "Uni-vos"! Diante da enorme desunião política, étnica, social e religiosa que se vê entre os habitantes deste planeta não faria todo sentido buscar mesmo tal união? Claro, unir-nos é preciso, mas a questão básica é : unir-nos sob que liderança?! Este é o ponto crucial da questão.
Só quem está muito bem preparado discernirá a verdade do erro nestes tempos finais da história humana e ficamos felizes porque as discussões sábado/domingo em vários fóruns de que participamos batem todos os recordes dentre todos os diferentes tópicos. Isso mostra o grande interesse que há em entender a questão sábado/domingo/dianenhumismo/diaqualquerismo/tododiaísmo, validade das leis divinas, de uma vez por todas.
Esse interesse em definir claramente a questão do "polêmico" 4º preceito do Decálogo é muito salutar, pois realmente mais e mais no futuro teremos o debate desses temas. E tais debates se revelarão fundamentais para definir quem vai ficar do lado de Deus na crise final, e quem vai aceitar a imposição dos que querem fazer prevalecer sobre o mundo a sua vontade. Estão servindo de instrumentalidade àquele ser que há milênios promove sua agenda de desviar o povo de Deus da genuína adoração, no passado, mediante a mais abjeta idolatria, no presente, em formas mais sutis, mas não menos enganosas. Isso envolve o desprezo por um mandamento da lei divina, o do sábado, e a valorização de seu arremedo — o falso sábado imposto sobre a sociedade, mesmo cristã, por forças religiosas que há muito se desviaram da lei divina.
Como os três hebreus fiéis do passado, que tiveram que decidir entre permanecer firmes ao lado de Deus ou adorar o ídolo babilônico (Dn 3), os que se mantiverem fiéis a Deus nos tempos finalíssimos da história são descritos como os que "guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus" (Ap 14:12). Esta é uma evidência adicional de que o conflito final terá for enfoque algum aspecto da lei divina.
Num evidente reavivamento à genuína adoração a Deus, mais e mais congregações e pastores por todo o mundo têm aderido à verdade do sábado, tornando-se "reparadores da brecha, e restauradores de veredas" (ver Is 58:12), o que é dito no contexto de um apelo divino por uma fiel observância do sábado (v. 13, 14).
E então, o que pensam dessa visão escatológica, que mais e mais se revela lógica e clara, confirmando-se a olhos vistos a cada ano que passa?
Prof. Azenilto G. Brito
Ministério Sola Scriptura
Bessemer, AL., EUA
(Contato: atalaiadesiao@yahoo.com.br)
Confirmando-se que o "selo de Deus" é o sábado, basta ver qual seria o sinal concorrente — e não há dúvida de ser aquela instituição que a Igreja Católica se orgulha de apresentar como sinal de sua autoridade. Documentos vários da Igreja Católica dão conta de que foi ela que realizou tal alteração, como se pode exemplificar por algumas declarações oficiais dessa igreja, como:
"Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este repouso para o domingo em lembrança da ressurreição de nosso Senhor. Assim, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, malgrado seu, à autoridade da Igreja [Católica]". Louis Gaston de Ségur, Plain Talk About the Protestantism of To-day (Boston; Patrick Donahoe, 1868), p. 225.
Outro documento católico confirma isto nos seguintes termos:
"P. Como provamos que a Igreja tem poder de ordenar as Festas e Dias Santos?
"R. Pelo ato mesmo de mudar o sábado para o domingo, que é admitido pelos protestantes, e, portanto, contradizem-se por observarem tão estritamente o domingo, enquanto violam a maioria das outras festas ordenadas pela mesma igreja.
"P. Como se prova isto?
"R. Porque por observar o domingo reconhecem o poder da Igreja para ordenar festas e exigí-las sob pena de transgressão, e por não observar as demais, igualmente por ela ordenadas, negam de fato o mesmo poder". Manual of Christian Doctrine, ou Catholic Belief and Practice, pp. 67, 68.
O fato é que mais e mais se promove o domingo, tanto nos meios católicos quanto protestantes. O Papa Bento XVI ultimamente não só tem falado repetidamente sobre o valor do domingo para a comunidade católica, e mesmo mundial, como vem estabelecendo uma ligação entre respeito pelo domingo e respeito pela natureza. Isto representa uma nova e significativa ênfase que haverá de ter tremendas implicações futuras.
A agência noticiosa católica Zenit noticiou que numa missa em Viena, Áustria, dia 9 de setembro de 2007, o Papa destacou a importância do domingo num contexto ecológico. "Dê à alma o seu domingo, dê ao domingo sua alma", disse ele, citando uma frase usada por um bispo alemão no século XX. [BBC Brasil]
Bento XVI disse mais que o domingo tem que ser um dia de gratidão e alegria pela criação e que, na época atual, quando "as intervenções do homem põem o mundo em perigo", é necessário mais do que nunca dar dimensão a esse dia especial. O Papa tinha afirmado pouco antes, no santuário de Mariazell, 150 km a sudeste de Viena, que, se o homem não distinguir a verdade, a ciência pode destruir o mundo. Ele destacou em sua homilia na catedral de São Estêvão, superlotada, a necessidade de viver o domingo em toda sua plenitude espiritual, a negligência do que, inclusive, coloca em perigo o futuro de seu meio ambiente. Sem entrar em detalhes, destacou ainda a ameaça que paira sobre o meio ambiente e a Criação em geral, afirmando ser preciso dar mais atenção à dimensão ecológica do domingo, dia em que a Igreja dá graças pela Criação (ver também UOL e Zenit).
Na verdade, temos aí uma inversão de sentidos, pois sempre o sábado foi considerado o "memorial da criação", e o domingo o "memorial da Ressurreição". Tratar do domingo à base de ser o dia de dar "graças pela Criação" é uma falsa representação do ensino bíblico, pois no primeiro dia Deus iniciou a obra criativa, sendo, portanto, um dia de "trabalho" divino, não de "descanso", como se deu com o sábado do sétimo dia (Gn 2:2, 3). Daí percebe-se outra sutileza na corrupção da mensagem bíblica.
Nos Estados Unidos, por outro lado, ocorrem como nunca visto campanhas para maior respeito pelo domingo e pelos Dez Mandamentos. Foi criada uma "Comissão dos 10 Mandamentos" que vem promovendo um "Dia dos 10 Mandamentos" (que seria o 1º domingo de maio) dirigida por grandes e influentes evangélicos, como James Dobson, Benny Hynn, Charles Colson, Pat Robertson, Don Wildmon e muitos outros (ver The Lord's Day Alliance e Ten Commandments Day).
Entendem os promotores dessas significativas campanhas que a decadência moral e espiritual da grande nação norte-americana (e pelo mundo) deve-se à falha em atentar a esses princípios divinos, o que pareceria boa coisa, mas deixa implicítos grandes perigos à liberdade religiosa. Tais iniciativas podem levar sistemas religio-políticos a influenciar o governo a ditar normas segundo as expectativas e interpretações dessas lideranças. Quando se mistura política com religião, sempre as minorias se machucam. . .
Em entrevista em 18 de maio de 2005 ao programa "Fresh Air", da National Public Radio, rede de emissoras radiofônicas não-comerciais que cobre praticamente todo o território dos EUA, o Dr. James D. Kennedy, influente ministro e evangelista de grande atuação no rádio e TV (falecido em setembro de 2007), disse abertamente que o princípio de separação de Estado e Igreja nos EUA é um erro que contrariaria os ideais dos fundadores cristãos da nação e que devia ser simplesmente descartado. Esta é uma noção certamente bastante preocupante. (A referida entrevista pode ser ouvida [em inglês] aqui).
Como já acentuado, a questão sábado/domingo se destacará entre os acontecimentos finais da história. Será a definição de quem receberá o "selo de Deus" ou o "sinal da besta". A questão de obrigatoriedade de parar as atividades dominicais não é idéia infundada. Basta recordar que houve até um "ensaio" disso numa séria crise do passado — a do petróleo na década de 70. Que dia da semana foi especialmente afetado pela mesma? Muitos se lembrarão das leis de fechamento de postos de gasolina no Brasil e outros países aos domingos, na época.
A Inédita Conexão Ecológica
Em artigo de página inteira, uma cronista do semanário Time (edição de 2/8/04) sugeria que não seria má idéia trazer de volta as antigas "leis dominicais" de rigoroso fechamento de estabelecimentos comerciais aos domingos, nos EUA. A matéria tinha como título "E no Sétimo Dia Nós Descansamos?", e como subtítulo, "Pode ser que aquelas velhas leis azuis [dominicais] não eram tão doidas, afinal de contas".
Vozes já se têm levantando para que se parem todas as atividades comerciais, industriais, recreativas um dia por semana, para poupar o consumo de energia e diminuir a emissão de gases poluentes, o que parece fazer muito sentido ante a crise ecológica sobre que os cientistas nos advertem. As últimas falas do papa relacionando respeito pelo domingo com respeito pela natureza não se encaixariam perfeitamente nesse tipo de visão?! É o que alguns já estão chamando de ECOmenismo. . .
Mais uma vez o domingo seria, sem dúvida, o dia escolhido numa campanha global para "salvar o planeta", e se surgirem situações de emergência, já que ninguém tem idéia de que efeitos sobre a natureza haverá com toda essa carga de poluentes que se lançam ao espaço por todo o mundo, quão obrigatório não poderá chegar a ser essa medida? Se num barco há cinco passageiros, cada qual de uma corrente religiosa ou filosófica, todos discutindo animadamente suas idéias, defendendo individualmente o seu ponto de vista, e, de repente alguém descobre um rombo no fundo da embarcação, que começa a fazer água, todos vão imediatamente esquecer suas diferenças e tratar de encontrar meios de tapar o buraco. Em face de emergências, a tendência é todos se unirem para a busca de soluções imediatas a fim de superar um problema comum a todos.
Unir-nos É Preciso, Mas. . .
A união da humanidade tem sido buscada através de muitas campanhas, mas nenhuma parece mais eficaz para tal propósito do que o "ecumenismo" — a união religiosa global. E ainda há o "fator sobrenatural" que poderia compor esse cenário final. A mensagem de "Maria", ao "aparecer" diante de cristãos e muçulmanos uns anos atrás no Egito, foi: "Uni-vos", "Uni-vos", "Uni-vos"! Diante da enorme desunião política, étnica, social e religiosa que se vê entre os habitantes deste planeta não faria todo sentido buscar mesmo tal união? Claro, unir-nos é preciso, mas a questão básica é : unir-nos sob que liderança?! Este é o ponto crucial da questão.
Só quem está muito bem preparado discernirá a verdade do erro nestes tempos finais da história humana e ficamos felizes porque as discussões sábado/domingo em vários fóruns de que participamos batem todos os recordes dentre todos os diferentes tópicos. Isso mostra o grande interesse que há em entender a questão sábado/domingo/dianenhumismo/diaqualquerismo/tododiaísmo, validade das leis divinas, de uma vez por todas.
Esse interesse em definir claramente a questão do "polêmico" 4º preceito do Decálogo é muito salutar, pois realmente mais e mais no futuro teremos o debate desses temas. E tais debates se revelarão fundamentais para definir quem vai ficar do lado de Deus na crise final, e quem vai aceitar a imposição dos que querem fazer prevalecer sobre o mundo a sua vontade. Estão servindo de instrumentalidade àquele ser que há milênios promove sua agenda de desviar o povo de Deus da genuína adoração, no passado, mediante a mais abjeta idolatria, no presente, em formas mais sutis, mas não menos enganosas. Isso envolve o desprezo por um mandamento da lei divina, o do sábado, e a valorização de seu arremedo — o falso sábado imposto sobre a sociedade, mesmo cristã, por forças religiosas que há muito se desviaram da lei divina.
Como os três hebreus fiéis do passado, que tiveram que decidir entre permanecer firmes ao lado de Deus ou adorar o ídolo babilônico (Dn 3), os que se mantiverem fiéis a Deus nos tempos finalíssimos da história são descritos como os que "guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus" (Ap 14:12). Esta é uma evidência adicional de que o conflito final terá for enfoque algum aspecto da lei divina.
Num evidente reavivamento à genuína adoração a Deus, mais e mais congregações e pastores por todo o mundo têm aderido à verdade do sábado, tornando-se "reparadores da brecha, e restauradores de veredas" (ver Is 58:12), o que é dito no contexto de um apelo divino por uma fiel observância do sábado (v. 13, 14).
E então, o que pensam dessa visão escatológica, que mais e mais se revela lógica e clara, confirmando-se a olhos vistos a cada ano que passa?
Prof. Azenilto G. Brito
Ministério Sola Scriptura
Bessemer, AL., EUA
(Contato: atalaiadesiao@yahoo.com.br)
O grande debate final da História humana - 1
Urge "abrir o jogo" e dizer as coisas claramente. Neste artigo expomos de modo conciso o que a Bíblia aponta como acontecimentos finalíssimos da história mundial, envolvendo uma questão que a todos afeta e que estará ao centro do grande debate religioso-político-filosófico-econômico-ecológico dos tempos finais.
Ao longo da História vemos como há uma "agenda" de caráter religioso sendo cumprida. Mas essa "agenda" não é de nenhuma Igreja ou organização religiosa, e sim daquele ser que sempre fez de tudo para afastar o povo de Deus da genuína adoração. Quantas e quantas vezes na história de Israel o povo e até seus reis não foram afastados de Deus mediante a idolatria. Quem estava por detrás disso senão Satanás? Ele criou até uma "rainha do céu" a quem o povo queimava incenso (Jr 44:18). E hoje, não temos uma "rainha do céu" revisada, com até campanhas para torná-la "co-Redentora"?!
Estaria o diabo menos ativo agora? Não se empenharia ele com igual vigor para afastar as pessoas da genuína adoração, e até, se possível, diminuir a glória do Salvador, como sempre buscou fazer? Não recorreu ao apelo para ser adorado, em lugar de Deus, pelo próprio Cristo a fim de derrotá-Lo no deserto da tentação?
Uma Mensagem Final Para Advertir Todo o Mundo
Outro dia vi por uma estação evangélica da TV americana um pregador dizendo, com base em Apocalipse 14:6-14, que no final da história, três anjos vão passar pelo meio do céu pregando o evangelho para os judeus! Quando ouvi isso, pensei comigo, "Mamma mia, como pode um pregador do evangelho dizer um disparate tão grande desses?!" Amigos e irmãos, a missão de pregar o evangelho foi atribuída a HOMENS, não a anjos. Nós que somos da Igreja de Jesus Cristo é que temos essa tarefa (Mt 28:19, 20), e não seres sobrenaturais.
Aliás, por essa interpretação fantasiosa temos um Deus que discrimina judeu contra judeu. Pois se Ele vai mandar anjos pregarem o evangelho à última geração de judeus, por que as gerações anteriores não puderam ter o mesmo privilégio? E quem iria jamais resistir à pregação sabendo ser de um anjo? Todos se converteriam "na marra", pela força do próprio aspecto sobrenatural de tal pregação. Esses anjos apenas representam os mensageiros humanos com tal tarefa a cumprir. O sentido da palavra anjo é exatamente, "mensageiro".
Idéias falsas surgem quando se perde o rumo do sentido real da mensagem do "evangelho eterno", a se pregar a todas as nações (não só aos judeus), como lemos em Mateus 24:14 e Apocalipse 14:6-14. Nesta última passagem identificamos uma mensagem final de advertência a ser dada ao mundo. E à luz do capítulo 13 do mesmo Apocalipse vemos mais uma vez que o conflito final se dará em torno de genuína versus falsa adoração.
As Três Mensagens e o Que Significam
A mensagem de Apocalipse 14 centraliza-se na genuína adoração a Deus como Criador "do céu, da Terra, do mar e das fontes das águas" em contraste com a denúncia da falsa adoração. O salmista Davi declarou:
"Grandes são as obras do Senhor, e para serem estudadas por todos os que nelas se comprazem. Glória e majestade há em Sua obra; e a Sua justiça permanece para sempre. Ele fez memoráveis as Suas maravilhas; compassivo e misericordioso é o Senhor" (Sl 111:2-4).
A pregação final do "evangelho eterno" se preocupa em despertar o mundo a esse aspecto da genuína adoração a Deus como Criador de obras "memoráveis", um aspecto da mensagem cristã que foi deturpado pela Igreja dominante na Idade Média e que a Reforma Protestante falhou em corrigir. Por influência da negligência em corrigir pontos falhos no entendimento da mensagem bíblica, da parte dos Reformadores, hoje se observa crescente número de religiosos tanto católicos quanto protestantes aderindo às noções modernistas de evolução da espécie, o que contraria o ensino básico das Escrituras sobre o chamado "trinômio basilar da fé cristã": Criação-Queda-Redenção.
Comparemos os dizeres de Apocalipse 14:6 e 7 com Êxodo 20:11 para se ter uma importante descoberta:
"E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas" (Ap 14:6, 7).
"Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou" (Êx 20:11).
Os dois textos estão em indiscutível paralelo. A revista Christianity Today referiu-se no passado ao preceito do dia de repouso como "o mais negligenciado" dentre todos do Decálogo. Pois é nele onde exatamente ocorre o "Memorial da Criação". E o Criador e Sua criação são a ênfase nessa mensagem final de advertência.
O Contraste Entre o Selo de Deus e o Sinal da Besta
No texto profético de Apocalipse destaca-se também uma denúncia à falsa adoração: "Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira" (Ap 14:9). Como no contexto lemos sobre um "selo de Deus" e um concorrente sinal, ou "marca da besta", e em Romanos 4:11 vemos como "selo" e "sinal" são sinônimos, basta buscar entender duas coisas:
a) O que é o "selo de Deus".
b) Qual seria o "sinal da besta".
Para saber qual é o "selo" de Deus basta ver como Deus mesmo designou isso em Êxodo 31:17, confirmado séculos depois em Ezequiel 20:12, 20 — exatamente o negligenciado mandamento do sábado: "santificai os meus sábados; e eles servirão de sinal entre mim e vós para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus".
Um selo real trazia na antigüidade três coisas: o nome do governante, a posição que ocupava e o território sobre o qual regia. Por exemplo, Júlio César [nome], Imperador [posição] de Roma [território sobre que exerce autoridade]. Só no mandamento do sábado encontramos estas três características: o "Senhor Deus", [nome], "Criador", [posição], "dos céus e da Terra", [território sobre o qual exerce autoridade] (ver Êx 20:8-11).
Significativamente, os batistas da Convenção Batista Nacional, na sua "Declaração Doutrinária", citam Êxodo 31:14-18 entre as notas de rodapé do arrazoado do seu tópico XV, sobre o dia de repouso, confirmando a noção de que o mandamento que trata do dia de repouso, a ser dedicado a Deus integralmente, é o "sinal" entre Deus e o Seu povo. Claro, ateus, materialistas e religiosos comodistas não se caracterizam como pessoas que dedicam um tempo especial para Deus de um dia completo, ou muitos dos que pretendem ser servos de Deus o fazem ajustando-o a suas conveniências, o que não corresponde ao preceito divino. . .
Sobre o sinal concorrente, que caracteriza a falsa adoração, vale notar que ninguém ainda é portador do "sinal da besta", pois em nenhum lugar do mundo uma pessoa é impedida de comprar ou vender por não contar com tal sinal, ou marca. É previsto, porém, que haverá esse boicote econômico contra os que não participarem de um plano global que envolverá a decisão quanto ser portador de um ou outro dos sinais indicados (ver Ap 13:16, 17).
Continua...
Ao longo da História vemos como há uma "agenda" de caráter religioso sendo cumprida. Mas essa "agenda" não é de nenhuma Igreja ou organização religiosa, e sim daquele ser que sempre fez de tudo para afastar o povo de Deus da genuína adoração. Quantas e quantas vezes na história de Israel o povo e até seus reis não foram afastados de Deus mediante a idolatria. Quem estava por detrás disso senão Satanás? Ele criou até uma "rainha do céu" a quem o povo queimava incenso (Jr 44:18). E hoje, não temos uma "rainha do céu" revisada, com até campanhas para torná-la "co-Redentora"?!
Estaria o diabo menos ativo agora? Não se empenharia ele com igual vigor para afastar as pessoas da genuína adoração, e até, se possível, diminuir a glória do Salvador, como sempre buscou fazer? Não recorreu ao apelo para ser adorado, em lugar de Deus, pelo próprio Cristo a fim de derrotá-Lo no deserto da tentação?
Uma Mensagem Final Para Advertir Todo o Mundo
Outro dia vi por uma estação evangélica da TV americana um pregador dizendo, com base em Apocalipse 14:6-14, que no final da história, três anjos vão passar pelo meio do céu pregando o evangelho para os judeus! Quando ouvi isso, pensei comigo, "Mamma mia, como pode um pregador do evangelho dizer um disparate tão grande desses?!" Amigos e irmãos, a missão de pregar o evangelho foi atribuída a HOMENS, não a anjos. Nós que somos da Igreja de Jesus Cristo é que temos essa tarefa (Mt 28:19, 20), e não seres sobrenaturais.
Aliás, por essa interpretação fantasiosa temos um Deus que discrimina judeu contra judeu. Pois se Ele vai mandar anjos pregarem o evangelho à última geração de judeus, por que as gerações anteriores não puderam ter o mesmo privilégio? E quem iria jamais resistir à pregação sabendo ser de um anjo? Todos se converteriam "na marra", pela força do próprio aspecto sobrenatural de tal pregação. Esses anjos apenas representam os mensageiros humanos com tal tarefa a cumprir. O sentido da palavra anjo é exatamente, "mensageiro".
Idéias falsas surgem quando se perde o rumo do sentido real da mensagem do "evangelho eterno", a se pregar a todas as nações (não só aos judeus), como lemos em Mateus 24:14 e Apocalipse 14:6-14. Nesta última passagem identificamos uma mensagem final de advertência a ser dada ao mundo. E à luz do capítulo 13 do mesmo Apocalipse vemos mais uma vez que o conflito final se dará em torno de genuína versus falsa adoração.
As Três Mensagens e o Que Significam
A mensagem de Apocalipse 14 centraliza-se na genuína adoração a Deus como Criador "do céu, da Terra, do mar e das fontes das águas" em contraste com a denúncia da falsa adoração. O salmista Davi declarou:
"Grandes são as obras do Senhor, e para serem estudadas por todos os que nelas se comprazem. Glória e majestade há em Sua obra; e a Sua justiça permanece para sempre. Ele fez memoráveis as Suas maravilhas; compassivo e misericordioso é o Senhor" (Sl 111:2-4).
A pregação final do "evangelho eterno" se preocupa em despertar o mundo a esse aspecto da genuína adoração a Deus como Criador de obras "memoráveis", um aspecto da mensagem cristã que foi deturpado pela Igreja dominante na Idade Média e que a Reforma Protestante falhou em corrigir. Por influência da negligência em corrigir pontos falhos no entendimento da mensagem bíblica, da parte dos Reformadores, hoje se observa crescente número de religiosos tanto católicos quanto protestantes aderindo às noções modernistas de evolução da espécie, o que contraria o ensino básico das Escrituras sobre o chamado "trinômio basilar da fé cristã": Criação-Queda-Redenção.
Comparemos os dizeres de Apocalipse 14:6 e 7 com Êxodo 20:11 para se ter uma importante descoberta:
"E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas" (Ap 14:6, 7).
"Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou" (Êx 20:11).
Os dois textos estão em indiscutível paralelo. A revista Christianity Today referiu-se no passado ao preceito do dia de repouso como "o mais negligenciado" dentre todos do Decálogo. Pois é nele onde exatamente ocorre o "Memorial da Criação". E o Criador e Sua criação são a ênfase nessa mensagem final de advertência.
O Contraste Entre o Selo de Deus e o Sinal da Besta
No texto profético de Apocalipse destaca-se também uma denúncia à falsa adoração: "Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira" (Ap 14:9). Como no contexto lemos sobre um "selo de Deus" e um concorrente sinal, ou "marca da besta", e em Romanos 4:11 vemos como "selo" e "sinal" são sinônimos, basta buscar entender duas coisas:
a) O que é o "selo de Deus".
b) Qual seria o "sinal da besta".
Para saber qual é o "selo" de Deus basta ver como Deus mesmo designou isso em Êxodo 31:17, confirmado séculos depois em Ezequiel 20:12, 20 — exatamente o negligenciado mandamento do sábado: "santificai os meus sábados; e eles servirão de sinal entre mim e vós para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus".
Um selo real trazia na antigüidade três coisas: o nome do governante, a posição que ocupava e o território sobre o qual regia. Por exemplo, Júlio César [nome], Imperador [posição] de Roma [território sobre que exerce autoridade]. Só no mandamento do sábado encontramos estas três características: o "Senhor Deus", [nome], "Criador", [posição], "dos céus e da Terra", [território sobre o qual exerce autoridade] (ver Êx 20:8-11).
Significativamente, os batistas da Convenção Batista Nacional, na sua "Declaração Doutrinária", citam Êxodo 31:14-18 entre as notas de rodapé do arrazoado do seu tópico XV, sobre o dia de repouso, confirmando a noção de que o mandamento que trata do dia de repouso, a ser dedicado a Deus integralmente, é o "sinal" entre Deus e o Seu povo. Claro, ateus, materialistas e religiosos comodistas não se caracterizam como pessoas que dedicam um tempo especial para Deus de um dia completo, ou muitos dos que pretendem ser servos de Deus o fazem ajustando-o a suas conveniências, o que não corresponde ao preceito divino. . .
Sobre o sinal concorrente, que caracteriza a falsa adoração, vale notar que ninguém ainda é portador do "sinal da besta", pois em nenhum lugar do mundo uma pessoa é impedida de comprar ou vender por não contar com tal sinal, ou marca. É previsto, porém, que haverá esse boicote econômico contra os que não participarem de um plano global que envolverá a decisão quanto ser portador de um ou outro dos sinais indicados (ver Ap 13:16, 17).
Continua...
terça-feira, 30 de outubro de 2007
O ecoterrorismo emocionando a humanidade
"Quando vier o nosso reinado, nossos oradores raciocinarão sobre os grandes problemas que emocionaram a humanidade, para levá-la afinal ao nosso regime salutar. Quem duvidará, então, que todos esses problemas foram inventados por nós de acordo com um plano político que ninguém adivinhou durante séculos?" [Fim do Protocolo 13]
O presidente Clinton, ajudado pelo vice-presidente Al Gore, gastou os oito anos de sua presidência expondo esses grandes problemas que "emocionaram a humanidade". Clinton e Gore propuseram assuntos ambientais como o aquecimento global, a destruição do meio ambiente, a extinção de espécies e muitas outras preocupações ecológicas. Entretanto, Bush e Ashcroft encarnaram seus papéis no empurrão final para o governo mundial - o terrorismo global. Estão declarando diariamente que o terrorismo global "emocionou a humanidade".
A maioria das pessoas não faz idéia que foi "manipulada" de acordo com um "plano político" que está se desenrolando já há quase dois séculos! O Sistema de Ensino Público fez seu serviço sujo, graduando cidadãos que não sabem ler nem escrever o suficiente para prestarem atenção ao que está acontecendo. Os cidadãos de hoje também não foram educados na capacidade de reflexão crítica, e não conhecem suficientemente a história para perceberem a armadilha para a qual Bush e Ashcroft estão nos levando! No papel, o presidente Bush tem todos os poderes ditatoriais que Stalin sempre possuiu. Ele simplesemente ainda não decidiu ativar esses poderes. Quando começarem a bater nas portas das pessoas à meia-noite, com mandados de prisão assinados pela Secretaria de Segurança Interna, elas entenderão tarde demais que assinaram a própria sentença de morte. Naquele tempo, as liberdades e garantias constitucionais serão abolidas; e tudo feito por uma administração republicana, conservadora, misericordiosa e cristã que se promoveu retoricamente de forma ardente e pesada dizendo que a guerra contra o terrorismo não poderia ser feita à custa das nossas liberdades! Que ironia!
Considere este excerto acerca da poderosa retórica que supostamente acompanhará essa corrida rumo à ditadura, sob o pretexto de combater o terror. "Além do mais, a arte de governar as massas e os indivíduos por meio de uma teoria e duma fraseologia habilmente combinadas pelas regras da vida social e por outros meios engenhosos, dos quais os gentios nada percebem, faz também parte de nosso gênio administrativo..." [Protocolo 5; ênfase adicionada]
O presidente Bush proferiu uma das mais belas e comoventes retóricas que já ouvi, especialmente durante a posse [leia o artigo N1463, "O Presidente George W. Bush: Cristão ou Iluminista?"] e o discurso ao Congresso após os ataques ao World Trade Center e ao Pentágono [leia o artigo N1543 (não-traduzido)]. A bela e poderosa retórica dele é exatamente o que os Protocolos desejavam!
Fonte - The Cutting Edge
Nota DDP:
Sem entrar especificamente no mérito da fonte citada, é interessante notar, já em 2002, época do artigo, que a realidade que assistimos hoje encontra-se cada vez mais em vias de se caracterizar, como inclusive observado no post Al Gore e o ecoterrorismo.
O presidente Clinton, ajudado pelo vice-presidente Al Gore, gastou os oito anos de sua presidência expondo esses grandes problemas que "emocionaram a humanidade". Clinton e Gore propuseram assuntos ambientais como o aquecimento global, a destruição do meio ambiente, a extinção de espécies e muitas outras preocupações ecológicas. Entretanto, Bush e Ashcroft encarnaram seus papéis no empurrão final para o governo mundial - o terrorismo global. Estão declarando diariamente que o terrorismo global "emocionou a humanidade".
A maioria das pessoas não faz idéia que foi "manipulada" de acordo com um "plano político" que está se desenrolando já há quase dois séculos! O Sistema de Ensino Público fez seu serviço sujo, graduando cidadãos que não sabem ler nem escrever o suficiente para prestarem atenção ao que está acontecendo. Os cidadãos de hoje também não foram educados na capacidade de reflexão crítica, e não conhecem suficientemente a história para perceberem a armadilha para a qual Bush e Ashcroft estão nos levando! No papel, o presidente Bush tem todos os poderes ditatoriais que Stalin sempre possuiu. Ele simplesemente ainda não decidiu ativar esses poderes. Quando começarem a bater nas portas das pessoas à meia-noite, com mandados de prisão assinados pela Secretaria de Segurança Interna, elas entenderão tarde demais que assinaram a própria sentença de morte. Naquele tempo, as liberdades e garantias constitucionais serão abolidas; e tudo feito por uma administração republicana, conservadora, misericordiosa e cristã que se promoveu retoricamente de forma ardente e pesada dizendo que a guerra contra o terrorismo não poderia ser feita à custa das nossas liberdades! Que ironia!
Considere este excerto acerca da poderosa retórica que supostamente acompanhará essa corrida rumo à ditadura, sob o pretexto de combater o terror. "Além do mais, a arte de governar as massas e os indivíduos por meio de uma teoria e duma fraseologia habilmente combinadas pelas regras da vida social e por outros meios engenhosos, dos quais os gentios nada percebem, faz também parte de nosso gênio administrativo..." [Protocolo 5; ênfase adicionada]
O presidente Bush proferiu uma das mais belas e comoventes retóricas que já ouvi, especialmente durante a posse [leia o artigo N1463, "O Presidente George W. Bush: Cristão ou Iluminista?"] e o discurso ao Congresso após os ataques ao World Trade Center e ao Pentágono [leia o artigo N1543 (não-traduzido)]. A bela e poderosa retórica dele é exatamente o que os Protocolos desejavam!
Fonte - The Cutting Edge
Nota DDP:
Sem entrar especificamente no mérito da fonte citada, é interessante notar, já em 2002, época do artigo, que a realidade que assistimos hoje encontra-se cada vez mais em vias de se caracterizar, como inclusive observado no post Al Gore e o ecoterrorismo.
Al Gore e o ecoterrorismo
Resumo: A ecologia hoje, para além de feroz instrumento político contra o capitalismo está, tal como Bin Laden, ligada umbilicalmente à palavra “terror”, e Al Gore é o principal ícone dessa insanidade.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Assim como o gênero “documentário cinematográfico” presta-se a todo tipo de mistificação, sobretudo política, a chamada “defesa do meio-ambiente”, industrializada pelos ecologistas, incorpora neste início de século uma componente de terror. A simples verificação de que o ser humano, nas últimas décadas, melhorou a qualidade de vida e ampliou em anos a sua existência sobre a face da terra, não parece motivo suficiente para uma reflexão ecológica serena. Antes pelo contrário. Manipulando os fenômenos da natureza ao sabor de suas conveniências ideológicas, políticas e financeiras, os chamados ambientalistas transformaram-se em autênticos profetas do Apocalipse.
Vejamos como funciona a coisa: em data recente o documentário cinematográfico “Uma verdade inconveniente” (An inconvenient truth, USA, 2006), apresentado pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, ganhou em sua categoria o Oscar de 2007, segundo o júri politicamente correto, “por seus esforços no combate às mudanças climáticas”. Mais ainda: o filme, no seu proselitismo, ajudou a Gore receber o Prêmio Nobel da Paz pelo seu notório ativismo ambientalista. Como se sabe, o político americano, que investe dinheiro grosso em fontes alternativas de energia, vive a mercadejar dia e noite a tese da ação humana como causa do aquecimento global.
Mas na gloriosa caminhada do profeta Al Gore e seu documentário até a total desertificação da terra surgiu, de repente, um obstáculo: o juiz Michael Burton, da Alta Corte Britânica, instado por um indignado diretor de escola em Kent, Stewart Dimmock, considerou o filme não só tendencioso como fraudulento e alarmista. Na sentença, o juiz Burton não proibiu a sua exibição, mas determinou, como obrigatória, a advertência ao público de que o filme contém “imprecisões científicas e que não representa a única posição sobre o assunto”. Em resumo: o magistrado considerou que a verdade de Gore é conveniente para ele mesmo e os fanáticos adeptos da seita ecológica.
O juiz Burton exigiu ainda que, antes de cada sessão, sejam apresentados os argumentos contrários às informações divulgadas pela peça de propaganda, plena de erros – erros que, segundo o magistrado, não resistiriam a uma análise científica imparcial. Repasso aos leitores alguns, entre os 11 destacados pelo juiz:
1) O documentário projeta a ameaça de que o aquecimento global poderia interromper a Corrente do Golfo, lançando a Europa numa Idade do Gelo, embora as evidências demonstrem que isto é uma impossibilidade cientifica;
2) O documentário alega que o nível do mar subirá até 20 pés por causa do derretimento do gelo na Antártida e na Groenlândia, embora esteja comprovado que esta quantidade de água apenas seria liberada nos próximos milênios;
3) São falsas, no documentário, as indicações de que os ursos polares se afogaram ao tentar nadar longas distâncias em busca do gelo. O juiz considerou o alarme falso, visto que o único estudo científico sobre o assunto informa que apenas 4 ursos foram encontrados afogados, não pelo derretimento do gelo, mas por causa de uma tempestade violenta;
4) O documentário projeta imagens dramáticas do furacão Katrina e dá a entender que ele foi causado pelo aquecimento global. O defensor ambientalista teve de admitir que não era possível atribuir a causa do evento ao aquecimento global;
5) O documentário responsabiliza o aquecimento global pela extinção de espécies, inclusive o de desgaste de recifes de corais. Para o juiz Burton não há qualquer evidência que comprove tal afirmativa;
6) O documentário sugere que a cobertura de gelo da Antártida está em processo de degelo. De fato, os dados disponíveis demonstram que ela está aumentando;
7) Segundo o magistrado, os erros “científicos” da obra incluem a falsa observação de que a elevação dos níveis do mar forçou a evacuação de algumas ilhas do Pacífico, tendo as populações tomado o rumo da Nova Zelândia, o que, de fato, não ocorreu;
8) Outro erro do documentário consiste em sugerir que os níveis do mar poderão aumentar em 7 metros nos próximos anos, o que determinaria o deslocamento de milhões de pessoas para as mais longínquas regiões. Tal projeção “científica”, segundo o juiz, não passa de uma falácia: o aumento dos níveis do mar, nos próximos séculos, não ultrapassará os 40 cm – estando eliminada qualquer hipótese de migrações em massa.
Deixando de lado o exame do serviço de desinformação premeditada em que se transformou o documentário, convém esclarecer que o seu apresentador, Al Gore, candidato derrotado à presidência dos Estados Unidos, é um histórico espertalhão político, em grande parte financiado pelo predador Armand Hammer, dono da Occidental Petroleum e parceiro do terrorista Moamar Kadhafi, o ditador da Líbia.
Bem, e daí? E daí o seguinte: Hammer, cujo pai tinha sólidas ligações com o PC russo, se fez bilionário, segundo o historiador Neil Lynpon (“Um capitalista em Moscou”, editora Bestseller, 1999) como “coordenador financeiro do Komintern e o maior lavador de dinheiro (soviético) de todos os tempos”. Neil acrescenta ainda que Hammer dizia, em conversas privadas, que tinha “Al Gore – pai e filho - no bolso”.
À margem os cuidados específicos que a proteção da natureza deve merecer, a ecologia hoje, para além de feroz instrumento político contra o capitalismo está, tal como Bin Laden, ligada umbilicalmente à palavra “terror”. Suas visões catastróficas anunciando, como uma hecatombe bíblica, inundações, secas, epidemias e ondas de calor mortais transformaram-se, sob o comando da ONU, num negócio espantoso, especialmente para a gula das ONGs internacionais. Segundo avaliação comparativa, de rendimento superior à exploração do petróleo, da droga e dos negócios bancários.
Ipojuca Pontes
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
Mais sobre o tem em ONU faz alerta sobre desastre ambiental.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Assim como o gênero “documentário cinematográfico” presta-se a todo tipo de mistificação, sobretudo política, a chamada “defesa do meio-ambiente”, industrializada pelos ecologistas, incorpora neste início de século uma componente de terror. A simples verificação de que o ser humano, nas últimas décadas, melhorou a qualidade de vida e ampliou em anos a sua existência sobre a face da terra, não parece motivo suficiente para uma reflexão ecológica serena. Antes pelo contrário. Manipulando os fenômenos da natureza ao sabor de suas conveniências ideológicas, políticas e financeiras, os chamados ambientalistas transformaram-se em autênticos profetas do Apocalipse.
Vejamos como funciona a coisa: em data recente o documentário cinematográfico “Uma verdade inconveniente” (An inconvenient truth, USA, 2006), apresentado pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, ganhou em sua categoria o Oscar de 2007, segundo o júri politicamente correto, “por seus esforços no combate às mudanças climáticas”. Mais ainda: o filme, no seu proselitismo, ajudou a Gore receber o Prêmio Nobel da Paz pelo seu notório ativismo ambientalista. Como se sabe, o político americano, que investe dinheiro grosso em fontes alternativas de energia, vive a mercadejar dia e noite a tese da ação humana como causa do aquecimento global.
Mas na gloriosa caminhada do profeta Al Gore e seu documentário até a total desertificação da terra surgiu, de repente, um obstáculo: o juiz Michael Burton, da Alta Corte Britânica, instado por um indignado diretor de escola em Kent, Stewart Dimmock, considerou o filme não só tendencioso como fraudulento e alarmista. Na sentença, o juiz Burton não proibiu a sua exibição, mas determinou, como obrigatória, a advertência ao público de que o filme contém “imprecisões científicas e que não representa a única posição sobre o assunto”. Em resumo: o magistrado considerou que a verdade de Gore é conveniente para ele mesmo e os fanáticos adeptos da seita ecológica.
O juiz Burton exigiu ainda que, antes de cada sessão, sejam apresentados os argumentos contrários às informações divulgadas pela peça de propaganda, plena de erros – erros que, segundo o magistrado, não resistiriam a uma análise científica imparcial. Repasso aos leitores alguns, entre os 11 destacados pelo juiz:
1) O documentário projeta a ameaça de que o aquecimento global poderia interromper a Corrente do Golfo, lançando a Europa numa Idade do Gelo, embora as evidências demonstrem que isto é uma impossibilidade cientifica;
2) O documentário alega que o nível do mar subirá até 20 pés por causa do derretimento do gelo na Antártida e na Groenlândia, embora esteja comprovado que esta quantidade de água apenas seria liberada nos próximos milênios;
3) São falsas, no documentário, as indicações de que os ursos polares se afogaram ao tentar nadar longas distâncias em busca do gelo. O juiz considerou o alarme falso, visto que o único estudo científico sobre o assunto informa que apenas 4 ursos foram encontrados afogados, não pelo derretimento do gelo, mas por causa de uma tempestade violenta;
4) O documentário projeta imagens dramáticas do furacão Katrina e dá a entender que ele foi causado pelo aquecimento global. O defensor ambientalista teve de admitir que não era possível atribuir a causa do evento ao aquecimento global;
5) O documentário responsabiliza o aquecimento global pela extinção de espécies, inclusive o de desgaste de recifes de corais. Para o juiz Burton não há qualquer evidência que comprove tal afirmativa;
6) O documentário sugere que a cobertura de gelo da Antártida está em processo de degelo. De fato, os dados disponíveis demonstram que ela está aumentando;
7) Segundo o magistrado, os erros “científicos” da obra incluem a falsa observação de que a elevação dos níveis do mar forçou a evacuação de algumas ilhas do Pacífico, tendo as populações tomado o rumo da Nova Zelândia, o que, de fato, não ocorreu;
8) Outro erro do documentário consiste em sugerir que os níveis do mar poderão aumentar em 7 metros nos próximos anos, o que determinaria o deslocamento de milhões de pessoas para as mais longínquas regiões. Tal projeção “científica”, segundo o juiz, não passa de uma falácia: o aumento dos níveis do mar, nos próximos séculos, não ultrapassará os 40 cm – estando eliminada qualquer hipótese de migrações em massa.
Deixando de lado o exame do serviço de desinformação premeditada em que se transformou o documentário, convém esclarecer que o seu apresentador, Al Gore, candidato derrotado à presidência dos Estados Unidos, é um histórico espertalhão político, em grande parte financiado pelo predador Armand Hammer, dono da Occidental Petroleum e parceiro do terrorista Moamar Kadhafi, o ditador da Líbia.
Bem, e daí? E daí o seguinte: Hammer, cujo pai tinha sólidas ligações com o PC russo, se fez bilionário, segundo o historiador Neil Lynpon (“Um capitalista em Moscou”, editora Bestseller, 1999) como “coordenador financeiro do Komintern e o maior lavador de dinheiro (soviético) de todos os tempos”. Neil acrescenta ainda que Hammer dizia, em conversas privadas, que tinha “Al Gore – pai e filho - no bolso”.
À margem os cuidados específicos que a proteção da natureza deve merecer, a ecologia hoje, para além de feroz instrumento político contra o capitalismo está, tal como Bin Laden, ligada umbilicalmente à palavra “terror”. Suas visões catastróficas anunciando, como uma hecatombe bíblica, inundações, secas, epidemias e ondas de calor mortais transformaram-se, sob o comando da ONU, num negócio espantoso, especialmente para a gula das ONGs internacionais. Segundo avaliação comparativa, de rendimento superior à exploração do petróleo, da droga e dos negócios bancários.
Ipojuca Pontes
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
Mais sobre o tem em ONU faz alerta sobre desastre ambiental.
EUA enfrentam uma das piores secas da História
ATLANTA, EUA (AFP) - Enquanto a Califórnia luta contra as chamas, extensas áres dos Estados Unidos fazem o que podem para suportar uma das secas mais rigorosas da História, e o risco de faltar água nas torneiras ameaça milhões de pessoas no país.No sudeste do país, os agricultores estão preocupados com suas colheitas de grãos, enquanto ambientalistas alertam para um desatre iminente e as reservas de água de três estados diminuem drasticamente a cada dia.
"Quase metade do sudeste está sob uma seca extrema e o fornecimento de água alcançou níveis críticos em algumas cidades", disse o chefe de operações meteorológicas do Centro de Previsão Meteorológica, Michael Halpert.
Fonte - Yahoo
Aquecimento Global - Outro enfoque
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“A temperatura média do planeta subiu 0,7ºC no último século. Nas últimas décadas, geleiras tidas como eternas começaram a derreter, enchentes e secas se tornaram mais violentas, ondas de calor mataram milhares […] E o pior: foi só o começo. Nos próximos 100 anos, prevê-se que a temperatura aumentará entre 1,4ºC e 5,8ºC. Se considerarmos que 0,7ºC causou tudo isso, dá para dizer que a palavra “apocalipse” não está longe de descrever o que vem por aí. O aquecimento global não é uma ameaça distante: é um perigo palpável, real, e está bem na sua frente.”
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“Esses problemas já estão fazendo vítimas. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o aquecimento global mata cerca de 160 mil pessoas por ano. Vários fatores diretos das mudanças climáticas afetam a saúde: falta de alimentos leva à desnutrição, enchentes trazem leptospirose e contaminam fontes de água, o que traz diarréias. Mas, nessa história toda, pelo menos uma família de animais parece ter se beneficiado: os mosquitos. Resultado: epidemias. Eles não só se proliferam mais rapidamente no calor como atingem áreas que antes eram frias demais para o seu estilo de vida. Junto com eles, doenças como malária, dengue e febre amarela têm mais possibilidades de se propagar. Ou seja, é uma tragédia. Mas pode piorar muito.”
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Nas emissoras de TV no Brasil e no mundo tem sido feitas reportagens sobre o aquecimento global enfatizando o CLIMA, elas mostraram muito bem que a causa principal desta catástrofe é a atividade humana.
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Notícias e artigos tratando do aquecimento global e seus possíveis efeitos sobre o nosso planeta Terra foram as manchetes mais destacadas em muitos jornais e revistas nesses últimos meses. Imagens de impacto fizeram a capa de muitos deles. A revista Época do último 2 de abril, por exemplo, apresentou em sua capa uma visão aérea da cidade do Rio de Janeiro a partir do Cristo Redentor. Nessa imagem, os bairros de Ipanema e Leblon estavam sob o mar, podendo se avistar somente a parte alta dos edifícios.
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Debates sobre o aquecimento global e seus possíveis efeitos começaram a ter destaque mundial há cerca de vinte anos. Este foi o tema central da Conferência das Nações Unidas no Rio de Janeiro, em 1992, e em Kyoto, no Japão, em 1997. Mas apenas agora tomou a dimensão que hoje presenciamos na mídia.
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O grande fator catalisador dessa intensa preocupação geral com esse assunto foi a recente divulgação do relatório do “Intergovernmental Panel on Climate Change” (IPCC), em Bruxelas, Bélgica. Nesse relatório, um grupo de cientistas apresentou evidências detalhadas do fenômeno do aquecimento global e fez predições das possíveis conseqüências catastróficas que esse fenômeno terá sobre o nosso mundo nas próximas décadas (o relatório está disponível no site do IPCC: http://www.ipcc.ch/”. Revista Kerygma.
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Nota:
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Mas o que a bíblia realmente ensina a respeito?
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Muitas são as especulações em volta do contexto do aquecimento global. É importante avaliar bem os milhares de comentários existentes a respeito, pois muitas coisas podem ser simplesmente alarmes e fantasias.
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Existe muitos textos bíblicos que falam sobre diversos assuntos que naturalmente poderiam ser traduzidos como se referindo aos desastres naturais principalmente aquecimento global.
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Textos como:
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Pois assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda uma vez, dentre em pouco, farei abalar o céu, a terra, o mar e a terra seca (Ag 2:6).
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Teria esse fenômeno algum relacionamento com as palavras de Jesus, ditas no Seu discurso escatológico no final do seu ministério?
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Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados. (Lc 21:25-26)
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O quarto anjo derramou sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo. Com efeito, os homens se queimaram com o intenso calor, e blasfemaram o nome de Deus, que tem autoridade sobre estes flagelos, e nem se arrependeram para Lhe darem glória (Ap 16:8-9).
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Todos esses textos são claros como sinais que apontam para volta de Jesus acontecendo previamente. Mas será que estão intimamente ligados a um possível aquecimento global?
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Com certeza os textos acima incluem não só o aquecimento global mas todas as catástrofes desenfreadas conseqüentes das atitudes humanas e do pecado. O aquecimento global não é a nota tônica descrita nos textos proféticos, mas todos acontecimentos existentes no planeta como num todo. Exemplo: Tsunames, aquecimento global, terremotos, tufões, maremotos, ciclones, tempestades, doenças, epidemias, ar doente devido as poluições, chuvas ácidas, seca, etc. O profeta Isaias descreve bem a situação da terra devido o pecado e as atitudes destrutivas do homem:
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“A terra planteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo da terra.” Isaias 24:4.
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Em seguida o profeta descreve as conseqüências dessa transgressão. O homem no pecado destrói a terra mas logo também é destruído por ela.
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“Por isso a maldição consome a terra, e os que habitam nela serão desolados; por isso serão queimados os moradores da terra, e pouco homens restarão”. Mateus 24:6
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Logo em seguida, após descrever a situação da terra e as conseqüências, o profeta revela porque a terra estaria nesta condição:
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“Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores. Porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram a aliança eterna”. Isaias 24:5.
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Todas as leis, não somente a lei moral dos 10 mandamentos mas também as leis da natureza, as leis do ar, as leis da camada de ozônio, as leis da física e da química, e outras, toda lei quebrada traz conseqüências sérias, e hoje o aquecimento global é também conseqüência da transgressão das leis da vida e de nossa existência ligada a natureza global.
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Vivemos hoje numa tragédia sem limites. O homem quebra a lei dos 10 mandamentos e hoje vivemos nessa epidemia generalizada de violências, promiscuidades sexuais, traições, contendas, intrigas, assassinatos, injustiça, corrupção e muitos outros. A lei de Deus ao ser transgredida, conseqüentemente as outras leis tanto da vida quanto da natureza são também deixadas de lado, e os resultados são todos esses que tem trazido preocupações até mesmo entre os céticos.
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O aquecimento global e todos demais acontecimentos não são de maneira alguma o destaque na palavra de Deus. Na verdade todas essas tragédias trazem destaque a dois futuros acontecimentos fundamentais:
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1º - A vinda de Jesus como sendo o grande resgate final ao povo que o ama e que é fiel a suas leis.
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2º E o juízo que recairá a todos aqueles que destroem a terra.
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A vinda de Jesus:
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Em Mateus 24:32-35, falando sobre todos estes acontecimentos, nos diz:
“Aprendei pois esta parábola da figueira: quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que Ele está próximo as portas”.
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O texto acima nos diz que os acontecimentos focalizam a 2º vinda de Jesus. Lembrando que o objetivo da vinda de Jesus é por fim a todo sofrimento e buscar aqueles que o amaram e foram fiéis as suas leis.
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O juízo
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Além das conseqüências naturais de um mundo judiado pelo pecado e por seus moradores, entrará em cena muito em breve os juízos de Deus sobre todo aquele que hoje tem destruído a terra com suas transgressões:
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“E depois destas coisas vi quatro anjos que estavam sobre os quatro cantos da terra, retendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem contra árvore alguma”. Apoc. 7:1.
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No texto acima, vemos que 4 anjos simbolicamente estão segurando os ventos nos quatro cantos da terra para que soprem sobre a terra. Estes ventos (Jeremias 49:36,37), simbolizam, todo tipo de destruição e maldade que o homem seria capaz de fazer para tornar a terra no mínimo um lugar desagradável de se viver, ou mesmo impossível. O homem destruiria a terra mas a intervenção divina impediria de a terra ser completamente destruida.
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Se esses anjos não se empenharem em refrear a maldade humana, com certeza, já há tempo que teríamos sido completamente destruídos. Talvez não teríamos um aquecimento global em nossos dias, na verdade teríamos é literalmente sido torrados e extintos. A função desses anjos na profecia é de impedir o homem de levar a terra a um desfecho destruidor antecipado. Os anjos estão focalizando a 2º vinda de Jesus e a salvação dos remidos que ainda vivem nesta terra.
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Segundo o verso 3, os anjos reterão esses ventos até que os remidos recebam o selo de Deus e somente após Deus confirmar os seus eleitos e fiéis através deste selo é que os ventos serão soltos. (Para saber sobre o selo de Deus)
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Como vimos, o aquecimento global embora esteja no auge de debates pelo mundo, na bíblia não é o principal acontecimento. O devido aquecimento assim como os demais apontam para o verdadeiro grande acontecimento, que é a volta de Jesus e o juízo sobre a terra. Hoje estes prenúncios são como apelos para que os povos entendam que Deus os chama para fazer parte dos que serão recebidos no céu após a volta de Jesus. Apoc. 1:7; I Tess. 4:16-17.
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O aquecimento global é sem dúvida alguma, um dos anúncios de que em breve contemplaremos o maior acontecimento da história.
Fonte - Gilberto Theiss
ONU faz alerta sobre desastre ambiental
A mudança climática é uma prioridade mundial, que exige vontade política e liderança para ser enfrentada, mas vem recebendo, indica o informe da ONU, uma resposta mundial lamentavelmente inadequada.
A crise que o mundo enfrenta, atualmente, não é apenas reativa ao meio ambiente, mas também de desenvolvimento e de energia. Afeta as populações de peixes e as terras férteis, além da quantidade e qualidade das reservas de água doce. Os problemas do passado persistem e estão surgindo novos: o aumento das "áreas mortas", a carência de oxigênio nos oceanos e o ressurgimento de doenças relacionadas com a degradação do meio ambiente.
Nos países em desenvolvimento, cerca de três milhões de pessoas morrem a casa ano, em conseqüência de doenças de origem hídrica. A água contaminada é a maior causa de doenças humanas e da mortalidade, em todo o mundo, e os mais atingidos são as crianças menores de cinco anos. Cerca de 2,6 bilhões de pessoas carecem de serviços sanitários avançados.
Para alcançar as Metas do Milênio em relação à fome, dever-se-á, até 2050, duplicar a produção de alimentos, o que provocaria um consumo ainda maior de água.
As espécies estão-se extinguindo, num ritmo 100 vezes maior do que o observado nos registros. Mais de 30% dos anfíbios, 23% dos mamíferos e 12% das aves correm risco de extinção. A perda de diversidade genética pode ameaçar, inclusive, a segurança alimentar. Entre as populações indígenas, a segurança alimentar e a saúde estão em perigo devido ao aumento da quantidade de mercúrio e de contaminantes orgânicos abandonados no meio ambiente.
Para o vice-secretário geral da ONU, Achim Steiner, "a resposta mundial a esses problemas está sendo realizada num ritmo e grau de atuação que não respondem, ou não reconhecem, a magnitude das dificuldades enfrentadas pelas populações e pelo meio ambiente do Planeta". O informe da ONU alerta que a única forma de abordar esses problemas mais árduos é impor que o meio ambiente passe a fazer parte do núcleo do processo de tomada de decisões, deixando de ser um aspecto marginal.
Fonte - Canção Nova
Nota DDP:
Interessante ler o post sobre o ecoterrorismo nesta página e, os artigos sobre ECOmenismo do Minuto Profético.
A crise que o mundo enfrenta, atualmente, não é apenas reativa ao meio ambiente, mas também de desenvolvimento e de energia. Afeta as populações de peixes e as terras férteis, além da quantidade e qualidade das reservas de água doce. Os problemas do passado persistem e estão surgindo novos: o aumento das "áreas mortas", a carência de oxigênio nos oceanos e o ressurgimento de doenças relacionadas com a degradação do meio ambiente.
Nos países em desenvolvimento, cerca de três milhões de pessoas morrem a casa ano, em conseqüência de doenças de origem hídrica. A água contaminada é a maior causa de doenças humanas e da mortalidade, em todo o mundo, e os mais atingidos são as crianças menores de cinco anos. Cerca de 2,6 bilhões de pessoas carecem de serviços sanitários avançados.
Para alcançar as Metas do Milênio em relação à fome, dever-se-á, até 2050, duplicar a produção de alimentos, o que provocaria um consumo ainda maior de água.
As espécies estão-se extinguindo, num ritmo 100 vezes maior do que o observado nos registros. Mais de 30% dos anfíbios, 23% dos mamíferos e 12% das aves correm risco de extinção. A perda de diversidade genética pode ameaçar, inclusive, a segurança alimentar. Entre as populações indígenas, a segurança alimentar e a saúde estão em perigo devido ao aumento da quantidade de mercúrio e de contaminantes orgânicos abandonados no meio ambiente.
Para o vice-secretário geral da ONU, Achim Steiner, "a resposta mundial a esses problemas está sendo realizada num ritmo e grau de atuação que não respondem, ou não reconhecem, a magnitude das dificuldades enfrentadas pelas populações e pelo meio ambiente do Planeta". O informe da ONU alerta que a única forma de abordar esses problemas mais árduos é impor que o meio ambiente passe a fazer parte do núcleo do processo de tomada de decisões, deixando de ser um aspecto marginal.
Fonte - Canção Nova
Nota DDP:
Interessante ler o post sobre o ecoterrorismo nesta página e, os artigos sobre ECOmenismo do Minuto Profético.
Grupo de anglicanos solicita ingressar “em massa” à Igreja Católica
DUBLIN, 28 Out. 07 / 12:00 am (ACI).- Três paróquias completas da chamada "igreja da Irlanda", ramo irlandesa da igreja anglicana, solicitaram ser recebidas no seio da Igreja Católica, junto com outros anglicanos do mundo, informou esta semana o semanário católico "The Irish Catholic".As paróquias anglicanas, se localizada nos condados irlandeses de Down, Tyrone e Laois pertencem ao chamado "rito tradicional" dentro da "igreja da Irlanda". Mas segundo a nota "anglicanos de outros 12 países assinaram uma carta dirigida ao Vaticano solicitando ‘união plena, corporativa e sacramental’" com a Igreja católica sob a autoridade do Papa.
Também segundo o jornal, embora a decisão afete a "algumas centenas de anglicanos na Irlanda, se o pedido é aceito pelo Vaticano, 400.000 anglicanos no mundo poderiam ser admitidos na Igreja católica".
O rito tradicional da igreja da Irlanda surgiu em 1991, logo que o concílio de bispos desta denominação decidisse a ordenação de mulheres; uma decisão que os do rito tradicional consideraram como "um desafio aos ensinos das Escrituras e a Tradição".
Um porta-voz deste ramo confirmou ao Irish Catholic" que esperam ser recebidos "em plena comunhão com a Sede de Roma" depois da decisão tomada durante a reunião plenária da Comunhão Anglicana Tradicional, conhecida por suas siglas em inglês TAC.
Segundo um comunicado da TAC "os bispos e vigários gerais unanimemente estão de acordo com o texto da carta enviada à Sé de Roma para pedir a plena unidade".
"A carta foi solenemente assinada por todo o colégio de bispos e confiada ao primaz e a dois bispos escolhidos pelo colégio para ser apresentada à Santa Sé", adiciona o comunicado.
O próprio porta-voz da TAC assinalou que "a carta foi cordialmente recebida pela Congregação para a Doutrina da Fé".
"O Primaz da TAC entraram em acordo para que nenhum membro do colégio de bispos conceda entrevistas até que a Santa Sé considere a carta e a responda", adicionou.
Fonte - ACI Digital
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
'Problemas ambientais ameaçam espécie humana'
Um relatório da ONU sobre o meio ambiente divulgado nesta quinta-feira afirma que a falta de providências contra alguns dos principais problemas ambientais que afetam o planeta estão colocando em risco a própria sobrevivência da espécie humana.O relatório Panorama Ambiental Global, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), analisa as principais mudanças nas condições da água, do ar, da terra e da biodiversidade do planeta desde 1987 e identifica prioridades de ação.
Entre os problemas identificados estão a degradação de áreas agrícolas, o desmatamento, a redução das fontes de água potável disponíveis e a pesca excessiva.
"Problemas persistentes e difíceis de resolver continuam sem ser enfrentados, sem solução", disse o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner.
"Problemas do passado continuam e novos estão surgindo: do crescimento acelerado das áreas sem oxigênio nos oceanos ao surgimento de novas e velhas doenças, ligadas em parte à degradação ambiental."
...
O documento alerta que, até 2025, o uso da água terá aumentado 50% em países em desenvolvimento, e que essa pressão pode se tornar intolerável em locais com escassez do recurso.
...
"A destruição sistemática dos recursos naturais da Terra alcançou um ponto em que a viabilidade das economias está sendo ameaçada e em que a conta que vamos entregar aos nossos filhos pode ser impossível de pagar."
Fonte - BBC
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